Operação (Fresa) - CNC Proteo
|
|
|
- Stefany Fortunato Dreer
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo V1.00 2
3 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Índice 1- INTRODUÇÃO Breve histórico da MCS Arquitetura Proteo Principais Características do CNC Proteo Breve descrição Componentes do sistema Tipos fundamentais de Máquina Ferramenta CNC Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento PRINCIPAIS MODOS DE TRABALHO Inicialização: Sistema de detecção de falhas Busca de Referência Modo Manual Modo MDI Modo Programação Modo de Execução Contínua Modo de Execução Passo-a-Passo Modo de Execução On-Line Simulação Gráfica SISTEMA DE COORDENADAS Números Reais e unidades de trabalho Sistema de coordenadas retangulares Sistema de coordenadas polares Pontos de origem ESTRUTURA DE PROGRAMAÇÃO Termos fundamentais Caracteres Blocos Programa V1.00
4 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 4.5 Sub-Programa Macros ( ciclos fixos) PROGRAMAÇÃO ASSISTIDA PADRÃO MCS Comandos de Movimento Movimento Simples (um eixo por vez) Interpolações Lineares (movimento simultâneo de eixos) Interpolações Circulares (movimento simultâneo de eixos) Ciclos fixos Ciclo Fixo de RESET Ciclo Fixo de TEMPO Ciclo Fixo de FUNÇÃO AUXILIAR Ciclo Fixo de ROSCA Ciclo Fixo de PRESET Ciclo Fixo de VERIFICAÇÃO E/S Ciclo Fixo de DESVIOS Controle de fluxo Labels Sub-rotinas Repetições de partes do programa Sub-programas Ciclos de usuário Funções Matemáticas e Especiais PROGRAMAÇÃO ASSISTIDA PADRÃO ISO Comandos Preparatórios Descrição e propósito Aplicações típicas Códigos G Características e propriedades Tipos de comandos Comandos conflitantes Grupos de comandos Códigos G em um bloco Ordem de execução Descrição dos comandos Coordenadas Absolutas / Incrementais (G90 / G91) Origens: absoluta (G53), peça (G54 a G57) e incremental (G58, G59) Preset da origem corrente (G52) Plano: XY (G17), ZX (G18), YZ (G19) Movimento Rápido (G0) Interpolação Linear (G1) Interpolação Circular (G2 / G3) Interpolação Helicoidal (G2 / G3) Programação Polar Tempo de Espera (G4) Desvio (G4)...60 V1.00 4
5 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Fator de Escala (G5) Rotação de coordenadas (G5) Reset expressão (G6) Sistema de Coordenadas: Cartesianas (G15) / Polares (G16) Unidade de Coordenadas: Milímetros (G21) / Polegadas (G20) Round / Chanfro (G7) Ferramenta: Compensação de Comprimento (G43 / G49) Ferramenta: Compensação de Raio à esquerda ou direita (G40 / G41 / G42) Aproximação e Saída Tangenciais (G41 / G42 / G7 / G40) Movimento Preciso (G61) Movimento Contínuo - Transição Macia de Cantos (G64) Parada Precisa no bloco (G9) Avanço em mm/min ou rotação/min (G94) Avanço em mm/rotação (G95) Spindle: Giro do eixo árvore (M3 / M4 / M5 / S) Spindle: Velocidade de corte constante (G92 / G96 / G97) Spindle: Parada Indexada (M19) Spindle: Posicionamento com eixo árvore (M119) Spindle: Eixo Árvore Auxiliar (M45) Movimento de Rosca (passada única) (G32) Movimento com Transição de Avanço (M102) Acoplamento entre Eixos / Eixo Virtual Extensões MCS Expressões Execução Condicional: IF THEN Execução Condicional: IF GOTO Execução Condicional: WHILE... END Tabela de códigos G FUNÇÕES AUXILIARES (MISCELÂNEA: CÓDIGOS M ) Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Grupos de comandos Códigos M em um bloco Ordem de execução Tabela de códigos M PROGRAMA CNC: SEQÜÊNCIA DE BLOCOS Bloco de identificação de um programa Estrutura de um bloco Entrada de dados Sistema métrico x imperial Coordenadas absolutas x incrementais Tornos: dados longitudinais em raio x diâmetro Registradores auxiliares V1.00
6 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 8.5 Comentários Numeração de blocos: labels Repetição de parte de programa Sub-rotinas Desvios incondicionais Expressões Desvios condicionais: IF [ exp] then GOTO nnnnn Repetições condicionais: WHILE [ exp]... END Parametrização de comandos INTERPOLAÇÕES Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Interpolação Linear Interpolação Circular Interpolação Helicoidal Interpolação Spline Interpolação polinomial Rosca Cônica CONTROLE DE AVANÇO Movimentos Rápidos Avanço Modal Controle de avanço em mm/minuto Controle de avanço em mm/rotação Potenciômetro de avanço Aceleração / Desaceleração Modo de parada precisa ( cantos ) Modo de contorno aproximado ( desbaste ) Modo de contorno preciso ( acabamento ) Considerações sobre limites de avanço em contornos Avanço em interpolações lineares Avanço em interpolações circulares...81 V1.00 6
7 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia FEED HOLD: bloqueio de avanço Bloqueio / Liberação de mudança de avanço EIXO ÁRVORE Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Rotação Programada Rotação Real Códigos M Velocidade de corte constante Ordem de execução Potenciômetro de comando de Rotação Parada Indexada Gamas de Rotação FUNÇÕES ASSOCIADAS ÀS FERRAMENTAS Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Troca de ferramenta manual Troca de ferramenta automática Códigos T Códigos D Geometria da Ferramenta Ferramentas de Torno Ferramentas de Fresa Função de confirmação de troca de ferramenta: M Compensação de Ferramenta Compensação das dimensões das Ferramentas de Torno Compensação das dimensões das Ferramentas de Fresa DESLOCAMENTOS DE ORIGEM Descrição e propósito Aplicações típicas V1.00
8 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento G53: Coordenadas Absolutas G54: Deslocamento de origem principal ( Zero Peça ) G55, G56, G57: Deslocamentos de origem alternativos G58: Deslocamento de origem INCREMENTAL principal G59: Deslocamento de origem INCREMENTAL alternativo MCS: cyc call 4, ciclo de preset Regras para trabalhar com deslocamento de origem TEMPO DE ESPERA Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento G04: Tempo de espera MCS: cyc call 1 Tempo de espera Regras para trabalhar com ciclo de tempo SELEÇÃO DE PLANOS DE TRABALHO Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento G17, G18 e G Seleção de plano para Interpolações circulares Seleção de plano para compensação de raio Seleção de plano para ciclos fixos Seleção de plano para rotação de coordenadas COMPENSAÇÃO DE COMPRIMENTO DE FERRAMENTA Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento G43: Compensação positiva de comprimento...90 V1.00 8
9 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 16.4 G44: Compensação negativa de comprimento G49: desliga compensação de comprimento MCS: tool call Regras para trabalhar com compensação de comprimento de ferramenta COMPENSAÇÃO DE RAIO DE FERRAMENTA Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento G40: Compensação de raio desligada G41: Compensação de raio à esquerda do contorno G42: Compensação de raio à direita do contorno Torno: Lado de corte Fresa: Compensação de avanço de corte Planos de compensação Arredondamento automático de cantos Entrada tangencial Saída tangencial Movimentos alternados de compensação Regras para trabalhar com compensação de raio de ferramenta TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Deslocamento coordenadas Fator de escala Rotação coordenadas Espelhamento COMENTÁRIOS, MENSAGENS E ALARMES Descrição e propósito Aplicações típicas V1.00
10 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Comentários Mensagens Alarmes Regras para trabalhar com comentários, mensagens e alarmes REGISTRADORES DE PONTO-FLUTUANTE Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Registradores e Expressões Utilizando Registradores em palavras de comando Registradores especiais: Variáveis RESERVADAS Tabela de Variáveis RESERVADAS Utilizando Registradores e Expressões para fazer desvios condicionais IF [ exp] THEN GOTO nnnnn Utilizando Registradores e Expressões para executar trechos de forma condicional: WHILE [ exp]...end MATEMÁTICA NA PROGRAMAÇÃO CNC Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento Registradores em ponto-flutuante Registradores especiais: Variáveis reservadas Expressões Desvios condicionais Repetições condicionais estruturadas Parametrização de comandos CICLOS FIXOS Descrição e propósito Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento...94 V
11 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 22.3 Principais diferenças entre sub-programas, ciclos fixos e macros Diretório de ciclos-fixos Macros Parametrização de macros Parametrização de comandos Expressões Comentários, Mensagens e Alarmes Níveis de encadeamento Retorno de ciclo Regras para trabalhar com ciclos fixos, sub-programas e macros CICLOS FIXOS DE TORNO Descrição e propósito CICLO FIXO DE FACEAMENTO Faceamento simples Faceamento de perfil CICLO FIXO DE DESBASTE Desbaste simples Desbaste de perfil CICLO FIXO DE ROSCA CICLO FIXO DE FORJADOS CICLO FIXO DE CANAL CICLO FIXO DE CANAL NA FACE CICLO FIXO DE FURAÇÂO CICLOS FIXOS DE FRESA Descrição e propósito Furação simples - G Furação com tempo - G Furação profunda - G Furação em linha - G Furação em linha com ângulo - G Furação em malha - G Furação em círculo - G V1.00
12 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Furação em arco - G Ciclo Fixo de Rosca Rosca Rígida - G Rosca em linha - G Rosca em linha com ângulo - G Rosca em malha - G Rosca em círculo - G Rosca em arco - G Exemplos de Programação Exemplo Exemplo Exemplo COMUNICAÇÃO ON-LINE Descrição e propósito Aplicações típicas Seleção de Programas Externos Comunicação com PC Expansão de Memória Execução de Programas Externos Modo Execução Contínua Modo Passo-a-Passo Interrupção de Execução Retomada de Ciclo Regras para trabalhar com programas externos MODO APRENDIZADO TEACH - IN Descrição e propósito Aplicações típicas Dispositivos de captura Operações Manuais Operações Automáticas Dados capturados Coordenadas dos eixos Dimensões de ferramenta Ciclos de medição CALCULADORA Descrição e propósito Aplicações típicas Formas de Acesso Operações V
13 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Aritméticas Trigonométricas Captura de dados Memórias Como utilizar os resultados V1.00
14 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 1- Introdução 1.1 Breve histórico da MCS A MCS tem cerca de mil CNCs operando no Brasil e exterior. No início da década de oitenta, na vigência da reserva de mercado para produtos de informática, três especialistas em CNC - de sobrenomes Montineri, Casagrande e Sobral - deixaram a Diadur e criaram a MCS Engenharia, para prestar serviços de manutenção. Em pouco tempo seus clientes solicitaram comandos CNC para equipar máquinas simples com 1 ou 2 eixos onde os equipamentos disponíveis eram muito caros e com muitos recursos desnecessários. Foram desenvolvidos os comandos CNC100 e CNC200 para atender estas solicitações. O passo seguinte foi o desenvolvimento do CNC210 e o CNC300 com funções para tornos e fresas respectivamente. Hoje, a MCS é a única fabricante nacional de comandos numéricos. Já são mais de quinze mil CNCs operando no Brasil e no exterior. A MCS sempre ouviu seus clientes buscando entender o que ele deseja para a sua máquina, independente da quantidade de comandos envolvida. Além de uma grande proximidade com os clientes, esta característica permite maior flexibilidade e versatilidade à MCS, fundamentais para a execução de produtos sob encomenda. Nossos CNCs permitem que o nosso cliente desenvolva programas próprios para melhorar o desempenho da máquina, oferecemos recursos para que o cliente integre CLP ao CNC e faça a customização que quiser. Hoje em dia, diversos fabricantes de máquinas no Brasil exportam máquinas com comandos MCS. O desenvolvimento próprio de software e hardware funciona como um gerador de conhecimentos, possibilitando que a MCS ofereça suporte técnico de altíssimo nível, e na área de Comandos Numéricos com certeza o mais abrangente disponível no Brasil. V
15 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 1.2 Arquitetura Proteo O Projeto do CNC Proteo foi iniciado em Desde o início a MCS procurou desenvolver um novo conceito em CNC, uma verdadeira revolução em termos relativos, especialmente quando comparado aos CNCs disponíveis no Brasil. Aplicamos nossa experiência no desenvolvimento de aplicações especiais para criar uma arquitetura capaz de comandar máquinas de forma flexível e inteligente, com a melhor relação custo beneficio possível. Projetamos um comando com arquitetura modular, adotamos a interface digital CANopen por razões técnicas e econômicas. Investimos no processamento paralelo distribuído, módulos dedicados para tratamento de sinais de entrada / saída e centralizamos o controle numa CPU com grande poder de processamento. A integração com o PC via rede ethernet padrão TCP/IP é parte integrante do CNC Proteo. Soluções complexas exigem normalmente componentes caros. Atacamos o problema prevendo uma conexão rápida, segura e de baixo custo, prevendo soluções integradas com softwares de gerenciamento de produção e geração automática de programas. Dedicamos uma CPU 32 bits para fazer esta conexão com o PC e os resultados foram excelentes: baixo custo, alta confiabilidade, compatibilidade com Windows e ferramentas de desenvolvimento mais acessíveis. 15 V1.00
16 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 1.3 Principais Características do CNC Proteo Breve descrição CNC Proteo comanda máquinas de 1 a 8 eixos com até 256 pontos de entradas e saídas. Sua CPU Dual conta com 2 processadores de 32 bits trabalhando em paralelo para garantir melhor desempenho, eficiência e robustez de comando. Existem várias opções de terminais compactos (Série SLIM), versões com displays tipo LCD ou TFT coloridos escolhidas de acordo com as necessidades de cada aplicação. Sua arquitetura modular reduz significativamente o espaço de armário simplificando a fiação da máquina, facilitando a montagem e reduzindo custos. No software de desenvolvimento, ATIVO, estão integradas ferramentas para configurar e fazer a interface com a máquina. Com o ATIVO, o CNC Proteo pode ser configurado de acordo com as necessidades, auxiliar no desenvolvimento e testes do PLC, customizando telas, funções e ciclos de trabalho para cada tipo de aplicação. Informações Técnicas CPU Proteo DUAL ARM+DSP, Memória FLASH 8Mb, Memória RAM 16Mb, Ethernet, CANopen, RS232 CNC trajetória contínua, até 8 eixos por CPU Comando Digital protocolos CANopen, MODbus, MCSbus PLC integrado para interface lógica com a máquina: Módulos CANopen até 256 pontos E/S. Terminal Inteligente, TFT colorido 10.4 e softkeys verticais e horizontais, 16E:4S+2PT+2MV. Painel Auxiliar CANopen com teclado, botões de apoio, start,stop, emergência, potenciômetros de avanço e rotação e manivela eletrônica. Programação: ISO Padrão, MCS conversacional e modo MACH. Interpolações lineares(até 6 eixos simultãneos), circulares (2D), helicoidal (3D), spline (3D). Inserção de Arredondamentos (ROUND) e Chanfros. Banco de dados de ferramentas para programação das dimensões e características geométricas e também de corte. Configuração Torno x Fresa independentes, selecionadas via parâmetros de maquina. Compensação de raio e comprimento de ferramenta (2D) com inserção automática de círculos para corrigir problemas de contorno. Aproximação de contorno Tangencial ( gota ) ou perpendicular. Módulos CANopen para comando de E/S remotos 1 Mb/s : 16E:16S, 32E:32S, MIX 16E:16S + 4 eixos ANA ( 4xencoders + 4xANA + 4xLIB), MIX Temperatura ( 3, 5 e 10 canais tipo J), Teclado remoto CANopen com botões Start/Stop, Emergência, Pots. F e S e Manivela Eletrônica, Terminal remoto com Manivela e botões de seleção de escala,eixo e sentido de movimento. V
17 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Processamento de blocos antecipado de até 1000 blocos (ARM) e até 250 segmentos de trajetória ( DSP ). Processamento de até 500 blocos/segundo ( Linear 3D sem compensação de raio: 2 ms / bloco). Editor de programas amigável, supervisiona edição de blocos e ciclos, orientando o programador, conferindo limites e com apoio gráfico interativo. Edição em segundo plano ( background ). Organização de programas em subdiretórios: raiz e subdiretórios criados pelo programador (programas principais), diretório específico para sub-programas (sub.dir), diretório específico para ciclos fixos (cyc.dir). Cálculo de expressões : =, +, -, *, /, sin, cos, tan, atan, aços, asin,, dist Comparações lógicas: EQ, NE, GT, GE, LT, LE, ==,!=, >, >=, <, <= Comandos lógicos estruturados : IF [ exp ] then [exp] Desvios condicionais: IF [ exp ] goto n Desvios condicionais: IF [ exp ] goto n Loops condicionais: WHILE [ exp]...end Simulação Gráfica com esvaziamento de superfície em vistas planas e perspectiva em modo traço para representação do caminho da ferramenta em usinagens 3D. Ampla biblioteca de ciclos fixos e recursos para que o usuário modifique ou crie os seus próprios ciclos: o Furação simples, profunda, em linha, em círculos, em grade. o Ciclos de pentear roscas internas e externas, roscas paralelas ou inclinadas e roscas encadeadas. o Ciclo de torneamento de canais com arredondamentos ou chanfro de cantos. Encadeamento de canais para confecção de polias. o Ciclos de desbaste para Torno, com ou sem mergulho, aplicação de sobremetal independente para cada eixo. o Fresamento e acabamento de cavidades circulares e retangulares com aproximação vertical, helicoidal ou em zig-zag. Transformação de coordenadas: deslocamento paralelo, fator de escala, rotação e espelhamento. Eixos lineares, rotativos, eixos virtuais e eixos vinculados: grande flexibilidade para aplicações especiais. Captura de posição: Entradas rápidas de captura para posição dos eixos utilizadas nos ciclos de medição, centragem, alinhamento e correção de desgaste de ferramentas. Execução on-line para programas longos gerados por CAD/CAM. O programa é automaticamente paginado e transmitido ao CNC. Durante a execução o CNC trabalha com 4 páginas armazenando até 1Mb de informação. A comunicação se dá via rede ethernet, de forma totalmente transparente para o usuário. O programa pode vir de um PC ou da unidade de expansão de memória MCSlink. Retomada de ciclo, permite re-iniciar o programa no meio de uma execução retomando o ponto calculado a partir do estado escolhido pelo operador. Na interrupção de um programa o operador pode optar por memorizar a condição atual ou selecionar uma outra condição e retomar a execução do ponto desejado. 17 V1.00
18 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Principais Aplicações Tornos, fresas, retíficas, centros de usinagem e máquinas-ferramenta em geral. Automação de processos e máquinas e dispositivos especiais com até 8 eixos: comando de servo-acionamentos, inversores de freqüência, motores de 2 velocidades e motores de passo. Medição e modelagem. Eletro-erosão a fio de 2 até 5 eixos. Máquinas para usinar Moldes com execução on-line de programas longos. Prensas de repuxo, dobradeiras e guilhotinas CNC. Injetoras de plástico. Puncionadeiras. Guilhotinas de papel. Têmperas por indução Tornos automáticos multi-canais Máquinas de corte de chapas: oxicorte, plasma e jato de água. Máquinas de dobrar tubos. Retrofitting de Máquinas Ferramenta em geral. V
19 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Componentes do sistema Terminais de Operação O CNC Proteo possui dois tipos de terminais de operação: Terminal Inteligente Integrado, TFT colorido 10.4 e softkeys verticais e horizontais, 16E:4S+2PT+2MV. Painel Auxiliar CANopen com teclado, botões de apoio, start,stop, emergência, potenciômetros de avanço e rotação e manivela eletrônica. Terminal Integrado incorpora CPU Dual ( ARM + DSP ) 32 bits e se comunica com Módulos Proteo, Drivers Inteligentes, Inversores de Freqüência. Possui também comunicação Serial RS232 / MODbus. A CPU do comando está embutida no terminal e se comunica com os módulos Proteo via interface digital CANopen ou via rede Ethernet utilizando os protocolos TCP/IP, FTP e UDP. O CNC possui Memória NOR-FLASH (8Mbytes ), Memória DRAM ( 16Mbytes ), Memória SRAM ( 512kbytes ) - mantida por bateria e Memória EXTENDIDA via SD Card até 2Gbytes. O Terminal Inteligente nas versões Integrado ou Remoto possui softkeys horizontais(8) e verticais(9), 45 teclas dedicadas a programação alfanumérica, navegação entre campos e páginas e edição inteligente de comandos com sistema sensível ao contexto que minimiza o uso de teclas de dupla função. Entradas e saídas auxiliares integradas ao terminal facilitam a ligação ao painel da máquina. O CNC Proteo possui dois conjuntos de softkeys, 8 horizontais e 9 verticais, que podem operar em conjunto ou de forma independente. As árvores de softkeys são definidas de acordo com o tipo de máquina (principal ou alterantiva) e ainda todos os textos associados 19 V1.00
20 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo consideram também o idioma parametrizado. As softkeys podem conter desenhos e textos e são apresentadas na tela em forma de botões alinhados com as teclas correspondentes. Os botões podem ser com ou sem travamento e ainda os textos e desenhos podem mudar conforme o estado do botão ( com ou sem retenção). As propriedades das softkeys bem como a navegação pretendida estão definidas em arquivo tipo script ( proteo.sfk ) e desenhos associados. A navegação via softkeys fica portanto definida fora do corpo do PLC. Os textos e desenhos bem como a navegação são interpretados e compilados sempre que o arquivo de configuração for carregado. Via software ATIVO, o arquivo script pode ser depurado no ambiente do PC e uma vez definido pode então ser transferido ao CNC na sua versão final. Módulos auxiliares de comando CANopen Módulo misto para 16 entradas 24V opticamente isoladas + 16 saídas 24V / PNP / 05A opticamente Isoladas. Módulo misto para 32 entradas 24V opticamente isoladas 32E:32S + 32 saídas 24V / PNP / 05A opticamente Isoladas + 5 Temp + 5 Canais de Temperatura Módulo I/O 16E:16S Módulo MIX I/O MÓDULOS PROTEO Módulo MIX I/O 32E:32S Módulo MIX 16E:16S Módulo misto para 32 entradas 24V opticamente isoladas + 32 saídas 24V / PNP / 05A opticamente Isoladas. Módulo Misto: 16 Entradas Dig. / 16 Saídas Dig. + 4 EIXOS ANALÓG. 4 Canais de Contagem de Eixos + 4 Analógicas 0~10V. Módulo Misto: 16 Entradas Dig. / 16 Saídas Dig. + TEMP 3 CN 8 Entradas Analógicas / 8 Saídas Analógicas Módulo MIX 16E:16S Módulo MIX 16E:16S Módulo Misto: 8 Entradas Dig. / 8 Saídas Dig. + TEMP 5 CN 8 Entradas Analógicas / 8 Saídas Analógicas Módulo TEMP 3 CN Módulo TEMP 5 CN Módulo TEMP 10 CN Módulo de Temperatura 3 Canais Módulo de Temperatura 5 Canais Módulo de Temperatura 10 Canais Terminal Inteligente com CPU integrada, utiliza conexão CAN com drivers inteligentes e módulos E/S via cabos blindados finos e com grande imunidade a ruídos. Os módulos ocupam muito pouco espaço no quadro elétrico da máquina. O protocolo CANopen para funcionar adequadamente também exige cuidados com a qualidade dos cabos e nas suas ligações, os módulos e também a CPU do CNC são todos isolados entre si o que facilita muito o combate aos ruídos presentes em todas as máquinas. A CPU Integrada ao terminal elimina cabo externo de vídeo. Seus Módulos compactos ocupam menos espaço no quadro elétrico e facilitam a ligação distribuída de sinais, reduzindo cabeamento, eliminando conectores, bornes e réguas de passagem. Comunicação digital com acionamentos elimina cabos de sinais analógicos, liberação, sensores de falhas e cabos de encoder. V
