CAPÍTULO 06 INTERSEÇÕES
|
|
|
- Cacilda Figueiroa Aires
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 06 INTERSEÇÕES CONCEITO A conexão entre vias diversas toma a forma de Interseção. A) Interseção em níveis diferentes B) Interseção em mesmo nível B.1) Interseção Direta B.2) Rotatória TIPOS DE INTERSEÇÕES TIPOS DE INTERSEÇÕES DIRETAS 1. Interseção sem Refúgio 2. Interseção com Refúgio na Via Secundária 3. Interseção com Faixa Exclusiva para Tráfego que Vira à Direita 4. Interseção com Faixa Exclusiva para Tráfego que Vira à Esquerda 5. Interseção com Separação de Áreas de Conflito VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS INTERSEÇÕES EM NÍVEIS DIVERSOS DESVANTAGENS: - Bastante Onerosas - Modificações indesejáveis no perfil da via - Às vezes antiestéticas em vias urbanas - Difícil adaptação para muitos ramos VANTAGENS: - Capacidade do trânsito direto igualável à capacidade das vias fora da interseção - Maior segurança - Boa velocidade - Adaptam-se a diversos ângulos de cruzamento - Evitam paralizações e grandes mudanças de velociades - Adaptam-se a construções por etapas - Essenciais nas rodovias bloqueadas e de acessos limitadas 146
2 VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS INTERSEÇÕES TIPO ROTATÓRIAS EM RELAÇÃO À INTERSEÇÕES DIRETAS DESVANTAGENS: - Necessitam maiores espaços - Mais onerosas - Não apropriadas para alto volume de pedestres - Exigem ilhas centrais muito grandes - Baixa velocidade para mais de 1500 vph - Aumentam as distâncias percorridas - Não permitem construções por etapas - Criam a subordinação tráfego individual/total VANTAGENS: - Circulação ordenada, contínua e segura - Maior segurança - Substituem os cruzamentos por entrecruzamentos, tornando os conflitos menos agudos e os acidentes que possam ocorrer, menos graves - Giros à esquerda com facilidade - Adaptam-se bem a interseções com cinco ou mais ramos GENERALIDADES As interseções podem apresentar de 3, 4, 5, ou mais ramos, e podem ser COM e SEM semáforos. Normalmente, as interseções rodoviárias não apresentam semáforos, porém, principalmente em travessias de áreas urbanas podem ser semaforizadas. As interseções urbanas, normalmente são em mesmo nível, com ou sem semáforos. Os fluxogramas de tráfego, comumente são elaborados em veículos por hora e transformados em equivalentes de carros de passeio (UCP/hora). Elaboração de Fluxogramas de Tráfego Os fluxogramas de tráfego a serem elaborados deverão apresentar fluxos em veículos equivalentes (UCP) representativos de uma hora, referida à hora de pico. O Pico horário converte fluxos diários em horários e os equivalentes de caminhões e ônibus transformam os mesmos em equivalentes de carros de passeio (automóveis). 147
3 EXERCÍCIO 6.1 Obter o fluxograma em UCP/hora a partir do fluxograma abaixo em TMDA A 1157 =CP CP= 826 CP= =ON ON= 0 ON= =CM CM= 61 CM= 304 C D CP=1653 ON=140 CM= =CP CP= =ON ON= =CM CM= 259 RESOLUÇÃO B Conhecido o tráfego do ano de projeto em veículos mistos/dia, fazemos a transformação para Unidades de Carros de Passeio (UCP) e em veículos/hora A transformação de veículos mistos em UCP será realizada utilizando-se os fatores: 2,0 para ônibus e 2,2 para caminhões A transformação de veículos/dia em veículos/hora será realizada utilizando-se o Pico Horário de 10%. Movimento: AB = 25 A AC = AD = 155 BC = BD = C D B 148
4 EXERCÍCIO 6.2 (para fazer em casa) Dado o fluxograma em TMDA abaixo, determinar o Fluxograma UCP/hora, preenchendo o fluxograma adiante B K= 10 % Fatores de Equivalencia: ON= 2 CP= 38 CM= 3 ON= 12 TT= 79 CM= 29 CP = 59 C CP= 38 ON = 0 CM = 35 ON= 11 TT = 94 CM= 23 TT= 72 A FLUXOGRAMA DE TRÁFEGO EM UCP/hora B C A 149
