Astrofotografia: técnicas e aplicações
|
|
|
- Catarina Vasques Diegues
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SCIENTIA PLENA VOL. 5, NUM Astrofotografia: técnicas e aplicações T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe, , São Cristóvão-SE, Brasil [email protected] (Recebido em 01 de setembro de 2009; aceito em 01 de novembro de 2009) Mostraremos os principais aspectos da astrofotografia explorando um pouco da técnica utilizada para tratar fotos de astros possibilitando o estudo de alguns objetos celestes, tais como estrelas binárias e variáveis, aglomerados abertos, planetas e até galáxias. Fotos bem definidas dos astros nos permitem uma análise precisa de propriedades como o diâmetro, distância (paralaxe) e magnitude (brilho). Como exemplos de aplicação, foram utilizadas fotografias dos planetas Vênus, Júpiter e Saturno estimando os respectivos diâmetros e distâncias da Terra. Palavras-chave: astrofotografia, astronomia, propriedades de astros. We will show a little bit of the technique used to treat astro pictures leading the study of some celestial objects like binary and variable stars, open clusters, planets and even galaxies. Well defined astro photos allow us to an accurate analysis of some properties like diameter, distance (parallax) and magnitude (brightness). As an application example, pictures from Venus, Jupiter and Saturn were used to estimate their respective diameters and distance from the Earth. Keywords: astrophotography, astronomy, astro properties. 1. INTRODUÇÃO A grande maioria dos astrônomos, amadores e profissionais, aponta seus telescópios e câmeras para o céu e capturam imagens surpreendentes de tudo que encontram, seja para análise ou pelo simples inteção de registrar belas imagens que o espaço nos oferece. Além disso, é possível estudar a origem e evolução do universo. Por exemplo, a galáxia de Andrômeda (M31) está a aproximadamente 2,5 milhões de anos-luz da terra, ou seja, na verdade estamos visualizando como era a galáxia há 2,5 milhões de anos atrás. Antes de mostrar algumas técnicas da astrofotografia, é interessante fazer uma breve retrospectiva desta mostrando algumas principais realizações e os seus praticantes. Destacamos Lewis M. Rutherford ( ) que construiu em 1864 o primeiro telescópio fotográfico com o principal objetivo de obter imagens astronômicas. De 1874 a 1882 foram realizadas as primeiras tentativas de se detectar a paralaxe solar e consequentemente determinar a distancia da Terra ao Sol, se baseando em vários registros fotográficos dos trânsitos de Vênus. Em 1881 na França, M. Janseen utilizou um telescópio com 500 mm de abertura e fotografou o cometa Tebbut. Ele conseguiu registrar uma cauda com aproximadamente 2,5 de comprimento constituindo um grande avanço para a época. Na descoberta e estudos de nebulosas e da própria Via Láctea, citamos Paul Henry, Prosper Henry (os irmãos Henry) e E. E. Barnard, cujas várias astrofotografias realizadas mostraram as chamadas nebulosas absorção, gigantes nuvens de poeira e gás que absorvem grande parte da luz incidente. Começamos a ver que tais astrofotografias já estavam contribuindo para o avanço da Astrofísica, como veremos mais a seguir. William Huggins ( ) fotografou a estrela α da constelação de Lira (Estrela Vega) e na imagem, era possível identificar duas linhas espectrais associadas ao hidrogênio. Ele também fotografou o espectro do cometa Tebbut já citado anteriormente. Pois bem, dentre outros avanços para a astronomia ainda podemos citar a descoberta do ciclo de atividade solar (as manchas solares), da estrutura espiral de várias nebulosas, que depois perceberam que elas eram outras galáxias com estruturas parecidas com a da nossa e ainda temos numerosas astrofotografias que tem um importante papel em estudos relacionados à Astrometria e Fotometria. Então, à medida que o estudo do espaço e as técnicas fotográficas avançam,
2 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , observatórios e telescópios orbitais conseguem fotos com cada vez mais resolução a vastas distâncias, propiciando o avanço da astronomia em geral. Atualmente, a astrofotografia é bem acessível. Com um telescópio caseiro, uma simples câmera digital (ou webcam) e um software para dar uma melhor resolução à imagem, é possível obter fotos das crateras lunares como mostra a figura 1. Uma análise da foto nos permite, conhecendo princípios básicos da óptica geométrica fazer um mapeamento do local, calculando distâncias, profundidade e largura das crateras. Esta é apenas uma, das varias aplicações da astrofotografia. Figura 1: Superfície lunar registrada por uma webcam acoplada a um telescópio refletor newtoniano 180 mm. As câmeras modernas envolvem capturar a luz refletida de diversos objetos. No caso da astrofotografia, a intenção é apenas utilizar a luz proveniente do objeto no espaço. O essencial, então, é evitar poluição luminosa (PL), ou seja, não é necessário o uso de flashes quanto mais escuro o local, melhor. A figura 2 nos mostra o centro da Via Láctea a olho nu em um local com pouca PL, mais afastado da cidade de Aracaju. Figura 2: Centro Via Láctea. Podemos identificar alguns aglomerados abertos e globulares.
