DIÁRIO DA ASSEMBLÉIA
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- Maria do Loreto Tânia Barateiro Freire
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1 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO ANO XXXV - Nº SÃO LUÍS, QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE EDIÇÃO DE HOJE: 36 PÁGINAS 32.ª SESSÃO ORDINÁRIA DA 1.ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 16.ª LEGISLATURA SUMÁRIO RELAÇÃO DE ORADORES PROJETO DE LEI...06 ORDEM DO DIA...04 REQUERIMENTO...10 PAUTA...04 INDICAÇÃO...10 SESSÃO ORDINÁRIA...05 EMENDA...30 MENSAGEM...05 RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA...30 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR...06 RESENHA...32 PARECER...33 MESA DIRETORA Deputado João Evangelista (PSDB) Presidente 1. Vice-Presidente: Deputado Pavão Filho (PDT) 1. Secretário: Deputado César Pires (DEM) 2. Vice-Presidente: Deputado Jura Filho (PMDB) 2. Secretário: Deputado Antônio Bacelar (PDT) 3. Vice-Presidente: Deputado Carlos Filho (PV) 3. Secretário: Deputado Nonato Aragão (PSL) 4. Vice-Presidente: Deputada Graciete Lisboa (PSDB) 4. Secretário: Deputada Fátima Vieira (PP) BLOCO PARLAMENTAR PROGRESSISTA - BPP PSDB - PDT - PSB - PT - PT do B - PTC - PSC - PSL - PRTB - PMN - PPS 1. Deputado Afonso Manoel (PSB) 2. Deputado Alberto Franco (PSDB) 3. Deputado Antônio Bacelar (PDT) 4. Deputado Arnaldo Melo (PSDB) 5. Deputado Camilo Figueiredo (PDT) 6. Deputada Cleide Coutinho (PSDB) 7. Deputado Edivaldo Holanda (PTC) 8. Deputada Eliziane Gama (PPS) 9. Deputada Graciete Lisboa (PSDB) 10. Deputada Graça Paz (PDT) 11. Deputada Helena Barros Heluy (PT) 12. Deputado João Evangelista (PSDB) 13. Deputado José Lima (PSB) Líder Deputado Marcelo Tavares 1. Deputado Antônio Pereira (DEM) 2. Deputado Carlos Alberto Milhomem (DEM) 3. Deputado Carlos Filho (PV) 4. Deputado César Pires (DEM) 5. Deputada Fátima Vieira (PP) 6. Deputado Francisco Gomes (DEM) 7. Deputado Fufuca (PMDB) 8. Deputado Hélio Soares (PP) BLOCO PARLAMENTAR DE OPOSIÇÃO - BPO DEM - PMDB - PP - PV 14. Deputado Marcelo Tavares (PSB) 15. Deputado Marcos Caldas (PT do B) 16. Deputado Mauro Jorge (PMN) 17. Deputado Nonato Aragão (PSL) 18. Deputado Pavão Filho (PDT) 19. Deputado Paulo Neto (PSB) 20. Deputado Pedro Veloso (PDT) 21. Deputado Penaldon Jorge (PSC) 22. Deputado Rigo Teles (PSDB) 23. Deputado Rubens Pereira Júnior (PRTB) 24. Deputado Soliney Silva (PSDB) 25. Deputado Stênio Resende (PSDB) 26. Deputado Valdinar Barros (PT) 9. Deputado Joaquim Nagib Haickel (PMDB) 10. Deputado João Batista (PP) 11. Deputado Jura Filho (PMDB) 12. Deputada Maura Jorge (DEM) 13. Deputado Max Barros (DEM) 14. Deputado Raimundo Cutrim (DEM) 15. Deputado Ricardo Murad (PMDB) 16. Deputado Victor Mendes (PV) Líder Deputado Ricardo Murad Líder Deputado Edivaldo Holanda Vice-Líderes Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Victor Mendes LIDERANÇA DO GOVERNO Vice-Líderes Deputado Afonso Manoel Deputado Arnaldo Melo Deputado Valdinar Barros LICENCIADO Deputado Domingos Paz Deputado Carlos Braide
2 2 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 I - Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final Titulares Suplentes Deputado Arnaldo Melo - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior Deputado Edivaldo Holanda - VICE-PRESIDENTE Deputado Marcelo Tavares Deputado Paulo Neto Deputada Helena Barros Heluy Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Victor Mendes Deputado Ricardo Murad II - Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização Titulares Suplentes Deputada Graça Paz - PRESIDENTE Deputado Carlos Braide Deputado Carlos Alberto Milhomem - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Rigo Teles Deputado José Lima Deputado Edivaldo Holanda Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Ricardo Murad III - Comissão de Política Agrária, Produção e Desenvolvimento Sustentável Suplentes Deputado Penaldon Jorge Deputado Paulo Neto Deputado Rigo Teles Deputado Raimundo Cutrim Titulares Deputado Francisco Gomes - PRESIDENTE Deputada Maura Jorge - VICE-PRESIDENTE Deputado Valdinar Barros Deputada Helena Barros Heluy Deputado Mauro Jorge IV - Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto Suplentes Deputado Alberto Franco Deputado Valdinar Barros Deputado Afonso Manoel Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes V - Comissão de Relações do Trabalho e Administração Pública Titulares Deputado José Lima - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior - VICE-PRESIDENTE Deputada Eliziane Gama Deputado Fufuca Dantas Deputado Ricardo Murad Titulares Deputado Valdinar Barros - PRESIDENTE Deputado Marcelo Tavares - VICE-PRESIDENTE Deputado Mauro Jorge Deputado Victor Mendes Titulares Deputado Antonio Pereira - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Stênio Rezende Deputado Ricardo Murad Suplentes Deputado Camilo Figueiredo Deputado Marcos Caldas Deputado Carlos Braide Deputado Fufuca Dantas Deputado Carlos Alberto Milhomem VI - Comissão de Saúde Suplentes Deputado Afonso Manoel Deputado Valdinar Barros Deputado Marcos Caldas Deputada Maura Jorge Deputado Victor Mendes VII - Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional Titulares Deputado Hélio Soares - PRESIDENTE Deputado Joaquim Nagib Haickel - VICE-PRESIDENTE Deputado Marcos Caldas Deputado Rigo Teles Deputado Penaldon Jorge Suplentes Deputado Paulo Neto Deputado Mauro Jorge Deputado Stênio Rezende Deputada Maura Jorge Deputado Fufuca Dantas VIII - Comissão de Defesa do Consumidor Titulares Suplentes Deputado Fufuca Dantas - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho Deputado Joaquim Nagib Haickel - VICE-PRESIDENTE Deputada Graça Paz Deputado Paulo Neto Deputada Eliziane Gama Deputado Valdinar Barros Deputada Maura Jorge Deputado Alberto Franco Deputado Antonio Pereira IX - Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Titulares Deputada Helena Barros Heluy - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior - VICE-PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado Antonio Pereira Suplentes Deputado Edivaldo Holanda Deputado Marcelo Tavares Deputado Carlos Braide Deputado João Batista Deputado Victor Mendes Reuniões: 3.ª Feiras às 08:30hs Glacimar Fernandes Sampaio Secretária Reuniões: 2.ª Feiras às 15:00hs Regina Maria Marinho de Paula Secretária Reuniões: 2.ª Feiras às 15:00hs Valdenise Fernandes Dias Secretária Reuniões: 2.ª Feiras às 15:00 hs Maria das Dores Pinto Magalhaes Secretária Reuniões: 3.ª Feiras às 08:00hs Lucimar Ribeiro de Melo Secretária Reuniões: 3.ª Feiras às 14:00hs Silvia Tereza Nogueira Marques Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:00hs Elizabeth Lisboa Ribeiro Secretária Reuniões: 5.ª Feiras às 08:30hs Silvana Roberta A. Almeida Secretária Reuniões: 5.ª Feiras às 08:30hs Leilemar Vieira Ribeiro Secretária
3 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE X - Comissão de Obras, Serviços Públicos e Habitação Titulares Suplentes Deputada Maura Jorge - PRESIDENTE Deputado Stênio Rezende Deputado Afonso Manoel - VICE-PRESIDENTE Deputado Alberto Franco Deputado Camilo Figueiredo Deputado Rigo Teles Deputado Marcos Caldas Deputado Francisco Gomes Deputado Ricardo Murad Deputado Victor Mendes XI - Comissão de Meio Ambiente, Minas, Energia Titulares Deputado Penaldon Jorge - PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo - VICE-PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado João Batista Deputado Antonio Pereira Suplentes Deputado Mauro Jorge Deputado Alberto Franco Deputada Cleide Coutinho Deputado Victor Mendes Deputado Francisco Gomes XII - Comissão de Ética Titulares Suplentes Deputado Edivaldo Holanda - PRESIDENTE Deputada Graça Paz Deputado Carlos Alberto Milhomem - VICE-PRESIDENTE Deputada Helena Barros Heluy Deputada Eliziane Gama Deputada Cleide Coutinho Deputado Marcelo Tavares Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Raimundo Cutrim XIII - Comissão de Economia, Indústria, Comércio e Turismo Titulares Deputado Afonso Manoel - PRESIDENTE Deputado Carlos Braide - VICE-PRESIDENTE Deputado Alberto Franco Deputado Hélio Soares Deputado João Batista Suplentes Deputado Camilo Figueiredo Deputado Stênio Rezende Deputado Rigo Teles Deputado Fufuca Dantas XIV - Comissão de Legislação Participativa Titulares Suplentes Deputado Alberto Franco - PRESIDENTE Deputado Camilo Figueiredo Deputado Stênio Rezende - VICE-PRESIDENTE Deputado Paulo Neto Deputado Carlos Braide Deputado Rubens Júnior Deputado Fufuca Dantas Deputado Victor Mendes Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Antonio Pereira XV - Comissão de Previdência, Assistência Social e da Família Titulares Suplentes Deputada Cleide Coutinho - PRESIDENTE Deputado José Lima Deputada Graça Paz - VICE-PRESIDENTE Deputado Mauro Jorge Deputado Soliney Silva Deputado Arnaldo Melo Deputado Hélio Soares Deputado João Batista Deputado Fufuca Dantas XVI - Comissão de Segurança Pública e Cidadania Titulares Suplentes Deputado Raimundo Cutrim - PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado João Batista - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Camilo Figueiredo Deputado Afonso Manoel Deputado Marcelo Tavares Deputado Francisco Gomes Deputado Rigo Teles Deputado Fufuca Dantas XVII - Comissão da Infância, Juventude e Idoso Titulares Suplentes Deputado Rubens Júnior - PRESIDENTE Deputado Edivaldo Holanda Deputada Graça Paz - VICE-PRESIDENTE Deputado Valdinar Barros Deputado Afonso Manoel Deputada Eliziane Gama Deputado Raimundo Cutrim Deputado Hélio Soares Deputado Victor Mendes Deputado João Batista XVIII - Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher Titulares Deputada Eliziane Gama - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho - VICE-PRESIDENTE Deputada Helena Barros Heluy Deputada Maura Jorge Deputado Raimundo Cutrim Suplentes Deputado Penaldon Jorge Deputada Graça Paz Deputado Marcos Caldas Deputado João Batista Deputado Hélio Soares Reuniões: 3.ª Feiras às 08:30 hs Dulcimar Mendonça Cutrim Secretária Reuniões: 3.ª Feiras às 08:00 hs Eunes Maria Borges Santos Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 14:00 hs Célia Pimentel Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:30 hs Lúcia Maria Oliveira Furtado Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:30 hs Suly Rose Coutinho Ferreira Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:30 hs Leibe Prazeres Barros Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 07:30 hs Iranise Lemos de Castro Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:30 hs Maria Helena Bandeira Tribuzi Secretária Reuniões: 4.ª Feiras às 08:30 hs Antonia Andrade Secretária
4 4 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 11/04/ a FEIRA 1. o ORADOR (a) - 30 minutos GRANDE EXPEDIENTE DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA TEMPO DOS BLOCOS PARLAMENTARES 1. BLOCO PARLAMENTAR DE OPOSIÇÃO - BPO - 23 MINUTOS 2. BLOCO PARLAMENTAR PROGRESSISTA - BPP - 37 MINUTOS ORDEM DO DIA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA QUARTA-FEIRA I - PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO - ÚNICO TURNO 1. PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 003/07, ORIUN- DO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 016/2006, DE AUTORIA DO PODER EXECUTIVO, QUE CRIA O CADASTRO DE ATIVIDADE FLORESTAL, COMPOSTO PELO CADASTRO DE EXPLORADORES E CONSUMIDORES DE PRODUTOS FLO- RESTAIS DO ESTADO DO MARANHÃO CEPROF/MA E PELO SISTEMA DE COMERCIALIZAÇÃO E TRANSPORTE DE PRO- DUTOS FLORESTAIS SISFLORA/MA, E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS.- COM PARECER FAVORÁVEL OFERECIDO PELA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FI- NAL - RELATOR SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA. II VETO TOTAL EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO ÚNICO TURNO VOTAÇÃO NOMINAL - ART. 236 DO R.I. 1. VETO TOTAL AO PROJETO DE LEI Nº 237/06, DE AUTORIA DO PODER EXECUTIVO, QUE ESTABELECE OBRIGATORIEDADE DE ATENDIMENTO LOCAL E DIRETO AO CONSUMIDOR PELAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS ESSENCIAIS PÚBLICOS E PRIVADOS, NO ÂMBITO DO ESTADO DO MARANHÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCI- AS. COM PARECER FAVORÁVEL À MANUTENÇÃO DO VETO, OFERECIDO PELA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL. RELATOR SENHOR DEPU- TADO PAULO NETO. III - PROJETO DE LEI EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO ÚNICO TURNO REGIME DE URGÊNCIA 1. PROJETO DE LEI Nº 018/07 ENCAMINHADO PELA MENSAGEM GOVERNAMENTAL Nº 016/07, DE AUTORIA DO PODER EXECUTIVO, QUE ALTERA DISPOSITIVO DA LEI Nº 6.513, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1995, QUE DISPÕE SOBRE O ESTATUTO DOS POLICIAIS MILITARES DA POLÍCIA MILI- TAR DO MARANHÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. COM PARECER FAVORÁVEL OFERECIDO PELA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL. RELATOR SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA E COMISSÃO DE RELAÇÃO DO TRABALHO E ADMINISTRAÇÃO DO TRABA- LHO.- RELATOR SENHOR DEPUTADO CARLOS ALBERTO MILHOMEM. IV - PROJETO DE LEI EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO 1º E 2º TURNOS REGIME DE URGÊNCIA 1. PROJETO DE LEI Nº 054/2007, CAPEADO PELA MEN- SAGEM Nº 001/2007, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTA- DO, QUE CRIA CARGOS NO PODER JUDICIÁRIO, ALTERA A REDAÇÃO DA LEI N 8.032, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS DEPENDE DE PARECER DAS COMISSÕES DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FI- NAL; ORÇAMENTO FINANÇAS E FISCALIZAÇÃO; E ADMINSTRAÇÃO PÚBICA. TRANSFERIDA A DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DA SESSÃO ORDINÁRIA ANTERIOR EM VIRTU- DE DA EMENDA Nº 03/07, APRESENTADA PELO DEPUTADO PENALDON JORGE NAS COMSSÕES. A EMENDA FOI EN- CAMINHADA À PUBLICAÇÃO, V - REQUERIMENTOS À DELIBERAÇÃO DO PLENÁRIO 1. REQUERIMENTO Nº 119/07, DE AUTORIA DO DE- PUTADO FUFUCA DANTAS, QUE REQUER, DEPOIS DE OU- VIDO O PLENÁRIO, SEJA CONSTITUÍDA UMA COMISSÃO DE DEPUTADOS COMPOSTA DE 05 (CINCO) MEMBROS, PARA ACOMPANHAR IN-LOCO, OS TRABALHOS DE DEMARCA- ÇÃO DO IBAMA, DEFININDO A ÁREA DA RESERVA ECOLÓ- GICA DO GURUPI, E CONSIDERANDO QUE NA REFERIDA ÁREA RESIDEM MILHARES DE PEQUENOS AGRICULTORES, A COMISSÃO POSSA APRESENTAR SUGESTÕES NO SENTI- DO DE SOLUCIONAR O GRAVE PROBLEMA SOCIAL DECOR- RENTE DA RETIRADA DESSES AGRICULTORES, DE MANEI- RA A GARANTIR O DIREITO DE MORADIA E TRABALHO A ESSAS FAMÍLIAS. 2. REQUERIMENTO Nº 120/07, DE AUTORIA DO DE- PUTADO VICTOR MENDES, QUE REQUER, DEPOIS DE OU- VIDO O PLENÁRIO, SEJA CONSTITUÍDA UMA COMISSÃO DE DEPUTADOS COMPOSTA DE CINCO MEMBROS TITU- LARES E IGUAL NÚMERO DE SUPLENTES, PARA NO PRAZO DE 90 (NOVENTA) DIAS APRESENTAR DIAGNÓSTICO A ESTA CASA SOBRE A SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA E DE INFRA- ESTRUTURA DA BAIXADA MARANHENSE APONTANDO OS PROBLEMAS, E OS ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO DES- SA REGIÃO. VI - REQUERIMENTO À DELIBERAÇÃO DA MESA 1.REQUERIMENTO Nº 115/07, DE AUTORIA DA DEPU- TADA MAURA JORGE, QUE REQUER, DEPOIS DE OUVIDA A MESA, SEJA ENCAMINHADO EXPEDIENTE AO SECRETÁ- RIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, LOURENÇO JOSÉ TAVARES VIEIRA DA SILVA, SOLICITANDO QUE INFORME À ASSEM- BLÉIA LEGISLATIVA QUAIS OS CRITÉRIOS UTILIZADOS E JUSTIFICADOS QUE ENSEJARAM A EXONERAÇÃO DE TO- DOS OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS PERTENCEN- TES AOS MUNICÍPIOS DE LAGO DA PEDRA E LAGO DOS RODRIGUES. TRANSFERIDA A DISCUSSÃO E VOTAÇÃO DA SESSÃO ANTERIOR EM VIRTUDE DA AUSÊNCIA DA AUTO- RA EM PLENÁRIO. PAUTA DE PROPOSTAS PARA RECEBIMENTO DE EMENDAS: DATA: 11/04/2007 4ª FEIRA: PRIORIDADE 1ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 001/07, enviado pela Mensagem Governamental nº 023/07, que altera os 3º e 4º do art. 3º e o art. 5º da Lei Complementar nº 20, de (Lei Orgânica da Procuradoria-Geral do Estado), na redação definida pela Lei Complementar nº 100, de , e dá outras providências. ORDINÁRIA 1ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 061/07, de autoria do Senhor Deputado João Batista, que considera de Utilidade Pública, o Instituto Social Educacional da Paz ISEP, no Município de São José de Ribamar- MA. 2. PROJETO DE LEI Nº 062/07, de autoria do Senhor Deputado Max barros, que considera de Utilidade Pública, o Grupo de
5 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Apoio a Comunidade do bairro Alonso Costa, com sede e foro em São José de Ribamar-MA. 3. PROJETO DE LEI Nº 063/07, de autoria do Senhor Deputado Stênio Rezende, que considera de Utilidade Pública, o Sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar da Região de Godofredo Viana, com sede e foro na Cidade de Godofredo Viana- MA. 4. PROJETO DE LEI Nº 064/07, de autoria do Senhor Deputado Alberto Franco, que dispõe sobre a isenção do pagamento das taxas para renovação da Carteira nacional de habilitação CNH, o motorista profissional desempregado e dá outras providências. 5. PROJETO DE LEI Nº 065/07, de autoria do Senhor Deputado João Batista, que dispõe sobre proibição da fabricação, estabelece restrições ao uso e comercialização e define prazos para banimento de todos os materiais e equipamentos que contenham qualquer forma de asbesto ou amianto ou de outros minerais que os contenham em sua composição, no Estado do Maranhão, e dá outras providências. PRIORIDADE 2ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 060/07, enviado pela Mensagem Governamental nº 025/07, que concede pensão especial vitalícia no valor de R$ 1.050,00(Hum mil e cinqüenta reais), a Marilene de Jesus Coelho Rodrigues, viúva de Jeremias pereira da Silva o Gero. ORDINÁRIA 2º SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 058/07, de autoria do Senhor Deputado Edivaldo Holanda, que altera e acrescenta dispositivos a Lei nº 8.566, de 12 de janeiro de 2007, que dispõe sobre a suspensão de benefícios fiscais e proibição de contratação, pela administração pública estadual. 2. PROJETO DE LEI Nº 059/07, de autoria do Senhor Deputado Fufuca Dantas, que dispõe sobre a realização de eleições diretas para diretor e diretor adjunto da rede estadual pública de educação básica. ORDINÁRIA 4ª E ÚLTIMA SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 056/07, de autoria do Senhor Deputado Alberto Franco, que proíbe o despejo de água de lastro ou de qualquer outro tipo de produto que cause impacto ao meio ambiente por navios dotados de tanques/porões, na baía de São marcos e dá outras providências. 2. PROJETO DE LEI Nº 057/07, de autoria da Senhora Deputada Helena barros Heluy, considera de Utilidade Pública, a Fundação dos Servidores Fazendários, com sede e foro em São Luis-MA. SECRETARIA GERAL DA MESA DO PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, em Ata da Sessão Ordinária da Primeira Sessão Legislativa da Décima Sexta Legislatura da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, realizada em dez de abril de dois mil e sete. Presidente Senhor Deputado João Evangelista. Às nove horas e trinta minutos, presentes os Senhores Deputados Afonso Manoel, Alberto Franco, Antônio Bacelar, Arnaldo Melo, Camilo Figueiredo, Carlos Alberto Milhomem, Carlos Filho, César Pires, Cleide Coutinho, Edivaldo Holanda, Eliziane Gama, Fátima Vieira, Francisco Gomes, Fufuca, Graça Paz, Graciete Lisboa, Helena Barros Heluy, Hélio Soares, João Batista, João Evangelista, José Lima, Jura Filho, Marcelo Tavares, Marcos Caldas, Mauro Jorge, Max Barros, Nonato Aragão, Paulo Neto, Pavão Filho, Pedro Veloso, Penaldon Jorge, Raimundo Cutrim, Ricardo Murad, Rigo Teles, Rubens Pereira Júnior, Stênio Rezende, Valdinar Barros e Victor Mendes. Ausentes: Antônio Pereira, Joaquim Nagib Haickel, Maura Jorge e Soliney Silva. I ABERTURA. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Em nome do povo e invocando a proteção de Deus, iniciamos os nossos trabalhos. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Com a palavra, o Senhor Segundo Secretário que fará a leitura do texto bíblico e do resumo da Ata da Sessão anterior. O SENHOR SEGUNDO SECRETÁRIO DEPUTADO AN- TONIO BACELAR (lê texto bíblico e Ata) - Ata lida, Senhor Presidente. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Ata lida e considerada aprovada. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Com a palavra, o Senhor Primeiro Secretário para fazer a leitura do Expediente. O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO DEPUTADO CÉSAR PIRES - (lê Expediente). II EXPEDIENTE. MENSAGEM N.º 023/2007 Senhor Presidente, São Luís, 30 de março de Tenho a grata satisfação de encaminhar a Vossa Excelência, para apreciação dessa augusta Assembléia Legislativa, o incluso Projeto de Lei Complementar que altera a Lei Complementar Estadual n 20, de 30 de junho de 1994, na redação definida pela Lei Complementar n.º 100, de 30 de novembro de A matéria que ora submeto à análise dessa Casa Legislativa estabelece normas sobre a lotação nas Subprocuradorias Regionais, objetivando, ainda, garantir a participação dos procuradores do Estado aposentados no âmbito do Conselho Superior da Procuradoria- Geral do Estado. Com as referidas medidas haverá melhor dinâmica no desenvolvimento dos trabalhos no âmbito da Procuradoria-Geral do Estado. O estabelecimento de regras de preenchimento das vagas nas Subprocuradorias Regionais garantirá que os procuradores do Estado mais experientes possam contribuir com os trabalhos no interior do Estado. Quanto à participação dos aposentados no Conselho, observa-se seu fundamento constitucional no art. 43, V, da Constituição do Estado do Maranhão, que atribui ao Governador do Estado a iniciativa de lei quanto à regulamentação do funcionamento dos diversos órgãos estaduais. Apresenta-se, ainda, razoável a composição do Conselho da Procuradoria-Geral do Estado por procuradores aposentados diante da experiência, por eles acumulada, que será colocada a serviço do interesse público. Considera-se que a atribuição a ser desempenhada pelos aposentados no Conselho será caracterizada como função pública nãoremunerada e inteiramente compatível com a atual sistemática dos conselhos, verificada na Administração Pública Estadual. Nesta oportunidade, renovo a Vossa Excelência e aos seus ilustres pares meus elevados protestos de consideração e singular estima. JACKSON LAGO Governador do Estado A Sua Excelência o Senhor Deputado JOÃO EVANGELISTA SERRA DOS SANTOS Presidente da Assembléia Legislativa do Estado Palácio Manoel Bequimão Local
6 6 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º 001/07 Altera os 2º, 3º e 4º do art. 3º e o art. 5º da Lei Complementar nº 20, de 30 de junho de 1994 (Lei Orgânica da Procuradoria-Geral do Estado), na redação definida pela Lei Complementar nº 100, de 30 de novembro de 2006 e dá outras providências. Art. 1º Os 2, 3 e 4 do art. 3 da Lei Complementar nº 20, de 30 de junho de 1994 (Lei Orgânica da Procuradoria-Geral do Estado), na redação definida pela Lei Complementar nº 100, de 30 de novembro de 2006, passam a contar com a seguinte redação: Art. 3 (..) 2 As Subprocuradorias Regionais serão ocupadas pelos procuradores do Estado mais graduados da carreira, submetida a indicação ao Procurador-Geral do Estado. 3 Se dois ou mais procuradores da mesma classe manifestarem expresso interesse na vaga correspondente à Subprocuradoria Regional, será dada preferência ao procurador mais antigo da carreira. 4 Na hipótese de não haver interesse do procurador mais antigo em ocupar vaga na Subprocuradoria Regional, esta será ocupada por procurador menos graduado, submetida a indicação ao Procurador-Geral do Estado. (NR) Art. 2 O art. 5 da Lei Complementar n 20, de 30 de junho de 1994 (Lei Orgânica da Procuradoria-Geral do Estado), na redação definida pela Lei Complementar nº 100, de 30 de novembro de 2006, passa a contar com a seguinte redação: Art. 5 O Conselho Superior da Procuradoria-Geral do Estado é constituído dos seguintes membros eleitos: a) Procurador-Geral do Estado, como presidente nato; b) Corregedor-Geral da Procuradoria-Geral do Estado; c) Procurador-Geral-Adjunto para Assuntos Administrativos; d) Procurador-Geral-Adjunto para Assuntos Judiciais; e) Subprocurador-Geral Adjunto; j) Presidente da Associação dos Procuradores do Estado; g) um Procurador aposentado; h) quatro representantes da classe de procuradores do Estado, sendo um subprocurador; um procurador de 1ª classe; um procurador de 2ª classe e um procurador de 3ª classe, estes eleitos em escrutínio secreto para mandato de dois anos, tendo como suplentes os procuradores do Estado que lhes seguirem na ordem de votação. ( NR) Art.3 Ficam acrescentados os 1 e 2 ao art. 41 da Lei Complementar nº 20, de 30 de junho de 1994, com a seguinte redação: Art. 41. (..) 1º Todas as autoridades administrativas, civis ou militares, independentemente de grau hierárquico, bem como funcionários, servidores e agentes públicos, dos órgãos da Administração Pública Direta e Indireta, devem conferir prioridade ao atendimento dos pedidos de informações formuladas pelos procuradores do Estado e destinados à instrução dos processos judiciais ou administrativos a seu cargo. 2º O atendimento às requisições referidas no parágrafo anterior deve ocorrer dentre de no máximo dez dias, se outro prazo não tiver sido assinalado pelo procurador do feito, levando-se em conta o princípio da eventualidade e a preclusão dos atos processuais, bem assim a natureza e o grau de complexidade do objeto da requisição. (NR) Art. 4 Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. PROJETO DE LEI Nº 061 / 07 Considera de utilidade pública o Instituto Social Educacional da Paz ISEP. Art. 1º - Fica considerado de utilidade pública o Instituto Social Educacional da Paz ISEP, à Avenida 09, Quadra H, casa 01, bairro Cohabiano II, no Município de São José de Ribamar, neste Estado. Art. 2º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 3º - Revogadas as disposições em contrário. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 03 de abril de 2007 JOÃO BA- TISTA Deputado Estadual. - João Batista - DEPUTADO ESTA- DUAL. PROJETO DE LEI Nº 062 / 07 Considera de Utilidade Pública o GRUPO DE APOIO A COMUNIDADE DO BAIRRO ALONSO COSTA, no Município de São José de Ribamar- MA Art. 1º Fica considerado de Utilidade Pública o GRUPO DE APOIO A COMUNIDADE DO BAIRRO ALONSO COSTA, com sede e foro na cidade de São José de Ribamar, Estado do Maranhão. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. SALA DAS SESÕES DO PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, 28 de fevereiro de MAX BARROS - Deputado Estadual. PROJETO DE LEI Nº 063 / 07 Considera de Utilidade Pública o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar da Região de Godofredo Viana (SINTRAF). Art. 1º Fica considerado de Utilidade Pública o Considera de Utilidade Pública o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar da Região de Godofredo Viana (SINTRAF), com sede e foro na cidade de Godofredo Viana/MA. Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. SALA DAS SESÕES DO PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, 02 de abril de Stênio Rezende Deputado Estadual. PROJETO DE LEI Nº 064 / 07 Dispõe sobre a isenção do pagamento das taxas para renovação da Carteira Nacional de Habilitação CNH, o motorista profissional desempregado e dá outras providências. Art. 1º - Ficam isentos do pagamento das taxas para renovação da Carteira Nacional de Habilitação CNH, os motoristas profissionais, taxistas e mototaxistas desempregados. 1 - Incluem-se na obrigatoriedade deste artigo todos os exames necessários à renovação do documento de habilitação nacional CNH aos trabalhadores que fizerem jus ao benefício; 2º - Para ter direito ao benefício o motorista profissional tem que apresentar a Carteira de Trabalho e Previdência Social CTPS, onde conste o registro de dispensa do último local de trabalho; ou declaração na forma da Lei pelo sindicato de sua categoria.