5 RESPOSTA DO EXERCÍCIO 6.2 FLUXOGRAMA DE TRÁFEGO EM UCP/hora B C O fluxograma de tráfego permite analisar a interseção e definir o tipo de solução a ser projetado. Conforme, comentários anteriores, a interseção poderá ser em mesmo nível, ou em níveis diversos. Se a interseção é em níveis diferentes, projetos tipos existem definidos em diversos estudos anteriormente realizados. Basta escolher um dos tipos e fazer o projeto. Se a interseção for em mesmo nível, poderá ser uma rotatória, ou uma interseção direta. A rotatória é mais indicável para interseções com mais de 4 ramos, desde que exista o espaço disponível para sua implantação. Além disso, a decisão de se utilizar rotatória como solução, muitas vezes, é política. Se a interseção a ser projetada for em mesmo nível e interseção direta, muitos tipos existem como possibilidade de implantação. Tais tipos são adiante discriminados. A forma de escolha do tipo de interseção que será adotada no presente curso é aquela adotada pelo DNER e que se apresenta adiante. 150
6 151
7 152
8 Análise dos Fluxogramas de Tráfego e Definição do Tipo de Interseção As Normas Suecas Projeto de Interseções, recomendadas pelo DNER, permite definir se uma interseção deverá ser em mesmo nível, ou níveis diferentes. De acordo com esse manual, a análise do tipo de interseção a projetar deve ser realizada verificando-se os diversos fluxos de movimentação dos veículos. Esse fluxo está representado esquematicamente, de forma simplificada, na figura abaixo: Via Secundária Ch Bh Av Bv Cg Bg AA C A Via principal Ag Cv Ah 153
9 154
10 155
11 156
12 157
13 EXERCÍCIO 6.3 Analisar o fluxograma do exercício 6.1 definindo o tipo de interseção a projetar. SENTIDO 1 (Oeste-Leste / Norte - Sul) SENTIDO 2 (Leste - Oeste / Sul - Norte) A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg SENTIDO 3 (Oeste - Leste / Sul - Norte) SENTIDO 4 (Leste - Oeste / Norte - Sul) A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg ANÁLISE: FIGURA 241.B: A = 392; B= 218 NECESSÁRIO REFÚGIO (Ramo Norte) A = 392; B= 101 NECESSÁRIO REFÚGIO (Ramo Sul) SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 1 (Oeste-Leste / Norte - Sul) A= 392; Ah = 34; Av = 127; Cg + Ch = 309 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 2 (Leste - Oeste / Sul - Norte) A= 363; Ah = 78; Av = 54; Cg + Ch = 265 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 3 (Oeste - Leste / Sul - Norte) A= 392; Ah = 34; Av = 127; Cg + Ch = 309 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 4 (Leste - Oeste / Norte - Sul) A= 392; Ah = 34; Av = 127; Cg + Ch = 309 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SEPARAÇÃO DE ÁREAS DE CONFLITO - FIGURA : A+C = 755; Bg = 13 Bv(calculado)= 43 NECESSITA SEPARAÇÃO (Em função de Bv = 78) SEPARAÇÃO DE NÍVEIS - FIGURA : A+C = 755; Bg = 13 Bv(calculado)= 130 NÃO NECESSITA SEPARAÇÃO CONCLUSÃO: A INTERSECÇÃO A SER PROJETADA DEVERÁ SER DO TIPO V, ISTO É, SEPARAÇÃO DE ÁREAS DE CONFLITO COM REFÚGIO NA VIA SECUNDÁRIA. 158
14 EXERCÍCIO 6.4 Analisar o fluxograma do exercício 6.2 definindo o tipo de interseção a projetar. SENTIDO 1 (Oeste-Leste / Norte - Sul) SENTIDO 2 (Oeste - Leste / Sul - Norte) A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg A Ah Av Ag Ch Cv Cg Bh Bv Bg RESPOSTA DO EXERCÍCIO 6.4 FIGURA 241.B A = 16; B= 14 NÃO NECESSÁRIO REFÚGIO (Ramo Oeste) SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 1 (Norte - Sul) A= 16; Ah = 7; Av = 0; Cg + Ch = 8 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NÃO NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SAÍDA PARA ESQUERDA/DIREITA - SENTIDO 2 (Sul - Norte) A= 15; Ah = 0; Av = 6; Cg + Ch = 15 NÃO NECESSITA FAIXA PARA DIREITA NÃO NECESSÁRIA FAIXA PARA ESQUERDA SEPARAÇÃO DE ÁREAS DE CONFLITO - FIGURA : A+C = 31; Bg = 0 Bv(calculado)= 43 NECESSITA SEPARAÇÃO (Em função de Bv = 78) SEPARAÇÃO DE NÍVEIS - FIGURA : A+C = 755; Bg = 13 Bv(calculado)= >120 NÃO NECESSITA SEPARAÇÃO CONCLUSÃO: A INTERSECÇÃO A SER PROJETADA DEVERÁ SER DO TIPO I, ISTO É, SEM NENHUM TRATAMENTO 159
