FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: Código do imposto do Selo (CIS)
|
|
|
- Jorge Estrela Fialho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Diploma: Código do imposto do Selo (CIS) Artigo: Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Verba 17.1 da Tabela Geral do Imposto do Selo (TGIS) Cessão de Créditos para Cobrança com despacho concordante do Substituto Legal do Diretor-Geral da Autoridade Tributária e Aduaneira de Conteúdo: I - Dos factos 1. A Requerente é uma sociedade que opera no mercado das comunicações electrónicas, detendo um significativo volume de créditos sobre clientes caracterizado por muitos processos de pequeno valor, o que tem implicado uma afectação excessiva de recursos internos a diligências de cobrança, desviando-os da actividade principal da Requerente. 2. A Sociedade X é uma sociedade do grupo que se dedica à prestação de serviços de apoio ao negócio às diversas empresas do Grupo, designadamente no âmbito dos processos de gestão e cobrança de créditos. 3. Neste contexto, a Requerente pretende celebrar com aquela entidade um contrato de cessão de créditos, para que a mesma promova a cobrança de créditos em nome próprio. 4. Conforme previsto na cláusula 2.2 do Acordo Quadro de Cessão de Créditos, esta será realizada na modalidade de cessão para cobrança. 5. Acresce que, de acordo com a cláusula 2.3 do referido acordo: Os créditos serão cedidos pelo montante correspondente ao valor do crédito adquirido; A Sociedade X não adiantará quaisquer valores à Requerente por conta dos valores que venha a cobrar aos clientes; A Sociedade X não assumirá qualquer risco de crédito ou de solvabilidade dos clientes da Requerente; e A Sociedade X entregará à Requerente o resultado da cobrança efectuada. 6. A cessão de crédito para cobrança é uma figura de natureza fiduciária que associa a cessão de créditos a um mandato para cobrança, sem representação. 7. Esta modalidade traduz-se no facto de a cedente transmitir a titularidade dos créditos, mas manter inteiramente na sua esfera os riscos associados à cobrança dos mesmos. 8. Assim, do contrato em análise, resultará uma transferência da titularidade jurídica dos créditos da Requerente para a Sociedade X, que confere a esta o direito de cobrança dos créditos, e, simultaneamente, a obrigação da Sociedade X entregar à Requerente o produto desta cobrança. 9. No âmbito do exercício desta actividade, a Sociedade X não é considerada uma entidade legalmente equiparada às instituições de crédito dado que não realiza uma actividade enquadrável no regime jurídico dos contratos 1
2 de factoring ou cessões financeiras. 10. De facto, os créditos objecto de cessão, apesar de resultarem de serviços e/ou bens vendidos a clientes da Requerente, encontrar-se-ão já vencidos à data da respectiva cessão para cobrança, podendo, inclusivamente, ter sido já reclamados judicialmente (mas ainda não executados) 11. Pela prestação dos serviços de gestão e cobrança dos créditos prestados à Requerente, a Sociedade X irá auferir uma remuneração, conforme previsto na cláusula 8.1 do esboço do contrato. 12. Conforme anteriormente referido, no âmbito da prestação de serviços de gestão e cobrança de créditos, a Sociedade X agirá em nome próprio, pelo que eventuais acções judiciais serão intentadas em nome desta última. 13. Em face do exposto, a Requerente pretende ver confirmado que: (i) O contrato de cessão de créditos para cobrança que pretende celebrar com a Sociedade X se encontra fora do âmbito de sujeição do I. Selo por não se consubstanciar numa concessão de crédito que envolva o financiamento de nenhuma das partes e que, (ii) Os montantes que venham a ser pagos pela Requerente à Sociedade X, como contrapartida pela prestação dos serviços de cobrança, se encontram igualmente fora do âmbito de sujeição do I. Selo, pelo facto da Sociedade X não ser considerada uma entidade legalmente equiparada às instituições de crédito. II Apreciação 14. Conforme ficou exposto, a Requerente, pretende celebrar com a Sociedade X, um contrato de cessão de créditos, para que esta entidade promova a cobrança dos seus créditos vencidos em nome próprio. 15. Para o efeito, e nos termos previstos pelas cláusulas 2.2 e 2.3 do Acordo Quadro, a cessão de créditos será realizada na modalidade de cessão para cobrança, conforme se expôs. 16. Esta modalidade de cessão de créditos tem natureza fiduciária, caracterizando-se pelo facto de associar a cessão de créditos a um mandato para cobrança, sem representação. 