Simbologia para Instrumentação e Controle
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- Eduarda Farinha Graça
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1 Simbologia para Instrumentação e Controle
2 Normas Instrument Society of America (ISA): ISA Instrumentation Symbols and Identification (1984, revisão em 1992) Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): NBR 8190 Simbologia de Instrumentação (1983)
3 Aplicações Os símbolos de instrumentação são encontrados em: fluxogramas de processo e de engenharia, diagramas de controle de processos, conhecidos como diagrama P&I, desenhos de detalhamento de instrumentação, instalação, diagramas de ligação, plantas de localização, diagramas lógicos de controle, listagem de instrumentos, painéis sinópticos e semigráficos na sala de controle, diagramas de telas de vídeo de estações de controle.
4 Definições Alarme Sistema que indica a existência de uma situação anormal por meio de um sinal sonoro, visual ou ambos. Alcance (Span) - É a diferença algébrica entre o valor superior e inferior da faixa de medida do instrumento. Exemplo: Um instrumento com range de C seu Span é de 4000C. Acessível (Accessible) - Termo aplicado a um dispositivo ou função programada que poderá ser visto ou utilizado pelo operador com o propósito de acompanhamento do processo ou atuação em ações de controle. Atrás do Painel (Behind the panel) - Termo aplicado a instrumentos inacessíveis ao operador e que normalmente estão localizados no interior do painel ou em armários separados.
5 Definições Chave Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos e que não seja designado como controlador, relé ou válvula de controle. Círculo ou Balão Símbolo usado para representar ou identificar um instrumento. Configurável Seleção através de comandos do teclado da estrutura básica do algoritmo de controle, do formato da leitura e das terminações de entrada e saída. Compartilhado Um único instrumento executa a mesma função, geralmente indicação, registro ou controle, de um grande número de variáveis simultaneamente. Controlador Dispositivo que tem um sinal de saída que pode ser variado para manter a variável controlada dentro de um limite específico ou para alterá-la de um valor previamente estabelecido. Conversor Dispositivo que recebe uma informação na forma de um sinal, altera a forma da informação e o emite como um sinal de saída.
6 Definições Elemento primário Parte de uma malha ou de um instrumento que primeiro sente o valor da variável de processo e que assume uma correspondência predeterminada de estado ou sinal de saída. O elemento primário é também conhecido como detetor ou sensor. Elemento final de controle Dispositivo que altera diretamente o valor da variável manipulada de uma malha de controle. Estação de controle Sistema provido de uma chave de transferência de controle manual para automático e viceversa. É também conhecida como estação automanual. Faixa de Medida (Range) - Conjunto de valores da variável medida que estão compreendidos dentro do limite superior e inferior da capacidade de medida ou de transmissão do instrumento. Se expressa determinando os valores extremos. Exemplo: 100 a 500 o C. Função Objetivo ou ação desenvolvida por um instrumento ou dispositivo.
7 Definições Instrumento Dispositivo usado direta ou indiretamente para medir ou controlar uma variável, ou ambos. Instrumento indicador - Instrumento que dispõe de um ponteiro e de uma escala graduada na qual podemos ler o valor da variável. Existem também indicadores digitais que indicam a variável em forma numérica com dígitos ou barras gráficas. Instrumento registrador - Instrumento que registra a(s) variável(s) através de um traço contínuo ou pontos em um gráfico. Instrumento transmissor Dispositivo que detecta uma variável de processo por meio de um elemento primário e que tem uma saída cujo valor é proporcional ao valor da variável de processo.
8 Definições Lâmpada piloto Lâmpada que indica a existência de uma determinada condição normal de um sistema ou equipamento. Local Localização de um instrumento que não está no painel ou atrás do painel. Os instrumentos locais estão comumente próximos aos elementos primários ou finais de controle. Malha combinação de instrumentos interligados para medir ou controlar uma variável de processos. Medição Determinação da existência ou magnitude de uma variável. Painel local Painel que não seja central ou principal. Painéis locais estão comumente próximos dos equipamentos. Ponto de teste Tomada de uma variável do processo onde normalmente se instala um instrumento em caráter temporário ou intermitente.
9 Definições Processo Qualquer operação ou seqüência de operações envolvendo uma mudança de estado, de composição, de dimensão ou outras propriedades que possam ser definidas relativamente a um padrão. Relé Dispositivo atuado por um sinal elétrico que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos. Relé de computação Dispositivo que recebe informações na forma de um ou mais sinais provenientes de outros instrumentos, modifica estas informações e emite um ou mais sinais de saída resultantes. Sistema de Controle Distribuído (Distributed Control System) - Sistema que embora funcionalmente integrado, consiste de subsistemas que poderão estar fisicamente separados e montados remotamente um do outro, obedecendo a uma hierarquia configurável. Telemetria Transmissão e recepção a distância da medida de uma variável para indicação ou outros usos.
10 Definições Transdutor: Instrumento que recebe informações na forma de uma ou mais quantidades físicas, modifica caso necessário as informações e fornece um sinal de saída resultante. Válvula de controle Dispositivo, que não a válvula comum de atuação manual, que regula diretamente a vazão de uma ou mais correntes do processo com a finalidade de se obter uma determinada variável controlada. Variável de processo Qualquer propriedade variável de um processo (exemplo: temperatura, pressão, nível, vazão etc). Varredura - Função que consiste em amostrar, intermitentemente, de uma maneira pré-determinada cada uma das variáveis de um grupo. Normalmente, a finalidade de dispositivos com varredura é indicar o estado ou valor de variáveis, porém poderão estar associados a outras funções tais como registro e alarme.
11 Estrutura Hierárquica de uma Planta Planta - O termo Planta define por si só a implantação como um todo. Área - A área define dentro da região um setor específico, que será tomada como uma identidade e submetida à subdivisões que permitam de forma lógica uma divisão que procura contemplar a execução de atividades específicas do processo. Setor - O Setor divide dentro da área locais específicos de execução de urna fase do processo. Grupo - O grupo define o menor conjunto do processo que possui em geral a característica de executar urna tarefa definida. Instrumentos/Equipamentos - São os componentes físicos que estão contidos no Processo, compondo todas as suas partes funcionais. Equipamentos - Bombas, vasos, tanques, vibradores, misturadores, pasteurizadores, silos, motores, clarificadoras, máquinas diversas e muitos outros. Instrumentos - Indicadores, controladores, registradores, sensores, variadores, aturadores, transmissores, conversores, válvulas de controle e etc.
