Psicologia da Educação
|
|
|
- Paulo de Sequeira Laranjeira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CURSO DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO - 1º CICLO Ano Lectivo 2007/2008 Psicologia da Educação José Farinha Professor Adjunto
2 Informação geral Horário: Equipa Pedagógica: Nota: Aula Teórica: Quarta -feira: 10:30h.-11:30h., Sala 67 (Anfiteatro) Aula Teórico-Prática: Quarta-Feira: 11:30h.-13:30H., Sala 67 (Anfiteatro) José Farinha, Professor Adjunto Gabinete 24B Resid: Urbanização de S. Luís, Edif G-3º Dto Faro, Telefones: ESE Ext Residência Telemóvel Página Pessoal Atendimento: Quarta-feira: Quinta-feira: 09:00h.-10:30h. 14:30h.-18:30h. (Excepto quando em reunião do Conselho Científico da ESE) 09:00h.-11:30h. 14:30h.-15:30h. Salvo combinação em contrário, o atendimento é realizado no gabinete do docente. Para além do período de atendimento previamente estabelecido os alunos poderão contactar o docente sempre que entendam disso necessitar pela via que acharem mais conveniente. Neste caso, naturalmente, a possibilidade de atendimento ficará dependente da disponibilidade efectiva do docente. Pág. 2
3 Introdução "on n'enseigne pas ce que l'on sait, on enseigne ce que l'on est. Il s'agit aussi de ce que l'on peut devenir." Hannoun, G., Leon, H., Toraille, R. - La formation des maitres", Editions ESF, Paris, 1974 APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Esta unidade curricular de Psicologia da Educação assume-se como uma disciplina de Psicologia para a sala de aula. Significa isto que procura apresentar aos alunos um conjunto conceitos claramente utilizáveis em situações educativas concretas. É, por isso, uma psicologia centrada na situação e no processo educativos mais do que em qualquer dos elementos que intervêm nesse processo. Os conteúdos programáticos são, assim, estruturados mais numa perspectiva de temas de psicologia da educação do que nos termos de uma abordagem estruturada e compeleta da Psicologia da Educação. COMCEPTUALIZAÇÃO GLOBAL DA UNIDADE CURRICULAR A concepção tradicional da educação tem assentado fundamentalmente em dois aspectos. Por um lado a definição da acção educativa como um processo unidireccional exercido por alguém sobre outrem; por outro o carácter essencialmente normativo dessa acção 1. Esta concepção teve como consequência principal a apropriação deste processo pela quase totalidade das ciências ditas humanas, entre as quais, de forma destacada, a Psicologia. A Psicologia entrou no campo da educação primeiro pela via da psicometria num momento em que, ainda, o sucesso educativo era visto como estando essencialmente ligado às capacidades do educando. Esta circunstância acabaria por condicionar decisivamente não só a contribuição da Psicologia para a compreensão da problemática educativa em geral, mas igualmente as concepções subjacentes à formação dos educadores. Isto é, sendo a psicologia educativa definida essencialmente como uma psicologia do educando, compreende-se melhor a realidade que caracteriza ainda hoje muitos dos curricula de formação de professores nos quais se pretende fornecer aos futuros educadores dois tipos gerais de conhecimentos psicológicos: um sobre os processos de aprendizagem, outro sobre o desenvolvimento da criança 2. Só recentemente, essencialmente a partir dos anos sessenta, começa a ser colocado o problema da relação pedagógica numa perspectiva psicológica. A realidade educativa passa a ser definida em termos de interacção social e o processo educativo passa a ser visto como processo eminentemente psicossocial. Ainda mais recentemente, para além da 1 Contra esta concepção têm-se levantado muitos pedagogos que, de forma mais ou menos radical, acentuaram o significado intrinseamente violento desta acção. 2 Em alguns casos a crítica cerrada de que foram alvo os modelos de cariz mais behavorista fez desaparecer as matérias ligadas exclusivamente às leis da aprendizagem, passando esta problemática a ser abordada num contexto de desenvolvimento. Pág. 3
