A evidencialidade em construções complexas
|
|
|
- Martín Lobo de Carvalho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A evidencialidade em construções complexas Valéria Vendrame 1 1 Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) [email protected] Resumo. Este trabalho tem como objetivo analisar as orações de natureza completiva cujo predicado encaixador refere-se a um elemento evidencial. Pretendemos investigar as propriedades sintáticas, semânticas e discursivas deste tipo de construção complexa em artigos científicos primários, publicados em três revistas especializadas: Alfa Revista de Lingüística, Naturalia e Matemática e Estatística. Palavras-chave. Funcionalismo; construções encaixadas; evidencialidade. Abstract. This work aims at analyzing complex constructions whose embedding predicate is an evidential element. We intend to examine the syntactic, semantic and discursive properties of this kind of complex construction in research papers, published in the following specialized magazines: Alfa Revista de Lingüística, Naturalia and Matemática e Estatística. Keywords. Functionalism; complex constructions; evidentiality. 1. A evidencialidade A evidencialidade tem sido abordada a partir de diferentes pontos de vista, quer pertencendo ao paradigma da modalidade epistêmica ou não. De um modo geral, ela é entendida como a expressão do tipo de evidência que sustenta uma afirmação factual e pode ser expressa tanto por meios lexicais quanto por meios gramaticais. Em língua portuguesa, apenas meios lexicais codificam a qualificação evidencial. Uma vez que existem diferentes maneiras pelas quais o falante pode ter acesso às informações, diversos são também os tipos de evidencialidade. De acordo com Willett (1988), são distinguidos dois tipos de evidência, a direta e a indireta. Os mecanismos de evidência direta são utilizados quando o falante é testemunha direta do fato relatado, ou seja, o falante declara-se fonte do saber relatado e ainda informa que viu, ouviu, ou teve algum contato sensorial com o fato qualificado evidencialmente. A evidência indireta, por sua vez, é utilizada quando o falante chega à conclusão por pensamento lógico ou por resultados observáveis (inferida) ou quando recebe a informação de terceiros (relatada). A evidencialidade relatada pode ser ainda subdividida em: definida (quando a fonte é explicitada), indefinida (quando apenas se Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 177 / 182 ]
2 remete à existência da fonte, sem explicitá-la) e de domínio comum (quando a fonte da informação é um saber assumido como compartilhado). Levando em conta a tipologia proposta por Willett (op. cit.), Dall'Aglio-Hattnher (2001) e Gonçalves (2003) afirmam que, em português, quando a fonte da informação é o próprio falante, parece não haver a necessidade do uso da evidencialidade, dessa forma, diferentemente de outras línguas, o português não marca a evidencialidade direta. A seguir, expomos a tipologia proposta por Dall'Aglio-Hattnher (op. cit.) e adotada neste trabalho: Definida Tipos de Relatada Indefinida evidencialidade Domínio Comum Inferida Embora sejam muitas as formas de expressão da evidencialidade, neste trabalho, trataremos apenas dos verbos evidenciais, uma das formas de expressão que permite que suas posições argumentais sejam preenchidas por um complemento sentencial. Para tentarmos estabelecer uma tipologia das construções complexas que contêm predicados evidenciais, adotamos, como base teórica de nosso estudo, a Gramática Funcional de linha holandesa. O córpus utilizado neste trabalho diz respeito a cinco artigos de cada uma das seguintes revistas: Alfa Revista de Lingüística, Naturalia e Matemática e Estatística. Os símbolos A, N e M, que seguem os exemplos abaixo, são uma remissão às três revistas respectivamente. 2. As construções complexas na Gramática Funcional Para a análise das expressões lingüísticas, Dik (1997a) propõe um modelo no qual as orações se organizam em camadas hierarquicamente estabelecidas que representam diferentes tipos de entidades. Segundo o autor (id., p.50), a estrutura subjacente é uma estrutura abstrata complexa na qual diferentes níveis ou camadas de organização formal e semântica devem ser distinguidos. A estrutura subjacente da oração pode ser assim descrita (em ordem crescente de complexidade): nível 1: predicados e termos; nível 2: predicação; nível 3: proposição e nível 4: ato de fala O fenômeno da complementação é definido como o estado gramatical em que uma predicação, proposição ou oração funciona como um argumento de um predicado, ou seja, a informação que a construção encaixada contém é essencial para a integridade da construção como um todo (cf. Noonan, 1985; Dik, 1997b). De um modo geral, nas palavras de Dik (1997b, p.94), as construções encaixadas [são] termos complexos que contêm construções encaixadas como restritores. Assim, segundo Hengeveld (1989), Bolkestein (1990) e Dik (1997a, 1997b), as diferentes camadas de organização formal e semântica que representam as orações principais também são relevantes para a representação das construções encaixadas. A estrutura hierárquica das orações principais, exposta anteriormente, pode, portanto, representar também os diferentes tipos de estruturas encaixadas. Dessa forma, são distinguidos três tipos de complementos: predicações encaixadas, proposições encaixadas e orações encaixadas, sendo que o emprego de um ou outro tipo é determinado pelas propriedades semânticas específicas de cada tipo de predicado matriz. Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 178 / 182 ]
