Apontamentos d Os Lusíadas
|
|
|
- Eduardo Deluca Vieira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Apontamentos d Os Lusíadas Renascimento» Séculos XV e XVI» Época de mudança ao nível da Europa» Nasce na Itália do séc. XV, com a riqueza proveniente do comércio» Investimento em arte como mostra de riqueza» Os artistas e intelectuais criaram uma rede através de viagens e troca de correspondência» Humanismo; antropocentrismo (o Homem mentaliza-se das suas capacidades), contrariando o teocentrismo medieval» Valorização da razão e da experiência para certificação da verdade» Descobrimentos; repensar da relação do Homem com o mundo; valorização da Natureza» Abalo das crenças: aparecimento do Protestantismo e teoria heliocêntrica de Copérnico» Invenção da imprensa e maior facilidade de divulgação dos livros» Valorização da antiguidade clássica greco-romana. Representam equilíbrio, proporção e regularidade» Imitar os clássicos, imitar a Natureza Luís de Camões» Nasce por volta de 1525» Sem documentação da educação (presumivelmente em Coimbra)» : expedição ao Norte de África, onde perde o olho direito» Na sequência de uma briga é preso. Pede perdão ao Rei, é libertado e enviado para serviço militar na Índia» Preso na Índia por dívidas» Teve um naufrágio, salvando-se a nado com o manuscrito d Os Lusíadas» Vasta obra lírica: canções, sonetos e redondilhas. Três comédias» Morre a 10 Junho No terceiro centenário é-lhe erguida estátua em Lisboa Características da epopeia» Remonta à Antiguidade grega e latina» Tem como expoentes máximos a Ilíada e Odisseia (Homero) e Eneida (Virgílio)» Normas: o Grandeza e solenidade, expressão do heroísmo o Protagonista: alta estirpe social e grande valor moral o Início da narração in medias res o Unidade de acção, com recurso a episódios retrospectivos e proféticos (analepse e prolepse) o Os episódios dão extensão e riqueza à acção, sem lhe quebrar a unidade o Maravilhoso: Os deuses devem intervir na acção o Modo narrativo: o poeta narra em seu nome ou assumindo personalidades diversas o Intervenção do poeta: reduzidas reflexões em seu nome o Estilo solene e grandioso, com verso decassilábico 1
2 Estrutura d Os Lusíadas» Externa: o Verso decassilábico, maioritariamente heróico (acentuação nas 6.ª e 10.ª sílabas) ou sáfico (acentos nas 4.ª, 8.ª e 10.ª sílabas) o Estrofes de oito versos com esquema abababcc (oitava heróica) o 10 Cantos.» Interna: o Proposição: o poeta anuncia o que vai cantar (I, 1-3) o Invocação: pedido às divindades inspiradoras (I, 4-5; III, 1-2; VII, 78-82; X, 8) o Dedicatória: oferecimento a personalidade importante (facultativa) o Narração: acções do protagonista» Planos: o Narração Histórica:» Viagem de Vasco da Gama (plano fulcral)» História de Portugal (plano encaixado) o Narração mitológica» Plano mitológico: Intervenção dos deuses (plano paralelo) o Intervenções do Poeta» Alternância Mar/Terra o Mar: I, II (Índico) V, VI (Lisboa-Calecut) o Terra: III, IV (Melinde) VII, VIII (Calecut) o IX, X: Mar e Terra (viagem de regresso e ilha dos amores)» Tempo o Discurso: Viagem, de África à Índia e regresso o História: Desde Viriato até ao tempo de Camões o As ligações são feitas por analepses e prolepses/profecias Resumo Canto I» Proposição (1-3) anúncio do assunto» Invocação (4-5) às Ninfas do Tejo o Poder para descrever condignamente os feitos dos portugueses» Dedicatória (4-18) a D. Sebastião o Segue a estrutura do sermão (exórdio, exposição, confirmação, peroração [recapitulação e epílogo]) o Incita D. Sebastião a feitos dignos de figurar na obra» Início da Narração (Moçambique a Mombaça) o Ciladas preparadas em Moçambique: falso piloto para os conduzir a Quíloa. Vénus intervém e repõe o percurso normal» Consílio dos deuses (20-41) o Simultaneidade com a navegação o Decisão sobre chegada dos portugueses à Índia; oposição de Baco, Vénus e Marte a favor o Luz, sinónimo de riqueza e conhecimento» Reflexão sobre a insegurança da vida (após traição de Baco) 2
