APOCRIFICIDADE E CÂNON: O PASTOR DE HERMAS
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- Pedro Henrique Arantes
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1 Revista Pax Domini é licenciada sob uma Licença Creative Commons. APOCRIFICIDADE E CÂNON: O PASTOR DE HERMAS Kenner Roger Cazotto terra 1 Resumo O artigo apresentará o livro Pastor de Hermas, citado em obras de importantes figuras da Igreja Antiga, como Irineu e Clemente de Alexandria, mostrando como possuiu certa autoridade até ser taxado como apócrifa durante o papado de Gelásio, no século V. Neste paper apresentar-se-á o tratamento dado ao Pastor de Hermas, se interpretará suas posições religiosas e, por fim, observar-se-ão as preocupações ascéticas e as relações sócio-religiosas entre os pobres e ricos que também aparecem na carta canônica de Tiago. Palavras-Chave: Pastor de Hermas, literatura apócrifa, Rico, Pobre, Tiago. Abstract: The paper will present the Shepherd of Hermas book, quoted in works of important figures of the early Church, as Irenaeus and Clement of Alexandria, showing how possessed certain authority to be taxed as apocryphal during the papacy of Gelasius, in the fifth century this paper apresentar- the treatment given to the Shepherd of Hermas will be interpreted, his religious positions interpreted, and finally the ascetic concerns and socioreligious relations between the poor and the rich that appear in the canonical letter of James will be observed. Keywords: Pastor of Hermas, apocryphal literature, rich, poor, Tiago. Introdução O livro Pastor de Hermas foi muito apreciado na antiguidade cristã, a ponto de alguns Pais apostólicos considerá-lo como canônico. Em questão de gênero, por causa de sua linguagem seria possível concebê-lo como literatura apocalíptica? Adela Yarbro Collins apresenta a proposta conceitual adotada pelo Group Apocalypse: 1 Doutor em Ciências da Religião. Docente da Faculdade Unida de Vitória. Membro da RELEP, da FTL e da ABIB. _
2 69 Apocalipse é um gênero de literatura revelatória com uma moldura narrativa em que a revelação é mediada por um ser de outro mundo para um receptor humano, revelando uma realidade transcendente que é tanto temporal, enquanto visa salvação escatológica, e espacial enquanto envolve um outro mundo, sobrenatural 2. Com essa definição, entende-se apocalipse como um gênero literário produzido por grupos que experimentam a realidade de maneira tão agressiva, que há necessidade de uma interrupção da própria história 3. Esse tipo de literatura tem uma leitura pessimista de seu tempo, pois não encontra nele possibilidade de salvação e, diferente da literatura profética, que focaliza o cenário terreno, sua preocupação está no mundo transcendente, envolvendo vida feliz depois da morte e a vinda do juízo. Na literatura apocalíptica a visão de mundo é dualista, a qual há dois caminhos, dois eones, duas forças e etc. A visão de mundo nessa literatura interpreta o presente éon como mau, dominado por Satanás e espera a salvação para além desse presente éon. A expectativa é que o hodierno éon será consumado pelo novo, que virá do além. O gênero apocalipse não sabe quando isso ocorrerá, mas sente-o como breve. Em geral, os textos apocalípticos são de dois tipos. Um historicamente orientado, como Daniel, que sintetiza a história e prevê um julgamento cósmico. Outro, marco por viagens celestiais, como se encontra em 2 Enoch e 3 Baruch, os quais não se prendem a destinos cósmicos, mas ao destino da alma depois da morte 4. Em questão de função, a mensagem apocalíptica, legitimada por sua autoridade divina, deseja que seus receptores sejam encorajados a modificar suas instancias contemporâneas e cognitivas com uma perspectiva transcendente 5. Como gênero literário o apocalipse também possui estrutura formal com elementos estilísticos identificáveis: 1) pseudonomia; 2) relato de visões: em êxtase ou 2 COLLINS, Adélia Yarbro (org). Early Chistian Apocalyptcism: Genre and Social Setting. SEMEIA, n.36, The Social of Biblical Literature, 1986, p FILHO, José Adriano. Caos e Recriação do Cosmos. A percepção do Apocalipse de João. RIBLA, n. 34, Petrópolis, 1999, p COLLINS, John J. Temporalidade e Política Na Literatura Apocalíptica Judaica. Orácula, São Bernardo do Campo, v. 1, n.2, Disponível em: < Acesso em: 11 de maio COLLINS, Adélia Yarbro (org). Ibidem, p _
