TUTORIAL PARA CRIAÇA, O DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TUTORIAL PARA CRIAÇA, O DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE"

Transcrição

1 TUTORIAL PARA CRIAÇA, O DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE 1 Setup inicial do ambiente Fernando Moraes / Matheus Moreira / Leonardo Rezende / Walter Lau 23 / Março / 2016 Logar-se na máquina kriti com o usuário fornecido pelo professor: ssh -X <usuario>@kriti.inf.pucrs.br De fora da PUCRS: ssh -X <usuario>@eaco.inf.pucrs.br -p 7780 Fazer o download do lab3 e executar os seguintes comandos: wget tar -xvf layout.tar cd layout O conteúdo do diretório layout é dado abaixo (comando tree a): layout --.cdsinit à arquivo do design kit --.cshrc_cmos065 à arquivo do design kit --.ucdprod à arquivo do design kit -- cds.lib à indica as blbiotecas de trabalho -- characterization -- elc.st à arquivo que gera os sinais p/ caracterizar -- elc.tcl à arquivo que inicia ambiente p/ caracterizar `-- elccfg à arquivo com o design e a biblioteca -- sim à diretório onde será simulado o inversor -- sim_anel_inv.sp -- sim_inv_ext.sp `-- st65.scs à arquivos da tecnologia `-- synthesis à diretório para síntese lógica -- comandos_rc.txt -- constraints `-- inv_buffer.sdc -- lab3.lib -- load.tcl -- physical à diretório para síntese física -- definitions.tcl `-- physical.tcl `-- src à diretório com a descrição do design -- inv_buffer.vhd -- inv_module.v à descrição comportamental do inversor -- inv_udp.v à descrição UDP `-- tb.vhd Executar os seguintes comandos para abrir a ambiente de projeto de células da CADENCE: source /soft64/source_gaph module load ic/ csh source.cshrc_cmos065 icfb & (se não abrir: icfb -nosplash & ) Abrirá a seguinte janela (demora um pouco para carregar todas as bibliotecas):

2 2 1 - CRIANDO A VIEW SCHEMATIC Utilizar a ferramenta icfb para os seguintes passos: a) Primeiro abrir o Library Manager: ToolsàLibrary Manager... b) Criar a biblioteca onde os layouts serão gravados: FileàNew Library. Ao clicarmos em OK abre a janela da biblioteca de referência. Marcar a opção Attach to an existing techfile para que a biblioteca faça uso dos modelos disponíveis no design kit. Clicar em ok. Selecionar a tecnologia cmos065.

3 3 c) Agora, criar o esquemático do inversor: No Library Manager, selecionar a biblioteca criada e clicar em File à New à Cell View... Digitar o nome da célula que será projetada, selecionar a ferramenta Composer- Schematic, dar um nome a visão ( schematic ) e clicar em ok. O resultado é a interface gráfica da ferramenta de edição de esquemáticos. Check and save properties instance wire pin d) Instanciar a fonte de alimentação da célula e massa: clicar em instance (ou apertar a tecla i ), clicar em browse, escolher a biblioteca cmos065, escolher a célula vdd_inherit, view symbol e instanciá-la no esquemático, clicando em qualquer lugar da janela do schematic editor (para sair teclar ESC). Repetir o processo escolhendo a célula gnd_inherit. DICA: PODE-SE ESCREVER O NOME DA CÉLULA NO CAMPO cell do Library Browser.

4 4 e) Agora deve-se instanciar dois transistores, um PMOS e um NMOS, para gerar o esquemático que implementa a lógica do inversor. Para tanto deve-se: clicar em instance, clicar em browse, selecionar a biblioteca cmos065 e instanciar o símbolo da célula nsvtlp. Repetir o processo, instanciando a célula psvtlp. Notar que esses são os mesmos dispositivos utilizados nas simulações do laboratório 2. O resultado é um esquemático similar à figura (a) abaixo. (a) Esquemático com as instâncias (b) Esquemático completo com adição dos fios e pinos Notar que as dimensões dos transistores são definidas para mínimas por default (L=0.060 µm e W=0.135 µm) f) O próximo passo é clicar em wire (ou apertar a tecla w ) e conectar os dispositivos a fim de implementar a lógica do inversor. Deve-se obter um esquemático equivalente ao que está representado na figura (b) acima. Notar que o bulk do PMOS deve ser conectado a vdd e o do NMOS a gnd. Os pinos são inseridos posteriormente. g) Dimensionar os transistores para os seguintes tamanhos: transistor N para 0.2 µm e o transistor P para 0.4 µm. Dessa forma obteremos uma célula com tempos de propagação balanceados, conforme visto no laboratório 2. Para redimensionar os transistores: selecionar o dispositivo nsvtlp ou psvtlp, clicar em property (ou apertar a tecla q ), procurar o parâmetro Width e modificá-lo para 0.2 ou 0.4, respectivamente. Clicar em ok.

5 5 h) Os pinos de entrada e saída devem ser criados. Para tanto, clicar em pin (ou apertar a tecla p ). Criar um pino de entrada, definindo a direção (Direction) para input e nomeando-o. Para o pino aparecer clicar na janela do esquemático. Executar o mesmo procedimento para criar um pino de saída, porém dessa vez a direção deve ser setada para output. USAR os nomes A e Z i) Clicar em Check and save. Se nenhuma mensagem de alerta/erro for gerada (na janela ifcb a menor), a célula está estruturalmente correta. 2 - CRIANDO A VIEW LAYOUT Agora criar a visão (view) layout: no Library Manager clicar em FILE à New à Cell view. Selecionar a biblioteca previamente criada (no caso lab3), digitar o nome da célula que iremos desenhar, a visão layout e selecionar a ferramenta Virtuoso. Notar que a célula inv agora tem duas views : layout e schematic.f O resultado é a interface gráfica da ferramenta, com a lista de camadas à esquerda (janela LSW).

6 6 Redimensionar Copiar Mover Retângulo Régua NOTAR NA PALETTE DA ESQUERDA: AV - todos os níveis visíveis NV nenhum nível visível pode-se desabilitar tudo e só habilitar para edição um nível desejado MUITO ÚTIL PARA VISUALIZAR UM SÓ NÍVEL (exemplo metal 1) AS - todos os níveis selecionáveis NS nenhum nível selecionável pode-se desabilitar tudo e só habilitar para seleção um nível desejado MUITO ÚTIL PARA SELEÇÃO DE UM DADO NÍVEL (exemplo: só metal 1) DICAS DA INTERFACE GRÁFICA: Observar no topo da janela as coordenadas e as dimensões do retângulo que se está desenhando. A interface gráfica trabalha com um conceito de empilhamento de comandos. Cuidar o canto inferior esquerdo, o qual indica o comando ativo no caso o desenho de um retângulo. Pode-se por exemplo estarse inserindo um retângulo e fazer-se zoom (F ou Z). Os comandos de mover, zoom, apagar, salvar, esticar, undo, etc. concentram-se nos botões da esquerda da interface gráfica. Outra dica para facilitar a edição do layout é ativar a opção gravidade, para que o cursor automaticamente caia perto das bordas as quais utilizaremos como referência no momento da edição. Para isto abrir o menu options à layout editor e selecionar gravity on, ou simplesmente digitar g. A régua pode ser invocada pelo atalho K do teclado e todas réguas são apagadas ao utilizar-se o atalho shift+k. Para desfazer a ultima alteração no layout, pode-se usar o atalho U do teclado. Para refazê-la, o atalho shift+u. Para visualizar todo o layout deve-se usar o atalho F do teclado. A ferramenta de zoom pode ser usada fazendo-se um retângulo na área a ser visualizada com o botão direito do mouse. O local onde o desenho está armazenado é definido de forma absoluta no arquivo cds.lib. Por exemplo, a última linha deste arquivo no meu exemplo é: DEFINE lab3 /home/moraes/lab3/layout/lab3. Se o layout for copiado para outra máquina este arquivo deve ser editado manualmente.