3 Tendo em vista que os predicados evidenciais indicam a maneira como a informação contida no complemento encaixado foi adquirida e também codificam uma atitude do falante em relação a tal informação, os complementos desses predicados podem assumir tanto a forma de uma afirmação ou relato de uma afirmação, sendo encaixados em um predicado do tipo verbo de dizer, quanto a forma de uma proposição, sendo encaixados em um predicado de atitude proposicional. Isso posto, e considerando a tipologia das construções encaixadas proposta por Dik (1997b), constatamos que a evidencialidade é codificada nas camadas mais superiores da hierarquia das orações. Ficam excluídos, portanto, da tipologia dos evidenciais, os complementos predicacionais, que designam estado-de-coisas (EsCo). Os argumentos de predicados evidenciais podem assumir a função de sujeito ou de objeto. No córpus analisado, são mais freqüentes os que ocupam a posição argumental de objeto. Do total de 71 ocorrências de construções encaixadas encontradas em nosso córpus, as que ocupam a posição de objeto correspondem a mais da metade (70% - 51/71), quando comparadas aos complementos com função de sujeito, que somam, portanto, 30% (20/71). Relacionaremos, agora, esses dados com a tipologia das construções encaixadas proposta por Dik (1997b). O autor (id., p.106) distingue quatro tipos de predicados que encaixam termos proposicionais, segundo a semântica do predicado matriz. São eles: i) predicados de atitude proposicional (especificam a atitude intelectual ou emocional de um falante em relação aos fatos possíveis designados pelo complemento proposicional); ii) predicados de manipulação proposicional (indicam alguma tentativa por parte do falante de induzir uma certa atitude proposicional no ouvinte); iii) predicados de (aquisição/perda de) conhecimento (indicam aquisição mental, posse ou perda de fatos designados pelo complemento proposicional); iv) predicados de percepção mental (indicam percepção indireta do fato designado pelo termo do complemento proposicional). Dentre os quatro subtipos expostos acima, apenas os predicados de manipulação proposicional não servem à qualificação evidencial. Os predicados de percepção mental, apesar de codificarem evidencialidade, não ocorreram em nosso córpus. Os termos proposicionais encaixados nos outros dois subtipos de predicados predicados de atitude proposicional e predicados de (aquisição/perda de) conhecimento podem assumir tanto a função de sujeito como a de objeto dos predicados matrizes, como será ilustrado posteriormente. A respeito dos predicados que designam ou implicam atos de fala representados por Predicado Dizer na tabela 1, abaixo Dik afirma que são muitas as formas em que se apresentam os complementos oracionais, mas, de um modo geral, elas podem ser pensadas como constituindo um continuum que varia entre os extremos de discurso direto e discurso indireto. Em ambos os casos, de discurso direto e indireto, podemos falar de um complemento oracional : embora no discurso direto a oração encaixada conserve sua completa independência e não seja, de modo algum, marcada como subordinada à oração matriz, ela ocupa uma posição de argumento. (Dik, 1997b, p.96). Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 179 / 182 ]
4 A questão das construções encaixadas em verbos de dizer parece ser um ponto que gera bastantes discussões. Dik (op.cit.), embora reconheça as diferenças entre o discurso direto e o indireto, sustenta que tanto o discurso direto quanto o indireto encaixam complementos oracionais. Trabalhos anteriores a Dik (op. cit.) já abordavam o assunto. Como podemos ver em Hengeveld (1989, p.146), os relatos em discurso indireto são considerados similares aos predicados de atitude proposicional (cf. também Noonam, 1985), não representando o mesmo tipo de entidade que os complementos de discurso direto. Seguindo a mesma linha, Bolkestein (1990) diz que, uma vez que em latim e em outras línguas os complementos de discurso indireto podem conter tanto expressões pertencentes ao nível proposicional quanto expressões pertencentes ao nível ilocucionário, tais complementos representam entidades do tipo proposicional revestidas de força ilocucionária básica (op. cit., p.78-79). Assim, para a autora, além da distinção entre oração, proposição e predicação, é necessário que se identifique uma outra camada, localizada entre a oração e a proposição, para definir o comportamento dos complementos de discurso indireto. Hengeveld (comunicação pessoal), em sua reformulação da Gramática Funcional para uma Gramática Funcional do Discurso, considera que os relatos em discurso indireto correspondem a proposições que, no nível interpessoal, representam um conteúdo comunicado. Essa nova proposta é adotada neste trabalho. 3. Análise dos dados A tabela abaixo mostra a distribuição dos diferentes predicados, a posição argumental de seus complementos e o tipo de evidencialidade que a construção codifica: Tabela 1. Tipo de evidência, tipo de predicado e posição argumental da construção encaixada. Relatada Tipo de evidência Predicado Conheci. Predicado Atitude Predicado Dizer Total S O S O S O S O Definida Indefinida Domínio Comum Inferida Total Os dois casos de predicados de conhecimento com complemento na posição de sujeito dizem respeito às duas ocorrências de particípio ocorridas no córpus, o que é exemplificado em (1), abaixo: (1)... é sabido que a sociolingüística variacionista muito se beneficiou das narrativas de experiência pessoal como rica fonte para obtenção de dados. (A4) Nesse caso, há uma evidência que se assenta em um conhecimento assumido como de domínio comum. Ao utilizar este tipo de evidência, o falante apresenta a Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 180 / 182 ]
