4. QUESTÕES DE CONCURSO
|
|
|
- Eugénio Castilho de Paiva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Art. 4º e 5º 4. QUESTÕES DE CONCURSO 01. (Procurador da República/24 concurso) Havendo notícia de crime praticado por policial civil no exercício de suas funções, correspondente a violação a direitos humanos que a República Federativa do Brasil se comprometeu a reprimir em decorrência de tratados internacionais de que seja parte, e permanecendo inerte o Ministério Público estadual a persecução, (A) poderá ser acionada a polícia federal para a investigação, que atuará como polícia judiciária junto a justiça estadual. (B) poderá ser acionada a polícia federal para investigação, que atuará como polícia judiciária junto a justiça federal. (C) poderá ser acionada a polícia federal para a investigação, que atuará como polícia judiciária junto ao Superior Tribunal de Justiça. (D) caberá intervenção federal nos termos do art. 34, III, (b), da Constituição Federal, passando, o crime, a ser da competência da Justiça Federal. GAB 01 A Art. 5º Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I de ofício; II mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo. 1º O requerimento a que se refere o no II conterá sempre que possível: a) a narração do fato, com todas as circunstâncias; b) a individualização do indiciado ou seus sinais característicos e as razões de convicção ou de presunção de ser ele o autor da infração, ou os motivos de impossibilidade de o fazer; c) a nomeação das testemunhas, com indicação de sua profissão e residência. 2º Do despacho que indeferir o requerimento de abertura de inquérito caberá recurso para o chefe de Polícia. 3º Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito. 4º O inquérito, nos crimes em que a ação pública depender de representação, não poderá sem ela ser iniciado. 5º Nos crimes de ação privada, a autoridade policial somente poderá proceder a inquérito a requerimento de quem tenha qualidade para intentá-la. 1. BREVES COMENTÁRIOS A notícia crime (notitia criminis) é a comunicação da ocorrência de uma infração penal a autoridade que possui atribuição para atuar, no intuito de que o inquérito se inicie. Normalmente, é endereçada a autoridade policial. Nada impede que funcionem como destinatários o MP e o juiz. 20
2 Código de Processo Penal Art. 5º A instauração de ofício (inc. I) do inquérito é perfeitamente possível nos crimes de ação pública incondicionada, onde o delegado atuará, independente de provocação. É notícia crime direta, ou de cognição imediata, pois o ato é atribuído à própria polícia. É possível ainda que a notícia crime seja prestada pela imprensa, e sendo plausível a informação, caberá ao delegado investigar. A requisição oriunda do magistrado ou do Ministério Público obriga a instauração do inquérito (inc. II). Não há vinculo hierárquico do delegado e o cumprimento é devido por imposição da lei. Ressalva-se a hipótese da ordem ser manifestamente ilegal, onde a recusa é legítima. O requerimento do ofendido ou do representante legal é um pedido, e se for negado, caberá recurso administrativo ao chefe de polícia (art. 5º, 2º, CPP). O 1º indica os requisitos formais da notícia crime, que devem ser preenchidos sempre que possível, para facilitar a investigação. A deficiência ou ausência de alguns elementos é mera irregularidade, podendo, entretanto, dificultar a atuação da polícia. A individualização dos fatos é o ponto inicial para constatar-se a própria tipicidade e a ocorrência de delito. Não é necessário que se indique o artigo de lei que se supõe violado. A indicação do suspeito irá direcionar as investigações. A individualização não exige uma completa qualificação. Os sinais característicos que possam diferenciar o indivíduo dos demais são suficientes. Contudo, nem sempre é possível fazê-lo. Os crimes de autoria incerta ou desconhecida acabam conferindo à polícia o ônus de descobrir o responsável. Ademais, serão indicadas as razões que levaram a suposição de ser aquela pessoa a responsável pelo delito, ou a sua impossibilidade. A indicação, na própria notícia crime, não impede que outras sejam apresentadas em momento posterior. Da mesma forma, é possível que a vítima indique fontes distintas de prova, como documentos, elementos que compõe o corpo de delito, dentre outros. A negativa de instauração do inquérito será combatida interna corporis, por intermédio de recurso de natureza administrativa, que tramita dentro da própria polícia ( 2º). Sendo crime de ação pública, nada impede que a vítima vá ao MP, no intuito de que seja requisitada à polícia a instauração do inquérito policial. A delação também é modalidade de notícia crime, sendo adequada quando pessoas estranhas ao delito noticiam o fato que caracteriza crime de ação pública incondicionada ( 3º). Tem-se admitido até mesmo a delação anônima (notícia crime apócrifa ou inqualificada), devendo o delegado cercar-se dos cuidados necessários antes de iniciar o inquérito, para que não ocorra arbítrio. 21