7 Desenhando o INVERSOR 7 As regras de projeto serão dadas ao longo deste texto. Caso seja necessário, consultar o professor para regras mais detalhadas. NWELL CAMADAS PARA OS TRANSISTORES Principais camadas utilizadas: Nível Nome Observação NW Poço N OD Área Ativa (DIFUSÃO) NP Região N+ Local para os transistores N PP Região P+ Local para os transistores P PO Polisilício CO Contato M1 Metal 1 VIA1 Via Conecta metal 1 ao metal 2 M2 Metal 2 prboundary Margens Delimita as margens da célula Exemplo de regras de projeto: Nível Largura Mínima Espaçamento Mínimo Overlap para CTM/V1M PO (poli) 0,06µm 0,12µm 0,03µm M1 (metal 1) 0,09µm 0,09µm 0,025µm Contatos (CTM): 0,09 x 0,09 µm, com espaçamento entre contatos igual a 0,11 µm Vias (VIA1): 0,1 x 0,1 µm NP PP NP PP OD OD OD OD O transistor N é formado por área ativa (OD), com N+ ao redor (NP). O transistor P é formado por área ativa (OD), P+ ao redor (PP), e poço N ao redor da área P+ (NWELL) Antes de iniciarmos o projeto físico do inversor, vamos explorar as opções de exibição. Para isto, ir no menu options à display. Selecionar a caixa pin names. Explorar as opções de display, que auxiliam o projeto físico da célula. Reparar os controles de grid de manufatura, X Snap e Y Snap Spacing. Esses valores devem sempre estar coerentes com especificações feitas pelo fornecedor da tecnologia utilizada. Nesse caso, ambos estão definidos para Isso significa que, para essa tecnologia, as dimensões de qualquer camada devem sempre ser multiplas de µm, tanto para o eixo X quanto para o eixo Y. Selecionar a opção dots e alterar o major spacing para 0.2. Para criar um retângulo, deve-se primeiro selecionar a camada desejada na pallet do LSW. O próximo passo é usar o botão Retângulo (atalho R no teclado), clicar em qualquer lugar do editor de layout, arrastar o mouse e clicar novamente, fazendo assim um retângulo da camada escolhida. Para acertar as dimensões, usar a ferramenta Régua (tecla K do teclado) para medir o tamanho desejado, e a ferramenta Redimensionar (atalho S ) para definir o novo tamanho. Para redimensionar, clicar na borda do retângulo e arrastar o mouse até obter-se o tamanho desejado, então clicar novamente. Cuidar para que as bordas dos retângulos respeitem o grid. prboundary

8 1. Faça um zoom próximo da intersecção dos eixos, e com a régua faça as medidas 0,6 x 0,33 µm a partir das coordenadas (0,0). Desenhar dois retângulos 0,6 x 0,33 µm, para as linhas de alimentação, 1,88 µm de distância entre si. Utilizar a camada M1 (drawing) no pallet LSW. Dica: o segundo retângulo pode ser obtido copiando o primeiro através do botão copiar ou do atalho C, no teclado. Para tanto, clicar no retângulo desenhado, arrastar o mouse e clicar novamente no local desejado. 2. Desenhar dois retângulos de difusão, um 0,48 x 0,2 µm para o NMOS (na porção inferior do layout), e um 0,48 x 0,40 µm para o PMOS (na porção superior). Deixar 0,25 µm entre difusão e metal1. Utilizar a camada OD (drawing). Desenhar agora um retângulo de poli, camada PO (drawing). Esse retângulo deve ter largura de 0,06 µm e se sobrepor à difusão, representando assim o gate do transistor. Os gates dos dois transistores desenhados, podem ser conectados por poli. OBS: respeitar regras de layout! 3. Desenhar os contatos. Cada contato deve ser desenhado um quadrado 0,09 x 0,09 µm e utilizando a camada CO (drawing). Lembrar que a distância mínima entre contatos é 0,11 µm. Além disso, a camada de difusão deve se sobrepor pelo menos 0.03 µm para cada lado de cada contato. Finalmente, os contatos devem ter uma distância mínima de 0.09 µm do gate do transistor (região que o poli sobrepõe a difusão). Desenhar todos contatos possíveis, respeitando as regras de layout. 8 DICA: acompanhar o tamanho do retângulo pode dx e e dy no topo da janela DICA: pode ser difícil acertar o tamanho dos retângulos. Após o desenho aproximado pode-se selecionar o retângulo e com o atalho "q" (propriedades) fazer o ajuste fino. 0,21 0,16

9 4. Desenhar as camadas de metal 1. Utilizar a camada M1 (drawing) para sobrepor os contatos e realizar a conexão entre difusão e metal 1. Notar que o metal deve sobrepor o contato em pelo menos 0,03 µm para cada lado. Desenhar um retângulo de 0,09 µm de largura de metal 1 e conectar o source do PMOS à linha de metal desenhada na etapa 1, na porção superior do layout. Repetir o processo para conectar o dreno do PMOS ao source do NMOS e o dreno do NMOS a linha de metal da porção inferior. Notar que o espaçamento mínimo de metal é de 0.09 µm. 5. Criar o local para a inserção do pino de entrada. Para isto, no polisilício: (a) desenhar um retângulo 0,15x0,15 de poli; (b) centrar um contato no poli (com sobra de 0,03 µm para cada lado); (c) fazer um retângulo 0,28x0,15 de metal sobre o poli e o contato. IMPORTANTE: Não é possível criar um pino na região em que o poli se sobrepõe a difusão (gate do transistor). 6. Criar pinos I/O. Antes selecionar a camada M1 (pin) no LSW (na pallet), clicar em Create à Pin (atalho ctrl+p ), selecionar o modo shape pin, definir o pino como input e dar um nome ao pino (Af). Esse nome deve ser o mesmo dado ao esquemático. Clicar em Display Pin Name Option e modificar o valor de Height para 0.1. Clicar em Ok Clicar em hide, clicar em qualquer lugar do editor de layout, arrastar o mouse e clicar novamente. Desenhar um quadrado 0,1 x 0,1 µm (deixar o + do label dentro do quadrado). Cuidar para o pino ficar centralizado no grid. 8. Repetir o processo de criação para o pino de saída (Z): (a) retângulo de M1/drw 0,15x0,15; (b) dessa vez selecionar o I/O type output e posicionando-o no nodo de metal 1 que conecta o PMOS ao NMOS. O centro do label deve estar dentro do retângulo do pino.

10 9. Conectar o substrato às linhas de alimentação. Desenhar dois retângulos de difusão (OD) de 0.43 x 0.15 µm. Posicioná-los sobre as linhas de alimentação, desenhadas em metal 1, e desenhar dois contatos entre cada par de retângulos de difusão e metal 1. Respeitar as regras de layout para contatos. 10. Polarizar os retângulos de difusão desenhados. Desenhar um retângulo com a camada NP (drawing) para a porção superior e um retângulo com a camada PP (drawing) para a inferior. Notar que essas camadas devem sempre sobrepor a difusão (OD) em pelo menos 0,16 µm para cada lado. E devem estar a pelo menos 0,13 µm de distância dos transistores do inversor Polarizar os transistores desenhados, com P+ e N+. Desenhar um retângulo que envolva o transistor da porção inferior do layout. Utilizar a camada NP (drawing). Notar que essa camada deve sempre sobrepor a difusão (OD) em pelo menos 0,16 µm para cada lado e ter distância mínima de 0,13 µm da difusão utilizada para conectar o substrato a alimentação. Fazer o mesmo para a porção superior do desenho, porém dessa vez utilizar a camada PP. 12. Repetir o processo, na porção superior, para a camada NW (poço N). Esse camada também deve sempre sobrepor a difusão em pelo menos 0,16 µm para cada lado. Porém, o usual é dar uma margem maior, para que ela não fique exatamente sobre camada PP e NP. 13. Desenhar um retângulo que envolva a célula inteira (do canto inferior esquerdo do gnd ao canto superior do vdd), de uma linha de alimentação até a outra, utilizando a camada prboundary. 14. Finalmente, criar dois novos pinos, para as linhas de alimentação. Primeiramente criar um pino com a camada M1 (pin), direção input e nome vdd!. Esse pino deve ter o mesmo tamanho da camada M1 desenhada para a linha de alimentação na porção superior do layout e deve ser posicionada de forma a sobrepor essa camada. O procedimento deve ser repetido, porém agora criando um pino cujo nome deve ser gnd! e posicionar-se sobre a camada de metal 1 da linha de alimentação na porção inferior do layout. O Resultado deve ser equivalente ao da figura abaixo. Camada NN é o retângulo amarelo O poço N (passo 12) é o retângulo laranja Camada PP é o retângulo rosa O retângulo branco é a camada prboundary (passo 13) Camada NN é o retângulo amarelo Camada PP é o retângulo rosa

11 3 DRC - VERIFICANDO SE O DESENHO ESTÁ CORRETO 11 LEMBRAR DE SALVAR A CÉLULA!!! Este passo é feito através da ferramenta Calibre DRC (design rule checker). Ir em Calibre à Run DRC, clicar em Run DK DRC e OK. Escolher o modo DRC (Flat), pois desenhamos o inversor sem instanciar nenhum bloco hierárquico. Clicar em Run DRC. Caso apareça a mensagem de sobrescrever o arquivo, clicar em ok. Será gerado um relatório geral da ferramenta, mostrando todos os passos executados na verificação do layout. Fechar a janela de relatórios e abrir a janela do RVE, que demonstra quais regras de layout foram violadas e quais foram respeitadas. Dica, clicar no funil para filtrar apenas as regras que podem ter sido violadas, para assim corrigir o layout. Selecionar a opção Not Unresolved e clicar em apply.

12 Havendo erros de DRC: 12 o Serão sinalizados com o código da regra de projeto. Ao clicar na violação, será dada uma explicação do erro. Nesse caso, a regra de área mínima para metal 1 não foi respeitada em 2 ocasiões. Notar que o valor de área mínima é dado para que o layout seja corrigido. o Ao clicar duas vezes em uma das violações, a janela do virtuoso (com o layout) mostra exatamente onde essa violação acontece. Corrigir os possíveis erros de DRC e executar novamente a ferramenta de verificação. Deixar o layout livre de violações. Essa verificação, garante que o layout projetado é fabricável. Quando uma fábrica recebe as mascáras de um layout, ela verifica se esse layout respeita as regras de projeto físico. Se sim, o projeto será fabricado. Se não, ele retorna ao projetista.

