TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO
|
|
|
- Carlos Gabeira de Andrade
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná HABEAS CORPUS CRIME Nº , DA COMARCA DA LAPA VARA CRIMINAL E ANEXOS IMPETRANTE S: SAMIRA KARAM E ELIAS MATTAR ASSAD IMPETRADO : JUÍZA DE DIREITO DA VARA CRIMINAL E ANEXOS DA COMARCA DA LAPA PACIENTE : PAULO CESAR FIATES FURIATI RELATOR : DES. JOSÉ CARLOS DALACQUA D E S P A C H O I Trata-se de HABEAS CORPUS impetrado em favor de Paulo Cesar Fiates Furiati, no qual se sustenta a existência de constrangimento ilegal em razão da ausência de justificativa para a decretação de sua prisão preventiva. Alega, em síntese, que: a) o Ministério Público, por meio do GAECO, iniciou investigações a fim de apurar possíveis crimes contra a Administração Pública, perpetrados por agentes políticos e públicos; b) as investigações culminaram no nome de Acir Silva de Oliveira que supostamente teria estruturado um grupo de empresas no intuito de fraudar processos licitatórios; c) Acir, em tese, utilizava-se do bom relacionamento que detinha com Deputados Federais para que estes propusessem emendas parlamentares em favor dos municípios com os quais pretendia formalizar contratos de prestação de serviços; d) no intuito de concretizar seus propósitos criminosos Acir teria estabelecido contato com funcionários da Prefeitura da Lapa e também com o paciente, Página 1 de 14
2 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 2 Paulo César Fiates Furiati (ex-prefeito da Lapa); e) o Ministério Público do Estado do Paraná requereu a Busca e Apreensão de Coisas e Pessoas, onde se requereu a prisão do paciente e outras 07 (sete) pessoas, sob o argumento de terem cometido os crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e peculato; f) o pedido foi deferido pelo Juízo a quo; g) não houve a prática de qualquer ato criminoso e nem qualquer prejuízo ao erário; h) o paciente não detinha conhecimento de que Acir possuía mais de uma empresa no mesmo ramo de atividade; i) os procedimentos de contratação observaram todos os trâmites legais e passaram pelo crivo das autoridades competentes da administração municipal; j) durante gestão do paciente houve apenas um procedimento de dispensa de licitação que culminou na contratação de serviços de empresa ligada a Acir no valor de R$ 7.800,00 (sete mil e oitocentos reais), sendo que o serviço foi efetivamente prestado; k) também foi realizado o procedimento licitatório na modalidade tomada de preços nº 302/2012, obedecendo todas as determinações legais, mas que não houve qualquer pagamento durante a gestão do paciente; l) a magistrada singular, ao decretar a prisão preventiva do paciente, não apresentou motivação para a afastar a incidência das medidas cautelares diversas da prisão previstas no art. 319 do Código de Processo Penal; m) o decreto preventivo é carente de fundamentação; n) o paciente é primário e durante os 35 anos de sua vida profissional voltados a atividades publicas nunca teve seu nome relacionado a qualquer episodio desabonador. Por fim, requer a concessão da liminar, a fim de cassar o decreto prisional diante do reconhecimento do constrangimento ilegal ou, alternativamente, seja aplicada uma das medidas menos gravosas previstas no art. 319, inciso III, do Código de Processo Penal. É o breve relatório. Página 2 de 14
3 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 3 II - Com efeito, a liminar não merece ser concedida. Isto porque, a concessão de liminar em habeas corpus é medida de extrema excepcionalidade, somente sendo admitida nos casos em que for demonstrada, de forma explícita e contundente a necessidade de urgência da ordem. Para tanto, a prova deve ser pré-constituída e livre de controvérsia, devendo a decisão atacada conter flagrante ilegalidade ou nulidade. Contudo, em sede de cognição sumária, entendo que não se mostra viável a concessão da liminar pleiteada, uma vez que no momento não se vislumbra a ilegalidade do ato emanado pela autoridade dita coatora, o que demanda uma análise mais aprofundada das razões expostas no pedido. O primeiro ponto que merece destaque é a alegação de que o paciente não participou de qualquer conluio com o Acir Silva de Oliveira, bem como não houve qualquer prejuízo ao erário, já que os procedimentos licitatórios observaram os ditames legais e os serviços foram devidamente executados. Ora, sabe-se que tais questões são afetas ao mérito da ação penal e sua análise demanda ampla dilação probatória, sendo inviável sua discussão na via estreita do habeas corpus, conforme reiteradamente decidido por esta Colenda Câmara. Contudo, ao contrário do que afirmam os impetrantes, existem ao menos indícios de que o paciente detinha relação direta com Acir Silva de Oliveira, conforme amplamente demonstrado pelas transcrições das interceptações telefônicas colacionadas aos autos. Página 3 de 14