3 Art. 5º Foi este o entendimento do STF quando assentou que é vedada a persecução penal iniciada exclusivamente em denúncia anônima. Na oportunidade, decidiu o Supremo que o delegado, ao receber uma denúncia anônima, deve antes realizar diligências preliminares para averiguar se os fatos narrados nessa `denúncia são materialmente verdadeiros, para, só então, iniciar as investigações (HC 98345/RJ, Rel. p/acórdão Min. Dias Toffoli, j. 16/06/2010). A representação é condição essencial ao início da persecução penal, sendo verdadeira condição de procedibilidade ( 4º). Por essa razão, nos crimes de ação pública, porém condicionada, a autoridade policial depende da manifestação da vítima, feita por intermédio da representação, para iniciar a investigação. Sendo o inquérito iniciado sem a representação, a vítima poderá impetrar mandado de segurança para trancá-lo, fulminando o procedimento investigatório iniciado a sua revelia. As infrações de iniciativa privada são aquelas que ofendem de tal maneira a intimidade da vítima, que o legislador prefere conferir a ela o próprio exercício do direito de ação, à luz da sua discricionariedade. É que expor a intimidade ao longo do processo pode ser mais gravoso para a vítima do que aceitar a impunidade do infrator. Por essa razão, é a vítima que vai decidir se irá ou não deflagrar o processo, e se vai requerer a instauração do inquérito policial ( 5º). Sem manifestação da vítima, ou de quem tenha qualidade para representá-la (representante legal, no caso dos menores, ou pessoas indicadas no art. 31 do CPP, havendo morte ou ausência), o inquérito não poderá ser deflagrado. 2. Enunciados de Súmula de Jurisprudência STF Súmula Vinculante nº 24 Não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, incisos I a IV, da lei nº 8.137/90, antes do lançamento definitivo do tributo. STF Súmula nº 594 Os direitos de queixa e de representação podem ser exercidos, independentemente, pelo ofendido ou por seu representante legal.* * Súmula sem efeito em virtude da redução da maioridade civil pelo Código Civil de INFORMATIVOS DE JURISPRUDêNCIA a) Inquérito policial. Denúncia anônima. STF/610 Inquérito policial. Denúncia anônima. Ausência de nulidade. A 2ª Turma indeferiu habeas corpus em que se pretendia o trancamento de ações penais movidas contra a paciente, sob a alegação de que estas supostamente decorreriam de investigação deflagrada por meio de denúncia anônima, em ofensa ao art. 5º, IV, da CF. Reputou-se não haver vício na ação penal iniciada por meio de denúncia anônima, desde que seguida de diligências realizadas para averiguação dos fatos nela noticiados, o que ocorrido na espécie. Concluiu-se que tanto as ações penais quanto a interceptação 22
4 Código de Processo Penal Art. 5º decorreriam de investigações levadas a efeito pela autoridade policial, e não meramente da denúncia anônima, razão pela qual não haveria qualquer nulidade. HC 99490, rel. Min. Joaquim Barbosa, ª T. b) Notícia crime. Investigação criminal. Inconsistência. STJ/430 Sindicância. Notícia inconsistente. A notícia inconsistente de conduta criminosa não justifica a instauração de procedimento investigatório, sob pena de violação das garantias constitucionais do cidadão. AgRg na Sd 141, Rel. Min. Nancy Andrighi, j Corte Especial. c) Crime contra a ordem tributária. Modalidade material. Consumação somente após decisão final em procedimento administrativo fiscal. Persecução penal. Necessidade de esgotamento prévio da via administrativa. STF/601 Princípio da Consunção: Crime contra a Ordem Tributária e Falsidade Ideológica 1 Ao aplicar a Súmula Vinculante 24 ( Não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, incisos I a IV, da Lei nº 8.137/90, antes do lançamento definitivo do tributo ), a Turma deferiu habeas corpus para determinar, por ausência de tipicidade penal, a extinção do procedimento investigatório instaurado para apurar suposta prática de crimes de falsidade ideológica e contra a ordem tributária. Na espécie, o paciente, domiciliado no Estado de São Paulo, teria obtido o licenciamento de seu veículo no Estado do Paraná de modo supostamente fraudulento indicação de endereço falso, com o fim de pagar menos tributo, haja vista que a alíquota do IPVA seria menor. Inicialmente, salientou- -se que o STJ reconhecera o prejuízo do habeas lá impetrado, em face da concessão, nestes autos, de provimento cautelar. Em seguida, observou-se que a operação desencadeada pelas autoridades estaduais paulistas motivara a suscitação de diversos conflitos de competência entre órgãos judiciários dos Estados-membros referidos, tendo o STJ declarado competente o Poder Judiciário paulista. Aquela Corte reconhecera configurada, em contexto idêntico ao dos autos do writ em exame, a ocorrência de delito contra a ordem tributária (Lei 8.137/90), em virtude da supressão ou redução de tributo, afastada a caracterização do crime de falsidade ideológica (CP, art. 299). Reputou-se claro que o delito alegadamente praticado seria aquele definido no art. 1º da Lei 8.137/90, tendo em conta que o crimen falsi teria constituído meio para o cometimento do delito-fim, resolvendo-se o conflito aparente de normas pela aplicação do postulado da consunção, de tal modo que a vinculação entre a falsidade ideológica e a sonegação fiscal permitiria reconhecer, em referido contexto, a preponderância do delito contra a ordem tributária. HC /SP, rel. Min. Celso de Mello, (HC ) STF/601 Princípio da Consunção: Crime contra a Ordem Tributária e Falsidade Ideológica 2 Ademais, determinou-se que, o reconhecimento da configuração do crime contra a ordem tributária, afastada a caracterização do delito de falsidade ideológica, tornaria pertinente a invocação, na espécie, da Súmula Vinculante 24. Destacou-se que, enquanto não encerrada, na instância fiscal, o respectivo procedimento administrativo, não se mostraria possível a instauração da persecução penal nos delitos contra a ordem tributária, tais como tipificados no art. 1º da Lei 8.137/90. Esclareceu-se ser juridicamente inviável a instauração de persecução penal, mesmo na fase investigatória, enquanto não se concluir, perante órgão competente da administração tributária, o procedimento fiscal tendente a constituir, de modo definitivo, o crédito tributário. Asseverou-se, por fim, que se estaria diante de comportamento desvestido de tipicidade penal, a evidenciar, portanto, a impossibilidade jurídica de se adotar, validamente, contra o suposto devedor, qualquer ato de persecução penal, seja na fase pré-processual (inquérito policial), seja na fase processual ( persecutio criminis in 23
