DIÁRIO DA ASSEMBLÉIA
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- Kátia de Caminha Fidalgo
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1 ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE ANO XXXV - Nº SÃO LUÍS, QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE EDIÇÃO DE HOJE: 32 PÁGINAS 133.ª SESSÃO ORDINÁRIA DA 1.ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 16.ª LEGISLATURA SUMÁRIO RELAÇÃO DE ORADORES ATA...23 ORDEM DO DIA...04 EMENDA...24 PAUTA...04 VOTAÇÃO NOMINAL...25 SESSÃO ORDINÁRIA...04 RESENHA...25 PROJETO DE LEI...05 PARECER...26 REQUERIMENTO...06 OFÍCIO...29 INDICAÇÃO...06 MESA DIRETORA Deputado João Evangelista (PSDB) Presidente 1. Vice-Presidente: Deputado Pavão Filho (PDT) 1. Secretário: Deputado César Pires (DEM) 2. Vice-Presidente: Deputado Jura Filho (PMDB) 2. Secretário: Deputado Antônio Bacelar (PDT) 3. Vice-Presidente: Deputado Carlos Filho (PV) 3. Secretário: Deputado Nonato Aragão (PSL) 4. Vice-Presidente: Deputada Graciete Lisboa (PSDB) 4. Secretário: Deputada Fátima Vieira (PP) BLOCO PARLAMENTAR PROGRESSISTA - BPP PSDB - PDT - PSB - PT - PT do B - PTC - PSC - PSL - PRTB - PMN - PPS 1. Deputado Afonso Manoel (PSB) 2. Deputado Alberto Franco (PSDB) 3. Deputado Antônio Bacelar (PDT) 4. Deputado Arnaldo Melo (PSDB) 5. Deputado Camilo Figueiredo (PDT) 6. Deputada Cleide Coutinho (PSDB) 7. Deputado Edivaldo Holanda (PTC) 8. Deputada Eliziane Gama (PPS) 9. Deputada Graciete Lisboa (PSDB) 10. Deputada Graça Paz (PDT) 11. Deputada Helena Barros Heluy (PT) 12. Deputado João Evangelista (PSDB) 13. Deputado José Lima (PSB) Líder Deputado Marcelo Tavares 1. Deputado Antônio Pereira (DEM) 2. Deputado Carlos Alberto Milhomem (DEM) 3. Deputado César Pires (DEM) 4. Deputada Fátima Vieira (PP) 5. Deputado Francisco Gomes (DEM) 6. Deputado Fufuca (PMDB) 7. Deputado Hélio Soares (PP) 8. Deputado Joaquim Nagib Haickel (PMDB) 14. Deputado Marcelo Tavares (PSB) 15. Deputado Marcos Caldas (PT do B) 16. Deputado Mauro Jorge (PMN) 17. Deputado Nonato Aragão (PSL) 18. Deputado Pavão Filho (PDT) 19. Deputado Paulo Neto (PSB) 20. Deputado Pedro Veloso (PDT) 21. Deputado Penaldon Jorge (PSC) 22. Deputado Rigo Teles (PSDB) 23. Deputado Rubens Pereira Júnior (PRTB) 24. Deputado Soliney Silva (PSDB) 25. Deputado Stênio Resende (PSDB) 26. Deputado Valdinar Barros (PT) Vice-Líderes Deputado Rigo Teles Deputado Rubens Pereira Júnior Deputado Marcos Caldas BLOCO PARLAMENTAR DE OPOSIÇÃO - BPO DEM - PMDB - PP - PV - PTB 9. Deputado João Batista (PP) 10. Deputado Jura Filho (PMDB) 11. Deputado Manoel Ribeiro (PTB) 12. Deputada Maura Jorge (DEM) 13. Deputado Max Barros (DEM) 14. Deputado Raimundo Cutrim (DEM) 15. Deputado Ricardo Murad (PMDB) 16. Deputado Victor Mendes (PV) Líder Deputado Ricardo Murad Líder Deputado Edivaldo Holanda Vice-Líderes Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Victor Mendes LIDERANÇA DO GOVERNO Vice-Líderes Deputado Afonso Manoel Deputado Arnaldo Melo Deputado Valdinar Barros LICENCIADO Deputado Domingos Paz Deputado Carlos Braide Deputado Carlos Filho
2 2 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 I - Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final Deputado Arnaldo Melo - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior Deputado Edivaldo Holanda - VICE-PRESIDENTE Deputado Marcelo Tavares Deputado Paulo Neto Deputada Helena Barros Heluy Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Victor Mendes Deputado Ricardo Murad II - Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização Deputada Graça Paz - PRESIDENTE Deputado Pedro Veloso Deputado Carlos Alberto Milhomem - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Rigo Teles Deputado José Lima Deputado Edivaldo Holanda Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Ricardo Murad III - Comissão de Política Agrária, Produção e Desenvolvimento Sustentável Deputado Penaldon Jorge Deputado Paulo Neto Deputado Rigo Teles Deputado Raimundo Cutrim Deputado Francisco Gomes - PRESIDENTE Deputada Maura Jorge - VICE-PRESIDENTE Deputado Valdinar Barros Deputada Helena Barros Heluy Deputado Mauro Jorge IV - Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto Deputado Alberto Franco Deputado Valdinar Barros Deputado Afonso Manoel Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes V - Comissão de Relações do Trabalho e Administração Pública Deputado José Lima - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior - VICE-PRESIDENTE Deputada Eliziane Gama Deputado Fufuca Dantas Deputado Victor Mendes Deputado Valdinar Barros - PRESIDENTE Deputado Marcelo Tavares - VICE-PRESIDENTE Deputado Mauro Jorge Deputado Victor Mendes Deputado Antonio Pereira - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Stênio Rezende Deputado Ricardo Murad Deputado Camilo Figueiredo Deputado Marcos Caldas Deputado Pedro Veloso Deputado Fufuca Dantas Deputado Carlos Alberto Milhomem VI - Comissão de Saúde Deputado Afonso Manoel Deputado Valdinar Barros Deputado Marcos Caldas Deputada Maura Jorge Deputado Victor Mendes VII - Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional Deputado Hélio Soares - PRESIDENTE Deputado Joaquim Nagib Haickel - VICE-PRESIDENTE Deputado Marcos Caldas Deputado Rigo Teles Deputado Penaldon Jorge Deputado Paulo Neto Deputado Mauro Jorge Deputado Stênio Rezende Deputada Maura Jorge Deputado Fufuca Dantas VIII - Comissão de Defesa do Consumidor Deputado Fufuca Dantas - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho Deputado Joaquim Nagib Haickel - VICE-PRESIDENTE Deputada Graça Paz Deputado Paulo Neto Deputada Eliziane Gama Deputado Valdinar Barros Deputada Maura Jorge Deputado Alberto Franco Deputado Antonio Pereira IX - Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Deputada Helena Barros Heluy - PRESIDENTE Deputado Rubens Júnior - VICE-PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado Antonio Pereira Deputado Edivaldo Holanda Deputado Marcelo Tavares Deputado João Batista Deputado Victor Mendes 3.ª Feiras às 08:30hs Glacimar Fernandes Sampaio 2.ª Feiras às 15:00hs Regina Maria Marinho de Paula 2.ª Feiras às 15:00hs Valdenise Fernandes Dias 2.ª Feiras às 15:00 hs Maria das Dores Pinto Magalhaes 3.ª Feiras às 08:00hs Lucimar Ribeiro de Melo 4.ª Feiras às 08:30hs Silvia Tereza Nogueira Marques 4.ª Feiras às 08:00hs Elizabeth Lisboa Ribeiro 5.ª Feiras às 08:30hs Silvana Roberta A. Almeida 5.ª Feiras às 08:30hs Leilemar Vieira Ribeiro
3 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE X - Comissão de Obras, Serviços Públicos e Habitação Deputada Maura Jorge - PRESIDENTE Deputado Stênio Rezende Deputado Afonso Manoel - VICE-PRESIDENTE Deputado Alberto Franco Deputado Camilo Figueiredo Deputado Rigo Teles Deputado Marcos Caldas Deputado Francisco Gomes Deputado Ricardo Murad Deputado Victor Mendes XI - Comissão de Meio Ambiente, Minas, Energia Deputado Penaldon Jorge - PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo - VICE-PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado João Batista Deputado Antonio Pereira Deputado Mauro Jorge Deputado Alberto Franco Deputada Cleide Coutinho Deputado Victor Mendes Deputado Francisco Gomes XII - Comissão de Ética Deputado Edivaldo Holanda - PRESIDENTE Deputada Graça Paz Deputado Carlos Alberto Milhomem - VICE-PRESIDENTE Deputada Helena Barros Heluy Deputada Eliziane Gama Deputada Cleide Coutinho Deputado Marcelo Tavares Deputado Joaquim Nagib Haickel Deputado Francisco Gomes Deputado Raimundo Cutrim XIII - Comissão de Economia, Indústria, Comércio e Turismo Deputado Afonso Manoel - PRESIDENTE Deputado Pedro Veloso Deputado Alberto Franco Deputado Hélio Soares Deputado João Batista Deputado Camilo Figueiredo Deputado Stênio Rezende Deputado Rigo Teles Deputado Fufuca Dantas XIV - Comissão de Legislação Participativa Deputado Alberto Franco - PRESIDENTE Deputado Camilo Figueiredo Deputado Stênio Rezende - VICE-PRESIDENTE Deputado Paulo Neto Deputado Pedro Veloso Deputado Rubens Júnior Deputado Fufuca Dantas Deputado Victor Mendes Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Antonio Pereira XV - Comissão de Previdência, Assistência Social e da Família Deputada Cleide Coutinho - PRESIDENTE Deputado José Lima Deputada Graça Paz - VICE-PRESIDENTE Deputado Mauro Jorge Deputado Soliney Silva Deputado Arnaldo Melo Deputado Hélio Soares Deputado João Batista Deputado Fufuca Dantas XVI - Comissão de Segurança Pública e Cidadania Deputado Raimundo Cutrim - PRESIDENTE Deputado José Lima Deputado João Batista - VICE-PRESIDENTE Deputado Arnaldo Melo Deputado Camilo Figueiredo Deputado Afonso Manoel Deputado Marcelo Tavares Deputado Francisco Gomes Deputado Rigo Teles Deputado Fufuca Dantas XVII - Comissão da Infância, Juventude e Idoso Deputado Rubens Júnior - PRESIDENTE Deputado Edivaldo Holanda Deputada Graça Paz - VICE-PRESIDENTE Deputado Valdinar Barros Deputado Afonso Manoel Deputada Eliziane Gama Deputado Raimundo Cutrim Deputado Hélio Soares Deputado Victor Mendes Deputado João Batista XVIII - Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher Deputada Eliziane Gama - PRESIDENTE Deputada Cleide Coutinho - VICE-PRESIDENTE Deputada Helena Barros Heluy Deputada Maura Jorge Deputado Raimundo Cutrim Deputado Penaldon Jorge Deputada Graça Paz Deputado Marcos Caldas Deputado João Batista Deputado Hélio Soares 3.ª Feiras às 08:30 hs Dulcimar Mendonça Cutrim 3.ª Feiras às 08:00 hs Eunes Maria Borges Santos 4.ª Feiras às 14:00 hs Célia Pimentel 4.ª Feiras às 08:30 hs Lúcia Maria Oliveira Furtado 4.ª Feiras às 08:30 hs Suly Rose Coutinho Ferreira 4.ª Feiras às 08:30 hs Leibe Prazeres Barros 3.ª Feiras às 08:30 hs Iranise Lemos de Castro 4.ª Feiras às 08:30 hs Maria Helena Bandeira Tribuzi 4.ª Feiras às 08:30 hs Antonia Andrade
4 4 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 07/11/ a FEIRA GRANDE EXPEDIENTE BRO DO ANO EM CURSO, EM DECORRENCIA DE ENCON- TRAR-SE EM MISSÃO DO PODER LEGISLATIVO, NA CAPI- TAL FEDERAL. 1. o ORADOR (a) - 30 minutos TEMPO DOS BLOCOS PARLAMENTARES 1. BLOCO PARLAMENTAR DE OPOSIÇÃO - BPO - 23 MINUTOS 2. BLOCO PARLAMENTAR PROGRESSISTA - BPP - 37 MINUTOS ORDEM DO DIA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA QUARTA-FEIRA I - PROJETOS DE LEI EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO EM 2º TURNO TRAMITAÇÃO ORDINÁRIA 1. PROJETO DE LEI Nº 106/07, DE AUTORIA DO DEPU- TADO PAVÃO FILHO, QUE DISPÕE SOBRE A POLÍTICA ESTA- DUAL DE INCENTIVO DO TURISMO E DÁ OUTRAS PROVI- DÊNCIAS. COM PARECERES FAVORÁVEIS DAS COMISSÕES DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL, RELATOR SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES E DE ECONOMIA, INDÚSTRIA, COMÉRCIO E TURISMO, RELATOR SENHOR DEPUTADO HÉLIO SOARES. 2. PROJETO DE LEI Nº 156/07, DE AUTORIA DO DEPU- TADO PAVÃO FILHO, QUE DISPÕE SOBRE INCENTIVO FIS- CAL AO ESPORTE AMADOR NO ESTADO DO MARANHÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. COM PARECER CONTRÁRIO DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL, RELATOR SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA; O AUTOR DA PROPOSIÇÃO RECORREU DA DE- CISÃO DA REFERIDA COMISSÃO CONFORME O ART. 175, 4º DO R.I., SENDO O PARECER REJEITADO PELO PLENÁRIO EM 08/10/07, RETORNANDO O PROJETO Á COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E FISCALIZAÇÃO, QUE EMITIU PARECER FAVORÁVEL, RELATOR SENHOR DEPUTADO RIGO TELES. II PROJETO DE RESOLUÇÃO LEGISLATIVA EM DISCUSSÃO E VOTAÇÃO EM 1º TURNO TRAMITAÇÃO ORDINÁRIA 1. PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 023/07, DE AUTORIA DO SENHOR DEPUTADO AFONSO MANOEL, QUE CONCE- DE TÍTULO DE CIDADÃ MARANHENSE A IRMÃ MARIA NÚBIA RIBEIRO MELO, NATURAL DE IPÚ, ESTADO DO CE- ARÁ. COM PARECER FAVORÁVEL OFERECIDO PELA COMIS- SÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL. RELATOR SENHOR DEPUTADO JOAQUIM HAICKEL. III REQUERIMENTO À DELIBERAÇÃO DO PLENÁRIO 1. REQUERIMENTO Nº 497/07, DE AUTORIA DO DEPU- TADO RUBENS PEREIRA JUNIOR, QUE REQUER, DEPOIS DE OUVIDO O PLENÁRIO, SEJA CONSIGNADO NOS ANAIS DES- TA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA, UM VOTO DE APLAUSO AO GRUPO MATEUS SUPERMERCADOS, PELA FELIZ INICIATI- VA DE HASTEAR A BANDEIRA DO MARANHÃO NA ENTRA- DA DE SUAS LOJAS EXISTENTES NESTE ESTADO. IV REQUERIMENTO À DELIBERAÇÃO DA MESA 1. REQUERIMENTO Nº 498/07, DE AUTORIA DA DEPU- TADA FÁTIMA VIEIRA, QUE REQUER, DEPOIS DE OUVIDA A MESA, SEJAM JUSTIFICADAS AS SUAS FALTAS DAS SESSÕES PLENÁRIAS REALIZADAS ENTRE OS DIAS 29 A 31 DE OUTU- PAUTA DE PROPOSTAS PARA RECEBIMENTO DE EMENDAS: DATA: 07/11/2007 4ª FEIRA: ORDINÁRIA 1ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI N 302/07, de autoria do Senhor Deputado Manoel Ribeiro, que dispõe sobre a construção de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário em edifícios e condomínios e dá outras providências. 2. PROJETO DE LEI Nº 303/07, de autoria da Mesa Diretora, que dispõe sobre o reajuste do vencimento dos servidores do Poder Legislativo do Estado do Maranhão. ORDINÁRIA 2ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 299/07, de autoria do Senhor Deputado Mauro Jorge, que institui a política estadual de incentivo à produção e ao consumo de mandioca seus derivados e dá outras providências. 2. PROJETO DE LEI Nº 300/07, de autoria do Senhor Deputado Mauro Jorge, que altera dispositivo do artigo 2º da Lei 7.081, de 27 de março de 1998, a qual modificou os dispositivos da Lei 6.170, de 10 de novembro de 1994, criou o Município de Lagoa Grande do Maranhão e Ratifica os atuais limites com os municípios de Lago da Pedra, São Raimundo do Doca Bezerra, Jenipapo dos Vieira, Arame e Marajá do Sena. 3. PROJETO DE LEI Nº 301/07, de autoria do Senhor Deputado César Pires, que considera de Utilidade Pública, a Associação dos Funcionários Públicos do Município de Paraibano ASFUMP, com sede e foro em Paraibano-MA. ORDINÁRIA 3ª SESSÃO: 1. PROJETO DE LEI Nº 298/07, de autoria do Senhor Deputado marcos Caldas, que considera de Utilidade Pública, a Fundação Monsenhor Pedro Santos-FUMPS, com sede e foro em Brejo-MA. SECRETARIA GERAL DA MESA DO PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, em Sessão Ordinária da Primeira Sessão Legislativa da Décima Sexta Legislatura da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, lavrada em seis de novembro de dois mil e sete. Presidente Senhor Deputado Pavão Filho. Primeiro Secretário, em exercício, Senhor Deputado Antônio Pereira. Segunda, em exercício, Senhora Deputada Graça Paz. Ás nove horas e trinta minutos, presentes os Senhores Deputados Afonso Manoel, Alberto Franco, Antônio Pereira, Arnaldo Melo, Carlos Alberto Milhomem, César Pires, Cleide Coutinho, Edivaldo Holanda, Eliziane Gama, Fátima Vieira, Francisco Gomes, Fufuca Dantas, Graciete Lisboa, Graça Paz, Hélio Soares, Helena Barros Heluy, João Batista, Joaquim Nagib Haickel, José Lima, Jura Filho, Manoel Ribeiro, Marcelo Tavares, Marcos Caldas, Mauro Jorge, Max Barros, Nonato Aragão, Paulo Neto, Pavão Filho, Pedro Veloso, Penaldon Jorge, Ricardo Murad, Rigo Teles, Rubens Pereira Júnior, Soliney Silva, Stênio Rezende, Valdinar Barros e Victor Mendes. Ausentes: Antônio Bacelar, Camilo Figueiredo, João Evangelista (em missão deste Poder), Maura Jorge e Raimundo Cutrim. I ABERTURA. PAVÃO FILHO - Em nome do povo e invocando a proteção de Deus, iniciamos nossos trabalhos.
5 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE PAVÃO FILHO - Com a palavra, a Senhora Segunda para fazer a leitura do texto bíblico e do resumo da Ata da Sessão anterior. A SENHORA SEGUNDA SECRETÁRIA EM EXERCÍCIO DEPUTADA GRAÇA PAZ (lê texto bíblico e ata) - Ata lida, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Ata lida e considerada aprovada. PAVÃO FILHO - Com a palavra, o Senhor Primeiro Secretário para fazer a leitura do Expediente. Parágrafo único. O reajuste estabelecido no caput aplica-se também aos aposentados e pensionistas decorrentes do exercício dos cargos constantes dos Anexos I a III, consoante determina o 8º do art. 40 da Constituição Federal. Art. 2º As despesas resultantes da aplicação desta Lei correrão à conta das dotações orçamentárias próprias. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de 1º de outubro de Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS, em 30 de outubro de JOÃO EVANGELISTA - Deputado Estadual - CÉSAR PIRES - Deputado Estadual - ANTÔNIO BACELAR - Deputado Estadual O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO EM EXERCÍCIO DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA - (lê expediente). II EXPEDIENTE. PROJETO DE LEI Nº 302 / 07 Dispõe sobre a construção de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário em edifícios e condomínios e dá outras providências. Art. 1º - Os edifícios com gabarito vertical a partir de três andares e os condomínios residenciais com mais de 10 unidades, no âmbito do Estado do Maranhão, deverão ter, obrigatoriamente, pequenas Estações de Tratamento Sanitário - ETE. 1º - Nos edifícios e nos condomínios abrangidos pela presente lei que ainda não dispuserem da Estação de Tratamento Sanitário ETE, esta deverá ser obrigatoriamente construída no prazo de 12 (doze) meses. Parágrafo Único: O estabelecido no caput deste artigo desta Leii, aplica-se aos municípios com população superior a 20 (vinte) mil habitantes. Art. 2º - O não cumprimento das normas contidas na presente Lei, ensejará, nas seguintes sanções, sem prejuízo das estabelecidas no Código de Proteção ao Meio Ambiente (Lei Estadual nº de 08 de abril de 1992), da natureza civil e penal: I Advertência II Multa pecuniária no valor de 10 a Ufir s; III A pena de multa será aplicada mediante procedimento administrativo nos termos da Lei. Art. 3º - Os valores provenientes das sanções de que trata o artigo anterior serão arrecadados através da Receita Estadual e aplicados na execução de projetos de saneamento ambiental, nos municípios onde foram originados os recursos oriundos do auto de infração. Art. 4º - Para os efeitos da presente Lei, ficam arrolados todos os prédios estabelecidos e hospedados para o devido aporte de ETE s ao longo de 12 (doze) meses, a contar da data da publicação da presente Lei. Art. 5º - Ficara a cargo do CREA e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a fiscalização para o cumprimento das normas estabelecidas nesta Lei. Art. 6º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão, 31 de outubro de MANOEL RIBEIRO - Deputado Estadual PROJETO DE LEI Nº 303 / 07 Dispõe sobre o reajuste do vencimento dos servidores do Poder Legislativo do Estado do Maranhão. Art. 1º O vencimento-base dos servidores efetivos do Poder Legislativo fica reajustado para os valores constantes no Anexo I a III.
