Condições e Padrões de Lançamento de Efluentes CONAMA 357/05
|
|
|
- João Guilherme Lopes Alves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Condições e Padrões de Lançamento de Efluentes CONAMA 357/05
2 AGENDA 1. CONAMA 357/05 2. ÁGUA PRODUZIDA DE PETRÓLEO E O BORO 3. REDUÇÃO DE BORO EFLUENTES 4. PROPOSTAS - PETROBRAS
3 CONAMA 357/05
4 Importância enquadramento dos corpos de água, lançamento de efluentes, etc... Excelente trabalho desenvolvido, CONAMA-20 e CONAMA- 357/05; Participação em GTs, Câmara Técnica, etc... Adequação das instalações Petrobras CONAMA-20, CONAMA 357/05; etc... BORO Padrão de Lançamento BORO (?)
5 ÁGUA PRODUZIDA DE PETRÓLEO E O BORO
6 Água Produzida de Petróleo FPSO Refino óleo + água emulsionada BSW < 1% óleo + água emulsionada BSW > 1% água segregada óleo + água emulsionada BSW < 1% Navio Tanque Terminal
7 Água Enviada/Terminais [m³/mês] PREVISÁO DE ÁGUA ENVIADA TOTAL BRASIL Água Gr 03b BC ,0 Água Gr 03a BC 18 Água Gr 03b BC 16 Água Gr 03 BC ,0 Água Gr 06 Carmópolis Água Gr 01 BC ,0 Água Gr 03a BC 18 Água Gr 03 BC 20 Água Gr 00 Roncador Água Gr 02 Albacora Água Gr 05 Nordestinos ,0 Água Gr 04 Baiano Água Gr 01 BC 25 Água Gr 00 Roncador Água Gr 02 Albacora Água Gr 08 Leves 40 0, Água Gr 08 Leves 40 Água Gr 07 Leves NNE 45
8 Água Produzida e o Boro Maior produção nacional de petróleo; Mais processamento do petróleo nacional; Exportação de petróleo nacional; Em 8 anos o volume de água produzida duplicará; Boro é constituinte natural do reservatório geológico; Boro em média 35 mg/l e na Legislação 5 mg/l; Plano Diretor de Águas da PETROBRAS: tratamento e descarte eficiente da água produzida nos terminais; 5 novas ETEs e emissários submarinos + 2 projetos de re-injeção profunda; O mar é o maior reservatório natural de boro do planeta.
9 BORO CONAMA 357 O mar possui concentração aproximadamente constante de Boro, similar ao exigido na legislação (3,5-4,5 mg/l).
10 Taxas de Diluição conforme CONAMA 357/05 (Em mg/l) Arsênio 0,5 Boro 5,0 Bário 5,0 Cádmio 0,2 Chumbo 0,5 Cianeto 0,2 Cobre 1,0 Mercúrio 0,01 Níquel 2,0 Zinco 5,0 Cromo 0,5 Efluente Águas Salinas Classe I DILUIÇÃO (x) 0,01 5,0 1,0 0,005 0,01 0,001 0,005 0,0002 0,025 0,09 0, !!! 5,
11 Águas Doces Águas Salobras Águas Salinas Classe I 0,5 0,5 5,0 5,0 10 x 5,0 10 x 5,0 1 x! Fator de Diluição * Valores expressos em mg/l Conc. Boro na Classe Água Padrão Descarte Efluente
12 Estudos sobre Boro no Canal SSE Latitude São Sebastião TEBAR Ilhabela 13 Boro total (mg/l) estações superf. fundo 1 4,36 3,99 2 4,81 2,16 3 4,48 4,28 5 4,27 4,49 6 4,51 0, ,42 4,3 7N 4,74 4,02 7S 3,98 4,38 7L 4,11 4,07 7O 4,16 4,22 8 4,18 4,05 9 4,45 4, ,789 4, ,37 4, ,51 4,36 LD = 0,027 mg/l Res. CONAMA 357/05 (Art 18): VMP = 5,0 mg/l Canal de São Sebastião AGOSTO/ estações de amostragem Longitude
13 Boro no Canal SSE Junho 2007 Diagnóstico das Concentrações de Boro nas Águas Costeiras do Litoral Norte do Estado de São Paulo. FUNDESPA-SP. Junho/2007. LOCAIS DE AMOSTRAGEM DE ÁGUA MARINHA
14 Diagnóstico das Concentrações de Boro nas Águas Costeiras do Litoral Norte do Estado de São Paulo
15 Capacidade de Suporte do Meio Tendo em vista o background de 4,5 mg/l de Boro nas águas marinhas, o lançamento de efluente nunca irá promover o aumento da concentração do elemento nestas águas; Assim, o padrão para Águas Salinas Classe I previsto na Resolução CONAMA 357/05, de 5,0 mg/l será sempre mantido; Isto se deve ao fato de que seria necessário um volume absurdamente grande de efluente com grande concentração de Boro para que a água do mar tivesse sua concentração média alterada; Isto atesta a grande capacidade de suporte de águas marinhas onde as condições de circulação das massas d água (correntes) promovem grande diluição e dispersão de substâncias.