4 questão dos saberes em psicologia que se pretende os candidatos a educadores possuam no sentido de os aplicar nas suas futuras práticas educativas tem vindo a pôr-se a questão da própria formação psicológica dos professores, formação essa actuando essencialmente ao nível do desenvolvimento da pessoa do próprio educador. Esta nova concepção gera necessariamente um conjunto de implicações que não podem deixar de ter consequências ao nível da formação inicial. Assim, considerando que a formação psicológica se encontra, no curso de Professores do Ensino Básico 1º Ciclo dividida por duas unidade curriculars, Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia da Educação, propomos que, tendo em conta a filosofia acima definida, a presente unidade curricular centre a sua atenção nos aspectos mais concretos ligados à situação educativa, à relação educativa e questões relativas à criança não imediatamente enquadráveis numa óptica de psicologia do desenvolvimento. A elaboração da presente unidade curricular de Psicologia da Educação, especialmente dirigida a futuros docentes do Ensino Básico - 1º Ciclo, parte, assim, de uma concepção da educação como processo eminentemente psicossocial. Isto é, parte-se da noção de que ocerne do processo educativo é aquilo que se passa entre o educador e o educando, ou seja, fenómenos de comunicação, intencional e significativa, entre pessoas com experiências diversas. PRESSUPOSTOS O modo como se estrutura e desenvolve o tema desta unidade curricular deriva naturalmente de alguns pressupostos conceptuais e pedagógicos que fazem parte do sistema do docente responsável. Uma dessas crenças é a de que os processos específicos de educação ou de formação contribuem apenas numa pequena parte para a definição dos futuros desempenhos individuais, os quais resultam da conjugação de uma infinidade de interacções nos múltiplos sistemas sociais em que cada indivíduo participou, participa ou participará, e que consubstanciam a sua experiência. Uma segunda crença é a de que a compreensão de uma situação pedagógica concreta - condição para a definição de estratégias - exige, para além do conhecimento dos actores, do conteúdo das interacções e do contexto institucional, a análise do próprio sistema interaccional (o que se passa entre os actores), contextualizado na vasta rede de relações em que cada actor é origem e destino de múltiplas comunicações. Uma terceira crença é a de que os sistemas interaccionais do género do sistema professor/aluno ou formador/formando, funcionam em laboração contínua, mesmo na ausência de comunicação formal. Basta a co-presença física, e até a representação mental do outro ausente, para que a recordação de interacções passadas e a antecipação de interacções futuras provoquem alterações no mesmo sistema, em qualquer dos seus subsistemas, ou até em sistemas paralelos. Uma quarta crença deve ser mencionada, a qual é particularmente relevante quando se pensa numa alternativa ao sistema tradicional educador/educando, concebido como uma estrutura hierárquica em que há um agente responsável pela educação. É que a substituição deste modelo por um sistema funcional, em que a educação/formação se centra no exercício autónomo de capacidades próprias por parte do sujeito, só é possível na medida em que o educador/formador alie, às suas destrezas cognitivas, uma proporcional maturidade psicológica e social. Pág. 4
5 Competências a desenvolver A presente unidade curricular procurará levar os alunos a desenvolver as seguintes competências: INSTRUMENTAIS 1. Ajudar a aumentar a qualidade e a eficácia do processo educativo através da utilização de conceitos de cariz marcadamente psicológico. 2. Conhecer os conceitos fundamentais para a compreensão dos processos de aprendizagem na sala de aula. 3. Compreender os fenómenos de interacção humana em contextos educativos em toda a sua extensão e complexidade, para além dos actos explícitos de comunicação intencional de pensamentos ou afectos. INTERPESSOAIS 1. Ser capaz de gerir os processos interaccionais em que participe, designadamente nas situações educativas, de modo a facilitar aos outros o exercício da sua autonomia e a rentabilização dos próprios recursos. 