3 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Nas próximas seções vamos estudar as principais técnicas para fotografia deste tipo, mostrar como obter uma maior resolução nas fotos e, para exemplificar algumas aplicações, iremos calcular alguns parâmetros dos planetas Vênus, Júpiter e Saturno comparando com dados já obtidos por fontes de importância. 2. TÉCNICAS DA ASTROFOTOGRAFIA A depender do tipo de foto que desejamos obter não é necessário o uso de um telescópio, apenas uma simples câmera (figura 3), um tripé fotográfico e um disparador de cabo a dependendo do tipo de câmera utilizado. Percebe-se que neste tipo de fotografia, à medida que aumentamos o tempo da exposição a densidade estelar aumenta, pois mais fótons são captados e registrados no filme ou no sensor CCD/CMOS da câmeras digitais. Outra coisa a ser notada é que, como a Terra está em rotação, as estrelas se deslocam no fundo celeste no sentido lesteoeste, por isso, caso o limite do tempo de exposição seja ultrapassado, será gravado no filme rastros ou trilhas das estrelas. O ambiente ideal para este tipo de fotografia é um local sem poluição luminosa e durante o período de lua nova. Utilizando esta técnica podemos obter imagens de estrelas, trilhas, rotação de pólo, constelações, auroras, conjunções, meteoros, satélites artificiais, cometas, eclipses lunares e solares. A foto mostrada figura 2 foi realizada pelo método Piggy-Back, onde a câmera é fixada em um telescópio (figura 4) que contenha uma montagem equatorial e o acompanhamento é feito usando o próprio telescópio. A montagem equatorial (figura 5) permite o acompanhamento dos astros manual ou eletronicamente. Este tipo de montagem é constituído de dois eixos perpendiculares e quando colocamos um dos eixos paralelo ao eixo da Terra (latitude do local) e giramos o seu eixo no sentido contrário ao do movimento da Terra fazemos com que o mesmo gire a uma velocidade de uma rotação por dia, (cerca de 15 graus/hora) mantendo o objeto imóvel no campo de visão de um telescópio ou da câmera fotográfica possibilitando, assim, uma fotografia de longa exposição. Figura 3: Câmera fotográfica DSLR montada em um tripé.
4 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Figura 4: Câmera montada em paralelo com o telescópio. Figura 5: Esquema duma montagem equatorial. (Fonte: Em relação às principais técnicas utilizando um telescópio as mais praticadas são os métodos focal e afocal. No primeiro, a lente objetiva da câmera é removida, o corpo da câmera é montado no foco principal do telescópio e este passa a ser a objetiva da câmera com a mesma distância focal do telescópio. Neste caso é comum utilizar uma webcam acoplada como mostra a figura 6. Figura 6: Webcam acoplada ao telescópio.
5 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , No segundo, a câmera é colocada após a ocular sem retirar a lente objetiva. Para câmeras intermutáveis este é um método bastante útil e a câmera pode ser montada num tripé tal (figura 7) ou por meio de um adaptador. Figura 7: Sistema de projeção afocal usando tripé. 3. TRATAMENTO DE FOTOS No ato de fotografar algum objeto, alguns fótons aleatórios são captados pela câmera fotográfica. Ao tirarmos várias fotos deste mesmo objeto e fazendo uma análise precisa, percebe-se que cada foto terá uma dada região mais definida do que as das outras fotos, pois, cada uma consistiu em uma distribuição diferente dos fótons. Podemos compreender isso de outra forma: supondo que esteja chovendo, colocamos vários copos vazios em contato com a chuva por certo tempo e depois retiramos. Veremos que eles vão diferir consideravelmente na quantidade de água. Os principais fatores que dificultam uma boa resolução de imagem são a poluição luminosa, a turbulência atmosférica, que varia notadamente de dia para dia e de local para local de tal modo não é comum obter resultados fotográficos equivalentes em dias seguidos ou até em uma mesma noite, e o ruído da câmera, manchas aleatórias em uma superfície normalmente lisa e compromete significativamente a qualidade das fotos. Uma analogia para o ruído seria o chiado que se percebe quando uma música é ouvida num volume muito alto. Objetivando contornar estes problemas, já foram desenvolvidos diversos softwares para tratamento de imagens que, diretamente falando, empilham as fotos aproveitando os detalhes de cada uma oferece. Para o computador, a imagem é representada por um conjunto de números, que podem ser manipulados, de modo a aumentar o contraste da imagem, controlar o brilho e muitos outros detalhes. O ruído, por exemplo, pode ser amenizado por uma média aritmética das imagens, pois, o que realmente estiver presente na foto (estrelas, planetas) será constante e vai ser sobressair em relação aos ruídos que são aleatórios. Vamos explicar, basicamente, o processamento digital de imagens utilizando o software Registax, 5ª versão, de distribuição gratuita e um dos mais utilizados por astrofotógrafos. Para ilustrar o processo, utilizaremos uma foto do planeta Júpiter, obtida através de um telescópio refletor newtoniano de 180 mm. Foi realizada uma filmagem de 1 minuto e esta convertida, pelo software, em um pouco mais de 600 fotos do tipo da figura 8.