12 Tagname O Tagname ou Tag é um código alfanumérico, cuja finalidade é a de identificar equipamentos ou instrumentos, dentro de uma planta de processos. O Tagname também é a identificação física de um instrumento ou equipamento. Por meio deste podemos localizar onde o instrumento/equipamento está instalado.
13 Formato do TAG
14 Exemplo de identificação de instrumento P RC Variável Identificação Funcional Função Letras Subsequentes Identificação do Instrumento A Área da Atividade N o do Instrumento Sufixo P - Variável medida - Pressão R - Função passiva ou de informação - Registrador C - Função ativa ou de saída - Controlador Área de atividade, onde o instrumento atua 02 - Número seqüencial da malha A - Sufixo
15 Exemplo TIC 103 T Identificação do instrumento ou tag do instrumento Identificação da malha (malha de temperatura, número 103) Número da malha TIC T IC Identificação funcional Controlador Indicador de Temperatura Primeira letra (variável da malha) Letras subsequentes (função do instrumento na malha)
16 Identificação funcional A identificação funcional do instrumento ou seu equivalente funcional consiste de letras. A primeira letra é a variável do processo medida ou de inicialização. A primeira letra pode ter um modificador opcional. Por exemplo, PT é o transmissor de pressão e PDT é o transmissor de pressão diferencial. As letras subsequentes identificam as funções do instrumento ou ainda fazem o papel de letras modificadoras. Por exemplo, um TE tem sua primeira letra identificando a variável temperatura e a segunda letra E, chamada de subsequente, no caso um elemento primário que pode ser um sensor de temperatura, seja PT-100 ou termopar, ou outro princípio de medição de temperatura
17 Identificação funcional A identificação funcional do instrumento é feita de acordo com sua função e não com a sua construção. Por exemplo, um registrador de pressão diferencial usado para registro de vazão deve ser identificado por FR. Outro exemplo, um indicador de pressão e um pressostato conectado na saída de um transmissor de nível devem ser identificados como LI e LS, respectivamente.
18 Identificação funcional A primeira letra da identificação funcional é selecionada de acordo com a variável medida e não a variável manipulada. A variável manipulada é a variável controlada pela variável medida. Logo uma válvula de controle que varia a vazão para controlar um nível, comandada por um controlador de nível, é identificada como LV e não FV
19 Identificação funcional As letras subsequentes identificam as funções do instrumento, podendo ser: Funções passivas - elemento primário, orifício de restrição, poço; Funções de informação - indicador, registrador, visor; Funções ativas ou de saída - controlador, transmissor, chave e outros; Funções modificadoras - alarmes ou indicação de instrumento multifunção.
20 Identificação funcional A seqüência de formação da identificação intencional de um instrumento é a seguinte: A primeira letra deve sempre indicar a variável medida ou inicial. A primeira letra pode possuir função modificada. As letras subsequentes (segundo grupo de letras) indicam as funções do instrumento na seguinte ordem: letras que designam funções passivas ou de informação. letras que designam funções ativas ou saídas. letras que modificam a função do instrumento ou que funcionam como complemento de explicação de função. Se houver letras modificadoras, estas devem ser colocadas imediatamente após a letra que modificam. Todas as letras da identificação funcional devem ser maiúsculas.
21 Identificação da malha A identificação da malha geralmente é feita por um número, colocado ao final da identificação funcional do instrumento associado a uma variável de processo. A numeração pode ser serial ou paralela. Numeração paralela começa de 0 para cada nova variável, por exemplo, TIC-100, FIC-100, LIC-100 e AI-100. Numeração serial usa uma única seqüência de números para um projeto ou seção grande de um projeto, de modo que se tem TIC-100, FIC-101, LIC- 102 e AI-103. A numeração pode começar de 1 ou qualquer outro número conveniente, como 101, 1001, 1201.
22 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modifi cador Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modifi cador A Analisador (5,19) Alarme 5. A letra A (análise) cobre todas as análises não descritas como uma escolha do usuário. O tipo de análise deve ser especificado fora do circulo de identificação. Por exemplo, análise de ph, análise de O2. Análise é variável de processo e não função de instrumento, como muitos pensam principalmente por causa do uso inadequado do termo analisador. 19. A primeira letra V, vibração ou análise mecânica, destina-se a executar as tarefas em monitoração de máquinas que a letra A executa em uma análise mais geral. Exceto para vibração, é esperado que a variável de interesse seja definida fora das letras de tag.
23 Tabela 1 - Letras de Identificação B Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Chama de queimador (burner) Modifi cador Função de informação ou passiva Escolha (1) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Escolha (1) Modifi cador Escolha (1) 1. Uma letra de escolha do usuário tem o objetivo de cobrir significado não listado que é necessário em uma determinada aplicação. Se usada, a letra pode ter um significado como de primeira letra ou de letras subsequentes. O significado precisa ser definido uma única vez em uma legenda. Por exemplo, a letra N pode ser definida como módulo de elasticidade como uma primeira letra ou como osciloscópio como letra subsequente.
24 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modifica dor Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modifica dor C Escolha (1) Controlador (13) 13. Um dispositivo que liga, desliga ou transfere um ou mais circuitos pode ser uma chave, um relé, um controlador liga-desliga ou uma válvula de controle, dependendo da aplicação. Se o equipamento manipula uma vazão de fluido do processo e não é uma válvula manual de bloqueio liga-desliga, ela é projetada como válvula de controle. É incorreto usar o tag CV para qualquer coisa que não seja uma válvula de controle auto atuada. Para todas as aplicações que não tenham vazão de fluido de processo, o equipamento é projetado como: a) Chave, se for atuada manualmente. b) Chave ou controlador liga-desliga, se for automático e for o primeiro dispositivo na malha. O termo chave é geralmente usado se o dispositivo é aplicado para alarme, lâmpada piloto, seleção, intertravamento ou segurança. O termo controlador é usado se o dispositivo é aplicado para o controle de operação normal. c) Relé, se for automático e não for o primeiro dispositivo na malha, mas atuado por uma chave ou por um controlador liga-desliga.
