WALCYR CARRASCO. Lendas do Sol Nascente
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- Augusto Vilarinho Canejo
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1 WALCYR CARRASCO Lendas do Sol Nascente Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
2 Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que é, Uma árvore bem frondosa Doze galhos, simplesmente Cada galho, trinta frutas Com vinte e quatro sementes? 1 Enigmas e adivinhas convidam à decifração: trouxeste a chave?. Encaremos o desafio: trata-se de uma árvore bem frondosa, que tem doze galhos, que têm trinta frutas, que têm vinte e quatro sementes: cada verso introduz uma nova informação que se encaixa na anterior. Quantos galhos tem a árvore frondosa? Quantas frutas tem cada galho? Quantas sementes tem cada fruta? A resposta a cada uma dessas questões não revela o enigma. Se for familiarizado com charadas, o leitor sabe que nem sempre uma árvore é uma árvore, um galho é um galho, uma fruta é uma fruta, uma semente é uma semente Traiçoeira, a árvore frondosa agita seus galhos, entorpece- -nos com o aroma das frutas, intriga-nos com as possibilidades ocultas nas sementes. O que é, o que é? Apegar-se apenas às palavras, às vezes, é deixar escapar o sentido que se insinua nas ramagens, mas que não está ali. Que árvore é essa? Símbolo da vida, ao mesmo tempo que se alonga num percurso vertical rumo ao céu, mergulha suas raízes na terra. Cíclica, despe-se das folhas, abre-se em flores, que escondem frutos, que protegem sementes, que ocultam coisas futuras. Decifra-me ou te devoro. Qual a resposta? Vamos a ela: os anos, que se desdobram em meses, que se aceleram em dias, que escorrem em horas. Alegórica árvore do tempo A adivinha que lemos, como todo e qualquer texto, inscreve-se, necessariamente, em um gênero socialmente construído e tem, portanto, uma relação com a exterioridade que determina as leituras possíveis. O espaço da interpretação é regulado tanto pela organização do próprio texto quanto pela memória interdiscursiva, que é social, histórica e cultural. Em lugar de pensar que a cada texto corresponde uma única leitura, é preferível pensar que há tensão entre uma leitura unívoca e outra dialógica. Um texto sempre se relaciona com outros produzidos antes ou depois dele: não há como ler fora de uma perspectiva interdiscursiva. Retornemos à sombra da frondosa árvore a árvore do tempo e contemplemos outras árvores: Deus fez crescer do solo toda espécie de árvores formosas de ver e boas de comer, e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. ( ) E Deus deu ao homem este mandamento: Podes comer de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres terás de morrer. 2 Ah, essas árvores e esses frutos, o desejo de conhecer, tão caro ao ser humano 2
3 Há o tempo das escrituras e o tempo da memória, e a leitura está no meio, no intervalo, no diálogo. Prática enraizada na experiência humana com a linguagem, a leitura é uma arte a ser compartilhada. A compreensão de um texto resulta do resgate de muitos outros discursos por meio da memória. É preciso que os acontecimentos ou os saberes saiam do limbo e interajam com as palavras. Mas a memória não funciona como o disco rígido de um computador em que se salvam arquivos; é um espaço movediço, cheio de conflitos e deslocamentos. Empregar estratégias de leitura e descobrir quais são as mais adequadas para uma determinada situação constituem um processo que, inicialmente, se produz como atividade externa. Depois, no plano das relações interpessoais e, progressivamente, como resultado de uma série de experiências, se transforma em um processo interno. Somente com uma rica convivência com objetos culturais em ações socioculturalmente determinadas e abertas à multiplicidade dos modos de ler, presentes nas diversas situações comunicativas é que a leitura se converte em uma experiência significativa para os alunos. Porque ser leitor é inscrever-se em uma comunidade de leitores que discute os textos lidos, troca impressões e apresenta sugestões para novas leituras. Trilhar novas veredas é o desafio; transformar a escola numa comunidade de leitores é o horizonte que vislumbramos. Depende de nós. 1 In Meu livro de folclore, Ricardo Azevedo, Editora Ática. 