3 o Depois de passar Moçambique, Quíloa e Mombaça o Paralelismo entre perigos do mar e da terra o Questão da fragilidade (pequenez) do Homem Canto II» Viagem de Mombaça a Melinde (1-113)» A pedido de Baco, o Rei de Mombaça convida os portugueses para os destruir» Vénus impede a Armada de cair na cilada» Fuga dos emissários do Rei e do falso piloto» Vasco da Gama apercebe-se do perigo e dirige uma prece a Deus (apesar da mitologia pagã, o protagonista dirige-se sempre a Deus)» Vénus pede a Júpiter que proteja os portugueses, profetizando-lhes futuras glórias» Na sequência disto, Mercúrio (em sonho) indica a Vasco da Gama o caminho até Melinde» Festejos na recepção em Melinde» Rei de Melinde pede a Vasco da Gama que lhe conte a História de Portugal ( ) Canto III» Invocação a Calíope (1-2)» História de Portugal 1.ª Dinastia» Vasco da Gama como narrador e Rei de Melinde como Narratário o Dificuldade em louvar o próprio» Desde Luso a Viriato» Formação da Nacionalidade» As conquistas dos reis da 1.ª Dinastia» Batalha de Ourique (42-54) episódio épico o Desproporção entre número de portugueses e Mouros (acentuando o valor do inimigo, mais se acentua o valor da vitória) o Intervenção de Cristo lenda portuguesa o Contraste Touro (força moura) e cão (inteligência dos portugueses), apesar da diferença numérica o Descrição da bandeira» Morte de D. Afonso Henriques (83-84) o Personificação da Natureza e sua tristeza» Formosíssima Maria ( ) episódio lírico» Episódio de Inês de Castro ( ) episódio lírico o Caracterização de D. Inês e D. Pedro o Texto com didascálias e diálogo (teatro) o O Rei é desculpado por Camões, culpando o povo e ministros, a quem D. Afonso IV cedeu para sobrepor a vontade do povo à sua o Personificação da Natureza para lamentar a morte de Inês (subjectividade) 3
4 Canto IV» História de Portugal 2.ª Dinastia» Revolução (1-15)» Discurso de D. Nuno Álvares Pereira (15-19)» Batalha de Aljubarrota (28-44) o Nobres portugueses contra os próprios irmãos, aliados de Castela o Ao valorizar D. Nuno (chefe), valoriza todo o povo, visto que na época se associava o valor do chefe ao valor dos seus súbditos ( um fraco rei faz fraca a forte gente )» Sonho de D. Manuel (67-75) o Rios Ganges e Indo aparecem-lhe como velhos, que lhe indicam que os portugueses terão sucesso na Índia o Vasco da Gama é chamado para se lançar na viagem para a Índia o Plano da História (com ligação à viagem)» Despedida em Belém (84-93) episódio lírico o Desmembramento das famílias o Vasco da Gama evita grandes despedidas, pois só traria maiores angústias» Velho do Restelo (94-104) o Representa o bom senso e prudência dos que defendiam a expansão para o Norte de África o Representa a ligação à terra-mãe o Camões mostra que a opção não é consensual e que, apesar de descrever os ideais épicos, existem outras ideologias o Motivações erradas (glória de mandar, cobiça, fama e prestígio) o Alerta para os perigos do mar, para a inquietação e adultério dos que ficam e para o despovoamento do território nacional o Excesso de ambição é prejudicial (Ícaro) o Lamentação da estranha condição humana Canto V» Canto central d Os Lusíadas (perigosas cousas do mar)» Viagem de Lisboa a Melinde» Fogo-de-Santelmo e tromba marítima (16-22) o Episódio Naturalista o Defesa da conquista do saber pela experiência (Humanismo) em detrimento do saber livresco o Elementos do quotidiano para facilitar a percepção do Rei de Melinde o Crítica aos que acreditam por terem lido sem nunca terem visto o Crítica ao saber livresco» Episódio de Fernão Veloso (30-36)» Episódio do Gigante Adamastor (37-60) o Terror do desconhecido; capacidade para ultrapassar obstáculos (naturais) enaltecimento do herói o Profecias sobre naufrágios o O Adamastor, interpelado por Vasco da Gama, explica-lhe por que é um penedo, com uma história de amor e traição com uma deusa (Tétis) 4
5 o Contraste da beleza feminina com a fealdade masculina o Transformação do gigante em pedra» Escorbuto (81-83)» Reflexão sobre a dignidade das Artes e das Letras (92-100) o Episódio Humanista o Os antigos gostavam que os seus feitos guerreiros fossem cantados o Os chefes eram também conhecedores da arte e das letras o Os chefes da antiguidade eram guerreiros (épicos) mas também cultos o Portugal não preza as artes (é ignorante) o Mantendo-se a situação, ninguém exaltará os feitos dos portugueses o Apesar de saber que os portugueses não valorizam as artes e as letras, Camões vai continuar a sua obra, mesmo que por ela não venha a ser reconhecido Canto VI» Viagem de Melinde a Calecut» Consílio dos deuses marinhos (6-36) Presidido por Neptuno, que com Baco apoiam que os portugueses