JÚLIO JOSÉ CHIAVENATO Doce Manuela
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- João Vítor Filipe Ximenes
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1 Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries JÚLIO JOSÉ CHIAVENATO Doce Manuela PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
2 Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que é, Uma árvore bem frondosa Doze galhos, simplesmente Cada galho, trinta frutas Com vinte e quatro sementes? 1 Enigmas e adivinhas convidam à decifração: trouxeste a chave?. Encaremos o desafio: trata-se de uma árvore bem frondosa, que tem doze galhos, que têm trinta frutas, que têm vinte e quatro sementes: cada verso introduz uma nova informação que se encaixa na anterior. Quantos galhos tem a árvore frondosa? Quantas frutas tem cada galho? Quantas sementes tem cada fruta? A resposta a cada uma dessas questões não revela o enigma. Se for familiarizado com charadas, o leitor sabe que nem sempre uma árvore é uma árvore, um galho é um galho, uma fruta é uma fruta, uma semente é uma semente Traiçoeira, a árvore frondosa agita seus galhos, entorpece-nos com o aroma das frutas, intriga-nos com as possibilidades ocultas nas sementes. O que é, o que é? Apegar-se apenas às palavras, às vezes, é deixar escapar o sentido que se insinua nas ramagens, mas que não está ali. Que árvore é essa? Símbolo da vida, ao mesmo tempo que se alonga num percurso vertical rumo ao céu, mergulha suas raízes na terra. Cíclica, despe-se das folhas, abre-se em flores, que escondem frutos, que protegem sementes, que ocultam coisas futuras. Decifra-me ou te devoro. Qual a resposta? Vamos a ela: os anos, que se desdobram em meses, que se aceleram em dias, que escorrem em horas. Alegórica árvore do tempo A adivinha que lemos, como todo e qualquer texto, inscreve-se, necessariamente, em um gênero socialmente construído e tem, portanto, uma relação com a exterioridade que determina as leituras possíveis. O espaço da interpretação é regulado tanto pela organização do próprio texto quanto pela memória interdiscursiva, que é social, histórica e cultural. Em lugar de pensar que a cada texto corresponde uma única leitura, é preferível pensar que há tensão entre uma leitura unívoca e outra dialógica. Um texto sempre se relaciona com outros produzidos antes ou depois dele: não há como ler fora de uma perspectiva interdiscursiva. Retornemos à sombra da frondosa árvore a árvore do tempo e contemplemos outras árvores: Deus fez crescer do solo toda espécie de árvores formosas de ver e boas de comer, e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. ( ) E Deus deu ao homem este mandamento: Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres terás de morrer. 2 Ah, essas árvores e esses frutos, o desejo de conhecer, tão caro ao ser humano 2
3 Há o tempo das escrituras e o tempo da memória, e a leitura está no meio, no intervalo, no diálogo. Prática enraizada na experiência humana com a linguagem, a leitura é uma arte a ser compartilhada. A compreensão de um texto resulta do resgate de muitos outros discursos por meio da memória. É preciso que os acontecimentos ou os saberes saiam do limbo e interajam com as palavras. Mas a memória não funciona como o disco rígido de um computador em que se salvam arquivos; é um espaço movediço, cheio de conflitos e deslocamentos. Empregar estratégias de leitura e descobrir quais são as mais adequadas para uma determinada situação constituem um processo que, inicialmente, se produz como atividade externa. Depois, no plano das relações interpessoais e, progressivamente, como resultado de uma série de experiências, se transforma em um processo interno. Somente com uma rica convivência com objetos culturais em ações socioculturalmente determinadas e abertas à multiplicidade dos modos de ler, presentes nas diversas situações comunicativas é que a leitura se converte em uma experiência significativa para os alunos. Porque ser leitor é inscrever-se em uma comunidade de leitores que discute os textos lidos, troca impressões e apresenta sugestões para novas leituras. Trilhar novas veredas é o desafio; transformar a escola numa comunidade de leitores é o horizonte que vislumbramos. Depende de nós. 1 In Meu livro de folclore, Ricardo Azevedo, Editora Ática. 