2 A Bíblia de Jerusalém, Gênesis, capítulo 2, versículos 9 e 10, 16 e 17. DESCRIÇÃO DO PROJETO DE LEITURA UM POUCO SOBRE O AUTOR Procuramos contextualizar o autor e sua obra no panorama da literatura brasileira para jovens e adultos. RESENHA Apresentamos uma síntese da obra para que o professor, antecipando a temática, o enredo e seu desenvolvimento, possa avaliar a pertinência da adoção, levando em conta as possibilidades e necessidades de seus alunos. COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA Apontamos alguns aspectos da obra, considerando as características do gênero a que pertence, analisando a temática, a perspectiva com que é abordada, sua organização estrutural e certos recursos expressivos empregados pelo autor. Com esses elementos, o professor irá identificar os conteúdos das diferentes áreas do conhecimento que poderão ser abordados, os temas que poderão ser discutidos e os recursos linguísticos que poderão ser explorados para ampliar a competência leitora e escritora dos alunos. QUADRO-SÍNTESE O quadro-síntese permite uma visualização rápida de alguns dados a respeito da obra e de seu tratamento didático: a indicação do gênero, das palavras-chave, das áreas e temas transversais envolvidos nas atividades propostas; sugestão de leitor presumido para a obra em questão. 3
4 Gênero: Palavras-chave: Áreas envolvidas: Temas transversais: Público-alvo: PROPOSTAS DE ATIVIDADES a) antes da leitura Os sentidos que atribuímos ao que se lê dependem, e muito, de nossas experiências anteriores em relação à temática explorada pelo texto, bem como de nossa familiaridade com a prática leitora. As atividades sugeridas neste item favorecem a ativação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão e interpretação do escrito. Explicitação dos conhecimentos prévios necessários à compreensão do texto. Antecipação de conteúdos tratados no texto a partir da observação de indicadores como título da obra ou dos capítulos, capa, ilustração, informações presentes na quarta capa etc. Explicitação dos conteúdos da obra a partir dos indicadores observados. b) durante a leitura São apresentados alguns objetivos orientadores para a leitura, focalizando aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto pelo leitor. Leitura global do texto. Caracterização da estrutura do texto. Identificação das articulações temporais e lógicas responsáveis pela coesão textual. Apreciação de recursos expressivos empregados pelo autor. c) depois da leitura São propostas atividades para permitir melhor compreensão e interpretação da obra, indicando, quando for o caso, a pesquisa de assuntos relacionados aos conteúdos das diversas áreas curriculares, bem como a reflexão a respeito de temas que permitam a inserção do aluno no debate de questões contemporâneas. nas tramas do texto Compreensão global do texto a partir de reprodução oral ou escrita do que foi lido ou de respostas a questões formuladas pelo professor em situação de leitura compartilhada. Apreciação dos recursos expressivos empregados na obra. Identificação e avaliação dos pontos de vista sustentados pelo autor. Discussão de diferentes pontos de vista e opiniões diante de questões polêmicas. Produção de outros textos verbais ou ainda de trabalhos que contemplem as diferentes linguagens artísticas: teatro, música, artes plásticas etc. nas telas do cinema Indicação de filmes, disponíveis em DVD, que tenham alguma articulação com a obra analisada, tanto em relação à temática como à estrutura composicional. nas