5 Art. 5º judicio ), pois comportamentos atípicos não justificariam a utilização pelo Estado de medidas de repressão criminal. HC /SP, rel. Min. Celso de Mello, (HC ) c.1) Crime contra a ordem tributária. Modalidade material. Imprescindibildiade de inquérito policial para conclusão da fiscalização. Instauração antes de encerramento de processo administrativo fiscal. Possibilidade. STF/557 Crimes contra a Ordem Tributária e Instauração de Inquérito 2 A Min. Ellen Gracie, relatora, indeferiu o writ. Observou que, em que pese orientação firmada pelo STF no HC 81611/DF (DJU de ) no sentido da necessidade do exaurimento do processo administrativo-fiscal para a caracterização do crime contra a ordem tributária, o caso guardaria peculiaridades a afastar a aplicação do precedente. Asseverou que, no caso, a instauração do inquérito policial tivera como escopo possibilitar à Fazenda estadual uma completa fiscalização na empresa dos pacientes, que apresentava sérios indícios de irregularidade. Aduziu que, durante a fiscalização, foram identificados, pelo Fisco estadual, depósitos realizados na conta da empresa dos pacientes, sem o devido registro nos livros fiscais e contábeis, revelando, assim, a possível venda de mercadorias correspondentes aos depósitos mencionados sem a emissão dos respectivos documentos fiscais. Enfatizou que tais depósitos configurariam fortes indícios de ausência de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias ICMS nas operações realizadas. Salientou que, diante da recusa da empresa em fornecer documentos indispensáveis à fiscalização da Fazenda estadual, tornara-se necessária a instauração do procedimento inquisitorial para formalizar e instrumentalizar o pedido de quebra do sigilo bancário, diligência imprescindível para a conclusão da fiscalização e, conseqüentemente, para a apuração de eventual débito tributário. Concluiu que considerar ilegal, na presente hipótese, a instauração de inquérito policial, que seria indispensável para possibilitar uma completa fiscalização da empresa, equivaleria a assegurar a impunidade da sonegação fiscal, na medida em que não haveria como concluir a fiscalização sem o afastamento do sigilo bancário. Dessa forma, julgou possível a instauração de inquérito policial para apuração de crime contra a ordem tributária, antes do encerramento do processo administrativo fiscal, quando for imprescindível para viabilizar a fiscalização. Após, pediu vista dos autos o Min. Cezar Peluso. HC 95443/SC, rel. Min. Ellen Gracie, QUESTÕES DE CONCURSO 01. (Ministério Público Federal 23º CPR Adaptada) Não obstante a vedação contida no inciso IV do artigo 5 da Constituição, a autoridade policial pode proceder à investigação a partir de uma notitia criminis anônima. 02. (Promotor de Justiça MPE/SE/2010) No que tange às leis penais especiais, assinale a opção correta. (A) Tratando-se de crimes praticados contra os idosos, não se admite a aplicação do procedimento da Lei dos Juizados Especiais Criminais, por expressa vedação contida no Estatuto do Idoso. (B) A simples omissão das cautelas necessárias para que menor de dezoito anos de idade se apodere de arma de fogo de propriedade do agente é conduta atípica, de acordo com o Estatuto do Desarmamento. (C) Em recente decisão, o STF entendeu que é possível a instauração de inquérito policial para apuração de crime contra a ordem tributária, antes do encerramento do processo administrativo-fiscal, quando isso for imprescindível para viabilizar a fiscalização. 24
6 Código de Processo Penal Art. 5º (D) (E) Se uma mulher, após ter seu terceiro filho, fizer esterilização cirúrgica, sem comunicar a seu marido, considerar-se-á atípica a conduta do médico que realizar o procedimento sem o consentimento do cônjuge. Com a decisão do STF que declarou inconstitucional parte da Lei dos Crimes Hediondos, foi tacitamente revogado o dispositivo da Lei de Tortura que estabelecia a obrigatoriedade do regime inicial fechado, por analogia in bonam partem. 03. (Delegado de Polícia MT/2010/UNEMAT) A autoridade policial tomou conhecimento que, vinte e quatro horas atrás, a pessoa de Maria, que é deficiente mental, teve sua residência invadida, com a utilização de grave ameaça, para o fim de esbulho possessório. Quanto a esta situação, assinale a alternativa correta. (A) Deverá a autoridade policial envidar diligências e efetuar a prisão em flagrante do agente invasor. (B) Deverá a autoridade policial baixar portaria para elucidar os fatos. (C) A autoridade deve colher dados para representar pela prisão preventiva do agente. (D) O Delegado de Polícia, nesta situação, nada poderá fazer antes da colheita do requerimento do representante legal da vítima. (E) Deverá instaurar Portaria e envidar diligências elencadas no art. 6º do CPP, após requerimento da vítima. 