Minha casa minha vida
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- João Victor Figueira Prada
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1 Minha casa minha vida
2 ENTIDADES Moradia para as famílias Renda para os trabalhadores Desenvolvimento para o Brasil
3 MAnual do beneficiário Apresentação de propostas
4 S U M Á R I O O que é o programa?...05 Para quem?...06 O papel dos participantes...07 Quais são as condições de finaciamento?...13 O que pode ser financiado?...14 Tipos de interveção - modalidades...15 Regimes de construção...17 Informações importantes para construção...18 Como contratar?...21 Obra andando... O que fazer?...23 Casa pronta! O que se deve saber?...26 Glossário de siglas...27 Quadro - síntese...28 Anexos
5 O que é o programa? O Programa Habitacional Popular Minha Casa Minha Vida - Entidades PMCMV-E tem como objetivo atender as necessidades de habitação da população de baixa renda nas áreas urbanas, garantindo o acesso à moradia digna com padrões mínimos de sustentabilidade, segurança e habitabilidade. O Programa funciona por meio da concessão de financiamentos a beneficiários organizados de forma associativa por uma Entidade Organizadora EO, com recursos provenientes do Orçamento Geral da União OGU, aportados ao Fundo de Desenvolvimento Social FDS. O Programa pode ter contrapartida complementar de estados, do Distrito Federal e dos municípios, por intermédio do aporte de recursos financeiros, bens e/ou serviços economicamente mensuráveis, necessários à composição do investimento a ser realizado. DICA A principal regulamentação do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades é dada pela Lei Federal /2009, Decreto-Lei 6.819/2009, Resolução CCFDS 141/2009 e pela IN 36/2009 e IN 44/2009 do Ministério das Cidades 1. 1 Vide setor de Downloads em 5
6 para quem? Podem ser beneficiárias do programa pessoas físicas com renda familiar bruta mensal máxima de R$ 1.395,00, organizadas de forma associativa por uma Entidade Organizadora (cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, sem fins lucrativos). atenção Podem ser analisadas propostas cujos projetos sejam voltados ao atendimento de comunidades quilombolas, pescadores, ribeirinhos, índios e demais comunidades tradicionais,localizadas em áreas urbanas. Não podem participar do programa as pessoas que: Tenham renda familiar bruta mensal maior de R$ 1.395,00; Sejam titulares de financiamento habitacional ativo e proprietários ou promitentes compradores de imóvel residencial em qualquer parte do país; Tenham recebido, em qualquer época, subsídios diretos ou indiretos com recursos da União e/ou dos Fundos Habitacionais FAR 2, FDS, FGTS 3 e FNHIS 4 para aquisição de moradia; Tenham recebido lote em outro programa habitacional, exceto nos casos em que o financiamento se destinar à construção de habitação no lote anteriormente recebido; Tenham restrições no CADIN 5 ; Devem ser priorizados, entre os beneficiários, mulheres chefes de família, portadores de necessidades especiais, idosos e populações em vulnerabilidade social. Tenham restrições na Receita Federal. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário 2 FAR: Fundo de Arrendamento Residencial. 3 FGTS: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. 4 FNHIS: Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social 5 CADIN: Cadastro Informativo de Créditos Não-Quitados do Setor Público Federal. 6
7 O papel dos participantes Ministério das cidades - Mcidades É o Gestor do produto e da aplicação dos recursos do FDS e responsável pela seleção das propostas de intervenção habitacional, por intermédio da Secretaria Nacional de Habitação SNH. A SNH é a responsável por: Acompanhar e avaliar os projetos a serem financiados; Divulgar a relação das propostas selecionadas no site e comunicação do resultado à CAIXA e às EO; Acompanhar e avaliar permanentemente as ações desenvolvidas para a implantação do Programa e os resultados obtidos na aplicação dos recursos; Gerir a aplicação dos recursos do FDS. importante O Ministério das Cidades é o responsável por estabelecer critérios, procedimentos e parâmetros básicos para análise, seleção e