6 6 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 Senhor Presidente REQUERIMENTO Nº 497 / 07 Na forma regimental requeiro a V. Exa. que, depois de ouvido o Plenário, seja consignado nos Anais desta Assembléia Legislativa um voto de aplauso ao Grupo Mateus Supermercados, pela feliz iniciativa de hastear a Bandeira do Maranhão na entrada de suas lojas existentes neste estado. É sempre motivo de grande satisfação ver diariamente, o lábaro gonçalvino no alto do mastro, tremulando ao vento da liberdade e da esperança. E este ato cívico, embora pareça simples, reflete diretamente em nosso sentimento de amor e de devoção à esta querida terra, dandonos a certeza de que devemos acreditar e lutar para que o Maranhão dos nossos sonhos seja realidade. Requeiro, ainda, que seja encaminhada mensagem de congratulações ao Sr. Ilson Mateus Rodrigues, Presidente do Grupo Mateus Supermercados, extensiva aos demais funcionários da empresa, pelo louvável ato de civismo. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, 05 de novembro de RUBENS PEREIRA JUNIOR - Deputado Estadual NOS TERMOS DO ART. 107 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU A INCLUSÃO DO REQUERIMEN- TO NA ORDEM DO DIA EM: Senhor Presidente, REQUERIMENTO Nº 498 / 07 Nos termos do que dispõe o Regimento Interno do Poder Legislativo, requeiro a V. Exa., após a apresentação da Mesa, que seja justificadas as minhas ausências das Sessões Plenárias realizadas entre os dias 29 e 31 de outubro do ano em curso, em decorrência de encontrar-me em missão do Poder Legislativo, na Capital Federal. PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS, DO PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO, em 21 de maio de FÁTIMA VIEIRA - Deputada Estadual PP 4ª Geral da Mesa. NOS TERMOS DO ART. 107 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU A INCLUSÃO DO REQUERIMEN- TO NA ORDEM DO DIA EM: Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1579 / 07 Na forma regimental, requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado oficio ao Ilustríssimo Senhor Gerente de Relações Institucionais da OI TELEMAR, Doutor José Fernandes Pauletti, solicitando que determine providencias no sentido de que sejam instalados sistemas de Telefones Público - TUP (Orelhões) para atender as comunidades dos Povoados do Município de Afonso Cunha, a seguir denominados: Loiola; São Francisco do Braga; Olho D agua; e os Bairros e Trizidela e o de Fátima, localizados na sede do Município. As comunidades residentes nos povoados citados, todos do Município de Afonso Cunha, da região do Alto Munim, com uma média de população estimulada em 200 famílias, cada, na maioria de agricultores, padecem, há muito, pela falta de comunicação, que tem levado muitos sofrimentos aquelas populações. Desse modo, a inclusão das comunidades dos Povoados da Zona Rural do Município de Afonso Cunha, no programa de expansão dos serviços de telefonia, contribuirá, sem duvida, para o resgate da dignidade e da cidadania das populações que residem naqueles povoados do interior do nosso Estado. SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 23 de outubro de EDIVALDO HOLANDA - Deputado Estadual PTC NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente: INDICAÇÃO Nº 1580 /07 Nos termos do que dispõe o Regimento Interno do Poder Legislativo, requeiro a V.Exa., após a aprovação da Mesa, que seja encaminhado expediente ao Diretor Presidente do Banco Bradesco, Senhor Márcio Artur Laurelli Cypriano, solicitando a manutenção da agência bancária localizada na cidade de Lago da Pedra, Estado do Maranhão que, conforme notícias divulgadas naquela cidade, há previsão de encerramento de suas atividades. Lago da Pedra, cidade localizada na Região do Médio Mearim, é uma das mais prósperas e desenvolvidas da região, com um comércio em crescente expansão, além de inúmeros prestadores de serviços que utilizam essa casa bancária para efetuar transações financeiras. O fechamento dessa agência acarretará grandes transtornos a milhares de correntistas e beneficiários da previdência social, que utilizam da instituição para fazer pagamentos, depósitos ou percebem pensões e aposentadorias oriundas da previdência social, residentes não só em Lago da Pedra, mas também, nos municípios circunvizinhos, a exemplo de centenas de idosos residentes em Paulo Ramos, Marajá do Sena, Lagoa Grande, Lago dos Rodrigues, Lago do Junco, que use utilizam dessa Agencia do Bradesco em Lago da Pedra para receberem o seus benefícios. São Luis, em 05 de novembro de Deputada Maura Jorge NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1581 / 07 Na forma regimental requeiro a Vossa Excelência que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado expediente à Secretaria Estadual de Saúde, na pessoa da Coordenadora do Departamento Epidemiológico, Senhora Graça Lírio Leite, solicitando que seja enviado a este Poder a relação de todos os pacientes de Bacabal (MA) inscritos no Programa Nacional de Controle da Hanseníase. Nosso pedido justifica-se em virtude da quantidade alarmante de casos de hanseníase nestas cidades e a falta de distribuição adequada da medicação para o tratamento dos pacientes portadores desta enfermidade. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, de Novembro de FÁTIMA VIEIRA Deputada Estadual PP 4ª da Mesa Diretora. NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente INDICAÇÃO N.º 1582 / 07 Na forma regimental requeiro a V. Exa. que, depois de ouvida a Mesa, seja encaminhado expediente ao Dr. José Soares Junior, Gerente de Relações Institucionais da TELEMAR Norte Leste S/ A, solicitando a instalação de um telefone público no Povoado Barraca do Açude, Município de Bacabal.
7 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE A referida localidade possui uma população de, aproximadamente, de 322 habitantes e 62 casas e não dispõe dessa prestação de serviço, sendo que os telefones públicos mais próximos ficam nos Povoados São Paulo Apóstolo e Brejinho, distantes 6 e 9 quilômetros respectivamente. Portanto o atendimento da presente solicitação resolverá o problema vivido pela comunidade do Povoado Barraca de Açude, que precisa deslocar-se para outros povoados a fim fazer contato telefônico, principalmente nos casos de urgência e emergência SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, 1º de novembro de GRACIETE LISBOA - Deputada Estadual NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1583 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, aos 217 Prefeitos dos Municípios do Estado do Maranhão. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, as instituições supracitadas terão condições de prestar suas contribuições ao seu aperfeiçoamento a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo, com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1584 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, ao Secretário de Estado da Educação, o Sr. Lourenço Vieira da Silva. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, o Excelentíssimo Secretário de Estado de Educação terá condições de prestar sua contribuição ao aperfeiçoamento do aludido Projeto a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo, com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1585 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, aos 17 Gestores de Educação das Regionais. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, os Ilustres Gestores de Educação terão maiores condições de prestar sua contribuição ao aperfeiçoamento do aludido Projeto a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público
8 8 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo, com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1586 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, aos Secretários Municipais de Educação. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, os Ilustres Secretários Municipais terão condições de prestar suas contribuições para seu aperfeiçoamento a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo, com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1587 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, aos Assessores Especiais de Educação do Governo do Estado do Maranhão. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, os Ilustres Assessores terão condições de prestar suas contribuições ao aperfeiçoamento do aludido Projeto a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo, com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. Senhor Presidente, INDICAÇÃO Nº 1588 / 07 Na forma do que dispõe o Regimento Interno deste Parlamento, Requeiro a Vossa Excelência que, após ouvida a Mesa, seja encaminhado, através de Ofício, cópia do Projeto de Lei nº 278/07 que dispõe sobre as Diretrizes e Bases da Educação no Maranhão DBE- MA, de minha autoria, ao Presidente do Conselho Estadual de Educação. A instituição de um Sistema de Ensino próprio do Estado do Maranhão, em condição de colaboração com a União e os municípios, é uma proposta que interessa a todos, especialmente às diversas Instituições de Ensino, públicas e particulares, às entidades estudantis, de representação dos diretores e professores e aos pais de alunos. A construção dos alicerces educacionais do Estado merece a participação de toda a sociedade diretamente interessada, a fim de que propostas sejam colhidas, o Projeto aperfeiçoado e o ensino no Maranhão passe a ter, como diretriz, um documento fruto de um trabalho conjunto e democrático, com relevante contribuição social. O Projeto de Lei nº 278/07 não é um projeto pronto e acabado e, por isso, merece o contributo de todos. Uma vez munido de cópia da referida proposição, a instituição supracitada terá condições de prestar sua contribuição ao seu aperfeiçoamento a fim de que, em breve, possamos entregar ao povo maranhense a Lei que disporá sobre as diretrizes e bases da Educação no Estado do Maranhão. Frisa-se, outrossim, que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) dará início a uma série de seminários reunindo representantes de professores, pais de alunos e sociedade organizada, com o desiderato de colher dados importantes para a instituição de um Sistema Público e Integrado de Educação, matéria esta inserta no Projeto de Lei retro aludido. Por tais razões, solicitamos a V. Exa. seja acatado o presente pleito a fim de que o referido Projeto seja amplamente discutido, com o objetivo de que, no porvir, possa esta Casa Legislativa aprová-lo,
9 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE com a contribuição das entidades diretamente interessadas, para que o Maranhão possa se ver salvaguardado por uma Lei que determine as diretrizes maiores do sistema de ensino no nosso Estado. Plenário Gervásio Santos do Palácio Manoel Bequimão. São Luís, 31 de outubro de PAVÃO FILHO - Deputado Estadual - PDT - 1º Vice-Presidente NA FORMA DO ART. 146 DO REGIMENTO INTERNO, O SR. PRESIDENTE DETERMINOU O ENCAMINHAMENTO DA PRESENTE INDICAÇÃO. O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO EM EXERCÍCIO DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA - Expediente lido, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Expediente lido à publicação. III - PEQUENO EXPEDIENTE. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao Deputado Valdinar Barros, por cinco minutos sem apartes. O SENHOR DEPUTADO VALDINAR BARROS (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, senhores e senhoras da galeria, senhores e senhoras da imprensa. Senhor Presidente, neste domingo passado eu tive a alegria de visitar o P- AÇAI (Projeto de Assentamento Açaí) que fica a 30 km de Açailândia lá na região Sul do Maranhão. O Projeto Açaí tem em torno de 600 famílias de trabalhadores e trabalhadoras rurais que saíram de várias cidades da região Tocantina: Açailândia, Itinga, Imperatriz, João Lisboa, São Francisco do Brejão, Buritirana, Senador La Roque, Governador Edison Lobão. Então foram diversas famílias que se congregaram numa luta apoiada, implementada pelo MST, conquistaram uma área de mais de 30 mil hectares de terra de uma empresa antiga chamada SUDAM. Esse Projeto de Assentamento está subdividido em várias áreas, tem a Nova Conquista que tem pouco mais de 60 famílias, tem a SUDAM, tem a Macaúba, tem a Conquista da Lagoa e o 50 Bis, formando, portanto, senhores e senhoras deputadas e deputados, cinco vilas, compondo esse grande P-AÇAÍ que já tem recibo alguma infra-estrutura através do INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. E hoje aquelas famílias lutam apesar de já terem conquistado estrada, energia, poços artesianos, escolas, eles agora estão implementando uma nova luta pela melhoria da qualidade das residências, a reforma das casas, ali já feitas há mais de 10 anos, estão numa luta para melhorar a qualidade da produção implementando tecnologia, mecanização da terra para melhorar tanto a qualidade como a quantidade da produção que eles desenvolvem ali. Então são comunidades que nós tivemos a felicidade de domingo passado visitar aquelas famílias conversar com os lavradores e eles, reclamando de alguma infra-estrutura que ainda falta ser implementado naquelas áreas para aquelas famílias, para melhorar ainda mais a qualidade de vida. E nós tivemos ali discutindo, falando da esperança, da perspectiva que nós temos hoje com o novo governo do Estado do Maranhão que é o Dr. Jackson Lago, tivemos com eles ali fazendo esse debate, no sentido de estarmos juntos com aquelas famílias buscando ainda mais novas conquistas, novas melhorias para qualidade de vida daquelas famílias. Então, 50 Bis que é a vila maior do P.A AÇAIs tem uma representação de mais de 150 das 600 famílias que compõem toda área, nós congregamos ali domingo este debate envolvendo todas as outras comunidades. Então quero deixar aqui registrado nos Anais desta Casa, a grande luta implementada por aquelas famílias para conquistar o seu patrimônio familiar, conquistar a sua vida e conquistar ali acima de tudo a dignidade, são famílias que viviam marginalizadas nas periferias das grandes cidades como Açailândia e Imperatriz e hoje a gente sente a alegria, a felicidade da independência e da autonomia que aquelas famílias estão conquistando naquela área no grande P.A-AÇAI (Projeto de Assentamento Açaí). Então era esse o registro que nós queríamos deixar nessa manhã de hoje nos Anais dessa Casa. Muito obrigado. PAVÃO FILHO Concedo a palavra a Deputada Graça Paz. A SENHORA DEPUTADA GRAÇA PAZ (sem revisão da oradora) Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, senhores e senhoras da imprensa, senhores e senhoras da galeria. Eu não gostaria de estar aqui nesta tribuna hoje para falar do assunto que vou tratar, na saída de casa eu fui dar uma olhadinha no site da Assembléia por que ontem eu não pude vir a sessão e vi lá o pronunciamento do Deputado Ricardo Murad, que fez ontem aqui desta tribuna falando a respeito de um assunto que, para mim é considerado morto e sepultado. Mas se o Deputado Ricardo Murad achou que devia ressuscitar este assunto e eu em respeito, não ao Deputado Ricardo Murad, mas em respeito a população de São Luís a esta galeria que todos os dias está aqui nos prestigiando e respeito também a imprensa do meu Estado, eu vim dar alguns esclarecimentos que eu achava que nem era necessário, mas se o assunto foi trazido novamente para esta Casa eu me acho na obrigação de fazer isso. O Deputado Ricardo Murad veio ontem falar a respeito de uma gravação que um, se é que eu posso chamar de cidadão lá de Santa Helena, irregularmente, se passando por meu eleitor de Santa Helena que isso não vem ao caso poderia ser meu eleitor, poderia não ser, mas ele se passou por uma outra pessoa, me fez uma ligação e gravou, quer dizer isso é ilegal, jamais ele poderia gravar e depois publicar esta gravação. Onde ele me pergunta se eu estava demitindo uma diretora de Santa Helena, lá de uma escola que é do Estado, em Santa Helena, o Deputado Ricardo Murad falou que eu estava demitindo várias diretoras, que eu teria demitido várias diretoras ou pedido para demitir que eu não tenho nenhum poder para demitir nenhum funcionário, eu sou é legisladora, não faço parte do Executivo e ele falou em várias diretoras, foi apenas uma diretora que em visita lá a Santa Helena, as minhas lideranças de Santa Helena onde eu tive mais de 500 votos com um só vereador, e lá me chegaram várias denúncias a respeito desta diretora, uma diretora só, e essas denúncias eu trouxe e levei para a Secretaria de Educação e a denúncia que era do próprio secretário da escola dizendo que a diretora usava os recursos da merenda escolar para fazer supermercado. Eu na época não disse isto para um vereador que é chamado Capim Gordura, que foi o cidadão que me ligou e gravou. Inclusive esse cidadão ia para as rádios falar com grande falta de respeito, do nosso ex-governador José Reinaldo e falar de várias autoridades que não faziam parte, não fazem parte do seu grupo e ele só calou depois que ele levou uma grande surra em praça pública, aí nunca mais eu ouvi dizer que o vereador Capim Gordura tenha desrespeitado as pessoas. Eu acho que a surra foi bem dada, porque a partir daí ele passou a respeitar as autoridades, passou a respeitar as pessoas. E na época eu denunciei aqui para a Secretaria de Educação, não falei para o Capim Gordura que estava se passando por uma outra pessoa, porque é que eu tinha pedido lá na Secretaria que fizesse a investigação a respeito dessa diretora e eu não falei porque ela me procurou e me pediu que eu não a prejudicasse que eu tivesse pena porque ela tinha filhos para criar e eu simplesmente cheguei lá na Secretaria de Educação, falei somente para os gestores, o Secretário Lourenço Vieira da Silva, e disse que tinha essas denúncias e que a Secretaria investigasse e foram detectados realmente irregularidades, ela nem prestou contas e foi realmente tirada da Diretoria. A direção de uma escola, na realidade, é um cargo de confiança do governador e na época eu disse que diretor não faz concurso para ser diretor, professor, sim, mas diretor, não. E se tem uma diretora que fala mal do governo, que é contra o governo do qual está participando, ela não pode fazer um bom trabalho à frente da direção de uma escola. Agora quero dizer aqui ao deputado Ricardo Murad, quero dizer à Imprensa do meu Estado, à galeria, aos meus colegas deputadas e deputados que sou a favor de que a direção de uma escola seja escolhida por um colegiado do próprio município. Eu até concordo que seja escolhida por professores porque são quem conhecem a capacidade daquela diretora ou daquele diretor, além dos alunos, pais
10 10 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 e mães. A partir de agora, estou de acordo que seja dessa forma a discussão desse assunto, mas quero deixar bem claro aqui à Imprensa do meu Estado que aconteceu dessa forma e eu achei que era um assunto acabado, não tenho menos preocupação a respeito disso. O Capim Gordura, que gravou, fez isso irregularmente, mas para mim é um assunto acabado e estou apenas falando porque o deputado Ricardo Murad veio aqui a esta tribuna ontem e voltou a falar nesse assunto. Na época, inclusive, o deputado Ricardo Murad colocou no seu programa eleitoral, no programa do seu partido que estava em plena campanha e, na mesma época, amigos lá de Coroatá que assistiram ao programa não gostaram, claro, porque os meus amigos de Coroatá são adversários do deputado Ricardo Murad e me ligaram, dizendo: deputada, se a Senhora quer alguma coisa, que a Senhora vá para a tribuna falar e eu disse não, eu não trabalho desse jeito. Todo mundo que me conhece sabe que eu não jogo baixo com ninguém. Sou uma pessoa dessa forma aqui que vocês estão vendo aqui, quem me conhece sabe que eu não uso de determinados expedientes para chegar aonde eu quero. Eu sou uma pessoa que faz coisas na maior clareza, na maior honestidade. Quem me conhece sabe do que estou falando. Então, não quero, não quis nenhum dossiê, nada que viesse aqui contra o deputado Ricardo Murad que agora estou passando a conhecer e vejo que ele não é a pessoa que eu achava que era. É uma pessoa amiga, é uma pessoa decente a quem eu estou aprendendo a admirar. Então, para concluir, quero dizer que não quero mais falar nesse assunto principalmente aqui nesta tribuna onde devem ser tratados assuntos de maior importância. Muito obrigada. PAVÃO FILHO - Eu quero registrar, a pedido da deputada Helena Barros Heluy, a presença do Senhor Gregório Moura Santos, dirigente da CEBES e militante do PT em Anajatuba, que se encontra na galeria. Seja bem-vindo, Senhor Gregório, a este Parlamento. Quero registrar também a presença, em nosso plenário, do nosso Querido Deputado Federal Ribamar Alves, presidente regional do PSB do Maranhão. É um prazer, deputado Ribamar, fique à vontade nesta Casa. Concedo a palavra ao deputado Rubens Pereira Júnior. O SENHOR DEPUTADO RUBENS PEREIRA JÚNIOR (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores membros da Mesa, Nobres Colegas Deputados, Ilustre Deputado Federal Ribamar Alves, que nos honra hoje com a sua presença nesta Casa, servidores, Imprensa, galeria e internautas. Senhor Presidente, na verdade, são duas breves considerações sobre dois assuntos que considero importantes e pertinentes em um momento de hoje e eu não poderia deixar de fazer o registro nos Anais da Casa. Primeiro é para chamar atenção da Imprensa, da galeria, da sociedade e dos colegas deputados sobre a realização amanhã de uma audiência pública com o tema Violência Contra a Pessoa Idosa e a Construção de uma Rede Intersetorial em Defesa do Idoso e da Acessibilidade de Direitos. Como presidente da Comissão da Infância, Juventude e do Idoso, estivemos durante o ano realizando diversas audiências tanto no quesito juventude quanto no âmbito da infância e agora chegou o momento de fazermos uma audiência pública para tratar a situação dos idosos no Maranhão que normalmente são os mais esquecidos, os menos contemplados e, por isso, nós temos que resgatar a sua condição merecedora na sociedade até porque a terceira idade ou a melhor idade, como muitos chamam, na verdade, é o melhor caminho. A partir do momento em que todos nós tivermos consciência de que iremos passar por isso, daremos a atenção devida e necessária da forma específica. A nossa Legislação Estadual é muitos carente no quesito de assuntos pertinentes ao direito do idoso e não poderíamos permanecer inertes diante de tão grave problema. E acreditamos que sairão desta audiência pública soluções como a regulamentação do transporte intermunicipal para a pessoa idosa. Todos sabem que é garantido pela lei que o idoso não precisa pagar a passagem no transporte intermunicipal e que o transporte municipal fica a cargo da Câmara Municipal, mas o transporte intermunicipal tem que ser regulado por esta Assembléia Legislativa e acredito que esta será uma das deliberações que sairá dessa audiência pública que será realizada no dia de amanhã, a partir das 15 horas e que contará com a presença do Senhor Promotor Paulo Roberto Barbosa, promotor do Direito do Idoso e presidente do Conselho Nacional de Política sobre o Direito do Idoso. A audiência servirá de base para o seminário que estará acontecendo naquela Promotoria no dias 08 e 09, portanto, na quinta e na sextafeira. Então, na verdade, serão três dias no Estado do Maranhão, na capital, tratando sobre o direito do idoso. Na quarta-feira, aqui na Assembléia, e, na quinta e na sexta-feira, nas Promotorias. Então, peço a compreensão e a presença dos deputados, da Imprensa e da galeria para tratar desse assunto. O segundo assunto, presidente Pavão Filho, eu quero logo, antes