Resistência e Corrente Elétrica
|
|
|
- Sérgio Desconhecida Carvalho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Nesta prática discutiremos os conceitos de resistência e corrente elétrica e sua relação com as propriedades microscópicas dos materiais. Veremos a origem das leis de Ohm atraés de um modelo de condução conhecido como modelo de Drude, que dá uma explicação microscópica para a resistência elétrica. Nos experimentos, inestigaremos como aria o potencial ao longo de um condutor e determinaremos a resistiidade elétrica do mesmo. Sempre que surgir uma dúida quanto à utilização de um instrumento ou componente, o aluno deerá consultar o professor para esclarecimentos. Quando for trocar a função de um multímetro, desconecte os fios, gire o botão e só então reconecte ao circuito. Lembre-se que as entradas para oltímetro e ohmímetro são diferentes das entradas para amperímetro. I. As Leis de Ohm Em 187, Georg Simon Ohm, físico e matemático alemão, publicou os resultados do que é hoje conhecido como as leis de Ohm. Nessa época, Ohm trabalhaa como professor de física e matemática numa escola colegial em Colônia, e usaa o laboratório da escola para experiências com circuitos elétricos, que eram uma noidade então (Volta haia desenolido a bateria eletrolítica poucos anos antes). Os resultados dessas experiências foram publicados no trabalho O circuito galânico inestigado matematicamente. Ohm descobriu que a corrente que atraessa um fio condutor é proporcional à diferença de potencial aplicada, à área da seção transersal do fio e inersamente proporcional ao comprimento. A proporcionalidade entre a corrente e a diferença de potencial obserada em alguns tipos de materiais é hoje conhecida como a primeira lei de Ohm, e os componentes que apresentam essa propriedade são chamados de ôhmicos. A razão V / I denota o quanto de tensão tem de ser aplicada para passar certa corrente em um dispositio de circuito. Assim, quanto maior for a dificuldade que o dispositio impõe a passagem da corrente, maior dee ser a tensão aplicada para estabelece um certo alor 1
2 de corrente. Logo dize-se que a razão V/I é uma medida da dificuldade imposta pelo dispositio à passagem da corrente elétrica e por isso é denominada de resistência elétrica (R). A unidade de resistência no SI foi denominada Ohm (Ω) em homenagem a Georg Simon Ohm. A formulação matemática dessa lei é: V = RI (1) Outra obseração feita por Ohm em seus experimentos foi que a resistência elétrica é proporcional ao comprimento do condutor e inersamente proporcional a área da seção transersal, o que ficou conhecido como a segunda lei de Ohm, o que pode ser escrita como: L R = ρ A () O coeficiente de proporcionalidade é conhecido como resistiidade, e é uma característica de cada material. A tabela 1 mostra a resistiidade de alguns deles. Tabela 1 resistiidade de alguns materiais. Obsere a diferença nas ordens de grandeza Material ρ (Ω.m) Material ρ (Ω.m) Prata 1, Germânio 4, Cobre 1, Silício 6,4. 10 Alumínio, Parafina Os metais têm resistiidade da ordem de 10-8 Ω.m, enquanto os isolantes têm resistiidade superior a A resistiidade dos semicondutores (como o germânio e o silício) encontra-se entre esses extremos. Uma grande inspiração para o trabalho de Ohm foi o trabalho de Fourier sobre a condução de calor, publicado anos antes. Fourier descobriu que a condução de calor entre dois pontos é proporcional à diferença de temperatura entre eles e a condutiidade térmica do meio que os separa. Fazendo a analogia, a corrente faz o papel do calor, o potencial faz o papel da temperatura e a resistência faz o papel do inerso da condutância térmica.
3 A tensão e a corrente são grandezas macroscópicas, que se referem a todo o condutor, e por esse motio as equações 1 e são também chamadas de lei de Ohm macroscópicas. Combinando as equações 1 e, podemos escreer: V L I = ρ A (3) Mas V / L é o campo elétrico que age sobre o condutor, e I / A é chamado de densidade de corrente, simbolizado por J. Logo: E = ρj (4) Essa equação é usualmente escrita em termos da condutiidade σ, que é o inerso da resistiidade: J = σ E (5) A densidade de corrente e o campo elétrico podem ser definidas à partir de características microscópicas e por isso a equação 5 é chamada de lei de Ohm microscópica. II. O modelo de Drude No final do século XIX, foi descoberto o elétron, partícula carregada que seria responsáel pelos fenômenos elétricos. Haia então necessidade de explicar os fenômenos usando a idéia do elétron, incluindo as leis de Ohm. Isso foi feito por Paul Drude em Da eletrostática sabia-se que o alor do potencial elétrico é o mesmo em todos os pontos de um condutor em equilíbrio eletrostático. Em outras palaras, nessa situação não há diferença de potencial entre dois pontos quaisquer de um metal eletrostaticamente carregado. No entanto, em um material condutor os elétrons mais externos aos átomos estão fracamente ligados aos núcleos. Deido à energia térmica, esses elétrons estão lires para se moer aleatoriamente ao longo do condutor (por isso 3
