Estatuto dos Beneficios Fiscais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estatuto dos Beneficios Fiscais"

Transcrição

1 Dedução ao rendimento Majoração à criação emprego para Jovens e empregados de longa duração Artº19º 14 x retribuição minima mensal garantida Valor = 14 x 485 eur = eur 150% Este beneficio passa a poder ser concedido mais do que uma vez com referência ao mesmo trabalhador, quando: - seja admitido por entidade diferente e com o qual não existão relações especiais nos termos do artº 63º do código do IRC. Q04 - L401 Q07 - C774 Este beneficio deixa de ser cumulável com outros beneficios em sede de segurança social, como aconteceu em 2010 por norma transitória desse exercicio. Fundos de investimento ( do ) Artº 22.º, n.º 14, al.b) No âmbito de actividade comercial - Não estão sujeitos a retenção na fonte, contando apenas por 40 % do seu quantitativo para fins de IRS ou de IRC Q04 - L402 Q07 - C774 Eliminação da dupla tributação económica dos lucros distribuidos por soc. residentes nos PALOP e TIMOR-LESTE art.42.º Q04 - L403 Q07 - C774 1/8

2 Majorações aplicadas aos benefícios fiscais à interioridade alíneas c) e d) do n.º 1 do artigo 43º do (Revogado pelo n.º 1 do artigo 146.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) (Revogado pelo n.º 1 do artigo 146.º da Lei n.º 64- B/2011, de 30 de Dezembro) - - Excepção: alíneas c) e d) do n.º 1 do artigo 43º do A revogação do art. 43º do não se aplica a uma empresa constituída, nos últimos quatro períodos de tributação, numa das áreas beneficiárias, a qual poderá assim continuar a beneficiar da aplicação de uma taxa reduzida de 10% em sede de IRC até ao término dos cinco períodos de atividade expressamente mencionados na al. b) do nº1 do mesmo normativo. Q04 - L404 Q07 - C774 Tributação dos lucros, resultantes exclusivamente da actividade de transporte marítimo, incidindo apenas sobre 30 % dos mesmos; Empresas armadoras da Marinha Mercante Nacional Artigo 51.º do Isenção de imposto do selo nas operações de financiamento externo para aquisição de navios, contentores e outro equipamento para navios, contratados por empresas armadoras da marinha mercante, ainda que essa contratação seja feita através de instituições financeiras nacionais. Q04 - L405 Q07 - C774 Donativos previstos no e Estatuto do Mecenato Científico 1. Caracter social 140% Artº 62º 2/8

3 2. Caracter cultural,ambiental,desportivo e educacional Artº 62º 120% 3. Ao abrigo de contratos plurianuais para fins especificos 130% Donativos concedidos as seguintes entidades: a)ipss b)pessoas colectivas de utilidade pública com fins de caridade, assistência e solidariedade social c)centros de cultura e desporto organizados nos termos do Estatutos do Inatel d) ONG para promoção da cidadania, defesa direitos humanos direito das mulheres e igualdade de género e) ONGD f) Outras entidades prom. de iniciativas de ajuda humanitária em catástrofes naturais e calamidades internacionais Se destinados a: 1 - Apoio à infância ou 3.ª idade 2- Toxicodependentes, diabéticos, cancro e sida 3 - Reinserção social, luta contra a pobreza Se destinados a: 1-Apoio pré-natal, adolescentes, mulheres em risco Artº 62º Nº 3 Artº 62º nº4 8/1000 do volume de vendas ou dos serviços prestados 130% 140% 2-Apoio a meios de informação, de aconselhamento, acolhimento, encaminhamento a mulheres gravidas ou mães dolteiras e crianças em situação social, psicológica ou economicamente difícil. 3-Ajuda à instalação de centros de apoio à vida para adolescentes e mulheres grávidas em dificuldades 4-Apoio à criação de infra-estruturas e serviços destinados a facilitar a conciliação da maternidade com a actividade profissional dos pais. Donativos concedidos as seguintes entidades: Artº62º nº5 150% a)cooperativas culturais, institutos, fundações e associações que prossigam actividades de natureza identica, de cultura e de defesa do património histórico-cultural e do ambiente. b)museus, bibliotecas e arquivos históricos e documentais; 3/8