3 70 sonho, o visionário é arrebatado ao mundo celeste; 3) linguagem simbólica: aparecem figuras de animais, plantas, temporais, estátuas com significados simbólicos; 4) sistematização: ele sistematiza a pluralidade dos fenômenos; 5) panorama da história: ocorre uma periodização da história; 6) Descrição do além: o gênero apocalipse informa ao leitor a respeito da existência no além-mundo. O visionário desce ao inferno ou sobe ao céu e expõe sua funcionalidade, sua topologia, hierarquias dos anjos, astronomia e etc; 7) A visão da sala do trono: em alguns apocalipses o visionário, que foi ao céu, vê a sala do trono de Deus. Essa visão aparece na mística judaica, que tinha como campo simbólico as viagens místicas pelos céus, que ficou conhecido como o misticismo da Merkavah, o trono carruagem de Deus. Por apocalíptica entende-se como certa perspectiva religiosa ou complexa de ideias exemplificadas pelo apocalipse e literaturas relacionadas. Essa perspectiva é mais ampla que a escatologia, mas preocupa-se especialmente com as últimas coisas e com o juízo vindouro. A expressão apocalíptica é mais ampla do que o gênero literário apocalipse, e pode ser reconhecida em tipos de escritos relacionados. Nesse sentido, apocalíptica é uma expressão religiosa, um espírito, uma visão de mundo que tem no gênero apocalíptico seus pressupostos. É uma cosmovisão que se abre para dinamizar as relações e explicações da realidade. Como diria Peter Berger, a religião serve para conhecer o mundo e sitiar-se nele 6. Seguindo o mesmo horizonte, a apocalíptica é uma forma de explicar e situar-se no mundo. Outro termo é escatologia apocalíptica. Essa é uma expressão de crenças sobre as coisas últimas, as quais podem ser encontradas nos escritos que refletem a perspectiva apocalíptica. Seu centro visa o mundo transcendente. Observando as definições propostas pode-se afirmar que a estratégia literária de Pastor de Hermas está vazada no gênero apocalíptico, mas com algumas diferenças. A sua linguagem é de uma apocalíptica particular, pressupõe a grande tribulação 7 e utilizase de diálogos obtidos através de visões de seres celestiais. Essas visões são 6 BEGER, Peter L. O Dossel Sagrado: Elementos Para Uma Teoria Sociológica Da Religião. São Paulo: Paulus, FILHO, José Adriano. O Pobre e o Rico em Tiago e no Pastor de Hermas, RIBLA, Petrópolis, n.31, p , 1998/3. _
4 71 certamente formas literárias, imaginadas, com o intuito de traduzir e transmitir a preocupação religiosa de Hermas: o direito do pecador ao perdão de seus pecados mesmo após o batismo. Na patrística aparecem várias citações do Pastor de Hermas e isso mostra suas influências nos primeiros anos da tradição cristã. Interessante como mesmo as passagens mais enigmáticas dessa obra apócrifa foram utilizadas por alguns pais da Igreja, como se percebe em Clemente de Alexandria. Um exemplo se encontra em Stomatas 1,29; 2,10, que cita a complexa passagem da Parábola 9,16 do livro do Pastor de Hermas. Ou seja, a história de sua recepção e leitura é muito interessante e mostra o quanto esteve represente na cristandade desde metade do segundo século. Assuntos como batismo, penitência, Igreja, fé, atributos divinos, salvação, pobre/rico e perdão são pincelados no conteúdo da obra. O texto não demonstra domínio teológico, mas experiência de fé e ideias ascéticas de piedade. Por outro lado, percebemos várias continuidades entre o Pastor e as demais obras canônicas. Alguns acreditam que essa obra apócrifa tenha se inspirado no Evangelho Segundo os Hebreus, outra importante obra apócrifa cristã. Por conta dos seus temas e importância para as primeiras comunidades cristãs, Pastor de Hermas precisa ser lido e averiguado com cuidado. 