4 são chamados de elétrons de condução). Portanto, uma isão simplista de um material condutor, seria de um mar de elétrons lires em moimento aleatório deido às flutuações térmicas, e um conjunto de íons de fundo, proenientes dos átomos dos quais os elétrons de condução se originaram. Na presença de um campo elétrico, surge uma força sobre os elétrons lires, fazendo com que além do moimento aleatório eles possuam um moimento ordenado na direção do campo. Quando isso acontece, o condutor não está mais em equilíbrio eletrostático. Uma análise preliminar pode dar a impressão que sob a influência dessa força a elocidade dessas cargas aumentaria indefinidamente. Na erdade, isso não ocorre deido a colisões entre os elétrons de condução e os íons de fundo. Para descreer este mecanismo de condução podemos utilizar um modelo microscópico conhecido como modelo de Drude, cujas principais hipóteses são: i. Não há interação elétron-elétron ou elétron-íon no interalo entre as colisões; ii. As colisões ocorrem abruptamente e os íons não se moem; iii. Existe um tempo médio entre colisões ( t); i. Após cada colisão, o elétron perde a memória sobre sua trajetória e elocidade; Então amos assumir que um condutor de comprimento L (figura 1) está submetido a uma diferença de potencial V. A aplicação de V faz com que apareça um campo elétrico de intensidade E = V / L no condutor. Logo, um dado elétron de condução será submetido a uma força elétrica (F=-eE), sendo acelerado até atingir uma elocidade durante um tempo t. Então, podemos escreer que a ariação de elocidade atingida por esse elétron é: L Va a A b V b E I Figura 1 Condutor submetido à diferença de potencial 4
5 ee t m = ee = (6) t m A quantidade de carga que flui atraés da seção transersal do condutor pode ser escrita da forma Q = n(-e)a m t, onde n representa a densidade olumétrica dos elétrons de condução, e a carga do elétron, A a seção transersal do condutor, m a elocidade média de deslocamento dos elétrons e t o tempo decorrido. Logo a corrente elétrica que flui atraés do condutor pode ser escrita da forma: Q I = = nea t m (7) A elocidade média atingida pelo elétron é: m I = nea (8) É importante enfatizar que esse alor médio de elocidade é o alor da elocidade de arraste dos elétrons deido à aplicação do campo e não a elocidade indiidual dos elétrons, que é, sobretudo, determinada pela agitação térmica. Uma estimatia da elocidade adquirida pelos elétrons deido a agitação térmica pode ser feita considerando um teorema da Física estatística, (denominado Teorema da Equipartição da Energia), que estabelece que a cada grau de liberdade de translação dos elétrons contribui com k B T/ para a energia térmica dos mesmos (k B é denominada de constante de Boltzman e T é a temperatura). Assim, igualando a energia cinética média dos elétrons com a energia térmica, obtemos: 1 3 me = kbt (9) Onde m e é a massa do elétron e á a média do quadrado das elocidades dos elétrons. De onde tiramos que: 5
6 rms = = k T m 3 B e (10) rms é usualmente referido como alor quadrático médio da elocidade dos elétrons (do inglês root mean square). temperautre ambiente (300 K) e sabendo que 31 m e = 9,11 10 kg, obtemos que rms Fazendo um cálculo dessa elocidade em 3 kb 1, J / K = e 5 = 1,17 10 m / s. De fato, esse alor é ainda maior quando se usa a mecânica quântica para fazer o cálculo. Neste caso o alor de elocidade obtido é conhecido como elocidade de Fermi, sendo o seu alor F 6 = 1,57 10 m / s. Para fim de comparação, amos estimar a elocidade média de arraste dos elétrons deido ao campo quando uma corrente de 1A atraessa um fio de cobre de 1 mm de raio. A densidade do cobre é de 8,9 g/cm 3 e sua massa atômica é de 63,5g o que diz que a massa de um mol de cobre é de 63,5 g. Como o número de átomos em um mol é dado pela constante de Aogadro N A = 6,0x10 3, o número de átomos por cm 3 no cobre é 8,9 6, , atomos/cm 63,5 3 3 =. Considerando que cada átomos de cobre contribui com um elétron para a condução, temos que a densidade olumétrica de elétrons e 8 3 n = 8, atomos/m. Assim, usando que a carga do elétron é de 19 = 1,6 10 C, temos, segundo a equação 8, que a elocidade média dos elétrons é: I nea 1 8, , 6 10 π 10 5 m = = =, m / s = 8,5 cm / h ( ) (11) Vemos então que a elocidade média de arraste dos elétrons deido ao campo é muito menor que a elocidade deido a agitação térmica. Da quarta hipótese, a elocidade de um elétron após uma colisão tem direção aleatória. No entanto, o que importa é o comportamento coletio dos elétrons, e não os comportamentos indiiduais. Assim, fazemos uma média de elocidades sobre todos os elétrons, que resulta que a elocidade após a colisão é nula ( i = 0). Assim, podemos escreer: 6
7 = = f f + i f m = = i f (1a) (1b) Logo, a ariação de elocidade que um elétron sofre ( na equação 6) é o dobro da elocidade média ( m na equação 8). Usando esse fato, escreemos: I ee = t nea m (13) E o tempo médio entre colisões pode ser estimado como: t = mi ne AE (14) Uma outra grandeza usualmente definida é o lire caminho médio l, que expressa a distância percorrida pelos elétrons entre colisões sucessias. Sabendo que o tempo médio entre colisões é t e que a elocidade térmica média dos elétrons é F o lire caminho médio pode ser calculado como: F mi l = F t = ne AE (15) O campo elétrico pode ser escrito em função da diferença de potencial E = V/ L, permitindo reescreer a equação acima da seguinte forma: V m L (16) I ne t A = Essa equação mostra que a diferença de potencial é proporcional à corrente, o que é dito pela primeira lei de Ohm. A resistência (razão entre tensão e corrente) é dada por: 7