7 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE º - Apresentar os dados cadastrais contidos no CNIS Cadastro Nacional de Informação Social expedido pelo INSS, caso tenha sido dispensado do trabalho. Art. 2 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. Em São Luís, 31 de Março de ALBERTO FRANCO - Deputado Estadual PSDB - JUSTIFICATIVA Todo ser humano necessita de consumir um mínimo para poder manter-se vivo. Os cidadãos em idade de trabalhar devem contribuir com a produção de que o país precisa indispensável para prover as necessidades de consumo. Essas afirmações são irrefutáveis. A segunda declaração refere-se a uma proposta de racionalidade mínima no uso dos recursos disponíveis. Se há pessoas em condição de trabalhar e, por um motivo ou outro, não trabalham, não contribuem para com o produto social. Uma proposta de racionalidade mínima no uso dos recursos deve aceitar o desprezo à contribuição potencial dos que têm condição de trabalhar, mas não torna este potencial um ato concreto. O desemprego como condição de vida é mais que simples desemprego, é exclusão da vida social. O nível de desemprego no Brasil é alto, segundo a instituição do Governo Federal o IBGE em sua Pesquisa Mensal do Emprego PME mostra índices que beiram a 10% da População Economicamente Ativa PEA. O DIEESE instituição formada por sindicatos trabalhistas do Brasil para estudos estatísticos e econômicos em Pesquisa de Emprego e Desemprego PED revela índices em torno de 20% da População Economicamente Ativa PEA. Tais diferenças resultam de diferentes conceitos de desemprego envolvidos. Na verdade no Brasil o desemprego está concentrado nos jovens e nos mais velhos da População Economicamente Ativa PEA. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. Em São Luís, 31 de Março de ALBERTO FRANCO - Deputado Estadual PSDB - PROJETO DE LEI Nº 065 / 07 Dispõe sobre proibição da fabricação, estabelece restrições ao uso e comercialização e define prazos para banimento de todos os materiais e equipamentos que contenham qualquer forma de asbesto ou amianto ou de outros minerais que os contenham em sua composição, no Estado do Maranhão, e dá outras providências. Artigo 1º - Para efeito desta Lei, adotam-se as seguintes definições: I ASBESTO/AMIANTO = forma fibrosa dos silicatos minerais pertencentes aos grupos de rochas metamórficas das serpentinas, isto é, a crisotila (asbesto branco), e dos anfibólios, isto é, a actinolita, a amosita (asbesto marrom), a antofilita, a cricidolita (asbesto azul), a tremolita ou qualquer mistura que contenha um ou vários destes minerais. Artigo 2º - Fica proibida a fabricação de materiais e equipamentos produzidos com qualquer forma de asbesto ou amianto no Estado do Maranhão. Parágrafo único A vedação prevista nesta Lei alcança, além do próprio amianto, todo e qualquer produtos, derivado ou misto, de silicato natural hidratado de cálcio e magnésio. Artigo 3º - A fabricação de que trata o artigo anterior se refere a processos que incluam tanto operações envolvendo produtos em sua forma bruta, matéria prima in natura, como produtos beneficiados e/ ou tenham tais produtos em sua composição. Artigo 4º - Fica proibido em todo o território do Estado do Maranhão: I - a utilização de qualquer tipo de asbesto/amianto do grupo anfibólio e dos produtos que contenham estas fibras; II - a pulverização (spray) de todas as formas de asbesto/ amianto; III - a venda a granel de asbesto/amianto em pó para fins de vedação; IV - o lixamento e o corte à seco de produtos contendo asbesto/amianto. Artigo 5º - Nos prazos indicados nos incisos deste artigo, fica proibida a fabricação e a comercialização, em todo o Estado do Maranhão, dos seguintes produtos, quando contiverem em sua composição asbesto ou amianto: I - No prazo de 02 (dois) anos: a) qualquer material ou componente termoplástico, materiais de fricção para utilização em quaisquer veículos, inclusive peças de reposição; b) revestimentos e peças, inclusive juntas, usados na prevenção ou na correção de vazamentos de motores de combustão interna, carburadores ou quaisquer outros componentes de veículos (rodoviários, ferroviários, aéreos, náuticos), produtos de fiação e tecelagem de fibras têxteis; c) luvas, macacões, aventais e outros vestuários, colas e adesivos, materiais de isolamento térmico ou termoelétrico, inclusive aqueles utilizados na indústria naval e no setor metalúrgico. II - No prazo de 04 (quatro) anos: a) produtos à base de cimento-amianto, incluindo placas lisas e corrugadas, telhas, caixas d água, tubos e conexões (inclusive válvulas industriais), outros premoldados de cimento-amianto e quaisquer outros produtos para a construção civil e para a indústria, inclusive a naval e a petroquímica; tintas e massas adesivas destinadas ao isolamento térmico ou acústico, bem como à vedação ou retardamento de propagação do fogo; b) resina fenólica (baquelite); c) papéis especiais; filtros de qualquer tipo; d) diafragmas para a indústria de cloro-soda; e) subprodutos da fabricação de artefatos de cimento amianto; f) quaisquer produtos e subprodutos não listados neste Artigo, resultante da mistura de asbesto com outros materiais; e g) todas as demais formas de utilização e produtos a que se refere o caput deste artigo. Parágrafo único Para brinquedos e quaisquer artefatos de uso infantil, como lápis de cera-crayons e equipamentos de proteção individual que contenham qualquer forma de asbesto ou amianto o prazo ficará reduzido para 12(doze) meses a contar da data de publicação desta Lei. Artigo 6º - Fica, ainda, proibida a utilização de materiais contaminados, proposital ou acidentalmente, por asbesto ou amianto, tais como o Talco Mineral Industrial e Vermiculita. Artigo 7º - Os usuários particulares e as empresas de capital público e privado, no Estado do Maranhão, ficam proibidos de utilizar, em suas dependências, materiais produzidos com quaisquer tipo de fibras de amianto ou asbesto e produtos que as contenham. Artigo 8º - Os produtos instalados até a entrada em vigor nesta Lei deverão ser substituídos na medida de seu desgaste, por produtos que não contenham asbesto ou amianto. Artigo 9º - Em caso de novos projetos e construções, o usuário particular e as empresas de capital público e privado deverão apresentar ao órgão/departamento competente da Administração Pública declaração assinada pelo engenheiro responsável e pelo proprietário da obra, de que não utilizará produtos à base de amianto ou asbesto. Artigo 10 As obras que tenham sido iniciadas até o prazo final de comercialização discriminado no artigo 5º desta Lei, ficarão isentas das prerrogativas aqui contidas, excetuando-se o disposto no artigo 8º.
8 8 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 Artigo 11 A aplicação desta Lei será fiscalizada, no que couber, as atribuições, pelo órgão/departamento responsável da Administração Pública. Artigo 12 Caso na fiscalização de uma obra seja encontrado material que tenha sido fabricado com qualquer tipo de asbesto ou amianto, o órgão/departamento responsável da Administração Pública cassará o alvará de construção imediatamente e efetuará o embargo da obra até que o produto seja substituído, exceto as previstas no artigo 10. Parágrafo único O proprietário da obra e o responsável pela utilização dos materiais aludidos no caput ficarão sujeitos a multa no valor do produto a ser trocado, valor esse que será recolhido à Administração Pública. Artigo 13 O Poder Executivo Estadual, no âmbito da Secretaria de Saúde, deverá criar Programa de Saúde do Trabalhador, em caso de sua inexistência, e os recursos arrecadados das multas deverão ser ao programa incorporados. Artigo 14 Os materiais à base de amianto ou asbesto que tenham sido utilizados em desacordo com esta Lei e que não seja possível a identificação pela fiscalização do órgão/departamento responsável, será de responsabilidade do(s) proprietário(s) e do engenheiro responsável pela obra. Artigo 15 Fica expressamente proibida a expedição de habite-se a qualquer obra (imóvel) que esteja em desacordo com esta Lei, salvo em casos comprovados de que a obra tenha sido iniciada e os produtos tenham sido adquiridos nos prazos aqui estabelecidos. Artigo 16 As escolas públicas e particulares em seus diversos níveis que possuam brinquedos ou materiais didáticos produzidos com materiais à base de asbesto ou amianto em suas diversas formas deverão substituí-los num prazo máximo de 18 (dezoito) meses a conta da data de publicação desta Lei. Parágrafo único A Administração Pública e os responsáveis por escolas particulares deverão avaliar a possibilidade de substituição imediata de brinquedos e materiais didáticos conforme disposto no caput deste artigo. Artigo 17 O Poder Executivo Estadual através da Secretaria de Saúde deverá promover campanhas de esclarecimentos à população sobre os riscos do uso do amianto ou asbesto. Artigo 18 A rede pública estadual de saúde instituirá protocolo para acompanhamento dos expostos ao amianto, tanto através do Programa de Saúde do Trabalhador como da rede básica, instituindo a comunicação compulsória das doenças relacionadas ao amianto para fins de estatísticas da morbidade no Estado, além de orientar as vítimas sobre seu direito à indenização. Artigo 19 Objetivando a proteção da saúde dos trabalhadores e de suas famílias, bem como da produção em gral, ficam adotadas as seguintes normas e critérios: I - Os níveis máximos de concentração de fibras de asbesto/ amianto ou qualquer substituto admissíveis no ambiente de trabalho não podem ultrapassar 0,2 fibras de asbesto/amianto por centímetro cúbico (0,2 f/cm 3.); II - Para efeito de atendimento ao disposto no inciso anterior deste artigo, serão realizadas, às expensas dos empregadores, medições semestrais dos níveis de concentração de asbesto/ amianto nos ambientes de trabalho; III - As medições a que se refere o inciso II deste artigo deverão obedecer aos métodos estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, ou pelo órgão/departamento estadual encarregado da formulação e implementação das políticas de saúde pública; IV - Representantes dos trabalhadores de cada empresa deverão participar dos programas de medição em todas as suas etapas, desde a definição dos pontos em que serão tomadas as amostras até as determinações laboratoriais, com acesso ás informações resultantes; V - Todos os trabalhadores diretamente envolvidos na manipulação de materiais contendo asbesto/amianto deverão realizar, às expensas do empregador, exames médicos préadmissionais, periódicos e demissionais, incluindo, no mínimo, avaliação clínica, telerradiografia do tórax (de acordo com os padrões específicos estabelecidos pela Organização Internacional do Trabalho) e prova de função pulmonar (capacidade vital forçada e volume respiratório forçado no primeiro segundo), recebendo cópias dos resultados; VI - A tomografia computadorizada será utilizada nos exames periódicos dos trabalhadores com início de exposição há mais de 15 (quinze) anos, e com radiografia de tórax normal; VII - Em casos definidos pelo Conselho Estadual de Saúde do Trabalhador ou órgão correlato, serão realizadas avaliações de capacidade de difusão pulmonar; VIII - Os exames médicos a que se refere o inciso V deste artigo deverão ser renovados (realizados) semestralmente, à exceção da telerradiografia de tórax e da prova de função pulmonar, que deverão ser realizadas anualmente, conforme previsto na legislação federal de segurança e medicina do trabalho; IX - Cabe ao empregador, manter disponível a realização periódica de exames medidos de controle dos trabalhadores durante 30 (trinta) anos, sendo a renovação dos exames feita a cada 03 (três) anos para trabalhadores com período de exposição inferior a 12 (doze) anos, a cada 02 (dois) anos para trabalhadores com período de exposição de 12 (doze) a 20 (vinte) anos, e anual para trabalhadores com período de exposição superior a 20 (vinte) anos; X - A Secretaria Estadual de Saúde, através de seu Programa de Saúde do Trabalhador deverá criar um programa de controle de qualidade radiológica dos exames periódicos, bem como estimular e promover o treinamento e capacitação de médicos na interpretação radiológica; XI - É obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual e de vestimentas adequadas, a serem fornecidos pelos empregadores, nos locais de trabalho em que sejam processados ou manufaturados materiais contendo asbesto; XII - Os resultados das avaliações ambientais a que se refere o inciso II deste artigo deverão ser afixadas em quadro próprio, acessível a todos os trabalhadores da empresa, garantindo o direito à informação; XIII - As empresas que manipulam ou utilizam materiais contendo asbesto, sob quaisquer formas, deverão proporcionar aos trabalhadores programas anuais de informação sobre os riscos decorrentes da exposição ocupacional e treinamento sobre medidas de proteção; XIV - O treinamento a que se refere o Inciso anterior deverá ser fiscalizado pela Secretaria Estadual de Saúde; XV - As empresas que manipulam ou utilizam materiais contendo asbesto, sob quaisquer formas, deverão apresentar, aos representantes designados pelos trabalhadores, programas anuais destinados à reduzir a exposição ocupacional, incluindo medidas tais como: vedação de sacos; adequação de depósitos; instalação de sistemas de exaustão adequados; enclausuramento e automatização da alimentação da molassa; proteção dos discos de corte; lixamento e escovação a úmido; vedação dos sistemas de usinagem; demarcação e sinalização dos locais possíveis de contaminação; XVI- As medidas objetivando a redução dos níveis de exposição ocupacional deverão ser tomadas, sempre que técnica e economicamente viáveis, ainda quando os limites estabelecidos no inciso deste artigo estiverem sendo respeitadas. 1º - As instalações nas quais sejam produzidos asbesto/amianto ou materiais contendo esse minério deverão dispor de vestiários duplos, de forma a separar a guarda e a troca de vestimentas pessoais e de trabalho e criar condições adequadas ao banho do trabalhadores. 2º - Os vestiários a que se refere o parágrafo anterior serão separados por instalações de banho por aspersão.
9 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE º - Cópias dos registros das medições realizadas nos ambientes de trabalho sujeitos à contaminação por asbesto e dos relatórios médicos dos trabalhadores a que se referem os incisos II, III, V e VII deste artigo permanecerão arquivadas e à disposição para consulta pública nas instalações do Conselho Nacional de Saúde do Trabalhador pelo prazo mínimo de 30 (trinta) anos. 4º - A Secretaria, poderá exigir a realização de medições feitas por auditores independentes, preferencialmente através de instituições sem fins lucrativos e de notória capacitação. Artigo 20 - Todos os produtos e embalagens contendo asbesto/amianto deverão ter anotações visíveis relacionadas às suas características, incluindo a palavra asbesto e amianto, bem como as expressões evite criar poeira e risco de câncer e doença pulmonar se inalado, de acordo com as especificações constantes a seguir: I - Impresso diretamente na embalagem, em dimensões não inferiores a 5 cm x 2,5 cm e em tipos proporcionais. II - Em baixo ou alto relevo, em cada peça ou produto individual comercializado sob a forma sólida, com as mesmas dimensões e características indicadas no inciso anterior (sempre que a peça tiver dimensões mínimas compatíveis). Artigo 21 - Os produtores de asbesto/amianto fornecerão mensalmente ao Conselho Estadual de Saúde do Trabalhador ou órgão correlato relação das quantidades fornecidas a cada comprador, com indicação de nome, endereço e número da nota fiscal. Artigo 22 - O descumprimento do disposto no artigo 4º desta Lei implicará na imediata apreensão dos produtos por quaisquer representantes do Poder Executivo, em particular dos inspetores e fiscais das áreas relacionadas à saúde, meio ambiente, tributos e segurança pública. 1º - A constatação das irregularidades a que se refere o caput deste artigo será seguida de comunicação circunstanciada ao Ministério Público estadual, no prazo máximo de 72 (setenta e duas) horas, com informações sobre o local, nome da empresa, quantidade, características e destinação dada ao material apreendido. 2º - O descumprimento do disposto parágrafo anterior implica em responsabilidade administrativa do servidor público, com a sua demissão nos casos em que a atribuição inclua-se especificamente entre as suas funções. Artigo 23 - Regulamentos desta Lei poderão ser editados e revistos periodicamente pelo órgão estadual encarregado da formulação e da implementação de programas de saúde. Artigo 24 - As infrações ao disposto nesta Lei e em seu regulamento serão passíveis das seguintes penalidades: a) Multa, no valor de 100 a UFIRs; b) Em caso de reincidência, aplicar-se-á o dobro; e c) Interdição total ou parcial das instalações ou atividades. Parágrafo único - Das multas aplicadas pelos órgãos competentes caberá recurso ao Conselho Estadual de Saúde do Trabalhador ou órgão correlato, que não poderá cancelá-las caso comprovada a infração. Artigo 25 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, independentemente de qualquer regulamentação, revogadas as disposições em contrário. Plenário Deputado Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís (MA), 10 de abril de João Batista - DEPUTADO ESTADUAL. JUSTIFICATIVA O amianto é o nome comercial adotado para um conjunto de minerais constituídos basicamente de silicato de magnésio, cuja parte fibrosa (cabelos ou pedra cabeluda ), também conhecida como asbesto, é utilizada desde os primórdios da civilização, quando o homem primitivo o adicionava à argila para confeccionar os primeiros artefatos refratários (resistentes à chama e ao calor), que se tem conhecimento em toda a história da humanidade. Os nomes amianto (mais empregados em países de línguas neolatinas) e asbesto (nos anglo-saxões) referem-se às suas propriedades de ser incorruptível, indestrutível e incombustível, respectivamente. A família das rochas amiantíferas compreende basicamente dois tipos: as serpentinitas (ou conhecida como crisotila ou amianto branco ou serpentinito) e os anfibólios (entre os mais conhecidos estão a crocidolita ou amianto azul, amosita ou amianto marrom, actinolita, tremolita, antofilita). Com o seu intenso desenvolvimento e uso industrial, principalmente pós-revolução Industrial, século XVIII, para isolar termicamente máquinas a vapor, o amianto também passou a ser pesquisado pelos malefícios causados à saúde dos trabalhadores expostos nos seus ambientes de trabalho e, posteriormente, os danos à saúde aos indivíduos do público, que tinham exposições indiretas e mesmo ambientais às suas fibras. No início do século XX, mais precisamente em 1906, estudos científicos demonstraram que o amianto podia causar doenças graves, progressivas e incuráveis nos trabalhadores como a asbestose, uma fibrose pulmonar, cujo tratamento consiste em apenas aliviar sintomas de falta de ar (dispnéia progressiva), que vão se acentuando com o tempo, mesmo que os trabalhadores sejam afastados da exposição ao pó, e que pode levar ao óbito por asfixia. Nas décadas de 40 e 50, comprovou-se também que o amianto não era apenas um problema dos trabalhadores expostos ocupacionalmente e que atingia outras populações, que se expunham de maneira eventual e até mesmo indireta a suas fibras, que foram classificadas pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde (OMS), como reconhecidamente cancerígenas para os seres humanos. Todos os tipos de amianto são classificados, portanto, como cancerígenos, mesmo que alguns possam ter um maior grau de letalidade ou agressividade ao organismo humano, como, por exemplo os amiantos azul e marrom, que na verdade representam menos de 5% de todo o amianto explorado no mundo e que há mais de 20 anos já estão proibidos na maioria dos países, inclusive o Brasil, que só permite a exploração do amianto branco ou crisotila (Lei Federal nº 9.055/95). De seda mineral ou mineral mágico, o amianto passou, então, a ser denominado a poeira assassina e, dali em diante, começou a sofrer sérias restrições em todo o mundo. Atualmente, 45 países proíbem a extração, produção, comercialização e utilização de todos os tipos de amianto (inclusive a crisotila ou amianto branco, que tem sido denominado pelos seus defensores como menos danoso à saúde). A União Européia (EU) em 1º/01/2005 proibiu definitivamente qualquer uso ou importação de amianto em seu território, embora muitos países desenvolvidos e membros da comunidade européia já vinham banindo o amianto desde os anos 80. Esta regra é válida para os atuais 25 países-membros da EU, como para todos os que aspiram vir a ser, especialmente os do Leste Europeu. O certo é que o amianto é cancerígeno. Em função disso, diversos países têm aberto discussões a respeito da questão. No Brasil, os jornalistas Bárbara Gancia e Reali Jr., têm denunciado com veemência o problema, alertando para as conseqüências que certamente já estamos sofrendo em razão da profusão do uso do amianto entre nós. Conhecendo esse dados, a proibição do uso do amianto em novas construções é um dever do legislador, pois defende o direito à vida das pessoas que estariam a ele expostas. A substituição obrigatória de todo o amianto por outros materiais nas construções já existentes é um problema crucial da saúde pública que deve ser enfrentado em caráter de urgência. PAÍSES QUE JÁ ABOLIRAM O USO DO AMIANTO: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Burkina-Faso, Chile, Chipre, Croácia, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes, Eslováquiaa, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Gabão, Grécia, Holanda, Honduras, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Kuwait, Letônica, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Mal-
10 10 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 ta, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Principado de Mônaco, Reino Unido, República Checa, Seychelles, Suécia, Suíça, Uruguai. DOENÇAS PROVOCADAS PELA EXPOSIÇÃO PERMA- NENTE AO ASBESTO/AMIANTO: Asbestose ou fibrose pulmonar, que é a perda de elasticidade (endurecimento) gradual do tecido pulmonar, causando grandes desconfortos, entre os quais: falta de ar progressiva, cansaço, emagrecimento, dores nas costas. Não tem cura e progride mesmo que nunca mais haja exposição à poeira de amianto. O tratamento empregado é para aliviar os sintomas da falta de ar e o afastamento do trabalhador da exposição é a única maneira de protegê-lo do agravamento da doença. Em geral leva de 15 a 25 anos para se manifestar, mas pode ocorrer antes, caso se tenha tido uma exposição a grandes quantidades de poeira. É dose-dependente, o que em outras palavras significa dizer que quanto maior a concentração de poeira no ambiente de trabalho e mais tempo de exposição, mais graves podem ser os sintomas da doença e limitações para a vida do paciente. Leva ao óbito lentamente morte lenta com quadros recorrentes de pneumonia, falta de ar cada vez mais grave e incapacitante, mesmo para pequenos movimentos vitais. No final, doses elevadas de oxigênio são necessárias para suprir a função respiratória. Câncer de pulmão pelo amianto tumor maligno,que leva em torno de anos para se manifestar. O tratamento é similar ao aplicado em outras neoplasias (câncer), isto é, quimioterapia, radioterapia e remoção parcial ou total do pulmão, quando a cirurgia é indicada. Os expostos ao amianto e fumantes têm probabilidade aumentada em 57 vezes de desenvolver o câncer de pulmão, em relação aos que não fumam e que não estão expostos ao amianto, devido ao efeito sinérgico do tabaco com o amianto, potencializando o risco de câncer. É fundamental a comprovação de exposição ao amianto para facilitar o estabelecimento do diagnóstico e seu nexo causal conclusivo. Mesotelioma de pleura (tecido que reveste internamente a caixa torácica) e peritônio (tecido que reveste a cavidade abdominal) tumor maligno e muito agressivo que leva ao óbito, no máximo, em até dois anos depois de confirmado o diagnóstico. O mesotelioma é uma doença incurável que pode se manifestar até 35-50anos após o primeiro contato com a fibra. As dores, em geral, são lancinantes e a morfina é em geral empregada. Não tem relação com a quantidade de fibras respirada, nem com o tempo de exposição e muito menos com o hábito de fumar. É uma doença que pode atingir outras pessoas indireta, para-ocupacional ou ambientalmente expostas, não somente os trabalhadores, na qual a concentração e duração da exposição são baixas. Por isto, é que se defende vigorosamente o banimento do amianto como única medida de impedir o aparecimento do mesotelioma, na população em geral, pois não há nenhum limite de poeira estabelecido que o previna e muito menos tratamentos eficientes até o momento que possam levar à cura. Em alguns casos é indicada a cirurgia para remoção da pleura, aplicação de talco e o emprego de terapias à base de radioterapia e quimioterápicos de última geração na tentativa de aumentar a sobrevida do paciente e reduzir os efeitos colaterais destes tratamentos agressivos. Doenças pleurais entre as quais placas, derrames, espessamentos de pleura e/ou diafragma, distúrbios ventilatórios, atelectasias e outras patologias não-malignas Embora alguns médicos insistam dizer que estas patologias são benignas, elas podem trazer uma série de incômodos como falta de ar, cansaço, dores nas costas e resfriados recorrentes, tosse produtiva (com catarro) ou não e podem evoluir até levar à incapacidade para o trabalho. São doenças adquiridas devido à exposição a determinados agentes, entre os quais o amianto. A incapacidade laborativa, embora não esteja presente num estágio inicial, limita as expectativas profissionais de seus portadores, pois, as empresas, em geral, recusam vagas em seus rigorosos exames admissionais para trabalhadores portadores destas patologias, alegando que não estão aptos para o trabalho. Cânceres de laringe, dos órgãos do aparelho digestivo, reprodutor e de defesa do organismo Já existem muitas comprovações de que estas doenças se manifestam em quem esteve exposto ao amianto. Embora alguns cientistas afirmem que estes órgãos sejam atingidos pela limpeza promovida pelo pulmão ( clearance ) e não pela deglutição, através da ingestão das fibras pelos fluidoscomo água e bebidas em geral ou alimentos contaminados, sabe-se que a respiração se dá tanto através do nariz como da boca e, portanto, ambos devem estar sempre protegidos do contato com as fibras de amianto. Senhor Presidente, REQUERIMENTO Nº 119 / 07 Na forma regimental, requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida o Plenário, seja constituída uma Comissão de Deputados composta de cinco membros, para acompanhar in-loco, os trabalhos de demarcação do IBAMA, definindo a área da Reserva Ecológica do Gurupi, e considerando que na referida área residem milhares de pequenos agricultores, a Comissão possa apresentar sugestões no sentido de solucionar o grave problema social decorrente da retirada desses agricultores, de maneira a garantir o direito de moradia e trabalho a essas famílias. A definição da reserva ecológica do Gurupi é um procedimento inteiramente legal e oportuno, principalmente, se considerarmos a grande necessidade da defesa do meio ambiente. Entretanto, é preciso evitar que os pequenos lavradores que residem naquela área tenham garantidos o direito a uma vida com dignidade. Plenário Deputado Gervásio Santos da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, 09 de abril de Fufuca Dantas - Deputado Estadual. NOS TERMOS DO ART. 107 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU A INCLUSÃO DO REQUERIMEN- TO NA ORDEM DO DIA EM:10.O4.07 Senhor Presidente, REQUERIMENTO Nº 120 / 07 Na forma regimental requeiro a V. Exa. que, depois de ouvido o Plenário, seja constituído uma Comissão de Deputados composta de cinco membros titulares e igual numero de suplentes, para no prazo de 90 (noventa) dias apresentar diagnóstico a esta Casa sobre a situação sócio-econômica e de infra-estrutura da Baixada Maranhense apontando os problemas, e os entraves ao desenvolvimento dessa Região. De modo que este trabalho sirva de subsídio a uma agenda propositiva em prol de um possível Plano de Desenvolvimento Sustentável da Baixada Ocidental Maranhense. Para tal e, considerando a instalação da Assembléia naquela área, através do projeto Assembléia Cidadã, toda aquela comunidade já se encontra motivada e poderá ser facilmente mobilizada a trabalhar na identificação destes problemas e contribuir para encontrarmos a vocação econômica daquela região tão sofrida e até agora necessitada de políticas públicas efetivas e duradouras. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO, 09 de abril de VICTOR MENDES - 0Deputado Estadual. NOS TERMOS DO ART. 107 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU A INCLUSÃO DO REQUERIMEN- TO NA ORDEM DO DIA EM:10.O4.07 Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 238 / 07 Na forma regimental requeiro a V. Exa, que após ouvida a Mesa, seja encaminhado expediente ao Excelentíssimo Senhor Governador
11 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE do Estado do Maranhão, Doutor Jackson Lago, solicitando a recuperação e pavimentação da Rodovia MA-012, no trecho que interliga os municípios de Esperantenópolis, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto e Barra do Corda, numa extensão de 100 quilômetros. Cosiderando que a referida rodovia é de suma importância para o escoamento da produção agrícola daqueles municípios, principalmente os recém emancipados, situados as suas margens. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO MARANHÃO, 20 de Março de Rigo Teles - Deputado Estadual. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente INDICAÇÃO Nº 239 / 07 Na forma regimental requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado expediente ao Dr. José Jorge Leite Soares, Diretor de Relações Institucionais e Planejamento da CEMAR, solicitando a construção de uma subestação no Município de Buriticupu, para ser interligada à linha de transmissão do Município de Buriticupu. A adoção dessa providência tem como objetivo melhorar o fornecimento de energia elétrica para o referido município, considerando os problemas atualmente vividos pela população, em especial o setor econômico, em face dos constantes apagões ali ocorridos. SALA DAS SESSÕES DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, 02 de abril de ANTONIO PEREIRA - Deputado Estadual - Maranhão do Sul, a força do povo NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente: INDICAÇÃO Nº 240 / 07 Nos termos dos quais dispõe o regimento interno, requeiro a V. Exa. que depois de submetido ao plenário seja encaminhado oficio ao Diretor da Companhia Energética do Maranhão CEMAR Dr. Francisco Nuno Pontes Correa Neves, providências no sentido regularizar o consumo de energia elétrica na Vila Maresia município de Raposa. Justificativa A proposição se torna necessária, por se tratar de uma comunidade carente que foi beneficiado pelo PROGRAMA LUZ PARA TODOS, onde a maioria das residências ainda é de taipa, muitos delas possuem apenas bicos de luzes e um aparelho de TV, sendo o valor da fatura dessas casas chega a consumir em torno de 110 KW, mesmo com as chaves desligadas o contador de energia continua contabilizando. Todavia, por serem a grande maioria de pescadores de baixa renda e por ser valores exorbitantes em alguns casos, os usuários em quase sua totalidade não tem condições de quitar valores que estão fora de realidade, assim, a Cemar está fazendo o corte sendo um grande prejuízo para qualidade de vida dos moradores. Plenário Deputado Gervásio Santos, Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão 10 de Abril de Mauro Jorge - Deputado Estadual. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 241 / 07 Na forma regimental requeiro a Vossa Excelência que, depois de ouvido a mesa, seja encaminhado ofício ao Senhor Governador do Estado Dr. Jackson Lago, para que solicite ao órgão competente SEEDUC, providências no sentido de realizar estudos visando tornar obrigatório o ensino de modalidades esportivas na rede Estadual de Ensino. Sabe-se que no rol de conteúdos da disciplina Educação Física, está incluso o ensino de modalidades esportivas, mas, na prática isso não vem acontecendo, os alunos das escolas públicas, durante a realização da educação física apenas jogam bola, ou fazem exercícios físicos, não há uma preocupação voltada para a preparação de alunos para se tornarem futuros, atletas com destaque em âmbito Estadual ou Nacional. E tal procedimento só é efetivado nas escolas particulares, tanto que os atletas que se destacam são oriundos dessas escolas. Deste modo as crianças e adolescentes da rede pública, que possuem talento para o esporte não encontram onde desenvolver suas potencialidades. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, 10 de abril de NONATO ARAGÃO - Deputado Estadual PSL. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 242 / 04 Na forma regimental, requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja enviado expediente ao Ilustríssimo Senhor Bernardo Temponi Campos Diretor de Relações Institucionais da TELEMAR, solicitando-lhe que determine a instalação de 01 Telefone Público TP, na Vila Zenni, no Município de São Luis Referida solicitação deve-se ao fato da carência de telefone público naquela comunidade, dificultando muito a comunicação de seus moradores. PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS DO PA- LÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, EM 28 DE FEVEREIRO DE MAX BARROS - Deputado Estadual. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 243/07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a V. Exa. que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Superintendente do Banco do Brasil no Maranhão, Dr. Gerôncio Paes de Luna Filho, solicitando providências no sentido de determinar estudos, que visem a criação de uma AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL, no Município de Carutapera, considerando a importância de um agente financeiro do porte do Banco do Brasil para melhor atender os aposentados, pensionistas, servidores públicos municipais e estaduais e principalmente para servir de suporte como agente de desenvolvimento sócio-econômico para o Município e para a região, especialmente nas áreas do comércio, da agricultura e do setor pesqueiro, este último responsável pela grande produção do pescado no litoral norte do nosso Estado. A população de Carutapera, reivindica a instalação do Banco do Brasil na região, que também irá beneficiar os Municípios de Luis Domingues, Godofredo Viana, Cândido Mendes e Amapá do Maranhão.