ondas do som Indicação de obras musicais que tenham alguma relação com a temática ou estrutura da obra analisada. nos enredos do real Ampliação do trabalho para a pesquisa de informações complementares numa dimensão interdisciplinar. DICAS DE LEITURA Sugestões de outros livros relacionados de alguma maneira ao que está sendo lido, estimulando o desejo de enredar-se nas veredas literárias e ler mais: do mesmo autor; sobre o mesmo assunto e gênero; leitura de desafio. Indicação de título que se imagina além do grau de autonomia do leitor virtual da obra analisada, com a finalidade de ampliar o horizonte de expectativas do aluno-leitor, encaminhando-o para a literatura adulta. 4
5 WALCYR CARRASCO Lendas do Sol Nascente Leitor fluente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental UM POUCO SOBRE O AUTOR Walcyr Carrasco nasceu em 1951 em Bernardino de Campos-SP. Escritor, cronista, dramaturgo e roteirista, com diversos trabalhos premiados, formou-se na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo. Por muitos anos trabalhou como jornalista nos maiores veículos de comunicação de São Paulo, ao mesmo tempo que iniciava sua carreira de escritor na revista Recreio. Desde então, escreveu diversas novelas, peças de teatro e publicou mais de trinta livros infantojuvenis, tendo recebido por suas obras muitos prêmios ao longo da carreira. É cronista de revistas semanais e membro da Academia Paulista de Letras, onde recebeu o título de Imortal. RESENHA Tendo vivido quando menino em Marília, onde reside uma grande comunidade nissei, Walcyr Carrasco teve contato desde cedo com a cultura japonesa, bastante complexa, fascinante e muito distinta da nossa. Lendas do Sol Nascente é a homenagem rendida pelo autor a essa comunidade que conheceu de perto, e se estabeleceu com bastante força no estado de São Paulo. Algumas das narrativas Walcyr conhecia desde menino, outras encontrou em compilações de contos japoneses; são, em sua maioria, narrativas pungentes repletas de imagens inusitadas. A ponte celeste é uma narrativa mitológica a respeito da criação do mundo cujo início se assemelha espantosamente à hipótese científica do Big Bang, e conta a história 5
6 do esforço de dois jovens deuses para criar beleza em meio à matéria densa e inerte da Terra. O bule mágico é um divertido apólogo de tom surrealista a propósito de um bule que muda de forma, podendo adquirir pelos e penas. A princesa dragão é uma narrativa bela e triste que nos faz pensar na relatividade e inexorabilidade da passagem do tempo. O pequeno pera, de modo alegórico, nos mostra como um grupo unido de seres aparentemente frágeis pode vencer obstáculos que parecem intransponíveis; em O cristal de Buda vemos uma mulher sacrificar a própria vida por amor ao seu filho. A protagonista de Um amor para sempre, cega de tanta dor por esperar pelo amado, finalmente o reencontra; em O rouxinol sem língua, um pássaro passa a cantar ainda mais lindamente após ter a língua cortada por uma mulher cruel. Essas antigas histórias japonesas nos convidam a adentrar um imaginário muito distinto do nosso. Mais do que a ambição, a avidez e a busca por conquistas, o pensamento oriental parece privilegiar a quietude interior, a fidelidade aos próprios princípios, a substância; mais do que a capacidade de permanentemente provar que se pode ultrapassar os limites, é a capacidade de vergar-se diante da dificuldade ou do infortúnio que, para os orientais, é sinônimo de força. Se nós, que nos acostumamos a uma perspectiva imediatista, queremos ver depressa o retorno de nossos investimentos, no Oriente sabe-se que o processo de aprendizado de um indivíduo pode ser um processo longo e doloroso, que dura toda uma vida. Talvez tenhamos muito que aprender com esses povos, para os quais os momentos de vazio são tão indispensáveis quanto os momentos de cheia. QUADRO-SÍNTESE Gênero: contos tradicionais. Palavras-chave: mitologia, amor, fidelidade, morte. Áreas envolvidas: Língua Portuguesa, História, Ciências e Artes. Temas transversais: Pluralidade Cultural. Público-alvo: Lei tor fluente (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental). SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES Antes da leitura 1. Apresente aos alunos o título do livro: será que conseguem identificar a chamada terra do sol nascente? O que sabem sobre o Japão? No que o país lhes faz pensar? 