2. Ser capaz de analisar a própria experiência comunicacional/relacional, questionando sistematicamente as crenças pessoais e as representações sociais que impedem o acesso a maturidade psicológica e social. 3. Desenvolver e aprofundar capacidades de auto conhecimento que permitam darem-se conta, analisar e compreender os seus próprios comportamentos assim como as respectivas implicações em termos dinâmica do processo educativo. SISTÉMICAS 1. Adquirir autonomia na aquisição de conhecimentos; 2. Adquirir capacidades de investigação formal e informal assim como de acesso a fontes diversas; 3. Desenvolver uma abordagem criativa e multifacetada da sua actividade como professor do primeiro ciclo. Pág. 5
6 Plano de desenvolvimento dos conteúdos programáticos NOTAS: O plano refere-se às aulas teóricas; Este plano poderá sofrer alterações ao longo do semestre, nomeadamente por ocasião do período de Prática Pedagógica, sendo naturalmente essa circunstância comunicada em tempo aos alunos; As páginas indicadas para as leitura referem-se à obra de referência fundamental indicada na bibliografia. AULA DATA TEMA LEITURAS SET. APRESENTAÇÃO: Do docente Dos alunos Do programa da unidade curricular N/A REGRAS E PROCEDIMENTOS ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES 2. 3 OUT. INTRODUÇÃO E HISTÓRIA DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Pp Definição e âmbito Problema da teoria vs. Prática Elementos do processo educativo Educar: arte ou ciência? OUT. Continuação da aula anterior N/A OUT. APRENDIZAGEM NA SALA DE AULA Pp A Transferência de aprendizagem A aprendizagem social Condicionamento operante Ensino Programado OUT. Continuação da aula anterior N/A OUT. Continuação da aula anterior N/A Pág. 6
7 AULA DATA TEMA LEITURAS 7. 7 NOV. A DIMENSÃO PESSOAL DO ENSINAR Pp Professor como Pessoa Atitudes face ao ensino e aprendizagem Atitudes Face aos alunos Atitudes face a si próprios NOV. A TURMA COMO UNIDADE SOCIAL Pp A facilitação social Socialização Estatuto e Papel A Dinâmica de Grupo na sala de aula NOV. Continuação da aula anterior N/A NOV. MOTIVAÇÃO NA SALA DE AULA Motivação e lei do efeito Pp O motivo e as suas componentes Tipos de motivos Motivação e desenvolvimento O papel do professor DEZ. Continuação da aula anterior DEZ. A DISCIPLINA NA SALA DE AULA Antecedentes históricos Pp A disciplina e o método da eduação do carácter Disciplina: Uma perspectiva desenvolvimentista Níveis de disciplina DEZ. Continuação da aula anterior N/A JAN. AVALIAÇÃO GLOBAL DO PROCESSO LECTIVO; REVISÕES DA MATÉRIA COM VISTA À PREPARAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE ESCRITO CONCLUSÃO DOS TRABALHOS JAN. TESTE DE AVALIAÇÃO SOMATIVA N/A Pág. 7
8 Metodologia ORGANIZAÇÃO A unidade curricular constará de aulas teóricas e aulas teórico-práticas. As aulas teóricas ocuparão uma das sessões de uma hora e serão dedicadas essencialmente à apresentação dos conteúdos programáticos. Esclarece-se, contudo, que a exposição teórica não esgota de forma alguma os temas de aprendizagem definidos para esta unidade curricular. Devem, por isso, ser perspectivados como uma introdução, uma orientação, o fornecer dos instrumentos conceptuais básicos para que cada aluno realize a sua aprendizagem pessoal através da leitura e reflexão sobre os materiais bibliográficos propostos pelo docente. As aulas teórico-práticas ocuparão as sessões de duas horas e serão especialmente dedicadas a: esclarecimento e aprofundamento de questões surgidas durante as aulas teóricas; debate, elaboração e reflexão sobre os temas abordados nas aulas teóricas; discussão de temas propostos pelos alunos. AVALIAÇÃO Neste contexto, e partindo de um princípio de avaliação global da actividade dos alunos, a classificação de frequência terá dois componentes essenciais:, uma componente teórica e uma componente teórico-prática Avaliação teórica Esta forma de avaliação resulta da produção teórica dos alunos e é realizada através de um teste escrito. Será realizado um teste no último dia de aulas do semestre (dia 16 de Janeiro de 2008), abrangendo toda a