25 Tabela 1 - Letras de Identificação D Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Escolha (1) Modifica dor Diferencial (4) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor 4. Qualquer primeira letra combinada com as letras modificadoras D (diferencial), F (relação), M (momentâneo), K (tempo de alteração) e Q (integração ou totalização) representa uma variável nova e separada e a combinação é tratada como uma entidade de primeira letra. Assim, os instrumentos TDI e TI indicam duas variáveis diferentes: diferença de temperatura e temperatura. As letras modificadoras são usadas quando aplicável. Segundo a NBR 8190 no Primeiro Grupo de Letras a Variável Medida ou Inicial: C representa condutividade elétrica D representa densidade ou massa específica (density)
26 Tabela 1 - Letras de Identificação E Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Tensão (voltage) Modifica dor Função de informação ou passiva Elemento Sensor Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor
27 Tabela 1 - Letras de Identificação F Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Vazão (flow) Modifica dor Fração ou relação (4) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor 4. Qualquer primeira letra combinada com as letras modificadoras D (diferencial), F (relação), M (momentâneo), K (tempo de alteração) e Q (integração ou totalização) representa uma variável nova e separada e a combinação é tratada como uma entidade de primeira letra. Assim, os instrumentos TDI e TI indicam duas variáveis diferentes: diferença de temperatura e temperatura. As letras modificadoras são usadas quando aplicável.
28 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modifica dor Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modifica dor G Escolha (1) Visor ou indicador local (9) 9. A função passiva G se aplica a instrumentos ou equipamentos que fornecem uma indicação não calibrada, como visor de vidro ou monitor de televisão. Costuma-se aplicar TG para termômetro e PG para manômetro, o que não é previsto por esta norma. Segundo a NBR 8190 no Primeiro Grupo de Letras a Variável Medida ou Inicial: G representa medida dimensional
29 Tabela 1 - Letras de Identificação H Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Comando manual (hand) Modifica dor Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor Alto (7, 15, 16) 7. O uso dos termos modificadores alto (H), baixo (L), médio (M) e varredura (J) é opcional. 15. Os termos modificadores alto, baixo, médio ou intermediário correspondem aos valores da variável medida e não aos valores do sinal. Por exemplo, um alarme de nível alto proveniente de um transmissor de nível com ação inversa deve ser LAH, mesmo que fisicamente o alarme seja atuado quando o sinal atinge um valor mínimo crítico. 16. Os termos alto e baixo quando aplicados a posições de válvulas e outros dispositivos de abrir e fechar são assim definidos: a) alto significa que a válvula está totalmente aberta b) baixo significa que a válvula está totalmente fechada
30 Tabela 1 - Letras de Identificação I Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Corrente elétrica Modifica dor Função de informação ou passiva Indicador (10) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor 10. A indicação normalmente se aplica a displays analógicos ou digitais de uma medição instantânea. No caso de uma estação manual, a indicação pode ser usada para o dial ou indicador do ajuste.
31 Tabela 1 - Letras de Identificação J Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Potência Modifica dor Varredura (scan) (7) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor 7. O uso dos termos modificadores alto (H), baixo (L), médio (M) e varredura (J) é opcional.
32 Tabela 1 - Letras de Identificação K Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Tempo Modificador Tempo de mudança (4, 21) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Estação de controle (22) Modifica dor 4. Qualquer primeira letra combinada com as letras modificadoras D (diferencial), F (relação), M (momentâneo), K (tempo de alteração) e Q (integração ou totalização) representa uma variável nova e separada e a combinação é tratada como uma entidade de primeira letra. Assim, os instrumentos TDI e TI indicam duas variáveis diferentes: diferença de temperatura e temperatura. As letras modificadoras são usadas quando aplicável.
33 Tabela 1 - Letras de Identificação K Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Tempo Modificador Tempo de mudança (4, 21) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Estação de controle (22) Modifica dor 21. A letra modificadora K, em combinação com uma primeira letra como L, T ou W, significa uma variação de taxa de tempo da quantidade medida ou de inicialização. A variável WKIC, por exemplo, pode representar um controlador de taxa de perda de peso. 22. A letra K como modificador é uma opção do usuário para designar uma estação de controle, enquanto a letra C seguinte é usada para descrever controlador automático ou manual.
34 Tabela 1 - Letras de Identificação L Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Nível (level) Modifica dor Função de informação ou passiva Lâmpada piloto (11) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor Baixo (7, 15, 16) 11. Uma lâmpada piloto que é parte de uma malha de instrumento deve ser designada por uma primeira letra seguida pela letra subsequente L. Por exemplo, uma lâmpada piloto que indica o tempo expirado deve ter o tag KQL (lâmpada de totalização de tempo). A lâmpada para indicar o funcionamento de um motor tem o tag EL (lâmpada de voltagem), pois a voltagem é a variável medida conveniente para indicar a operação do motor ou YL (lâmpada de evento) assumindo que o estado de operação está sendo monitorado. Não se deve usar a letra genérica X, como XL.
35 Tabela 1 - Letras de Identificação L Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Nível (level) Modificador Função de informação ou passiva Lâmpada piloto (11) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modificador Baixo (7, 15, 16) 7. O uso dos termos modificadores alto (H), baixo (L), médio (M) e varredura (J) é opcional. 15. Os termos modificadores alto, baixo, médio ou intermediário correspondem aos valores da variável medida e não aos valores do sinal. Por exemplo, um alarme de nível alto proveniente de um transmissor de nível com ação inversa deve ser LAH, mesmo que fisicamente o alarme seja atuado quando o sinal atinge um valor mínimo crítico. 16. Os termos alto e baixo quando aplicados a posições de válvulas e outros dispositivos de abrir e fechar são assim definidos: a) alto significa que a válvula está totalmente aberta b) baixo significa que a válvula está totalmente fechada
36 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modificador Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modificador M Escolha (1) Momentâ neo Médio ou intermediário (7, 15) 7. O uso dos termos modificadores alto (H), baixo (L), médio (M) e varredura (J) é opcional. 15. Os termos modificadores alto, baixo, médio ou intermediário correspondem aos valores da variável medida e não aos valores do sinal. Por exemplo, um alarme de nível alto proveniente de um transmissor de nível com ação inversa deve ser LAH, mesmo que fisicamente o alarme seja atuado quando o sinal atinge um valor mínimo crítico. Segundo a NBR 8190 no Primeiro Grupo de Letras a Variável Medida ou Inicial: M representa umidade (moisture)
37 Tabela 1 - Letras de Identificação N Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Escolha (1) Modificador Função de informação ou passiva Escolha (1) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Escolha (1) Modifica dor Escolha (1)
38 Tabela 1 - Letras de Identificação O Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Escolha (1) Modifica dor Função de informação ou passiva Orifício ou restrição Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor
39 Tabela 1 - Letras de Identificação P Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Pressão, vácuo Modifica dor Função de informação ou passiva Ponto de teste Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor
40 Tabela 1 - Letras de Identificação Q Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Quantidade Modifica dor Integrador ou totalizador (4) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modifica dor 4. Qualquer primeira letra combinada com as letras modificadoras D (diferencial), F (relação), M (momentâneo), K (tempo de alteração) e Q (integração ou totalização) representa uma variável nova e separada e a combinação é tratada como uma entidade de primeira letra. Assim, os instrumentos TDI e TI indicam duas variáveis diferentes: diferença de temperatura e temperatura. As letras modificadoras são usadas quando aplicável.