8 R V m L (17) = I ne t A = A resistência elétrica é proporcional ao comprimento do condutor e inersamente proporcional à área da seção transersal, o que concorda com as obserações de Ohm. Comparando as equações 5 e 17, emos que: ρ m ne t = (18) O modelo de Drude fornece uma expressão para a resistiidade dos materiais (uma grandeza macroscópica) que depende apenas de grandezas microscópicas (a carga e a massa do elétron, a densidade de elétrons lires e o tempo médio entre colisões). Embora no tratamento acima tenhamos falado somente em elétrons de condução, podemos fazer o mesmo tratamento para íons (condução iônica) ou mesmo buracos (falta de elétrons). 8
9 Experimentos 1. Um condutor em forma de escada percorrido por corrente a) Neste experimento utilizaremos uma fita condutora de alumínio em forma de escada tal como mostrado na figura a. Inicialmente ocê deerá medir todas as dimensões (comprimento, espessura e largura em cada região). b) Monte o circuito indicado na figura b utilizando uma fita de alumínio e uma resistência R = 4,7 Ω e potência máxima de 5 W. Ajuste a fonte para obter uma corrente de aproximadamente 0,5 A (nessa situação, a potência dissipada no resistor será cerca de,5 W). c) Para cada uma das três regiões distintas, indicado por I, II e III na figura, meça 5 alores de tensão V em função do comprimento x (assuma V = 0 na extremidade da fita). d) Faça um gráfico da tensão em função do comprimento x, destacando as 3 regiões. Qual o comportamento obserado em cada região? (a) (b) I II III A R Corte transersal da fita e V x V H Figura (a) fita condutora de alumínio. (b) Circuito para estudar a tensão sobre a fita condutora. e) Analise o coeficiente angular da reta em cada uma das regiões do gráfico obtido no item anterior e explique o resultado com base nas áreas transersais da fita metálica. 9
10 f) Usando a expressão E = V / x, calcule o campo elétrico médio em cada uma das 3 regiões da fita. A partir da geometria da fita e da corrente I, calcule também a densidade de corrente J em cada uma das regiões. g) Com esses dados, Faá um gráfico em escala linear de E s. J, erifique a equação 5, e obtenha a condutiidade do material. Lembre-se que esse alor é o inerso da resistiidade. h) Usando o alor da resistiidade obtido, estime o tempo médio entre colisões. Estime também a elocidade média dos elétrons e o lire caminho médio. Como essas grandezas ariam quando a corrente aria? Como o lire caminho médio se compara com as distâncias interatômicas? Valor medido para a corrente: Resultados das medidas de tensão ersus posição em uma fita metálica em forma de escada. Região Posição Tensão Campo Elétrico Dens. de corrente Região I: Largura da Fita: Espessura da Fita: Região II: Largura da Fita: Espessura da Fita: Região III: Largura da Fita: Espessura da Fita: Resistiidade do Material: Calculada: Valor tabelado: 10
11 . Um condutor trapezoidal percorrido por corrente (opcional) a) Vamos usar agora uma outra fita metálica, com formato de trapézio (figura 3). Ligue os terminais da fita a um resistor de 4,7 Ω e ajuste a fonte de tensão para que a corrente na fita seja 0,5 A. d d 1 L Figura 3 Fita condutora de alumínio (experimento opcional) b) Meça todos os parâmetros geométricos da fita. c) Meça a tensão V em função do comprimento x ao longo da fita (assuma V = 0 na extremidade mais fina). Obtenha cerca de 15 pontos. Características geométricas da fita d 1 d L h I Resultados das medidas de tensão ersus posição em uma fita metálica em forma trapezoidal. Posição Tensão Posição Tensão 11
12 Para determinar a resistiidade da placa ocê precisará encontrar uma equação que descrea o perfil de tensão como função de x. Para isso, note que a área transersal cresce linearmente ao longo da placa de modo que: ( ) = + ( ) A x d1h d d1 h L Onde d 1 e d são as larguras inicial e final, L o comprimento total e h a espessura da placa. A resistência então aria ponto a ponto, mas a corrente total é constante. Temos que integrar a lei de Ohm: x V x ρi dx ' = I dr = h d + ( d d ) x '/ L logarítmica: O resultado dessa integral (resola-a e apresente no relatório) é uma função ρli ( d d1) x V ( x) = ln 1+ ( d d1). h d1 L resistiidade. d) Ajuste a função acima aos pontos obtidos experimentalmente e obtenha a 1
Apostila de Física 26 Resistores
Apostila de Física 26 Resistores 1.0 Definições Efeito térmico ou efeito joule: Transformação de energia elétrica em energia térmica. Choque dos elétrons livres contra os átomos dos condutores. Causa elevação
Capítulo II. Elementos de Circuitos
Capítulo II Elementos de Circuitos.1 Introdução O objetivo da engenharia é projetar e produzir dispositivos que atendam às necessidades humanas. Para tanto, é necessário que se conheçam os componentes
Propriedades Elétricas do Materiais
Propriedades Elétricas do Materiais Por que estudar propriedades elétricas dos materiais? Apreciação das propriedades elétricas de materiais é muitas vezes importante, quando na seleção de materiais e
defi departamento Lei de Ohm de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 572 4200-072 Porto. Telm.
Propriedades Elétricas (cap. 42 Fundamentos de Física Halliday, Resnick, Walker, vol. 4 6ª. Ed.)
Unidade stado Sólido Propriedades létricas (cap. 4 Fundamentos de Física Halliday, Resnick, Walker, vol. 4 6ª. d.) Metais Semicondutores Classificar os sólidos, do ponto de vista elétrico, de acordo com
Gráfico da tensão em função da intensidade da corrente elétrica.
