Orientação pelas estrelas
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- Carla Alcaide Canela
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1 Orientação pelas estrelas Laurindo Sobrinho 24 de maio de
2 A Terra roda em torno do Sol a cada dias A Terra roda sobre si mesma a cada 24h. Inclinação do eixo de rotação da Terra: 23.4º Latitude da Madeira: aprox. 32ºN. 2
3 Constelações Universidade da Madeira Na Astronomia atual uma constelação é uma área definida artificialmente (e aceite internacionalmente) sobre a esfera celeste. Estas áreas agrupam-se geralmente em torno de conjuntos de estrelas brilhantes. A União Astronómica Internacional reconhece atualmente 88 constelações. 3
4 De notar que uma constelação não é apenas uma figura (ligando estrelas brilhantes) mas sim toda uma zona sobre a esfera celeste. Ao olharmos para o céu não temos a noção de profundidade. Contudo, os objetos que podemos observar numa determinada constelação estão a distâncias muito variadas pelo que, em geral, não existe qualquer relação física entre eles. Constelação de Canes Venatici (Cães de Caça) 4
5 Em geral não existe qualquer relação entre as estrelas de uma constelação. Elas estão a distâncias bastante diferentes entre si. Nome Designação Distância (AL) Deneb alfa Cyg 2000 Sadr gama Cyg eta Cyg 200 Albireo beta Cyg zeta Cyg epsilon Cyg 70 - delta Cyg iota Cyg kapa Cyg 150 GAUMa
6 As estrelas distantes passam largos milhares de anos sem alterarem aparentemente a sua posição (mantendo-se na mesma constelação nas mesmas posições). Na imagem do lado temos uma simulação do movimento próprio de algumas estrelas da Ursa Maior a intervalos de anos. 6
7 Os planetas, por estarem muito mais próximo, têm movimentos muito mais percetíveis. Por exemplo, Marte a 3 de novembro de 2012 estava na constelação de Ofiúco e a 12 de novembro de 2012 já estava em Sagitário. Por esta razão os planetas eram designados na antiguidade por corpos errantes. 7
8 A constelação de Andromeda: Andrómeda Nesta constelação fica a galáxia M31, também designada por galáxia de Andromeda o objecto mais distante que podemos ver a olho nu (fica a 2.5 milhões de anos luz). 8
9 Movimento aparente das estrelas ao longo da noite A aparência do céu muda ao longo da noite. Devido ao movimento de rotação da Terra, à medida que vai passando a noite, verificamos que a esfera celeste roda como um todo em torno da Terra (em sentido contrário ao da rotação da Terra). Pela mesma razão, durante o dia vemos o Sol nascer, subir no horizonte e se pôr do outro lado ao fim da tarde. Estes movimentos são uma consequência direta do movimento de rotação da Terra. 9
10
11 11
12 Movimento aparente das estrelas para um observador situado a 35ºN 12
13 13
14 Exposição longa mostrando o movimento das estrelas circumpolares em torno do eixo de rotação da Terra. Próximo do centro temos a Estrela Polar. 14
15 Movimento aparente das estrelas ao longo do ano Se a Terra não tivesse movimento de translação, de noite para noite, à mesma hora veríamos a esfera celeste exatamente da mesma forma. No entanto, como o movimento de translação existe, no dia seguinte à mesma hora o que vemos é uma esfera celeste ligeiramente adiantada à do dia anterior. Esse adiantamento corresponde a cerca de 3.8 minutos. 15
16 16
17 Movimento aparente do Sol 17
18 Eclíptica : percurso aparente do Sol ao longo de um ano sobre a esfera celeste. Está inclinada 23.5º em relação ao equador celeste (devido à inclinação do eixo de rotação da Terra) intersectando este em apenas dois pontos: equinócios (dia igual à noite). 18
19 Movimento da Lua A Lua está a sempre visível a partir de um determinado ponto da Terra. 19
20 20
