1. O livro, a vida, a sobrevida
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- Fernanda Estrela Andrade
- 9 Há anos
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1 Nota da autora Uma das dificuldades de escrever sobre o diário de Anne Frank se deve ao fato de ela ter dado pseudônimos às pessoas com quem partilhou o anexo secreto. Ao longo de todo o texto, usei os nomes reais das figuras históricas por exemplo, a família Van Pels em lugar dos nomes que receberam no Diário nesse caso, Van Daan. Exceções ocorrem quando estou citando o Diário, ou quando estou me referindo aos personagens da peça e do filme, em que os modelos da vida real são conhecidos exclusivamente pelos pseudônimos. Nos Países Baixos, a Casa de Anne Frank (isto é, o prédio em que o anexo secreto se localiza) é conhecida como Museu Anne Frank. A organização que sustenta o museu e os programas de direitos humanos associados a Anne Frank e seu diário é chamada, em holandês, de Anne Frank Stichting. Embora Fundação não seja uma tradução direta de Stichting, usei esse termo para efeito de clareza. A Anne Frank-Fonds, na Basileia, é uma organização independente. 7
2 parte i A vida
3 1. O livro, a vida, a sobrevida Eu diria que o tema do Diário de Anne Frank é ainda mais misterioso e fundamental que o de santo Agostinho, e o descreveria como a conversão de uma criança em um adulto. Perguntei-me com espanto, quando deparei pela primeira vez com o Diário ou os extratos publicados pela revista Commentary: por que esse processo não foi descrito antes, sendo tão universal e tão universalmente interessante? E a resposta me veio. Ele não é universal, porque a maioria das pessoas não cresce em nenhuma medida que corresponda ao crescimento de Anne Frank; e não é universalmente interessante, porque ninguém se importa em lembrar o próprio crescimento ou é capaz disso. Foi necessário, acredito, que uma pressão especial forçasse a conversão criança-adulto, foram necessários excepcional consciência de si, excepcional franqueza e excepcionais poderes de expressão para lançar luz sobre essa mudança, seja ela estranha ou normal. John Berryman, The development of Anne Frank Ela foi uma jovem escritora maravilhosa. Era um assombro para uma menina de 13 anos. Vê-la ganhar domínio sobre as coisas é como assistir a um filme acelerado de um feto que vai ganhando rosto. De repente ela descobre a reflexão, há retratos de pessoas, esboços de personagens, há episódios longos, cheios de acontecimentos, intricados, tão lindamente narrados que parecem ter passado por uma dúzia de rascunhos. E nenhum desejo venenoso de ser interessante ou séria. Ela simplesmente é. Seu ardor, seu espírito sempre em movimento, sempre começando coisas ela é como uma irmãzinha apaixonada de Kafka, sua filhinha perdida. Philip Roth, Diário de uma ilusão Da primeira vez que li o diário de Anne Frank, eu era mais jovem que a autora quando ela começou a escrevê-lo, aos 13 anos. Ainda posso me ver sentada, de pernas cruzadas, no chão do quarto da casa em que cresci, lendo até que a luz do dia declinasse e eu tivesse de acender o aba- 11
4 12 Anne Frank jur. Perdi a noção das coisas à minha volta e me senti como se estivesse entrando no sótão em Amsterdam onde uma menina judia e sua família se esconderam dos nazistas, e onde, com o apoio de seus ajudantes holandeses, eles sobreviveram por dois anos e um mês, até serem denunciados às autoridades, presos e deportados. Fiquei encantada com as vívidas descrições que Anne fazia de seu adorado pai, Otto; de seus conflitos com a mãe, Edith, e a irmã, Margot; de seu romance com Peter van Pels; de sua irritação com Hermann e Auguste van Pels e com o dentista Fritz Pfeffer, com quem os Frank partilhavam o anexo secreto. Lembro que quando terminei o livro, voltei à primeira página e comecei de novo, e que li e reli o diário até ficar mais velha que Anne Frank quando morreu, aos 15 anos, em Bergen-Belsen. No verão de 2005, li o diário mais uma vez. Começara havia pouco a fazer anotações para um romance que, eu