contratação dos empreendimentos. caixa econômica federal - caixa A CAIXA, como agente operador e financeiro, é responsável por: Definir e divulgar os procedimentos operacionais necessários à execução do Programa; Orientar, acompanhar e avaliar o desempenho das EO e seus parceiros; Orientar a EO e beneficiários sobre a formulação das propostas de intervenção; Enquadrar as propostas de acordo com os critérios definidos pelo MCidades; Acompanhar e divulgar a seleção das propostas feita pelo MCidades; Contratar, em nome do FDS, operações de crédito com os beneficiários finais; Acompanhar a obra e o trabalho social, avaliar sua execução e liberar os recursos; Analisar as alterações contratuais solicitadas pelas EO; Responsabilizar-se pela cobrança do retorno dos recursos financiados e desembolsados junto aos beneficiários finais; Repassar informações ao Gestor do Produto. 7
8 atenção A CAIXA é responsável por analisar e acompanhar as propostas de intervenção habitacional sob os aspectos jurídico, cadastral e técnicos de arquitetura, engenharia e trabalho social. entidade organizadora - eo A EO é responsável por reunir, organizar e apoiar as famílias no desenvolvimento de cada etapa da proposta de intervenção habitacional. Para isso a EO precisa apresentar situação cadastral regular e legalidade de constituição, dos regimentos, dos estatutos e da representação jurídica perante a CAIXA. Também são atribuições da EO: Elaborar e apresentar à CAIXA todos os documentos do estudo prévio de viabilidade e da proposta de intervenção habitacional (empreendimento), conforme página 31; Organizar e indicar à CAIXA o grupo dos beneficiários do empreendimento; Promover ações necessárias ao planejamento, elaboração e execução da proposta, inclusive do Projeto de Trabalho Técnico Social PTTS; Promover assembléia para eleição da Comissão de Representantes CRE e da Comissão de Acompanhamento de Obras CAO por maioria absoluta de votos, com registro em Ata de Reunião; Participar do investimento com recursos financeiros, bens e/ou serviços, quando for o caso; Responsabilizar-se perante a CAIXA pela execução da intervenção, juntamente com os beneficiários e a CAO; Assinar o Termo de Cooperação e Parceria TCP com a CAIXA; Assinar os contratos de financiamento junto com os beneficiários; 8
9 Fixar na obra, em local visível, placa indicativa de que a construção é executada com recursos do FDS, conforme modelo CAIXA; Manter na obra, à disposição do arquiteto e/ou engenheiro, os projetos, especificações e memoriais aprovados pelos órgãos competentes; Recolher o INSS da obra quando devido ou comprovar sua isenção; Fiscalizar e acompanhar a obra; Apresentar mensalmente à CAIXA a Planilha de Levantamento de Serviços PLS, conforme os projetos técnicos, especificações e cronograma físico-financeiro global aprovados; Acompanhar e medir a execução das obras e serviços do empreendimento, por meio de Responsável Técnico - RT ou Assistência Técnica - ATEC contratada; Apresentar a documentação necessária à liberação das parcelas do financiamento; Apresentar, até a entrega da obra, as licenças obrigatórias para transporte e armazenamento de madeiras nativas (Documento de Origem Florestal DOF ou Guias Florestais) estabelecidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Ibama, e a declaração de volume e uso de madeira nativa na obra, para comprovação da origem legal; Promover o fracionamento do terreno e a transferência da propriedade em nome dos beneficiários, quando for o caso; Legalizar o empreendimento perante todos os órgãos públicos; Executar o trabalho técnico social de desenvolvimento comunitário junto aos Beneficiários. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário importante Cabe à EO, em conjunto com a CAO e os beneficiários, responder, sem reservas, pela produção das unidades habitacionais, integridade e bom funcionamento do empreendimento, mesmo as etapas executadas sob a responsabilidade de terceiros. 9