13 4 LVS - VERIFICANDO SE O LAYOUT E O ESQUEMÁTICO SÃO EQUIVALENTES 13 Este passo é feito através da ferramenta Calibre LVS (layout versus schematic). Ir em Calibre à Run LVS. Escolher o modo Flat novamente e clicar em Run LVS. Caso apareça uma mensagem de sobrescrever arquivo, clicar em OK. Será gerado um relatório geral da verificação. Analisar esse relatório e fechar a janela. Na janela RVE, são demonstrados os resultados da verificação LVS. Essa verificação garante que o layout projetado implementa a mesma lógica que o esquemático que foi projetado. Nesse caso, o layout não fecha com o esquemático. Ao expandir a discrepância, obtemos sua causa. Nesse caso, o transistor NMOS MN, desenhado no layout possui um W de 0.21 µm, enquanto o transistor equivalente, do esquemático, possui um W de 0.20 µm.

14 Ao clicarmos na discrepância, a ferramenta mostra, nas duas views (schematic e layout), aonde encontra-se o problema. 14 Caso alguma violação de LVS aconteça, corrigir todos os problemas e executar a ferramenta novamente. Garantir que o esquemático e o layout implementam a mesma função lógica. O resultado do LVS deve ser: Atenção: os erros mais comuns são relacionados a pinos os pinos devem ser desenhados com a camada M1 pin

15 5 - EXTRAÇÃO ELÉTRICA 15 Este passo é responsável pela realização da extração elétrica, ou seja, pela geração do netlist spice. Ir em Calibre à Run PEX. Usar as opções padrão e clicar em OK. Caso apareça alguma mensagem, solicitando para salvar o arquivo de configurações, clicar em não salvar. A ferramenta irá perguntar se deseja criar uma pasta para o ambiente PEX, clicar em criar. Clicar na opção Outputs da ferramenta, e escolher as opções de extração, C+CC e sem indutância. Clicar em Run PEX. Clicar em Run PEX. Serão geradas duas janelas, uma mostrando os parasitas extraídos e outra mostrando a descrição em spice do circuito obtido. Pronto, temos o projeto físico do inversor completo. Reparar que foram criados três arquivos que descrevem, em spice, o circuito extraído. No terminal, em layout/pexrundir, encontram-se os arquivos com essas descrições. Nesse exemplo os arquivos são (eles deverão ser incluídos no relatório): o inv.pex.spi (base) o inv.pex.spi.inv.pxi (capacitâncias parasitas) o inv.src.net (netlist)

16 6 - MODELO ABSTRATO Agora, devemos criar o modelo abstrato para podermos usar a célula que projetamos em um circuito real. Este modelo indica para a ferramenta a disposição dos metais de roteamento, que ela precisará utilizar na hora de colocar a células no circuito e interligá-las. Abrir o Library Manager: ToolsàLibrary Manager e abrir a view layout 16 Abrir o Abstract Editor: ToolsàAbstract Editor (só abre a opção Abstract nos menus) Criar o Abstract: Abstract à Create Abstract... Clicar em OK A seguinte janela irá aparecer:

17 17 1. Definir agora a célula com core, isto é, célula a ser utilizado para a criação de circuitos com outras portas lógicas. Para isto no menu Cells selecionar CellsàMove... e selecionar Core. 2. Em seguida, selecionar core (notar que moveu de block para core). 3. Verificar os pinos. Clique no símbolo destacado como contato (na figura acima), abrirá uma nova janela, e nesta execute RUN. Ignorar o warning desta etapa. 4. Realizar o extract. Clique no símbolo destacado como um fio entre dois contatos (na figura acima), abrirá uma nova janela, e nesta execute RUN. 5. Gerar o Abstract. Clique no terceiro símbolo destacado na figura acima. Novamente apenas RUN. Ignorar o warning desta etapa. 6. Gerar o LEF (Library Exchange Format - formato com os pinos). Exportar o LEF com o nome de lab3. Para isso, ir em File à Exportà LEF.

18 18 7. Visualizar a view abstract com as camadas de Metal para roteamento: 8. No console (terminal), no diretório layout, editar o arquivo lab3.lef (por exemplo, gedit lab3.lef). Analisar este arquivo, o qual descreve cada pino do circuito, e os retângulos de metal de cada pino. MODIFICAR as linhas: a. todas as ocorrências de inv por INV b. todas as ocorrências de CoreSite por CORE Dica de comando: sed -i 's/inv/inv/g;s/coresite/core/g' lab3.lef

19 7 - SIMULAÇÃO ELÉTRICA 19 SAIR DO CSH: fechar as ferramentas da Cadence e no console/terminal digitar exit EXECUTAR o comando para configurar o simulador elétrico: module load ic mmsim Abrir o arquivo base da descrição spice do inversor (arquivo pexrundir/inv.pex.spi) e modificar sua interface para que passe a possuir as entradas para as linhas de alimentação. Na linha que descreve o.subckt (NOME_DA_CELULA) é dada a pinagem do circuito. Adicionar ao final as duas entradas: vdd! e gnd!. No exemplo aqui descrito, o resultado é o seguinte: * File: inv.pex.spi * Created: Wed Mar 16 11:11: * Program "Calibre xrc" * Version "v2011.3_29.20" *.subckt inv A Z vdd! gnd! * XM1 Z A vdd! vdd! psvtlp L=0.06 W=0.4 NFING=1 M=1 AS=0.084 AD=0.084 PS= PD=0.82 PO2ACT=0.21 NGCON=1 lpe=1 XM0 Z A gnd! gnd! nsvtlp L=0.06 W=0.2 NFING=1 M=1 AS=0.042 AD=0.042 PS= PD=0.62 PO2ACT=0.21 NGCON=1 lpe=1 X2_noxref gnd! vdd! dnwps AREA= PJ=5.5 *.include "inv.pex.spi.inv.pxi" *.ends * Ir para o diretório de simulação: cd sim Abrir o arquivo sim_inv_ext.sp. Observar na linha 15 a inclusão do arquivo "../pexrundir/inv.pex.spi" via comando include. Na linha 20 há a instanciação do subcircuito (X1 iv out vcc 0 inv ). Este é o arquivo que gera os estímulos para o circuito que projetamos. Executar a simulação elétrica: spectre sim_inv_ext.sp Executar a ferramenta viva. Selecionar os probes no sinal de entrada e saída (iv e out) e envia-los para o gráfico. Nosso inversor funciona!

20 Avalie os tempos de subida e descida: 20 more sim_inv_ext.measure Exported variables from results directory:./sim_inv_ext.raw date : 12:07:37 PM, Wed Mar 16, 2016 design : * inversor - simulação do circuito extraído do layout pro simulator : spectre Measurement Name : transient1 Analysis Type : tran td = tdescida = e-10 ts = tsubida = e-10 Modifique a linha do netlist que corresponde à carga de saída. Abrir o arquivo sim_inv_ext.sp, localizar a linha que corresponde à carga de saída e coloque 5fF: C3 out 0 5fF Executar novamente o comando : spectre sim_inv_ext.sp No viva: fileàreloadàall sub windows. Esta redução no valor de capacitância de saída deve resultar em um menor tempo de subida e de descida: Quais os novos tempos de subida e descida? Simulação elétrica de um anel de inversores Agora vamos simular um anel de inversores. Verifique se o arquivo sim_anel_inv.sp contém a referência correta ao arquivo extraído (../pexrundir/inv.pex.spi) e as 15 instanciações fazem referência ao inversor. Executar o seguinte comando: spectre sim_anel_inv.sp more sim_anel_inv.measure Exported variables from results directory:./sim_anel_inv.raw date : 12:17:39 PM, Wed Mar 16, 2016 design : * inversores em anel para cálculo de frequência com invers simulator : spectre Measurement Name : transient1 Analysis Type : tran freq_ghz = periodo = tf = e-11 tr = e-1 Visualize a forma de onda do oscilador:

21 FIM DA PARTE I DO LABORATÓRIO DO INVERSOR 21 Conteúdo do relatório a ser entregue Esquemático (15%) - print screen da tela e print screen do console com mensagem se houve ou não erro no esquemático. Layout do inversor (35%) [print screen da tela] Relatório do DRC (10%) [tela que indica se houveram ou não erros] Relatório do LVS (10%) [tela que indica se houveram ou não erros] Extração elétrica (5%). Apresentar os arquivos: o inv.pex.spi o inv.pex.spi.inv.pxi o inv.src.net Layout da view abstract (5%). [print screen da tela] Simulação elétrica (10%). Curvas da simulação com variação de carga (25 ff e 5 ff) e o atraso para cada carga. O atraso é dado copiando-se os dado do arquivo sim_inv_ext.measure. Simulação do anel do inversor (10%). Curvas com a simulação e a indicação da frequência de operação (obtido do arquivo sim_anel_inv.measure) PARTE II DO LABORATÓRIO DO INVERSOR SERÁ FEITO POSTERIORMENTE, NA PARTE DE FLUXO DE PROJETO