4 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 4 Analisando-se a proposta vencedora no procedimento de dispensa de licitação (fl. 24) é possível perceber ao menos uma incongruência, qual seja: enquanto as demais empresas estabeleceram o máximo de 30 (trinta) dias para execução do serviço, nos termos do Processo de Dispensa de Licitação nº 78/12 (fl. 21), a empresa do coinvestigado Acir, ANAM Associação Nacional de Apoio aos Municípios, apresentou o prazo de 30 (trinta) meses e mesmo assim foi considerada como vencedora e contratada para realizar os serviços, em total desconformidade com o procedimento. Além disso, consta do caderno investigatório que tanto a empresa AMAN, como o Instituo FOX e o Instituto ECO XXI, são empresas do Sr. Acir e foram as únicas convocadas para participar do certame, sendo que as mesmas apresentaram valores muito próximos (R$ 7.800,00, R$ 7.850,00 e R$ 7.950,00, respectivamente fls. 24, 25 e 28). O fato do serviço ter sido executado, a princípio, não demonstra a inexistência da prática de fraude licitatória, pois a suposta convocação apenas de empresas ligadas a um mesmo grupo já poderia configurar uma fraude, mas como dito anteriormente, tal matéria deverá ser apreciada durante a instrução criminal. Ainda segundo as investigações, no dia Acir e o então Prefeito Paulo Furiati marcam uma reunião em Curitiba, no Hotel Brasília, onde supostamente foi realizado um acordo para que uma das empresas de Acir vencesse o procedimento licitatório. No mesmo dia Acir contatou seu sócio Nelmir Tavares Felipe e afirma que fez um acordo com Paulo Furiati. Diante das transcrições da interceptação telefônica contida às fls. 255/257, Acir indica que o acordo seria para receberem 30% (trinta por cento) do valor do contrato mais os impostos. Página 4 de 14
5 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 5 Em seguida, Acir telefonou para Rogério Schenell, secretário de Educação do município de Palmeira, momento em que afirmou que acertou com Paulo Furiati um contrato em valor de aproximadamente R$ ,00 (cem mil reais). Neste mesmo telefonema Acir demonstrou que quem confeccionou o edital da Prefeitura da Lapa foi seu sócio Nelmir, inclusive fazendo exigências que acarretariam na desclassificação da empresa concorrente (fls. 257/260). Há que se destacar que a empresa ANAM Associação Nacional de Apoio aos Municípios venceu o procedimento licitatório na modalidade Tomada de Preços nº 302/2012 no dia no valor de R$ ,00 (noventa e quatro mil e quinhentos reais), apenas R$ 500,00 (quinhentos reais) a menos do que o limite imposto pela Prefeitura da Lapa (fl. 227). Assim, devidamente correta a decisão singular ao considerar que existem indícios de participação do paciente na conduta criminosa, estando presente um dos requisitos necessários para a decretação de sua prisão cautelar. Os impetrantes afirmam, ainda, que a decisão singular está carente de fundamentação, visto que está baseada em meras suposições de que o paciente ainda mantém influência política e que poderia intimidar testemunhas, o que prejudicaria a instrução processual e a garantia da ordem pública. A defesa do paciente indica que o mesmo não possui qualquer influência na Administração Municipal já que foi vencido no último pleito eleitoral. Porém, as investigações dão conta que Paulo Furiati, mantinha contato com Acir em relação a interesses não somente na Lapa, mas em outros municípios também em razão da influência que o mesmo detinha por já ter sido Deputado Estadual por dois mandatos, além de ter Página 5 de 14
6 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 6 ocupado inúmeros outros cargos importantes (Diretor do Banestado, Vice- Presidente do BRDE, Diretor da SANEPAR, etc.). Realmente não há nos autos qualquer menção de que o paciente tenha ameaçado testemunhas ou de que qualquer pessoa tenha se sentido intimidada em razão da influência de Paulo Furiati, não sendo um fundamento válido para a manutenção da prisão (conveniência da instrução criminal). Porém, o outro fundamento da magistrada é extremamente válido, a influência política do paciente, mesmo não sendo mais Prefeito da Lapa. Isto porque as degravações demonstram que Acir solicitou o auxílio de Paulo Furiati para que o mesmo entrasse em contato com outros prefeitos para, em tese, satisfazer os interesses de sua organização criminosa. Tal fato ocorreu no dia , ou seja, após a derrota nas eleições da Lapa, onde Paulo Furiati afirma categoricamente que irá conversar com cada um dos prefeitos que tiveram a proposta de liberação de valores para asfalto aprovada (fl. 277), tendo solicitado que Acir encaminhasse a lista das cidades por . No dia Acir e Paulo Furiati marcaram um encontro no Hotel Burbon de Curitiba para encontrar com uma pessoa identificada apenas como Sales para que o paciente intercedesse em uma licitação de Foz de Iguaçu no valor de R$ ,00 (cento e oitenta milhões de reais), conforme expressamente consignado às fls. 278/279. Outra ligação importante que pode, em tese, demonstrar a influência do de Paulo Furiati foi realizada entre Acir e Nelmir, na qual Acir afirma que o paciente já contatou a Prefeita eleita Leila em relação à Página 6 de 14