. Introdução A corrente elétrica consiste no movimento ordenado de elétrons e é formada quando há uma diferença de potencial (V) em um fio condutor elétrico. Esse movimento, por sua vez, fica sujeito a
3º ANO 27 FÍSICA 1º Trimestral
Nome do aluno Turma Nº Questões Disciplina Trimestre Trabalho Data 3º ANO 27 FÍSICA 1º Trimestral 1. (Unicamp-1997) A figura a seguir mostra como se pode dar um banho de prata em objetos, como por exemplo
As constantes a e b, que aparecem nas duas questões anteriores, estão ligadas à constante ρ, pelas equações: A) a = ρs e b = ρl.
9.3. Representando a constante de proporcionalidade por ρ, podemos reunir as equações R = a L e R = b S 1 (vistas nas duas questões anteriores) da seguinte maneira: L R = ρ (segunda lei de Ohm). S As constantes
Comprovar na prática, através das experiências, a veracidade das duas leis de Ohm.
Disciplina: Experiência: Eletricidade e Magnetismo Leis de Ohm Objetivo Comprovar na prática, através das experiências, a veracidade das duas leis de Ohm. Introdução Teórica Georg Simon Ohm (1857 1854)
A partir do gráfico, e usando a definição de resistência elétrica, tem-se:
Física Unidade V Eletricidade Série 3 - Lei de Ohm 01 A partir do gráfico, e usando a definição de resistência elétrica, tem-se: U 10 = = = 50 Ω i 0, esposta: E 1 Física Unidade V Eletricidade Série 3
Resistência Elétrica. Introdução Primeira Lei de Ohm Representação Características físicas Segunda Lei de Ohm Potência dissipada por um resistor
Resistência Elétrica Introdução Primeira Lei de Ohm Representação Características físicas Segunda Lei de Ohm Potência dissipada por um resistor Introdução Nas lâmpadas incandescente, os seus filamentos
Corrente Elétrica. Eletricidade e magnetismo - corrente elétrica 1
Corrente Elétrica Eletricidade e magnetismo - corrente elétrica 1 Corrente elétrica A corrente elétrica é definida como um fluxo de elétrons por unidade de tempo: = Q t [C/ segundo]ou[ A] Ampere Material
RESPOSTA: C. a) só a I. b) só a II. c) só a III. d) mais de uma. e) N.d.a. RESPOSTA: C
1. (ITA - 1969) Usando L para comprimento, T para tempo e M para massa, as dimensões de energia e quantidade de movimento linear correspondem a: Energia Quantidade de Movimento a) M L T -1... M 2 L T -2
INTRODUÇÃO TEÓRICA. Existe uma dependência entre a tensão aplicada e a corrente que circula em um circuito.
OBJETIVOS: a) verificar experimentalmente a Lei de Ohm; b) determinar o valor de resistências pelas medidas de tensão e corrente e pelo gráfico da característica elétrica; c) familiarização com os gráficos
V = R. I R = L / A. CLASSIFICACAO MATERIAL [.m] Metais
LEI DE OHM A Lei de Ohm diz que a corrente elétrica que passa por um material é diretamente proporcional a tensão V nele aplicado, e esta constante de proporcionalidade chama-se resistência elétrica. De
4.1 Experimento 1: Cuba Eletrostática: Carga, Campo e Potenciais Elétricos
14 4. Roteiros da Primeira Sequência 4.1 Experimento 1: Cuba Eletrostática: Carga, Campo e Potenciais Elétricos 4.1.1 Objetivos Fundamentar o conceito de carga elétrica. Trabalhar com os conceitos de campo
INF01 118 Técnicas Digitais para Computação. Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos. Aula 2
INF01 118 Técnicas Digitais para Computação Conceitos Básicos de Circuitos Elétricos Aula 2 1. Grandezas Elétricas 1.1 Carga A grandeza fundamental em circuitos elétricos é a carga elétrica Q. As cargas
Circuito Elétrico - I
1 1. Um resistor de 32 ohms é ligado em paralelo a outro resistor de 20 ohms e o conjunto é ligado a uma fonte de tensão de 12VDC. a) Qual é a resistência da ligação em paralelo? b) Qual é a corrente total
ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T6 Física Experimental I - 2007/08 ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO 1. Objectivo Estudo do funcionamento, em regime estacionário,
EXPERIÊNCIA 9 DIODOS SEMICONDUTORES E CURVAS CARACTERÍSTICAS
EXPERIÊNCIA 9 DIODOS SEMICONDUTORES E CURVAS CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO Existem diversos tipos de diodos, muitos deles projetados e construídos com finalidades específicas. Os diodos semicondutores
2.4 Resistência em um condutor
s A unidade da resistividade é m =10 6 2 mm. m 1. Qual a potência dissipada em um resistor de 10 k, percorrido por uma corrente de 5 ma? Material ρ ( m) a 20 C Prata 1,6 10 8 Tabela 2.2 Valores aproximados
1 = Pontuação: Os itens A e B valem três pontos cada; o item C vale quatro pontos.
Física 0. Duas pessoas pegam simultaneamente escadas rolantes, paralelas, de mesmo comprimento l, em uma loja, sendo que uma delas desce e a outra sobe. escada que desce tem velocidade V = m/s e a que
Corrente elétrica, potência, resistores e leis de Ohm
Capítulo 33 Corrente elétrica, potência, resistores e leis de Ohm Material adaptado pelo Prof. Márcio Marinho ANTES DE TUDO TEMPERATURA EQUILÍBRIO VASOS COMUNICANTES EQUILÍBRIO ELETROSTÁTICO ELETRODINÂMICA
Módulo 08 - Mecanismos de Troca de Calor
Módulo 08 - Mecanismos de Troca de Calor CONCEITOS FUNDAMENTAIS Vamos iniciar este capítulo conceituando o que significa calor, que tecnicamente tem um significado muito diferente do que usamos no cotidiano.
