CECÍLIA MEIRELES Cânticos
|
|
|
- Thiago Palmeira Cerveira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CECÍLIA MEIRELES Cânticos PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Roseli Novak, Luísa Nóbrega
2 Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que é, Uma árvore bem frondosa Doze galhos, simplesmente Cada galho, trinta frutas Com vinte e quatro sementes? 1 Enigmas e adivinhas convidam à decifração: trouxeste a chave?. Encaremos o desafio: trata-se de uma árvore bem frondosa, que tem doze galhos, que têm trinta frutas, que têm vinte e quatro sementes: cada verso introduz uma nova informação que se encaixa na anterior. Quantos galhos tem a árvore frondosa? Quantas frutas tem cada galho? Quantas sementes tem cada fruta? A resposta a cada uma dessas questões não revela o enigma. Se for familiarizado com charadas, o leitor sabe que nem sempre uma árvore é uma árvore, um galho é um galho, uma fruta é uma fruta, uma semente é uma semente Traiçoeira, a árvore frondosa agita seus galhos, entorpece-nos com o aroma das frutas, intriga-nos com as possibilidades ocultas nas sementes. O que é, o que é? Apegar-se apenas às palavras, às vezes, é deixar escapar o sentido que se insinua nas ramagens, mas que não está ali. Que árvore é essa? Símbolo da vida, ao mesmo tempo que se alonga num percurso vertical rumo ao céu, mergulha suas raízes na terra. Cíclica, despe-se das folhas, abre-se em flores, que escondem frutos, que protegem sementes, que ocultam coisas futuras. Decifra-me ou te devoro. Qual a resposta? Vamos a ela: os anos, que se desdobram em meses, que se aceleram em dias, que escorrem em horas. Alegórica árvore do tempo A adivinha que lemos, como todo e qualquer texto, inscreve-se, necessariamente, em um gênero socialmente construído e tem, portanto, uma relação com a exterioridade que determina as leituras possíveis. O espaço da interpretação é regulado tanto pela organização do próprio texto quanto pela memória interdiscursiva, que é social, histórica e cultural. Em lugar de pensar que a cada texto corresponde uma única leitura, é preferível pensar que há tensão entre uma leitura unívoca e outra dialógica. Um texto sempre se relaciona com outros produzidos antes ou depois dele: não há como ler fora de uma perspectiva interdiscursiva. Retornemos à sombra da frondosa árvore a árvore do tempo e contemplemos outras árvores: Deus fez crescer do solo toda espécie de árvores formosas de ver e boas de comer, e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. ( ) E Deus deu ao homem este mandamento: Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres terás de morrer. 2 Ah, essas árvores e esses frutos, o desejo de conhecer, tão caro ao ser humano 2
3 Há o tempo das escrituras e o tempo da memória, e a leitura está no meio, no intervalo, no diálogo. Prática enraizada na experiência humana com a linguagem, a leitura é uma arte a ser compartilhada. A compreensão de um texto resulta do resgate de muitos outros discursos por meio da memória. É preciso que os acontecimentos ou os saberes saiam do limbo e interajam com as palavras. Mas a memória não funciona como o disco rígido de um computador em que se salvam arquivos; é um espaço movediço, cheio de conflitos e deslocamentos. Empregar estratégias de leitura e descobrir quais são as mais adequadas para uma determinada situação constituem um processo que, inicialmente, se produz como atividade externa. Depois, no plano das relações interpessoais e, progressivamente, como resultado de uma série de experiências, se transforma em um processo interno. Somente com uma rica convivência com objetos culturais em ações socioculturalmente determinadas e abertas à multiplicidade dos modos de ler, presentes nas diversas situações comunicativas é que a leitura se converte em uma experiência significativa para os alunos. Porque ser leitor é inscrever-se em uma comunidade de leitores que discute os textos lidos, troca impressões e apresenta sugestões para novas leituras. Trilhar novas veredas é o desafio; transformar a escola numa comunidade de leitores é o horizonte que vislumbramos. Depende de nós. 1 In Meu livro de folclore, Ricardo Azevedo, Editora Ática. 2 A Bíblia de Jerusalém, Gênesis, capítulo 2, versículos 9 e 10, 16 e 17. DESCRIÇÃO DO PROJETO DE LEITURA UM POUCO SOBRE O AUTOR Procuramos contextualizar o autor e sua obra no panorama da literatura brasileira para jovens e adultos. RESENHA Apresentamos uma síntese da obra para que o professor, antecipando a temática, o enredo e seu desenvolvimento, possa avaliar a pertinência da adoção, levando em conta as possibilidades e necessidades de seus alunos. COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA Apontamos alguns aspectos da obra, considerando as características do gênero a que pertence, analisando a temática, a perspectiva com que é abordada, sua organização estrutural e certos recursos expressivos empregados pelo autor. Com esses elementos, o professor irá identificar os conteúdos das diferentes áreas do conhecimento que poderão ser abordados, os temas que poderão ser discutidos e os recursos lingüísticos que poderão ser explorados para ampliar a competência leitora e escritora dos alunos. QUADRO-SÍNTESE O quadro-síntese permite uma visualização rápida de alguns dados a respeito da obra e de seu tratamento didático: a indicação do gênero, das palavras-chave, das áreas e temas transversais envolvidos nas atividades propostas; sugestão de leitor presumido para a obra em questão. 3