41 Tabela 1 - Letras de Identificação R Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Radiação (radioatividade) Modifica dor Função de informação ou passiva Registrador (17) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modificador 17. O termo registrador se aplica a qualquer forma de armazenar permanentemente a informação que permita a sua recuperação por qualquer modo.
42 Tabela 1 - Letras de Identificação S Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Velocidade ou frequência Modifica dor Segurança (8) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Chave (13) Modifica dor 8. O termo segurança se aplica a elementos primários e finais de proteção de emergência. Assim, uma válvula auto atuada que evita a operação de um sistema de fluido atingir valores elevados, aliviando o fluido do sistema tem um tag PCV (válvula controladora de pressão). Porém, o tag desta válvula deve ser PSV (válvula de segurança de pressão) se ela protege o sistema contra condições de emergência, ou seja, condições que são perigosas para o pessoal ou o equipamento e que são raras de aparecer. A designação PSV se aplica a todas as válvulas de proteção contra condições de alta pressão de emergência, independente de sua construção, modo de operação, local de montagem, categoria de segurança, válvula de alívio ou de segurança. Um disco de ruptura tem o tag PSE (elemento de segurança de pressão).
43 Tabela 1 - Letras de Identificação S Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Velocidade ou frequência Modifica dor Segurança (8) Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Chave (13) Modifica dor 13. Um dispositivo que liga, desliga ou transfere um ou mais circuitos pode ser uma chave, um relé, um controlador liga-desliga ou uma válvula de controle, dependendo da aplicação. Se o equipamento manipula uma vazão de fluido do processo e não é uma válvula manual de bloqueio liga-desliga, ela é projetada como válvula de controle. É incorreto usar o tag CV para qualquer coisa que não seja uma válvula de controle auto atuada. Para todas as aplicações que não tenham vazão de fluido de processo, o equipamento é projetado como: a) Chave, se for atuada manualmente. b) Chave ou controlador liga-desliga, se for automático e for o primeiro dispositivo na malha. O termo chave é geralmente usado se o dispositivo é aplicado para alarme, lâmpada piloto, seleção, intertravamento ou segurança. O termo controlador é usado se o dispositivo é aplicado para o controle de operação normal. c) Relé, se for automático e não for o primeiro dispositivo na malha, mas atuado por uma chave ou por um controlador liga-desliga.
44 Tabela 1 - Letras de Identificação T Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Temperatura Modifica dor Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Transmissor (18) Modifica dor 18. Elemento sensor, transdutor, transmissor e conversor são dispositivos com funções diferentes, conforme ISA S37.1.
45 Tabela 1 - Letras de Identificação U Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Multivariável (6) Modificador Função de informação ou passiva Multifunção (12) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Multifunção (12) Modificador Multifunção (12) 6. O uso de U como primeira letra para multivariável em lugar de uma combinação de outras primeiras letras é opcional. É recomendável usar as primeiras letras especificas em lugar da letra U, que deve ser usada apenas quando o número de letras for muito grande. Por exemplo, é preferível usar PR/TR para indicar um registrador de pressão e temperatura em vez de UR. Porém, quando se tem um registrador multiponto, com 24 pontos e muitas variáveis diferentes, deve-se usar UR. 12. O uso da letra U para multifunção, vem vez da combinação de outras letras funcionais é opcional. Este designador não específico deve ser usado raramente.
46 Tabela 1 - Letras de Identificação V Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Vibração, análise mecânica Modifica dor Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Válvula, damper (13) Modifica dor 13. Um dispositivo que liga, desliga ou transfere um ou mais circuitos pode ser uma chave, um relé, um controlador liga-desliga ou uma válvula de controle, dependendo da aplicação. Se o equipamento manipula uma vazão de fluido do processo e não é uma válvula manual de bloqueio liga-desliga, ela é projetada como válvula de controle. É incorreto usar o tag CV para qualquer coisa que não seja uma válvula de controle auto atuada. Para todas as aplicações que não tenham vazão de fluido de processo, o equipamento é projetado como: a) Chave, se for atuada manualmente. b) Chave ou controlador liga-desliga, se for automático e for o primeiro dispositivo na malha. O termo chave é geralmente usado se o dispositivo é aplicado para alarme, lâmpada piloto, seleção, intertravamento ou segurança. O termo controlador é usado se o dispositivo é aplicado para o controle de operação normal. c) Relé, se for automático e não for o primeiro dispositivo na malha, mas atuado por uma chave ou por um controlador liga-desliga.
47 Tabela 1 - Letras de Identificação W Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Peso, força Modificador Função de informação ou passiva Poço (well) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Modificador
48 Tabela 1 - Letras de Identificação X Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Não classificado (2) Modifica dor Eixo X Função de informação ou passiva Não classificado (2) Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Não classificado (2) Modifica dor Não classificado (2) 2. A letra X não classificada tem o objetivo de cobrir significado não listado que será usado somente uma vez ou usado em um significado limitado. Se usada, a letra pode ter qualquer número de significados como primeira letra ou como letra subsequente. O significado da letra X deve ser definido do lado de fora do círculo do diagrama. Por exemplo, XR pode ser registrador de consistência e XX pode ser um osciloscópio de consistência.
49 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modifica dor Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modifica dor Y Evento, estado ou presença (20) Eixo Y Relé, conversor (13, 14, 18) 20. A primeira letra Y se destina ao uso quando as respostas de controle ou monitoração são acionadas por evento e não acionadas pelo tempo. A letra Y, nesta posição, pode também significar presença ou estado. 14. As funções associadas com o uso de letras subsequentes Y devem ser definidas do lado de fora do circulo de identificação. Por exemplo, FY pode ser o extrator de raiz quadrada na malha de vazão; TY pode ser o conversor corrente para pneumático em uma malha de controle de temperatura. Quando a função é evidente como para uma válvula solenóide ou um conversor corrente para pneumático ou pneumático para corrente a definição pode não ser obrigatória. 18. Elemento sensor, transdutor, transmissor e conversor são dispositivos com funções diferentes, conforme ISA S37.1.
