ANÁLISE DIMENSIONAL DOS ESPAÇOS DE HABITAÇÃO

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1 ANÁLISE DIMENSIONAL DOS ESPAÇOS DE HABITAÇÃO Vinicius Hiuri Araujo, Alexandre Kenchian, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Rua Pedro Vicente, 625 Canindé São Paulo SP Brasil CEP: RESUMO. A proposta do Projeto de Pesquisa para a Iniciação Científica consiste em estabelecer uma série de recomendações projetuais para que uma moradia - que é a célula principal de abrigo do ser humano - possa ser planejada em suas necessidades funcionais e projetada no dimensionamento de seus ambientes, atendendo a exigências de qualidade ao melhor nível alcançável e garantindo conforto e satisfação ambiental para o usuário em seu espaço. Pretende-se, então, dar continuidade à aplicação metodológica estabelecida no projeto de Iniciação Científica, realizado em 2012, denominado Estudo Funcional e Dimensional dos Espaços da Habitação, prosseguindo com o intuito de determinar a melhor organização e dimensão espacial para os ambientes a qual se destinam a cada um dos espaços funcionais de um projeto habitacional. O processo metodológico é mantido, onde se propõe à análise dimensional e, por consequência, qualitativa, dos espaços funcionais de uma habitação, a partir de índices estabelecidos e aplicados em projetos que se pretendam desenvolver. Para o aprofundamento da análise, tais índices devem ser confrontados em projetos existentes de empreendimentos habitacionais de interesse social e do mercado imobiliário. Palavras-chave: Habitação. Atividades. Dimensionamento. 1. INTRODUÇÃO A realidade encontrada no mercado imobiliário atual é da oferta de moradias cada vez menores e não adequadas ao atendimento das qualidades para satisfação dos usuários moradores. Pode ser apresentado, por exemplo, dificuldades com a colocação de móveis dentro de um apartamento com medidas não compatíveis. No contexto geral, a busca no atendimento a grande demanda por moradia no país leva a recursos com o intuito de se baratear custos na construção. Por outro lado, a carência de espaços para ocupação imobiliária dentro dos grandes aglomerados urbanos leva a um maior aproveitamento e consequente adensamento das moradias nesses escassos espaços urbanos. O aprofundamento no estudo para o desenho dos ambientes, considerando-se aspectos ergonômicos ao se analisar o usuário, as funções de uso, as atividades e os espaços funcionais e o uso de mobiliários e equipamentos, levam a elaborar uma metodologia científica ao projeto de habitação. A recomendação de diretrizes para o dimensionamento dos espaços residenciais, a partir de parâmetros reconhecidos e metodologicamente estudados, aponta para a elaboração e adoção de instrumentos qualitativos efetivos aos padrões da realidade brasileira, desde a formação acadêmica, para análise e dimensionamento dos espaços habitacionais produzidos pelos empreendedores imobiliários, propiciando aspectos qualitativos de conforto e satisfação residencial para o usuário, e abrindo possibilidades para a obtenção de uma melhor qualidade para essa moradia pretendida. Neste, pretende-se apresentar a continuidade do desenvolvimento da aplicação metodológica estabelecida no projeto de Iniciação Científica, realizado em 2012, denominado Estudo Funcional e Dimensional dos Espaços da Habitação, prosseguindo com o intuito de definir melhores arranjos de mobiliário e equipamentos, e determinando o dimensionamento espacial com organização para os ambientes a qual se destinam a cada um dos espaços funcionais de um projeto habitacional. Este trabalho tem como objetivo pesquisar sobre modelos e técnicas de dimensionamento dos espaços da habitação; estabelecer, para os ambientes e espaços habitacionais, uma série de itens de mobiliários e equipamentos necessários às atividades previstas para serem desenvolvidas; criar arranjos funcionais (leiautes), a partir das atividades habitacionais necessárias e do mobiliário e equipamento requeridos, para as funções de uso da habitação abordadas no Estudo Funcional e Dimensional dos Espaços da Habitação; calcular índices de área ocupada e área total para os leiautes a serem criados e locados nos ambientes da habitação, estabelecendo a relação entre esses índices e o número de usuários requeridos e, por fim, pesquisar e aplicar em projetos habitacionais existentes no mercado imobiliário e/ou em habitações de interesse social. Índices serão estabelecidos a fim de proceder à análise crítica desses empreendimentos. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Títulos de seção e subtítulos O estudo desenvolvido pretende aprofundar um dos aspectos abordados na Norma Brasileira sobre Desempenho em Edifícios Habitacionais (ABNT NBR /2008), que trata especificamente da funcionalidade dos espaços edificados a serem habitados.