4 c)organizações não governamentais de ambiente (ONGA) d)comité Olímpico de Portugal, Confederação do Desporto de Portugal e pessoas colectivas titulares de estatuto de utilidade pública desportiva. 6/1000 do volume de vendas ou dos e)associações promotoras do desporto e associações dotadas do estatuto Artº62º de utilidade nº6 pública com objecto e fomento de práticas desportivas com 120% excepção das de natureza profissional. serviços prestados f)centros de cultura e desporto organizados nos termos dos Estatutos do INATEL. Q04 -L406 Q07 - C774 g)estabelecimentos de ensino, escolas profissionais, escolas artísticas, creches, lactários e jardins-de-infância legalmente reconhecidos. h)instituições responsáveis pela organização de feiras universais ou mundiais. i)organismos públicos de produção artística responsáveis pela promoção de projectos relevantes de serviço público nas áreas do teatro, música, ópera e bailado. Os donativos contidos no Nº6 quando: atribuidos ao abrigo de contratos plurianuais celebrados para fins específicos que fixem os objectivos a prosseguir pelas entidades beneficiárias e os montantes a atribuir pelos sujeitos passivos. atribuidas às creches, lactários e jardins-de-infância previstos na alínea g) e para as entidades referidas na alínea i). Artº62º nº7 6/1000 do volume de vendas ou dos serviços prestados 130% 140% as importâncias atribuídas pelos associados aos respectivos organismos associativos a que pertençam, com vista à satisfação dos seus fins estatutários. 1/1000 do volume de vendas ou dos serviços prestados S/majoração Donativos concedidos as seguintes entidades: 1-Fundações, associações, institutos públicos ou privados, instituições do ensino superior, bibliotecas, mediatecas, centros de documentação, laboratórios do Estado, laboratórios associados, unidades de investigação e desenvolvimento, centros de transferência e centros tecnológicos de comunicação social que se dediquem à divulgação cientifica e empresas que desenvolvam acções de demonstração de resultados de investigação e desenvolvimento tecnológico, sempre que a respectiva actividade assuma, predominantemente, carácter cientifico. 2-Pertencentes: a)ao Estado, às regiões autónomas e autarquias locais e a qualquer dos seus serviços, estabelecimentos e organismos, ainda que personalizados; b)associações de municípios e freguesias; Artº62º-A A usufruição dos incentivos depende de acreditação, por uma entidade acreditadora designada por despacho do Ministro da Educação e Ciência, que comprove a afectação do donativo a uma actividade de natureza científica. Nos casos em que a actividade 130% 4/8

5 c)fundações em que o Estado, as regiões autónomas ou autarquias locais participem no património inicial. 3-Pertencentes ao sector privado - Limite 8/1000 do volume de vendas ou de serviços prestados 4-Quando atribuidos ao abrigo de contratos plurianuais que fixem objectivos a atingir pelas entidades beneficiárias e os montantes a atribuir pelos sujeitos passivos (donativos previstos nos nºs 2 e 3 anteriores) Nos casos em 2012 que a actividade beneficiária seja de natureza privada, a acreditação depende de prévio reconhecimento, através de despacho conjunto dos Ministros das Finanças e da 130% Educação e Ciência. 5-Donativos em espécie, será o valor líquido fiscal % 6-O valor valor da cedência de um investigador ou especialista é o valor correspondente aos encargos despendidos pela entidade patronal com a sua remuneração, incluindo os suportados para regimes obrigatórios de segurança social, durante o período da respectiva cedência. - Majoração das quotizações empresariais Artº44º CIRC 2/1000 do volume de negócios respectivo. 150% Q04 - L407 Q07 - C774 Majoração aplicada aos custos suportados com a aquisição, em território português, de combustiveis para abastecimento de veículos Artº70, n.º 4 do - 120% Q04 - L408 Q07 - C774 Remuneração convencional do capital social, calculada mediante a aplicação da taxa de 3 % ao montante das entradas realizadas, por entregas em dinheiro, pelos sócios, no âmbito da constituição de sociedade ou de aumento do capital social Realizações de utilidade social Manutenção facultativa de creches, lactários, jardins-de-infância, cantinas, bibliotecas e escolas Art.º 136.º da Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro 140% O benefício fiscal é cumulável unicamente com os benefícios relativos à interioridade, desde que globalmente não ultrapassem por entidade beneficiária, durante um período de três anos, de acordo com as regras comunitárias aplicáveis aos auxílios de minimis - Portaria n.º 70/2011 de Q04 - L409 Q07 - C774 5/8