15 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Normas Suecas para o Projeto Geométrico das Rodovias DNER IPR Report 604/ Interseções em Nível, Não Semaforizadas, em Áreas Urbanas (Manual de Projeto) DENATRAN 1984/87 160
Interseções. Lastran/Ufrgs
Interseções Lastran/Ufrgs 1 Noções Gerais Interseção é o local onde 2 ou mais vias se interceptam. Local de grande número de acidentes: 53% dos acidentes em vias rurais; 78% dos acidentes em vias urbanas;
INTERSEÇÕES RODOVIÁRIAS E URBANAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Laboratório de Geotecnia e Pavimentação (LAPAV) Disciplina: Estradas e Transportes II 1. INTRODUÇÃO Definição Classificação
CAPÍTULO 08 SEMÁFOROS PARTE II
CAPÍTULO 08 SEMÁFOROS PARTE II DIMENSIONAMENTO DE SEMÁFOROS ISOLADOS O bom desempenho do tráfego, em termos de fluidez e segurança, está diretamente relacionado com a regulagem dos semáforos existentes
7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO
7. PROGRAMAÇÃO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA ISOLADA DE TEMPO FIXO 7.1 Etapas de programação A programação do semáforo deve ser elaborada de acordo com as etapas apresentadas a seguir. Vale lembrar que esta
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS A diagramação das placas de Sinalização Vertical de Indicação compreende os seguintes passos: Definição da altura das letras, a partir da velocidade regulamentada na via; Dimensionamento
SP 01/12/78 NT 027/78. Projeto MULV - Melhor Utilização do Leito Viário. Eng.º Mauro Mazamatti. Introdução
SP 01/12/78 NT 027/78 Projeto MULV - Melhor Utilização do Leito Viário Eng.º Mauro Mazamatti Introdução O projeto MULV tem por objetivo estudar a influência que diferentes larguras de faixa de tráfego
CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO
CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO No Brasil a Engenharia de Tráfego evoluiu como um ramo da Engenharia a partir do final da década de 50, face ao aumento do processo de urbanização causado
IMPORTAÇÃO DO CADASTRO DE PESSOAS
IMPORTAÇÃO DO CADASTRO DE PESSOAS 1. Objetivo: 1. Esta rotina permite importar para o banco de dados do ibisoft Empresa o cadastro de pessoas gerado por outro aplicativo. 2. O cadastro de pessoas pode
Calculando RPM. O s conjuntos formados por polias e correias
A U L A Calculando RPM O problema O s conjuntos formados por polias e correias e os formados por engrenagens são responsáveis pela transmissão da velocidade do motor para a máquina. Geralmente, os motores
6 Conclusões e próximos passos
8 6 Conclusões e próximos passos Este capítulo é divido em duas seções. A primeira descreve as principais conclusões sobre o trabalho realizado. Na segunda seção é mostrado um conjunto de oportunidades
Minirrotatória. Um projeto simples e eficiente para redução de acidentes
Minirrotatória Um projeto simples e eficiente para redução de acidentes Introdução A minirrotatória é um dispositivo de segurança utilizado em cruzamento não muito movimentado, para organizar a circulação
Simulado Banco de Dados I Bimestre 1 Capítulo 1 Projeto Lógico de Banco de Dados
Simulado Banco de Dados I Bimestre 1 Capítulo 1 Projeto Lógico de Banco de Dados 01) Defina com suas próprias palavras: a) Banco de Dados b) Sistema Gerenciador de Banco de Dados c) Sistema de Banco de
Medição de vazão. Capítulo
Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,
Reaproveitando algoritmos
Reaproveitando algoritmos Alguns exercícios pedem que se modifique um algoritmo feito anteriormente, para que ele resolva um novo problema. Isto procura demonstrar uma prática corriqueira, chamada de reaproveitamento
A seguir é apresentada a sistemática de cada um desses itens de forma mais completa.
