CENTRO DE APOIO FAMILIAR E ACONSELHAMENTO PARENTAL
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- Luísa Candal Vieira
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1 CENTRO DE APOIO FAMILIAR E ACONSELHAMENTO PARENTAL REGULAMENTO INTERNO CENTRO SOCIAL DA PARÓQUIA DE MIRAGAIA
2 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I (Objeto) O Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental, designado por CAFAP, pertence ao Centro Social da Paróquia de Miragaia, uma IPSS, com sede na freguesia de Miragaia, concelho do Porto e rege-se pelas seguintes normas: NORMA II (Finalidade) 1. Esta Resposta Social constitui-se como um serviço de apoio especializado às famílias com crianças e jovens, vocacionado para a prevenção e reparação de situações de risco psicossocial mediante o desenvolvimento de competências parentais, pessoais e sociais das famílias. 2. O CAFAP visa a prossecução dos seguintes objetivos: a) Prevenir situações de risco e de perigo através da promoção do exercício de uma parentalidade positiva; b) Avaliar as dinâmicas de risco e proteção das famílias e as possibilidades de mudança; c) Desenvolver competências parentais, pessoais e sociais que permitam a melhoria do desempenho da função parental; d) Capacitar as famílias promovendo e reforçando dinâmicas relacionais de qualidade e rotinas quotidianas; e) Potenciar a melhoria das interações familiares; f) Atenuar a influência de fatores de risco nas famílias, prevenindo situações de separação das crianças e jovens do seu meio natural de vida; g) Aumentar a capacidade de resiliência familiar e individual; h) Favorecer a reintegração da criança ou do jovem em meio familiar; i) Reforçar a qualidade das relações da família com a comunidade, bem como identificar recursos e respetivas formas de acesso. 2
3 NORMA III (Âmbito) 1. Beneficiam do apoio prestado pelo CAFAP as famílias em risco psicossocial, designadamente, quando: a) A situação de risco requeira uma intervenção, em tempo útil, que evite a declaração de perigo e a retirada da criança ou do jovem; b) A avaliação do risco assinale a inadequação das dinâmicas relacionais e práticas formativas e educativas da família com consequências negativas para o bem-estar e desenvolvimento da criança ou jovem; c) A aplicação da medida de promoção e proteção em meio natural de vida designadamente, medida de apoio junto dos pais, apoio junto de outro familiar e confiança a pessoa idónea, exija uma intervenção especializada junto da família; d) A situação familiar tenha levado à aplicação de medida de promoção e proteção de colocação de criança ou do jovem em família de acolhimento ou em instituição; e) O apoio especializado à família haja sido recomendado complementarmente a uma intervenção de natureza psicossocial ou terapêutica; f) O contrato celebrado no âmbito do Rendimento Social de Inserção preveja uma intervenção especializada junto da família. NORMA IV (Objectivos do Regulamento) 1. O presente regulamento interno de funcionamento visa: a) Promover o respeito pelos direitos dos utentes e demais interessados; b) Assegurar a divulgação e o cumprimento das regras de funcionamento da resposta social; c) Promover a participação activa dos utentes ou seus representantes legais ao nível da gestão das respostas sociais. NORMA V (Princípios) 1. A intervenção do CAFAP centra-se na família e na criança ou jovem e obedece aos seguintes princípios: 3
4 a) Promoção dos direitos e proteção da criança e do jovem A intervenção tem por base a criança como sujeito de direitos que deve receber a proteção necessária ao desempenho pleno do seu papel na comunidade, garantindo o seu desenvolvimento integral; b) Intervenção sistémica a atuação assenta numa abordagem onde prevalece o contexto em meio natural de vida baseada na proximidade e no caracter integrado e regular da intervenção, tendo em vista um conhecimento e uma visão global da estrutura e do desenvolvimento da família; c) Valorização das competências parentais a intervenção deve ajustar-se às especificidades e necessidades de cada família, por forma a que esta assuma as funções parentais e incorpora as soluções mais adequadas; d) Autonomia das famílias um modelo de intervenção implica a responsabilização das famílias na estruturação do seu próprio percurso permitindo-lhes conhecimento das problemáticas, os fatores de rico e dos fatores de proteção e dos recursos existentes na comunidade; e) Participação e corresponsabilização das famílias o processo de intervenção fomenta um papel ativo e dinâmico da família numa perspetiva de compromisso e de colaboração mútua; f) Colaboração entre os profissionais o trabalho a efetuar com as famílias impõe a articulação dos profissionais envolvidos, nomeadamente entre as equipas técnicas que acompanham as famílias e as da educação e da saúde, fomentando ações partilhadas e complementares, facilitadoras do estabelecimento de relações positivas entre as famílias e a comunidade; g) Intervenção mínima a intervenção deve ser exercida pelos profissionais