21 A Lua apresenta sempre a mesma face virada para a Terra. À medida que os dias vão passando vemos diferentes frações dessa face iluminada: são as chamadas fases lunares. 21
22 Vemos sempre a mesma face da Lua a partir da Terra (figura da direita). Poderíamos então pensar que a Lua não roda sobre si própria (figura da esquerda). Esta ideia é errada. Se a Lua não tivesse movimento de rotação em torno de si mesma não veríamos sempre a mesma face virada para nós. 22
23 Vemos sempre a mesma face da Lua a partir da Terra. Isso acontece porque a Lua demora exatamente o mesmo tempo a dar uma volta sobre si própria e a completar uma volta em torno da Terra (cerca de 28 dias). Para um observador na Lua o Sol nasce e põe-se no horizonte tal como acontece aqui na Terra. Assim, não existe de facto o designado lado escuro da Lua. Faz mais sentido falarmos em lado mais próximo e lado mais distante da Lua. Um dia lunar são cerca de 28 dias terrestres. Entre o nascer e o pôr do Sol, num dado ponto da Lua, passam em média cerca de duas semanas. 23
24 Earth-image from NASA; arrangement by brews_ohare - NASA 24
25 A Lua e os Eclipses Um eclipse lunar ou solar ocorre quando a Lua, a Terra e o Sol estão alinhados numa dada direção. Se o plano orbital da Lua não estivesse ligeiramente inclinado (em relação ao plano orbital da Terra em torno do Sol) teríamos eclipses de duas em duas semanas. Devido à essa inclinação de cerca de 5º os eclipses acabam por ser eventos relativamente raros. No máximo podemos ter cinco eclipses solares e sete lunares num ano. 25
26 Os eclipses solares podem ser parciais, totais ou anelares. Apenas numa estreita faixa ao longo do globo o eclipse atinge a totalidade. A ladear essa faixa temos uma região onde o eclipse é apenas parcial e fora dessa região não temos eclipse. 26
27 Vistos da Terra o Sol e a Lua têm praticamente o mesmo diâmetro angular (cerca de 0.5º). No entanto, como a órbita da Lua em torno da Terra é ligeiramente elíptica acontece que o diâmetro angular da Lua varia ligeiramente. Em particular quando a Lua está no ponto mais afastado da Terra o seu diâmetro angular é menor e já não consegue cobrir completamente o Sol. Neste caso temos um eclipse anelar. 27
28 A Terra cria no lado oposto ao Sol uma zona de sombra. Essa zona de sombra divide-se em duas partes: Umbra escuridão total (não se vê o Sol) Penumbra zona de sombra onde se vê apenas parte do Sol. Os eclipses lunares podem ser parciais (apenas parte da Lua passa pela umbra, totais (Lua passa toda pela umbra) ou penumbrais (Lua só passa pela penumbra. Em média 1/3 de todos os eclipses lunares são totais, 1/3 são parciais e 1/3 são penumbrais. 28
29 Sabemos atualmente como determinar com bastante precisão a ocorrência de eclipses (passado e futuro). 29
30 Inclinação do eixo de rotação da Terra A inclinação do eixo de rotação da Terra é o responsável pela existência de estações uma vez que, no decurso do ano, diferentes frações de cada hemisfério são iluminadas pelo Sol e durante intervalos de tempo diferentes. 30
31 31
32 32
33 O eixo de rotação da Terra não mantém sempre a mesma orientação. Ele executa o chamado movimento de precessão (como o eixo de um pião a rodar) completando um ciclo a cada anos. Este movimento resulta de uma ação conjugada entre a Lua e o Sol. 33
34 Neste momento o eixo de rotação da Terra aponta numa direção que dista 1º da Estrela Polar. Há 5000 anos a estrela que estava mais próximo do PNC era Thuban na constelação do Dragão. Daqui por anos será Vega na constelação de Lyra. A mudança de orientação do eixo de rotação da Terra acarreta também consigo a mudança dos equinócios
35 (c) da Universidade da Madeira
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