17. De facto, do clausulado em análise resulta uma transferência da titularidade jurídica dos créditos da Requerente para a Sociedade X, que confere a esta entidade o direito à respectiva cobrança em nome próprio, e, simultâneamente, a obrigação da Sociedade X entregar à Requerente o produto da cobrança efectuada - mantendo na esfera desta entidade os riscos associados à cobrança dos créditos - sem que, no entanto, ocorra qualquer adiantamento destes valores por parte da Sociedade X à Requerente. 18. Nestes termos, crê-se que a operação de cessão de créditos para cobrança sob análise - conforme exposta no Acordo Quadro de Cessão de Créditos apresentado pela Requerente - não configura uma operação concessão de crédito. 19. Com efeito, tem sido entendido pela Administração Fiscal que são elementos essenciais do contrato de concessão de crédito, o acréscimo de 2
3 património por parte de quem beneficia do crédito e a contrapartida consistente na promessa de uma futura restituição do montante creditado. Não se constituindo esta obrigação, ou seja, a promessa de restituir em dado prazo, não há concessão de crédito. 20. Ora, no contrato em apreço, não se verifica uma disponibilização de fundos com vista à sua futura restituição, porquanto o valor dos créditos cedidos para cobrança não é objecto de adiantamento por parte da Sociedade X à Requerente, mantendo-se na esfera da Requerente, quer o risco de crédito, quer o direito àquele produto. 21. De facto, aquele clausulado apresenta-nos uma operação que consiste, no essencial, numa transferência da titularidade jurídica dos créditos, com vista à sua cobrança em nome próprio, sem que exista, contudo, uma transferência da respectiva titularidade económica, bem como do risco de crédito. 22. Trata-se, pois, de um negócio de natureza fiduciária, em que uma das partes confere poderes jurídicos a outra, para um fim restrito, ficando esta adstrita à obrigação pessoal de usar a posição jurídica em que fica investida apenas dentro dos limites daquele fim. 23. Note-se que na cessão de créditos, cujo regime jurídico se encontra regulado nos artigos 577º e seguintes do Código Civil, o credor, cedente, transmite gratuita ou onerosamente, uma parte ou a totalidade do seu crédito a um terceiro, cessionário, independentemente do consentimento do devedor. 24. A natureza jurídica desta operação parece-nos, pois, distinta daquela que caracteriza a concessão de créditos, visto que, no que diz respeito ao objecto, ou seja aos créditos transmitidos, nas cessões de créditos não há uma propriedade fiduciária ou submetida a condições e limites na medida em que a respectiva propriedade é transmitida de forma plena e irrevogável. 25. Reflexamente, no contrato de cessão de créditos não está em causa o exercício de uma actividade sobre o referido objecto, neste caso a actividade de cobrança, mas sim de uma aquisição da propriedade plena do objecto. 26. Do exposto, resulta que a operação de cessão de créditos para cobrança que a Requerente pretende celebrar é um negócio jurídico distinto da concessão de créditos e que, não encerrando os requisitos essenciais de uma operação de crédito, não poderá ser incluída no âmbito de sujeição do I. do Selo. 27. De facto, analisando a operação a efectuar pelas partes - cessão de créditos para cobrança a formalizar nos termos do Acordo Quadro - verifica-se que a Sociedade X não concede crédito à Requerente pois, no momento da cessão dos créditos para cobrança, não existe qualquer antecipação ou adiantamento de fundos, pelo que, consequentemente, nenhum direito de regresso assiste Sociedade X em caso de incobrabilidade dos créditos junto dos devedores; 28. Pelo que, neste caso, não se verificam os elementos essenciais da concessão de crédito que se traduzem na entrega de um bem presente contra a promessa da sua restituição futura. 3
4 29. Do exposto conclui-se que não se encontram reunidos os requisitos daquele negócio jurídico e, reflexamente, da incidência do I. Selo nos termos previstos pela verba 17.1 da TGIS. 30. Importa agora analisar, se os montantes que venham a ser pagos pela Requerente à Sociedade X, como contrapartida pela prestação dos serviços de cobrança que esta última irá prestar se encontram igualmente fora do âmbito de sujeição do I. Selo. 31. Ora, conforme se constata da leitura da cláusula 8.1 do Acordo Quadro, pela prestação dos serviços de gestão e cobrança dos créditos e dos serviços acessórios àquela, a Requerente pagará à Sociedade X os valores acordados, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor. 32. Por seu turno, a cláusula 8.2 do mesmo Acordo estabelece que a Requerente pagará igualmente todos os custos associados ao processo de cobrança judicial dos créditos adquiridos, aos quais acrescerá IVA à taxa legal em vigor. 