6 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Figura 8: Frame de Júpiter com turbulência atmosférica e ruído. A primeira etapa de tratamento é definir um frame (foto) e sua área de referência em que todos os outros irão se basear no alinhamento. Após definir alguns parâmetros, alinhamos as imagens. O próximo passo é a otimização, onde podemos analisar o gráfico que mostra a diferença de qualidade dos frames (figura 9). O objetivo, então, é reduzir essas diferenças escolhendo os frames de melhor qualidade para a etapa seguinte, o stacking, que consiste em juntar todos os frames para formar a imagem final. Após o stacking, podemos modificar os parâmetros para determinar as características da imagem. Estes são denominados wavelets e, no caso de Júpiter, foi utilizado para destacar mais a sua atmosfera e obtendo uma imagem final com boa qualidade como mostra a figura 10. Figura 9: Etapa da otimização onde analisamos os gráficos para estabelecer os frames de maior resolução.
7 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Figura 10: Júpiter após o processamento. 4. RESULTADOS Todas as fotos a seguir, incluindo as das figuras 1, 2 e 10 já apresentadas anteriormente, foram realizadas pelo astrofotógrafo Jailton César de Souza, membro da Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE). As fotos passaram pelo processo de tratamento descrito na seção anterior. Figura 11: Nebulosa de Órion (M42). Podemos identificar a nebulosa como uma mancha difusa na região entre as "Três Marias" e as estrelas Rigel e Saiph, no interior da constelação de Órion.
8 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Figura 12: Eclipse lunar. Figura 13: Lua. Esta foto com excelente qualidade nos permite identificar várias crateras
9 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Figura 14: Saturno Figura 15: Vênus em fase crescente 5. APLICAÇÕES A medição angular é usada por observadores na Terra para descrever as posições de objetos celestes e são de extrema importância para determinar as distâncias (e tamanhos) de objetos no Universo. Sabendo o diâmetro angular de um planeta e a sua distancia para a Terra podemos calcular seu diâmetro verdadeiro (linear) por princípios básicos de trigonometria como mostra a figura 16 onde α é o diâmetro angular, d a distancia da Terra-Lua e R o raio da Lua. A relação entre os 3 termos é evidente e dada por R tg α = (1) d Observador na Terra α d R Lua Figura 16: Método mais simples para medir o diâmetro linear da lua, por exemplo. Ignore a escala, a imagem é para fins conceituais.
10 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , Vamos utilizar esta relação para calcular o diâmetro real de Júpiter sabendo-se que o raio angular é de aproximadamente 22arcseg visto da Terra e a distância até o nosso planeta é em torno de km segundo o software gratuito Stellarium. Estamos nos baseando em agosto de 2008, quando a foto de Júpiter (figura 10) foi tirada. Após transformar arcseg em graus obtemos um diâmetro de D = 2R = 2dtgα km (2) O resultado obtido foi próximo ao fornecido pelo banco de dados da National Aeronautics and Space Administration (NASA) de km para o diâmetro equatorial do planeta. Colocando Vênus, Saturno e Júpiter em escala, de modo que os 3 planetas na figura 17 foram fotografados com o mesmo telescópio e mesmo aumento, (Newtoniano Refletor de 180mm com uma ocular Barlow 2X) podemos fazer uma proporção dos diâmetros já que temos o de Júpiter. Figura 17: Júpiter, Saturno e Vênus em escala aproximada. Analisando a figura 17 fazendo as devidas equivalências temos um diâmetro de aproximadamente km para Saturno e de 12103km para Vênus, resultados próximos aos cedidos pela NASA de km e 12103km respectivamente. Com estes dados podemos agora estimar a distância de Saturno e Vênus para a Terra reescrevendo a relação (1) R d = (3) tgα onde o raio angular α de Saturno é 15arcseg e então, sua distancia à Terra foi de aproximadamente km e o raio angular de Vênus é 5arcseg e sua distancia perto de O resultado para Saturno já não foi tão bom quanto os outros (a distancia correta é mais de 1 bilhão) devido a possíveis erros na escala da figura 17, afinal, as 3 fotos não fotos tiradas no mesmo dia e as condições atmosféricas variam com freqüência provocando distorções nas fotografias. 6. CONCLUSÃO Percebemos a importância da astrofotografia para a astronomia e vemos que é uma das maneiras para os astrônomos amadores colaborarem com os profissionais. Nossos resultados foram bons, tanto para o tratamento das fotografias vistas na seção 4 e alguns resultados numéricos na seção 5.