de adentrar no tema, abrir um parênteses e dizer que não conheço pessoalmente o doutor Wilson Mateus, dono do Supermercado Mateus, mas, entretanto um ato dele me chamou atenção e acredito que é digno ser mencionado nesta Casa e ficar registrado nos Anais da Casa, portanto entrei com um Requerimento pedindo que seja consignado nos Anais da Casa um voto de aplauso ao grupo Mateus Supermercado pela feliz iniciativa de hastear a bandeira do Maranhão nas entradas das suas lojas existentes neste Estado. Hoje ao passarmos em qualquer bairro de São Luís constatamos que nos Supermercado Mateus bem em frente tem uma ampla bandeira, uma bandeira bem grande do Estado do Maranhão e acredito que esse ato de divulgar um dos nossos símbolos estaduais é muito importante e dignifica cada vez mais. É um ato de civismo que embora pareça bastante simples reflete diretamente em nosso sentimento de amor e de devoção a nossa querida terra dando-nos a certeza de que devemos acreditar e lutar para que o Maranhão dos nossos sonhos seja realidade. Então estendo esse aplauso, essas congratulações ao Grupo Mateus no nome do Senhor Wilson Mateus Rodrigues, presidente do grupo e estendendo também aos demais funcionários daquele grupo pelo brilhante ato de civismo. Essas eram as minhas considerações, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao deputado Victor Mendes. O SENHOR DEPUTADO VICTOR MENDES (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, imprensa e galeria, funcionários, bom dia a todos. Gostaria de fazer dois pequenos registros Senhor Presidente, primeiramente diz respeito a Defensoria Pública e aqui avisar aos deputados e deputadas desta Casa que na quinta-feira nós estaremos realizando uma audiência pública para debater a questão dos defensores públicos a partir das 15 horas no Auditório Fernando Falcão sobre a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, sob a capitania do deputado Arnaldo Melo, fiz esse Requerimento para que a gente possa estar debatendo de forma mais ampla a questão da Defensoria Pública do nosso Estado, uma bandeira que a gente vem levantando ao longo desses meses e acreditamos que vai ser de fundamental importância mais uma vez essa audiência pública para os defensores, porque é em um momento em que o Estado está precisando, está para definir a sua atuação em relação ao orçamento e é o momento ideal para que a Defensoria Pública possa estar galgando o espaço da autonomia e principalmente tentando ver se conseguimos ampliar o seu quadro de funcionários para que posteriormente possamos interiorizar as ações da Defensoria. Mas Senhor Presidente, em relação a Defensoria Pública vou retornar amanhã ou depois para falar com mais profundidade a respeito desse assunto, mas eu queria também abordar e convidar desde já a imprensa, a galeria e principalmente aos colegas deputados também de uma audiência pública que estará sendo realizada na segunda-feira pela manhã, nessa segunda agora dia 12, a partir das 08 horas da manhã e que vai ser através da Comissão de Política Agrária, Produção e Desenvolvimento Sustentável, da Assembléia Legislativa que tem como Presidente o Deputado Chico Gomes, eu fui autor do Requerimento a pedido do Partido Verde, que é para discutirmos o Primeiro Simpósio da Amazônia e Desenvolvimento Nacional. Eu vou explicar rapidamente a metodologia de trabalho desse Simpósio Nacional. A Comissão da Amazônia Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, está realizando o Primeiro Simpósio da Amazônia e Desenvolvimento Nacional, em Brasília que vai ser agora no dia 19 de novembro, 19 a 23 de novembro e todos estados da região norte, incluindo o Maranhão estão fazendo seus encontros regionais
11 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE que é justamente para discutir sobre o Plano da Amazônia Sustentável, que é o PAS, que de forma fazendo uma Analogia Senhor Presidente o PAS está para a relação do meio ambiente assim como PAC está para os assuntos econômicos do país digamos assim o PAS, o Programa de Amazônia Sustentável é o PAC do governo Lula, e nesse Seminário, nessa Audiência Publica que tem a coordenação dos trabalhos da Comissão de Política Agrária aqui desta Casa vai estar presente a deputada Vanessa Grazziotin do PC do B, na segunda-feira, que ela é Presidente, ela é do Amazonas, Presidente da Comissão do Amazônia Integração Nacional e Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, o deputado Sarney Filho que é o Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, já está confirmado: o Ministro Secretário das Ações Especiais de Longo Prazo, o Roberto Mangabeira Unger, e está quase também 90% confirmado a presença da Ministra Marina Silva que ainda não está 100%, mas existe a probabilidade muito grande da sua presença nessa Audiência Publica na segunda-feira, mas o Ministro Mangabeira Unger já está confirmado aqui na segunda - feira que vai vir explicar melhor qual a idéia do governo para esse PAS, o que o PAS significa para o desenvolvimento Sustentável do País. O Estado do Maranhão vai ter a missão através dessa Audiência Publica de elaborar um programa, de elaborar um programa, de elaborar digamos assim, uma carta para incluir as ações do Maranhão dentro do PAS. Então, com certeza vai ser um evento que vai somar ainda mais para esse grande evento que vai acontecer em Brasília no Simpósio Nacional, o Maranhão vai estar discutindo, vai estar debatendo esse tema e também nós vamos estar aqui prestigiados com a presença de dois Ministros, um o Ministro Roberto Mangabeira e outra da Ministra Maria da Silva, que ainda falta alguns acertos para confirmar sua presença, mas com certeza vai ser um dia muito importante, vai ser uma discussão muito salutar para que o Maranhão também possa dar a sua contribuição ao processo de desenvolvimento sustentável do País, o Maranhão também faz parte da Amazônia Legal não podia ficar de fora desse debate, dessa discussão assim como os outros estados da Região Norte, nós vamos estar discutindo esse tema. E eu queria por fim agradecer a ajuda da comissão, estou tendo total apoio por parte através do deputado Chico Gomes e dos outros membros, e esperamos que na segunda-feira voltar ainda para ficar lembrando os colegas, a imprensa, porque com certeza a partir desse dia sem sombra de dúvida nenhuma nós vamos estar dando um grande passo para discutir as questões do meio ambiente do nosso Estado, assim como hoje o que eu venho dizendo que o meio ambiente merece ter esse espaço de discussão, assim como a saúde, a educação, a segurança e o meio ambiente merece ter uma atenção especial. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao deputado César Pires cinco minutos. O SENHOR DEPUTADO CÉSAR PIRES (sem revisão do orador) - Que Deus abençoe a todos nós, Senhor Presidente da Mesa, galeria, imprensa, servidores, Senhores Deputados, senhores servidores desta Casa, taquígrafas. Deputado Edivaldo Holanda, acompanhei pela imprensa ontem e não tive a oportunidade de estar aqui presente, e ao chegar também observei ainda o tempo final do pronunciamento da Deputada Graça Paz que combina com que foi ontem bem alardeado pela mídia no que diz respeito a questão da escolha de diretores de escolas pelo Governo do Estado, pelo Governador do Estado, evidentemente que tem sempre no Governador do Estado. Eu não discuto a origem e nem os ditames da lei que determinam a escolha por S.Exª. o Senhor Governador ou governadora ou quem quer que seja, mas não posso calar-me, silenciar-me, ficar leniente diante de uma situação como a que eu tenho assistido e tenho certeza que eu vou continuar assistir, o resultado da avaliação produzida pelo MEC remeteu São Luís do já difícil, mas aceitável, quinze primeiros lugares em relação a avaliação dos seus alunos, a última avaliação deputado Edivaldo Holanda foi jogado às cinzas, dos 54º Cidade Brasileira na avaliação, despencou, o Maranhão como um todo não tem sido diferente nos últimos cinco anos, vem aqui à escolha da diretora de escola e alguém coloca na imprensa que o diretor de escola deve ser escolhido porque é um cargo de confiança de S.Exª., o governador e em nenhum momento elencar critérios que S.Exª. o governador tem que ter com a escolha desses diretores. É o Maranhão dessa ordem, que acompanha 45% dos diretores de escolas do Brasil segundo o resultado de pesquisas, assentado na Folha de São Paulo que eu posso trazer amanhã, mas traz paralelamente a isso que 90% das escolas que tem esse tipo de escolha, esse tipo de procedimento são condenadas ao fracasso. O Maranhão continua sem critérios, sem o elencar de critérios técnicos para escolha dos seus diretores. E não vai nenhuma pejoração aos que estão escolhidos, mas me coloca cada vez mais em um processo de indagação perene no que deve ser feito para que nós possamos ter indicadores melhores nas nossas avaliações; todos secretários de estados, todos secretários municipais vão a imprensa alardear os seus feitos, quando chega a avaliação está na contramão da história, ninguém procura avaliar as causas que determinaram esses efeitos trágicos da nossa educação, mas dentre eles posso dizer a vocês; primeiro é o critério de escolha dos professores, a forma como vêm sendo escolhidos ultimamente os nossos professores, nos dão a entender claramente no processo de política sem nenhuma avaliação criteriosa tecnicamente, passa ao largo os critérios técnicos. Na escolha do gestor que determina a gestão das escolas com estipulação de metas, visão, missão, também não passa pelo critério técnico. Resultado é o fracasso anunciado por falta de critérios mais rigorosos nas escolhas e nos processos de gestão das nossas escolas. Posso garantir a V. Exas. uma situação, o Maranhão está condenado para os próximos 20 anos dos resultados do SAEB todas as avaliações estão a nos dizer claramente o que está assentado. Não tem escolha, o Estado do Maranhão e algum deputado da situação, deputado Arnaldo Melo, deputado Edivaldo Holanda, deputado Fufuca, deputado Lima, tragam para mim critérios técnicos amanhã para envergonhar-me diante dessa tribuna no que diz respeito a avaliação da escolha dos nossos docentes ou na escolha dos nossos gestores públicos no campo da educação. É isso, é pedir pouco demais, não é tentar execrar a opinião pública governador e secretário, mas simplesmente pedir o óbvio, o mínimo necessário para que a gente possa vir aqui discutir uma coisa mais fundamentada ou então anunciaremos sempre deputado Pavão, que no nosso cotidiano os fracassos acumulados ao longo da história e agora mais do que nunca na educação do nosso Estado. Eu lamento não ter aqui e ninguém trazer amanhã para mim e tantas e quantas vezes desafiei critérios para escolha de gestores públicos e critérios para escolha dos nossos docentes. É lamentável. E eu pergunto; quando alguém vai à escola ou coloca um filho seu é com a certeza de que terá um aprendizado, quando alguém escolhe o docente é a certeza também de que deve ter um profissional de qualidade. Resultado, nem se tem o docente como produto de uma escola de qualidade porque não se escolheu um diretor de escola com critérios e nem o docente também com critérios. É um fracasso anunciado que há de se perpetuar se essa Casa ou o próprio governo não tomar um a decisão mais fundamentada e mais criteriosa em relação a nossa educação. PAVÃO FILHO Concedo a palavra ao deputado Penaldon Jorge. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE (Sem revisão do orador) Senhor Presidente, Senhores e Senhoras Deputadas na Mesa Diretora desta Casa, Companheiros do Plenário, Deputados, Deputadas, galeria e comitê de imprensa. Eu quero em primeiro lugar aqui fazer uma referência ainda a nossa fala em relação ao que aconteceu na semana passada a denúncia que aqui fizemos sobre os cargos comissionados. Eu me ausentei da sessão na quinta-feira, indo a Pinheiro, em seguida o deputado Arnaldo Melo utilizou a palavra aqui dessa tribuna e eu acredito que no momento uma reflexão infeliz que ele quis fazer, que esta Casa, a imprensa e o povo do Maranhão acreditar deputado Arnaldo Melo de que a denúncia que eu aqui fazia era denúncia que tinha querelas políticas com o município de Zé Doca. Então eu quero aqui deputado Arnaldo Melo, deixar muito claro que a minha posição política com qualquer deputado lá nas nossas bases, ela não pode servir de mote, não pode ser aqui o fundamento do nosso mandato, eu continuo com as mesmas convicções que vim na tribuna
12 12 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 na semana passada, volto a dizer a V.Exª., acho que foi um momento infeliz de reflexão de V.Exª. quando tentou minimizar o problema levando para o lado de uma querela política, eu entendo hoje, consigo entender até a posição defendida por alguns deputados aqui nesta Casa. Entendo por exemplo o comitê de imprensa, a imprensa que cobre esta Casa que de forma proposital está estampado em todos os jornais muito embora não tendo transcrito a denúncia Deputado Ricardo Murad, mas tem milhões de defesa do Presidente desta Casa, então defender de uma coisa que não tem acusação. Qual é o significado da defesa?. Significado da defesa quando há uma acusação. Então eu vejo a imprensa. Eu vi declarações do próprio Deputado Ricardo Murad, do Deputado Arnaldo Melo, está nos jornais de sexta-feira, está no de segunda, varias declarações dos deputados defendendo a posição que o Presidente da Casa adotou de demitir as pessoas de cargos comissionados da forma que foi demitido, de nomear da forma que foram nomeados, então se esta posição para os companheiros deputados é a correta, é a que tem que ser feita, então nós vamos dar curso normal a tudo que a gente, que cada um está entendendo que deva ser feito. Então eu quero dizer aqui também com relação à imprensa e o Deputado Ricardo Murad, o Jornal o Estado do Maranhão, Deputado Edivaldo Holanda V.Exª., aqui tantas vezes já disse isso quando quer fazer primeira página de um jornal, basta que um deputado do grupo do Deputado Ricardo Murad suba a esta tribuna e diga: bom dia! Se descer da tribuna no outro dia ele tem, destaque sob qualquer assunto que seja de interesse do Deputado Ricardo colocar como destaque, assim também Deputado Ricardo, é com relação a qualquer deputado da base do governo, quando V.Exª., entende que deve glorificar ou crucificar qualquer deputado faz da mesma, mas, no entanto quando se trata de um assunto que realmente tem a relevância que tem o tema, silenciam, eu não estou preocupado com o silêncio da imprensa, mas me preocupa Deputada Helena, a quantidade de defesa que tem vindo de lá para cá nos jornais, são muitos. Eu li ainda há pouco, de sextafeira até agora, são vários jornais fazendo a defesa que o Presidente da Casa, está agindo certo, Deputado Arnaldo Melo que tem o maior currículo de tempo nesta Casa disse que nunca viu nenhuma medida tão saneadora quanto esta. E eu passo a entender Deputado Arnaldo Melo, porque realmente nós e V. Exa. no curso desses 17 anos ininterruptos nesta Casa acaba realmente com algumas situações que são, eu diria assim, alguns dissabores que a gente tem. Porque eu vi notas, os jornais estão comigo, se tiver errado e se quiser explicações eu tenho, estão em minhas mãos ali na Mesa, uma justificativa imensa com relação a cada atitude que foi tomada. Mas não vou Presidente extrapolar a tolerância de V. Exª. e retornarei ainda hoje nesta Sessão para a gente dialogar um pouco sobre esse assunto. Muito obrigado. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao Deputado Francisco Gomes. O SENHOR DEPUTADO FRANCISCO GOMES (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, senhoras e senhores da galeria, imprensa. Presidente, ocupamos esta tribuna para voltar ao debate a questão das passagens do ferry-boat. Realizamos, a Assembléia realizou através da Comissão de Obras e Serviços Públicos na cidade de Pinheiro uma Audiência Pública fruto de um Requerimento do deputado Victor Mendes. Aquela Audiência em que a sociedade ali de Pinheiro, dos municípios da Baixada participou, a sociedade participou através de suas lideranças trazendo as suas reclamações, trazendo as suas preocupações a respeito deste assunto da passagem do ferry-boat muito cara, a mais cara talvez do Brasil tendo em vista o percurso que faz o ferry-boat, onze reais cobrava-se a passagem e os representantes das duas empresas que fazem esse transporte de ferry-boat estavam presentes, inclusive de uma delas o próprio proprietário que argumentou que a passagem era cara, a passagem era cara porque um serviço de embarque e desembarque do ferry era caríssimo, se levava mais tempo e consumia mais combustível para carregar, embarque e desembarque de veículos no ferry-boat do que a própria travessia. É a justificativa que deu. Depois nós conseguimos, eu me lembro que na legislatura passada, diminuir em um real o preço da passagem do ferry-boat, isto é, o preço era 11 reais e passou para 10 e, logo depois, voltou para 10 novamente. E agora o Governo, depois dessa audiência pública, em uma reunião com as empresas que fazem o transporte do ferry-boat, conseguiu baixar esse preço para oito reais, quer dizer, o preço da passagem diminuiu três reais. Todos nós comemoramos, mas logo em seguida o que fizeram? Os donos do ferry-boat, os mesmo donos das vans e dos ônibus que fazem o transporte, aumentaram o preço da passagem do ônibus em dois reais e quem que paga essa passagem do ônibus? É a população mais pobre. Então, a conta quem vai pagar são os mais pobres do nosso Estado, especialmente da nossa Baixada Maranhense. Então, nós estamos aqui reforçando esta luta. O deputado Victor Mendes já veio denunciar isso aqui e nós estamos dando continuidade a essa denúncia, pois não é possível que isso continue a acontecer. O que deveria haver era essa passagem ser subsidiada para os mais pobres, aqueles que viajam de ônibus, e não a conta cair do lado do mais fraco. Quer dizer, então, que os mais pobres é que vão pagar a conta do ferryboat? É a população mais pobre da Baixada Maranhense? Então, isso não é possível, não dá mais para comemorar nada disso, não baixaram o preço de nada, foi apenas uma enganação essa questão do ferry-boat, com audiências públicas e com tudo. Portanto, nós temos que continuar essa luta aqui. A deputada Graça Paz apresentou aqui um projeto de lei para tornar o ferry-boat acessível às pessoas portadoras de deficiência. Esse projeto de lei foi aprovado e eles disseram que era justo que se fizesse isso. Nós temos que cobrar, deputado, não basta ter a lei, nós temos que cobrar a aplicação da lei, isto é, que a lei seja obedecida, seja atendida. Portanto, são coisas justas que nós, representantes da Baixada Maranhense, votados lá, filhos da Baixada Maranhense, votados naquela região, não podemos deixar esquecidas aqui. Nós temos que nos reunir em torno de uma bancada que tem o nome da Baixada Maranhense para que a gente possa aprofundar o assunto, independente de sigla partidária ou de bloco partidário, discutir e ser uma força atuante para defender os interesses, principalmente da população mais pobre da nossa região. Muito obrigado. PAVÃO FILHO - Concedo a palavra ao deputado Arnaldo Melo. Declina. IV - ORDEM DO DIA. PAVÃO FILHO - Peço ao Senhor Primeiro Secretário que faça verificação de quórum regimental para apreciação da Proposta de Emenda Constitucional que consta na Ordem do Dia. Proposta de Emenda Constitucional em discussão e votação, primeiro turno, na forma dos artigos 254 e 255 do Regimento Interno da Casa. Proposta de Emenda Constitucional n. 02/007, de autoria do deputado Penaldon Jorge, que dá nova redação ao Parágrafo Único do artigo 226 da Constituição Estadual, com parecer contrário oferecido pela Comissão de Constituição e Justiça. Relator Carlos Alberto Milhomem. Transferidas a discussão e a votação da sessão ordinária anterior por falta de quórum. Em discussão. Concedo a palavra para discutir essa proposta o autor, deputado Penaldon Jorge, que vai discutir a favor. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores Deputados e Senhoras Deputadas. A Emenda que nós propomos, na realidade, faz uma adequação da regra escrita no Parágrafo Único do artigo 226 da Constituição Estadual para que, segundo a regra hoje vigente, somente os estudantes universitários tenham direito de permanecer e fazer parte do Conselho Estadual de Educação. Nós estamos querendo incluir aqui os demais estudantes para que possam ter direito à inclusão na formação desse Conselho. O parecer da CCJ, na época, foi contrário com base, principalmente, no fato de que esses alunos estavam ali representados e que a Emenda era inconstitucional. Logo em seguida, veio a Emenda Constitucional n. 53, deputado Edivaldo Holanda, que garantiu a presença dos alunos, inclusive desde a formação do Conselho de Controle Social do FUNDEB. Então, essa matéria ficou totalmente adequada a essa nova regra. E para que não se cometa uma injustiça com
