RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS Circular Set/15
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- Luiz Henrique Nelson Jardim Cabral
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1 RELATÓRIO DE GESTÃO DE RISCOS Circular Set/15 Última atualização: 30/09/2015 Produzido pelas áreas de Risco Operacional e Compliance, Controladoria e Riscos. Aprovado e revisado pelo Comitê de Risco. A reprodução e a distribuição desta Política fora do MODAL sem a devida autorização é terminantemente proibida.
2 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. ABRANGÊNCIA 3 III. ESTRUTURA 3 IV. INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS 4 Balanço Patrimonial 4 Informações Patrimoniais das Instituições Consolidadas 5 Descrição das participações societárias relevantes 6 V. ADEQUAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA 7 Detalhamento do Patrimônio de Referência (PR*) 7 VI. ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA): 8 Rban 8 Índice de Basileia 9 Índice Nível I 9 Índice de Capital Principal (ICP) 9 VII. RISCO DE LIQUIDEZ 10 VIII. RISCO OPERACIONAL 11 IX. EXPOSIÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO 13 Procedimentos para avaliação de risco da contraparte 13 Concessão de Limites: 13 Instrumentos Financeiros Derivativos ou Complexos: 14 Processos de gestão, mensuração e monitoramento da carteira de crédito: 14 Exposição do Risco de Crédito 14 X. RISCO DE MERCADO 34 Comitê de Risco 34 Limites Operacionais 34 Carteira de Negociação 35 Instrumentos Financeiros Derivativos 36 Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 2
3 I. INTRODUÇÃO Em atendimento à Circ /13 do Banco Central do Brasil, o Grupo Modal divulga relatório de gestão de riscos, contendo informações sobre a sua carteira proprietária, o Patrimônio de Referência exigido PRE, a adequação do seu Patrimônio de Referência PR ao risco de suas operações e outras informações que julgamos relevantes, de forma a assegurar a adequada transparência do seu processo de gerenciamento de riscos. Este relatório contém informações para as seguintes datas-bases: 30/09/2014, 31/12/2014, 31/03/2015, 30/06/2015 e 30/09/2015 atende às diretrizes da Política de Divulgação de Informações do Modal. As informações aqui demonstradas serão atualizadas trimestralmente para as datas-base 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro em até 60. Para a data-base 31 de dezembro, a atualização ocorrerá em até 90, conforme determinado pelo Art. 14 da Circ.3.678/13. Este relatório deve ser lido em conjunto com as Demonstrações Financeiras do Modal que estão disponíveis no site institucional. II. ABRANGÊNCIA Este relatório aplica-se às empresas do Conglomerado Econômico-Financeiro Modal, do qual participam as empresas: Modal Asset Management, Modal Assessoria Financeiras, Modal Administração de Patrimônio Ltda., Modal Private Equity Ltda. e Modal Real Estate Participações Ltda. Destacamos que as estas empresas, não estão contidas nos cálculos de Basiléia (PR, PRE e RWA). III. ESTRUTURA O Modal implementou uma estrutura de Gestão de Riscos segregada das atividades de negócio, o que permite um monitoramento e tomada de decisão independente dos interesses das áreas de receita. Estas áreas, inclusive, são remuneradas de forma a evitar conflitos de interesse que coloquem em risco o monitoramento e disclosure das informações. As políticas de Gestão de Risco de Mercado, Liquidez, Operacional e Crédito estão devidamente formalizadas e ficam disponíveis na intranet cuja divulgação é feita para todos os funcionários. Tais políticas determinam as responsabilidades, metodologias, estratégias, processos e sistemas utilizados para o adequado gerenciamento dos riscos elencados. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 3
4 IV. INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS Em atendimento ao estabelecido no Art. 3º da Circular nº 3.678/13, abaixo destacamos os elementos patrimoniais que fazem referência ao Anexo I. As informações a seguir demonstradas abrangem: BALANÇO PATRIMONIAL Balanço Patrimonial com as referências aos valores utilizados para cálculo do Patrimônio de Referência (PR) pode ser assim demonstrado, conforme a seguir: Banco Modal S.A. Matriz: Praia de Botafogo, 501/6º Torre P. Açúcar - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - Tel Filial: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, º andar -São Paulo - SP - Tel CNPJ / /09/2015 ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE DISPONIBILIDADES DEPÓSITOS APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Depósitos à Vista Aplicações no Mercado Aberto Depósitos Interfinanceiros TÍT. E VAL. MOBIL. E INSTRUM. FINANC. DERIV Depósitos a Prazo Carteira Própria CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO Vinculados a Compromissos de Recompra Carteira Própria Vinculados a Prestação de Garantias Carteira livre Movimentação Instrumentos Financeiros Derivativos RECURSOS DE ACEITES E EMISSÕES DE TÍTULOS RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Letras de Crédito Imobiliário Pagamentos e recebimentos a liquidar RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Créditos Vinculados - Depósitos no Banco Central Serviços de compensação