Modos Gregos - Harmonia Modal
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- Elisa Quintanilha Mota
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1 Modos Gregos - Harmonia Modal Por: JR.Cintra - [email protected] Texto Editado por moog - [email protected] Material retirado do Fórum de Contra-Baixo Cifra Club - Tópico: A matéria toda se divide em 3 partes: O que são os Modos Gregos? Sobre a sonoridade dos Modos Gregos Dicas de como criar HARMONIAS I: Jônio Afinal, o que são os Modos Gregos? Bom, a Harmonia Modal é um tipo de harmonia dentre as demais que existem - a Tradicional e a Funcional. A Harmonia Modal, como o próprio nome já diz, é baseada nos Modos Gregos. Existem 7 modos no campo harmônico Modal: I: Jônio (ou também chamado "Maior) II: Dórico III: Frígio IV: Lídio V: Mixolídio VI: Eólio (ou também chamado "Menor") VII: Lócrio OBS: Cada Modo é equivalente a 1(UM) Grau, grau este representado por algarismos romanos. Os Graus nada mais são do que os intervalos. EX: O primeiro grau é a tônica, o quinto grau é a quinta, o oitavo grau é a oitava. A Soma desses 7 graus existentes (a oitava nada mais é do que a Tônica) formam a escala. As escalas desses respectivos graus são: G D A
2 II: Dórico C D A III: Frígio G D A IV: Lídio G D A E V: Mixolídio G D A VI: Eólio G D A E VII: Lócrio G D A Complicou? Vou explicar melhor: Normalmente, dizemos que ou o tom de uma música ou de um trecho de música é Maior (Jônio) ou o tom é Menor (Eólio). Na verdade, há, além desses 2 tons, outros 5: Dórico, Frígio, Lídio, Mixolídio, Lócrio. Todos esses tons, essas escalas, são oriundos de uma escala MÃE, O Jônio. (Maior)
3 Observe: comece a tocar a escala de Jônio (exemplo: C Jônio), começando pelo Dó (I GRAU). Agora, comece a tocar a escala de Dó Jônio começando pelo II Grau (Dórico). Depois comece a tocar a escala de Dó Jônio começando pelos graus III, em seguida pelo grau IV, V, VI, e por último, o VII. Para ilustrar melhor: COMEÇANDO A ESCALA DE DÓ MAIOR PELO I GRAU (JÔNIO) G D A E COMEÇANDO A ESCALA DE DÓ MAIOR PELO II GRAU (DÓRICO) G D A E COMEÇANDO A ESCALA DE DÓ MAIOR PELO III GRAU (FRÍGIO) G D A COMEÇANDO A ESCALA DE DÓ MAIOR (JÔNIO) PELO IV GRAU (LÍDIO) G D A E Entendeu? Faça o mesmo esquema com os graus restantes. Porquê tudo isso? Compare essas digitações que você acabou de fazer com aquelas escalas logo no início deste tutorial, ou seja, a escala Jônio, Dórico, Frígio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio. Percebeu? São as mesmas notas só que jogadas em regiões mais confortáveis do braço. Então, OBEDECENDO A UMA HARMONIA JÁ EXISTENTE, ONDE O TOM ESTIPULADO PELO COMPOSITOR EH APENAS UM, (ou seja, não ha mudança de tom no meio nem empréstimo modal nem nada... não vamos entrar nesse mérito) não é bom pensar assim, pois as notas são iguais. Você só tende a se confundir mais ainda. Devemos encarar os Modos gregos como Tonalidades que podem ser mudadas durante a música, para criar uma mudança de clima.
