RELATÓRIO DE ENDIVIDAMENTO
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- Lucas Avelar Vilarinho
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1 31 março2013 CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS
2 ÍNDICE Endividamento 3 Capital em Dívida de Empréstimos / Aplicações Financeiras 4 Evolução Mensal da Liquidez do Município 6 Limites do Endividamento 8 Endividamento Líquido do Município 9 Evolução da Dívida a Terceiros 10 Financiamento/Endividamento 13 2
3 Endividamento Na análise do Endividamento do Município de Cascais referente ao mês de março de 2013, considerou-se o disposto nos artigos 36º e 37º da Lei 2/2007, de 15 de janeiro, bem como o artigo 98º da Lei 66-B/2012, de 31 de dezembro e n.º 5 do artigo 54.º do Decreto Lei n.º36/2013, de 11 de março. 3
4 Capital em Dívida de Empréstimos / Aplicações Financeiras (1) Coluna1 Empréstimos Capital em Dívida de Empréstimos a Curto Prazo 2012 março 2013 março , ,00 (2) Depósitos a Prazo 0,00 0,00 (3) = (1) - (2) , ,00 (4) (5) Capital em Dívida de Empréstimos a Médio/Longo Capital em Dívida de Empréstimos Excecionados , , , ,89 (6) = (4) - (5) , ,75 4
5 5
6 Evolução Mensal da Liquidez do Município Dias Úteis mar mar mar mar , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,41 24 Média , , , ,63 6
7 A média das disponibilidades orçamentais do Município no final deste mês é superior ( ,63) ao período homólogo do ano anterior ( ,15). 7
8 Limites do Endividamento Endividamento (Unidade Monetária: euros) de março Coluna1 O Município apresenta, em 31 de março, um montante de capital em dívida de ,64 sendo ,00 referente a empréstimos a curto prazo e ,64 a empréstimos a M/L prazo. Deste último montante, ,89 não entram para a capacidade de endividamento. O montante de endividamento líquido municipal no final de março do corrente ano, não excede o limite de endividamento a 31 de dezembro de Capital em Dívida de Empréstimos M/L Prazos(A) , , ,64 Capital em Dívida de Empréstimos Excepcionados (B) , , ,89 (1) Endividamento Bancário M/L Prazos (C)=(A- B) , , ,75 Limite de endividamento médio e longo prazo (De acordo com a Lei das Finanças Locais) (2) Limite de endividamento médio e longo prazo ( nº2 Art.º 66 do OE 2012; nº2 Art.º 98º OE 2013) (3)=(2)- (1) Limite para Novos Contratos de Empréstimos a M/L prazo ( nº2 Art.º 66 do OE 2012; nº3 Art.º 98º OE 2013) , , , , , ,31 b) , , ,56 Activo (D) , , ,58 Passivo (E) , , ,90 Endividamento Líquido Municipal (F)=(E)- (D)- (B) , , ,43 Endividamento liquido SEL (G) ,28 0,00 0,00 c) (4) Endividamento liquido Total (H)=(F)+(G) , , ,43 Limite endividamento liquido (De acordo com a Lei das Finanças Locais) (5) Limite endividamento liquido d) (De acordo com o n.º1 Art.º 66 da Lei n.º 64- B/2011, de 30-12) e) (De acordo com o n.º1 Art.º 98 da Lei n.º 66- B/2012, de 30-12) , , , , ,41 a) ,41 e) (6)=(5)- (4) ,75 ( ,46) ,98 a) Em 31 de dezembro de 2012, o valor do endividamento líquido do Município não pode exceder o que existia em 31 dezembro de 2011 de acordo com o n.º1do artigo n.º 66 da Lei n.º 64- B/2011, de 31 dezembro; b) Até à comunicação dos limites pela DGAL para 2013, aplica- se o n.º5 do artigo 54.º do Decreto- Lei n.º 36/2013, de 11 de março (limites para 2012, comunicados pela DGAL); c) Não dispomos de elementos; 8