16 Características Toxicológicas Boro O Boro não é um metal cancerígeno e não sofre bioacumulação; O Boro não é teratogênico; Possui ampla distribuição e ocorrência na crosta terrestre. É metal essencial para as plantas; Possui concentração aproximadamente constante nas águas marinhas; Sofre forte diluição em ambientes costeiros; Impactos toxicológicos mais críticos referem-se à exposições agudas em altas concentrações (>1000 mg/l), verificando-se porém o cessar de danos quando da interrupção da exposição aguda. Impactos da exposição aguda em peixes foram verificados a partir de concentrações de 105 mg/l após 96 horas contínuas. Não é parâmetro de controle de efluentes na maioria dos países com avançado controle ambiental.
17 BORO Mundo Pesquisa bibliográfica não identificou nenhum país com critérios similares ao Brasil para descarte de efluentes com boro em meio marinho; As regulamentações mais usuais referem-se ao uso de água para irrigação; Projeto com COPPE/UFRJ para análise criteriosa em outros países: Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Japão(*), França, México e Austrália; O Japão é o único país que regula o descarte de Boro em águas marinhas, tolerando concentrações de 230 mg/l de Boro.
18 REDUÇÃO DE BORO
19 REDUÇÂO DE BORO DESAFIO TECNOLÓGICO Implantar tratamento eficiente para enquadrar de acordo com os limites impostos pela legislação (5 mg/l) a água produzida acumulada em tanques em terminais de petróleo (Boro mg/l); Grandes volumes a serem tratados (300 m³/h); Inexistência de caso similar na indústria mundial; Descarte final no mar independentemente da opção tecnológica de tratamento, através de emissário submarino; Centro de Pesquisa da Petrobras CENPES: Prospecção Tecnológica Teste Bancada - Planta Piloto Homologação da tecnologia.
20 Tanque pulmão (regula vazão) Sistema de flotação Tanque de equalização e biooxidação de sulfetos Remoção de Boro por adsorção em resina Remoção de sólidos por filtro de areia Remoção de bário por precipitação química Reatores biológicos (RBS) Lodo Centrífuga Recuperação do boro por precipitação química Centrífuga Secador Secador Efluente tratado para emissário submarino Lodo inorgânico seco para disposição final Lodo biológico seco para disposição final
21 REDUÇÃO DE BORO A PARTIR DE RESINAS SELETIVAS: - Efluente final com Boro < 4 mg/l - Volume inicial tratado (300 m³/h) com B=35 mg/l - Volume de efluente enriquecido em Boro: 27 m³/h com Boro em até 300 mg/l - Regeneração (limpeza) das resinas é o tratamento altamente impactante!!! - Intenso uso de produtos químicos, água, energia elétrica e geração de lodo
22 (*) Redução de Boro com uso de resinas de adsorção seletiva: Aspectos Críticos da Tecnologia de Tratamento(*) Consumo de produtos químicos para regeneração da resina Ácido clorídrico (HCl) a 33% Soda cáustica (NaOH) a 50% Demanda de água e de energia Água abrandada ou água potável com baixa dureza para enxágue (regeneração) da resina Energia para sistema de tratamento de Boro, incluindo secagem de lodo da regeneração Lodo inorgânico (85% seco) Geração de resíduo sólido 24 m 3 / dia 11 m 3 / dia 230 m 3 / dia kw / dia 22 ton / dia TRATAMENTO DE BAIXA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E MAIOR RISCO SOCIAL
23 OPÇÕES Remoção de boro em resinas de troca catiônica Descarte ao mar, com concentração média de 35 mg/l
24 Remoção de boro em resinas de troca catiônica - Incremento do risco de acidentes por manipulação e transporte de produtos químicos l/dia; - Aumento do uso de água doce (230 m3/dia) para regeneração das resinas; - Aumento do consumo de energia elétrica; - Geração de resíduo sólido - 22 t/dia e a necessidade de aterros permanentes.
25 Descarte ao mar, com concentração média de 35 mg/l - Não há geração de impactos em função da capacidade de suporte do meio; - Utiliza as condições naturais para a dispersão e diluição do Boro nas águas marinhas, a partir do uso de emissários submarinos; - Não necessita de aterros de resíduos; - Redução de riscos operacional com produtos químicos e resíduos; - Menor uso de recursos naturais (água e energia elétrica); - Monitoramento do corpo receptor incrementando o conhecimento sobre a questão e sobre o próprio ambiente(*).