33. As previsões ínsitas nestas duas cláusulas levam-nos a concluir que estamos, pois, perante uma prestação de serviços de cobrança sujeita e não isenta de IVA, em conformidade com o disposto na alínea a) do nº 1 do art.º 1º e na parte final do nº 27 do art.º 9, ambos do CIVA. 34. Advém que, de acordo com o estatuído no nº 2 do art.º 1º do CIS, não são sujeitas a Imposto do Selo as operações sujeitas a IVA e dele não isentas. 35. Com efeito, do exposto resulta que o mesmo facto tributário não pode ser simultaneamente sujeito a IVA e a I. do Selo. 36. Conclui-se, pois, que as importâncias que venham a ser pagas pela Requerente à Sociedade X pelos serviços de gestão e cobrança dos créditos e outros acessórios aqueles, encontram-se fora do âmbito de sujeição do I. do Selo, nos termos previstos pela verba III Conclusões 37. A verba 17.1 da TGIS apenas visa o financiamento obtido por meio da utilização do crédito e não toda e qualquer colocação de meios à disposição das entidades financiadas. 38. Não está sujeita, assim, ao referido I. do Selo a cessão financeira para cobrança, nos termos constantes do presente Acordo Quadro. 39. A incidência de I. do Selo é restrita à cessão financeira com recurso, desde que envolva antecipação ou adiantamento de fundos. 40. O facto de, na operação objecto de análise, não existir qualquer adiantamento, associado ao facto do risco de incumprimento se encontrar na esfera da Requerente, basta, assim, para que se conclua pela inexistência de concessão de crédito, visto que faltam, na presente situação, os seus elementos essenciais, ou seja, a entrega de uma prestação contra a promessa da sua restituição futura. 41. A Sociedade X transfere para a Requerente um montante que corresponde apenas ao produto da cobrança efectuada, não gozando, por esse motivo, 4
5 de qualquer direito de regresso. 42. Consequentemente, não existe o elemento essencial da concessão de crédito que se traduz na entrega de um bem presente contra a promessa da sua restituição futura, sem o que faltarão os requisitos desse negócio jurídico e, reflexamente da incidência do I. do Selo. 43. Por seu turno e no que se refere às importâncias que venham a ser pagas pela Requerente à Sociedade X - como contrapartida pela prestação dos serviços de cobrança que esta última irá prestar - as previsões constantes das cláusulas 8.1 e 8.2 do Acordo Quadro determinam que as mesmas estarão sujeitas a IVA. 44. Do exposto, conclui-se que as mencionadas importâncias se encontram fora do âmbito de sujeição do I do Selo a que se refere a verba da TGIS, em virtude do disposto da norma de exclusão ínsita no nº 2 do art.º 1 do CIS 5
REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA
REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA Artigo 1.º Âmbito e objecto O presente Regulamento e as Tabelas anexas que o integram, estabelece as taxas de arbitragem aplicáveis nos processos
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 36º, nº 5, f) Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 36º, nº 5, f) Facturação - despacho do Director-Geral dos Impostos, em 24-07-2008 Conteúdo: O sujeito passivo A, exercendo a actividade de Comércio por
CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal. Assunto: Segurança Social Processo Executivo da Segurança Social
CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 30/2014 DATA: 05 de Maio de 2014 Assunto: Segurança Social Processo Executivo da Segurança Social Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto se envia a Circular
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: Art. 12º; D. L. 21/2007. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA Art. 12º; D. L. 21/2007. Renuncia à Isenção Operações Imobiliárias - Leasing imobiliário. Processo: nº 655, por despacho do Director Geral dos Impostos,
Pereira, Ricardo Rodrigues, A incidência do imposto do selo sobre os trespasses de estabelecimento comercial, industrial ou agrícola INTRODUÇÃO
Pereira, Ricardo Rodrigues, A incidência do imposto do selo sobre os trespasses de estabelecimento comercial, industrial ou agrícola ÍNDICE: INTRODUÇÃO. I A DELIMITAÇÃO POSITIVA DA INCIDÊNCIA. 1. O conceito
20. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (OUTROS CLIENTES)
20.1. Linhas de crédito e contas correntes Empréstimos a taxa variável 1. Conta Corrente Taxa anual nominal (TAN) Taxa anual efetiva (TAE) Outras condições Conta Corrente spread 5,000% a 14,800% 8,495%
2. A consulente informa que é uma empresa constituída unicamente para administrar e gerenciar programas de afiliados na internet.
SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG nº 41, de 23 de dezembro de 2015 ISS Subitem 10.02 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003. Código de serviço 06157. Serviços de intermediação de contratos
XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM
XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM A MOBILIDADE INTERNA E A MOBILIDADE ESPECIAL. A CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO POR MÚTUO ACORDO A SUA UTILIZAÇÃO NO CONTEXTO AUTÁRQUICO Lagoa, 30 de outubro de 2012 José
REGULAMENTO DE CONCURSO
Índice 1. Objetivos... 2 2. Entidades Beneficiárias... 2 3. Dotação Orçamental... 2 4. Financiamento... 2 5. Despesas elegíveis... 3 6. Condições de Acesso ao Concurso... 3 7. Metodologia de Seleção dos
Concordata de 2004. Artigo 26
Concordata de 2004 Artigo 26 1. A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas, bem como outras pessoas jurídicas canónicas constituídas pelas competentes
Planejamento Tributário Empresarial
Planejamento Tributário Empresarial Aula 07 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina, oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades,
Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira,
ÍNDICE 1. NCRF 9 2. Regime Contabilístico 3. Regime Fiscal 4. IVA 5. Quadro Resumo 6. Exemplos 1. NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO ( NCRF ) 9 Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009,
SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO, SALÁRIO DE BENEFÍCIO E RENDA MENSAL INICIAL CONCEITOS Professor: Anderson Castelucio CONCEITOS DE SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO Art. 214. Entende-se por salário-de-contribuição: I -
CARTILHA SOBRE NOÇÕES BÁSICAS DA EXECUÇÃO DA DESPESA PÚBLICA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS - PROAF DIRETORIA DE CONTABILIDADE E FINANÇAS DIRFIN CARTILHA SOBRE NOÇÕES BÁSICAS DA EXECUÇÃO DA DESPESA PÚBLICA
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013. Recolhe NIF Base de incidência IVA Primavera Subquadro 1- artigo 78.º
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013 ( Portaria 255/2013) Introdução: A presente informação visa dotar os técnicos da teoria necessária ao preenchimento dos diferentes campos das novos anexos do campo 40 e 41
RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS
R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO (Art. 119.º, N.º 12, do CIRS) RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS MODELO 39 1 NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL NÚMERO DE
CADERNO DE ENCARGOS PARA EXPLORAÇÃO DE CENTRO DE CÓPIAS
Tel/Fax: 21 743 46 24 CADERNO DE ENCARGOS PARA OBJECTO DA CESSÃO: Exploração do Centro de Cópias na Faculdade de Direito de Lisboa, cedido à Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa (AAFDL)
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Inclui artigo ao Decreto-Lei nº 1.455, de 7 de abril de 1976, que dispõe sobre bagagem de passageiro procedente do exterior, disciplina o regime de entreposto aduaneiro, estabelece normas sobre mercadorias
Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL
Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO
Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE. 1. Introdução
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement Derecognition of a Financial Asset (parágrafos 15 a 37) Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE
GOVERNO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL GETRI GERÊNCIA DE TRIBUTAÇÃO
ASSUNTO : Consulta Operações com cartões de celulares. PARECER Nº 096/06/GETRI/CRE/SEFIN SÚMULA: OPERAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÃO DISPONIBILIZADA ATRAVÉS DE CARTÕES PARA TELEFONIA MÓVEL
Linha de Crédito PME Investe V
Linha de Crédito PME Investe V I - Condições gerais da Linha de Crédito PME Investe V 1. Montante das Linhas Linhas Específicas Montante Micro e Pequenas Empresas 250 milhões Geral 500 milhões Total Linha
Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica
Manuela Gomes Directora do Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Concordo. Envie-se a presente informação à Senhora Chefe da Divisão Municipal de Receita, Dra. Cláudia Carneiro. Anabela Moutinho
2 - As classes de risco a que se refere o número precedente são as seguintes:
Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 3/95 Os arts. 76.º e 195.º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras obrigam os responsáveis pelas entidades por eles abrangidas a proceder