22 8 - CARACTERIZAÇÃO ELÉTRICA Geração do LIB 22 Antes de começar a caracterização, devemos abrir o arquivo inv.pex.spi, que se encontra no diretório pexrundir e substituir o comando.include "inv.pex.spi.inv.pxi" pelo conteúdo do arquivo inv.pex.spi.inv.pxi. O resultado deve ser o seguinte: * File: inv.pex.spi * Created: Wed Mar 16 11:11: * Program "Calibre xrc" * Version "v2011.3_29.20" *.subckt inv A Z vdd! gnd! * XM1 Z A vdd! vdd! psvtlp L=0.06 W=0.4 NFING=1 M=1 AS=0.084 AD=0.084 PS= PD=0.82 PO2ACT=0.21 NGCON=1 lpe=1 XM0 Z A gnd! gnd! nsvtlp L=0.06 W=0.2 NFING=1 M=1 AS=0.042 AD=0.042 PS= PD=0.62 PO2ACT=0.21 NGCON=1 lpe=1 X2_noxref gnd! vdd! dnwps AREA= PJ=5.5 * *.include "inv.pex.spi.inv.pxi" * asterisco incluído para tornar a linha um comentário * cc_1 A gnd! f cc_2 A vdd! f cc_3 A Z f cc_4 gnd! vdd! f cc_5 gnd! Z f cc_6 vdd! Z f.ends Ir para o diretório: cd../characterization Olhar o conteúdo dos arquivos elccfg, responsável por definir o simulador utilizado, o nome dos nodos de alimentação, além da célula que vamos caracterizar, neste caso o inv. Se houverem várias células para se caracterizar, podemos por um * e a ferramenta caracteriza tudo. Olhar o arquivo elc.st, que define os parâmetros para caracterização, como as condições de operação (nominal 1V 25C). Os valores são relativos (% da alimentação), além dos valores de threshold para considerar rampa de subida ou descida. Isto é diferente do threshold do transistor, que é fixo de acordo com a tecnologia. Se houvessem células de memória (como flip-flops e latchs) para caracterizar, a busca binária para setup e hold é configurada neste mesmo arquivo, no parâmetro bisec. Executar os seguintes comandos para realizar a caracterização da célula com o ELC, da CADENCE: module load ets mmsim/131 elc -64 digitar source elc.tcl à configura o ambiente. Neste arquivo está configurado as condições de operação (nominal 1V 25 o C) e a geração de sinais para caracterização. digitar db_open lab3 à criar o banco de dados para a caracterização da célula digitar db_prepare à cria os vetores de estímulo a serem utilizados na caracterização. São gerados dois vetores para teste da célula (ou seja, as duas entradas possíveis para um inversor, 1 lógico e 0 lógico). O comando irá gerar a seguinte saída:... Reading : lab3.ipdb/inv.design ============================== DESIGN : INV ============================== A : Z D0000: R : F : DELAY(A) D0001: F : R : DELAY(A)

23 => 2 vectors generated digitar db_spice à executa a simulação SPICE dos vetores gerados no passo anterior. O comando irá gerar a seguinte saída (a simulação deve estar 100%): -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*- Simulation Summary -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-* DESIGN PROCESS #ID STAGE STATUS IPDB INV nom_1.00v_25c D0000 VERIFICATE PASS lab3 INV nom_1.00v_25c D0001 VERIFICATE PASS lab *-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*- - Total Simulation : 2 - Total Passed : 2(100.00%) - Total Failed : 0(0.00%) -*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*- digitar db_output -alf lab3.alf à exportar o banco de dados para o padrão alf, que depois será convertido no formato liberty (lib). digitar alf2lib -alf lab3.alf -lib lab3.lib -state à converter o banco de dados exportado para o padrão lib. O comando irá gerar a seguinte saída: elc> alf2lib -alf lab3.alf -lib lab3.lib -state Encounter - Library Characterizer - Version v13.10-p001_1 64-bit (03/25/ :57:34) [ ]Cadence Design Systems, Inc. All rights reserved. This work may not be copied, modified, re-published, uploaded, executed, or distributed in any way, in any medium, whether in whole or in part, without prior written permission from Cadence Design Systems, Inc. Convert: "lab3.alf" (ALF) ==> "lab3.lib" (Liberty) Library: lab3 ( nom_1.00v_25c ) CELL INV: now reading now converting ***** successful ***** --- Total : 1 cells ( successful : 1 failed : 0 ) Memory : 0.46M Time : 0.03 (user), 0 (sys), 0.03 (cpu), 0.09 (real) digitar exit à sai da ferramenta. Agora temos nossa célula no formato liberty: lab3.lib. Este formato é um padrão, que contém informações de consumo de potência da célula, seus pinos de entrada e saída, sua função lógica, os tempos nos arcos da célula (tempo de propagação de um valor da entrada para saída) e as capacitâncias de entrada e saída. Estas informações são utilizadas pela ferramenta para geração de relatórios e validação do funcionamento dos projetos que vierem a utilizar esta célula.

24 Por exemplo: cell_fall(delay_template_4x5) { index_1 ("0.0018, 0.048, 0.096, 0.186"); index_2 ("0.001, 0.003, 0.01, 0.025, 0.08"); values ( \ " , , , , ", \ " , , , , ", \ " , , , , ", \ " , , , , "); } Neste trecho do arquivo lib temos o atraso (em ps) para 4 valores de carga de saída (index_1) e 5 valores de rampa de entrada no pino A (index_2). Obviamente quanto maior a carga e maior a rampa de entrada, maior o atraso. IMPORTANTE: remover os! de VDD! e GND! do arquivo lib. Usar o comando: sed 's/d!/d/g' lab3.lib > inv.lib 9 - SÍNTESE LÓGICA Este passo é responsável por fazer o mapeamento de uma descrição RTL (VHDL) para a implementação em uma dada tecnologia, usando células disponíveis na biblioteca para implementar a mesma lógica descrita no RTL. Ir para o diretório: synthesis (/lab3/layout/synthesis) Dentro deste diretório existe um arquivo chamado lab3.lib. Dentro deste arquivo existe a descrição de duas células (uma AND e uma OR, padrões da tecnologia de 65nm). Digitando o comando grep "cell(" lab3.lib : cell(hs65_gs_and2abx27){ cell(hs65_gs_or2abx18){ cell(hs65_gs_or2abx27){ Estas células são necessárias pois, como a ferramenta não sabe o circuito que irá sintetizar, não aceita carregar apenas um inversor, pois não se pode implementar lógica apenas com esta célula. Abrir este arquivo e copiar o lib gerado no passo anterior para o arquivo lab3.lib. Copiar somente a descrição da célula, na linha 80. Se a lu_table_template e a power_lut_table forem diferentes das que contém o arquivo lab3.lib, adicionar estas tabelas também, pois a ferramenta precisa delas para estimar os atrasos e potência. cell (inv) {... } Dica para mover parte do arquivo: sed -n 63,154p../characterization/inv.lib > tmp sed '81r tmp' lab3.lib > tmp2 mv tmp2 lab3.lib Executar os seguintes comandos para realizar a síntese lógica: module load edi rc gui

25 25 Para a síntese lógica será utilizada a ferramenta RTL Compiler da CADENCE. O arquivo load.tcl contém os comandos para iniciar a síntese: o Os três primeiros comandos definem variáveis utilizadas no script de síntese o Os próximos três comandos definem o nível de informação e os diretórios onde serão buscados scripts e descrições RTL: set_attribute script_search_path./ / set_attribute hdl_search_path src/ / set_attribute information_level 9 / o Os dois comandos seguintes, definem as bibliotecas que serão usadas na síntese do projeto. Nesse caso, o.lib modificado com a célula inversor e os.lef da biblioteca de 65nm e do inversor. set_attribute library... set_attribute lef_library... o O último comando define a captable que será utilizada e a condição operacional. A captable é um arquivo que contém valores de resistência e capacitância que serão usados para modelar as interconexões do design. Essa informação será usada quando a ferramenta de síntese extrair os fios do projeto, para realizar analises de timing e power. Executar os seguintes comandos: include load.tcl read_hdl -vhdl inv_buffer.vhd elaborate ${DESIGN_TOP} read_sdc constraints/inv_buffer.sdc report timing exit Estes comandos irão gerar o circuito descrito em inv_buffer.vhd, e substituirão os inversores pela nossa célula. Estes comandos geram a seguinte saída na interface gráfica: O resultado de timing é para o circuito deste projeto: ============================================================ Pin Type Fanout Load Slew Delay Arrival (ff) (ps) (ps) (ps) ring_i in port R inv_instance[1].inv_i/a +0 0 inv_instance[1].inv_i/z INV F inv_instance[2].inv_i/a inv_instance[2].inv_i/z INV R inv_instance[3].inv_i/a inv_instance[3].inv_i/z INV F inv_instance[4].inv_i/a inv_instance[4].inv_i/z INV R inv_instance[5].inv_i/a inv_instance[5].inv_i/z INV F inv_instance[6].inv_i/a inv_instance[6].inv_i/z INV R ring_o out port R Exception : 'path_delays/inv_buffer.sdc_line_10' 2500ps Timing slack : 299ps Start-point : ring_i End-point : ring_o