matéria efectivamente leccionada e sumariada. O teste escrito é constituído por 4 questões de entre as quais os alunos escolhem a duas. As respostas serão elaboradas de forma desenvolvida adoptando necessariamente um tom reflexivo. Cada questão será cotada com um máximo de 20 valores sendo o resultado do teste (AT) a média aritmética da classificação obtida em cada questão. Avaliação teórico-prática Trata-se de um trabalho individual de reflexão. Partindo da sua percepção sobre o âmbito e natureza da problemática inerente à Psicologia da Educação, cada aluno desenvolverá um tema à sua escolha, sendo aceite qualquer proposta que de alguma forma possa ser enquadrável na temática geral da unidade curricular. Pág. 8
9 Os alunos poderão a qualquer momento conferir com o docente a adequação do tema escolhido, assim como quaisquer outros aspectos relacionados com a realização do trabalho que lhes possam suscitar dúvidas. Para além do apoio atrás referido, os alunos podem, se o desejarem, submeter à apreciação do docente uma versão provisória do seu trabalho de forma a, através do feedback fornecido, poderem melhorar eventuais aspectos menos conseguidos. Esta possibilidade está, contudo, dependente da disponibilidade do do docente. Os trabalhos deverão ser apresentados dactilografados, em folhas brancas tamanho padronizado A4, não podendo exceder 5 páginas de texto Os trabalhos poderão ser entregues a qualquer momento durante o semestre, dependendo da conveniência do aluno. São, contudo, estabelecidas as seguintes datas limite para a realização do trabalho: Escolha do tema de trabalho:...26 de Outubro de 2007 Entrega da versão final do trabalho:...20 de Dezembro de 2007 Só muito excepcionalmente e por motivos fundamentados, serão aceites trabalhos cuja realização não respeite estas datas. Os trabalhos serão discutidos com o docente em sessões presenciais individuais a realizar na última semana de aulas do semestre. Os trabalhos serão avaliados tendo em conta os seguintes critérios: correcção e qualidade da expressão oral e escrita... 2 valores originalidade ao nível das ideias expostas... 4 valores organização e desenvolvimento da temática abordada... 4 valores capacidade de reflexão e elaboração conceptual valores Os trabalhos serão classificados numa escala de 0 a 20 valores. Avaliação de Frequência A avaliação de frequência requer assim do aluno a realização do teste escrito e do trabalho de reflexão individual. A falta a um dos elementos de avaliação acarreta a atribuição de uma nota de 0 (zero) valores nesse elemento, pois não serão realizadas quaisquer actividades de remediação. A nota de frequência resulta da média ponderada das classificações obtidas nas várias componentes, em que o teste terá um peso de 60% e o trabalho um peso de 40%. Pág. 9
10 Bibliografia Geral OBRA DE REFERÊNCIA FUNDAMENTAL: SPRINTHALL, Norman A., SRINTHALL, Richard C. (1993) Psicologia Educacional Uma abordagem Desenvolvimentista, Lisboa, McGraw-Hill OBRAS DE REFERÊNCIA ACESSÓRIA: BIDARRA, Graça (1988) Contributo para o estudo das Interacções na Turma: As Representações Recíprocas Professor-Aluno, Síntese para Provas de Aptidão Pedagógica e Científica, Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra DOWNEY, M.; KELLY, A. V. (1979) Theory and Practice of Education, An Introduction, Londres, Harper & Row DUPONT, Pol (1985) A Dinâmica do Grupo-Turma, Coimbra, Coimbra Editora Lda. EVEQUOZ, G. (1985) Le Contexte Scolaire et Ses Otages, Paris, ESF FARINHA, J. (1989) A interface sistémica escola-família: Proposta de um modelo de formação, Fac. Psicologia e Ciências da Educação, Coimbra, Policopiado FARINHA, J. (1990) A abordagem sistémica em educação: Uma perspectiva em Filosofia da Educação, Fac. Psicologia e Ciências da Educação, Coimbra, Policopiado FARINHA, J. (1995) Para uma abordagem eco-sistémica da relação educativa, ESE, Faro, Policopiado KLAUSMEIER, Herbert J. (1977) Manual de Psicologia Educacional, S. Paulo, Harbra OVEJERO, Anastasio (1988) Psicología Social de la Educación, Barcelona, Editorial Herder POSTIC, Marcel (1990) A Relação Pedagógica, Coimbra, Coimbra Editora Lda. TURNER, Johanna (1977) Psychology for the Classroom, London, Methuen VAYER, Pierre; DUVAL, Armand; RONCIN, Charles (1994) Uma Ecologia da Escola, Lisboa, Dinalivro Pág. 10