12 12 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 Informamos ainda, que proposição nesse sentido foi por nós formulada através das INDICAÇÕES 172/02, 838/03 e 068/04, portanto, na qualidade de legítimo representante do Município de Carutapera, atendendo às permanentes reivindicações da comunidade, solicito que dentro da projeção de crescimento e ampliação de unidades de operação do Banco do Brasil no Maranhão, seja incluído para o exercício de 2007, a criação e instalação em caráter de urgência de uma Agência do Banco do Brasil no referido Município. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, São Luís, 09 de abril de PAVÃO FILHO Deputado Estadual 1º Vice-Presidente. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 244 / 07 Na forma regimental requeiro a V.Excelência, que depois de ouvida a mesa, seja encaminhado expediente ao Senhor GERALDO DIAS PACHECO, GERENTE REGIONAL DO BRADESCO NO MARANHÃO, no sentido de viabilizar a instalação de um posto de atendimento bancário no Município de São Pedro dos Crentes Aquela cidade tem população aproximada de seis mil habitantes, vários estabelecimentos comerciais e nenhuma agência bancária. Diante da vital importância da matéria indicada para a população do Município de São Pedro dos Crentes, sei que poderei contar com seu apreço à causa. Plenário Deputado Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, em 27 de Fevereiro de STENIO REZENDE - Deputado Estadual. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 245 / 07 Na forma regimental requeiro a V.Excelência, que depois de ouvida a mesa, seja encaminhado expediente ao Senhor GERÔNCIO PAES DE LUNA FILHO, SUPERINTENDENTE DO BANCO DO BRASIL, no maranhão, no sentido de viabilizar a instalação de um posto de atendimento bancário no Município de São Pedro dos Crentes Aquela cidade tem população aproximada de seis mil habitantes, vários estabelecimentos comerciais e nenhuma agência bancária. Diante da vital importância da matéria indicada para a população do município de São Pedro dos Crentes, sei que poderei contar com seu apreço à causa. Plenário Deputado Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, em 27 de Fevereiro de STENIO REZENDE - Deputado Estadual. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 246 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado oficio ao Exmo.Sr. Governador do Estado do Maranhão, Dr. JCKSON LAGO, solicitando providências, no sentido de determinar que seja encaminhada Mensagem Governamental acompanhada de Projeto de Lei, para apreciação desta Augusta Casa Legislativa, visando criar O BANCO DO POVO, considerando que todos os esforços para melhorar a economia do estado não será em vão. O BANCO DO POVO ajudará o cidadão que possui ou quer montar o seu próprio negócio, como um pequeno comércio, uma oficina, uma fábrica de salgados, uma indústria caseira, um salão de beleza ou aquele que exerce uma atividade autônoma como bombeiro, eletricista, artesão e outras. É um programa de crédito popular com juros mais baixos que os juros praticados pelo mercado, destinado a micro e pequenos empreendedores, formais e informais que tenham dificuldade para obter crédito. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 247 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão Dr. JACKSON LAGO solicitando providências no sentido de determinar, em caráter de urgência, A CONCLUSÃO DA MA 006, que liga a SEDE do MUNICÍPIO DE CURURUPU AO PORTO DO PINDOBAL, considerando a importância da referida estrada para o fomento do intercâmbio cultural, turístico, econômico e político das comunidades praianas com a sede do município e o mundo exterior. A MA 006 é a única estrada que dá acesso às ilhas praianas e à floresta dos guarás, verdadeiro encanto ecológico do ecossistema no planeta terra, no Município de Cururupu, litoral ocidental maranhense. Abriga fauna e flora com muitas riquezas, com destaque para as aves aquáticas como os guarás que formam verdadeiros bandos num colorido vislumbrante e encantador. A região apresenta diversas riquezas naturais que podem receber investimentos para o desenvolvimento da pesca, do turismo e da agricultura. É de fundamental importância melhorar a infra-estrutura do local, para facilitar o escoamento da produção, investimentos no setor produtivo, atrair o turista e a concessão de linhas de crédito ao trabalhador. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 248 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão Dr. JACKSON LAGO solicitando providências no sentido de determinar, em caráter de urgência, a conclusão dos 35 (trinta e cinco) quilômetros da MA 211, com a construção de uma Ponte com 300 (Trezentos) metros sobre o Rio Pericumã, que liga o Município de Bequimão a Central do Maranhão, considerando a importância da referida estrada para o fomento do intercâmbio cultural, econômico e político dos municípios de Bequimão, Central do Maranhão, Guimarães, Mirinzal, Cedral, Porto Rico, Cururupu, Serrano do Maranhão, Bacuri e Apicum-Açu.
13 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Com a conclusão da MA 211, entre os municípios de Bequimão e Central do Maranhão, a distância para chegar ao porto do CUJUPE, no município de ALCÂNTARA, reduzirá em aproximadamente 93 (noventa e três) quilômetros, facilitando o escoamento da produção, reduzindo custos dos produtos, principalmente da pesca, sem contar o salto desenvolvimentista que dará cada município e, a contribuição cultural para o mundo exterior, em especial para a capital São Luís, Patrimônio da Humanidade. Essa obra foi objeto de reivindicação da INDICAÇÃO Nº 415/03, de nossa autoria. Esperamos que a mesma tenha a atenção devida no Governo de Vossa Excelência, durante a efetiva execução do Programa de Obras em Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 249 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão Dr. JACKSON LAGO solicitando providências no sentido de determinar que seja encaminhada Mensagem Governamental acompanhada de Projeto de Lei, visando criar uma SECRETRIA EXTRAORDINÁRIA OU PELO MENOS UMA SUBSECRETARIA PARA TRATAR EXCLUSIVAMENTE DE POLÍTICAS VOLTA- DAS PARA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E DO SEMI-ANALFABETISMO NO MARANHÃO, considerando que apesar dos esforços do Poder Público em mudar os indicadores sociais em educação no Estado, o número de pessoas que realmente aprende a ler e escrever com precisão é decepcionante. Nossa propositura visa não somente criar órgãos com a intenção de onerar ainda mais a máquina estatal, mas, extinguir subsecretarias e até secretarias, se for o caso, sem muita importância para o desenvolvimento do Maranhão, para dar lugar a uma nova forma de fazer política educacional com o intuito de erradicar de uma vez por todas com o analfabetismo e o semi-analfabetismo no Estado. Precisamos pensar diuturnamente nos destinos das futuras gerações. O Maranhão muito embora apresente uma queda nos dados estatísticos, o mesmo não é suficiente para apontar uma melhora no sistema de educação. Investir em capital humano é fundamental para o crescimento sócio, econômico e político de qualquer País. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 02 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 250 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão Dr. JACKSON LAGO solicitando providências no sentido de determinar a CONSTRUÇÃO DE UM HOSPITAL DO SERVIDOR DO ESTADO COM MATERNIDADE E UTI NEO NATAL, NA REGIÃO TOCANTINA PRECISAMENTE NO MU- NICÍPIO DE AÇAILÂNDIA, considerando que a região não conta com um hospital com a estrutura do Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís. A saúde pública em geral deixa exposta o Estado devido ao deficiente atendimento médico às populações mais carentes, as populações de baixa renda. Não podemos deixar que o desespero de familiares extrapole os limites da tolerância no momento em que aguardam uma vaga para parentes em um hospital da rede pública ou em hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde SUS. Por outro lado o atendimento médico especializado apenas é encontrado disponível nos leitos dos hospitais particulares, onde a família do servidor jamais teria condições de ter acesso, em face aos inimagináveis valores que teriam que arcar por essa ousadia, quando a conta fosse apresentada. Essa realidade é vivida diariamente e o Maranhão é um Estado eminentemente pobre. O Estado não somente pode como deve olhar com bons olhos a nossa propositura, já que o Hospital Dr. Carlos Macieira tem melhorado em referência ao atendimento, que diríamos de regular para bom. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 251 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado ofício ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão Dr. JACKSON LAGO solicitando providências no sentido de determinar a Recuperação e a Pavimentação Asfáltica da MA 332, que liga o município de Matões do Norte ao município de Pirapemas, passando por CANTANHEDE, considerando o péssimo estado de conservação em que a mesma se encontra, cheia de buracos, o aterro das pontes apresentam problemas, colocando em risco a vida das pessoas que diariamente trafegam pela referida MA. A MA 332 que nos referimos tem a sua importância para o processo desenvolvimentista desses municípios, sobretudo como via de acesso ao escoamento de produtos originados da atividade econômica, assim como para a entrada de bens e serviços de outras localidades, sem contar que é a principal via de acesso desses municípios com a BR 135, por conseguinte com o resto do mundo. Portanto, urge a recuperação com a pavimentação asfáltica da MA 332, haja vista a sua importância para as políticas de desenvolvimento dos municípios que fazem parte daquela região, principalmente para os municípios de Cantanhede e Pirapemas que ficam afastados da BR 135. A Recuperação com a Pavimentação da referida estrada foi objeto de reivindicação de nossa autoria, através da INDICAÇÃO 458/03. Esperamos que a mesma tenha a atenção devida no Governo de Vossa Excelência, durante a efetiva execução do Programa de Obras em Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 252 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado oficio ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão, Dr. JACKSON LAGO, solicitando providências, no sentido de determinar a CONSTRUÇÃO DE UM
14 14 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 MERCADO PARA COMERCIALIZAÇÃO, NO ATACADO, DE PRODUTOS DO MAR, ao lado do Mercado de Peixe, considerando que os produtos extraídos do mar são comercializados no varejo e a céu aberto, em uma área sem a infra-estrutura adequada, onde impera a falta de higiene, contribuindo para a contaminação dos alimentos como: o peixe, o camarão, o caranguejo, a ostra, o sururu etc. Urge a construção de um mercado moderno e funcional, dotado de toda infra-estrutura, capaz de absorver a grande demanda por produtos do mar oferecidos em local apropriado exposto em condições de higiene e de consumo, aumentando o volume de negócios desses produtos. Portanto, é condição necessária que o produto exposto à venda no atacado esteja em ambiente higienizado, com controle de qualidade pela vigilância sanitária e que, na outra ponta, o consumidor tenha a certeza que estará adquirindo um produto alimentar saudável. Proposição nesse sentido foi encaminhada ao Governo do Estado, através da INDICAÇÃO Nº 1.533/03. Esperamos que a mesma tenha a atenção devida quando Vossa Excelência determinar a efetiva execução de obras no ano de Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 253 / 07 Na forma regimental, requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado oficio ao Exmo. Sr. Governador do Estado do Maranhão, Dr. JCKSON LAGO, solicitando providências, no sentido de determinar que seja encaminhada Mensagem Governamental acompanhada de Projeto de Lei, para apreciação desta Augusta Casa Legislativa, visando criar uma SECRETRIA EXTRA- ORDINÁRIA PARA TRATAR EXCLUSIVAMENTE DO FOMEN- TO À ORGANIZAÇÃO E A ATIVIDADE PESQUEIRA NO ESTA- DO, considerando que todos os esforços para melhorar o potencial pesqueiro do Maranhão, não será em vão. Com o potencial pesqueiro do Maranhão temos a obrigação de propor a sua Excelência o Governador que crie, em caráter de urgência, a referida secretaria. Não podemos permitir que a nossa costa marítima, a segunda maior do país, continue sendo explorada por barcos de outros Estados, que invadem nossas águas em busca de nossas riquezas. O peixe e o camarão que nós consumimos, são capturados e levados para os Estados do Pará, Ceará e Bahia. Os empresários investem pesado para atender a uma grande demanda, por produtos do mar no mercado local, regional e até no exterior. A Secretaria de Produção á Pesca vai orientar o pescador maranhense a, por exemplo, como ter acesso às linhas de crédito e como aplicar esses recursos. Vai também dar a ele a oportunidade de participar de um novo modelo institucional na produção pesqueira local, com isso, vai poder agregar tecnologia de ponta ao processo produtivo, e melhorar a participação do produto no mercado. A produção pesqueira é de vital importância para o fortalecimento da atividade econômica do Estado. No momento em que criamos políticas públicas voltadas para o crescimento da economia do Estado, estamos melhorando os indicadores sociais da nossa população. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, em São Luís, 09 de abril de ALBERTO FRANCO - DEPUTA- DO ESTADUAL PSDB. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO DEPUTADO CÉSAR PIRES - Expediente lido, Senhor Presidente. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Expediente lido à publicação. III - PEQUENO EXPEDIENTE. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Deputado inscrito, deputado Afonso Manoel. V.Exª. dispõe de cinco minutos, sem direito a apartes. O SENHOR DEPUTADO AFONSO MANOEL (sem revisão do orador) - Senhor Presidente Pavão Filho, Senhor Deputado César Pires, Senhor Deputado Antonio Bacelar, Senhores Deputados e Deputadas, galeria, companheiros da imprensa. Eu uso rapidamente esses cinco minutos, acho que são dois fatos relevantes que eu não queria deixar passar despercebidos. O primeiro hoje, Senhor Presidente Pavão Filho em exercício, o Coral de São João, que aqui esteve na abertura do segundo mandato do Presidente João Evangelista, faz hoje 30 anos e já dei entrada em um Requerimento fazendo menção a esses 30 anos, enviando ao regente Fernando Moucherek os nossos parabéns pelos 30 anos do Coral São João. Eu entendo que é uma referência nacional, o Coral de São João já extrapolou as nossas barreiras e hoje é um coral reconhecido em nível nacional e eu tive a felicidade de acompanhar, Senhores Deputados, desde o começo o Coral de São João, eu residi durante vários e vários anos ali onde é o Sindicato dos Bancários hoje e o Coral São João foi criado ali atrás da Igreja de São João, e eu acompanhei passo a passo desde quando começou com cinco, eu sei porque eu era vizinho, como eu disse, ali do Sindicato dos Bancários. Então, acho que é de fundamental importância esse Requerimento que estamos enviando, não o Afonso Manoel, mas em nome de toda Assembléia. Também, o dia 7 de abril foi o Dia do Jornalista e a gente ocupa a tribuna aqui, sem demagogia, porque queremos fazer uma homenagem ao jornalista do nosso Estado do Maranhão, ao jornalista do Brasil, mas mais especialmente aos do nosso Estado pela sua importância. O jornalista hoje e sempre tem uma função muito importante, que é a função de levar às comunidades mais longínquas, eu vi aqui o deputado Max Barros pedindo um telefone para uma determinada região, vi o deputado Alberto Franco fazendo várias Indicações, então a comunicação chega mais rápido. Então, eu quero fazer uma menção, uma homenagem do fundo do coração ao Dia do Jornalista, como eu digo, sem demagogia, porque, durante dois anos e meio, quase três anos, eu dirigi a Rádio Educadora, fui presidente do Canal 26, Rede Vida de Televisão, estamos implantando agora o Canal 53, a TV Nossa Senhora de Nazaré, então sinto, acompanho e faço parte um pouco dessa família, como eu disse, por causa dessas minhas atividades que tive na Rádio Educadora e no Canal Católico, que é a Rede Vida de Televisão. Então, Senhor Presidente, era essa a nossa colocação no reinício dos trabalhos depois da Páscoa. Há uma música que diz que a Páscoa não foi só domingo, a Páscoa é todo dia. Então, eu espero que essas duas colocações e a Páscoa, que a gente comemorou domingo, que realmente, como diz o cântico, seja todo dia o dia de páscoa aqui na Assembléia, reinando a discussão salutar, às vezes, as divergências mais acirradas, mas acima de tudo a democracia. Então, eram essas colocações, abrindo os trabalhos desta terça-feira. PAVÃO FILHO - Com a palavra, o Senhor Deputado Max Barros. Cinco minutos, sem direito a apartes. O SENHOR DEPUTADO MAX BARROS (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas. Em primeiro lugar, Senhor Presidente, eu gostaria que fosse transcrito, nos anais da Casa, o editorial do Jornal O Estado do Maranhão, do dia 6 de abril do presente ano, que tem como título: Destruição Insensata. De fato, esse memorial foi muito bem redigido, traça uma
15 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE trajetória política do senador Epitácio Cafeteira e lembra a importância de se preservar as obras dos governantes municipais e estaduais. E nós temos que preservar o que cada governante, independente de coloração partidária, fez pelo município ou pelo Estado, até porque os atuais governantes serão ex-governantes e não gostariam que suas obras fossem destruídas. E esse editorial muito bem redigido lembra essa questão. Então, eu gostaria que fosse transcrito nos anais desta Casa. Outro assunto que eu gostaria de abordar foi a reunião que houve no dia 28 de março, promovida pelo SENGE, Sindicato dos Engenheiros, dos Arquitetos, Agrônomos, dos Veterinários e dos Químicos, para discutir a Lei Federal 4950/66 que trata do piso salarial para essas categorias. E como eu disse, é uma lei que não vem sendo cumprida no nosso Estado e essa categoria dos engenheiros, dos arquitetos, dos agrônomos, dos veterinários tem um papel importante no desenvolvimento do Maranhão e dos municípios e para que esse desenvolvimento tenha essa participação efetiva desses profissionais é importante que eles sejam gratificados com o valor que eles têm. E isso não vem ocorrendo no nosso Estado. Isso é muito grave porque nós sabemos a importância do engenheiro, o trabalho que ele faz na construção de rodovias e prédios, edificações, quer dizer, essa categoria faz parte da máquina administrativa do nosso Estado e, se não for remunerada adequadamente, com certeza, vai procurar, paralelo com o que faz no Estado, um outro serviço assim como os agrônomos, assim como os veterinários e não pode prestar a sua força de trabalho, o seu conhecimento exclusivamente para o Estado, prejudicando até o andamento da máquina administrativa do Maranhão. Então, é uma lei que não vem sendo cumprida, várias ações já foram feitas pelo sindicato, existe até uma distorção até muito grande porque por decisão judicial, Senhor Presidente, alguns profissionais, alguns engenheiros já ganham piso salarial. Engenheiros que eram da CODERMA, hoje da atual EMARPE, que eram da COHAB, entraram na justiça e ganham o piso salarial que é seis salários mínimos durante seis horas, o que corresponde aproximadamente, irá corresponder aproximadamente a R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais). Então, dentro do próprio Estado, existem engenheiros que ganham R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais) e tem engenheiros que ganham aproximadamente R$ 400,00 (quatrocentos reais), que é uma distorção muito grande e eu queria parabenizar a forma que o Sindicato dos Engenheiros, presidido pela engenheira Odinéia, vem conduzindo essa questão de maneira madura, de maneira coerente, convidando as mais diversas autoridades, promovendo mesas redondas. Nessa reunião eu fui convidado a participar e infelizmente eu estava em Brasília na Convenção do Partido Democrata. Foi convidado também o vereador que é engenheiro e esteve lá, vereador José Joaquim Guimarães Ramos. Foi convidado também o ex-deputado que faz parte do Governo do Estado, o deputado Aderson Lago, chefe da Casa Civil, que lá também falou em seu nome, em nome do Governo, dizendo que o Governo estava acessível, tinha conhecimento do problema, achava que esse problema deveria ser equacionado. Então, é essa junção de esforços do Poder Legislativo Estadual, Municipal e do Governo do Estado que nós queremos que ocorra para que essas categorias dos engenheiros, dos agrônomos, dos veterinários, dos arquitetos sejam contempladas e que a lei seja cumprida, porque imaginem vocês um engenheiro ganhando R$ 400,00 (quatrocentos reais), é um valor que realmente... Ele é responsável por obras de valores vultosos e vai ter que ganhar R$ 400,00 (quatrocentos reais) é um convite para que ele exerça outra atividade e que não faça a sua atuação no Estado de maneira correta, de maneira eficiente e com a dedicação que é necessária. Então, Senhor Presidente, eu queria que esta Casa também que se solidarizasse com o sindicato e que encampasse essa luta e verificasse a solução possível mesmo porque o cumprimento da lei não implica impacto muito significativo para a folha de pagamento. Obrigado, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao Deputado Penaldon Jorge, pelo prazo de cinco minutos. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores Deputados da Mesa Diretora, Senhoras e Senhores Deputados do plenário, comitê de imprensa, galeria. Nós gostaríamos aqui hoje de solicitar dos companheiros deputados da Comissão de Meio Ambiente e comunicar também que nós formamos hoje um calendário para a comissão do restante do mês, praticamente duas visitas, uma à Hidrelétrica de Estreito, que a assessoria está agendando com o Ministério Público, deputada Helena, que já nos enviou dois expedientes também solicitando a nossa participação no acompanhamento junto ao consórcio para que a gente tenha essa participação efetiva do Poder Legislativo, da Assembléia através dessa comissão permanente. Então, estamos convocando o deputado Hélio, que a natureza tem agraciado bastante na região tocantina, tem sido muito benéfica com V. Exª., dizer que nós estamos agendando a visita ainda este mês à hidrelétrica, ao consórcio, para conhecermos as condições e cobrarmos as condições que vieram estabelecidas na licença ambiental, o seu efetivo cumprimento. Também, na próxima quarta-feira, de amanhã a uma semana, dia 18, salvo engano, já agendamos a visita a MERCK aqui dentro da capital. Então, além da comissão, o convite fica aqui também extensivo aos companheiros deputados, aos suplentes da comissão, aos demais deputados e deputadas que desejarem acompanhar a comissão na visita que iremos fazer a MERCK que será no dia 18, às 16h, para que possamos conhecer o instrumental legal que tem a MERCK para operacionalizar toda a sua produção ali naquele local, saber de que forma está sendo concedida essa licença ambiental, conhecer o sistema de tratamento de esgoto, de tratamento dos seus resíduos e saber de que forma isso está sendo efetivamente desenvolvido. Então, convidamos os senhores e as senhoras deputados para que, na próxima quarta, dia 18, às 16h, nós possamos estar fazendo essa visita à empresa MERCK. Também quero, no momento oportuno da discussão do projeto de lei do Judiciário, nós estamos tentando adequar algumas situações à redação que veio de certa forma muito distorcida da própria realidade jurídica, muito distorcida do aspecto legal e que nós estamos tentando encontrar mecanismos que possam resguardar também a Casa naquilo que este Poder vai eventualmente autorizar o Tribunal de Justiça fazer. Dizer que nós estamos bastante sensíveis, ainda não vi aqui nenhum deputado se manifestar contrário pelo caso dos excedentes, muito pelo contrário, está todo mundo muito sensível, sabendo da dificuldade de algumas situações, dos próprios oficiais de Justiça daqui hoje, na capital. Então, acredito que todos os deputados desta Casa estão sensíveis a essa questão e nós vamos naturalmente, daqui a pouco, nessa discussão levar a idéia, a nossa sugestão, através de uma emenda, para que a gente enriqueça um pouco esse debate e que nós possamos estar oferecendo uma outra ferramenta também que, se analisada e aprovada, possa estar servindo a essa finalidade que acredito hoje tem o interesse de toda esta Casa. Apenas tentando resguardar também a Casa para que não fique vulnerável nas suas autorizações, naquilo que nós legislamos e que amanhã possamos passar por uma decepção lá no Conselho Nacional de Justiça. Então, nós voltaremos a essa discussão daqui a pouco no horário da discussão do projeto. Muito obrigado, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Com a palavra, o deputado José Lima. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, caros deputados da Mesa, Senhores Deputados e Senhoras Deputadas, galeria, imprensa. Senhor Presidente, nós estivemos ontem na Secretaria de Educação com o Conselho Comunitário das entidades comunitárias do Pólo Coroadinho. Esse é o termo utilizado para o Conselho Comunitário daquela comunidade. A reivindicação, que já é uma luta de muito tempo, é o pedido do Conselho da Comunidade do Pólo Coroadinho em relação à escola do Ensino Médio. O próprio deputado Ricardo Murad já mencionou aqui e eu também já pronunciei nesta tribuna que aquela comunidade, por ter em média 50 mil famílias morando lá, tem a necessidade de uma escola de