6 Despesas de seguros de doença e de acidentes pessoais, seguros de vida, contribuições para fundos de pensões e equiparáveis ou para quaisquer regimes complementares de seg.social. Artº 43º CIRC Q04 - L412 Q07 - C774 Despesas realizadas em aplicação da reserva para educação e formação cooperativas, prevista no artigo 70.º e com observância do disposto no artigo 3.º - 5.º princípio, ambos do Código Cooperativo Art.66.º-A, n.º 7 120% Q04 - L413 Q07 - C774 Deduções à coleta Grandes Projectos de investimento Projectos de investimento à internacionalização n.º1 do artigo 41.º do n.º4 do artigo 41.º do Não cumulável com outros benefícios da mesma natureza susceptíveis de serem atribuídos ao mesmo projecto de investimento Q071 Q072 Q10- C355 6/8

7 Despesas com investigação e desenvolvimento Despesas de funcionamento, até ao máximo de 55% das despesas com o pessoal directamente envolvido em tarefas de I&D contabilizadas a título de remunerações, ordenados ou salários, respeitantes ao exercício - Regra aplicavel até 2015 Estas despesas quando incorridas por empresas que não sejam PME apenas são dedutiveis em 90% do seu montante. Lei n.º 40/2005, de 3 -A eligibilidade dos gastos com de Agosto - SIFIDE e registos e manutenção de patentes Art.º 133.º da Lei n.º predominantemente destinadas à 55-A/2010, de realização de actividades de I&D e das SIFIDE II despesas de auditoria à I&D passa a ser aplicavel apenas ás PME - Deixam de poder beneficiar do SIFIDE II os sujeitos passivos que não exerçam a titulo principal uma actividade de natureza agricola, industrial, comercial e de serviços. A dedução a que se refere o artigo 4.º não é acumulável, relativamente ao mesmo investimento, com benefícios fiscais da mesma natureza previstos noutros diplomas legais Q073 Q10- C355 7/8

8 Regime fiscal de apoio ao investimento Lei n.º 10/2009, de 10 de Março - RFAI 2009 Dedução à colecta de IRC, e até à concorrência de 25 % da mesma, das seguintes importâncias: i) 20% do investimento relevante relativamente ao investimento até ao montante de eur ii) 10% do investimento relevante, relativamente ao investimento de valor superior a eur - Quando a dedução referida não possa ser efectuada integralmente por isuficiência de coleta, a importância ainda não deduzida pode sê-lo, nas mesmas condições, nas liquidações dos quatro exercicios seguintes. Os incentivos fiscais previstos na presente lei não são cumuláveis, relativamente ao mesmo investimento, com quaisquer outros benefícios fiscais da mesma natureza previstos noutros diplomas legais. Q074 Q10- C355 Soc. de Capital de Risco (SCR) e Investidores de Capital de Risco (ICR) - Importância correspondente ao limite da soma das colectas de IRC dos cinco exercícios anteriores àquele a que respeita o benefício, n.º 4 do Artigo 32.º desde que seja utilizada na realização de investimentos em do sociedades com potencial de crescimento e valorização. A importância ainda não deduzida poderá sê-lo, nas mesmas condições, na liquidação dos cinco exercícios seguintes. Até a concorrência da colecta de IRC Q075 - L719 Q10 - C355 8/8

Mecenas - estatuto do mecenato

Mecenas - estatuto do mecenato Mecenas - estatuto do mecenato DECRETO-LEI N.º 74/1999 de 16 de Março de 1999 (Com as alterações introduzidas pelas Leis n.º 160/1999, de 14 de Setembro; n.º 176-A/1999, de 31 de Dezembro; nº. 3-B/2000,

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

Instruções de preenchimento do anexo D da declaração modelo 22 (impresso em vigor a partir de 2012)

Instruções de preenchimento do anexo D da declaração modelo 22 (impresso em vigor a partir de 2012) Classificação: 07 0. 0 5. 0 3 DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Instruções de preenchimento do anexo D da declaração modelo 22 (impresso em vigor a partir de 2012)