Psicologia da Educação
CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO - 1º CICLO Ano Lectivo 2006/2007 Psicologia da Educação José Farinha Professor Adjunto Informação geral Horário: Aula Teórica: Segunda-feira: 09:30h.-10:30h.,
História e Sistemas da Psicologia
1 História e Sistemas da Psicologia 1. Resumo descritivo 1.1. Elementos básicos Curso Unidade Curricular Área Científica Ano / Semestre ECTS Horas de Contacto Professores responsáveis Docentes 1.2. Síntese
Projecto de Lei n.º 54/X
Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos
Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,
Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*
Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico
TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA
TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA DOURADO, LUÍS Instituto de Educação e Psicologia, Universidade do Minho. Palavras
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Metodologia do Ensino de Educação
CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO. Celina Pinto Leão Universidade do Minho [email protected]
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO Celina Pinto Leão Universidade do Minho [email protected] O evidente decréscimo de conhecimento básico de matemática por parte dos alunos nos cursos de engenharia,
INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho [email protected].
INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho [email protected] Este trabalho tem como objectivo descrever uma experiência pedagógica
Pedagogia Estácio FAMAP
Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação Regulamento de Estágios 2º Ciclo em Psicologia da Universidade da Beira Interior Artigo 1.º
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,
Unidade Curricular: Desenho Técnico Assistido por Computador. Curso: Engenharia Civil. Docentes: Prof. António Bento Dias (Responsável); Objetivos:
Unidade Curricular: Desenho Técnico Assistido por Computador Curso: Engenharia Civil Docentes: Prof. António Bento Dias (Responsável); Objetivos: - Introduzir os princípios básicos do Desenho Técnico -
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ano Lectivo 2015/2016
Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular PSICOLOGIA
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ano Lectivo 2014/2015
Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular PSICOLOGIA
LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO
LICENCIATURA EM EDUCOMUNICAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO 1) Objetivos da Licenciatura em Educomunicação De acordo com as normas da Comissão Permanente de Licenciatura da USP, em seu documento Programa de Formação
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º
Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180
1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) [email protected]
MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS
INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015 Designação Estudo do Processo Psicoterapêutico Docente (s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) Maria Eugénia Duarte Silva Creditação (ECTS) 6 ECTS
Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores
Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,
A MODELAGEM MATEMÁTICA NA MELHORIA DO ENSINO
A MODELAGEM MATEMÁTICA NA MELHORIA DO ENSINO (1) José Hélio Henrique de Lacerda; (2) Maria Claudia Coutinho Henrique; (3) Davis Matias Oliveira. (1) Universidade Estadual da Paraíba, [email protected]
Divisão de Assuntos Sociais
Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à
USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA
USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA Daricson Caldas de Araújo (IFPE) [email protected] RESUMO Este artigo de revisão de literatura
CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).
ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:
RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009
RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 Estabelece o Projeto Pedagógico do curso de Primeira Licenciatura em Pedagogia integrante do Programa Emergencial de Formação de Professores em exercício na Educação Básica
NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)
Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas
Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas OBJECTVOS: Avaliar a capacidade do/a professor(a) de integrar esta abordagem nas actividades quotidianas. sso implicará igualmente uma descrição
Modelos de Desenho Curricular
Modelos de Desenho Curricular Introdução Quando se planificam aulas, parte-se, frequentemente, de uma concepção restrita de currículo que tende a preocupar-se apenas em definir o programa, isto é, em decidir
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DA DISCIPLINA: EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS: PESQUISA E PRÁTICA CODICRED: 142AU-04 EMENTA: Caracterização, organização e gestão dos espaços não-formais na promoção da aprendizagem
Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná
Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE METODOLOGIA PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS E ALFABETIZAÇÃO FORMAÇÃO DE DOCENTES
O ESTUDO DE CIÊNCIAS NATURAIS ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA RESUMO
O ESTUDO DE CIÊNCIAS NATURAIS ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA OLIVEIRA, Araújo Vanilza FEITOZA, Saraiva Izis IE/UFMT RESUMO A presente pesquisa foi desenvolvida numa Escola Municipal de Ensino Básico localizada
A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE
A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
4470 Diário da República, 1.ª série N.º 178 15 de Setembro de 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Portaria n.º 267/2011 de 15 de Setembro Tendo em conta o reajustamento da organização curricular dos
Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei
Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática versus Estágio Supervisionado
Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática versus Estágio Supervisionado O objetivo deste texto é destacar as principais atividades envolvendo o projeto pedagógico do curso de licenciatura
ENSINO DE QUÍMICA: REALIDADE DOCENTE E A IMPORTANCIA DA EXPERIMENTAÇÃO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM
ENSINO DE QUÍMICA: REALIDADE DOCENTE E A IMPORTANCIA DA EXPERIMENTAÇÃO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Ana Maria Gonçalves Duarte Mendonça 1 ; Darling de Lira Pereira 2 1 Universidade Federal de Campina
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO
[email protected] Introdução Nos últimos anos, as reflexões realizadas sobre a alfabetização têm mostrado que a aquisição da escrita é um processo complexo e multifacetado. Nesse processo, considera
JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS
JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE PARTE A (a preencher pelo coordenador do departamento curricular ou pelo conselho executivo se o avaliado for coordenador de um departamento curricular)
Regulamento de Avaliação e Frequência 2014
Regulamento de Avaliação e Frequência 2014 Suzano, 2014 CURSOS DE GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA AMBIENTAL FARMÁCIA FISIOTERAPIA NUTRIÇÃO Índice Assunto Página ARTIGO
ÍNDICE PATRONATO DE SANTO ANTÓNIO INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3
ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3 1.1. PRIORIDADES A NÍVEL DA ACTUAÇÃO EDUCATIVA... 4 1.2. PRIORIDADES A NÍVEL DO AMBIENTE EDUCATIVO... 4 II APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS... 5 2.1. SENSIBILIZAÇÃO
QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO.
RESUMO QUANTO VALE O MEU DINHEIRO? EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PARA O CONSUMO. Francinilda Raquel Cardoso Silva (1); José Jorge Casimiro dos Santos (2) Faculdade São Francisco da Paraíba [email protected] ¹
A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul
1 A importância do animador sociocultural na Escola Agrupamento de Escolas de Matosinhos Sul Margarida Soares (*) O Agrupamento de Escolas Matosinhos Sul tem três animadores socioculturais afectos ao Projecto
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 5º SEMESTRE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700 Alfenas / MG - CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 Dinâmica Curricular do Curso
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DA GEOGRAFIA
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DA GEOGRAFIA 12ª Classe Formação de Professores para o Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino da Geografia - 12ª Classe Formação de Professores
ISCED de Luanda FICHA DE UNIDADE CURRICULAR - 2011/2012
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR - 2011/2012 Designação da Unidade Curricular ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL Docente(s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) LUÍS LEANDRO DINIS [Instituto de Educação
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
Departamento Engenharia Civil Secção Planeamento e Urbanismo Teóricas Curso Engenharia Civil ECTS 4,0 Teóricopráticas Distribuição das horas de contacto Trabalho Práticas e de Seminário Estágio Laboratoriais
PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova.