16 16 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 Ensino Médio. Ficou ontem acordado que, no próximo ano, independente da questão da construção da escola, do espaço físico da escola, vai funcionar, Senhor Presidente, vai funcionar o Ensino Médio no pólo, no bairro do Coroadinho. Isso ficou acertado ontem com a comunidade, com os representantes do Conselho e com o secretário de educação que vai funcionar o Ensino Médio, pois hoje, por falta de não ter Ensino Médio, os jovens se deslocam para vários lugares dentro da Ilha de São Luís para fazer seu Ensino Médio. Há apenas a escola do Bradesco e não consegue, de jeito nenhum, atender a demanda e a necessidade de se ter o Ensino Médio. Então, como vai se fazer? Se não se tem ainda um prédio? Ficou acertado que nós vamos utilizar as escolas comunitárias, mas vai se ter, sim, um ensino médio no próximo ano no bairro do Coroadinho. Essa é uma comunicação importante para aquelas famílias, para aqueles jovens que querem o ensino médio lá na comunidade do Coroadinho. Senhor Presidente, nós estamos hoje fazendo a segunda Audiência Pública da Comissão de Educação, que é o requerimento do Deputado Hélio em relação às escolas comunitárias. Então, eu acho que é um assunto interessante. Vão ter aqui muitas pessoas representando as comunidades, as associações que tem as Escolas Comunitárias, realmente com certeza vai ser uma bela Audiência Pública. Gostaria também, Senhor Presidente, chegou até a mim uma reivindicação, mas ao mesmo tempo um protesto em relação da questão da aquisição da carteira escolar. É um assunto que é triste pela forma que está sendo gerenciado, que está sendo administrada a aquisição da carteira dos estudantes. Quais são as reclamações? Uma delas é que o local, poucos postos ou o local onde tenha, a pessoa entra com o pedido, requer a carteira. É um local inadequado que faz com que as famílias vem, pais, venham a sofrer em relação à luta para conseguir. Parece que é uma guerra que tem para adquirir uma carteira de estudante, além disso depois que você preenche os formulários, paga a taxa no valor de oito reais, você ainda fica esperando até 60, 80, 100, 120 dias sem ter a carteira escolar. Essas reclamações ela é pertinente, a sociedade está exigindo uma melhor administração em relação à questão de como adquirir a carteira escolar. Eu gostaria de voltar com esse assunto. Sei que o tempo é curto, mas é um assunto que há uma reclamação generalizada dos estudantes e das famílias para adquirir essa carteira de estudante. Senhor Presidente, meu muito obrigado. O Senhor Presidente EM EXERCÍCIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Com a palavra a Deputada Helena Barros Heluy, por cinco minutos. A SENHORA DEPUTADA HELENA BARROS HELUY (sem revisão da oradora) Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, companheiros da imprensa, senhores e senhoras da galeria, em especial os companheiros concursados, excedentes no último concurso do TJ, saudação de praxe e as minhas homenagens pelo concurso feito e pela tenacidade da luta em respeito aos seus direitos. Quero me referir em primeiro lugar, Senhor Presidente, nesse exíguo tempo a uma atividade que vai acontecer em Brasília nos dias 16 a 22 deste mês e dessa atividade estará participando a coordenação das organizações e articulações dos povos indígenas do Maranhão, será um grande evento denominado Abril Indígena. O Maranhão vai estar presente. Esse será o maior movimento indígena do país e ali deverão estar reunidos os representantes de todos os povos indígenas do Brasil e simpatizantes da causa indígena. E, segundo o documento que nós recebemos de parte dos organizadores aqui no Maranhão, deverá atingir cerca de dez mil participantes estão envolvidos na organização dessa atividade a COAPIMA que é a Coordenação das Organizações e Articulação dos Povos Indígenas, o Conselho Indigenista Missionário o CIMI e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Eu quero com esta informação, com esta notícia, trazer a Casa a importância deste acontecimento para toda a nação brasileira, para os simpatizantes da causa indígena e por aqueles que a todo tempo lutam pela democracia real efetiva em nosso país, inclusive com aqueles que são os reais, verdadeiros e legítimos possuidores dessa terra. Quero também nesta oportunidade destacar que de hoje a uma semana, dia 17 de abril, é dia estadual de luta pela reforma agrária e contra a violência no campo. Por que eu estou me antecedendo a lembrar esta data? Porque esta data, Deputado Francisco Gomes, já está no calendário do Estado do Maranhão por força de Lei, uma Lei de 30 de maio de 2002 que instituiu esta data como dia estadual de luta pela reforma agrária e contra a violência no campo, porque dia 17 de abril? É um marco histórico, efetivamente, diante de todas as lutas, as lutas maiores em defesa do direito à terra para aqueles que nela vivem e nela trabalham, mas tem tudo a ver com o que aconteceu em 1996 naquela data, dia 17 de abril, quando policiais militares resolveram desocupar a rodovia, a pedido do Governador do Pará, Almir Gabriel, resultando no saldo de 19 mortes e 60 feridos. Mas por que eu trago desde hoje? Porque a referida lei, que é a lei estadual mesmo, lei nº diz lá no seu parágrafo único o seguinte: o Poder Executivo promoverá um programa sobre conscientização da reforma agrária e combate à violência no campo, envolvendo a participação de entidades de trabalhadores rurais e de instituições universitárias. É uma forma, Senhores Deputados e Senhoras Deputadas, de não termos apenas uma lei instituindo uma data a mais para a lembrança, ou a memória de um fato, mas que esta data seja uma oportunidade de reflexão, de reafirmação de compromisso de todos aqueles que querem uma cidade justa, uma sociedade justa e extremamente pacifica. Então, eu trago este lembrete à Assembléia Legislativa do Estado como autora do projeto de lei que instituiu esta data para ser celebrada, para ser memorizada a todo tempo como marco nas lutas do povo do Estado do Maranhão e para que não apenas a Assembléia se lembre. Mas que sua excelência o Senhor Governador do Estado a todo tempo qualquer que seja ele. Tenha isso na memória e promova as atividades que se fazem necessárias por força do parágrafo único do artigo 1º da referida lei. É o que eu tinha a destacar neste primeiro momento, lembrando a todos e a todas que o Diário da Assembléia de ontem trouxe na íntegra os pronunciamentos, Senhor Presidente, de todos aqueles que foram convidados para virem até aqui no dia 22 de março, na data em que festivamente comemoramos a Campanha da Fraternidade deste ano aqui na Assembléia Legislativa. As falas dos expositores foram verdadeiros libelos, dentre os quais eu destaco a fala de Dom Xavier, bispo da arquidiocese de Viana. Eu peço que todos os colegas deputados e deputadas façam uma leitura minuciosa dos referidos pronunciamentos. Obrigada. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA Com a palavra o Senhor Deputado Carlos Filho, V. Exª. dispõe de até cinco minutos. O SENHOR DEPUTADO CARLOS FILHO (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, senhores deputados, deputadas, galeria, imprensa. Senhor Presidente, o que me traz a esta tribuna é um assunto que vem me preocupando há muito tempo e que está acontecendo aqui dentro de São Luís, é sobre o uso de drogas aqui na ilha. Hoje está uma situação, Senhor Presidente, que não se pode mais sair aqui em são Luís: em bares de litorânea estão sendo vendidas. Nas haves, compra-se a entrada e na porta recebe-se a bala, que eles chamam de bala ou êxtase. Nas boates, não se pode entrar em um banheiro que é todo mundo usando droga. Isso é um assunto que está um pouco esquecido e eu não posso deixar de tocar, porque é um assunto que preocupa. Acho que nós, independentemente de oposição, governo, temos que todos juntos lutar contra as drogas, porque hoje é a coisa mais normal do mundo aqui dentro de São Luís. Alguns anos atrás, o drogado era excluído, hoje excluído somos nós que não usamos e isso é um absurdo. Nós temos filhos que estão crescendo e aí, o amanhã, como vai ser? Então, eu peço ajuda de todos os deputados, da imprensa, da galeria, dos pais de família, que prestem atenção nos seus filhos, nas mudanças de comportamento em casa, que peçam ajuda, peçam à polícia que comece a agir, que entre na boate que comece a prender o pessoal, porque se não chega ao traficante, vamos prender o usuário, comprou de alguém, não está caindo do céu! Eu estava em uma boate na terceira vez que eu fui ao banheiro uma pessoa me seguiu e falou: Deputado, quando o seu pó acabar, o meu está aqui e eu usando o
17 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE banheiro. Eu falei: Eu não uso isso, meu amigo, eu estou aqui é usando banheiro, não mando lhe prender, porque não tem policial aqui. Então, já chegou ao absurdo disso acontecer. Daqui a alguns dias estarão servindo em restaurantes. Então, eu peço aqui a ajuda de todos para que se tome uma providência, vou fazer um encaminhamento à Polícia Federal para que se lute contra as drogas. Peço à imprensa que na hora que prender que coloque a cara, seja filho de A, de B, de C, coloque na imprensa, coloque estampado, que a polícia não cubra o rosto, para que possamos saber quem entra na nossa casa, porque às vezes está dentro da nossa casa e a gente não sabe. E os pais que muitas vezes olham suas filhas saírem em carros importados, com gente que tem condição e acham que é um bom partido, muito cuidado, pois pode estar indo para um mau caminho. Então, eu quero pedir a ajuda de todos para que digam não às drogas e para que São Luís continue sendo a Ilha do Amor e não a Ilha das Drogas. Muito obrigado. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Deputado Victor Mendes, por cinco minutos sem apartes. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, senhores deputados, membros da Mesa, deputados, galeria, imprensa, bom dia a todos. Na verdade, Senhor Presidente, eu queria especificamente subir aqui hoje para parabenizálo, porque eu ainda não tive a oportunidade de parabenizá-lo pessoalmente nem aqui na tribuna, por dois aspectos: o primeiro a respeito dos defensores públicos, que foi um assunto trazido aqui por nós, logo praticamente nos primeiros dias de Sessão e de pronto V.Exª. e os deputados da Casa também se uniram e a base de governo foi ao Governador, sensibilizou-o da importância da necessidade dessa categoria para nossa sociedade e foram na semana passada, antes da Semana Santa que com o recesso que teve a gente não teve como fazer esse registro. Foram convocados 11 defensores públicos que com certeza ainda não é o suficiente a nível de São Luís nem de Maranhão. Mas com certeza já foi um avanço e vai minimizar muito a deficiência da Defensoria Pública, principalmente facilitar o acesso das pessoas mais carentes ao Judiciário. E aqui eu aproveito também para fazer uma... já entrei com essa Indicação ou Requerimento, fazer essa sugestão para quando a Sede nova tiver inaugurada que nós possamos deslocar ou fazer um convênio com o Governo do Estado ou com a Defensoria para que nesta Casa funcione um posto de atendimento da Defensoria Pública, com dois advogados. Esse posto vai servir não só à população, mas também como todos os deputados que eu tenho certeza que grandes partes dos pleitos que procuram o nosso gabinete justamente procurando o auxilio do Judiciário. Então, com certeza, essa sugestão da instalação da Defensoria Pública na Assembléia, tenho certeza que V.Exª. também irá estudar e assim como abraçou a causa dos Defensores Públicos irá também trazer a Defensoria aqui para dentro da Assembléia. E o segundo assunto, Presidente João Evangelista, diz respeito ao programa Assembléia em Ação, ou Assembléia Itinerante, como é mais conhecida popularmente. Quero parabenizá-lo pela sensibilidade que V.Exª. teve em de levarmos essa douta Corte, esse douto colegiado composto por esses deputados aqui tão respeitados, que possamos ir para a Baixada e discutir, estudar, ver a problemática da nossa região e lá não só ver os problemas, mas também todos possamos apontar soluções para aquela região que com certeza historicamente é colocada em segundo plano no nosso Estado, é ausente de políticas públicas. Partindo desse princípio, Presidente, e partindo já de uma iniciativa do deputado Alberto Franco, onde ele criou a Frente Parlamentar em prol da defesa da Baixada Maranhense. Nós entramos com requerimento, sugerido aqui com aprovação da Mesa de V. Exa. que dentro dessa frente de trabalho da baixada, que seja criada também a possibilidade de ser criada uma comissão de Deputados e aqui nós entramos com essa proposta de cinco Deputados, para que nós possamos no prazo de 90 dias fazer um levantamento, ir in loco antecipadamente ou partindo do princípio dessa frente que foi criada pelo Deputado Alberto Franco e também pelas comissões permanentes, que a gente possa criar uma comissão especial pra ir à baixada escutar a comunidade de forma geral de todos os municípios, fazer um rol de sugestões, para que quando nós formos ou em maio ou em agosto, ou em setembro quando V. Exa. achar oportuna ou de acordo com as condições da Casa, claro da Mesa, nós possamos instalar a Assembléia na Baixada, que nós já apresentemos um rol de sugestões para direcionar o nosso trabalho para que não seja criado justamente lá, para que acelere esse trabalho, para que a gente não espere ser criada, nós irmos lá para a baixada para ser criada alguma coisa. Então, a minha sugestão é que nós criemos essa comissão, se possível for, para que nós possamos ir à baixada e fazer esse levantamento, de políticas macro desde a ponte que liga de Bequimão a Central desde a estrada que vai para Apicum Açu, desde a estrada que vai para Bacuri, desde a estrada que vai para Pedro do Rosário, da ausência de Pedro do Rosário, onde V. Exa. foi muito bem votado e representa aquele povo de lá, também os hospitais, universidades, iremos até a região de Viana. E aqui eu gostaria de sensibilizar mais uma vez o nosso líder do Governo, nós entramos com ofício ao Secretário de Obras do Estado. O Município de Cajari hoje está isolado. A ponte caiu, o desvio que foi feito para passar de carro pra lá a chuva já passou por cima, as pessoas estão retroagindo, estão voltando a andar de canoa. O Poder Público municipal não é competência dele, não tem recurso para que possa resolver esse problema e cabe à sensibilidade do Governo do Estado, ao Secretário de Infra-Estrutura resolver esse problema. Então, quer dizer a baixada e aqui eu trago esse assunto de novo à baila porque V. Exa. está presente. Eu queria parabenizá-lo por essa sensibilidade e dizer que essa iniciativa tem que perdurar. A gente não pode desistir. Eu sei que as dificuldades são grandes, mas tem que levar, porque dentro da região já existe um sentimento muito grande de ansiedades esperando a nossa ida pra lá. Então, dentro desse problema de Cajari, Viana, Vitória do Mearim, Ararí, até Apicum Açu. Eu queria propor a essa comissão e peço o apoio dos Deputados, Deputado Helio, Deputado Chico, Deputado Penaldon, Deputado João Evangelista que também teve voto em Bacuri, Pedro do Rosário, Deputada Graça Paz e todos os Deputados que foram votados, Deputado Marcelo Tavares que foram votados na região da baixada, que a gente realmente comece a sair do plano teórico e entrar no prático, porque aquela região não pode esperar mais. Muito obrigado, Senhor Presidente. Eram essas as minhas palavras. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Muito bem, ouvindo a preocupação de V. Exa. nossa equipe já está dando o andamento à elaboração do projeto da Assembléia na comunidade, mas eu quero informar aqui aos meus pares, principalmente os pares da baixada maranhense, Deputado Victor, que o Governador Jackson anunciou que vai inaugurar ainda este ano o primeiro Socorrão no interior do Estado com sede em Presidente Dutra. E eu ao Governador, e quero o apoio desta Casa, para que o segundo Socorrão a ser implantado no Estado do Maranhão seja na Baixada Maranhense. Eu acho que é um grande avanço. A Baixada necessita desse serviço de Urgência e Emergência da saúde pública. Eu acho que é uma grande bandeira para todos nós, e a Baixada ser contemplada com um Socorrão. Deputada Eliziane Gama, por 5 minutos. A SENHORA DEPUTADA ELIZIANE GAMA (sem revisão da oradora) - Senhor Presidente, Deputado João Evangelista, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas, participantes da galeria, colegas da imprensa, jornalistas e radialistas que eu quero inicialmente cumprimentá-los de maneira muito especial, pela passagem do dia 7 de abril do último sábado que foi comemorado o Dia Nacional do Jornalista. Parabéns a todos vocês, que têm uma função tão importante na sociedade, que têm uma função tão importante junto aos Poderes. Portanto, junto a esta Casa junto ao Estado do Maranhão, junto a nossa nação, porque a função do jornalista é uma função realmente muito nobre, a função de informar, a função de levar às comunidades aquilo que está acontecendo nesta Casa, assim como também em todos
18 18 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 os outros poderes. Eu li um artigo muito interessante esta semana, relativo ao jornalista, onde um jornalista americano decifrava, descrevia o jornalista como o profissional que escolheu a profissão errada e aí ele falava colocava de maneira muito interessante, até cômica a posição do jornalista que é alguém que se desprende de muitos interesses, às vezes, até mesmo da própria família é um abnegado na verdade que acaba encarando a sua profissão como um sacerdócio e não mede tempo nem espaço para fazer com que a sua profissão realmente seja de maneira digna encarada pela sociedade um profissional que, diga-se de passagem, trabalha 24 horas no dia e, às vezes, até no seu próprio dia. É o dia que ele mais trabalha, porque é o dia que ele dedica para enaltecer aquela idéia do orgulho de ser jornalista e tenta realmente mostrar o máximo de si em seu próprio dia. Então, parabéns a todos os jornalistas e radialistas, porque eu também, como jornalista, sei da importância dessa profissão e do interesse realmente que é tão grande para a sociedade de maneira muito geral. Hoje também nesta tribuna eu venho para lembrar que hoje, dia 10 de abril, é um dia que foi escolhido na verdade às vésperas de ser aprovado de ser votado o projeto na Comissão de Constituição e Justiça, no Senado Federal, que trata da Redução da Maioridade Penal. A data de hoje foi definida em conjunto com várias entidades da Sociedade Civil Organizada e naturalmente de maneira muito mais forte, até mesmo porque foi a proposição feita pelo Fórum Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, a questão da redução da maior idade penal é um assunto que tem estado na pauta nos últimos dias, na imprensa nacional e naturalmente aqui no Estado do Maranhão por tratar de um assunto tão importante que é a questão da violência. Há hoje no Congresso Nacional mais de 30 projetos que tratam desse assunto. Uns com redução de 18 para 16 anos e outros até para 14 ou 12 anos, uma idade que se diga de passagem é algo que até nos causa susto alguém apresentar projetos dessa natureza, muito embora organizações nacionais já tenham se manifestado de maneira contrária à redução da maior idade, a exemplo da OAB e a exemplo também da CNBB, que é uma organização que tem dado uma importância fundamental em campanhas nacionais em nosso país. E políticas nacionais como o próprio Presidente da República já se manifestou contrário à redução por ver que essa não é a medida mais digna para redução da violência. E, portanto, hoje eu quero apresentar aqui lendo um discurso, o meu pensamento quanto a esse tema, dizendo que muito mais do que tentar reduzir a maior idade é, sem dúvida nenhuma, prevenir a violência, dando alternativas de educação para as nossas crianças que estão, infelizmente, à mercê... Falta apenas um minuto. Eu vou ver se dá tempo de eu ler aqui esse texto: Crianças e adolescentes são vítimas maiores da questão da violência. Pesquisas nacionais mostram que 3% dos homicídios dolosos e menos de 10% dos atos criminosos registrados foram cometidos por menores. Já o número de crianças e adolescentes assassinados no Brasil, segundo os dados do IBGE de 2002, é de 9,15 para cada 100 mil, o que corresponde a cerca de 16 homicídios por dia de pessoas situadas na faixa etária de até os 18 anos de idade. Apesar disso, a violência cometida por crianças e adolescentes parece preocupar mais a sociedade brasileira do que a violência por eles mesmos sofrida. Neste contexto, em que a sociedade se sente ameaçada, o aumento da repressão é considerado como solução ideal para o problema... Senhor Presidente, só mais um minuto para eu encerrar aqui, se possível. Nesse contexto, portanto, o aumento da repressão é considerado como solução ideal para o problema. Uma pesquisa publicada no ano passado pelo Data Folha, revelou que 84% dos entrevistados se posicionaram a favor da redução da maioridade penal, isto é, da idade mínima em que a pessoa pode responder criminalmente pelos seus atos. Mas eu quero informar aqui fazendo uma síntese do que está escrito aqui no nosso discurso, de que as crianças, na verdade, são mais vítimas da violência do que causadores da violência. Os dados mostram isso de maneira muito clara: que a quantidade de crianças que são mortas até os 18 anos de idade vítimas da violência e às vezes até à mercê nos semáforos de nossa cidade, às vezes até da própria prostituição infanto-juvenil, porque meninos e meninas são prostituídas. Os dados mostram que essas crianças em sua maioria são as maiores vítimas da violência do que elas mesmas causadoras da violência. Isso fica muito bem claro quando você lê os jornais e fica muito evidente que infelizmente pessoas adultas às vezes utilizam essas crianças para que elas possam cometer os crimes e aí em detrimento de sua idade também possam ficar impunes dos seus delitos, o que é interessante a gente colocar que muito mais importante do que penalizar essas crianças, deixar elas numa situação vulnerável e aí até colocar porque a maioria das crianças que são envolvidas são crianças pobres seria criminalizar a pobreza dessas crianças. Muito mais importante e muito mais efetivo do que isso é dar sustentação aos principais órgãos que trabalham no controle a redução da violência de nossa cidade como o ECA, o Estatuto da Criança e Adolescente vem com alternativas maravilhosas de redução da violência com medidas sócio-educativas, e sim, dar a elas o instrumento para que nossas crianças possam sair da situação de vulnerabilidade e possa dar a elas garantia de educação e naturalmente dar a elas garantias de sua dignidade, mantendo-as dentro de casa e, agora acima de tudo, mantendo-as dentro da sala de aula, para que sejam crianças educadas e naturalmente crianças que venham somar para o crescimento da nação brasileira. Muito obrigada, Senhor Presidente. Muito obrigada, senhoras e senhores. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - O Deputado inscrito João Batista, a inscrição fica transferida para sessão de quarta-feira. IV - ORDEM DO DIA. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Projeto de Lei conversão e discussão em votação em único turno. Projeto de Lei de conversão 02/2007 oriundo da medida provisória 14/2006. (lê). Com parecer favorável oferecido pela comissão especial designada pela resolução administrativa 271/2007 relator senhor Deputado Edvaldo Holanda. Em discussão. Em votação. Os senhores Deputados que aprovam, permaneçam como estão. Aprovado. Projeto de Lei em discussão em votação primeiro e segundo turnos, regime de urgência. Projeto de lei 54/2007 capeado pela Mensagem nº. 01/2007 do Tribunal de Justiça do Estado. (lê). Depende de parecer das comissões de constituição e justiça e redação final, orçamento finanças e fiscalização e administração pública. Projeto de Lei 55/2007 capeado pela Mensagem nº. 02/2007 do Tribunal de Contas do Estado. (lê). Depende de parecer das comissões de Constituição e Justiça e Redação Final, Orçamento, Finanças e Fiscalização e Administração Pública. Suspendo a Sessão para que as comissões pertinentes aos dois projetos possam emitir o parecer. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Reaberta a Sessão. Com a palavra o Senhor Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final, Deputado Arnaldo Melo. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Senhor Presidente, o projeto originário do Poder Judiciário 054/07 foi tirado de pauta para análise de emendas. O projeto 055 do Tribunal de Contas do Estado foi aprovado por unanimidade. Concluídos os trabalhos, Senhor Presidente. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Projeto de Lei 54/2007 capeado pela Mensagem 1/ 2007 do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão foi retirado de pauta para apreciação de proposta de emendas. Projeto de Lei 55/2007 capeado pela Mensagem Governamental 2/2007 do Tribunal de Contas do Estado. (lê). Em discussão. Em votação. As Deputadas e Deputados que aprovam, permaneçam como estão. Aprovado. À sanção. Requerimento da deliberação do Plenário nº. 118/2007 de autoria do Deputado Rubens Pereira Júnior. (lê). Em discussão. Em votação.