Leia mais

DONATIVOS RECEBIDOS IRS - IRC. DECLARAÇÃO (Art. 66.º, n.º 1, al. c) do EBF e Art. 11.º-A, n.º 1, al. c) do Estatuto do Mecenato Científico) MODELO 25

DONATIVOS RECEBIDOS IRS - IRC. DECLARAÇÃO (Art. 66.º, n.º 1, al. c) do EBF e Art. 11.º-A, n.º 1, al. c) do Estatuto do Mecenato Científico) MODELO 25 MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2009 DECLARAÇÃO (Art. 66.º, n.º 1, al. c) do EBF e Art. 11.º-A, n.º 1, al. c) do Estatuto do Mecenato Científico) NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO 1 2 FISCAL DO DECLARANTE

Leia mais

Portaria n.º 1458/2009. de 31 de Dezembro

Portaria n.º 1458/2009. de 31 de Dezembro Portaria n.º 1458/2009 de 31 de Dezembro O Governo suspendeu, durante o ano de 2010, o mecanismo de actualização do indexante dos apoios sociais (IAS), das prestações sociais e da revalorização das remunerações

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS RENDIMENTOS ISENTOS REGIME DE ISENÇÃO TEMPORÁRIA ZONA FRANCA DA MADEIRA E DA ILHA DE SANTA MARIA

BENEFÍCIOS FISCAIS RENDIMENTOS ISENTOS REGIME DE ISENÇÃO TEMPORÁRIA ZONA FRANCA DA MADEIRA E DA ILHA DE SANTA MARIA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 N. o DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIPC) 02 EXERCÍCIO 1 BENEFÍCIOS FISCAIS 1 IRC ANEXO F 03 RENDIMENTOS ISENTOS 031 ARTIGO 33. O, N. O

Leia mais

4 de Setembro 2012 Direito Fiscal

4 de Setembro 2012 Direito Fiscal Orçamento Rectificativo Lei n.º 20/2012, DE 14 DE MAIO No âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira foi publicada, no passado dia 14 de Maio a Lei n.º 20/2012 (Lei 20/2012) que entrou

Leia mais

O REGIME FISCAL DAS IPSS

O REGIME FISCAL DAS IPSS CECEJ Centro de Estudos em Ciências Empresariais e Jurídicas II FORUM DE CONTABILIDADE E ECONOMIA SOCIAL O ESTATUTO DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL O REGIME FISCAL DAS IPSS Nina Aguiar

Leia mais

Portaria n.º 1323-B/2001

Portaria n.º 1323-B/2001 Portaria n.º 1323-B/2001 Actualiza as prestações de invalidez e de velhice, bem como as de sobrevivência, e as pensões de doença profissional dos regimes de segurança social. Revoga a Portaria n.º 1141-A/2000,

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II. Legislação sobre Benefícios Fiscais

Tribunal de Contas ANEXO II. Legislação sobre Benefícios Fiscais Tribunal de Contas ANEXO II Legislação sobre Benefícios Fiscais Tribunal de Contas LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto

Leia mais

GUIA FISCAL ASSOCIATIVO 2012 GAMA Gabinete de Apoio ao Movimento Associativo Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

GUIA FISCAL ASSOCIATIVO 2012 GAMA Gabinete de Apoio ao Movimento Associativo Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Este Guia Fiscal tem como objectivo possibilitar aos dirigentes associativos e a outros agentes ligados à problemática fiscal das colectividades de cultura, recreio e desporto, o conhecimento do enquadramento

Leia mais

Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II

Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II Candidaturas até 31 de Julho de 2016 Porto Rua Dr. Ernesto Soares dos Reis Nº 208, 1º Andar, Sala M 3720 256 Oliveira de Azeméis - Portugal

Leia mais

e Legislação Complementar

e Legislação Complementar CÓDIGO DO IRC 2012 e Legislação Complementar CÓDIGO DO IRC APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 442-B/88, DE 30 DE NOVEMBRO (INCLUI ALTERAÇÕES DA PROPOSTA DO ORÇAMENTO RETIFICATIVO) LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR PAGAMENTOS