SP 27/06/84 NT 097/84 Metodologia Para Estudo de Implantação de Passarela Sobre as Vias Públicas Alcindo Machado Guimarães Júnior. Introdução A presente publicação destina-se a contribuir com os estudos
Modelagem e Simulação
AULA 8 Modelagem e Simulação Modelagem Processo de construção de um modelo; Capacitar o pesquisador para prever o efeito de mudanças no sistema; Deve ser próximo da realidade; Não deve ser complexo. Tipos
Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010
9. Velocidade e distância de parada Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Ilustração do Manual de Direção Defensiva do DENATRAN A velocidade é um dos maiores fatores de risco
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Empreendedorismo Administração A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de etapas,
Manual Sistema AtecSoftware
Manual Sistema AtecSoftware ÍNDICE Sistema Janela principal... 3, 4 Cadastros Cadastro de Horários... 5, 6, 7, 8, 9, 10 Cadastro de Funcionários... 11 Feriados... 12,13 Movimentações Movimentações... 14,
Quando um dos controladores apresentar estágio função de demanda (geralmente botoeira de pedestre), a união não deverá ser efetivada.
SP 01/11/91 NT 134/91 Metodologia para Agrupar Cruzamentos Semco em um Único controlador Núcleo de Estudos de Tráfego Eng.º Luís Molist Vilanova (NET) Considerações Básicas No sistema Semco tem-se freqüentemente
PROJETO GEOMÉTRICO ELEMENTOS DA SEÇÃO TRANVERSAL
1 Largura das faixas de rolamento 2 - Larguras dos acostamentos (Bermas) 3 -Conformação e declividades (caimentos) da pista e dos acostamentos 4 - Canteiro central (Mediano) 5 -Taludes 6 -Faixa de domínio
TRATAMENTO DAS TRAVESSIAS RODOVIÁRIAS EM ÁREAS URBANAS
TRATAMENTO DAS TRAVESSIAS % RODOVIÁRIAS EM ÁREAS URBANAS AS COMUNIDADES LOCALIZADAS ÀS MARGENS DE RODOVIAS FREQÜENTEMENTE SE DEPARAM COM SITUAÇÕES NAS QUAIS OS CONFLITOS DE TRÁFEGO SE TORNAM CRÍTICOS.
Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção
Arranjo físico e fluxo Procedimentos de arranjo físico O arranjo físico (em inglês lay-out) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde
Aula 8.1 Conteúdo: Eletrodinâmica: Associação de resistores em série, potência elétrica de uma associação em série de resistores. INTERATIVIDADE FINAL
Aula 8.1 Conteúdo: Eletrodinâmica: Associação de resistores em série, potência elétrica de uma associação em série de resistores. Habilidades: Reconhecer as utilidades dos resistores elétricos, assim como,
01/05/2016. Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc ROTEIRIZAÇÃO TEORIA DOS GRAFOS MOTIVAÇÃO
ROTEIRIZAÇÃO Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc TEORIA DOS GRAFOS MOTIVAÇÃO 1 MOTIVAÇÃO Por que estudar grafos? Importante ferramenta matemática com aplicação em diversas áreas do conhecimento Utilizados
Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes
Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes Lâminas preparadas por: S. H. Demarchi Bibliografia: Setti, J.R (2002). Tecnologia de Transportes USP, São Carlos Fogliatti, M.C. e N.M.C. Mattos
Tomada de Decisão Multicritério na Logística
Tomada de Decisão Multicritério na Logística Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Esboço Conceitos de Decisão Tipos de tomada de decisão Decisão Multicritério T-ODA Trade-Off Decision
CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL
1 CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL Sumário 1.1. Sistemas de Numeração... 3 1.1.1. Conversão Decimal Binária... 3 1.1.2. Conversão Binária Decimal... 3 1.1.3. Conversão Binária Hexadecimal...
SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas
SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas O QUE SÃO SISTEMAS OPERACIONAIS? Um sistema operacional é um conjunto de rotinas executado pelo processador, de forma semelhante
Algoritmo. Iniciação do Sistema e Estimativa do consumo. Perfil do utilizador. Recolha de dados
Algoritmo Iniciação do Sistema e Estimativa do consumo Recolha de dados O algoritmo do sistema de gestão, necessita obrigatoriamente de conhecer todos (ou grande maioria) os aparelhos ligados numa habitação
MATEMÁTICA PARA O VESTIBULAR: Pré-vestibular de funções
MATEMÁTICA PARA O VESTIBULAR: Pré-vestibular de funções Diego de Souza Oliveira (Bolsista UEMS)¹; Marco Aparecido Queiroz Duarte (Orientador)² 1 Estudante do curso de Matemática da UEMS, Unidade Universitária
Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. Estágio Curricular Obrigatório. 1. Considera-se Estágio Curricular a atividade de complementação acadêmica:
Estágio Curricular Obrigatório 1. Considera-se Estágio Curricular a atividade de complementação acadêmica: 1.1 O estágio Curricular é a atividade acadêmica obrigatória para obtenção do Certificado de Conclusão
Empreendedorismo Prof. Werther Serralheiro. Estrutura Organizacional
Estrutura Organizacional ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A definição da razão de existir das empresas tem o propósito de convergir todos esforços para que ela possa cumprir suas metas e de modo geral, sua visão.