19 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Deputado Presidente. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Encaminhando a votação o Deputado Arnaldo Melo. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Em entendimento com o autor da proposição, nós vamos consultar a Mesa se pode ser retirado da pauta para que nós façamos uma proposta ampla, inclusive baseada no projeto de V. Exa. do ano passado, porque nós temos um levantamento da situação econômica e financeira do nosso Estado, para que possamos mapear todas as regiões, de forma que se faça não apenas a Região da Baixada, mas todas as regiões do Maranhão, autor da emenda... O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Eu só queria comunicar a V.Exa. que o Requerimento ora indo à votação é o 118/2007, que trata de uma comissão especial para analisar e promover as medidas necessárias à implementação da consolidação das leis estaduais. Não era da Baixada. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Era do Deputado Victor Mendes? O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Não, é do Deputado Rubens Pereira Júnior. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Desculpe o equívoco. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Em votação. As Deputadas e deputados que aprovam, permaneçam como estão. Aprovados. Requerimento à deliberação da Mesa, de autoria da Deputada Maura Jorge. A Deputada está ausente ao Plenário. Requerimento 117/2007 de autoria do Deputado Marcos Caldas (lê). Deferido, encaminha-se à Comissão de Meio Ambiente. Nos termos do Artigo 107 do Regimento Interno, determino a inclusão na Ordem do Dia da Sessão Ordinária de quarta-feira no dia 11 de abril de 2007 os seguintes itens: Projeto de Lei de Conversão 03/2007 oriunda da Medida Provisória 16/2007, de autoria do Poder Executivo. (lê). Projeto de Lei 18/2007 encaminhado pela Mensagem Governamental 16/2007 de autoria do Poder Executivo que altera a dispositivo da Lei de nº de 30 de novembro de 1995, que dispõe sobre o Estatuto dos Policiais Militares da Polícia Militar do Maranhão e que dá outras providências, veto total ao Projeto de Lei 237/2006 de autoria do Poder Executivo que estabelece a obrigatoriedade do atendimento local e direto ao consumidor pelas empresas prestadoras de serviços essenciais públicos e privados no âmbito do Estado do Maranhão dar outras providências. Requerimento 119/2007, de autoria do Deputado Fufuca Dantas. (lê). Requerimento 120/2007 de autoria do Deputado Vitor Mendes. (lê). Deputado Arnaldo Melo V. Exa. se referiu há poucas horas ao requerimento que está entrando na pauta para amanhã, de nº. 120/2007, de autoria do Deputado Vitor Mendes. Está na pauta para amanhã o Requerimento que V. Exa. estava indagando há poucas horas. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO Obrigado, Senhor Presidente. V GRANDE EXPEDIENTE. O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO JOÃO EVANGELISTA - Deputado Ricardo Murad, V. Exª. dispõe de até 30 minutos com direito a apartes. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (com revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados. São, Senhor Presidente, cem dias de Governo e hoje nós teremos a oportunidade, nós, da oposição e naturalmente que o líder do Governo em nome do Governo, dizer e dar a impressão de como foram para nós os primeiros cem dias do Governo Jackson Lago. Fiz um discurso escrito, Presidente, contrário à minha tradição. Obrigado, Deputado. Para que fique registrada nos anais da Casa, opinião sincera, objetiva, crítica, mas vamos dizer assim construtiva, até para que sua excelência ir observando aquilo que a oposição pensa e acompanha o desenrolar do seu Governo. Fazer algumas meditações e até mudanças de rumos se ele entender necessárias. São cem dias, Senhor Presidente, de desesperanças e frustração. Eu vou ler uma declaração de um eleitor do Governador: Jackson não pode sujar sua biografia. Pode-se até entender que ele tenha feito vistas grossas e se aproveitado das bandalheiras da campanha eleitoral... mas, dar prosseguimento a isso seria intolerável... roubaria algo de mais valioso que já nos tenha sido roubado: nossa esperança. Não faça isso, Dr. Jackson. Aproveite esta oportunidade que o destino lhe colocou nas mãos: liberte-nos dessa hipocrisia, livre-nos dos instrumentos com que chegou ao Governo. Lhe perdoamos por isso...por nos frustrar, NUNCA! Senhoras e Senhores.Esse é um apelo-confissão de Clodomir Martins, analista de sistema e eleitor do governador Jackson Lago, em um comentário no blogue do jornalista Walter Rodrigues, que criticou a postura do governador em não fazer cessar os métodos usados pelo seu antecessor, de nefasta memória, José Reinaldo Tavares. Quem acompanhou o sentimento das ruas nos primeiros 100 dias do Governo Jackson Lago percebe que a preocupação do internauta e eleitor do governador se dissemina de forma veloz. Há hoje, no seio da população maranhense, um forte e latente sentimento de desesperança e frustração. É o resultado de um elenco de causas que variam desde o uso da máquina administrativa para empregar parentes e apaninguados para até a tenebrosa utilização dos meios usados pelo seu antecessor para desviar dinheiro público para as mais diversas finalidades, tais como enriquecimento ilícito e financiamento de campanhas eleitorais. Há vários graus de gravidade nos atos governamentais e vou citar alguns deles: NEPOTISMO - Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o Governo Jackson Lago é o campeão de empreguismo de parentes, com dezenas deles ocupando cargos no primeiro escalão de Governo. É o chamado nepotismo direto, a exemplo do que já havia feito quando de sua passagem pela Prefeitura de São Luís, quando exatos 20 parentes do governador ocupavam cargos na estrutura administrativa do município. O nepotismo do Dr. Jackson não se limita à forma direta de empreguismo. Há vários outros contraparentes e protegidos do governador incrustados em postos-chaves na sua administração. Como exemplo, ele teve a coragem de nomear um irmão para secretário de Estado em Brasília e uma filha desse mesmo irmão para ser a secretária-adjunta na mesma secretaria. VIOLÊNCIA - Por mais que a mídia amilhada queira minimizar a gravidade do problema, os fatos ferem mais que qualquer discurso vazio e doem quase tanto quanto a dor que as famílias das vítimas estão vivendo. Os casos do prefeito Bertim, do artista popular Gerô e das dezenas de fugas de marginais que ocorrem quase que diariamente e que estão deixando a população literalmente apavorada são exemplos eloqüentes. Mostram o descaso do governo do Estado, a inércia e a incompetência da atual cúpula da Polícia Civil e a desagregação pela falta de autoridade do seu comando a que está submetido o aparelho policial militar o que se torna mais grave, já que em ambos os casos os assassinos foram policiais militares. O governador, ao invés de tomar medidas urgentes com o fim de restaurar a cadeia de comando do sistema de segurança, comprovadamente ineficaz e comprometida com o que de pior tem no aparelho policial, tomou-se de um mutismo inexplicável, fechando-se em copas e sem dar as respostas que a sociedade maranhense está a exigir. Exceto pela mal produzida entrevista coletiva em que S.Exa. não conseguiu sequer esconder a insatisfação e o constrangimento pelo papel ridículo que foi obrigado protagonizar. Melhor resultado teria se tivesse ficado calado. EDU- CAÇÃO (OU A FALTA DELA) Um quadro desalentador. A falta de investimento numa área delicada e de grande interesse social. Um abandono cruel que enluta nossas tradições. O sucateamento do setor é
20 20 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 conseqüência da falta de uma política séria, que resgate o Maranhão do trágico momento em que vivemos. Afinal, o governador manteve no comando dessa pasta alguém que dá continuidade ao desmanche do setor ocorrido no governo de José Reinaldo. Faltam escolas, professores, carteiras, e até o material didático distribuído pelo Governo Federal apodrece nos depósitos do Governo e não chega às mãos dos alunos. O caos na Educação é uma chaga que precisa ser extirpada. Ou nossos jovens não terão futuro. CORRUPÇÃO Como se viu no apelo-confissão do pedetista citado no começo de nosso discurso, a eleição de Jackson Lago se deu dentro de um escandaloso processo de corrupção eleitoral que, mais dia, menos dia, será desvendado e terá a punição merecida. Os criminosos convênios que compraram consciências, honras e votos, ficarão a manchar a história política de Dr. Jackson Lago. Sua eleição foi cúmplice do maior desvio do dinheiro público já ocorrido no Maranhão. O pior, senhoras e senhores, é que a prática continua. Para quem veio com um discurso de pseudamoralização dos métodos administrativos, é estarrecedor perceber que os contratos de obras e os convênios com municípios continuam sendo assinados para as mesmas finalidades escusas. Não há nenhum critério técnico para a liberação dos convênios e as distorções que geraram o alto grau de corrupção verificado no governo anterior foram absorvidas pelo atual governador. O governo Jackson se fez um infeliz aprendiz do governo medíocre de José Reinaldo e herdeiro das práticas nefastas por ele usadas nos últimos cinco anos. CORRUPÇÃO ADMINISTRATIVA - Inspirado por alguma mente maquiavélica, interessada em manter velhas práticas que faziam vazar dólares dos hidrodutos da Caema, o governador Jackson Lago preferiu acabar, sumariamente e sem qualquer estudo mais aprofundado, com a Comissão Central de Licitação, criando em seu lugar as comissões setoriais, que já somam mais de quarenta e que tantos prejuízos deram aos cofres públicos e até esdrúxulas subcomissões setoriais, que ninguém sabe a quem responderão, se ao chefe imediato ou ao chefe da comissão setorial. A Comissão Central de Licitação, presidida pelo Dr. Francisco Batista, virou modelo e referência para muitos estados e, principalmente, para a administração pedetista de São Luís, onde o prefeito Tadeu Palácio confessou que graças à Comissão Central de Licitação adotada por ele, o município de São Luís economizou 40 milhões de reais em menos de um ano. A CCL foi reconhecida pelo professor Jacoby Fernandes, o mais renomado especialista em licitações no país, como um modelo a ser adotado por todos os estados. Em recente congresso que participou, o professor disse que o ato do governador Jackson Lago de extinguir a CCL tem que ser repudiado. E por uma simples razão: a proliferação de comissões setoriais favorece a corrupção administrativa, o que deverá ocorrer em escala gigantesca no atual governo. Dois exemplos disso: a falta de licitação para a recuperação do Estádio Castelão e a Barragem do Bacanga, cuja soma de valores se eleva a mais VINTE MILHÕES de reais e premia a Petra, empresa que FOI RESPONSÁ- VEL pelo desvio de quase CINQÜENTA MILHÕES de reais e que ficou conhecido como o escândalo das ESTRADAS FANTASMAS no governo que patrocinou a campanha de Jackson Lago. SALÁRIO MÍNIMO Daqui a vinte dias o Estado deverá pagar seus funcionários com o novo salário mínimo. E ninguém sabe o que o governador vai fazer. Vai voltar a pagar, como fizeram todos os governadores anteriores a José Reinaldo, o piso nacional aos trabalhadores estaduais ou vai repetir seu mentor político, que tungou os salários do funcionalismo, enquanto torrava cerca de 1 BILHÃO de reais em convênios fraudulentos? Diferente de José Reinaldo, Jackson Lago tem contas a prestar com os maranhenses. Ele prometeu solenemente que se eleito pagaria o piso nacional para o funcionalismo estadual como fizeram todos os seus antecessores. Portanto, só resta a ele cumprir com a obrigação ou adentrar pelo caminho da desmoralização. INCHAÇO DA MÁQUI- NA PÚBLICA São trinta e sete secretarias ou órgãos com esse status. A máquina administrativa está toda inflada e é a maior do Brasil. Nenhum outro estado tem tantos órgãos públicos, que só servem para dilapidar o erário e servir de cabide de empregos para aliados de última hora e para empregar políticos derrotados com sinecuras nababescas. A atual administração só SE EQUIPARA a do seu antecessor que tinha 57 cargos com status de secretaria. Um deles a ex-secretária de Solidariedade Humana, Alexandra Tavares, ex-mulher do ex-governador, ganhou de prêmio em Brasília uma espécie de secretaria de Relações Exteriores que não serve para absolutamente nada, a não ser para manter as mordomias que tinha quando era a toda poderosa do governo. Convém lembrar que ela está sendo investigada pelo Ministério Público que quer saber a origem e o tamanho real do seu milionário patrimônio adquirido à época em que foi a manda-chuva do governo. SAÚDE PÚBLICA O mote da procissão de ambulâncias tão monotonamente repetido pelo então candidato Jackson Lago durante a campanha era só mais um engodo. Nada foi feito de novo. As práticas de favorecimento são as mesmas e o secretário de Saúde é refém de uma Comissão Bipartite, que desvia para uma minoria de prefeitos, grande parte dos recursos que os municípios têm direito. Os hospitais públicos continuam abarrotados, pessoas continuam morrendo nas filas e o Hospital Carlos Macieira, dos servidores do estado, a Maternidade Marly Sarney, a Maternidade Benedito Leite, o Hospital Geral e as demais unidades de saúde do Estado continuam entregues à sanha de organizações suspeitas, mestres em desviar o dinheiro do SUS, antros de irregularidades, todas transformadas em depósitos de doentes, sem equipamentos, sem médicos e sem medicamentos. Herança de seu antecessor e líder José Reinaldo que durante cinco longos anos de governo nada fez para mudar essa triste realidade. Como única e solitária providência, como para tapar o sol com a peneira, o governador anunciou, timidamente, não mais a construção de modernos hospitais no interior, como prometera na campanha eleitoral, mas a compra de um improvisado hospital particular no município de Presidente Dutra. Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, São Luís e o Maranhão, de tão belas e grandiosas manifestações culturais, assistiram este ano ao mais ridículo carnaval até onde nossa memória alcança. Foi uma festa pífia, desinteressante e com total ausência da participação popular. Não por falta de dinheiro: só o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, gastou mais de QUINZE MILHÕES DE REAIS com a festa. Pedi informações ao secretário Joãozinho Ribeiro par que ele detalhasse como foi gasto esse dinheiro, e ele, desmerecendo o respeito que lhe devoto, ignorou esta casa e não deu as respostas que até hoje se fazem necessárias. Para gastar, o Governo dos CEM DIAS DE DESESPERANÇA E FRUSTRAÇÃO é célere. Também, é só nisso. A administração pública estadual sofre de uma paralisia crônica. Nada funciona. Há um vácuo administrativo profundo. O Maranhão não sabe quem e para quem se governa. Exemplo disso é o resultado de uma pesquisa divulgada no domingo, em que a população do município de São Roberto do Maranhão diz não ter conhecido os ventos mudancistas do novo governo. E olhem que lá o governador Jackson Lago teve votos no segundo turno, contra dados a Roseana. Ainda assim, quase 80 por cento dos moradores não sabem quem é o governador. De duas, uma: ou alguém comprou ali todos os votos ou o governador é alguém que não deixa rastros, nem na memória dos cidadãos maranhenses. Aliás, a falta de uma personalidade marcante na política é um dos fatos, sem trocadilho, mais marcantes da atual administração. O governo fez o Maranhão cair no esquecimento e no descrédito. No cenário político nacional só aparece na mídia de forma negativa ou vexatória. A exceção é quando os senadores maranhenses, como o fazem costumeiramente, Sarney, Roseana, agora líder no Congresso Nacional do governo Lula do PT, Lobão e Cafeteira, atualmente líder do PTB no Senado Federal, tomam posicionamento em defesa do Estado e do Brasil. De resto, a grande mídia simplesmente ignora o Maranhão e seu governo de salvação. No cenário estadual a cena é pior. Os investidores sumiram, não há um interlocutor respeitável para negociar com organismos nacionais e internacionais e nenhum político do PDT ou de sua base partidária tem credibilidade perante o empresariado para ser esse interlocutor. Ninguém mais fala em siderúrgica, pólo industrial, em agro-negócio, em pólo turístico vejam-se os exemplos de São Luís e Barreirinhas que estão às moscas e também deixamos de ouvir falar em novos investimentos no Maranhão. O arroubo juvenil do governador de hostilizar o presidente George Bush, numa manifestação dos trabalhadores rurais na Praça os Três
21 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Poderes, em Brasília, revelou um governante sem a menor habilidade para a diplomacia e um político imaturo, cujas atitudes só afastam ainda mais os investidores, nacionais e estrangeiros, que não estão dispostos a colocar seus reais e dólares em locais administrados por seguidores de Evo Morales e Hugo Chàvez.. Com isso, fecha-se a esperança de milhares e milhares de novos empregos e, o que é mais desesperador, o Maranhão vê sumir qualquer perspectiva de emprego futuro para seus filhos. Há desalento, desesperança e medo entre nossos jovens. À atual administração pedetista não falta apenas consciência e modernidade administrativa exigida pelo mundo inexoravelmente globalizado. Faltam, também, transparência e autoridade. Transparência para dar ao povo maranhense ciência dos atos administrativos de um governo que se dizia democrático e ético. Falta autoridade para exigir de seus subordinados a imediata aplicação do que foi dito ao povo, durante a campanha eleitoral, que seria feito. Falta autoridade para punir aqueles que, fingindo que queriam mudar o Maranhão herdado de José Reinaldo, adotam suas velhas praticas, causando graves prejuízos aos cofres públicos. Falta, enfim, ao governo de Jackson Lago, autoridade para governar. Mas falta muito mais: falta um projeto de governo; falta direção; falta comando, falta um plano administrativo. Isso, embora o governador Jackson Lago tenha sucedido um governador seu aliado, que passou 5 anos governando sem acrescentar nada ao Maranhão. Hoje, o governador paga os compromissos assumidos nomeando pessoas desimportantes para cargos extremamente importantes e caros. Com isso, salda débitos de campanha ao invés de governar para todos os maranhenses. Paga, à custa do bolso do povo maranhense, os acertos feitos durante sua campanha eleitoral. É inadmissível que o Maranhão tenha que ficar atrelado ao mesmo modelo administrativo do Governo passado, vivendo um retrocesso, que não abre nenhuma perspectiva, nenhuma chance para que o Estado possa livra-se dessa chaga reinaldista e retomar sua trajetória de desenvolvimento e construção de um futuro promissor para nossos filhos. O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO - Deputado Ricardo Murad, o seu tempo está terminando, quando o senhor for me dar o aparte... O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Infelizmente, deputado é assim que acontece; quando a gente precisa ler o discurso e lê-lo na sua intereza, a gente primeiro faz isso, para depois dar o aparte. Se não der, Vossa Excelência terá oportunidade... O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO - Mas eu queria no momento certo do seu discurso, para não fugir... O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Então, veja bem, Vossa Excelência vai ficar com outro horário, para apartes, porque o meu tempo está esgotando e ainda tenho que usar, se der tempo se me permitir aqui o nosso querido o aparte do deputado Edivaldo, e depois o deputado Marcelo. PAVÃO FILHO - Só para informar a V.Exª. que V.Exª. tem direito há 30 minutos, logo após o tempo destinado ao Grande Expediente, é o horário destinado aos Blocos Parlamentares e o Primeiro Bloco é o Bloco Parlamentar Progressista e se tiver uma aquiescência da liderança, Vossa Excelência pode logo usar os 23 minutos do Bloco de Oposição, para não fugir ao raciocínio de Vossa Excelência. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Eu aguardo, senhor presidente e lhe digo que a sua oferta é muito humana e generosa, mas eu vou aguardar o discurso do líder do governo, que vai fazer o contraponto ao meu discurso; eu estou criticando o governo Jackson em relação aos 100 dias, pelo que nós da oposição achamos, mas eu não posso abrir mão dos meus 23 minutos, para depois vir aqui algum companheiro de bancada que queira tratar desse assunto nesta tribuna. PAVÃO FILHO - Eu vou dar o tempo para Vossa Excelência concluir; eu só quero dizer a Vossa Excelência que nós sempre procuramos ser generosos com todos os colegas deputados. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - E eu quero lhe dizer Presidente que Vossa Excelência e faço isso até na ausência do deputado João Evangelista, que tem sido um grande Presidente. PAVÃO FILHO - Eu lhe agradeço. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Então, eu concluo... PAVÃO FILHO - Vossa Excelência tem cinco minutos para concluir o seu discurso. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Não, eu vou precisar só de 1 minuto. Eu vou ouvir o Líder do Governo. Vou concluir agora, senhores deputados. É injustificável que esse começo de governo seja tão medíocre, pífio e que acende entre os maranhenses o sinal vermelho de que esses cem dias de desesperanças e frustração se transformem em mais quatro anos de decepção. Muito obrigado. PAVÃO FILHO - Eu peço silêncio. É um direito de o deputado usar os 30 minutos e mais 30 segundos que são da benevolência da Mesa, que era de cinco minutos. Com a palavra, o deputado Edivaldo Holanda, indicado pelo líder do Bloco, para usar os 37 minutos do Bloco Parlamentar Progressista. Vossa Excelência tem até 37 minutos, deputado Edivaldo Holanda, indicado pela Liderança do Bloco, poderá fazê-lo com direito a apartes. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores Deputados, o nosso pronunciamento não é basicamente de resposta ao deputado Ricardo Murad. Ele deveria ter aceitado da parte de V. Exª. que teve um gesto democrático cedendo cinco minutos, deveria ter aceitado os cinco minutos para ouvir o meu aparte, o aparte do deputado Pedro Veloso, do deputado Marcelo Tavares, porque os apartes são oportunos, eles têm o momento certo de encaixe para que se dê a resposta ao orador, e o deputado Ricardo Murad fugiu claramente da oferta democrática que V. Exª. fez dando-lhe o tempo necessário... O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO - Deputado Edivaldo Holanda, eu sei que V. Exa. tem um pronunciamento muito importante nesta Casa no dia de hoje... O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Eu vou conceder o aparte a V. Exª. o que V. Exª. faria... O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO (aparte) Não quero interromper o raciocínio de V. Exª., apenas dizer que o deputado Ricardo Murad tem medo do contraditório, ele fez tudo para não permitir que nós do Governo respondêssemos no momento exato as questões que foram levantadas por ele. Eu fico muito preocupado quando vejo o deputado Ricardo Murad fazendo acusações, porque eu já o vi em outras épocas fazendo acusações e depois ele mesmo põe por terra essas acusações. Eu fico muito preocupado e preocupado mais ainda quando ele fala da questão da Comissão Central de Licitação como uma comissão de alto nível. Se fosse uma comissão de alto nível como ele propaga, não só na tribuna, mas no dia-a-dia da sua atuação, e ele foi campeão de dispensa de licitação, ele foi campeão.
22 22 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 Aqui eu tenho centenas de dispensas de licitações em valores grandes. Eu quero citar aqui apenas dois casos. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Esteja à vontade, deputado. O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO - Apenas dois casos, deputado Ricardo Murad, e eu queria perguntar ao deputado Ricardo Murad se ele conhece o Senhor Reginaldo Araújo de uma empresa chamada Nanacel e aqui tem dispensa feita pelo doutor Ricardo Murad, quando Gerente Metropolitano, no valor de R$ ,00 e quando tinha ai uma Comissão de Licitação de alto nível. Uma outra de R$ ,00, todas feitas dispensas e pagas pelo seu Reginaldo, e ele sabe muito bem quem é o seu Reginaldo da Nanacel. Eu tenho aqui 10 páginas só de dispensa de licitação do Senhor Ricardo Murad, quando Gerente Metropolitano, e a maioria dessas empresas aqui, com exceção do Senhor Reginaldo, quebrou, quebrou, porque acreditou na dispensa, fez as obras e não recebeu porque era ilegal e o governador José Reinaldo não fez. Ele fala aqui que o governador José Reinaldo fez muita coisa errada, o grande erro que o governador José Reinaldo cometeu, que eu tenho conhecimento, foi de ter nomeado o Doutor Jorge Murad para ser secretário extraordinário para poder brindá-lo contra os erros que ele cometeu na USIMAR, projeto de Rosário e tantos outros. Esse foi um dos grandes erros que eu acho que o governador cometeu foi ter brindado o Senhor Jorge Murad, porque tem muita gente hoje pagando, mas quem devia estar pagando hoje era o Doutor Jorge Murad. Muito obrigado, deputado. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Senhor Presidente, Senhores Deputados, antes de entrar no nosso pronunciamento, que é um relato dos 100 dias, estes, sim, reais do governo do Doutor Jackson Lago, eu quero dizer que o nosso Líder da Oposição, no seu jeito dramático, como diria o deputado Alberto Franco, de ator nesta tribuna, traça uma situação apocalíptica de 100 dias de governo, que são na verdade três meses de início, colocando aí carnaval pelo meio, semana santa, fevereiro, que são 28 dias apenas, mas o que o deputado Ricardo Murad falou do seu pronunciamento mesmo aqui, toda essa escatologia, todo este cenário de destruição, eu estava ali meditando num passado criminoso que destruiu realmente a educação, a saúde, a segurança e vi a infra-estrutura do nosso Estado, durante longos e longos anos de governos ou de governos improdutivos que se instalaram neste Estado. Nós temos um governo iniciando, nós temos um governador com credibilidade, nós temos um homem sério que se instalou num poder pela graça de Deus e pela força da vontade democrática de um povo sofrido, desprezado, esquecido, espoliado, que já não agüentava mais a estiagem tão longa que havia se instalado no poder. Mas aqui eu quero trazer, ao contrário do deputado Ricardo Murad, um cenário suave de esperança no alvorecer da instalação de um trabalho que, não pela vontade do deputado Ricardo Murad, mas que pela vontade de Deus, pela esperança do nosso povo, nós temos a certeza de que este governo, que se instalou no Estado, é um governo que trará, sim, deputado Ricardo Murad, a redenção para essa gente sofrida do nosso Estado, a redenção de um Estado que se coloca hoje na condição de último numa fila de 27 estados do país e que não foi com certeza nem o governador José Reinaldo nem o governador Jackson Lago, que inicia o trabalho, que colocou o Maranhão como o mais atrasado da federação. Não foi o governador Jackson Lado, que inicia o governo, que instalou essa educação atrasada que está aí com os piores índices de avaliação dos institutos nacionais que buscam avaliar a educação do Estado. Ao contrário, o Doutor Jackson Lago com o seu governo procura numa arrancada inicial trazer o Maranhão para uma posição privilegiada que lhe está reservada no conserto dos estados brasileiros. E para a tristeza do deputado Ricardo Murad, para decepção do deputado Ricardo Murad e de todos aqueles que torcem contra o governo, Jackson Lago haverá de decepcioná-los, sim, porque ele fará uma grande obra neste Estado, social e econômica. O governador Jackson Lago, pela graça de Deus, haverá de resgatar este Estado da condição miserável em que vive e o deputado Ricardo Murad foi um dos grandes responsáveis, durante a sua vida de político, por esta situação caótica que ele traça todo cenário negativo na tribuna desta Casa. Todo esse discurso, deputado Ricardo Murad, esse discurso cai sobre a vossa cabeça, esse discurso cai, nobre deputado Presidente, pesadamente sobre os ombros, sim, do deputado Ricardo Murad. Eu quero fazer o meu pronunciamento construtivo, afirmativo sobre os 100 dias do nosso governo. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES V. Exª. me permite um aparte? O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Concedo o aparte que o deputado Ricardo Murad não lhe concedeu. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES (aparte) - Deputado Edivaldo, eu queria fazer algumas considerações, antes que se iniciasse o discurso que V. Exª. vai ler, em relação ao pronunciamento do deputado Ricardo Murad. Eu não concordo com o aparte daquilo que o deputado Ricardo colocou, mas entendo que ele tenha algumas razões e alguns motivos para fazer esse pronunciamento. De fato, ele mostrou uma realidade que o Maranhão tem, não pelos quatro meses, ainda nem completos, do governo do governador Jackson Lago, mas pelos 40 anos que nós tivemos anteriores a esse e que hoje o governador Jackson Lago é o ponto alto de uma renovação, de uma nova metodologia política que começou no governo do governador José Reinaldo Tavares. E eu queria lembrar que na campanha do PSB ao Governo do Estado, o nosso candidato a governador, o Édson Vidigal, dizia uma frase que realmente representa tudo isso que o deputado Ricardo Murad colocou, isto é, que de fato o grande problema do Maranhão, a causa da pobreza do Maranhão é a pobreza política dos nossos representantes. E isso é uma grande verdade porque, por exemplo, a Revista Veja desta semana fala que o ex-ministro Ciro Gomes está quase rompido com o Presidente Lula. O Senhor sabe o que o Ciro Gomes quer, qual é a razão do desentendimento dele com o Presidente Lula? É porque ele não quer levar a siderúrgica para o Ceará e precisa que a siderúrgica, para se instalar no Ceará, precisa de um preço de subsidiário de gás, que a Petrobrás tem que fornecer esse gás com preços melhores e o ministro de Minas e Energia é maranhense, mas, no entanto, se que levar a siderúrgica para o Ceará. A culpa não é do ministro, a culpa é da nossa representação que se diz tão importante e tantos são os que se dizem importantes neste Estado que, enquanto o Ciro Gomes briga para conseguir benefício para o Ceará, as nossas sumidades políticas brigam por cargos, brigam por cargos e não trazem nada para este Estado. Então, a causa da pobreza do Maranhão é a pobreza política de quem representou este Estado, de quem passou pela Presidência da República e nos deixou na pior colocação entre todos os índices de desenvolvimento humano do país. Mas quero fazer algumas considerações pontuais a respeito do discurso do deputado Ricardo, quando ele falou da saúde e disse que a saúde do Maranhão é terceirizada, é! Mas quem trouxe este modelo para cá foi a então governadora Roseana que terceirizou todos os hospitais regionais do Estado, abriu mão de administrar o serviço essencial, que é a saúde pública, e terceirizou. O deputado Ricardo Murad não se lembra mais disso. Também, quando fala da quantidade de secretarias, o deputado Ricardo esquece quantas tinham no Governo de Roseana, eram 18 regionais, oito secretarias centrais, que já são 26, mais seis secretarias extraordinárias, que são trintas e tantas, e tantos e tantos órgãos e secretarias que no Estado que nós não falamos mais. Mas entendo que frustrada a nossa população estaria se hoje o governador Jackson Lago estivesse agradando ao deputado Ricardo Murad, mas felizmente não está e isso é muito bom para o povo do Maranhão. Muito obrigado, deputado. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Muito bem, deputado, obrigado pelo seu aparte. 100 dias de Governo Jackson. A posse: O Maranhão não tem mais dono. Somos um Estado livre. O