50 Tabela 1 - Letras de Identificação Primeiro Grupo de Letras Segundo Grupo de Letras Variável medida ou inicial Modifica dor Função de informação ou passiva Função de saída (final) Modifica dor Y Evento, estado ou presença (20) Eixo Y Relé, conversor (13, 14, 18) 13. Um dispositivo que liga, desliga ou transfere um ou mais circuitos pode ser uma chave, um relé, um controlador liga-desliga ou uma válvula de controle, dependendo da aplicação. Se o equipamento manipula uma vazão de fluido do processo e não é uma válvula manual de bloqueio liga-desliga, ela é projetada como válvula de controle. É incorreto usar o tag CV para qualquer coisa que não seja uma válvula de controle auto atuada. Para todas as aplicações que não tenham vazão de fluido de processo, o equipamento é projetado como: a) Chave, se for atuada manualmente. b) Chave ou controlador liga-desliga, se for automático e for o primeiro dispositivo na malha. O termo chave é geralmente usado se o dispositivo é aplicado para alarme, lâmpada piloto, seleção, intertravamento ou segurança. O termo controlador é usado se o dispositivo é aplicado para o controle de operação normal. c) Relé, se for automático e não for o primeiro dispositivo na malha, mas atuado por uma chave ou por um controlador liga-desliga.
51 Tabela 1 - Letras de Identificação Z Primeiro Grupo de Letras Variável medida ou inicial Posição ou dimensão Modifica dor Eixo Z Função de informação ou passiva Segundo Grupo de Letras Função de saída (final) Elemento final de controle não classificado Modifica dor
52 Exemplos PI = Indicador de pressão P" é a variável medida (Pressão) I é a função de informação ou passiva. Neste caso pode-se ter vários tipos de instrumentos. Desde um manômetro mecânico à instrumentos eletrônicos sofisticados. Note que ao indicar PI em um fluxograma a intenção é descrever que naquele determinado ponto deseja-se somente indicar a pressão, independentemente do tipo de instrumento utilizado. TI = Indicador de Temperatura LI = Indicador de Nível SI = Indicador de Velocidade RI = Indicador de Radioatividade MI = Indicador de Umidade AI = Indicador de Condutividade, ou ph, ou 02 etc. VI = Indicador de Viscosidade
53 Exemplos PIC = Indicador Controlador de Pressão Neste caso a função final é o controle de uma malha, portanto, a letra "C" da coluna função final". A letra "I é somente uma função passiva mencionando que o instrumento também esta indicando de alguma forma a variável "P" pressão. TIC = Indicador Controlador de Temperatura LIC = Indicador Controlador de Nível FIC = Indicador Controlador de Vazão JIC = Indicador Controlador de Potência SIC = Indicador Controlador de Velocidade BIC = Indicador Controlador de Queima ou Combustão (queimadores de caldeiras ou fomos ou outros)
54 Exemplos LAH = Alarme de Nível Alto Neste exemplo a letra "A" define a função de informação, indicando que o instrumento está sendo utilizado para um alarme. A letra modificadora "H complementa esta informação indicando o parâmetro do alarme, no caso nível alto. TAH = Alarme de Temperatura Alta SAL = Alarme de Baixa Velocidade WAL = Alarme de Peso Baixo
55 Exemplos HV = Válvula de controle manual A letra V indica a função final e a letra H indica a variável inicial. LCV = Válvula de controle de nível auto-operada Neste exemplo a letra C" pode estar indicando que a válvula é auto-operada. LV = Válvula de nível Geralmente esta notação determina que se trata de uma válvula de controle proporcional.
56 Combinação de Letras Típicas
57
58 Combinação de Letras Típicas
59 Combinação de Letras Típicas
60 Tabela 2 - Símbolos e Funções de Processamento de Sinais
61 Símbolos A simbologia correta da instrumentação deve conter os seguintes parâmetros: Identificação das linhas de interligação dos instrumentos, por exemplo, eletrônica física, eletrônica por configuração, pneumática. Determinação do local de instalação dos instrumentos, acessível ou não acessível ao operador de processo. Filosofia da instrumentação, quanto ao instrumento ser dedicado a cada malha ou compartilhado por um conjunto de malhas de processo Identificação (tag) do instrumento, envolvendo a variável do processo, a função do instrumento e o numero da malha do processo. Outras informações adicionais.
62 Símbolo de Linhas de Instrumentos
63 Símbolo de Linhas de Instrumentos Observações: 1- A linha de suprimento ou impulso representa a conexão do processo, elo mecânico ou alimentação do instrumento. Sugerimos as seguintes abreviaturas para denotar os tipos de alimentação. Essas designações podem ser também aplicadas para suprimento de fluidos. AS - suprimento de ar Opções: IA - ar do instrumento PA - ar da planta ES - alimentação elétrica GS - alimentação de gás HS - suprimento hidráulico NS - suprimento de nitrogênio SS - suprimento de vapor WS - suprimento de água
64 Símbolo de Linhas de Instrumentos Observações: 2- O símbolo do sinal pneumático aplica-se para um sinal usando qualquer gás como veículo. Se io gás não for o ar, deve ser identificado qual o gás usando através de uma nota nos símbolos ou em outro local apropriado. 3- Fenômeno eletromagnético inclui calor, ondas de rádio, radiação nuclear e luz.