sejam afundados» Episódio dos Doze de Inglaterra (43-69)» Tempestade (70-85) o Vasco da Gama dirige uma prece a Deus o Intervenção de Vénus» Chegada à Índia (92-94)» Reflexão do poeta sobre o valor da Fama e da Glória (95-99) o A nobreza não se herda o São necessários feitos dignos do título o Oposição da definição tradicional de Nobreza à agora apresentada por Camões o Apelo à coragem o A nobreza e heroicidade conquistam-se vencendo e ultrapassando obstáculos o Os heróis serão reconhecidos, independentemente de o quererem Canto VII» Armada em Calecut» Elogio do poeta ao espírito de cruzada. Censura às nações que não seguem o exemplo português o Crítica ao Luteranismo e guerras dos alemães o Crítica à oposição dos ingleses ao Papa o Crítica à aliança da França aos Turcos (por pura ambição) o Crítica à corrupção italiana o Crítica à expansão sem motivo religiosos o Elogio aos portugueses, que apostam na expansão para propagar a fé Cristã, enquanto os outros querem apenas conquistar território» Desembarque de Vasco da Gama (42)» Visita do Catual à armada. Paulo da Gama explica o significado das bandeiras 5
6 » Invocação às ninfas do Tejo e Mondego. Crítica aos opressores e exploradores do povo (78-87) o As etapas da vida de Camões (destacando-se a variedade). Balanço negativo da sua vida o Camões não se sente reconhecido pela sua obra o Tal como ele, também os escritores vindouros se sentirão desmotivados o Camões não louvará quem procura a fama para proveito próprio o Crítica aos que chegam junto do Rei com o propósito de explorar o povo o Camões sente-se cansado pela forma como é tratado pelos compatriotas Canto VIII» Armada em Calecut» Paulo da Gama explica ao Catual o significado das bandeiras (1-43)» Ciladas de Baco, que intercede junto dos indianos contra os portugueses(43-96)» Reflexão sobre o vil poder do ouro o A sede de dinheiro provoca acções pouco nobres de ricos e de pobres o O ouro corrompe mas não deixa de ser um metal nobre Canto IX» Em Calecut» Regresso a Portugal Ilha dos Amores» Vénus recompensa os Portugueses mostrando-lhes a ilha dos amores» Exortação do poeta aos que desejarem alcançar a Fama (92-95) Canto X» Tétis e as ninfas oferecem um banquete aos portugueses. Profecias sobre o futuro dos Lusitanos no Oriente (1-73)» Invocação a Calíope (8-9)» Tétis mostra a Máquina do Mundo a Vasco da Gama, indicando-lhe a dimensão do Império Português (77-142)» Chegada a Portugal (144)» Lamentação do poeta e exortação de D. Sebastião ( ) o Caracterização do passado, presente e futuro o Elogio aos portugueses que partem expostos ao perigo (nobres). Alerta aos homens do presente, focados no ouro, cobiça e ambição o O Rei deverá favorecer aqueles que possuem os valores que Camões diz serem ideais o Simetria: novas proposição e dedicatória (visão aristotélica da epopeia) 6
OS LUSÍADAS LUÍS DE CAMÕES. Biblioteca Escolar
OS LUSÍADAS DE LUÍS DE CAMÕES Biblioteca Escolar Sumário O que é um poema épico? Qual a matéria épica de Os Lusíadas? Qual a estrutura externa de Os Lusíadas? Qual a estrutura interna de Os Lusíadas? Quais
Os Lusíadas, à semelhança da Eneida de Virgílio, são epopeias de imitação, pois seguiram o modelo das epopeias homéricas.
Os Lusíadas são uma epopeia de imitação, pois não fazem parte do grupo daquelas epopeias primitivas, como a Ilíada e a Odisseia de Homero, que foram escritas quando ainda não estava bem definida a noção
OS LUSÍADAS, DE LUÍS DE CAMÕES
PORTUGUÊS 9º ANO Prof. António Alves OS LUSÍADAS, DE LUÍS DE CAMÕES PROVA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA I CONTEXTUALIZAÇÃO: RENASCIMENTO, HUMANISMO E CLASSICISMO 1. O Renascimento é a aceitação das formas artísticas:
Os Lusíadas Luís Vaz de Camões /1580
Os Lusíadas 1572 Luís Vaz de Camões +- 1524/1580 Influências Grandes navegações: período dos descobrimentos (séc. XV ao XVII): financiadas pela Igreja Católica, que buscava domínio em terras distantes
usíadas» Canto I PLA OS DA ARRADOR I TERVE ÇÃO DO POETA ARRATIVA 1-3 PROPOSIÇÃO o poeta propõe-se cantar os feitos gloriosos dos Portugueses.
Quadro global de «Os Lusíadas usíadas» ESTROFES ARRATIVA PLA OS DA ARRATIVA ARRADOR I TERVE ÇÃO DO POETA Canto I 1-3 PROPOSIÇÃO o poeta propõe-se cantar os feitos gloriosos dos Portugueses. 4-5 I VOCAÇÃO
ミ Trabalho de Literatura 彡. Tema: Classicismo e Humanismo.