26 Ou seja, entre a entrada ring_i e a saída ring_o temos um atraso esperado de 2,201ns. 26 No arquivo constraints/inv_buffer.sdc temos: set_max_delay -from [all_inputs] -to [all_outputs] 2.5 Assim, o circuito projeto atende à especificação de timing, com uma folga (slack) de 229ps. Estes comandos estão presente dentro do script comandos_rc.txt. Excute agora todos os comandos, para a geração dos arquivos necessários para o layout e os relatórios de síntese (diretórios reports): rc f comandos_rc.txt Se o console travar digite reset SÍNTESE FÍSICA Permanecer no diretório synthesis. Executar os comandos: encounter -64 source physical/physical.tcl O script physical.tcl realizará todas as etapas da síntese física, que é dividida nas seguintes etapas: o Leitura do projeto: Lê o circuito o Floorplanning: Etapa onde é decidido qual a porcentagem do chip será usada para fio e qual porcentagem será usada para o circuito o Power Planning: Posiciona as linhas de alimentação no chip o Placement: Posiciona as células no chip o Roteamento: Inserção dos fios de interconexão o Inserção das filler-cells: Inserção de células para preenchimento do espaço do chip Os comandos utilizados no script de síntese física estão comentados no arquivo physical.tcl. A interface gráfica gera a seguinte saída:

27 27 Assim, nosso circuito utilizando inversores está finalizado. Selecione a opção para visualizar as linhas de metal internas à célula: Na tela abaixo pode-se visualizar as conexões entre os inversores: Finalmente, podemos conferir o timing do layout gerado: > report_timing ############################################################### # Generated by: Cadence Encounter s126_1 # OS: Linux x86_64(host ID kriti) # Generated on: Fri Mar 18 15:33: # Design: inv_buffer # Command: report_timing ############################################################### Path 1: MET Path Delay Check Endpoint: ring_o (^) Beginpoint: ring_i (^) triggered by leading edge of '@' Analysis View: _default_view_ - External Delay Path Delay = Required Time Arrival Time = Slack Time Clock Rise Edge Input Delay = Beginpoint Arrival Time Instance Arc Cell Delay Arrival Required Time Time ring_i ^ inv_instance[1].inv_i A ^ -> Z v INV inv_instance[2].inv_i A v -> Z ^ INV inv_instance[3].inv_i A ^ -> Z v INV inv_instance[4].inv_i A v -> Z ^ INV inv_instance[5].inv_i A ^ -> Z v INV inv_instance[6].inv_i A v -> Z ^ INV ring_o ^ Assim, para este circuito, após o layout temos um atraso de 1,9487 ns.

TUTORIAL PARA CRIAÇÃO DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE

TUTORIAL PARA CRIAÇÃO DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE TUTORIAL PARA CRIAÇÃO DE LAYOUT DE UM INVERSOR UTILIZANDO CADENCE 1 Matheus Moreira / Fernando Moraes 24 / Setembro / 2015 Setup inicial do ambiente Logar-se na máquina kriti com o usuário fornecido pelo

Leia mais

TUTORIAL PARA PROJETO DE CÉLULA UTILIZANDO FERRAMENTAS CADENCE

TUTORIAL PARA PROJETO DE CÉLULA UTILIZANDO FERRAMENTAS CADENCE TUTORIAL PARA PROJETO DE CÉLULA UTILIZANDO FERRAMENTAS CADENCE 1 Fernando Gehm Moraes 02 / Maio / 2018 DOWNLOAD DOS ARQUIVOS E ÁRVORE DE DIRETÓRIOS Logar-se na máquina kriti com o usuário fornecido pelo

Leia mais

LABORATÓRIO 2 - SIMULAÇÃO SPICE DO INVERSOR

LABORATÓRIO 2 - SIMULAÇÃO SPICE DO INVERSOR LABORATÓRIO 2 - SIMULAÇÃO SPICE DO INVERSOR Revisão: 17/março/2017 Fernando Moraes O objetivo deste laboratório é realizar 6 simulações com o inversor: 1. Curva DC 4. Efeito da rampa de entrada 2. Dimensionamento

Leia mais

TUTORIAL PARA SIMULAÇÃO

TUTORIAL PARA SIMULAÇÃO TUTORIAL PARA SIMULAÇÃO Fernando Moraes Atualizado em 29/outubro/2012 O presente laboratório tem por objetivos: 1. Ilustrar o comportamento dos somadores vistos nas aulas teóricas 2. Introduzir as ferramentas

Leia mais

LABORATÓRIO 1 - SIMULAÇÃO SPICE DO TRANSISTOR

LABORATÓRIO 1 - SIMULAÇÃO SPICE DO TRANSISTOR LABORATÓRIO 1 - SIMULAÇÃO SPICE DO TRANSISTOR Revisão: 06/março/2018 Exemplo de ajuda para descrição SPICE http://www.seas.upenn.edu/~jan/spice/spice.overview.html Login no sistema operacional LINUX Todas

Leia mais

2 Funcionamento do software Cadence Virtuoso

2 Funcionamento do software Cadence Virtuoso Simulação amplificador pequenos sinais fonte comum 1 Objetivos Identificar as zonas de funcionamento do transistor MOS. Calcular r 0 e gm para um ponto de funcionamento DC. Identificar o ganho equivalente

Leia mais

LAYOUTS PARA PLOTAGEM

LAYOUTS PARA PLOTAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA LAYOUTS PARA PLOTAGEM Professor: João Carmo Introdução Como se sabe o AutoCAD possui dois modos de apresentação

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP. Guia de Projetos VHDL utilizando o QUARTUIS II. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP. Guia de Projetos VHDL utilizando o QUARTUIS II. Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP Guia de Projetos VHDL utilizando o QUARTUIS II Profa. Luiza Maria Romeiro Codá 1. Criando um novo projeto: 1.1 Iniciando o Quartus II, criando

Leia mais

Tutorial Multisim. Página inicial do Multisim

Tutorial Multisim. Página inicial do Multisim Tutorial Multisim O Multisim é um programa que realiza a simulação da montagem de circuitos eletrônicos, nele estão contidas todas as ferramentas necessárias para a montagem de tais circuitos como resistores,

Leia mais

CRIANDO UM MODELO ESTRUTURAL EM REVIT STRUCTURE

CRIANDO UM MODELO ESTRUTURAL EM REVIT STRUCTURE CIV 2155 BIM: Novas Tecnologias e Metodologias na Engenharia ARQ2203 Projetos Integrados em Arquitetura, Engenharia e Construção 2º Semestre de 2013 - Profa. Elisa Sotelino REVIT STRUCTURE 2013 COMO FAZER

Leia mais

Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10

Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10 Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10 1-Antes de iniciar a instalação do SQL é necessário liberar as permissões do usuário para evitar erro, para realizar esse procedimento

Leia mais

Aula pra tica 1. Projeto e Simulaça o no Agilent Advanced Design System. PSI3483 Ondas Eletromagnéticas em meios guiados. Prof.ª Fatima Salete Correra

Aula pra tica 1. Projeto e Simulaça o no Agilent Advanced Design System. PSI3483 Ondas Eletromagnéticas em meios guiados. Prof.ª Fatima Salete Correra 1 Aula pra tica 1 Projeto e Simulaça o no Agilent Advanced Design System PSI3483 Ondas Eletromagnéticas em meios guiados Prof.ª Fatima Salete Correra Atividades da aula Criando um novo espaço de trabalho

Leia mais

Clicando nesse botão aparecerá um menu no qual deve ser selecionada a porta serial em que o Rasther está ligada. Depois clique em OK.

Clicando nesse botão aparecerá um menu no qual deve ser selecionada a porta serial em que o Rasther está ligada. Depois clique em OK. Requisitos básicos do sistema - Windows 98 ou milenium. - Pentium II 300 MHz (no mínimo). - 64 MB RAM. - Porta serial disponível. - 15 MB de espaço livre no HD. - Resolução de vídeo de 800X600 mode 16

Leia mais

Tutorial para criação de circuitos digitais em VHDL no Quartus Prime 16.1

Tutorial para criação de circuitos digitais em VHDL no Quartus Prime 16.1 Tutorial para criação de circuitos digitais em VHDL no Quartus Prime 16.1 Felipe Valencia de Almeida Profa. Dra. Liria Sato Prof. Dr. Edson Midorikawa Versão 1.0 1º Semestre de 2017 Essa apostila tem como

Leia mais

Tutorial Índice de Potencial de Consumo - IPC

Tutorial Índice de Potencial de Consumo - IPC Tutorial Índice de Potencial de Consumo - IPC Autor: Vitor Pires Vencovsky 1. Introdução Este tutorial tem como objetivo realizar análises de mercado utilizando o software Gismaps Viewer e os Índices de

Leia mais

MANUAL DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL CAMPUS MATÃO

MANUAL DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL CAMPUS MATÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS MATÃO MANUAL DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL CAMPUS MATÃO AUTOR: COORDENADORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAMPUS MATÃO MATÃO 2016 SUMÁRIO

Leia mais

TUTORIAL CONVERSÃO ARQUIVO DWG PARA SHP (Shapefile) UTILIZANDO SOFTWARE AUTOCAD MAP

TUTORIAL CONVERSÃO ARQUIVO DWG PARA SHP (Shapefile) UTILIZANDO SOFTWARE AUTOCAD MAP TUTORIAL CONVERSÃO ARQUIVO DWG PARA SHP (Shapefile) UTILIZANDO SOFTWARE AUTOCAD MAP 1. Introdução A tarefa em si, de converter um arquivo.dwg para.shp, é simples utilizando o software AutoCadMap. O grande