21 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Dispositivos auxiliares (1) Manivelas eletrônicas O CNC Proteo pode trabalhar com até 3 manivelas eletrônicas para comandar os movimentos manuais da máquina. Sempre sob supervisão do PLC integrado, o operador consegue selecionar o eixo comandado e também a escala de movimento, associando cada pulso de contagem da manivela eletrônica com um deslocamento correspondente no eixo associado. (2) Unidade de comando remoto O Módulo remoto de comando manual possui uma manivela eletrônica, botões de seleção de eixos e seleção de escala e fica conectado ao comando via cabo flexível. O Comando remoto permite que o operador movimente os eixos via manivela eletrônica, executando movimentos mais rápidos ou movimentos muito lentos de acordo com a escala desejada. Desta forma o operador consegue prestar atenção ao deslocamento da ponta da ferramenta comandando de forma prática o movimento dos eixos da máquina, um de cada vez. Um botão de segurança precisa estar sempre acionado para permitir o movimento da máquina. Isto obriga o operador a utilizar as duas mãos enquanto utiliza o módulo remoto, para a sua própria segurança. (3) Painel auxiliar O Terminal inteligente pode ser integrado, isto é, ter o teclado integrado ao módulo com o vídeo LCD, ou pode ter o teclado destacado do terminal de vídeo. Em ambas as opções existem ainda entradas auxiliares para receber botões auxiliares e potenciômetros de Override de avanço e rotação. A utilização inteligente de softkeys e botões auxiliares reduz muito número de fios e por tanto o tempo e o custo de montagem. 1.4 Tipos fundamentais de Máquina Ferramenta CNC Os tornos e centros de usinagem CNC dominam o número de instalação na Indústria, e praticamente possuem faixas de participação de mercado muito semelhantes Fresadoras e Centros de Usinagem Fresadoras e Centros de Usinagem CNC caracterizam-se por ter 3 eixos principais (XYZ) e a ferramenta gira ( Eixo árvore S ) enquanto a peça fica fixa na mesa. A troca de ferramenta pode ser manual ou automática, a peça pode ainda estar montada sobre um quarto eixos. Centros de usinagem mais complexos podem ter mais eixos auxiliares para permitir usinagens mais complexas, mas a grande maioria das máquinas deste tipo respeita esta configuração fundamental Tornos e Centros de Torneamento Tornos CNC caracterizam-se por ter 2 eixos principais (XZ), a peça gira ( Eixo árvore S ) enquanto a ferramenta normalmente fica fixa. A peça é fixada ao eixo árvore através de um cabeçote de fixação, com castanhas que se movem em uma placa que pode ser mecânica ( fixação manual ) ou hidráulica ( fixação mais rápida ). A peça ainda pode ser sustentada na outra ponta por um contra-ponto, muito útil no caso de peças longas. 21 V1.00
22 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 2. Principais Modos de Trabalho 2.1 Inicialização: Sistema de detecção de falhas Ao ligar, o CNC Proteo executa uma série de testes enquanto apresenta na tela a seqüência que está seguindo. Nesta fase a CPU e seus periféricos são testados e os resultados armazenados em forma de arquivo LOG. Se os resultados forem todos positivos, o CNC passa a próxima etapa e examina os diversos arquivos de configuração, preparando as telas e carregando na memória dinâmica todos os objetos gráficos que constituem as telas de operação do CNC Proteo. 2.2 Busca de Referência Quando este modo é acionado, o CNC age conforme os parâmetros de configuração correspondentes determinam. O CNC pode estar configurado para trabalhar com encoders incrementais ou absolutos. No caso de acionamentos e servos inteligentes com interface digital CANopen, os encoders dos servos são absolutos e o CNC utiliza os mesmos para determinar a posição dos eixos ao ligar, eliminando a busca de referência tradicional. No caso de encoders incrementais, o CNC executa a chamada busca de referência, movimentando os carros buscando sensores e posteriormente buscando a marca de referência e esperando o pulso de referência no eixo correspondente. 2.3 Modo Manual Neste modo o operador tem a sua disposição comandos via botões, softkeys e unidade de comando remota para comandar o movimento dos eixos manualmente. Além dos eixos, o operador consegue acionar o giro do eixo árvore para um sentido ou para o outro e também parar o movimento do mesmo. Operações de troca de peça ou ferramenta podem exigir que o operador atue manualmente sobre os diversos elementos da máquina. O CNC apresenta com destaque as coordenadas dos eixos, bem como todas as informações referentes ao estado da máquina. 2.4 Modo MDI O Modo MDI permite ao operador comandar a máquina programando blocos em um pequeno programa que pode ser executado imediatamente. Este programa normalmente pode ser bem simples e conter um único bloco ou ter vários blocos e até mesmo a chamada de um ciclo fixo. 2.5 Modo Programação O preparador da máquina tem a sua disposição um poderoso editor de programas CNC com apoio gráfico e orientações contínuas sobre as opções disponíveis em cada fase da preparação do programa. Desde a seleção do programa onde o preparador pode listar programas existentes e criar programas novos onde irá inserir comandos e comentários descrevendo as operações na peça e especificando a seqüência das operações da máquina durante a confecção da peça. Este comandos incluem o movimento dos eixos em avanço rápido ou de usinagem, execução de trocas de ferramenta automáticas ou manuais, comandos de rotação do eixo árvore e sistemas auxiliares como o comando de refrigeração por exemplo. A edição de um programa novo ou já existente, pode ser feita V
23 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia durante a execução de outra peça, respeitando-se a limitação de não alterar o programa que está sendo executado ao mesmo tempo. 2.6 Modo de Execução Contínua O programa CNC possui as informações necessárias para a execução da peça. Estas instruções são processadas na ordem estabelecida pelo programa. No modo de execução contínua, uma vez a instrução ( ou bloco ) executada com sucesso, o CNC passa adiante e executa instrução seguinte do programa. Este processo continua até a conclusão do programa. A execução contínua de um programa pode ser interrompida por um comando (tecla) STOP externo ou uma instrução que interrompe temporariamente ou até mesmo encerra o programa definitivamente. O programa também pode ser interrompido por um erro de execução. Durante a execução do programa o CNC apresenta informações de status pertinentes a execução, como o bloco e programa corrente, as coordenadas dos eixos e outras informações referentes aos estado modais da execução, como o tipo de movimento executado, o giro do eixo árvore, potenciômetros de override de avanço e rotação, dentre outros. 2.7 Modo de Execução Passo-a-Passo O Modo de execução passo-a-passo diferencia-se do modo de execução contínua principalmente porque a execução do programa é interrompida a cada bloco que o CNC executa com sucesso. Todos os outros aspectos discutidos no modo de execução contínua são válidos neste modo também. 2.8 Modo de Execução On-Line A execução ON-LINE de um programa CNC é muito semelhante aos modos de execução anteriores ( Contínua ou Passo-a-Passo ), no entanto o programa CNC fica armazenado em cartão de memória auxiliar ( SD card até 2 Gbytes ) ou em um computador tipo PC que se comunica via rede Ethernet com o CNC Proteo. Neste modo a edição do programa fica bloqueada. 2.9 Simulação Gráfica Os recursos de simulação gráfica de execução do CNC Proteo são muito úteis para testar a execução dos programas durante a fase de preparação da máquina. Neste modo, o CNC mostra na sela uma simulação dos movimentos e operações das ferramentas sobre a peça. O preparador pode visualizar de forma muito prática a execução dos movimentos da máquina e verificar eventuais equívocos que tenha cometido no programa. Durante a execução real do programa da peça, o operador utiliza os recursos de simulação gráficos do CNC para monitorar o andamento da execução do programa. Isto pode ser muito útil em condições de forte refrigeração onde fica muito difícil acompanhar visualmente o que está ocorrendo com a peça durante a execução. 23 V1.00
24 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 3. Sistema de Coordenadas 3.1 Números Reais e unidades de trabalho Os campos programáveis utilizam valores introduzidos pelo usuário em formatos variados. Destacaremos aqui os tipos mais utilizados. Para coordenadas: +/- nnnnnn.nnnnn valores em mm ou polegadas Exemplos: 0 ; ; ;.1 ; 1000; ; ; Para Avanços: F nnnnn.nnnn valores em mm/min ou mm/rot Exemplos: 0 ; ; 10000; 5000; 2. ; Para Rotações: S nnnnn.nnnn valores em r.p.m. ou m/min ( Corte Constante) Exemplos: 1000 ; ; 20000; 1200 Memórias de ponto flutuante: #nnnn = +/-ffffffff.fffffff[e+/-fff] ; Hnnnn = +/-ffffffff.fffffff[e+/-fff] Exemplos: #100 = ; H200 = e-4 ; #0 = Sistema de coordenadas retangulares O sistema cartesiano é muito utilizado para descrever elementos geométricos como pontos, linhas e círculos que dão origem a um perfil 2D ou 3D que são básicos para a grande maioria dos programas CNC. Os eixos X,Y e Z são chamados eixos principais e podem ser agrupados 2 a 2 para formar os planos de programação. Em centros de usinagem verticais nos referimos freqüentemente ao plano XY principal uma vez que a ferramenta opera na direção Z, ortogonal ao plano XY. Já em um torno, trabalhamos no plano XZ devido a convenção aceita na maioria das máquinas onde a ferramenta é perpendicular ao plano XY e o eixo Y normalmente não existe em um torno. 3.3 Sistema de coordenadas polares Em determinados casos é mais fácil definir os elementos de uma trajetória utilizando o sistema de coordenadas polares. Neste sistema, um elemento (ponto, linha ou circulo) pode ser definido a partir de um ponto de referência ( origem das coordenadas polares), um raio e um ângulo. 3.4 Pontos de origem Normalmente o programa CNC baseia-se em pontos de referência da própria peça. Estes pontos de referências são definidos durante a preparação do programa e podem variar de peça para peça. Já o Fabricante da máquina utiliza pontos de referência da própria máquina que permanecem fixos e servem como base para definir os fins de curso dos eixos, posições de troca de ferramenta e outras zonas de segurança da máquina. O CNC Proteo possui uma tabela de pontos de origem e operações de preset que facilitam a definição do sistema de coordenadas tanto para o usuário quanto para o fabricante da máquina. V
25 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 4. Estrutura de Programação A preparação de um programa CNC requer planejamento lógico, organização e método. Primeiramente o preparador deve conhecer os dados do material bruto, em seguida estabelecer as tarefas que a máquina deve executar. Em seguida o preparador precisa ordenar estas operações e definir o ferramental necessário. Um bom conhecimento tecnológico sobre a capacidade de remoção de material da máquina com as ferramentas selecionadas também é fundamental. O desenho técnico da peça fornecerá as informações geométricas mais importantes, porem o programa CNC descreve o caminho de cada ferramenta que acaba resultando na peça propriamente dita. Se o preparador dispõe de um software tipo CAD/CAM ele entra com todas as informações pertinentes a peça, ao ferramental disponível e a capacidade de usinagem da máquina e o próprio software irá calcular a trajetória das ferramentas gerando o programa CNC. Mas se um software CAD/CAM não está disponível então o preparador terá de descrever as trajetórias das ferramentas bem como informar todos os dados de avanço e rotação sempre respeitando os limites da própria máquina e ferramental. 4.1 Termos fundamentais Programa CNC = Descrição da seqüência de operações que a máquina deve fazer para produzir uma determinada peça a partir de um material bruto com dimensões apropriadas. Estas operações são constituídas por blocos de informações que podem ocupar um ou mais linhas do programa. Bloco = Uma sentença de um programa que pode conter uma ou mais informações relevantes as operações que deve ser realizadas pela máquina. Palavra = uma unidade de informação contida em um bloco. Pode descrever por exemplo a coordenada de um determinado eixo, o avanço ou a rotação do eixo árvore. Endereço = identifica o tipo de dado contido em uma palavra de um determinado bloco. Dado = conteúdo editável de uma palavra. Pode ser um dado numérico ou alfanumérico. Registrador = variável da memória do CNC que pode ser utilizada para armazenar valores temporários, receber resultados de cálculos e servir como dado em palavras de um bloco. 25 V1.00
26 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 4.2 Caracteres O programa CNC pode conter a maioria dos caracteres ASCII : Letras : ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz Números : Sinais : + - * / Símbolos : ( ) [ ] : ; $ & = ^ < > Quebra de linha: \n \r Tabulação : \t 4.3 Blocos Um bloco é qualquer sentença de um programa CNC. O CNC Proteo basicamente pode processar programas com dois tipos de blocos: 1 blocos que utilizem delimitadores ( : ) Ex.: :pos x a 10 f 1000 :cyc call 88 ( furação profunda ) Xinic Yinic Dist.Seg 0.5 Tempo 1 :M3 S1200 :G90 G1 X 10 F2000 :M30 : 2 blocos sem delimitadores pos x a 10 f 1000 cyc call 88 ( furação profunda ) \ Xinic Yinic \ Dist.Seg 0.5 Tempo 1 M3 S1200 G90 G1 X 10 F2000 M30 Cada bloco pode conter várias informações e ocupar uma ou mais linhas. No caso do uso de delimitadores, o CNC entende um bloco com uma ou mais informações contidas entre dois delimitadores consecutivos. No caso sem delimitadores, um bloco que ocupe mais de uma linha tem que utilizar o caracter \ no final de cada linha do bloco, exceto a sua última linha. V
27 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 4.4 Programa Um programa CNC contém uma seqüência de blocos que descrevem as operações da máquina para produzir a pela. Estes blocos são executados normalmente em seqüência, um após o outro. Alguns comandos são capazes de quebrar a ordem normal de execução dos blocos, estes comandos podem produzir desvios que podem ser condicionais ou incondicionais. O CNC Proteo entende comandos estruturados, normalmente encontrados em linguagens de programação de mais alto nível. Os comandos mais comuns são os de movimento, por exemplo, movimentos dos eixos um a um ou em conjunto no caso das interpolações lineares, circulares, helicoidais ou polinomial ( spline ). Também são muito comuns os comandos de rotação, troca de ferramenta e refrigeração. Os comandos contidos nos blocos do programa são supervisionados pelo CNC e podem gerar mensagens, alarmes e falhas que interrompam o programa. 4.5 Sub-Programa Funções e sub-rotinas muito usadas podem ser gravadas em um subprograma que fica armazenado no diretório de subprogramas do Proteo. Na verdade a diferença entre um subprograma e um programa CNC nem sempre é destaque devido ao fato de um subprograma CNC poder executar praticamente todos os comandos que um programa normal também pode. 4.6 Macros ( ciclos fixos) Historicamente, os CNCs fornecem a seus usuários subprogramas prontos que executam operações muito utilizadas e que facilitam a elaboração dos programas. Estes subprogramas utilizam recursos que permitem aos usuários passar dados e parâmetros da usinagem, informando ao ciclo que tipo de operações realizar. Por tanto, MACROS são subprogramas paramétricos ( ciclos fixos ) utilizados pelo usuário para executar operações padronizadas e especificadas pelos dados na chamada do ciclo fixo ( MACRO). Estes ciclos ficam armazenados no diretório CYC. 27 V1.00
28 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 5. Programação Assistida Padrão MCS 5.1 Comandos de Movimento Movimento Simples (um eixo por vez) Com esta sentença programa-se o movimento de um eixo para a cota desejada, em modo absoluto ou incremental, a velocidade de avanço em mm/min ou mm/rotação e uma função auxiliar. Para inicializar esta função, pressionar a tecla referente ao eixo que se deseja movimentar, em seguida digitar a posição desejada seguida do avanço. Pressione a tecla referente a qualquer um dos eixos. A seguinte janela será aberta. Pressionar ENT e a seguinte janela será aberta. Digite o valor para o campo desejado e a cada campo tecle ENT, para finalizar o comando tecle END. Para selecionar o modo incremental pressione a tecla MOD, com isso a letra A após o eixo X (ou o eixo que está sendo utilizado) será mudada para I. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POS X A ; movimento simples eixo X move para cota absoluta POS Y I ; movimento simples eixo Y movimento incremental de POS Z A F 2000 ; move eixo Z para com avanço 2000 mm/minuto. POS X ; move eixo X para , ABS x INC depende do estado modal (G90/G91) Interpolações Lineares (movimento simultâneo de eixos) Com esta sentença programa-se o movimento simultâneo de dois ou mais eixos em interpolação linear para um ponto desejado, em modo absoluto ou incremental, a velocidade de avanço e uma função auxiliar. Pressione as teclas referentes aos eixos desejados (X e Y, por exemplo), a seguinte janela será aberta. V
29 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Pressione ENT, a seguinte janela será aberta. Digite o valor para cada campo, tecle ENT ou com o cursor, selecione outros campos como F ou M se necessário. Para finalizar o comando tecle END. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POS L X A Y A ; movimenta eixos X e Y em interpolação linear POS L X A Z A F1000 ; move eixos X e Z com avanço 1000 mm/min. POS L X A Z A F 0.75 ; move eixos X e Z com avanço 0.75 mm/rotação. POS T X I Y I Z I F1000 ; move 3 eixos X, Y e Z cotas incrementais POS L X A Y A Z A / U A V A W A F1000 ; linear com 4 ou mais eixos X,Y,Z,U,V,W Interpolações Circulares (movimento simultâneo de eixos) Interpolações Circulares (centro definido via POLO) Na linguagem MCS, para executar este tipo de função, devemos primeiramente definir o pólo. Pressione a tecla PONTO. A seguinte janela será aberta. Digite as teclas dos eixos que compõem o plano onde será realizada a interpolação circular, seguido de ENT. A seguinte janela será aberta. 29 V1.00
30 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Digite os valores para cada campo e em seguida pressione END. Em seguida pressione 9 (CIR) e a seguinte janela será aberta. Pressione as teclas dos eixos do plano no qual será executada a interpolação e tecle ENT, a seguinte janela será aberta. Digite os valores do ponto final e se necessário outras funções. Deixar o campo R(raio) vazio. Para finalizar pressione END. Nesta sentença programa-se além dos pontos do plano de interpolação, o sentido "H" horário ou "AH" anti-horário de interpolação, o avanço e uma função auxiliar M. A escolha do sentido de interpolação é feita teclando-se 1 para sentido horário ou 0 para sentido antihorário. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POL X A Y A ; centro para circulo X,Y em (0,0) POS C H X A Y A ; move eixos X e Y em circulo sentido horário POS C AH X A Y A ; move eixos X e Y em circulo sentido anti-horário POS C H X A Z A F1000 ; circular horário X e Z com avanço 1000 mm/min. POS C AH X I Y I F0.50 ; circular anti-horário X, Y cotas incrementais ; com avanço 0.5 mm/rotação Interpolações Circulares (centro calculado dado o raio) Neste caso, o arco de circunferência fica definido pelo ponto atingido antes da execução da sentença de interpolação circular e pelo ponto final e raio da circunferência programados nesta sentença. V
31 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Na linguagem MCS, pressione 9(CIR) e a seguinte janela será aberta. Pressione as teclas dos eixos do plano no qual será executada a interpolação e tecle ENT, a seguinte janela será aberta. Digite os valores do ponto final, o raio e se necessário outras funções. Para finalizar pressione END. Nesta sentença programa-se além dos pontos do plano de interpolação, o sentido "H" horário ou "AH" anti-horário de interpolação, o avanço e uma função auxiliar M. A escolha do sentido de interpolação é feita pressionando a tecla 1 para sentido horário ou a tecla 0 para sentido anti-horário. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POS C H X A Y A R 1000 ; move eixos X e Y em círculo horário, raio POS C AH X I Y I R 1000 ; move eixos X e Y, cotas incrementais em círculo ; anti-horário, raio POS C H X A Y A R 1000 F1000 ; move eixos X e Y em círculo horário, ; raio , avanço 1000 mm/minuto POS C H X A Y A R 1000 F0.500 ; move eixos X e Y em círculo horário, ; raio , avanço 0.5 mm/rotação POS C AH X I Y I R 1000 ; move eixos X e Y, cotas incrementais em círculo ; anti-horário, raio Interpolações Helicoidais (centro definido via POLO) Para executar este tipo de função, devemos primeiramente, definir o pólo como visto anteriormente no item Interpolações Circulares Feito isso, pressione a tecla 9 e a tecla H seqüencialmente, a seguinte janela será aberta. 31 V1.00