de cheques e outros papéis Correspondetes no País... 1 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO Recursos em trânsito de terceiros Empréstimos e Títulos Descontados EMPRÉSTIMOS NO EXTERIOR (-) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa... (16.311) Empréstimos no Exterior OUTROS CRÉDITOS INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Carteira de câmbio Instrumentos Financeiros Derivativos Rendas a receber OUTRAS OBRIGAÇÕES Negociação e Intermediação de Valores Cobrança e Arrecadação de Tributos Diversos Carteira de câmbio (-) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa... (172) Fiscais e Previdenciárias OUTROS VALORES E BENS Negociação e Intermediação de Valores Investimentos Temporários Diversas Bens não de uso próprio Dívidas Subordinadas...(f) Despesas Antecipadas REALIZÁVEL A LONGO PRAZO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO TÍT. E VAL. MOBIL. E INSTRUM. FINANC. DERIV DEPÓSITOS Carteira Própria Depósitos a Prazo Instrumentos Financeiros Derivativos INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS OPERAÇÕES DE CRÉDITO Instrumentos Financeiros Derivativos Empréstimos e Títulos Descontados OUTRAS OBRIGAÇÕES OUTROS CRÉDITOS Fiscais e Previdenciárias Diversos Diversas Dívidas Subordinadas...(f) PERMANENTE INVESTIMENTOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO Participações em Coligadas e Controladas no País CAPITAL DE DOMICILIADOS NO PAÍS... (a) Outros Investimentos AJUSTE A VALOR DE MERCADO. TVM... (b) IMOBILIZADO DE USO PREJUÍZOS ACUMULADOS... (c) (669) DIFERIDO... (d) INTANGÍVEL... (e) T O T A L D O A T I V O T O T A L D O P A S S I V O Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 4
5 INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS DAS INSTITUIÇÕES CONSOLIDADAS Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte do consolidado econômico financeiro (CONEF): Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte do consolidado econômico financeiro (CONEF) (R$ mil) Ativo Total Set/14 Patrimônio Líquido Modal Assessoria Financeira Ltda Modal Asset Management Ltda Modal Private Equity Ltda Modal Adm. de Patrimônio Ltda Modal Real Estate Participações Ltda Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte do consolidado econômico financeiro (CONEF) (R$ mil) Ativo Total Dez/14 Patrimônio Líquido Modal Assessoria Financeira Ltda Modal Asset Management Ltda Modal Private Equity Ltda Modal Adm. de Patrimônio Ltda Modal Real Estate Participações Ltda Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte do consolidado econômico financeiro (CONEF) (R$ mil) Ativo Total Mar/15 Patrimônio Líquido Modal Assessoria Financeira Ltda Modal Asset Management Ltda Modal Private Equity Ltda Modal Adm. de Patrimônio Ltda Modal Real Estate Participações Ltda Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte do consolidado econômico financeiro (CONEF) (R$ mil) Ativo Total Jun/15 Patrimônio Líquido Modal Assessoria Financeira Ltda Modal Asset Management Ltda Modal Private Equity Ltda Modal Adm. de Patrimônio Ltda Modal Real Estate Participações Ltda Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 5
6 Apresentamos a seguir informações patrimoniais das instituições que fazem parte Set/15 do consolidado econômico financeiro (CONEF) (R$ mil) Ativo Total Patrimônio Líquido Modal Assessoria Financeira Ltda Modal Asset Management Ltda Modal Private Equity Ltda Modal Adm. de Patrimônio Ltda Modal Real Estate Participações Ltda DESCRIÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS RELEVANTES Modal Assessoria Financeira Ltda. que atua na assessoria e consultoria de valores mobiliários e em operações estruturadas nos mercados financeiro e de capitais. Modal Asset Management Ltda. que atua ativamente na gestão de fundos de investimento e/ou de carteiras de valores mobiliários. Modal Private Equity Ltda., constituída em 22 de maio de 2013, que tem por objeto administrar fundos de investimento direcionados ao mercado de Private Equiy (em fase préoperacional). Modal Administração de Patrimônio Ltda., constituída em 22 de maio de 2013, que tem por objeto administrar fundos de investimento e/ou carteiras de valores mobiliários e consultoria de valores mobiliários (em fase pré-operacional). Modal Real Estate Participações Ltda., constituída em 19 de novembro de 2013, que tem por objeto participar no capital social de outras sociedades, consórcios ou outras formas de investimentos no segmento imobiliário (em fase pré-operacional). Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 6