4 Gênero: Palavras-chave: Áreas envolvidas: Temas transversais: Público-alvo: PROPOSTAS DE ATIVIDADES a) antes da leitura Os sentidos que atribuímos ao que se lê dependem, e muito, de nossas experiências anteriores em relação à temática explorada pelo texto, bem como de nossa familiaridade com a prática leitora. As atividades sugeridas neste item favorecem a ativação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão e interpretação do escrito. Explicitação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão do texto. Antecipação de conteúdos tratados no texto a partir da observação de indicadores como título da obra ou dos capítulos, capa, ilustração, informações presentes na quarta capa, etc. Explicitação dos conteúdos da obra a partir dos indicadores observados. b) durante a leitura São apresentados alguns objetivos orientadores para a leitura, focalizando aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto pelo leitor. Leitura global do texto. Caracterização da estrutura do texto. Identificação das articulações temporais e lógicas responsáveis pela coesão textual. Apreciação de recursos expressivos empregados pelo autor. c) depois da leitura São propostas atividades para permitir melhor compreensão e interpretação da obra, indicando, quando for o caso, a pesquisa de assuntos relacionados aos conteúdos das diversas áreas curriculares, bem como a reflexão a respeito de temas que permitam a inserção do aluno no debate de questões contemporâneas. nas tramas do texto Compreensão global do texto a partir de reprodução oral ou escrita do que foi lido ou de respostas a questões formuladas pelo professor em situação de leitura compartilhada. Apreciação dos recursos expressivos empregados na obra. Identificação e avaliação dos pontos de vista sustentados pelo autor. Discussão de diferentes pontos de vista e opiniões diante de questões polêmicas. Produção de outros textos verbais ou ainda de trabalhos que contemplem as diferentes linguagens artísticas: teatro, música, artes plásticas, etc. nas telas do cinema Indicação de filmes, disponíveis em VHS ou DVD, que tenham alguma articulação com a obra analisada, tanto em relação à temática como à estrutura composicional. nas ondas do som Indicação de obras musicais que tenham alguma relação com a temática ou estrutura da obra analisada. nos enredos do real Ampliação do trabalho para a pesquisa de informações complementares numa dimensão interdisciplinar. DICAS DE LEITURA Sugestões de outros livros relacionados de alguma maneira ao que está sendo lido, estimulando o desejo de enredar-se nas veredas literárias e ler mais: do mesmo autor; sobre o mesmo assunto e gênero; leitura de desafio. Indicação de título que se imagina além do grau de autonomia do leitor virtual da obra analisada, com a finalidade de ampliar o horizonte de expectativas do aluno-leitor, encaminhando-o para a literatura adulta. 4
5 CECÍLIA MEIRELES Cânticos UM POUCO SOBRE A AUTORA Cecília Meireles nasceu no Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1901, três meses após a morte de seu pai. Antes de completar três anos de idade, perdeu sua mãe, passando então a morar com sua avó materna, única pessoa sobrevivente da família. Em 1910, concluiu o curso primário e recebeu, das mãos do inspetor de Ensino, à época o poeta Olavo Bilac, uma medalha de ouro com seu nome gravado, como prêmio pelo esforço desempenhado durante o curso. Sete anos depois, diplomou-se professora primária e passou a desenvolver intensa atividade como educadora. Estudou também línguas, canto, violino. Aos dezoito anos, lançou o livro de poemas Espectros, pelo qual recebeu elogios da crítica especializada. Em 1934, organizou a primeira biblioteca infantil do país. Em 1935, foi nomeada professora de Literatura Luso-brasileira e, depois, de Técnica e Crítica Literária na universidade do então Distrito Federal. Entre suas obras destacam-se: Poema dos poemas; Baladas para el-rei; Viagem; Vaga música; Mar absoluto e outros poemas; Doze noturnos de Holanda; Romanceiro da Incon- fidência; Romance de Santa Cecília; A rosa; Metal rosicler; Poemas escritos na Índia; Solombra; Ou isto ou aquilo; Poemas italianos; Cânticos (poesia) e Giroflê, Giroflá; Quadrante 1; Quadrante 2; Escolha o seu sonho; Vozes da cidade; O que se diz e o que se entende; Olhinhos de Gato (prosa). Cecília Meireles faleceu no dia 9 de novembro de 1964, em pleno apogeu de sua atividade literária. Recebeu, post mortem, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. RESENHA Nesses cânticos, Cecília Meireles nos revela, na melodia de seus versos, sua sabedoria, a um só tempo suave e profunda. Suas palavras, com delicadeza, permitem um olhar diferente sobre a vida: além das frustrações e da aridez do cotidiano, da dor da passagem do tempo, da necessidade premente de amor, da presença constante da morte Cecília canta a beleza da renúncia nada é realmente nosso, porque nada permanece. Renunciar às coisas, pode ser, então, uma alternativa à dor 5