2 Para estudo atual dos espaços da habitação, se fez necessário a criação de uma metodologia estabelecida em 2012 durante a pesquisa de iniciação científica sobre o Estudo Funcional e Dimensional dos Espaços da Habitação. Inicialmente houve uma pesquisa bibliográfica das atividades realizadas pelos usuários nestes espaços. No desenvolvimento de suas atividades nos espaços da habitação, os usuários estudados fazem uso de um conjunto de itens de mobiliário e equipamentos, que são identificados conforme seu uso e caracterizados física e espacialmente; assim como as atividades da habitação, que são classificadas, analisadas e condicionadas. A classificação das atividades e os mobiliários e equipamentos requeridos foram listados em planilhas digitais por meio do software Microsoft Office Excel. Após a classificação de cada mobiliário e equipamento, estes foram desenhados no software AutoCAD. Para cada item de mobiliário ou equipamento existe uma ou várias atividades associadas. Cada item foi classificado a partir de sua especificação e da sua necessidade de uso, essencial (principal) ou opcional, e dividida em três categorias: Mobiliário, Instalação e Aparelho. A pesquisa para a definição da metodologia proposta em 2012 tem continuidade com o trabalho de iniciação científica sobre a Análise Dimensional dos Espaços de Habitação em que, definidas as funções e atividades desenvolvidas na habitação e, a partir destes, levantados e desenhados os itens de mobiliário e equipamentos necessários para a eficiência dessas atividades, procede-se então à elaboração de arranjos funcionais (leiautes) a serem analisados para cada espaço habitacional. A elaboração de leiautes, para cada atividade, analisa a associação de um conjunto definido de mobiliário e equipamentos, conferindo a possibilidade de dois ou mais arranjos e/ou de mais de uma atividade com os mesmos itens. A existência de arranjos de mobiliário e equipamentos não se encerra com os desenhos apresentados, tratando estes de arranjos com maior possibilidade de ocorrência num espaço residencial. Considera-se também a possibilidade de sobreposição de espaços de atividade para reduzir a ocupação desses objetos, melhorando o dimensionamento final para os espaços da habitação. O programa de uma residência deve considerar os níveis de comportamento do usuário a partir de: atividades, sistema de atividades e funções. Pretende-se que o espaço físico seja definido a partir da determinação dessas funções e atividades necessárias ao funcionamento da moradia (Kenchian, 2011). A função compreende um conjunto de sistemas de atividades que constituem uma unidade mais generalizada do comportamento em um ambiente, como a higiene pessoal (Pedro, 2000). Certas condições devem ser consideradas e analisadas, para que uma atividade se realize de maneira adequada e plena numa moradia, sem prejuízo às necessidades do usuário na utilização dos espaços da habitação. Visam a verificar adequações de interesse e possíveis conflitos, relacionando atividades afins e evitando conflitos por atividades incompatíveis ente si (Kenchian, 2011). Há atividades na moradia que, além de não se misturarem, requerem isolamento entre si para assegurar a respectiva independência. As atividades que se caracterizam pela existência de ruídos e intenso movimento são as maiores inimigas da paz e tranquilidade, necessária a outras atividades (Moia, 2004). Para cada mobiliário, há medidas do espaço de atividade que é conceituada como a superfície necessária e suficiente em torno do mobiliário e equipamentos, para que uma pessoa, ao usá-los, possa desenvolver uma atividade em um espaço habitacional sem a interferência ou restrição provocada por estes itens, por componentes do edifício, ou por outras pessoas nesse mesmo espaço. (Boueri, 2007). Até o momento, os arranjos de leiaute foram produzidos e apresentados apenas para a função de Repouso Pessoal, dentre as nove funções de uso da habitação estipuladas na pesquisa anterior. Os leiautes produzidos estão