11 T. A. A. Barreto & G. M. A. Almeida, Scientia Plena 5, , RÉ, P. Fotografar o céu. 1ª Ed. Lisboa: Plátano Edições Técnicas (2002). 2. < 3. < 4. < 5. < 6. < 7. < 8. <
Fazer imagens de galáxias com milhões de. Escrito nas estrelas. vida de fotógrafo
vida de fotógrafo Fotos: Carlos Fairbairn Acima, foto da Vila Láctea refletida no lago produzida com uma lente 24-70 mm a partir de duas exposições sequenciais, uma para o céu e outra para a paisagem;
Introdução à astronomia O Sistema Solar
Introdução à astronomia O Sistema Solar Introdução a astronomia A Lua A Terra Viver na Terra Introdução a Astronomia Astronomia é a ciência que estuda os astros e os fenômenos celestes. Universo é o conjunto
Prof. Eslley Scatena Blumenau, 22 de Agosto de
Grupo de Astronomia e Laboratório de Investigações Ligadas ao Estudo do Universo Prof. Eslley Scatena Blumenau, 22 de Agosto de 2017. [email protected] http://galileu.blumenau.ufsc.br A esfera celeste
Astronomia. O nosso Universo
Astronomia O nosso Universo O sistema solar Distância entre a Lua e a Terra: 384.000 Km (aprox. 1 seg-luz Velocidade da luz (c) : 300.000 Km/s Distância média entre a Terra e o Sol: 146 milhões Km (aprox.
Astrofotografia do planeta saturno
Astrofotografia do planeta saturno Kamyla Espíndola Gibram REIS 1 ; Jackson Rodrigues ALVES 2 ; Mayler MARTINS 3. 1 Estudante de Bacharelado em Engenharia de Produção. Instituto Federal de Minas Gerais
Universidade da Madeira. Introdução. à Astronomia. Grupo de Astronomia. Laurindo Sobrinho. 27 de outubro de 2012
Introdução à Astronomia Laurindo Sobrinho 27 de outubro de 2012 1 1 O Sistema Solar http://sohowww.nascom.nasa.gov/data/realtime-images.html Universidade da Madeira A distância da Terra ao Sol é de aproximadamente
Resumo Expandido. Título da Pesquisa: Astrofotografia do sistema solar e objetos de fundo de céu
Resumo Expandido Título da Pesquisa: Astrofotografia do sistema solar e objetos de fundo de céu Palavras-chave: Astrofotografias, câmera CCD, filtros LRGB, RegiStax, DeepSkyStaker Campus: Bambuí Tipo de
Sistema Solar e nossa Galáxia
Sistema Solar e nossa Galáxia Galáxia Uma galáxia é um enorme aglomerado de estrelas, planetas, gás e poeiras ligados pela força da gravidade, assim como pela ainda pela pouco conhecida matéria escura.
A hipérbole e os telescópios
A hipérbole e os telescópios Adaptado do artigo de Geraldo Ávila O artigo anterior trouxe uma interessante propriedade focal da parábola, que é utilizada na construção de refletores e antenas parabólicas.
ASTROFOTOGRAFIA NO IFC-CAMPUS CAMBORIÚ RESUMO
ASTROFOTOGRAFIA NO IFC-CAMPUS CAMBORIÚ Isabella Renner Staudt 1 ; Odorico Miguel Bueno 2 ; Beatriz Bizatto Ferreira 3 ; Kleber Ersching 4 ; Roberto Miguel Torres 5 RESUMO O objetivo deste trabalho é promover
ASTROFOTOGRAFIA ASPECTOS INTRODUTÓRIOS
ASTROFOTOGRAFIA ASPECTOS INTRODUTÓRIOS Samuel Dias Müller 1 Palavras-chave: astronomia amadora, astrofotografia, captura e processamento de imagens. Introdução A astrofotografia pode ser definida como
Universidade da Madeira. A escala do Universo. Grupo de Astronomia. Laurindo Sobrinho. 26 de abril de 2017
A escala do Universo Laurindo Sobrinho 26 de abril de 2017 1 1 O Sistema Solar Universidade da Madeira 2 Sol Terra http://umbra.nascom.nasa.gov/sdac.html http://www.msss.com/earth/earth.html 700 000 Km
As propriedades físicas das estrelas: Distâncias Luminosidades Tamanhos Massas. Classificação de estrelas segundo sua:
As propriedades físicas das estrelas: Distâncias Luminosidades Tamanhos Massas Classificação de estrelas segundo sua: Cor Temperatura Características espectrais ESTIMATIVAS DE DISTÂNCIA Método simples
Como Fotografar Estrelas Usando a Lente do Kit
Como Fotografar Estrelas Usando a Lente do Kit Escuto bastantes alunos meus dizendo que não podem fazer isso ou aquilo por causa dos seus equipamentos. Existe uma expectativa enorme de que pra fazer fotos
A LUZ PRECIOSO BEM PARA OS ASTRÔNOMOS
A LUZ PRECIOSO BEM PARA OS ASTRÔNOMOS A Astronomia vive quase que exclusivamente da luz captada dos objetos celestes. É através da luz por eles emitida, refletida ou absorvida que tiramos informações sobre
As propriedades físicas das estrelas: Distância Luminosidade Tamanho Massa. Estrelas são classificadas segundo sua:
As propriedades físicas das estrelas: Distância Luminosidade Tamanho Massa Estrelas são classificadas segundo sua: Cor Temperatura superficial Características espectrais Distâncias dentro do sistema solar
O que vamos estudar? O que é a Via Láctea? Sua estrutura Suas componentes
A Via Láctea O que vamos estudar? O que é a Via Láctea? Sua estrutura Suas componentes A Via-Láctea Hoje sabemos que é a galáxia onde vivemos - Há 100 anos não sabíamos disso! - Difícil estudar estando
Curso de Iniciação à. Astronomia e Astrofísica. Observatório Astronómico de Lisboa. Rui Jorge Agostinho José Manuel Afonso. Janeiro e Junho de 2013
Curso de Iniciação à Astronomia e Astrofísica do Observatório Astronómico de Lisboa Rui Jorge Agostinho José Manuel Afonso Janeiro e Junho de 2013 Conteúdo Objectivos e Estrutura do Curso.............................