7 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 7 continuidade do certame licitatório vencido pela empresa AMAN (folha não numerada entre as fls. 275 e 276). Analisando-se a decisão que decretou a prisão preventiva do paciente é possível perceber que, ao menos nesta fase de cognição sumária, a necessidade de manutenção da prisão está, no presente caso, suficientemente fundamentada, senão vejamos: De fato, a garantia da ordem pública se justifica pelo modus operandi dos agentes, que demonstra a concreta periculosidade dos mesmos, com enorme desapreço pelos valores sociais e morais, vez que, ao que tudo indica e conforma já destaco acima, os investigados manipularam editais de licitação, certidões e certificados técnicos, direcionando as licitações para que determinadas empresas integrantes do grupo criminoso liderado por Acir Silva sagrem-se vencedoras. Tal situação aponta para a existência de um amplo esquema delituoso, do qual participam não apenas particulares, mas também agentes públicos e políticos que visam o locupletamento ilícito, causando sérios danos aos cofres públicos e à prestação de serviços à comunidade no âmbito municipal, o que, por si só, já seria suficiente para a decretação da custódia dos acusados. Não bastasse, tem-se ainda a existência de grandes chances de os indiciados virem a reiterar as suas condutas delituosas caso permaneçam em liberdade. E digo isso não apenas pela multiplicidade das condutas delituosas em tese já praticadas pelos indiciados, mas principalmente pelo fato de as interceptações telefônicas correta e legitimamente deferidas Página 7 de 14
8 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 8 indicarem Furiatti (sic), não obstante não reeleito, continua mantendo contato com agentes públicos de diversos municípios, bem como com a Prefeita eleita e a nova Secretária de Educação da Lapa no intuito de dar continuidade às ilegalidades até então perpetradas pela organização criminosa. (fls. 638-verso e 639) Portanto, analisando-se o trecho acima transcrito, é possível perceber que o Juízo a quo decretou a prisão do paciente e dos co-investigados em virtude da necessidade da garantia da ordem pública. Mirabete que: Quanto à necessidade de garantia da ordem pública, ensina "(...) A conveniência da medida deve ser regulada pela sensibilidade do juiz à reação do meio ambiente à prática delituosa. Embora seja certo que a gravidade do delito, por si, não basta para a decretação da custódia, a forma e execução do crime, a conduta do acusado, antes e depois do ilícito, e outras circunstâncias podem provocar imensa repercussão e clamor público, abalando a própria garantia da ordem pública, impondo-se a medida como garantia do próprio prestígio e segurança da atividade jurisdicional (...)" (Código de Processo Penal Interpretado, 11ª ed., Atlas, 2005, p. 803). A magistrada singular entendeu que a periculosidade do paciente restou demonstrada pelo modus operandi (forma como foi cometido) do delito, uma vez que os crimes foram supostamente Página 8 de 14
9 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 9 cometidos por um grupo que era formado por integrantes da Administração Pública e de particulares que mesmo saindo da atual gestão do município da Lapa pretendiam manter o esquema de fraude em licitações naquela localidade e também em outros municípios. A jurisprudência pátria vem firmando entendimento no sentido da possibilidade de o modus operandi do crime demonstrar a periculosidade do agente, validando a prisão decretada com este título para garantia da ordem pública: PROCESSO PENAL. RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. HOMICÍDIO. PRISÃO PREVENTIVA. MATERIALIDADE E INDÍCIOS DE AUTORIA RECONHECIDOS. ELEMENTOS CONCRETOS ACERCA DO MODUS OPERANDI DO DELITO. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. DECRETO PRISIONAL DEVIDAMENTE FUNDAMENTADO. RECURSO PARCIALMENTE CONHECIDO E, NESSA EXTENSÃO, IMPROVIDO. 1. Não há falar em constrangimento ilegal na decretação da prisão preventiva se a decisão está devidamente fundamentada na prova da materialidade e na existência de indícios de autoria, assim como em elementos concretos relativos ao modus operandi do delito que indicam a necessidade da custódia cautelar para a garantia da ordem pública. (...) (STJ - RHC / RS Rel. Min. ARNALDO ESTEVES LIMA 5ª Turma - DJ p. 371) Tribunal, veja-se: No mesmo sentido é o entendimento deste Egrégio Página 9 de 14
10 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 10 HABEAS CORPUS - HABEAS CORPUS PRISÃO PREVENTIVA CONSTRANGIMENTO ILEGAL INOCORRENTE - PACIENTE PRESO EM FLAGRANTE E DENUNCIADO PELA PRÁTICA DOS CRIMES PREVISTOS NO ARTIGO 12, CAPUT, ARTIGO 16 CAPUT, C/C ARTIGO 16, PARÁGRAFO ÚNICO, INCISO IV, DA LEI 10826/03 C/C ARTIGO 69 DO CÓDIGO PENAL PACIENTE QUE JÁ FOI CONDENADO ANTERIORMENTE PELA PRÁTICA DE CRIMES DA MESMA NATUREZA - REITERAÇÃO NA PRÁTICA CRIMINOSA DECRETO DE PRISÃO PREVENTIVA CORRETAMENTE FUNDAMENTADO NA GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. ORDEM DENEGADA "Não há a alegada falta de motivação válida para a manutenção da prisão cautelar, pois a atividade delitiva desenvolvida de maneira reiterada e habitual, sob a forma de associação criminosa, justifica a prisão preventiva em garantia da ordem pública, em razão do modus operandi dos denunciados, como consta nos autos. As peculiaridades concretas das práticas supostamente criminosas evidenciam que a liberdade do réu pode ensejar, facilmente, a reiteração da atividade delitiva, indicando a necessidade de manutenção da custódia cautelar. Condições pessoais favoráveis do réu que não são garantidoras de eventual direito subjetivo à liberdade provisória, se a necessidade da prisão processual é recomendada por outros elementos dos autos, como na hipótese." (TJPR - Habeas Corpus n.º ª C.C. - Rel. Rogério Coelho - DJ de ). (TJPR - 2ª C.Criminal - HCC Apucarana - Rel.: Roberto De Vicente - Unânime - J ) HABEAS CORPUS - CORRUPÇÃO DE MENORES - HOMICÍDIO QUALIFICADO TENTADO E CONSUMADO - PRISÃO Página 10 de 14