9 Endividamento Líquido do Município 31 de março de de março de 2012 CONTAS Ativo Passivo Ativo Passivo 1 DISPONIBILIDADES 11 Caixa , ,49 12 Depósitos em instituições financeiras , ,26 13 e 14 ( ) 15 Titulos negociáveis 18 Outras aplicações de tesouraria 2 TERCEIROS 21 Clientes, contribuintes e utentes 211 clientes c/c 212 Contribuintes, c/c , , Utentes, c/c , , a 216 ( ) 217 Clientes e utentes c/ cauções 218 Clientes, contrib. e utentes de cobrança duvidosa , , Adiantamentos de clientes, contribuintes e utentes 22 Fornecedores 221 Fornecedores, c/c , , a 227 ( ) 228 Fornecedores - facturas em recepção e conferência , , Adiantamentos e fornecedores 3.336, ,00 23 Empréstimos obtidos 231 Em moeda nacional 2311 De curto , , Empréstimo bancários a ( ) 2312 De médio e longo prazo Empréstimos bancários , , Outros empréstimos obtidos , ,20 24 Estado e outros entes públicos , ,74 25 Devedores e credores pela execução do orçamento 251 Devedores pela execução do orçamento 252 Credores pela execução do orçamento 26 Outros devedores e credores 261 Fornecedores de imobilizado 2611 Fornecedores de imobilizado, c/c , , a 2617 ( ) 2618 Fornec. Imob. facturas em recepção e conferência , , Adiantamento a fornecedores de imobilizado 262 Pessoal 197,90 0, Sindicatos 3.264, , Administração autárquica 2641 Associações de municipios 2642 Municipios 2643 Serviços Municipalizados 0,00 114, Federações de municipios 2645 Associações de freguesias 2646 Freguesias 2647 Empresas municipais e intermunicipais 2648 e 2649 ( ) 265 e 266 ( ) , , Consultores, assessores e intermédiários 268 Devedores e credores diversos , , Adiantamento por conta de vendas ,65 0,00 27 Acréscimos e diferimentos 271 Acréscimos de proveitos , , Custos diferidos , , Acréscimos de custos , , Proveitos diferidos 2741 a 2744 ( ) 2748 Diferenças de câmbios favoráveis 28 Empréstimos concedidos 0, ,00 4 IMOBILIZAÇÕES 41 Investimentos financeiros 411 Partes de capital , , Obrigações e titulos de participação 413 ( ) 415 Outras aplicações financeiras TOTAL , , , ,88 Passivo - Ativo , ,16 Endividamento líquido a considerar (Passivo - Ativo - Capital em dívida de empréstimos excepcionados dos limites de endividamento ) , ,16 Nota: Capital em divida de empréstimos excepcionados dos limites de endividamento: 31 de março de ,89 31 de março de ,00 9
10 Evolução da Dívida a Terceiros Relativamente ao total da dívida a terceiros, esta sofreu um acréscimo de 14%, que se deve essencialmente ao acréscimo da divida a terceiros a curto prazo 25,4%. Verificou-se igualmente uma subida no capital em dívida de empréstimos a M/L prazos, justificada pela utilização do empréstimo Diversos Projetos 24,2M, no que se refere aos empréstimos a curto prazo, observa-se um decréscimo. ENTIDADE Valor da Dívida a Final de Março /12 Δ Dívida a Terceiros a Curto Prazo , ,67 25,4% Fornecedores , ,57 40,2% - C/C + Imobilizado , ,58 44,9% - C/C + Imobilizado em Recepção e conferência , ,99 36,3% Outros Credores , ,10 (27,7%) - Subsídios * , ,92 (31,9%) - Outros Credores , ,18 5,8% Bancos / Instituições de Crédito / Empréstimo Curto Prazo , ,00 (15,8%) Bancos / Instituições de Crédito / Empréstimos Médio Longo Prazo , ,64 10,0% Total da Dívida a Terceiros , ,31 14,0% 10
11 11
12 Financiamento/Endividamento A análise à estrutura da atividade municipal revela um grau de autonomia financeira do município, a qual é evidenciada no conjunto dos seguintes rácios: Financiamento/Endividamento (Unidade Monetária: euros) Encargos Financeiros/Despesas Correntes 0,33% 0,55% 0,28% Passivos Financeiros/Despesas Capital 3,75% 3,89% 4,53% Serviço da Divida/Receitas Totais 1,17% 1,22% 0,91% Fundo OE (correntes e capital)/ Despesas Totais 12,61% 13,48% 13,03% Fundo OE (correntes e capital)/ Receitas Totais 11,81% 13,44% 13,03% Autonomia Financeira: [1- (Fundos OE/Total da Receita)] 88,19% 86,56% 86,97% O serviço da dívida corresponde a 0,91% das receitas totais, as amortizações de capital (passivos financeiros) representam 4,53% das despesas de capital, representando os encargos financeiros 0,28% das despesas correntes 12
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