cuja ação seja indispensável à avaliação e ao acompanhamento da situação familiar, por forma a evitar-se a sobreposição de atuações na vida das famílias e das crianças ou jovens; h) Privacidade a intervenção deve respeitar a intimidade e a reserva da vida privada da família e da criança ou do jovem; i) Obrigatoriedade da informação a criança ou o jovem e a família têm direito a serem informados os seus direitos, dos motivos que determinaram a intervenção e da forma como esta se processa CAPITULO II INTERVENÇÃO NORMA VI (Modelo de Intervenção) 1. A intervenção desenvolvida pelo CAFAP baseia-se na avaliação familiar e na situação do risco psicossocial das famílias e concretiza-se mediante projetos ou programas estruturados em função da situação particular de cada família. 4
5 A intervenção privilegia uma abordagem sistémica, intensiva e dinâmica que, numa perspetiva de complementaridade, tem em conta a proximidade e o caracter integrado e regular da intervenção, por forma a permitir um conhecimento e uma visão global da estrutura e da dinâmica familiar. NORMA VII (Modalidades) 1. O CAFAP visa a qualificação familiar mediante a aquisição e o fortalecimento de competências parentais nas diversas dimensões da vida familiar e compreende níveis diferenciados de intervenção de cariz pedagógico e psicossocial que, de acordo com as características das famílias, integram as seguintes modalidades: a) Preservação familiar visa prevenir a retirada da criança ou do jovem do seu meio natural de vida; b) Reunificação familiar visa o regresso da criança ou do jovem ao seu meio familiar, designadamente nos casos de acolhimento em instituição ou em família de acolhimento através de uma intervenção focalizada e intensiva que pode decorrer em espaço domiciliário e ou comunitário; c) Ponto de encontro familiar constitui-se como um espaço neutro e idóneo que visa a manutenção ou restabelecimento dos vínculos familiares nos casos de interrupção ou perturbação grave da convivência familiar, designadamente em situação de conflito parental e de separação conjugal, mediante uma atuação que: 1 Proporciona encontros familiares em condições adequadas de segurança e bem-estar para as crianças ou jovens, designadamente no que respeita ao regime do exercício das responsabilidades parentais em situações de divórcio ou separação de pessoas; 2 Promova e facilite um clima de consenso e responsabilidade, através de um trabalho psicopedagógico e social, conducente a uma mínima intervenção judicial. NORMA VIII (Atividades) 1. O CAFAP, tendo em conta o âmbito das modalidades de intervenção, desenvolve ações diferenciadas em função da situação e das características das famílias, reforçando e fortalecendo o seu envolvimento nas redes do suporte social. 2. As ações desenvolvidas são focalizadas na família, no âmbito de projetos de treino de competências parentais e familiares, de autoajuda, outro suporte social, que podem concretizar-se fundamentalmente, mediante: 5
6 a) Ações de formação parental b) Apoio psicopedagógico e social 3. A formação parental tem como objetivo primordial o reforço e aquisição de competências para o exercício das responsabilidades parentais necessárias para orientar e formar as crianças e jovens, garantindo-lhes um desenvolvimento harmonioso. 4. A formação parental visa ainda dotar as famílias das competências e dos recursos necessários a uma melhor dinâmica familiar designadamente a nível físico, afetivo, relacional, comunitário e de organização familiar, bem como reforçar o sistema social de apoio. 5. O apoio psicopedagógico e social consiste numa intervenção integrada, de natureza psicológica, pedagógica e social, que pretende desenvolver a autonomia e a resiliência das famílias, fomentando a consciência de que são capazes de superar as dificuldades e modificar a dinâmica de funcionamento pessoal e familiar, bem como melhorar as suas condições de vida. 6. O apoio psicopedagógico e social visa ainda promover a integração das famílias nas redes de apoio social e fomentar a construção de interações positivas. 7. O apoio psicopedagógico e social integra, designadamente: a) A promoção da autoestima e a construção de interações positivas entre os elementos da família; b) O reforço das competências parentais, designadamente ao nível dos cuidados básicos, segurança, orientação, estabelecimento de limites e estimulação; c) A mediação entre os elementos da família por forma a facilitar a comunicação e a solução de dificuldades, promovendo um clima de consenso e responsabilidade; d) O desenvolvimento de estratégias de comunicação intrafamiliar; e) A adaptação a novas formas de organização da vida diária; f) A prestação de informação e aconselhamento na resolução de situações complexas e na tomada de decisões; g) A prestação de informações sobre os serviços da comunidade, identificando os recursos existentes e formas de acesso; h) A promoção da participação em atividades de formação, culturais e de lazer, potenciando o estabelecimento de relações positivas com os vizinhos, a escola, o contexto laboral e a comunidade em geral. 8. Quando exista necessidade de uma intervenção que envolva aspetos específicos relacionados com competências de entidades de outros setores, designadamente da saúde, da educação, e com as atribuições do município deve a equipa técnica do CAFAP articular e colaborar com os serviços ou organismos responsáveis. 6