6 por aquilo que perdemos se nada é nosso, nada pode ser realmente perdido. Cada poema nos desperta para o eterno que existe por trás do efêmero, para a luz que permanece a mesma, apesar da mudança das cores. Somos convidados, também, a procurar por nossa própria luz, por aquilo que em nós sobrevive às desilusões e à passagem do tempo. Cada verso nos sussurra, baixinho, a verdade daquela antiga sabedoria oriental: tudo é maya tudo é apenas ilusão. COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA Cânticos reúne vinte e seis poemas de Cecília Meireles, todos eles de caráter intimista e introspectivo, alguns com mote vinculado à eternidade e à autodescoberta. Exploram a repetição de palavras e o paralelismo sintático, recursos que conferem aos poemas suave musicalidade. A edição, ao permitir ao leitor observar os manuscritos da autora, oferece a rara oportunidade de compartilhar alguns de seus processos de produção poética, além de apreciar os delicados desenhos que vai deixando distraidamente em algumas páginas. QUADRO-SÍNTESE Gênero: poema Palavras-chave: vida, morte, autodescoberta Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, Educação Artística Tema transversal: Pluralidade cultural Público-alvo: alunos de 7 a a 8 a séries do Ensino Fundamental PROPOSTAS DE ATIVIDADES Antes da leitura 1.Procure levantar com os alunos o que eles conhecem a respeito da poesia de Cecília Meireles. 2.Peça aos alunos para folhearem o livro e observarem os manuscritos reproduzidos em fac-símile. A edição possibilita ao leitor a oportunidade rara de apreciar a caligrafia da artista, bem como alguns dos procedimentos que ela adota ao escrever. 3. Em Renúncia, poema de Cecília Meireles publicado em seu livro Viagem, há dois versos que dizem: Deixa ir a flor! deixa-a ser asa, espaço, ritmo, desenho, música absoluta Leia os versos para seus alunos e, por meio deles, comente a ilustração da capa de Cânticos. Durante a leitura 1. Peça que os alunos leiam os poemas apreciando a repetição de palavras e o paralelismo sintático na construção dos versos. 2.Sugira que reflitam a respeito da maneira com que Cecília aborda os temas da vida e da morte, dirigindo-se a um tu que se confunde com todos nós, leitores. 3. Proponha que identifiquem em quais cânticos se pode notar a presença de marcas dos processos de reelaboração próprios da escrita. Depois da leitura nas tramas do texto 1. Retome um a um os cânticos em que Cecília deixa marcas da atividade de reformulação do texto. 2.Proponha que os alunos identifiquem a opção rejeitada e a opção selecionada, e tentem parafrasear cada uma delas procurando compreender os sentidos que a poetisa recusou e os que parece ter escolhido. Exemplos: Cântico I Versão preterida: Estarás em tudo Versão selecionada: Te ponha em tudo. (substituição) Alterações de sentido: Como o olhar está em toda a parte, tu estarás em tudo, como 6
7 Deus. (recusado) Expressa o desejo de que o olhar o coloque em tudo, como Deus. (acolhido) Cântico II Versão preterida: Vê todas as existências. Versão selecionada: Em todas as existências. (substituição) Alterações de sentido: O processo de tomar conhecimento de todas as existências. (recusado) Enxergar a própria vida em todas as existências. (acolhido) Cântico IV Versão preterida: Tu que te esqueceste de ti? Versão selecionada: Tu que andas esquecido de ti? (substituição) Alterações de sentido: O processo de esquecer é apresentado como algo concluído. (recusado) O processo de esquecer é apresentado como momentâneo. (acolhido) Cântico IV Versão preterida: E então serás eterno. (verso final) Versão selecionada E então serás eterno. (isolado em uma única estrofe) Alterações de sentido: A segmentação confere destaque ao verso. Cântico VIII Versão preterida: Que era sofrer? Versão selecionada: Que era sofrer? Alterações de sentido: Sublinhado, interpretado como indicador de ênfase ao termo: uso do negrito. Cântico X Versão preterida: Versão selecionada: Com eles não poderás impedir. (acréscimo) Alterações de sentido: O verso chama atenção para os limites dos braços que não podem impedir a passagem dos outros. Cântico XIV Versão preterida: E a beleza. Versão selecionada: A beleza (omissão) Alterações de sentido: Elimina a conjunção e, mantendo-a apenas para introduzir os versos em que se antecipa a resposta a ser dada pelo tu. Cântico XIX Versão preterida: Circulaste em todas as vidas. Versão selecionada: Circulas em todas as vidas. (substituição) Alterações de sentido: Mudança no tempo em que ocorre o processo. Cântico XXII Versão preterida: Procura o mar. Versão selecionada: Faze-te à imagem do mar. (acréscimo e substituição) Alterações de sentido: Ação de dirigir-se ao mar. (recusado) Tornar-se ou converter-se à semelhança do mar. (acolhido) Cântico XXVI Versão preterida: Foi o que os teus olhos humanos. Versão selecionada: Foi o que viram os teus olhos humanos. Alterações de sentido: Acrescenta o verbo que parece ter sido esquecido. 3.Proponha a seus alunos criarem seus próprios cânticos, aproveitando como mote versos da própria Cecília. nas ondas do som Nos poemas de Cânticos, Cecília Meireles utiliza o recurso da repetição de palavras ou de estruturas sintáticas que estabelecem uma relação entre a sonoridade e o conteúdo dos poemas. Em música, há também um recurso de composição que utiliza a repetição ou a imitação de um conjunto de notas e ritmos que formam motivos ou temas musicais; eles podem ter um tamanho ou extensão de acordo com a vontade do compositor. A repetição de temas ou motivos é utilizada por excelência na fuga, gênero musical em que há necessariamente, no mínimo, duas vozes e não há um limite máximo. Esse recurso é chamado em música de polifonia (do grego polyphonia, poly = muito; phonia = voz, som). Voz aqui quer dizer especificamente uma li- 7
8 nha melódica e não a voz humana, sendo que essa linha melódica pode ser executada tanto por voz humana como pela voz de instrumentos musicais. Na fuga, um tema ou um motivo é apresentado pela primeira voz, sendo repetido, ou imitado, depois por uma segunda voz, e assim sucessivamente se houver outras vozes. Devemos lembrar que as linhas melódicas das vozes soam simultaneamente; portanto, enquanto uma voz está fazendo a imitação, as outras apresentam fragmentos livres entre as repetições. Nos Cânticos, não existe simultaneidade de vozes, os versos do poema são lidos seqüencialmente, porém o efeito sonoro causado pela repetição de palavras ou de estruturas sintáticas ecoa na memória do leitor. Cria-se assim um efeito de polifonia interna no leitor. O que em música são os fragmentos livres entre as repetições, no poema, é a variação das idéias, dos conteúdos, que se sobrepõem. O grande mestre na arte de compor fugas em toda a história da música erudita foi Johan Sebastian Bach ( ). Aprecie, com seus alunos, as seguintes obras de Bach que contêm composições do gênero fuga: O cravo bem temperado A arte da fuga nos enredos do real Além de podermos conhecer um pouco sobre os processos de escrita de Cecília Meireles, a observação dos manuscritos reproduzidos em fac-símile permite identificar palavras cuja ortografia original indica que o poema foi escrito numa época antiga. 1.Distribua cada um dos poemas a seus alunos e proponha que localizem as palavras que apresentam uma ortografia diferente da que empregamos hoje. 2.Faça uma lista das palavras encontradas, eliminando as repetições. 3. Transcreva a lista para a ortografia atual. 4.Peça que façam uma relação das mudanças que perceberam na ortografia. 5.Estimule-os a localizar, com os familiares ou em bibliotecas, obras escritas numa ortografia similar. 6.Oriente-os para pesquisar a respeito da história da ortografia, tentando levantar hipóteses sobre qual a época aproximada em que os poemas foram produzidos. Exemplos: ephemero, céo, hontens, prosegue, destróe, edades, immensas, elle, bello, soffro, cahirão, comprehenderão, rythmo. DICAS DE LEITURA da mesma autora Mar absoluto / Retrato natural Rio de Janeiro, Nova Fronteira Viagem / Vaga música Rio de Janeiro, Nova Fronteira sobre o mesmo gênero Antologia poética Frederico García Lorca, São Paulo, Martins Fontes Poesia Alberto Caieiro Fernando Pessoa, São Paulo, Companhia das Letras Melhores poemas de Murilo Mendes São Paulo, Global Temporada no inferno e Iluminações Arthur Rimbaud, São Paulo, Francisco Alves leitura de desafio Cânticos dos Cânticos é um dos livros do Antigo Testamento, famoso por sua beleza poética. Composto por Salomão, celebra o amor entre ele e Sulamites, ou, como sustentam outras leituras, representa simbolicamente o casamento místico de Jesus com sua Igreja. Vale a pena conhecer.
ÁLVARO CARDOSO GOMES Amor de verão
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries ÁLVARO CARDOSO GOMES Amor de verão PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
JOEL RUFINO DOS SANTOS O soldado que não era
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries JOEL RUFINO DOS SANTOS O soldado que não era PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
STELLA CARR Cuidado, não olhe para trás!