26 PROPOSTAS PETROBRAS
27 Proposta da PETROBRAS (Original) Considerando que estudos de outras legislações indicaram que o único país que adota concentração de Boro para descarte em águas marinhas é o Japão, tolerando o lançamento de Boro no mar com até 230 mg/l, sugere-se orientar-se neste critério para a definição deste valor compatível à realidade brasileira. Isto refere-se somente ao padrão de lançamento de efluente, mantendo o padrão de qualidade no corpo receptor (Águas Salinas Classe I), em 5 mg/l Boro. Continuar realizando estudos detalhados da capacidade de suporte do Canal de São Sebastião e em outros locais onde receber efluentes contendo Boro na concentração máxima observável na água produzida, realizando para isso: a) estudos de modelagem de dispersão no campo próximo e distante, b) avaliações toxicológicas, c) incremento do programa de monitoramento,...
28 Proposta Alternativa Concentração intermediária de 105 mg/l para lançamento em águas salinas; Esta concentração corresponde ao menor valor para o qual se observa toxicidade aguda para organismos aquáticos, incluindo peixes; Condições de toxicidade aguda para ensaio em condições de LC50-96 h. Com esta concentração o Brasil será duas vezes mais restritivo do que a legislação japonesa no descarte de Boro em águas salinas.
29 Proposta Alternativa País Estados Unidos México Austrália Portugal França Alemanha Brasil Japão Concentração de Boro / Efluentes Água do Mar Não Regulada Não Regulada Não Regulada Não Regulada Não Regulada Não Regulada 105 mg/l 230 mg/l
30 OBRIGADO!!! Marcelino Guedes F. Mosqueira Gomes Diretor de Terminais e Oleodutos PETROBRAS TRANSPORTE S.A.
Padrões de Lançamento de Efluentes na Resolução CONAMA 357/05. A questão do Boro na Água Produzida de Petróleo
Padrões de Lançamento de Efluentes na Resolução CONAMA 357/05 A questão do Boro na Água Produzida de Petróleo Arcabouço Legal Federal: As resoluções CONAMA 357/05 e 397/08 Água Produzida de Petróleo O
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE TECNOLGIA FT Disciplina: CET- 0307 - Amostragens e Análises Físico-Químicas de Ar, Águas de Abastecimento e Residuárias e Solo. 1 RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA
REMOÇÃO DE METAIS PESADOS DE SOLUÇÃO RESIDUAL DA DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO
REMOÇÃO DE METAIS PESADOS DE SOLUÇÃO RESIDUAL DA DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO Géssica Aparecida SILVEIRA Ruth Helena GIANSANTE Luciana Maria SARAN* Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias,
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA Procedência: 8ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Condições e Padrões de lançamento de efluentes Data: 06 e 07 de julho de 2009
OS PADRÕES BRASILEIROS DE QUALIDADE DAS ÁGUAS E OS CRITÉRIOS PARA PROTEÇÃO DA VIDA AQUÁTICA, SAÚDE HUMANA E ANIMAL
OS PADRÕES BRASILEIROS DE QUALIDADE DAS ÁGUAS E OS CRITÉRIOS PARA PROTEÇÃO DA VIDA AQUÁTICA, SAÚDE HUMANA E ANIMAL Luciana Vaz do Nascimento Marcos von Sperling (*) (*) Departamento de Engenharia Sanitária
1594 funcionários 230 médicos 337 leitos Área Construída = 26,950 m2 Atendimento a 23 municípios (350.000 habitantes) Plano de saúde próprio com
Título Principal 1594 funcionários 230 médicos 337 leitos Área Construída = 26,950 m2 Atendimento a 23 municípios (350.000 habitantes) Plano de saúde próprio com 60000 associados. Geração média de 8 m³/h
ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE REÚSO E APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA EM INDÚSTRIA
IV-MIERZWA-BRASIL-2 ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE REÚSO E APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA EM INDÚSTRIA José Carlos Mierzwa (1) Professor Pesquisador do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária
Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Saneamento Básico Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água Renato
I-172 - OCORRÊNCIA DE METAIS EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA
I-172 - OCORRÊNCIA DE METAIS EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA Francisco Gláucio Cavalcante de Souza (1) Engenheiro Civil pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Engenharia Civil na área de
O sistema de reuso modular AQUALOOP providencia uma diminuição real da conta de água e esgoto para residências e conjuntos comerciais.