ANÁLISE DO PADRÃO DE POLO GERADOR DE VIAGENS EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR NO INTERIOR DO NORDESTE
ANÁLISE DO PADRÃO DE POLO GERADOR DE VIAGENS EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR NO INTERIOR DO NORDESTE Ary Ferreira da Silva Sabrina Câmara de Morais ANÁLISE DO PADRÃO DE VIAGENS EM UMA INSTITUIÇÃO
Mas para iniciar o uso do CRM é necessário efetuar algumas configurações em primeiro lugar.
Menu CRM O KeyInvoice tem um CRM que lhe permite efetuar, no seu programa de faturação, uma gestão de contatos, podendo converter os mesmos em Oportunidades ou Orçamentos. Este menu inclui ainda uma agenda
Grupos Especiais de Peões. Peões de mobilidade reduzida (velocidade de marcha inferior, falta de visão e audição
Tráfego Pedonal Caracterização do Tráfego Pedonal Grupos Especiais de Peões Espaço o Vital para o Peão Velocidade de Circulação dos Peões Extensão das Deslocações Pedonais Flexibilidade Grandezas Base
Manual do Usuário. Protocolo
Manual do Usuário Protocolo Índice de capítulos Parte I - Processos............................... 01 1 - Buscar................................ 01 2 - Listar................................ 02 3 - Abertura..............................
1. A corrida de vetores numa folha de papel.
1. A corrida de vetores numa folha de papel. desenhando a pista. o movimento dos carros. o início da corrida. as regras do jogo. 2. A corrida no computador. o número de jogadores. o teclado numérico. escolhendo
BRT, BRS, Corredores e Faixas Exclusivas de Ônibus
BRT, BRS, Corredores e Faixas Exclusivas de Ônibus Marcos Bicalho dos Santos Diretor Institucional e Administrativo da NTU Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e Trânsito
Características Pretendidas (ver código de cores no desenho nº 1) Circulação na estrada. segregados. Percurso misto de peões e bicicletas em passeio
eslocação () Lazer (L) A1 887 BB A2 174 BB Via de ligação ao concelho do Barreiro, com dimensões generosas, junto ao Parque da Zona Ribeirinha. Pavimento em betuminoso, estacionamento e passeios. Tráfego
CAPÍTULO 04 FLUXOGRAMAS DE TRÁFEGO
APÍTULO 04 FLUXOGRAMAS DE TRÁFEGO 1. INTERSEÇÕES ONEITO A conexão entre vias diversas toma a forma de Interseção. A) Interseção em níveis diferentes ) Interseção em mesmo nível.1) Interseção Direta.2)
"DEBATENDO A NOVA REGULAMENTAÇÃO SOBRE CARTÕES DE CRÉDITO, DÉBITO E DEMAIS INSTRUMENTOS DE PAGAMENTO"
1 "DEBATENDO A NOVA REGULAMENTAÇÃO SOBRE CARTÕES DE CRÉDITO, DÉBITO E DEMAIS INSTRUMENTOS DE PAGAMENTO" Audiência Pública na Comissão de Defesa do Consumidor Câmara dos Deputados Secretaria de Acompanhamento
Teoria da Contabilidade. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1
Teoria da Contabilidade Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 O QUE VEREMOS A SEGUIR: O produto final da Contabilidade; Relatórios Contábeis; A Contabilidade e o Contador. 2 Os Objetivos da Contabilidade
Truques e Dicas. = 7 30 Para multiplicar fracções basta multiplicar os numeradores e os denominadores: 2 30 = 12 5
Truques e Dicas O que se segue serve para esclarecer alguma questão que possa surgir ao resolver um exercício de matemática. Espero que lhe seja útil! Cap. I Fracções. Soma e Produto de Fracções Para somar
