FPGA Field Programmable Gate Array
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- Jonathan Beretta Pacheco
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1 Arquitetura de Computadores FPGA Field Programmable Gate Array Alex Vidigal Bastos
2 Sumário Dispositivos Reconfiguráveis Field Programmable Gate Arrays Funcionamento Desenvolvimento Ferramentas
3 Dispositivos Reconfiguráveis São dispositivos que podem ser programados para ter o comportamento de um circuito lógico; Podem ser reconfigurados diversas vezes para terem diferentes comportamentos lógicos;
4 Dispositivos Reconfiguráveis São dispositivos que podem ser programados para ter o comportamento de um circuito lóǵico; Podem ser reconfigurados diversas vezes para terem diferentes comportamentos lógicos;
5 Dispositivos Reconfiguráveis Fazem parte desta categoria: Dispositivos como Programmable Array Logic (PAL) Generic Array Logic (GAL), Complex Programmable Logic Device (CPLD) Field Programmable Gate Array (FPGA).
6 Dispositivos Reconfiguráveis FPGA é o dispositivo que possui maior flexibilidade devido a abundância e o tamanho reduzido de suas unidades básicas, o que permite a configuração de sistemas complexos;
7 São os dispositivos lógicos programáveis capazes de serem configurados para reproduzir o comportamento de um hardware. Estes dispositivos são formados por blocos lógicos programáveis que são conectados por interligações programáveis.
8 Permitem a criação de circuitos lógicos em FPGA, sendo limitados pela área e a memória disponíveis. O uso de FPGAs visa obter o desempenho de aplicações em dispositivos dedicados (ASIC) com a flexibilidade de aplicações em software.
9 Flexibilidade dada pela facilidade de configuração através de uma descrição de hardware escrita em Verilo ou VHDL. Essas linguagens permitem a descrição do comportamento de um circuito lógico e facilita a criação de novas aplicações de hardware devido ao alto nível de abstração que fornece ao programador.
10 Os FPGAs são compostos basicamente por três tipos de componentes: CLB (Configuration Logical Blocks) São blocos lógicos configuráveis construídos com flip-flops e lógica combinacional que permitem a construção de elementos lógicos funcionais;
11 IOB (Input/Output Blocks) Fazem a interface entre CLBs, funcionando como buffers de entrada e saída; Switch Matrix Representam a conexão entre os blocos lógicos. Permitem a conexão de CLBse IOBs usando trilhas com as conexões programáveis;
12
13 Funcionamento Podemos considerar nossa aplicação para o FPGA como um circuito lógico que pode ser descrito como uma combinação de portas conectadas; Um arranjo complexo de portas lógicas e unidades de memória podem executar operações complexas;
14 Funcionamento
15 Funcionamento
16 Funcionamento Podemos considerar que ao invés de uma tabela verdade, a tabela acima representa uma memória que armazena 1 bit (S) e é endereçada por 3 bits (A, B, C); Desta forma, podemos ter o comportamento do circuito acima endereçando a memória representada pela tabela acima com os sinais de entrada do circuito.
17 Funcionamento
18 Funcionamento Para permitir a configuração de arranjos complexos de portas lógicas, são utilizados milhares de CLBs conectados por comutadores programáveis que definem as conexões de fluxos de sinais durante a execução de uma configuração no FPGA.
19 Funcionamento
20 Desenvolvimento
21 Ferramentas Para a implementação é necessário que a ferramenta dê suporte ao dispositivo reconfigurável alvo, visto que é necessário conhecer a arquitetura do FPGA. Ex: Xiling Ise WebPACK Altera QuartusII Web Edition
22 Field Programmable Gate Arrays Ferramentas Altera Quartus II Windows/Linux
23 Desempenho O ganho de velocidade com o uso de FPGAs vem do fato que o hardware programado é personalizado para um algoritmo em particular;
24 Spartan3 FPGA
25 Spartan3 FPGA
26 Four-Digit, Seven-Segment LED Display
27 Four-Digit, Seven-Segment LED Display
28 Four-Digit, Seven-Segment LED Display
29 Four-Digit, Seven-Segment LED Display
30 Perguntas?
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