O sistema de reuso modular AQUALOOP providencia uma diminuição real da conta de água e esgoto para residências e conjuntos comerciais. Imagem 1: Melhoria da qualidade da água em comparação com o efluente
Congresso ecogerma 2015. Tecnologia e Sustentabilidade do Projeto Aquapolo. Fiesp, 30 de setembro de 2015
Congresso ecogerma 2015 Tecnologia e Sustentabilidade do Projeto Aquapolo Fiesp, 30 de setembro de 2015 02 A bacia hidrográfica do Rio Amazonas com 6.110.000km², possui uma vazão de 132.145 m³/s. O Pantanal
Química - 9º ano. Água Potável. Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação
Química - 9º ano Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação Água Potável A água é o constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial da vida, a água é talvez
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 430, DE 13-05-2011
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 430, DE 13-05-2011 DOU 16-05-2011 Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução nº 357, de 17-03-2005, do conselho nacional do meio
Estação de Reuso de Efluente da Braskem Unidade PVC - São Paulo. Projeto BOT em parceria com a Geoplan
Estação de Reuso de Efluente da Braskem Unidade PVC - São Paulo Projeto BOT em parceria com a Geoplan l Endereço completo e dados cadastrais da unidade onde foi implantado o projeto Rua Guamiranga, 1.674
Tratamento de Águas I
Tratamento de Águas I Tecnologia em Gerenciamento Ambiental Prof. Dr. Eduardo Eyng QUALIDADE DAS ÁGUAS E PARÂMETROS IMPORTANTES Disponibilidade e usos da água Embora a maior parte do nosso planeta esteja
Estudo de Caso do Tratamento de Efluentes Líquidos Gerados no Processo de Galvanoplastia
Estudo de Caso do Tratamento de Efluentes Líquidos Gerados no Processo de Galvanoplastia Carla Jovania Gomes Colares 1, Eli José de Santana Júnior 2, Emileni Cássia Gomes Colares 3, Orlene Silva da Costa
Renata Burin. Departamento de Meio Ambiente
Renata Burin Departamento de Meio Ambiente Druck Chemie Ltda Multinacional alemã Produção de insumos químicos para o segmento gráfico Grande atuação no mercado europeu Druck Chemie Brasil Ltda Início das
2 Riscos de contaminação do solo por metais pesados associados ao lodo de esgoto
14 2 Riscos de contaminação do solo por metais pesados associados ao lodo de esgoto O lodo de esgoto, geralmente, se apresenta na forma semi-sólida com cerca de 20% de água ou líquida, com 0,25 a 12% de
Lodo de ETAs e ETEs. Luiz Olinto Monteggia IPH / UFRGS
Ciclo de Palestras 2010 Lodo de ETAs e ETEs Problema e Soluções Luiz Olinto Monteggia IPH / UFRGS Ciclo de Palestras 2010 Outline 1. Antecedentes 2. Lodo de ETAs Etapas do tratamento t t da água Caracterização
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. Curitiba, 30 de junho de 2009
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ Curitiba, 30 de junho de 2009 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução CONAMA Nº 264/99, dispõe sobre o co-processamento de resíduos sólidos; Lei Estadual
Aspectos Comparativos da. Gestão de Resíduos Químico. no Brasil e na Alemanha
Aspectos Comparativos da Gestão de Resíduos Químico no Brasil e na Alemanha Dr. Roswitha Meyer maio 2011 Motivação Motivação Alemanha Uni Tübingen Brasil Conclusão Quando trata-se de lixo os conceitos
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA Procedência: 34ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 18 e 19/06/07 Processo n : 02000.005624/1998-07 Assunto: dispõe
2 O Mercado de Gás Natural
2 O Mercado de Gás Natural 2.1 Reservas e Oferta de Gás Natural Em 2004, as reservas provadas de gás natural ficaram em torno de 326,1 bilhões m³, um aumento de 32,9% em relação a 2003, e serão expandidas,
Sistemas de filtragem para irrigação. Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP
Sistemas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP III SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 21 de setembro de 2005 Objetivos Discutir a aplicação
A VALE. É uma empresa de mineração diversificada com foco global e negócios em logística e geração de energia.
Planejamento e Gestão da Dragagem de Manutenção: Porto de Tubarão A VALE É uma empresa de mineração diversificada com foco global e negócios em logística e geração de energia. É um dos maiores produtores
REVISTA AIDIS. de Ingeniería y Ciencias Ambientales: Investigación, desarrollo y práctica.