Leia mais

SEMANA 3 INFORMÁTICA BÁSICA

SEMANA 3 INFORMÁTICA BÁSICA SEMANA 3 INFORMÁTICA BÁSICA Semana 3 Unidade 6 - Sistema Operacional Linux Ubunto Unidade 7 - Editor de Texto Writer Unidade 8 - Navegador Mozilla Firefox SÍNTESE DAS UNIDADES Equipe de Formação: Fernanda

Leia mais

Partes Principais da Janela 3/26

Partes Principais da Janela 3/26 EDITOR DE TEXTO Write O Writer é o responsável pela edição de texto dos aplicativos do LibreOffice. Ele possui as características habituais de um processador de texto: inserir e editar texto, verificação

Leia mais

Drawing Formato_PTC Creo ) Iniciando um formato com dimensões A (11x8.5 pol.) Iniciar um novo arquivo com a opção Format. File > New > A Format

Drawing Formato_PTC Creo ) Iniciando um formato com dimensões A (11x8.5 pol.) Iniciar um novo arquivo com a opção Format. File > New > A Format Drawing Formato_PTC Creo 3.0 1) Iniciando um formato com dimensões A (11x8.5 pol.) Iniciar um novo arquivo com a opção Format. File > New > A Format Digite o nome do formato (exemplo): Formato_A Clique

Leia mais

Tutorial para criação de circuitos digitais utilizando diagrama esquemático no Quartus Prime 16.1

Tutorial para criação de circuitos digitais utilizando diagrama esquemático no Quartus Prime 16.1 Tutorial para criação de circuitos digitais utilizando diagrama esquemático no Quartus Prime 16.1 Felipe Valencia de Almeida Profa. Dra. Liria Sato Prof. Dr. Edson Midorikawa Versão 1.0 1º Semestre de

Leia mais

Edição Vetorial Criação de camadas

Edição Vetorial Criação de camadas Edição Vetorial Criação de camadas 1. Introdução A interface gráfica do QGIS permite ao usuário editar shapefiles existentes ou criar novos shapefiles. Para criar uma nova camada vetorial, é necessário

Leia mais

SMM0176 Engenharia de Fabricação Metalúrgica. Aula Prática Simulação da Fundição

SMM0176 Engenharia de Fabricação Metalúrgica. Aula Prática Simulação da Fundição SMM0176 Engenharia de Fabricação Metalúrgica Prof. Marcelo Falcão de Oliveira Aula Prática Simulação da Fundição Objetivo: Projetar um molde para fundição utilizando simulação numérica. Procedimento: 1)

Leia mais

Eletrônica de Potência I Prof. André Fortunato rev. 1-11/2011

Eletrônica de Potência I Prof. André Fortunato rev. 1-11/2011 Nome: Realizado em: / / Nome: Entregue em: / / Nome: EXPERIÊNCIA 3 Nome: NOTA: Recorte este cabeçalho e anexe ao seu relatório. Experiência 3 Retificador de Onda Completa Objetivo Nesta experiência ver

Leia mais

Adicionar uma figura, como um botão Submeter, a um formulário

Adicionar uma figura, como um botão Submeter, a um formulário PPaaggi innaa 1 Parte 2 Adicionar uma figura, como um botão Submeter, a um formulário Adicione uma figura a um formulário para usá-la no lugar de um botão Submeter. Após preencher o formulário, o visitante

Leia mais

CIRCUITOS ELETRÔNICOS LINEARES TE054. Introdução a simulação de circuitos usando o programa QUCS

CIRCUITOS ELETRÔNICOS LINEARES TE054. Introdução a simulação de circuitos usando o programa QUCS CIRCUITOS ELETRÔNICOS LINEARES TE054 Introdução a simulação de circuitos usando o programa QUCS 1) Simulações cc e ca de um circuito linear Para familiarizar-se com o uso do programa QUCS, faremos uma

Leia mais

ALTERA Quartus II. Manual

ALTERA Quartus II. Manual ALTERA Quartus II Manual 2014 O Quartus II é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE Integrated Development Environment), utilizado para o desenvolvimento de sistemas digitais utilizando FPGAs (Field

Leia mais

FORMATAÇÃO: WRITER. Avalie esse tutorial

FORMATAÇÃO: WRITER. Avalie esse tutorial FORMATAÇÃO: WRITER 2018 Se tiver sugestões para nossos tutoriais, checklist ou modelos, envie-as para [email protected], para que possamos aprimorá-los. Agradecemos a colaboração! Consulte sempre

Leia mais

DISCIPLINA SIG EXERCÍCIO 1: MUDANÇA DE SISTEMA DE COORDENADAS (GEOGRÁFICAS LAT/LONG PARA UTM CÓRREGO ALEGRE)

DISCIPLINA SIG EXERCÍCIO 1: MUDANÇA DE SISTEMA DE COORDENADAS (GEOGRÁFICAS LAT/LONG PARA UTM CÓRREGO ALEGRE) DISCIPLINA SIG OFICINA: MODELO NUMÉRICO DE TERRENO (MNT) Responsável: MARIA ISABEL C DE FREITAS Colaboração: BRUNO ZUCHERATO KATIA CRISTINA BORTOLETTO EXERCÍCIO 1: MUDANÇA DE SISTEMA DE COORDENADAS (GEOGRÁFICAS

Leia mais

2. Configurações Básicas

2. Configurações Básicas 2. Configurações Básicas 2.1 Inserção das barras de ferramentas Para ativar ou desativar as barras de ferramentas, devemos acessar: no menu superior, TOOL >> Toolbars >>> AutoCAD ou simplesmente clicar

Leia mais

Curso Básico Introdutório ao Programa de Simulação OrCAD-Pspice Release 9.1. By Ponties

Curso Básico Introdutório ao Programa de Simulação OrCAD-Pspice Release 9.1. By Ponties Curso Básico Introdutório ao Programa de Simulação OrCAD-Pspice Release 9.1. By Ponties Introdução: O OrCad-Pspice é um programa de computador que pode ser utilizado para analisar a operação de um circuito

Leia mais

INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA PLANAR TUTORIAL HELDER HENRI SILVA E CALDAS LUCIANO CARVALHO GUEDES

INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA PLANAR TUTORIAL HELDER HENRI SILVA E CALDAS LUCIANO CARVALHO GUEDES INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA EM ELETRO-ELETRÔNICA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA INDUTRIAL ELÉTRICA ENG413 DISPOSITIVOS ELETROMAGNÉTICOS INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA

Leia mais

GABARITO AULA 01. a-4; b-1; c-2; d-3; e-5.

GABARITO AULA 01. a-4; b-1; c-2; d-3; e-5. GABARITO AULA 01 Exercício Nº 1 Tipo avaliação Alternativa certa. Questão O Microsoft Publisher tem a função de: Alternativas a) criar slides. b) editar apresentações. c) desenvolver publicações com aparência

Leia mais

Solid Edge ST6. Tutorial 1. Modelando um pino MODELAGEM SÍNCRONA E ORDENADA (SYNCHRONOUS AND ORDERED):

Solid Edge ST6. Tutorial 1. Modelando um pino MODELAGEM SÍNCRONA E ORDENADA (SYNCHRONOUS AND ORDERED): Solid Edge ST6 Tutorial 1 Modelando um pino MODELAGEM SÍNCRONA E ORDENADA (SYNCHRONOUS AND ORDERED): Antes de começar é necessário saber que existem dois ambientes para criação de seus modelos: o ambiente

Leia mais

Laboratório de Eletrônica Digital Tutorial Quartus II (Procedimentos para Criação e Simulação de Projetos Digitais)

Laboratório de Eletrônica Digital Tutorial Quartus II (Procedimentos para Criação e Simulação de Projetos Digitais) Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Faculdade de Engenharia Elétrica Laboratório de Eletrônica Digital Tutorial Quartus II (Procedimentos para Criação e Simulação de Projetos Digitais)

Leia mais

Fluxo de Projeto utilizando IBM180nm em ambiente Cadence. Henrique Mamoru Hayasaka

Fluxo de Projeto utilizando IBM180nm em ambiente Cadence. Henrique Mamoru Hayasaka Fluxo de Projeto utilizando IBM180nm em ambiente Cadence Henrique Mamoru Hayasaka September 15, 2011 Para iniciar um novo projeto utilizando a tecnologia 180nm da IBM, abra um terminal. ˆ Crie uma nova

Leia mais

2 Funcionamento do software Cadence Virtuoso

2 Funcionamento do software Cadence Virtuoso Simulação amplificador pequenos sinais fonte comum 1 Objetivos Identificar as zonas de funcionamento do transistor MOS. Calcular r 0 e gm para um ponto de funcionamento DC. Identificar o ganho equivalente

Leia mais

Manual Webmail GUIA GERAL UNIVERSIDADE TECNOLÓGIA FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - DIRGTI 2015

Manual Webmail GUIA GERAL UNIVERSIDADE TECNOLÓGIA FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - DIRGTI 2015 2015 Manual Webmail GUIA GERAL UNIVERSIDADE TECNOLÓGIA FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - DIRGTI 2015 2 Sumário 1 Acessando o Correio Eletrônico... 4 1.1 Cota de e-mail...