7 V. ADEQUAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA DETALHAMENTO DO PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA (PR*) Em conformidade com as Resoluções nº 4.192/13 e 4.278/13, além de regulamentações complementares, o Modal preocupa-se em manter um Patrimônio de Referência (PR) compatível com os riscos inerentes as suas atividades, para tanto o processo de Adequação do Patrimônio de Referência é acompanhado através do atendimento aos requerimentos regulatórios previstos pelo BACEN. O Patrimônio de Referência (PR) é composto pelo Nível I e Nível II. Este é o parâmetro que possibilita o monitoramento e a verificação do cumprimento dos limites operacionais estabelecidos pelo BACEN, onde: Nível I - composto pelo somatório do Capital Principal e Capital Complementar; Nível II Composto por instrumentos elegíveis, no nosso caso, dívidas subordinadas, sujeitos a limitações prudenciais. Patrimônio de Referência (PR*) R$ mil Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Nível I Capital Principal Patrimônio Líquido Ajustes Prudenciais, Res. (9.619) (8.479) (7.106) (5.569) (4.402) 4.192/13 do CMN Redução de ativos diferidos Ajuste a valor de mercado Nível II Instrumentos de Dívida Subordinada Deduções (133) (103) Deduções do PR. Res (133) (103) Total * Até Set/13 o PR foi calculado com base na Res do CMN, a partir de out/13 passou a ser calculado com base na Res do CMN. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 7
8 VI. ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA): Conforme a Resolução nº 4.193/13 do CMN, em vigor desde 1º de outubro de 2013, para fins do cálculo dos requerimentos mínimos e do adicional de capital, deve ser apurado o montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA), correspondente à soma das seguintes parcelas: RWA = RWA CPAD + RWA MPAD + RWA OPAD Ativos ponderados de Risco de Crédito (RWA Cpad) Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Fator de ponderação FPR 0% FPR 20% FPR 50% FPR 85% FPR 100% FPR 250% FPR -100% (11.710) (14.925) FPR -250% - (56.507) R$ mil Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Ativos Ponderados de Risco de Crédito (RWA CPAD ) Ativos Ponderados de Risco de Mercado (RWA MPAD ) Ativos Ponderados de Risco Operacional (RWA OPAD ) Valor Total (RWA) RBAN Além das parcelas de risco apresentadas anteriormente, devem ser computadas para efeitos de compatibilização do Patrimônio de Referência (PR), as exposições sujeitas à variação de taxas de juros prefixadas, denominadas em geral como operações não classificadas na carteira de negociação, ou seja, carteira banking, na forma da Circular nº 3.365/07. Abaixo apresentamos os valores apurados para alocação de capital necessário para cobertura deste risco: R$ mil Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Risco de taxas de juros das carteiras banking Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 8
9 ÍNDICE DE BASILEIA Conforme estabelecido na Circular nº 3.678/13, abaixo apresentamos os cálculos do Índice de Basileia (IB), Índice de Nível I (IN1) e Índice de Capital Principal (ICP). O Índice de Basileia (IB) é apurado de acordo com a seguinte fórmula: IB = PR RWA Em % Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Patrimônio de Referência RWA Índice de Basileia (IB) 13,4% 16% 14% 16% 13% ÍNDICE NÍVEL I O Índice de Nível I (IN1) é apurado de acordo com a seguinte fórmula: IN1 = Nível 1 RWA Em % Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Nível I RWA Índice de nível I 10% 12% 11% 12% 10% ÍNDICE DE CAPITAL PRINCIPAL (ICP) O Índice de Capital Principal (ICP) é apurado de acordo com a seguinte fórmula: ICP = Capital Principal RWA Em % Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Capital Principal RWA Índice Nível I 12% 12% 11% 12% 10% Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 9
10 VII. RISCO DE LIQUIDEZ As áreas envolvidas na administração e análise de liquidez do Banco são: Risco, CFO e Conselho Consultivo do Banco, cada um com uma responsabilidade especifica. A área de Risco é responsável pela preparação dos fluxos de caixa do Banco e pela análise diária de todas as posições mantidas pela instituição, bem como a avaliação da sua adequação em relação aos limites operacionais estabelecidos, e pela avaliação da liquidez dos ativos negociados e do impacto de cenários negativos no caixa da mesma. Gerência de Risco de Liquidez monitora a composição desejada, evitando assim uma concentração excessiva em determinado segmento/produto ou prazo buscando uma melhor estabilidade conforme demonstrado a seguir: Captação Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Depósitos a Vista Fianças BMF Swaps CDB CDI Letras DPGEs Cessão com Coobrigação Dívida Subordinada Total Prazo para vencimento Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 0 a a a a Acima de Total Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 10
11 VIII. RISCO OPERACIONAL O processo de gerenciamento de risco operacional do Modal pode ser entendido de duas formas: prevenção a riscos e resposta (reação) aos riscos materializados. Para o melhor gerenciamento do risco operacional, o Modal contratou sistema específico para este fim, que auxiliará, em todos os aspectos, o desenvolvimento da metodologia. O Modal adota o modelo de alocação de capital denominado BIA (basic indicator approach). Este método está baseado exclusivamente em padrões contábeis e considera a média do resultado bruto dos últimos seis semestres do Modal, na qual se aplica um fator de 15%, obtendo a partir daí a alocação de capital para o risco operacional da Instituição. O mapeamento realizado pelo Modal segue a estrutura de gerenciamento de risco operacional determinada pela Resolução n 3.380/06 do Banco Central do Brasil. Entende-se como risco operacional a possibilidade de ocorrências de perdas resultantes de falhas, deficiências ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. A estrutura inclui o risco legal e os possíveis