2. Leia com seus alunos a apresentação de Walcyr Carrasco, em que o autor fala de suas memórias de infância do período em que, ainda menino, conviveu com a comunidade nissei de Marília, São Paulo. Peça que tomem nota dos termos em japonês mencionados pelo autor. 3. Existe algum aluno de descendência japonesa na turma? Se houver, convide-o a discorrer um pouco mais sobre os costumes da sua família pode ser interessante convidar seus pais para conversar com a classe. 4. Proponha que a turma realize uma pesquisa mais detalhada a respeito do Japão. Divida a turma em grupos: um fica responsável pela história do país, outro pela sua geografia, outro pela cultura tradicional (culinária, danças tradicionais), outro pela cultura japonesa contemporânea (anime, mangá). Sugira que complementem sua pesquisa com imagens. 5. Proponha uma segunda pesquisa, dessa vez a respeito da imigração japonesa no Brasil. Em que momento ela se iniciou? Quais foram as principais levas de imigração? Como os japoneses foram recebidos no país? Durante a leitura 1. Proponha que os alunos verifiquem se algumas das narrativas do livro os fazem lembrar de outros contos tradicionais que conheçam. 2. Será que conseguem reconhecer, nas narrativas, algumas das características do pensamento e da cultura orientais, distintas da nossa maneira ocidental de encarar os acontecimentos? 3. Em muitas das histórias, intervém algum elemento de caráter fantástico ou maravilhoso 6
7 muitos dos personagens recebem alguma espécie de auxílio mágico durante sua trajetória. Diga aos alunos que atentem para esses elementos. 4. Diga à turma que procure atentar para as ilustrações do livro, procurando perceber a relação entre os textos e as imagens. Depois da leitura 1. Divida a turma em pequenos grupos e peça que cada um escolha a história do livro que mais os impressionou para recontar para a classe, sem o apoio do livro, com suas próprias palavras. Estimule-os a usar de toda sua criatividade para que a história narrada seja o mais prazerosa possível para quem ouve afinal, a classe toda já leu as histórias, e o que pode torná-las interessantes é o modo com que o grupo as conta. Deixe que utilizem os recursos que desejarem: objetos para criar a sonoplastia, figurino, bonecos etc. Se o grupo desejar, poderá fazer uma dramatização, deixando cada personagem a cargo de um aluno. 2. Embora nos tempos atuais mitologia e ciência muitas vezes não simpatizem, por vezes é difícil deixar de notar estranhas convergências entre os dois campos. Talvez alguns de seus alunos tenham notado uma semelhança entre o conto A ponte celeste, que explica a origem do universo a partir da explosão de um ovo, e a famosa teoria do Big Bang, que defende que o universo, que a princípio não seria muito maior do que uma bola de tênis, começou a se expandir a partir de uma grande explosão. Peça à classe que realize uma pesquisa a respeito da teoria do Big Bang e em seguida compare-a com a narrativa do livro. 3. O problema da origem do universo é uma das questões fundamentais que, desde os tempos primordiais, têm inquietado os homens. Não há mitologia que não narre, à sua maneira, a criação do mundo. Divida a classe em pequenos grupos e proponha que cada um deles pesquise para contar para a classe o mito da origem do universo de um povo ou uma tradição diferente: um grupo fica responsável por pesquisar mitos dos índios brasileiros, outro, narrativas astecas, outro ainda narrativas egípcias, narrativas dos antigos gregos, dos vikings, dos chineses etc. Combine um dia para que todos os mitos sejam contados. A seguir converse com a turma sobre as semelhanças e diferenças entre as narrativas. 