LOGOTIPO. Disciplina: Oficina de Direção de Arte. Professor: WANDERLEI PARÉ
LOGOTIPO Disciplina: Oficina de Direção de Arte Professor: WANDERLEI PARÉ Avaliação de Logotipos Para avaliar um logotipo podemos nos basear em conceitos técnicos, mercadológicos e estéticos. Com o objetivo
CADERNOS DE INFORMÁTICA Nº 1. Fundamentos de Informática I - Word 2010. Sumário
CADERNO DE INFORMÁTICA FACITA Faculdade de Itápolis Aplicativos Editores de Texto WORD 2007/2010 Sumário Editor de texto... 3 Iniciando Microsoft Word... 4 Fichários:... 4 Atalhos... 5 Área de Trabalho:
CÓDIGO DO REGISTO COMERCIAL
CÓDIGO DO REGISTO COMERCIAL (5.ª Edição) ACTUALIZAÇÃO N.º 2 Código do Registo Comercial 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DO REGISTO COMERCIAL Actualização N.º 2 BDJUR EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Avenida Fernão
Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ Instituída pela Lei 0.45, de 9/04/00 - D.O.U. de /04/00 Pró-Reitoria de Ensino de Graduação - PROEN Disciplina: Cálculo Numérico Ano: 03 Prof: Natã Goulart
PROPOSTAS MOBILIDADE PROPOSTAS DE MÉDIO E LONGO PRAZO
PROPOSTAS MOBILIDADE PROPOSTAS DE MÉDIO E LONGO PRAZO AGENDA DO DEBATE: Pedestres Bicicleta Transporte público: ônibus e trilhos Circulação viária carros, motos e caminhões Acessibilidade Educação e trânsito
Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread;
CAPÍTULO VI THREADS 6.1 INTRODUÇÃO Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread; O sistema operacional Toth, em 1979, foi o primeiro a implementar
4 Mudança de Coordenadas
Material by: Caio Guimarães (Equipe Rumoaoita.com) Última atualização: 14 de outubro de 006 4 Mudança de Coordenadas Translação e Rotação de Curvas no R² Introdução O enfoque dos 3 primeiros capítulos
MATEMÁTICA GEOMETRIA ANALÍTICA I PROF. Diomedes. E2) Sabendo que a distância entre os pontos A e B é igual a 6, calcule a abscissa m do ponto B.
I- CONCEITOS INICIAIS - Distância entre dois pontos na reta E) Sabendo que a distância entre os pontos A e B é igual a 6, calcule a abscissa m do ponto B. d(a,b) = b a E: Dados os pontos A e B de coordenadas
Siemens AG 2009 SIRIUS SENTRON SIVACON. Catálogo LV 90 2009. Baixa Tensão Corte, protecção e comando. Answers for industry.
SIRIUS SENTRON SIVACON Catálogo LV 90 2009 Baixa Tensão Corte, protecção e comando Answers for industry. Interruptores de corte em carga, sistemas de barramentos SENTRON 8US Introdução Tipo 3NP 1 3K 3NJ4
Unidade II. Unidade II
Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características
Avaliação do desempenho de rotas de tráfego utilizando informações coletadas através de GPS.
Avaliação do desempenho de rotas de tráfego utilizando informações coletadas através de GPS. Vinícius de Magalhães 1 ; Marcelo Vinícius de Magalhães Ribeiro 2 1 Empresa de Transportes e Trânsito de Belo
Geometria Analítica Plana.
Geometria Analítica Plana. Resumo teórico e eercícios. 3º Colegial / Curso Etensivo. Autor - Lucas Octavio de Souza (Jeca) Estudo de Geometria Analítica Plana. Considerações gerais. Este estudo de Geometria
A) A C) I E) U B) E. segundos? D) O. E) Fizeram. Canguru Matemático. Todos os direitos reservados.