13 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE relação a essa adequação, isto é, de que os alunos não possam integrar o Conselho Estadual de Educação, nós fizemos uma emenda, mas caberia muito mais uma adequação em função da Emenda Federal n. 53 do que uma emenda constitucional que já estava em trâmite nesta Casa. Por conta disso, nós estamos pedindo e seria o caso até da própria CCJ reconhecer que já está em vigor a Emenda Federal n. 53, que garante a presença dos alunos do Ensino Médio na representação desse Conselho, para que no texto da Constituição Estadual também fique garantida a presença dos alunos do Ensino Médio na composição do Conselho Estadual de Educação. Por isso eu gostaria de chamar a atenção dos companheiros deputados, não em qualquer desrespeito ao Parecer da CCJ, mas porque o parecer foi dado num momento e a adequação foi feita no momento seguinte, para que a gente pudesse adequar à Constituição do Estado com essa modificação, fazendo estar representado no Conselho Estadual de Educação através dos alunos do Ensino Médio que não têm... O SENHOR DEPUTADO RUBENS PEREIRA JÚNIOR Me concede um aparte? O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE Concedo aparte ao deputado Rubens Júnior. O SENHOR DEPUTADO RUBENS JÚNIOR (Aparte) - É só para ter certeza, deputado Penaldon. Isso não se trata de serviço administrativo, organização administrativa, visto que está sendo mudado o Conselho com a abertura para ser mudado o Conselho Estadual de Educação e não a Secretaria. Então, não tem vicio de iniciativa? É apenas a dúvida que eu tenho. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE Não, e me parece que já teve até o debate na Casa sobre a matéria publicada, no dia 22, com relação àquele Plano Estadual de Educação que, mais uma vez, traz o conselho como se fosse o órgão da educação da Secretaria, o que não é a idéia dada pela Constituição Estadual, e a matéria que está no projeto está errada porque o conselho, de acordo com a Constituição Estadual, não é um órgão integrante da Secretaria de Educação. Trata-se de um órgão complementar das atividades da educação do Estado, não é integrante filiado à Secretaria de Educação, tanto é que tem regimento próprio, suas próprias políticas se desenvolvem por outros caminhos que não aqueles guiados pelo secretário de Educação. Então, deputado Ricardo Murad, queria só chamar a atenção de V.Exª. com relação a isso porque nesta Casa nós já aprovamos a Lei de Acompanhamento do Controle Social do FUNDEB e lá está permitida a presença dos alunos do Ensino Médio. E no Conselho Estadual, onde são definidas as políticas da educação, nós não temos a presença desses alunos, apenas os alunos do Ensino Superior. Por isso, nós estamos aqui tentando fazer essa correção, então, eu gostaria mais uma vez, não em detrimento de qualquer desrespeito à CCJ, mas que nós rejeitássemos o parecer da CCJ para que fosse garantida a presença dos alunos do Ensino Médio também no Conselho Estadual de Educação. Muito obrigado. PAVÃO FILHO Em discussão. Projeto de Emenda Constitucional. Em votação. Na forma do Regimento Interno da Constituição do Estado, a votação é nominal. Peço ao Primeiro Secretário, ao Segundo Secretário para proceder à votação nominal da Emenda da Constituição do Estado do Maranhão. Quero comunicar aos Senhores Deputados e Senhoras Deputadas que há um projeto de emenda à Constituição, há um parecer da CCJ contrário ao Projeto. Como a votação é nominal, os deputados e deputadas que forem favoráveis ao projeto de emenda votam sim. E os que forem contra a emenda e a favor do parecer votam não. Repito, para melhor entendimento das Senhoras Deputadas e Senhores Deputados, é um projeto de emenda à Constituição. A votação é nominal. Quem votar sim estará votando a favor da emenda do deputado Penaldon Jorge. Quem votar não estará votando a favor do parecer e contra a emenda. A emenda constitucional é diferente de projeto de lei que, quando o parecer é contrário, se o deputado não recorrer, o Plenário derruba para voltar para as comissões técnicas e, quando ao mérito, ele vai para o arquivo. A emenda constitucional vem para o plenário decidir, nominalmente, a favor ou contra a emenda mesmo com o parecer contrário. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD Senhor Presidente, apenas recomendando o voto favorável à emenda do deputado Penaldon. PAVÃO FILHO Em votação. Peço aos Senhores Secretários que procedam à chamada na forma regimental de todos os Senhores Deputados. O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO DEPUTADO AN- TÔNIO PEREIRA Iniciando a votação nominal Senhores Deputados. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO (Questão de Ordem) Presidente, uma questão de ordem. Eu estava aqui tratando desse assunto, fiquei realmente desligado. Nós estamos votando o requerimento do deputado Penaldon ou o projeto? Eu gostaria que V.Exª. esclarecesse, por gentileza. PAVÃO FILHO - Com certeza. Vou repetir mais uma vez aos Senhores Deputados e Senhoras Deputadas. Se trata de uma Emenda Constitucional, em se tratando de Emenda Constitucional, elas vêm para o Plenário para serem votadas pelo Plenário, no caso tenha 3/5, seja aprovada. Se caso não atingindo 3/5 ela é arquivada. Quando o Parecer é contrário ou a favor vem para o Plenário da mesma forma, a tramitação é diferente dos projetos ordinários. Então, a Emenda do Deputado Penaldon Jorge, ela teve Parecer contrário da CCJ, ela está em votação. Quem for a favor da aprovação da Emenda vota Sim, quem for contra à aprovação da Emenda vota Não, porque está votando com o Parecer da Comissão. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO O Parecer da Comissão de Justiça foi contrário. PAVÃO FILHO É contrário? Como vota V.Exa.? O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO Eu voto com o Parecer da Comissão de Justiça, portanto, Não. O SENHOR PRIMEIRO SECRETÁRIO DEPUTADO AN- TÔNIO PEREIRA Ausentes, 8 (oito) deputados. Votaram SIM, 31 e votaram NÃO, 3 (três) deputados. PAVÃO FILHO - Projeto de Emenda à Constituição foi aprovado em primeiro turno, obteve mais de 3/5 dos votos da Casa, vai à tramitação regimental, porque a Constituição exige a votação em dois turnos, tem que ter 3/5 dos votos favoráveis. Portanto, aprovado em primeiro turno, vai à tramitação regimental. Projeto de Lei em discussão e votação, segundo turno regime de urgência. Projeto de Lei n.º 270 encaminhado pela Mensagem n.º 075/2007. (lê). Em discussão. Em votação. Os Senhores e as Senhoras Deputados que aprovarem, permaneçam como se encontram. Aprovado em segundo turno, vai à Sanção do Executivo. Projeto de Lei em discussão e votação, primeiro e segundo turnos, em regime de urgência. Projeto de Lei n.º 268 de autoria do Deputado Valdinar Barros. (lê). Projeto de Lei nº. 285/2007 do deputado Stênio Rezende, também em regime de urgência, depende de parecer técnico e o Projeto de Resolução Legislativo n.º 21 do deputado Valdinar Barros também em regime de urgência. (lê). Suspendo a Sessão pelo tempo necessário para que as Comissões Técnicas possam
14 14 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 emitir os respectivos Pareceres aos Projetos de Lei 268, do deputado Valdinar Barros, Projeto n.º 285, do deputado Stênio Rezende e o Projeto de Resolução Legislativa n.º 21 do deputado Valdinar Barros. Está suspensa a Sessão para que as comissões técnicas possam emitir os respectivos pareceres sob a coordenação da Comissão de Constituição e Justiça, deputado presidente Arnaldo Melo. PAVÃO FILHO - Reaberta a Sessão. Com a palavra o Presidente da Comissão de Constituição e Justiça para comunicar da decisão dos Pareceres das comissões presididas por V. Exª. deputado Arnaldo Melo. O SENHOR DEPUTADO ARNALDO MELO - Senhor Presidente, o Projeto de Resolução n.º 021/2007, o Projeto de Lei n.º 268/ 2007, Projeto de Lei n.º 285/2007, foram aprovados por unanimidade pelas respectivas comissões, Senhor Presidente. PAVÃO FILHO - Em discussão e votação. Peço a colaboração dos Senhores Deputados para procedermos à continuidade da Ordem do Dia. Projeto de Lei n.º 268, de autoria do deputado Valdinar Barros. (lê). Em discussão. Em votação, primeiro e segundo turnos, regime de urgência o projeto. Os Senhores e Senhoras Deputados que aprovarem, permaneçam como se encontram. Aprovado, vai à sanção governamental. Projeto de Lei n.º 285, de autoria o deputado Stênio Rezende. (lê). Em discussão. Em votação. Encaminhando a votação pelo Bloco de Oposição, deputado Ricardo Murad. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (sem revisão do orador) Senhor Presidente apenas para manter a coerência, Senhor Presidente, é um Projeto que também altera limites. Da forma, como eu votei no Projeto de autoria do Presidente desta Casa João Evangelista que alterava também limites de municípios e a alteração de limites de municípios pela legislação hoje é inconstitucional. O Projeto não tem validade é uma coisa inócua, e eu creio que não devamos criar uma expectativa em todo o Estado do Maranhão, de que esses conflitos de limites territoriais podem ser resolvidos através de uma simples lei estadual sem argumentação da Emenda Constitucional, porque são centenas e centenas de pendências que existem entre vários e vários municípios do Estado. O Presidente disse aqui que aquele era uma exceção, já apareceu uma outra exceção do deputado Stênio e, exceções vão começar agora naturalmente a aparecer a cada interesse que se possa trazer para cá de algum deputado, de algum prefeito. Então, eu coerentemente estou dizendo que o PMDB vai entrar, logo após a publicação no Diário Oficial das leis, com a ação competente de inconstitucionalidade das leis porque a gente vai primar pela legalidade. Então nosso voto é contra o Projeto, senhor Presidente. PAVÃO FILHO Continua em votação. Os senhores e senhoras deputados... O SENHOR DEPUTADO EDIVALDO HOLANDA Senhor Presidente, só lembrando também por uma questão de coerência aos companheiros que votemos a favor do Projeto do deputado Stênio. PAVÃO FILHO Os senhores e senhoras deputados que aprovarem o Projeto de autoria do deputado Stênio permaneçam como se encontram. Aprovado, contra o voto do deputado Manoel Ribeiro, deputado Ricardo Murad, deputado Max Barros, deputado Victor Mendes. Aprovado o projeto em primeiro e segundo turno, vai á sanção governamental. Projeto de Resolução Legislativa 21 de autoria do deputado Valdinar Barros. (lê). Em discussão. Em votação. As senhoras e senhores deputados que aprovarem permaneçam como se encontram. Aprovado em primeiro e segundo turno. Vai à promulgação. Projeto de Resolução Legislativa em discussão e votação, primeiro turno, vai à promulgação. Projeto de Resolução n.º 27 de autoria do deputada Graciete Lisboa (lê). Em discussão. Em votação. As senhoras e senhores deputados que aprovarem permaneçam como se encontram. Aprovado em primeiro turno. Vai à tramitação regimental. Convido o deputado César Pires a compor a Mesa e convido o deputado Nonato Aragão a compor a Mesa, agradeço o deputado Antônio Pereira, por gentileza. Projeto de Resolução Legislativa n.º 28 de autoria da Deputada Graciete Lisboa. (lê). Em discussão. Em votação. Os Senhores e Senhoras Deputados que aprovarem permaneçam como estão. Aprovado em primeiro turno. Vai à tramitação regimental. Requerimentos à deliberação do plenário. Requerimento n.º 484 de autoria do deputado César Pires. (lê). Em discussão. Em votação. Os Senhores e Senhoras Deputados que aprovam permaneçam como se encontram. Aprovado. Requerimento n.º 495 de autoria do deputado Ricardo Murad. (lê). Em discussão. Em votação. Os Senhores e Senhoras Deputados que aprovam permaneçam como se encontram. Aprovado. Requerimento n.º 496 de autoria do deputado Ricardo Murad. (lê). Em discussão. Em votação. Os Senhores e Senhoras Deputados que aprovam permaneçam como se encontram. Aprovado. Requerimento à deliberação da Mesa. Requerimento n.º 491/2007 de autoria da Deputada Graça Paz. (lê). Deferido. Na forma do que dispõem o Regimento Interno, determino a inclusão na Ordem do Dia da Sessão de amanhã, 07 de novembro, as seguintes proposições: Requerimento 497 de autoria do deputado Rubens Júnior. (lê). Requerimento 498 de autoria da deputada Fátima Vieira. (lê). V - GRANDE EXPEDIENTE. PAVÃO FILHO - Deputado inscrito, deputado Antônio Pereira. V. Exª. dispõe de até 30 minutos com direito a apartes. O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, senhores secretários presentes a Mesa, caros colegas deputados, imprensa, galeria, internautas e funcionários desta Casa. Ontem observamos uma discussão em torno da educação brasileira, especialmente em torno da educação do Maranhão. A ponta do iceberg foi exposta quando se colocou aqui a questão das direções das escolas públicas estaduais no Maranhão. Teve-se a oportunidade de escutarmos algumas autoridades aqui em educação como, por exemplo, o Professor Lima, o Deputado Lima, o Deputado Ricardo Murad e outros colegas deputados tanto oposicionistas como governistas que fizeram as suas colocações as quais respeitamos muito. Mas deputado Pavão Filho, V. Exª. que é um dos motores e o Senhor Secretário César Pires, que é um dos motores da educação desta Casa, abriu uma discussão que eu acho que nós não podemos esquecê-la e nem desaquecê-la Deputado Edivaldo Holanda, V. Exª. como educador, temos que trazer para esta Casa também a responsabilidade de um projeto maior, de um projeto ampliado em relação à educação do Estado do Maranhão. E o Deputado Lima se referia aqui a uma matéria que saiu na Revista VEJA dessa semana, Gustavo Ioschpe, economista, matemático, onde ele trata de algumas questões muito sérias e faz uma comparação entre a escola pública e a escola privada, e que eu gostaria aqui de trazer alguns detalhamentos. Primeiro o Teste Internacional de Qualidade de Educação que é reconhecido internacionalmente, é o teste mais conhecido e reconhecido internacionalmente que é o PISA, que foi aqui citado ontem pelo Deputado Lima, que é aplicado aos países da OCDE que na realidade é instituição de desenvolvimento econômico, mas como instituição de desenvolvimento econômico pode tratar de educação? É porque a educação está intrinsecamente Deputado Pavão Filho, relacionado ao desenvolvimento econômico. Então A OCDE... a todo desenvolvimento, especialmente também o desenvolvimento econômico. Então é o teste aplicado e o único teste que foi aplicado todos nós conhecemos o resultado, porque aqui já discutimos várias vezes, foi o resultado pífio e constrangedor para o nosso país e especialmente para alguns estados como foi o caso do Estado do Maranhão, deputada Helena Heluy. Dos 40 países estudados pelo OCDE, que pertencem ao OCDE, infelizmente, na questão da qualidade do ensino em sala de aula, o Brasil tirou, deputado César Pires, o último lugar em
15 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE Matemática, como foi dito aqui pelo deputado Lima, o penúltimo lugar em Ciências e o 37º lugar em leitura, faltando apenas três colocações para estar em último lugar. O PISA ainda demonstra problemas no ensino público e no ensino privado, isto é, na educação como um todo. Aqui nós temos pessoas que representam, como é o caso do deputado Edivaldo Holanda que tem escola particular, mas nós observamos muitas vezes e achamos que o grande problema está na escola pública, quando, na realidade, o problema está na educação, deputado César Pires, como um todo, ou seja, na escola pública e na escola particular. E, muitas vezes, nós, pais de alunos, que temos uma condição econômica um pouco privilegiada, escolhemos a escola privada, a escola particular para colocar nossos filhos, pensando ou imaginando que estamos fazendo uma grande diferença, mas, na realidade, não existe tal diferença. As escolas particulares também têm os seus problemas no Brasil e, se há alguma diferença, deputado João Batista, essa diferença, através de um estudo que vou aqui citar, se dá mais pela família, pelos pais de aluno, pela família do aluno, pelos colegas de classe, pelo meio onde o aluno vive e muito menos pela excelência do método da escola. Foi feito aqui um estudo pelo economista Naércio Menezes Filho, constatando que 80% das diferenças de desempenho de ensino entre a escola pública e a escola particular se dão pelo status socioeconômico da família e 10% pelo status dos colegas, ou seja, pelo meio em que aquele aluno vive e convive, e apenas 10% pela qualidade da escola, pela excelência do ensino, pela metodologia pedagógica. Ora, isso nos faz pensar, deputado Alberto Franco, que a educação no Brasil, tanto a pública como a particular, realmente carece de novos investimentos, de novos projetos, portanto, é necessário, no mínimo, que se repense o que está acontecendo no Brasil. Quando nós falamos, e aí estava no PISA, estava na Unesco, nos países da OCDE, quando nós comparamos os nossos estudantes privilegiados das escolas particulares, isto é, os 25% dos nossos estudantes mais ricos com os 25% dos estudantes mais pobres lá dos países da OCDE, nós observamos, deputado Fufuca Dantas, V.Exª. que também se preocupa muito com a educação e que fez um grande trabalho em seu município nessa área, nós observamos que os nossos 25% de alunos mais ricos, em desempenho de ensino, em qualidade de ensino, estão abaixo dos 25% mais pobres lá dos países que compõem a OCDE. Ora, isso é uma coisa muito grave que demonstra que estamos aí, mais ou menos, no nivelamento entre as escolas públicas e as escolas particulares. Isso demonstra, deputado Lima, deputado Fufuca, deputado César Pires, deputado Pavão, deputados que trabalham muito com a educação, apenas que as nossas escolas particulares são menos ruins que as escolas públicas, mas que de uma maneira geral a educação é ruim, infelizmente, como diz o Gustavo Ioschpe, não existe ilha de excelência nesse mar de lama, nesse mar de lodo, que é a educação hoje no Brasil. E quando ele fala que não existe ilha de excelência, ele se referiu principalmente às escolas particulares. Se nós compararmos as escolas particulares brasileiras com qualquer outra escola pública dos países desenvolvidos ou mesmo se nós compararmos, deputado Arnaldo Melo, o nível e a qualidade do ensino das escolas particulares brasileiras com o nível ideal de qualidade, nós vamos ver que ficamos muito distantes desse nível ideal de qualidade ou ficamos muito distantes daquelas escolas da OCDE. O diferencial vem, portanto, das famílias do aluno e não da escola, e o ator principal, deputado Lima, é o professor. Na educação, o ator principal é o professor, nós todos sabemos disso. Mesmo tendo uma boa gestão, uma boa escola, com uma boa estrutura física e pedagógica, deputado Arnaldo Melo, se não tiver um bom professor, o nosso aluno não vai ter uma qualidade superior de ensino. Isso é fácil de imaginar. Portanto, uma boa gestão administrativa escolar ajuda, mas não faz um mau professor dar uma boa aula, essa é que é a grande verdade. De acordo com a UNESCO, 81% dos professores brasileiros cursaram o Ensino Fundamental na escola pública e 70% fizeram curso secundário também na escola pública. Portanto, deputada Helena, se o professor tem informação em instituições claudicantes, não terá o preparo necessário por mais eficiente e rica que seja a administração da escola e, portanto, não terá o preparo necessário para dar qualidade ao ensino na sala de aula. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA Me conceda um aparte, deputado? O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA - Eu gostaria de conceder o aparte ao deputado Lima. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA (aparte) Deputado, eu comecei ontem a fazer mais ou menos um debate a partir da discussão calorosa sobre os diretores de escolas que o deputado Ricardo Murad levantou ontem, mais especificamente na questão da matemática, o que me chama atenção por ser uma área que a gente já vivenciou bastante quando fez engenharia, quando passou pela Escola Técnica Federal como aluno, como estudante de Mestrado na Universidade Federal da Paraíba e de Doutorado lá na Universidade Federal de São Carlos. Foi um período em que vimos muito a área técnica, científica e tecnológica e observamos, por exemplo, na Universidade Federal do Maranhão, nos cursos de matemática, entram 40 alunos, por exemplo, mas se formam menos de 10 porque muitos vão largando o curso. Há uma formação muito específica e muito dura com a exigência de muitas horas de estudo, e muitos trabalham e não conseguem terminar o curso, então, poucos se formam. Esse era o quadro que vivíamos no passado. Eu não sei exatamente hoje como está, mas eu acredito que não esteja muito diferente, quer dizer, os professores que saem, saem com excelência, mas são poucos pela necessidade macro de muitos professores formados com qualidade na área da matemática, da licenciatura. Também chamava minha atenção o currículo que existia na Universidade Federal (cito a federal, mas deve ser a mesma coisa na estadual) com conteúdos muito mais para o lado do bacharelado do que para a pedagogia, para a licenciatura. Já o currículo que nós discutimos na Escola Técnica do Cefet era para dar mais disciplinas básicas voltadas para a educação fundamental de primeira à quarta, de quinta à oitava. Aí é que o nosso professor precisa estar capacitado, com conteúdo e com condições de transmitir esse conhecimento com muita competência, com muita qualidade. E aí, então, se prepara com ensino médio de primeira à terceira série com conteúdos que tenham condições de preparar mesmo o nosso aluno. Aí é que está a grande deficiência na matemática, isto é, está no currículo das universidades. Então, é preciso que se dê condições para uma formação mais básica, diminuindo mais a profundidade, não tendo muitos cálculos, Cálculo 1, Cálculo 2, Cálculo 3, Álgebra Linear, enfim, todo esse conteúdo que tem integrais, derivadas, não! Nós queremos saber de fração, de equação de primeiro grau, equação de segundo grau, problemas voltados para a questão de raciocínio lógico, que é o que se usa no xadrez, por exemplo, desenvolvendo a estratégia e a capacidade de solucionar a saída das dificuldades que existirem. Então, essa é uma discussão cujo conteúdo precisa ser visto e nós fizemos o conteúdo dentro da escola do CEFET, com Licenciatura em Matemática, diferenciado do que era dado na universidade. E era uma discussão que tínhamos com os próprios pedagogos que existem hoje dentro da nossa instituição. Então, eu acho e quero contribuir e parabenizar porque é um assunto caloroso e que não está só na discussão da gestão que ajuda, não só está na escola em si, no prédio, mas, sim, na formação da qualidade do professor que nós estamos colocando dentro da sala de aula. Devemos ter uma escola com condições físicas e estruturais necessárias, mas que tenhamos também um professor que leva o aluno mesmo a gostar do conteúdo que está dentro da sua disciplina, a estudar na sua casa, estudar na biblioteca, estudar com os colegas, com os amigos, não só naquele ambiente escolar, mas estudar sempre e ter a educação continuada. Eu acho que essa discussão é que nós temos de levantar nesta Casa. Acredito que precisamos de um seminário, deputado, estamos praticamente no final do ano, mas esse é um tema empolgante, relevante e que precisamos realmente levantar e com projeto para que esta Casa possa ajudar o Maranhão. O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA - Agradeço o aparte do deputado Lima e incorporo ao nosso discurso. Quero discordar apenas no sentido de que não é a questão apenas da matemática, só acrescentar, matemática, ciência, mas todas as matérias. Se