REVISTA AIDIS de Ingeniería y Ciencias Ambientales: Investigación, desarrollo y práctica. ESTUDO DE TRATABILIDADE DE EFLUENTES GERADO NA ANÁLISE DE ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA POR PRECIPITAÇÃO SELETIVA,
FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA MOD.QAS.033 / 03
1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1.1. Nome: Agregado leve artificial obtido por processamento de materiais naturais para 1.2. Aplicações: utilização em betão, prefabricação, argamassas, caldas
O Petróleo no Mundo RESERVAS PRODUÇÃO CONSUMO
O Petróleo ORIGEM DO PETRÓLEO O petróleo é uma substância oleosa, inflamável, menos densa que a água, com cheiro característico e de cor variando entre o negro e o castanho escuro. Embora objeto de muitas
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12
CADERNO DE PROGRAMA AMBIENTAL EDUCACIONAL ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12 PROGRAMA DE REDUÇÃO DO VOLUME E DESTINAÇÃO DA COLETA SELETIVA DOS MATERIAIS DESCARTADOS Programa Nº 05/2016
USO DA CASCA DA BANANA COMO BIOADSORVENTE EM LEITO DIFERENCIAL NA ADSORÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS
USO DA CASCA DA BANANA COMO BIOADSORVENTE EM LEITO DIFERENCIAL NA ADSORÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS COSTA, Franciele Oliveira. 1 SILVA, André Miranda. 1 CARVALHO, Emanoel da Silva. 1 SILVA, Vera Lúcia Moraes
FREE PHASE REMOVAL BY IN SITU HEATING
V Seminário Internacional sobre Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas São Paulo, 5 a 7 de Novembro de 2007 REMOÇÃO DE FASE LIVRE POR AQUECIMENTO IN SITU FREE PHASE REMOVAL BY IN SITU HEATING
DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE CORRENTE LIMITE E AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DA VAZÃO NA UNIDADE DE ELETRODIÁLISE
DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE CORRENTE LIMITE E AVALIAÇÃO DA INFLUÊNCIA DA VAZÃO NA UNIDADE DE ELETRODIÁLISE C. S. L. dos SANTOS 1, M. V. FIRMINO 1, M. M. de RESENDE 1 e V. L. CARDOSO 1. 1 Universidade
Redução de DQO/BDO5 com Peneiras Finas e Microscópicas ROTAMAT
Redução de DQO/BDO5 com Peneiras Finas e Microscópicas ROTAMAT Remoção de material articulado de esgotos Uso eco-eficiente de capital Controle de poluição da água através da redução máxima de DQO/BDO5
II-325 - PERFORMANCE DE UM SISTEMA DE LAGOAS EM CLIMA SUBTROPICAL. Professor do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Caxias do Sul
22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina II-325 - PERFORMANCE DE UM SISTEMA DE LAGOAS EM CLIMA SUBTROPICAL Lademir Luiz Beal Engenheiro
NTA 60. Decreto Estadual n.º 12.486, de 20/10/78
NTA 60 Decreto Estadual n.º 12.486, de 20/10/78 ÁGUAS DE CONSUMO ALIMENTAR 1. DEFINIÇÃO São consideradas águas potáveis, as águas próprias para a alimentação. Esta Norma trata somente de águas potáveis,
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM SISTEMA UASB/FILTRO ANAERÓBIO OPERANDO EM REGIME HIDRÁULICO TRANSIENTE
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM SISTEMA UASB/FILTRO ANAERÓBIO OPERANDO EM REGIME HIDRÁULICO TRANSIENTE Márcia Maria Silva Casseb (1) Graduada em Engenharia Civil pela PUC de Minas Gerais (1987), Especialista
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
VASELINA SÓLIDA FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS (FISPQ)
VASELINA SÓLIDA FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS (FISPQ) 1. Identificação do produto e da empresa Nome do Produto: Identificação do produto: Fornecedor: Vaselina sólida Silicones Paulista
Brasília, 29 e 30 nov a 02 dezembro. Técnicas em Meio Ambiente: Andréia Saraiva e Florence Silva
Panorama Atual do Licenciamento Ambiental sobre a Destinação Final de Resíduos Sólidos Urbanos e da Construção Civil Brasília, 29 e 30 nov a 02 dezembro Técnicas em Meio Ambiente: Andréia Saraiva e Florence
II-228 DESEMPENHO DE FILTROS ANAERÓBIOS SEGUNDO DIFERENTES MEIOS SUPORTE E ALTURAS DE PERCOLAÇÃO
II-228 DESEMPENHO DE FILTROS ANAERÓBIOS SEGUNDO DIFERENTES MEIOS SUPORTE E ALTURAS DE PERCOLAÇÃO Eduardo Pacheco Jordão Dr.Eng., Prof. Adjunto do Depto. de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica
IV-Fabreti-Brasil-1 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTES DE LAGOAS ANAERÓBIAS E FACULTATIVAS COM SULFATO DE ALUMÍNIO E DECANTAÇÃO ACELERADA
IV-Fabreti-Brasil-1 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTES DE LAGOAS ANAERÓBIAS E FACULTATIVAS COM SULFATO DE ALUMÍNIO E DECANTAÇÃO ACELERADA Aline Akabochi Fabreti (1) Engenheira Civil pela Universidade Estadual
A Câmara Municipal de Santa Bárbara d Oeste decreta:
PROJETO DE LEI N 18/09 Dispõe sobre a instituição do Programa de Inspeção Ambiental Veicular no Município de Santa Bárbara d Oeste e dá outras providências. A Câmara Municipal de Santa Bárbara d Oeste
Sustentabilidade. Sonia Chapman. 07 de junho de 2010. Diretora-Presidente
Sustentabilidade Sonia Chapman Diretora-Presidente 07 de junho de 2010 Não se consegue gerenciar, o que não se consegue medir O O conhecimento é o único recurso que cresce quando compartilhado Centro de
SIMULAÇÃO DE UMA COLUNA DE ABSORÇÃO DE PRATOS COMO EQUIPAMENTO DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR EM UM INCINERADOR DE RESÍDUOS PERIGOSOS
SIMULAÇÃO DE UMA COLUNA DE ABSORÇÃO DE PRATOS COMO EQUIPAMENTO DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR EM UM INCINERADOR DE RESÍDUOS PERIGOSOS Carlos Alberto Ferreira Rino (1) Engenheiro Químico (UNICAMP, 1989);
Indústria e Comércio de Produtos Químicos FONE / FAX: (0**) 48 3525-0151
O que 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: Nome do Produto: Alcafix Aplicações: É usado nos processos de fabricação de intermediários químicos, sais de sódio em geral, corantes e pigmentos, vidros, produtos farmacêuticos,
PRESERVAR E RECUPERAR O MEIO AMBIENTE
PRESERVAR E RECUPERAR O MEIO AMBIENTE Tratamento das águas residuais São estações que tratam as águas residuais de origem doméstica e/ou industrial, vulgarmente chamadas de esgotos sanitários ou despejos
RECICLAGEM DE ÁGUA: UM COMPROMISSO DA ARVINMERITOR COM AS FUTURAS GERAÇÕES
RECICLAGEM DE ÁGUA: UM COMPROMISSO DA ARVINMERITOR COM AS FUTURAS GERAÇÕES Danieli Melchior, Ariane Campos, Daniela Freitas ArvinMeritor do Brasil Sistemas Automotivos Ltda. RESUMO A água é um insumo essencial
23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental
VI-025 - AVALIAÇÃO DAS VARIÁVEIS FÍSIC0-QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS DO CÓRREGO BEBEDOURO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO BAIXO PARDO/GRANDE, MUNICÍPIO DE BEBEDOURO-SP Joaquim Ozório Manoel de Souza Pinto (1) Licenciado
DESIDRATAÇÃO OSMÓTICA COMO PRÉ-TRATAMENTO À SECAGEM SOLAR NA OBTENÇÃO DO MELÃO CANTALOUPE COM TEOR DE UMIDADE INTERMEDIÁRIA
Agroindústria Tropical DESIDRATAÇÃO OSMÓTICA COMO PRÉ-TRATAMENTO À SECAGEM SOLAR NA OBTENÇÃO DO MELÃO CANTALOUPE COM TEOR DE UMIDADE INTERMEDIÁRIA ALMEIDA, Raquel S. 2 ; ARAGÃO, Arbene O. 2 ALMEIDA, Sergimara
5) Defina Saúde Pública. Saúde Pública: promoção da saúde por meio de medidas de alcance coletivo.
1) O que é saneamento? É o controle de todos os fatores do meio físico do homem que exercem efeito deletério sobre seu bem-estar físico, mental ou social (OMS). 2) Como podemos definir Sistemas de Abastecimento
Gerenciamento da Inovação Tecnológica na Sabesp
I Simpósio Internacional de Epidemiologia e Saúde Ambiental I Workshop Internacional de Saneamento Ambiental Mesa Redonda: Universalização do Saneamento, Inovação e Sustentabilidade - Perspectivas Sócio-Cultural,
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 9 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO SUMATEX S QUÍMICOS LTDA/SUMATEX AMBIENTAL Determinação
SEMINÁRIO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO E O MEIO AMBIENTE: RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 FISCALIZAÇÃO, COLETA E RERREFINO
SEMINÁRIO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO E O MEIO AMBIENTE: RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 FISCALIZAÇÃO, COLETA E RERREFINO TEMA : UNIFORMIZAÇÃO DE ENTENDIMENTO DOS DISPOSITIVOS DA RESOLUÇÃO CONAMA 362/2005 TÓPICOS
II-341 - PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA INDUSTRIA DE PETRÓLEO: O CASO DA ÁGUA PRODUZIDA NO CAMPO DE CARMÓPOLIS/SE.