Canguru Matemático sem fronteiras 2008 Destinatários: alunos dos 10º e 11º anos de Escolaridade Duração: 1h30min Não podes usar calculadora. Há apenas uma resposta correcta em cada questão. Inicialmente
QUESTÃO 16 Na figura, temos os gráficos das funções f e g, de em. O valor de gof(4) + fog(1) é:
Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA A ạ SÉRIE DO ENSINO MÉDIO EM 4 Disciplina: MaTeMÁTiCa Prova: desafio nota: QUESTÃO 6 Na figura, temos os gráficos das funções f e g,
Realimentação. Engº Sun Hsien Ming
NT 204/98 Realimentação Engº Sun Hsien Ming 1. Introdução Dando continuidade à divulgação dos conceitos e recursos do sistema SCOOT, o presente trabalho pretende abordar o processo de realimentação. A
REGULAMENTO REGULAMENTO ACADÉMICO DA LICENCIATURA EM DIETÉTICA E NUTRIÇÃO
Homologado pelo Sr. Presidente (gestão documental) em 11/10/2012 PRECEDÊNCIAS, REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DAS UNIDADES CURRICULARES ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA I E II INVESTIGAÇÃO APLICADA EM
Aula 5 - Parte 1: Funções. Exercícios Propostos
Aula 5 - Parte 1: Funções Exercícios Propostos 1 Construção de Funções: a) Um grupo de amigos deseja alugar uma van, por um dia, para um passeio, ao custo de R$300,00. Um levantamento preliminar indicou
Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP?
Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP? 66.393 Visualizações Por Daniele Starck Disponível em: www.tecmundo.com.br/imagem/5866 quais as diferencas entre os formatos de
Validação e Proteção de dados no Excel
Validação e Proteção de dados no Excel 1 2 Introdução O Excel tem um conjunto de ferramentas que permitem a restrição do erro e a proteção dos trabalhos e ficheiros. A validação de dados pode ser configurada
Pavimentação - imprimação
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
RESOLUÇÃO Nº DE DE DE 2012
RESOLUÇÃO Nº DE DE DE 2012 Estabelece os padrões e critérios para a instalação de ondulações transversais (lombadas físicas) em vias públicas, disciplinadas pelo Parágrafo único do art. 94 do Código de
Tecnologia de faixa para falha
Tecnologia de faixa para falha Por Tom Bell e John Nankivell Índice 1. Introdução 1 2. Equipamento de teste / processo de teste de PIM existente 2 3. Nova análise de RTF / limitações técnicas 3 4. Fluxograma
rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA
rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA 1 Trabalho Leitura e Interpretação de Cartas, separação em pranchas diferentes das informações contidas nas Cartas na escala 1:50.000, como: hidrografia, relevo, vegetação,
36 a Olimpíada Brasileira de Matemática Nível Universitário Primeira Fase
36 a Olimpíada Brasileira de Matemática Nível Universitário Primeira Fase Problema 1 Turbo, o caracol, está participando de uma corrida Nos últimos 1000 mm, Turbo, que está a 1 mm por hora, se motiva e
SISTEMA FERROVIÁRIO DE SANTA CATARINA FERROVIA LITORÂNEA e CORREDOR FERROVIÁRIO DE SC
SISTEMA FERROVIÁRIO DE SANTA CATARINA FERROVIA LITORÂNEA e CORREDOR FERROVIÁRIO DE SC FASES DOS PROJETOS O PROJETO Nas últimas décadas, diversas foram as iniciativas de implantação de um sistema ferroviário
Anexo III. Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo
Anexo III Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo Nota: Este Resumo das Características do Medicamento, rotulagem e folheto informativo
4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO
4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO Sistema sub vácuo é qualquer sistema com pressão absoluta abaixo da pressão atmosférica local. Na prática esses sistemas estão sujeitos à entrada de ar devido a imperfeições
Probabilidade - aula I
e 27 de Fevereiro de 2015 e e Experimentos Aleatórios e Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Entender e descrever espaços amostrais e eventos para experimentos aleatórios. Interpretar
Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução
Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas
Disciplina: _Matemática Professor (a): _Valeria
COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 1ª Etapa 201 Disciplina: _Matemática Professor (a): _Valeria Ano: 201 Turma: _9.1 e 9.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.
Exercícios Teóricos Resolvidos
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar
Quem utiliza nossas tecnologias
Empresa A VELSIS foi criada com o objetivo de oferecer soluções de alta tecnologia para a área de ITS (Intelligent Transportation System), fornecendo uma completa linha de produtos para soluções de mobilidade.
Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX.
2011 www.astralab.com.br Astra LX Frases Codificadas Guia para o processo de Configuração de Frases Codificadas no Programa AstraLX. Equipe Documentação Astra AstraLab 24/08/2011 1 Sumário Frases Codificadas...
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA BIOCOMBUSTÍVEIS: ATRAÇÃO DE INVESIMENTOS PARA O ESTADO DO PARÁ CONTEXTO: A Agência de Desenvolvimento da Amazônia, deseja
7 - Análise de redes Pesquisa Operacional CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE REDES. 4 c. Figura 7.1 - Exemplo de um grafo linear.