11 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 11 PREVENTIVA - PRESENÇA DOS REQUISITOS ENSEJADORES DO PERICULUM LIBERTATIS - ORDEM DENEGADA. (...) (3) A natureza dos delitos - trafico de entorpecentes, homicídios e corrupção de menores - bem como o 'modus operandi' como foram praticados, são circunstâncias que, enquanto elementos concretos, colocam em risco a ordem pública e não recomendam a liberdade dos pacientes. Ordem denegada. (TJPR Acórdão nº I CCr Rel. Des. Oto Luiz Sponholz Julg. 05/10/2006) Em relação à alegação de que a decisão singular não justificou a ausência de aplicação das medidas cautelares da prisão, tal tese não merece prosperar, pois ao contrário do afirmado pelos impetrantes a magistrada justificou sua decisão: Por fim, impende destacar que as medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código Penal (sic), com redação dada pela Lei nº /11, não se mostram adequadas, nem suficiente, dadas as circunstâncias em que supostamente foram praticados os crimes e a concreta periculosidade dos agentes, consoante já asseverado. Assim, havendo prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, e tendo em vista que a prisão dos indiciados é necessária para a garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal e considerando, ainda, que as medidas cautelares estabelecidas no artigo 319 do Código de Processo Penal são insuficientes e inadequadas à hipótese em apreço, é de se decretar a prisão preventiva dos investigados. (fls. 639-verso e 640) Página 11 de 14
12 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 12 Muito embora os impetrantes tenham apresentado seus argumentos, o certo é que da análise sobre a decisão ora atacada, extraise que o decreto preventivo está fundamentado adequadamente, diante da natureza dos crimes e das circunstâncias do delito, não merecendo prosperar, a priori, as alegações concernentes à ausência dos pressupostos para manutenção da prisão. Assim, em que pese a alegação do paciente possuir, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita, sabe-se que basta o acusado se enquadrar numa das hipóteses previstas no art. 312 do Código de Processo Penal para que seja decretada sua prisão preventiva ou uma das medidas cautelares diversas da prisão, conforme já amplamente solidificado pela jurisprudência. Este é o posicionamento desta Egrégia Corte, veja-se: HABEAS CORPUS. CRIME DE PORTE DE ARMA DE FOGO DE USO RESTRITO. ART. 16 DA LEI /03. INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA. PACIENTE COM REITERADOS REGISTROS CRIMINAIS. NECESSIDADE DA SEGREGAÇÃO CAUTELAR PARA A GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL INEXISTENTE. 1. A reiteração delituosa evidencia periculosidade, o que constitui motivação idônea a respaldar a segregação cautelar como garantia da ordem pública. 2. A existência de condição pessoal favorável não assegura direito à liberdade provisória, se preenchidos os requisitos da prisão preventiva e presente ao menos um de seus fundamentos no caso, a garantia da ordem pública. ORDEM DENEGADA. (TJPR 2ª Página 12 de 14
13 PODER JUDICIÁRIO Estado do Paraná fls. 13 C.Criminal HCC Foro Central da Região Metropolitana de Curitiba Rel.: Des. Noeval de Quadros Unânime J ) No mesmo sentido é o entendimento adotado pelo Superior Tribunal de Justiça, senão vejamos: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDINÁRIO. ART. 33, CAPUT, DA LEI Nº /06 E ART. 180, CAPUT, DO CP. PRISÃO PREVENTIVA. BUSCA DOMICILIAR ILEGAL. NULIDADE. ILICITUDE DAS PROVAS QUE EMBASARAM A AÇÃO PENAL. TRANCAMENTO DO FEITO. TESES SEQUER APRESENTADAS AO E. TRIBUNAL A QUO. SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA. APONTADA AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO DO DECRETO PRISIONAL. SEGREGAÇÃO CAUTELAR DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA NA GARANTIA DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL. (...) V - Condições pessoais favoráveis, como bons antecedentes, família constituída, ocupação laborativa lícita e residência fixa, não têm o condão de, por si só, garantir aos pacientes a revogação da prisão preventiva, se há nos autos, elementos hábeis a recomendar a manutenção de suas custódias cautelares (Precedentes). Ordem parcialmente conhecida e, nesta parte, denegada. (STJ HC /PR Rel. Ministro FELIX FISCHER QUINTA TURMA J: 04/02/2010 DJe: 08/03/2010) Diante do exposto, considerando-se os documentos que instruem o writ, não identifico neste momento qualquer ilegalidade ou Página 13 de 14
14 Estado do Paraná PODER JUDICIÁRIO fls. 14 abuso de poder de modo a ensejar a concessão da liminar pleiteada nos termos do artigo 5º, LXVIII da Constituição Federal. Juízo tido como coator. III Requisitem-se as informações necessárias junto ao IV - Após, a douta Procuradoria Geral de Justiça. V Autorizo a Secretaria a assinar expedientes necessários, servindo esta decisão como ofício. Curitiba, 15 de janeiro de Des. JOSÉ CARLOS DALACQUA Relator Página 14 de 14