7 CAPITULO III PROCESSO DE SELECÇÃO E ADMISSÃO DOS UTENTES NORMA IX (Condições de Admissão) 1. São condições de admissão nesta resposta social: a) A referenciação pelas Comissões de crianças e jovens ou tribunais, bem como por entidades públicas ou privadas do âmbito da segurança social, saúde, educação e justiça; NORMA X (Critérios de Selecção) 1. Não se considera que existam critérios de selecção dos casos, que impliquem a sua classificação como prioritários; o atendimento será efectuado consoante a ordem de sinalização, tomada de conhecimento do caso ou recepção do pedido. NORMA XI (Regulamento Interno) 1. O Regulamento Interno é dado a conhecer às famílias e afixado em local visível e de fácil acesso. NORMA XII (Tabela de Comparticipação) 1. Não há lugar ao pagamento de comparticipação familiar pelos serviços objeto do presente regulamento, com exceção das situações em que existe uma orientação em contrário por parte das entidades competentes em matéria de infância juventude. 7
8 CAPÍTULO IV INSTALAÇÕES E REGRAS DE FUNCIONAMENTO NORMA XIII (Instalações) 1. O Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental está sediado na Rua dos Armazéns, 23/29, Porto; 2. Esta resposta social dispõe de um gabinete multidisciplinar; 3. Estão ainda à disposição do CAFAP outros espaços do Centro Social da Paróquia de Miragaia e/ou instalações disponibilizadas pelas instituições parceiras. NORMA XIV (Quadro de Pessoal) 1. O quadro de pessoal desta resposta social encontra-se afixado em local visível, contendo a indicação do número de recursos humanos, formação e conteúdo funcional, definido de acordo com a legislação em vigor: 1 Técnica de Serviço Social; 1 Psicóloga; 1 Educadora Social que acumula as função de Mediadora Familiar. NORMA XV (Horário de Funcionamento) 1. O CAFAP funciona durante todo o ano, regularmente, de segunda a sexta-feira com o seguinte horário: das 9h às 17h. 2. Este horário é flexibilizado em função das necessidades das famílias e das modalidades de intervenção. 8
9 NORMA XVI (Período de Encerramento) 1. A resposta social CAFAP encerra nos seguintes períodos: - De 23 a 26 de Dezembro - Na segunda e terça-feira de Carnaval - Na sexta-feira santa e segunda-feira de Páscoa CAPÍTULO V DIREITOS E DEVERES NORMA XVII (Direitos e Deveres dos Utentes) 1. São direitos dos utentes: b) Usufruir gratuitamente, sempre que possível, dos serviços disponíveis; c) Utilizar os equipamentos e serviços disponíveis nos termos do acordado; d) Prescindir do serviço sempre que o considerem desnecessário ou se torne impossível a sua utilização, por razões de vária ordem; e) A igualdade de tratamento, independentemente da raça, religião, nacionalidade, idade, sexo ou condição social. 2. São deveres dos utentes: a) Prestar todas as informações com verdade e lealdade; b) Respeitar o horário de funcionamento; c) Comunicar às técnicas da resposta social alterações pertinentes ao seguimento do processo; d) Respeitar os técnicos e funcionários implicados direta ou indiretamente no CAFAP. NORMA XVIII (Acordo Familiar) 1. O acordo familiar constitui um compromisso, reduzido a escrito, entre a família e os técnicos do CAFAP responsáveis pelo apoio, onde se definem as responsabilidades das partes e os objetivos a atingir com a intervenção 9
10 NORMA XIX (Direitos e Deveres da Instituição) 1. São direitos: a) Ser respeitado no trabalho efectuado; b) Interromper o acompanhamento sempre que a outra parte não respeite a integridade física e moral dos técnicos. 2. São deveres: a) Respeitar a integridade física e moral das pessoas com quem trabalha; b) Cumprir com seriedade o trabalho que se propuser efectuar; c) Desenvolver todos os meios que estiverem ao seu alcance para responder às necessidades verificadas; d) Informar devidamente o utente como se vai desenrolar todo o processo. e) Quando a família decida prescindir dos serviços, a entidade encaminhadora será informada da decisão da família e do seu fundamento. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS NORMA XX (Alterações ao Regulamento) 1. Nos termos do regulamento em vigor, o utente e o Instituto de Segurança Social, IP devem ser informados sobre qualquer alteração ao presente regulamento no prazo de 30 antes da sua entrada em vigor. NORMA XXI (Livro de Reclamações) 1. Nos termos da Legislação em vigor, este Estabelecimento possui um Livro de Reclamações que se encontra no Gabinete Administrativo, sempre ao dispor dos utentes que desejem apresentar uma reclamação. 10
11 NORMA XXII (Entrada em Vigor) 1. O presente regulamento entra em vigor a partir de 22 de Julho de O Presidente, P la Direcção 11
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