EUTANÁSIA: A CULTURA DA MORTE

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1 Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde P o r t u g a l EUTANÁSIA: A CULTURA DA MORTE Pela primeira vez na História da Medicina, os milenares e consensuais códigos de ética e deontologia médicas, na linha da tradição Hipocrática, estão a ser postos em causa. Nomeadamente quanto às questões da vida e da morte, como é o caso da eutanásia. Procuraremos, neste artigo, esclarecer o que se entende por eutanásia e suas implicações éticas e morais, à luz da revelação bíblica. Definição e Terminologia A palavra eutanásia resulta de dois vocábulos gregos - eu (bem) e thanatos (morte), podendo ser traduzida por boa morte, morte suave ou morte sem sofrimento. Nos dias de hoje, poderá ser definida como uma acção ou omissão que, pela sua natureza e na intenção, provoca a morte de uma pessoa, com o fim de aliviar o sofrimento (físico ou psíquico). A eutanásia é denominada activa quando requer a intervenção directa e consciente do médico para o doente morrer, geralmente mediante a administração de uma injecção letal. É designada passiva quando o médico, deliberadamente, não executa determinado tratamento ou procedimento clínico, deixando a doença seguir o seu curso natural. Esta distinção é, contudo, académica e deve ser evitada. A eutanásia passiva não é eutanásia, pois a decisão de não iniciar ou prosseguir um tratamento ineficaz ou inadequado para a situação clínica de determinado doente pode ser considerada boa prática médica. Aliás, do ponto de vista jurídico, e ao contrário da eutanásia, a omissão ou interrupção de um tratamento inútil não constitui crime (cf. artº. 136 e 150 do Código Penal). Há ainda quem distinga entre eutanásia voluntária, quando o próprio indivíduo solicita que lhe seja retirada a vida, e não-voluntária quando ele não possui capacidade de decisão (por alterações da consciência ou se tratar de um menor), sendo requisitada, geralmente, pelos seus familiares mais próximos.

2 Antecedentes históricos A tradição judaico-cristã atribui grande valor à individualidade e dignidade do ser humano, considerado criado à imagem de Deus. Todas as sociedades têm também, de um modo geral, considerado o homicídio como uma ofensa grave, passível de punição. Só nos últimos anos se tem questionado esta tradição milenar, a par de uma crise generalizada dos valores morais, assistindo-se a uma aceitação crescente da eutanásia por parte da opinião pública, muito publicitada pelos meios de comunicação. Em 30 de Novembro de 1993, o senado holandês aprovou um projecto de lei governamental, despenalizando a prática da eutanásia neste país. Argumentos Pró-Eutanásia Os dois principais argumentos utilizados pelos defensores da despenalização da prática da eutanásia são o da autonomia e o da compaixão. Por autonomia, ou auto-determinação, entende-se o direito do indivíduo sobre a sua própria vida. Nessa perspectiva, cada pessoa (cujas capacidades cognitivas estejam conservadas) é livre para usar o seu corpo como bem entender, inclusive de acabar com a vida. Quando por motivo de doença ou incapacidade tal não é possível pelos seus próprios meios, coloca-se então a hipótese do suicídio medicamente assistido. Trata-se, sem dúvida, de um conceito atraente e popular numa sociedade egocêntrica e individualista. A Bíblia é, contudo, bem clara a este respeito, condenando tal possibilidade (Ex. 20:13). O argumento da compaixão é utilizado para justificar a eutanásia, ao permitir o alívio do sofrimento ou prolongamento indesejado de tratamentos paliativos em doentes terminais. Há quem diga que se trata da versão humana do abate do cavalo ou do cão para lhes evitar o sofrimento terminal. Há ainda quem defenda a eutanásia com base em critérios puramente económicos, argumentando ser ela a solução, ao eliminarem-se os doentes considerados