nas condições de uso de medidas mínimas para o mobiliário e equipamentos, assim como para os espaços de atividade. Mantém-se também a pesquisa sobre o tipo familiar Casal com Menores, ainda predominante em relação a outros tipos familiares. Para a criação desses leiautes foi utilizado também o software gráfico AutoCAD. A partir da elaboração dos leiautes, define-se dimensionalmente a projeção do espaço ocupado por esses itens de mobiliários e equipamentos, considerando a sua variação dimensional e os espaços de atividade necessários. Assim, obtém-se: a área total necessária ao leiaute; a área relacionada à ocupação dos itens de mobiliário e equipamentos, e a área livre de ocupação do mobiliário e equipamentos, relacionados aos espaços de atividade requeridos por cada item, e relacionados a vazios entre esses itens. Estes índices servirão de parâmetro para o planejamento das necessidades funcionais do(s) usuário(s) da habitação, e o dimensionamento, em fase projetual, dos ambientes e espaços requeridos para essa moradia, atendendo a exigências de qualidade ao melhor nível a ser alcançado e garantindo conforto e satisfação ambiental para o usuário em seu espaço. Para cada arranjo, foi feito o cálculo dimensional de área total que remete ao menor espaço retangular que comporte todos os itens de mobiliário e equipamentos, incluindo os espaços de atividade requeridos a cada item; a área ocupada que remete à projeção do mobiliário e equipamento; e a área livre que faz referência aos espaços de atividade de cada item e aos espaços vazios. Com esses valores, é possível determinar a relação de área ocupada por área total que é a porcentagem entre a área de projeção do mobiliário e equipamento pela área do menor espaço retangular que comporte todo o leiaute; e a relação de área total pelo número de usuários, que é o valor em área para cada usuário previsto para esse leiaute. Neste caso apresentado, são considerados dois usuários, já que uma cama de casal abriga duas pessoas, incluindo-se aí para este

3 arranjo a necessidade de dois criados-mudos e de dois módulos de guarda-roupa, um para cada ocupante do arranjo estudado. Esses parâmetros métricos, com base científica, permitem avaliar a variedade de arranjos possíveis e determinar um dimensionamento e organização espacial otimizado para os ambientes a qual se destinam a cada um dos espaços funcionais de um projeto habitacional, visando o atendimento das exigências de qualidade, conforto e satisfação para a funcionalidade e uso dos ambientes habitacionais, na melhor determinação desses espaços físicos a serem projetados Figuras e tabelas A seguir será apresentada uma tabela que compõe os dados para a função Repouso Pessoal (Tabela 1) e alguns arranjos de leiaute (Figura 1) para esta mesma função com os respectivos cálculos mencionados anteriormente. Repouso Pessoal Tipo Familiar: Casal com dois filhos Nível Minimo de Ocupação Atividades Mobiliários e Equipamentos Ambiente Adequado Dormir e descansar Cama de Casal Dormitório de casal Vestir-se e despir-se Cama de Solteiro Dormitório de solteiro Convalescer de doença Criado-mudo Dormitório de criança Tratar de pessoa doente Berço Ambientes Possíveis Ter crianças a dormir e descansar Guarda-roupa Sala íntima Vestir e despir crianças Armário embutido Sala de estar Banheiro Closet Combinações Possíveis de Arranjo ( Leiaute) Ambiente Atividades Principais Atividades Secundárias Dormir e descansar Vestir-se e despir-se Dormitório Convalescer de doença Tratar de pessoa doente Vestir e despir crianças Mobiliário e Equipamentos Cama de casal + 2 criados-mudos Cama de solteiro + criado-mudo Berço + criado-mudo Cama de casal + 2 criados-mudos + 2 módulos de guarda-roupa Cama de casal + berço + 2 criados-mudos + 3 módulos de guarda-roupa Cama de solteiro + criado-mudo + 1 módulo de guarda-roupa Berço + criado-mudo + 1 módulo de guarda-roupa 2 camas de solteiro + 2 criados-mudos + 2 módulos de guarda-roupa Tabela 1. Tabela com os dados para a função Repouso Pessoal.