04. (Defensor Público/MS 2008) Assinale a alternativa que justifica corretamente qual o prazo para o ofendido ou o seu representante legal requerer a instauração de inquérito policial, quando o crime for de alçada privada. (A) O Código de Processo Penal não disciplina expressamente a respeito e, assim, entende-se que o direito de requerimento de instauração de inquérito policial deve ser exercido no mesmo prazo do direito de queixa, ou seja, 3 meses, contados da data dos fatos. (B) O Código de Processo Penal não disciplina expressamente a respeito e, assim, entende-se que o direito de requerimento de instauração de inquérito policial deve ser exercido no mesmo prazo do direito de queixa, ou seja, 6 meses, contados da data em que se souber quem foi o autor do crime. (C) O Código de Processo Penal dispõe expressamente que o direito de requerimento de instauração de inquérito policial deve ser exercido no prazo de 3 meses, contados da data dos fatos. (D) O Código de Processo Penal dispõe expressamente que o direito de requerimento de instauração de inquérito policial deve ser exercido no prazo de 6 meses, contados da data em que o crime ocorreu. 05. (Delegado de Polícia MT/2010/UNEMAT Adaptada) As peças de informação instauradas antes do advento da Lei n /2009, para efeito de apuração do crime de estupro praticado por padrasto contra enteada, terão seguimento normal, prescindindo da colheita de termo de Representação. 06. (Delegado de Polícia AP/2010/FGV) Rosa Margarida é uma conhecida escritora de livros de auto-ajuda, consolidada no mercado já há mais de 20 anos, com vendas que alcançam vários milhares de reais. Há cerca de dois meses, Rosa Margarida descobriu a existência de um sistema que oferece ao público, mediante fibra ótica, a possibilidade do usuário realizar a seleção de uma obra sobre a qual recaem seus (de Rosa Margarida) direitos de autor, para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula 25
7 Art. 5 e 6º a demanda. O sistema também indica um telefone de contato caso o usuário tenha problemas na execução do sistema. O marido de Rosa Margarida, Lírio Cravo instala no telefone um identificador de chamadas e descobre o número do autor do sistema que permitia a violação dos direitos autorais de Rosa Maria. De posse dessa informação, Lírio Cravo vai à Delegacia de Polícia registrar a ocorrência de suposta prática do crime previsto no art. 184, 3º, do Código Penal (violação de direitos autorais). O Delegado instaura inquérito e de fato consegue identificar o autor do crime. Considerando a narrativa acima, assinale a alternativa correta. (A) O Delegado agiu corretamente. Encerrado o inquérito policial, deve encaminhá-lo ao Ministério Público para que adote as providências cabíveis. (B) O Delegado agiu incorretamente. O marido da ofendida não poderia ter obtido o número do telefone do autor das ameaças sem prévia autorização judicial, pois tal informação é sigilosa. (C) O Delegado agiu incorretamente. A instauração do inquérito nesse caso depende de representação da ofendida, não podendo ser suprida por requerimento de seu marido. (D) O Delegado agiu incorretamente. A instauração do inquérito policial nesse caso depende de requisição do Ministério Público, pois a interceptação telefônica é imprescindível à apuração dos fatos. (E) O Delegado agiu corretamente. Encerrado o inquérito policial, deve entregar os autos à vítima, mediante recibo, para que a mesma possa oferecer queixa crime. GAB 01 V 02 C 03 D 04 B 05 F 06 C Art. 6º Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá: I dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais; II apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados pelos peritos criminais; III colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias; IV ouvir o ofendido; V ouvir o indiciado, com observância, no que for aplicável, do disposto no Capítulo III do Título Vll, deste Livro, devendo o respectivo termo ser assinado por duas testemunhas que Ihe tenham ouvido a leitura; VI proceder a reconhecimento de pessoas e coisas e a acareações; VII determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a quaisquer outras perícias; VIII ordenar a identificação do indiciado pelo processo datiloscópico, se possível, e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes; IX averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de vista individual, familiar e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois do crime e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a apreciação do seu temperamento e caráter. 26
INQUERITO POLICIAL artigos 4º ao 23 do CPP.
INQUERITO POLICIAL artigos 4º ao 23 do CPP. Conceito de inquérito policial. Atribuição da Autoridade Policial. Polícia. Polícia preventiva ou ostensiva. Polícia judiciária ou repressiva. Finalidade do
INDICIAMENTO E FORMAL INDICIAMENTO. DISTINÇÃO.
INDICIAMENTO E FORMAL INDICIAMENTO. DISTINÇÃO. Fernando Pascoal Lupo Promotor de Justiça Não é incomum confundir-se o indiciamento com o formal indiciamento, o que não se pode admitir. Indício quer dizer
Capítulo 1 Notas Introdutórias... 1. Capítulo 2 Direito Processual Penal e Garantias Fundamentais... 3
Sumário Capítulo 1 Notas Introdutórias... 1 Capítulo 2 Direito Processual Penal e Garantias Fundamentais... 3 Capítulo 3 Aplicação da Lei processual penal... 9 Capítulo 4 Princípios do Processo Penal...
Livro Eletrônico Aula 00 Passo Estratégico de Direito Processual Penal p/ CLDF (Agente de Polícia Legislativa) - Pós-Edital
Livro Eletrônico Aula 00 Passo Estratégico de Direito Processual Penal p/ CLDF (Agente de Polícia Legislativa) - Pós-Edital Professor: Gilberto Breder I P APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO ANÁLISE ESTATÍSTICA ANÁLISE
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS...
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 13 Processo X procedimento... 13 Ritos no processo de cognição... 13 Procedimento comum... 14 Procedimento especial... 14 Atividade jurisdicional estrutura...