Considera-se que o Sistema Solar teve origem há cerca de 5 mil milhões de anos.
Sumário 3 - Como se formou o Sistema Solar? Constituição do Sistema Solar. - Os planetas do Sistema Solar. - Outros astros do Sistema Solar. Formação do Sistema Solar Considera-se que o Sistema Solar teve
Espaço. 1. Universo. Ciências Físico-Químicas 7º Ano Nelson Alves Correia Escola Básica Manuel Figueiredo Agrupamento de Escolas Gil Paes
Espaço 1. Universo Ciências Físico-Químicas 7º Ano Nelson Alves Correia Escola Básica Manuel Figueiredo Agrupamento de Escolas Gil Paes Corpos celestes 1.1 Distinguir vários corpos celestes. Estrela Astro
Telescópios. Mirian Castejon AGA 210
Telescópios Mirian Castejon AGA 210 2018 História Acredita-se que quem criou a primeira luneta foi o ótico holandês Hans Lippershey em 1608; Porém, foi Galileu Galilei quem primeiro apontou para o céu
Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella
Cœlum Australe Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Criado em 1995 Retomado em Junho de 2012 Ano V Nº 36 - Dezembro de 2014 UNIDADES DE DISTÂNCIA EM ASTRONOMIA
Planetas fora do Sistema Solar
Planetas fora do Sistema Solar Dep. Astronomia Instituto de Física UFRGS (2018-1) O Sistema Solar Massa do Sol = 2 x 1030 Kg (333 000x a massa da Terra; 1 000 x a massa de Júpiter) Diâmetro do Sol = 1
ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE TESTE DE AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS ANO LECTIVO 2010/2011
ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE TESTE DE AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS ANO LECTIVO 2010/2011 Nome: 7.º Ano Turma Nº: Encarregado de Educação: Classificação: Professor: 1. Observe a figura seguinte,
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2010 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA A 2.a PROVA 2012/1 - TURMA C - Profa. Maria de Fátima Saraiva
Telescópios e a prática observacional
Telescópios e a prática observacional Prof. Rodolfo Langhi Depto. de Física Unesp/Bauru Astroaula 11 Tipos de telescópios e seu funcionamento básico Parâmetros dos telescópios: aumento, magnitude limite,
10 m s. d) A ordem de grandeza da distância entre a Próxima Centauri e o sistema solar é igual a 12
1. Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra que orbita estrela vizinha do Sol, nomeado de Próxima B. O planeta é pequeno, rochoso e pode ter água líquida. Ele orbita ao redor da Próxima Centauri,
2.2 Os planetas e as características que os distinguem
Período de rotação O tempo que um planeta demora para realizar uma rotação completa em torno do seu eixo chama-se período de rotação e corresponde a um dia nesse planeta. Mercúrio Vénus Saturno 59 dias
CAPÍTULO 03 O Universo..
CAPÍTULO 03 O Universo.. 03/03/2016 6º Ano B Profº Delsomar de Sousa Barbosa Páginas: 34 a 40 Itens 01 a 03. Estrutura Temática Astros do universo. Planetas Satélites Estrelas Distâncias no Espaço. Sistemas,
1ª Ficha de Avaliação de Conhecimentos de Física e Química do 7ºAno Data: outubro 2012 Professora: Paula Melo Silva
Página1 1ª Ficha de Avaliação de Conhecimentos de Física e Química do 7ºAno Ano Letivo: 2012/2013 Data: outubro 2012 Professora: Paula Melo Silva Critérios de Correção 1. 11 pontos 1.1. Opção A 1.2. Opção
Planetas fora do Sistema Solar
Planetas fora do Sistema Solar José Eduardo Costa Dep. Astronomia Instituto de Física UFRGS (2016-2) O Sistema Solar Massa do Sol = 2 x 1030 Kg (333 000x a massa da Terra; 1 000x a massa de Júpiter) Diâmetro
Introdução a Astronomia...uma breve perspectiva do caminho que realizaremos durante o curso...
Introdução a Astronomia...uma breve perspectiva do caminho que realizaremos durante o curso... I- A Ciência Astronomia-Astrofísica II- Estrutura Hierárquica do Universo III- Escalas de Dimensões e Distâncias
Ceará e o eclipse que ajudou Einstein
Ceará e o eclipse que ajudou Einstein Eixo(s) temático(s) Terra e Universo Tema Sistema Solar Conteúdos Sistema Terra-Lua-Sol / eclipses Usos / objetivos Retomada de conhecimentos / avaliação / problematização
CURSO PREPARATÓRIO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA
CURSO PREPARATÓRIO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA O Sistema Solar O sistema solar é formado pela nossa estrela, o Sol, pelos oito planetas, com suas luas e anéis, pelos planetas anões,
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica. Estrelas. Rogério Riffel.