2 A Bíblia de Jerusalém, Gênesis, capítulo 2, versículos 9 e 10, 16 e 17. DESCRIÇÃO DO PROJETO DE LEITURA UM POUCO SOBRE O AUTOR Procuramos contextualizar o autor e sua obra no panorama da literatura brasileira para jovens e adultos. RESENHA Apresentamos uma síntese da obra para que o professor, antecipando a temática, o enredo e seu desenvolvimento, possa avaliar a pertinência da adoção, levando em conta as possibilidades e necessidades de seus alunos. COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA Apontamos alguns aspectos da obra, considerando as características do gênero a que pertence, analisando a temática, a perspectiva com que é abordada, sua organização estrutural e certos recursos expressivos empregados pelo autor. Com esses elementos, o professor irá identificar os conteúdos das diferentes áreas do conhecimento que poderão ser abordados, os temas que poderão ser discutidos e os recursos lingüísticos que poderão ser explorados para ampliar a competência leitora e escritora dos alunos. QUADRO-SÍNTESE O quadro-síntese permite uma visualização rápida de alguns dados a respeito da obra e de seu tratamento didático: a indicação do gênero, das palavras-chave, das áreas e temas transversais envolvidos nas atividades propostas; sugestão de leitor presumido para a obra em questão. 3
4 Gênero: Palavras-chave: Áreas envolvidas: Temas transversais: Público-alvo: PROPOSTAS DE ATIVIDADES a) antes da leitura Os sentidos que atribuímos ao que se lê dependem, e muito, de nossas experiências anteriores em relação à temática explorada pelo texto, bem como de nossa familiaridade com a prática leitora. As atividades sugeridas neste item favorecem a ativação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão e interpretação do escrito. Explicitação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão do texto. Antecipação de conteúdos tratados no texto a partir da observação de indicadores como título da obra ou dos capítulos, capa, ilustração, informações presentes na quarta capa, etc. Explicitação dos conteúdos da obra a partir dos indicadores observados. b) durante a leitura São apresentados alguns objetivos orientadores para a leitura, focalizando aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto pelo leitor. Leitura global do texto. Caracterização da estrutura do texto. Identificação das articulações temporais e lógicas responsáveis pela coesão textual. Apreciação de recursos expressivos empregados pelo autor. c) depois da leitura São propostas atividades para permitir melhor compreensão e interpretação da obra, indicando, quando for o caso, a pesquisa de assuntos relacionados aos conteúdos das diversas áreas curriculares, bem como a reflexão a respeito de temas que permitam a inserção do aluno no debate de questões contemporâneas. nas tramas do texto Compreensão global do texto a partir de reprodução oral ou escrita do que foi lido ou de respostas a questões formuladas pelo professor em situação de leitura compartilhada. Apreciação dos recursos expressivos empregados na obra. Identificação e avaliação dos pontos de vista sustentados pelo autor. Discussão de diferentes pontos de vista e opiniões diante de questões polêmicas. Produção de outros textos verbais ou ainda de trabalhos que contemplem as diferentes linguagens artísticas: teatro, música, artes plásticas, etc. nas telas do cinema Indicação de filmes, disponíveis em VHS ou DVD, que tenham alguma articulação com a obra analisada, tanto em relação à temática como à estrutura composicional. nas ondas do som Indicação de obras musicais que tenham alguma relação com a temática ou estrutura da obra analisada. nos enredos do real Ampliação do trabalho para a pesquisa de informações complementares numa dimensão interdisciplinar. DICAS DE LEITURA Sugestões de outros livros relacionados de alguma maneira ao que está sendo lido, estimulando o desejo de enredar-se nas veredas literárias e ler mais: do mesmo autor; sobre o mesmo assunto e gênero; leitura de desafio. Indicação de título que se imagina além do grau de autonomia do leitor virtual da obra analisada, com a finalidade de ampliar o horizonte de expectativas do aluno-leitor, encaminhando-o para a literatura adulta. 4