PROFESSOR PEDAGOGO 41 - Identifique como V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo, que tratam da atuação do professor pedagogo. ( ) Os professores pedagogos devem orientar, acompanhar e avaliar
CAMPUS BRUMADO DEPEN / COTEP P L A N O D E E N S I N O-APRENDIZAGEM. Manual de instruções. Prezado Professor e prezada Professora,
CAMPUS BRUMADO DEPEN / COTEP P L A N O D E E N S I N O-APRENDIZAGEM Manual de instruções Prezado Professor e prezada Professora, Apresentamo-lhes o modelo de Plano de Ensino-Aprendizagem para o Ensino
CONCLUSÕES. 2. Funcionamento do Núcleo de Educação Especial
CONCLUSÕES Analisados os documentos considerados necessários, ouvidos docentes, encarregado de educação e órgão de administração e gestão, e após a observação directa dos apoios prestados, concluiu-se
PROBLEMATIZANDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS
IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN PROBLEMATIZANDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS
OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO
OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO Modalidade: Oficina de Formação Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-79411/14 Duração: 25 horas presenciais + 25 horas não presenciais Destinatários:
CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA
CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,
2- Está prevista formação para os avaliadores externos?
ADD algumas questões O Conselho das Escolas na sequência da reunião hoje ocorrida com o Senhor Diretor Geral da Administração Escolar e dois Assessores dos Senhores Secretários de Estado, sobre a operacionalização
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010)
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010) I. Introdução O espectro radioeléctrico é um recurso
Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros
Ministérios das Finanças e dos Negócios Estrangeiros Portaria n.º /2010 Contratação temporária para o Ensino Português no Estrangeiro Nos termos do artigo 32.º do Decreto-Lei n.º 165/2006, de 11 de Agosto,
EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA
EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir
PROJECTO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE
PROJECTO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE 2009/2010 Índice ÍNDICE... 1 1. IDENTIFICAÇÃO... 2 2. FUNDAMENTAÇÃO... 2 3. FINALIDADES/OBJECTIVOS... 3 4. ESTRATÉGIA OPERATIVA/METODOLOGIA... 3 4.1. PÚBLICO-ALVO... 3 4.2.
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe
PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Formação Profissional Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino de Matemática
Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral
«ÁREA DE PROJECTO COMO FAZER?» Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral Centro De Formação Penalva e Azurara Círculo de Estudos
COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO
COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO O Curso de Mestrado em Ensino de Dança, cuja 1ª edição teve início em Outubro de 2011 foi, sem
A Parte I, denominada Desenvolvimento e Educação, integra textos sobre o desenvolvimento humano e as implicações educativas de teorias e resultados
Introdução Reunimos aqui, num único volume, os contributos de vários psicólogos e investigadores nacionais que desenvolvem trabalho teórico e empírico nos domínios da aprendizagem e do desenvolvimento
RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA
RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Secção Autónoma de Ciências da Saúde 1. INTRODUÇÃO Em 2003 foi criado o Mestrado em Geriatria e Gerontologia, que se iniciou no
QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO
28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. Departamento de Expressões Educação Especial
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Departamento de Expressões Educação Especial INTRODUÇÃO A Educação Especial, através dos Docentes de Educação Especial (DEE), intervêm na realidade escolar, realizando ações diversificadas
RESOLUÇÃO. Redação dada pela Res. CONSEPE 42/2003, de 29 de outubro de 2003.