4 Conclusão: Se você começar a tocar a escala de Dó maior (Jônio), por exemplo, a partir do segundo Grau (II), na própria escala maior, e depois tocar a escala de Ré Dórico, você vai perceber que as notas são iguais! Então concluímos o que? Muito bem! Que todos esses Modos Gregos são oriundos da escala Mãe Jônio (escala maior). Logicamente é assim, pois tal escala é o primeiro grau de todos. Fiquei confuso... Se as notas são as mesmas, então pra que essa palhaçada toda? Simples! Para você perceber algumas coisas: (1) Dó Jônio = Ré Dórico = Mí Frígio = Fá Lídio = Sol Mixolídio = Lá Eólio = Si Lócrio. Isso tendo como exemplo uma BASE, uma progressão de acordes, onde a tonalidade é DÓ MAIOR, nesse caso. Tem muitos doutrinadores que fazem uma tremenda burrada ensinando por esse modo mais complicado, entupindo o aprendiz músico com inúmeras escalas e teorias complicadas. Se pedirem para você criar algum arranjo ou solo em cima de uma base como esta: C7M Dm7 Em7 O TOM DESSA BASE É DÓ (C MAIOR) Para que raios você vai aplicar uma escala diferente em cada acorde tocado? É idiotice aplicar dó jônio no acorde C, ré dórico no acorde D, Mi frígio no acorde E. É idiotice, pois no final das contas, você vai estar tocando as mesmas notas da escala de Dó Jônio! 2) Cada escala tem uma sonoridade diferente. Então, podemos criar uma música em TOM Jônio, ou em TOM Dórico, ou em TOM Frígio, ou em TOM Lídio, e etc. EXISTE TOM EM LÍDIO? PENSEI QUE SÓ EXISTISSEM OS TOMS MAIORES (JONIO) E MENORES (EOLIO) Resposta: SIM! A grande sacada está em você aprender a diferenciar a sonoridade de cada escala. Por exemplo: O Jônio é uma escala alegre, feliz. Sabem o refrão da música Carry On do Angra? Então, aquele refrão é em TOM Jônio. Outro Exemplo: A Música do filme "Tubarão" é em Frígio, pois tal modo é caracterizado por ter uma sonoridade sombria, com tensão, entendem? Pensem em cada Modo como um TOM DIFERENTE É muito comum a mudança de tom durante as músicas. No jazz, por exemplo, é comum mudar de TOM a cada ACORDE. Isso proporciona uma harmonia muita bem trabalhada e sonoricamente maravilhosa (LOGICAMENTE QUE TEMOS QUE USAR O NOSSO BOM SENSO...) proporcionando à música um SOLO muito RICO. 3) É muito complicado dizer o MODO de um trecho musical. Por exemplo, um verso ou um refrão. A dica é aprender a diferenciar a SONORIDADE de cada MODO. Se treinarem isso, depois de um tempo, só de ouvir a música, ou o trecho, vocês poderão dizer qual é o Modo utilizado pelo(s) músico(s). (se for harmonia modal é claro) VALE A PENA RESSALTAR QUE DEVEMOS SEMPRE USAR NOSSO BOM SENSO! NAO VÃO, POR EXEMPLO, CRIAR UMA MUSICA COM UMA SONORIDADE ALEGRE E FELIZ E LOGO NO REFRAO JOGAREM UM FRÍGIO, QUE É UM MODO COM MUITA TENSÃO, FRIEZA, POIS NÃO VAI FICAR MUITO LEGAL.
5 Sobre a sonoridade dos Modos Gregos: Bom, vou dizer bem a grosso modo qual é o tipo de sonoridade de cada modo: Jônio: Possui uma sonoridade feliz, alegre. Dórico: É muito utilizado em black music e Funk. Frígio: Possui uma sonoridade Tensa, sombria. Lídio: Possui uma sonoridade onde ambienta um clima de vitória. (A música do SENNA na Rede Globo é em Modo Lídio.) Mixolídio Muito utilizado em Black Music (principalmente em BLUES), assim como o dórico. Eólio: Muitíssimo usado em músicas do IRON MAIDEN. Podemos dizer que tal sonoridade é mais séria; mas não chega a ser sombria como o frígio. Lócrio: Possui uma sonoridade meio maluca e psicodélica. A música MASCARA da Pitty é em tom Lócrio. Mas porque que tais modos possuem tais sonoridades? *No Jônio, o que dá tal sonoridade a esse modo grego, é o fato de ter a Sétima e a Sexta Maior. *No Frígio, é o fato de tal modo ter a segunda Bemol *No Lídio, é o fato de ter a quarta aumentada e a quinta justa. *No Mixolídio, é o fato de ter a sétima menor (é um modo MAIOR, pois possui a terça maior, porém, possui a sétima menor) *No Eólio, se compararmos com o frígio, possui a segunda maior e a sexta e sétima menores. É isso que proporciona tal sonoridade a esse MODO. *No Lócrio, o que dá tal sonoridade a esse modo, é o fato dele ter a segunda Bemol, a quinta Bemol. Se compararmos tal modo com o Frígio, notamos que este possui a segunda bemol e a quinta justa; enquanto àquele possui a segunda bemol e a quinta bemol.