ミ Trabalho de Literatura 彡 Tema: Classicismo e Humanismo. Movimento cultural que se desenvolveu na Europa ao longo dos séculos XV e XVI, com reflexos nas artes, nas ciências e em outros ramos da atividade
2º PERÍODO - 1ª PROVA Data: de de 200. Observação do professor. Professor. Esta prova tem 6 páginas, com 5 grupos de resposta obrigatória
2º PERÍODO - 1ª PROVA Data: de de 200 Objectivos deste teste:. Avaliar a interpretação Os Lusíadas (U.T.2). Avaliar a morfologia e sintaxe. Avaliar a EXPRESSÂO ESCRITA o resumo. Avaliar a atenção. Duração:
CANTO I ESTROFES CANTO II ESTROFES
CANTO I 1-3 -Proposição: Camões propõe-se a cantar os feitos dos Portugueses. 4-5 - Invocação: O poeta invoca as Tágides (ninfas do Tejo). 6-18 -Dedicatória: O poema é dedicado a D. Sebastião. 19 -Narração:
LITERATURA ESTILOS DE ÉPOCA: Trovadorismo, Classicismo, Humanismo. Profa. Elisângela Lopes
LITERATURA ESTILOS DE ÉPOCA: Trovadorismo, Classicismo, Humanismo Profa. Elisângela Lopes TROVADORISMO CONTEXTO HISTÓRICO Primeira Época Medieval Primeiro movimento literário de língua portuguesa Século
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA Nome: Nº 1 a. Série Data: / /2015 Professores: Fernando, Roberto Nota: (valor: 1,0) Introdução Caro aluno. 3º bimestre Neste semestre, você obteve média inferior a
mesmo em frente ao mar. Aqui conheceu Jau António, companheiro que esteve sempre com ele até à morte e lhe fez companhia enquanto cantava em seis
Biografia do Autor Luís Vaz de Camões é considerado o maior poeta português; nunca existiu, nem em Portugal nem em qualquer outra parte do mundo, poeta algum que igualasse nem muito menos superasse a dedicação
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL ENSINO BÁSICO Curso de Práticas Administrativas DISCIPLINA: Língua Portuguesa ANO: CEF Tipo 2 (2º ano) ANO LECTIVO: 2010/2011 COMPETÊNCIAS
A MITOLOGIA EM OS LUSÍADAS Daniela dos Santos Nascimento (UNESA) [email protected] Márcia Lisboa Costa de Oliveira (UNESA)
A MITOLOGIA EM OS LUSÍADAS Daniela dos Santos Nascimento (UNESA) [email protected] Márcia Lisboa Costa de Oliveira (UNESA) 1. Introdução A mitologia está presente na humanidade séculos antes
PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS - 9º Ano
PLANIFICAÇÃ ANUAL DA DISCIPLINA DE PRTUGUÊS - 9º Ano Conteúdos Cognitivos Específicos Conteúdos de Funcionamento da Língua Duração 1º P E R Í D 1 - Texto narrativo Características do texto narrativo CRÓNICAS
Caça ao Tesouro Inês de Castro
Caça ao Tesouro Inês de Castro Manuel Mendes nº 12 Mª Margarida Ferreira nº 16 Rafaela Monteiro nº 2 3 6º5 Ano lectivo 2010/2011 1 Caça ao Tesouro D. Inês de Castro A Caça ao Tesouro pretende que os participantes
EXAME HISTÓRIA A 1ª FASE 2011 página 1/7
EXAME HISTÓRIA A 1ª FASE 2011 página 1/7 GRUPO II PORTUGAL E A COMUNIDADE INTERNACIONAL: DO SEGUNDO PÓS-GUERRA À ACTUALIDADE Este grupo baseia-se na análise dos seguintes documentos: Doc. 1 Apoios aos
LÍNGUA PORTUGUESA. Nome: ; 8º ano; Turma: ; Nº:
Duração: 60 minutos LÍNGUA PORTUGUESA Data: / /200 Nome: ; 8º ano; Turma: ; Nº: O Objectivo desta prova é recuperar os alunos que revelaram maiores dificuldades, tendo em conta as matérias já avaliadas
VIDA E OBRA DE LUÍS DE CAMÕES Contexto Histórico, social e Cultural. Triste vida se me ordena
VIDA E OBRA DE LUÍS DE CAMÕES Contexto Histórico, social e Cultural Triste vida se me ordena A pesquisa sobre a vida da pessoa de Luís Vaz de Camões permanece repleta de incertezas, envolta de um desconhecimento,
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A busca por oportunidades iguais de trabalho e renda entre homens e mulheres é o foco de discussão entre grupos feministas em todos os países. A discriminação no campo de
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL. Boa Sorte! Grupo I (A Expansão Marítima Portuguesa)
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º Ano Teste de Avaliação nº 6 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
RENASCIMENTO. Localização Espacial: Cidades Italianas, Países Baixos e reinos alemães. Localização Temporal: Século XV e XVI
RENASCIMENTO Localização Espacial: Cidades Italianas, Países Baixos e reinos alemães Localização Temporal: Século XV e XVI Não há uma definição de Renascimentos mas sim definições. Este período histórico
HISTÓRIA DA FILOSOFIA OCIDENTAL
HISTÓRIA DA FILOSOFIA OCIDENTAL A filosofia ocidental possui como pensamento matriz o pensamento grego. No século XVIII (Iluminismo) Houve a racionalização da cultura, separando da fé e a razão. DIFERENÇA
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º A Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
Bem Explicado Centro de Explicações Lda. História 8º Ano O Renascimento e a formação da mentalidade moderna
Bem Explicado Centro de Explicações Lda. História 8º Ano O Renascimento e a formação da mentalidade moderna Nome: Data: / / 1. Lê com atenção o Documento 1. Documento 1 O arquiteto supremo escolheu o homem