5 JÚLIO JOSÉ CHIAVENATO Doce Manuela UM POUCO SOBRE O AUTOR Júlio José Chiavenato nasceu em Pitangueiras, cidade do interior de São Paulo, em 3 de janeiro de Infância pobre, grupo escolar, trabalho desde cedo, ginásio e colegial. Faltou dinheiro para fazer curso superior. Tem formação autodidata e, durante vinte anos, trabalhou em jornais da região de Ribeirão Preto. Conheceu boa parte da América Latina de motocicleta. É autor muito requisitado para dar palestras sobre os temas que aborda em seus livros. Pela Editora Moderna é autor de: Ética globalizada & sociedade de consumo; Genocídio americano A Guerra do Paraguai; O Golpe de 64 e a ditadura militar; As lutas do povo brasileiro Do descobrimento a Canudos; A morte Uma abordagem sociocultural; O negro no Brasil Da senzala à abolição; Violência no campo O latifúndio e a reforma agrária. RESENHA Manuela é uma menina negra e órfã, que mora com a avó e o irmão pequeno. Ela é quem sustenta a casa catando sucata e papel velho nas ruas. A duras penas e com muito esforço, cursa o segundo grau numa escola em que a maioria é de brancos e ricos. É ótima aluna, adora a professora de Português, contesta mas admira o professor Turco, de Matemática, e é admirada pelo professor de Educação Física, pois para ele ela é a alma do time de vôlei. Um dia, ao catar latas velhas, é presa como assaltante. Levada à cadeia, nem consegue se defender, de tão assustada. O caso vai parar no rádio, através de um programa sensacionalista. Professores e amigos conseguem a sua liberdade, porém Manuela está tão envergonhada que pensa em desistir da escola. Deixa o time de vôlei e se entrega à desesperança. Uma amiga tenta convencê-la a voltar, ainda mais que o time 5
6 da escola está às portas do campeonato, mas é um velho, Tavico, quem insistirá junto às autoridades e aos jornalistas para conseguir a total reabilitação da menina. Sua persistência e a força que lhe dá Nicolau, um menino por quem ela se enamora, demovem enfim Manuela, que volta ao time na última hora e é reintegrada à escola, com dignidade. COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA O livro retrata com bastante vivacidade o cotidiano de uma escola, com suas aulas e professores tão diversos uns dos outros e também o cotidiano de uma garota que vive do duro trabalho nas ruas. É um convite para uma reflexão contra os preconceitos e uma oportunidade de explorar alguns temas paralelos, como o sensacionalismo de certos programas, a corrupção de políticos, a vaidade das pessoas. Os diálogos inteligentes são marcados por referências a obras e artistas famosos, dando ensejo a outras pesquisas que poderão despertar bastante interesse. QUADRO- SÍNTESE Gênero: novela Palavras-chave: preconceito racial e social, discriminação, pobreza, ambiente escolar Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, História, Geografia Temas transversais: Ética, Pluralidade cultural, Trabalho e Consumo Público-alvo: alunos da 7 a e 8 a séries do Ensino Fundamental PROPOSTAS DE ATIVIDADES Antes da leitura 1. Analise com os alunos a capa de Doce Manuela, criada por Postacchini. Nela observa-se a imagem de uma jogadora negra que se lança vigorosa na bola ou a imagem de uma mulher negra que se lança livre no espaço? Explore os sentidos que a imagem possa conotar. 2. Quem é ela? Manuela? Relacione a ilustração ao título procurando, inicialmente, explorar a imagem da mulher negra da capa como provável representação da personagem Manuela. Como deve ser ela? Depois detenha-se no adjetivo "doce". Como a imagem representa a doçura? 3. Leia o texto da quarta capa e relacioneo aos elementos levantados na discussão sobre a capa e o título. 4. Investigue o que os alunos conhecem sobre o cotidiano de uma criança que trabalhe nas ruas, em subempregos, como os catadores de sucata. Verifique se associam essas crianças à delinqüência. Problematize as afirmações que sinalizarem preconceito social. 5. Leia para eles a primeira frase do livro. Verifique se eles perceberam a referência a Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado. Discorra um pouco sobre essa obra e sobre o estereótipo da mulata brasileira, do qual Manuela difere totalmente. Durante a leitura 1. Muitos dos preconceitos apontados na narrativa vivem até despercebidamente do nosso lado ou em nós mesmos. Peça que leiam observando essas pequenas denúncias de preconceito e prestando atenção aos 6