eventos relacionados abaixo: Fraudes internas; Fraudes externas; Demandas trabalhistas e segurança deficiente no local de trabalho; Práticas inadequadas relativas a clientes produtos e serviços; Danos a ativos físicos próprios ou em uso pela instituição; Aqueles que acarretam a interrupção das atividades da instituição; Falhas em sistemas de tecnologia da informação; Falhas na execução, cumprimento de prazos e gerenciamento das atividades da instituição. A estrutura do Modal foi desenvolvida para cumprir os requisitos da norma acima mencionada e das melhores práticas do mercado. Todos os processos são definidos e evidenciados por políticas, procedimentos e manuais internos. A área de Risco Operacional é responsável por definir os processos junto com a área responsável para que todos os riscos mapeados sejam mitigados e os processos estejam de acordo com a legislação vigente e as melhores práticas do mercado. Com o objetivo de avaliar a conformidade dos processos mapeados a área de Risco Operacional é responsável pelos testes de conformidade e pela análise dos registros de ocorrências operacionais, reportados pelas áreas quando é identificado algum GAP de controle ou algum erro operacional. Assim pode agir pontualmente aprimorando os controles, e consequentemente os processos de todo o Modal. PLANO DE CONTINGÊNCIA E CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS O Plano de Contingência e Continuidade de Negócios pode ser entendido com o conjunto de medidas responsável por manter os serviços críticos em funcionamento no caso de qualquer interrupção inesperada dos negócios. Essas medidas devem garantir a capacidade do Modal em operar em bases contínuas. Desta forma, deve assegurar que todos os processos críticos tenham seus riscos devidamente identificados, avaliados, monitorados e controlados. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 11
12 Este plano é desenvolvido contemplando quatro grandes grupos: Contingências de Infraestruturas Físicas; Contingências de Pessoal; Contingências de Infraestruturas Tecnológicas; Contingências de Serviços Externos. A área de Risco Operacional é responsável por definir o Comitê de Contingência, que irá gerenciar e definir os responsáveis pelo pleno funcionamento dos processos estipulados. Além de manter o Plano de Contingência e Continuidade de Negócios atualizado e realizar testes periódicos, para garantir a efetividade do plano. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 12
13 IX. EXPOSIÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO DE RISCO DA CONTRAPARTE Os métodos e processos para concessão de crédito estão detalhadamente descritos na política de Crédito, sob responsabilidade da área Análise de Crédito. Nesta política estão definidas, as diretrizes os procedimentos e os controles internos para os processos de concessão e monitoramento do risco de crédito da contraparte dos clientes do Banco Modal. Apresentamos a seguir a exposição dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte: Em R$ mil Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Liquidados em sistemas de liquidação Não liquidados em sistemas de liquidação Abaixo, apresentamos o valor nocional dos contratos sujeitos ao Risco de Crédito da Contraparte: Em R$ mil Set/15 Jun/15 Mar/15 Dez/14 Set/14 Não liquidados em sistemas de liquidação CONCESSÃO DE LIMITES: Os limites são concedidos seguindo as diretrizes da Política de Crédito. Estas regras foram estabelecidas em consonância com a tabela do RIM (Rating Interno Modal). A Análise de Crédito é responsável pela entrada, manutenção, validação e controle dos limites aprovados no Comitê de Crédito no sistema. Os critérios para avaliação do risco de crédito das empresas consideram os seguintes aspectos: Situação econômico-financeira, bem como outras informações cadastrais atualizadas do tomador; Verificação da reputação do tomador em sites como Serasa, acesso ao Sistema de Informação de Crédito do Banco Central, consultas à Central de Risco do Banco Central e etc. Utilização de instrumentos que proporcionem efetiva mitigação do risco de crédito associado à operação (garantias); Período de atraso no cumprimento das obrigações financeiras nos termos pactuados. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 13
14 INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS OU COMPLEXOS: Os limites para operações que utilizam Instrumentos Financeiros Derivativos ou Complexos estão definidos na Política de Crédito. Estes limites foram calculados com base na volatilidade dos ativos financeiros e representam o montante do notional a ser calculado - O valor nocional é o valor total do ativo subjacente do derivado. Estes ativos podem ser moeda, commodities, taxa de juros, taxa de inflação e são negociados em bolsa e/ou balcão. Para maiores detalhes e visualização destes limites vide política de crédito. PROCESSOS DE GESTÃO, MENSURAÇÃO E MONITORAMENTO DA CARTEIRA DE CRÉDITO: Monitoramento dos Créditos por cliente: O monitoramento da saúde financeira dos clientes é feito através de consultas e relatórios elaborados pela Análise de Crédito e abrangem o acompanhamento semanal dos atrasos, dos destaques apontados por bureau de crédito e análise dos relatórios da área de Risco