5 informação como um conhecimento consolidado na comunidade científica, cabendo ao leitor avaliar se a informação é confiável ou não. Nas outras seis ocorrências, com o complemento na posição de objeto, encontramos verbos do tipo saber e reconhecer com o sujeito designando a fonte ou o possuidor do conhecimento exposto na construção encaixada, como vemos em (2): (2) Ferreira (1989) reconhece que, para se dispensar o referido conceito, faz-se necessária uma reformulação da própria definição de prefixo. (A2) Nesse caso, ao utilizar a evidência relatada definida, o falante, ao mesmo tempo em que se descompromete com o conteúdo de tal informação, também busca a credibilidade do leitor, mostrando que tem conhecimento acerca da área do saber sobre a qual faz suas considerações. Como se pode ver pela tabela acima, este tipo de evidencialidade foi o mais produtivo em nosso córpus, o que demonstra a necessidade, nos artigos científicos primários, de se explicitar precisamente a fonte das informações. Os predicados de atitude proposicional que ocorreram em nosso córpus têm, quase na mesma proporção, construções encaixadas na posição de sujeito e de objeto. Dos 16 casos de predicados de atitude proposicional com o complemento na posição de sujeito, 15 dizem respeito ao predicado parecer; como exemplificado em (3): (3) Além disso, encontrar a constante normalizadora de p(n/t) parece ser tarefa bastante complicada,... (M1) Nesse caso, o falante mostra que obteve a informação por meio de uma inferência própria; no entanto, não é feita uma especificação da evidência na qual está baseada a inferência. Das 17 ocorrências de predicados de atitude proposicional com construções encaixadas na posição de objeto, oito apresentam o sujeito como fonte relatada explícita (definida) da informação contida no complemento, com predicados como: considerar, argumentar e concluir (4). Nas outras nove ocorrências, encontramos predicados do tipo acreditar e crer na primeira pessoa do singular e do plural, o que significa que o falante apresenta-se como autor ou co-autor da inferência (5). (4) Thomas & Esteves consideram que as macrófitas aquáticas apresentam um grande potencial para a produção de forragem. (N5) (5)... cremos que, no português, (...), o fenômeno da vulgarização de teleacarretou outros sentidos, não encontrados, (...), no francês ou mesmo no português europeu. (A2) Como podemos ver na tabela acima, os predicados de dizer também encaixam complementos na posição de sujeito (6), o que é pouco freqüente, e na posição de objeto (7): (6) Diz-se que há reativação se a probabilidade de identificação do estímulo original aumentar significativamente... (A5) (7) Thompson (1984) e Ford (1988) afirmam que a diferente localização das orações de tempo se correlaciona com papéis textuais diferenciados. (A1) A construção em (6) implica uma certa indefinição em relação à fonte de evidência. Nesse caso, foi utilizada uma evidencialidade relatada de fonte indefinida, em que o falante, sem ter como ou não querendo registrar a fonte de sua informação, Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 181 / 182 ]
6 apenas indica sua existência, deixando subentendido que ele próprio não é a origem da informação. Já em (7), e em todos os outros casos deste tipo, o sujeito contém a fonte relatada defina da informação contida na construção encaixada na posição de objeto. 4. Considerações finais Pelos dados analisados, podemos depreender que quando se utiliza evidencialidade relatada definida, a informação é necessariamente apresentada na posição argumental de objeto e sua fonte encontra-se na posição de sujeito do predicado matriz; no entanto, quando a fonte da informação é desconhecida ou não se deseja explicitá-la, ou quando a informação refere-se a um conhecimento de domínio comum, opta-se por fazer da informação apresentada no complemento o sujeito do predicado matriz. Quando a informação é uma inferência, a construção encaixada aparece tanto na forma de sujeito quanto na de objeto. Assim, no estudo da evidencialidade, tão importante quanto a análise dos predicados matrizes é o exame acurado das construções encaixadas. Referências BOLKESTEIN, A. Machtelt. Sentential complements in Functional Grammar: Embedded predications, propositions, utterances in Latin. In: NUYTS, J.; BOLKESTEIN, A. M.; VET (Ed.). Layers and levels of representation in language theory: a functional view. Amsterdam/Philadelphia: Benjamins, p , DALL AGLIO-HATTNHER, M. M. Evidencialidade e modalidade: forma e função. (Relatório de pesquisa). São Paulo: FAPESP, DIK, Simon. The Theory of Functional Grammar. Part I: The structure of the clause. 2nd.ed. Dordrecht: Foris, 1997a.. The Theory of Functional Grammar. Part II: Complex and derived constructions. 2nd.ed. N.Y.: Mouton de Gruyter, 1997b. GONÇALVES, Sebastião, C. L. Orações subjetivas e teoria dos protótipos. Scripta, v.5, 9, p , Gramaticalização, modalidade epistêmica e evidencialidade: um estudo de caso no português do Brasil f. Tese (Doutorado em Lingüística) Instituto de Estudos Lingüísticos, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. HENGEVELD, Kees. Layers and operators in functional grammar. Journal of Linguistics, v.25, p , LYONS, John. Semantics. Cambridge: Cambridge University Press, 1977, p NOONAN, M. Complementation. In: SHOOPEN, T. (Ed.) Language Typology and Syntatic Descripition: Complex Constructions. Cambridge: Cambridge University Press, p , WILLET, T. A cross-linguistic survey of the grammaticalization of evidentiality. Studies in Language, v.12, 1, p.51-97, Estudos Lingüísticos XXXIV, p , [ 182 / 182 ]
ARTICULAÇÃO DE ORAÇÕES NA GRAMÁTICA FUNCIONAL DO DISCURSO: UMA REVISÃO NO TRATAMENTO DOS PROCESSOS DE SUBORDINAÇÃO
ARTICULAÇÃO DE ORAÇÕES NA GRAMÁTICA FUNCIONAL DO DISCURSO: UMA REVISÃO NO TRATAMENTO DOS PROCESSOS DE SUBORDINAÇÃO Taísa Peres de Oliveira Universidade Estadual Paulista (UNESP)/CNPq [email protected]
Introdução. Liliane Santana
Introdução Liliane Santana SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros SANTANA, L. Relações de complementação no português brasileiro: uma perspectiva discursivofuncional [online]. São Paulo: Editora
Prova de Conhecimentos Específicos
Prova de Conhecimentos Específicos Leia o texto e responda às perguntas que se seguem: Texto 5 10 15 O ensino tradicional de língua portuguesa investiu, erroneamente, no conhecimento da descrição da língua
Angélica Terezinha Carmo Rodrigues ** RESUMO
A PROTOTIPICIDADE DAS ORAÇÕES PREDICATIVAS A PROTOTIPICIDADE DAS ORAÇÕES PREDICATIVAS * Angélica Terezinha Carmo Rodrigues ** RESUMO Neste artigo, analiso as orações predicativas à luz da teoria dos protótipos
Língua Portuguesa 9º ano
Aula de Pronomes Moré: Hemerson Siqueira Pronomes Critério Semântico Sob o ponto de vista semântico, a classe de pronomes tem uma característica singular: trata-se de palavras quase vazias de significado.
RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO
RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO AULA 1 ESTUDO DA LÓGICA O estudo da lógica é o estudo dos métodos e princípios usados para distinguir o raciocínio correto do incorreto. A lógica tem sido freqüentemente
ABORDAGENS FUNCIONALISTAS
ABORDAGENS FUNCIONALISTAS Artarxerxes Tiago Tácito Modesto 1 RESUMO: Este artigo discute alguns aspectos teóricos da teoria funcionalista segundo DIK e HALLIDAY, além de apresentar as primeiras contribuições
A distinção entre nomes próprios e comuns na Gramática Categorial
A distinção entre nomes próprios e comuns na Gramática Categorial Alessandro Jocelito Beccari Universidade Federal do Paraná etor de Ciências Humanas, Letras e Artes Departamento de Lingüísticas, Letras
Resolução da Prova de Raciocínio Lógico do STJ de 2015, aplicada em 27/09/2015.
de Raciocínio Lógico do STJ de 20, aplicada em 27/09/20. Raciocínio Lógico p/ STJ Mariana é uma estudante que tem grande apreço pela matemática, apesar de achar essa uma área muito difícil. Sempre que
Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA OBJETIVO DA AULA AULA 3 O PROJETO E O ARTIGO PARTE 1 A ESTRUTURA DO PROJETO E DO ARTIGO Objetivo Geral Auxiliar o aluno na elaboração do
(Equivalência e Implicação lógica aula 10
Aula 2 (Equivalência e Implicação lógica aula 10 Professor: Renê Furtado Felix - Faculdade: UNIP E-mail: [email protected] - Site: renecomputer.net Equivalência em Lógica Logica - Professor Renê F
Afirmação verdadeira: frase, falada ou escrita, que declara um facto que é aceite no momento em que é ouvido ou lido.
Matemática Discreta ESTiG\IPB 2012/13 Cap1 Lógica pg 1 I- Lógica Informal Afirmação verdadeira: frase, falada ou escrita, que declara um facto que é aceite no momento em que é ouvido ou lido. Afirmação
Num caso como no outro, o filosofar apresenta-se como uma actividade que consiste
1.3.A Dimensão Discursiva do Trabalho Filosófico 1.3.1.Os Instrumentos do Trabalho Discursivo a) O trabalho filosófico Disse-se atrás que mais importante do que a filosofia é o filosofar, o trabalho que
Formas imperativas em tiras de jornais paulistas
Formas imperativas em tiras de jornais paulistas Poliana Rossi Borges Faculdade de Ciências e Letras - Unesp Rodovia Araraquara-Jaú km 1, Araraquara-SP Cep 14800-901 Abstract. This study aims to describe
Interoperabilidade: quebrando paradigmas
Interoperabilidade: quebrando paradigmas Prof. Dr. Leonardo Manzione Sobre o palestrante Leonardo Manzione - São Paulo - SP Engenheiro Civil graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Lógica para computação Professor Marlon Marcon
Lógica para computação Professor Marlon Marcon INTRODUÇÃO O objetivo geral da logica formal é a mecanização do raciocnio, ou seja, A obtenção de informação a partir de informações prévias por meio de recursos
1. À primeira coluna (P), atribui-se uma quantidade de valores V igual à metade do total de linhas
LÓGICA MATEMÁTICA Walter Sousa Resumo teórico 1) PROPOSIÇÕES LÓGICAS SIMPLES Uma proposição é uma sentença declarativa que pode ser classificada em verdadeira (V) ou falsa (F), mas não ambas as interpretações.
INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS - PROVA ESCRITA e ORAL 2016 Prova 16 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho) O presente documento divulga informação relativa
Silogística Aristotélica
Silogística Aristotélica Prof. Paulo Margutti Com base na possibilidade de padronizar todas as sentenças de conformidade com os tipos A, E, I e O, Aristóteles considerava que todos os argumentos poderiam
Os advérbios atitudinais em mente na elocução formal: uma perspectiva funcional
Os advérbios atitudinais em mente na elocução formal: uma perspectiva funcional Erotilde Goreti Pezatti 1, Moema Guiduce Nogueira 2 1,2 Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Universidade Estadual
Conceitos Básicos em Estatística
Introdução à Estatística Conceitos Básicos em Estatística 1 Conceitos Básicos em Estatística Definição Uma população é uma colecção de unidades individuais, que podem ser pessoas, animais, resultados experimentais,
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br. Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Tecnologias WEB Web 3.0 Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos As pessoas geram o conhecimento; A informação é a matéria prima na geração de
parte I Gramática do Discurso Capítulo 1 Comunicação e enunciação Capítulo 4 Capítulo 2 Capítulo 3
parte I Gramática do Discurso Capítulo 1 Comunicação e enunciação 1. Comunicação e enunciação 11 1.1. Acto de comunicação/enunciação 11 1.2. Sujeitos do acto de comunicação/enunciação 11 1.3. Enunciado
Termos acessórios: adjunto adnominal
Termos acessórios: adjunto adnominal Começamos este capítulo com a discussão acerca do que é um termo acessório, sua definição e papel na hierarquia oracional. Com base nessa reflexão, destacamos o adjunto
DEMONSTRAÇÃO E SILOGISMO NOS ANALÍTICOS DE ARISTÓTELES
DEMONSTRAÇÃO E SILOGISMO NOS ANALÍTICOS DE ARISTÓTELES FRANCINE MARIA RIBEIRO 1 Resumo: A ciência aristotélica, tal como descrita nos Segundos Analíticos, é uma ciência demonstrativa. Por demonstração
Diferenças entre termo profundo e termo de superfície e os mecanismos da variação nas linguagens de especialidade
Diferenças entre termo profundo e termo de superfície e os mecanismos da variação nas linguagens de especialidade Enilde Faulstich Universidade de Brasília - UnB 1 1 - Introdução Neste estudo, pretendo
ESTRUTURA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FERNANDO ROBERTO MARTINS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA INSTITUTO DE BIOLOGIA UNICAMP MARÇO/2007
ESTRUTURA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FERNANDO ROBERTO MARTINS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA INSTITUTO DE BIOLOGIA UNICAMP MARÇO/2007 ATIVIDADES NECESSÁRIAS DA CIÊNCIA OBSERVAR DESCREVER EXPLICAR TESTAR COMUNICAR
UFRN/CCSA DCC CONSTRUINDO O SEU TCC PASSO A PASSO
UFRN/CCSA DCC CONSTRUINDO O SEU TCC PASSO A PASSO Prof. Dr. Ridalvo Medeiros Alves de Oliveira Prof. M. Sc. Daniele da Rocha Carvalho Começando a conversa... Cronograma Resolução Começando o projeto: escolha
1 Introdução. 1.1. Justificativa
1 Introdução O presente trabalho orienta-se para o estudo dos pronomes tu e você e das formas de tratamento no Português como Segunda Língua. Pretendemos apresentar a descrição que os alunos estrangeiros
3 Metodologia. 3.1 Tipo de pesquisa
3 Metodologia Este capítulo descreve os princípios metodológicos adotados no estudo, bem como os procedimentos escolhidos para a coleta e análise dos dados, além das considerações sobre as possíveis limitações
Agrupamento de Escolas de Mem Martins Informação n.º /2014
Agrupamento de Escolas de Mem Martins Informação n.º /2014 Prova 527/ 2014 INFORMAÇÃO EXAME FINAL DE ESCOLA: Português 12º Ano de Escolaridade 1. Introdução O presente documento divulga informação relativa
Verbo que precisa de um complemento SEM preposição. Ex.: A criança encontrou o brinquedo. A criança encontrou. (o quê?) o brinquedo = objeto direto
TRANSITIVO DIRETO Verbo que precisa de um complemento SEM preposição. Ex.: A criança encontrou o brinquedo. A criança encontrou. (o quê?) o brinquedo = objeto direto TRANSITIVO INDIRETO Precisa de um complemento
TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL.
TOM, SEMITOM, SUSTENIDO, BEMOL. Tom e semitom (ou tono e semitono): são diferenças específicas de altura, existentes entre as notas musicais, isto é, são medidas mínimas de diferença entre grave e agudo.
Trata-se do processo de gestão, organização e orientação da equipe do projeto;
Aula 19 1 2 Trata-se do processo de gestão, organização e orientação da equipe do projeto; A equipe do projeto refere-se às pessoas com papéis e responsabilidades para completar o projeto; É importante
2.Diferenças semânticas entre as orações subordinadas adjetivas. 3.Funções sintáticas dos pronomes relativos nas orações adjetivas.