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º A Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
BARROCO BRASILEIRO. O Homem em Conflito (século XVII)
BARROCO BRASILEIRO O Homem em Conflito (século XVII) ARQUITETURA BARROCA Igreja de S. Carlos Barromeu - Áustria ESCULTURA BARROCA Bernini Êxtase de Santa Tereza PINTURA BARROCA Caravaggio Judith degola
Currículo de Português - 9º ano
Departamento de Línguas Currículo de Português - 9º ano Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Consolidar processos de registo e tratamento de
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO DENOTAÇÃO Atribui às palavras significados claros, objetivos, que evocam um único sentido, aceito pelas pessoas como algo convencional. Ex.: A rosa é uma flor perfumada. CONOTAÇÃO
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º Ano Teste de Avaliação nº 2 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
Planificação anual Português 9. ano
Planificação anual Português 9. ano Manual adotado: Diálogos 9. ano, Porto Editora Planificação Anual Ano Letivo: 2013/2014 1º Período 2º Período 3º Período Totais Tempos previstos 68 62 31 161 Apresentação
Deus e os Deuses. O uso da mitologia cristã e pagã n Os Lusíadas de Luís Camões
Deus e os Deuses O uso da mitologia cristã e pagã n Os Lusíadas de Luís Camões Robert Sarwark POBS 2600A: Medieval and Renaissance Portuguese Literature Professora Leonor Simas Almeida Brown University
Caracterização do território
Perfil do Município de Betim, MG 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 346,8 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 378089 hab. Densidade demográfica
LIÇÃO 4 - OS QUATRO CAVALEIROS. Texto bíblico: Apocalipse 6.1-8. Motivação
LIÇÃO 4 - OS QUATRO CAVALEIROS Texto bíblico: Apocalipse 6.1-8 Motivação Os quatro primeiros selos estão estruturalmente relacionados. São quatro assustadores cavaleiros montados em cavalos ainda mais
Lıter tur. Literatura: a arte da palavra... 15. O texto literário... 33
sum rıo Lıter tur 1 2 Literatura: a arte da palavra... 15 Primeira leitura: Obras de arte Kandinsky... 15 Leitura: O que é arte? H. W. Janson... 17 Leitura de imagem... 19 A literatura... 21 Leitura: Andorinha...
RESUMO da Obra OS LUSÍADAS Sérgio Moreira dos Santos:
RESUMOS DA OBRA OS LUSÍADAS O presente resumo teve por objetivo auxiliar o estudante numa compreensão global de tal obra, e ainda, ajudá-lo a ter um melhor desempenho nas provas em que for objeto da avaliação.
Esta lista foi extraída e adaptada do Brasil República. As imagens foram extraídas do site Bandeiras, que vende bandeiras históricas brasileiras.
Bandeiras do Brasil O Brasil já teve 12 bandeiras diferentes, sem contar a nossa atual bandeira. A maior parte foram bandeiras portuguesas que foram hasteadas no Brasil desde a época de Pedro Álvares Cabral.
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º B Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
AMEI Escolar Língua Portuguesa 9º Ano Obras de Leitura Acompanhada Os Lusíadas (parte 1)
AMEI Escolar Língua Portuguesa 9º Ano Obras de Leitura Acompanhada Os Lusíadas (parte 1) A Epopeia. Os Lusíadas como uma Epopeia. Contexto histórico/literário d Os Lusíadas A Epopeia era um género literário
Primeira Guerra Mundial [Questões]
Primeira Guerra Mundial [Questões] ::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento ::: adsense1 PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - QUESTIONÁRIO ADSENSE2 1) Dê o significado das expressões abaixo: a- Pan Eslavismo União
Classicismo. Literatura brasileira 1ª EM Prof.: Flávia Guerra
Classicismo Literatura brasileira 1ª EM Prof.: Flávia Guerra Contexto O século XV traz o ser humano para o centro dos acontecimentos, relegando para segundo plano o deus todopoderoso do período medieval.
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º A Teste de Avaliação nº 4 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
Índice. Fetichismo da mercadoria. A vida. As classes sociais Mais-valia. Materialismo histórico. Comunismo. Estrutura e superestrutura ALIENAÇÃO
karl marx Índice A vida Materialismo histórico Estrutura e superestrutura As classes sociais Mais-valia ALIENAÇÃO Fetichismo da mercadoria Comunismo Karl Heinrich Marx (1818-1883) foi o terceiro dos 7
AS EMPRESAS GAZELA E AS EMPRESAS DE CRESCIMENTO ELEVADO
AS EMPRESAS GAZELA E AS EMPRESAS DE CRESCIMENTO ELEVADO (2006 2009) Maio 2011 1 OBJECTIVOS Identificar as empresas gazela e as empresas de crescimento elevado (ECE) do tecido empresarial português. Caracterizar
A. Acreditas na veracidade desses acontecimentos/personalidades?
LÊ AS QUESTÕES E RESPONDE DE FORMA CLARA E CUIDADOSA A CADA UMA DELAS DURANTE ESTE ANO LETIVO MUITOS FORAM OS ACONTECIMENTOS E PERSONALIDADES QUE ESTUDASTE NAS A. Acreditas na veracidade desses acontecimentos/personalidades?