7 momentos em que nos sentimos identificados com os comentários ou pensamentos das personagens. 2. Peça que anotem as referências a obras literárias e autores feitas no curso da narrativa, para um trabalho posterior. Depois da leitura nas tramas do texto 1. A título de reflexão, peça que escrevam numa folha o dia-a-dia de cada um, a partir do momento em que deixam a escola, depois das aulas, e comparem com o cotidiano de Manuela, descrito logo no início do livro. 2. No fim do primeiro capítulo, Manuela abre seu diário e escreve por vinte minutos. Proponha que cada um escreva essa página de diário, imaginando o que ela teria escrito. 3. Seu Tavico pensava: No meu tempo era uma miséria desgraçada, pior ainda. Preto nunca foi gente neste país; no meu tempo era bicho. (...) Esse mundo não muda. Ou muda? Peça que os alunos comentem essas idéias, dando a sua opinião. O mundo mudou? Havia mais preconceitos antigamente? A situação dos negros melhorou? 4. Comentem a respeito do programa de rádio sensacionalista. O fato narrado no livro é pura ficção fantasiosa ou ilustra um fato absolutamente possível hoje? Tracem um paralelo com outros programas famosos, do mesmo nível. Ponha em discussão a frase do professor Turco sobre eles: O que eles falam é lei. Preciso analisar melhor: eles refletem a moral do povo ignorante ou constroem essa moral? nas telas do cinema Homens de honra conta a história verídica do primeiro oficial naval negro dos Estados Unidos. São de arrepiar de indignação os preconceitos que ele tem que enfrentar, e de admirar a sua coragem e persistência. Com Robert de Niro e Cuba Gooding, dirigido por George Tillman e distribuído pela Fox. nos enredos do real 1. Na esteira da polêmica sobre o racismo, levantada pela história de Manuela, organize um seminário para uma ampla discussão sobre o assunto. Incumba um grupo de alunos de pesquisar as origens do preconceito racial no País, outro grupo de pesquisar os movimentos e leis anti-racismo, outro de trazer artigos publicados em revistas que possam alimentar uma discussão sobre o assunto. Consulte alguns sites como: Promova uma pesquisa para conhecer mais profundamente as desigualdades sociais entre negros e brancos levantando, no site os dados da macrorregião do Brasil em que a escola está localizada: percentual de população branca, parda e negra; rendimento médio mensal; expectativa de vida ao nascer; percentual de população entre 7 e 14 anos que freqüenta a escola; percentual de domicílios por condição de saneamento e luz elétrica. 3. Amplie o debate e discuta a respeito do sistema de cotas para negros nas universidades públicas e nas contratações no funcionalismo público, como forma de corrigir o peso das desigualdades sociais herdadas do regime de escravidão. 4. A professora de Português de Manuela diz que a guerra gosta de matar poetas e cita, entre eles, Apollinaire e Lorca. Verifique 7
8 se os alunos sabem quem foram eles. Leve para a classe alguns de seus poemas. Estenda o assunto, encomendando uma pesquisa sobre a relação entre artistas e a guerra, ou entre artistas e as causas sociais e políticas, em geral. Assunto é o que não faltará! 5. Explore as outras referências a autores levantadas durante a leitura. Se forem autores pouco conhecidos, mais uma razão para saber de quem se trata, que outros textos se podem encontrar traduzidos, etc. DICAS DE LEITURA do mesmo autor A morte Uma abordagem sociocultural São Paulo, Moderna As lutas do povo brasileiro Do descobrimento a Canudos São Paulo, Moderna O negro no Brasil Da senzala à abolição São Paulo, Moderna sobre o mesmo gênero ou assunto Irmão negro Walcyr Carrasco, São Paulo, Moderna Pretinha, eu? Júlio Emílio Braz, São Paulo, Scipione leitura de desafio Quarto de despejo, de Carolina M. de Jesus, São Paulo, Ática. O duro cotidiano dos favelados ganha uma dimensão universal na linguagem simples do diário de uma catadora de lixo.