OITAVA AULA DE GRAMÁTICA - INTERNET Professora: Sandra Franco Período Composto 1.Orações Subordinadas Adjetivas. 2.Diferenças semânticas entre as orações subordinadas adjetivas. 3.Funções sintáticas dos
UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 6/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado
UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD Parte 6/5: 14. Perspectivas Prof. Víctor O. Gamarra Rosado
ARTIGO CIENTÍFICO. Metodologia Científica. Graduação Tecnológica. Prof. Éder Clementino dos Santos. Prof. Éder Clementino dos Santos
ARTIGO CIENTÍFICO Metodologia Científica Graduação Tecnológica O conhecimento é público Uma grande descoberta científica não passa a existir apenas por força da autoridade moral ou do talento literário
ORAÇÕES SUBJETIVAS E TEORIA DOS PROTÓTIPOS TEORIA DOS PROTÓTIPOS. Sebastião Carlos Leite Gonçalves * RESUMO
ORAÇÕES SUBJETIVAS E TEORIA DOS PROTÓTIPOS ORAÇÕES SUBJETIVAS E TEORIA DOS PROTÓTIPOS Sebastião Carlos Leite Gonçalves * RESUMO Nem todas as teorias lingüísticas fornecem respostas satisfatórias para a
PNFT - O MODELO PERFIS / COMPETÊNCIAS
PNFT - O MODELO A atividade de Treinador/a de Desporto tem vindo a tornar-se cada vez mais exigente e complexa, de que resulta a consequente necessidade de melhoria na qualidade e na robustez da sua formação,
O objeto direto e o complemento indicativo de medida (CIM)
O objeto direto e o complemento indicativo de medida (CIM) 141 Silvânia M. B. Viana * Universidade Federal do Ceará Resumo: O presente artigo apresenta uma definição geral do objeto direto, tendo como
Este documento deve ser dado a conhecer aos alunos para que fiquem devidamente informados sobre o exame que irão realizar.
Exame de equivalência à frequência de Francês - 16 015 3.º Ciclo do Ensino Básico Informação Exame de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características do exame
Centro Educacional C.C.G. TD1-1º BIMESTRE (1º Período)
TD1-1º BIMESTRE (1º Período) Aluno (a): nº VALE: 2 pontos OBS: Devolver o TD 1 a professora no dia 16/04/09 (quinta-feira). Usar caneta azul ou preta. Não use 1- Leia o quadrinho de Glauco e faça o que
Tempos verbais do passado e do presente. em português e alemão
Judite Carecho Tempos verbais do passado e do presente em português e alemão Estudo comparativo de aspectos semânticos e pragmáticos Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra 2007 Dissertação de
LOCUÇÕES CONJUNTIVAS: CONJUNÇÕES OU ADVÉRBIOS JUNTIVOS?
Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul LOCUÇÕES CONJUNTIVAS: CONJUNÇÕES OU ADVÉRBIOS JUNTIVOS? Ana Cristina Jaeger HINTZE (Universidade Estadual de Maringá) ABSTRACT: This
LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA OFICINA PADRÃO (40H) DE ORIENTAÇÃO PARA O USO CRÍTICO (PORTUGUÊS E MATEMÁTICA)
O LIVRO DIDÁTICO NA SALA DE AULA DO ENSINO FUNDAMENTAL: 5ª A 8ª SÉRIES CLEITON BATISTA DE VASCONCELOS 2 LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA: ESCOLHA E MODOS DE USAR (PNLD EM AÇÃO) LIVRO DIDÁTICO E SALA DE AULA
Processo de seleção para alunos novos. 6º e 7º. ano do Ensino Fundamental
Processo de seleção para alunos novos 6º e 7º. ano do Ensino Fundamental 2016 Unidade Barra da Tijuca I ORIENTAÇÕES GERAIS a) As famílias que desejarem conhecer nossa proposta e inscrever seus filhos para
A SEMIÓTICA SEGUNDO PEIRCE
A SEMIÓTICA SEGUNDO PEIRCE SANTAELLA, Lucia. Semiótica aplicada. SP: Pioneira, 2004. Teorias dos signos UNEB Lidiane Lima A TEORIA DOS SIGNOS: Três origens: EUA (1), Europa Ocidental e União Soviética
Falácia dos quatro termos?
Falácia dos quatro termos? João Branquinho Universidade de Lisboa Considere-se o seguinte argumento: Premissa 1: O que é raro é valioso. Premissa 2: As jóias baratas são raras. Conclusão: As jóias baratas
1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.
Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação
A Dança do Embaralhamento. Série Matemática na Escola. Objetivos 1. Introduzir a noção de grupo de permutação; 2. Mostrar uma aplicação de MMC.
A Dança do Embaralhamento Série Matemática na Escola Objetivos 1. Introduzir a noção de grupo de permutação; 2. Mostrar uma aplicação de MMC. A dança do embaralhamento Série Matemática na Escola Conteúdos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
Título : B1 INTRODUÇÃO. Conteúdo : INTRODUÇÃO
Título : B1 INTRODUÇÃO Conteúdo : INTRODUÇÃO O termo documentação tornou se um conceito básico nos negócios, na administração, na ciência e na tecnologia da informação. A modelagem nada mais é que uma
Prova escrita de FILOSOFIA
Prova de Equivalência à Frequência Prova escrita de FILOSOFIA Informação -Prova Data: 20 Abril 2015 Prova 161/2015 11º Ano de escolaridade Decreto-Lei nº 74/2004, 26 de março Apresentação O presente documento
UM ESTUDO DA TRANSITIVIDADE DO VERBO SER A STUDY OF THE TRANSITIVITY OF THE VERB "TO BE"
UM ESTUDO DA TRANSITIVIDADE DO VERBO SER A STUDY OF THE TRANSITIVITY OF THE VERB "TO BE" Alcebíades Fernandes Jr. 1 RESUMO: Em análise de estruturas sintagmáticas através de descrições linguísticas e semânticas
ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS
ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS 1.0 Conceitos A estatística descritiva tem o objetivo de organizar, resumir e apresentar de forma adequada os dados, para que estes se tornem informativos. A análise exploratória
Noções básicas de Lógica
Noções básicas de Lógica Consideremos uma linguagem, com certos símbolos. Chamamos expressão a uma sequências de símbolos. uma expressão com significado Uma expressão pode ser expressão sem significado
危 機. QUANDO ESCRITA EM CHINÊS A PALAVRA CRISE COMPÕE-SE DE DOIS CARACTERES: um representa perigo e o outro representa oportunidade.