32 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Pressione ENT e a seguinte janela será aberta. Digite os valores para cada campo e em seguida pressione END. Deixar o campo R(raio) vazio. Nesta sentença programa-se além dos pontos do plano de interpolação, o sentido "H" horário ou "AH" anti-horário de interpolação, o avanço e uma função auxiliar M. A escolha do sentido de interpolação é feita pressionando a tecla 1 para sentido horário ou a tecla 0 para sentido anti-horário. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POL X A Y A ; centro para hélice plano X,Y em (0,0) POS H H X A Y A Z A ; move eixos X e Y em circulo sentido horário ; move simultaneamente o eixo Z da hélice. POS H AH X A Y A Z A ; move eixos X e Y em circulo sentido anti- ; horário enquanto move o eixo Z da hélice Interpolações Helicoidais (centro calculado dado o RAIO) Pressione a tecla 9 e a tecla H e a seguinte janela será aberta. Pressione ENT e a seguinte janela será aberta. V
33 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Digite os valores para cada campo e em seguida pressione END. Nesta sentença programa-se além dos pontos do plano de interpolação, o sentido "H" horário ou "AH" anti-horário de interpolação, o avanço e uma função auxiliar M. A escolha do sentido de interpolação é feita pressionando a tecla 1 para sentido horário ou a tecla 0 para sentido anti-horário. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: POS H H X A Y A Z A R ; move eixos X e Y em circulo sentido ; horário enquanto move simultaneamente o eixo Z da hélice. POS H AH X A Y A Z A R ; move eixos X e Y em circulo ; sentido anti-horário enquanto move o eixo Z da hélice. 33 V1.00
34 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 5.2 Ciclos fixos Ciclo fixo é um programa auxiliar que temos disponível para executar uma determinada função dentro de algum programa que estamos criando ou editando, que usa para isso, variáveis que determinam o dados necessários para que essa tarefa seja cumprida. Para utilizar um ciclo fixo, devemos efetuar sua chamada no programa que estamos criando ou editando. Toda vez que fazemos alguma chamada de ciclo fixo, pressionaremos a tecla 4, e a seguinte janela será aberta. Digitar o número do ciclo desejado em seguida clicar ENT. Uma outra janela será aberta, para inserir os parâmetros referentes ao ciclo escolhido. A seguir verificaremos alguns ciclos Ciclo Fixo de RESET Ao escolher o ciclo 0, a seguinte janela será aberta. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: CYC 0 ; reset todas as variáveis modais Ciclo Fixo de TEMPO Ao escolher o ciclo 1, a seguinte janela será aberta. Preencher o valor desejado para o tempo (sabendo que este valor será multiplicado por 0,1s) e pressionar END para finalizar o comando. V
35 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: CYC 1 T 15 ; aguarda tempo 15 x 0.1 segundos = 1.5 segundos Ciclo Fixo de FUNÇÃO AUXILIAR Ao escolher o ciclo 2, a seguinte janela será aberta. Preencher os parâmetros necessários e pressionar END para finalizar o comando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: CYC 2 M3 ; Função auxiliar (M) CYC 2 M3 M8 M21 ; até 3 funções M por bloco CYC 2 S1200 ; Rotação do eixo árvore em r.p.m. CYC 2 T3 D5 ; Código T para ferramenta, código D para corretores de ferramenta CYC 2 B5 ; Arredondamento de cantos CYC 2 B-5 ; Chanfro de cantos Ciclo Fixo de ROSCA Ao escolher o ciclo 3, a seguinte janela será aberta. Preencher os parâmetros necessários e pressionar END para finalizar o comando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: CYC 3 X A 10 Z A 20 P1.5 A45 U3 ; ciclo de rosca de uma única passada ; X e Z são coordenadas da posição final da rosca 35 V1.00
36 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo ; P = passo da rosca ; A = ângulo de saída de rosca ; U = distância de saída de rosca Ciclo Fixo de PRESET Ao escolher o ciclo 4, a seguinte janela será aberta. Preencher os parâmetros necessários e pressionar END para finalizar o comando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :CYC 4 X A 12.3 ; Preset coordenada do eixo X :CYC 4 Y I 3 ; Preset Y, incremental Ciclo Fixo de VERIFICAÇÃO E/S Ao escolher o ciclo 5, a seguinte janela será aberta. Preencher os parâmetros necessários e pressionar END para finalizar o comando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :CYC 5 E ON 12 ; Caso a entrada indicada estiver ativa (ON) => condição = 1 ; Caso contrário => condição = 0 :CYC 5 E OFF 12 ; Caso a entrada indicada estiver desligada(off) => condição = 1 ; Caso contrário => condição = 0 :CYC 5 S ON 10 ; Caso a saída indicada estiver ativa (ON) => condição = 1 ; Caso contrário => condição = 0 :CYC 5 S OFF 12 ; Caso a saída indicada estiver desligada(off) => condição = 1 ; Caso contrário => condição = 0 V
37 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Ciclo Fixo de DESVIOS Ao escolher o ciclo 6, a seguinte janela será aberta. Preencher os parâmetros necessários e pressionar END para finalizar o comando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :CYC 6 J 15 ; Desvio incondicional ( JUMP ) para label indicado :CYC 6 J ON 15 ; Desvio condicional ( condição = 1) para label indicado :CYC 6 J OFF 15 ; Desvio condicional ( condição = 0) para label indicado 37 V1.00
38 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 5.3 Controle de fluxo Labels Pressione a tecla 7. A seguinte janela será aberta. Digite o numero da marca que deseja criar e tecle END. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :LBS 12 ; identifica marca de programa "12" :LBS 0 ; retorno de sub-rotina Sub-rotinas Pressione a tecla 8. A seguinte janela será aberta. Digite o numero da marca onde está a sub-rotina e tecle END. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :LBC 10 ; chama sub-rotina 10 ; chama sub-rotina que inicia na marca de programa "10" ; A sub-rotina deve ser encerrada com um LBS Repetições de partes do programa Repita o procedimento realizado no item e preencha o valor da variável REP, com o numero de repetições desejado e pressione ENT. A seguinte janela será aberta. V
39 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Para finalizar o comando tecle END. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :LBR 10 REP 5 ; repete N vezes o desvio para a marca de programa indicada. ; Os comandos entre a marca de programa e a instrução LBR são executados ; N+1 vezes 5.4 Sub-programas Pressione a tecla 8 em seguida a tecla PGM. A seguinte janela será aberta. Digite o número do programa que deseja chamar e para finalizar END. Se desejar que o programa para um número de repetições deste sub-programa preencha este valor em REP. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :LBP PGM 100 ; Instruções chamam o programa 100 que retorna quando termina. ; Os sub-programas retornam com execução M99. ; Funções como o M30 que resetam as pilhas devem ser evitadas. ; As palavras "PGM" e "CALL" são opcionais. :LBP PGM 100 REP 5 ; Instruções chamam o programa 100 N vezes. ; Os sub-programas retornam com execução M99. ; Funções como o M30 que ressetam as pilhas devem ser evitadas. 5.5 Ciclos de usuário Os ciclos fixos do CNC Proteo são configurados através de arquivos de configuração tipo script ( texto ) e assumem a forma geral: :CYC CALL nnn NOME_DO_CICLO PARAMETRO_1 VALOR_1 PARAMETRO_2 VALOR_2... ; por exemplo :CYC CALL 33 ROSCA SIMPLES X 10 Y 20 P 1.5 PROF 3 N 5 ACAB 0.1 ; esta macro ou ciclo de usuário deve estar definida nos arquivos de configuração de ; macros. O ciclo chama o programa 33, o nome do ciclo é ROSCA SIMPLES, e os valores programados são passados como parâmetros do ciclo na área de parâmetros H 39 V1.00
40 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo ; H0 = 10 ; X ; H1 = 20 ; Y ; H2 = 1.5 ; P ; H3 = 3 ; PROF ; H4 = 5 ; N ; H5 = 0.1 ; ACAB ; 5.6 Funções Matemáticas e Especiais Com o comando na linguagem MCS, ao pressionar H a seguinte tela será exibida Função 0 - Atribuição - ATR Ao escolher a função 0, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 0 atribui a uma variável H um valor numérico ou o valor de uma outra variável. Para um valor numérico, com o cursor em P1 digite este referido valor. Para que ele assuma o valor de uma outra variável, com o cursor em p1 pressione H duas vezes e digite o numero da variável H. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 0 ATR P0 #1 P Esta instrução faz H1=10 V
41 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Função 1 - Soma ADD Ao escolher a função 1, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 1 realiza a soma entre variáveis H, entre valores numéricos, ou entre variáveis H e valores numéricos. Atribui-se à variável escolhida em P0 o resultado da soma entre o conteúdo da variável em P1 e o conteúdo da variável em P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: FUNC 1 ADD P0 #2 P1 #7 P Esta instrução faz H2 = H Função 2 - Subtração - SUB Ao escolher a função 2, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 2 realiza a subtração entre variáveis H, entre valores numéricos, ou entre variáveis H e valores numéricos. Atribui-se à variável escolhida em P0 o resultado da subtração entre o conteúdo da variável em P1 e o conteúdo da variável em P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 2 SUB P0 #2 P1 #3 P V1.00
42 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Esta instrução faz H2 = H Função 3 - Multiplicação - MULT Ao escolher a função 3, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 3 realiza a multiplicação entre variáveis H, entr0.0e valores numéricos, ou entre variáveis H e valores numéricos. Atribui-se à variável escolhida em P0 o resultado da multiplicação entre o conteúdo da variável em P1 e o conteúdo da variável em P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 3 MULT P0 #2 P1 #7 P Esta instrução faz H2 = H7 * Função 4 - Divisão - DIV Ao escolher a função 4, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 4 realiza a divisão entre variáveis H, entr0.0e valores numéricos, ou entre variáveis H e valores numéricos. Atribui-se à variável escolhida em P0 o resultado da divisão entre o conteúdo da variável em P1 e o conteúdo da variável em P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. O operando P1 representa do dividendo e o operando P2 representa o divisor. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 4 DIV P0 #2 V
43 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia P1 #7 P Esta instrução faz H2 = H7 / Função 5 Valor absoluto - ABS Ao escolher a função 5, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 5 atribui a uma variável H o valor absoluto de uma outra variável H (função matemática módulo). Atribui-se à variável P0 o valor absoluto do conteúdo do operando P1. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 5 ABS P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = ABS (H7 ) Função 6 Resto de divisão REST Ao escolher a função 6, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 6 atribui a uma variável H o resto da divisão entre variáveis H, entre valores numéricos, ou entre variáveis H e valores numéricos. Atribui-se à variável P0 o resto da divisão entre o conteúdo do operando P1 e o conteúdo do operando P2. O operando P1 representa o dividendo e o operando P2 representa o divisor. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 6 REST P0 #2 P1 #7 P V1.00
44 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Esta instrução faz H2 = resto ( H7 / 7 ) Função 7 - Negação NEG Ao escolher a função 7, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 7 inverte o sinal de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 o valor inverso do conteúdo da variável P1. Observar que as funções paramétricas permitem que se realizem operações com uma mesma variável H em mais de um operando. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 7 NEG P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = - H Função 8 Raiz quadrada RAD Ao escolher a função 8, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 8 extrai a raiz quadrada de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 o resultado da raiz quadrada do conteúdo da variável P1. O valor do operando P1 deve ser necessariamente positivo. Caso seja negativo o valor atribuído ao operando P0 será zero. O valor atribuído ao operando P0 é sempre o valor positivo da raiz quadrada. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 8 RAD P0 #2 V
45 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia P Esta instrução faz H2 = Função 9 Valor de PI PI Ao escolher a função 9, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 9 atribui o valor de PI (3, ) a uma variável H. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 9 PI P0 #2 Esta instrução faz H2 = Função 10 - Seno - SEN Ao escolher a função 10, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 10 realiza a função trigonométrica seno de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 o seno do ângulo associado a variável P1. Observar que os valores do operando P1 são tratados em graus. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 10 SEN P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = seno ( H7 ) Função 11 - Cosseno - COS Ao escolher a função 11, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. 45 V1.00
46 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo A função paramétrica 11 realiza a função trigonométrica cosseno de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 o cosseno do ângulo associado a variável P1. Observar que os valores do operando P1 são tratados em graus. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 11 COS P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = cosseno ( H7 ) Função 12 - Tangente - TAN Ao escolher a função 12, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 12 realiza a função trigonométrica tangente de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 a tangente do ângulo associado a variável P1. Observar que os valores do operando P1 são tratados em graus. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 12 TAN P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = tangente ( H7 ) Função 13 Arco tangente - ATG Ao escolher a função 13, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. V
47 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia A função paramétrica 13 realiza a função trigonométrica arco tangente de uma variável H ou de um valor numérico. Atribui-se à variável P0 a arco tangente do ângulo associado a variável P1. Observar que os valores do operando P1 são tratados em graus. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 13 ATG P0 #2 P1 #7 Esta instrução faz H2 = arcotangente ( H7 ) Função 14 Distância DIST Ao escolher a função 14, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 14 realiza a operação raiz quadrada da soma do quadrado de dois valores, que podem ser variáveis H ou valores numéricos (teorema de Pitágoras). Atribui-se à variável P0 o valor da raiz quadrada da soma do quadrado do conteúdo da variável P1 com o quadrado do conteúdo da variável P2. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 14 DIST P0 #2 P1 #7 P2 #4 Esta instrução faz H2 = (H7^2 + H4^2) Função 15 Desvio caso igual JE Ao escolher a função 15, a seguinte tela será exibida. 47 V1.00
48 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo A função paramétrica 15 realizar um desvio condicional na execução de um programa caso os conteúdos dos operandos P1 e P2 sejam iguais. A execução do programa é desviada para o rótulo definido em LBL, caso o conteúdo da variável P1 seja igual a P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 15 JE LBL 8 P1 #5 P Esta instrução faz desvio condicional para label 8 caso (H5==7) Função 16 Desvio caso diferente JNE Ao escolher a função 16, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 16 realizar um desvio condicional na execução de um programa caso os conteúdos dos operandos P1 e P2 sejam diferentes. A execução do programa é desviada para o rótulo definido em LBL, caso o conteúdo da variável P1 seja diferente do conteúdo da variável P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 16 JNE LBL 8 P1 #5 P Esta instrução faz desvio condicional para label 8 caso (H5!=7) Função 17 Desvio caso maior ou igual JP Ao escolher a função 17, a seguinte tela será exibida. V
49 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia A função paramétrica 17 realiza um desvio condicional na execução de um programa caso o conteúdo do operando P1 seja maior ou igual ao conteúdo do operando P2. A execução do programa é desviada para o rótulo definido em LBL, caso o conteúdo da variável P1 seja maior ou igual ao conteúdo da variável P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 17 JP LBL 8 P1 #5 P Esta instrução faz desvio condicional para label 8 caso (H5>=7) Função 18 Desvio caso menor - JN Ao escolher a função 18, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 18 realiza um desvio condicional na execução de um programa caso o conteúdo do operando P1 seja menor ou igual ao conteúdo do operando P2. A execução do programa é desviada para o rótulo definido em LBL, caso o conteúdo da variável P1 seja menor ou igual ao conteúdo da variável P2. Os operandos P1 e P2 podem ser variáveis H ou valores numéricos. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 18 JN LBL 8 P1 #5 P Esta instrução faz desvio condicional para label 8 caso (H5<7) Função 19 Leitura de uma posição de memória PLCR 49 V1.00
50 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Ao escolher a função 19, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 19 permite que se transfira um valor numérico de uma memória da interface do comando para uma variável H. Transfere-se para a variável P0 o conteúdo da memória M do PLC (valor inserido em P1). Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 19 PLCR P0 #2 P1 M200 Esta instrução faz leitura da memória do PLC, endereço = Função 20 Escrita em posição de memória PLCW Ao escolher a função 20, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 20 permite que se transfira um valor numérico ou o conteúdo de uma variável H para a memória do PLC. Por exemplo, se o conteúdo da variável P1 for 19, sua transferência para a memória M24 do PLC bloqueia o potenciômetro de avanço em 100%. Transfere-se para a memória M do PLC (valor inserido em P0) o conteúdo da variável P1. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 20 PLCW P0 #2 P1 M200 Esta instrução faz escrita na memória do PLC, endereço = Função 21 Leitura de um parâmetro de máquina P PARR Ao escolher a Função 21, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. V
51 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia A Função paramétrica 21 permite que se transfira um valor numérico de um parâmetro de máquina P para uma variável H. Transfere-se para a variável P0 o conteúdo do parâmetro definido na variável P1. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 21 PARR P0 #2 P1 P 100 Esta instrução faz escrita na memória do PLC, endereço = 100, valor H Função 22 Leitura de dados de ferramenta - TDFR Ao escolher a função 22, pressione H (com o cursor em P0), a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 22 permite a transferência do valor de um corretor para uma variável H. O operando P0 é a variável H destino, o operando P1 indica o número do corretor que se deseja ler e o operando P2 indica qual o campo de correção deve ser transferido. Os campos de correção são assim definidos: campo 1: primeiro comprimento da ferramenta campo 2: raio da ferramenta campo 3: segundo comprimento da ferramenta campo 4: lado de corte da ferramenta Os campos 3 e 4 somente são ativos no caso de ferramentas tipo "torno". Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 22 TDFR P0 #7 P1 8 P V1.00
52 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Esta instrução faz leitura de dado de corretor de ferramenta: H7 = campo 2 (raio) do corretor D Função 23 Escrita em dados de ferramenta - TDFW Ao escolher a função 23, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 23 permite a transferência do conteúdo de uma variável H para um campo de corretor de ferramenta. O operando P0 é a variável H cujo conteúdo deve ser transferido, o operando P1 indica o número do corretor a ser alterado e o operando P2 indica o campo de correção destino da transferência. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :FUNC 23 TDFW P0 #7 P1 8 P2 2 Esta instrução faz escrita no dado de corretor de ferramenta: campo 2 (raio) do corretor D8 = H Função 24 Expressão geral - EXPR Ao escolher a função 24, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 24 permite inserir uma expressão ao programa. Esta expressão atribui seu resultado final a uma variável H. Inserir primeiramente a variável H que onde será salvo o resultado da expressão. Depois disso, inserir a expressão desejada. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :#2 = #3 + [4 * #5 / #8] Executa a expressão H2=H3+(4*H5/H8) V
53 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Função 25 Expressão condicional com execução de expressão IF[ ] THEN[ ] Ao escolher a função 25, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 25 permite executar uma expressão, caso a condição definida seja satisfeita. Inserir a expressão que será utilizada para a verificação dentro dos colchetes. Note que quando se abre a tela a condição inicial é para verificar igualdade, mas pode ser verificado também se é diferente, maior que, maior que ou igual, menor que e por ultimo menor que ou igual. Feito isso inserir uma expressão com as mesmas características da expressão vista no item Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :IF [ #2 == 3 ] THEN #0 = 5 se H2 igual a 3 o programa executa a expressão H0 = Função 26 Expressão condicional com salto IF[ ] THEN GOTO Ao escolher a função 26, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 26 permite executar um salto para um determinado label do programa, caso a condição definida seja satisfeita. Inserir a expressão que será utilizada para a verificação dentro dos colchetes. Note que quando se abre a tela a condição inicial é para verificar igualdade, mas pode ser verificado também se é diferente, maior que, maior que ou igual, menor que e por ultimo menor que ou igual. Feito isso inserir o numero do... que se deseja saltar. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: 53 V1.00