23 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE dono do Maranhão é o seu povo. Com essas palavras Jackson Lago assume o Governo do Maranhão e põem fim a uma oligarquia que dominou o Estado durante 40 anos. A posse de Jackson marca a mudança do cenário político maranhense. Com o apoio do povo, Jackson Lago chega ao Governo do Estado e acompanhado do vice, Luiz Carlos Porto, toma posse numa solenidade bastante concorrida na Assembléia Legislativa e na Praça Maria Aragão. O governador tem a missão de restabelecer a autoridade e o poder popular e promover a retomada do desenvolvimento. Durante anos o povo apenas assistiu, mas a partir de hoje será sujeito ativo. Homens e mulheres terão voz e vez neste governo, que será um governo de diálogo, de igualdade racial e de respeito às minorias, declarou o Dr. Jackson Lago. O Maranhão é plural, por isso convoco a todos, indistintamente, para trabalharmos unidos na construção de um novo Estado. Esse é um governo do povo maranhense que se efetivará com a união dos municípios, garantiu o governador. As ações realizadas nos 100 dias de governo Jackson Lago. Mês de janeiro: na primeira semana de governo, Jackson Lago deu posse aos novos secretários e apresentou uma nova estrutura administrativa. Foram extintos 20 órgãos, incluindo as gerências regionais. A administração direta passou a ter 25 secretarias, quatro novas secretarias foram criadas, a de Administração e Previdência Social (Seaps), do Turismo (Setur), do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) e da Mulher (Semu). Foram extintas as secretarias de Justiça e Cidadania e de Assuntos Estratégicos. PAVÃO FILHO - Eu peço silêncio a todos para ouvir o pronunciamento do deputado Edivaldo Holanda. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA Obrigado, Presidente. Jackson reúne secretários e fala em credibilidade no serviço público. Ampliar o conhecimento administrativo e financeiro visando à elaboração de novas ações para o governo do Estado. Este foi o principal objetivo da primeira reunião realizada pelo governador Jackson Lago com todo o seu Secretariado. O governador determinou aos secretários, à Controladoria e à Procuradoria Geral do Estado que fizesse uma reavaliação de todos os contratos firmados pelo governo do Estado, a medida visa à transparência no serviço público e dá uma resposta positiva para a população. Temos que devolver a credibilidade dos serviços públicos, ressaltou o governador. O governador Jackson Lago, acompanhado do secretário chefe da Casa Civil, Aderson Lago, visita as Secretarias de Estado de Infra-Estrutura e de Segurança Cidadã para conhecer melhor a estrutura dos órgãos e discutir com os secretários as políticas programadas para essas áreas. Queremos conhecer melhor a estrutura do Estado para melhor tomar decisões, explica o Governador. O governador pediu ao secretário de Infra-Estrutura, Ney Bello, empenho na continuidade da obra de construção da ponte sobre o Rio Tocantins, orçada em aproximadamente R$ 100 milhões de reais. A obra vai consolidar Imperatriz como o maior centro econômico da região e vai proporcionar a diminuição de custos nos transportes de passageiros e de cargas entre as cidades vizinhas do Tocantins. Para Imperatriz foi planejada ainda a construção de um terminal rodoferroviário que visa atender a demanda de passageiros e usuários de ônibus e trens na região Sul do Maranhão. O novo modelo de segurança implantado no Governo: o governador Jackson Lago e a secretária de Segurança Cidadã, Eurídice Vidigal, discutem um novo sistema de segurança para o Estado. O novo modelo contempla uma maior participação dos municípios e visa atender melhor aos anseios da comunidade. Estamos trabalhando para criar as condições para que o sistema de segurança possa crescer, avançar, se modernizar e aumentar o seu quantitativo. Temos consciência de que o quantitativo do Estado é insuficiente, mas na medida em que a capacidade financeira do Maranhão melhore, esses quantitativos crescerão, disse o governador. O Dr. Jackson Lago orientou todos os secretários a discutirem os projetos com a sociedade para que as ações executadas pelo Governo possam atender realmente aos anseios da população. A gestão democrática passa pela descentralização de ações. A participação popular nas ações do governo vai ser nossa grande marca, ressaltou o Dr. Jackson Lago. O Maranhão é o primeiro Estado a apresentar ao Governo Federal relatório com as necessidades mais urgentes para serem incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O documento foi entregue pelo governador a Casa Civil, logo após a reunião com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde o programa foi apresentado aos governadores. No relatório, o governador mostra a situação das rodovias federais que cortam o Maranhão. Solicita ainda mais recursos para a recuperação dessas estradas e das MA s, para ampliação do Italuís e para construção de mais unidades habitacionais. O PAC prevê investimentos de 55.3 milhões para transportes. As execuções previstas pelo Ministério dos Transportes incluem intervenções em rodovias, ferrovias, portos e hidrovias. Esperamos conseguir, no bojo desse projeto, mais recursos para a recuperação das rodovias estaduais e federais entre outros projetos importantes para o Maranhão, disse o governador. No primeiro mês de mandato, o governador Jackson Lago determinou a implantação de um calendário anual fixo de pagamento aos servidores públicos estaduais para recebimento de suas remunerações, de janeiro a dezembro de 2007, incluindo as parcelas referentes ao 13º salário. O calendário de pagamento é uma forma de valorizar e estimular o servidor público estadual, dando a ele a oportunidade de planejar seus orçamentos e contribuindo ainda para que a população tenha um serviço público de qualidade, destacou o governador. Na agricultura, visando garantir maior atenção ao homem do campo, Jackson Lago reestrutura a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, além da criação da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP/MA), foram criadas ainda as respectivas Superintendências de Planejamento de Políticas, de Desenvolvimento Rural e de Promoção de Fomento Rural. A criação desses órgãos foi embasada no diagnóstico feito pela equipe de transição de governo, onde foi constatada a existência de aspectos que precisavam ser aperfeiçoados como forma de tornar mais eficiente a ação da SEAGRO, especialmente nas áreas de assistência técnica e de fomento à pesquisa agropecuária. Entre os programas que serão realizados pela SEAGRO durante o Governo de Jackson Lago, estão a modernização sustentável da agricultura familiar, o estimulo à pesquisa e produção de energia alternativa, a cooperação técnica para o desenvolvimento rural sustentável, o fortalecimento do agronegócio, a restauração florestal, a regularização e distribuição de terras, além de outros que, de forma integrada, promoverão o desenvolvimento do setor como um todo. O governador Jackson Lago define a meta maior para a Secretaria de Estado da Fazenda: a partir de 12 de fevereiro, teve início a execução do plano estratégico para o período do Governo , oportunidade na qual foram definidas as estratégias para estabelecer o plano de ação de cada área e suas correspondentes atividades, a política do governador implica, em rigor, o corte dos gastos públicos. Em 2007, as ações vão priorizar a fiscalização, operacionalização das mercadorias em trânsito e cobrança. O Estado do Maranhão, no que diz respeito à Secretaria de Fazenda, no ano de 2006, fechou em primeiro lugar no Brasil com o maior crescimento percentual de arrecadação sobre o ano de 2005 e atualmente atinge a casa de 24.97% de crescimento, o que representa praticamente ¼ a mais do que no ano de A média nacional esta em 9.7%, o que significa que o Maranhão está bem acima desse percentual. Na educação, o Governo do Estado anuncia um amplo programa de combate ao analfabetismo para este ano envolvendo diversos segmentos sociais com suas organizações civis, religiosas e empresariais sob forma de ações formais, voluntárias e em brigadas alfabetizadoras. A ação é um dos 12 eixos prioritários que compõem o plano de governo de Jackson lago para a educação. Jackson Lago determina prioridade na implementação de ações para erradicar o analfabetismo com experiências exitosas como o bolsa-ofício, as brigadas pela alfabetização e cidade alfabetizadora. Além dos programas desenvolvidos como educação de jovens e adultos, serão aplicadas ações voltadas à formação profissional e à geração de renda com enfoque na realidade de cada região do Estado. Novas escolas de Ensino Médio. A administração Jackson Lago, cumprindo a meta de priorizar a educação, anuncia que entrega-
24 24 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 rá, nos próximos meses, 30 novas escolas de ensino médio do projeto Alvorada que estão sendo construídas no interior do Estado. Os prédios terão seis salas de aula e obedecem a um moderno padrão arquitetônico. No projeto está prevista a instalação de sala de informática. As escolas estão sendo construídas com recursos provenientes do Ministério da Educação em parceria com o Governo do Estado nos municípios de Caxias, Coelho Neto, Colinas, Senador Alexandre Costa, Matinha, Capinzal do Norte, Dom Pedro, Tuntum, Coroatá, Ricardo Murad, Codó, Raposa, São João Batista, Vitorino Freire e Bom Lugar. Olha o governo chegando a Coroatá, Ricardo! As comunidades de Pedreiras, Lago da Pedra, Bom Jardim, Formosa da Serra Negra, Pindaré Mirim, Monção, Santa Luzia, Buriticupu, Santa Inês, Açailândia, Vila Nova dos Martírios, Pio XII, Vitória do Mearim, Timon e Parnarama também estão sendo contempladas com a construção de escolas. O SENHOR DEPUTADO VALDINAR BARROS - Gostaria de um aparte de V. Exª. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA Concedo um aparte para V. Exª. O SENHOR DEPUTADO VALDINAR BARROS (aparte) Deputado Edivaldo, eu ouvi atentamente o discurso do Senhor Deputado Ricardo Murad quando ele fez um balanço, na ótica dele, dos 100 dias do governo Jackson Lago e eu analisava o seguinte: um discurso desesperado! O deputado Ricardo Murad deve já ter se ajoelhado e pedido a Deus, já que se arrependeu de ter ajudado a eleger o governador José Reinaldo e eu tenho certeza de que, se ele imaginasse o governo José Reinaldo, ele não tinha feito aquilo que ele fez com o povo do Maranhão, ou seja, deu a eleição para o governador Jackson Lago, como nunca tinha se visto o governo ser eleito no primeiro turno com menos de 49% dos votos, culpa do deputado Ricardo Murad. Quando ele faz um balanço da situação do Maranhão, eu estava pensado aqui e digo que o deputado Ricardo Murad devia subir ali no balcão da Mesa Diretora e pedir perdão ao povo do Maranhão pelo que a oligarquia fez durante esses 40 anos. A oligarquia apenas enricou num ritmo assustador e o povo pobre, miserável, e eu aqui me lembrando da matéria do Jornal Pequeno de ontem com relação a São Roberto, que situação! Então, a gente em vez de estar debatendo isso, e aí o próprio deputado Ricardo Murad podia contribuir com isso, mas o que eles fizeram não tem nada a contribuir. Então, o governador Jackson Lago, a partir do governo José Reinaldo, foi quando o Maranhão viu chegar os recursos nos municípios, e isso nós devemos ao governador José Reinaldo, esta Casa foi a primeira vez que os parlamentares conseguiram implementar emendas no orçamento do estado, nunca tinha acontecido isso, a gente só tinha noticia de que chegava um pacote aqui pronto e Roseana, nos oito anos de governo dela, dizia: Tem que aprovar fechado o pacote. Não quero nem saber de emenda de deputado e ninguém via um convênio chegar nos municípios. Ora, senhores, o Maranhão hoje, deputado Ricardo Murad, vive uma nova história. A democratização que o governo Jackson Lago está implementando... V. Exª. devia ter a humildade, subir a essa tribuna e elogiar tudo que está acontecendo, isto é, as escolas estaduais, que têm sido feitas a partir do governo do José Reinaldo, durante os oito anos de Roseana, ela não construiu nenhuma escola, a educação do segundo grau ela colocou para o povo o tele-sala ou o tele-engano, como era chamado, o teleengano. Então, eu entendo que o Dr. Jackson Lago, Dr. Edivaldo Holanda, vai acontecer igual ao que aconteceu com o Lula: o maior crítico do Governo Lula, no primeiro mandato, era o senador Artur Virgilio, do Amazonas, mas desapareceu, ninguém sabe onde anda aquele rapaz. Lula teve 88% dos votos lá no Amazonas e aqui o Doutor Jackson Lago, na próxima eleição, vai ter 90% porque o grupo de oposição vai desaparecer. Muito obrigado pelo aparte. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA Concedo um aparte ao deputado Lima. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA (aparte) Deputado Edvaldo Holanda, nosso líder do Governo. Deputado, eu queria listar três assuntos que foram puxados pelo deputado Ricardo. Um é em relação aos convênios, parcerias, isso faz parte de uma administração moderna, democrática. O que o Governo José Reinaldo fez é o que muitos governos devem fazer. É uma pena, eu não sei por que, deputado Ricardo, meu irmão foi prefeito da minha cidade e, ao longo de oito anos, recebeu de convênio, deputado Marcelo Tavares, e o prefeito no meu município, embora de oposição, recebeu, ele mesmo divulgou, dois milhões e seiscentos e poucos mil, em dois anos, significa dizer que o governador José Reinaldo fez uma verdadeira municipalização dos recursos orçamentários colocando os municípios. A questão se vai fazer a obra ou se ele fez, a questão de corrupção, ou seja, é questão da justiça, esta Casa está para fiscalizar e a questão é de justiça. Se alguém não fez a obra, ele vai ter que pagar, vai ter que responder isso junto à justiça. Outra questão é com relação à CPL, que foi levantada aqui da Comissão de Licitação. A Comissão de Licitação, o Governo resolveu aumentar a quantidade, descentralizar, é uma questão de agilidade, buscar desburocratizar a questão das licitações. Agora nós vamos ver, com certeza, tem também que fiscalizar, tem que acompanhar, tornar em sua administração o Governo mais ágil. É isso que vê o administrador que quer descentralizar e acabar a Comissão Central de Licitação. Em relação à questão de secretaria, deputado Edivaldo Holanda, se cria a secretaria pelo anseio da sociedade, pela necessidade de se fazer uma administração onde os recursos cheguem até a ponta. O ideal é que se chegasse até diretamente ao povo, ele sabe que não pode se fazer assim. O Presidente Lula conseguiu se reeleger, pois, através do Programa Bolsa Família, os recursos chegaram à família, às casas. Então, quanto a essa quantidade de secretarias, o importante é que os benefícios cheguem ao povo, isso que é importante. Se o administrador acha que deve criar várias secretarias, que crie para melhorar a sua administração e ainda digo, ainda falta uma secretaria ainda, deputado Ricardo, que é a Secretaria da Pesca, que é o anseio dos pescadores deste Estado. Em relação ao trabalho do governador, eu tenho observado nas secretarias, e gostaria de lembrar aqui da Secretaria das Cidades que a nossa deputada Telma Pinheiro, foi deputada desta Casa, está fazendo um excelente trabalho, encaminhou, através do PAC, para o Presidente Lula, independente se o prefeito votou com o Dr. Jackson ou votou com Roseana, um projeto de saneamento de todos os municípios, deputado. Eu queria só dizer que o governador Jackson Lago é o governador para todos. Esse é seu objetivo e o que nós precisamos é melhorar este Estado. Muito obrigado, deputado. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Educação nas comunidades quilombolas. Eu estou lendo um pronunciamento que é um balanço dos 100 dias de governo, eu quero ceder a V. Exª., o tempo acabou e eu estou um tanto distante ainda de concluir o pronunciamento. Eu quero entrar um pouco mais no pronunciamento. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA (aparte) - Só lembrar da escola, escola de Icatu, onde vai ser inaugurado o projeto Alvorada do Ensino Médio e vai ser construído um em Itatuaba também. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - As comunidades Jamary dos Pretos, localizada no município de Turiaçu; Santa Joana pertencente à região de Itapecuru Mirim; Santo Antonio dos Pretos, em Codó, receberão cada uma do Governo do Estado uma escola-pólo. Elas vão ofertar o Ensino Fundamental integrado à qualificação profissional para filhos de agricultores quilombolas. Trata-se da parceria Governo do Estado e Associação de Comunidades Negras Rurais Quilombolas para a construção de escolas-pólo em comunidades quilombolas do Estado. Cerca de 2.2 milhões da população do Estado do Maranhão residem no campo. Uma pesquisa, realizada pela Secretaria de Educação em 2003, apontou que 40.6% da comunidade remanescente de quilombos, de um total de 394, não possuem sequer um prédio escolar. Segundo a Secretaria de Estado da Educação a meta
25 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE é expandir a oferta e melhorar a qualidade da Educação Básica no campo, especialmente em comunidades quilombolas. Para estas escolas-pólo, a SEEDUC está elaborando junto às comunidades um projeto pedagógico que norteará a estrutura curricular que mais atenda às necessidades das comunidades afro-descendentes. O Governo do Estado cede 13 prédios escolares da rede estadual de ensino para a Prefeitura de São Luís, como resultado de um convênio assinado entre os dois poderes. A iniciativa beneficia cerca de dois mil estudantes na faixa etária de 3 a 6 anos, das séries iniciais do Ensino Fundamental. A Secretaria do Estado da Educação se compromete a ceder os prédios pelo período de um ano, podendo ter o tempo de uso prorrogado conforme interesse das partes. O governador Jackson Lago determina urgência na recuperação do Estádio Castelão, deputado Ricardo Murad, e da Barragem do Bacanga. Depois de uma visita aos locais, acompanhado por uma equipe de técnicos da Secretaria de Estado de Infra- Estrutura, ele elegeu também a Barragem do Rio Flores, a Barragem do Pericumã, o Tabuleiro de São Bernardo e o Projeto Salangô como outras quatro prioridades iniciais do governo. Segundo o secretário de Infra-estrutura, Ney Belo, que foi autorizado a dar início às obras em caráter emergencial, a estimativa é de que o governo do Estado gaste cerca de 10 milhões no Castelão e um milhão na Barragem do Bacanga. Em um primeiro momento, ele lembrou que a duração dos serviços vai depender também do período chuvoso. Jackson Lago disse que vai buscar mais recursos para essas obras emergenciais junto ao Governo Federal. Mês de Fevereiro... O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Deputado Edivaldo Holanda, foram usados 30 minutos, depois mais 10, portanto, já foram 40 minutos. A Mesa ofereceu ao deputado Ricardo cinco minutos e vai oferecer da mesma forma a V. Exª. para fazer a conclusão do seu discurso. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Nobre deputado, esse é um pronunciamento esperado sobre o trabalho do governo. V. Exª. poderia conceder mais cinco minutos? O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Está concedido a V. Exª. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - Muito obrigado. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação, anuncia a expansão do número de vagas para a modalidade de ensino profissionalizante. O Ensino Médio integrado à educação profissional atenderá, este ano, estudantes em todo o Maranhão. Três novas escolas estão em fase final de construção, disponibilizando mais 24 turmas, contemplando 720 estudantes. Estas escolas irão funcionar na zona rural dos municípios de Codó, Turiaçu e Itapecuru. As aulas terão início no próximo semestre. Essa modalidade de ensino foi reimplantada no Maranhão, no ano passado, atendendo 532 alunos, dos quais 419 em São Luís e 113 na zona rural. Em 2007, serão disponibilizadas mais oito turmas na capital e 27 turmas no interior do Estado, contemplando mais três municípios. O Governo constrói 56 escolas em convênio com os municípios. O Governo do Estado está substituindo os barracões usados como escolas por escolas com infraestrutura necessária para oferecer ensino de qualidade. 21 novas escolas de ensino fundamental estão sendo construídas pelo Governo do Estado, como resultado de convênios firmados no ano passado entre o Governo, por meio da Secretaria de Educação, e 21 prefeituras municipais. Atualmente estão em fase de conclusão 56 escolas em povoados de 21 municípios. As obras estão sendo realizadas com investimentos avaliados em mais de 10 milhões de reais. A iniciativa tem como objetivo atender à demanda de estudantes do Ensino Fundamental e creches que estão localizadas principalmente nos povoados e cidades. Em reunião com o secretário de educação, o governador Jackson Lago defende a instalação de um sistema público e integrado de educação no Estado. As ações devem ser realizadas em conjunto com as secretarias e órgãos estaduais como a UNIVIMA, FAPEMA, UEMA, SEAGRO, SEDUC, Ministério da Educação e instituições de todas as esferas que têm o conhecimento como meta. Lembrou que quando assumiu a Prefeitura de São Luís, em 1989, enfrentou problemas na educação deixados pelos governos anteriores, mas soube reverter o quadro, construindo escolas e melhorando o sistema como um todo. Jackson Lago frisou que os problemas são amenizados com a aplicação correta do dinheiro público na educação, na segurança, na saúde, na agricultura e nos demais setores do Estado. Para atender à demanda dos alunos matriculados em escolas estaduais dos 217 municípios, estão sendo contratados e nomeados mais professores, aumentando o quadro que hoje é de cerca de 11 mil educadores. O Maranhão é o Estado que paga o segundo melhor salário do país aos professores do Ensino Médio e o quarto maior salário do país para os educadores de nível superior. As escolas de Ensino Médio, localizadas nos 217 municípios, receberão do Governo do Estado, até maio, 464 laboratórios de informática, cada laboratório composto por dez computadores e uma impressora. O Governo do Estado também implantará, nos próximos meses, laboratórios de informática nas escolas situadas na zona rural, de 5ª a 8ª séries. Os laboratórios serão compostos por cinco computadores e uma impressora. Para que os laboratórios cheguem a todas as escolas, o Governo resolverá o problema da falta de energia em colégios de povoados da zona rural por meio do programa Luz Para Todos. Por determinação do governador Jackson Lago, o secretário de Estado da Saúde, Edmundo Costa Gomes, esteve em Presidente Dutra, onde avaliou a estrutura de três unidades de saúde da região, visando à implantação do primeiro grande hospital de porte em urgência e emergência no interior do Estado, o Socorrão de Presidente Dutra. É a primeira vez que um governo volta os seus olhares para o interior do Estado para socorrer a saúde através da construção de grandes hospitais. Senhor Presidente, quero dizer a V. Exª. que eu vou usar o tempo da Liderança do Governo e pedir o tempo da Liderança do Bloco do Partido, ou seja, vou usar mais dez minutos. Então, eu uso só os cinco minutos. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - V. Exª. tem mais cinco minutos em nome da Liderança do Governo. O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA - O município de Presidente Dutra foi escolhido para receber essa primeira unidade por conta da sua localização geográfica, isto é, passagem de pessoas oriundas de diversas outras regiões, muitas em busca de atendimento médico na capital. A saúde é uma das prioridades do meu governo e a implantação do Socorrão de Presidente Dutra é apenas uma das ações que pretendo implementar para melhorar a qualidade de vida do povo do nosso Maranhão. Queremos acabar com essa procissão de ambulâncias para São Luís, Teresina, Belém e Palmas, pois, além de doentes, as pessoas ainda precisam viajar horas para receber atendimento médico. O Governo do Estado intensifica as ações de vigilância da raiva humana e controle da população em municípios do Litoral e baixada maranhenses. O objetivo do trabalho é evitar que o Maranhão conviva com o novo surto da doença, que matou 24 pessoas em O Governador Jackson Lago determinou contingência, aumento orçamentário ao poder Executivo para poder garantir maior controle nas despesas do Estado e evitar que o Governo gaste mais do que arrecada. Ele também autorizou o repasse do duodécimo orçamentário, para os demais Poderes e instituições, o qual também levará em consideração o contingenciamento. Essa medida visa o cumprimento da responsabilidade fiscal, que é um compromisso de todos os Poderes. Ninguém desconhece o estado de pobreza a que o Maranhão foi reduzido. Então, é de se esperar que nós tenhamos medidas compatíveis com as dificuldades do Estado. Essas medidas objetivam estabelecer o equilíbrio que logo a seguir, em um momento de mais prosperidade e de mais recursos, possamos oferecer à nossa juventude e à nossa população melhores serviços de educação e de saúde e poder investir na produção para o desenvolvimento econômico do nosso Estado, explicou o Governador, que em Imperatriz cumpriu um dos com-
26 26 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 promissos feitos em campanha, com a população da Região Tocantina. Instalou no município, no início de fevereiro, a Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento do Sul do Maranhão, que vai fomentar o desenvolvimento da região. Essa Secretaria está sendo instalada em Imperatriz, mas vai atender a todos os 49 municípios da região, traçando políticas que promovam o desenvolvimento desses municípios e garantindo mais qualidade de vida para o povo dessas localidades, explicou o Governador. Na primeira visita oficial à região, o Governador vistoriou as obras da Ponte sobre o Rio Tocantins e firmou o compromisso de concluir a obra, que, segundo observou, é vital para ampliar a ligação com o estado do Tocantins e para reafirmar o potencial econômico da região. A obra deve ser concluída no próximo ano. Jackson Lago, no mesmo dia, esteve em Açailândia e João Lisboa. Na primeira cidade, visitou o Hospital Municipal que está sendo ampliado e reuniu-se com o prefeito e lideranças sindicais e comunitárias para discutir projetos emergenciais para o município. Em João Lisboa, participou de reunião com prefeito e lideranças políticas, discutindo os problemas da região e autorizando a implantação de um hospital naquela região. Em sua segunda visita a Imperatriz, o Governador Jackson Lago visitou os desabrigados pelas enchentes do Rio Tocantins e garantiu a construção de casas em área firme para todas as famílias desabrigadas. Solicitou ao comando da defesa que enviasse um relatório detalhado das famílias cujas casas estão em situação de risco para providenciar a construção de casas de alvenaria em terrenos seguros. O Governador Jackson Lago e o Ministro da Saúde, Agenor Álvares, lançam em Imperatriz o Plano Estadual de Enfrentamento da Síndrome Neurológica do Beribéri. O evento aconteceu durante a abertura do curso de capacitação para profissionais da saúde que atuam no combate à doença. Senhor Presidente, eu vou encerrar o meu pronunciamento, pois, lamentavelmente, não há tempo para ler tudo, mas eu quero finalizar. Ao falar com a comunidade, o Governador lembrou que quando Prefeito de São Luís, um de seus primeiros atos foi tirar os palafitados da Lagoa da Jansen e colocá-los no residencial do mesmo nome beneficiando 256 famílias. Habitação popular é um direito e estou feliz de, em apenas dois meses de governo, estar entregando as primeiras casas e anunciando a construção de mais 300 casas aqui em São Luís e outras casas no interior do Estado, destacou o Governador, todos que ficaram empobrecidos e excluídos durante esses 40 anos de dominação, começam a sentir que são prioridades do nosso governo, completou o Governador. A construção das 300 unidades habitacionais é resultado de uma parceria entre o Governo Federal e o Governo do Estado do Maranhão. Senhor Presidente, lamentavelmente nós somos escravos do tempo, as ações do Governo nós chegamos a apenas um mês e meio, mas eu espero ainda nesta semana fazer a leitura do restante deste documento. Em resumo, Senhor Presidente, é o que tínhamos a trazer a V. Exas. nesta tarde sobre um Governo que foi nascido debaixo do signo democrático, sob os bafejos da liberdade, da esperança e de baixo de uma coisa que se não for a ela nós nem viveríamos, de baixo da graça de Deus, Deus tem sido como sempre foi fiel e Deus não haverá de abandonar este Estado e nem o seu Governador e nem o seu governo. Deus continuará dando graças e sabedoria a este Governador cheio de boa vontade, cheio de esperanças, trazendo consigo a determinação de resgatar este povo que durante tantos anos vem sofrendo a humilhação de ser visto nas estatísticas nacionais como sendo sempre o último estado brasileiro. Vamos para frente, Maranhão! Para frente, Senhores Deputados. Deus abençoe o Maranhão, Deus abençoe o seu Governador. Muito obrigado. PAVÃO FILHO - Com a palavra o Deputado Ricardo Murad. V. Exa. está designando o Deputado Victor Mendes para falar em nome do Bloco de Oposição. Deputado, V. Exa. tem 23 minutos e a tolerância que a Mesa concedeu ao outro Bloco. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Tolerância de mais de meia hora, Presidente. PAVÃO FILHO - Não, a tolerância que foi dada ao Deputado Edvaldo. hora. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Foi de meia O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Dez minutos, Deputado. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, eu retorno aqui nesta tribuna apos escutar atentamente o embate, o debate do nosso líder, nosso Deputado Ricardo Murad que com muita sapiência, com muita e até de forma concisa não tão extensa como o líder do governo conseguiu em apenas 30 minutos demonstrar o ponto de vista, do qual os Deputados tem direito de discordar, pelo menos nós estamos aqui também não só para dizer amém, como Deputado imbuído para esta função, Deputado Edvaldo Holanda, que agora eu queria até parabenizar, porque ele ganhou um reforço, que antes ele estava sozinho aqui, mas pelo visto o Deputado Pedro Veloso veio aqui para auxiliá-lo nessa árdua missão que é defender o Governo e principalmente vendo que o Deputado Marcelo Tavares poucas vezes eu já o vi defendendo o então Governador. Eu acho que a função dele aqui está mais em defender o ex-governador do que o atual Governador. Então, o Deputado Pedro Veloso chega em boa hora para não deixar o nosso líder Edivaldo Holanda sozinho que tanto grita e até já recorreu mais de dez vezes ao profeta... Como é mesmo o nome do profeta? E agora, o profeta atendeu a reivindicação do Edivaldo Holanda e mandou o Pedro Veloso para auxiliá-lo. O profeta rei escutou e mandou o Pedro Veloso para ajudálo. Mas, na verdade, eu queria apenas citar algumas observações: assusta-me o Deputado Marcelo Tavares falar de oligarquia de 40 anos. Eu sei que esta história de 40 anos foi um golpe de marketing da pública para poder vender uma imagem de oligarquia, de poderes, de continuísmo, mas eu queria dizer que talvez o ex-governador José Reinaldo e por conseqüência seu sobrinho, Marcelo Tavares, Deputado que eu tenho muito respeito e estou aprendendo a admirar aqui nesta Casa, talvez esteja superando, como eles gostam de dizer, o expresidente José Sarney, porque eles têm 45 anos de mandato, que é 40 que eles pertenceram ao governo Sarney e cinco agora do Governo Zé Reinaldo. E o que me causa mais ainda preocupação é que durante os 40 anos que se supõe que o ex-presidente José Sarney passou ditando as regras e as normas aqui do Maranhão na política, o ex-governador José Reinaldo e seus aliados ficaram calados durante 40 anos. E somente agora nesses últimos 4 anos, depois que chegam ao Governo e têm a oportunidade de administrar o nosso Estado, conseguem decepcionar um grupo político que com certeza decepciona o Estado do Maranhão. Então, eu acho que na verdade justiça tem que ser feita o grande oligárquico aqui do Maranhão não é o ex-presidente Sarney, mas sim, o ex-governador José Reinaldo por passar 45 anos no poder e ficar omisso a essa rebeldia que ele tanto hoje prega no Estado de ser o líder, um libertador do nosso Estado. Falou também o Deputado Marcelo Tavares das gerências regionais, das 18 gerências regionais, das outras gerências centrais, que particularmente, achei que foi um grande feito administrativo porque descentralizou as ações do Governo. Hoje em dia, a população do interior do Maranhão não tem a quem recorrer, uma figura do Governo do Estado. Tem que vir aqui em São Luís para poder fazer reivindicações. Reivindicações, Deputado Marcelo, que eu gostaria citar, por exemplo, de uma carta que nós recebemos de Pinheiro, direcionada para mim de uma mãe de um aluno de uma escola de 2º grau, que eu vou abrir aspas e pedir permissão para ler: Sou uma mãe de um aluno da escola Dom Garelli, uma das poucas escolas de 2º grau do Município de Pinheiro, que nem mais atende à grande demanda de alunos daquela cidade, pois nós só temos duas ou três. E fico indignada de ver uma escola que não possui zeladores e merendeiras, onde os próprios alunos no término diário das aulas é que se revezam para varrer a escola, no horário em que estão quase desmaiando de fome, porque a escola tem a merenda, mas não tem quem faça.