O decassílabo camoniano como modelo métrico para uma tradução da Eneida
O decassílabo camoniano como modelo métrico para uma tradução da Eneida Prof. Dr. Márcio THAMOS FCLAr UNESP Grupo LINCEU Visões da Antiguidade Clássica / UNESP [email protected] A tradução é idealmente
REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS
REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS Vivian Q. Pretti -Geografia- REGIONALIZAR é dividir, e ao mesmo tempo agrupar, áreas do território que possuem características semelhantes. Para regionalizar é necessário estabelecer
Módulo 9 Textos Líricos: Poemas de Fernando Pessoa o ortónimo e os hetrónimos Diagnóstico de Competências
3 Módulo 9 Textos Líricos: Poemas de Fernando Pessoa o ortónimo e os hetrónimos Diagnóstico de Competências 9 Conhecer melhor Fernando Pessoa Homenagem a Fernando Pessoa, Sophia de M. B. Andresen Inês
Leiria, 31 de maio de 2014
Provas Especialmente Adequadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência dos Cursos Superiores do Instituto Politécnico de Leiria dos Maiores de 23 Anos 2014 Prova Escrita de Conhecimentos Específicos de
ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015
ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS EM CONSONÂNCIA AO EDITAL Nº 01/2015 NOME DO PROJETO: ORGANIZAÇÃO PROPONENTE: DATA : / / ÍNDICE DO PROJETO ASSUNTO PÁG. I - CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO - TÍTULO
Camões épico Os Lusíadas
AULA 03 LITERATURA PROFª Edna Prado Camões épico Os Lusíadas Já vimos que Camões teve uma vida muito atribulada e que viajou bastante, inclusive refazendo a rota de Vasco da Gama na viagem do descobrimento
classicismo história da literatura
CONTEXTO HISTÓRICO.: O Classicismo é a expressão literária de um movimento mais amplo - o Renascimento - que envolveu as artes, a ciência e a cultura em geral. O Renascimento surgiu na Itália e se espalhou
PAZ TEM VOZ PAZ NA ESCOLA (O DIÁLOGO INTERRELIGIOSO)
Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: tempo Início: Término: Total: Edição VII MMXII fase 3 parte 3 grupo A PAZ TEM VOZ PAZ NA ESCOLA (O DIÁLOGO INTERRELIGIOSO)
CAPÍTULO 2 A Finalidade da Ética no Mundo Contemporâneo
CAPÍTULO 2 A Finalidade da Ética no Mundo Contemporâneo Antes mesmo de ingressar propriamente no trato das questões contemporâneas da ética cumpre justificar o salto da antiguidade clássica 1 para o atual.
A Queda da Monarquia. Portugal: os antecedentes do 5 de Outubro de 1910
A Queda da Monarquia Portugal: os antecedentes do 5 de Outubro de 1910 M Filipe Sousa 2012 Da Monarquia As Cortes A Monarquia Constitucional à República A Crise e a Queda da Monarquia Momentos na caminhada
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome Nº 9º Ano Data: Professor: Piero/ Thales 1 o Bimestre Nota: (valor 1,0) a) Introdução Neste bimestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos
Tipologia Textual: Texto Narrativo. Definição Exemplo Características
Texto Narrativo Definição Exemplo Características Definição O que é narrar? Narrar Contar Implica a transmissão de uma história, recordações, experiências vividas, acontecimentos reais ou imaginários.
Sugestão de Atividades História 7º ano Unidade 4
1. Leia atentamente: ( ) o contato com a Antiguidade Clássica ocorreu através dos bizantinos e dos árabes, que difundiram no Ocidente as obras do filósofo Aristóteles, a geometria de Euclides e novos conhecimentos
Emancipar ou embrutecer?
Emancipar ou embrutecer? Laura Noemi Chaluh 1 Rancière (2002), em seu livro O mestre ignorante cinco lições sobre a emancipação intelectual 2, traz o percurso educativo e as considerações elaboradas por
INSTITUTO GEREMARIO DANTAS COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARCIAL - 2016
INSTITUTO GEREMARIO DANTAS Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Fone: (21) 21087900 Rio de Janeiro RJ www.igd.com.br Aluno(a): 1º Ano: C11 Nº Professor: Roberto Nascimento COMPONENTE CURRICULAR:
segunda-feira, 30 de novembro de 2015 Revista Que Te Passas?
Revista 1 Contexto histórico O Renascimento surge entre os séculos XIV e XVII na civilização europeia, com a intenção de reviver a literatura clássica greco-romana. Durante o período renascentista várias
COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO
COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO A EUROPA E BRASIL NO SÉCULO XIX (Resumo apostila 04 ) Tempo e Espaço, são duas coisas importantes para você se localizar
LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1
1 LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: um estudo das relações entre as questões de interpretação textual e a proposta de ensino-aprendizagem 1 TARCÍSIO GOMES DA SILVA E DIVANEIDE FERREIRA DA SILVA INTRODUÇÃO O
Instruções. Se o Caderno estiver incompleto ou contiver imperfeição gráfica que prejudique a leitura, peça imediatamente ao Fiscal que o substitua.