Operacional sobre liquidações e pendências. Estes relatórios e sua periodicidade estão detalhadamente descritos na Política de Crédito. Monitoramento do Risco de Crédito da Carteira: A Gestão do Risco de Crédito é realizada pela área de Risco, a partir da análise dos indicadores abaixo: Nível de perda estimada x perdas efetivamente observadas Evolução da recuperação de Crédito Nível de sucesso na liquidação de garantias apresentadas Nível de risco por mercado, produtos, concentração setorial e geográfica. Grau de suficiência das garantias Readequação do risco para operações as quais sejam observadas deterioração da qualidade do crédito ou garantias Impacto nos níveis de risco de crédito após aplicação de cenário de stress EXPOSIÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO As exposições foram segmentadas por fator de ponderação, por país, por região geográfica, por setor econômico e por prazo a decorrer das operações. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 14
15 Operações com Característica de Concessão de Crédito por País: Set/14 Por país Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Dez/14 Por país Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Mar/15 Por país Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 15
16 Por país Jun/15 Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Por país Set/15 Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Operações com Características de Concessão de Crédito por País e por Região Geográfica do Brasil: Por região Set/14 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Total Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 16
17 Por região Dez/14 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Por região Mar/15 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Total Avais e Fianças Outros Total Geral Por região Jun/15 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Total Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 17
18 Por região Set/15 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Total Avais e Fianças Outros Total Geral Operações de Crédito Exposição Média no Trimestre: Média no trimestre Set/14 Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Média no trimestre Dez/14 Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 18
19 Mar/15 Média no trimestre Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Jun/15 Média no trimestre Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Set/15 Média no trimestre Brasil Alemanha Total Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 19
20 Por Prazo a decorrer das operações: Set/14 Até 6 meses 6 a 12 meses 1 a 5 anos Pessoa Física Avais e Fianças Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Crédito pessoal (Outros) Acima de 5 anos Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Dez/14 Até 6 meses 6 a 12 meses 1 a 5 anos Pessoa Física Avais e Fianças Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Crédito pessoal (Outros) Acima de 5 anos Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Mar/15 Até 6 meses 6 a 12 meses 1 a 5 anos Pessoa Física Avais e Fianças Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Crédito pessoal (Outros) Acima de 5 anos Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 20
21 Jun/15 Até 6 meses 6 a 12 meses 1 a 5 anos Acima de 5 anos Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Set/15 Até 6 meses 6 a 12 meses 1 a 5 anos Acima de 5 anos Pessoa Física Avais e Fianças Crédito pessoal (Outros) Pessoa Jurídica Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Avais e Fianças Outros Total Geral Operações em atraso: Por países e regiões: Set/14 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Brasil Exterior Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 21
22 Dez/14 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Brasil Exterior Total Geral Mar/15 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Brasil Exterior Total Geral Jun/15 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Brasil Exterior Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 22
23 Set/15 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Sudeste Sul Norte Nordeste Centro- Oeste Brasil Exterior Total Geral Operações em atraso por setor econômico: Set/14 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Setor Público Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Pessoa Física Total Geral Dez/14 Regiões 15 a a a a 360 Acima de 360 Setor Público Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 23
24 Regiões 15 a a 90 Mar/15 91 a a 360 Acima de 360 Setor Público Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Pessoa Física Total Geral Regiões 15 a a 90 Jun/15 91 a a 360 Acima de 360 Setor Público Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Pessoa Física Total Geral Regiões 15 a a 90 Set/15 91 a a 360 Setor Público Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Acima de 360 Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 24