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Estrelas Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Propriedades Estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transmutação de elementos
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL
A TERRA, UM PLANETA MUITO ESPECIAL Sol Planetas principais (giram diretamente à volta do Sol) Planetas secundários ou satélites (giram à volta de outros planetas) Planetas anões (Plutão, Ceres, Xena)
OBA Astronomia. Prof. MSc. Elton Dias Jr.
OBA-2011 -Astronomia Prof. MSc. Elton Dias Jr. Astronomia de Posição 1. Astronomia de Posição 1.1. Coordenadas Celestes Devemos imaginar que as estrelas estão fixas na superfície de uma esfera oca, cujo
A CONTAGEM DE ESTRELAS COMO TEMA TRANSVERSAL EM ASTRONOMIA
I Simpósio Nacional de Educação em Astronomia Rio de Janeiro - 2011 1 A CONTAGEM DE ESTRELAS COMO TEMA TRANSVERSAL EM ASTRONOMIA Lev Vertchenko 1, Tomás de Aquino Silveira 2 1 PUC-Minas/Mestrado em Ensino
FOTOGRAFAR O CÉU (PARTE II)
FOTOGRAFAR O CÉU (PARTE II) Pedro Ré http://www.astrosurf.com/re Para efectuar astrofotografias através de telescópios torna-se necessário acoplar câmaras fotográficas a um telescópio. Os telescópios mais
10 as Olimpíadas Nacionais de Astronomia
10 as Olimpíadas Nacionais de Astronomia Prova da eliminatória regional 18 de março de 2015 15:00 (Continente e Madeira) / 14:00 (Açores) Duração máxima 120 minutos Notas: Leia atentamente todas as questões.
Planetas fora do Sistema Solar
Planetas fora do Sistema Solar Dep. Astronomia Instituto de Física UFRGS (2018-2) O Sistema Solar Massa do Sol = 2 x 1030 Kg (333 000 x a massa da Terra; 1 000 x a massa de Júpiter) Diâmetro do Sol = 1
A Galáxia. Curso de Extensão Universitária. Introdução à Astronomia e Astrofísica. 19 a 23 de julho de Vera Jatenco - IAG/USP
A Galáxia Curso de Extensão Universitária Introdução à Astronomia e Astrofísica 19 a 23 de julho de 2010 Vera Jatenco - IAG/USP Conteúdo Histórico da Galáxia Distâncias dentro da Galáxia Componentes da
1 A partir da análise das duas figuras a seguir, responda ao que se pede.
5 Nome: Data: unidade A partir da análise das duas figuras a seguir, responda ao que se pede. Lua Sol Terra Mercúrio Vênus Júpiter ilustrações: Paulo Manzi Marte Saturno Figura A Saturno Júpiter Marte
Introdução a Astronomia
Introdução a Astronomia...uma breve perspectiva do caminho que realizaremos durante o curso e a necessidade da utilização de Unidades Especiais e Medidas Astronômicas... I- A Ciência Astronomia-Astrofísica
Orientação pelas estrelas
Orientação pelas estrelas Laurindo Sobrinho 24 de maio de 2017 1 A Terra roda em torno do Sol a cada 365.24 dias A Terra roda sobre si mesma a cada 24h. Inclinação do eixo de rotação da Terra: 23.4º Latitude
Grandezas Físicas Capítulo 1
Introdução à Física da Terra e do Universo Profa. Jane Gregorio-Hetem Grandezas Físicas Capítulo 1 AGA0500 Cap. 1a Grandezas Físicas Profa. Jane Gregorio-Hetem (IAG/USP) 1 1. Sistema de Referência Por
Quais são os planetas do Sistema Solar? O que são asteroides, cometas e meteoritos? Quais as diferenças entre estrelas e planetas?
Jerry Schad/Photo Researchers, Inc./Latinstock O Sistema Solar é formado pelo Sol e pelos planetas que giram ao redor dele, além de outros corpos celestes menores, como planetas-anões, Luas e asteroides.
Exoplanetas. Sistemas Planetários do Nosso Universo. por: Eder Martioli
Exoplanetas Sistemas Planetários do Nosso Universo por: Eder Martioli 2009 AIA A história dos planetas Planetas são astros errantes associados a deuses. Século XVII - Com o heliocentrismo, a Terra passa
Introdução ao Céu Profundo. Guião para Stellarium
Introdução ao Céu Profundo Guião para Stellarium Carlos Brás 14-11-2011 Atividade Céu profundo uma visita guiada. Serão mostrados, nesta visita guiada, alguns dos diferentes tipos objectos do céu profundos
Como fotografar um eclipse solar
28 DE JUNHO DE 2018 AVANÇADO Como fotografar um eclipse solar Eclipse Solar total de 21 de junho de 2001, Chisamba, Zâmbia. Nikon N90s, refrator Vixen 90 mm f/9. Composição que mostra as várias fases do
ASTROSOLAR, UM SOFTWARE DIDÁTICO PARA A APRESENTAÇÃO DE CONCEITOS DE ASTRONOMIA
ASTROSOLAR, UM SOFTWARE DIDÁTICO PARA A APRESENTAÇÃO DE CONCEITOS DE ASTRONOMIA Márlon Caetano Ramos Pessanha a [[email protected]] Sabrina Gomes Cozendey a [[email protected]] Victor Hugo Rangel de
O que são exoplanetas?