4. O conto O bule mágico tem um tom de algo cômico, fantasioso e absurdo, levando-nos a imaginar esse estranho bule coberto de pelos fazendo-nos desconfiar da aparente imobilidade e passividade dos objetos. Ora, no início do século XX os surrealistas criaram uma série de objetos enigmáticos, que, como o bule do conto, desviavam-se de sua função original: uma xícara coberta de pelos, um telefone-lagosta, um ferro de passar com pregos. Traga imagens desses objetos para ver com a turma (é possível encontrar fotografias nos links: org/surrealism-manray.html, moma.org/learn/moma_learning/themes/ surrealism/surrealist-objects-and-assemblage, objetos-surrealistas.html). Em seguida, em duplas, proponha que se inspirem nessas obras e criem seu próprio objeto mágico, pensando na melhor maneira de construí-lo (pode ser interessante trabalhar com o objeto real e acoplar outros elementos a ele). Combine um dia para fazer uma exposição das obras da classe. 5. O belo conto A princesa dragão nos faz pensar na relatividade e ao mesmo tempo na inexorabilidade do tempo. Embora o tom das narrativas seja bastante distinto, ele nos faz pensar no conto Rip van Winkle, de Washington Irving, considerada a primeira narrativa norte-americana já escrita. Nela, por conta de um encantamento dos elfos, um homem adormece e só desperta muitos anos depois, encontrando sua terra completamente mudada. Assista com a turma a uma adaptação 7
8 televisiva do conto, disponível no link O conto O gato vampiro apresenta uma criatura que se alimenta de sangue humano e possui poderes de transfiguração, que remete de muitas maneiras aos vampiros que se mantêm até hoje tão presentes no imaginário ocidental. Proponha que seus alunos realizem uma pesquisa a respeito das origens e características dos mitos ligados a vampiros em diferentes lugares do mundo, e, especialmente, nos vampiros que povoam os anime e quadrinhos japoneses contemporâneos. 7. Proponha que a turma realize uma pesquisa a respeito da tradição do samurai. De que maneira esses personagens aparecem no cinema ocidental? 8. Assista com os alunos ao belíssimo filme A viagem de Chihiro, do mestre de animação Hayao Miyazaki, e verifiquem como a narrativa do filme nos remete à atmosfera de encantamento, mistério e estranhamento presente em muitos desses contos. DICAS DE LEITURA do mesmo autor A mãe de ouro e outros contos do folclore brasileiro. São Paulo: Moderna. A Iara e outros contos do folclore brasileiro. São Paulo: Moderna. O negrinho do pastoreio e outros contos do folclore brasileiro. São Paulo: Moderna. do mesmo gênero Contos de fadas russos, organização de Aleksandr Afanas ev. São Paulo: Landy. Contos de fadas indianos, seleção de Joseph Jacobs. São Paulo: Landy. O mundo dos contos e lendas da Hungria, de Elek Benedek. São Paulo: Landy. Contos populares da Angola, organização de Viale Moutinho. São Paulo: Landy. Contos de fadas celtas, seleção de Joseph Jacobs. São Paulo: Landy.
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MARIO QUINTANA Nariz de vidro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries MARIO QUINTANA Nariz de vidro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores
JÚLIO EMÍLIO BRAZ Crianças na escuridão
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries JÚLIO EMÍLIO BRAZ Crianças na escuridão PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
LUIZ GALDINO Saudade da vila
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries LUIZ GALDINO Saudade da vila PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona e
STELLA CARR Eles morrem, você mata!