65 Círculo ou Balão do Instrumento
66 Círculo ou Balão do Instrumento Instrumento com tag longo Lâmpada piloto Terminais de conexão montados no painel (ex terminal 12) Purga ou dispositivo de purga Rearme para atuador tipo auto-retenção Diafragma de selagem Intertravamento lógico de sistema indefinido ou complexo
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68 Exemplos
69 Exemplos
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71 Exemplos Alarmes independentes de níveis anormais LAHH muito alto, malha 100 LAH alto, malha 101 LAL baixo, malha 102 LALL muito baixo, malha 103 Sinal binário elétrico Todos instalados na sala de controle acessível ao operador LAHH 100 LAH 101 LAL 102 LALL 103
72 Controlador indicador de temperatura Sinal pneumático Válvula com atuador pneumático Tubo capilar TT TIC 101 Transmissor de temperatura, instalado no campo Controlador indicador de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 101
73 Controle em cascata o controlador de vazão tem o seu ponto de controle fixado por um controlador de nível Controlador de nível, instalado no campo, malha 104 Controlador de vazão, instalado no campo, transmissão pneumática, malha 104 LC 104 SP FC 104 Sinal pneumático FT Válvula angular Transmissor de vazão, instalado no campo
74 Indicador diferencial de temperatura Tubo capilar Sinal elétrico Transmissor de temperatura, equipamento B, montado no campo Transmissor de temperatura, equipamento A, montado no campo TT A TDI 103 TT B Indicador diferencial de temperatura, instrumento compartilhado, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 103
75 LSHL 105 SIMBOLOGIA Controle diferencial de nível do poço através de partidas e paradas da bomba pelo LC-107 e LC-106 que também acionam as lâmpadas pilotos de nível alto e baixo. Os alarmes de nível alto e baixo são atuados por LSHL-105 Chave de nível alto e baixo, instalado no campo, malha 105 Sinal binário elétrico Alarme de nível alto, instalado na sala de controle acessível ao operador Intertravamento lógico START LC 107 STOP BOMBA LC 106 LAH LAL LLH LLL Alarme de nível baixo, instalado na sala de controle acessível ao operador Lâmpada piloto de nível baixo, instalado na sala de controle acessível ao operador Controlador de nível, instalado no campo, malha 106 Controlador de nível, instalado no campo, malha 107 Lâmpada piloto de nível alto, instalado na sala de controle acessível ao operador
76 Sinal de corrente elétrica que aciona válvula de controle pneumática através de um conversor eletro-pneumático montado separadamente Controlador de temperatura, instalado no campo, malha 114 TC 114 Sinal elétrico Sinal pneumático TY I P Conversor eletropneumático Válvula de controle pneumática
77 Instrumento combinado: controlador, indicador de nível e transmissor, comandando válvula de controle, com indicador no painel e transmissão pneumática. Sinal pneumático LCV-301 Válvula de controle comandada por nível, malha 301 LIC 301 LT 301 Instrumento combinado: Controlador indicador de nível e transmissor de nível, instalados no campo, malha 301 LI 301 Indicador de nível, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 301
78 Registrador de vazão com registrador de pressão. Registradores no painel e transmissores locais com transmissão pneumática Placa de orifício Transmissor de vazão, instalado no campo, malha 402 Transmissor de pressão, instalado no campo, malha 403 PT 403 Sinal pneumático FT 402 Registrador de vazão, instalado no painel, malha 402, instrumento compartilhado FR 402 PR 403 Registrador de pressão, instalado no painel, malha 403, instrumento compartilhado
79 Instrumento combinado de registro e controle de nível, comandando válvula de controle, com transmissão pneumática. Instrumento no painel e transmissores no local. Transmissor de nível, instalado no campo, malha 103 Registrador controlador de nível, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 103, instrumento compartilhado LT 103 LCR 103 LCT 104 LT 104 Transmissor de nível, instalado no campo, malha 104 Sinal pneumático Válvula de controle comandada por nível, malha 103 LCV-103 Transmissor controlador de nível, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 104, instrumento compartilhado
80 Controle seletivo Controlador indicador de pressão, instalado no painel, transmissão elétrica Seletor de sinal baixo, instalado atrás do painel, transmissão elétrica Conversor de corrente elétrica para pressão, instalado no campo Transmissor de pressão, instalado no campo, transmissão elétrica Transmissor de vazão, instalado no campo, transmissão elétrica Extrator de raiz quadrada, instalado atrás do painel, transmissão elétrica, malha de vazão Controlador indicador de vazão com ponto de ajuste (SP), instalado no painel, transmissão elétrica Válvula de controle acionada pneumaticamente
81 Controle de temperatura Controlador registrador de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador Sinal elétrico Transmissor de temperatura, instalado no campo Conversor de corrente elétrica para pressão, instalado no campo Válvula de controle acionada pneumaticamente
82 Controle de temperatura Transmissor de temperatura, instalado no campo, transmissão elétrica Controlador registrador de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador, transmissão elétrica Válvula de controle acionada pneumaticamente Transmissor de vazão, instalado no campo, transmissão elétrica Controlador indicador de vazão, instalado na sala de controle acessível ao operador, transmissão elétrica Conversor de corrente elétrica para pressão, instalado no campo
83 Controle de temperatura Controlador indicador manual, instalado na sala de controle acessível ao operador, transmissão elétrica Transmissor de vazão, instalado no campo, transmissão elétrica Extrator de raiz quadrada, instalado na sala de controle não acessível ao operador, transmissão elétrica, malha de vazão Função não-linear, instalado na sala de controle não acessível ao operador, transmissão elétrica Válvula de controle acionada pneumaticamente Conversor de corrente elétrica para pressão, instalado no campo
84 Instrumentação para um sistema de destilação
85 Alarme de temperatura alta, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 8, instrumento 2 Válvula borboleta com atuador pneumático, SIMBOLOGIA malha de pressão 11, falha aberta Indicador de temperatura, instalado no campo, malha 9, instrumento 3 Cálculo de função no tempo, instalado na sala de controle não acessível ao operador, malha 3, instrumento A Instrumento compartilhado: chave com varredura de nível alto de temperatura e registrador com varredura de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 8, instrumento 2 Alarme de temperatura alta, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 8, instrumento 3 Instrumento compartilhado: chave com varredura de nível alto de temperatura e registrador com varredura de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 8, instrumento 3 Registrador com Válvula com Controlador varredura de temperatura, atuador registrador de instalado no painel, malha pneumático, falha vazão, instalado no 8, instrumento 1 INSTRUMENTAÇÃO fechada, malha 4INDUSTRIAL painel, malha 4 Transmissor de vazão, instalado no campo, malha 4