: MIN. GILMAR MENDES
HABEAS CORPUS 132.501 SÃO PAULO RELATOR PACTE.(S) : MIN. GILMAR MENDES :FELIPE OTAVIO DOS SANTOS LOPES IMPTE.(S) :GUSTAVO LUIZ DE FARIA MARSICO E OUTRO(A/S) COATOR(A/S)(ES) :RELATOR DO HC Nº 339116 DO
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Nº 15592/CS HABEAS CORPUS Nº 106.664/SP IMPETRANTE: CIRO AUGUSTO CAMPOS PIMAZZONI PACIENTES: OSVALDO NACHBAR FILHO (ou OSWALDO NACHBAR FILHO) ODAIR DOS SANTOS COATOR: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA RELATOR:
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA Nº 794/2013 - PGGB MANDADO DE SEGURANÇA Nº 31706/DF IMPTE : M. ALMEIDA XAVIER MATERIAL DE CONSTRUÇÃO EM GERAL IMPDO : PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE
OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS
OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº 0067818-13.2013.8.19.0000 IMPETRANTE: JULIAN VINICIUS DE ALBUQUERQUE REIS E SILVA PACIENTE: ROGÉRIO DE SOUZA FERREIRA AUTORIDADE IMPETRADA: JUÍZO DE DIREITO DO JUIZADO
ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DESEMBARGADOR FRANCISCO MARTÔNIO PONTES DE VASCONCELOS
fls. 74 Processo: 0627098-73.2017.8.06.0000 - Habeas Corpus Impetrante: Alexandre dos Santos Geraldes Paciente: Luiz Fabiano Ribeiro Brito Impetrado: Juiz de Direito da 5ª Vara Júri da Comarca de Fortaleza
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte
Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte Habeas Corpus Com Liminar n 2013.009347-6 Origem: Juizado de Violência Domestica e Familiar Contra A Mulher da Comarca de Parnamirim/RN. Impetrante: Dr.
Superior Tribunal de Justiça
RELATOR : MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA EMENTA PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. TERMO INICIAL. AUSÊNCIA DE REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO. CITAÇÃO. 1. É cediço que a citação
Superior Tribunal de Justiça
RELATOR : MINISTRO JOSÉ ARNALDO DA FONSECA RECORRENTE : UNIÃO RECORRIDO : ARLINDO BARROS DE AGUIAR JÚNIOR E OUTROS ADVOGADO : SELENE WANDERLEY EMERENCIANO EMENTA PROCESSUAL CIVIL. PROCURAÇÃO. PRÁTICA DE
APELAÇÃO CÍVEL Nº 249588-54 (200902495881) COMARCA DE GOIÂNIA
APELAÇÃO CÍVEL Nº 249588-54 (200902495881) COMARCA DE GOIÂNIA APELANTE APELADO RELATOR DENISE CACHEFFO DE PAIVA E OUTRO DIVINA MARIA DE JESUS RELATÓRIO Trata-se de Apelação Cível interposta por DENISE
Supremo Tribunal Federal
HABEAS CORPUS 126.077 SÃO PAULO RELATORA PACTE.(S) IMPTE.(S) COATOR(A/S)(ES) : MIN. ROSA WEBER :CARLOS ALBERTO PROCOPIO DE ALMEIDA :GUILHERME RODRIGUES DA SILVA :RELATOR DO HC Nº 311.369 DO SUPERIOR TRIBUNAL
RELATÓRIO. O Sr. Des. Fed. RUBENS DE MENDONÇA CANUTO (Relator Convocado):
PROCESSO Nº: 0802624-08.2015.4.05.8400 - REEXAME NECESSÁRIO RELATÓRIO O Sr. Des. Fed. RUBENS DE MENDONÇA CANUTO (Relator Convocado): Cuida-se de reexame necessário de sentença prolatada pelo MM. Juízo
HIPÓTESES DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA
ESTADO DE DEFESA HIPÓTESES DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA As hipóteses em que se poderá decretar o estado de defesa estão, de forma taxativa, previstas no art. 136, caput, da CF/88, quais sejam: para
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL DECISÃO DO RELATOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Agravo de instrumento nº. 0031884-91.2013.8.19.0000 Agravante: ESTADO DO RIO DE JANEIRO Agravado: MARIA THOMAZ VALENTIM Relator: Des. EDSON VASCONCELOS DECISÃO
: RENATA COSTA BOMFIM E OUTRO(A/S)
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 702.642 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI RECTE.(S) :ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS HOSPITAIS SOROCABANA ADV.(A/S) :JOSÉ MARCELO BRAGA NASCIMENTO E OUTRO(A/S) RECDO.(A/S)
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO Gabinete do Conselheiro Robson Marinho
Tribunal Pleno Sessão: 10/4/2013 14 TC-002213/003/07 - RECURSO ORDINÁRIO empresa Qualitat Transportes Ltda., objetivando a prestação de serviços de transportes de alunos da Rede Municipal (itens 07, 08,
COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 3.743, DE 2008 Acrescenta parágrafo único ao art. 201 da Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de 1973, que institui o Código de Processo
MANDADO DE SEGURANÇA Nº 0000786-70.2015.404.0000/PR
MANDADO DE SEGURANÇA Nº 0000786-70.2015.404.0000/PR JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DE FAMILIA E SUCESSOES DA COMARCA DE LONDRINA/PR EMENTA MANDADO DE SEGURANÇA. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO. CAIXA ECONÔMICA
PORTE ILEGAL DE ARMA ( ABOLITIO CRIMINIS )
PORTE ILEGAL DE ARMA ( ABOLITIO CRIMINIS ) TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS APELAÇÃO CRIMINAL Nº 3296-6/213 (200701591964) LUZIÂNIA Apelante: OLEOCLIDES ANTÔNIO BONI APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO
SlPt. - mm um um,,, n... um um mu.,... ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO
SlPt má PODER JUDICIÁRIO DE SÃO ACÓRDÃO PAULO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N - mm um um,,, n... um um mu.,... *01917152* Vistes, relatados e discutidos estes autos de Habeas
Liberdade provisória sem fiança.