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries STELLA CARR Eles morrem, você mata! PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
MARCIA KUPSTAS A maldição do silêncio
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries MARCIA KUPSTAS A maldição do silêncio PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
LUIZ GALDINO Café, suor e lágrimas
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries LUIZ GALDINO Café, suor e lágrimas PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
TATIANA BELINKY Transplante de menina
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries TATIANA BELINKY Transplante de menina PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima Leitor fluente 6 o ao 9 o ano Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
PEDRO BANDEIRA. Droga de americana! Leitor fluente 6 o e 7 o anos. Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
PEDRO BANDEIRA Droga de americana! Leitor fluente 6 o e 7 o anos Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA O que é, o que
HELOÍSA PRIETO Dragões Negros
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries HELOÍSA PRIETO Dragões Negros PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel e Wagner
CARLOS QUEIROZ TELLES Quase Cachorro e Quase Menino
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries CARLOS QUEIROZ TELLES Quase Cachorro e Quase Menino PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
TÂNIA ALEXANDRE MARTINELLI A melhor banda do mundo
VEREDAS Leitor crítico - 8 o e 9 o anos TÂNIA ALEXANDRE MARTINELLI A melhor banda do mundo Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries PEDRO BANDEIRA A marca de uma lágrima PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
WALCYR CARRASCO. A volta ao mundo em 80 dias
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO A volta ao mundo em 80 dias de JÚLIO VERNE Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
GISELDA LAPORTA NICOLELIS De volta à vida
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GISELDA LAPORTA NICOLELIS De volta à vida PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
Em busca de um sonho
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries WALCYR CARRASCo Em busca de um sonho Projeto de Leitura Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
WALCYR CARRASCO Irmão negro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries WALCYR CARRASCO Irmão negro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery e Maria
ÍNDIGO Saga animal VEREDAS. Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental
VEREDAS Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental ÍNDIGO Saga animal Leitor fluente 4 o a 6 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Elaboração: Luísa Nóbrega Coordenação: Maria José Nóbrega
MARCIA KUPSTAS Crescer é perigoso
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries MARCIA KUPSTAS Crescer é perigoso PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel Árvores
WAGNER COSTA A guerra do tênis nas ondas do rádio
VEREDAS Leitor crítico - 8 o e 9 o anos WAGNER COSTA A guerra do tênis nas ondas do rádio Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
GILBERTO MARTINS Cidadela de Deus A saga de Canudos
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GILBERTO MARTINS Cidadela de Deus A saga de Canudos PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS O olho de vidro do meu avô
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS O olho de vidro do meu avô PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração: Maria José Nóbrega
VINÍCIUS CALDEVILLA O jogo da vida
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries VINÍCIUS CALDEVILLA O jogo da vida PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
DOMINGOS PELLEGRINI Água luminosa
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries DOMINGOS PELLEGRINI Água luminosa PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
WALCYR CARRASCO. Vinte mil léguas submarinas
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO Vinte mil léguas submarinas de JÚLIO VERNE Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa
ROBERTO FREIRE Moleques de rua
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries ROBERTO FREIRE Moleques de rua PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
EVA FURNARI, PEDRO BANDEIRA, RUTH ROCHA E WALCYR CARRASCO. 4 Vidas entre linhas e traços
EVA FURNARI, PEDRO BANDEIRA, RUTH ROCHA E WALCYR CARRASCO 4 Vidas entre linhas e traços Leitor fluente (6º e 7º anos do Ensino Fundamental) e Leitor crítico (8º e 9º anos do Ensino Fundamental). PROJETO
PEDRO BANDEIRA Pânico na Escola
PEDRO BANDEIRA Pânico na Escola Leitor fl uente 6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega Árvores e tempo de leitura MARIA JOSÉ NÓBREGA
MARCIA KUPSTAS Um amigo no escuro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries MARCIA KUPSTAS Um amigo no escuro PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
WAGNER COSTA Eu, pescador de mim
VEREDAS Leitor crítico - 8 o e 9 o anos WAGNER COSTA Eu, pescador de mim Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
GISELDA LAPORTA NICOLELIS O corpo morto de deus
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries GISELDA LAPORTA NICOLELIS O corpo morto de deus PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:
Memórias de um país distante
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries JÚLIO EMÍLIO BRAZ Memórias de um país distante PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração de Maria José Nóbrega
WALCYR CARRASCO. Viagem ao centro da Terra
tradução e adaptação WALCYR CARRASCO Viagem ao centro da Terra de JÚLIO VERNE Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
GANYMÉDES JOSÉ Posso te dar meu coração?