54 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo :IF [ #2 == 3 ] THEN GOTO 10 se H2 for igual a 3 salta para o label Função 27 Expressão de salto - GOTO Ao escolher a função 27, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 27 salto incondicional para o... definido. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :GOTO 10 Salto incondicional para o label Função 28 Expressão de repetições Condicionais WHILE [ ] Ao escolher a função 28, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 28 permite executar um looping dentro do programa, até que a condição definida entre colchetes seja satisfeita. Note que quando se abre a tela a condição inicial é para verificar igualdade, mas pode ser verificado também se é diferente, maior que, maior que ou igual, menor que e por ultimo menor que ou igual. Depois de satisfeita a condição o programa avança ao passo seguinte. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :WHILE [ #2 == 3 ] Enquanto H2 for igual a 3, o programa ficará executando uma determinada parte do programa Função 29 Expressão de término END V
55 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Ao escolher a função 29, a seguinte tela será exibida. A função paramétrica 29 marca o ponto de término do programa. A partir deste ponto, nada mais será executado, a não ser uma sub-rotina. Depois de efetuado esta seqüência, a sentença aparecerá da seguinte forma no programa: :END 55 V1.00
56 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 6 Programação Assistida Padrão ISO 6.1 Comandos Preparatórios Descrição e propósito Aplicações típicas Códigos G Características e propriedades Tipos de comandos Comandos conflitantes 6.2 Grupos de comandos 6.3 Códigos G em um bloco 6.4 Ordem de execução V
57 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 6.5 Descrição dos comandos Coordenadas Absolutas / Incrementais (G90 / G91) G01 G90 X10 Y20 Z10 F1000 G01 G91 X50 G90: programa coordenadas absolutas, valores se referem ao zero peça. G91: programa coordenadas incrementais, valores são somados ao último ponto programado. Default: G90 Comando Modal (mantém valor até ser novamente alterado). Bloco pode conter somente o comando ou este pode ser programado junto com bloco de movimento Origens: absoluta (G53), peça (G54 a G57) e incremental (G58, G59) G54 G00 X10 Y10 (1) G53 G00 X20 Y20 (2) G59 G01 X0 Y0 F1000 (3) G53: seleciona origem absoluta (zero máquina), válido somente no bloco. G54: seleciona 1º Zero Peça definido pelo usuário. G55-G56-G57: seleciona outras origens do usuário (zero peça). G58: seleciona origem incremental default a ser somada ao zero peça selecionado. G59: seleciona outra origem incremental. Default: G54 e G58 Com exceção do G53, todos os outros são comandos modais. As origens devem ser programadas via Editor de Origens ou Preset dos Eixos. No exemplo acima: - Movimento (1): coordenadas em relação ao G54 + G58 (default). - Movimento (2): coordenadas em relação ao zero máquina (G53). - Movimento (3): coordenadas em relação ao G54 + G Preset da origem corrente (G52) G54 G52 X20 Y50 G52 X Y Z : preset da origem corrente (zero ativo) de vários eixos simultâneos. No exemplo acima: - Preset valor 20 no eixo X e 50 no eixo Y da origem G V1.00
58 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Plano: XY (G17), ZX (G18), YZ (G19) G17 G00 X10 Y10 F1000 G18 G00 X20 Z20 F1000 Define plano de trabalho usado nos movimentos (circular, round/chanfro, compensação de raio de ferramenta...). G17: plano XY G18: plano ZX G19: plano YZ Default: Fresa: G17, Torno: G18 Comando Modal. Bloco pode conter somente o comando ou este pode ser programado junto com bloco de movimento Movimento Rápido (G0) G0 X0 Y0 Z0 G0: Executa movimento linear em avanço rápido. Parâmetros: X, Y, Z... Coordenadas do ponto final. Comando Modal. Interpolação Linear com até 6 eixos. Avanço rápido calculado pela interpolação dos parâmetros de velocidade máxima dos eixos, dependendo do movimento Interpolação Linear (G1) G1 X10 Y10 Z0 F1000 X20 Y30 G1: Executa movimento linear no avanço programado. Parâmetros: X, Y, Z... Coordenadas do ponto final. F Avanço programado (mm/min, mm/rot). Comando Modal (posicionamentos seguintes podem ter somente as coordenadas). Interpolação Linear com até 6 eixos. Caso não seja programado o avanço (F) no bloco, vale o último programado. No exemplo acima, o 2º posicionamento (X20 Y30) também é uma interpolação linear com avanço F1000 (modal). V
59 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Interpolação Circular (G2 / G3) G0 X100 Y100 Z0 G2 G17 X110 Y100 I5 J0 F1000 (1) G3 G18 X110 Z10 I0 K5 (2) G2 G17 X100 Y100 R5 (3) G2: Executa movimento circular horário no avanço programado com centro do círculo ou raio definido. G3: Executa movimento circular anti-horário no avanço programado com centro do círculo ou raio definido. Parâmetros: X, Y, Z Coordenadas do ponto final do círculo. I, J, K Coordenadas do centro do círculo (I = X, J = Y, K = Z) Valores incrementais em relação ao ponto inicial do círculo (ponto final do último movimento). R Define raio do círculo. F Avanço programado (mm/min, mm/rot). Comando Modal (posicionamentos seguintes podem ter somente as coordenadas). Interpolação Circular somente em um dos 3 planos definidos (XY, ZX, YZ). Caso não seja programado o avanço (F) no bloco, vale o último programado. Plano da circular pode ser definido no mesmo bloco ou anteriormente. No exemplo acima: (1) = Interpolação circular horária no plano XY (G17) com centro do círculo definido. (2) = Interpolação circular anti-horária no plano ZX (G18) com centro do círculo definido. (3) = Interpolação circular horária no plano XY (G17) com raio definido Interpolação Helicoidal (G2 / G3) G0 X100 Y100 Z0 G2 G17 X110 Y100 Z20 I5 J0 F1000 G2: Executa movimento helicoidal (interpolação circular horária no plano definido com interpolação linear com eixo perpendicular). G3: Executa movimento helicoidal (interpolação circular anti-horária no plano definido com interpolação linear com eixo perpendicular). Parâmetros: X, Y, Z Coordenadas do ponto final da hélice. I, J, K Coordenadas do centro do círculo no plano (I = X, J = Y, K = Z) Valores incrementais em relação ao ponto inicial da hélice (ponto final do último movimento). R Define raio do círculo no plano. F Avanço programado (mm/min, mm/rot). 59 V1.00
60 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Comando Modal (posicionamentos seguintes podem ter somente as coordenadas). Interpolação Helicoidal é composta por uma interpolação circular em um dos 3 planos definidos (XY, ZX, YZ) interpolando linearmente com um eixo perpendicular (X,Y ou Z). Nesse bloco (G2/G3) são definidos os 3 eixos (X,Y,Z) e o plano da circular pode ser definido nesse mesmo bloco ou anteriormente. Caso não seja programado o avanço (F) no bloco, vale o último programado. No exemplo acima: - Movimento circular em XY com movimento do eixo perpendicular Z Programação Polar G0 X0 Z0 G1 X10 A30 F1000 Parâmetros: X, Y ou Z Coordenada do ponto final do eixo programado. A Ângulo em graus. Tipo de programação em que são programados a coordenada final de somente 1 eixo e o ângulo em graus em relação ao eixo das abscissas (horizontal) do plano definido. Normalmente utilizada em programas de torno. O sistema de coordenadas deve ser cartesiano. Não deve existir eixo definido com a letra A, senão bloco será tratado como uma interpolação normal entre os eixos. No exemplo (plano ZX): - Posição final do eixo X = 10 - Ângulo em relação ao eixo Z (horizontal) = 30 o - Calcula-se posição final do eixo Z a partir desses dados e da posição inicial do movimento (X0 Z0): Zf = Zi + ((Xf Xi) / tan(arad)), sendo Arad o ângulo em radianos Zf = Tempo de Espera (G4) G4 F10 G4 F: Tempo de Espera na execução do programa em décimos de segundos (100 ms). Parâmetros: F Tempo em décimos de segundos Desvio (G4) G4 H5 N01... N05 G0 X0 Y0 V
61 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia G4 H: Desvio incondicional p/ label desejado. Parâmetros: H Número do label a ser desviado. Ao executar G4 H5 programa desvia p/ bloco seguinte ao label 5 (N05), ou seja, executa G0 X0 Y Fator de Escala (G5) G5 X2 Y-2 Z-1 G0 X10 Y10 Z10 G5 XYZ: Fator de Escala das coordenadas dos eixos (XYZ). Parâmetros: XYZ Valores do fator de escala em ponto flutuante com sinal. Valores do fator de escala se referem ao zero peça. No exemplo: - Posicionamento será p/ X20 Y-20 Z Rotação de coordenadas (G5) G5 A45 G0 G17 X20 G5 A: Rotação do plano cartesiano das coordenadas em graus. Parâmetros: A Ângulo de rotação em graus. Rotação das coordenadas se refere ao zero peça. Plano de trabalho (XY, ZX, YZ) define o plano de rotação das coordenadas. No exemplo: - Rotação do plano XY em 45º. - Posicionamento será p/ X Y Reset expressão (G6) Sistema de Coordenadas: Cartesianas (G15) / Polares (G16) 61 V1.00
62 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Unidade de Coordenadas: Milímetros (G21) / Polegadas (G20) G21: Dados em milímetros G20: Dados em polegadas Parâmetro Geral do CNC define valor padrão (mm ou polegadas). Programa pode alterar unidade com os comandos G20 e G21 que são modais Round / Chanfro (G7) G0 X0 Y0 Z0 G1 X20 F1000 G7 B5 (1) G1 Y20 G7 B-5 (2) G1 X0 G7 B: Arredondamentos (B>0) ou Chanfros (B<0) nos cantos. Parâmetros: B chanfro. B>0: Valor do raio de arredondamento / B<0: Valor do No exemplo: (1) = Arredondamento de raio 5 no canto (X20,Y0). (2) = Chanfro de valor 5 no canto (X20,Y20) Ferramenta: Compensação de Comprimento (G43 / G49) G43: Liga compensação de comprimento de ferramenta. G49: Desliga compensação de comprimento de ferramenta. Default: G49 (compensação desligada) G43 ao selecionar uma ferramenta (Dn), a compensação de comprimento é ligada automaticamente. Dados da Ferramenta são programados no Editor de Ferramentas. Comando modal. Fresa: - Compensação do comprimento (L) no eixo perpendicular ao plano de trabalho (XY, ZX, YZ). Torno: - Compensação de comprimento (Lx, Lz) nos eixos do plano de trabalho (normalmente ZX). - Compensação de raio ativa: Raio da ferramenta (R) deve ser considerado de acordo com o lado de corte da ferramenta (Lc). V
63 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Ferramenta: Compensação de Raio à esquerda ou direita (G40 / G41 / G42) D1 G0 X10 Y-10 Z0 G41 G1 Y0 F1000 X0 Y20 X20 Y0 X10 G40 Y-10 G40: Desliga compensação de raio de ferramenta. G41: Liga compensação de raio de ferramenta à esquerda da peça. G42: Liga compensação de raio de ferramenta à direita da peça. Default: G40 Raio da ferramenta é compensado nos eixos do plano de trabalho, de acordo com a geometria do movimento. Dados da Ferramenta são programados no Editor de Ferramentas. Comando modal. A compensação de raio deve ser ligada (G41/G42) no movimento de aproximação da peça e desligada (G40) no movimento de afastamento da peça. Os comandos podem estar no mesmo bloco desse movimento ou isolados no bloco anterior. No exemplo: - Considerando raio de ferramenta de 5mm, os pontos do centro da ferramenta serão: (+10,-10) -> (+10,-5) -> (-5,-5) -> (-5,+25) -> (+25,+25) -> (+25,-5) -> (+10,-5) -> (+10,-10) Aproximação e Saída Tangenciais (G41 / G42 / G7 / G40) D1 G0 X10 Y-20 Z0 G41 G1 Y0 F1000 G7 B8 X0 Y20 X20 Y0 X10 G7 B8 G40 Y V1.00
64 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Aproximação Tangencial (G41 ou G42 + G7 B): - Liga compensação de raio de ferramenta à esquerda (G41) ou direita (G42) seguido de movimento de round. Saída Tangencial (G7 B + G40): - Movimento de round seguido de desliga compensação de raio de ferramenta. No exemplo: - Considerando raio de ferramenta de 5mm e round de 8mm (B8). - Os pontos do centro da ferramenta na aproximação serão: (+10,-20) -> (+13,-8) -> round(+10,-5) -> (-5,-5) -> (-5,+25)... - Os pontos do centro da ferramenta na saída serão:... (+25,-5) -> (+10,-5) -> round(+7,-8) -> (+10,-20) Movimento Preciso (G61) G61: define movimento preciso modal, ou seja, ganhos são ajustados para que o movimento tenha o menor LAG possível, aumentando a precisão da peça. Default: G61 Comando Modal Movimento Contínuo - Transição Macia de Cantos (G64) G64: define movimento contínuo com transição macia de cantos, ou seja, ganhos são ajustados permitindo que o movimento tenha uma tolerância de contorno definida por parâmetro. Default: G61 (movimento preciso) Comando Modal. Parâmetro de Eixo define a tolerância de contorno (G64) p/ um canto de 90º com avanço F Parada Precisa no bloco (G9) G9: parada precisa no bloco definido, ou seja, movimento só é concluído após posição real estar dentro da janela de posicionamento definida por parâmetro. Default: G61 (movimento preciso) Comando só vale para o bloco. Parâmetro de Eixo define a janela de posicionamento. Ajuste de melhor precisão da peça Avanço em mm/min ou rotação/min (G94) V
65 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia G94 G1 X0 F1000 G94: Programa avanço em mm/min (linear) ou rpm (rotativo). Default: G94 Comando Modal Avanço em mm/rotação (G95) G95 M3 S100 G1 X20 F0.5 G95: Programa avanço em mm/rotação. Default: G94 Comando Modal Spindle: Giro do eixo árvore (M3 / M4 / M5 / S) M3 S1000 G95 G1 X20 F0.5 M5 S200 M4 G1 X0 F1 M5 M3: Giro do eixo árvore no sentido horário na rotação programada. M4: Giro do eixo árvore no sentido anti-horário na rotação programada. M5: Pára eixo árvore. S: Programa rotação em rpm. Caso a rotação S não seja programada no mesmo bloco do comando de giro (M3/M4), a última rotação S programada será utilizada. Os comandos de giro do eixo árvore devem ser autorizados pelo PLC Spindle: Velocidade de corte constante (G92 / G96 / G97) G0 X30 G92 S400 (1) G96 M3 S10 (2) G95 G1 X0 F2.5 (3) 65 V1.00
66 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo G97 S100 (4) M5 G92 S: Máxima RPM em velocidade de corte constante. G96 S: Ativa velocidade de corte constante e programa a velocidade em metros/min. G97 S: Desativa velocidade de corte constante e programa a rotação em rpm no modo normal. Default: G97 G96 / G97 são comandos modais. Nesse modo, a rotação do eixo árvore é calculada a partir do diâmetro da peça (eixo X). Quanto menor o diâmetro, maior a rotação, sendo esta limitada pela máxima RPM (G92). Para programar a máxima RPM em velocidade de corte constante G92 e S devem estar no mesmo bloco. Para programar a velocidade de corte constante G96 e S devem estar no mesmo bloco. Se for programado somente o S no bloco, o valor será a rotação em rpm no modo normal. No exemplo: (1) Programa 400 rpm na máxima RPM em velocidade de corte constante. (2) Programa 10 m/min na velocidade de corte constante e gira M3 nesse modo, considerando posição do eixo X atual (X30). (3) Movimenta X p/ 0 com avanço de 2.5 mm/rot (X diminuindo -> rotação aumentando -> avanço F aumentando). (4) Desativa velocidade de corte constante e programa 100 rpm na rotação S no modo normal Spindle: Parada Indexada (M19) M3 S200 G0 Z0 M19 S90 G0 Z20 M20 M19: Parada Indexada do eixo árvore no ângulo programado. M20: Cancela parada indexada. S: Programa ângulo da parada indexada em graus. Parâmetros: - Ângulo do M19 (PLC). - Velocidade em M19 (Eixo). - Janela de posicionamento p/ M19 (Eixo). - Ganhos do PID (Eixo). Movimento controlado pelo PLC (M19 precisa de autorização do PLC). Caso não seja programado S no bloco do M19, valor do ângulo é considerado 0. V
67 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Ao receber código M19, PLC pode programar um novo ângulo antes de autorizar a parada indexada no serviço do GeralS. Nesse caso, o ângulo S do programa é descartado. Caso o eixo árvore já esteja em movimento, desacelera até parar na posição desejada. Caso eixo árvore esteja parado, gira o eixo até a posição desejada, no último sentido programado e limitando a rotação pelo parâmetro de velocidade em M19. M20 cancela parada indexada e também o último giro programado (M3/M4), ou seja, o eixo árvore fica parado Spindle: Posicionamento com eixo árvore (M119) M4 S M5 M119 G0 X0 C0 G1 C400 F100 M120 M119: Transforma eixo árvore em um eixo rotativo p/ posicionamentos no programa. M120: Cancela modo posicionamento e devolve controle p/ GeralS (M3/M4/M5). Parâmetros: - Definir canal de execução do eixo árvore. - Letra do eixo usada no posicionamento. - Ajustar velocidade máxima do eixo (rápido) em rpm. - Ajustar p/ malha fechada (ganhos do PID). Default: M120 (GeralS) Comando Modal. Programa deve chamar M119 com eixo árvore parado. Ao final dos posicionamentos desejados, programa deve chamar M120 p/ cancelar esse modo e voltar ao funcionamento normal do eixo árvore. No modo M119, o programa pode usar o eixo árvore como um eixo rotativo com a letra definida no parâmetro e fazer posicionamentos individuais ou interpolados com outros eixos do programa. No caso de posicionamento só com eixos rotativos, o avanço F é programado em rpm Spindle: Eixo Árvore Auxiliar (M45) M45 M3 S M45 M5 M45: Comandos nesse bloco são atribuídos ao eixo árvore auxiliar. 67 V1.00
68 MCS Engenharia Parâmetros: M3 M4 M5 S Operação (Fresa) - CNC Proteo Giro do eixo árvore auxiliar no sentido horário. Giro do eixo árvore auxiliar no sentido anti-horário. Pára eixo árvore auxiliar. Programa rotação do eixo árvore auxiliar em rpm. M45 só vale para o bloco. Comandos do eixo árvore auxiliar são passados ao PLC: - Códigos M são somados a um offset (450): M3 -> M453, M4 -> M454, M5 -> M455 - Valor do S é passado numa variável adicional p/ código S do eixo auxiliar. Comando M5 sozinho pára os eixos árvores principal e auxiliar. PLC é responsável pelo controle do eixo árvore auxiliar. V
69 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Movimento de Rosca (passada única) (G32) M3 S100 G0 X50 Z10 G32 X50 Z-20 F2 (1) G0 X60... G0 X50 Z5 G32 X50 Z-20 F2 (2) G32 X70 Z-40 U2.5 W5 F1 (3) G0 X80 G32: movimento de rosca (passada única) paralela ou cônica, com passo fixo ou variável, ângulo de entrada, saída de pullout. Parâmetros: X,Z F U W A P Coordenadas da posição final da rosca. Passo da rosca (mm/rotação). Distância transversal (X) p/ saída de pullout. Distância longitudinal (Z) p/ saída de pullout. Ângulo de entrada em graus. Incremento do passo por volta. Eixo árvore deve estar rodando ao chamar a rosca. Movimento de rosca vale só no bloco (não é modal). Tipos de Rosca: - Paralela: coordenada transversal (X) inicial igual a final. - Cônica: coordenada transversal (X) inicial diferente da inicial. - Passo Fixo: passo programado (F) é o mesmo durante toda a rosca. - Passo Variável: a cada volta do eixo árvore, passo atual é incrementado por P. - Ângulo de Entrada: pode ser programado ângulo de entrada da rosca diferente de 0. - Saída de pullout : rosca termina com um movimento de puxada no eixo transversal (X). No exemplo (considerando X em diâmetro): (1) - Movimento de rosca paralela com passo de 2 mm por volta do eixo árvore. (2) - Igual a rosca (1) porém encadeada com rosca (3). (3) - Movimento de rosca cônica com passo de 1 mm e saída de pullout iniciando a uma distância de 5 mm em Z do final da rosca. - Movimentos: (50,-20) -> (65,-35) -> (75,-40) 69 V1.00
70 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Movimento com Transição de Avanço (M102) G0 X0 G1 X20 F2000 M102 G1 X80 F2000 G1 X100 F100 E1 G1 X105 M102 ou E: movimento do bloco com transição de avanço (último avanço -> avanço programado no bloco). Comando só vale p/ o bloco. Precisa ser programado o avanço F no bloco. Movimento inicia com avanço anterior e termina com avanço programado. No exemplo: - X0 -> X20: transição de avanço de aceleração (F0 -> F2000). - X20 -> X80: avanço constante (F2000). - X80 -> X100: transição de avanço de desaceleração (F2000 -> F100). - X100 -> X105: avanço constante (F100) Acoplamento entre Eixos / Eixo Virtual Por enquanto, somente através do Serviço de Acoplamento do PLC. V
71 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 6.6 Extensões MCS CNC Proteo tem algumas funcionalidades que não são parte do padrão dos códigos G (ISO), mas facilitam muito a programação. Exemplos dessas funções são as expressões e execuções condicionais Expressões Formato Geral: #endereço = [ expr ] Resultado da expressão é atribuído ao registrador (#endereço). Expressão expr pode ter muitas operações, usando [ ] ao invés de ( ). Parêntesis ( ) são usados como comentários. SIN Seno(X) COS Cosseno(X) TAN Tangente(X) ASIN Arco Seno(X) ACOS Arco Cosseno(X) ATAN Arco Tangente(X) SINH Seno Hiperbólico (X) COSH Cosseno Hiperbólico (X) TANH Tangente Hiperbólica (X) ASINH Arco Seno Hiperbólico (X) ACOSH Arco Cosseno Hiperbólico (X) ATANH Arco Tangente Hiperbólica (X) SQRT Raiz Quadrada(X) EXP Exponencial(X) = (e^x) LOG Log(X) LN Ln(X) ABS Valor Absoluto de X ROUND FIX FUP NEG Valor Negativo = 0-X Exemplos: #10 = #8 * SIN[#9] #11 = #8 * COS[#9] #12 = [#10 * #10] + [#11 * #11] 71 V1.00
72 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Execução Condicional: IF THEN Formato Geral: IF [ expr1 ] operador [ expr2 ] THEN #endereço = [ expr3 ] Resultado de expr3 é atribuído ao registrador #endereço somente se condição for verdadeira. Operadores podem ser: Notação Notação Comparação 1 2 < LT Menor <= LE Menor ou Igual == EQ Igual!= NE Diferente >= GE Maior ou Igual > GT Maior Exemplos: IF [#10] >= [5] THEN #10 = [0] IF [#10] GE [5] THEN #10 = [0] Execução Condicional: IF GOTO Formato Geral: IF [ expr1 ] operador [ expr2 ] THEN GOTO label Desvia p/ label caso condição seja verdadeira. Operadores são os mesmos que os usados no IF... THEN... Exemplos: IF [#10] >= [5] THEN GOTO 20 (Desvia se #10 for 5 ou mais) IF [#10] GE [5] THEN GOTO 20 (Desvia se #10 for 5 ou mais) Execução Condicional: WHILE... END Formato Geral: WHILE [ expr1 ] operador [ expr2 ] Bloco de Comando END Executa o Bloco de Comando enquanto condição for verdadeira. Operadores são os mesmos que os usados no IF... THEN... V
73 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Exemplos: #10 = 0 WHILE [#10] < [5] #10 = # (Executa 5 vezes) END 73 V1.00