NOTA TÉCNICA Nº 0011/2012
NOTA TÉCNICA Nº 0011/2012 Brasília, 26 de junho de 2012. ÁREA: TÍTULO: Contabilidade Pública Restos a Pagar Considerando que, de acordo com o art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é vedado ao
CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL
CXGOLBD_20160701 Caixa Gold CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS,
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS [email protected] Lisboa, 04-06-2015 Constituição da República Portuguesa Artigo 85º 1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas. 2. A lei definirá os
Parecer Consultoria Tributária Segmentos A exclusão do valor do Pedágio da base de cálculo do ICMS - do PIS e da Cofins
A exclusão do valor do Pedágio da base de cálculo do ICMS - do PIS e da Cofins 28/04/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da
Plano de exposição. I. As vantagens da arbitragem. A arbitragem no setor portuário
ARBITRAGEM NO SETOR DE INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA Rafael Wallbach Schwind Plano de exposição I. As vantagens da arbitragem II. A arbitragem no setor portuário III. A arbitragem portuária no Decreto nº 8.465
CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO)
GESTÃO DE EMPRESAS CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) Exercícios - Actualização EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício O Sr. Teodoro solicitou um empréstimo ao Sr. João por um prazo de 4 anos, tendo
Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social
FORMAÇÃO Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social 17-01-2011 Fernando Silva 1 ESTRUTURA DA ACÇÃO São 4 os temas que fazem parte do Código Contributivo, divididos por
Tribunal de Contas. A Função de Controlo do. Tribunal de Contas
A Função de Controlo do Tribunal de Contas Estrutura e Organização do Tribunal de Contas Modalidades de Controlo Recomendações do Tribunal de Contas A Responsabilidade Financeira - Modalidades de Controlo
a) Âmbito objetivo b) Pressupostos de aplicabilidade do regime
Lei n.º 58/2012 de 9 de novembro, que cria um regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação em situação económica muito difícil A presente lei procede à criação de um regime extraordinário
QUESTÕES RELACIONADAS À DECLARAÇÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS EM MOEDA ESTRANGEIRA DECORRENTES DO RECEBIMENTO DE EXPORTAÇÕES (DEREX) (IN-SRF
Coordenação-Geral de Fiscalização QUESTÕES RELACIONADAS À DECLARAÇÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS EM MOEDA ESTRANGEIRA DECORRENTES DO RECEBIMENTO DE EXPORTAÇÕES (DEREX) (IN-SRF nº 726/2007) 1. Quem está
IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1.1 À taxa reduzida ( ) L01 1.2 À
BOLETIM INFORMATIVO REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto
Departamentos: Contabilidade, Auditoria e Fiscalidade BOLETIM INFORMATIVO 01 de Setembro de 2014 REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto Pedro Moreira T.O.C
ARTICULADO DO DL SOBRE O SNC. Artigo 1º. Objecto
VERSÃO 070618 ARTICULADO DO DL SOBRE O SNC Artigo 1º Objecto É aprovado o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), anexo ao presente diploma e que dele faz parte integrante. Artigo 2º Âmbito O SNC
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Nota Fiscal de Transferencia de ICMS entre Estabelecimentos - MG
Nota 07/01/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1. Preenchimento campos da NF-e... 6 4. Conclusão... 8 5. Referências...
IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1. TRANSMISSÕES DE BENS E PRESTAÇÕES
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75% DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA
GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75% DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático 2035 Medida
Coordenação-Geral de Tributação
Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 212 - Data 14 de julho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. ESTABELECIMENTO COMERCIAL EQUIPARADO
INFORMAÇÃO FINANCEIRA PCSB
ANEXO À INSTRUÇÃO N.º 4/96 - (BO N.º 1, 17.06.1996) Temas INFORMAÇÃO FINANCEIRA PCSB CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela
Trabalhador independente - Declaração do valor de actividade (Art. 152º) Este ano, em 2011, esta declaração do valor de actividade não será feita.