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JÚLIO EMÍLIO BRAZ Crianças na escuridão
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries JÚLIO EMÍLIO BRAZ Crianças na escuridão PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
LUZ DA LUA ANTOLOGIA POÉTICA DE HENRIQUETA LISBOA. Organizador BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries LUZ DA LUA ANTOLOGIA POÉTICA DE HENRIQUETA LISBOA Organizador BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS PROJETO DE LEITURA
DOMINGOS PELLEGRINI A revolução dos cães
VEREDAS Leitor crítico 8 o e 9 o anos DOMINGOS PELLEGRINI A revolução dos cães Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
MARIO QUINTANA Nariz de vidro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries MARIO QUINTANA Nariz de vidro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores
ULISSES TAVARES Caindo na real
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries ULISSES TAVARES Caindo na real PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração: Maria José Nóbrega Árvores e tempo de
EVA FURNARI, PEDRO BANDEIRA, RUTH ROCHA E WALCYR CARRASCO. 4 Vidas entre linhas e traços
EVA FURNARI, PEDRO BANDEIRA, RUTH ROCHA E WALCYR CARRASCO 4 Vidas entre linhas e traços Leitor fluente (6º e 7º anos do Ensino Fundamental) e Leitor crítico (8º e 9º anos do Ensino Fundamental). PROJETO
PEDRO BANDEIRA. Droga de americana! Leitor fluente 6 o e 7 o anos. Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
PEDRO BANDEIRA Droga de americana! Leitor fluente 6 o e 7 o anos Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
GISELDA LAPORTA NICOLELIS De volta à vida
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GISELDA LAPORTA NICOLELIS De volta à vida PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela
Leitor fluente 6 o e 7 o anos VEREDAS LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
VINÍCIUS CALDEVILLA Além da floresta mágica
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries VINÍCIUS CALDEVILLA Além da floresta mágica PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
SÉRGIO CAPPARELLI Eu, meu avô, a pipa e a guerra dos gatos
VEREDAS Leitor crítico 8 o e 9 o anos SÉRGIO CAPPARELLI Eu, meu avô, a pipa e a guerra dos gatos Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima Leitor fluente 6 o ao 9 o ano Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
CÉSAR OBEID Minhas rimas de cordel
VEREDAS Leitor fluente 4 o ao 7 o anos CÉSAR OBEID Minhas rimas de cordel Leitor fluente 4 o ao 7 o ano do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
STANISLAW PONTE PRETA Dois amigos e um chato
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries STANISLAW PONTE PRETA Dois amigos e um chato PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
WALCYR CARRASCO Irmão negro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries WALCYR CARRASCO Irmão negro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery e Maria
IVAN JAF Boca a boca
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries IVAN JAF Boca a boca PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery Árvores e tempo
WALCYR CARRASCO Histórias para a sala de aula
WALCYR CARRASCO Histórias para a sala de aula Crônicas do cotidiano Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental e Ensino Médio PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
RICARDO AZEVEDO O motoqueiro que virou bicho
VEREDAS Leitor crítico 8 o e 9 o anos RICARDO AZEVEDO O motoqueiro que virou bicho Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
CECÍLIA MEIRELES Janela Mágica
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CECÍLIA MEIRELES Janela Mágica PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery Árvores
WALCYR CARRASCO. A megera domada
Tradução e adaptação WALCYR CARRASCO A megera domada de WILLIAM SHAKESPEARE Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental e Ensino Médio PROJETO DE LEITURA Elaboração: Luísa Nóbrega Coordenação:
ricardo azevedo O chute que a bola levou
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 8 o e 9 o anos Leitor fluente 6 o e 7 o anos ricardo azevedo O chute que a bola levou Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
GILBERTO MARTINS Cidadela de Deus A saga de Canudos
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GILBERTO MARTINS Cidadela de Deus A saga de Canudos PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
CARLOS QUEIROZ TELLES Quase Cachorro e Quase Menino