1 2 Instruções Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Se, em qualquer outro local deste Caderno, você assinar, rubricar,
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008
9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. O Império Colonial português no Séc. XVIII: - Recursos naturais e actividades económicas; - Movimentos da população, tráfico de escravos; - A sociedade
A f e r i ç ã o da Qu a l i d a d e de Se r v i ç o
Redes Móveis GSM A f e r i ç ã o da Qu a l i d a d e de Se r v i ç o SMS Serviço de Mensagens Curtas Maio/Junho de 2005 DFI2 Índice I Sumário Executivo...3 I.I Enquadramento Geral...3 I.II Principais Conclusões...5
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome Nº 8º Ano Data: Professor: Piero/ Thales Nota: (valor 1,0) 3 o Bimestre a) Introdução Neste bimestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos
TÉCNICAS DE GESTÃO E EMPREENDEDORISMO
Plano Geral da Disciplina Ementa: 1. Definição de ciência; 2. Tipos de conhecimento; 3. O processo de construção do conhecimento científico; 4. Tipos de trabalhos acadêmicos; 5. Classificação da pesquisa
Escola EB 2,3 António Feijó Planificação anual de Português 9º ano
Escola EB 2,3 António Feijó Planificação anual de Português 9º ano 1.º período (65 aulas de 45 ) Unidades (tempos de 45 ) / Textos Domínios / Conteúdos Recursos Unidade 0 (5 tempos) Cais de embarque Unidade
O Sacramento do Matrimônio - II Seg, 29 de Dezembro de 2008 12:16 - Última atualização Seg, 29 de Dezembro de 2008 12:17
O matrimônio - IV Pe. Henrique Soares da Costa Nos artigo passados, sobre o matrimônio, vimos que o casal cristão, no sacramento, recebe a graça do Espírito Santo do Cristo Jesus para viverem sua vida
Ética, Moral e Deontologia
Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Educação Mestrado em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico Ética, Moral e Deontologia Unidade Curricular: Educação para a Cidadania Docentes:
ENREDO. O enredo como categoria estruturante da narrativa em prosa de ficção: conceitos teóricos
ENREDO O enredo como categoria estruturante da narrativa em prosa de ficção: conceitos teóricos Tópico um Enredo e História: dos rituais pré-históricos às novelas de TV e ao hipertexto Enredo: arranjo
Qual é o empregado fiel e prudente? É aquele que o Senhor colocou responsável pelos outros empregados, para dar comida a eles na hora certa.
Qual é o empregado fiel e prudente? É aquele que o Senhor colocou responsável pelos outros empregados, para dar comida a eles na hora certa. Feliz o empregado cujo Senhor o encontrar fazendo assim quando
FÁBULA PRODUÇ Ã O T EXT UAL 1ª SERIE E.M. Tradições: grega, latina, francesa e brasileira. A forma de tratamento
FÁBULA PROF. EDSON SANTOS PRODUÇ Ã O T EXT UAL 1ª SERIE E.M Tradições: grega, latina, francesa e brasileira. A forma de tratamento Elementos da narrativa: o tempo e o espaço Releitura de valores A FÁBULA
O Iluminismo. defesa dos ideais de liberdade, igualdade, tolerância e justiça. Frontispício da Enciclopédia (1772)
O Iluminismo Movimento cultural e filosófico que se desenvolveu na Europa, no século XVIII (Século das Luzes), e que se caracterizou pela afirmação do valor da Razão e do conhecimento para atingir o progresso;
Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Seriado Conteúdo de Literatura Brasileira e Portuguesa - (1ª série)
1) Analisar o texto em todas as suas dimensões: semântica, sintática, lexical e sonora. Conteúdo de Literatura Brasileira e Portuguesa - (1ª série) 1 TEXTO LITERÁRIO E NÃO-LITERÁRIO 1. Diferenciar o texto
LÍNGUA PORTUGUESA ENSINO MÉDIO PROF. DENILSON SATURNINO 1 ANO PROF.ª JOYCE MARTINS
LÍNGUA PORTUGUESA 1 ANO PROF.ª JOYCE MARTINS ENSINO MÉDIO PROF. DENILSON SATURNINO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Cultura A pluralidade na expressão humana 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 10.2 Conteúdo
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Silvia Helena Vieira Cruz INTRODUÇÃO Os ganhos decorrentes das experiências vividas pelas crianças em creches e pré-escolas dependem diretamente
A prova é constituída por duas partes, prova escrita e prova oral, a ter lugar em datas distintas.