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GANYMÉDES JOSÉ Posso te dar meu coração? PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona
BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS. Vida e obra de Aletrícia depois de Zoroastro
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS Vida e obra de Aletrícia depois de Zoroastro PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração:
DOMINGOS PELLEGRINI A revolução dos cães
VEREDAS Leitor crítico 8 o e 9 o anos DOMINGOS PELLEGRINI A revolução dos cães Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Luísa Nóbrega
WAGNER COSTA Eu, pescador de mim
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries WAGNER COSTA Eu, pescador de mim PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel e Roseli
MOACYR SCLIAR A colina dos suspiros
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries MOACYR SCLIAR A colina dos suspiros PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Lucy Wenzel
uma vez... não era não era uma vez... contos clássicos recontados REcontados clássicos contos projeto pedagógico
projeto pedagógico não era uma vez... contos clássicos recontados não era uma vez... Adela Basch Angelo Machado Beatriz García Huidobro Carolina Alonso Julio Calvo Drago Miguel Ángel Tenorio David Hernández
Recontadas por WALCYR CARRASCO. Histórias. Bíblia
Recontadas por WALCYR CARRASCO Histórias da Bíblia Leitor fluente 5 o e 7 o anos do Ensino Fundamental Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega
DOMINGOS PELLEGRINI As batalhas do castelo
VEREDAS Leitor crítico 8 o e 9 o anos DOMINGOS PELLEGRINI As batalhas do castelo Leitor crítico 8 o e 9 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane
GANYMÉDES JOSÉ Uma luz no fim do túnel
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GANYMÉDES JOSÉ Uma luz no fim do túnel PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina Nery
De tanto bater, meu coração se cansou
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fl uente 5 a e 6 a séries MARCIA KUPSTAS De tanto bater, meu coração se cansou PROJETO DE LEITURA Coordenação e elaboração de Maria José
a cobronça, a princesa e a supresa
projeto pedagógico a cobronça, a princesa e a supresa Rua Tito, 479 Lapa São Paulo SP CEP 05051-000 divulgação escolar (11) 3874-0884 [email protected] Fê ilustrações e Celso Linck www.editoramelhoramentos.com.br
LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries LOURENÇO DIAFÉRIA O empinador de estrela PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
ELIANE MACIEL A vida é agora
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries ELIANE MACIEL A vida é agora PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona Árvores
STANISLAW PONTE PRETA Dois amigos e um chato
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries STANISLAW PONTE PRETA Dois amigos e um chato PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Alfredina
STELLA CARR E GANYMÉDES JOSÉ
Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7 a e 8 a séries Leitor fluente 5 a e 6 a séries STELLA CARR E GANYMÉDES JOSÉ A morte tem sete herdeiros (A noite em que Agatha Christie visitou Jacuruçunga)
joão JOÃO BOLÃO PROJETO PEDAGÓGICO RICARDO FILHO Rua Tito, 479 Lapa São Paulo CEP
PROJETO PEDAGÓGICO joão BOlãO JOÃO BOLÃO João Bolão quer mesmo é jogar um bolão, em vez de ser gozado pelos colegas por causa do sobrepeso. joão Bolão RICARDO FILHO ILUSTRAÇÕES ANGELO ABU Mas não é nada
ROSANA RIOS. Três noites de medo
Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente ROSANA RIOS Três noites de medo ILUSTRAÇÕES: GIROTTO PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona Três noites de medo ROSANA RIOS UM POUCO SOBRE
Géneros textuais e tipos textuais Armando Jorge Lopes
Géneros textuais e tipos textuais [texto de apoio para o curso de doutoramento em ciências da linguagem aplicadas ao ensino de línguas/universidade Pedagógica, Maputo, Outubro de 2015] Armando Jorge Lopes