Modelos atômicos. Modelo de Bohr
Modelos atômicos Modelo de Bohr O modelo de Bohr apresenta limitações significativas, não servindo para explicar vários dos fenômenos nos quais estão envolvidos elétrons. As deficiências do modelo de Bohr
Data: Experiência 01: LEI DE OHM
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES Introdução O capacitor é um componente eletrônico constituído de duas placas condutoras de corrente elétrica separadas por um material isolante denominado de dielétrico
COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE FÍSICA COORDENADOR: PROFESSOR JOSÉ FERNANDO
COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE FÍSICA COORDENADOR: PROFESSOR JOSÉ FERNANDO 3 a SÉRIE PROFESSORES: ROBSON / JULIEN / JOSÉ FERNANDO / EDUARDO / BRUNO Questão 1 Um condutor metálico é percorrido
CARGAS ELÉTRICAS. Por Jonathan T. Quartuccio
CARGAS ELÉTRICAS Por Jonathan T. Quartuccio Há muito tempo o homem vem estudando fenômenos relacionados a eletricidade. Na Grécia antiga, o fenômeno de atração entre corpos já era observado quando se atritava
Através de suas realizações experimentais, mantendo constante a temperatura do condutor, Ohm pôde chegar às seguintes afirmações e conclusões:
5000 - Leis de Ohm: Primeira de Ohm George Simon Ohm foi um físico alemão que viveu entre os anos de 1789 e 1854 e verificou experimentalmente que existem resistores nos quais a variação da corrente elétrica
A forma geral de uma equação de estado é: p = f ( T,
Aula: 01 Temática: O Gás Ideal Em nossa primeira aula, estudaremos o estado mais simples da matéria, o gás, que é capaz de encher qualquer recipiente que o contenha. Iniciaremos por uma descrição idealizada
Suponha que a velocidade de propagação v de uma onda sonora dependa somente da pressão P e da massa específica do meio µ, de acordo com a expressão:
PROVA DE FÍSICA DO VESTIBULAR 96/97 DO INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (03/12/96) 1 a Questão: Valor : 1,0 Suponha que a velocidade de propagação v de uma onda sonora dependa somente da pressão P e da
ATIVIDADE DE MATEMÁTICA (PARA CASA) Data de entrega 18/04/2012
OSASCO, DE DE 01 NOME: PROF. 8º ANO ATIVIDADE DE MATEMÁTICA (PARA CASA) Data de entrega 18/04/01 1. Deseja-se fixar o comprimento e a largura de uma sala de modo que a sua área seja 36 m. a) Se a largura
Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos
Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Conceitos Básicos de Teoria dos Circuitos Teresa Mendes de Almeida [email protected] DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC-
Calor Específico. 1. Introdução
Calor Específico 1. Introdução Nesta experiência, serão estudados os efeitos do calor sobre os corpos, e a relação entre quantidade de calor, variação da temperatura e calor específico. Vamos supor que
SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 4 FÍSICA DO ARCO ARCO ELÉTRICO
22 CAPÍTULO 4 FÍSICA DO ARCO ARCO ELÉTRICO 23 FÍSICA DO ARCO ELÉTRICO DEFINIÇÃO Um arco elétrico pode ser definido como um feixe de descargas elétricas formadas entre dois eletrodos e mantidas pela formação
Aula 15 Campo Elétrico
1. (Fatec 2010) Leia o texto a seguir. Técnica permite reciclagem de placas de circuito impresso e recuperação de metais Circuitos eletrônicos de computadores, telefones celulares e outros equipamentos
CORRENTE E RESITÊNCIA
CORRENTE E RESITÊNCIA Até o momento estudamos cargas em repouso - a eletrostática. A partir de agora concentramos nossa atenção nas cargas em movmento, isto é, na corrente elétrica. Corrente elétrica :
Lista de Exercícios Campo Elétrico
Considere k o = 9,0. 10 9 N. m 2 /C 2 Lista de Exercícios Campo Elétrico 1. Uma partícula de carga q = 2,5. 10-8 C e massa m = 5,0. 10-4 kg, colocada num determinado ponto P de uma região onde existe um
Exercícios sobre Força de Coulomb
Exercícios sobre Força de Coulomb 1-Duas cargas elétricas iguais de 10 6 C se repelem no vácuo com uma força de 0,1 N. Sabendo que a constante elétrica do vácuo é de 9 10 9 N m /C, qual a distância entre
O MODELO DO ELÉTRON LIVRE DE DRUDE COMPLETA 100 ANOS
O MODELO DO ELÉTRON LIVRE DE DRUDE COMPLETA 100 ANOS Carlos Ariel Samundio Pérez Depto. de Física - Universidade de Passo Fundo Passo Fundo RS Resumo A descrição microscópica da condução metálica em termos
Segunda Etapa SEGUNDO DIA 2ª ETAPA FÍSICA COMISSÃO DE PROCESSOS SELETIVOS E TREINAMENTOS
Segunda tapa SGUNDO DIA ª TAPA FÍSICA COMISSÃO D PROCSSOS SLTIVOS TRINAMNTOS FÍSICA Dados: Aceleração da gravidade: 1 m/s Velocidade da luz no vácuo: 3 x 1 8 m/s. Constante de Planck: 6,63 x 1-34 J.s k
Está CORRETO apenas o contido em: a) I e II. b) I e III. c) III e IV. d) I, II e IV. e) II, III e IV.