QUESTÕES POLÍCIA FEDERAL RODOVIÁRIA DIREITO PROCESSUAL PENAL. 01). Sobre o inquérito policial, assinale a alternativa incorreta:
QUESTÕES POLÍCIA FEDERAL RODOVIÁRIA DIREITO PROCESSUAL PENAL 01). Sobre o inquérito policial, assinale a alternativa incorreta: Alternativa a De fato está correta, pois segundo a regra do art. 5º, 4º do
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Nº 17599/CS
Nº 17599/CS RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS Nº 115.083/MG RECORRENTE: DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PACIENTE: HÉLIO LÚCIO DE QUEIROZ RECORRIDO: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RELATOR: MINISTRO LUIZ FUX LEI
INQUÉRITO CIVIL E PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO. Histórico, Finalidade, Instauração e Conclusão
INQUÉRITO CIVIL E PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO Histórico, Finalidade, Instauração e Conclusão Inquérito Civil e Inquérito Policial Inquérito Policial Inquérito Civil Investigação sobre a ocorrência e autoria
OBRA: GUILHERME DE SOUZA NUCCI-MANUAL DE PROCESSO PENAL E EXECUÇÃO PENAL EDITORA RT OBRA: EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA CURSO DE PROCESSO PENAL EDITORA
OBRA: GUILHERME DE SOUZA NUCCI-MANUAL DE PROCESSO PENAL E EXECUÇÃO PENAL EDITORA RT OBRA: EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA CURSO DE PROCESSO PENAL EDITORA LUMEN JURIS CONCEITO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO, preparatório
Características do IP Obrigatório Dispensável Inquisitivo Sigiloso Escrito Indisponível Oficialidade
Características do IP Obrigatório Dispensável Inquisitivo Sigiloso Escrito Indisponível Oficialidade Atenção 1 Preenchidos os requisitos legais tem o dever funcional de instaurar o IP ar.t 5 do CPP. Delegado
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Nº 15592/CS HABEAS CORPUS Nº 106.664/SP IMPETRANTE: CIRO AUGUSTO CAMPOS PIMAZZONI PACIENTES: OSVALDO NACHBAR FILHO (ou OSWALDO NACHBAR FILHO) ODAIR DOS SANTOS COATOR: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA RELATOR:
DISPÕE SOBRE O RITO PROCESSUAL NOS PROCESSOS ESPECIAIS PARA RECO- NHECIMENTO DE DÍVIDA, E DÁ OUTRAS PRO- VIDÊNCIAS.
DECRETO Nº 364, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE O RITO PROCESSUAL NOS PROCESSOS ESPECIAIS PARA RECO- NHECIMENTO DE DÍVIDA, E DÁ OUTRAS PRO- VIDÊNCIAS. O Senhor SATURNINO MASSON, Prefeito Municipal
DIREITO PROCESSUAL PENAL I. Fontes e Princípios Aplicáveis ao Direito Processual Penal... 002 II. Lei Processual Penal e Sistemas do Processo Penal... 005 III. Inquérito Policial... 006 IV. Processo e
PROJETO DE LEI Nº, DE 2011
PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Sandro Alex) Dispõe sobre a tipificação criminal de condutas na Internet e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a tipificação
Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito:(redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005) V -quando o juiz acolher a alegação de
1. (OAB 136) De acordo com o Código de Processo Civil (CPC), extingue-se o processo sem resolução de mérito quando A) o juiz reconhece a prescrição ou a decadência. B) as partes transigem. C) o autor renuncia
1) Qual a resolução que dispõe sobre a notificação da autuação e defesa da autuação?
Diante da veiculação e circulação de e-mails falsos, o DER/MG esclarece que não faz uso de correio eletrônico para notificar sobre a existência de multas. 1) Qual a resolução que dispõe sobre a notificação
Ministério Público Eleitoral
Ministério Público Eleitoral O Ministério Público é uma instituição permanente, criada de forma direta pelo texto constitucional. Trata-se de uma instituição essencial à função jurisdicional do Estado,
DEPARTAMENTO DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARANÁ GABINETE DO DELEGADO GERAL PORTARIA Nº 001/2006-DPC
PORTARIA Nº 001/2006-DPC O DELEGADO GERAL DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições legais e regulamentares, CONSIDERANDO a edição do Estatuto do Desarmamento, aprovado pela Lei Federal
Liberdade provisória sem fiança.
Liberdade provisória sem fiança. OBJETIVO DESSE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM SERÁ A APRESENTAÇÃO DO INSTITUTO DA LIBERDADE PROVISÓRIA SEM FIANÇA LIBERDADE PROVISÓRIA LIBERDADE PROVISÓRIA A liberdade
MANUAL DO SISTEMA - CIDADÃO 1. PORTAL DA SALA DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO
1. PORTAL DA SALA DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO O portal da Sala de Atendimento ao Cidadão está disponível no endereço: www.cidadao.mpf.mp.br. Nesse ambiente é possível registrar uma manifestação, consultar
Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande.