1 História da Leitura e Recepção do Pastor de Hermas. Eusébio de Cesárea acreditava que Pastor de Hermas era tratado como Escritura por Irineu ( d.c), isso por causa de um texto encontrado na sua obra Adversos Haereses 4,20,2. Clemente de Alexandria também o cita em sua obra stromates. Outro nome ligado ao Pastor de Hermas é Orígenes ( d.c). Este fez uma pesquisa nas varias províncias da Igreja para perceber os costumes, no seu tempo, dos cristãos. Com isso, tirou algumas conclusões a respeito dos livros mais usados nas comunidades, dividindo-os em classes. Segundo ele, a primeira classe seria a dos anatírreta ou homologoúmenen (os incontestáveis). A segunda classe seria os amphiballómenas _
5 72 (escritos duvidosos). A terceira, pseudé (classificação herética) 8. O livro Pastor não aparece nesta lista, mas Origines diz ser um livro divinamente inspirado (In Rom. 10,31). O mesmo teólogo, posteriormente, fez alusão a partes do Pastor com caráter de inspirado (Comment. in Mat. 14,21). O mesmo Orígenes acreditava que Hermes citado em Rm 16,14 fosse o mesmo do Pastor de Hermes. A lista de livros do Cânon Muratori, obra do Séc. II, não dá ao Pastor valor canônico, mas o admite como leitura privativa mesmo assim o livro foi incluído no Códice Sinaítico 9. Tertuliano ( d.c) a princípio aceitou-o como Escritura inspirada (De Oratione 16), mas na época em aderiu ao movimento Montanismo, tratou Pastor de Hermas como "adúltera e patrona dos adúlteros (De Pudicitia 10,11). Essa reação de Tertuliano estranha: como poderia ter repudiado um livro que corroborava com a postura penitencial da religiosidade montanista? Outro momento na história da recepção do livro Pastor está na obra histórica de Eusébio de Cesaréia. Ele divide em dois grupos os escritos cristãos: 1) homologoúmena (autênticos); 2) antilegomena (inautenticos) e 3) os completamente destituídos de sentido e impiedosos 10. Entre os antilegomena ele destaca dois grupos, um que merece maior e outro que merece menor estima. O Pastor está no segundo grupo desta lista, os de menor estima. Atanásio, em 367 d.c em uma carta pastoral, quando escreveu a lista dos 27 livros que deveriam ser tratados como canônicos, não colocou Pastor de Hermas na lista, mas (por causa dos mandatas [mandamentos]) inseriu-o entre os livros que deveriam ser lidos em voz alta na Igreja e na instrução batismal. Jerônimo ( d.c) também identificou Hermos de Rm 16,14 como autor da obra Pastor, e expôs a utilidade desta obra para os escritos antigos e seu desconhecimento entre os latinos (De Viris Illustribus, 10). Depois de sua larga difusão no Oriente, nas Igrejas gregas, inspirados para uns inautenticos para outros, o Pastor foi colocado definitivamente, durante o papado de Gelásio ( ), entre os apócrifos. 8 KÜMMEL, W.G. Introdução ao Novo Testamento. 3 ed. São Paulo: PAULUS, p.p VIELHAUER, Philipp. História da Literatura Cristã Primitiva: Introdução ao Novo Testamento, aos livros apócrifos e aos pais apostólicos. Santo André: SP: Academia Cristã de Ltda, 2005.p KÜMMEL, W.G. Op. Cit., CESAREIA, Eusébio de. História Eclesiástica. São Paulo: Paulus, _