16 16 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 V.Exª. leu a Veja desta semana, tem lá também perguntando deputado Pavão Filho, onde fica o Brasil, a localização do Brasil aos brasileiros, a localização de alguns países. Então, nós estamos falando de geografia, então essas deficiências, como educação é como um todo. É claro que em algumas áreas é mais acentuada e mais profunda. Então a escola publica na realidade ela sem dúvida nenhuma, nós tivemos no passado, parece até paradoxo, mas é verdade deputada Helena, no governo militar nós tivemos uma escola pública mais forte, mais fortalecida, que tinha qualidade de ensino maior do que nós vemos hoje, infelizmente é nossa democracia que deveria fortalecer mais a cidadania, a educação sem dúvida nenhuma fortalece e muito a cidadania, e nós vemos hoje é a qualidade caindo. Mas na escola publica é que forma a mão-de-obra, a mão-de-obra para as elites, dirigentes, todas as elites de dirigentes, donos de empresas, enfim, quem forma essa mão-de-obra é a escola pública, assim como também formam os professores dos nossos filhos, dos filhos dessa elite. Portanto, nós todos que somos mais privilegiados, ou que somos privilegiados, nós precisamos urgentemente nos preocupar deputado Edivaldo Holanda, com a questão da educação publica no Brasil, em especial no Maranhão, até porque quando nós observamos o mundo globalizado, onde os países competem entre si por um espaço em relação à produção de bens, serviços e valores agregados e, para se agregar valor, é preciso que se tenha uma massa de funcionários que tenha educação suficiente. Eu me lembro deputado Alberto Franco, que a INTEL, empresa que constrói, que fabrica microprocessadores ia colocar uma indústria no Brasil, não teve condições de colocar porque o nosso índice educacional não permitiu, e foi colocar no Chile; nós perdemos, porque a nossa mão-de-obra especializada, fizeram um estudo até nos próximos cinco anos deputado Edivaldo Holanda, e viram que não chegaríamos aquele nível, e montaram a fábrica de microprocessadores da América Latina, que era para ser colocado no Brasil, porque economicamente era muito mais viável no Brasil, mas nós não tínhamos funcionários com a capacitação adequada para essa indústria, e está montada uma subsidiária da INTEL lá no Chile. Então, são essas questões que nós precisamos clarear e buscarmos uma solução para essas questões que afligem o nosso País, o nosso Estado. O que tem a ver o Maranhão com o mercado globalizado? Hoje o mercado não é mais nacional, não é mais estadual, hoje o mercado é realmente globalizado, bens e serviços são produzidos em todos os estados e, esses serviços são exportados, e o que nós queremos? É fazer com que os nossos estudantes, tanto da escola pública quanto da escola privada, possam sair ali com a qualidade de ensino que possa ser agregado a esse mercado de trabalho que hoje é um mercado globalizado. As nossas deficiências educacionais, sem dúvida nenhuma são grandes, mas isso também não significa dizer que nós devemos deixar de lado a escola particular, que ela não deva existir. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Deputado Antônio, quando tiver um tempo eu queria um aparte. O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA - Pois não. Na realidade esses testes padronizados que são feitos em relação a questão, a todos os países, eles são testes que são verdadeiros, não adianta muita gente... ah!, mas o PISA, a OCDE... Não. Todos os testes internacionais que foram feitos no Brasil apontam mais ou menos para o mesmo rumo em relação a educação. Eu não entendo deputado Ricardo, é porque nós, só agora o Governo Lula, eu quero aqui abrir um parêntese para dizer que nesse novo momento aí no Programa de Desenvolvimento a Educação se busca novos horizontes, eu quero aqui elogiar no sentido de que o Governo Federal através do Ministro Fernando Haddad ele busca realmente uma solução para a questão da educação. Mas nós nos estados também precisamos nos atrelar a esse movimento que é um movimento social digamos assim, que não é só o movimento político, a esse trem de uma busca, de um aumento da velocidade do desenvolvimento da educação no Brasil e no Maranhão. Portanto, as deficiências educacionais existem, mas nós precisamos as soluções necessárias. Esses dados todos sugerem que esse modelo de ensino que hoje existe no Brasil realmente chegou ao seu esgotamento. Por muito tempo criou no Brasil um sistema educacional em que a qualidade do ensino ministrado aos mais pobres, e aí deputada Helena, V. Exª. que trabalha com movimentos sociais preste atenção a isso, o sistema de educação em que a qualidade do ensino ministrado aos mais pobres, portanto, na escola pública, não importava, ninguém se importava com a qualidade até um determinado momento, até uns dois anos atrás ninguém se importava muito com a qualidade de ensino ministrado nas escolas públicas. E o objetivo do ensino destinado aos ricos era apenas e tão somente em que ele fosse um pouco melhor de que aquele ministrado aos mais pobres, ou seja, a elite ensinava seus filhos um pouco mais e a escola pública, aquelas pessoas mais pobres que tinham que estar na escola pública porque não podiam pagar a escola particular e na realidade uma diferença, um degrau muito pequeno de ensino entre a escola particular e a escola pública. Quando se abriu os mercados, quando se abriu a educação para o mundo deputada Cleide Coutinho, observou-se que nós estávamos formando uma elite não qualificada quando você fazia uma comparação com o resto do mundo com os países desenvolvidos. Então, esse é um grande problema, e o Brasil agora quer acompanhar o desenvolvimento do mundo, quer se enquadrar, se integrar à globalização. E em todos os países do mundo desenvolvido a educação é um projeto público e nacional. Eu falei aqui isso ontem, educação é um projeto público e nacional nos países desenvolvidos e aqui no Brasil também deputado Pavão Filho precisa ser um projeto suprapartidário deputado Edivaldo Holanda, deputado Ricardo Murad, deputado Marcelo Tavares V.Exªs. como lideranças desta Casa não precisa ser apenas um projeto público, um projeto nacional como também no Brasil precisa ser um projeto suprapartidário como foi feito em alguns países da Europa onde não estejamos discutindo coisas tão pequenas como discutimos ontem aqui que infelizmente ainda precisa ser discutida. Devemos alargar e aprofundar a discussão buscando colocar mais gente nas escolas e especialmente nas universidades e a saída para isso, é melhorar a qualidade de ensino das crianças hoje. Se nós melhorarmos a qualidade de ensino das crianças hoje, com a abertura das universidades federais e com a própria participação no mercado das faculdades particulares, com certeza nós teremos mais pessoas formadas no Brasil amanhã. Nós temos que construir esse projeto suprapartidário, mas, para concluir deputado Arnaldo Melo, nós todos, eu você, todos nós a elite brasileira, aquelas pessoas que fazem os movimentos sociais, as instituições que estão envolvidas em melhorar o Brasil, fortalecer a cidadania e a democracia, que temos filhos em escolas particulares também, devemos nos preocupar com o ensino público, não é porque nossos filhos estão nas escolas particulares que nós devemos deixar o ensino público, como diz e muito sabiamente Gustavo Ioschpe; não só por espírito público, mas também por amor próprio. Já que 87% dos alunos do ensino básico estão nas escolas públicas e apenas 3% nas escolas particulares e amanhã esses dois grupos de 83% e 17% como nós já vemos hoje, deputada Helena, nas regiões periféricas das grandes metrópoles, como por exemplo, a metrópole aqui de São Luís, de Recife, do Rio de Janeiro que é um exemplo emblemático, São Paulo nas regiões metropolitanas lá nas periferias nós encontramos hoje exalunos que, infelizmente, se enveredaram pelo crime, ex-alunos de escolas públicas, deputado Edivaldo Holanda, batendo na porta do vidro com o seu revólver assaltando e, muitas vezes matando aquelas pessoas que são assaltadas que estiveram e participaram do ensino particular e, que fazem a elite desse país. Portanto, não só por uma questão de espírito público, mas também por uma questão de sobrevivência nós precisamos urgentemente deputada Helena, resolver a questão da educação no Brasil e também no Maranhão. Para finalizar quero concordar com o deputado Valdinar Barros, V.Exª. ontem foi muito feliz quando disse que não deveria discutir cargo de direção de escolas, que era muito pequeno nós estarmos discutindo isso. Realmente eu acho, deputada Helena, que é muito pequeno uma Assembléia, um poder está discutindo uma questão tão pequena, mas infelizmente ainda no Maranhão precisamos discutir. Eu gostaria muito de estarmos discutindo aquele Projeto que propus aqui deputada Cleide Coutinho, um Projeto suprapartidário onde houvesse um projeto de Estado e não um projeto de governo, mas foi por esse Governo deputado Edivaldo Holanda. Eu gostaria muito que este governo fizesse um projeto de
17 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE educação para o Maranhão, que não fosse um projeto de governo. Veja bem, que este governo fizesse um projeto de educação para o Estado do Maranhão, que não fosse um projeto de governo que fosse um projeto de Estado, onde houvesse a participação da sociedade civil organizada, das instituições que dizem respeito a esta questão, que é a questão da educação e principalmente a participação desta Casa como o seu todo, da situação, da Oposição. E ontem eu fiz essa proposta ao deputado Pavão Filho, acho que V.Exª. se lembra, ao deputado João Evangelista. Chamei a atenção do deputado Edivaldo Holanda e dos lideres da Oposição e dos lideres da maioria, para que o Maranhão fizesse, este governo fizesse um projeto de educação para os próximos 20 anos e que fosse um projeto de Estado e não um projeto de governo, porque um projeto de governo, deputado Ricardo, amanhã outro Governo entra muda o projeto e é outro projeto de outro governo. Nós temos que fazer um projeto de Estado como muitos países desenvolvidos fizeram, durante 20 e 25 anos e todos os governos que ali estiveram, deram continuidade a esse Projeto e assim, transformaram a educação daquele país e transformaram aquele país em termos sociais, em termos econômicos de uma maneira realmente grandiosa. Eu gostaria de conceder ao deputado Ricardo Murad o aparte ora pedido. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (aparte) Obrigado deputado Antônio. Ontem eu naquela discussão que nós começamos a fazer eu acho que ela vai se estender até porque é um assunto mais importante que se trata hoje no mundo inteiro. Uma coisa me chamou atenção, de uma maneira assim muito particular, deputado Valdinar certa hora, em um aparte, em um discurso que ele fez, ele disse que ele durante um tempo era freqüentador da escola pública, ele disputava os primeiros lugares e que, deputado Valdinar, de repente o pai dele teve que tirá-lo da escola, quer dizer, não saiu porque a escola era ruim, a escola pública naquele tempo, era a elite quem fazia a escola pública no país inteiro, e a escola pública tinha qualidade no país inteiro. Agora, era natural que era um país de pouca gente, para se ter uma idéia São Luís naquele tempo tinha 80 mil habitantes, 100 mil habitantes, hoje tem um milhão em pouco tempo, quer dizer, a explosão demográfica sem um projeto educacional que tivesse sido elaborado em nível de Estado para acompanhar esse crescimento, para manter aquela qualidade do ensino público que existia, que é uma coisa que todo mundo reconhece no país inteiro e até hoje nós temos ilhas de excelências públicas que ficaram desse período, que conseguiram permanecer avançando e o que se encontra hoje é uma situação absolutamente grave, porque a nível de Brasil, vamos lá, porque o tema é tão vasto não vai caber em um aparte, mas nós temos a educação igual a melhor educação do mundo em pequeno número, temos uma educação privada e pública de altíssima qualidade que se equipara a melhor educação do mundo, mas é pequena, uma pequena elite, quer dizer, 20% e 25% da escola particular, vamos dizer 5% tem uma boa educação de nível internacional dos grandes países. Na escola pública também temos excelência no Rio de Janeiro, Colégio São Bento, em São Paulo, nós temos excelências, temos excelências aqui no Nordeste que apareceram comparadas as melhores escolas. O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA Especialmente em algumas universidades. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Até hoje a universidade pública é incomparável, nós estamos falando do ensino básico. Então qual é o X? O X é agora um projeto que tenha condições de oferecer duas coisas que antigamente era só uma, que era o professor, hoje não precisa mais só o professor, não dá mais certo, tem que ter o professor e tem que ter a tecnologia, tem que ter o prédio, tem que ter a informática, tem que ter os instrumentos, porque senão não vai dar certo. Então é coisa que eu acho que vamos trazer para pauta porque é suprapartidário mesmo, a questão da discussão, o tempo infelizmente é curto, mas eu parabenizo V. Exª. e vamos tratar desse tema. Espero que o deputado Edivaldo leve a sua experiência, o deputado Alberto, deputado Lima, deputado Fufuca para que a gente possa ir conversando e debatendo esse assunto, porque é a saída, quem não for atrás de um projeto educacional... e só para terminar, agora mesmo nos Estados Unidos, a grande discussão é que dentro da escola americana estamos tendo níveis de rendimentos diferenciados e o governo federal não pode admitir isso. É o aparte que eu queria dar a V. Exª. O SENHOR DEPUTADO ANTONIO PEREIRA Agradeço e incorporo ao meu pronunciamento. Deputado Presidente? PAVÃO FILHO Um minuto para concluir. O SENHOR DEPUTADO ANTONIO PEREIRA Eu gostaria de permitir um aparte a deputada Helena. Por favor, deputada. A SENHORA DEPUTADA HELENA BARROS HELUY (aparte) Será meio minuto excelência, é apenas para parabenizar V. Exª. pelo tema trazido, pela causa trazida, eu acho que a questão da educação em todos os seus aspectos deve ser uma discussão permanente aqui nesta Casa. E a questão que foi ontem deflagrada aqui é apenas um aspecto da questão de nomeação, de remoção, de mudança de diretoras, eu só fiquei com uma preocupação e de ontem para cá estou com isso na cabeça, durante toda fala de V. Exa. eu estou aqui mexendo em papéis, é exatamente sobre o assunto, mas eu quero tempo também como V. Exa. hoje, para provocar o aprofundamento do debate. Eu fiquei com medo de corrermos o risco, de voltarmos aquele tempo em que o gestor municipal, estadual falava: no meu promotor, no meu juiz, no meu delegado, na minha diretora. Isso é retrocesso na construção da democracia. Vamos voltar ao assunto em um outro momento. Parabéns. O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA Agradeço ao Presidente. E, dizer que nós realmente tínhamos no passado, um passado até recente, 40 anos atrás, escolas qualificadas, onde eu me recordo Deputado Pavão Filho, tinha que fazer exame de seleção para entrar, tão qualificada, todo mundo queria entrar. Então, tivemos o problema a explosão demográfica Helena, sem dúvida nenhuma, o êxodo rural também foi um dos fatores que fizeram essa questão também da educação, mas de qualquer maneira deputado, para terminar, eu acho que nós precisamos dar uma solução a sociedade maranhense, em relação a educação. E, essa solução nós vamos discutir Deputada Helena, não só aqui em plenário, mas extra-plenário, através de seminário, através de reuniões ordinárias, com os líderes desta Casa, com o Presidente desta Casa, com autoridades do governo, do Poder Executivo, enfim, nós precisamos urgentemente construir uma solução, para educação do Estado do Maranhão. Meu muito obrigado Senhor Presidente. PAVÃO FILHO Bloco Parlamentar Progressista. Dividido entre três oradores, Deputado Marcos Caldas, dez minutos. O SENHOR DEPUTADO MARCOS CALDAS (sem revisão do orador) Senhor Presidente, Senhores Deputados. Venho a esta tribuna, para falar da minha indignação com esta Casa, com esta Mesa, porque dei entrada em uma Emenda ao Projeto de Lei do Executivo, aonde ele muda de 18 para 32 regionais e, aonde eu peço no meu projeto, que tem 24 assinaturas, de 24 deputados, que não foi reconhecida pelo Presidente da Casa, que tire o Município de Brejo, da região do Alto Munim e coloque na região do Delta do Paranaíba, porque no Município de Brejo do Baixo Parnaíba que é o município que tem mais prédio do governo do Estado desativado. E, eu acho que aquela regional do Delta do Parnaíba tem que ser no município de Brejo. Mas esta Casa, o senhor Presidente João Evangelista, por traz, não sei porquê motivo, pediu ou mandou que a assessoria jurídica da CCJ não me comunicasse, que meu projeto, minha Emenda teria que ser antes do dia 16, que foi quando a CCJ deu seu parecer. Segundo o Deputado Penaldon, disse que não precisava, que é um jurista, que é advogado. Mas mesmo assim eu poderia fazer a defesa. Ontem quando foi votado
18 18 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 o projeto, eu estava presente aqui nesta Casa, mas não me comunicaram. Deputado Arnaldo Melo ainda perguntou para o Maneton, mas como a ordem aqui maior é do senhor Presidente João Evangelista, que pensa que é dono desta Casa, que não é, que eu acho que deveriam chamar ele de João Mil, porque tem mais de mil cargos, porque acha que a Casa é dele. Ele deve olhar a situação de alguns ex-presidentes, o próprio Presidente do Senado, que achava que era o dono daquela Casa e, como ele também está achando que é o dono desta Casa, que não é. Então, eu vim aqui para falar da minha indignação, porque eu não posso aceitar, como deputado eleito aqui, tenho os mesmos direitos que todos, assim como as emendas de todos, como ele fez duas emendas que foi votado, e aprovado ontem para mudar alguns municípios de algumas regionais, que ele não concorda, porque também eu não concordo que a regional de Brejo fique no Alto do Munin, e sim, no Delta do Parnaíba. Quero dizer a ele que não aceito esse tipo de coisa. Sou novato aqui. Muitas vezes não sei como proceder, porque eu ainda não aprendi, estou aprendendo ainda. Mas não posso aceitar que no escuro e por trás tome medidas como essa. Não posso aceitar em hipótese alguma, por isso vim até essa tribuna aqui, para dizer para os meus amigos, para dizer para esta Casa dizer da minha indignação com essa atitude que é tomada por debaixo dos panos, que eu não concordo, porque se tivessem me avisado, teria vindo a essa tribuna para fazer a defesa, para que pudesse ser votado, porque tenho a assinatura de 24 deputados, ou seja, eu precisaria de 14, tem 24 e, é a maioria e com certeza, minha emenda também seria aprovada. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE - Deputado Marcos Caldas, me concede um aparte? O SENHOR DEPUTADO MARCOS CALDAS - Pois não Deputado Penaldon. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE (aparte) - Eu não estava na Sessão ontem, mas já tomei conhecimento hoje, por acaso eu presenciei uma conversa, uma discussão do Deputado Arnaldo Melo lá na sala das Comissões, chamava atenção da assessoria, por ter errado um procedimento em relação a sua emenda que foi apresentada. Mesmo não estando presente, eu quero dizer a V. Exa. que V. Exa. mesmo já estando no plenário, o projeto de lei já tendo passado nessa fase de discussão, já sendo encaminhado para votação, se V. Exa. apresentou uma emenda com mais de 14 assinaturas, com 24, essa emenda deveria ter sido publicada no Diário da Casa para que fosse o projeto submetido a votação com emenda de V. Exa. e não, sem a emenda, ela rejeitada ou aprovada, me parece que era esse o procedimento, mas o Presidente, se nós estivermos errado, pode esclarecer alguma outra matéria. Então, eu quero aqui me solidarizar com V. Exa. com relação a sua indignação, com relação à tramitação da emenda, porque me parece que ela foi desrespeitosa com os 24 deputados, que subscreveram a emenda apresentada por V. Exa. O SENHOR DEPUTADO MARCOS CALDAS - Muito obrigado Deputado Penaldon. Quero que conste aí no meu discurso as palavras do Deputado Penaldon. Quero dizer também, que não é a primeira vez, o meu relatório da ALCOA até hoje não foi publicado, estou mentindo deputado Max Barros? Então, me diga Deputado Max Barros, o senhor sabe, o senhor que foi Presidente, eu fui relator e mandei, entreguei meu relatório aqui nesta Mesa e até agora não foi publicado e, eu exijo que isso seja feito, porque não pode se admitir que o Presidente, que acha que é o dono desta Casa e, não aceite a assinatura de 24 deputados que estão aqui assinando a minha emenda. Eu estava presente e não fui comunicado. Por isso não aceito, vim aqui demonstrar a minha indignação e, espero que isso seja a última vez e, que não aconteça mais, nem comigo, e com nenhum dos senhores deputados, porque todos aqui temos os mesmos direitos, fomos eleitos para fazer esse trabalho de emenda, de projeto, que é a nossa função e obrigação. Muito obrigado. PAVÃO FILHO Vamos, Deputado Marcos Caldas, a Presidência dessa sessão vai já lhe prestar alguns esclarecimentos a respeito dos questionamentos, que V. Exa. fez ao plenário. Concedo a palavra ao Deputado Alberto Franco, 10 minutos. O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas, distinta galeria, Senhores da Imprensa. Antes de entrar no assunto específico aqui, eu também gostaria de fazer uma reclamação em relação à gestão do nosso presidente da Mesa Diretora. Quero inicialmente me solidarizar ao companheiro Marcos Caldas que tem suas razões, seus motivos para reclamar desta tribuna, mas o que eu quero é reclamar com relação ao programa social que é promovido aqui por esta Casa e que substitui as competências e prerrogativas do Poder Executivo. Parece-me que está sendo executada, quase que semanalmente, nos bairros de São Luís, uma mega estrutura desta Casa levando os serviços de saúde, levando o serviço na área social e me parece que esse programa está sendo usado em alguns aspectos com fim eleitoreiro. O que eu quero pedir à Mesa é que essa agenda seja previamente comunicada aos Senhores Deputados para que possamos participar desse programa social que é promovido com o dinheiro do Poder Legislativo, através de uma entidade chamada GEDEMA, que é composta pelas esposas dos deputados, mas que somente nos bairros de São Luís esse programa é executado. Eu quero propor que esse programa seja executado também nos municípios onde os deputados têm base política eleitoral para que eles possam levar também esse serviço, que é patrocinado com o dinheiro desta Casa, para suas bases no interior do Maranhão. Nós temos que começar a agir aqui para colocar ordem nesta Casa, caso contrário, nós estaremos sendo usados como bobos da corte enquanto outros usam o dinheiro do Poder Legislativo para se promoverem pessoal e politicamente. Volto a esta tribuna amanhã, com a presença do presidente, para fazer novas reclamações a respeito disso que eu acho que é injusto e incoerente com os Senhores Deputados desta Casa. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE - Permitame, deputado? O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO - Concedo aparte a V.Exª. O SENHOR DEPUTADO PENALDON JORGE (aparte) - Eu queria aproveitar, já que V.Exª. tocou no assunto, e dizer que é um projeto político que realmente tem acontecido nos bairros de São Luís com a presença apenas da esposa do presidente da Assembléia e do filho. Então, seria oportuno que V.Exª. fizesse um requerimento propondo para esta Casa disponibilizar aos deputados a agenda para que pudéssemos estar com as nossas esposas também opinando e participando desse programa. O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO Perfeitamente. O seu requerimento será protocolado amanhã, pedindo a expansão desse programa para o interior do Estado, isto é, a interiorização do programa para contemplar as bases e as necessidades do povo interiorano. Senhores Deputados, eu queria chamar a atenção dos Caros Colegas, da galeria e da Imprensa para o assunto que trouxe a esta Casa hoje. O deputado... O SENHOR DEPUTADO MARCOS CALDAS (aparte) - Deputado Alberto Franco, é porque a gente vem chegando aqui, a gente tem muito que aprender e eu sempre tive a Assembléia como Poder Legislativo, não como Executivo e estou observando que o presidente da Casa tem tentado fazer da Assembléia um Executivo. Nesse caso que o Senhor está falando aí do trabalho que a Assembléia vem fazendo nos bairros, a informação que chegou até minha pessoa é que ele tem um filho que é candidato a vereador e que estava fazendo esse trabalho com a esposa, o que é desleal com os outros concorrentes que não têm