74 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 6.7 Tabela de códigos G Proteo Códigos G CÓDIGO G Torno Fresa G00 XYZ... Movimento Rápido Movimento Rápido G01 XYZ...F.. Interpolação Linear Interpolação Linear G02 XYZ...I J K..R..F... G03 XYZ...I J K..R..F... Interpolação Circular / Helicoidal Sentido Horário Interpolação Circular / Helicoidal Sentido Anti-Horário Interpolação Circular Sentido Horário Interpolação Circular Sentido Anti-Horário G04 F H Tempo de Espera / Jump Tempo de Espera / Jump Fator de Escala ( XYZ ) + Fator de Escala ( XYZ ) + G05 XYZ A Rotação (A)+ Espelhamento ( Sn Rotação (A)+ Espelhamento ( Sn em XYZ ) em XYZ ) G 06 Reset Expressão Reset Expressão G07 B G09 Arredondamentos ( B > 0 ) / Chanfros ( B < 0 ) Parada precisa válida apenas em um bloco Arredondamentos ( B > 0 ) / Chanfros ( B < 0 ) Parada precisa válida apenas em um bloco G15 Cancela coordenadas polares Cancela coordenadas polares G16 X Y Z Ativa coordenadas polares Ativa coordenadas polares G17 Seleciona Plano XY Seleciona Plano XY G18 Seleciona Plano XZ Seleciona Plano XZ G19 Seleciona Plano YZ Seleciona Plano YZ G20 Dados em Polegadas Dados em Polegadas G21 Dados em Milímetros Dados em Milímetros G22 XYZ UVW Q Ativa Limites de Zona de Colisão Ativa Limites de Zona de Colisão G23 Desliga Limites de Zona de Desliga Limites de Zona de Colisão Colisão G27 Testa Posição de Referência Testa Posição de Referência G28 Retorno a posição de referência Retorno a posição de referência G29 Retorno da posição de referência Retorno da posição de referência G32 XYZ..U W A F P Movimento de Rosca Ciclo Fixo de Rosca Simples G33... Ciclo Fixo de Rosca Simples Ciclo Fixo de Rosca Simples G34... G40 G41 G42 G43 Ciclo Fixo de Rosca Multiplas entradas ou passo variável Cancela correção de raio de ferramenta Liga correção de raio de ferramenta a esquerda da peça Liga correção de raio de ferramenta a direita da peça Liga compensação de comprimento de ferramenta Ciclo Fixo de Rosca Multiplas entradas ou passo variável Cancela correção de raio de ferramenta Liga correção de raio de ferramenta a esquerda da peça Liga correção de raio de ferramenta a direita da peça Liga compensação de comprimento de ferramenta G48 R Ativa Sobre-Metal ( R ) Ativa Sobre-Metal ( R ) G49 Desliga compensação de comprimento de ferramenta Desliga compensação de comprimento de ferramenta V
75 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia G50 Cancela Fator de Escala Cancela Fator de Escala G51 I J K P Ativa Fator de Escala Ativa Fator de Escala G53 Coordenadas do próximo movimento em relação ao Zero Máquina Coordenadas do próximo movimento em relação ao Zero Máquina G54 X Y Z... G55 X Y Z... G56 X Y Z... G57 X Y Z... G58 X Y Z... G59 X Y Z... Seleciona Primeira Origem (ZERO Peça G54) Seleciona Segunda Origem (ZERO Peça G55) Seleciona Terceira Origem (ZERO Peça G56) Seleciona Quarta Origem (ZERO Peça G57) Ativa Deslocamento de Origem Incremental ( G58 ) Ativa Deslocamento de Origem Incremental ( G59 ) Seleciona Primeira Origem (ZERO Peça G54) Seleciona Segunda Origem (ZERO Peça G55) Seleciona Terceira Origem (ZERO Peça G56) Seleciona Quarta Origem (ZERO Peça G57) Ativa Deslocamento de Origem Incremental ( G58 ) Ativa Deslocamento de Origem Incremental ( G59 ) G61 Parada Precisa -Modal Parada Precisa -Modal G63 G64 Bloqueio Pot. Override e Feed Hold ( Tapping Mode) Transição Macia de Cantos ( Movimentos de Desbaste) Bloqueio Pot. Override e Feed Hold ( Tapping Mode) Transição Macia de Cantos ( Movimentos de Desbaste) G65 P... Custom Macro Call Custom Macro Call G66 P... Custom Macro Call - Modal Custom Macro Call - Modal G67 Cancela Custom Macro Call Cancela Custom Macro Call G68 XYZ R Ativa Rotação de Coordenadas Ativa Rotação de Coordenadas G69 Cancela Rotação de Cancela Rotação de Coordenadas Coordenadas G70... Ciclo de acabamento G71... Desbaste com enfase horizontal G72... Desbaste com enfase vertical G73... Desbaste de forjados Ciclo de Furação Profunda ( Pica-Pau) em alta velocidade G74... Furação em Pica-Pau ( Z ) Ciclo de Rosca com Macho - M4 G75... Canal G76... Ciclo de Rosca Furação Simples G77... G78... G79... G80 Cancela Ciclo Fixo Cancela Ciclo Fixo G81... Ciclo de Furação Simples G82... G83... G84... G85... G86... G87... Ciclo de Furação Simples com tempo para remoção de cavaco Ciclo de Furação Profunda ( Pica-Pau) Ciclo de Rosca com Macho - M3 Ciclo de Furação com avanços especificados para a descida e para a subida Ciclo de Furação com parada indexada no fundo do furo Ciclo de Furação com parada no final, retorna após Start 75 V1.00
76 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo G88... Ciclo de Furação com tempo no final, parada indexada, STOP e retorna após Start G89... Ciclo de Furação com acabamento e tempo no final G90 Coordenadas Absolutas Coordenadas Absolutas G91 Coordenadas Incrementais Coordenadas Incrementais G92 S Máxima RPM em Velocidade de corte constante G94 Avanço em MM/MIN Avanço em MM/MIN G95 Avanço em MM/ROTAÇÃO Avanço em MM/ROTAÇÃO G96 S Ativa velocidade de corte Ativa velocidade de corte constante constante G97 Desliga velocidade de corte Desliga velocidade de corte constante constante G98 Ciclo fixo com retorno ao nível Ciclo fixo com retorno ao nível inicial inicial G99 Ciclo fixo com retorno a distância de segurança Ciclo fixo com retorno a distância de segurança V
77 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 7 Funções Auxiliares (Miscelânea: Códigos M ) 7.1 Descrição e propósito Funções auxiliares são funções que afetam a execução de um determinado programa, ou são reservadas para realiza funções pré-determinadas nas máquinas. 7.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 7.3 Grupos de comandos 7.4 Códigos M em um bloco 7.5 Ordem de execução 7.6 Tabela de códigos M Proteo Funções M Função M Torno / Fresa M00 Parada de Programa Incondicional M01 Parada de Programa Opcional M02 Final de Programa com Reset condições Modais M03 Liga Rotação Sentido Normal M04 Liga Rotação Sentido Reverso M05 Desliga Rotação M06 Troca Automática de Ferramenta ( ATC) M07 Liga Refrigeração (Névoa) M08 Liga Bomba de Refrigeração M09 Desliga Bomba de Refrigeração M19 Parada Orientada M30 Final de Programa, Reset Modal e Volta ao início. M48 Libera POTF (Avanço), POTS ( Spindle) e Feed Hold M49 Fixa POTF (Avanço) e POTS (Spindle) em 100% e bloqueia Feed Hold (Tapping Mode ) M58 Liga Velocidade de Corte Constante M59 Desliga Velocidade de Corte Constante M70 Liga Interpolação SPLINE M71 Desliga Interpolação SPLINE M75 Desabilita Gráfico M76 Habilita Gráfico M77 Limpa Gráfico M80 Origem POLAR no centro do último circulo M81 Origem POLAR no último ponto final 77 V1.00
78 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo M82 Desliga Movimento Rotativo pelo menor caminho M83 Liga Movimento Rotativo pelo menor caminho M84 Liga compensação de avanço em círculos M85 Desliga compensação de avanço em círculos M86 Para Calculo na Frente e copia ponto real M87 Para Calculo na Frente e copia ponto teórico M88 Escala de avanço normal M89 Escala de avanço x10 M90 Desliga compensação de raio de ferramenta (G40) M91 Liga compensação de raio a direita (G42) M92 Liga compensação de raio a esquerda (G41) M93 Liga auto inserção de raios (remédio ON) M94 Desliga auto inserção de raios (remédio OFF) M95 Posicionamento relativo a G53 (Zero Máquina) M96 Transição Macia de Cantos (G64-Movimentos de Desbaste) M97 Posicionamento Preciso (G61) M98 Chama último ciclo fixo M99 Final de Sub-rotina M100 MACH - Mode Enter ( I J K Absolutos) M101 Normal ISO - Mode Enter M103 Resultado das Intersecções M111 Busca de Intersecções com Sobre-Metal M112 Busca de Intersecções sem Sobre-Metal V
79 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 8 Programa CNC: seqüência de blocos 8.1 Bloco de identificação de um programa 8.2 Estrutura de um bloco 8.3 Entrada de dados Sistema métrico x imperial Coordenadas absolutas x incrementais Tornos: dados longitudinais em raio x diâmetro 8.4 Registradores auxiliares 8.5 Comentários 8.6 Numeração de blocos: labels 8.7 Repetição de parte de programa 8.8 Sub-rotinas 8.9 Desvios incondicionais 8.10 Expressões 8.11 Desvios condicionais: IF [ exp] then GOTO nnnnn 8.12 Repetições condicionais: WHILE [ exp]... END 8.13 Parametrização de comandos 79 V1.00
80 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 9 Interpolações 9.1 Descrição e propósito 9.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 9.3 Interpolação Linear 9.4 Interpolação Circular 9.5 Interpolação Helicoidal 9.6 Interpolação Spline 9.7 Interpolação polinomial 9.8 Rosca Cônica V
81 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 10 Controle de Avanço 10.1 Movimentos Rápidos 10.2 Avanço Modal 10.3 Controle de avanço em mm/minuto 10.4 Controle de avanço em mm/rotação 10.5 Potenciômetro de avanço 10.6 Aceleração / Desaceleração Modo de parada precisa ( cantos ) Modo de contorno aproximado ( desbaste ) Modo de contorno preciso ( acabamento ) 10.7 Considerações sobre limites de avanço em contornos 10.8 Avanço em interpolações lineares 10.9 Avanço em interpolações circulares FEED HOLD: bloqueio de avanço Bloqueio / Liberação de mudança de avanço 81 V1.00
82 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 11 Eixo Árvore 11.1 Descrição e propósito 11.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 11.3 Rotação Programada 11.4 Rotação Real 11.5 Códigos M 11.6 Velocidade de corte constante 11.7 Ordem de execução 11.8 Potenciômetro de comando de Rotação 11.9 Parada Indexada Gamas de Rotação V
83 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 12 Funções associadas às Ferramentas 12.1 Descrição e propósito 12.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 12.3 Troca de ferramenta manual 12.4 Troca de ferramenta automática 12.5 Códigos T 12.6 Códigos D 12.7 Geometria da Ferramenta Ferramentas de Torno Ferramentas de Fresa 12.8 Função de confirmação de troca de ferramenta: M Compensação de Ferramenta Compensação das dimensões das Ferramentas de Torno Compensação das dimensões das Ferramentas de Fresa 83 V1.00
84 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 13 Deslocamentos de Origem 13.1 Determinação do ponto zero da peça Para se usinar uma peça através de um programa é necessário que a origem do sistema de coordenadas do comando (posição zero nas cotas, sem compensação de ferramenta ativada) esteja de acordo com o ponto zero estabelecido para a peça a ser usinada. Quando o comando é ligado e sobrepassadas as marcas de referência, é assumido o deslocamento de zero dado pela função preparatória G54. Ele permanece ativo até que seja executada uma outra sentença de deslocamento de zero. O deslocamento G54 é definido em relação ao zero máquina dado por G53, normalmente definido pelo fabricante da máquina. Os deslocamentos absolutos G55, G56 e G57 e os incrementais G58 e G59 podem ser utilizados no decorrer dos programas. Após CYC CALL 0, M02 ou M30, volta a ficar ativo o deslocamento G54. Pode-se também alterar o zero peça através da sentença CYC CALL 4. Dependendo da condição de operação definida pelo parâmetro de máquina P50, essas alterações afetam o valor de deslocamento de zero que estiver ativo quando de sua execução (alteração do zero corrente). Nos casos apresentados supõe-se que o zero corrente é alterado pelo preset dos eixos da máquina Tela de deslocamento de zero Ao pressionar a softkey Origens, o CNC apresentará a tela dos deslocamentos de zero atribuídos em relação ao zero máquina. São mostrados os valores de referência, G54,G55, G56, G57, G58 e G59. V
85 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Apenas os usuários 0 têm permissão para alterar diretamente os valores dos deslocamentos de zero nesta tela. Para isso, selecionar o campo a ser alterado e introduzir o novo valor Zero peça Caso Torno Num torno pode-se tomar como ponto zero da peça no eixo Z o ponto determinado pela interseção do eixo da peça com o plano da face da peça junto à placa, ou então, na face oposta à placa. Figura 13.1 O zero do eixo X é a linha de centro do eixo árvore e é fixo, correspondendo normalmente a uma face da torre porta-ferramentas alinhada a este eixo. O zeramento do eixo Z pode ser feito posicionando-se a máquina num ponto adequado e medindo-se a distância entre a posição zero desejada e a posição de referência 85 V1.00
86 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo determinada como zero máquina, normalmente uma face da torre porta-ferramentas. Em seguida, executar no modo MDI uma sentença ISO com a função preparatória G54 e um valor para Z igual à distância entre os zeros. Notar que este procedimento deve ser realizado sem compensação de ferramentas! Figura 13.2 Pode-se também alterar as coordenadas do eixo Z através do preset manual. Posiciona-se a máquina num ponto adequado e mede-se a distância entre a posição zero desejada e o ponto de referência que é tomado na determinação do ponto zero máquina. Em seguida, executar o preset manual com o valor obtido. Uma terceira forma é alterar os valores dos zeros diretamente na tela de deslocamentos de zero (ver 11.1). A determinação dos comprimentos de ferramenta pode ser feita através de aparelhos externos de pré-ajuste (preset de ferramentas), onde se determina o comprimento das ferramentas ou ainda usando o procedimento de set-up automático descrito no capítulo Zero peça Caso Fresadora Numa fresadora ou centro de usinagem pode-se tomar como ponto zero da peça, no plano XY, o centro ou um dos cantos da peça (assume-se o eixo Z paralelo ao eixo de rotação da ferramenta). Neste ponto, as coordenadas dos eixos X e Y devem ser zero. Figura 13.3 V
87 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Com a ferramenta no ponto P1 deve-se introduzir no eixo X o valor do raio da ferramenta com sinal negativo; e com a ferramenta no ponto P2 deve-se introduzir o mesmo valor no eixo Y. Pode-se também zerar os eixos X e Y através da centralização de um furo ou de um pino, que podem pertencer à peça ou ao dispositivo de fixação. Neste caso basta introduzir os valores das coordenadas do ponto atingido P3 nos eixos X e Y. No caso do comprimento da ferramenta, o ponto zero da peça pode ser tomado na sua superfície ou na base do dispositivo ou mesa da máquina. O zeramento do eixo Z pode ser feito posicionando-se a máquina num ponto adequado e medindo-se a distância entre a posição zero desejada e a posição de referência determinada como zero máquina, normalmente a base do fuso onde é presa a ferramenta. Em seguida, executar o preset manual com o valor obtido. Notar que este procedimento deve ser realizado sem compensação de ferramentas! Figura 13.4 A determinação dos comprimentos de ferramenta pode ser feita através de aparelhos externos de pré-ajuste (preset de ferramentas), onde se determina o seu comprimento, ou ainda usando o procedimento de set-up automático descrito no capítulo Zeramento via apalpador externo Se a máquina possui apalpador, pode-se fazer o zeramento da peça de forma automática através de um programa paramétrico adequado. Além disso, o posicionamento da peça para a usinagem pode ser muito facilitada pela capacidade do CNC de rotacionar eixos. Através do apalpador determina-se o erro de posicionamento da peça, corrigindo-o antes da execução do programa. 87 V1.00
88 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura Descrição e propósito 13.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 13.3 G53: Coordenadas Absolutas 13.4 G54: Deslocamento de origem principal ( Zero Peça ) 13.5 G55, G56, G57: Deslocamentos de origem alternativos 13.6 G58: Deslocamento de origem INCREMENTAL principal 13.7 G59: Deslocamento de origem INCREMENTAL alternativo 13.8 MCS: cyc call 4, ciclo de preset 13.9 Regras para trabalhar com deslocamento de origem V
89 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 14 Tempo de espera 14.1 Descrição e propósito 14.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 14.3 G04: Tempo de espera 14.4 MCS: cyc call 1 Tempo de espera 14.5 Regras para trabalhar com ciclo de tempo 15 Seleção de Planos de trabalho 15.1 Descrição e propósito 15.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 15.3 G17, G18 e G Seleção de plano para Interpolações circulares 15.5 Seleção de plano para compensação de raio 15.6 Seleção de plano para ciclos fixos 15.7 Seleção de plano para rotação de coordenadas 89 V1.00
90 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 16 Compensação de Comprimento de Ferramenta 16.1 Descrição e propósito 16.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 16.3 G43: Compensação positiva de comprimento 16.4 G44: Compensação negativa de comprimento 16.5 G49: desliga compensação de comprimento 16.6 MCS: tool call 16.7 Regras para trabalhar com compensação de comprimento de ferramenta. V
91 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 17 Compensação de Raio de Ferramenta 17.1 Descrição e propósito 17.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 17.3 G40: Compensação de raio desligada 17.4 G41: Compensação de raio à esquerda do contorno 17.5 G42: Compensação de raio à direita do contorno 17.6 Torno: Lado de corte 17.7 Fresa: Compensação de avanço de corte 17.8 Planos de compensação 17.9 Arredondamento automático de cantos Entrada tangencial Saída tangencial Movimentos alternados de compensação Regras para trabalhar com compensação de raio de ferramenta. 91 V1.00
92 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 18 Transformação de coordenadas 18.1 Descrição e propósito 18.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 18.3 Deslocamento coordenadas 18.4 Fator de escala 18.5 Rotação coordenadas 18.6 Espelhamento 19 Comentários, Mensagens e Alarmes 19.1 Descrição e propósito 19.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 19.3 Comentários 19.4 Mensagens 19.5 Alarmes 19.6 Regras para trabalhar com comentários, mensagens e alarmes. V
93 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 20 Registradores de Ponto-Flutuante 20.1 Descrição e propósito 20.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 20.3 Registradores e Expressões 20.4 Utilizando Registradores em palavras de comando 20.5 Registradores especiais: Variáveis RESERVADAS Tabela de Variáveis RESERVADAS 20.6 Utilizando Registradores e Expressões para fazer desvios condicionais IF [ exp] THEN GOTO nnnnn 20.7 Utilizando Registradores e Expressões para executar trechos de forma condicional: WHILE [ exp]...end 21 Matemática na Programação CNC 21.1 Descrição e propósito 21.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 21.3 Registradores em ponto-flutuante 21.4 Registradores especiais: Variáveis reservadas 21.5 Expressões 21.6 Desvios condicionais 21.7 Repetições condicionais estruturadas 21.8 Parametrização de comandos 93 V1.00
94 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 22 Ciclos Fixos 22.1 Descrição e propósito 22.2 Aplicações típicas Fresadoras e Centros de Usinagem Tornos e Centros de Torneamento 22.3 Principais diferenças entre sub-programas, ciclos fixos e macros Diretório de ciclos-fixos 22.5 Macros 22.6 Parametrização de macros 22.7 Parametrização de comandos 22.8 Expressões 22.9 Comentários, Mensagens e Alarmes Níveis de encadeamento Retorno de ciclo Regras para trabalhar com ciclos fixos, sub-programas e macros. 23 Ciclos Fixos de Torno 23.1 Descrição e propósito O CNC MCS Proteo possui 49 ciclos fixo para o torno, para acessá-los entre no programa desejado em seguida pressione a tecla do CNC. O seguinte menu será exibido na tela do Proteo. V
95 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 1 Tela de acesso para programação de ciclos Em seguida pressione a tecla e o menu de ciclos será aberto. Figura 2 Menu de ciclos Como visto na figura anterior, temos 7 grupos de ciclos fixo. Estes são: - Faceamento - Desbaste - Rosca - Forjados - Canal - Canal na face - Furação 95 V1.00
96 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Com as teclas e devemos selecionar o tipo de ciclo que desejamos usar e em seguida pressionar. A seguir detalharemos cada grupo, propondo exemplos para melhor compreensão da programação de cada ciclo CICLO FIXO DE FACEAMENTO Se no menu de ciclos o ícone escolhido for o de faceamento, o seguinte menu será exibido. Figura 3 Menu de ciclos de faceamento Neste menu devemos escolher o tipo de faceamento que desejamos fazer. Se escolhermos o Ext. simples e pressionar a tecla será exibida. a seguinte tela V
97 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 4 Tela de programação do ciclo 250 (Faceamento externo simples) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado Faceamento simples Os ciclos de faceamento simples são utilizados para usinagem de perfis partindo do material bruto, faceamento e acabando uma peça por completo. Este ciclo executa apenas cortes perpendiculares ao eixo Z. 97 V1.00
98 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Para esta função temos os ciclos G252 Faceamento interno simples (i) G250 Faceamento externo simples Para ambos os ciclos os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do faceamento (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do faceamento. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo Z. (deve ser programada no raio). AVANÇO - Avanço para o faceamento. DIST Distância de segurança. SOBREM- Sobremetal para acabamento. (deve ser programado em raios). AVANÇO - Avanço de faceamento. Ao programar o ciclo, devemos atentar para alguns pontos: - Limites da área de faceamento - Lado de corte da ferramenta utilizada Perfil desejado: Exemplo de programação 1: V
99 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Programação: Figura 5 Perfil exemplo de programação 1 :%1 :G0 X130 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 250 (Faceamento externo simples) XI 120 ZI 0 XF 20 ZF -20 INC_Z 3 AVANCO 0.2 DIST 2 SOBREM 0.7 :G0 X250 Z200 :M30 : Observações: - Para utilizar a ferramenta na posição oposta, inverter os valores de XI e XF, bem como alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação do ciclo de faceamento simples interno Faceamento de perfil Os ciclos de faceamento de perfil são utilizados para usinagem de perfis partindo do material bruto, faceando e acabando uma peça por completo. Esta peça pode conter partes paralelas, raios, ângulos e chanfros. Tudo o 99 V1.00