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries STELLA CARR Cuidado, não olhe para trás! PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
CARLOS QUEIROZ TELLES Sementes de sol
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CARLOS QUEIROZ TELLES Sementes de sol PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
O barbeiro e o judeu da prestação contra o sargento da motocicleta
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries JOEL RUFINO DOS SANTOS O barbeiro e o judeu da prestação contra o sargento da motocicleta PROJETO DE LEITURA
WALCYR CARRASCO. Os miseráveis
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO Os miseráveis de VICTOR HUGO Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores
CARLOS QUEIROZ TELLES Sonhos, grilos e paixões
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CARLOS QUEIROZ TELLES Sonhos, grilos e paixões PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
WAGNER COSTA Quando meu pai perdeu o emprego
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries WAGNER COSTA Quando meu pai perdeu o emprego PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
CECÍLIA MEIRELES Janela Mágica
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CECÍLIA MEIRELES Janela Mágica PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery Árvores
WAGNER COSTA. O segredo da amizade. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: MARILDA CASTANHA
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente WAGNER COSTA O segredo da amizade ILUSTRAÇÕES: MARILDA CASTANHA PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona O segredo da amizade WAGNER COSTA
A tábua de esmeraldas
A tábua de esmeraldas LENDAS E MITOS DOS ANTIGOS MESTRES ALQUIMISTAS Adaptação HELOISA PRIETO Apresentação RAISSA PALA VERAS Coordenação PAULO BLOISE PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega
GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
UFRN-CCHLA-DELET Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) Orientadora: Dra. Maria da Penha Casado Alves GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Bolsistas:
ÍNDIGO A maldição da moleira
VEREDAS Leitor fluente 6 o e 7 o anos ÍNDIGO A maldição da moleira Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores
Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo
Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão
PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE LIVRO VIAJANTE
PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE LIVRO VIAJANTE "Viajar pela leitura sem rumo sem direção só para viver aventura que é ter um livro nas mãos" 1. 1. APRESENTAÇÃO O Projeto de Incentivo
LUZ DA LUA ANTOLOGIA POÉTICA DE HENRIQUETA LISBOA. Organizador BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries LUZ DA LUA ANTOLOGIA POÉTICA DE HENRIQUETA LISBOA Organizador BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS PROJETO DE LEITURA
ILKA BRUNHILDE LAURITO Brincando de amor
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries ILKA BRUNHILDE LAURITO Brincando de amor PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
As estrelas são bastante inspiradoras... Confira os assuntos tratados na revista:
As estrelas são bastante inspiradoras... Confira os assuntos tratados na revista: Natal Extraterrestres Signos Super Mário Galaxy Signos Star Wars Dicas de fim de ano Feliz ano novo, adeus ano velho TOTAL
FANNY ABRAMOVICH Bateu bobeira e outros babados
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries FANNY ABRAMOVICH Bateu bobeira e outros babados PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
Bibliografia Consultada.
ATIVIDADE INTERMEDIÁRIA PARFOR LETRAS PROFESSORA TÂNIA SARMENTO-PANTOJA DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA MODERNA PERÍODO: 17 A 23 DE JANEIRO LOCAL: REDENÇÃO DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE: A atividade vale 10,
CONTEÚDOS DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA
CRISTINA AGOSTINHO Pai sem terno e gravata
Leitor fluente 6 o e 7 o anos VEREDAS CRISTINA AGOSTINHO Pai sem terno e gravata Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
PEDRO BANDEIRA. Anjo da Morte. Leitor fluente 6 o e 7 o anos. Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
PEDRO BANDEIRA Anjo da Morte Leitor fluente 6 o e 7 o anos Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que é,
WALCYR CARRASCO. Dom Quixote
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO Dom Quixote de MIGUEL DE CERVANTES Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
GISELDA LAPORTA NICOLELIS Rumo à liberdade
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GISELDA LAPORTA NICOLELIS Rumo à liberdade PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
Currículo Referência em Artes Visuais
Currículo Referência em Artes Visuais Bimestre Objetivos 6º ANO- ENSINO FUNDAMENTAL Conteúdos Conceitos Modalidades Expectativas Sugestão de Atividades em diferentes Modalidades 1º Bimestre Ressignificar
PEDRO BANDEIRA O medo e a ternura
PEDRO BANDEIRA O medo e a ternura Leitor crítico 8 o e 9 o anos Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
Agrupamento de Escolas Ribeiro de Carvalho. EB1 nº 1 do Cacém. Observa atentamente a capa do livro e responde às seguintes questões:
ANEXOS ANEXO I ii Agrupamento de Escolas Ribeiro de Carvalho EB1 nº 1 do Cacém Nome: Data: / / ANEXO II Observa atentamente a capa do livro e responde às seguintes questões: 1. O que te sugere o título
Artes Visuais. Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC. 12 e 13 de Maio
Artes Visuais Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC 12 e 13 de Maio Temas propostos para discussão O que é Arte? A arte e a educação. O que são Artes Visuais?