6 Dicas de como criar HARMONIAS para aplicar o exposto acima: * Os acordes maiores são: Jônio (I grau), Lídio (IV grau) e Mixolídio (V grau). Os acordes menores são: Dórico (II grau), Frígio (III grau), Eólio (VI grau) e Lócrio (VII grau). São maiores ou menores em função da sua terça. Bom, agora vamos nos lembrar do seguinte: -Vamos analisar os modos sob o prisma dos acordes: Bom, para facilitar, vamos comparar os maiores com o JÔNIO e os menores com o EÓLIO, por serem as escalas naturais MAIOR e MENOR. JONIO: Possui Tônica, terça maior, quarta justa, quinta justa, sexta maior e sétima maior. EOLIO: Possui Tônica, terça menor, quarta justa, quinta justa, sexta menor e sétima menor Agora vamos comparar com o resto dos modos: DORICO: Possui Terça menor, e sexta maior (se compararmos com a escala natural menor ->eólio) FRIGIO: Possui a terça menor, e a segunda bemol (se compararmos com a escala natural menor ->eólio) LIDIO: Possui a terça maior, a quarta aumentada e a quinta justa (se compararmos com a escala natural menor ->eólio) MIXOLIDIO: Possui a terça maior e a sétima menor (se compararmos com a escala natural maior -> jônio LOCRIO: Possui a terça menor, a segunda bemol, a quarta justa e a quinta bemol (se compararmos com a escala natural menor ->eólio) Já dá para distinguir quais são os maiores e os menores e suas respectivas sétimas. Porque sétimas? É importante distinguir as sétimas, pois são os acordes mais utilizados. Não que não existam acordes com sexta e afins, mas os mais comuns e os mais usados são acordes com sétima. Vamos botar a mão na massa!
7 Se você quiser criar uma base (ou também chamada, progressão de acordes) onde a tonalidade é Jônio, você ira começar pelo primeiro grau. Exemplo: Dó Jônio: Analise a escala e retire dela quaisquer notas SEM SER A DO TOM LOGICAMENTE - que servirão para você fazer a base. Vamos utilizar o Mí, o Fá e o Sol, como exemplo. Bom, já sabemos o quê? Que os modos MAIORES são: I(Jônio) IV(Lídio) e V(Mixolídio) e os MENORES são: II(dórico), III(frígio), VI(eólio) e VII(Lócrio). O Dó é o primeiro grau (I) da escala (por ser o tom) Dó! Por ser o primeiro grau, usaremos o Jônio propriamente dito! O Jônio possui a terça maior e a sétima maior. C7M -> Dó maior com sétima maior Dó, Ré, Mí. O Mí é o terceiro grau da escala, e o terceiro grau qual é? Muito bem! É o Frígio! O Frígio possui a terça menor e a sétima menor certo? Então vamos começar nossa progressão de acordes: Em7 E porquê não tem um "m" depois do 7? O Sétimo grau do frígio não é menor? Resposta: Sim! Mas no caso das sétimas é um pouco diferente. Quando está apenas uns 7" significa que essa sétima é MENOR. Se tiver somente o acorde, sem nada (exemplo: "G", "A"...) significa que tal acorde é MAIOR. Se tiver um "m" depois do acorde (exemplo: "Gm", "Am"...) significa que tais acordes são MENORES. No caso da sétima é ao contrário. Se os 7" estiverem sozinhos, quer dizer que a sétima é MENOR. Se os 7" estiverem acompanhados de um "M" ("7M") significa que tal sétima é MAIOR. Em -> mí menor No caso do sétimo grau (VII) tal regra é diferente. Se o 7 esta sozinho, significa que ele é menor; se o 7 estiver acompanhado de um "M" significa que a sétima é maior ->7M Em7->Mí menor com sétima menor. Vamos prosseguir: Dó, Ré, Mí, Fá! O Fá é o quarto grau certo? Então, concluímos que se trata do Lídio. O Lídio possui a terça maior e a sétima maior. E7M ->lembram do dito acima? Apenas "E" significa que o acorde é maior. Neste caso, temos um "M" acompanhando o 7. Então, de acordo com o aprendido, tal sétima é maior. F7M->Fá maior com sétima maior.
8 Dando continuidade: Dó, Ré, Mí, Fá, SOL! O Sol é o quinto grau certo? Então, pelo fato do tom de nossa futura base ser JÔNIO, o SOL é o quinto grau, ou seja, o MIXOLIDIO. Tal modo possui a terça maior e a sétima menor. G7->Sol MAIOR com sétima Pois existe apenas o "G" não acompanhando "m" que significaria que o sol seria menor) e somente o "7" que significa que tal sétima é menor, pois a sétima é uma EXCESSÃO a essa regra lembra? PRONTO! Nossa base ficou assim: C7m Em7 F7M G7 => TOM: Jônio Acordes dessa progressão: Dó Maior com sétima maior Mí menor com sétima menor Fá maior com sétima maior Sol maior com sétima menor (CURIOSIDADE: Este acorde é muito usado no BLUES) Se não quiserem usar a sétima não usem. É interessante deixar explícito a sétima. Se quiserem usar usem, se não, não usem. Podem fazer somente bordões, acordes completos com Tônica, terça, quinta, e sétima (TÉTRADES), acordes com tônica e terça somente, com tônica e sétima, com tônica, terça e quinta (analisar quais graus possuem quinta justa e quais possuem quinta bemol e etc) Concluindo: Viram porque é besteira aplicar a escala correspondente ao acorde? No final das contas as notas são iguais. Aplique a ESCALA DO TOM que é Dó Jônio.