3. (Uern 013) Na figura, estão representadas duas associações de resistores. Lista de Exercícios Resolvida Associação de resistores Prof. Paulo Roberto 1. (Espcex (Aman) 01) Um circuito elétrico é constituído
1) Cálculo do tempo de subida do objeto: V y. = V 0y. + γt s 0 = 4 10t s. t s. = 0,4s. 2) Cálculo do tempo total de vôo : t total.
46 e FÍSICA No interior de um ônibus que trafega em uma estrada retilínea e horizontal, com velocidade constante de 90 km/h, um passageiro sentado lança verticalmente para cima um pequeno objeto com velocidade
ANALOGIA NO ENSINO DA FÍSICA
ANALOGIA NO ENSINO DA FÍSICA Wilton Jorge Depto. de Ciências Físicas UFU Uberlândia MG Analogia é um processo comparativo de fenômenos diferentes através de suas semelhanças. Assim, pela simples mudança
LISTA ELETROSTÁTICA 3ª SÉRIE
1. (Pucrj 013) Duas cargas pontuais q1 3,0 μc e q 6,0 μc são colocadas a uma distância de 1,0 m entre si. Calcule a distância, em metros, entre a carga q 1 e a posição, situada entre as cargas, onde o
Tensão, Corrente e Resistência. Prof. Ernesto F. F. Ramírez
Tensão, Corrente e Resistência Prof. Ernesto F. F. Ramírez Sumário 1. Introdução 2. Tensão elétrica 3. Corrente elétrica 4. Resistência elétrica 5. Exemplo de circuito elétrico 6. Exercícios cios propostos
física caderno de prova instruções informações gerais 13/12/2009 boa prova! 2ª fase exame discursivo
2ª fase exame discursivo 13/12/2009 física caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Física. Não abra o caderno antes de receber autorização.
Metais. Grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo cristalino.
Ligações Metálicas Grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo cristalino. Metais Não pode ser explicado pela teoria das ligações covalentes o arranjo dos metais não segue o padrão
TUBO DE PITOT. O tubo de Pitot é empregado para medição de velocidades principalmente em escoamento de gases como, por exemplo, na aviação.
TUBO DE ITOT INTODUÇÃO Em muitos estudos experimentais de escoamentos é necessário determinar o módulo e a direção da elocidade do fluido em alguns pontos da região estudada. pesar de ser impossíel a obtenção
Física 2 - Termodinâmica
Física 2 - Termodinâmica Calor e Temperatura Criostatos de He 3-272.85 C Termodinâmica Energia Térmica Temperatura, Calor, Entropia... Máquinas Térmicas : Refrigeradores, ar-condicionados,... Física Térmica
Ensino: Médio Professor: Renato Data:, de 2010. Trabalho de Recuperação de Física (1 e 2º Bimestres) Instruções:
Uma Escola ensando em Você luno(a): nº Série: 3 ano Disciplina: Física Ensino: Médio rofessor: Renato Data:, de 010 Trabalho de Recuperação de Física (1 e º imestres) Instruções: 1. O trabalho deverá ser
FÍSICA (Eletromagnetismo) CAMPOS ELÉTRICOS
FÍSICA (Eletromagnetismo) CAMPOS ELÉTRICOS 1 O CONCEITO DE CAMPO Suponhamos que se fixe, num determinado ponto, uma partícula com carga positiva, q1, e a seguir coloquemos em suas proximidades uma segunda
Lista de exercícios de Física / 2 Bimestre Unidades 1, 2 e 3
Nota Lista de exercícios de Física / 2 Bimestre Unidades 1, 2 e 3 Data: 18 de maio de 2012 Curso: Ensino Médio 3 ano A Professora: Luciana M.A. Teixeira Nome: Nº Instruções gerais Para a resolução desta
Erros e Incertezas. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.
Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.) I. INTRODUÇÃO Quando se faz um experimento, deseja-se comparar o resultado obtido
Atração fatal. Ernesto atritou um canudo de refresco com. A força elétrica como um vetor
A U A UL LA Atração fatal Ernesto atritou um canudo de refresco com um pedaço de papel higiênico. Depois colocou o canudo contra uma parede, enquanto Roberto observava. - Olha como ele fica grudado! -
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 2 Equivalentes de Thévenin e de Norton. Transferência Plano de Trabalhos e Relatório: Máxima de Potência,
+++++++ - - - - - - -
www.pascal.com.br Prof. Edson Osni Ramos 3. (UEPG - 99) ε = 2 - - - - - - - d = 0,2 cm = 0,002 m Entre as placas do capacitor não há corrente elétrico (existe um dielétrico). Nesse caso, o capacitor está
Medição de comprimentos, massas e tempos
José Mariano Departamento de Física, FCT Universidade do Algarve [email protected] 1 Objectivo Pretende-se com este trabalho prático realizar medidas de diferentes grandezas físicas, nomeadamente diâmetros,
Roteiro do Experimento Efeito Fotoelétrico Modelo Ondulatório da Luz versus Modelo Quântico da Luz
EF Página 1 of 6 Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Roteiro do Experimento Efeito Fotoelétrico Modelo Ondulatório da Luz versus
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 08 ELETRIZAÇÃO E FORÇA ELÉTRICA REVISÃO
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 08 ELETRIZAÇÃO E FORÇA ELÉTRICA REVISÃO Fixação 1) (CESGRANRIO) No modelo mais elementar do átomo de hidrogênio (modelo de Bohr), o elétron gira em órbita circular em torno do próton
Circuitos Elétricos. Questão 01 - (PUC RJ/2015)
Questão 01 - (PUC RJ/2015) Um circuito é formado por fios condutores perfeitos; duas baterias de V = 1,20 V; e duas resistências de R = 2,00 k Ω, como na figura. Calcule a potência total dissipada pelas
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 4 MODELOS ATÔMICOS E VELHA TEORIA QUÂNTICA Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 4 MODELOS ATÔMICOS E VELHA TEORIA QUÂNTICA ÍNDICE 4.1- Primórdios
FÍSICA RADIOLOGICA. Prof. Emerson Siraqui
FÍSICA RADIOLOGICA Prof. Emerson Siraqui RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para concluirmos o que é radiações de forma bem simples é um transporte de energia que se propaga a partir de uma fonte em todas direções.