II-341 - PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA INDUSTRIA DE PETRÓLEO: O CASO DA ÁGUA PRODUZIDA NO CAMPO DE CARMÓPOLIS/SE. André Luís de Oliva Campos (1) Engenheiro Químico - Universidade Federal de Sergipe. Mestre em
DESCONTAMINAÇÃO E RECICLAGEM DE TRANSFORMADORES E CAPACITORES CONTAMINADOS COM PCB ASCARÉIS ABINEE TEC 2003
DESCONTAMINAÇÃO E RECICLAGEM DE TRANSFORMADORES E CAPACITORES CONTAMINADOS COM PCB ASCARÉIS ABINEE TEC 2003 TECORI - Tecnologia Ecológica de Reciclagem Industrial Ltda. Eng. Rodrigo S. Curiele Gerente
SINTESE DE REDES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES APLICADA A UM MODELO DE GERENCIAMENTO DE REÚSO DE ÁGUA
SINTESE DE REDES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES APLICADA A UM MODELO DE GERENCIAMENTO DE REÚSO DE ÁGUA P. C. LION 1, M. S. SANTOS 2, F. S. FRANCISCO 2, D. J. S. A. AUDEH 2, R. C. MIRRE 2, F. L. P. PESSOA 2
AUTORES: Orestes Lise Manco 1. Luíza Arcuri Nasser 2. Comissão Consumo Consciente 3. Hospital e Maternidade Unimed Leste Paulista/SP
AUTORES: Orestes Lise Manco 1 Luíza Arcuri Nasser 2 Comissão Consumo Consciente 3 Hospital e Maternidade Unimed Leste Paulista/SP INTRODUÇÃO: A água é fonte da vida, um dos recursos naturais fundamentais
NÚCLEO DE ESTUDOS & APERFEIÇOAMENTO CIENTÍFICO NEAC
NÚCLEO DE ESTUDOS & APERFEIÇOAMENTO CIENTÍFICO NEAC Projeto Produção de Biofertilizante a partir do lodo de Curtume de Pele de Peixe O produto Couro de Peixe Tilápia O produto Couro de Peixe Corvina O
Informação Voluntária do Produto baseada no formato da ficha de dados de segurança para abrasivos flexíveis
Página 1 de 6 Informação Voluntária do Produto baseada no formato da ficha de dados de segurança para abrasivos flexíveis 1. Identificação do produto e da sociedade/empresa: 1.1 Identificação do Produto:
Módulo 5. Tecnologias para Controle Ambiental, Poluição das Águas e Introdução a NBR ISO 14001 / Exercícios
Módulo 5 Tecnologias para Controle Ambiental, Poluição das Águas e Introdução a NBR ISO 14001 / Exercícios Tecnologias para Controle Ambiental Poluição das Águas A águas poluídas normalmente são tratadas
PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA METALÚRGICA RESUMO
PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA METALÚRGICA 1 Mislene da Silva 1 TatianeTeixeira Tavares 2 RESUMO A Metalurgia é a ciência que estuda e gerencia os metais desde sua extração do subsolo até sua transformação
RESULTADO DO LEVANTAMENTO DE DADOS DE MONITORAMENTO DA EMISSÃO ATMOSFÉRICA EM PROCESSOS DE QUEIMA DE DERIVADOS DE MADEIRA
CONAMA - Grupo de Trabalho Fontes Fixas Existentes Subgrupo Derivados de Madeira abril-2009 RESULTADO DO LEVANTAMENTO DE DADOS DE MONITORAMENTO DA EMISSÃO ATMOSFÉRICA EM PROCESSOS DE QUEIMA DE DERIVADOS
SAMAE Rua Pinheiro Machado n 261,bairro Lourdes, Caxias do Sul/RS, CEP 95020-120
NOVA PROPOSTA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO PARA AS ÁREAS DE BACIAS DE CAPTAÇÃO UTILIZADAS PARA O ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA NO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL - RS Edio Elói Frizzo; Maria do Carmo Suita Ekman;
Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada
1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução
PROVA DE GEOGRAFIA RESPONDA ÀS QUESTÕES 12 E 13 DE ACORDO COM A ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS FIGURAS.
9 PROVA DE GEOGRAFIA RESPONDA ÀS QUESTÕES 12 E 13 DE ACORDO COM A ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS FIGURAS. FIGURA 1: DE 14000 A 20000 ANOS ATRÁS FIGURA 2: PRESENTE Q U E S T Ã O 1 2 As figuras representam
JULIO DE MESQUITA FILHO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL. Julliana Alves da Silva
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- JULIO DE MESQUITA FILHO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Julliana Alves da Silva Reúso de água residúaria na indústria automobilística: Estudo de caso da montadora
Capítulo 7.3. Programa de Controle de Poluição - PCP
Página 1 de 12 Capítulo 7.3. Programa de Controle de Poluição - PCP PCP 1 de 12 Página 2 de 12 Sumário Programa de Controle de Controle de Poluição Capítulo 7.3. Programa de Controle de Poluição - PCP...