MÉTODOS DE ESTUDOS BÍBLICOS
IGREJA BATISTA CIDADE UNIVERSITÁRIA MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO CRISTÃ NÚCLEO DE ENSINO BÁSICO MÉTODOS DE ESTUDOS BÍBLICOS ABDÊNAGO LISBOA JUNIOR MARCELO FELTRIM HENRIQUE BLANDY 2 SUMÁRIO LIÇÃO ASSUNTO PÁGINA
LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1
1 LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1 TARCÍSIO GOMES DA SILVA E DIVANEIDE FERREIRA DA SILVA INTRODUÇÃO O
MARIO QUINTANA Nariz de vidro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries MARIO QUINTANA Nariz de vidro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores
ill 7 a IS d e novem b:
ill 7 a IS d e novem b: Æ e 2001 OBRAS Criança, meu amor, 1923 / Nunca mais..., 1923 ía dos Poemas, 1923 / Baladas para El- Rei, 1925 /O Espírito Vitorioso, 1935 / Viagem, 39 / Vaga Música, 1942 / Poetas
ULISSES TAVARES Caindo na real
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries ULISSES TAVARES Caindo na real PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração: Maria José Nóbrega Árvores e tempo de
GANYMÉDES JOSÉ Um girassol na janela
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GANYMÉDES JOSÉ Um girassol na janela PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores
DOMINGOS PELLEGRINI O dia em que choveu cinza
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries DOMINGOS PELLEGRINI O dia em que choveu cinza PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS 01. O que são os Parâmetros Curriculares Nacionais? (A) Um documento com leis educacionais. (B) Um livro didático para ser aplicado em sala. (C) Um referencial para
WAGNER COSTA Quando meu pai perdeu o emprego
VEREDAS Leitor fluente 6 o e 7 o anos WAGNER COSTA Quando meu pai perdeu o emprego Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
ARTES - 1º AO 5º ANO
1 Ano Artes Visuais 1 Bimestre O fazer artístico do aluno desenho, pintura, dobradura, colagem e modelagem. Competências/Habilidades Reconhecimento e utilização dos elementos da linguagem visual; Música
Gêneros textuais no ciclo de alfabetização
Gêneros textuais no ciclo de alfabetização Maria José Francisco de Souza NEPEL/FaE/UEMG [email protected] Objetivos Subsidiar o trabalho com gêneros textuais em salas de alfabetização; refletir
GISELDA LAPORTA NICOLELIS Um sinal de esperança
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GISELDA LAPORTA NICOLELIS Um sinal de esperança PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA ATIVIDADES COMPLEMENTARES TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA EM
Aula 7 Projeto integrador e laboratório.
Projeto integrador e laboratório Conteúdos da aula 2. Laboratório 2 O Projeto integrador: uma forma de evidenciar o saber Ao ingressar no ensino técnico, os alunos se deparam com a questão da formatação
A droga da amizade PEDRO BANDEIRA. Leitor fl uente (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental)
PEDRO BANDEIRA A droga da amizade Leitor fl uente (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental) PROJETO DE LEITURA Elaboração: Luísa Nóbrega Coordenação: Maria José Nóbrega Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PERÍODO INICIAL - LÍNGUA PORTUGUESA
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PERÍODO INICIAL - LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES Apropriação da língua escrita como meio de expressão, interação e comunicação. Uso social da escrita Relação
IVAN JAF Beijo na boca
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries IVAN JAF Beijo na boca PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores e tempo
A leitura inspira, transforma e abre horizontes
A leitura inspira, transforma e abre horizontes A leitura é uma janela voltada para o infinito de descobertas e compreensão sobre o mundo. A formação do leitor se dá de forma contínua: a toda hora nascem
PLANEJAMENTO ANUAL 2014
PLANEJAMENTO ANUAL 2014 Disciplina: ENSINO RELIGIOSO Período: Anual Professor: MARIA LÚCIA DA SILVA Série e segmento: 7º ANO 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE * conhecer os elementos básicos que compõe
ESTRUTURA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FERNANDO ROBERTO MARTINS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA INSTITUTO DE BIOLOGIA UNICAMP MARÇO/2007
ESTRUTURA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FERNANDO ROBERTO MARTINS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA INSTITUTO DE BIOLOGIA UNICAMP MARÇO/2007 ATIVIDADES NECESSÁRIAS DA CIÊNCIA OBSERVAR DESCREVER EXPLICAR TESTAR COMUNICAR
PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA /2012
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA SUBÁREA DE GEOGRAFIA PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA /2012 Ensino
A IMAGEM COMO DOCUMENTO HISTÓRICO
Projeto Presente! Formação / História 1 A IMAGEM COMO DOCUMENTO HISTÓRICO Texto 1 Cássia Marconi Ricardo Dreguer Os documentos são fundamentais como fontes de informações a serem interpretadas, analisadas
Gêneros Textuais: conto e publicidade institucional impressa e folheto de divulgação. Escrita Contos e Minicontos Folheto de divulgação (Fôlder)
COLÉGIO ESTADUAL IRMÃO GERMANO RHODEN PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2014 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA PROFESSORA: ZENAIDE GOMES BILHAR 1º Bimestre Criar hipóteses interpretativas
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO. Número de aulas semanais 1ª 2. Apresentação da Disciplina
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Série Número de aulas semanais 1ª 2 Apresentação da Disciplina Uma das principais características que distinguem o ser humano das outras espécies animais é a sua capacidade
CÉSAR OBEID Minhas rimas de cordel
VEREDAS Leitor fluente 4 o ao 7 o anos CÉSAR OBEID Minhas rimas de cordel Leitor fluente 4 o ao 7 o ano do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Gestão de Recursos Humanos 3ª Série Relações Sindicais e Negociações Trabalhistas A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem
3º ANO Ensino Médio LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
3º ANO Ensino Médio LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Ano 2016 REDAÇÃO - MINI APOSTILA - LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS e REDAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1 - Domínio da norma padrão da língua
UFRN PIBID Subprojeto PIBID-Pedagogia DINÂMICAS
S CAIXA DOS CONTOS Construindo um texto coletivo... Em uma caixa fechada são colocados vários objetos de modo que contemple o número de alunos da sala de aula. Os objetos devem ser retirados, de modo aleatório,
Programa Competências Transversais
Programa Competências Transversais o Consumo Consciente de Energia o Desenho Arquitetônico o Educação Ambiental o Empreendedorismo o Fundamentos de Logística o Finanças Pessoais o Legislação Trabalhista
ORIENTAÇÕES TRABALHO EM EQUIPE. Trabalho em Equipe. Negociação
2015 Trabalho em Equipe Negociação Caros alunos, A seguir colocamos as orientações para a realização do trabalho em equipe. Trabalho em Equipe O trabalho em equipe é uma atividade que deverá ser desenvolvida
TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM.
TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. Palavras-chave: física moderna, ambiente virtual de aprendizagem, design instrucional,
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos Organizadoras: Francisca Izabel Pereira Maciel Mônica Correia Baptista Sara Mourão Monteiro Estrutura da exposição 1. O contexto
Cara Professora, Caro Professor,
Cara Professora, Caro Professor, Convidamos você e seus alunos a conhecerem uma história forte e comovente: Meu nome é fogo, do escritor mineiro Hugo Almeida. Através de uma narrativa ágil e com uma linguagem
Levantamento Documental e Análise Histórica e Artística do Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea de Jataí.
Levantamento Documental e Análise Histórica e Artística do Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea de Jataí. Flávio Ferreira Moraes Orientadora: Cleusa Gomes. Em 1995 houve a fundação do Museu
CARLOS QUEIROZ TELLES A cama que sonhava
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CARLOS QUEIROZ TELLES A cama que sonhava PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona,
PEDRO BANDEIRA. A droga do amor. Leitor fluente 6 o e 7 o anos. Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
PEDRO BANDEIRA A droga do amor Leitor fluente 6 o e 7 o anos Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
marcia kupstas O primeiro beijo
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries marcia kupstas O primeiro beijo Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores
ÁLVARO CARDOSO GOMES A casa do terror
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries ÁLVARO CARDOSO GOMES A casa do terror PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
QUESTÃO 1. 1.a Certificação de Habilidade Específica de 2012 Prova de Habilidades Específicas Artes Plásticas (Bacharelado e Licenciatura)
QUESTÃO 1 Nicolas Poussin. Echo e Narciso. 1628-30, 74 cm 100 cm, óleo sobre tela, Louvre, Paris. Michelangelo Caravaggio. Narciso. 1598-99, óleo sobre tela, 110 cm 92 cm, Galleria Nazionale d'arte Antica,
Poesia romântica brasileira
Antologia de poesias Poesia romântica brasileira Organização e apresentação de Marisa Lajolo Projeto de Leitura Douglas Tufano Maria José Nóbrega Leituras da vida Douglas Tufano O homem não encontra sua
Ler, interpretar e resolver problemas
Ler, interpretar e resolver problemas Dentre as várias atividades propostas nas aulas de Matemática, uma, em especial, é anunciada por professores como indicação de bons resultados ou como preocupação
GANYMÉDES JOSÉ A ladeira da saudade
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GANYMÉDES JOSÉ A ladeira da saudade PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona,
MÚSICA PROVA DE PERCEPÇÃO MUSICAL. 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS COLE AQUI A ETIQUETA
MÚSICA 2 a Etapa PROVA DE PERCEPÇÃO MUSICAL SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1- A Prova de Percepção Musical na 2 a Etapa é constituída de duas partes: uma escrita
Prática Pedagógica Matemática
Prática Pedagógica Matemática Recomendada para o Ensino Fundamental Ciclo II (7 a e 8 a séries) Tempo previsto: 4 aulas Elaboração: Equipe Técnica da CENP Apresentamos, a seguir, sugestões de situações
Normas para a elaboração de um relatório. para a disciplina de projecto integrado. 3.º ano 2.º semestre. Abril de 2004
Normas para a elaboração de um relatório para a disciplina de projecto integrado 3.º ano 2.º semestre Abril de 2004 Instituto Superior de Tecnologias Avançadas Índice Introdução...3 O que é um relatório...3
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria. Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance,
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance, passa a ter maior interesse e, a partir dos anos 60, passa a dominar
nós na sala de aula - módulo: inglês 1º ao 3º ano - unidade 3
Com o objetivo de praticar o vocabulário sobre as relações familiares e de permitir que os alunos usem sua criatividade, vamos propor que eles montem uma Family Tree do seu avatar (criado da unidade 1).
ALFABETIZAÇÃO. Joselaine S. de Castro
ALFABETIZAÇÃO Joselaine S. de Castro Pressuposto n Preciso conhecer/compreender o fenômeno para poder intervir eficazmente nele. LINGUAGEM Quatro habilidades: Ouvir Falar Ler Escrever n Recebemos: Ouvir
REALIZAÇÃO DO TRABALHO
PROJETO DE LEITURA Não basta ter uma biblioteca para a formação de uma comunidade leitora. É preciso, sobretudo, um plano de ação que se preocupe com as práticas de incentivo à leitura. Nós criamos estratégias
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA Nome: Nº 1 a. Série Data: / /2015 Professores: Fernando, Roberto Nota: (valor: 1,0) Introdução Caro aluno. 3º bimestre Neste semestre, você obteve média inferior a
- o cachorro de Davi e o gato de Charles têm o nome do dono do gato chamado Charles.