EXOPLANETAS O que são exoplanetas? Um exoplaneta (ou planeta extra-solar) é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol e, portanto, pertence a um sistema planetário diferente do nosso. Hipotetizados
Universidade da Madeira. Grupo de Astronomia. Nós s e o Universo. (c) 2009/2014 Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira
Nós s e o Universo 1 (c) 2009/2014 da Universidade da Madeira A Terra, a Lua e o Sol 2 Sol Terra http://umbra.nascom.nasa.gov/sdac.html http://www.msss.com/earth/earth.html 700 000 Km 6 370 Km 3 O raio
Curso de Introdução à Astronomia e Utilização de Telescópios
Curso de Introdução à Astronomia e Utilização de Telescópios Esta acção de formação destina-se a utilizadores de telescópios com pouca experiência prática de observação ou amadores que queiram saber mais
Manual de Instruções
Manual de Instruções Omegon 150/750 EQ-3 Versão Portuguesa 12.2015 Rev A 1 Omegon 150/750 EQ-3 Parabéns pela compra do novo Omegon 130/920 EQ-3. Este telescópio vai proporcionar-lhe horas de diversão,
ESTRELAS. Distâncias e Magnitudes
ESTRELAS Distâncias e Magnitudes Tendo estudado de que forma as estrelas emitem sua radiação, e em seguida descrito algumas das características de uma estrela que nos é bem conhecida - o Sol - vamos agora
AULA 1. ESCALAS DE DISTÂNCIA e de tamanho NO UNIVERSO
AULA 1 ESCALAS DE DISTÂNCIA e de tamanho NO UNIVERSO CONSTELAÇÃO DE Orion Estrelas são os componentes mais básicos do universo. O universo observável contém tantas estrelas quanto grãos de areia somando
Urano(Úrano em Portugal) é o sétimo planeta a partir do Sol, o terceiro maior e o quarto mais massivo dos oito planetas do Sistema Solar.
Urano(Úrano em Portugal) é o sétimo planeta a partir do Sol, o terceiro maior e o quarto mais massivo dos oito planetas do Sistema Solar. Foi nomeado em homenagem ao deus grego do céu, Urano, o pai de
EFEMÉRIDES DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2014
EFEMÉRIDES DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2014 POSIÇÃO GEOGRÁFICA: LATITUDE: -8.1º LONGITUDE: -34.9º LATITUDE: 8º 0 48.1 Sul LONGITUDE: 34º 51 3.4 Oeste CALENDÁRIO DO CÉU COM OS HORÁRIOS DE VISIBILIDADE DOS OBJETOS
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogério Riffel Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Chamamos de instrumentos de projeção aqueles que fornecem uma imagem real, que pode, portanto, ser projetada em um anteparo, uma tela ou um filme.
Chamamos de instrumentos de projeção aqueles que fornecem uma imagem real, que pode, portanto, ser projetada em um anteparo, uma tela ou um filme. A câmera fotográfica é constituída essencialmente por
Aprimorando os Conhecimentos de Mecânica Lista 1 Ordem de Grandeza
Aprimorando os Conhecimentos de Mecânica Lista 1 Ordem de Grandeza 1. Telescópio revela detalhes de nebulosa em formato de 'olho' Uma nova imagem obtida pelo Observatório do Paranal, no Chile, mostra com
O que são exoplanetas?
Exoplanetas O que são exoplanetas? α Um exoplaneta (ou planeta extra-solar) é um planeta que orbita uma estrela que não seja o Sol e, portanto, pertence a um sistema planetário diferente do nosso. α Até
1. A teoria do Big Bang é a teoria científica hoje mais aceite acerca da origem do Universo Quando terá ocorrido o Big Bang?
Escola Físico-Química 7. Ano Data Nome N.º Turma Professor Classificação 1. A teoria do Big Bang é a teoria científica hoje mais aceite acerca da origem do Universo. 1.1. Quando terá ocorrido o Big Bang?
FSC1057: Introdução à Astrofísica. Estrelas. Rogemar A. Riffel
FSC1057: Introdução à Astrofísica Estrelas Rogemar A. Riffel Propriedades Estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, cuja fonte de energia é a transformação de elementos através de reações nucleares,
O Sistema Solar. 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Unidade 2 O SISTEMA SOLAR
Físico-química - 7º ano de escolaridade Unidade 2 O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar Olá, o Calvin, da banda desenhada Calvin and Hobbes. Ao longo
AS COISAS DO UNIVERSO
AS COISAS DO UNIVERSO PERGUNTANDO AO Sr. NETUNO TERRA Leva 365,256 dias para girar em torno do Sol e 23.9345 horas para a Terra efetuar uma rotação completa; Tem diâmetro de 12.756 quilômetros; Sua massa
Dois milhões e meio de anos luz!