危 機 QUANDO ESCRITA EM CHINÊS A PALAVRA CRISE COMPÕE-SE DE DOIS CARACTERES: um representa perigo e o outro representa oportunidade. John Kennedy Duas breves hipóteses 1. Porque em tempos de pouca grana,
CARACTERIZAÇÃO DO GÊNERO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
CARACTERIZAÇÃO DO GÊNERO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Eliane de Jesus Oliveira¹; Wagner Rodrigues Silva² ¹Aluna do Curso de Letras da UFT; Campus de Araguaína; e-mail:
Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC
Manual do Processo de Planejamento da UFSC 2010 Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Apresentação Este documento descreve o processo de planejamento que vem sendo implantado na Universidade Federal
Mortal, quente e branco são adjetivos explicativos, em relação a homem, fogo e leite.
Adjetivo é a classe gramatical que modifica um substantivo, atribuindo-lhe qualidade, estado ou modo de ser. Um adjetivo normalmente exerce uma dentre três funções sintáticas na oração: Aposto explicativo,
Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
Autor: Profª Msª Carla Diéguez METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA OBJETIVO DA AULA AULA 4 A ESCRITA PARTE 1 A ESCRITA COMO MEIO DE COMUNICAÇÃO: ESTILO E VARIEDADE NO DISCURSO. O DISCURSO CIENTÍFICO: O
Classificação da Pesquisa:
Classificação da Pesquisa: Do ponto de vista da sua natureza, ou seja, aquilo que compõe a substância do ser ou essência da pesquisa. Pesquisa Pura: Pesquisa Aplicada: Objetiva gerar conhecimentos novos
Como se desenvolve o trabalho filosófico? Como constrói o filósofo esses argumentos?
O que é filosofia? A filosofia é uma atividade interrogativa (dimensão teórica) que tenta responder a problemas e questões que nos são comuns, discutindo-os e analisando-os. Questões como O que é o conhecimento?,
Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática. Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected]
Oficina: Jogar para gostar e aprender matemática Profa. Dra. Adriana M. Corder Molinari [email protected] 1 Implicações do Jogo Quatro Cores: Para jogar bem, é preciso economia de cores e consideração
Lista de Exercícios 5: Soluções Teoria dos Conjuntos
UFMG/ICEx/DCC DCC Matemática Discreta Lista de Exercícios 5: Soluções Teoria dos Conjuntos Ciências Exatas & Engenharias 2 o Semestre de 206. Escreva uma negação para a seguinte afirmação: conjuntos A,
EVIDÊNCIAS NA EDUCAÇÃO. Lino de Macedo Instituto de Psicologia, USP Academia Paulista de Psicologia São Paulo, 06 de Abril de 2011.
EVIDÊNCIAS NA EDUCAÇÃO Lino de Macedo Instituto de Psicologia, USP Academia Paulista de Psicologia São Paulo, 06 de Abril de 2011. Sumário Significações Evidências na Psicologia Evidências na Educação
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA Este documento contempla as linhas gerais de orientação, para uniformização
Cálculo proposicional
Cálculo proposicional Proposição Proposições são sentenças afirmativas declarativas que não sejam ambígüas e que possuem a propriedade de serem ou verdadeiras ou falsas, mas não ambas. Exemplos:. Gatos
3 DERIVAÇÃO IMPRÓPRIA E CONVERSÃO CATEGORIAL
3 DERIVAÇÃO IMPRÓPRIA E CONVERSÃO CATEGORIAL A mudança categorial de palavras pode acontecer sem a adição de um afixo. Tradicionalmente este processo é chamado de derivação imprópria. No entanto, na Teoria
Escrita (peso de 50%) + Oral (peso de 50%) Cada prova (escrita e oral) é cotada para 100 pontos. Escrita: 90 minutos Oral: até 15 minutos
DECRETO-LEI Nº 139/2012, DE 5 DE JULHO, NA REDAÇÃO ATUAL Ano Letivo 2015 / 2016 Prova de Equivalência à Frequência de FRANCÊS Código 16 2016 INFORMAÇÃO-PROVA EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE FRANCÊS INTRODUÇÃO
4 As concepções de objeto direto
4 As concepções de objeto direto Assim como se fez necessário para meu trabalho investigar as noções de sujeito, faz-se importante um capítulo sobre o objeto direto que, sendo de natureza nominal, constituindo
PROPOSIÇÕES. Proposições Simples e Proposições Compostas. Conceito de Proposição
PROPOSIÇÕES Conceito de Proposição Definição: chama-se proposição todo o conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo. As proposições transmitem pensamentos, isto é,
Análise sobre a participação de negras e negros no sistema científico
Análise sobre a participação de negras e negros no sistema científico Isabel Tavares 1 Maria Lúcia de Santana Braga 2 Betina Stefanello Lima 3 Em 213, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
Acerte no discurso e dê o seu recado
Acerte no discurso e dê o seu recado Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões
Curso: Letras Português/Espanhol. Disciplina: Linguística. Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus
Curso: Letras Português/Espanhol Disciplina: Linguística Docente: Profa. Me. Viviane G. de Deus EMENTA Fundamentos da Linguística e suas relações com outras ciências; conhecimento da história dos estudos
Qualidade de Software Normatização
Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,