27 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Na escola também não tem água gelada. Pasme, Deputado Ricardo Murad, roubaram o motor do bebedouro! Estão praticamente bebendo água quente ou de poço de algum vizinho que carrega água para poder levar água para a escola. Aí ela diz: Então, eu acho que deve ser tomada alguma providência. Os alunos não são culpados e muito menos a diretora que nada pode fazer diante desta situação. Ela faz o que pode e todos nós reconhecemos que ela é uma lutadora. Espero que seja tomada uma solução urgente. Que saudades das gerências, Deputado Marcelo! E a saudade das gerências regionais ainda é maior porque no dia 6 de março de 2007, o atual Secretário de Saúde, Edmundo Costa, mandou um ofício para o ex-gerente Cristóvão Ferreira, ou seja, Deputado Marcelo, não existe mais na reforma administrativa, não existe mais gerência. Mas em março de 2007, eu acho que o Secretário, por desconhecer a máquina administrativa, a reforma administrativa e por acreditar no modelo das gerências regionais, mandou um ofício esquecendo que não existe mais gerência, que o Governador Jackson Lago extinguiu as gerências. E aqui eu vou ler o teor desse ofício que o Secretário mandou para um ex-gerente Cristóvão Fernão Ferreira. Senhor Gerente, objetivando a complementação da prestação de contas do convênio de nº. 060/2002, apresentado conforme processo nº. 376/ 2004, solicito a V. Senhoria que encaminhe no prazo de dez dias contados do recebimento do presente ofício os documentos abaixo listados, devidamente assinados1 - Relatórios de cumprimento do objeto; 2 - Relação dos bens adquiridos; 3 - cópias das notas fiscais; 4 - comprovante de devolução de saída no valor de R$ ,02. Quaisquer dúvidas poderão ser dirimidas no serviço de prestação de contas ou pelo telefone com Diomedes ou Rosângela Maia. Não existe mais gerente este ex-gerente hoje é assessor do Secretário Wilson Carvalho. É tanta a saudade das gerenciais regionais que V. Exª. esqueceu de ressaltar que V. Exª. era gerente adjunto na época do Governo de Roseana da gerência de Viana e lá fez um bom trabalho, porque naquela época a rodovia MA era toda pavimentada, sempre em bom estado, que eu sei da competência de V. Exª. da preocupação que V. Exª. tem com a baixada. Mas hoje, como está a nossa rodovia a 014 inclusive em Cajari volto a falar que é um entroncamento para a cidade de Cajari que entra pela MA? A ponte caiu, a barragem que fizeram o inverno levou e eles estão andando de canoa para chegar em Viana e para chegar na estrada. Que saudades das gerências regionais, Deputado! Então, Deputado, eu, escutando o líder do Governo Edivaldo Holanda falar das escolas, do Secretário de Educação, tentando uma audiência com o Secretário de Educação, o Senhor Lourenço, mas não consigo, para discutirmos... Não quero pedir nem o favor. Eu quero que seja cumprida a obrigação do Estado e a obrigação do Secretário pelo menos de ter respeito com um Deputado estadual e com quatro prefeitos da nossa região que querem discutir o problema do transporte escolar, porque faz quatro anos que o transporte escolar do ensino médio da grande maioria dos municípios do interior do Maranhão é bancado pelos prefeitos municipais. Os gestores municipais têm que bancar com todo o ensino fundamental e ainda têm que ajudar em casos como esses. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Deputado Victor, um aparte? O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Pois não, Deputado Ricardo. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (aparte) V. Exª. coloca as coisas nos lugares certos nosso líder Edivaldo Holanda, com o seu brilhantismo que a gente sempre reconhece, faz a sua obrigação que faz muito bem feita. Eu acho que é isso a oposição tem uma visão. Nós temos praticamente metade dos votos do Estado para representar aqui neste Plenário. Tivemos 48,60% dos votos diferença de pouco mais de 1% eu acho que esse debate, esse respeito, essa situação de pontos de vista diferentes é o que enriquece a Casa, é o que faz a Casa trabalhar e ser realmente ser representativa do nosso povo. Eu espero que a profecia do Deputado Valdinar e da Deputada Helena não se complete. Ele quer que o próximo Governo do Jackson tenha 90% dos votos e aí nem eu e V. Exª. vamos voltar para cá. Vai todo mundo perder a eleição. Então, veja bem, meu querido Deputado Victor quanto à educação, queria que o Deputado que chegou agora, Deputado Pedro Veloso, falou aqui em dispensa de licitação e uma porção de outras irregularidades que eu faria na gerência e deu suas opiniões a respeito do processo administrativo. O Deputado deve atentar, quando eu digo que é importante que a Comissão Central de Licitação tenha a sua permanência assegurada, é porque toda dispensa de licitação que eu fiz, passei um pouco mais de um ano no governo, um ano e três meses, toda dispensa, não sei o Deputado Arnaldo quando foi Secretário fez alguma dispensa, mas todas elas, sem exceção, eram feitas pela Comissão Central de Licitação e não pelo gerente e todas elas de tinham autorização pessoal do Governador. Veja como era. O sistema era mais seguro. O gerente propõe, a Comissão Central de Licitação decide e o Governador aprova. Todas as despesas que eu fiz tem a assinatura do Governador José Reinaldo. Até por que eu mesmo discutia a necessidade de fazer a obra naquela modalidade. Quando você fala pela imprensa da educação, eu volto a uma situação dos colégios que estão propagando, que estão sendo construídos. Então, realmente, Deputado Edivaldo, em Coroatá estão fazendo um colegiozinho de seis salas de aulas para ser o colégio do ensino médio. Piada! Ora, colégio do ensino médio para o município que tem 60 mil habitantes, o município que tem a estrutura hoje de Coroatá, não pode merecer um colégio de ensino médio de seis salas de aulas que não tem nem laboratório de ciências, não tem laboratório de nada, não tem estrutura a escola! Até nós vamos propor depois que se faça uma permuta lá, Deputado Victor, porque nós fizemos lá um grande colégio, um complexo educacional que tem trinta salas... para V.Exª ter uma idéia, o município tem um colégio que tem 30 salas de aulas, 30 em um colégio. Eu quero sugerir aqui, Deputado Marcelo, até nós conversamos, que eu quando era gerente desenvolvi junto com os setores de educação do Estado, uma planta de uma escola de ensino médio que era para ser construída na Cohab a primeira planta de uma escola compatível com o ensino médio que os tempos modernos exigem hoje e também fica aí a sugestão que o Governador, inclusive tem um projeto, esse projeto está licitado pela Secretaria de Educação e está prontinho para ser executado. Então, eu quero colocar que essas questões que a oposição coloca aí da tribuna, são questões relativas à nossa responsabilidade de representar quase e praticamente a metade da população do Maranhão. O Deputado Lima coloca, com muita sapiência, coloca que convênios é uma coisa produtiva, é uma coisa positiva, também acho, desde que o convênio não seja direcionado para financiar campanha eleitoral; desde que o convênio não seja propositalmente feito para desviar dinheiro, também acho! E se observa hoje que essa facilidade dos convênios e o objetivo com que foram feitos até matando prefeitos, estão matando prefeitos por dinheiro no Maranhão e muitos ainda podem... Então, eu quero deixar essas observações, valorizando o nosso trabalho aqui do plenário de cada lado, de cada situação, defender o seu ponto de vista. A colocação da oposição que V. Exª. hoje tão bem representa como vice-líder, como Deputado que atua de uma forma esplêndida e magnífica, representa a vontade e o desejo de todos aqueles eleitores que não votaram no Governador Jackson Lago e que são uma parcela expressiva da população maranhense. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Obrigado Deputado, incorporo. E gostaria de pegar esse gancho, Deputado Ricardo Murad, da extinção da CCL que V. Exª. tão bem falou e vem falando e vem alertando a toda a essa tribuna e todo o Estado do Maranhão sobre a extinção desse importante órgão principalmente para a transparência e para a moralidade da administração pública, dizer que até hoje aquela denúncia que nós fizemos aqui do vereador cassado por fraudar DPVAT, ele continua no cargo como chefe da licitação da CAEMA. Não aconteceu nada com ele. V.Exª apresentou um dado aqui de quarenta comissões descentralizadas, não é isso? E mais as subcomissões agora, imagina quantas pessoas desse nível não vão estar nessas comissões? Que nós estamos aqui Deputado Marcelo Tavares, Deputado Edivaldo, que até depois que a V. Exª. falou, eu
28 28 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 fiquei até com medo de falar, porque está tudo tão perfeito em apenas três meses, imagina ao final de quatro anos como é que não vai estar uma perfeição morar no Maranhão? Tem apenas três meses, e olha que V. Exª. só falou referente a um mês e meio de governo, imagina quando falar dos três meses de governo. Nós vamos aqui estar numa maravilha e nós temos o direito de discordar e de mostrar onde está a crítica até para que sejam corrigidas. Eu acho aquilo que falamos aqui, Deputado, tem que ser levado em consideração, porque nós queremos, torcemos, particularmente eu torço, para que o governo dê certo, eu torço. Agora, eu não quero é que o Maranhão continue como continuou nos últimos cinco anos: parado, sem projeto, apenas com projeto pessoal e individual de raiva e de rancor. Agora, nós torcemos por um projeto políticoadministrativo para desenvolver o nosso Estado. Porque esse discurso, apenas ficar falando, eu estou começando a política aqui agora, meu primeiro mandato, mas o que eu já vi de coisas que nos leva a crer que nosso futuro, o futuro público do Maranhão é cheio de controvérsia, porque hoje eu vejo, eu me lembro de V.Exª. e eu sentado na casa do Deputado Sarney Filho, discutindo estratégias para o segundo turno da campanha da Senadora Roseana e eu lhe vejo aqui hoje, Deputado Marcelo Tavares, que eu não conhecia pessoalmente, mas sempre eu vi falar pela competência, pelo dinamismo, pela inteligência que ele tinha como gerente, como braço direito do ex-governador José Reinaldo, hoje é um dos principais a atirar pedra. Então, isso tudo me assusta e condeno o Deputado Ricardo Murad por ter uma postura hoje que também é a mesma de V.Exas. Então hoje, V.Exas. se identificaram com o grupo e o Deputado Ricardo se identificou com o outro grupo. E está fazendo isso com muita competência, é um líder hoje que todos respeitam e todos admiram. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES (aparte) - Deputado Victor, eu concordo com V.Exª. em relação às dificuldades que as escolas maranhenses têm e a questão da extinção das gerências regionais e V. Exª. disse aí por tantas vezes que tem saudade das gerências regionais. É verdade, o pai de V.Exª., o prefeito Filuca Mendes, é a maior liderança do grupo Sarney e da região da Baixada Ocidental Maranhense, a maior. Mas foi só o Governador José Reinaldo que reconheceu essa liderança, permitindo que ele indicasse o Gerente Regional de Pinheiro, coisa que o grupo Sarney nunca fez com o pai de V.Exª., nunca! E ele indicou, não sei se com alguma característica de oligarquia ou de, não sei de que sentimento, a irmã dele tinha de V. Exª. Então, por isso é que V. Exª. deve ter tanta saudade da gerência regional! Muito obrigado. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Muito obrigado, Deputado Marcelo, V.Exª. é sempre muito oportunista e oportuno nas suas colocações. Eu lhe digo uma coisa. O grupo do Presidente Sarney, do Senador José Sarney, não fez um terço do que ele fez por minha família e o que ele fez pela sua. O meu pai não foi Governador do Estado e nós mesmo assim continuamos e se nós conseguimos crescer como liderança política na região foi através de trabalho e de credibilidade e a gente tem que reconhecer aquelas pessoas que dão oportunidade para as pessoas que possam prestar um bom trabalho. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES Deputado, permita-me mais um aparte? O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES - Pois não. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES (aparte) - Essa frase que V. Exª. diz, realmente talvez faça a diferença da maneira como o grupo que hoje nós fazemos política, da maneira como ele procede e da maneira como o grupo de V. Exª. procede. Eu entendo que as eleições são ganhas pela vontade da população do Maranhão. V. Exª. entende que os mandatos são dados por José Sarney. Eu penso diferente de V.Exª., eu acho que os mandatos são dados pelo povo do Maranhão, acho que essa talvez seja a grande diferença e eu prefiro considerar meu mandato como dado pelo povo do Maranhão, do que dado pelo senador José Sarney. Muito obrigado. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES Deputado, desculpe-me por contra-argumentar mais uma vez. Eu não queria que aqui ficasse um embate, mas sim, eu queria externar o direito de ter a minha opinião e calado não ficarei. Mas ter um mandato à custa de convênios fantasmas, eu prefiro o meu, Deputado, que eu suei, que eu ralei, que eu corri atrás e pela primeira vez aos 27 anos eu consegui me eleger com esforço próprio. Eu não tive tio-governador para me dar eleição, nem favorecer com convênios nos municípios onde eu era votado. Então, é essa a minha contribuição que eu queria dar, Deputado Ricardo. Acredito que o nosso caminho, ao contrário do que o Deputado Valdinar Barros tenta desqualificar dizer A oposição está fraca, que a Oposição não está contribuindo. Mas acho que é, acho não, acredito que é importante esse papel da Oposição, porque não existe verdade absoluta. Nós temos direito de alertar e de cobrar e V. Exª. Deputado Valdinar Barros, pela sua essência, pela sua natureza de petista, de sindicalista, de ter vindo das origens da base, também deveria estar aqui cobrando na hora que fosse para cobrar, elogiando na hora que fosse para elogiar e essa aqui é a nossa função. Isso aqui é o nosso papel e nós vamos ocupar esta tribuna sempre que tiver problemas como esses, como as escolas de 2º grau da cidade Pinheiro, que o líder do Governo chega aqui com o discurso já feito pelo Secretário de Educação, com o qual nós tentamos conversar para poder dar sugestões, fazer críticas, mas dar sugestões, para ver se a gente consegue resolver os problemas e a gente não consegue nem sequer receber um ofício de volta, dizendo que não pode atender. Então, é mais uma vez que a gente volta também a esta tribuna para reclamar do posicionamento e eu direi uma coisa, Deputado Ricardo Murad. Hoje eu vou passar a tarde toda lá na Secretaria de Educação para ver se eu consigo ser ouvido pelo Secretário de Educação, Lourenço. Muito obrigado, Senhor Presidente, nosso líder do Bloco, Deputado Ricardo Murad, obrigado pelo tempo. Eram só essas as minhas palavras. PAVÃO FILHO - Deputado Ricardo, V. Exª. tem ainda cinco minutos. A SENHORA DEPUTADA HELENA BARROS HELUY - Senhor Presidente, pela ordem. É para definir uma tomada de atitude minha, eu elogiei na semana passada a Mesa pelo fato de estarem sendo transcritos os pronunciamentos do Expediente Final e lamentavelmente os dois últimos Diários não estão com o Expediente Final. Eu gostaria de uma explicação da Mesa, se houve uma outra tomada de decisão ou se é um problema técnico, apenas isto. PAVÃO FILHO - Deputada Helena, nós vamos tomar as providências e ainda nesta Sessão informaremos a V.Exª. a respeito do questionamento que V. Exª. está fazendo a esta Mesa. O SENHOR DEPTUADO ARNALDO MELO - Senhor Presidente, uma Questão de Ordem? PAVÃO FILHO - Questão de Ordem ao Deputado Arnaldo Melo. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO (questão de Ordem) - Quero solicitar da Mesa informações sobre o nosso convite aos técnicos da Caixa Econômica Federal para virem aqui à comissão para tratar de habitação e saneamento. Eu gostaria que a Mesa nos mantivesse informado sobre o contato com a Caixa Econômica Federal. PAVÃO FILHO - Nós vamos designar a Secretaria Geral da Mesa imediatamente informar a V. Exª.
29 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Muito obrigado, Presidente. PAVÃO FILHO Expediente Final. Pelo tempo da Liderança do Bloco Parlamentar Progressista Deputado Marcelo cinco minutos sem direito a parte. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES (sem revisão do orador) - Eu queria fazer algumas colocações a respeito de que já foi tratado aqui tanto pelo Deputado Ricardo Murad como Deputado Edivaldo Holanda como Deputado Victor Mendes e dizer que a situação do Maranhão realmente não deve agradar a todos os maranhenses que têm responsabilidade em defender os interesses do Estado aos Deputados Estaduais aos Deputados Federais, Senadores e toda a população. Eu sinceramente não vejo algum benefício que nós responsabilizarmos A ou B pelos problemas do Maranhão. Eu acho que isso não vai resolver os problemas do Estado. Entendo é que nós não fomos eleitos aqui para isso nós temos, sim, que encontrar soluções para fazer com que o Maranhão ocupe o espaço que merece e para fazer com que a população maranhense tenha do Poder Público o tratamento que merece. Entendo que fazer cobranças em relação ao Governo que não tem nem quatro meses e tem três meses e alguns dias é prematuro. Concordo que as dificuldades que o Estado tem ainda são muitas, mas não é escolhendo um culpado que nós vamos resolvêlos. Lamento profundamente pelo que nós temos vivido no Maranhão nos últimos anos: um clima de politicagem e disputas políticas pelo poder em detrimento dos interesses do povo maranhense. Eu acho que chegou a hora de todos nós nos unirmos no desenvolvimento do Estado. Quero fazer aqui também, já que isso foi colocado tanto pelo Deputado Ricardo Murad como pelo Deputado Victor Mendes, justiça ao que foi o Governo José Reinaldo. Em primeiro lugar, hoje quando nós discutimos se é possível não pagar o salário mínimo, eu espero que seja possível essa discussão só acontece hoje aqui porque o Governador José Reinaldo fez uma reorganização econômica no Estado e das finanças até nos discursos tanto do Deputado Ricardo como do Deputado Victor, os elogios e os reconhecimentos, apesar de não serem explícitos aparecem. Porque o Deputado Ricardo Murad disse que o Estado investiu mais de 1 milhão de reais. Isso só foi possível porque o Estado se reorganizou, não tinha mais ativo nenhum para vender, não tínha mais a CEMAR nem as ações que o Estado tinha da TELMA nem os aviões nem mais todos os ativos que o Estado tinha para vender e foi feita essa reorganização. Depois, o próprio Deputado Arnaldo Melo aqui colocou na tribuna que foi o Governo passado que mais contratou residentes na historia do Maranhão, mais de 22 mil. Depois o Deputado Ricardo Murad, esquecendo os compromissos da Campanha dele de 2002, esqueceu da importância da recriação da FAPEMA, que ele tinha colocado e que foi recriada. Recriamos a Secretaria de Agricultura, que não se tinha mais a Secretaria de Agricultura. Levou-se o Ensino Médio para todos os 217 Municípios do Maranhão, mas o Deputado Victor diz que roubaram a bomba do poço da escola. Deputado, antes do Governador José Reinaldo tinha roubado a esperança da juventude maranhense de freqüentar escolas do ensino médio, porque 158 municípios do Maranhão não tinham escolas do Ensino Médio. Hoje V. Exa. pode falar que roubaram a bomba, está faltando giz, que falta o quadro, que falta o transporte escolar e a nossa juventude merece, mas hoje eles têm a esperança e a oportunidade de freqüentar um banco escolar. Mas é necessário também que se reconheça, talvez incomode tanto o Governo José Reinaldo, porque menos de cinco anos que V. Exa. falou ele fez uma quantidade de escolas muito maior do que o Governo anterior em oito. O próprio Deputado Edivaldo Holanda agora relatou mais de 30 escolas iniciada no Governo José Reinaldo e serão concluídas no Governo Jackson Lago. Então, eu entendo que o Maranhão ainda tem muitas dificuldades, mas é preciso que a classe política maranhense tenha a noção da responsabilidade e do dever que nós temos. Só venceremos as dificuldades se nós deixarmos as nossas desavenças políticas de lado e passarmos a trabalhar pelos interesses do povo do Maranhão. Muito obrigado. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO Pela liderança do Bloco de Oposição, Deputado Ricardo Murad. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (sem revisão do orador) Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, é apenas para dar um fecho, nem pensava mais em falar, mas eu quero dizer aqui que eu concordo com as palavras do Deputado Marcelo quando eu disse que essa coisa de politicagem nós devemos abandonar e tirar da nossa frente. Foi sempre assim que eu agi, mas eu acho que a crítica, o posicionamento correto, claro, transparentes de oposições, ao invés de prejudicar o andamento das coisas do Estado talvez faça enriquecer as nossas administrações; Quando o Deputado Marcelo disse que o Governador José Reinaldo reorganizou as finanças, ele reorganizou de uma forma absolutamente incompreensível. Ele reorganizou para não pagar o mínimo, desde o Sarney lá na frente, desde antes dele em 65, todos os Governadores passando por Castelo, Pedro Neiva, Luiz Rocha, e todos, Cafeteira, todo mundo, todo mundo passou pagou o mínimo. Aí veio o José Reinaldo reorganiza as finanças para não pagar o mínimo. Que negócio esquisito! Reorganização surda, quer dizer é essa interpretação, e eu me lembro o seguinte. Eu era Deputado estadual quando me elegi, porque que eu critico o nepotismo! Eu não faço nepotismo. Eu fui Presidente da Assembléia e os funcionários estão aí. Eu nunca botei um parente meu para administrar a Casa. Vocês sabem disso! Na administração da Assembléia quando era eu o Presidente não tinha um parente meu. Então, eu posso chegar aqui e posso criticar. Agora, quem coloca o parente defende o parente. As coisas precisam ser colocadas de forma clara. Quando eu digo que não posso concordar e não pagar o mínimo e sucatar a rede de saúde, fazer da rede de saúde canal de desvio de recurso como tem aí institutos, organizações, hospitais com arapucas montadas para enriquecer o bolso de quem administra, é porque nós temos papéis para chegar e mostrar. Aí nós vamos buscar a aplicação desses recursos. Quem achar que administra decentemente e honestamente que defenda esse modelo de administração. Agora fazer um convênio para fraudar o SUS, para fraudar o dinheiro da saúde, enriquecer à custa disso, dizer que fez aquilo que não fez, dizer que comprou remédio sem ter comprado remédio e prestar conta com nota fria, é isso que se quer. Então, a gente é oposição para dizer isto, não vejo problema. Combater a escola de ensino médio do ex - Governador José Reinaldo, combato com propriedade, porque acho que a planta que ele desenvolveu, fruto de recursos federais e assim como o próprio Deputado Arnaldo Melo subiu aqui e o Maranhão no tempo que ele era Secretário se adequou a um projeto federal, que financiava de uma forma prioritária as casas ele conseguiu fazer, projetos para 22 mil casas. Mas se nós fomos buscar atrás eu me lembro que João Castelo fez muitas casas, Cidade Operária, Maiobão. Então, todos os Governadores que passaram, se subirem nesta tribuna têm um hall de realizações para mostrar o que fizeram. Agora eu quando era gerente fiz junto com todo o setor de educação um projeto, porque essa história de dizer que não tinha ensino médio no Maranhão é balela. Tinha e quem criticou a falta de ensino médio da forma que era ministrada foi eu na minha campanha de 2002 não foi ninguém não. Eu que fiz esse discurso, mas por quê? Porque o ensino médio era feito basicamente nos colégios municipais, eram os prefeitos que absorviam a demanda, faziam um convênio com o Governo e prestavam ensino médio de péssima qualidade como é prestado até hoje, porque para mudar a realidade da educação é preciso mudar a banda física da escola, não só a valorização do professor, não só o treinamento do professor, mas tem que mudar a planta de escola e fomos nós que fomos o pioneiro disso, licitamos um projeto para começar essa revolução em São Luís, que era para ser feito um projeto da escola onde tem aquele Centro Comunitário na Cohab, foi licitado pela Secretaria de Educação, tem até empresa vencedora da licitação. Se o Governador Jackson
30 30 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 resgatasse esse projeto e implantasse na Cohab para ver como ficava e interiorizasse essa escola, aí sim, nós teríamos uma forma de dizer assim: O Governo fez algo de produtivo!. Portanto, eu quero que os meus companheiros, Deputadas e Deputados, e quero parabenizar de novo a Casa. Ontem foi a única, único dia do ano e é uma coisa fantástica extraordinária que nós não tivemos Sessão, mas não por falta de Deputados, porque o relógio atrasou um pouco e não bateu e eu já combinei aqui com o Presidente que a gente vai fazer uma alteração no Regimento, vamos ver se a Casa concorda para que o quorum para abrir a Sessão, seja o quorum da Casa e não o quorum do plenário. Deixa o quorum do plenário como é na Câmara Federal do Senado, apenas para as votações, para que a Casa tenha condição de trabalhar sempre, porque eu estarei aqui sempre durante os quatro anos do meu mandato sentado bem ali, enquanto for líder, quando sair vou para outro lugar, mas permanecendo na discussão produtiva que esta Assembléia está fazendo e de novo quero dizer que essa Assembléia é uma grande Assembléia. Presidente, eu estou encerrando e vou descer, eu ia tratar hoje de um problema sério, mas vou tratar amanhã que é o problema da dengue hemorrágica, que não esta só acontecendo só no Estado, está acontecendo no País inteiro, está morrendo gente, tem uma suspeita aqui no Estado do Maranhão que morreram quatro pessoas no Coroadinho, não sei se foi, mas eu tenho aqui vários, varias matérias de São Paulo e quando a gente tem a noção de como os nossos serviços, Deputado Arnaldo, Vossa Excelência que é médico, de atendimento de emergência de ambulatório funciona e aí a coisa preocupa. Aquela coisa da pessoa chegar e só tomar um analgésico e tomar uma coisa pra baixar a febre e mandar embora, se a pessoa estiver com dengue hemorrágica vai morrer, nós vamos tratar disso amanhã, Presidente. Muito obrigado pela tolerância. VI - EXPEDIENTE FINAL. O SENHOR PRESIDENTE EM EXERCICIO DEPUTADO PAVÃO FILHO - Deputado João Batista, 10 minutos com direito a apartes. PAVÃO FILHO - Com a palavra o Deputado Alberto Franco. Ausente. PAVÃO FILHO - Com a palavra o Deputado Marcelo Tavares por 10 minutos. Declina. PAVÃO FILHO - Deputado Francisco Gomes por 10 minutos. PAVÃO FILHO - Nada mais havendo a tratar, declaro encerrada a presente Sessão. EMENDA Nº 003/2007 EMENDA AO PROJETO DE LEI N 054/2007 Dê-se ao 3º do art. 6, constante do art. 2 do Projeto de Lei n 054/2007, a seguinte redação: 3 - Havendo excedente de concurso público em plena vigência e esgotada a convocação dos candidatos classificados, o Tribunal de Justiça poderá convocar os demais aprovados do mesmo certame para preenchimento de vagas surgidas nesse ínterin, de mesmo cargo, se desse ato resultar a melhoria na prestação jurisdicional e economia para o erário público, devendo essa avaliação ficar a cargo do próprio Tribunal. Acrescente-se parágrafo ao art. 6º, constante do art. 2 do Projeto de lei n 054/2007, com a seguinte redação:- Para efeito de convocação de candidato excedente, na forma prevista no parágrafo anterior, será sempre observada a ordem de classificação nas respectivas entrâncias, podendo o Tribunal decidir sobre o local de lotação dos excedentes, se destes obtiver a devida aquisescência, e o local escolhido for de nível igual ao pretendido inicialmente pelo candidato. PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS, DA AS- SEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 10 de abril de PENALDON JORGE - Deputado Estadual. RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 643/2007 Rerratifica as normas sobre a compra de material e a contratação de serviços pela Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão. O PRESIDENTE, no uso de suas atribuições legais e objetivando aprimorar o processamento de compras e contratação de serviços, de que trata a Resolução Administrativa nº. 1121/2003 e a de nº 974/05, nos termos da Lei nº de , R E S O L VE Rerratificar as normas sobre o assunto, que passam a vigorar nos seguintes termos: Art. 1º. A compra de material e a contratação de serviços de qualquer tipo pela Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, deverão ser precedidas de solicitação e obedecer às normas desta RE- SOLUÇÃO, além do prescrito na legislação específica. Art. 2º. O pedido de aquisição de material deverá conter a caracterização completa de seu objeto, adotando-se, preferencialmente, a nomenclatura utilizada pela Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão e, sempre que possível, atendendo ao princípio da padronização. Art. 3º. A compra de material e a contratação de serviços serão precedidas de autorização do Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão ou a quem for delegada competência, por requisição de deputado ou seu chefe de gabinete, por delegação, de diretor, secretário ou de titulares de cargos equivalentes, à Diretoria de Administração, Material e Patrimônio DAP. Art. 4º. Nos casos em que couber dispensa de licitação, em razão do valor, serão coletados orçamentos pela DAP, em pelo menos 03 (três) potenciais fornecedores ou prestadores de serviços. Parágrafo Primeiro Quando pela urgência ou outra causa impeditiva a coleta ocorrer em número menor do previsto no caput deste artigo, a razão desse fato deverá ser devidamente justificada. Parágrafo Segundo Quando o bem a ser adquirido ou o serviço a ser contratado puder ser atendido por representante autorizado em São Luís, é obrigatória a coleta de orçamento junto a este. Art. 5º. A DAP manterá atualizado sistema de controle de preços de mercado de todos os bens e serviços necessários ao abastecimento e funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão. único. Caso necessário, a Assembléia deverá recorrer ao sistema de controle de preços do Poder Executivo do Estado do Maranhão. Art. 6º. O processo e demais documentos relativos à compra de material e contratação de serviços, ressalvados os casos de diligência e força maior, devidamente justificados no corpo do processo, não poderão permanecer por mais de 48 (quarenta e oito) horas em cada uma das diversas diretorias ou órgãos equivalentes da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão. Art. 7º. Nas compras de material e contratação de serviços em que for dispensado o termo de contrato, a autorização de compra ou a ordem de execução de serviço que deverá substituí-lo atenderá, no que couber, o disposto no art. 55 da Lei 8.666, de