Leia mais

Introdução à Simulação em VHDL. Ney Laert Vilar Calazans

Introdução à Simulação em VHDL. Ney Laert Vilar Calazans Introdução à Simulação em VHDL Ney Laert Vilar Calazans 06/março/2010 Descrição Completa do Somador library IEEE; use IEEE.Std_Logic_1164.all; entity halfadd is port (A, B: in std_logic; Sum, Carry: out

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA DE TRAMITAÇÃO DE DOCUMENTOS Versão 3.0

Leia mais

Trabalhando com Mala Direta e Etiquetas de Endereçamento no BrOffice/LibreOffice

Trabalhando com Mala Direta e Etiquetas de Endereçamento no BrOffice/LibreOffice Departamento de Tecnologia da Informação Divisão de Relacionamento e Gestão do Conhecimento Trabalhando com Mala Direta e Etiquetas de Endereçamento no BrOffice/LibreOffice Criação de Etiquetas passo a

Leia mais

Rede VPN UFBA Procedimento para configuração

Rede VPN UFBA Procedimento para configuração UFBA Universidade Federal da Bahia STI Superintendência de Tecnologia da Informação Rede VPN UFBA Procedimento para configuração 2015 Índice Introdução... 2 Windows 8... 3 Windows 7... 11 Windows VISTA...

Leia mais

Criando Mensagens - Editor Drag and Drop

Criando Mensagens - Editor Drag and Drop Criando Mensagens - Editor Drag and Drop AKNA TREINAMENTOS AKTR01002000401 1/17 Sumário Criando Mensagens Editor Drag and Drop O que é?... 3 Pra que serve?... 3 Criando a mensagem... 3 Componentes... 5

Leia mais

ORCAD LAYOUT 9.0. PUCRS Faculdade de Engenharia XI - Semana da Engenharia. Acadêmico de Eng. Leonardo Witt Rodrigues

ORCAD LAYOUT 9.0. PUCRS Faculdade de Engenharia XI - Semana da Engenharia. Acadêmico de Eng. Leonardo Witt Rodrigues PUCRS Faculdade de Engenharia XI - Semana da Engenharia ORCAD LAYOUT 9.0 Acadêmico de Eng. Leonardo Witt Rodrigues Prof. Eng. Anderson Royes Terroso, MSc Junho/2002 Página: Http://www.ee.pucrs.br/~terroso

Leia mais

Lógica Reconfigurável

Lógica Reconfigurável UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA MESTRADO EM SISTEMAS DE ENERGIA Lógica Reconfigurável - [email protected]

Leia mais

Microsoft PowerPoint

Microsoft PowerPoint Microsoft Microsoft é utilizado para desenvolver apresentações. Os trabalhos desenvolvidos com este aplicativo normalmente são apresentados com o auxílio de um datashow. Apresentações - Conjunto de slides

Leia mais

Introdução ao Max+Plus II

Introdução ao Max+Plus II Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia de Telecomunicações Técnicas Digitais A Laboratório no. 02 Objetivo Iniciar o aprendizado do software Max+Plus II utilizado

Leia mais

Criar e formatar relatórios

Criar e formatar relatórios Treinamento Criar e formatar relatórios EXERCÍCIO 1: CRIAR UM RELATÓRIO COM A FERRAMENTA RELATÓRIO Ao ser executada, a ferramenta Relatório usa automaticamente todos os campos da fonte de dados. Além disso,

Leia mais

DK105 GROVE. Temperatura e Umidade. Radiuino

DK105 GROVE. Temperatura e Umidade. Radiuino DK105 GROVE Temperatura e Umidade Radiuino O presente projeto visa mostrar uma básica aplicação com o Kit DK 105 Grove. Utilizamos um sensor de umidade e temperatura Grove juntamente ao nó sensor para

Leia mais

Minha Primeira Placa no KiCad.

Minha Primeira Placa no KiCad. Minha Primeira Placa no KiCad. Nesse tutorial iremos fazer o desenho da nossa primeira placa de um circuito, liga desliga led, utilizando o software KiCad. Caso não saiba o que é o KiCad ou ainda não o

Leia mais

TUTORIAIS DO NÚCLEO DE ARQUITETURA INSERÇÃO, CONFIGURAÇÃO E EDIÇÃO DE BLOCOS

TUTORIAIS DO NÚCLEO DE ARQUITETURA INSERÇÃO, CONFIGURAÇÃO E EDIÇÃO DE BLOCOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Núcleo de Arquitetura Programa de extensão Geotecnologias na Gestão Municipal TUTORIAIS DO NÚCLEO DE ARQUITETURA

Leia mais

ELETRÔNICA DIGITAL I

ELETRÔNICA DIGITAL I ELETRÔNICA DIGITAL I DE10-LITE Programação Utilizando Diagrama Esquemático Professor Dr. Michael Klug 1 Utilização do software Download: https://fpgasoftware.intel.com/ Versão Lite: gratuita Para utilização

Leia mais

Administração Central. Unidade do Ensino Médio e Técnico Cetec Capacitações São Paulo

Administração Central. Unidade do Ensino Médio e Técnico Cetec Capacitações São Paulo 2018 São Paulo Material Didático sobre Robocode Conhecendo o Robô 1 Criando nosso primeiro Robô 1.1 Ambiente de Batalha O ambiente de batalha é o local onde será realizada a guerra entre os Robôs. Abaixo

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO KIT MERCURIOIV OSCILOSCÓPIO E GERADOR DE SINAIS

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO KIT MERCURIOIV OSCILOSCÓPIO E GERADOR DE SINAIS GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO KIT MERCURIOIV OSCILOSCÓPIO E GERADOR DE SINAIS Revisão 05 setembro/2014 Versão do Firmware: 2.1.8 Versão do software Osciloscópio para Windows: 2.0.19 1. Sumário 1.Introdução...3

Leia mais

16.4.3 Laboratório opcional: Backup de dados e restauração no Windows 7

16.4.3 Laboratório opcional: Backup de dados e restauração no Windows 7 16.4.3 Laboratório opcional: Backup de dados e restauração no Windows 7 Introdução Imprima e complete esse laboratório. Nesse laboratório, você irá fazer backup de dados. Você irá também realizar a restauração

Leia mais

Criação de componentes no Proteus

Criação de componentes no Proteus Criação de componentes no Proteus O programa Isis permite criar componentes diretamente na tela do editor de esquemas. Neste exemplo, trataremos de criar o DS1023 da Maxim. Esta é a configuração dos pinos

Leia mais

Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200

Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200 Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200 Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Criando um novo projeto 1 Abrir o software TIA Portal V11. Iniciar - > Programas - > TIA Portal

Leia mais

Editor de Texto. Microsoft Word 2007

Editor de Texto. Microsoft Word 2007 Editor de Texto Microsoft Word 2007 Conteúdo O ambiente de trabalho do Word 2007 Criação do primeiro documento O trabalho com arquivos Edição do texto Formatação e impressão do documento Cabeçalho e rodapé

Leia mais

Guia Rápido. Elgin L42-DT Impressora de etiquetas.

Guia Rápido. Elgin L42-DT Impressora de etiquetas. Guia Rápido Elgin L42-DT Impressora de etiquetas. A Impressora térmica de Etiquetas Elgin L42-DT foi desenvolvida para reduzir custos, aumentar a eficiência e oferecer um design compacto. www.bztech.com.br

Leia mais

Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT

Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT Capítulo 11. GRÁFICOS COM WGNUPLOT OBJETIVOS DO CAPÍTULO Aprender a utilizar o aplicativo Wgnuplot para fazer gráficos Aprender a utilizar o aplicativo Wgnuplot interativamente com um programa em FORTRAN

Leia mais

Como utilizar o Tux Paint

Como utilizar o Tux Paint 1 Curso de Formação de Professores em Tecnologia de Informação e de Comunicação Acessível Como utilizar o Tux Paint Software de desenho voltado a crianças alfabetizadas ou não. PASSO 1 INTRODUÇÃO O Tux

Leia mais

Tutorial LNA. 2 Copiando os arquivos para lançar a tecnologia IBM-130

Tutorial LNA. 2 Copiando os arquivos para lançar a tecnologia IBM-130 Tutorial LNA 1 Objetivos Efetuar simulações de ganho de tensão, ganho de potência (parâmetros S), de ruído e linearidade de amplificadores de baixo ruído. Polarizar e dimensionar o transistor para um amplificador

Leia mais

Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java)

Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java) Universidade Federal do ABC Disciplina: Processamento da Informação (BC-05045) Assunto: Introdução ao IDE Netbeans Introdução ao IDE Netbeans (Programação Java) Conteúdo 1. Introdução... 1 1.1. Programas

Leia mais

MIDISUL (48) (48) CEP CNPJ:

MIDISUL (48) (48) CEP CNPJ: Conteúdo Introdução... 3 Tópicos... 3 Abrangência... 3 1. Acessar o Consulti... 4 2. Selecionar os Módulos do Consulti... 5 3. Selecionar as Empresas no Consulti... 5 4. Executar os Programas do Consulti...