RESOLUÇÃO CONSEPE 55/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE PEDAGOGIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 7º
PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Introdução à Fonoaudiologia Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 7º 1 - Ementa (sumário, resumo) Estudo da comunicação humana
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão Financeira (LGF) Maputo, Julho de 2015 UDM 1 A
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA
O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE DE LICENCIANDOS EM MATEMÁTICA Marília Lidiane Chaves da Costa Universidade Estadual da Paraíba [email protected] Introdução
PIBIC 05/06. Departamento de Educação
PIBIC 05/06 Departamento de Educação Alunas: Sandra Mendes Moreira Orientadora: Tânia Dauster Título do Projeto: Escrita na Universidade Os Universitários e as Relações entre Leitura E Escrita ESCRITA
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Ano Lectivo 2015/2016
Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir os objectivos
1.2. A manutenção deste estatuto depende de aproveitamento escolar no ano lectivo anterior.
ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3/2009 Data: 6 de Outubro de 2009 RECURSOS HUMANOS ASSUNTO: TRABALHADOR-ESTUDANTE ENQUADRAMENTO CONVENCIONAL E LEGAL: Código do Trabalho REVOGAÇÕES: Orientação Normativa n.º 04/2004,
METODOLOGIA: O FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANO E PROCESSO DE PLANEJAMENTO)
METODOLOGIA: O FAZER NA EDUCAÇÃO INFANTIL (PLANO E PROCESSO DE PLANEJAMENTO) Celi Terezinha Wolff 24 de Junho de 2014 Em trios caracterizar e apresentar para o grande grupo: processo de planejamento; plano
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Escola Nacional de Saúde Pública REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA
REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA JULHO DE 2015 ÍNDICE CHAVE DE SIGLAS 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO
I PRESSUPOSTOS DE ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REQUALIFICAÇÃO DA REDE ESCOLAR DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
I PRESSUPOSTOS DE ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REQUALIFICAÇÃO DA REDE ESCOLAR DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA Apesar do esforço que tem vindo
Curso de Tecnologia em Marketing. Manual. Projeto Integrador
Curso de Tecnologia em Marketing Manual Projeto Integrador Ano: 2013 2 Sumário 1. Introdução... 2. Caracterização Geral do Projeto... 3 4 2.1 Projeto Integrador I... 5 2.2 Projeto Integrador II e III...
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
5 Considerações finais
5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,
FÁBIO JOSÉ DE ARAUJO. Projeto Ensinando Educação Física com Jogos
FÁBIO JOSÉ DE ARAUJO Projeto Ensinando Educação Física com Jogos Escola Estadual Marechal Rondon Nova Andradina MS Outubro de 2009 FÁBIO JOSÉ DE ARAUJO Projeto Ensinando Educação Física com Jogos Projeto
Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009
Instituto Politécnico de Santarém ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Este regulamento enquadra-se no âmbito do artigo 21.º do regulamento específico do
PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO MUNÍCIPIO DE GURJÃO-PB
PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO MUNÍCIPIO DE GURJÃO-PB Fábio de Araújo OLIVEIRA 1, Emília de Farias LUCENA 2, Maria Betânia Hermenegildo dos SANTOS
Curso de Tecnologia em Marketing. Manual. Projeto Integrador
Curso de Tecnologia em Marketing Manual Projeto Integrador Ano: 2015 2 Sumário 1. Introdução... 2. Caracterização Geral do Projeto... 3 4 2.1 Projeto Integrador I... 5 2.2 Projeto Integrador II e III...
Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve
PERGUNTAS FREQUENTES. Sobre Horários. Pessoal docente, escolas públicas. 1 Há novas regras para elaboração dos horários dos professores?
PERGUNTAS FREQUENTES Sobre Horários Pessoal docente, escolas públicas 1 Há novas regras para elaboração dos horários dos professores? Sim! A elaboração dos horários dos professores e educadores obedece
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO INICIAL DOS GRADUANDOS DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Wanderlânyo de Lira Barboza * Emmanuel De Sousa Fernandes Falcão ** Resumo: O presente trabalho aborda reflexões
ESTATÍSTICA BÁSICA NO CURSO DE TÉCNICO INTEGRADO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
ESTATÍSTICA BÁSICA NO CURSO DE TÉCNICO INTEGRADO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Fabíola Nascimento dos Santos Paes Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco [email protected] Dorghisllany