100 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo que precisamos fazer é preencher as variáveis do ciclo de forma correta e informar para o CNC o perfil da peça acabada através de um label dentro do programa ou através de um sub-programa. Para esta função temos os ciclos: G72 Faceamento externo G215 Faceamento externo com acabamento G216 Acabamento externo G217 Faceamento interno G218 Faceamento interno com acabamento (i) G219 Acabamento interno Para os ciclos G72, G215, G217 e G218 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do faceamento (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do faceamento. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo Z. PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser faceado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. SOBREMX - Sobremetal para acabamento no eixo X. (deve ser programado em raios). SOBREMZ - Sobremetal para acabamento no eixo Z. (Face) AVANÇO - Avanço para o faceamento. Para os ciclos G216 e G218 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do faceamento (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do faceamento. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser faceado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. V
101 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia AVANÇO - Avanço para o faceamento. Ao programar o ciclo, devemos atentar para alguns pontos: - Limites da área de faceamento - Lado de corte da ferramenta utilizada - Sentido de programação do perfil - Número máximo de mergulhos igual a 12 - Ângulo da pastilha compatível com os mergulhos programados Exemplo de programação 2: Perfil desejado: 101 V1.00
102 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 6 Perfil exemplo de programação 2 Programação: :%2 :G0 X170 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 215 (Faceamento externo c\ acab.) XI 160 ZI 0 XF 20 ZF -40 INC_X 1 PERFIL 10 SOBREMX 0.5 SOBREMZ 0.5 AVANCO 0.15 :G0 X250 Z200 :M30 :LBS 10 :G1 X160 Z-40 F0.15 :X150 :X140 Z-25 :X50 :X40 Z-20 V
103 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia :Z-10 :X20 Z-5 :Z0 :M99 : 6. Observações: - Para utilizar a ferramenta na posição oposta, programar o perfil invertendo as cotas em X e inverter os valores de XI e XF, bem como alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação do ciclo de faceamento interno. - A programação do perfil deve respeitar o sentido de corte da peça. Começando em XI e terminando em XF. - Note que neste caso o label LBS 10 indica o início do perfil e a instrução M99 indica o final do perfil (poderia ser utilizada a instrução LBS 0). - A primeira instrução do perfil deve começar com uma interpolação linear, definindo o ponto inicial do mesmo CICLO FIXO DE DESBASTE Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de desbaste o seguinte menu será exibido. 103 V1.00
104 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 7 Menu de ciclos de desbaste Neste menu devemos escolher o tipo de faceamento que desejamos fazer. Se escolhermos o Ext. c/ acab. e pressionar a tecla a seguinte tela será exibida. Figura 8 Tela de programação do ciclo 211 (Desbaste externo com acabamento) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. V
105 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado Desbaste simples Os ciclos de desbaste simples são utilizados para usinagem de perfis partindo do material bruto, desbastando e acabando uma peça por completo. Este ciclo executa apenas cortes paralelos ao eixo Z. G251 Desbaste externo simples G253 Desbaste interno simples (a) Para esta função temos os ciclos: Para ambos os ciclos os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do desbaste (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do desbaste. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo X. (deve ser programada no raio). AVANÇO - Avanço para o desbaste. DIST Distância de segurança. SOBREM- Sobremetal para acabamento. (deve ser programado em raios). AVANÇO - Avanço de desbaste. Ao programar o ciclo, devemos atentar para alguns pontos: - Limites da área de desbaste - Lado de corte da ferramenta utilizada Exemplo de programação 3: Perfil desejado: 105 V1.00
106 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 9 Perfil exemplo de programação 3 Programação: :%3 :G0 X70 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 251 (Desbaste Externo Simples) XI 60 ZI 0 XF 20 ZF -60 INC_X 3 AVANCO 0.2 DIST 4 SOBREM 0.8 :G0 X250 Z200 :M30 : 7. Observações: - Para utilizar a ferramenta na posição oposta, inverter os valores de XI e XF, bem como alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação do ciclo de desbaste simples interno Desbaste de perfil Os ciclos de desbaste de perfil são utilizados para usinagem de perfis partindo do material bruto, desbastando e acabando uma peça por completo. Esta peça pode conter partes paralelas, raios, ângulos e chanfros. Tudo o V
107 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia que precisamos fazer é preencher as variáveis do ciclo de forma correta e informar para o CNC o perfil da peça acabada através de um label dentro do programa ou através de um sub-programa. Para esta função temos os ciclos: G71 Desbaste externo G211 Desbaste externo com acabamento G70 Acabamento externo G212 Desbaste interno G213 Desbaste interno com acabamento (i) G214 Acabamento interno Para os ciclos G71, G211, G212 e G213 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do desbaste (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do desbaste. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo X. (deve ser programada no raio). PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser desbastado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. SOBREMX - Sobremetal para acabamento no eixo X. (deve ser programado em raios). SOBREMZ - Sobremetal para acabamento no eixo Z. (Face) AVANÇO - Avanço para o desbaste. Para os ciclos G70 e G214 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define o diâmetro Inicial do desbaste (Ø do material bruto). ZI - Define a cota Z do ponto inicial do desbaste. XF - Define o ponto final da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser desbastado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. AVANÇO - Avanço para o desbaste. Ao programar o ciclo, devemos atentar para alguns pontos: 107 V1.00
108 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo - Limites da área de desbaste - Lado de corte da ferramenta utilizada - Sentido de programação do perfil - Número máximo de mergulhos igual a 12 - Ângulo da pastilha compatível com os mergulhos programados Exemplo de programação 4: Perfil desejado: Figura 10 Perfil exemplo de programação 4 Programação: :%4 :G0 X90 Z-5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 211 (Desbaste Externo c/ Acab.) XI 80 ZI 0 XF 20 ZF -70 INC_X 1 PERFIL 11 SOBREMX 0.5 SOBREMZ 0.5 AVANCO 0.15 :G0 X250 Z200 :M30 :LBS 11 :G1 X20 Z0 F0.15 :Z-5 :X50 Z-10 V
109 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia :Z-40 :X60 Z-45 :Z-55 :X70 Z-65 :Z-70 :X80 :M99 : Exemplo de programação 5: Perfil desejado: Figura 11 Perfil exemplo de programação 5 Programação: :%5 :G0 X10 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 109 V1.00
110 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo :M3 :M8 :CYC 213 (Desbaste interno c/ acab.) XI 20 ZI 0 XF 80 ZF -70 INC_X 1.2 PERFIL 12 SOBREMX 0.5 SOBREMZ 0.5 AVANCO 0.11 :G0 X250 Z200 :M30 :LBS 12 :G1 X80 Z0 F0.15 :Z-5 :X50 Z-10 :Z-40 :X40 Z-45 :Z-55 :X30 Z-65 :Z-70 :X20 :M99 Observações: - Para utilizar a ferramenta na posição oposta, programar o perfil invertendo as cotas em X e inverter os valores de XI e XF, bem como alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação do ciclo de desbaste interno. - A programação do perfil deve respeitar o sentido de corte da peça. Começando em ZI e terminando em ZF. - Note que neste caso o label LBS 11 indica o início do perfil e a instrução M99 indica o final do perfil (poderia ser utilizada a instrução LBS 0). - A primeira instrução do perfil deve começar com uma interpolação linear, definindo o ponto inicial do mesmo. V
111 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia CICLO FIXO DE ROSCA Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de rosca o seguinte menu será exibido. Figura 12 Menu de ciclos de rosca Note que neste caso apareceu uma barra de rolagem no lado direito do menu. Isto significa que existe mais de uma página. Pressione para baixo duas vezes e a seguinte tela será exibida. 111 V1.00
112 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 13 Continuação do menu de ciclos de rosca Neste menu devemos escolher o tipo de rosca que desejamos fazer. Se escolhermos o Côn. Ext. M. E. e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. Figura 14 Tela de programação do ciclo 203 (Rosca cônica externa Múltiplas entradas) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. V
113 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Para esta função temos os ciclos: G201 Rosca paralela externa de múltiplas entradas G202 Rosca paralela interna de múltiplas entradas G203 Rosca cônica externa de múltiplas entradas G204 Rosca cônica interna de múltiplas entradas G205 Rosca paralela externa de 1 entrada G206 Rosca paralela interna de 1 entrada G207 Rosca cônica externa de 1 entrada G208 Rosca cônica interna de 1 entrada (ii) G76 Rosca universal Para os ciclos G201 e G202 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Cota X do ponto inicial da rosca ZI - Cota Z do ponto inicial da rosca ZII - Cota Z do ponto final da rosca AFAST - Afastamento da Ferramenta. Distância programada para aceleração da ferramenta (recomenda-se programar 2 vezes o passo da rosca) P - Passo da Rosca. PROF Profundidade de Rosca. Deve ser programado em Raios. SOBREM Sobremetal para acabamento no eixo X deve ser programado em Raios. TIPO Determina o tipo de entrada da ferramenta que será executado pelo ciclo fixo. Podemos programr as seguintes opções: Tipo = 0 (entrada da ferramenta pelo centro do filete) Tipo = 1 (entrada da ferramenta pela lateral esquerda do filete) Tipo = 2 (entrada da ferramenta pela lateral direita do filete) Tipo = 3 (entrada da ferramenta em Zigue-Zague) NPASSA Número de passadas que a máquina executará a Rosca. NACAB - Número de passadas para retirar sobremetal no final da execução do ciclo. Utilizado para retirar o material restante no fundo do filete por decorrência do esforço de corte na usinagem. A Ângulo de saída da ferramenta. N_ENT Número de entradas que o ciclo executará (máximo 6). Para os ciclos G203 e G204 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Cota X do ponto inicial da rosca ZI - Cota Z do ponto inicial da rosca XII - Cota X do ponto final da rosca ZII - Cota Z do ponto final da rosca 113 V1.00
114 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo AFAST - Afastamento da Ferramenta. Distância programada para aceleração da ferramenta (recomenda-se programar 2 vezes o passo da rosca) P - Passo da Rosca. PROF Profundidade de Rosca. Deve ser programado em Raios. SOBREM Sobremetal para acabamento no eixo X deve ser programado em Raios. TIPO Determina o tipo de entrada da ferramenta que será executado pelo ciclo fixo. Podemos programr as seguintes opções: Tipo = 0 (entrada da ferramenta pelo centro do filete) Tipo = 1 (entrada da ferramenta pela lateral esquerda do filete) Tipo = 2 (entrada da ferramenta pela lateral direita do filete) Tipo = 3 (entrada da ferramenta em Zigue-Zague) NPASSA Número de passadas que a máquina executará a Rosca. NACAB - Número de passadas para retirar sobremetal no final da execução do ciclo. Utilizado para retirar o material restante no fundo do filete por decorrência do esforço de corte na usinagem. A Ângulo de saída da ferramenta. N_ENT Número de entradas que o ciclo executará (máximo 6). Para os ciclos G205 e G206 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Cota X do ponto inicial da rosca ZI - Cota Z do ponto inicial da rosca ZII - Cota Z do ponto final da rosca AFAST - Afastamento da Ferramenta. Distância programada para aceleração da ferramenta (recomenda-se programar 2 vezes o passo da rosca) P - Passo da Rosca. PROF Profundidade de Rosca. Deve ser programado em Raios. SOBREM Sobremetal para acabamento no eixo X deve ser programado em Raios. TIPO Determina o tipo de entrada da ferramenta que será executado pelo ciclo fixo. Podemos programr as seguintes opções: Tipo = 0 (entrada da ferramenta pelo centro do filete) Tipo = 1 (entrada da ferramenta pela lateral esquerda do filete) Tipo = 2 (entrada da ferramenta pela lateral direita do filete) Tipo = 3 (entrada da ferramenta em Zigue-Zague) NPASSA Número de passadas que a máquina executará a Rosca. NACAB - Número de passadas para retirar sobremetal no final da execução do ciclo. Utilizado para retirar o material restante no fundo do filete por decorrência do esforço de corte na usinagem. A Ângulo de saída da ferramenta. V
115 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Para os ciclos G207 e G208 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Cota X do ponto inicial da rosca ZI - Cota Z do ponto inicial da rosca XII - Cota X do ponto final da rosca ZII - Cota Z do ponto final da rosca AFAST - Afastamento da Ferramenta. Distância programada para aceleração da ferramenta (recomenda-se programar 2 vezes o passo da rosca) P - Passo da Rosca. PROF Profundidade de Rosca. Deve ser programado em Raios. SOBREM Sobremetal para acabamento no eixo X deve ser programado em Raios. TIPO Determina o tipo de entrada da ferramenta que será executado pelo ciclo fixo. Podemos programr as seguintes opções: Tipo = 0 (entrada da ferramenta pelo centro do filete) Tipo = 1 (entrada da ferramenta pela lateral esquerda do filete) Tipo = 2 (entrada da ferramenta pela lateral direita do filete) Tipo = 3 (entrada da ferramenta em Zigue-Zague) NPASSA Número de passadas que a máquina executará a Rosca. NACAB - Número de passadas para retirar sobremetal no final da execução do ciclo. Utilizado para retirar o material restante no fundo do filete por decorrência do esforço de corte na usinagem. A Ângulo de saída da ferramenta. Exemplo de programação 6: Perfil desejado: 115 V1.00
116 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 15 Perfil exemplo de programação 6 Programação: :%6 :G0 X70 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 251 (Desbaste Externo Simples) XI 60 ZI 0 XF 40 ZF -60 INC_X 3 AVANCO 0.2 DIST 4 SOBREM 0.8 :G0 X250 Z200 : T2 D2 :G0 X35 Z-5 :CYC 205 (Rosca Paralela Externa - 1 E.) XI 40 ZI 0 ZII -40 AFAST 2 P 6 PROF 5 SOBREM 0.3 TIPO 2 NPASSA 3 NACAB 2 A 45 :M30 : Exemplo de programação 7: Perfil desejado: V
117 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 16 Perfil exemplo de programação 7 Programação: :%7 :G0 X5 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 213 (Desbaste interno c/ acab.) XI 16 ZI 0 XF 50 ZF -50 INC_X 1.2 PERFIL 13 SOBREMX 0.5 SOBREMZ 0.5 AVANCO 0.11 :G0 X250 Z200 : T2 D2 :G0 X30 Z-5 :CYC 208 (Rosca cônica interna - 1 E.) XI 50 ZI 0 XII 16 ZII -40 AFAST 2 P 4 PROF 3.8 SOBREM 0.7 TIPO 2 NPASSA 4 NACAB 1 A 45 :M30 :LBS 13 :G1 X50 Z0 F0.15 :X16 Z-40 :Z-50 :X10 :M99 : 117 V1.00
118 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo CICLO FIXO DE FORJADOS Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de forjados o seguinte menu será exibido. V
119 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 17 Menu de ciclos de forjado Note que novamente apareceu uma barra de rolagem no lado direito do menu. Isto significa que existe mais de uma página. Pressione para baixo duas vezes e a seguinte tela será exibida. Figura 18 Continuação do menu de ciclos de forjado Neste menu devemos escolher o tipo de forjado que desejamos fazer. Se escolhermos o Desb.Ext.Acab e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. Figura 19 Tela de programação do ciclo 73 (Desbaste externo com acabamento) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. 119 V1.00
120 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. Para esta função temos os ciclos: G241 Desbaste externo G73 Desbaste externo com acabamento G243 Desbaste interno G244 Desbaste interno com acabamento G245 Faceamento externo G246 Faceamento externo com acabamento G247 Faceamento interno G248 Faceamento interno com acabamento G70 Desbaste acabamento externo G214 Desbaste acabamento interno G219 (iii)g216 Acabamento faceamento externo Acabamento faceamento interno Para os ciclos G73, G241, G243 e G244 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI_PECA - Define o ponto final da usinagem em X. ZI - Define a cota Z do ponto inicial do desbaste. XI_DESB - Define o ponto inicial da usinagem em X. ZF - Define o ponto final da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo X. (deve ser programada no raio). PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser desbastado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. SOBREM - Sobremetal para acabamento no eixo X. (deve ser programado em raios). AVANÇO - Avanço para o desbaste. Para os ciclos G245, G246, G247 e G248 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Define a cota X do ponto inicial do faceamento. ZI_PECA- Define o ponto final da usinagem em X V
121 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia ZF_FAC - Define o ponto inicial da usinagem em Z. INC_X Profundidade de corte por passada no eixo Z. PERFIL - Define o numero do label, ou do sub-programa do perfil a ser faceado. Se o valor programado no perfil for >0 o ciclo buscará um label. Se for <0 o ciclo buscará o perfil dentro do programa com o valor programado. SOBREM - Sobremetal para acabamento no eixo Z. AVANÇO - Avanço para o desbaste. Os ciclos G70, G214,G216 e G219 são os mesmos utilizados para desbaste e faceamento dos itens e e já foram previamente descritos em seus respectivos itens. Exemplo de programação 8: Perfil desejado: Figura 20 Perfil exemplo de programação 8 Programação: :%8 :G0 X90 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 73 (Desbaste externo c/ acab.) XI_PECA 20 ZI 0 XI_DESB 30 ZF -70 INC_X 1.8 PERFIL 14 SOBREM 0.9 AVANCO 0.2 :G0 X250 Z200 :M30 :LBS V1.00
122 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo :G1 X20 Z0 F0.2 :Z-5 :X50 Z-10 :Z-40 :X60 Z-45 :Z-55 :X70 Z-65 :Z-70 :X80 :M99 : Exemplo de programação 2: Perfil desejado: Figura 21 Perfil exemplo de programação 9 Programação: :%9 :G0 X10 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 248 (Faceamento Interno c/ Acab) V
123 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia XI 20 ZI_PECA -35 ZI_FAC -25 INC_X 2.8 PERFIL 15 SOBREM 1.1 AVANCO 0.12 :G0 X250 Z200 :M30 :LBS 15 :G1 X20 Z-35 F0.2 :X40 Z-20 :X80 :X100 Z-15 :Z-10 :X120 Z0 :M99 : Observações: - Nos ciclos de desbaste de forjados para utilizar a ferramenta na posição oposta, programar o perfil invertendo as cotas em X e inverter os valores de XI_PECA e XI_DESB. Nos ciclos de faceamento de forjados para utilizar a ferramenta na posição oposta, programar o perfil invertendo as cotas em X e inverter o valor de XI. Alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação dos ciclos de forjado interno. - A programação do perfil deve respeitar o sentido de corte da peça. Começando em ZI e terminando em ZF, no caso de desbaste de forjados. - Note que neste caso o label LBS 12 indica o início do perfil e a instrução M99 indica o final do perfil (poderia ser utilizada a instrução LBS 0). - A primeira instrução do perfil deve começar com uma interpolação linear, definindo o ponto inicial do mesmo. 123 V1.00
124 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo CICLO FIXO DE CANAL Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de canal o seguinte menu será exibido. Figura 22 Menu de ciclos de canal Note que novamente apareceu uma barra de rolagem no lado direito do menu. Isto significa que existe mais de uma página. Pressione para baixo duas vezes e a seguinte tela será exibida. Figura 23 Continuação do menu de ciclos de canal Neste menu devemos escolher o tipo de canal que desejamos fazer. Se escolhermos o Externo em V e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. V
125 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 24 Tela de programação do ciclo 225 (Canal em V externo) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. Para esta função temos os ciclos: G223 G229 G224 G230 G225 G231 G226 G232 Canal paralelo externo Acabamento paralelo externo Canal paralelo interno Acabamento paralelo interno Canal em V externo Acabamento em V externo Canal em V interno Acabamento em V interno (iv) G75 Canal universal Para os ciclos G223 e G224 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Diâmetro externo do canal. ZC - Cota Z no centro da base do canal. B Largura da base do canal. 125 V1.00
126 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo H Altura do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. D_SEG Distância de segurança. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. NUM Número de Canais. DIST Distancia entre centros de um canal a outro. INC Incremento no eixo X (em Raio) para alívio de ferramentas (pica-pau) Para os ciclos G225 e G226 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Diâmetro externo do canal. ZC - Cota Z no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. AI Ângulo da face esquerda do canal. AII - Ângulo da face direita do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. D_SEG Distância de segurança. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. NUM Número de Canais. DIST Distancia entre centros de um canal a outro. INC Incremento no eixo X (em Raio) para alívio de ferramentas (pica-pau) Para os ciclos G229 e G230 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Diâmetro externo do canal. ZC - Cota Z no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. V