19 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE toda essa estrutura. Eu também tenho um irmão que é candidato a vereador, Augusto Caldas, e também quero saber se está a minha disposição também para que possa fazer o trabalho, porque eu acho que não pode. Então, é isso que eu gostaria de acrescentar ao seu discurso. O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO - Acho muito oportuno e coerente. Nós vamos retornar a essa discussão para que possamos colocar ordem nesse programa aqui e eu repito que tem a sua importância social, mas é preciso que nós tenhamos conhecimento da agenda previamente e é necessário que esse problema seja interiorizado também. Eu tenho a base em São Luís, outros deputados têm base em São Luís também, mas a maioria dos deputados aqui tem as suas bases no interior, então, se o programa é da Assembléia Legislativa, tem que contemplar os Senhores Deputados. Da mesma forma, Senhores, é o nosso Programa Assembléia em Foco, Assembléia em Ação, que é um programa muito importante, mas que precisamos estabelecer uma grade de eqüidade para que os colegas possam ter um tratamento igual, deputada Helena, com relação a esse programa porque tem um deputado aqui que aparece de segunda a sexta no programa de rádio enquanto outros não aparecem nenhum dia. Isso é promoção pessoal com o dinheiro da Assembléia, com o dinheiro do povo, portanto, nós precisamos rever essa questão. Senhores Deputados, achei interessante o pronunciamento aqui do deputado Antonio Pereira e quero dizer a ele e para os internautas, para os Senhores Deputados, galeria e à Imprensa o que dizia Paulo Freire, mestre em Metodologia de Alfabetização, grande pedagogo deste país. Ele tinha uma frase célebre bastante conhecida no mundo inteiro: Um povo educado é difícil de ser manipulado e impossível de ser escravizado. Nessa frase ele diz tudo, um povo educado é difícil de ser manipulado e impossível de ser escravizado. Será que as elites deste país querem na verdade ver um povo educado para ser difícil de ser manipulado e impossível de ser escravizado? Eis a questão. Mas quando se discute educação, qualidade de ensino e de educação, temos que fazer uma diferença básica, ensino é uma coisa, educação é outra coisa, ainda que ambas estejam intrinsecamente ligadas, mas precisamos perseguir as duas coisas, qualidade de ensino e qualidade de educação. Por que, deputado Antonio? O que tem de gente aí com profundo conhecimento do ensino, mas absolutamente mal educada, por outro lado, existem pessoas que não têm o ensino, o conhecimento técnico, a formação, a educação sistêmica, mas são absolutamente educadas. Tem cidadão aí que não concluiu nem o Ensino Fundamental, mas trata as pessoas com delicadeza, com cortesia, dá boa noite, bom dia, enquanto outros que adquiriram formação acadêmica são absolutamente ignorantes. O ensino, deputado Antônio, é um conjunto de elementos didáticos que leva as pessoas a conhecimentos específicos na área de matemática, engenharia, medicina, português. A educação é mais ampla, pois abrange tudo isso e mais a questão da ética, da convivência social, da humanidade, do conhecimento da harmonia social. Eu quero aqui me solidarizar com o pronunciamento de V.Exª. porque nós temos que ser justos. Nesse final de semana, quase todos os jornais do Maranhão (aqui eu tenho o Jornal Pequeno, Jornal Atos e Fatos, Tribuna do Nordeste, Jornal O Debate) anunciaram a determinação do governador Jackson Lago em construir a primeira escola do Ensino Médio em uma ilha oceânica, no município de Cururupu. É a ilha onde eu nasci, na praia de Caçacueira, lá no Oceano Atlântico, na fronteira com a África do Sul. É uma demonstração clara, absolutamente clara, do compromisso do governador Jackson Lago com o ensino de qualidade e com a educação, porque nunca, em nenhum momento da historia política do Maranhão, um governante pensou em construir, numa ilha daquela, uma escola do ensino médio. O que acontece com os praianos, os caboclos, os pescadores quando terminam o Ensino Fundamental? Eles deixam de estudar, de adquirir conhecimento e se dedicam apenas à atividade pesqueira, mas agora Caçacueira e mais dez praias ao redor vão poder contemplar e dispor de uma escola. Então, essas pessoas, esses cidadãos vão ter a oportunidade de adquirir conhecimento do Ensino Médio, deputado Antônio, e eu tenho que ser justo, por isso, parabéns ao governador Jackson Lago e parabéns ao secretário Lourenço Vieira da Silva por essa iniciativa, por essa determinação. E isso vai ser mostrado para o mundo porque as pessoas viviam absolutamente isoladas, pois para lá o acesso era possível só através de barco ou de avião. As ilhas oceânicas ficam em pleno Oceano Atlântico. Quem não já ouviu falar aqui do Parcel de Manuel Luís que é explorado, deputado Antônio, por navegantes e turistas franceses e americanos que sequer vêm aqui? Eles saem de lá de seus países e vão direto para o Parcel de Manuel Luís, que fica aqui na costa do Maranhão, para apreciarem a maior formação de corais do mundo. Aqui dentro do Maranhão, está o maior cemitério de navio do mundo no Parcel de Manuel Luís, e o Jackson percebeu a necessidade dos caboclos adquirirem conhecimento formal para, inclusive, incrementarem a produção com cidadania plena e acesso à cidadania, deputado Lima. Então, eu fico extremamente emocionado com essa iniciativa e determinação do governador Jackson Lago e do secretário Lourenço Vieira da Silva porque certamente esse é o inicio de um novo momento na construção de uma política educacional e de um ensino de qualidade para o Maranhão, não tenha dúvida. AO SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA V.Exª. me permite um aparte, deputado Alberto? O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO - Com o maior prazer, dou o aparte a V.Exª. e, em seguida, ao deputado Lima. O SENHOR DEPUTADO ANTONIO PEREIRA (aparte) - Deputado Alberto Franco, sem dúvida nenhuma, V.Exª. se colocou muito bem acerca das questões cultural e educacional quando disse que há pessoas educadas e que não foram alfabetizadas ou que não tiveram realmente um acesso ao ensino. Quero parabenizar o Jackson e o seu secretário de Educação por essa escola de ensino médio ali na Ilha, principalmente, por ser em um momento em que o Brasil e o Maranhão vivem graves dificuldades educacionais, então, não podemos desprezar nem um pingo de excelência na educação. Porém uma escola aqui, uma escola ali não é o que vai resolver e V.Exª. sabe, mas não tira o mérito, muito pelo contrário, e, por isso, eu quero aqui aplaudir os governantes que tiveram essa iniciativa. Agora chamei a atenção de V.Exªs. e de toda esta Casa para o fato de que nós pudéssemos fazer um projeto do Estado e não de governo e, se eu fosse governador, pegaria essa deixa e faria neste governo um projeto de Estado para que todos os outros governos fizessem cumprir esse projeto com as instituições com referência à educação, com os movimentos sociais, com esta Casa, principalmente, e, inclusive, muito inclusive, com a Oposição. Seria um projeto que atenderia as necessidades da sociedade maranhense. Mais uma vez, eu clamo desta Casa, desta cadeira, eu clamo aos Senhores Governantes deste Estado, ao Senhor Presidente João Evangelista, hoje representado pelo presidente Pavão Filho, ao governador do Estado, ao Senhor Secretário Estadual de Educação, ao deputado Ricardo Murad, líder da Oposição, ao deputado Marcelo Tavares, líder da Maioria, e ao deputado Edivaldo Holanda, líder do governo, que juntos busquem uma solução para que, dentro de um planejamento, possa fazer um projeto de Estado para o povo do Maranhão em relação à educação. O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO - Muito obrigado, deputado Antônio, a sua idéia, a sua iniciativa é louvável. Deputado Lima. O SENHOR DEPUTADO JOSÉ LIMA (aparte) - Deputado Alberto, eu fico feliz em ver o seu entusiasmo e a sua alegria quando sai para assumir, para se candidatar a um cargo de deputado ou vereador. A maior vontade que a gente tem é levar o benefício ao povo e, quando esse benefício chega principalmente nas nossas raízes, a gente se sente feliz e sente que aquilo pelo que você lutou há muito tempo para conseguir se tornou realidade, e mais ainda sendo um parlamentar que faz parte dessa ação verdadeiramente positivo como é o caso de uma escola numa ilha. Eu pedi aparte porque, até pouco tempo, eu votava na Ilha de Carrapatal, no município de Humberto de Campos, onde o modo de vida é similar ao das pessoas da Ilha de Caçacueira. A Ilha de Macacoeira também é de Humberto de Campos, que não é uma ilha, e
20 20 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 temos várias ilhas próximas à Ilha de Carrapatal como Jurucupuoca, Ilha da Pedra e Farol de Santana, onde também daria uma escola de Ensino Médio. Nós sabemos das dificuldades, pois nós tínhamos apenas 57 municípios com Ensino Médio, então, imaginem chegarmos a 217 municípios e chegarmos a lugares mais longínquos como uma ilha. Eu quero parabenizar o seu trabalho, com certeza foi sua reivindicação e também o secretário Dr. Lourenço que é um lutador, uma pessoa que, quando faz o seu trabalho, faz com muita intensidade, com muito carinho e perseverança. O Dr. Lourenço tem sua experiência muito grande na área da agricultura, mas também foi professor da Universidade Estadual, então, é um profissional em cujo trabalho a gente realmente acredita e o governador Jackson tem sensibilidade, pois essa é uma grande sensibilidade de chegar e montar uma escola de Ensino Médio num local que, com certeza, não há outra forma. É um êxodo que acontece de forma natural, isto é, as pessoas saem para estudar e conseguirem melhorar a sua vida através da educação e, às vezes, não voltam nunca mais. Uma escola de Ensino Médio vai fazer com que aquela pessoa fique dentro da ilha e quem sabe possa ter um projeto futuro morando na própria ilha. Então, eu fico muito feliz por V.Exª. estar coeso. Convide a gente para inaugurar essa escola nessa ilha que nós iremos com o maior prazer. O SENHOR DEPUTADO ALBERTO FRANCO - Muito bem! Eu queria concluir aqui as minhas palavras dizendo que vou retornar amanhã à tribuna para concluir. Eu tenho o hábito de elaborar os pronunciamentos, mas, quando se fala de improviso, se fala com mais emoção e se fala com mais espírito, mais força, de dentro da alma. Então, retorno porque eu numerei aqui, Senhor Presidente, algumas ações da Secretaria de Educação que justificam esse momento que nós estamos vivendo de uma construção da política educacional social e cidadã. Eu antes não tinha conhecimento, deputado Edivaldo Holanda, dessas ações, mas agora sei que são muitas, o que significa dizer que nós vamos conseguir, deputado Antonio, alcançar esses objetivos que é a construção de um ensino de qualidade com educação de qualidade. Eu retorno amanhã, para não abusar do tempo, para fazer a leitura desse texto que elaborei com minha Assessoria para que fique mais bem esclarecida essa questão. Mas parabenizo o governador Jackson Lago, parabenizo o secretário de Educação por ter essa sensibilidade pedagógica ao construir a primeira escola numa ilha oceânica que vai permitir acesso a quase mil pescadores, quase mil jovens que antes tinham que se deslocar para Cururupu ou para São Luís para adquirirem ensino de qualidade e, às vezes, não retornando mais, assim como disse o colega Lima: quando se sai da ilha para buscar estudo, não se retorna mais e aí nós vamos promover esse novo momento social para aquelas pessoas e com certeza será um marco no Governo do Dr. Jackson Lago. Retorno amanhã para tratar esse assunto, muito obrigado. PAVÃO FILHO - A Presidência quer fazer alguns esclarecimentos. Primeiro ao Deputado Marcos Caldas. Presidência que eu digo é da sessão, eu sou Presidente aqui interino da sessão, o presidente titular é o deputado João Evangelista que está viajando e nós estamos assumindo aqui a sessão e eu tenho a obrigação de sempre que possível e que esteja ao nosso conhecimento dar resposta aos colegas de qualquer questionamento aqui feito no Plenário desta Casa. Primeiro ao deputado Marcos Caldas. A Presidência aqui reconhece um erro grave da assessoria da Casa com relação a Proposição de V. Exª. Na forma do Art. 160, a Emenda de V. Exª. podia tramitar na comissão ou no plenário desde que subscrita por 1/3 no mínimo dos senhores e senhoras deputados. E para fazer justiça a esse erro que a assessoria cometeu, a Presidência está determinando à Secretaria Geral da Mesa que quando da apreciação na Redação Final do projeto do governo, a Emenda de V. Exª. ser submetida a deliberação do douto plenário. Se aprovada pelo plenário, será incorporada ao projeto e vai à sanção do Governador. Portanto, corrigido o erro da assessoria, porque todo mundo pode errar, só Jesus não erra! Portanto, houve um erro, mas a presidência está corrigindo automaticamente. Atendido o pleito de V. Exª. Os outros questionamentos com relação a GEDEMA. A GEDEMA é uma entidade que tem personalidade jurídica, a GEDEMA é um Grupo de Esposas de Deputados criada já há algum tempo e ela tem personalidade jurídica. E a programação da GEDEMA não tem nenhuma interferência da Mesa Diretora que nós tenhamos feito parte de qualquer reunião, então esta Presidência nunca participou de nenhuma reunião em que tenha sido alguma intervenção da Mesa com relação aos trabalhos da GEDEMA, portanto, as reclamações devem ser diretamente feitos à própria presidência da GEDEMA e alguns esclarecimentos ao presidente titular da Casa. Com relação a questão da divulgação do trabalho do senhores deputados, a informação que tenho é que a Assessoria de Comunicação, tem feito, sempre que os deputados apresentam Proposições, tem sempre divulgado no programa de rádio e de televisão desta Casa Legislativa. Feitos esses esclarecimentos à Mesa eu pedi ao Líder do Bloco para fazer duas considerações e não o farei da Mesa porque aqui como Presidente não posso fazê-las, mas como deputado farei na tribuna desta Casa. O restante do tempo do bloco que já foi usado pelo deputado Marcos, pelo deputado Alberto e o restante do tempo do bloco eu pedi ao Líder Marcelo Tavares que fizesse uso desse restante do Bloco que são apenas 12 minutos que tem ainda o Bloco, num total de 37 que tem direito do Bloco. Eu convoco o Deputado César Pires, o primeiro secretário na hierarquia para assumir os trabalhos, nós usaremos 12 minutos do Bloco Parlamentar Progressista. Eu declino Deputado Marcelo, tendo em vista uma reclamação aqui por causa do tempo. Se V. Exa. tiver alguém para indicar, indique para concluir o tempo do bloco, se não, vou conceder já o outro bloco. Eu vou me pronunciar amanhã a presença do deputado Evangelista aqui eu vou à tribuna e faço meu pronunciamento. Declino e agradeço a V. Exa. o tempo do bloco. Concedo a palavra ao líder do Bloco Parlamentar de Oposição, 23 minutos. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD (sem revisão do orador) - Senhor Presidente e Senhores Deputados. Eu venho Senhor Presidente de certa maneira, dar continuidade a esta discussão importante, que estamos travando desde ontem, com relação ao nosso problema educacional. Eu quero trazer a discussão para um foco concreto, que vai ser objeto de discussão na Casa, em função da lei orçamentária, porque é nela que se traduz de forma prática tudo aquilo que se diz da tribuna. Vamos fazer a melhor educação! Vamos construir as grandes escolas! Vamos pagar os melhores salários! Vamos instituir planos de carreiras, vamos fazer organizar! Essas coisas todas. Mas isso tudo cai, na análise fria do orçamento do Estado. E, é sobre esse aspecto Presidente, que eu quero abordar a questão, que vem sendo discutida desde a sessão de ontem. Mas eu faço apenas antes disso senhor Presidente, alguma consideração; ontem tratamos do caso das diretoras, que pena que a deputada Graça não está aqui, porque aquilo que eu disse da tribuna foi apenas a transcrição de uma gravação de um telefonema, que ela própria disse que deu, só que não sabia que estava sendo gravado, mas como a gente sabe, gravação de telefonema não é crime, se eu der um telefonema eu posso gravar e posso divulgar, não é crime; crime é uma interceptação clandestina, mas se eu ligar para o deputado Marcelo e gravar a ligação, não é crime. Então, o vereador gravou a ligação e, eu disse aqui que naquela época, a deputada justificava a nomeação política de diretor. Eu folgo em saber que não era essa a intenção da deputada na frase, na colocação. A deputada diz hoje que ela é defensora de que, a direção precisa ser técnica, precisa ser da escola e, eu a parabenizo por isso. Mas acho que o governo precisa trazer sobre este prisma, da discussão em relação a que tipo de direção de escolas nós vamos ter no Maranhão, uma posição oficial, do que pensa o governo, porque ficou uma situação absolutamente, numa nevoa, a afirmação peremptória do Deputado Afonso Manoel de que, as nomeações precisam ser políticas, com um pincelzinho técnico, mas no fundo é política, o que o Deputado Afonso defende é a política. E, a parte técnica é aquela que ele defende, é aquela parte técnica dos aliados, bastou o aliado achar que é competente para ele, ele está satisfeito, é essa a posição e me parece que é a posição do governo, porque me parece que o governo vai nomear e, está nomeando diretores sob esse critério, mas espero uma posição oficial do governo a respeito
21 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE desse assunto. Um outro assunto que me traz também como prévia, antes de entrar no foco do assunto, é uma reportagem Deputada Cleide, do Bom dia Brasil de hoje, aonde parece uma escola de Caxias, ainda sendo ministrada aula embaixo de uma mangueira, com bancos. Eu quero dizer que, nos tempos de antigamente, um professor, ele resolvia o assunto de transmitir conhecimentos, mas hoje não dá mais, nem provisoriamente. E, eu sinceramente, não sei ainda qual foi o objetivo, a profundidade da matéria, a extensão da matéria, mas Caxias é um dos municípios do Maranhão, dos mais ricos, de uma administração com pessoas capacitadas e, creio que esta situação de precariedade, já sendo vivida há tempos, é uma coisa que precisa merecer urgente uma providencia do Prefeito Humberto Coutinho. É grave. Não é possível, hoje a permanência de uma situação destas. O que temos no orçamento do Estado com vistas a melhorias da educação? Nós temos observado a guerra que os professores fizeram e, me parece que o Governo está com o crédito, com os professores, não com os professores, com o pessoal do sindicato. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO Deputado, me conceda um aparte? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Pois não, Deputada Cleide. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO (aparte) - Eu gostaria e até fiquei aqui esperando, porque eu tinha certeza, que V. Exa. ia falar sobre isso, porque na verdade o senhor conhece Humberto como pessoa, competente, honesta, trabalhador, mas a televisão nossa a Mirante, inclusive devo dizer aqui aos deputados, que o senhor Fernando Sarney não sai de Caxias, ele fica lá quase todo o sábado com Paulo Marinho e, pegou uma imagem que já está ultrapassada e colocou como atual. Eu pedi a minha assessoria a foto da escola construída, mas não chegou ainda, porque vem por . Eu quero dizer a todos os deputados e a V. Exa. que da construção das escolas feitas pelo exprefeito Paulo Marinho e Márcia Marinho, o prefeito Humberto Coutinho teve que reformar 56 escolas na Zona Rural, e ampliou, construiu mais cinco e teve que reformar nove na Zona Urbana. Então, na verdade são mais de setenta escolas que estavam caindo aos pedaços e que ao longo desses dois anos e meio de mandato, o prefeito Humberto Coutinho reformou e ampliou. Essa escola realmente foi uma das que caíram e que já está sendo construída, e nós vamos reinaugurá-las na outra semana. Agora, o uso que a televisão faz disso e os jornalistas aqui todos sabem do poder da TV Mirante com a Globo. Então, se ele quiser botar uma minhoca que morreu há dez anos atrás, e dizer que foi de Humberto vão botar. Mas eu estou aqui, se V. Exa. se interessar e eu acredito que como V. Exa. trabalhou com Humberto politicamente, e como disse aí que o conhece, eu posso lhe passar a mão de todas as escolas reformadas. Para V. Exas. terem uma idéia, Nobres Deputados, a prefeita Márcia Marinho levou a isso lá quinze meses em greve, três meses em 2003 e doze meses em Imaginem isso sem manutenção, sem professor, sem aluno, sem servente dentro, realmente as escolas acabaram. E, a prova inconteste está aqui, foram reformadas setenta escolas, porque realmente precisou e essa já está sendo concluída. E, eu trarei aqui amanhã a foto. A escola ia cair. Os alunos foram retirados, para os alunos não ficarem sem aula, foi colocado embaixo de uma mangueira, porque a construção está rápida, só são vinte e três alunos da primeira a quarta série, com dois professores e, os alunos da quinta a oitava séries eram transportados para a cidade, para a escola Guimar Assunção. Então, é uma coisa rápida que está sendo concluída, para a semana estaremos inaugurando e, é uma das setenta, que Humberto herdou do governo passado. Realmente visto como a Globo botou, é um terror de negro como eu falo lá, mas na verdade é bem diferente. Eu queria esclarecer e, se quiser o papel com todas as escolas é um prazer passar para as suas mãos. Muito obrigada. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Muito bem, veja deputada Cleide como o Parlamento é importante, quer dizer, o Parlamento supre o direito de defesa que a Globo não deu. Eu acho que o prefeito Humberto Coutinho devia cobrar da Globo, que não pode denegrir a imagem do Estado do Maranhão de forma mentirosa, se é mentirosa como V. Exa. está dizendo. Geralmente a Globo, ela ouve os dois lados, ela não publica uma matéria sem que dê direito de resposta a outro lado. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO (aparte) - Deputado a Globo vai ouvir Humberto ou Fernando Sarney? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - A questão não é essa. A questão da imprensa, é que ela não pode ser unilateral, ela não pode jogar a honra, a competência, a imagem de um político, de um prefeito e denegrir a imagem do Estado do Maranhão como um todo, e do Município de Caxias, sem que dê na reportagem direito de se defender a quem está sendo acusado. Então, eu acho que a prefeitura deve entrar contra a Globo, porque não é possível transmitir uma matéria a nível nacional sem que se tenha procurado a outra parte, para poder mostrar, porque a matéria é dura, a matéria é forte, a matéria é absolutamente chocante, e não se pode admitir um jornalismo feito dessa forma, se é que a Globo não ouviu a prefeitura de Caxias. O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO Deputado o Senhor me concede um aparte? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD Pois não. O SENHOR DEPUTADO PEDRO VELOSO (aparte) - Apenas para colaborar com a Deputada Cleide, eu acho que aqui ninguém tem dúvidas com relação a isso. Isso é uma matéria produzida não pela TV Globo, mas produzida pela TV Mirante com o propósito único de atingir o prefeito Humberto Coutinho. O erro da Globo está em não ter checado essa matéria que aqui foi produzida pela afiliada da Globo, de ter checado, de ter ouvido o outro lado como V. Exa. bem disse, mas todos nós sabemos que a intenção disso, é atingir o ex-deputado e o atual prefeito de Caxias, o Dr. Humberto Coutinho. Isso é uma coisa feita de má fé, com essa intenção como tem feito sempre, o Dr. Fernando Sarney não sai lá de Caxias e nós sabemos, que ele é parceiro do exprefeito Paulo Marinho e tem interesses políticos lá, e vive fazendo isso. E, essa não é a primeira e com certeza, não será a última. Agora, eu acho e com certeza o prefeito Humberto Coutinho vai tomar as providências, porque como V. Exa. mesmo disse, quem viu, é uma matéria muito forte, e que isso não coloca apenas o Município de Caxias, mas está em jogo é o Maranhão, a educação do Maranhão e, isso não reflete a realidade. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO (aparte) - Eu gostaria de esclarecer também que essa matéria, que a TV Mirante há mais ou menos um mês atrás, passou durante quase uma semana, nos jornais de manhã, de tarde e de noite e a mesma matéria que hoje a Globo passou. Então, na verdade existem jornalistas e jornalistas, então, fazer o que? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD Então, eu quero só colocar de forma muito clara: a Globo faz denúncia todo santo dia, de todo mundo neste País, e forte, não respeita cara de ninguém, não iria respeitar a cara do prefeito de Caxias, dessa mesma linha de raciocínio. O que eu estou dizendo aqui e reafirmo, é que uma matéria desta força não poderia deixar de ter o contraditório, é isso que eu digo. Agora, é preciso que as coisas sejam esclarecidas, se realmente a Globo não fez. V. Exa. está dizendo, eu acredito, porque V. Exa. é esposa do prefeito, é uma deputada, que a Globo não foi buscar informação. Então, a Globo agiu de má fé. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES - Deputado Ricardo, me conceda um aparte?