2015/2016 ANO DE ESCOLARIDADE: 9º ANO DURAÇÃO DA PROVA ESCRITA: 90 minutos TOLERÂNCIA: 00 minutos DURAÇÃO DA PROVA ORAL: ± 15 MINUTOS INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 3.º CICLO - 1.ª e 2.ª
Prof. Gabriel Rocha Sede: EBS. Percurso 13 EUA: formação e expansionismo territorial
Prof. Gabriel Rocha Sede: EBS Percurso 13 EUA: formação e expansionismo territorial América do Norte e América Anglo-Saxônica. Quarto país mais extenso do mundo. Politicamente, os EUA dividem-se em 50
A Herança de Paulo Freire
A Herança de Paulo Freire Cinco Princípios-Chave que definem a visão Freiriana de Educação Musical. Eles são: Primeiro Princípio 1. Educação Musical é um Diálogo Alunos e professores apresentam um problema
PLANEJAMENTO ANUAL 2014
PLANEJAMENTO ANUAL 2014 Disciplina: ENSINO RELIGIOSO Período: Anual Professor: MARIA LÚCIA DA SILVA Série e segmento: 7º ANO 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE * conhecer os elementos básicos que compõe
Números escritos em notação científica
Notação Científica Números escritos em notação científica Escrever um número em notação científica tem muitas vantagens: Para números muito grandes ou muito pequenos poderem ser escritos de forma abreviada.
Regulamento do Concurso de DESENHO
Évora 2005 Regulamento do Concurso de DESENHO ENQUADRAMENTO O concurso AS PROFISSÕES DA MINHA COMUNIDADE é um concurso integrado no evento a decorrer de 13 a 15 de Abril de 2005, em Évora, organizado pelo
Ano Lectivo 2009 / 2010. Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque
Ano Lectivo 2009 / 2010 Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque Introdução O que é o TAG RUGBY? O Tag Rugby é usado como uma alternativa de ensino do rugby de XV nas escolas,
RESUMO DA NARRAÇÃO DE "OS LUSÍADAS"
RESUMO DA NARRAÇÃO DE "OS LUSÍADAS" CANTO I Depois do Concílio dos Deuses, a armada de Vasco da Gama chega a Moçambique onde pára para se abastecer. Aí recebe a bordo da nau alguns Mouros da Ilha. O Régulo,
Operários ameaçados pelo desemprego, com fracas condições de vida, salários baixos e horários pesados
1.3 Portugal: da 1.ª República à Ditadura Militar Descontentamento e vontade de mudança Final século XIX Portugal é predominantemente um país agrícola Industria centrada em Lisboa e no Porto Balança comercial
ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO
1 ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO SEMANA DA PÁTRIA: RESGATANDO VALORES IDEAIS IVINHEMA/MS - DISTRITO DE AMANDINA 2012 2 ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO SEMANA DA PÁTRIA: RESGATANDO VALORES
Museu do Papel Moeda Fundação Dr. António Cupertino de Miranda. Estrutura da Visita. Desmaterialização da moeda, Um percurso histórico
Museu do Papel Moeda Fundação Dr. António Cupertino de Miranda Estrutura da Visita Desmaterialização da moeda, Um percurso histórico O dinheiro afeta a nossa vida de muitas maneiras É verdade que o dinheiro
Resumo de Sociologia 2º ano
Resumo elaborado pelos professores do Colégio Odete São Paio: Milra e Jorge. Resumo de Sociologia 2º ano Bens e serviços Bens são todas as coisas materiais colhidas na natureza ou produzidas para satisfazer
TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL
Agrupamento de Escolas de Arraiolos Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos Ano Lectivo 2009/2010 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º Ano Teste de Avaliação nº 6 TESTE DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA
Revelação Progressiva. 09 de março de 2014
Revelação Progressiva 09 de março de 2014 Hebreus 1.1,2 Estrutura sugerida por Calvino em Exposição de Hebreus, Edições Paracletos, 1997. Deus falou Outrora, pelos profetas Agora, pelo Filho Então, aos
PROJECTO DE LEI N.º 703/X/4.ª. Elevação da povoação de A dos Francos a Vila
PROJECTO DE LEI N.º 703/X/4.ª Elevação da povoação de A dos Francos a Vila Exposição de motivos I ENQUADRAMENTO HISTÓRICO A origem de A dos Francos é comummente encontrada nos alvores da fundação da nacionalidade.
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria. Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance,
CULLER, Jonathan. Narrativa. In:. Teoria Literária. São Paulo: Beca, 1999, pp. 84-94. No século XX, a narrativa, através do romance, passa a ter maior interesse e, a partir dos anos 60, passa a dominar
GRUPO I POPULAÇÃO E POVOAMENTO. Nome N. o Turma Avaliação. 1. Indica, para cada período histórico, o fluxo migratório que lhe corresponde.
Nome N. o Turma Avaliação GRUPO I 1. Indica, para cada período histórico, o fluxo migratório que lhe corresponde. Período a. Durante o século XIX e início do século XX. b. Após a Segunda Guerra Mundial.
Continuação da análise do conto A Aia de Eça de Queirós
Continuação da análise do conto A Aia de Eça de Queirós 10.3 De acordo com a sua conceção de vida e de morte, a aia seria sempre a escrava do seu príncipe e a mãe do seu filho, independentemente de estarem