sabia, seria narrado na voz de uma menina de 13 anos. Tendo escrito um livro em que sugiro aos escritores que procurem orientação em uma leitura minuciosa e reflexiva dos clássicos, resolvi seguir meu próprio conselho, e ocorreu-me que a melhor obra já escrita sobre uma menina de 13 anos era o diário de Anne Frank. Como a maior parte dos leitores, eu interpretara o diário de Anne Frank como as efusões inocentes e espontâneas de uma adolescente. Agora, porém, relendo-o como adulta, convenci-me rapidamente de que estava em presença de uma obra de literatura conscientemente elaborada. Compreendi, como não poderia ter feito quando criança, quanta arte é requerida para dar a impressão de simplicidade, quanto controle é necessário para parecer natural, e que poucas coisas são mais difíceis para um escritor que encontrar uma voz narrativa tão original e sem afetação quanto a de Anne. Valorizei, como não fiz quando menina, sua competência técnica, as qualidades romanescas do diário, a habilidade de transformar pessoas vivas em personagens, a capacidade de observação, o olho para os detalhes, o ouvido para o diálogo e o monólogo e o senso de ritmo que a conduz à medida que entremeia seções de reflexão com cenas dramatizadas. Detive-me a todo instante para me maravilhar com o fato de que um dos melhores livros sobre o genocídio nazista tenha sido escrito por uma
5 O livro, a vida, a sobrevida 13 menina entre seus 13 e 15 anos de idade não uma faixa etária normalmente associada a gênio literário. É espantoso que uma adolescente possa ter escrito de maneira tão inteligente e comovedora sobre um assunto que continua a assombrar a imaginação adulta. O que torna isso ainda mais impressionante é que esse livro enganosamente despretensioso enfoca um momento particular e pessoas específicas, e ao mesmo tempo fala, de maneiras que parecem atemporais e universais, sobre adolescência e vida familiar. Ele mostra a verdade sobre o desejo incontrolável de certas pessoas de exterminar o maior número possível de outros seres humanos, ao mesmo tempo que celebra a vontade de sobreviver e a determinação de manter a própria decência e dignidade sob as circunstâncias mais desumanizadoras. Anne Frank pensava em si mesma não apenas como uma menina que por acaso mantinha um diário, mas como uma escritora. Segundo Hanneli Goslar, uma amiga de infância, a paixão de Anne pela escrita começou quando ela ainda estava na escola: Anne ficava sentada na classe entre as aulas, encobria seu diário e escrevia sem parar. Todos lhe perguntavam: O que você está escrevendo? E a resposta era sempre: Não é da sua conta. 1 Em abril de 1944, quatro meses antes que o sótão onde os Frank encontraram refúgio fosse invadido pelos nazistas, Anne Frank registrou seu desejo de se tornar uma escritora: E, se eu não tiver nenhum talento para escrever livros ou artigos de jornal, bom, sempre posso escrever para mim mesma. Quero continuar vivendo depois da morte! E é por isso que agradeço tanto a Deus por ter me dado esse dom, que posso usar para me desenvolver e para expressar tudo o que existe dentro de mim! 2 Muito se falou sobre como vemos Anne Frank de uma maneira diferente depois que a chamada edição definitiva de seu diário, publicada em 1995, restaurou certas passagens que Otto Frank havia cortado da versão lançada na Holanda em 1947 e nos Estados Unidos em De fato, embora a edição definitiva seja quase um terço mais longa que a primeira versão de O diário de Anne Frank, as seções que foram restabelecidas comentários mordazes sobre Edith Frank e os Van Pels, entradas revelando a extensão da curiosidade de Anne sobre sexualidade e sobre o próprio