127 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. NUM Número de Canais. DIST Distancia entre centros de um canal a outro. Para os ciclos G231 e G232 os parâmetros de programação são os mesmos, conforme vemos a seguir: XI - Diâmetro externo do canal. ZC - Cota Z no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. AI Ângulo da face esquerda do canal. AII - Ângulo da face direita do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. NUM Número de Canais. DIST Distancia entre centros de um canal a outro. Exemplo de programação 10: Perfil desejado: 127 V1.00
128 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 25 Perfil exemplo de programação 10 Programação: :%10 :G0 X70 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 251 (Desbaste Externo Simples) XI 60 ZI 0 XF 40 ZF -60 INC_X 3 AVANCO 0.2 DIST 4 SOBREM 0.8 :G0 X250 Z200 : T3 D3 :G0 X35 Z-5 :CYC 225 (Canal em V externo) XI 40 ZC -15 B 10 H 10 AI 15 AII 15 RI_BI 3 RII_BII 3 D_SEG 2 R_INT 2.5 F 0.12 NUM 2 DIST -30 INC 2.3 :G0 X250 Z200 :M30 : Exemplo de programação 11: Perfil desejado: V
129 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 26 Perfil exemplo de programação 11 Programação: :%11 :G0 X10 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 253 (Desbaste interno simples) XI 16 ZI 0 XF 50 ZF -70 INC_X 3 AVANCO 0.2 DIST 4 SOBREM 0.8 :G0 X250 Z200 : T3 D3 :G0 X25 Z-5 :CYC 224 (Canal paralelo interno) XI 50 ZC -15 B 10 H 8 RI_BI 1 RII_BII 1 D_SEG 2 R_INT 2 F 0.12 NUM 3 DIST -20 INC 2.2 :G0 X250 Z200 :M30 : Observações: 129 V1.00
130 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo - Para utilizar a ferramenta na posição oposta, programar o perfil invertendo a cota XI, bem como alterar o lado de corte da ferramenta utilizada. - O mesmo é válido para a programação dos ciclos de canal interno. - O parâmetro DIST deve ser programado levando-se em consideração o sentido da repetição desejada CICLO FIXO DE CANAL NA FACE Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de canal na face o seguinte menu será exibido. Figura 27 Menu de ciclos de canal na face Neste menu devemos escolher o tipo de canal na face que desejamos fazer. Se escolhermos o Em V e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. V
131 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 28 Tela de programação do ciclo 222 (Abertura de canal na face) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. Para esta função temos os ciclos: G227 (v) G221 Acabamento paralelo na face (vi) G222 Canal paralelo na face Canal em V na face (vii) G228 Acabamento em V na face Para o ciclo G221 os parâmetros de programação são os seguintes: ZI - Cota Z inicial do canal. XC - Cota X no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. 131 V1.00
132 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. D_SEG Distância de segurança. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. INC Incremento no eixo X (em Raio) para alívio de ferramentas (pica-pau). Para o ciclo G222 os parâmetros de programação são os seguintes: ZI - Cota Z inicial do canal. XC - Cota X no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. AI Ângulo da face esquerdo do canal. AII - Ângulo da face direito do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. D_SEG Distância de segurança. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. INC Incremento no eixo X (em Raio) para alívio de ferramentas (pica-pau). Para o ciclo G227 os parâmetros de programação são os seguintes: ZI - Cota Z inicial do canal. XC - Cota X no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. V
133 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Para o ciclo G228 os parâmetros de programação são os seguintes: ZI - Cota Z inicial do canal. XC - Cota X no centro da base do canal. B Largura da base do canal. H Altura do canal. AI Ângulo da face esquerdo do canal. AII - Ângulo da face direito do canal. RIBI Raio ou chanfro no canto externo lado esquerdo do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. RIIBII Raio ou chanfro no canto externo lado direito do canal. Terá valores positivos para raios e negativos para chanfros. R_INT Raio nos cantos internos do canal. F Avanço de Usinagem. Exemplo de programação 12: Perfil desejado: Figura 29 Perfil exemplo de programação 12 Programação: :% V1.00
134 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo :G0 X170 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 250 (Faceamento externo simples) XI 160 ZI 0 XF 20 ZF -20 INC_Z 3 AVANCO 0.2 DIST 2 SOBREM 0.7 :G0 X250 Z200 : T4 D4 :G0 X35 Z-5 :CYC 225 (Canal em V externo) ZI -20 XC 100 B 10 H 10 AI 15 AII 15 RI_BI 3 RII_BII 3 D_SEG 2 R_INT 2.5 F 0.12 INC 2.3 :G0 X250 Z200 :M30 : V
135 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia CICLO FIXO DE FURAÇÂO Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de furação o seguinte menu será exibido. Figura 30 Menu de ciclos de furação Neste menu devemos escolher o tipo de furação desejamos fazer. Se escolhermos a Profunda e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. Figura 31 Tela de programação do ciclo 74 (Furação profunda) 135 V1.00
136 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. Para esta função temos os ciclos: G81 Furação simples G74 Furação profunda Para o ciclo G74 os parâmetros de programação são os seguintes: PROF Profundidade final do furo. INC - Incremento no eixo Z para alívio de ferramentas (picapau) D_SEG Distância de segurança. F Avanço de Usinagem. TEMPO Tempo. RETORNO Retorno. FR Fator de redução. ZI Cota Z inicial no centro da peça. Para o ciclo G81 os parâmetros de programação são os seguintes: PROF Profundidade final do furo. F Avanço de Usinagem. TEMPO Tempo. ZI Cota Z inicial no centro da peça. Exemplo de programação 13: Perfil desejado: V
137 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Figura 32 Perfil exemplo de programação 13 Programação: :%13 :G0 X90 Z5 :G96 S350 :G92 S3000 : T1 D1 :M3 :M8 :CYC 251 (Desbaste Externo Simples) XI 80 ZI 0 XF 50 ZF -70 INC_X 3 AVANCO 0.2 DIST 4 SOBREM 0.8 :G0 X250 Z200 : T5 D5 :G0 X0 Z-5 :CYC 74 (Furação profunda) PROF 40 INC 5 D_SEG 2 F 0.6 TEMPO 1.5 RETORNO 0 FR 0 ZI 0 :G0 X250 Z200 :M30 : 137 V1.00
138 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 24 Ciclos Fixos de Fresa 24.1 Descrição e propósito Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar ao parâmetro desejado Furação simples - G81 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) até a profundidade programada. Em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. F - Avanço. ZI - Coordenada Z inicial Furação com tempo - G89 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) até a profundidade programada. Aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Os ciclos de furação com tempo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. F - Avanço. TEMPO - Tempo no fundo. ZI - Coordenada Z inicial Furação profunda - G83 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. V
139 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial Furação em linha - G303 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) em linha considerando ponto inicial, ponto final e o número de furos programados. A distância entre os furos será calculada pelo ciclo de forma que sejam igualmente espaçados. Os furos são executados até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Os ciclos de furação em linha. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial. XI - Coordenada X inicial. YI - Coordenada Y inicial. XF - Coordenada X final. YF - Coordenada Y final. NFUROS - Número de furos Furação em linha com ângulo - G305 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) em linha considerando o número de furos programados, o espaçamento entre os furos bem como o ângulo da reta desejado. Os furos são executados até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial. NFUROS - Número de furos. EF - Distância entre furos. ANGULO - Ângulo da reta. 139 V1.00
140 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Furação em malha - G304 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) em malha considerando número de furos programados e o espaçamento entre os furos no eixo X e no eixo Y. Os furos são executados até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Os ciclos de furação em malha. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial. EFX - Distância entre furos X. NX - Número de furos total em X. EFY - Distância entre furos Y. NY - Número de furos total em Y Furação em círculo - G301 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) em círculo considerando os pontos X e Y do centro do círculo e o número de furos. O raio do círculo é calculado automaticamente considerando o último ponto programado antes da chamada do ciclo em relação ao centro do círculo programado. Os furos serão igualmente espaçados considerando a circunferência programada. Programa-se também o sentido em que serão realizados os furos, bem como o tipo de interpolação que será utilizada. Os furos são executados até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial. NFUROS - Número de furos. XC - Centro em X. YC - Centro em Y. SENT - Sentido da furação (0 = Anti-horário / 1 = Horário). INTERPOL - Interpolação (0 = Linear / 1 = Circular). V
141 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Furação em arco - G302 Este ciclo executa movimento de furação (no eixo Z) em arco considerando os pontos X e Y do centro do círculo, o número de furos e o ângulo de abertura programado. O raio do círculo é calculado automaticamente considerando o último ponto programado antes da chamada do ciclo em relação ao centro do círculo programado. Os furos serão igualmente espaçados considerando o arco programado. Programa-se também o sentido em que serão realizados os furos, bem como o tipo de interpolação que será utilizada. Os furos são executados até a profundidade programada, não de uma forma direta, mas fazendo incrementos em Z conforme programado. No último incremento aguarda o tempo programado no fundo e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: PROF - Profundidade. INC - Incremento. D_SEG - Distância de segurança. F - Avanço. T - Tempo para início do retorno. RET - Retorno. FR - Fator de redução. ZI - Coordenada Z inicial. NFUROS - Número de furos. XC - Centro em X. YC - Centro em Y. ANG - Ângulo de abertura do arco. SENT - Sentido da furação (0 = Anti-horário / 1 = Horário). INTP - Interpolação (0 = Linear / 1 = Circular) Ciclo Fixo de Rosca Se no menu de ciclos o ícone escolhido foi o de rosca o seguinte menu será exibido. 141 V1.00
142 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 7 Menu de ciclos de rosca Neste menu devemos escolher o tipo de rosca que desejamos fazer. Se escolhermos a opção Malha e pressionar ENT a seguinte tela será exibida. Figura 8 Tela de programação do ciclo 203 (Rosca cônica externa Múltiplas entradas) Esta é tela para a programação do ciclo fixo. Aqui é aonde programamos todos os parâmetros referentes ao ciclo que desejamos executar. Note que para facilitar a programação existe uma figura indicando os parâmetros do ciclo, e também a descrição do parâmetro atual que se está programando. Para programar digite o valor referente a cada parâmetro e em seguida pressione. Se quiser editar parâmetros que já havia programado pressione as teclas e até chegar no parâmetro desejado. V
143 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia Rosca Rígida - G84 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) até a profundidade programada. Em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço Rosca em linha - G323 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) em linha considerando ponto inicial, ponto final e o número de furos programados. A distância entre os furos será calculada pelo ciclo de forma que sejam igualmente espaçados. Os furos são executados até a profundidade programada e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI - Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço. XI - Coordenada X inicial. YI - Coordenada Y inicial. XF - Coordenada X final. YF - Coordenada Y final. NFUROS - Número de furos Rosca em linha com ângulo - G325 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) em linha considerando o número de furos programados, o espaçamento entre os furos bem como o ângulo da reta desejado. Os furos são executados até a profundidade programada e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI - Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço. NFUROS - Número de furos. EF - Distância entre furos. ANGULO - Ângulo da reta Rosca em malha - G324 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) em malha considerando número de furos programados e o espaçamento entre os furos no eixo X e no eixo Y. Os furos são 143 V1.00
144 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo executados até a profundidade programada e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI - Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço. EFX - Distância entre furos X. NX - Número de furos total em X. EFY - Distância entre furos Y. NY - Número de furos total em Y Rosca em círculo - G321 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) em círculo considerando os pontos X e Y do centro do círculo e o número de furos. O raio do círculo é calculado automaticamente considerando o último ponto programado antes da chamada do ciclo em relação ao centro do círculo programado. Os furos serão igualmente espaçados considerando a circunferência programada. Programa-se também o sentido em que serão realizados os furos, bem como o tipo de interpolação que será utilizada. Os furos são executados até a profundidade programada e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI - Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço. NFUROS - Número de furos. XC - Centro em X. YC - Centro em Y. SENT - Sentido da furação (0 = Anti-horário / 1 = Horário). INTERPOL - Interpolação (0 = Linear / 1 = Circular) Rosca em arco - G322 Este ciclo executa movimento de rosca (no eixo Z) em arco considerando os pontos X e Y do centro do círculo, o número de furos e o ângulo de abertura programado. O raio do círculo é calculado automaticamente considerando o último ponto programado antes da chamada do ciclo em relação ao centro do círculo programado. Os furos serão igualmente espaçados considerando o arco programado. Programa-se também o sentido em que serão realizados os furos, bem como o tipo de interpolação que será utilizada. Os furos são executados até a profundidade programada e em seguida retorna para a última posição programada no eixo Z antes da chamada do ciclo. Para este ciclo os parâmetros de programação são: ZI - Coordenada Z inicial. D_SEG - Incremento. PROF - Distância de segurança. F - Avanço. V
145 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia NFUROS - Número de furos. XC - Centro em X. YC - Centro em Y. ANG - Ângulo de abertura do arco. SENT - Sentido da furação (0 = Anti-horário / 1 = Horário). INTP - Interpolação (0 = Linear / 1 = Circular) Exemplos de Programação Exemplo 1 Peça a ser executada: Figura 9 Perfil exemplo de programação 1 Programação: :%1 :G0 X10 Y10 Z5 F1100 :T1 D1 :M3 S1000 :CYC 79 (Bolsão Ret. Ziguezague c/ Acab.) XC 0 YC 0 COMPX 240 COMPY 120 INC_L 14 F 8000 INC 20 PROF 20 ZI 0.5 SOBREM 0.8 D_SEG 2 FZ 5000 ANG 0 :G0 Z5 :M5 :T2 D2 :G0 X-120 Y108 :M3 S1000 :CYC 304 (Furação em Malha) 145 V1.00
146 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo PROF 15 INC 15 D_SEG 1.05 F 8000 T 0 RET 0 FR 0 ZI 0.5 EFX 48 NX 6 EFY 48 NY 3 :G0 X-120 Y-108 :CYC 304 (Furação em Malha) PROF 15 INC 15 D_SEG 1.05 F 8000 T 0 RET 0 FR 0 ZI 0.5 EFX 48 NX 6 EFY -48 NY 3 :G0 Z5 :M30 : Exemplo 2 Peça a ser executada: Figura 10 Perfil exemplo de programação 2 Programação: :%2 :G0 X190 Y190 Z5 :T1 D1 :M3 S1000 :CYC 78 (Bolsão Circ. c/ Acabamento) XC YC RAIO 25 SC 1 INC_L 7 F 8000 INC 15 PROF 25 ZI 0 SOBREM 0.8 D_SEG 1 FZ 5000 ANG 0 V
147 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia :G0 X55 Y55 Z5 :CYC 78 (Bolsão Circ. c/ Acabamento) XC 50 YC 50 RAIO 25 SC 1 INC_L 7 F 8000 INC 15 PROF 25 ZI 0 SOBREM 0.8 D_SEG 1 FZ 5000 ANG 0 :M5 :T2 D2 :G0 X85.31 Y14.63 :CYC 302 (Furação em Arco) PROF 25 INC 15 D_SEG 1 F T 0.5 RET 0 FR 0 ZI 0 NFUROS 5 XC 50 YC 50 ANG 180 SENT 1 INTP 0 :G0 X43.6 Y114.2 Z5 :CYC 305 (Furação em Linha com Ângulo) PROF 25 INC 15 D_SEG 1 F T 0.25 RET 0 FR 0 ZI 0 NFUROS 4 EF ANGULO 45 :G0 X Y229.8 Z5 :CYC 302 (Furação em Arco) PROF 25 INC 15 D_SEG 1 F T 0.5 RET 0 FR 0 ZI 0 NFUROS 5 XC YC ANG 180 SENT 1 INTP 0 :CYC 303 (Furação em Linha) PROF 25 INC 15 D_SEG 1 F T 0.2 RET 0 FR 0 ZI 0 XI YI XF YF NFUROS 4 :M30 : Exemplo 3 Peça a ser executada: 147 V1.00
148 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo Figura 11 Perfil exemplo de programação 3 Programação: :%3 :G0 X10 Y10 Z5 :T1 D1 :M3 S1000 :CYC 78 (Bolsão Circ. c/ Acabamento) XC 0 YC 0 RAIO 50 SC 1 INC_L 7 F 8000 INC 15 PROF 25 ZI 0 SOBREM 0.8 D_SEG 1 FZ 5000 ANG 0 :M5 :T3 D3 :G0 X-80 Y0 :M3 S1000 :CYC 321 (Rosqueamento em Círculo) ZI 0 D_SEG 2 PROF 15 F 800 NFUROS 8 XC 0 YC 0 SENT 1 INTERPOL 0 :M30 V
149 Manual de Programação - CNC Proteo MCS Engenharia 25 Comunicação ON-LINE 25.1 Descrição e propósito 25.2 Aplicações típicas 25.3 Seleção de Programas Externos Comunicação com PC Expansão de Memória 25.4 Execução de Programas Externos Modo Execução Contínua Modo Passo-a-Passo 25.5 Interrupção de Execução 25.6 Retomada de Ciclo 25.7 Regras para trabalhar com programas externos 26 Modo Aprendizado Teach - IN 26.1 Descrição e propósito 26.2 Aplicações típicas 26.3 Dispositivos de captura Operações Manuais Operações Automáticas 26.4 Dados capturados Coordenadas dos eixos Dimensões de ferramenta Ciclos de medição 149 V1.00
150 MCS Engenharia Operação (Fresa) - CNC Proteo 27 Calculadora 27.1 Descrição e propósito 27.2 Aplicações típicas 27.3 Formas de Acesso 27.4 Operações Aritméticas Trigonométricas Captura de dados Memórias Como utilizar os resultados V
Características Proteo SX570
Arquitetura de Hardware Capacidade de Controle Terminal de Operação (IHM) Terminal Integrado incorpora CPU Dual ( ARM + DSP ) 32 bits Módulos E/S, Eixos ANA, Temperatura CANopen Comunicação Digital CANopen
GUIA RÁPIDO DE PROGRAMAÇÃO (CNC PROTEO)
GUIA RÁPIDO DE PROGRAMAÇÃO () MCS Engenharia 6/9/2012 Página 1 de 17 ÍNDICE 1 PROGRAMAÇÃO ISO (CÓDIGOS G)... 3 1.1 COORDENADAS ABSOLUTAS / INCREMENTAIS (G90 / G91)... 3 1.2 ORIGENS: ABSOLUTA (G53), PEÇA
CNC PROTEO ESTRUTURA DE ARQUIVOS
CNC PROTEO ESTRUTURA DE ARQUIVOS MCS Engenharia 26/09/2008 Página 1 de 14 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...3 2 ESTRUTURA DE DIRETÓRIOS...3 2.1 Diretório CFG... 4 2.2 Diretório DATA... 4 2.3 Diretório MACROS... 4
Manual de Operação Torno V1.00 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO. Manual Operação Torno Pg. 3
Manual de Operação Torno V1.00 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO Manual Operação Torno Pg. 3 Manual de Operação Torno V1.00 INDICE 1.0 - Introdução... 7 1.1 - Funções das Teclas...13 2.0 - Inicializando
MANUFATURA ASSISTIDA POR COMPUTADOR
MANUFATURA ASSISTIDA POR COMPUTADOR Prof. Isaac N. L. Silva Professor do Departamento de Engenharia Mecânica e Mecatrônica - PUCRS CNC O que são Tipos e Aplicações Fabricantes O que são Controle Numérico
TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC
Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Engenharia Mecatrônica Tecnologias de Comando Numérico Prof. Alberto J. Alvares TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC 1. Peça Exemplo: Elaborar um programa
Introdução às Máquinas CNC s. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do
Grupo Caet - Divisão de Conteúdos Introdução às Máquinas CNC s. Por Delmonte Friedrich, Msc. Eng. Todos os direitos reservados. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização
CNC BÁSICO TORNO EMCO PC 120 COMANDO FANUC
CNC BÁSICO TORNO EMCO PC 120 COMANDO FANUC Teclado de edição Softkeys Deslocamento de eixos Setup de programas Start/Stop de programas e dispositivos Dispositivos Modos de operação Velocidade de avanço
Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais
Introdução ao Controlo Numérico Computorizado I Conceitos Gerais João Manuel R. S. Tavares Joaquim Oliveira Fonseca Bibliografia Controlo Numérico Computorizado, Conceitos Fundamentais Carlos Relvas Publindústria,
INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.
INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um
Mapeamento de memória e programação da IHM do controlador CP-WS41/8DO8DI4AO2AI2TAI
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e programação da IHM do controlador CP-WS41/8DO8DI4AO2AI2TAI PROXSYS Versão 1.0 Março-2013 Controlador Industrial CP-WS1
Manual de Operação Fresadora CNC
Manual de Operação Fresadora CNC 1 Índice Introdução...3 Métodos de Utilização...3 Controle manual...4 Link Serial...5 Modo Automático com Cartão SD...6 2 Introdução A Fresadora CNC do Lab, é uma fresadora
CNC 8055 / CNC 8055i MANUAL DE AUTO-APRENDIZAGEM (OPÇÃO MC ) (REF 0607) (Ref 0607)
CNC 8055 / CNC 8055i (REF 0607) MANUAL DE AUTO-APRENDIZAGEM (OPÇÃO MC ) (Ref 0607) Todos os direitos reservados. Não se pode reproduzir nenhuma parte desta documentação, transmitir-se, transcrever-se,
Página deixada intencionalmente em branco
Operação Torno 1 Página deixada intencionalmente em branco 2 1 - Operação Máquina... 5 1.1 - Inicialização... 5 1.2 - Busca de Referência.... 8 1.2.1 - Busca através de micros de referência.... 8 1.2.2
FieldLogger. Apresentação
Solução Completa Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um módulo de leitura e registro de variáveis analógicas,
Medição tridimensional
A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.
Manual de instalação e configuração do módulo de saídas NSR-08
Manual de instalação e configuração do módulo de saídas NSR-08 Sumário DESCRIÇÃO GERAL...4 VANTAGENS...4 CARACTERÍSTICAS...4 LED DE STATUS DO MODULO...4 ESQUEMA DE LIGAÇÕES...5 LIGAÇÃO DO CABO DE COMUNICAÇÃO...6
Building Technologies
Building Technologies Detecção de Incêndio Catálogo de Produtos BC80 Índice Página 1. Central de Detecção e Alarme de Incêndio Série BC8001... 4 BC8001/e Central de Detecção e Alarme de Incêndio BC8001
Acionamento através de senha*, cartão de proximidade e biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas.