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA FINANÇAS E TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL. 1112 Diário da República, 1.ª série N.º 64 1 de abril de 2016

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA FINANÇAS E TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL. 1112 Diário da República, 1.ª série N.º 64 1 de abril de 2016 1112 Diário da República, 1.ª série N.º 64 1 de abril de 2016 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 8/2016 Procede à décima alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 18/XII Exposição de Motivos Nos últimos anos, os serviços e órgãos da administração directa e indirecta do Estado, bem como as Regiões Autónomas e as autarquias locais, têm, no âmbito

Leia mais

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) FLASH NEWS FISCAL N.º 2 (IRC) PROPOSTA ORÇAMENTO DE ESTADO 2012 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Taxas de IRC É eliminada a taxa de 12,5% aplicável aos primeiros 12.500,00 de matéria

Leia mais

FINS DE TARDE NA ACISO

FINS DE TARDE NA ACISO FINS DE TARDE NA ACISO 1º CICLO DE SESSÕES DE INFORMAÇÃO EMPRESARIAL OURÉM, 27 de Janeiro de 2012 AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES E IMPLICAÇÕES FISCAIS DECORRENTES DO OE 2012 OUTROS ASPETOS RELACIONADOS COM A

Leia mais

Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL

Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL Regime fiscal das fundações Guilherme W. d Oliveira Martins FDL DUP e benefícios fiscais O regime fiscal das Fundações/IPSS depende da atribuição da declaração de utilidade pública a essas pessoas coletivas.

Leia mais

3450-C0160-1 2013-05-20 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO. De 2012-01-01 a 2012-12-31 2012 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB.

3450-C0160-1 2013-05-20 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO. De 2012-01-01 a 2012-12-31 2012 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 0 DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS IRC MODELO Identificação da Declaração Data de Receção Comprovativo de Entrega da Declaração Modelo Via Internet Elementos para validação

Leia mais

ERRATA RELATÓRIO E CONTAS

ERRATA RELATÓRIO E CONTAS ERRATA RELATÓRIO E CONTAS 2011 INFORMAÇÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA - Balanço em 31 de Dezembro de 2011 - Demonstração de Resultados em 31 de Dezembro de 2011 - Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

Leia mais

Tributação Autónoma Novas regras

Tributação Autónoma Novas regras Tributação Autónoma Novas regras 1. Em sede de IRC 1.1. Tributação autónoma sobre viaturas São tributados autonomamente os encargos efetuados ou suportados por sujeitos passivos que não beneficiem de isenções

Leia mais

Economia e Finanças Públicas Aula T O sistema fiscal português. Bibliografia. Conceitos a reter

Economia e Finanças Públicas Aula T O sistema fiscal português. Bibliografia. Conceitos a reter Economia e Finanças Públicas Aula T12 3.4. O sistema fiscal português 3.4.1. Breve caracterização 3.4.2. Impostos sobre o rendimento: IRS e IRC EFP - ISEG 1 Bibliografia Obrigatória: Livro de EFP, Cap.

Leia mais

SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II

SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial II Submissão de candidaturas até 31 de Maiode 2018 Porto Largo Luís de Camões, Edifício Rainha, 9º Andar, Sala 1 3720-232 Oliveira de Azeméis Lisboa

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 0 DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 0 DESIGNAÇÃO 0 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO De / / a / / 0 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB ESTÁVEL SERVIÇO DE FINANÇAS CÓDIGO IRC MODELO

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO

GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES APOIO À REDUÇÃO DA PRECARIEDADE NO EMPREGO DOS JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL,

Leia mais

Respostas a questões das IC s sobre a Linha de Crédito PME Investe II / QREN

Respostas a questões das IC s sobre a Linha de Crédito PME Investe II / QREN Respostas a questões das IC s sobre a Linha de Crédito PME Investe II / QREN 1. Beneficiários 1.1. As regras de enquadramento que se aplicam às empresas são as correspondentes à da região onde se localiza

Leia mais

Fiscalidade 2012 Última Actualização 2012/10/31

Fiscalidade 2012 Última Actualização 2012/10/31 GUIA FISCAL 2012 INDICE I. Introdução II. Enquadramento fiscal dos produtos financeiros Contas 1. Contas à ordem 2. Conta ordenado 3. Conta não residente 4. Depósito a prazo 5. Contas Poupança-Habitação

Leia mais

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008

ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008 A?. dod- e PROPOSTA DE ALTERAÇÃO A PROPOSTA DE LEI N" 1621X ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008 Exposição de Motivos Tem sido subestimado entre nós o contributo da política fiscal para a elevação do PIB potencial.