Leia mais

1 Práticas de Laboratório Construindo um Circuito TTL (Transistor-Transistor Logic) Introdução a ferramenta EDA Quartus II

1 Práticas de Laboratório Construindo um Circuito TTL (Transistor-Transistor Logic) Introdução a ferramenta EDA Quartus II Índice 1 Práticas de Laboratório 7 1.1 Construindo um Circuito TTL (Transistor-Transistor Logic)................. 8 1.2 Introdução a ferramenta EDA Quartus II 9.1......................... 12 1 2 ÍNDICE

Leia mais

A instalação será feita através do link Setup Magni 2, situado no CD do Rasther.

A instalação será feita através do link Setup Magni 2, situado no CD do Rasther. Requisitos básicos do sistema - Windows 98, Millenium, XP ou 2000. - Pentium III 500 MHz (no mínimo). - 64 MB RAM. - Porta serial disponível. - 15 MB de espaço livre no HD. - Resolução de vídeo de 800X600

Leia mais

Super Business. Guia Rápido - Condicional & Devolução SuperSys Tecnologia

Super Business. Guia Rápido - Condicional & Devolução SuperSys Tecnologia Super Business Guia Rápido - Condicional & Devolução Conteúdo 3 Lista de Conteúdo Índice Parte I Guia Rápido - Condicional e Devolução 1 Condicional... 0 6 6 Como acessar... a tela de vendas? 6 Como efetuar

Leia mais

JAVA. Professor: Bruno Toledo

JAVA. Professor: Bruno Toledo JAVA Professor: Bruno Toledo Programação Java com Banco de Dados MYSQL Instalando o Servidor MYSQL Iremos utilizar o Vertrigo, programa esse que possui o servidor MySQL, Apache e PHP. Porém nosso foco

Leia mais

Composição do Layout no MicroStation

Composição do Layout no MicroStation UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE CARTOGRAFIA Laboratório de Geoprocessamento Composição do Layout no MicroStation Grazielle Anjos Carvalho Belo Horizonte, 2007

Leia mais

1 - Ambiente de desenvolvimento

1 - Ambiente de desenvolvimento Neste documento começa-se por apresentar o ambiente de desenvolvimento integrado do Visual Basic (menu bar, toolbars, toolbox, project explorer window, properties window, form designer e code editor window).

Leia mais

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia I Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia I Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas Tutorial de Análises Básicas de Dados de Citometria de Fluxo através do Abrir o Software. Software Livre Flowing Abrir as caixas nas quais aparecerão os gráficos (Create/ Visualization Tools/ Dot Plot,

Leia mais

Introdução ao desenho de circuitos digitais usando Xilinx WebPACK 4.1 e linguagem ABEL

Introdução ao desenho de circuitos digitais usando Xilinx WebPACK 4.1 e linguagem ABEL Laboratórios Integrados I 1 Introdução ao desenho de circuitos digitais usando Xilinx WebPACK 4.1 e linguagem ABEL Introdução Este tutorial apresenta os principais passos associados à síntese de um circuito

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE.

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE. MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MOORE. Uma marca de sucesso da 1 CONTEÚDO 3 3 3 4 4 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 9 9 10 10 10 11 11 11 11 12 12 13 SOFTWARE DE IMPRESSÃO DE ETIQUETAS

Leia mais

TUTORIAL PARA SÍNTESE STANDARD- CELLS UTILIZANDO CADENCE

TUTORIAL PARA SÍNTESE STANDARD- CELLS UTILIZANDO CADENCE TUTORIAL PARA SÍNTESE STANDARD- CELLS UTILIZANDO CADENCE Matheus Moreira - Fernando Moraes Atualizado em - 21/agosto/2013 Arquivos do projeto (detector de padrão) com ambiente de síntese e simulação Passos

Leia mais

TUTORIAL DO SAP 2000 Versão: (Vigas com Aberturas)

TUTORIAL DO SAP 2000 Versão: (Vigas com Aberturas) UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS UEA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA MECÂNICA COMPUTACIONAL TUTORIAL DO SAP 2000 Versão: 10.0.1 (Vigas com Aberturas) [email protected] Manaus-AM: 03 de agosto de 2006.

Leia mais

Minicurso de FTOOL. Lívia Braga Sydrião de Alencar

Minicurso de FTOOL. Lívia Braga Sydrião de Alencar Minicurso de FTOOL Lívia Braga Sydrião de Alencar 1 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2 MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS... 3 3 CRIAÇÃO E MANIPULAÇÃO DA ESTRUTURA... 4 3.1 Menu de Edição... 4 3.1.1. Modo Seleção... 4 3.1.2.

Leia mais

PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV

PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV 1) Após abrir o quartus II, clique em CREATE A NEW PROJECT (tela a seguir). 2) CLIQUE EM NEXT (tela a seguir) EMERSON

Leia mais

Tutorial: Programação do CLP Siemens S Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens

Tutorial: Programação do CLP Siemens S Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Tutorial: Programação do CLP Siemens S7-1200 Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Criando um novo projeto 1 Abrir o software TIA Portal V11. Iniciar - > Programas - > TIA Portal V11 2 Clique

Leia mais

Programas recomendados para produção de Arquivos PDF

Programas recomendados para produção de Arquivos PDF Programas recomendados para produção de Arquivos PDF 1- PDFill PDF Tools O programa PDFill PDF Tools é uma ferramenta gratuita e completa para produção de arquivos PDFs. Destacamos abaixo as principais

Leia mais

Caso tenha alguma dificuldade nesta etapa, procure um técnico de informática para auxiliá-lo.

Caso tenha alguma dificuldade nesta etapa, procure um técnico de informática para auxiliá-lo. Preenchimento da SEFIP para gerar a GFIP e imprimir as guias do INSS e FGTS Você, Microempreendedor Individual que possui empregado, precisa preencher a SEFIP, gerar a GFIP e pagar a guia do FGTS até o

Leia mais

Departamento de Informática. Orientações básicas de como utilizar Equipamento Central (BULL)

Departamento de Informática. Orientações básicas de como utilizar Equipamento Central (BULL) Departamento de Informática Orientações básicas de como utilizar Equipamento Central (BULL) Acesso ao Sistema Para utilizar os sistemas BULL devemos primeiramente fazer a conexão com o sistema através

Leia mais

Profº Luiz Amiton Pepplow, M. Eng. DAELT - UTFPR. Desenho Elétrico. Comandos do AUTOCAD

Profº Luiz Amiton Pepplow, M. Eng. DAELT - UTFPR. Desenho Elétrico. Comandos do AUTOCAD Desenho Elétrico Comandos do AUTOCAD DICAS 1 - Barra de ferramentas customizar a distribuição na tela 2- Cursor - Tools - options -Display - crosshair size 100 3 - View - Display UCS Icon - desativar 1

Leia mais

Tela do MS Word 2010 Barra de Título Régua Horizontal Menu Arquivo Grupo Janela de Documento Guia Barra de Ponto de Ferramentas Inserção de Acesso

Tela do MS Word 2010 Barra de Título Régua Horizontal Menu Arquivo Grupo Janela de Documento Guia Barra de Ponto de Ferramentas Inserção de Acesso 1 Tela do MS Word 2010 Título Menu Arquivo Ferramentas de Acesso Rápido Guia Grupo Régua Horizontal Janela de Documento Ponto de Inserção Régua Vertical Rolagem Vertical Zoom Status Botões de Visualização

Leia mais

APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 ACESSO AO SISTEMA... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA... 5 MANIPULAÇÃO DE CAMADAS...

APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 ACESSO AO SISTEMA... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA... 5 MANIPULAÇÃO DE CAMADAS... Sumário APRESENTAÇÃO... 3 IGEO... 3 FUNCIONALIDADES COMUNS AOS USUÁRIOS E ADMINISTRADOR ACESSO AO SISTEMA... 4 ACESSANDO O SISTEMA VIA WEB... 4 MANUAL DO USUÁRIO... 4 FUNCIONALIDADES... 5 NAVEGAÇÃO E CONSULTA...

Leia mais

IDES E PROGRAMAÇÃO. Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias

IDES E PROGRAMAÇÃO. Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias 1 IDES E PROGRAMAÇÃO Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias {claudio,macdias}@icmc.usp.br 2 Agenda Conceitos Instalação e Configuração Compilação e Execução de Código IDEs Exemplo

Leia mais

GanttProject 2.0 Maio/2006

GanttProject 2.0 Maio/2006 GanttProject 2.0 Maio/2006 2 GanttProject 2.0 Este manual foi elaborado com o apoio de: Gerência de Tecnologia da Informação Gustavo Celso de Queiroz Mazzariol - [email protected] Assistente da Gerência

Leia mais

Microsoft Word 2010 NORMA ABNT para Trabalhos Acadêmicos Conceitos Básicos

Microsoft Word 2010 NORMA ABNT para Trabalhos Acadêmicos Conceitos Básicos Microsoft Word 2010 NORMA ABNT para Trabalhos Acadêmicos Conceitos Básicos [email protected] SUMÁRIO Iniciando o Word... 1 Conhecendo a Ferramenta... 1 Menu Layout da Página... 2 Capa... 3 Folha

Leia mais