6 14 Anne Frank corpo não mudam substancialmente a percepção que temos a respeito da menina. Por outro lado, há uma cena nas memórias de Miep Gies, Anne Frank: O outro lado do diário, que realmente altera a imagem que temos de Anne. Junto com os outros ajudantes, empregados da Opekta a empresa de condimentos e pectina de Otto Frank, Miep arriscou sua vida para manter oito judeus vivos durante dois anos e um mês, experiência que ela descreve num livro que aguça e acentua nossa percepção do que os judeus escondidos e seus salvadores holandeses suportaram. A cena começa quando Miep, sem querer, interrompe Anne enquanto ela está trabalhando no diário. Vi que Anne escrevia concentrada e não me ouvira. Eu estava muito perto dela e prestes a me virar para sair quando ela levantou os olhos, surpresa, e me viu parada ali. Em nossos muitos encontros ao longo dos anos, eu vira Anne, como um camaleão, mudar de um humor a outro, mas sempre com cordialidade. Mas nesse momento vi em seu rosto um olhar que nunca vira antes. Era um olhar de esforço doloroso, como se ela tivesse uma dor de cabeça latejante. O olhar me transpassou, fiquei sem fala. Ali, de repente, ela era outra pessoa escrevendo àquela mesa.3 A Anne que Miep observou era outra pessoa: uma escritora, interrompida. Em um ensaio de 1967, The development of Anne Frank, John Berryman perguntava-se se Anne Frank teve algum leitor sério, pois não encontro nenhuma indicação em nada do que foi escrito sobre ela de que alguém de fato a tenha levado a sério.4 Isso não é mais totalmente verdadeiro. No incisivo ensaio Not even a nice girl, publicado na New Yorker em 1989, Judith Thurman comentou a habilidade com que Anne construiu sua narrativa. Um pequeno número de críticos e historiadores chamou atenção para o talento literário precoce da menina. Em sua introdução à edição britânica de Contos do esconderijo, uma coletânea da ficção de Anne e de suas composições autobiográficas, o autor britânico G.B. Stern escreveu: Uma coisa é certa: Anne era uma escritora em embrião. 5 Mas seria uma
7 O livro, a vida, a sobrevida 15 escritora em embrião a mesma coisa que uma escritora que emergiu, ao mesmo tempo recém-nascida e madura? Persiste o fato de que só raramente se deu a Anne Frank o que lhe é devido como escritora. Com poucas exceções, seu diário nunca foi levado a sério como literatura, talvez por ser um diário, ou, mais provavelmente, porque sua autora foi uma menina. O texto foi discutido como um testemunho ocular, um documento de guerra, uma narrativa do Holocausto ou não, um livro escrito durante o tempo de guerra que trata apenas tangencialmente da guerra e um trampolim para conversas sobre racismo e intolerância. Praticamente nunca, porém, foi visto como uma obra de arte. Harold Bloom nos diz por quê: O diário de uma menina, mesmo quando ela era uma escritora tão natural, raramente poderia ser objeto de crítica literária. Como esse diário é emblemático de centenas de milhares de crianças assassinadas, a crítica é irrelevante. Eu próprio não tenho nenhuma qualificação exceto como crítico literário. Não se pode escrever sobre o O diário de Anne Frank como se Shakespeare, ou Philip Roth, fosse o assunto.6 O romancista holandês Harry Mulisch atribuiu a popularidade do diário ao fato de sua jovem autora ter morrido logo após escrevê-lo: A obra dessa menina não é simplesmente uma obra de arte, mas em certo sentido é uma obra de arte feita pela própria vida: é um objeto descoberto. Ele foi, afinal de contas, literalmente descoberto no chão, entre os escombros, depois que os oito personagens partiram 7 Escrevendo na New Republic, Robert Alter, um crítico e estudioso da Bíblia, concordou: Não pretendo parecer impermeável à pungência do Diário. Apesar disso, muitos diários de judeus que pereceram foram publicados e refletem a complexidade da perspectiva adulta e, em alguns casos, um enfrentamento direto da barbaridade do nazismo; e essas coisas estão ausentes do escrito de Anne Frank. Anne pode ter sido uma menina inteligente e admiravelmente introspectiva, mas não há muito em seu diário que seja emocionalmente