Leia mais

Tabela em anexo a que refere o artigo 1.º do Código do Imposto do Selo

Tabela em anexo a que refere o artigo 1.º do Código do Imposto do Selo Tabela em anexo a que refere o artigo 1.º do Código do Imposto do Selo Tabela do Imposto do Selo (Rectificado por Circular n.º 03/DLT/DNI/2012, de 5 de Julho) 1 Aquisição onerosa ou gratuita do direito

Leia mais

Fiscalidade do Terceiro Setor. Donativos. Leonardo Marques dos Santos

Fiscalidade do Terceiro Setor. Donativos. Leonardo Marques dos Santos Fiscalidade do Terceiro Setor Donativos Leonardo Marques dos Santos Estado 3.º Setor Mercado Sociedade Civil Entidade Sociedade Enquadramento fiscal da entidade Enquadramento fiscal de quem se relaciona

Leia mais

IRC opção pelo regime simplificado

IRC opção pelo regime simplificado IRC opção pelo regime simplificado Está em curso durante o presente mês de fevereiro o prazo concedido aos sujeitos passivos de IRC para procederem à opção pelo regime simplificado de determinação da matéria

Leia mais

INFORMAÇÃO FISCAL. IVA - Imposto sobre o valor acrescentado. Despesas em que o IVA é dedutível. Despesas em que o IVA não é dedutível

INFORMAÇÃO FISCAL. IVA - Imposto sobre o valor acrescentado. Despesas em que o IVA é dedutível. Despesas em que o IVA não é dedutível INFORMAÇÃO FISCAL IVA - Imposto sobre o valor acrescentado Características gerais do imposto: É um imposto geral sobre o consumo, já que incide sobre as transmissões de bens, prestações de serviços e importações.

Leia mais

Decreto-Lei n.º 65/2010. de 11 de Junho

Decreto-Lei n.º 65/2010. de 11 de Junho Decreto-Lei n.º 65/2010 de 11 de Junho O Decreto-Lei n.º 18/2010, de 19 de Março, instituiu um novo programa de estágios profissionais na Administração Pública, com o objectivo de promover a integração

Leia mais

PAGAMENTO DE IMPOSTOS - 2011

PAGAMENTO DE IMPOSTOS - 2011 PAGAMENTO DE IMPOSTOS - 2011 JANEIRO / 2011 tesourarias de finanças ou dos CTT ou ainda (para importâncias não superiores a 99 999,99), através do multibanco, correspondente ao imposto apurado na declaração

Leia mais

ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO 22

ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO 22 60 ANEXO B DECLARAÇÃO MODELO Este anexo deverá ser apresentado por todos os sujeitos passivos tributados pelo regime simplificado de determinação do lucro tributável, a que se refere o artigo 53.º do CIRC.

Leia mais

A REFORMA TRIBUTÁRIA EM ANGOLA

A REFORMA TRIBUTÁRIA EM ANGOLA www.fbladvogados.com A REFORMA TRIBUTÁRIA EM ANGOLA As Principais Linhas de Orientação ÍNDICE 1. O PERT: Missão e Objectivos 2. O Sistema Fiscal Angolano 2.1. A Tributação dos Rendimentos 2.2. A Tributação

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais

Capítulo I Disposições Gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Marco de Canaveses Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, visando promover e

Leia mais

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA SOCIAL DE APOIO À HABITAÇÃO DO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO A, em conformidade com as atribuições e competências consignadas aos Municípios, nomeadamente

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

SATAPOCAL - FICHA DE APOIO TÉCNICO Nº 2/2008/RC (Revisão de FAT 7/2003/RC)

SATAPOCAL - FICHA DE APOIO TÉCNICO Nº 2/2008/RC (Revisão de FAT 7/2003/RC) 1. QUESTÃO E SUA RESOLUÇÃO 1.1. QUESTÃO COLOCADA Que registos contabilísticos deve efectuar um município, relativamente à contracção de empréstimos de e ao seu pagamento junto das instituições de crédito?