25 Evolução da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa no Trimestre: Setores Saldo Inicial Const. Líq. do Período Set/14 Write-off Saldo Final Setor Privado Indústria e Comércio (1.920) Serviços (2.557) Outros Pessoa Física Total Geral (4.477) Setores Saldo Inicial Const. Líq. do Período Dez/14 Write-off Saldo Final Setor Privado Indústria e Comércio (1.920) Serviços (2.557) Outros Pessoa Física Total Geral (4.477) Setores Saldo Inicial Const. Líq. do Período Mar/15 Write-off Saldo Final Setor Privado Indústria e Comércio Serviços Outros Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 25
26 Setores Saldo Inicial Const. Líq. do Período Jun/15 Write-off Saldo Final Setor Privado Indústria e Comércio Serviços (454) Outros Pessoa Física Total Geral Setores Saldo Inicial Const. Líq. do Período Set/15 Write-off Saldo Final Setor Privado Indústria e Comércio Serviços (162) Outros Pessoa Física (237) 799 Total Geral (237) Concentração da Carteira de Crédito nos Maiores Devedores: Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Outros Créditos Exposição Set/14 Maior Devedor % % Carteira 10 Maiores Devedores % 20 Maiores Devedores % 50 Maiores Devedores % 100 Maiores Devedores % Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Outros Créditos Exposição Dez/14 % Carteira Maior Devedor ,62% 10 Maiores Devedores ,54% 20 Maiores Devedores ,12% 50 Maiores Devedores ,70% 100 Maiores Devedores ,11% Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 26
27 Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Outros Créditos Exposição Mar/15 % Carteira Maior Devedor ,82% 10 Maiores Devedores ,39% 20 Maiores Devedores ,87% 50 Maiores Devedores ,45% 100 Maiores Devedores ,75% Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Outros Créditos Exposição Jun/15 % Carteira Maior Devedor ,11% 10 Maiores Devedores ,64% 20 Maiores Devedores ,76% 50 Maiores Devedores ,46% 100 Maiores Devedores 302 0,03% Set/15 Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Outros Créditos Exposição % Carteira Maior Devedor ,92% 10 Maiores Devedores ,80% 20 Maiores Devedores ,74% 50 Maiores Devedores ,09% 100 Maiores Devedores ,44% Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Valores Mobiliários de Empresas e Instituições Financeiras. Exposição Set/14 Maior Devedor % % Carteira 10 Maiores Devedores % 20 Maiores Devedores % 50 Maiores Devedores % 100 Maiores Devedores % Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 27
28 Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Valores Mobiliários de Empresas e Instituições Financeiras. Exposição Dez/14 % Carteira Maior Devedor ,87% 10 Maiores Devedores ,09% 20 Maiores Devedores ,21% 50 Maiores Devedores ,16% 100 Maiores Devedores ,66% Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Valores Mobiliários de Empresas e Instituições Financeiras. Exposição Mar/15 % Carteira Maior Devedor ,82% 10 Maiores Devedores ,90% 20 Maiores Devedores ,16% 50 Maiores Devedores ,45% 100 Maiores Devedores ,68% Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Valores Mobiliários de Empresas e Instituições Financeiras. Exposição Jun/15 % Carteira Maior Devedor ,86% 10 Maiores Devedores ,90% 20 Maiores Devedores ,77% 50 Maiores Devedores ,59% 100 Maiores Devedores ,87% Operações de Crédito, Arrendamento Mercantil Financeiro e Valores Mobiliários de Empresas e Instituições Financeiras. Exposição Set/15 % Carteira Maior Devedor ,57% 10 Maiores Devedores ,14% 20 Maiores Devedores ,70% 50 Maiores Devedores ,97% 100 Maiores Devedores ,62% Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 28
29 Crédito por setor Econômico Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Setembro/14 Avais e Fianças Outros Total Geral Pessoa Jurídica Total % Total % Total % Total % Total % Setor Público ,1% 49 0,0% ,4% Concessionária ,0% 49 0,0% Setor Privado ,8% ,1% ,3% ,4% Administração de shoppings ,3% ,4% Agronegócio ,2% ,3% ,2% Alimentos e bebidas ,9% ,1% ,9% Borracha ,1% ,0% Concessionária ,2% ,4% Construção e Infra estrutura ,6% ,8% Consultoria ,9% ,8% Educação ,7% ,3% Embalagens ,2% ,9% Energia ,1% ,5% ,5% Engenharia e arquitetura ,5% ,1% ,4% Entretenimento ,7% ,6% ,0% ,9% Fertilizantes ,7% ,6% Financeiro ,5% ,0% Franquias ,2% ,1% Gráfica ,0% ,0% Imobiliário ,1% ,8% ,5% Indústria - Diversos ,8% ,7% ,1% Locação ,1% ,1% ,9% Logística ,8% ,1% ,2% Material esportivo ,8% ,1% Mineração ,0% ,8% ,0% Naval ,6% ,1% Óleo e Gás ,6% ,0% Partes relacionadas ,2% ,5% Petroquímica ,6% ,3% Publicidade ,3% 978 0,2% 617 0,5% ,5% Serviços - Diversos ,8% ,9% ,7% Siderurgia ,6% ,9% ,6% Tecnologia ,5% ,7% Telecomunicação ,2% ,2% ,9% Varejo ,2% ,5% ,2% Vestuário ,6% ,7% Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 29
30 Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Dezembro/14 Avais e Fianças Outros Total Geral Pessoa Jurídica Total % Total % Total % Total % Total % Setor Público ,8% ,8% Concessionária Setor Privado ,2% ,2% ,4% ,9% Administração de shoppings Agronegócio ,3% ,2% ,5% Alimentos e bebidas ,5% ,2% ,8% Borracha ,1% ,0% Concessões Públicas ,7% ,9% Construção e Infra estrutura ,5% ,3% Consultoria ,9% ,8% Educação ,3% ,6% ,4% Embalagens ,1% ,9% Energia ,8% ,0% ,9% Engenharia e arquitetura ,1% ,0% ,0% Entretenimento ,3% ,6% ,1% Fertilizantes ,3% ,7% ,0% Financeiro ,7% ,7% ,2% ,2% Gráfica ,0% ,1% ,7% Imobiliário ,4% ,1% ,7% ,2% Indústria - Diversos ,4% ,2% Locação ,0% ,9% Logística ,6% ,9% ,2% Material esportivo ,2% 283 0,0% Mineração ,5% ,5% 272 0,2% ,2% Naval ,5% ,1% Óleo e Gás ,2% ,9% Petroquímica ,6% ,2% Portuário ,9% ,4% Publicidade ,2% 978 0,2% ,5% ,2% Saúde ,5% ,2% Serviços - Diversos ,4% ,2% Siderurgia ,5% ,2% Tabagista ,3% ,1% Tecnologia ,3% ,1% Telecomunicação ,5% ,0% ,0% Varejo ,1% ,2% 26 0,0% ,6% Vestuário ,3% ,6% Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 30