Dois milhões e meio de anos luz! Laurindo Sobrinho Santana, Qualidade de Vida 10 de julho de 2015 1 Plutão Distância à Terra (07 de julho de 2015 ): Imagem obtida pelo telescópio espacial Hubble (HST)
Estrelas J O NAT HAN T. QUARTUCCIO I N S T I T U T O D E P E S Q U I S A S C I E N T Í F I C A S A S T R O L A B
Estrelas J O NAT HAN T. QUARTUCCIO I N S T I T U T O D E P E S Q U I S A S C I E N T Í F I C A S A S T R O L A B Em uma noite escura, em um lugar afastado da poluição luminosa, olhamos para o céu e vemos
Sistema Solar 2º ano Foco
Sistema Solar 2º ano Foco Teresa Victor Victoria 2º ano Foco ASTRONAUTA BRASILEIRO OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO SOL Astronauta Brasileiro O primeiro astronauta brasileiro foi o Marcos Cesar Pontes. Ele foi
Correção do TPC. Astronomia É a Ciência que estuda o Universo, numa tentativa de perceber a sua estrutura e evolução.
Sumário 1. Constituição do Universo Correção do TPC. A organização do Universo - O sistema planetário, as galáxias, os quasares, os enxames e os superenxames. - A nossa galáxia - A Via Láctea, a sua forma
O movimento dos planetas, visto da Terra
O movimento dos planetas, visto da Terra Quando são visíveis da Terra, os planetas não acompanham as estrelas (a palavra planeta vem da palavra grega vagabundo ). Em relação às estrelas, os planetas não
Sistema Solar: a sua origem e os seus astros
Sistema Solar: a sua origem e os seus astros Origem do Sistema Solar A Terra é um dos planetas do Sistema Solar em cujo o centro se encontra o Sol. Teoria da Nebulosa Solar Os astrónomos acreditam que
Aula 11: Distâncias Astronômicas
Aula 11: Distâncias Astronômicas Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Souza Oliveira Filho & Alexei Machado Müller. Ilustração do uso da triangulação para medir a distância da Terra à Lua. Unidades
Robert Trumpler (1930) :
Introdução à Astronomia Semestre: 2014.1 1 Sergio Scarano Jr 19/05/2014 Efeito na Medida dos Diâmetros de Aglomerados Abertos Robert Trumpler (1930) : Distância por tamanho angular. deveria ser igual à
Os preparativos para a uma observação
Os preparativos para a uma observação Ricardo Moreno, Rosa M Ros, Beatriz García, Francis Berthomieu International Astronomical Union Colegio Retamar de Madrid, España Universidad Politécnica de Cataluña,
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57)
Manual Espaço (62-63) Manual Terra no Espaço (56-57) Astros do Sistema Solar: a sua origem e os seus astros (Pp. 64 a 70) Objetos celestes do Sistema Solar Teoria da Nebulosa Solar Sistema Solar Sol Planetas
Formação do Sistema Solar
Formação do Sistema Solar A Terra é um pequeno planeta do Sistema Solar; o local do Universo onde teve a sua origem e o seu desenvolvimento. Com a forma aproximada de uma esfera achatada nos pólos e com
Física Legal.NET - O seu site de Física na Internet
11. (Fei 97) A luz solar se propaga e atravessa um meio translúcido. Qual das alternativas a seguir representa o que acontece com a propagação dos raios de luz? 12. (Fuvest 93) A luz solar penetra numa
4º ano 1- ESCREVA entre os parênteses SIM ou NÃO. ( ) Os planetas, satélites, cometas e estrelas giram ao redor do Sol.
Atividade de Estudo de Ciências 4º ano 1- ESCREVA entre os parênteses SIM ou NÃO. ( ) A Terra é o planeta em que vivemos. ( ) A via Láctea é a galáxia em que vivemos. ( ) O planeta Terra não faz parte
Você acha que só no nosso planeta há vida? Como você acha que a vida surgiu? Quando e como?
Atividade: Vida Entregar dia: 11/02/2016 (2 feira) Manuscrito Cabeçalho; Data; Nome O que é vida? O que significa para você estar vivo? O que é um ser vivo? Você acha que só no nosso planeta há vida? Como
FÍSICA PROFº JAISON MATTEI
FÍSICA PROFº JAISON MATTEI 1. Durante algum tempo, acreditou-se que o eclipse solar representava a ira dos deuses sobre a humanidade. Hoje, sabe-se que este eclipse é um fenômeno natural no qual a Lua
Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Programa de Educação Tutorial - PET
Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Programa de Educação Tutorial - PET Monografia: Sol suas origens e seus elementos químicos Alunos: Ana Paula Brumann Clemente, Gabriela Ribeiro
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2001 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 3.a PROVA 2011/2 NOME: TURMA:C I. ( 0,2 pontos cada) Nas questões