31 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Art. 8º. Ficam aprovadas as rotinas e o formulário que constituem os anexos I a III, desta Resolução. Art. 9º. Esta RESOLUÇÃO entra em vigor na data de sua publicação, revogando a disposições em contrário. Palácio Manoel Bequimão, em 21 de março de Deputado João Evangelista Serra dos Santos - Presidente. Deputado César Pires - 1º Secretário. Deputado Antônio Bacelar - 2º Secretário. RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA nº643/2007 ANEXO II ROTINA PARA COMPRA DE MATERIAL E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO 1. ÓRGÃO REQUISITANTE: 1.1 Faz a solicitação de compra (requisição de material ) ou contratação de serviço, por escrito; 1.2 Encaminha, através do diretor ou chefia em nível equivalente, a quem esteja subordinado, à Diretoria de Administração, Material e Patrimônio DAP. 2. DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO DAP 2.1 Emite o formulário Solicitação de Compra/Contratação de Serviços SCS, (anexo) em 02 (duas) vias, informando o preço de mercado dos bens e serviços a serem adquiridos; 2.2 Efetua coleta de preços, em no mínimo 3 (três) empresas especializadas no ramo, quando for dispensável a licitação, em face do inciso II, do Art.24, da Lei 8666/ Abre o processo com a SCS e o encaminha à DFI. No caso de dispensa, acompanhado do Mapa de Apuração e propostas; 3. DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS DFI 3.1 Verifica disponibilidade orçamentária e financeira; 3.2 Inexistindo disponibilidade, devolve o processo à DAP; 3.3 Havendo disponibilidade, informa e encaminha à Comissão Permanente de Licitação CPL, quando exigir processo licitatório, ou a DGE quando dispensável. 4. COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO CPL 4.1 Enquadra no tipo de dispensa ou inexigibilidade, devidamente fundamentadas, ou pregão, convite, tomada de preço, leilão e concorrência, encaminha o processo com a documentação exigida (dispensabilidade, inexigibilidade, edital, contrato etc.) à Procuradoria Geral PGA para análise. a) EM CASO DE DISPENSA PELO VALOR 5. DIRETORIA GERAL: 5.1. Analisa o processo de dispensa pelo valor e delibera: Em caso de indeferimento, devolve o processo ao requisitante para conhecimento; Em caso de deferimento, encaminha o processo à DFI para empenho e envio a DAP. 6. DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO DAP 6.1. Efetua a compra ou contratação, no limite da dispensa pelo valor; 6.2. Quando necessário, encaminha à PGA para elaboração da minuta do termo de contrato, autorização de compra ou ordem de execução de serviço; 7. DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS DFI 7.1. Efetua os empenhos (NE) no SIAFEM; 7.2. Colhe a assinatura do Presidente ou DGE na NE SIAFEM; 7.3. Encaminha o processo para a DAP, visando a compra e o recebimento do material/serviço. b) EM CASO DE PROCESSO LICITATÓRIO 8. PROCURADORIA GERAL PGA 8.1. Analisa a documentação contida no processo e delibera pela: Devolução à CPL quando houver necessidade de correções, alterações ou adequações;
32 32 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE Chancela o procedimento recomendado pela CPL (Atos) de inexigibilidade ou dispensabilidade, edital, contrato, etc.) e encaminha ao DGE para conhecimento, análise e deliberação. 9. DIRETORIA GERAL DGE 9.1. Analisa o processo e delibera: Em caso de indeferimento devolve o processo à CPL para conhecer e informar ao requerente; Em caso de deferimento, encaminha o processo com manifestação favorável ao PRESIDENTE. 10. PRESIDENTE PR Analisa o processo e: Indefere, devolvendo o processo à DGE para conhecer e informar ao requerente; Defere o processo licitatório e obtém homologação da Mesa Diretora; Encaminha o processo à CPL para dar continuidade. 11. COMISSÃO DE LICITAÇÃO CPL Divulga Edital ou ato de dispensabilidade ou inexigibilidade; Procede as fases do certame previstas no edital Ao Final do Processo: recomenda a revogação, anulação na forma da lei; adjudica e submete à homologação; Prepara a minuta do contrato, quando couber, ou minuta o documento substituto: autorização de compra ou ordem de execução de serviços; Encaminha o processo à PGA para análise do procedimento licitatório. 12. PROCURADORIA GERAL PGA Examina o procedimento licitatório; Devolve à CPL, quando necessitar adequação; Emite parecer final e envia ao Diretor Geral para conhecimento e encaminhamento ao Presidente para deliberação. 13. DIRETORIA GERAL - DGE Analisa o processo; Encaminha ao Presidente para deliberação. 14. PRESIDENTE PR Delibera pela: revogação ou anulação; homologação Obtém endosso da Mesa Diretora; Encaminha o processo à PGA para celebrar contrato e dar publicidade à decisão. 15. PROCURADORIA GERAL PGA Publica a homologação Prepara o contrato, quando for o caso, e colhe assinatura das partes; Prepara e publica no Diário Oficial do Estado (DOE) a resenha do contrato; Encaminha o processo para a DFI. 16. DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS DFI Retém processo aguardando faturamento do fornecedor/ prestador de serviços; 17. DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO DAP Recebe os bens ou serviços acompanhados da Nota Fiscal correspondente ou os remete ao órgão gestor do contrato para realizar os mesmos procedimentos a seguir: 17.2.Confere especificações, preços e demais condições, com a Nota de Empenho, contrato, proposta ou edital e registra no SEAGEM; Havendo incorreção devolve ao fornecedor para retificação; Não havendo incorreção, atesta, (na Nota Fiscal e 1ª via do Empenho) o recebimento do material ou a execução do serviço; No caso de material permanente e equipamento, efetua o devido tombamento; Encaminha o processo à DGE. RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA nº643/2007 ANEXO III ROTINA PARA PAGAMENTO DE DESPESAS RELATIVAS A COMPRA DE MATERIAL E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS 1. DIRETORIA GERAL DGE 1.1. Analisa o processo e: Indefere o pagamento; Encaminha à DAP para informar o fornecedor/ prestador de serviços e proceder à alteração/adequação recomendada; Defere o pagamento e encaminha à DFI; 2. DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS DFI 2.1. Confere o atesto no processo recebido da DGE; 2.2 Confere o DAR, quando for o caso; 2.3 Havendo incorreção devolve ao fornecedor para retificação; 2.4 Emite ordem bancária (OB); 2.5 Colhe assinatura do Presidente e do 1º ou 2º Secretário e do DGE, quando couber; 2.6. Encaminha OB ao Banco para crédito em conta-corrente; 2.7. Arquiva o processo. R E S E N H A RESENHA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CO- MISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL, CONJUNTAMENTE COM A COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FI- NANÇAS E FISCALIZAÇÃO; RELAÇÕES DO TRABALHO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, REALIZADA AOS 10 DIAS DO MÊS DE ABRIL DO ANO DE 2007, ÀS 10 HORAS E 30 MINU- TOS, NO PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO. PRESENTES OS SENHORES DEPUTADOS: ARNALDO MELO PRESIDENTE EDIVALDO HOLANDA PAULO NETO VICTOR MENDES GRAÇA PAZ CARLOS ALBERTO MILHOMEM RIGO TELES WALDINAR BARROS MAURO JORGE PAUTA DA REUNIÃO: PROJETO DE LEI Nº 055/2007- (MENS. 002/2007) - que ALTERA a denominação de cargo em comissão constante do anexo III, da Lei nº 7.994, de 22 de outubro de PARECER: VERBAL AUTORIA: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO RELATOR: Deputado EDIVALDO HOLANDA DECISÃO: Aprovado por unanimidade, o referido Projeto de Lei, nos termos do voto do Relator. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIN DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 10 de abril de GLACIMAR FERNANDES SAMPAIO Secretária da CCJ
33 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE COMISSÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 644/2007 PARECER Nº 001/2007 RELATÓRIO: Nos termos do art. 42, 1º, da Constituição Estadual, o Excelentíssimo Governador do Estado submete a apreciação da Assembléia Legislativa do Maranhão a Medida Provisória nº 019/2007 que dispõe sobre a criação Conselho de acompanhamento, controle social, comprovação e fiscalização do FUNDEB. Cabe a esta Comissão Especial, de acordo com o que dispõe a Resolução Administrativa nº 244 de 12 de março de 2007, examinar a presente Medida Provisória e sobre ela emitir parecer. A mencionada Medida Provisória, cria o Conselho de acompanhamento, controle social, comprovação e fiscalização do FUNDEB, em seu art. 1º. No art. 2º determina que ao Conselho compete promover o acompanhamento e controle social sobre a distribuição, a transferência e aplicação dos recursos do FUNDEB. O art. 3º estabelece a composição do referido Conselho, além das vedações de seus membros. a) três representantes do Poder Executivo estadual; b) um representante dos Poderes Executivos municipais; c) um representante do Conselho Estadual de Educação; d) um representante da seccional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME; e) um representante da seccional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE; f) dois representantes dos pais de alunos da educação básica pública; e g) dois representantes dos estudantes da educação básica pública; Consta no art. 4º que, o Conselho atuará com autonomia, sem vinculação ou subordinação institucional ao Poder Executivo Estadual, sendo renovado ao final de cada mandato dos conselheiros. O parágrafo 1º, estabelece como se procederá a atuação dos seus membros e o parágrafo 2º determina que incube ao Conselho supervisionar o censo escolar anual com objetivo de concorrer para a devida operacionalização do Fundo encaminhando os dados estatísticos e financeiros. Já o art. 5º disciplina que o Conselho não terá estrutura administrativa própria, incumbindo à Secretaria de Estado da Educação a garantia da infra-estrutura e condições matérias adequadas à execução de suas atribuições. É o relatório. Com efeito, cabe agora ser analisado o aspecto constitucional, inclusive o atendimento dos pressupostos de relevância e urgência, adequação orçamentária e financeira, e por ultimo o mérito, consoante estabelece o art. 5º da Resolução Legislativa nº 450/2004. Da Constitucionalidade. Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal, os Estados-Membros podem estabelecer em suas Constituições, a possibilidade de Edição pelo Chefe do Poder Executivo de Medidas Provisórias desde que seja observado os princípios e vedações estabelecidos na Magna Carta Federal, in verbis: Adotou-se a orientação fixada pela Corte no julgamento da ADI 425/TO (DJU de 19/2/2003), no sentido da constitucionalidade da adoção de medida provisória pelos Estados-Membros, desde que esse instrumento esteja expressamente previsto na Constituição estadual e que sejam observados os princípios e as limitações estabelecidos pela Constituição Federal. Asseverou-se, ainda, que a Constituição Federal, apesar de não ter expressamente autorizado os Estados-Membros a adotarem medidas provisórias, bem indicou essa possibilidade ao prever, no 2º do seu art. 25, a competência de referidos entes federativos para explorar diretamente, ou por concessão, os serviços locais de gás canalizado, porquanto vedou, nesse dispositivo, a edição de medida provisória para sua regulamentação. Ou seja: seria incoerente dirigir essa restrição ao Presidente da República em dispositivo que trata somente de atividade exclusiva de outros partícipes da Federação que não a União, ou ainda, impor uma proibição específica quanto à utilização pelos Estados- Membros de instrumento legislativo cuja instituição lhes fosse vedada. (ADI 2.391, Rel. Min. Ellen Gracie, Informativo 436). No mesmo sentido: ADI 425, DJ 19/12/03. O grifo é nosso Com efeito, as vedações estabelecidas na Constituição Federal devem ser observadas de forma obrigatória quando da edição de Medidas Provisórias pelos Estados-Membros, tais limitações estão contidas no 1º, art. 62 da CF, vejamos: 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (EC nº 32/01) I - relativa a: (EC nº 32/01) a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (EC nº 32/01) b) direito penal, processual penal e processual civil; (EC nº 32/01) c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; (EC nº 32/01) d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, 3º; (EC nº 32/01) II - que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (EC nº 32/01) III - reservada a lei complementar; (EC nº 32/01) IV - já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. (EC nº 32/01) De acordo com o art. 43, V, da Constituição Estadual em observância compulsória da Magna Carta Federal, compete privativamente ao Governador do Estado: a criação, estruturação e atribuições das Secretarias de Estado e outros órgãos da administração pública estadual, vejamos: Art. 43 São de iniciativa privativa do Governador do Estado às leis que disponham sobre: I - fixação e alteração dos efetivos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militares; II - criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração; III - organização administrativa, matéria tributária e orçamentária e serviços públicos; IV - servidores públicos do Estado, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria de civis, reforma e transferência de militares para a inatividade; V -criação, estruturação e atribuições das Secretarias de Estado ou órgãos equivalentes e outros órgãos da administração pública estadual. (modificada pela Emenda Constitucional 023/98). Nota-se que, a matéria tratada na presente Medida Provisória enquadra-se dentre aquelas que são privativas do Chefe do Poder Executivo, assim como, não está incluída dentre as vedações estabelecidas no art. 62, 1º, da CF. Também, é oportuno estabelecer que a referida matéria não está incluída dentre a aquelas privativas ou exclusivas na União, podendo assim o Estado-Membro legislar plenamente.
34 34 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 Ademais, a Medida Provisória 339/2006 editada pelo Executivo Federal que regulamenta o art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias em seu art. 24, estabelece que o acompanhamento e controle social do FUNDEB serão exercidos junto ao governo, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios, por Conselhos criados especificamente a esse fim, in verbis: Art. 24. O acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos dos Fundos serão exercidos, junto aos respectivos governos, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por conselhos instituídos especificamente para esse fim. Observa-se que, a Medida Provisória Federal 339/2006 autoriza o Governo Estadual a criar o Conselho, em seu âmbito de atuação, para exercer o acompanhamento na aplicação dos recursos do Fundo. No parágrafo primeiro do art. 24, supramencionado, da Medida Provisória Federal (339/2006), os Conselhos deverão ser criados por legislação específica. 1 o Os conselhos serão criados por legislação específica, editada no pertinente âmbito governamental, observados os seguintes critérios de composição: Com efeito, a Medida Provisória Estadual, ora em análise, trata exclusivamente da criação e estruturação do Conselho, e com é sabido tem força de Lei, obedecendo ao estabelecido no parágrafo acima. Neste contexto, não se vislumbra nenhuma inconstitucionalidade do assunto tratado pela Medida Provisória Estadual. Da Relevância e Urgência. O Supremo Tribunal Federal esposou entendimento no sentido de que os pressupostos da relevância e urgência são conceitos jurídicos relativamente indeterminados e fluidos, relacionados com o atributo da discricionariedade do Chefe do Poder Executivo. A título de ilustração, vale aqui salientar a decisão proferida na ADI 2150 / DF, tendo como relator Ministro Ilmar Galvão: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTS. 11 E 18 DA MEDIDA PROVISÓRIA N.º , SUCESSIVAMENTE REEDITADA ATÉ O ADVENTO DA EMENDA CONSTITUCIONAL N.º 32/2001. ALEGADA VIOLAÇÃO AOS ARTS. 5.º, CAPUT; 37, CAPUT, E 62, TODOS DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Os dispositivos em referência, ao atribuírem aos órgãos de trânsito o registro de ônus reais sobre veículos automotivos de qualquer espécie, não ofendem as normas constitucionais indicadas. Os requisitos de relevância e urgência para edição de medida provisória são de apreciação discricionária do Chefe do Poder Executivo, não cabendo, salvo os casos de excesso de poder, seu exame pelo Poder Judiciário. Entendimento assentado na jurisprudência do STF. Ação julgada improcedente. A Discricionariedade é nada mais que a conveniência e a oportunidade da edição da Medida Provisória, dentro dos limites legais, sem que haja abuso de poder. O Conteúdo da Medida Provisória nº 019/2007, demonstra, por si só, a natureza relevante da matéria legislada, bem como a urgência na adoção imediata da providência contida na proposição, haja vista, a necessidade de. Dessa forma, tendo em conta as razões anteriormente expostas, pode-se asseverar que foram atendidos os pressupostos constitucionais da relevância e da urgência, no tocante à edição da Medida Provisória em comento. Da Adequação Orçamentária. Sob o prisma da adequação orçamentária e financeira, não há impacto financeiro relevante ao Estado, haja vista, não haver remuneração dos membros do Conselho e a estrutura será viabilizada pela Secretaria de Educação Estadual, pois o referido Conselho não terá estrutura administrativa. Vejamos o que diz o art. 5º da Medida Provisória Estadual nº 19/2007: Art. 5º O Conselho do FUNDEB não conterá com estrutura administrativa própria, incumbindo à Secretaria de Estado da Educação garantir infra-estrutura e condições matérias adequadas à execução plena das suas competências. Do Mérito. Sabe-se que, a análise do mérito é a verificação da conveniência e oportunidade da matéria contida na referida Medida Provisória. No que concerne ao mérito, deve ser ponderado que as providências estabelecidas no texto da Medida Provisória nº 19, de 23 de fevereiro de 2007 são orientadas nacionalmente pela regulamentação do art. 60 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Federal, adotada pelo Presidente da República através da Medida Provisória nº 339/2006. Neste sentido, a partir da Medida Provisória citada (MP nº 339/2006) são especificamente definidas as formas de criação dos conselhos, composição, indicação dos conselheiros, seus impedimentos, incumbências, entre outras regras. Em sendo analisada a presente Medida Provisória Estadual nº 019/2007, vemos que a criação do Conselho de Acompanhamento, Controle Social, Composição e Fiscalização do FUNDEB maranhense respeita as regras nacionais quanto a sua composição (art. 3º), impedimento de integração do conselho (art. 3º, 1º), autonomia em relação ao Executivo Estadual (art. 4º, caput), garantias mínimas e forma de atuação dos conselheiros (art.4º, 1º). Contudo, no que tange às incumbências suplementares dos Conselhos - efetivamente reguladas nos 9º e 10 da Medida Provisória Nacional de nº 339/2006- alguns aspectos foram suprimidos, devendo, por legalidade ser devidamente incluídas na presente medida provisória, senão vejamos. Segundo o 9º a Medida Provisória Nacional de nº 339/2006, cumpre aos conselhos de Acompanhamento, Controle Social, Composição e Fiscalização do FUNDEB supervisionar tanto o censo escolar como a elaboração da proposta orçamentária anual das respectivas esferas governamentais, no caso presente, a estadual. Neste último ponto (elaboração da proposta orçamentária anual), a analisada Medida Provisória foi omissa, fato que deve ser corrigido com a inclusão desta competência suplementar. Ratificando este entendimento, os termos literais do 9º da Medida Provisória de nº 339/ 2006 : 9o Aos conselhos incumbe, ainda, supervisionar o censo escolar anual e a elaboração da proposta orçamentária anual, no âmbito de suas respectivas esferas governamentais de atuação, com o objetivo de concorrer para o regular e tempestivo tratamento e encaminhamento dos dados estatísticos e financeiros que alicerçam a operacionalização dos Fundos. No mais, outro ponto que merece análise cuidadosa refere-se à obrigação de oferecimento ao Ministério de Educação dos dados cadastrais relativos à criação e composição dos conselhos, em todas as esferas administrativas.(art. 24, 10, in fine, Medida Provisória nº 339/2006), verbis: 10. Os conselhos dos Fundos não contarão com estrutura administrativa própria, incumbindo à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios garantir infra-estrutura e condições materiais adequadas à execução plena das competências dos conselhos e oferecer ao Ministério da Edu-
35 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE cação os dados cadastrais relativos à criação e composição dos respectivos conselhos. Esta obrigação de prestar informações ao Ministério da Educação não está disposta na regulação do Conselho Estadual de Acompanhamento, Controle Social, Composição e Fiscalização do FUNDEB no Maranhão, neste sentido, por uma questão de correto controle ministerial de políticas públicas deverá ser a citada obrigação incluída na presente medida provisória. E não poderia ser diferente, uma vez que o descumprimento do disposto no art. 212 da Constituição Federal e do disposto na Medida Provisória Medida Provisória nº 339/2006 sujeitará os Estados à intervenção da União nos termos da alínea e, do inciso VII do art. 34, e inciso II do art. 35, da Constituição Federal. Assim sendo, somos pela admissibilidade da Medida Provisória nº 019/2007, porém, devendo ser realizadas as seguintes alterações: a) a inclusão no art. 4º, 2º, a competência de supervisionar da proposta orçamentária anual do Estado conforme estabelece o art. 24, 9º da Medida Provisória Federal nº 339/06; b) a inclusão no art. 5º da Medida Provisória Estadual, ora em comento, o oferecimento ao Ministério da Educação dos dados cadastrais relativos à criação e composição do Conselho de Acompanhamento, Controle Social, Comprovação e Fiscalização do FUNDEB. c) acrescente-se o inciso VIII ao 3º com a seguinte redação: VIII um representante da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão. VOTO DA RELATORA: Diante do exposto, consideramos atendidos os pressupostos de relevância e urgência bem como observadas as vedações expressas do texto constitucional vigente. Assim sendo, opinamos pela constitucionalidade, juridicidade e adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 019/2007, e, no mérito, pela sua aprovação, na forma do Projeto de Lei de Conversão em anexo, que incorpora as alterações acima propostas por esta relatora. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão Especial, criada através da Resolução Administrativa nº 644 de 12 de março de 2007, votam pela aprovação da Medida Provisória n.º 019/2007, nos termos do voto da relatora. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM em 10 de abril de DEPUTADO RUBEN PEREIRA JÚNIOR - Presidente DEPUTADA ELIZIANE GAMA - Relatora DEPUTADO VICTOR MENDES DEPUTADO MARCELO TAVARES MEDIDA PROVISÓRIA Nº 019, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2007 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 004/ 2007 Dispõe sobre a criação do Conselho de Acompanhamento, Controle Social, Comprovação e Fiscalização do FUNDEB e dá outras providências. Art. 1º Fica criado o Conselho de Acompanhamento, Controle Social, Comprovação e Fiscalização do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB. Art. 2º Ao Conselho a que se refere o art. 1º compete promover o acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do FUNDEB. Art. 3º O Conselho estadual do FUNDEB tem a seguinte composição: I - três representantes do Poder Executivo estadual; II - um representante dos Poderes Executivos municipais; III - um representante do Conselho Estadual de Educação; IV - um representante da seccional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME; V - um representante da seccional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE; VI - dois representantes dos pais de alunos da educação básica pública; e VII - dois representantes dos estudantes da educação básica pública; VIII um representante da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão. 1º São impedidos de integrar o Conselho a que se refere o caput: I - cônjuge e parentes consangüíneos ou afins, até terceiro grau, do Governador, do Vice-Governador ou dos Secretários estaduais; II - tesoureiro, contador ou funcionário de empresa de assessoria ou consultoria que prestem serviços relacionados à administração ou controle interno dos recursos do FUNDEB, bem como cônjuges, parentes consangüíneos ou afins, até terceiro grau, desses profissionais; III - estudantes que não sejam emancipados; e IV - pais de alunos que: a) exerçam cargos ou funções públicas de livre nomeação e exoneração no âmbito do Estado; ou b) prestem serviços terceirizados, no âmbito do Poder Executivo Estadual. 2º O presidente do Conselho do FUNDEB será eleito por seus pares em reunião do colegiado, sendo impedido de ocupar a função representante do Poder Executivo Estadual. Art. 4º O Conselho do FUNDEB atuará com autonomia, sem vinculação ou subordinação institucional ao Poder Executivo Estadual, e será renovado periodicamente ao final de cada mandato de seus membros. 1º A atuação dos membros do Conselho do FUNDEB: I - não será remunerada; II - é considerada atividade de relevante interesse social; III - assegura a isenção da obrigatoriedade de testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício de suas atividades de conselheiro, e sobre as pessoas que lhe confiarem ou deles receberem informações; e IV - veda, quando os conselheiros forem representantes de professores e diretores ou de servidores das escolas públicas, no curso do mandato: a) exoneração ou demissão do cargo ou emprego sem justa causa, ou transferência involuntária do estabelecimento de ensino em que atuam; b) atribuição de falta injustificada ao serviço, em função das atividades do Conselho: e c) afastamento involuntário e injustificado da condição de conselheiro antes do término do mandato para o qual tenha sido designado. 2º Ao Conselho do FUNDEB incumbe ainda supervisionar o censo escolar anual e a elaboração da proposta orçamentária anual do Estado do Maranhão com o objetivo de concorrer para o regular e tempestivo tratamento e encaminhamento dos dados estatístico e financeiros que alicerçam a operacionalização do FUNDO. Art. 5º O Conselho do FUNDEB não contará com estrutura administrativa própria, incumbindo à Secretaria de Estado da Educação garantir infra-estrutura e condições materiais adequadas à execução plena das suas competências e oferecer ao Ministério da Educação os dados cadastrais relativos à criação e composição do conselho. Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
36 36 QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2007 ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO PODER LEGISLATIVO EDITADO PELA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Registro no cartório de títulos e documentos sob os números e Rua do Egito, n.º 144, Centro - Fone: FAX: (098) CEP.: São Luís - MA Site: [email protected] JOÃO EVANGELISTA Pre sid e nte JORGE VIEIRA Diretor de Comunicação NORMAS DE PUBLICAÇÃO Ao elaborar o seu texto para publicação no Diário da Assembléia, observe atentamente as instruções abaixo: A) edição dos textos enviados à Secretaria de Comunicação em disquete; B) medida da página em formato A4; C) editor de texto padrão: word for windows - versão 6.0 ou superior; D) tipo de fonte: Times New Roman; E) tamanho da letra: 10; F) entrelinhas automático; G) gravar no disquete sem compactar, sem vírus de computador; H) o disquete só deverá ser gerado após o ato oficial estar devidamente assinado; I) utilize tantos disquetes quanto seu texto exigir.
I - Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final
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Doenças Causadas pelo Asbesto ou Amianto
Doenças Causadas pelo Asbesto ou Amianto Asbestose que é o endurecimento lento do pulmão e que causa falta de ar progressiva, cansaço, emagrecimento, dores nas pernas e costas. Não tem cura e progride
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ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANUEL BECKMAN SEGUNDA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2014 1 ANO XLI - Nº 031 - SÃO LUÍS, SEGUNDA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2014. EDIÇÃO DE HOJE: 24 PÁGINAS 179º ANIVERSÁRIO
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ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA SEXTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2015 1 ANO XLII - Nº 083 - SÃO LUÍS, SEXTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2015. EDIÇÃO DE HOJE: 04 PÁGINAS 180º ANIVERSÁRIO DE INSTALAÇÃO DA ASSEMBLEIA
PORTARIA Nº 524, DE 15 DE AGOSTO DE 2002
PORTARIA Nº 524, DE 15 DE AGOSTO DE 2002 Dispõe sobre a regulamentação da Gratificação de Desempenho de Atividade do Ciclo de Gestão - GCG. O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO
PROJETO DE LEI Nº. Art. 1º. A Lei nº 12.066, de 13 de janeiro de 1993, passa a vigorar com as seguintes alterações:
PROJETO DE LEI Nº Altera, revoga e acrescenta dispositivos das Leis nº 12.066, de 13 de janeiro de 1993, que dispõe sobre a estrutura do Grupo Ocupacional do Magistério da Educação Básica MAG e instituiu
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ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANUEL BECKMAN QUINTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2014 1 ANO XLI - Nº 005 - SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2014. EDIÇÃO DE HOJE: 06 PÁGINAS 178º
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LEI MUNICIPAL Nº 327/2014 DE 23 DE JUNHO DE 2014
LEI MUNICIPAL Nº 327/2014 DE 23 DE JUNHO DE 2014 Cria o Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável do Município de Lagoa do Tocantins e dá outras providências A Prefeita Municipal MINERVA DICLÉIA VIEIRA
Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Mangaratiba Gabinete do Prefeito
DECRETO Nº 3442, DE 07 OUTUBRO DE 2015. ESTABELECE NORMAS PARA O REQUERIMENTO DE LICENÇA TEMPORÁRIA PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS EM GERAL, NO MUNICÍPIO DE MANGARATIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO
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QUINTA-FEIRA, 11 DE AGOSTO DE 2011 1 PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO ANO XXXVIII - Nº 113 - SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 11 DE AGOSTO DE 2011. EDIÇÃO DE HOJE: 32 PÁGINAS 89.ª SESSÃO ORDINÁRIA DA 1.ª SESSÃO LEGISLATIVA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 198, DE 20 DE JULHO DE 2015
Publicada no Boletim de Serviço, n. 8, p. 17-22 em 7/8/2015. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 198, DE 20 DE JULHO DE 2015 Regulamenta a licença para tratamento de saúde e a licença por motivo de doença em pessoa
LEI Nº 8.460, DE 17 DE SETEMBRO DE 1992. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
LEI Nº 8.460, DE 17 DE SETEMBRO DE 1992. Mensagem de veto Texto compilado Concede antecipação de reajuste de vencimentos e de soldos dos servidores civis e militares do Poder Executivo e dá outras providências.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO Regimento da Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação Aprovado pela Resolução
RDC ANVISA Nº17, DE 28/03/2013
RDC ANVISA Nº17, DE 28/03/2013 Estabelece os critérios relativos à Autorização de Funcionamento (AFE) e de Autorização Especial (AE) de farmácias e drogarias. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional
Federal e dispositivos da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, e dá outras providências.
40862 Sexta-feira 12 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Dezembro de 2003 O SR. PRESIDENTE (José Sarney) Encerrada a votação: Votaram SIM 27 Srs. Senadores; e NÃO, 48. Não houve abstenção. Total: 75 votos. As emendas
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Dispõe sobre autorização de afastamento do País de servidores e empregados do Ministério da Fazenda e suas entidades vinculadas.
PORTARIA MF Nº 160, DE 6 DE MAIO DE 2016 DOU de 09.05.2016 Dispõe sobre autorização de afastamento do País de servidores e empregados do Ministério da Fazenda e suas entidades vinculadas. O MINISTRO DE
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA n, de 08 de fevereiro de 2007
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA n, de 08 de fevereiro de 2007 Regulamenta as disposições da Lei n 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA), da Lei
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