86 Controlador registrador de pressão, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 11 Transmissor de pressão, instalado no campo, malha 11 SIMBOLOGIA Alarme de nível alto e baixo, instalado no painel, malha 9 Registrador de vazão, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 3 Transmissor de vazão, instalado no campo, malha 3 Placa de orifício com flange na linha de processo, malha 3 Chave de nível alto e baixo, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 9 Transmissor de nível, instalado no campo, malha 7 Registrador com varredura de temperatura, instalado na sala de controle acessível ao operador, malha 8, instrumento 4 Ganho ou atenuação, malha de vazão, instalado atrás do painel, malha 3, instrumento B Válvula com atuador pneumático, falha Controlador aberta, malha de indicador de nível, nível 7 instalado no painel, malha 7 Placa de orifício com flange na linha de processo, malha 4
87 Visor de nível, instalado no campo, malha 10 Registrador com varredura de temperatura, instalado no painel, malha 8, instrumento 6 Transmissor de nível, instalado no campo, malha 2 Analisador e transmissor, instalado no campo, malha 5 SIMBOLOGIA Analisador, controlador e registrador, instalado no painel, malha 5 Divisor multivariável, instalado atrás do painel, malha 6 Controlador registrador de vazão, instalado no painel, malha 1 Indicador de temperatura, instalado no painel, malha 9, instrumento 2 Controlador indicador de nível, instalado no painel, malha 2 Válvula com atuador pneumático, falha fechada, malha de nível 2 Alarme de Instrumento compartilhado: chave com temperatura varredura de nível baixo de temperatura e baixa, instalado registrador com varredura de temperatura, no painel, malha instalado na sala de controle acessível ao 8, instrumento INSTRUMENTAÇÃO 5 operador, malha 8, instrumento 5 INDUSTRIAL
88 Indicador de temperatura, instalado no painel, malha 9, instrumento 1 SIMBOLOGIA Alarme de valor alto do analisador, instalado no painel, malha 5 Chave de valor alto e baixo do analisador, instalado atrás do painel, malha 5 Alarme de valor baixo do analisador, instalado no painel, malha 5 Sinal elétrico Transmissor de vazão, instalado no campo, malha 1 Placa de orifício com flange na linha de processo, malha 1 Sinal pneumático Válvula com atuador pneumático, falha fechada, malha de INSTRUMENTAÇÃO vazão 2 INDUSTRIAL
89 Relé de densidade, instalado no painel, malha 4 Alarme de valor alto e baixo de densidade, instalado no painel, malha 4 Controlador indicador de densidade, instalado no painel, malha 4 Chave de densidade, instalado no painel, malha 4 SIMBOLOGIA Controlador indicador de nível, instalado no painel, malha 2 Transmissor de densidade, Dispositivo de instalado no purga de água campo, INSTRUMENTAÇÃO malha 4 INDUSTRIAL Chave de nível, instalado no painel, malha 2 Alarme de nível alto e baixo, instalado no painel, malha 2 Instrumento compartilhado: registrador de temperatura e densidade, instalado no painel, malha 4 e 24 Transmissor de nível, instalado no campo, malha 2 Transmissor de temperatura, instalado no painel, entrada em resistência e saída em corrente, malha 24 Sensor de temperatura, instalado no campo, malha 24
90 Controlador indicador de vazão, instalado no painel SIMBOLOGIA Sinal pneumático Conversor de corrente para pressão, malha de vazão Válvula com atuador pneumático, malha de vazão 1 Controlador indicador de vazão, instalado no painel, malha 3 Indicador de quantidade, instalado no painel, malha 3 Totalizador de vazão, instalado no painel, malha 3 Transmissor de vazão, instalado no campo, malha 3 Conversor de corrente para pressão, malha 3 Válvula com atuador pneumático, malha de vazão 3 Sinal elétrico Sensor de vazão instalado na linha de processo, malha 3
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93 Exemplos As figuras abaixo ilustram um diagrama de blocos de uma fábrica de pasta termomecânica (indústria de papel) e um diagrama de instrumentação para seu processo. A tabela identifica cada ciclo, os seus instrumentos e as suas funções no processo. Nota-se que em todos os pontos vitais do processo há, conforme a necessidade, medidores, indicadores, alarmes, registradores, controladores e válvulas.
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98 Planta PD3 da Smar
99 Tela de sinótico SIMBOLOGIA
100 Tanque de aquecimento
101 Transmissor e válvula de controle de vazão
102 Bomba para alimentação do tanque de aquecimento
103 Reservatório de água
104 Bomba para alimentação do tanque de mistura
105 Transmissor e válvula de controle de vazão
106 Tanque de mistura, água quente e fria
107 Malha 31 Malha 32
108 Válvulas SIMBOLOGIA manuais
109 Chave de nível e termostato A chave de nível acusa nível baixo quando a capacidade do tanque for inferior a 90% de sua capacidade. O termostato acusa temperatura alta no tanque.
110 Vazão A planta didática possui 2 transmissores Fieldbus LD302 acoplados com orifícios integrais para medição da vazão instantânea de água na tubulação.
111 Nível do Tanque de Água Quente Um Transmissor fieldbus LD302 diferencial é responsável pela medição do nível do tanque de água quente.
112 Temperatura do Tanque de Água Quente A temperatura do tanque de água quente é medida através de um Transmissor de Temperatura Fieldbus TT-302 que recebe um sinal de uma termoresistência PT-100.
113 Temperatura do Tanque de Mistura A temperatura do tanque de mistura é medida através de um Transmissor de Temperatura Fieldbus TT-302 que recebe um sinal de um termopar tipo J.
114 Conversor Estático A planta didática possui um conversor resistivo que converte corrente em resistência elétrica. Estas resistências estão dentro do tanque de água quente e servem para aquecer a água deste tanque. Nesta planta está sendo utilizado um conversor de sinal Fieldbus para 4 a 20 ma FI- 302 (Tag TY-31)
115 Válvula de Entrada de Água no Tanque de Água Quente A planta possui também uma válvula que regula a entrada de água no tanque de água quente.
116 Válvula de Entrada de Água no Tanque de Mistura A planta possui também uma válvula que regula a entrada de água no tanque de mistura, onde será misturada água quente com água fria.
117 Controle em Cascata (Temperatura com vazão de água fria) No tanque de mistura, a água quente proveniente do tanque de aquecimento é misturada com água fria para que esta se aqueça. A finalidade deste controle é manter a temperatura da água no tanque de mistura respondendo às variações de temperatura da água do tanque de aquecimento. A malha de vazão de água fria recebe como set-point, a saída do controle de temperatura do tanque de mistura provocando assim, a ação da válvula de água fria quando a temperatura for diferente da solicitada.