Atendendo ao elevado número de questões relacionadas com o código contributivo da segurança social, elencamos alguns esclarecimentos sobre as matérias que mais dúvidas têm suscitado. Porém, a presente
AS NOVAS REGRAS DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL
ACTIVIDADE SINDICAL- 1 AS NOVAS REGRAS DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL A Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro, com entrada em vigor em 1 de Janeiro de 2009, aprovou o Regime do Contrato de Trabalho em
«.A VIAGENS E TURISMO»,
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 7.º e 8.º do CIVA; DL n.º 221/85, de 3/07 Agência de viagens. Localização de operações. Processo: nº 1810, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal
Cessão de Direitos Creditórios. 21ª GTCON Maio/2016
Cessão de Direitos Creditórios 21ª GTCON Maio/2016 Cessão de Direitos Creditórios Operações de Cessão de Direitos Creditórios estruturam-se das mais diversas formas. Para os fins desta contabilização foram
Código dos Contratos Públicos. Secretaria Regional da Agricultura e Florestas Governo dos Açores Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
Código dos Contratos Públicos Secretaria Regional da Código dos Contratos Públicos Legislação Aplicável: Directiva n.º 2004/17/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 31 de Março de 2004 Directiva n.º
Circular, Série A N.º 1311
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DO ORÇAMENTO GABINETE DO DIRECTOR-GERAL Circular, Série A N.º 1311 A TODOS OS DEPARTAMENTOS DO ESTADO SE COMUNICA: ASSUNTO: Informação relativa às alterações orçamentais
Inconstitucionalidade da obrigação de depósito prévio da totalidade das custas de parte
NEWSLETTER Contencioso Inconstitucionalidade da obrigação de depósito prévio da totalidade das custas de parte O acórdão do Tribunal Constitucional n.º 189/2016, de 30 de Março, julgou inconstitucional
FIN Ficha de Informação Normalizada
Designação Conta NB 100% Condições de acesso Modalidade Pessoas Singulares, maiores, residentes e não residentes em Portugal. Exclui-se a sua utilização por ENI s ou Profissionais Liberais no âmbito da
REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO MÓDULO 4
REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 4 REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO José Soares Roriz Março de 2011 4.1. Bens abrangidos pelo regime especial: O ouro que reúna as seguintes
1. CONTAS DE DEPÓSITO (PARTICULARES)
1.1. Depósitos à ordem Comissões Acresce Outras condições Euros (Mín/Máx) Valor Anual Imposto Produtos em Comercialização Depósito à ordem Clássica: condições de acesso não aplicáveis. Depósito à ordem
MINUTA DO CLAUSULADO DO ACORDO DE DAÇÃO EM PAGAMENTO
1 MINUTA DO CLAUSULADO DO ACORDO DE DAÇÃO EM PAGAMENTO Entre a EGEO Tecnologia e Ambiente SA, representada pelo seu Presidente, Prof. Júlio Castro Caldas, adiante designado por 1º Outorgante e a Câmara
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Lei n.º 53/2011 de 14 de Outubro
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 53/2011 de 14 de Outubro Procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, estabelecendo um novo sistema de compensação
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão de Documento Fiscal pelo contribuinte substituído no recebimento de mercadorias com ICMS-ST
Segmentos Emissão de Documento Fiscal pelo contribuinte substituído no recebimento de mercadorias com ICMS-ST 07/03/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente...