Alberto,, Charles e Davi são amigos, e cada um deles é dono de um gato e de um cachorro. O gato e o cachorro de cada um dos quatro amigos têm nomes distintos e escolhidos dentre os nomes dos três amigos
GANYMÉDES JOSÉ Um girassol na janela
VEREDAS Leitor fluente - 6 o e 7 o anos GANYMÉDES JOSÉ Um girassol na janela Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
Novo Programa de Matemática do Ensino Básico 3º ANO
Novo Programa de Matemática do Ensino Básico 3º ANO Tema: Geometria Tópico: Orientação Espacial Posição e localização Mapas, plantas e maquetas Propósito principal de ensino: Desenvolver nos alunos o sentido
AÇÃO: REVISITANDO OS GÊNEROS NARRATIVOS A PARTIR DE PRÁTICAS TEATRAIS
(TURMAS DE 1º E 3º anos/ Duração: 04 aulas) CONTEÚDO: GÊNERO PORTFÓLIO DE REGISTRO DE APRENDIZAGEM Depreender o gênero portfólio de registros de aprendizagem, incluindo seus aspectos funcionais, composicionais
NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE O TEXTO E SUAS PROPRIEDADES. Angela Jamal. agosto/2013
NOÇÕES PRELIMINARES SOBRE O TEXTO E SUAS PROPRIEDADES Angela Jamal agosto/2013 Recorremos a um texto, quando temos alguma pretensão comunicativa e a queremos expressar (...) dessa forma, todo texto é a
LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA OFICINA PADRÃO (40H) DE ORIENTAÇÃO PARA O USO CRÍTICO (PORTUGUÊS E MATEMÁTICA)
O LIVRO DIDÁTICO NA SALA DE AULA DO ENSINO FUNDAMENTAL: 5ª A 8ª SÉRIES CLEITON BATISTA DE VASCONCELOS 2 LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA: ESCOLHA E MODOS DE USAR (PNLD EM AÇÃO) LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA
Compreendendo a notícia e a reportagem
A leitura, para ser considerada como tal, precisa ser compreendida. Não basta decodificar as palavras sem entender o que elas querem dizer. Para existir compreensão de um texto no seu todo, é preciso que
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR 1º PERÍODO Lamego, 14 de janeiro de 2013 INTRODUÇÃO Para uma eficaz monitorização das competências esperadas para cada criança, no final
Plano de Aula Integrado com Hipermídia
Plano de Aula Integrado com Hipermídia Sumário Estrutura Curricular Dados da Aula Duração das atividades Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Estratégias e recursos da aula Recursos
JÚLIO JOSÉ CHIAVENATO Doce Manuela
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries JÚLIO JOSÉ CHIAVENATO Doce Manuela PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
GEOGRAFIA. PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar.
GEOGRAFIA { PRINCIPAIS CONCEITOS: espaço geográfico, território, paisagem e lugar. A importância dos conceitos da geografia para a aprendizagem de conteúdos geográficos escolares Os conceitos são fundamentais
VALDECK DE GARANHUNS
Mitos e lendas brasileiros em prosa e verso recontados por VALDECK DE GARANHUNS PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA
ISABEL VIEIRA Príncipe de Astúrias o Titanic brasileiro
VEREDAS Leitor fluente 8 o e 9 o anos ISABEL VIEIRA Príncipe de Astúrias o Titanic brasileiro Leitor fluente 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
INGLÊS PROVA ESCRITA. 1. Introdução. 2. Objeto de avaliação. A) Competências COLÉGIO LICEAL DE SANTA MARIA DE LAMAS
Informação - Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Básico de COLÉGIO LICEAL DE SANTA MARIA DE LAMAS Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Básico de: Prova 21 1ª Fase 2013 9º Ano
:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::
Page 1 of 5 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Linguagem Verbal Escrita e Linguagem Escrita Plano de trabalho Nomes próprios Introdução Por que trabalhar com os nomes próprios? As crianças
O PLANEJAMENTO DOS TEMAS DE GEOGRAFIA NA ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA
O PLANEJAMENTO DOS TEMAS DE GEOGRAFIA NA ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Aula 9 META Apresentar as diferentes possibilidades de trabalhar os temas da geografia na realidade local. OBJETIVOS Ao fi nal
Orientações gerais. Apresentação
Apresentação O professor no Ensino Fundamental anos iniciais é um profissional polivalente e portanto seu campo de atuação é amplo. Seu dever é aproximar o aluno das quatro áreas do conhecimento: Linguagem
Texto 3: ESQUEMA, RESUMO, RESENHA e FICHAMENTO.
Texto 3: ESQUEMA, RESUMO, RESENHA e FICHAMENTO. lesquemas lfichamentos lresumos lresenhas Críticas ESQUEMAS l O esquema é um registro gráfico (bastante visual) dos pontos principais de um determinado conteúdo.