Carga elétrica, condutores e isolantes, unidades de medida, v, i, potência e energia
Carga elétrica, condutores e isolantes, unidades de medida, v, i, potência e energia 1) Uma minúscula esfera de metal que contém 1,075.10²² átomos está com uma falta de elétrons de 3,12.10 18 elétrons.
LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE BÁSICA
1 LABOATÓIO DE ELETICIDADE BÁSICA POCEDIMENTOS BÁSICOS NO LABOATÓIO E COMPONENTES BÁSICOS DOS CICUITOS ELÉTICOS Objetivos: Familiarização com os métodos básicos para lidar com eletricidade e com os instrumentos
BC 0208 Fenômenos Mecânicos. Experimento 2 - Roteiro
BC 0208 Fenômenos Mecânicos Experimento 2 - Roteiro Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV) Professor: Turma: Data: / /2015 Introdução e Objetivos No Experimento 1 estudamos o Movimento Retilíneo
defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt arga e descarga de um condensador em.. Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
Física IV - 4320402 Escola Politécnica - 2012 GABARITO DA PR 5 de fevereiro de 2013
Física IV - 43040 Escola Politécnica - 0 GABARITO DA PR 5 de fevereiro de 03 Questão No circuito abaixo o gerador de corrente alternada com freqüência angular ω = 500 rd/s fornece uma tensão eficaz (quadrática
UMC CURSO BÁSICO DE ENGENHARIA EXERCÍCIOS DE ELETRICIDADE BÁSICA. a 25º C e o coeficiente de temperatura α = 0,004Ω
rof. José oberto Marques UMC CUSO BÁSCO DE ENGENHAA EXECÍCOS DE ELETCDADE BÁSCA 1) Um condutor de eletricidade de cobre tem formato circular 6mm de diâmetro e 50m de comprimento. Se esse condutor conduz
5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 14
Ondas 5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Introdução: elementos básicos sobre ondas De maneira geral, uma onda é qualquer sinal que se transmite de um ponto a outro
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ DISCIPLINA: Laboratório de Física Professor: Experimento 1: Lei de Hooke. Modelo...
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ DISCIPLINA: Laboratório de Física Professor: Experimento 1: Lei de Hooke Modelo... Parnaíba/2009 Introdução Estando uma mola no seu estado relaxado
Vestibular Nacional Unicamp 1998. 2 ª Fase - 13 de Janeiro de 1998. Física
Vestibular Nacional Unicamp 1998 2 ª Fase - 13 de Janeiro de 1998 Física 1 FÍSICA Atenção: Escreva a resolução COMPLETA de cada questão nos espaços reservados para as mesmas. Adote a aceleração da gravidade
Fundamentos da Eletrostática Aula 17 O Campo Elétrico no interior de um Dielétrico
Densidades de cargas polarizadas Fundamentos da Eletrostática Aula 17 O Campo Elétrico no interior de um Dielétrico Prof. Alex G. Dias Prof. Alysson F. Ferrari Na aula passada, mostramos que o potencial
Capítulo 25: Capacitância
apítulo 5: apacitância ap. 5: apacitância Índice apacitor apacitância alculo da capacitância apacitores em paralelo e em série Energia armazenada em um campo elétrico apacitor com dielétrico Dielétricos:
IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 7
Potencial Elétrico Quando estudamos campo elétrico nas aulas passadas, vimos que ele pode ser definido em termos da força elétrica que uma carga q exerce sobre uma carga de prova q 0. Essa força é, pela
Título: Professor: Turma: 2ª Lista de Física II Tadeu 3ª Ano
Título: Professor: Turma: 2ª Lista de Física II Tadeu 3ª Ano Questão 1 Três esferas metálicas iguais estão carregadas eletricamente e localizadas no vácuo. Inicialmente, as esferas A e B possuem, cada
2º) Um fio condutor possui 1,0 mm de diâmetro, um comprimento de 2,0 m e uma resistência de 50 mω. Qual a resistividade do material?
Exercícios 2º Lei de Ohm e Potência elétrica 1º) Um trilho de aço de bonde elétrico possuí uma área de seção transversal de 56 cm². Qual a resistência de 10 km de trilho? A resistividade do aço é 3x10-7
A CURVA DO DIODO INTRODUÇÃO TEÓRICA
A CURVA DO DIODO OBJETIVOS: Conhecer as características de operação de um diodo, mais especificamente, o que ocorre em sua junção quando diretamente e inversamente polarizado; calcular a resistência cc
Tema de Física Eletrostática Força elétrica e campo elétrico Prof. Alex S. Vieira
Tema de Física Eletrostática Força elétrica e campo elétrico 1) Se, após o contato e posterior separação, F 2 é o módulo da força coulombiana entre X e Y, podese afirmar corretamente que o quociente F
PARTE EXPERIMENTAL. Nesta parte experimental, iremos verificar algumas relações e fenômenos discutidos na parte teórica.