3 incuráveis, para uma melhor prestação de cuidados de saúde dos doentes com um prognóstico menos sombrio. Alguns Problemas Em primeiro lugar, todo o médico conhece bem a incerteza e imprecisão de muitos diagnósticos, e mais ainda dos prognósticos. A possibilidade de uma recuperação inesperada, embora improvável, é uma realidade a ter em conta. Além do mais, muitas pessoas vivem, sem grande sofrimento, muitos meses ou anos para além do que seria de prever dada a sua situação clínica. Consideramos, por outro lado, que a obstinação terapêutica deve ser evitada e não tem nada a ver com eutanásia. A Medicina dispõe actualmente de todos os recursos terapêuticos necessários para permitir uma morte sem sofrimento, como é o caso dos potentes analgésicos opióides (morfina p.e.). Ainda que essas drogas possam eventualmente provocar uma diminuição da sobrevida desses doentes, também aqui não se trata de eutanásia, pois a intenção principal não é provocar a morte, mas sim aliviar o sofrimento e a dor. A própria Bíblia defende esta prática, no livro de Provérbios 31:6,7: Dá as bebidas fortes àqueles que desfalecem e o vinho aos que têm o coração amargurado, para que, bebendo, possam esquecer a sua fraqueza e a sua infelicidade. Poderá também acontecer que o doente esteja a experimentar uma fase de depressão, durante a qual são comuns as intenções suicidas. Existe ainda a possibilidade de confusão mental ou demência e, por conseguinte, na incapacidade do doente tomar decisões ou efectuar juízos de valor credíveis. A própria vontade do paciente de não constituir um fardo para os seus familiares ou pessoal de saúde pode ser o principal motivo do seu desejo de morrer. Sabe-se, no entanto, que os profissionais de saúde que prestam cuidados a doentes terminais, referem que aqueles que pedem para morrer deixam de o fazer quando sentem que não estão abandonados, quando há quem se preocupe com eles ou quando o seu sofrimento é convenientemente controlado. O Comité sobre Eutanásia, nomeado pelo Governo holandês, revelou em Setembro de 1991, ainda antes da despenalização da eutanásia, que em 1990 pelo menos 1000 pessoas foram mortas como resultado desta prática sem terem efectuado qualquer

4 pedido explícito nesse sentido (eutanásia não-voluntária) e que mais de 70% desses casos foram referidos ilegalmente como tendo sido de causa natural! Perspectiva Cristã Não encontramos na Bíblia qualquer referência explícita à eutanásia, mas sim alguns princípios gerais que nos revelam a mente de Deus relativamente ao valor e dignidade da vida humana. Em Génesis 1:26 e 27 lemos que o ser humano foi criado à imagem de Deus, o que o dignifica e diferencia de todos os outros seres vivos. O 6º mandamento da lei de Deus é também claro ao determinar: Não matarás (Ex. 20:13). Ainda em I Coríntios 6:19 e 20, Paulo escreve, referindo-se aos cristãos, que somos propriedade de Deus, visto termos sido resgatados por elevado preço, através da morte expiatória de Cristo: Não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?. Conclusão A eutanásia não é solução. Embora seja um assunto quente para a opinião pública mundial e conte com alguns adeptos na nossa sociedade permissiva, consideramos tratar-se de uma aberração e perversão da prática médica. A missão primordial da Medicina consiste em combater a doença e preservar a vida, tal como está consignado na Declaração de Genebra, adoptada em 1948 pela prestigiada Associação Médica Mundial, e onde se pode ler: Considerarei a saúde do meu doente como a minha primeira preocupação e Guardarei respeito absoluto pela Vida Humana. No nosso país, a eutanásia é punida pelo Código Penal. Se o médico aceder ao pedido do doente e o matar, terá cometido um homicídio a pedido da vítima, punível com pena de prisão de seis a três anos (cf. art. 135º do C. P.). Tanto a Ordem dos Médicos como a dos Advogados são também inequivocamente contra a prática da eutanásia.

5 Quando se permite ao médico que assuma o papel de carrasco, por melhores que sejam as intenções, assistiremos a uma reabilitação das práticas eugénicas nazis e a uma autêntica involução face aos valores éticos e morais que estão na base do exercício da Medicina. Ao refutarmos liminarmente a prática da eutanásia devemos estar conscientes da nossa responsabilidade, como profissionais de saúde cristãos evangélicos, em demonstrarmos, pelo nosso exemplo e testemunho, o amor de Cristo para com cada ser humano. Dr. Jorge Cruz capturado de em 15/03/07, às 18:05 reprodução autorizada

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