31 Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Março/2015 Avais e Fianças Outros Total Geral Pessoa Jurídica Total % Total % Total % Total % Total % Setor Público ,0% ,8% Concessionária Setor Privado ,7% ,4% ,6% ,1% Administração de shoppings Agronegócio ,3% ,9% Alimentos e bebidas ,7% ,3% ,8% Borracha ,1% ,0% Concessões Públicas ,0% ,4% Construção e Infra estrutura ,9% ,1% Consultoria ,9% ,8% Educação ,7% 368 0,2% ,3% Embalagens ,1% ,8% Energia ,9% ,6% ,3% Engenharia e arquitetura ,0% ,0% ,7% Entretenimento ,1% ,6% ,1% Fertilizantes ,3% ,2% ,0% Financeiro ,4% ,5% ,8% ,8% Gráfica ,0% ,0% ,8% Imobiliário ,9% ,3% ,3% ,3% Indústria - Diversos ,4% ,2% Locação ,0% ,4% ,9% Logística ,0% 183 0,1% ,0% Material esportivo Mineração ,0% ,6% ,4% Naval ,7% ,1% Óleo e Gás ,7% ,7% Petroquímica ,6% ,3% Portuário ,0% ,4% Publicidade ,7% 978 0,2% ,7% ,8% Saúde ,4% ,2% Serviços - Diversos ,2% ,4% ,2% Siderurgia ,5% ,2% Tabagista ,2% ,1% Tecnologia ,6% ,1% Telecomunicação ,3% ,8% ,6% Varejo ,6% ,4% 218 0,1% ,4% Vestuário ,1% ,5% Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 31
32 Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Junho/2015 Avais e Fianças Outros Total Geral Pessoa Jurídica Total % Total % Total % Total % Total % Setor Público ,6% ,9% Concessionária Setor Privado ,7% ,9% ,49% ,5% Administração de shoppings Agronegócio ,3% ,3% Alimentos e bebidas ,6% ,3% ,8% Borracha ,1% ,8% ,2% Concessões Públicas ,7% ,5% Construção e Infra estrutura ,0% ,6% Consultoria ,3% ,0% Educação ,1% ,7% 272 0,2% ,3% Embalagens ,1% ,8% Energia ,5% ,6% ,7% Engenharia e arquitetura ,7% 848 0,2% ,1% Entretenimento ,3% ,6% ,1% Fertilizantes ,9% ,7% Financeiro ,0% ,1% ,5% ,9% Gráfica ,0% ,4% ,9% Imobiliário ,2% ,5% ,7% ,4% Indústria - Diversos ,5% ,2% Locação ,0% ,1% ,1% Logística ,0% ,2% ,5% Material esportivo Mineração ,8% ,7% ,7% ,3% Naval ,8% ,1% Óleo e Gás ,7% ,3% ,0% Petroquímica ,7% ,3% Portuário ,0% ,4% Publicidade ,2% 978 0,2% 6 0,0% ,5% Plásticos ,0% 82 0,0% Saúde ,5% ,2% Serviços - Diversos ,3% 310 0,1% ,0% ,3% Siderurgia ,5% ,2% Tabagista ,2% ,1% Tecnologia ,1% ,1% Telecomunicação ,4% ,6% ,1% Varejo ,1% ,6% ,4% ,7% Vestuário Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 32
33 Importação e exportação Capital de Giro, desconto de títulos e conta garantida Setembro/2015 Avais e Fianças Outros Total Geral Pessoa Jurídica Total % Total % Total % Total % Total % Setor Público ,2% 2.027,52 1,0% ,8% Concessionária Setor Privado % ,9% ,0% ,3% Administração de shoppings Agronegócio ,6% ,6% Alimentos e bebidas ,4% ,5% ,8% Borracha ,1% ,4% ,3% Concessões Públicas ,6% ,9% Construção e Infra estrutura ,8% ,6% ,2% Consultoria ,2% ,0% Educação ,1% ,7% 997 0,5% ,4% Embalagens ,3% ,8% Energia ,8% ,6% ,5% ,2% Engenharia e arquitetura ,6% 848 0,2% ,6% Entretenimento ,8% ,7% ,0% Fertilizantes ,1% ,8% Financeiro ,4% ,2% ,3% ,2% Gráfica ,04% ,5% ,9% Imobiliário ,9% ,8% ,9% Indústria - Diversos ,5% ,2% Locação ,8% ,9% ,9% Logística ,44% ,4% ,1% Material esportivo Mineração ,8% ,94% ,5% ,0% Naval ,2% ,4% Óleo e Gás ,6% ,7% Petroquímica ,3% ,1% Portuário ,0% ,4% Publicidade ,9% ,2% ,9% Plásticos ,0% 45 0,0% Saúde ,4% ,2% Serviços - Diversos ,3% 310 0,1% ,0% ,3% Siderurgia ,6% ,2% Tabagista ,2% ,1% Tecnologia ,2% ,9% Telecomunicação ,2% ,4% ,1% Varejo ,7% ,1% ,3% Vestuário Pessoa Física Total Geral Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 33
34 X. RISCO DE MERCADO A Área de Riscos tem por finalidade o controle de todas as posições realizadas pelas áreas operacionais do Banco Modal, sejam ativas ou passivas, verificando seus efeitos patrimoniais, a exposição e o risco de mercado inerente. Deverá verificar o fiel cumprimento de limites operacionais estabelecidos, não só pelo Comitê de Riscos, como pelo BACEN. Para tanto deverá controlar todas as operações do Banco que geram exposição, de qualquer natureza, perante o BACEN. A área será a responsável pela emissão diária do Relatório de Riscos para o Conselho Consultivo e Diretoria Executiva, o qual conterá as informações necessárias para a análise das exposições a risco de mercado de toda a instituição e verificação do cumprimento dos limites definidos e do caixa do Banco, conforme definições que serão apresentadas na sequência. COMITÊ DE RISCO Comitê formado por membros da Diretoria Executiva, Economista Chefe e Gerente de Riscos. O Comitê se reúne com periodicidade mínima de seis meses para aprovação de políticas e limites de risco. Toda e qualquer mudança de Limites Operacionais deverá ser efetuada no âmbito do Comitê de Riscos. O Comitê de Riscos tem a liberdade para, sempre que julgar necessário e propício, modificar os limites operacionais definidos. Caberá a Área de Riscos avaliar os impactos dos novos limites através dos Testes de Stress e Sensibilidade e formalizar as decisões tomadas na forma de uma ata de reunião do Comitê de Riscos. Qualquer mudança nos limites deverá ser considerada no Manual de Riscos. LIMITES OPERACIONAIS A gestão ativa do caixa do