6 73 2 O Conteúdo do Pastor de Hermas 11 O conteúdo do livro é dividido em três partes: visões, mandamentos e parábolas 12. A Visão I contém o início da história: Hermas vê sua antiga dona banhando-se no Tíbre e deseja tê-la como esposa, por ser bela. O relato da segue e mostra-o alguns dias depois no caminho para Cunas, onde é levado pelo Espírito para uma região estranha, onde visualiza sua antiga dona em formas celestiais, o que lhe denuncia seu desejo como pecado de pensamento. Depois, aparece-lhe uma anciã com vestes resplandecentes e carregando um livro nas mãos. A personagem senta-se em uma grande poltrona branca, prega o arrependimento a Hermas e lê um hino de glorificação à Deus (2.3). Após essa cena, aparecem anjos que levam a poltrona e depois a anciã (4). A Visão II acontece, no mesmo lugar, um ano depois. A mesma anciã entrega a Hermas uma carta celestial, ele a copia sem entendê-la, em seguida, desaparece misteriosamente (1). Somente depois de catorze dias, após oração e jejum, Hermas consegue ler a carta, cuja mensagem divina dizia que a atual cristandade ainda teria uma única possibilidade de penitência. Hermas recebe a missão de transmitir essa mensagem aos dirigentes das comunidades (2 e 3). Seguem-se a isso duas visões complementares: durante o sono Hermas, ele recebe a revelação de que a anciã não seria a Sibila, como acreditava, e, sim, a Igreja; depois, a anciã aparece em sua casa e lhe passa instruções sobre a divulgação da carta celestial (4). Na Visão III encontra-se a construção da torre. Depois de longo período de oração e Jejum, Hermas recebe da anciã a ordem de ir a seu campo. Lá encontra um banco de marfim onde a anciã se senta e lhe indica o lugar para sentar. Ela lhe mostra seis jovens construindo uma imponente torre edificada sobre a água. A torre é construída de pedras brancas trazidas por milhares de homens (l e 2). No texto a torre é 11 Ver nesta parte como Paulo Nogueira utiliza Vielhauer. NOGUEIRA, Paulo A. de Souza et al. Apocalíptica cristãprimitiva: uma leitura para dentro da experiência religiosa e para além do cânon. RIBLA, Petrópolis, n. 42/43, 2002, p ; VIELHAUER, Philipp. Op. Cit, p A divisão da obra diverge em alguns manuscritos. _
7 74 interpretada alegoricamente, referindo-a à Igreja (3-7). Além disso, a anciã mostralhe sete virgens em volta da torre e as interpreta como representantes das virtudes (8.1-7). Com isso, ela lhe transmite admoestações que deveriam ser dirigidas à comunidade ( ). Em um longo adendo que ainda fala de duas visões, ficase sabendo que nos três encontros anteriores a anciã havia aparecido cada vez em aparência mais jovem. Hermas recebe uma interpretação alegórica dessas três figuras (10-13). Na Visão IV há as bestas. Vinte dias depois, no caminho do seu campo, Hermas se encontra com um gigantesco monstro marinho (1) e com a anciã transformada em donzela. Ela explica-lhe que o monstro representa a tribulação iminente ( ), desaparecendo depois misteriosamente para sempre. A Visão V, por sua vez, serve como introdução aos mandata [mandamentos] e às similitudines [parábolas]. O novo portador da revelação, o Pastor, aparece a Hermas em sua casa e lhe dá a conhecer como aquele a quem "ele" teria "sido entregue", e Hermas o reconhece como "o anjo da penitência". O pastor ordena que Hermas anote seus mandamentos e suas parábolas. Os mandamentos contêm temas como crença em um Deus único, simplidade, confinça, castidade, verdade, penitência cristã, paciência e ira, dois tipos de fé, dupla espécie de temor, dúvida, tristeza, o falso profeta, verdadeira e falsa profecia, dupla espécie de cobiça e um epílogo aos Mandamentos. Depois dos Mandamentos, temos as Parábolas. Sob a forma de visões, as parábolas são explicadas pelo anjo: a parábola sobre a cidade verdadeira; o olmeiro e a videira; as árvores sem folhas, as árvores verdes e as árvores secas; o escravo fiel; o anjo da volúpia e do erro; o grande salgueiro; os doze montes da Arcádia. Há, também, repetição da visão da construção da torre; o exame e purificação da torre e dos montes. Depois disso, o livro encerra com a aparição de Cristo a Hermas e ao Pastor, uma exortação final e promessa. 3 Uniformidade, Tradição, Autor e Data da Obra _