OS TRÊS PODERES Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio
INQUÉRITO POLICIAL E SISTEMAS DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR
INQUÉRITO POLICIAL E SISTEMAS DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR Noções preliminares Polícia: Art. 144 - A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação
PERGUNTAS FREQUENTES CUSTAS JUDICIAIS
PERGUNTAS FREQUENTES CUSTAS JUDICIAIS 1- Como proceder com relação aos Mandados de Segurança?... 2 2- É possível distribuir um feito sem recolher custas iniciais?... 2 3- É necessário recolher custas referentes
Sumário. Capítulo 10 Sistemas processuais... 59 Capítulo 11 Aplicação da lei processual penal no espaço... 63
Capítulo 1 Introdução e evolução histórica... 3 Capítulo 2 Direito processual penal no Brasil... 9 Capítulo 3 Conceito e terminologias... 13 Capítulo 4 Conexões do direito processual penal com as demais
Direito Processual Penal
Direito Processual Penal Inquérito Policial Professor Joeberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Processual Penal INQUÉRITO POLICIAL TÍTULO II Do Inquérito Policial Art. 4º A polícia judiciária
Mestre Anderson Nogueira Oliveira Prática Jurídica I PETIÇÃO INICIAL
PETIÇÃO INICIAL 1. ENDEREÇAMENTO a) Fundamentação I Art. 42 a 53 do Novo CPC II Art. 108 e 109 da Constituição Federal de 1988 2. EXEMPLOS DE ENDEREÇAMENTOS VARA CÍVEL ESTADUAL Excelentíssimo Senhor Doutor
RESOLUÇÃO TCE/MA Nº 214, DE 30 DE ABRIL DE 2014.
RESOLUÇÃO TCE/MA Nº 214, DE 30 DE ABRIL DE 2014. Dispõe sobre os procedimentos de acompanhamento, controle e registro das decisões que resultem em sanção a ser aplicada pelo Tribunal de Contas do Estado
Livramento condicional
Livramento condicional Por André Ricardo de Oliveira Rios, Estudante de Direito. CONCEITO: Livramento condicional é a liberdade antecipada, mediante certas condições, conferida ao condenado que já cumpriu
18/08/2010 TRIBUTOS EM ESPÉCIE IMPOSTOS IMPOSTOS. Impostos Estaduais. Impostos Estaduais IPVA ICMS ITCMD. Legislação Comercial e Tributária
Legislação Comercial e Tributária TRIBUTOS EM ESPÉCIE IPVA ICMS ITCMD IPVA: Imposto sobre a propriedade de veículo automotor. Fato Gerador: é a propriedade do veículo automotor. Base de cálculo: valor
RELATÓRIO DA CORREIÇÃO ORDINÁRIA VARA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER COMARCA DE RIO BRANCO
RELATÓRIO DA CORREIÇÃO ORDINÁRIA VARA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER COMARCA DE RIO BRANCO Abril de 2015 Apresentação A Correição Ordinária, prevista no art. 40, 2º, da Lei Estadual
QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA
QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA 1. O que é jurisdição? 2. Quem representa o Estado quando se trata de jurisdição? 3. Por que o Estado é escolhido? 4. Como e através de que se opera a jurisdição?
Supremo Tribunal Federal
AGRAVO DE INSTRUMENTO 624.951 SÃO PAULO RELATORA AGTE.(S) ADV.(A/S) AGDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :MARBOR MÁQUINAS DE COSTURA LTDA : JOSÉ ROBERTO CAMASMIE ASSAD E OUTRO(A/S) :VALMOR RODRIGUES
: MIN. GILMAR MENDES
HABEAS CORPUS 132.501 SÃO PAULO RELATOR PACTE.(S) : MIN. GILMAR MENDES :FELIPE OTAVIO DOS SANTOS LOPES IMPTE.(S) :GUSTAVO LUIZ DE FARIA MARSICO E OUTRO(A/S) COATOR(A/S)(ES) :RELATOR DO HC Nº 339116 DO
3. Pelo Retorno dos autos à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas deste Ministério, para conhecimento e demais providências de sua alçada.
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Gestão Pública Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenação-Geral de Aplicação das Normas NOTA TÉCNICA Nº 90/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP
Juizados Especiais Cíveis
Juizados Especiais Cíveis Juiz de Direito/RS 1) O que é Juizado Especial Cível? É uma justiça mais célere, informal, totalmente gratuita, destinada a julgar as causas de menor complexidade. São aquelas
CADASTRO PESSOA JURÍDICA
CADASTRO PESSOA JURÍDICA Nº Conta Corrente Elaboração Renovação Alteração 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Identificação da empresa CNPJ Nome fantasia N o de registro Data de constituição Capital social realizado
ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 7ª CÂMARA CRIMINAL
Recurso de Apelação nº 0051769-88.2013.8.19.0001 Apelante: Confederação Brasileira de Futebol Apelado 1: Marco Antonio Teixeira Apelado 2: Ministério Público Origem: Juízo de Direito da 27ª Vara Criminal
PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA PAULISTA ESTADO DE SÃO PAULO
Institui o módulo eletrônico de arrecadação de ISSQN e a Nota Fiscal Eletrônica de Serviços e dá outras providências. EDUARDO TADEU PEREIRA, Prefeito Municipal de Várzea Paulista, Estado de São Paulo,
NOVO CPC: A HOMOLOGAÇÃO DE SENTENÇA ESTRANGEIRA DE DIVÓRCIO CONSENSUAL
NOVO CPC: A HOMOLOGAÇÃO DE SENTENÇA ESTRANGEIRA DE DIVÓRCIO CONSENSUAL Gracielle Veloso Advogada. Consultora Notarial, Registral e Imobiliária A eficácia da sentença estrangeira no Brasil depende de prévia
DIREITO PENAL. Ação Penal. 1. Fundamento Constitucional: Fundamento constitucional artigo 5º, XXXV.