Banco é realizada através de fundos sob gestão da Modal Asset Management e administração da BNY Mellon Serviços Financeiros. A Tesouraria do Banco é utilizada apenas para precificação de operações para clientes e hedge do risco de mercado das operações da área comercial. Desta forma, as exposições da carteira da Tesouraria do Banco são apenas residuais, respeitando o limite operacional estipulado para a mesma pelo Comitê de Riscos. O Banco Modal utiliza exclusivamente o Value-at-Risk e o Stop-Loss como limites operacionais para as operações. Adicionalmente, são realizados testes de stress que são levados em consideração na definição dos limites de VaR e Stop, assim como acompanhados diariamente nos relatórios de risco. O cálculo do VaR e os Testes de Stress são funções da área de Risco do Banco, que utiliza o sistema Accenture RiskControl 1 como ferramenta. Em todas as análises, as carteiras dos 1 Sistema de Risco desenvolvido pela RiskControl, empresa adquirida pela Accenture junto ao Grupo BBM. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 34
35 fundos são abertas e suas operações consideradas individualmente, ponderadas pela participação do Banco nos fundos. Com periodicidade mínima de seis meses, o Comitê de Riscos define limites de VaR para as operações da Tesouraria e para os investimentos nos fundos citados anteriormente. O VaR é calculado através da metodologia de full valuation com Simulações de Monte Carlo para 1 dia e com intervalo de confiança de 95% (unicaudal, com multiplicador do desvio padrão igual a 1,65). Toda e qualquer mudança de Limites Operacionais deverá ser efetuada no âmbito do Comitê de Riscos. As decisões do Comitê de Riscos deverão ser formalizadas através de atas e serão disponibilizadas para os operadores da Tesouraria e para os demais sócios do Banco através de correio eletrônico pela Área de Riscos. CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO São todas as operações realizadas no Banco com objetivo de auferir resultados através de movimento de preços, arbitragem ou revenda. Todas as operações caracterizadas na Carteira de Negociação deverão ser consideradas no cômputo do VaR e dos cenários de stress, e portanto estarão subordinadas aos limites operacionais supramencionados e serão marcadas a mercado para esta avaliação. Seguindo os critérios mínimos para classificação de operações na carteira de negociação, estabelecidos pela Circular 3.354, todas as operações do banco são classificadas na carteira de negociação, com exceção das captações via Dívida Subordinada e DPGEs e das operações realizadas para hedge de variação cambial ou do IPCA que não tem intenção de negociação e são classificadas na carteira Banking. Dívida Subordinada Swaps DI x Dólar com as empresas do grupo Contratos futuro de DDI (Hedge da Dívida Subordinada e dos swaps acima) Captações via DPGE Posições em NTN-B para hedge dos DPGEs indexados ao IPCA De acordo com as orientações da circular 3.365, o risco de taxa de juros das operações classificadas na carteira Banking para efeito de cálculo do capital regulatório é calculado utilizando o Value-at-Risk com intervalo de confiança de 99% e horizonte de tempo de 1 ano. Para isso a área de riscos utiliza o Accenture RiskControl, mesmo sistema utilizado para a análise diária de risco do banco. Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 35
36 Valores da carteira de negociação por fatores de risco de mercado (R$ Mil) Trimestre Taxa de Juros Taxa de Câmbio Preços de Ações Setembro Comprado Vendido ( ) ( ) (9.385) Dezembro Comprado Vendido ( ) ( ) (4.633) Março Comprado Vendido ( ) (1.020) (229) Junho Comprado Vendido ( ) ( ) (10.722) Setembro Comprado Vendido ( ) ( ) (7.305) INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Abaixo, informações sobre o total da exposição a instrumentos financeiros derivativos, por categoria de fator de risco de mercado, segmentadas entre posições compradas e vendidas: Setembro 2014 Fator de Risco Brasil Exterior Comprado Vendido Comprado Vendido Taxa de Juros ( ) - (32.107) Taxa de Câmbio ( ) (26.469) Preços de Ações (8.635) - - Dezembro 2014 Fator de Risco Brasil Exterior Comprado Vendido Comprado Vendido Taxa de Juros ( ) - (61.794) Taxa de Câmbio ( ) (35.927) Preços de Ações - (974) Março 2015 Fator de Risco Brasil Exterior Comprado Vendido Comprado Vendido Taxa de Juros ( ) - (4.605) Taxa de Câmbio ( ) (15.024) Preços de Ações (5.857) - - Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 36
37 Junho 2015 Fator de Risco Brasil Exterior Comprado Vendido Comprado Vendido Taxa de Juros ( ) (35.356) Taxa de Câmbio ( ) (28.406) Preços de Ações 72 (4.690) (4.737) Setembro 2015 Fator de Risco Brasil Exterior Comprado Vendido Comprado Vendido Taxa de Juros ( ) - (47.879) Taxa de Câmbio ( ) (26.899) Preços de Ações 49 (28) (7.277) Parcelas de Risco de Mercado do Patrimônio de Referência Exigido (R$ Mil): PARCELA Setembro 2015 Junho 2015 Março 2015 Dezembro 2014 Setembro 2014 Parcela Câmbio (PCAM) Parcela Juros Pré (PJUR1) Parcela Cupom Cambial (PJUR2) Parcela Cupom Inflação (PJUR3) Parcela Cupom Juros (PJUR4) Parcela Commodities (PCOM) Parcela Ações (PACS) Relatório de Gestão de Riscos Circular Set/15 37
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