Liberdade provisória sem fiança. OBJETIVO DESSE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO INSTITUTO DA LIBERDADE PROVISÓRIA SEM FIANÇA LIBERDADE PROVISÓRIA LIBERDADE PROVISÓRIA A liberdade
Supremo Tribunal Federal
HABEAS CORPUS 137.078 SÃO PAULO RELATORA PACTE.(S) IMPTE.(S) ADV.(A/S) COATOR(A/S)(ES) : MIN. ROSA WEBER :RENAN SILVA DOS SANTOS :DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO :DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DO ESTADO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 24ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO
Registro: 2012.0000352134 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 0059371-75.2012.8.26.0000, da Comarca de São José dos Campos, em que é agravante LUIZ ARAUJO SIQUEIRA,
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
ACÓRDÃO Registro: 2015.0000319253 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº 2015456-34.2015.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que são pacientes JOSIEL DA SILVA GOMES, RUBIMAR
ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO ALTO TAQUARI VARA ÚNICA
Trata-se de pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público contra EVANDERLY DE OLIVEIRA LIMA, CPF n. 735.435.786-34, RG M5.000.332- SSP/MG,, brasileiro, natural de Contagem/MG, enfermeiro,
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ CONSULTA DE PROCESSOS DO 1º GRAU - INTERNET
DADOS DO PROCESSO PODER JUDICIÁRIO Nº Processo: 0005466-33.2013.814.0008 Data da Distribuição: Comarca: BARCARENA Instância: Vara: 1º GRAU 1ª VARA CIVEL DE BARCARENA Gabinete: GABINETE DA 1ª VARA CIVEL
ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 7ª CÂMARA CRIMINAL
Recurso de Apelação nº 0051769-88.2013.8.19.0001 Apelante: Confederação Brasileira de Futebol Apelado 1: Marco Antonio Teixeira Apelado 2: Ministério Público Origem: Juízo de Direito da 27ª Vara Criminal
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA Nº HABEAS CORPUS
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA Nº HABEAS CORPUS Nº 108319 - RJ RELATOR : MIN. CELSO DE MELLO PACTE.(S) : MAURO BEZNOS IMPTE.(S) : RAFAEL LUIZ DUQUE ESTRADA E OUTRO(A/S) COATOR
Superior Tribunal de Justiça
RELATOR RECORRENTE RECORRIDO ADVOGADOS AGRAVANTE ADVOGADOS AGRAVADO Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.419.298 - GO (2013/0381398-8) : MINISTRO SEBASTIÃO REIS JÚNIOR : MINISTÉRIO PÚBLICO
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro 23ª CÂMARA CÍVEL
AGRAVO DE INSTRUMENTO n º 0001609-28.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: UNIMED SEGUROS SAÚDE S/A AGRAVADO: THIAGO ROSA ASSIS DE OLIVEIRA RELATOR: DES. MARCELO CASTRO ANÁTOCLES DA SILVA FERREIRA AGRAVO DE INSTRUMENTO
PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL
PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL O Município Y, representado pelo Prefeito João da Silva, celebrou contrato administrativo com a empresa W cujo sócio majoritário é Antonio Precioso, filho da companheira do Prefeito,
O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual,
Dispõe sobre a reavaliação e a renegociação dos contratos em vigor e das licitações em curso, no âmbito dos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE COCALZINHO DE GOIÁS
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA COMARCA DE COCALZINHO GOIÁS. Documentação extraída dos autos n. 8600027420 O MINISTÉRIO PÚBLICO do ESTADO de GOIÁS vem à presença de Vossa Excelência,
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: 2012.0000290109 ACÓRDÃO
ACÓRDÃO Registro: 2012.0000290109 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos Infringentes nº 0192625-86.2008.8.26.0000/50000, da Comarca de São Paulo, em que é embargante WLADIMIR FELIX sendo
Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Primeira Câmara Cível
Agravo de Instrumento: 0007803-44.2014.8.19.0000 Agravante: JOAQUIM FERNANDO DE MATTOS FONSECA Advogado: Dr. Renato Salles Areas Agravada: EMDA ADMINISTRAÇÃO DE BENS LTDA Advogado: Ronaldo Maciel Figueiredo
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Nº 8718/11 MJG MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL HABEAS CORPUS Nº 109.738/SP PACTE : HENRIQUE WELLINGTON MIRWALD GARRETT IMPTE : WILTON MIRWALD GARRETT COATOR : RELATOR DO HC Nº 213.973 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE
Capítulo 1 Notas Introdutórias... 1. Capítulo 2 Direito Processual Penal e Garantias Fundamentais... 3
Sumário Capítulo 1 Notas Introdutórias... 1 Capítulo 2 Direito Processual Penal e Garantias Fundamentais... 3 Capítulo 3 Aplicação da Lei processual penal... 9 Capítulo 4 Princípios do Processo Penal...
OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS
OITAVA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS Nº 0066275-72.2013.8.19.0000 IMPETRANTE: Dr. SEBASTIÃO ANTÔNIO MORAIS LEMOS PACIENTE: CARLOS EDUARDO BAIÃO AUTORIDADE IMPETRADA: JUÍZO DE DIREITO DO JUIZADO ESPECIAL
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS...
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 13 Processo X procedimento... 13 Ritos no processo de cognição... 13 Procedimento comum... 14 Procedimento especial... 14 Atividade jurisdicional estrutura...
Supremo Tribunal Federal
AGRAVO DE INSTRUMENTO 624.951 SÃO PAULO RELATORA AGTE.(S) ADV.(A/S) AGDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :MARBOR MÁQUINAS DE COSTURA LTDA : JOSÉ ROBERTO CAMASMIE ASSAD E OUTRO(A/S) :VALMOR RODRIGUES
PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL
*ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A PROVA, VERIFIQUE SE TODOS OS SEUS APARELHOS ELETRÔNICOS FORAM ACONDICIONADOS E LACRADOS DENTRO DA EMBALAGEM PRÓPRIA. CASO A QUALQUER MOMENTO DURANTE A REALIZAÇÃO DO EXAME VOCÊ
AULA 8 31/03/11 O RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL
AULA 8 31/03/11 O RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL 1 O CONCEITO Alcunha-se de ordinário todo e qualquer recurso que se processa nas vias ordinárias, que são, senão, aquelas que excetuam o Supremo Tribunal
INDICIAMENTO E FORMAL INDICIAMENTO. DISTINÇÃO.
INDICIAMENTO E FORMAL INDICIAMENTO. DISTINÇÃO. Fernando Pascoal Lupo Promotor de Justiça Não é incomum confundir-se o indiciamento com o formal indiciamento, o que não se pode admitir. Indício quer dizer
Ministério Público do Estado de Mato Grosso Turma de Procuradores de Justiça Criminal para Uniformização de Entendimentos
ASSENTO nº 009/2009 Ministério Público do Estado de Mato Grosso É possível deferir-se o regime inicial semi-aberto e aberto aos condenados por crime de associação para o tráfico de drogas, atendidos os
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Nº 17599/CS
Nº 17599/CS RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS Nº 115.083/MG RECORRENTE: DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PACIENTE: HÉLIO LÚCIO DE QUEIROZ RECORRIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RELATOR: MINISTRO LUIZ FUX LEI
Supremo Tribunal Federal
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 849.448 CEARÁ RELATORA RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :ARTUR FALCÃO CATUNDA :GERMANA VASCONCELOS DE ALCÂNTARA E OUTRO(A/S) :INEP -
Superior Tribunal de Justiça
(2007/0034962-9) RELATOR AGRAVANTE ADVOGADA AGRAVADO PROCURADOR INTERES. : MINISTRO OG FERNANDES : LAYRA CATHARINA SILVA : VERA LÚCIA PEREIRA BRANDÃO E OUTRO : ESTADO DE MATO GROSSO : ALEXANDRE APOLONIO
ESTUDO DE TÉCNICA REDACIONAL DA PEÇA
ESTUDO DE TÉCNICA REDACIONAL DA PEÇA TÉCNICA REDACIONAL DA PEÇA Infração Pena Rito Ação Momento Processual Teses Situação Prisional (Preliminar e Mérito) Competência Objetivos 1) Construir a técnica redacional
Superior Tribunal de Justiça
PET no AgRg no CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 123.764 - PR (2012/0156535-6) RELATOR REQUERENTE : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA EMENTA PROCESSUAL CIVIL. PETIÇÃO. CONFLITO POSITIVO DE COMPETÊNCIA. AÇÃO DE
: DESEMBARGADORA FEDERAL ASSUSETE MAGALHÃES
HABEAS CORPUS 200901000714451/DF RELATOR(A) IMPETRANTE IMPETRADO PACIENTE : DESEMBARGADORA FEDERAL ASSUSETE MAGALHÃES : JUIZO FEDERAL DA 10A VARA - DF RELATOR(A) : DESEMBARGADORA FEDERAL ASSUSETE MAGALHÃES
: MIN. DIAS TOFFOLI :DUILIO BERTTI JUNIOR
HABEAS CORPUS 117.934 SÃO PAULO RELATOR PACTE.(S) : MIN. DIAS TOFFOLI :DUILIO BERTTI JUNIOR IMPTE.(S) :EDUARDO VON ATZINGEN DE ALMEIDA SAMPAIO E OUTRO(A/S) COATOR(A/S)(ES) :RELATOR DO HC Nº 269.477 DO
PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO
ACÓRDÃO 6a Turma PODER JUDICIÁRIO FEDERAL RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA DO TOMADOR DE SERVIÇOS CONSTRUTORA INAPLICABILIDADE DA OJ 191 DO E. TST A Segunda Ré, por se tratar de construtora, não pode almejar
ACÓRDÃO. Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 1031148-08.2015.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é
Registro: 2016.0000325765 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 1031148-08.2015.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é apelante EDVALDO DA SILVA OLIVEIRA, é
Superior Tribunal de Justiça