4 Figura 1. 4 arranjos de leiaute para Repouso Pessoal com: 1 cama de casal + 2 criados-mudos + 2 módulos de guardaroupa.

5 3. CONCLUSÃO A pesquisa iniciada com o estudo funcional e continuada com a análise dimensional dos espaços da habitação pretende estabelecer uma metodologia para determinação espacial, mínima e confortável, necessária para que os ambientes de moradias a serem construídas, a partir do ato projetual, alcancem a qualidade e satisfação requeridas pelos usuários, inclusive conforme propõe a Norma Brasileira sobre Desempenho em Edifícios Habitacionais (ABNT NBR /2008), no que se refere especificamente sobre a funcionalidade dos espaços edificados a serem habitados. O estudo permanece em andamento, na elaboração de arranjos funcionais para as demais Funções e Atividades já estabelecidas, a partir dos itens de mobiliários e equipamentos já classificados e agrupados, assim como para os demais tipos familiares estudados além da tipologia familiar estabelecida, de um casal com menores. A partir da montagem dos arranjos funcionais, se faz a análise dos mesmos através do cálculo de índices de área ocupada e livre, e do valor de área útil necessária por pessoa. Busca-se, assim, um melhor arranjo, em termos de uso e ocupação espacial, para cada atividade relacionada a um conjunto de itens de mobiliário e equipamentos, com o intuito de estabelecer um parâmetro de qualidade e conforto para o(s) usuário(s) da habitação. Dessa maneira, pode-se determinar o dimensionamento de ambientes de moradia proporcionando, mesmo que em espaços pequenos, a requerida satisfação dos usuários da moradia a ser construída. Como previsto inicialmente, pretende-se por fim aplicar a pesquisa em projetos habitacionais existentes no mercado imobiliário e/ou em habitações de interesse social a fim de proceder à análise crítica desses empreendimentos, verificando a qualidade ou até mesmo a viabilidade destes empreendimentos que pretendem ser construídos e entregues a uma população presumidamente mais carente, mas que também tem o mesmo direito que o resto da população brasileira a uma moradia digna e de qualidade. 4. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR /2008 Edifícios Habitacionais de até Cinco Pavimentos - Desempenho Parte 1: Requisitos Gerais Rio de Janeiro, ABNT, maio de BOUERI Filho, José Jorge Espaço de Atividades - São Paulo, FAU USP, 2007 e-book. DEILMANN, Harald; KIRSCHENMANN, Jörg C.; PFEIFFER, Herbert El Habitat - Barcelona, Gustavo Gili, HER MAJESTY S STATIONERY OFFICE (HMSO), The Housing Development Directorate - Design Bulletin 24 - Spaces in the Home - London, Department of Environment KENCHIAN, Alexandre - Qualidade Funcional no Programa e Projeto da Habitação (Tese de Doutorado) São Paulo, FAU USP, KLEIN, Alexander La Vivienda Mínima: Barcelona, Gustavo Gili, NEUFERT, Ernst; NEUFERT, Peter Arte de Projetar em Arquitetura - São Paulo, Gustavo Gili, 2004, 17a edição em Português. PEDRO, João Branco Definição e Avaliação da Qualidade Arquitectónica Habitacional - Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Teses e Programas de Investigação LNEC, TPI 26. PEDRO, João Branco Programa Habitacional Espaços e Compartimentos - Informações Científicas e Técnicas de Arquitectura, ITA 4 - Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), PEDRO, João Branco Programa Habitacional Habitação - Informações Científicas e Técnicas de Arquitectura, ITA 5 - Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), PEDRO, João Branco Programa Habitacional Edifício - Informações Científicas e Técnicas de Arquitectura, ITA 6 - Lisboa, Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), SWEDISH STANDARD - Building Design / Housing / Functional Planning - SS , Edition 2, NOTA DE RESPONSABILIDADE Os autores são os únicos responsáveis pelo conteúdo deste artigo.

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