Legislação para metais pesados em fertilizantes no Brasil
Universidade Federal do Paraná Programa de PósGraduação em Ciência do Solo Legislação para metais pesados em fertilizantes no Brasil Prof. Milton F. Moraes UFPR Campus Palotina Programa de PósGraduação
Emídio Maia CITEVE www.citeve.pt O REACH NO SECTOR TÊXTIL E VESTUÁRIO
Emídio Maia CITEVE www.citeve.pt O REACH NO SECTOR TÊXTIL E VESTUÁRIO V. N. Famalicão, 3 de Outubro de 2007 REACH - O que é? R E A C egistration valuation uthorisation of Hemicals Registo Avaliação Autorização
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 23, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2005.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 23, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2005. O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO,
RESUMO REDUÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA E CARGA ORGÂNICA DOS EFLUENTES TRATADOS.
Angelita Barski Lourival Trimer RESUMO REDUÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA E CARGA ORGÂNICA DOS EFLUENTES TRATADOS. Alimentando Pessoas, Alimentando Idéias. Prêmio Preservação e Reuso Edição 2011 1. AUTORES Angelita
ENERGIA SOLAR E AQUECIMENTO EM EDIFÍCIOS
ENERGIA SOLAR E AQUECIMENTO EM EDIFÍCIOS Maio de 2006 enquadramento legal / regulamentar publicada recentemente nova legislação há muito aguardada enquadramento legal / regulamentar... SCE Dec. Lei nº
URE Sistemas de Ar Comprimido. URE - Sistemas de Ar Comprimido. 1
URE Sistemas de Ar Comprimido URE - Sistemas de Ar Comprimido. 1 Aplicação do ar comprimido (I) O ar comprimido é utilizado atualmente em larga escala nos mais diversos processos porque apresenta inúmeras
Censo Demográfico 2010. Aglomerados subnormais Primeiros resultados
Censo Demográfico 2010 Aglomerados subnormais Primeiros resultados Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 2011 Conceito de Aglomerado Subnormal Conceito de Aglomerado Subnormal no IBGE É um conjunto constituído
III-014 - APLICABILIDADE DE PROCESSOS FÍSICO E FÍSICO-QUÍMICO NO TRATAMENTO DO CHORUME DE ATERROS SANITÁRIOS
III-014 - APLICABILIDADE DE PROCESSOS FÍSICO E FÍSICO-QUÍMICO NO TRATAMENTO DO CHORUME DE ATERROS SANITÁRIOS Jorge Hamada (1) Prof. Assistente Doutor do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de
Análise do conteúdo orgânico de amostras de esgoto sanitário desinfetadas com ácido peracético
Análise do conteúdo orgânico de amostras de esgoto sanitário desinfetadas com ácido peracético Autores: Moara Yuri Utino Barbosa E-mail: [email protected] Grasiele Soares Cavallini e-mail: [email protected]
QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL 106213. Prof. Marcelo da Rosa Alexandre
QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL 106213 Prof. Marcelo da Rosa Alexandre Ciência Ambiental e Meio Ambiente 1 - De acordo com G. Tyler Miller Jr (Ciência Ambiental, 11 a Ed, 2007), Meio Ambiente é tudo que afeta
Plasticidade é a maior ou menor capacidade dos solos de serem moldados, sob certas condições de umidade, sem variação do volume.
1 Plasticidade e Consistência dos solos 1 - Plasticidade 2 - Limites de consistência: - Limite de Liquidez - Limite de Plasticidade - Limite de Contração 3 - Índice de Plasticidade 4 - Índice de Consistência
O direito humano à água
Seminário: Democratização da política de serviços de saneamento básico por meio de inovações sociotécnicas. Lições para enfrentar os desafios O direito humano à água Francisco Lopes Secretário Executivo
I-033 - AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVENÇÃO À POLUIÇÃO APLICADAS EM INDÚSTRIAS DE GALVANOPLASTIA
I-033 - AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVENÇÃO À POLUIÇÃO APLICADAS EM INDÚSTRIAS DE GALVANOPLASTIA Marie Yamamoto do Vale Quaresma (1) Farmacêutica- Industrial (Fac. Ciências Farmacêuticas - USP). Mestre
Ganha o Brasil, ganha o Ceará, ganham todos os cearenses!
Ganha o Brasil, ganha o Ceará, ganham todos os cearenses! O P A Refinaria Premium do Ceará é um compromisso firmado há alguns anos pelo Governo Federal com o Ceará. Chegou a hora de exigirmos que a Refinaria
Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES
Saneamento: tratamento de efluentes Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado das 2 (duas)
II. DEFINIÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO PROJETO
II. DEFINIÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO PROJETO II-1 2.1. Considerações iniciais Qualquer projeto potencialmente poluidor ou causador de impacto que seja passível de licenciamento ambiental possui uma área