CAPÍTULO 7 7 ANÁLISE DE REDES 7.1 Conceitos Básicos em Teoria dos Grafos Diversos problemas de programação linear, inclusive os problemas de transporte, podem ser modelados como problemas de fluxo de redes.
2 Fundamentação Conceitual
2 Fundamentação Conceitual 2.1 Computação Pervasiva Mark Weiser define pela primeira vez o termo Computação Ubíqua ou Computação Pervasiva (Ubiquitous Computing) em (10). O autor inicia o trabalho com
Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas
INPE-13139-PRE/8398 SENSORIAMENTO REMOTO Tania Sausen Tópicos em Meio Ambiente e Ciências Atmosféricas INPE São José dos Campos 2005 MEIO AMBIENTE E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS 8 Sensoriamento Remoto Tania Sauzen
Redes subterrâneas em loteamentos e condomínios particulares Por Caius V. S. Malagoli*
46 Capítulo VI em loteamentos e condomínios particulares Por Caius V. S. Malagoli* Tendência irreversível no mercado da construção civil, as redes subterrâneas a cada dia ganham mais terreno em obras em
Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR
Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi [email protected] Aula de hoje.. Operação e Processo de Tratamento de
000 IT_005582 000 IT_007009
000 IT_00558 Um copo cilíndrico, com 4 cm de raio e cm de altura, está com água até a altura de 8 cm. Foram então colocadas em seu interior n bolas de gude, e o nível da água atingiu a boca do copo, sem
Estrutura de Dados Básica
Estrutura de Dados Básica Professor: Osvaldo Kotaro Takai. Aula 9: Filas com Alocação de Memória Estática O objetivo desta aula é apresentar estrutura de dados Fila e suas aplicações. Motivação A estrutura
NT 204/98. Realimentação. Engºs: Sun Hsien Ming. 1. Introdução
NT 204/98 Realimentação Engºs: Sun Hsien Ming 1. Introdução Dando continuidade à divulgação dos conceitos e recursos do sistema SCOOT, o presente trabalho pretende abordar o processo de realimentação.
MATEMÁTICA TIPO A GABARITO: VFFVF. Solução: é a parábola com foco no ponto (0, 3) e reta diretriz y = -3.
1 MATEMÁTICA TIPO A 01. Seja o conjunto de pontos do plano cartesiano, cuja distância ao ponto é igual à distância da reta com equação. Analise as afirmações a seguir. 0-0) é a parábola com foco no ponto
DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO
DISPOSITIVO DE PARTIDA E TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA PARA GERADORES DE ENERGIA ELÉTRICA MANUAL DO USUÁRIO Por favor, leia este manual com atenção para uso do equipamento. Instruções de Operação do QTA. I.
MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDORES LIVRES (SMF)
COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDORES LIVRES (SMF) JUNHO/2016 ÍNDICE 1 MEDIÇÃO DE FATURAMENTO PARA CONSUMIDOR LIVRE 1 1.1 Introdução
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS (1ª parte)
ADMINISTRAÇÃO DE (1ª parte) DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTES: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São Paulo, 1998. 1 Programas de RH
DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS
DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304
DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a
DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a aplicabilidade, de acordo com a forma de tributação
INSTITUTO TECNOLÓGICO
PAC - PROGRAMA DE APRIMORAMENTO DE CONTEÚDOS. ATIVIDADES DE NIVELAMENTO BÁSICO. DISCIPLINAS: MATEMÁTICA & ESTATÍSTICA. PROFº.: PROF. DR. AUSTER RUZANTE 1ª SEMANA DE ATIVIDADES DOS CURSOS DE TECNOLOGIA
Variação de velocidade
Variação de velocidade Variação de velocidade A indústria é responsável pelo consumo de cerca de 50% da electricidade produzida a nível mundial, sendo que cerca de 2/3 é consumida por motores eléctricos.
PLANO DIRETOR DA FAHOR FACULDADE HORIZONTINA
PLANO DIRETOR DA FAHOR FACULDADE HORIZONTINA O CONSELHO DE EDUCAÇÃO da FAHOR Faculdade Horizontina, no uso de suas atribuições aprovou o seguinte Plano Diretor para o Campus Arnoldo Schneider: DISPOSIÇÕES
Respostas - Exercícios de rotação e translação
Respostas - Exercícios de rotação e translação 1) "Durante a minha vida inteira me fiz essas perguntas: Existe vida além da Terra? Se existe, como se parece? De que é feita? Os seres de outros mundos se