1/8 Visão Geral: Instalação e configuração simplificada. Alta capacidade de armazenamento de registros e usuários. Acionamento através de senha*, cartão de proximidade e biometria. Compatível com fechaduras
Descrição do Produto. Altus S. A. 1
Descrição do Produto O software MasterTool IEC é um ambiente completo de desenvolvimento de aplicações para os controladores programáveis da Série Duo. Esta ferramenta permite a programação e a configuração
MANUAL OPERAÇÃO FRESADORA PADRÃO
V100 Página deixada em branco Intencionalmente pág.2 ÍNDICE Índice 1 - OPERAÇÃO MÁQUINA... 7 1.1 - INICIALIZAÇÃO... 7 1.2 - BUSCA DE REFERÊNCIA... 9 1.3. MODO MANUAL... 11 1.3.1 JOG... 11 1.3.2 MODO INCREMENTAL...
fx-82ms fx-83ms fx-85ms fx-270ms fx-300ms fx-350ms
O uso da Calculadora Científica (Casio fx) fx-82ms fx-83ms fx-85ms fx-270ms fx-300ms fx-350ms Prof. Ms. Renato Francisco Merli 2013 1 Sumário 1. Antes de Começar... 2 2. Cálculos Básicos... 8 3. Cálculos
PROCESSOS A CNC. Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico
PROCESSOS A CNC Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico 1 CFP SENAI VW OBJETIVO da disciplina PROCESSOS A CNC Exercício básico
Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas
Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a
CNC 8055 / CNC 8055i MANUAL DE AUTO-APRENDIZAGEM (OPÇÃO TC ) (REF 0607) (Ref 0607)
CNC 8055 / CNC 8055i (REF 0607) MANUAL DE AUTO-APRENDIZAGEM (OPÇÃO TC ) (Ref 0607) Todos os direitos reservados. Não se pode reproduzir nenhuma parte desta documentação, transmitir-se, transcrever-se,
Manual de Operação &
MEC-180H 2Fios Manual de Operação & Instruções de Operação 1 INTRODUÇÃO: Este manual tem por objetivo, instruir o operador na utilização da MEC-180 H. São mostradas as funções de todas as teclas e a seqüência
CADERNOS DE INFORMÁTICA Nº 1. Fundamentos de Informática I - Word 2010. Sumário
CADERNO DE INFORMÁTICA FACITA Faculdade de Itápolis Aplicativos Editores de Texto WORD 2007/2010 Sumário Editor de texto... 3 Iniciando Microsoft Word... 4 Fichários:... 4 Atalhos... 5 Área de Trabalho:
Implementações 2009. Sistema: Interface Geral: Interface Display: Licenciamento:
Implementações 2009 O GibbsCAM 2009 v9.3.21, versão esta que apresenta mais de 150 melhorias significativas em toda a linha do software GibbsCAM fornecendo assim um valor excepcional para os clientes em
LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO
LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO 2014 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 INFORMAÇÕES TÉCNICAS... 3 3 CALIBRAGEM DOS MÓDULOS LASER (AFERIÇÃO E TEMPORIZAÇÃO)... 3 3.1 AFERIÇÃO DO LASER PONTO LONGITUDINAL...3 3.2
2.1 Montando o cabo serial... 4 2.2 Conectando o receptor ao PC... 5 2.3 Instalando o programa (DRU)... 5
1 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Instalação... 4 2.1 Montando o cabo serial... 4 2.2 Conectando o receptor ao PC... 5 2.3 Instalando o programa (DRU)... 5 3. Atualizando o receptor... 8 3.1 Qual o software
Organização de Computadores 1
Organização de Computadores 1 5 CONJUNTO DE INSTRUÇÕES Prof. Luiz Gustavo A. Martins Introdução O que é um conjunto de instruções? Coleção completa das instruções que a CPU é capaz de executar (entende).
5. Programação EDE5-0612-003
5.Programação 5.1 Introdução de programa Máquinas CN são aquelas que usinam peças operando servo-motor, válvula solenóide, etc. com computador. Para operar o computador livremente, é necessário usar uma
Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware)
Computador Digital SIS17 - Arquitetura de Computadores (Parte I) Máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções que lhe são fornecidas. Executa Programas conjunto de instruções
CNC 8055 MC. Manual de auto-aprendizagem REF. 1010 SOFT: V01.0X
CNC 8055 MC Manual de auto-aprendizagem REF. 1010 SOFT: V01.0X Todos os direitos reservados. Não se pode reproduzir nenhuma parte desta documentação, transmitir-se, transcrever-se, armazenar-se num sistema
BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EaD UAB/UFSCar Sistemas de Informação - prof. Dr. Hélio Crestana Guardia
O Sistema Operacional que você usa é multitasking? Por multitasking, entende-se a capacidade do SO de ter mais de um processos em execução ao mesmo tempo. É claro que, num dado instante, o número de processos
DRIVER DA TELA SENSÍVEL AO TOQUE MANUAL DE OPERAÇÃO
MONITOR LCD DRIVER DA TELA SENSÍVEL AO TOQUE MANUAL DE OPERAÇÃO para Mac Versão 1.0 Modelos aplicáveis PN-L802B/PN-L702B/PN-L602B Conteúdo Introdução...3 Requisitos do sistema...3 Configuração do computador...4
UCS. Universidade de Caxias do Sul. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Departamento de Engenharia Mecânica
1 Universidade de Caxias do Sul UCS Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica Programação CNC Utilizando o Comando Mitsubishi Meldas-M3 Gerson Luiz Nicola Eng. Mec. Prof.
Controladores Programáveis Micro CLP. Linha TP 02
Controladores Programáveis Micro CLP Linha TP 02 Os Controladores Programáveis WEG Linha TP caracterizamse pelo seu tamanho compacto e excelente relação custobenefício, considerandose as aplicações a que
Manual de instalação e configuração do módulo de entradas WEBER-REP
Manual de instalação e configuração do módulo de entradas WEBER-REP Sumário CONVENÇÕES UTILIZADAS...3 DESCRIÇÃO GERAL...4 VANTAGENS...4 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS...4 ESPECIFICAÇÕES GERAIS...5 LED DE STATUS
Automação. Industrial. Prof. Alexandre Landim
Automação Industrial Prof. Alexandre Landim Automação Industrial Controladores Lógicos Programáveis Parte 1 1. Introdução O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente CLP, tem revolucionado os comandos
SUMÁRIO. 1. Instalação... 1. 2. Operações... 3. 2.1 Comunicação... 4. 2.1.1 Modo... 4. 2.1.2 Ethernet... 5. 2.1.3 Serial... 6
SUMÁRIO 1. Instalação... 1 2. Operações... 3 2.1 Comunicação... 4 2.1.1 Modo... 4 2.1.2 Ethernet... 5 2.1.3 Serial... 6 2.1.4 Configurações da placa de rede... 6 2.2 Edição base... 7 2.2.1 Produto... 7
Escrito por Engª Lidiane Faccio de Faveri Qui, 12 de Março de 2015 19:19 - Última revisão Sex, 13 de Março de 2015
1. Introdução O conceito de ferro inteligente foi introduzido na V18 dos sistemas TQS, mas ao visualizar a aparência de um desenho de armação de viga gerado nesta versão, a impressão inicial é de que nada
APLICAÇÕES E ANÁLISE DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS "SCADA"
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E
Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger
Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.
Terminal de Consulta de Preço. Linha Vader. Modelo TT300 e TT1000i
Terminal de Consulta de Preço Linha Vader Modelo TT300 e TT1000i Índice 1. Conhecendo o Terminal de Consulta 03 1.1 Configurando o endereço IP no terminal 04 2. Conhecendo o Software TTSocket 06 3. Instalando
Características da Usinagem CNC
Características da Usinagem CNC CN: comando numérico É o código propriamente dito! CNC: comando numérico computadorizado É o sistema de interpretação e controle de equipamentos que se utilizam de CN para
UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski
UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Objetivos da Aula Discutir as vantagens da automação. Entender o que é o comando numérico computadorizado (CNC) Compreender a necessidade
Fontes de Alimentação
Fontes de Alimentação As fontes de alimentação servem para fornecer energia eléctrica, transformando a corrente alternada da rede pública em corrente contínua. Estabilizam a tensão, ou seja, mesmo que
CRONÔMETRO MICROPROCESSADO
O equipamento possui um display de alta resolução e 6 botões: CRONÔMETRO MICROPROCESSADO www.maxwellbohr.com.br (43) 3028-9255 LONDRINA PR 1 - Introdução O Cronômetro Microprocessado é um sistema destinado
APOSTILA II DAC CRIADO POR DÉBORA M. BUENO FRANCO PROFESSORA DE DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR FACULDADE EDUCACIONAL DE ARAUCÁRIA - FACEAR
APOSTILA II DAC INTRODUÇÃO O WorkCAD é uma ferramenta para criação, edição e impressão de projetos assistidos por computador (CAD - Computer Aided Design) que inclui a criação e gerenciamento de projetos
Implantação do Sistema de Controle de Tempos Nas Agências de Atendimento - TMA
Implantação do Sistema de Controle de Tempos Nas Agências de Atendimento - TMA Projeto Nº 318 Tema: Atendimento a Clientes José César do Nascimento CELPE Sistema de Controle do Tempo Médio de Atendimento
Manual de Configuração e Operação
ALFA INSTRUMENTOS ELETRÔNICOS LTDA Manual de Configuração e Operação Última alteração Número do documento 21/02/2013 10:38 Este documento contém os procedimentos de configuração e operação do sistema de
ÍNDICE 1 - Ciclo Fixo... 4 1.1 - Ciclo Fixo de Faceamento... 5 1.1.1 - Faceamento simples... 8 1.1.2 - Faceamento de perfil... 10 1.
Ciclos de Torno ÍNDICE 1 - Ciclo Fixo... 4 1.1 - Ciclo Fixo de Faceamento... 5 1.1.1 - Faceamento simples... 8 1.1.2 - Faceamento de perfil... 10 1.2 - Ciclo Fixo de Desbaste... 15 1.2.1 - Desbaste simples...
2. Painel de Operação
2. Painel de Operação 2.1 Introdução O painel de operação consiste das 4 partes abaixo; 2.1.1 Parte LCD/ NC 2.1.2 Parte do Teclado (parte UNIDADE MDI) 2.1.3 Parte do painel de controle da máquina 2.1.4
Linha Miyano Evolution BNJ
Centro de Torneamento CNC com 2 Fusos, 2 Torres e 1 Eixo- Deslizante Linha Miyano Evolution BNJ As Linhas Evolution & Innovation são o Futuro Quase tudo é possível para as Miyano BNJ - 42 e 51 S3 O movimento
Manual de Instruções. Posicionador e Incrementador Modelo PIS-01/72. Cód.: Frontal. Conexões Elétricas. Introdução
Introdução Características Técnicas O posicionador e incrementador Samrello é um equipamento utilizado para o comando de posicionamento dos eixos em máquinas e processos, em diversas áreas e aplicações.
NX-MAX6 MANUAL DO USUARIO V1.1
MANUAL DO USUARIO V1.1 NEVEX Tecnologia Ltda. Copyright 2015- Todos os direitos Reservados Atualizado em: 21/05/2015 IMPORTANTE Máquinas de controle numérico são potencialmente perigosas. A Nevex Tecnologia
IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas
IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento
Micro Terminal IDTECH
Micro Terminal IDTECH Versão: 5.0.8 Micro Terminal IDTECH O Micro Terminal IDTech é um equipamento que possui uma estrutura de hardware e software completa para aplicações em automação comercial. Contém
INTRODUÇÃO WORKCAD NA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
INTRODUÇÃO O WorkCAD é uma ferramenta para criação, edição e impressão de projetos assistidos por computador (CAD - Computer Aided Design) que inclui a criação e gerenciamento de projetos 3D, maquetes
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2.
Atenção ainda não conecte a interface em seu computador, o software megadmx deve ser instalado antes, leia o capítulo 2. Interface megadmx SA Firmware versão 1, 2 e 3 / software megadmx 2.000 (Windows/MAC
Parte V Linguagem de Programação
www.spei.br Sociedade Paranaense de Ensino e Informática Parte V Linguagem de Programação 2 1 Linguagens de Programação de CLPs As linguagens de programação permitem aos usuários se comunicar com o CLP
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES U C P Prof. Leandro Coelho Plano de Aula 2 Aula Passada Definição Evolução dos Computadores Histórico Modelo de Von-Neumann Básico CPU Mémoria E/S Barramentos Plano de Aula
KF2.4 MANUAL DE UTILIZADOR
MANUAL DE UTILIZADOR Conteúdo Marcas comerciais IKIMOBILE é uma marca registada da Univercosmos, Lda., uma empresa do Grupo FF, com uma participação na Technology Solutions IT INT. Android e Google Search
GEAPS EXCHANGE 99 Sessão Educacional. O que há de novo: Watchdog Elite da 4B Elevator Components Ltd. Monitor de Elevador de Caçamba para o Século 21
GEAPS EXCHANGE 99 Sessão Educacional Visita 4B no Stand # 500 O que há de novo: Watchdog Elite da 4B Elevator Components Ltd. Monitor de Elevador de Caçamba para o Século 21 Uma apresentação por Johnny
Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 -
T e c n o l o g i a Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. INTRODUÇÃO Kit de Máquinas Elétricas Rotativas -
Sagômetro Digital. Manual de Instalação e Operação
Manual de Instalação e Operação MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO APRESENTAÇÃO: Esse instrumento foi especialmente desenvolvido para realizar medições de Ságitas em Blocos Oftálmicos onde através de software
Rede PROFIBUS DP com Sistema de Automação EMERSON/DeltaV e Remota Série Ponto
Nota de Aplicação NAP101 Rede PROFIBUS DP com Sistema de Automação EMERSON/DeltaV e Remota Série Ponto Sumário Descrição... 1 1. Introdução... 2 2. Instalação... 3 3. Configuração... 3 3.1 Projeto de Rede
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAD/CAM. Profº Emerson Oliveira Matéria: CAD/CAM [email protected] Câmpus Joinville
INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAD/CAM Profº Emerson Oliveira Matéria: CAD/CAM [email protected] Câmpus Joinville Etapas CAD/CAM Quando o sistema tem comunicação direta. CAD/CAM Quando
Medidor Powersave V2 USB
Medidor Powersave V2 USB O medidor é formado por uma caixa plástica contendo uma placa eletrônica, uma tomada macho, uma tomada fêmea, um conector H, um barramento lateral, um conector USB e leds indicativos.
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO Antonio A. de Carvalho, Raphael C. S. B. Suita, Ivan C. da Silva, João M. A. Rebello Universidade Federal do Rio
Diagrama lógico da rede da empresa Fácil Credito
Diagrama lógico da rede da empresa Fácil Credito Tabela de endereçamento da rede IP da rede: Mascara Broadcast 192.168.1.0 255.255.255.192 192.168.1.63 Distribuição de IP S na rede Hosts IP Configuração
CURSO OPERACIONAL TOPOLOGIA SISTEMA SIGMA 485-E
SIGMA Sistema Integrado de Combate a Incêndio CURSO OPERACIONAL TOPOLOGIA SISTEMA SIGMA 485-E CABO BLINDADO (SHIELD) 4 VIAS 2X2,50 MM + 2X0,75 MM IHM Possibilidade de até 95 loops. LOOP LOOP LOOP CABO
1. Informações Gerais
1. Informações Gerais Guia de Utilização Samsung PST TDMA 1.1 Pré-Requisitos para utilização do software 1º - Noções básicas de informática! (Manipulação de arquivos, instalação e utilização de programas)
TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos
TBA 42/60 Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 - nova geração com moderna tecnologia Os tornos automáticos CNC de carros múltiplos Ergomat TBA 42 e TBA 60 se tornaram mais versáteis e produtivos
Manual de utilização do módulo NSE METH 3E4RL
INSTALAÇÃO 1 - Baixe o arquivo Software Configurador Ethernet disponível para download em www.nse.com.br/downloads-manuais e descompacte-o em qualquer pasta de sua preferência. 2 - Conecte a fonte 12Vcc/1A
CNC CORTE TÉRMICO PARA. Version 1.0 10/07/2013. ISAC S.r.l. VIA MAESTRI DEL LAVORO, 30 56021 CASCINA (PI) ITALY WWW.ISACSRL.IT
CNC PARA CORTE TÉRMICO Version 1.0 10/07/2013 ISAC S.r.l. CAPITALE SOCIALE 100.000,00 C.F. e P.I. 01252870504 VIA MAESTRI DEL LAVORO, 30 56021 CASCINA (PI) ITALY WWW.ISACSRL.IT TEL 050 711131 FAX 050 711472
Sistemas Operacionais
Sistemas Prof. Ms. Márcio Andrey Teixeira A Caracterização dos Sistemas Funções do S.O Administração de Processos Administração da Memória Principal Administração do Armazenamento Secundário Administração
Notas de Aula AutoCad Prof. Sérgio Viana
Área de Trabalho Juntamente com a área de trabalho, poderão estar abertas algumas barras de ferramentas nas laterais da tela, que servem de suporte ai desenho. Janelas de Comandos Figura 1 Área de trabalho
João Manuel R. S. Tavares / JOF
Introdução ao Controlo Numérico Computorizado II Referencial, Trajectórias João Manuel R. S. Tavares / JOF Introdução As ferramentas de uma máquina CNC podem realizar certos movimentos conforme o tipo
Algoritmos DCC 119. Introdução e Conceitos Básicos
Algoritmos DCC 119 Introdução e Conceitos Básicos Sumário Sistemas de Numeração Sistemas Computacionais Estrutura de um Computador Digital Sistemas Operacionais Algoritmo Introdução Formas de representação
Manual Introdutório do DataStudio
Manual de Instruções Manual N.º 012-08107 Manual Introdutório do DataStudio Manual N.º 012-08107 Manual N.º 012-08107 Manual Introdutório do DataStudio Introdução O que é o DataStudio? O DataStudio é
Modem e rede local. Guia do usuário
Modem e rede local Guia do usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações sem aviso. As únicas garantias para produtos
Controladores Programáveis Micro CLP. Linha TP 02. Transformando energia em soluções
Controladores Programáveis Micro CLP Linha TP 02 Transformando energia em soluções Os Controladores Programáveis WEG Linha TP caracterizamse pelo seu tamanho compacto e excelente relação custobenefício,
Compatível com: Solução SMS para Gerenciamento de Missões Críticas
Nobreak senoidal on-line trifásico dupla conversao ~ 10 a 100 kva PERFIL Compatível com: Solução SMS para Gerenciamento de Missões Críticas de 10 a 60 kva 75 e 100 kva A linha de nobreaks SMS Sinus Triphases
Sumário. 1. Instalando a Chave de Proteção 3. 2. Novas características da versão 1.3.8 3. 3. Instalando o PhotoFacil Álbum 4
1 Sumário 1. Instalando a Chave de Proteção 3 2. Novas características da versão 1.3.8 3 3. Instalando o PhotoFacil Álbum 4 4. Executando o PhotoFacil Álbum 9 3.1. Verificação da Chave 9 3.1.1. Erro 0001-7
IRISPen Air 7. Guia rápido. (Windows & Mac OS X)
IRISPen Air 7 Guia rápido (Windows & Mac OS X) Este Guia rápido do utilizador ajuda-o a dar os primeiros passos com o IRISPen Air TM 7. Leia este guia antes de utilizar o scanner e o respetivo software.
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Central de Alarme Particionada
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO AP6 Central de Alarme Particionada www.compatec.com.br 2 www.compatec.com.br 3 4. Dimensões do produto... 5. Conhecendo o seu produto... 7 5.1 Conhecendo as funções da central...
Motorola Phone Tools. Início Rápido
Motorola Phone Tools Início Rápido Conteúdo Requisitos mínimos...2 Antes da instalação Motorola Phone Tools...3 Instalar Motorola Phone Tools...4 Instalação e configuração do dispositivo móvel...6 Registro
A sigla CAD pode representar duas definições principais, das quais muitas vezes são empregadas inadequadamente:
A sigla CAD pode representar duas definições principais, das quais muitas vezes são empregadas inadequadamente: Computer Aided Drafting (CAD) a palavra drafting pode ser traduzida como desenho técnico,
CNC PARA CORTE DE VIDRO
CATÁLOGO DE APLICAÇÃO CNC PARA CORTE DE VIDRO Versão 1.3 12/11/2013 ISAC S.r.l. CAPITALE SOCIALE 100.000,00 C.F. e P.I. 01252870504 VIA MAESTRI DEL LAVORO, 30 56021 CASCINA (PI) ITALY WWW.ISACSRL.IT TEL
Sistema de Gerenciamento de Projetos V 1.01 MANUAL DO COORDENADOR
Roteiro para utilização do GEP Versão de referência: GEP V1.00 Índice analítico I Apresentação... 2 I.1 Controles básicos do sistema;... 2 I.2 Primeiro acesso... 2 I.3 Para trocar a senha:... 3 I.4 Áreas
MF = (M1 * 0,4) + (M2 * 0,6) MF < 6 MF = (MF * 0,6) + (EXA * 0,4)
Informática Aplicada Prof. Gilmar F. Aquino Filho São Vicente, SP 22/02/2016 EMENTA Fundamentos em Informática; O computador; História; Origem; Funcionamento; Componentes; Conceito de Hardware; Conceito
AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO
AUTOMAÇÃO DE CÚPULA DE OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO Marcella Scoczynski Ribeiro (UTFPR/UEPG) [email protected] Matheus Safraid (UEPG) [email protected] Resumo Este trabalho apresenta os benefícios
LASERTECK SOFTECK FC MANUAL DO USUÁRIO
LASERTECK SOFTECK FC MANUAL DO USUÁRIO 2015 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 REQUISITOS DO SISTEMA... 3 3 INSTALAÇÃO... 3 4 O QUE MUDOU... 3 5 COMO COMEÇAR... 4 6 FORMULÁRIOS DE CADASTRO... 5 7 CADASTRO DE
DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves
DISPOSITIVOS DE BLOCO Professor: João Paulo de Brito Gonçalves INTRODUÇÃO Periférico Dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação com o mundo externo. Conectados ao computador