118
119 Conversor de vazão, malha 1 FI 1 Indicador de vazão, malha 1 Indicador de nível, malha 1 FIT FY 1 I LI 1 P LIT JY 1 JY SIMBOLOGIA Ar de instrumento Conversor de corrente para pressão Válvula com posicionador I P Controlador indicador de temperatura, malha 2 Válvula manual TIC 2 FIT FIC 2 Controlador indicador de vazão, malha 2 Transmissor indicador de vazão, placa de orifício, malha 2 Transmissor indicador de nível Conversor de potência, malha 1 TI 1 TIT Saída de água TIT Água de processo Transmissor indicador de temperatura Indicador de temperatura, malha 1
120 Malha de Temperatura TIC-32 A malha de temperatura faz um controle PID onde sua saída servirá como setpoint para a malha de vazão.
121 Malha de Vazão de Água Fria FIC-32 Esta malha utiliza como setpoint a saída do controle de temperatura sendo assim o seu valor não podendo ser alterado pelo operador.
122 Controle por Realimentação Negativa (Temperatura com vazão de água fria) A finalidade deste controle é manter a temperatura do tanque de aquecimento em um valor fixo. Um conversor de potência é o elemento final de controle. Ele é o responsável por enviar energia para um grupo de resistências elétricas para aquecer a água deste tanque. A malha principal é a de temperatura, que após efetuar o controle recebe um ganho proveniente da vazão de água para acelerar a demanda de potência necessária para manter a temperatura constante. Esta estratégia garante que variações provocadas pela entrada de água no tanque de aquecimento tenham respostas rápidas.
123
124 Conversor de vazão, malha 1 FY 1 I P SIMBOLOGIA Ar de instrumento Conversor de corrente para pressão I P FI 2 Transmissor indicador de vazão, malha 1 FIT Indicador de nível, malha 1 LI 1 Válvula com posicionador Válvula manual FIT Indicador de vazão, malha 2 Transmissor indicador de vazão, placa de orifício LIT TIC 1 JY Transmissor indicador de temperatura Transmissor indicador de nível Saída de água TIT TIT TIC 2 Água de processo Transmissor indicador de temperatura, malha 2 Conversor de potência, malha 1 Transmissor indicador de temperatura Transmissor indicador de temperatura
125 Malha de Temperatura TIC-31 A malha de temperatura faz um controle PID simples. Malha de Temperatura TIC-32 A malha de temperatura faz um controle PID simples.
126 UNIDADE DE HIDRODESSULFURIZAÇÃO DE DIESEL - HDS/REPAR Retificação de Águas Ácidas SIMBOLOGIA (UTAA) - FLUXOGRAMA DE PROCESSO G H I J K L M N REFERENCE DOCUMENTS FUEL GAS SP F SOUR WATER FROM TQ- 4107/08 V-2701 SOUR WATER DRUM CHEMICAL FLARE B-2702A/B P-2708 CHEMICAL FLARE MP STEAM H2S RICH GAS TO U-2900 MP CONDENSATE RESIDUAL OIL TO TQ-4108 E SP MP STEAM B-2701A/B SOUR WATER PUMP 80.8 m3/h x 13.1 kgf/cm2 NOTE 2 SP P-2704 NH3 STRIPPER FIRST CONDENSER P-2705 NH3 STRIPPER SECOND CONDENSER P-2709 NH3 RICH GAS HEATER GENERAL NOTES P-2702A/B H2S STRIPPER CONDENSER NH3 RICH GAS TO U DIMENSIONS IN MILIMETERS UNLESS OTHERWISE INDICATED. 2 - NORMAL FLOW AND DIFFERENTIAL PRESSURE. CHEMICAL FLARE D FUEL GAS MP CONDENSATE SP V-2702 H2S STRIPPER OVERHEAD DRUM V-2703 NH3 STRIPPER OVERHEAD DRUM C CAUSTIC SOLUTION V-2706 CAUSTIC SOLUTION DRUM B-2705 CAUSTIC SOLUTION PUMP m3/h x 3.9 kgf/cm2 NOTE 2 T-2701 H2S STRIPPER COLUMN P-2701A/B H2S STRIPPER PRE-HEATER SP B-2703A/B NH3 STRIPPER REFLUX PUMP 11.2 m3/h x 5.7 kgf/cm2 NOTE 2 LEGEND STREAM NUMBER FT-2701A/B NH3 STRIPPER FEED FILTER GAS FROM HYDROGEN GENERATING UNIT OPERATING PRESSURE (kgf/cm2 gauge) MP STEAM OPERATING TEMPERATURE ( C ) 6 DUTY 10 (kcal/h) B V-2704 P-2703 H2S STRIPPER REBOILER MT-2701 STATIC MIXER T-2702 NH3 STRIPPER COLUMN LOW STEAM H2S STRIPPER CONDENSATE POT V-2705 NH3 STRIPPER REV. P DESCRIPTION DATE EXEC. THE INFORMATION CONTAINED IN THIS DOCUMENT IS PETROBRAS PROPERTY AND MAY NOT BE USED FOR PURPOSES OTHER THAN THOSE SPECIFICALLY INDICATED HEREIN. FORM STANDARTIZED BY STANDARD PETROBRAS N REV.E. CHECK APPROV. CONDENSATE POT (PR) PRELIMINARY PURPOSE (PI) FOR (P) INFORMATION (PA) FOR APPROVAL (AP)APPROVED (PC)FOR INQUIRY (CC)AS BUILT (LE) DELIVERED FOR CONSTRUCTION (CE)CERTIFIED (CA) CANCELED (CS) CANCELED AND REPLACED IESA No BR CONTRACT No DD-2700-P FILE No DE-295-INP _REV4.DWG A MP CONDENSATE P-2706 NH3 STRIPPER FIRST REBOILER P-2707 NH3 STRIPPER SECOND REBOILER SP LOW CONDENSATE U-2100 CLIENT: JOB: AREA: ENGENHARIA UN-REPAR DIESEL HIDRODESULFURIZATION UNIT SOUR WATER TREATING UNIT (U-2700) TÍTLE: B-2704A/B PUMP STRIPPED WATER 88.0 m3/h x 9.3 kgf/cm2 NOTE 2 STRIPPED WATER TO U-2100 STRIPPED WATER TO U-2600 PROCESS FLOWSHEET DESIGN DRAWN CHECK APPROV. INEPAR LPM MAL MT SCALE: SHEET 01 of 01 DATE DE-295-INP /07/01 No I-DE INP-001 A1-594 X 841
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