22 22 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Pois não deputado Marcelo. O SENHOR DEPUTADO MARCELO TAVARES (aparte) - É por isso que o nosso legislador constitucional, ele diz que os políticos não podem ser proprietários, aí só esta distinção entre ser proprietário e ser gerente dos meios de comunicação justamente para evitar estas distorções, porque a televisão é uma concessão pública. Então, como concessão pública, se usa um instrumento público de comunicação a seu bel prazer, para atender a interesses políticos, por isso que o legislador com muita sabedoria, faz essa distinção. O problema é a distância, entre o que está na Constituição e o que é aplicado, e o que cumprido no nosso Poder Judiciário. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD Não, mas aí deputado Marcelo V. Exa. vai me perdoar. A Globo, quando eu venho aqui, porque eu sou assim, quer dizer a verdade diga, mas dê ao outro o direito de responder. Não foi o caso do Zé Reinaldo da Navalha, foi preso, mas foi ouvido. Os sobrinhos do Jackson foram presos, mas foram ouvidos. Houve o direito de resposta. O Jackson se defendeu das acusações. Naquele caso ali, estampam nacionalmente uma escola debaixo de mangueira no município de Caxias, que é um grande município, de uma forma negativa, sem que haja uma palavra da prefeitura na matéria. E, não foi Mirante nada, é a Globo, é Bom Dia Brasil. E, a Globo não faz porque Fernando Sarney manda, porque ninguém manda. A Globo é a Globo. Faz quando a matéria exige, e ela tem interesse jornalístico, ela bota. Ninguém manda na Globo. Então, essa é a posição. Então, eu acho que a imprensa precisa ter essa visão de dizer o que pensa, mas mostrar o outro lado da face da moeda. O SENHOR DEPUTADO MAX BARROS - Deputado Ricardo, me conceda um aparte? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Pois não deputado Max. O SENHOR DEPUTADO MAX BARROS (aparte) Deputado, eu acho que há um meio termo aí. Pelo o que eu entendi da deputada Cleide, que é uma deputada correta, séria, e sempre coloca as coisas com precisão, havia várias escolas para serem recuperadas lá em Caxias, então não podiam iniciar todas ao mesmo tempo. Então, o prefeito lá recuperou em torno de 70 escolas, mas houve realmente um problema com esta escola, que era uma que estava com problema anterior até a gestão dele, que realmente esta escola teve um problema, caiu alguma coisa e que está sendo recuperada e vai ser concluída. Então, eu acho que a gente não pode culpar totalmente a imprensa, embora ela tenha que ouvir os dois lados, mas não podemos culpar totalmente a imprensa, eu acho que jornalistas e os meios de comunicações como é, tem os seus equívocos. Temos que respeitar, por exemplo, o Sistema Mirante está sendo criticado aqui, mas eu não gostaria de vincular a minha imagem no sistema que está sendo colocado por alguns como sistema mentira, eu não ia pagar para botar a minha imagem lá, o próprio governo está pagando o Sistema Mirante para fazer a sua divulgação. Então ele não vincular a sua imagem a um órgão que fala mentiras. Então eu acho que a gente tem que respeitar a imprensa, entender que como nós políticos eles eventualmente cometem equívocos e que devem ser corrigidos, essa é a colocação que eu queria fazer. Muito obrigado. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - E para fechar esse tópico, eu quero dizer para o meu querido prefeito Humberto, jamais poderia ter colocado na mangueira, deveria ter pego um ônibus, deveria ter pego qualquer coisa e levado para uma escola descente enquanto durasse a reforma, debaixo da mangueira que não podia nem por um nem por dois, nem por três e nem por quatro ou cinco dias. Essa é a minha opinião, a minha crítica fica construtiva, porque pode ser que haja todos os tipos de justificativa para que se derrube uma escola, para que se reforme uma escola, para que se responsabilizem os adversários, eu não entro nesse mérito. Mas o administrador ele tem meios e mecanismos, principalmente no município que tem a força de Caxias, para não deixar lá dois, três, quatro meses as crianças embaixo de uma mangueira enquanto a reforma da escola seja feita, essa é a minha opinião. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO Deputado? O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Ouço V.Exª. com prazer. A SENHORA DEPUTADA CLEIDE COUTINHO (aparte) É o seguinte, imagine o que é uma prefeitura remodelando 70 escolas e essa escola fica um pouco mais distante da cidade, só são 23 alunos e eu tenho a impressão que era aquela história de que vai reformar e achar que para semana está bom, que os pais preferem até que ficassem ali porque estão perto das suas casas. Então não é uma coisa tão dramática assim. Seria sim se não tivesse construindo a escola, mas é uma coisa temporária de cinco ou de sete dias, de uma semana, não sei como é que está lá, eu sei que para semana já vai ser inaugurada realmente e na verdade o prefeito Humberto, para os senhores terem uma idéia sabem quanto o governo federal repassou para o prefeito Humberto Coutinho de verba, reconhecendo o seu poder de gestor, quase 100 milhões de reais. Então é muita obra pipocando na cidade, é muita gente trabalhando graças a Deus, então essas coisas que V. Exª. falou até eu acho que procede, mas tenho impressão que todo mundo pensou que seria rápido, que não justificaria, tanto que os alunos da quinta a oitava séries estão indo para Caxias, e esses como são só 23 alunos, até as mães preferiam porque ficava mais perto, mas a crítica sua é valida com certeza. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD Obrigado, deputada Cleide. Presidente eu estou como no tempo? PAVÃO FILHO - Vossa Excelência ainda tem 8 minutos, só falou 15, são 23. O SENHOR DEPUTADO RICARDO MURAD - Então Senhor Presidente, vou agora ao tema do meu discurso de hoje. No orçamento do Estado nós discutimos aqui a reformulação salarial proposta pelo Governo Jackson Lago. São duas as grandes categorias que podem melhorar o ensino: grupamento do magistério e o pessoal de apoio administrativo operacional, uma coisa está ligada a outra. Os professores são importantíssimos, mas o operacional que abre a porta, que limpa escola, que mantém o banheiro, que faz a merenda, que faz a escola ficar apta a receber as crianças e os jovens também é importante. Os agentes administrativos que tocam a secretaria da escola também são tão importantes quanto os professores, aqui é uma comunidade por isso que se fala que é uma comunidade escolar, então todo mundo que participa desse esforço, eles precisam ser reconhecidos dentro de uma mesma escala de forma horizontalmente reconhecida. Ora, o governador mandou para cá de forma não acertada com o Sindicado dos Servidores Públicos a mudança do seu regime jurídico para subsídio e fez uma escala de nível 1 até o último nível, que segundo ficou subentendido, de provisória, porque saiu de 380 para quem tem início de carreira até 403 para quem está lá com trinta e tantos anos de Estado, naturalmente, que isso tem que ser provisório, porque aqui no tribunal o mesmo auxiliar operacional vai começar com 860 e terminar com Eu acredito que o governo fez isso e segundo o pessoal do sindicato há agora a discussão do Plano de Cargos e Salários. Muito bem, então se presume que deve haver uma elasticidade nesses níveis, começar com 380 ou 403, ir até 700, 800 alguma coisa dentro desse parâmetro. Os professores se revoltaram, todos assistiram o que se passou, os professores nessa última reforma não quiseram acordo ainda definitivo, porque diz que estão discutindo a questão salarial definitivo tanto que os professores continuam apesar da propaganda
23 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE mentirosa do governo de que paga 380, esta categoria não recebe, recebe 355, vai de 355, 356, 358, 360 nós já discutimos isso. Mas de onde é que vem o fato grave? E aí eu chamo atenção da Casa porque há tempo de concertar. Na proposta orçamentária enviada para cá pelo Executivo, dentre todas as receitas previstas e despesas previstas com o pessoal dos três Poderes, do Ministério Público, Tribunal de Contas, tudo englobado, o Estado do Maranhão vai gastar 45% das suas receitas previstas no próximo orçamento. Ora! 6% é do Judiciário, 3% do Legislativo e o Tribunal de Contas do Estado, 2% do Ministério Público, sobra 49% para o Executivo. Se no global, nós vamos gastar só 45%, significa dizer e, olhem o que eu estou colocando como grave, que na previsão para os gastos de pessoal do ano que vem, o governo vai manter os atuais 35% de desembolso com o pessoal. Aí então, como é que ele vai dar à carreira do professor? Como é que ele vai dar descompressão da carreira do agente operacional, do agente administrativo? Então, é um dado sério, que nos preocupa, porque uma coisa é um discurso da tribuna, uma coisa é a situação fácil de chegar aqui e dizer que, nós vamos fazer, nós estamos negociando, nós estamos em reunião! Mas há uma coisa limitativa, há uma coisa que obriga, há uma coisa que ordena, há uma coisa que dirige, há uma coisa que faz com que o governo siga naquela direção, que é o orçamento. E, se no orçamento não há previsão para gastos acima dos níveis que são gastos hoje, como é que o governo está prometendo para todo um funcionalismo, uma descompressão salarial? Ou o governo está de novo com mentiras, com engodos, com conversa fiada e não vai fazer a descompressão nem para o Magistério, nem para os Agentes Administrativos e nem para os Agentes Operacionais, ou há um boato absolutamente estranho nesta proposta de orçamento. Então, eu deixo, amanhã voltaremos ao assunto da educação, deixo esse alerta, o Presidente da Comissão de Orçamento e o Líder que é da Comissão de Orçamento, precisam se debruçar nesses números com acuidade para que a gente possa ter uma discussão que na realidade fria dos números a onde o governo precisa se portar para exercer aquilo que é a atividade governamental, que é a letra fria do Orçamento seja compatível com o discurso e com aquilo que está sendo discutido com a s categorias, porque senão vai implicar em nós chegarmos aqui para afirmar que tudo que o governo faz é blef, é coisa para não cumprir. Obrigado, Presidente. PAVÃ0 FILHO A Presidência quer mais uma vez informar aos senhores deputados que as questões do ponto de vista de plenário que nós estamos presidindo a sessão, essa presidência tem dado a resposta imediatamente a qualquer questionamento da sessão, agora, com relação à administração, à questão administrativa aí compete ao Presidente titular Deputado João Evangelista, eu sempre que possível dou os esclarecimentos como o fiz ainda há pouco com relação a reclamação da questão da imprensa, a Assessoria de Imprensa, de Comunicação, tem procurado colocar todos os deputados de acordo com as suas iniciativas aqui no parlamento, tanto na Assembléia em Foco quanto na Assembléia em Ação, a todos sem discriminação de partido ou de bloco, a questão do GEDEMA, é uma entidade com personalidade jurídica que não tem nenhuma intervenção em deferência da Mesa Diretora com relação às suas ações. Em relação ao Deputado Marcos Caldas, ele tinha razão, houve um equívoco da Assessoria Jurídica Técnica e a Presidência da sessão fez corrigir o erro que foi cometido, portanto, a gente sempre procura respeitar a todos e as reclamações sejam feitas da forma do Regimento Interno no Artigo 288 a todos os senhores e senhoras deputadas. PAVÃO FILHO - Senhores e Senhoras Deputadas, como nada mais há a tratar a Presidência dar por encerrada a presente Sessão. A todos senhores uma boa tarde! Ata da Centésima Décima Segunda Sessão Ordinária da Primeira Sessão Legislativa da Décima Sexta Legislatura da Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, realizada em vinte e sete de setembro de dois mil e sete. Presidente, em exercício, Senhor Deputado Antônio Bacelar. Primeira, em exercício, Senhor Deputado Mauro Jorge. Segundo Secretário, em exercício, Senhor Deputado Valdinar Barros. Ás nove horas e trinta minutos, presentes os Senhores Deputados Antônio Bacelar, Arnaldo Melo, Camilo Figueiredo, Edivaldo Holanda, Eliziane Gama, Fufuca Dantas, Graça Paz, Helena Barros Heluy, Joaquim Nagib Haickel, Manoel Ribeiro, Marcelo Tavares, Marcos Caldas, Mauro Jorge, Max Barros, Pavão Filho, Pedro Veloso, Ricardo Murad, Rigo Teles, Rubens Pereira Júnior, Valdinar Barros e Victor Mendes. Ausentes: Afonso Manoel, Alberto Franco, Antônio Pereira, Carlos Alberto Milhomem, César Pires, Cleide Coutinho, Graciete Lisboa, Fátima Vieira, Francisco Gomes, Hélio Soares, João Batista, João Evangelista (em missão especial deste Poder), José Lima, Jura Filho (com justificativa 2º art. 69 Regimento Interno), Maura Jorge, Nonato Aragão, Paulo Neto (com justificativa 2º art. 69 Regimento Interno) Penaldon Jorge, Raimundo Cutrim, Soliney Silva e Stênio Rezende. O Senhor Presidente declarou aberta a Sessão determinando a leitura do texto bíblico e da Ata da Sessão anterior que foi considerada aprovada e do seguinte Expediente: Projeto de Lei nº. 255/07, do Deputado Pavão Filho, que dispõe sobre a informação ao consumidor do direito de, ao saldar antecipadamente seus débitos, obter redução de juros e outros encargos; 256/07, do Deputado Mauro Jorge, que dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de banheiros masculinos e femininos, bem como, de bebedouros públicos e cadeira de espera, na rede Bancária do Estado do Maranhão; 257/07, do Deputado Alberto Franco, que dispõe sobre a promoção da alimentação saudável nas escolas da rede de ensino do Estado do Maranhão. Requerimentos nº. 426/07, da Deputada Helena Barros Heluy, solicitando audiência pública, no dia 18 de outubro, às 15h, no Auditório Fernando Falcão, com enfoque para o tema Trabalho Infantil Doméstico Benefício ou Exploração, sob a coordenação da Comissão da Infância, Juventude e Idoso e da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembléia Legislativa; 427 a 429/07, do Deputado Arnaldo Melo, ao Secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural Senhor Domingos Albuquerque Paz, solicitando informações se a SEAGRO está executando obras de poço artesiano através de algum Programa; contrato ou convênio para recuperação das Estradas Vicinais da área Paraíso e Macaco; quais são as ações específicas do NEPE, no Município de Alcântara; 430/07, do referido autor, ao Secretário da Fazenda JosÉ DE JESUS Azzoline, solicitando informações sobre repsaases de ICMS, para as cidades de Porto franco, Açailândia, Lageado Novo e João Lisboa; 431/07, do referido Deputado, à de Cidades, Infra-Estrutura e Desenvolvimento Sustentável, Doutora Telma Pinheiro, solicitando informações se existe convênio dessa Secretaria com o Município de Alcânrtara para recuperação dês estradas vicinais. Indicações nºs. 1344, 1345/07, da Deputada Graça Paz, ao Secretário Municipal de Serviços Urbanos, Doutor Carlos Rogério Santos Araújo, solicitando o asfaltamento das Ruas Luis Rocha Porto, Nossa Senhora de Fátima, Camilo Soares, Tomaz Soares, 1º de Maio, Nova, Marcos Olímpicos, Domingos Delgado, São Carlos, Izaias, Celso Roberto, Sete de Setembro, Torres Soares, São Francisco, Juvenal Barros e da Bomba, na Vila Esperança, BR. 135, KM 5 e 6; a recuperação do asfalto, Avenida dos Curiós e da Estrada Velha; 1346/07, da mesma Deputada, ao Coordenador Estadual do Programa Luz Para Todos no Maranhão, Senhor Dr. Luis Adriel Neto, solicitando serviços de eletrificação, nos Povoados Ana Maria, Santo Antonio, Caraíbas, São Pedro, Cercado, Pequizeiro, Santa Luzia, Salamanca, São Raimundo, São João dos Matildes, Faveira, Tamboril, Roça do Meio, Mercês, Cigana, Pai Mane, Jabuti, Salobro, Pentieiro, Santana Velha, Feitosa, Cajueiro, Centro dos Lopes, Centro do Arão, Campos, Boa Vista, Poço de Pedra, Cocal, Centro do Zé Gomes, São Raimundo, Paissandu, Olho D água da Onça, Cacimba do Boi e Alegre, todos no Município de Duque Bacelar; 1347/07, da referida Parlamentar, ao Gerente das
24 24 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 Relações Institucionais da OI TELEMAR Norte Leste S/A, Senhor José Soares Júnior, solicitando telefones públicos, nos Povoados: São Benedito dos Pretos, Panamirim, Santa Rosa, Panaca, Morada Nova e Morro Grande, no Município de Pirapemas; 1351 a 1354/07, do Deputado Rigo Teles, ao Presidente da empresa Amazônia Celular, Senhor Sergio Spinelli Silva Junior, ao Coordenador da OI TELEMAR, solicitando a implantação do sistema de telefonia celular, nos Município de Arame e Dom Pedro; 1355/07, do Deputado Mauro Jorge, ao Governador do Estado, solicitando que determine a SECID a conclusão da pavimentação da MA-119, que liga o Município de Vitorino Freire ao Município de Altamira; 1356/07, do Deputado Valdinar Barros, ao Gestor de Relações Institucionais da OI/TELEMAR, no Maranhão, solicitando a implantação de telefone público, na Comunidade Açaizal dos Crentes, localizado no Montes Altos, região Tocantina; 1357/07, do mesmo Deputado, ao Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais, Othelino Nova Alves Neto, solicitando a revitalização de uma lagoa e um riacho às margens da comunidade da Vila Conceição I no Município de Imperatriz; 1358/07, do Deputado Edivaldo Holanda, ao Presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão CAEMA, Senhor Rubem Brito, solicitando extensão da rede de esgoto e ampliação do sistema de abastecimento de água, no Bairro do Alto da Paz da Aurora; 1359/07, do Deputado Nonato Aragão, ao Governador do Estado, solicitando ao órgão competente CAEMA, a perfuração de um poço artesiano no Residencial Primavera, no Município de Morros; 1360/07, do Deputado Edivaldo Holanda, ao Prefeito Municipal de São Luis, Doutor Tadeu Palácio, solicitando que determine a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos SEMSUR, os serviços de terraplanagem, meio fio e asfaltamento, nas Ruas dos Povoados de Vila Madureira e da Camboa dos Frades, localizados na Zona Rural de São Luis, na área da Vila Maranhão. Não havendo mais matéria sobre a Mesa para leitura, o Senhor Presidente deferiu as indicações acima mencionadas e encaminhou o Expediente à publicação. Inscrito no Pequeno Expediente, o Senhor Deputado Joaquim Nagib Haickel usou a Tribuna para prestar informações quanto ao andamento dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pela comissão criada para fazer a adequação da Constituição do Estado do Maranhão. Por sua vez, o Senhor Deputado Pavão Filho ocupou a Tribuna para justificar a indicação de sua autoria, encaminhando ofício aos senadores e deputados federais maranhenses, pedindo o apoio para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº. 054/99, do Deputado Federal Celso Giglio de São Paulo, que sugere a estabilidade para os servidores que ingressaram no serviço público entre 1983 a 1988, e assegura a efetivação para os trabalhadores, contratados a título de serviços prestados, após a constituição Sobre este particular, ouviu-se ainda o Senhor Deputado Valdinar Barros que também defendeu a aprovação da PEC 054/99, em tramitação no Congresso desde Ele solidarizou-se com o posicionamento do Deputado Pavão Filho na defesa da PEC e pediu o apoio dos colegas parlamentares. Em seguida, o orador teceu elogios à Estadual de Justiça e Segurança Cidadã, Eurídice Vidigal, pelas medidas que tomou para coibir a onda de violência no Município de Imperatriz. A Senhora Deputada Helena Barros Heluy usou a palavra para destacar a realização de dois eventos que estão acontecendo em São Luís: o VI Congresso Nacional de Vigilantes, que acontece no Grande Hotel São Luís, sobre o tema Privatizar a segurança? Ela destacou também a realização da VII Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente que está acontecendo na Fama, onde serão debatidos temas relacionados à necessidade constitucional do Estado de garantir os direitos das crianças e adolescentes. Em seu turno a Senhora Deputada Graça Paz registrou a realização da audiência pública, realizada com a participação de representantes dos mais variados setores da sociedade civil e do poder público para discutir e aprimorar o Projeto de Lei nº. 201/07, de sua autoria, que fixa normas e disciplina o acesso de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida ao transporte de ferry-boat no Maranhão. Ainda no Pequeno Expediente, o Senhor Deputado Rubens Pereira Júnior fez uso da Tribuna para registrar a passagem do primeiro aniversário do Instituto Maranhense de Direito Eleitoral - IMADE, instituição sem fins lucrativos e sem cunho político partidário e que tem por objetivo debater as questões de Direito Eleitoral. O Senhor Deputado Ricardo Murad usou a palavra para fazer um alerta sobre a gravidade da paralisação da Polícia Civil. Ele assinalou que a greve acontece em todo o Estado e que a situação é muito preocupante. Ele explicou o motivo da greve e disse que a situação é ainda mais grave porque a nota oficial publicada pelo governo, acerca da questão, não sinaliza no sentido de atendimento das reivindicações da categoria. Não houve quorum regimental para apreciar a matéria constante da Ordem do Dia que ficou transferida para a próxima Sessão Ordinária. Nenhum orador se inscreveu no primeiro horário do Grande Expediente e nem no tempo destinado aos Blocos Parlamentares. Pela Liderança da Oposição, ouviu-se o Senhor Deputado Ricardo Murad que voltou à Tribuna para cobrar esclarecimento do Departamento Estadual de Trânsito- DETRAN, quanto ao acúmulo de uma dívida de R$ 3 milhões com a Fundação Carlos Chagas. Ele estranhou o fato, porque segundo teria sido informado por um servidor do órgão, o Detran dispõe de recursos, mas existe especulação de que o atraso no pagamento das parcelas tinha por objetivo forçar a Fundação a romper o contrato. Prosseguindo com a palavra, o Líder do Bloco de Oposição manifestou sua preocupação com supostos cortes nos recursos destinados ao Programa Saúde da Família e de Agentes Comunitários de Saúde. Ele garantiu que foi procurado por prefeitos que denunciaram que os problemas estariam relacionados ao recadastramento desses programas e ressaltou que, por se tratar de programas essenciais para a saúde pública, o Governo deve corrigir as distorções imediatamente e restabelecer o fluxo dos recursos para as prefeituras. O Senhor Deputado Edivaldo Holanda usou a Tribuna pela Liderança do Governo para rechaçar as colocações que fez o Deputado Ricardo Murad, quando se referiu a nota oficial do Governo, onde o líder da Oposição afirma que o Governo admite que não pode reajustar e pagar o salário dos servidores por que não tem recursos. O Líder do Governo garantiu que o Deputado Ricardo Murad não leu a nota, uma vez que, ao contrário do que ele diz, a nota do Governo anuncia o aumento de 9% para os Servidores Públicos Estaduais cujas categorias estão em fase de negociação salarial. Essas categorias iniciaram a discussão salarial, categoria por categoria, inclusive regime, quem quer ficar no subsídio e quem quer continuar com o vencimento. Ele ressaltou que o percentual que o Governo do Maranhão está oferecendo aos seus servidores é o dobro da inflação anual e maior do que o concedido na maioria de outros Estados. Não houve orador inscrito no Expediente Final e nada mais havendo a tratar, a Sessão foi encerrada e lavra a presente Ata, que lida e considerada aprovada, será devidamente assinada. Plenário Deputado Gervásio Santos, do Palácio Manoel Bequimão em São Luís, 27 de setembro de Deputado Antônio Bacelar - Presidente, em exercício. Deputado Mauro Jorge - 1º Secretário, em exercício. Deputado Valdinar Barros - 2º Secretário, em exercício. EMENDA Nº /2007 EMENDA AO PROJETO COMPLEMENTAR Nº 008/ Exclua-se do Anexo VII ( Região do Alto Munim) e incluase no Anexo VIII Região do Delta do Parnaíba)) o Município de Brejo, na forma seguinte: - Exclua-se do Anexo XIII ( Região do Delta do Parnaíba) e inclua-se no Anexo XXXI Região dos Lençóis Maranhenses) o Município de Tutoia, na forma seguinte: PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS, DA AS- SEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 23 de outubro de MARCOS CALDAS - Deputado Estadual
25 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE Fundo Estadual de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde e dá outras providências. Aprovado. AUTORIA: Deputado ANTÔNIO PEREIRA RELATOR: Deputado EDIVALDO HOLANDA DECISÃO: Aprovado com a Emenda de autoria do Senhor Deputado Ricardo Murad, nos termos do voto do Relator. PARECER Nº 335/2007 (EM REDAÇÃO FINAL) Emitido ao PROJETO DE LEI Nº 162/2007, que DISPÕE sobre o ensino da Linguagem Brasileiras de Sinais LIBRAS nas Escolas Públicas de Educação Básica no Estado do Maranhão e dá outras providências. AUTORIA: Deputado ALBERTO FRANCO RELATOR: Deputado RUBENS PEREIRA JÚNIOR DECISÃO: Aprovado na forma do Substitutivo, nos termos do voto do Relator. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIN DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 24 de Outubro de GLACIMAR FERNANDES SAMPAIO da CCJ R E S E N H A RESENHA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CO- MISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL, REALIZADA AOS 05 DIAS DO MÊS DE NOVEMBRO DO ANO DE 2007, ÀS 16 HORAS E 30 MINUTOS, NA SALA DAS COMIS- SÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIN DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO. PRESENTES OS SENHORES DEPUTADOS: ARNALDO MELO PRESIDENTE EDIVALDO HOLANDA VICTOR MENDES PAULO NETO CARLOS ALBERTO MILHOMEM (Suplente) R E S E N H A RESENHA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CO- MISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL, REALIZADA AOS 24 DIAS DO MÊS DE OUTUBRO DO ANO DE 2007, ÀS 11 HORAS, NO PLENÁRIO DEPUTADO GERVÁSIO SANTOS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ES- TADO DO MARANHÃO. PRESENTES OS SENHORES DEPUTADOS: ARNALDO MELO PRESIDENTE PAULO NETO EDIVALDO HOLANDA PAUTA DA REUNIÃO: PARECER Nº 333/ MENSAGEM Nº 076/2007 SO- LICITANDO autorização para que o Governador do Estado, Doutor Jackson Lago, na forma que preceitua o Parágrafo Único do art. 62, da Carta Magna Estadual, possa afastar-se do País, quando necessário, seja em missão oficial ou em viagem de caráter particular, para quaisquer períodos de AUTORIA: PODER EXECUTIVO RELATOR: Deputado ARNALDO MELO DECISÃO: Aprovada por unanimidade, a referida Mensagem, na forma de Decreto Legislativo, nos termos do voto do Relator. PARECER Nº 334/2007 (EM REDAÇÃO FINAL) Emitido ao PROJETO DE LEI Nº 277/2007, que DISPÕE sobre a instituição do sistema de transferência voluntária de recursos financeiros do PAUTA DA REUNIÃO: PARECER Nº 268/ Emitido ao PROJETO DE RESO- LUÇÃO Nº 019/ que visa CONCEDER o Título de Cidadão Maranhense ao Sr.ALOYSIO CAMPOS DA PAZ JÚNIOR AUTORIA: Deputado PAVÃO FILHO RELATOR: Deputado EDIVALDO HOLANDA DECISÃO: Aprovado por unanimidade, o referido Projeto de Resolução, nos termos do voto do Relator. PARECER Nº 322/ Emitido ao PROJETO DE RESO- LUÇÃO Nº 025/ que visa CONCEDER o Título de Cidadão Maranhense ao Professor Doutor EXPEDITO ALVES DE MELO, natural de Alto Longa, Estado do Piauí. AUTORIA: Deputado AFONSO MANOEL RELATOR: Deputado VICTOR MENDES DECISÃO: Aprovado por unanimidade, o referido Projeto de Resolução, nos termos do voto do Relator. PARECER Nº 332/2007- Emitido ao PROJETO DE LEI Nº 255/2007 que DISPÕE sobre a informação ao consumidor do direito de, ao saldar antecipadamente seus débitos, obter redução de juros e outros encargos. AUTORIA: Deputado PAVÃO FILHO RELATOR: Deputado EDIVALDO HOLANDA DECISÃO: Aprovado por maioria, o referido Projeto de Lei, contra os votos dos senhores Deputados Carlos Alberto Milhomem e Victor Mendes. PARECER Nº 341/2007- Emitido ao PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 007/2007 que DISPÕE sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis e determina e estabelece normas para a consolidação dos atos normativos no Estado do Maranhão.