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL RESOLUÇÃO CONJUNTA N. 006/2014/GAB/SEFIN/CRE Porto Velho, 09 de julho de 2014 Publicada no DOE nº 2533,
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 129/12.2 TJPRT 1º Juízo Cível Insolventes: CONSTANTINO JORGE MOREIRA GUIMARÃES E SILVIA PATRICIA SANTOS GUEDES GUIMARÃES Juízos Cíveis do Porto RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Ofício-Circulado 30014/00, de 13/01 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Tendo em vista a clarificação, junto da administração
2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)
2.1. Crédito à habitação e s conexos Crédito Habitação Euros (Mín/Máx) Valor Anual Contratos de crédito para aquisição, construção e realização de obras de habitação própria permanente, secundária ou para
Fiscalidade do Terceiro Sector IPSS 4 de Junho de 2015
www.pwc.pt IPSS 4 de Junho de 2015 Filipa Moreira Ribeiro Universidade Católica Portuguesa, Lisboa Agenda 1. IPSS Problemáticas Fiscais 2. Conclusão 2 IPSS Problemáticas Fiscais 3 Enquadramento fiscal
Mínimo de abertura: Não aplicável. Não aplicável (conta não remunerada)
Designação Conta Ordenado Condições de Acesso Clientes Particulares, que efetuem a domiciliação do seu ordenado, através de transferência bancária codificada como ordenado. Modalidade Depósito à Ordem
Exmo. Sr. Ministro da Administração Interna
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL UNIDADE ORGÂNICA DE OPERAÇÕES E SEGURANÇA DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA PRIVADA ACTIVIDADE DE SEGURANÇA PRIVADA REQUERIMENTO
RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL (RAN) REGULAMENTO INTERNO DA ENTIDADE REGIONAL DA RAN DO CENTRO (ER-RAN.C)
RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL (RAN) REGULAMENTO INTERNO DA ENTIDADE REGIONAL DA RAN DO CENTRO (ER-RAN.C) (Artigo 35º do Decreto - Lei n.º 73/2009, de 31 de Março) O DL 73/2009,de 31 de Março, veio introduzir
Relatório Anual sobre a Prestação do Serviço de Interruptibilidade
sobre a Prestação do Serviço de Interruptibilidade Janeiro de 212 ÍNDICE 1 Sumário Executivo... 3 2 Enquadramento Legislativo... 4 3 Caracterização da Prestação do Serviço de Interruptibilidade... 6 4
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Suplemento Especial de Pensão (7017-A v4.13) PROPRIEDADE
REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS
REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS Artigo 1º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso Apoio a Idosos. Artigo 2º Beneficiários Podem candidatar-se a este concurso instituições
Concurso de 2015 REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS
Concurso de 2015 REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias
PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA E GERAÇÃO DAS GUIAS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO DE BENS IMOVEIS PELA INTERNET.
ITBI Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis. PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA E GERAÇÃO DAS GUIAS DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO DE BENS IMOVEIS PELA INTERNET. 01. Como acessar
PARECER UNATRI/SEFAZ Nº 406/2009. Tributário. ICMS. Base de Cálculo. Vendas a Prazo. Vendas Financiadas.
ASSUNTO: CONCLUSÃO: Tributário. ICMS. Base de Cálculo. Vendas a Prazo. Vendas Financiadas. Quando a própria loja financia a mercadoria para o consumidor sem a participação de instituição financeira dá-se
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração do Vale Pedágio nos Livros Fiscais
Parecer Consultoria Tributária Segmentos 18/12/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 2.1. Lei Federal 10.209/2001... 3 2.2. RICMS SP... 3 3. Análise
de 2002, permanecem com a alíquota da Cofins reduzida a zero, em que pesem as alterações introduzidas pela Lei nº 10.865, de 2004.
DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO 4. Região Fiscal SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 2009 EMENTA: GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social.
ANEXO II - MODELOS DE DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2013 SEGPLAN/GOIÁS TURISMO
ANEXO II - MODELOS DE DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 001/2013 SEGPLAN/GOIÁS TURISMO LISTA DE MODELOS Modelo 1 - Carta de encaminhamento de documentação de habilitação
Lista de exercício nº 1 Juros simples e compostos*
Lista de exercício nº 1 Juros simples e compostos* 1. Um investidor aplicou $1.000,00 numa instituição financeira que remunera seus depósitos a uma taxa de 5 % ao trimestre, no regime de juros simples.
Estágios da Despesa Pública
Professor Luiz Antonio de Carvalho Estágios da Despesa Pública [email protected] CONCEITO: A despesa pública consiste na realização de gastos, isto é, na aplicação de recursos financeiros de forma
CADERNO DE ENCARGOS AJUSTE DIRETO N.º 04/ENB/2012
CADERNO DE ENCARGOS AJUSTE DIRETO N.º RELATIVO A AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA DE BAIXA TENSÃO PARA AS INSTALAÇÕES DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE SINTRA DA ESCOLA NACIONAL DE BOMBEIROS.
RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A. 58ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO
RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A. 58ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores
Ministério das Finanças
Ministério das Finanças Lei n.º /06 de de O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um período de tempo definido,