8 75 O texto original, em grego, não ficou preservado integralmente. Ele se encontra em três manuscritos maiores: Códice Sinaítico, em um Códice de Atos e num papiro de Michigan. Há também fragmentos de papiros menores. O livro está preservado integralmente em duas traduções latinas. Existe, também, uma tradução etíope e partes de uma tradução copta e da Persa central. Debellius observou algumas rupturas literárias e repetições, identificando-as como acréscimos. Com essas observações algumas hipóteses são levantadas: 1) o livro das visões (Vis. I-V) e o livro dos mandamentos e das parábolas (Vis. V Par. VIII) surgiram e existiram independentemente um do outro. 2) O livro das visões é o mais antigo dos dois. 3) na unificação dos livros foram acrescentadas as Similitudes (parábolas) IX e X. Vielhauer acredita que a terceira hipótese seja a mais provável. E que a unificação bem como a composição é obra de um único autor. Ele chegou a afirmar que a história da tradição resolveria melhor as incorreções do que a crítica literária 13. Segundo Vielhauer, somente o epílogo dos Mand. XII seria uma interpolação. Partindo da hipótese de único autor ou redator, temos como informações duas fontes: O Cânon de Muratori e a própria obra. No Cânon Muratori tem-se a informação de que Hermas escreveu O Pastor na época do bispado de seu irmão, o bispo Romano Pio. O bispado de Pio ocupou os anos 141 até 155. Por isso, podemos datar sua obra por volta do ano 150, pois trinta ou cinquenta anos depois o Cânon Muratori estaria dando informações a respeito da obra Pastor de Hermas. O lugar marcado para a redação dessa obra seria Roma 14. Na obra temos algumas informações biográficas de Hermas mesmo sendo tratadas por alguns como fictícias e façam parte de seu projeto literário-simbólico e podemos retirar alguns detalhes gerais a seu respeito. Sobre Hermas, a obra informa que ele seria cristão, escravo de nascença vendido em Roma a uma mulher chamada Rode. Posteriormente, libertado por ela, casou-se com uma mulher identificada como linguaruda. Enriqueceu-se, mas não era feliz. Seus filhos, além de traidores, eram debochados e blasfemadores. Por castigo, então, Deus entregou a casa de Hermas à 13 VIELHAUER, Philipp. Op. Cit. 14 Ver in: PADRES APOSTÓLIOS. São Paulo: Paulus, 1995 (patrística); VIELHAUER, Philipp. Op. Cit. _
9 76 ruína. Como mostra-nos a própria obra, esse fato decisivo em sua vida foi a ocasião provocadora da matéria do livro. O que se pode concluir com mais certeza é que o autor viveu em Roma pelos meados do século II, era leigo, adocionista, casado e sem grande cultura teológica. O Pastor de Hermas pertence à tradição da profecia cristã primitiva 15. Ele possui alguns elementos formais comuns nos discursos proféticos. Assim, o livro busca encorajar e desencorajar reivindicando autoridade revelatória nos oráculos. Paulo Nogueira, citando David Aune, afirma que há duas formas de oráculos proféticos no livro: a primeira encontr-sea nas Visões I- IV e a segunda nos Mandamentos e nas Parábolas. As duas fazem equilíbrio, são similares e exibem esse equilíbrio entre promessa de salvação e ameaça de Julgamento 16. Contudo, nos oráculos dos Mandamentos e nas Parábolas o centro destes é um oráculo (ou oráculos) de segurança, uma forma encontrada na literatura apocalíptica judaica e cristã 17. Nesse ponto, Vielhauer faz uma colocação interessante. Segundo ele, o Pastor utiliza o estilo apocalíptico, ou figuras apocalípticas (gafanhoto, simbolismo de cores, monstro marinho) que servem para descrever acontecimentos futuros finais, de forma desescatologizada ; ou seja, Pastor de Hermas individualiza essas figuras e são tratadas como ameaças pessoais e presentes. Não é mais o destino dos homens que está em jogo, mas o destino do individuo. E mais, a