Alfabetização matemática e direitos de aprendizagem no 1º ciclo. Luciana Tenuta [email protected]
Alfabetização matemática e direitos de aprendizagem no 1º ciclo Luciana Tenuta [email protected] Direitos de Aprendizagem O artigo 32 da LDB estabelece que é necessário garantir o desenvolvimento da capacidade
FACULDADE PITÁGORAS. DISCIPLINA: Probabilidade e Estatística Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: Probabilidade e Estatística Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos Autora do Conteúdo: Profa. Thatiane Cristina dos Santos de Carvalho Ribeiro Complementação do conteúdo
Manual de preparação de artigo a ser entregue como. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Farmácia,
Manual de preparação de artigo a ser entregue como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Farmácia, Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), Unicamp. Versão: 1, Janeiro de 2015. Elaboração: Comissão
Bases Matemáticas. Daniel Miranda 1. 23 de maio de 2011. sala 819 - Bloco B página: daniel.miranda
Daniel 1 1 email: [email protected] sala 819 - Bloco B página: http://hostel.ufabc.edu.br/ daniel.miranda 23 de maio de 2011 Elementos de Lógica e Linguagem Matemática Definição Uma proposição
Aula 01 Introdução Custo de um algoritmo, Funções de complexidad e Recursão
MC3305 Algoritmos e Estruturas de Dados II Aula 01 Introdução Custo de um algoritmo, Funções de complexidad e Recursão Prof. Jesús P. Mena-Chalco [email protected] 2Q-2015 1 Custo de um algoritmo
Guia do Professor. Conteúdos Digitais. Audiovisual 01. Série Jornal Numer4l. A Matemática na História
Guia do Professor Conteúdos Digitais Audiovisual 01 A Matemática na História Série Jornal Numer4l 1 Coordenação Geral Elizabete dos Santos Autores Emerson Rolkouski Revisão Textual Elizabeth Sanfelice
AULA : DICAS PARA UMA BOA REDAÇÃO
AULA : DICAS PARA UMA BOA REDAÇÃO COMO PENSAR O TEXTO? Muitas pessoas costumam dizer que tem ideias, mas não conseguem passá-las para o papel. Temos a capacidade de questionar e podemos repensar, reestruturar
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ A CONSTRUÇÃO SOCIAL DA REALIDADE
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DISCIPLINA: Seminário de História Política I ACADÊMICO: Gabriel Farias Galinari - R.A. 69586 PROFESSOR: Rivail C. Rolim A CONSTRUÇÃO
TÉCNICAS DE GESTÃO E EMPREENDEDORISMO
Plano Geral da Disciplina Ementa: 1. Definição de ciência; 2. Tipos de conhecimento; 3. O processo de construção do conhecimento científico; 4. Tipos de trabalhos acadêmicos; 5. Classificação da pesquisa
CONCEITOS BÁSICOS EM METODOLOGIA QUANTITATIVA
CONCEITOS BÁSICOS EM METODOLOGIA QUANTITATIVA ETAPAS DA PESQUISA PROBLEMA DE PESQUISA DESENHO DE ESTUDO COLETA DE DADOS ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS Rosane Luzia de Souza Morais Diamantina, 2013 APRESENTAÇÃO
ESPANHOL Cont. Ano Letivo 2015/2016 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. 11º Ano de Escolaridade
Ano Letivo 2015/2016 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL Cont. 11º Ano de Escolaridade Prova 368 2016 Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho 1. Objeto de avaliação A prova a que esta
Gêneros Textuais: conto e publicidade institucional impressa e folheto de divulgação. Escrita Contos e Minicontos Folheto de divulgação (Fôlder)
COLÉGIO ESTADUAL IRMÃO GERMANO RHODEN PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2014 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA PROFESSORA: ZENAIDE GOMES BILHAR 1º Bimestre Criar hipóteses interpretativas
d) usar um pronome (a apontação ostensiva) numa localização particular quando a referência for óbvia;
Sintaxe Espacial Qualquer referência usada no discurso requer o estabelecimento de um local no espaço de sinalização. Este local pode ser referido através de vários mecanismos espaciais: a) fazer o sinal
ANEXO IV. MODELO PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO PARA REVISTA DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO TOCANTINS i
ANEXO IV MODELO E NORMAS DE FORMATAÇÃO ARTIGO MODELO PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO PARA REVISTA DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO TOCANTINS i RESUMO PRIMEIRO AUTOR 1 SEGUNDO AUTOR TERCEIRO AUTOR
A HIPOTAXE ADVERBIAL: FUNÇÕES TEXTUAL-DISCURSIVAS NO GÊNERO RESPOSTA ARGUMENTATIVA
A HIPOTAXE ADVERBIAL: FUNÇÕES TEXTUAL-DISCURSIVAS NO GÊNERO RESPOSTA ARGUMENTATIVA Fátima Christina CALICCHIO (UEM) Introdução Analisando-se os compêndios gramaticais, pode-se observer que os processos
Teoria da medida. Aspectos Gerais
Teoria da medida Aspectos Gerais Métodos quantitativos São aqueles que se utilizam de cálculos matemáticos e estatísticos para a investigação de uma realidade natural ou social. Objetivos: avaliar o contexto
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE FÍSICO-QUÍMICA
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE FÍSICO-QUÍMICA 3º Ciclo 7º, 8º e 9º Anos ANO LETIVO 2014/15 1- Domínios Domínios Saber e Saber Fazer Saber ser/ estar Parâmetros a avaliar - Revelar conhecimentos. - Compreensão/interpretação