DIREITO PENAL PONTO 1: AÇÃO PENAL Ação Penal 1. Fundamento Constitucional: Fundamento constitucional artigo 5º, XXXV. 2. Base Legal: Arts. 100 a 106 CP Arts. 24 a 62 CPP. concreto. 3. Conceito: É o direito
AULA 8 31/03/11 O RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL
AULA 8 31/03/11 O RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL 1 O CONCEITO Alcunha-se de ordinário todo e qualquer recurso que se processa nas vias ordinárias, que são, senão, aquelas que excetuam o Supremo Tribunal
O DIREITO DE ACESSO AOS PROCEDIMENTOS E DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS
I. Enquadramento Geral Entende-se por procedimento administrativo a sucessão ordenada de atos e formalidades tendentes à formação e manifestação da vontade da Administração Pública ou à sua execução. Sendo
Para interposição de recurso especial e de recurso ordinário em mandado de segurança são devidos porte de remessa e retorno dos autos e custas.
DÚVIDAS FREQÜENTES RECOLHIMENTO DAS CUSTAS E DO PORTE DE REMESSA E RETORNO DOS AUTOS DO RECURSO ESPECIAL E DO RECURSO ORDINÁRIO DE COMPETÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Para interposição de recurso
PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL
*ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A PROVA, VERIFIQUE SE TODOS OS SEUS APARELHOS ELETRÔNICOS FORAM ACONDICIONADOS E LACRADOS DENTRO DA EMBALAGEM PRÓPRIA. CASO A QUALQUER MOMENTO DURANTE A REALIZAÇÃO DO EXAME VOCÊ
Acumulação de funções
Exmo. Sr. Presidente da Camara Municipal 3250-100 ALVAIÁZERE Acumulação de funções, trabalhador no com relação jurídica de emprego publico a tempo indeterminado / termo resolutivo desta Camara Municipal
: RENATA COSTA BOMFIM E OUTRO(A/S)
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 702.642 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI RECTE.(S) :ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS HOSPITAIS SOROCABANA ADV.(A/S) :JOSÉ MARCELO BRAGA NASCIMENTO E OUTRO(A/S) RECDO.(A/S)
A EQUIPE DO DIREITO CONCENTRADO ESTÁ COM VOCÊ!
Olá CONCENTRADOS! Como está a sua preparação para a 2ª fase da OAB? Muito estudo e dedicação? Sabemos como é difícil conseguir conciliar tudo nesta fase, o período é curto, a matéria longa e você precisa
RESOLUÇÃO DE QUESTÕES JURÍDICAS Disciplina: Direito Econômico Prof. Luciano Sotero Aula nº 01 Data: 31/05/2010 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR
RESOLUÇÃO DE QUESTÕES JURÍDICAS Disciplina: Direito Econômico Prof. Luciano Sotero Aula nº 01 Data: 31/05/2010 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR PROCURADOR FEDERAL 2010. CESPE-UNB A respeito do direito econômico,
CORRESPONDENTES NO PAÍS Ouvidoria ANEPS para Certificação Profissional de Promotores de Correspondente Procedimentos Operacionais
SUMÁRIO Histórico de Alterações... 2 1. Estrutura da Ouvidoria ANEPS... 3 2. Abertura do Processo... 3 3. Processo Disciplinar... 5 4. Comunicação aos Envolvidos... 5 Pág. 1 Histórico de Alterações Nº
LEI Nº 12.037/2009: BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DA NOVA LEI DE IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL
LEI Nº 12.037/2009: BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DA NOVA LEI DE IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL Moacir Martini de Araujo Delegado de Polícia Federal, doutorando em Direito pela Universidade Metropolitana de Santos
PAULO ROBERTO GONGORA FERRAZ, MAURÍCIO DE PAULA SOARES GUIMARÃES, RAFAEL MARTINS BORDINHÃO
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - FORO CENTRAL DE CURITIBA 5ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE CURITIBA - PROJUDI Rua Padre Anchieta, 1287 - Bigorrilho - Curitiba/PR
NOTA DE ESCLARECIMENTO SUB-RELATOR DEPUTADO SANDRO ALEX SUB-RELATORIA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E COMÉRCIO VIRTUAL DA CPI DOS CRIMES CIBERNÉTICOS
NOTA DE ESCLARECIMENTO SUB-RELATOR DEPUTADO SANDRO ALEX SUB-RELATORIA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E COMÉRCIO VIRTUAL DA CPI DOS CRIMES CIBERNÉTICOS SUB-RELATOR DEPUTADO RAFAEL MOTTA SUB-RELATORIA CRIMES CONTRA
INQUÉRITO POLICIAL. Art. 4º ao 23 do CPP
INQUÉRITO POLICIAL Art. 4º ao 23 do CPP o inquérito policial é um procedimento administrativo, inquisitório e preparatório e consiste em um conjunto de diligências realizadas pela polícia investigativa
Parte I TEMAS DE DIREITO PROCESSUAL PENAL. Capítulo 1 Inquérito Policial e Outras Formas de Investigação da Polícia Civil...3
S u m á r i o Parte I TEMAS DE DIREITO PROCESSUAL PENAL Capítulo 1 Inquérito Policial e Outras Formas de Investigação da Polícia Civil...3 1.1. O que é o procedimento de verificação de procedência das
: MIN. DIAS TOFFOLI :DUILIO BERTTI JUNIOR
HABEAS CORPUS 117.934 SÃO PAULO RELATOR PACTE.(S) : MIN. DIAS TOFFOLI :DUILIO BERTTI JUNIOR IMPTE.(S) :EDUARDO VON ATZINGEN DE ALMEIDA SAMPAIO E OUTRO(A/S) COATOR(A/S)(ES) :RELATOR DO HC Nº 269.477 DO
MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012.
MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida,
HIPÓTESES DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA
ESTADO DE DEFESA HIPÓTESES DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA As hipóteses em que se poderá decretar o estado de defesa estão, de forma taxativa, previstas no art. 136, caput, da CF/88, quais sejam: para
PROCEDIMENTOS PARTE I PROCEDIMENTO ORDINÁRIO
PROCEDIMENTOS PARTE I PROCEDIMENTO ORDINÁRIO PROCEDIMENTOS PROCESSO instrumento utilizado para resolução dos conflitos de interesses, formado por um conjunto de atos, exige a conjugação de dois fatores:
Lei do Crime Organizado
1 PONTO 1: Crime Organizado Lei do Crime Organizado Legislação importante para o estudo: - Lei 9034/95 - Lei 9296/96 - Lei 10054/00 - Lei 10217/01 1. Objeto e incidência da Lei: artigo 1º da Lei 9034/95
BuscaLegis.ccj.ufsc.br
BuscaLegis.ccj.ufsc.br A autoridade policial pode conferir liberdade ao preso em flagrante que não tenha condição econômica de pagar a fiança arbitrada. Aplicação analógica do art. 350 do CPP na esfera
Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS-SC Nota Fiscal Eletrônica de estorno emitida após o prazo previsto de cancelamento.
ICMS-SC Nota Fiscal Eletrônica de estorno emitida após o prazo previsto de 12/03/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4
PLANO DE ENSINO PROF. CRISTIANO SALMEIRÃO 2014
PLANO DE ENSINO PROCESSO PENAL I PROCESSO PENAL I PROF. CRISTIANO SALMEIRÃO 2014 MISSÃO E OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO Promover a formação integral do homem, com valores éticos e cristãos. Preparar profissionais
MEDIDA: PRISÃO PREVENTIVA PARA ASSEGURAR A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO
MEDIDA: PRISÃO PREVENTIVA PARA ASSEGURAR A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO 18ª P R O P O S T A L E G I S L A T I V A ANTEPROJETO DE LEI Altera o art. 312 do Código de Processo Penal para prevê a possibilidade
CONDIÇÕES E PRESSUPOSTOS DA AÇÃO PENAL
AÇÃO PENAL PROCESSO PENAL I CONCEITO Segundo Guilherme Nucci, trata-se do direito do Estado-acusação ou do ofendido de ingressar em juízo, solicitando a prestação jurisdicional, representada pela aplicação
OAB 2010.3 GABARITO COMENTADO SEGUNDA FASE EMPRESARIAL. Artigo 9º e 4º do artigo 10 Lei 11.101/2005, procuração, CPC e estatuto da OAB.
OAB 2010.3 GABARITO COMENTADO SEGUNDA FASE EMPRESARIAL PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL Artigo 9º e 4º do artigo 10 Lei 11.101/2005, procuração, CPC e estatuto da OAB. Trata-se de uma habilitação de crédito retardatária.
Dispõe sobre critérios de carga pessoal de armas de fogo e munições na Polícia Civil de São Paulo e outras providências correlatas
POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DEPARTAMENTO DE ANÁLISE E PLANEJAMENTO Portaria DAP-7, de 20-08-2010 Dispõe sobre critérios de carga pessoal de armas de fogo e munições na Polícia Civil de São Paulo e outras providências
Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF
Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF DECRETO Nº 33.564, DE 09 DE MARÇO DE 2012. Regulamenta as hipóteses de impedimento para a posse e exercício na administração pública direta
NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL N. 044/2013
NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL N. 044/2013 Publicada no DOE 8966, de 27.05.2013 SÚMULA: Estabelece procedimentos relativos à retificação de arquivos referentes à EFD - Escrituração Fiscal Digital para contribuintes
Esse caso é de quem encerrou os atos de execução, encontrando-se no local dos fatos, com forte indicação de que praticou a infração penal.
Prisão em flagrante Por André Ricardo de Oliveira Rios, Estudante de Direito. Devemos começar tal estudo com a definição de Prisão: É a supressão da liberdade individual mediante recolhimento. Podemos
AÇÃO CIVIL EX DELICTO
CONCEITO é a ação ajuizada pelo ofendido na esfera cível para obter indenização pelo dano causado pelo crime. LOCAL DA PROPOSITURA: ação pode ser proposta no foro do domicílio da vítima, do local dos fatos,
REMESSA PARA DEMONSTRAÇÃO E REMESSA PARA MOSTRUÁRIO. atualizado em 25/05/2016. Alterados os itens 2, 3.1, e 3,2 Incluídos os itens 4, 5, 6, e 7
REMESSA PARA DEMONSTRAÇÃO E REMESSA PARA MOSTRUÁRIO atualizado em 25/05/2016 Alterados os itens 2, 3.1, e 3,2 Incluídos os itens 4, 5, 6, e 7 2 ÍNDICE 1. CONCEITO...5 1.1. Remessa para Demonstração...5
Aula 9 de Processo do Trabalho I. Segundo a redação do artigo 840 da Consolidação das Leis do Trabalho a petição inicial poderá ser escrita ou verbal.
Aula 9 de Processo do Trabalho I Petição Inicial. Segundo a redação do artigo 840 da Consolidação das Leis do Trabalho a petição inicial poderá ser escrita ou verbal. No 2º do referido artigo, está a maneira