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto

Leia mais

1. Enquadramento fiscal

1. Enquadramento fiscal Obrigações declarativas e contabilísticas das entidades do sector não lucrativo Introdução Com a recente publicação dos novos impressos da declaração modelo 22 e a criação do também novo Anexo D desta,

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Aprovado em reunião de Junta de Freguesia de 25/11/2008 Aprovado em Sessão Ordinária da Assembleia de Freguesia de 22/12/2008 REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de

Leia mais

ESTADO DO PIAUI PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DOS ALVES PI CNPJ(MF) 01.612.572/0001-94 ADM.: A FORÇA DO POVO

ESTADO DO PIAUI PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DOS ALVES PI CNPJ(MF) 01.612.572/0001-94 ADM.: A FORÇA DO POVO LEI N o 123/2011. Estabelece diretrizes gerais para a elaboração do orçamento do Município de Cocal dos Alves para o exercício de 2012 dá outras providências. A Câmara Municipal de Cocal dos Alves, por

Leia mais

VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS

VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS VICTORIA SEGUROS BENEFÍCIOS FISCAIS 2014 Este documento tem caráter informativo e genérico, não dispensando por isso a consulta da legislação em vigor e análise direcionada à situação concreta. 2 INDICE

Leia mais

MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS

MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS APÊNDICE 2 MODELO DE DECLARAÇÃO DE RECEITAS E DESPESAS (nota de primeira página) Projecto n :... Título do projecto:...... Nome completo do Beneficiário:... Morada:...... Formulário financeiro apresentado

Leia mais

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto:

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto: Classificação: 000.01.09 DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Ofício n.º: Processo: Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.ª: Técnico: João Sousa Cód.

Leia mais

OLIVEIRA, REIS & ASSOCIADOS, SROC, LDA.

OLIVEIRA, REIS & ASSOCIADOS, SROC, LDA. Calendário Fiscal de fevereiro de 2013 S T Q Q S S D 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 DIA 11 IVA declaração periódica e pagamento do imposto (regime normal mensal)

Leia mais

PROSPECTO INFORMATIVO Depósito Indexado - Produto Financeiro Complexo

PROSPECTO INFORMATIVO Depósito Indexado - Produto Financeiro Complexo Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Caixa Eurovalor maio 2016_PFC Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito indexado não mobilizável antecipadamente, pelo

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

Decreto-Lei 20/90. Prevê a restituição de IVA à Igreja Católica e às instituições particulares de solidariedade social Publicação: DR nº 11/90 I Série

Decreto-Lei 20/90. Prevê a restituição de IVA à Igreja Católica e às instituições particulares de solidariedade social Publicação: DR nº 11/90 I Série Decreto-Lei 20/90 Prevê a restituição de IVA à Igreja Católica e às instituições particulares de solidariedade social Publicação: DR nº 11/90 I Série O presente diploma concede algumas isenções de IVA

Leia mais

Briefing Laboral # 18 1

Briefing Laboral # 18 1 Briefing Laboral # 18 1 CRIAÇÃO DA MEDIDA ESTÍMULO EMPREGO E ALTERAÇÃO ÀS MEDIDAS ESTÁGIO EMPREGO Portaria n.º 149-A/2014, de 24 de Julho Concessão de Apoio Financeiro à celebração de contrato de Trabalho

Leia mais

Lista de Abreviaturas... 17. Prefácio... 19. Nota dos Autores... 21. Preâmbulo à proposta de Lei... 23. Lei n.º 22-A/2007, de 27 de Junho...

Lista de Abreviaturas... 17. Prefácio... 19. Nota dos Autores... 21. Preâmbulo à proposta de Lei... 23. Lei n.º 22-A/2007, de 27 de Junho... Lista de Abreviaturas............................... 17 Prefácio.......................................... 19 Nota dos Autores.................................. 21 Preâmbulo à proposta de Lei.........................

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS

FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS [email protected] Lisboa, 04-06-2015 Constituição da República Portuguesa Artigo 85º 1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas. 2. A lei definirá os

Leia mais

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei Sociedades Desportivas Análise do regime jurídico e fiscal B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal específico das sociedades desportivas

Leia mais