26 26 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 AUTORIA: MESA DIRETORA RELATOR: Deputado ARNALDO MELO DECISÃO: Aprovado por unanimidade, o referido Projeto de Lei Complementar, nos termos do voto do Relator. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIN DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO MARANHÃO, em 05 de novembro de GLACIMAR FERNANDES SAMPAIO da CCJ COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER N.º 270/2007 RELATÓRIO: Trata-se de projeto de decreto legislativo apresentado pelo Senhor Deputado Pavão Filho que visa a conceder a Medalha do Mérito Legislativo Manoel Bequimão ao Sr. José Jamenes Ribeiro Calado, advogado. A concessão da comenda é regulamentada pelo Decreto Legislativo n.º 68/80, alterado pelo Decreto Legislativo n.º 126/87, o qual estabelece os requisitos necessários: Art. 3º. Serão agraciadas com a Medalha Manoel Bequimão, personalidades nacional ou estrangeira, nas seguintes condições: a) aos que concorrerem decisivamente para o desenvolvimento cultural, científico, econômico, artístico ou social do Maranhão e do Brasil; b) aos membros dos parlamentos nacional ou estrangeiro que se destacarem nas lides parlamentares; c) aos cidadãos que pelos seus méritos especiais ou que proporcionarem algum feito considerado notório forem considerados merecedores do recebimento da comenda. O homenageado, com bem ressalta a nobre autora do projeto, é pessoa com grande destaque na sociedade maranhense, notabilizandose pelas lutas em prol da valorização permanente da classe dos profissionais da advocacia e está inegavelmente comprometido com o desenvolvimento do Maranhão. Vê-se, desse modo, que o homenageado faz jus à comenda que se lhe pretende outorgar, por demonstrar capacidade, competência e, sobretudo, dedicação no desempenho de suas funções. Tem-se, pois, por preenchidos os requisitos exigidos para a concessão da homenagem, notadamente os estabelecidos pelas alíneas a e c do art. 3º do Decreto Legislativo n.º 68/80. VOTO DO RELATOR: Em face do exposto, opino pela constitucionalidade, legalidade e juridicidade e, por conseguinte, pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo n.º 013/2007, de autoria do Deputado Pavão Filho. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final votam, por maioria, pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo n.º 013/2007, nos termos do voto do relator contra o voto do Senhor Deputado Carlos Alberto Milhomem. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 25 de setembro de Deputado Arnaldo Melo - Presidente Deputado Victor Mendes - Relator Deputado Edivaldo Holanda Deputado Carlos Alberto Milhomem ( contra) Deputado Paulo Neto COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER N 331 /2007 RELATÓRIO: Trata-se de Projeto de Lei nº. 193/2007, de autoria do Deputado Pavão Filho, que dispõe sobre a proibição de concessão de benefícios fiscais e financiamentos às pessoas, físicas ou jurídicas, que utilizem mão-de-obra infanto-juvenil. Indigitado projeto assevera que as pessoas físicas ou jurídicas que utilizarem mão-de-obra infanto-juvenil em desacordo com a Lei não serão contempladas com benefícios fiscais e financiamentos por parte dos órgãos do Estado do Maranhão. É o que havia a relatar. Passo a opinar. Tem-se, por oportuno, que o projeto de lei em comento aborda circunstâncias distintas, ora proibindo a concessão de financiamento, ora proibindo a concessão de benefícios fiscais. Neste prisma, a Constituição da República preceitua em seu art.22, in verbis : Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: (...) VII - política de crédito, câmbio, seguros e transferência de valores; (grifamos) Assim sendo, o projeto de lei em cotejo dispõe sobre matéria privativa da União, não podendo ser discutida ou disciplinada no âmbito estadual, pois viola o artigo em análise. Além disso, encontra também impedimento em relação à matéria tributária, senão vejamos o que diz o artigo 43, inciso III da Constituição Estadual, verbis: Art.43 São de iniciativa privativa do Governador do Estado as leis que disponham sobre : (...) III organização administrativa, matéria tributária e orçamentária e serviços públicos. (Grifamos). Infere-se que esta matéria é, segundo a Constituição do Estado do Maranhão, de iniciativa privativa do Chefe do Poder Executivo. Nesse sentido, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal entende que o vício de iniciativa do projeto de lei cuja matéria é de iniciativa privativa do Chefe do Executivo não é sanado pela sanção. Portanto, não atendidos estes requisitos constitucionais estarse-ia perpetrando uma inconstitucionalidade formal subjetiva. VOTO DO RELATOR: Isto posto, somos pela rejeição do projeto de lei em questão, em virtude dos argumentos ora expendidos. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final votam pela rejeição do Projeto de Lei n.º 193/2007, nos termos do voto do relator contra o voto do Senhor Deputado Victor Mendes. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 30 de outubro de Deputado Arnaldo Melo - Presidente Deputado Carlos Alberto Milhomem - Relator
27 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE Deputado Edivaldo Holanda Deputado Paulo Neto Deputado Victor Mendes (contra) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER Nº 336/2007 RELATÓRIO: Tramita nesta Comissão Técnica, para análise e emissão de parecer, o Projeto de Lei nº 280/2007, de iniciativa da ilustre Deputada HELENA BARROS HELUY, que considera de Utilidade Pública a Associação dos Músicos de Balsas, com sede e foro na cidade de Balsas Maranhão. Trata-se de uma entidade civil, sem fins lucrativos, com o prazo indeterminado e personalidade Jurídica distinta de seus associados, sem distinção de cor, raça credo religioso ou ideologia política. À vista da documentação acostada ao presente Projeto de Lei, conclui-se que a mesma atende as exigências legais. Ressalte-se ademais, que o Projeto de Lei em consideração obedece aos ditames da boa técnica legislativa. VOTO DO RELATOR: A proposição sob exame está redigida de acordo com o que preceitua a legislação específica, assim sendo, votamos pela sua aprovação, presente os pressupostos de ordem constitucional e regimental. É o voto PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final, votam pela aprovação do Projeto de Lei nº 280/2007, em parecer terminativo, nos termos da Resolução Legislativa nº 449 de 24 de junho de É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 06 de novembro de Deputado Arnaldo Melo - Presidente Deputado Paulo Neto - - Relator Deputado Victor Mendes Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Edivaldo Holanda COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER Nº 344/2007 RELATÓRIO: Tramita nesta Comissão Técnica, para análise e emissão de parecer, o Projeto de Lei nº 279/2007, de iniciativa do ilustre Deputado PAULO NETO, que considera de Utilidade Pública a Associação Comunitária do Povoado Baixa Grande, fundada em 27 de abril de 1997, com sede e foro no Município de São Bernardo Maranhão. Trata-se de uma entidade civil, sem fins lucrativos, com a finalidade de atender as necessidades dos moradores do povoado. À vista da documentação acostada ao presente Projeto de Lei, conclui-se que a mesma atende as exigências legais. Ressalte-se ademais, que o Projeto de Lei em consideração obedece aos ditames da boa técnica legislativa. VOTO DO RELATOR: A proposição sob exame está redigida de acordo com o que preceitua a legislação específica, assim sendo, votamos pela sua aprovação, presente os pressupostos de ordem constitucional e regimental. É o voto PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final, votam pela aprovação do Projeto de Lei nº 279/2007, em parecer terminativo, nos termos da Resolução Legislativa nº 449 de 24 de junho de É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 06 de novembro de 2007 Deputado Arnaldo Melo PRESIDENTE Deputado Carlos Alberto Milhomem RELATOR Deputado Paulo Neto Deputado Victor Mendes Deputado Edivaldo Holanda COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER Nº 345/2007 RELATÓRIO: Trata-se da análise de constitucionalidade, legalidade e juridicidade do Projeto de Lei nº 251/2007 de autoria do Dep. Marcos Caldas que dá nova redação ao artigo 2º da Lei 5.074, de 20 de dezembro de O presente Projeto está alterando o caput da Lei e acrescentando os parágrafos 1º e 2º a Lei 5.074/90 no seguinte teor: Art. 1. O art. 2º da Lei nº 5.074/1990 passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 2º. Nos locais referidos no artigo anterior deverão ser exibidas placas luminosas indicativas da proibição, colocadas de forma a serem facilmente identificadas e amplamente vistas pelo público em geral. 1. A placa não poderá ter dimensões inferiores a 25 cm x 35 cm e as letras deverão ser em cor que possibilite fácil destaque em relação ao fundo. 2. Do aviso constante da placa, deverá constar, no mínimo, a seguinte advertência: É Proibido Fumar - Lei Estadual n 5.074, de 20 de dezembro de Art. 2. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Em apertada síntese é o relatório. Nos termos do Regimento Interno desta Casa Legislativa, compete à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, pronunciarse quanto à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto. A Magna Carta Federal, no seu art. 24, inciso XII, determina que compete concorrentemente a União, ao Estado e ao Distrito Federal legislar sobre defesa da saúde, in verbis: Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: XII - previdência social, proteção e defesa da saúde; Não devemos olvidar que, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Nota-se que, a Constituição Federal autoriza o Estado a legislar sobre defesa da saúde, porém o legislador no exercício da atividade Legisferante, não poderá se afastar do princípio da razoabilidade e da racionalidade. Não podemos negar que a razoabilidade e a racionalidade integram de forma cabal o ordenamento constitucional brasileiro e constituem princípios inarredáveis para elaboração de leis e atuação do Poder Executivo, ensejando seu afastamento, em ambos os casos,
28 28 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE 2007 impugnação pelo Poder Judiciário, sempre que perquirido, por inconstitucionalidade destas medidas. Sendo assim, a alteração do caput fere o princípio da razoabilidade e racionalidade, devendo apenas prevalecer os acréscimo dos parágrafos 1º e 2º, nos termos do substitutivo em anexo. VOTO DO RELATOR: Do exposto, opinamos pela aprovação do presente Projeto, nos termos do substitutivo em anexo. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final votam, por maioria, pela aprovação do Projeto de Lei nº 267/ 2007, nos termos do voto do Relator contra o voto do Senhor Deputado Carlos Alberto Milhomem. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 06 de novembro de Deputado Arnaldo Melo - PRESIDENTE Deputado Edivaldo Holanda - Deputado Carlos Alberto Milhomem ( contra) Deputado Paulo Neto Deputado Victor Mendes SUBSTITUTIVO DO PROJETO DE LEI Art. 1 Acrescenta-se ao art. 2º da Lei nº 5.074/1990 os parágrafos 1º e 2º: Art. 2º 1. A placa não poderá ter dimensões inferiores a 25 cm x 35 cm e as letras deverão ser em cor que possibilite fácil destaque em relação ao fundo. 2. Do aviso constante da placa, deverá constar, no mínimo, a seguinte advertência: É Proibido Fumar - Lei Estadual n 5.074, de 20 de dezembro de Art. 2. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER Nº 346/2007 RELATÓRIO: Trata-se da análise de constitucionalidade, legalidade e juridicidade do Projeto de Lei nº 163/2007 de autoria do Dep. João Batista que dispõe sobre o estimulo à doação de sangue no Estado do Maranhão. Estabelece que os doadores regulares de sangue terão assegurados automaticamente, a partir de 03 (três) doações anuais para os homens e 02 (duas) para as mulheres, o direito de um check-up das suas condições de saúde para detectar doenças do sangue doenças sexualmente transmissíveis além dos exames de ácido úrico, colesterol total, HDL colesterol, LDL colesterol, glicemia e triglicerídios. Em apertada síntese é o relatório. Nos termos do Regimento Interno desta Casa Legislativa, compete à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, pronunciarse quanto à constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto. A Magna Carta Federal, no seu art. 24, inciso XII, determina que compete concorrentemente a União, ao Estado e ao Distrito Federal legislar sobre defesa da saúde, in verbis: Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: XII - previdência social, proteção e defesa da saúde; Não devemos olvidar que, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Acontece que, o referido Projeto não estabelece quem ficará responsável pela prestação do serviço de check-up aos doadores de sangue, não tendo, assim, o conteúdo do Projeto nenhum efeito prático, e se aprovado será mais uma Lei sem eficácia material. Outrossim, vale lembrar que Projeto de Lei do Legislativo não poderá criar atribuições para o Poder Executivo e, caso o espírito do Projeto fosse a concessão de atribuições para de Estado, isso o tornaria incosntitucional. O Tribunal de Justiça do Rio Grande já declarou a inconstitucionalidade de Lei do Município de Esteio cujo conteúdo é o mesmo do presente Projeto. Vejamos: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI MUNICIPAL Nº 4.162/06. ESTÍMULO À DOAÇÃO DE SANGUE. VÍCIO DE INICIATIVA CONFIGURADO. A Lei Municipal nº 4.162/2006, ao criar atribuições para órgãos do Poder Executivo municipal e também impor a realização de despesas, especialmente com procedimentos que sequer estão cobertos por verbas do SUS, mostra-se inconstitucional por vício de iniciativa, a qual é privativa do Executivo, violando as disposições do art. 60, II, d, e do art. 82, VII, da Constituição Estadual e arts. 61, II, e, e 84, VI, da Constituição Federal. AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE JULGADA PROCEDENTE. VOTOS VENCIDOS. Destaco que, no Estado do Mato Grosso há uma Lei em vigor com o mesmo conteúdo da proposição em análise, que foi vetada pelo Poder Executivo por inconstitucionalidade e a Assembléia Legislativa derrubou o veto. VOTO DO RELATOR: Do exposto, opinamos pela rejeição do Projeto em análise em face de sua inconstitucionalidade, ilegalidade e antijuridicidade. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição de Justiça e Redação Final votam, por maioria, pela rejeição do Projeto de Lei nº 163/007, nos termos do voto da Relator contra o voto dos Senhores Deputados Victor Mendes e Carlos Alberto Milhomem. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 06 de novembro de Deputado Arnaldo Melo PRESIDENTE Deputado Paulo Neto - RELATOR Deputado Edivaldo Holanda Deputado Victor Mendes ( contra ) Deputado Carlos Alberto Milhomem ( contra) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL PARECER Nº 347/2007 Trata-se da análise de constitucionalidade do Projeto de Lei 275/07, Mensagem nº , que assegura aos portadores de deficiência visual o direito de receber boletos de pagamento do consumo mensal dos serviços públicos de telefone, energia elétrica e água, confeccionado no Sistema Braille.
29 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE É o relatório A título de ilustração, o Braile é uma Técnica que permite ao portador de deficiência visual a leitura por meio do contato dos dedos com pequenos pontos em relevo, que correspondem a letras. São seis pontos básicos que formam 63 combinações diferentes. A técnica ficou pronta em 1824 e sua primeira edição foi publicada cinco anos depois. No Brasil, começou a ser adotada em O método braile foi inventado pelo pianista francês Louis Braille. O referido projeto insere-se no contexto das normas inerentes a defesa dos portadores de deficiência. A proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência estão inseridas na Competência Material concorrente da União, Estado e Distrito Federal. A competência legislativa concorrente ou suplementar consiste, necessariamente, na edição de normas gerais pela União e normas específicas ou especiais pelos Estados. Corroborando com o entendimento esposado acima, o Supremo Tribunal Federal, já se manifestou quando do julgamento da ADI 2334 / DF, onde figurou como relator o Ministro Gilmar Ferreira Mendes, in verbis: Ação Direta de Inconstitucionalidade. 2. Decretos de caráter regulamentar. Inadmissibilidade. 3. Não configurada a alegada usurpação de competência privativa da União por Lei estadual. 4. Competência concorrente que permite ao Estado regular de forma específica aquilo que a União houver regulado de forma geral (art. 24, inciso V, da Constituição). 5. Não conhecimento da ação quanto aos Decretos nos , de e , de , e improcedência quanto à Lei do Estado do Rio de Janeiro no 3.438, de ADI 2334 / DF - DISTRITO FEDERAL Relator(a): Min. GILMAR MEN- DES. O grifo é nosso. No âmbito da União, foi editada a Lei , de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzidas. Neste contexto, vale aqui destacar o que estabelece o art. 17 da mencionada lei: e 2º da Constituição Federal. (ADI 2.396, Rel. Min. Ellen Gracie, DJ 01/08/03) No caso em tela, proteção e a integração das pessoas portadoras de deficiência é também a promoção da dignidade humana, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil e princípio matriz de todos os direitos fundamentais, sendo assim, de alta relevância no contexto social, devendo, pois, prevalecer em detrimento de outras normas, haja vista, o princípio da máxima aplicabilidade dos direitos fundamentais. E o Projeto em análise está implementando aplicabilidade dos direitos humanos, sendo assim constitucional. Sendo assim, o Projeto é materialmente constitucional. No tocante a iniciativa de deflagração do processo legislativo esta é também concorrente entre o Poder Executivo e Legislativo quando o assunto é defesa dos portadores de deficiência e normas sobre consumo, sendo o referido Projeto formalmente constitucional. VOTO DO RELATOR: Do exposto, opino pela aprovação do Projeto de Lei nº em face de sua constitucionalidade, juridicidade e legalidade. É o voto. PARECER DA COMISSÃO: Os membros da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final votam, pela aprovação do Projeto de Lei nº 275/2007, nos termos do voto do Relator. É o parecer. SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO LÉO FRANKLIM, em 06 de novembro de Deputado Arnaldo Melo PRESIDENTE Deputado Paulo Neto - RELATOR Deputado Edivaldo Holanda Deputado Carlos Alberto Milhomem Deputado Victor Mendes Art. 17. O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização ás pessoas portadoras de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, á cultura, ao esporte e ao lazer. Nota-se, que o Projeto de Lei, ora em análise, objetiva, justamente, a eliminação de barreiras na comunicação do deficiente visual ou sensorial para garantir-lhe o direito a informação, enquadrando, pois, na definição de norma complementar ou suplementar, pois está suprindo as lacunas da lei geral. Também, vale dizer que as normas se enquadram dentre aquelas defesa do consumidor, haja vista, propiciar ao deficiente visual a possibilidade de acesso às contas dos serviços que lhe são prestados. Em relação às normas de consumo, a competência material é concorrente entre a União, Estado e Distrito Federal, consoante o art. 24, V, da CF, vejamos: A competência legislativa concorrente da União para editar normas gerais referentes à produção e consumo, à proteção do meio ambiente e controle da poluição e à proteção e defesa da saúde. Artigo 24, V, VI e XII e 1º
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31 QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO DE ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO PODER LEGISLATIVO EDITADO PELA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Registro no cartório de títulos e documentos sob os números e Rua do Egito, n.º 144, Centro - Fone: FAX: (098) CEP.: São Luís - MA Site: [email protected] JOÃO EVANGELISTA Pre sid e nte JORGE VIEIRA Diretor de Comunicação NORMAS DE PUBLICAÇÃO Ao elaborar o seu texto para publicação no Diário da Assembléia, observe atentamente as instruções abaixo: A) edição dos textos enviados à Secretaria de Comunicação em disquete; B) medida da página em formato A4; C) editor de texto padrão: word for windows - versão 6.0 ou superior; D) tipo de fonte: Times New Roman; E) tamanho da letra: 10; F) entrelinhas automático; G) gravar no disquete sem compactar, sem vírus de computador; H) o disquete só deverá ser gerado após o ato oficial estar devidamente assinado; I) utilize tantos disquetes quanto seu texto exigir.
A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE
A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE Deputado GUSTAVO CARVALHO 1 VICE-PRESIDENTE Deputado POTI JÚNIOR 1 SECRETÁRIO Deputado VIVALDO COSTA 3 SECRETÁRIO Deputado LEONARDO NOGUEIRA 2 VICE-PRESIDENTE
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ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANUEL BECKMAN QUINTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2014 1 ANO XLI - Nº 005 - SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2014. EDIÇÃO DE HOJE: 06 PÁGINAS 178º
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I - Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final
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CPI - ENERGIA ELÉTRICA
CPI - ENERGIA ELÉTRICA 22.06.2016 AUDIOTEXT SERVIÇOS E CIA. LTDA. - ME 1 CPI - ENERGIA ELÉTRICA 22.06.2016 O SR. PRESIDENTE - CARLÃO PIGNATARI - PSDB - Número regimental, declaro aberta a 8ª Reunião da
15ª LEGISLATURA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA/ ª SESSÃO ORDINÁRIA DO 1º PERÍODO LEGISLATIVO REALIZADA AOS 16 DE MAIO DE 2017.
15ª LEGISLATURA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA/2017 36ª SESSÃO ORDINÁRIA DO 1º PERÍODO LEGISLATIVO REALIZADA AOS 16 DE MAIO DE 2017. PAUTA DA SESSÃO: 1) LEITURA DA (S) ATA (S) PELO 2º (SEGUNDO) SECRETÁRIO OU ASSESSOR
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ROTEIRO. Após a chamada nominal dos Vereadores, composta a Mesa, o Presidente dará por aberta a Sessão. PEQUENO EXPEDIENTE Duração de 20 minutos
ROTEIRO 27ª Reunião Ordinária da 1ª Sessão Legislativa (21/08/2017) Após a chamada nominal dos Vereadores, composta a Mesa, o Presidente dará por aberta a Sessão. PEQUENO EXPEDIENTE Duração de 20 minutos
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Lei do Estado de Pernambuco nº 13.490, de 01.07.2008 Cria o Conselho Estadual das Cidades do Estado de Pernambuco ConCidades-PE, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO: Faço saber
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ATA Nº 061 DA SESSÃO ORDINÁRIA DA 7ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE RS, EM 10.12.2013. Aos dez (10) dias do mês de dezembro do ano de dois mil e treze (2013), às nove horas (9hs), reuniram-se em Sessão
Rua Simon Bolívar, 58 Centro Corumbaíba-Go. Fone: (0xx64)
CÂMARA MUNICIPAL DE CORUMBAIBA Estado de Goiás Ata da 28ª Reunião Ordinária do Legislativo Municipal em sua Primeira Sessão Legislativa. Às dezoito horas do dia 22 de setembro de Dois Mil e Nove, os vereadores
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CÂMARA DOS DEPUTADOS PAUTA PREVISTA PARA: 14 A 16 DE JULHO DE 2015 (Sujeita a alterações) SECRETARIA-GERAL DA MESA Coordenação de Apoio ao Plenário Telefones: (0xx61) 3216-1144 / 1145 / 1146 13/7/2015
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ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANUEL BECKMAN SEGUNDA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2014 1 ANO XLI - Nº 031 - SÃO LUÍS, SEGUNDA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2014. EDIÇÃO DE HOJE: 24 PÁGINAS 179º ANIVERSÁRIO
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QUARTA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2010 1 ESTADO DO MARANHÃO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PALÁCIO MANOEL BEQUIMÃO ANO XXXVII - Nº 178 - SÃO LUÍS, QUARTA-FEIRA, 29 DE DEZEMBRO DE 2010. EDIÇÃO DE HOJE: 08 PÁGINAS
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Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." Lei13149Anexos.pdf [Download] ANEXOS LEI Nº 13.149 DE 04 DE ABRIL DE 2014 Nota: Anexos disponíveis no Download Ver também: Lei
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1 TERCEIRA SECRETARIA DIRETORIA LEGISLATIVA DIVISÃO DE TAQUIGRAFIA E APOIO AO PLENÁRIO SETOR DE TRAMITAÇÃO, ATA E SÚMULA 2ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 6ª LEGISLATURA ATA SUCINTA DA 9ª (NONA) SESSÃO ORDINÁRIA,
ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE POJUCA
Lei n 006 de 09 de junho de 2010. Dá nova regulação ao CMS de Pojuca e outras providências. A Prefeita Municipal de Pojuca, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal
RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS:
Diário Oficial do Município de Guanambi - Bahia Poder Executivo Ano VII Nº 861 29 de Janeiro de 2015 RESUMO DO DIÁRIO PUBLICAMOS NESTA EDIÇÃO OS SEGUINTES DOCUMENTOS: DECRETOS DECRETO Nº 537, DE 28 DE
A PREFEITA CONSTITUCIONAL DO MUNICÍPIO DE PATU, Estado do Rio Grande do Norte, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,
Telefones/fax: (84) 3361-2211 e 3361-2211 LEI MUNICIPAL Nº 327/2013 EMENTA: DÁ NOME À RUA PROJETADA PRÓXIMO AO BANGALÔ NO BAIRRO DA ESTAÇÃO. A PREFEITA CONSTITUCIONAL DO MUNICÍPIO DE PATU,, no uso de suas
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Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães publica:
Prefeitura Municipal de 1 Ano IV Nº 1066 Prefeitura Municipal de publica: Decreto Nº 94/2019, de 25 de Março de 2019 - Altera o Decreto de nº 145/2018, de 12 de Abril de 2018, nomeia novos componentes