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CARLOS QUEIROZ TELLES Quase Cachorro e Quase Menino PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
ROSANE PAMPLONA Contos de outrora para jovens de agora
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 8 o e 9 o anos Leitor fluente 6 o e 7 o anos ROSANE PAMPLONA Contos de outrora para jovens de agora Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
CECÍLIA MEIRELES Olhinhos de gato
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CECÍLIA MEIRELES Olhinhos de gato PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores
STELLA CARR E GANYMÉDES JOSÉ
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries STELLA CARR E GANYMÉDES JOSÉ A morte tem sete herdeiros (A noite em que Agatha Christie visitou Jacuruçunga)
WALCYR CARRASCO. Lendas do Sol Nascente
WALCYR CARRASCO Lendas do Sol Nascente Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores e tempo de leitura MARIA
TATIANA BELINKY Transplante de menina
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries TATIANA BELINKY Transplante de menina PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
ÍNDIGO Saga animal VEREDAS. Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental
VEREDAS Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental ÍNDIGO Saga animal Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Elaboração: Luísa Nóbrega Coordenação: Maria José Nóbrega
joão JOÃO BOLÃO PROJETO PEDAGÓGICO RICARDO FILHO Rua Tito, 479 Lapa São Paulo CEP
PROJETO PEDAGÓGICO joão BOlãO JOÃO BOLÃO João Bolão quer mesmo é jogar um bolão, em vez de ser gozado pelos colegas por causa do sobrepeso. joão Bolão RICARDO FILHO ILUSTRAÇÕES ANGELO ABU Mas não é nada
VALDECK DE GARANHUNS
Mitos e lendas brasileiros em prosa e verso recontados por VALDECK DE GARANHUNS PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA
a sinfonia de ronronia
projeto pedagógico a sinfonia de ronronia A SINFONIA DE RONRONIA UMA PARÁBOLA ESCRITA E ILUSTRADA POR DEBBY CARMAN Rua Tito, 479 Lapa São Paulo SP CEP 05051-000 divulgação escolar (11) 3874-0884 [email protected]
uma vez... não era não era uma vez... contos clássicos recontados REcontados clássicos contos projeto pedagógico
projeto pedagógico não era uma vez... contos clássicos recontados não era uma vez... Adela Basch Angelo Machado Beatriz García Huidobro Carolina Alonso Julio Calvo Drago Miguel Ángel Tenorio David Hernández
o menino transparente
projeto pedagógico o menino transparente Rua Roma, 90 Edifício Roma Business 7 o andar Lapa São Paulo SP CEP 05050-090 divulgação escolar (11) 3874-0884 [email protected] www.editoramelhoramentos.com.br
HELOÍSA PRIETO Dragões Negros
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries HELOÍSA PRIETO Dragões Negros PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel e Wagner
Memórias de um país distante
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries JÚLIO EMÍLIO BRAZ Memórias de um país distante PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração de Maria José Nóbrega
WALCYR CARRASCO. Vinte mil léguas submarinas
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO Vinte mil léguas submarinas de JÚLIO VERNE Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
JAMBO! jambo! uma manhã com os bichos da áfrica ROGÉRIO ANDRADE BARBOSA. projeto pedagógico
projeto pedagógico jambo! uma manhã com os bichos da áfrica ROGÉRIO ANDRADE BARBOSA JAMBO! UMA MANHÃ COM OS BICHOS DA ÁFRICA Rua Tito, 479 Lapa São Paulo SP CEP 05051-000 ilustrações Edu Engel divulgação
NÃO ME PERGUNTE POR QUÊ
PROJETO PEDAGÓGICO NÃO ME PERGUNTE POR QUÊ Ana nasceu em época errada, queria ter vivido os anos 1980. Ela gosta de hard rock, é apaixonada por bandas como Skid Row, Iron Maiden, Whitesnake, Metallica
WAGNER COSTA Eu, pescador de mim
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries WAGNER COSTA Eu, pescador de mim PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel e Roseli
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS. Vida e obra de Aletrícia depois de Zoroastro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS Vida e obra de Aletrícia depois de Zoroastro PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração:
Material Suplementar Informações Importantes sobre a Obra: Quarto de Despejo Diário de uma favelada. Prof. Luquinha - Literatura
Material Suplementar Informações Importantes sobre a Obra: Quarto de Despejo Diário de uma favelada Prof. Luquinha - Literatura Quarto de Despejo Diário de uma Favelada Carolina Maria de Jesus Quarto