8 16 Anne Frank impressionante, e suas reflexões sobre o mundo têm o teor de banalidade que seria de esperar de uma menina de 14 anos. O que torna o Diário comovente é a sombra projetada sobre ele pela notícia da morte no fim. Tente imaginar (como fez Philip Roth, por outras razões, em Diário de uma ilusão) uma Anne Frank que tivesse sobrevivido a Bergen-Belsen, e, digamos, se estabelecido em Cleveland, se tornado uma jornalista, se casado e tido dois filhos. Iria alguém se importar com seu diário do tempo de guerra, exceto como um relato das circunstâncias materiais do esforço para se esconder dos nazistas em Amsterdam?8 Ao mesmo tempo admirando os talentos de Anne e perturbada pela sensação de que foram subestimados, comecei a pensar que poderia ser interessante e talvez útil para estudantes recém-apresentados ao Diário e para leitores que cresceram acostumados a vê-lo sob certa luz considerar a obra de uma perspectiva mais literária. Que aspectos do livro ajudaram a assegurar sua longa e influente sobrevida? Por que Anne Frank se tornou uma figura tão icônica para tantos leitores, em tantos países? Que há em sua voz que continua a absorver e comover o público? Como as várias interpretações e versões de seu diário a peça da Broadway, o filme de Hollywood, as lições de sala de aula, os artigos de jornal que a mantêm sob o olhar público influenciaram nossa ideia de quem ela foi e do que escreveu? O livro que imaginei trataria dessas questões, sobretudo através de uma leitura minuciosa do Diário. Exploraria os modos como a obra de Anne encontrou um lugar duradouro na cultura e na consciência do mundo. Eu argumentaria em favor do talento de Anne Frank como escritora. A despeito de sua idade e de seu sexo, ela conseguiu criar algo que transcendeu o que ela própria chamou de os desabafos de uma menina de 13 anos e que faz jus a um lugar entre as grandes memórias e confissões espirituais, bem como entre os registros mais significativos da era em que ela viveu. Esse foi o livrinho simples que imaginei. Mas pouca coisa relacionada ao diário se revelaria assim tão simples.
9 O livro, a vida, a sobrevida 17 Sempre acreditei que o diário de Anne Frank era uma versão impressa (ligeiramente editada por seu pai) do livro com capa de pano xadrez que ela ganhou quando fez 13 anos em junho de 1942, e no qual começou a escrever pouco antes de se esconder com a família. Isso era o que eu supunha, especialmente depois de, como o resto dos primeiros leitores de Anne, ter sido tranquilizada pelo breve epílogo às primeiras edições do livro, em que éramos informados de que exceto por muito poucas passagens, de pouco interesse para o leitor, o texto original foi reproduzido. Eu sabia que tinha havido controvérsias sobre as páginas que Otto Frank omitira no processo de dar forma ao diário. Mais recentemente, eu me lembrava, mais páginas subtraídas vieram à tona, passagens em que Anne especulava sobre as decepções no casamento de seus pais. Mas eu pensava que essas questões tinham sido respondidas, e a maioria dos cortes, restaurados na publicação de 1995 da edição definitiva, editada por Mirjam Pressler. Na verdade, como logo fiquei sabendo, no final de 1942 Anne já havia enchido o famoso diário xadrez; as entradas no livro de capa de pano vermelho, cinza e castanho cobriam o período de 12 de junho de 1942 a 5 de dezembro daquele ano. Depois, um ano isto é, um ano de entradas originais, não revisadas está faltando. O diário recomeça num caderno de exercícios de capa preta, que os ajudantes holandeses lhe deram. Iniciada em 22 de dezembro de 1943, essa continuação do diário prossegue até 17 de abril de Um terceiro caderno de exercícios começa em 17 de abril de 1944; a última entrada foi anotada três dias antes da prisão da escritora em 4 de agosto. A partir da primavera de 1944, Anne voltou e reescreveu seu diário desde o princípio. Essas revisões cobririam 324 folhas soltas de papel colorido e preencheriam a lacuna de um ano entre o diário xadrez e o primeiro caderno de exercícios. Ela continuou a atualizar o diário ao mesmo tempo em que reescrevia as páginas anteriores. Anne desejava que seu livro fosse notado, fosse lido, e passou seus últimos meses de relativa liberdade tentando desesperadamente assegurar que esse desejo pudesse se realizar algum dia.
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