PARTE EXPERIMENTAL 19 Nesta parte experimental, iremos verificar algumas relações e fenômenos discutidos na parte teórica. 2 N 1. Iniciaremos pela verificação da expressão L =, ou seja, da dependência
Vestibular Comentado - UVA/2011.1
Vestibular Comentado - UVA/011.1 FÍSICA Comentários: Profs.... 11. Um atirador ouve o ruído de uma bala atingindo seu alvo 3s após o disparo da arma. A velocidade de disparo da bala é 680 m/s e a do som
www.pontodosconcursos.com.br Prof. Guilherme Neves 1
Aula 00 Física Professor: Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal! Em breve teremos o concurso para Polícia Civil do Distrito Federal. A banca organizadora será o IADES.
Desafio em Física 2015 PUC-Rio 03/10/2015
Desafio em Física 2015 PUC-Rio 03/10/2015 Nome: GABARITO Identidade: Número de inscrição no Vestibular: Questão Nota 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Nota Final Questão 1 No circuito elétrico mostrado na figura abaixo
Aparelhos de medida. São sete as unidades de base do SI, dimensionalmente independentes entre si, definidas para as
Aparelhos de medida UFCD: 1289 - Eletricidade e eletrónica - eletricidade Sistema Internacional de Unidades (S.I.) São sete as unidades de base do SI, dimensionalmente independentes entre si, definidas
2. TRANSFERÊNCIA OU TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA
Física: 1º ano Jair Júnior Nota de aula (7/11/014) 1. ENERGIA Um dos princípios básicos da Física diz que a energia pode ser transformada ou transferida, mas nunca criada ou destruída. Então, o que é energia?
PRÁTICA 3-DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA NOS CIRCUITOS: APSPECTOS EXPERIMENTAIS
PRÁTICA 3-DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA NOS CIRCUITOS: APSPECTOS EXPERIMENTAIS Objetivos Desenvolver sua capacidade de entender qualitativamente a energia em circuitos elétricos. Esta prática tem como objetivo
ELETROSTÁTICA wagnumbers.com.br O UNIVERSO PODE SER CARACTERIZADO POR GRANDEZAS FUNDAMENTAIS: MATÉRIA / MASSA, ENERGIA, ESPAÇO,
ELETROSTÁTICA wagnumbers.com.br O UNIVERSO PODE SER CARACTERIZADO POR GRANDEZAS FUNDAMENTAIS: MATÉRIA / MASSA, ENERGIA, ESPAÇO, E TEMPO. A MATÉRIA É CONSTITUÍDA POR PARTÍCULAS MUITO PEQUENAS CHAMADAS DE
PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:1º
C O L É G I O K E N N E D Y / R E D E P I T Á G O R A S PLANO DE ESTUDO TRIMESTRE:1º PLANO DE ESTUDO PROFESSOR:MARCÃO DATA DA AVALIAÇÃO: 30/09/16 CONTEÚDO(S) A SER(EM) COBRADO(S) NA AVALIAÇÃO: DISCIPLINA:
MEDIDAS FÍSICAS FEX 1001
1 MEDIDAS FÍSICAS FEX 1001 Objetivos Realizar medidas diretas (diâmetro, comprimento, largura, espessura, massa e força) expressando-as com a quantidade correta de algarismos signicativos. Realizar medidas
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt nstituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431 4200-072 Porto. T 228
Reostatos de grafite (um experimento simples e de baixo custo)
ENSINO Reostatos de grafite (um experimento simples e de baixo custo) Carlos Eduardo Laburú 1 e Osmar Henrique Moura Silva Departamento de Física Universidade Estadual de Londrina 86051-970 Londrina, PR
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA Nº 03
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA Nº 03 TÍTULO DA AULA PRÁTICA: Equipamentos e Resistores 1. PRÉ-REQUISITOS A partir desta aula, os circuitos elétricos serão tema de estudo no Laboratório de Física 2. Para testar
DISPOSITIVOS OPTOELETRÔNICOS Leds e Fotodiodos
DISPOSITIVOS OPTOELETRÔNICOS Leds e Fotodiodos OBJETIVOS: Analisar o funcionamento de um acoplador optoeletrônico e a performance dos dispositivos emissores de luz (leds). INTRODUÇÃO TEÓRICA A optoeletrônica
Mecânica Geral. Apostila 1: Momento Linear. Professor Renan Faria
Mecânica Geral Apostila 1: Momento Linear Professor Renan Faria Impulso Como já vimos, para que um corpo entre em movimento, é necessário que haja um interação entre dois corpos. Se considerarmos o tempo
Física I 2010/2011. Aula12 Centro de Massa e Momento Linear II
Física I 2010/2011 Aula12 Centro de Massa e Momento Linear II Sumário Colisões Momento linear e energia cinética em colisões Colisões inelásticas a uma dimensão Colisões elásticas a uma dimensão Colisões
Análise de Regressão. Notas de Aula
Análise de Regressão Notas de Aula 2 Modelos de Regressão Modelos de regressão são modelos matemáticos que relacionam o comportamento de uma variável Y com outra X. Quando a função f que relaciona duas
Aula 6 Propagação de erros
Aula 6 Propagação de erros Conteúdo da aula: Como estimar incertezas de uma medida indireta Como realizar propagação de erros? Exemplo: medimos A e B e suas incertezas. Com calcular a incerteza de C, se