forma visionária serve para demonstrar o sucesso da penitência. Assim, o autor conclui, neste ponto, que o Pastor utiliza a forma do apocalipse, mesmo não intentando anunciar acontecimentos escatológicos, para dar caráter revelatório à sua experiência religiosa. Vielhauer ainda diz que os temas apocalípticos dentro da história dos gêneros faltam em Hermes. Assim, o livro deve ser tratado como pseudo-apocalíptico Teologia e Visão Social: Eclesiologia, Cristologia, Penitência e Espiritualidade Rico/Pobre 15 NOGUEIRA, Paulo A. de Souza et al. Apocalíptica cristã- primitiva: uma leitura para dentro da experiência religiosa e para além do cânon. RIBLA, Petrópolis, n. 42/43, p Ibidem, p Ibidem, p VIELHAUER, Philipp. Ibidem, p _
10 77 O livro passa por alguns temas importantes relacionados à Igreja, pobres e ricos, respeito social, sacrifício e etc. Em Pastor de Hermas a Igreja é uma instituição necessária para salvação e primeira de todas as criaturas (Vis. II, 8.1). Tudo foi criado por causa dela (Vis. II, 4.1). A alegoria utilizada por Hermas para representar a Igreja é a torre que está em construção (Vis. III, 3-5). Esse edifício espiritual feito de pedras tem o filho de Deus, os patriarcas, os profetas do Antigo Testamento, os apóstolos, os bispos, os doutores e os servidores humildes como fundamento. Isso significa que enquanto a Igreja estiver no mundo estará sempre em construção, aguardando sua perfeição final até o último dia. Em questões de cristologia, percebe-se que não são pregados no livroos termos Jesus Cristo ou Lógos. No texto (par. IX ), a ansiã (igreja) é identificada com o Espírito Santo e o Espírito Santo é identificado com o Filho de Deus. Assim, o Espírito Santo aparece como o próprio filho de Deus. Por isso, a cristologia de Hermas obteve muitas dificuldades para aceitação. Segundo Hermas, teríamos duas pessoas em Deus: Deus- Pai e Deus- Espírito-Filho, cujas relações se configuram com as de Pai e Filho. A preocupação primordial de Hermas é a penitência. Por isso, o foco central não está na questão doutrinário-dogmática, mas moral, sendo seu argumento principal a necessidade de penitência. Dessa forma, ele discute com os rigoristas, corrente que afirmava não haver outra penitência senão aquela do batismo. Contudo, Hermas não tinha a intenção de desvalorizar o batismo, mas simplesmente apresentar a possibilidade de penitência ainda depois do batismo. Isso se percebe quando ele afirma que os apóstolos e os mestres desceram, após a morte, ao limbo para batizar os justos mortos antes de Cristo. Essa tradição de descida ao lugar dos mortos faz paralelo com as petrinas e com as narrativas antigas de deuses e filósofos que desceram ao inferno ou local dos mortos. A tendência do livro é parenética e voltada para a penitência. Nele, temos a notícia que essa prática só será possível enquanto a torre estiver em construção. Na penitência propagada por Hermas, até mesmo os batizados podem penitenciar-se mais uma vez. Esta prática é tão importante, que no livro a construção foi interrompida para que _
11 78 ocorresse a renovação do espírito, ou seja, a penitência. No setor das ações ascetas, Hermas chama a atenção para o grande valor do jejum, do celibato e do martírio. O Pastor de Hermas também trata da questão do rico e do pobre, mas diferente da maneira como faz Tiago. Tiago 5, 1-6 pronuncia-se a respeito da relação rico e pobre: Vós, ricos, chorai e gemei por causa das desgraças que sobre vós virão. Vossas riquezas apodreceram e vossas roupas foram comidas pela traça. Vosso ouro e vossa prata enferrujaram-se e a sua ferrugem dará testemunho contra vós e devorará vossas carnes como fogo. Entesourastes nos últimos dias! Eis que o salário, que defraudastes aos trabalhadores que ceifavam os vossos campos, clama, e seus gritos de ceifadores chegaram aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Tendes vivido em delícias e em dissoluções sobre a terra, e saciastes os vossos corações para o dia da matança! Condenastes e matastes o justo, e ele não vos resistiu. Enquanto esse texto trata os ricos como condenados e opressores destinados à destruição, Pastor de Hermas abre as portas para a possibilidade de arrependimento e ajuda recíproca entre rico e pobre 19. E mais, em Hermas em certo sentido a riqueza é tratada como uma dádiva de Deus, e deve ser utilizada para ajudar o pobre. Assim, o pobre agradecido ora a Deus, porque a oração do pobre é bem acolhida diante de Deus (Vis.6). Nessa reciprocidade estaria se cumprido o propósito do Senhor: o rico usaria bem sua riqueza e o pobre mediaria em oração ao rico. Percebe-se a influencia da tradição do pobre como sinônimo de piedade e preferido de Deus. Contudo, no Pastor de Hermas isso não condena o rico. Pelo contrário, tornar-o canal para cumprir o projeto divino de cuidar do pobre. Para o Pastor de Hermes quem agisse assim, reciprocamente, seria escrito no livro dos viventes (Vis. 9). O avanço nessa obra apócrifa da discussão sobre a relação entre rico e pobre marca um período posterior ao explicitado na carta de Tiago. Enquanto Tiago marca um tempo de predomínio de miseráveis e pobres na Igreja, Pastor de Hermas pressupõe o 19 FILHO, José Adriano. Op. Cit. _
12 79 momento em que pessoas de classes sociais mais elevadas começaram a participar da Igreja 20. Considerações Finais Pouca coisa foi escrita a respeito de Pastor de Hermas, especialmente na América Latina. No entanto, esse livro por algum tempo logrou importância entre grupos cristãos. Sua rígida religiosidade, seus símbolos, suas relações com a literatura apocalíptica e a forma como trata a questão do pobre o do rico pode muito nos dizer a respeito da história social e religiosa dos Cristianismos das origens. Um dos possíveis motivos para esse desinteresse pode ser seu caráter não canônico. Isso, porém, precisa ser superado, especialmente porque as pesquisas atuais cada vez mais se preocupam com essa literatura considerada heterodoxa. Levá-la em consideração tem como objetivo entender melhor a pluralidade de perspectivas, de valores e religiosidade que chamamos de cristianismo originário. Referências BERGER, Peter L. O Dossel Sagrado: Elementos Para Uma Teoria Sociológica Da Religião. São Paulo: Paulus, CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através Dos Séculos: Uma História Da Igreja Cristã. 2 ed. São Paulo: Vida Nova, CESAREIA, Eusébio de. História Eclesiástica. São Paulo: Paulus, 2000 COLLINS, Adélia Yarbro (org). Early Chistian Apocalyptcism: Genre and Social Setting. SEMEIA, n.36, The Social of Biblical Literature, 1986, p. 2. COLLINS, John J. Temporalidade e Política Na Literatura Apocalíptica Judaica. Orácula, São Bernardo do Campo, v. 1, n.2, Disponível em: < Acesso em: 11 de maio FILHO, José Adriano. O Pobre e o Rico em Tiago e no Pastor de Hermas, RIBLA, Petrópolis, n.31,1998/3. 20 Ibidem, p.157. _
13 80. Caos e Recriação do Cosmos. A percepção do Apocalipse de João. RIBLA, n. 34, Petrópolis, 1999, p NOGUEIRA, Paulo A. de Souza et al. Apocalíptica cristã- primitiva: uma leitura para dentro da experiência religiosa e para além do cânon, RIBLA, Petrópolis, n. 42/43, KÜMMEL, W.G. Introdução ao Novo Testamento. 3 ed. São Paulo: PAULUS, PADRES APOSTÓLIOS. 2. ed. [introdução e nota explicativas Roque Frangiotti; trad. Ivos Tomiolo]. São Paulo: Paulus, 1995 (patrística). VIELHAUER, Philipp. História da Literatura Cristã Primitiva: Introdução ao Novo Testamento, aos livros apócrifos e aos pais apostólicos. Santo André: Academia Cristã de Ltda, _
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São resultado desses encontros as notas que a seguir partilhamos.
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