9 Outro exemplo: Ré Lídio: Quais são as notas do dó lídio? D, E, F#, G#, A, B, C# Agora vamos escolher algumas notas para serem os acordes da nossa base: Logicamente que a primeira nota do nosso acorde vai ser o D, pelo nosso tom ser Lídio. Vamos escolher o F#, o E, e o G#. Vamos começar! Muito cuidado. No exemplo do Dó, nos usamos o tom de jônio, ou seja, o PRIMEIRO grau. Neste caso usaremos o tom LIDIO, ou seja, o QUARTO grau; então, começaremos a contar do IV(quarto) Pelo fato do tom ser LÍDIO, o Ré tem a terça MAIOR e sétima MAIOR D7M -> Ré maior com sétima maior Ré, Mí, Fá sustenido! Quarto (IV), Quinto(V) Sexto (VI) o Fá sustenido é o sexto grau do Campo Harmônico de Ré Lídio, ou seja, o Eólio! Pois bem, o eólio possui a terça e sétima menores, certo? Correto! Então ficará assim: F#m7 -> Fá sustenido menor com sétima menor. Ré, Mí! Quarto (IV), Quinto(V)! O Mí é o quinto grau, ou seja, o mixolídio! Bom, o mixolídio possui a terça maior e a sétima menor. Então ficará assim: E7-> Mí menor com sétima menor Ré, Mí, Fá sustenido, sol sustenido! Quarto (IV), Quinto(V), Sexto (VI), Sétimo (VII) Ou seja, o LÓCRIO! Que possui a quinta BEMOL! (Muitas Tablaturas ou partituras a sinalizam como uma BOLINHA CORTADA NO MEIO, NA HORIZONTAL, bem pequena. (ao lado do acorde em questão). Teoricamente chamamos esse acorde (o acorde referente ao grau LÓCRIO), como ACORDE MEIO DIMINUTO Ficará assim: G#m7 5b-> sol sustenido menor com sétima menor E QUINTA BEMOL Difícil? Que nada! É só decorar que os acordes LÓCRIOS (Sétimo grau) São chamados de meios diminutos, e é por isso que devemos explicitar que a quinta dele é BEMOL.
10 Pronto! Nossa progressão ficou assim: D7M(IV) F#m7(VI) E7(V) G#m7 5b(VI) Para melhor visualização, coloquei os graus respectivos aos acordes entre parênteses. O Tom dessa nossa progressão é Ré Lídio, pois começa pelo quarto grau! Importantíssimo: Lembre-se; se você escolher uma tonalidade sem ser a JÔNIO, para fazer suas progressões, dependendo do grau, você deve começar contando por ele. EX: Dó Mixolídio. Você deve lembrar que a TÔNICA do mixolídio, por ser mixolídio, é o V(quinto grau). Em virtude disto, como foi o caso do Lídio que acabamos de fazer, o primeiro acorde Necessariamente terá de ser o Mixolídio, neste caso, o Dó. Se o segundo acorde de sua progressão for o Ré, este será respectivo ao Eólio, por ser o VI grau... E por aí vai... Ilustração do dito acima=> C7[V] Cm7[VI]... TOM: Dó Mixolídio - Coloquei o grau correspondente entre colchetes para melhor visualização Agora já sabemos fazer progressões! Agora você já sabe que não é uma boa idéia você aplicar a escala referente ao acorde, na hora de solar. Pois TUDO o que foi feito, foi a partir de UMA ESCALA; que é a do TOM. Então, deve-se solar em cima da escala do TOM. IMPORTANTE: VALE LEMBRAR QUE NÃO MUDAMOS DE TOM EM NENHUAMA HIPÓTESE. TODAS AS PROGRESSÕES FORAM ORIUNDAS DO TOM ESCOLHIDO. MAS QUE MODO ESCOLHER PARA O TOM DA PROGRESSÃO? Leve em consideração o dito acima; sobre a sonoridade dos modos. Se você quer uma musica com a sonoridade do mixolídio, escolha notas, para seu acorde, que dizem respeito à peculiaridade do MIXOLÍDIO; que é a SÉTIMA Menor. É o que o diferencia da sua escala-mãe, o Jônio! Ambos são modos MAIORES (e conseqüentemente, serão acordes maiores) porem, só o fato do mixolídio possuir a sétima menor, a sonoridade diferencia muito da do Jônio! Então, de ênfase (ou na hora do SOLO ou na própria BASE) a essa SÉTIMA MENOR, que é a peculiaridade do MIXOLÍDIO; assim, seu solo, sua base, soara como MIXOLÍDIO!
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