HABEAS CORPUS Nº 497.975 - ES (2019/0069761-6) RELATOR : MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZ IMPETRANTE : DAVID METZKER DIAS SOARES ADVOGADO : DAVID METZKER DIAS SOARES - ES015848 IMPETRADO : TRIBUNAL DE JUSTIÇA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
ACÓRDÃO Registro: 2015.0000777614 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº 2149077-30.2015.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é paciente LUCAS APARECIDO VIEIRA CAVALLARI e
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO
ITEM: 59 RELATOR - CONSELHEIRO ANTONIO ROQUE CITADINI 2ª SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA, DIA 11/02/2014 Processo: TC-002263/007/08 Contratante: Prefeitura Municipal de São José dos Campos. Contratada:
JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO
JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO FEITO: Impugnação ao Pregão Eletrônico REFERÊNCIA: Edital nº 005/2015 Contratação de empresa especializada para o fornecimento e implantação de solução de comunicação utilizando
QUESTÕES POLÍCIA FEDERAL RODOVIÁRIA DIREITO PROCESSUAL PENAL. 01). Sobre o inquérito policial, assinale a alternativa incorreta:
QUESTÕES POLÍCIA FEDERAL RODOVIÁRIA DIREITO PROCESSUAL PENAL 01). Sobre o inquérito policial, assinale a alternativa incorreta: Alternativa a De fato está correta, pois segundo a regra do art. 5º, 4º do
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro 4ª CÂMARA CRIMINAL
HABEAS CORPUS nº 0066303-40.2013.8.19.0000 IMPETRANTE: JULIA VIEIRA MAINIER DE OLIVEIRA - DEFENSORA PÚBLICA PACIENTE: RALFE DA SILVA MARQUES AUTORIDADE DITA COATORA: JUÍZO DA 2ª VARA CRIMINAL DA COMARCA
V I S T O S, relatados e discutidos estes autos de I. RELATÓRIO
EMENTA RECURSO ORDINÁRIO, provenientes da MM. DECLARAÇÃO DE POBREZA E ASSISTÊNCIA SINDICAL. HONORÁRIOS ASSISTENCIAIS. SÚMULA 219 DO TST. 1. Para fazer jus aos benefícios da assitência judiciária gratuita,
Extensão dos efeitos de decisão judicial transitada em julgado a quem não foi parte na relação processual
Extensão dos efeitos de decisão judicial transitada em julgado a quem não foi parte na relação processual Parecer n o 14/00-CRTS Ementa: 1.Extensão dos efeitos de decisão judicial transitada em julgado
DÉCIMA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL
1 DÉCIMA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO LEGAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0009707-02.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE NITERÓI AGRAVADO: LUCAS MARQUES CAVALCANTI RELATOR: DES. GABRIEL ZEFIRO AGRAVO
EXCELENTISSIMO SENHOR CONSELHEIRO DO TCE-GO, REL. DOS PROCESSOS DA PASTA DA CELG D, NOS TERMOS DA RN-TCE-GO 01/2008, DR. GERSON BULHÕES FERREIRA.
EXCELENTISSIMO SENHOR CONSELHEIRO DO TCE-GO, REL. DOS PROCESSOS DA PASTA DA CELG D, NOS TERMOS DA RN-TCE-GO 01/2008, DR. GERSON BULHÕES FERREIRA. Representação. CELG. Dispensa de Licitação por emergência.
PROCESSO: 0168800-03.2005.5.01.0021 - RO
Acórdão 5ª Turma REPRESENTATIVIDADE SINDICAL. O enquadramento sindical do empregador se dá pela sua atividade preponderante da empresa. Sendo esta a Construção e Reparo Naval, seus empregados são representados
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2013.0000222885 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0021361-58.2009.8.26.0196, da Comarca de Franca,
ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores FERNANDO TORRES GARCIA (Presidente sem voto), WALTER DA SILVA E MARCO DE LORENZI.
fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000353744 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Habeas Corpus nº 2038444-83.2014.8.26.0000, da Comarca de Apiaí, em que é paciente VANDERLEI RAFAEL DE ALMEIDA e Impetrante
CURSO DE FORMAÇÃO DE MOTOCICLISTA/2015
PROCESSO Nº: 0806220-77.2015.4.05.0000 - AGRAVO DE INSTRUMENTO RELATÓRIO 1. Trata-se de AGTR interposto por PAULO HENRIQUE OLIVEIRA LIMA contra decisão do douto Juiz Federal da 17a. Vara da Subseção Judiciária
JURISPRUDÊNCIA - STJ
JURISPRUDÊNCIA - STJ Processo HC 36429 / MG ; HABEAS CORPUS 2004/0090499-1 Ministro HÉLIO QUAGLIA BARBOSA (1127) T6 - SEXTA TURMA 24/11/2004 DJ 17.12.2004 p. 598 HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE.
QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA
QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA 1. O que é jurisdição? 2. Quem representa o Estado quando se trata de jurisdição? 3. Por que o Estado é escolhido? 4. Como e através de que se opera a jurisdição?