10 Responsável técnico - RT Profissionais indicados pela EO, responsáveis pelos projetos técnicos de arquitetura, engenharia e trabalho social e suas execuções. O profissional responsável pela equipe de Trabalho Técnico Social TTS deve ter formação em pedagogia, psicologia, serviço social ou ciências sociais/sociologia e experiência comprovada em projetos de TTS. Nos casos de mutirão assistido ou autoconstrução assistida, o responsável pela execução da obra deve prestar Assistência Técnica às pessoas que estiverem participando da construção das unidades habitacionais, orientando-as tecnicamente sempre que necessário. O arquiteto/engenheiro responsável por projeto e/ou execução da obra deve ter experiência adequada e apresentar: Anotação de Responsabilidade Técnica ART de execução da obra, expedida pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA do estado onde se localiza a intervenção; ART de fiscalização da obra pelo RT da EO/ATEC; CTPS ou contrato de prestação de serviço, que comprove a vinculação entre o RT e a EO/ATEC. atenção A quantidade de responsáveis técnicos deve ser compatível com o número, porte e localização das unidades a serem produzidas. 10
11 beneficiários/devedores São as famílias indicadas pela EO que irão compor o grupo de futuros moradores, devidamente enquadradas nas condições estabelecidas pelo programa, após a assinatura dos contratos de financiamento. Os beneficiários/devedores responsabilizamse por: Participar e acompanhar a execução das obras por meio da CAO e da CRE, a serem eleitas em assembléias realizadas entre os beneficiários; Responder pela execução das obras juntamente com a CAO e a EO; Participar das atividades do Projeto de Trabalho Técnico Social; Participar das etapas da construção, quando o regime adotado para produção das unidades habitacionais for o de autoconstrução, autoajuda ou mutirão; Contribuir com recursos próprios, se for o caso, para complementação do valor do investimento, sob a forma monetária, de bens e/ou de serviços durante a obra; Pagar o financiamento concedido pela CAIXA, na forma estabelecida pelo contrato. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário atenção Se o beneficiário/devedor ceder ou alugar o imóvel antes do prazo final de amortização, ou se usar o financiamento para outro fim, ele deverá devolver o valor concedido, acrescido de juros de 6% a.a. e atualização monetária, sem prejuízo de outras penalidades, previstas em lei. 11
12 O beneficiário/devedor precisa: Ser indicado pela Entidade Organizadora; Apresentar capacidade civil - maioridade ou menor emancipado com 16 anos completos; Apresentar regularidade do CPF na Receita Federal; Ser brasileiro nato ou naturalizado; Se estrangeiro, ter visto permanente no País. Fica impedido de operar com o PMCMV-E o beneficiário/devedor que: Possuir registro de dívidas no cadastro informativo do Banco Central - CADIN 6 ; Possuir débitos não regularizados junto à Receita Federal; Ser detentor de financiamento imobiliário ativo em qualquer localidade do País; Ser proprietário, cessionário ou promitente comprador de outro imóvel residencial situado no atual local de domicílio, nem onde pretende fixá-lo; Ter recebido, em qualquer época, subsídios com recursos do FGTS 7, FDS 8, PSH 9 ou FAR CADIN: Cadastro Informativo de Créditos Não-Quitados do Setor Público Federal. 7 FGTS: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. 8 FDS: Fundo de Desenvolvimento Social. 9 PSH: Programa de Subsídios a Habitação de Interesse Social. 10 FAR: Fundo de Arrendamento Residencial.
13 Quais são as condições de financiamento? condições do terreno: até R$1.395,00/mês; comprometimento de renda: R$ 50,00 mensais ou 10% da renda familiar bruta, o que for maior; idade: não há limite máximo de idade do beneficiário; amortização: prazo fixo de 120 meses; carência: máximo de 24 meses; juros: não possui taxa de juros; seguros: não há cobrança de seguro de Morte ou Invalidez Permanente - MIP e Danos Físicos ao Imóvel DFI 11 ; desonto: 10% para quem pagar a prestação em dia. atenção Não existe limite para participação de beneficiários idosos; No caso de pagamento de 100% do grupo até o último dia do mês, a EO recebe 5% dos encargos pagos pelos beneficiários. importante Não é permitida cobrança, pela EO, de taxas para participação do beneficiário/ devedor no Programa. 11 DFI: Em caso de sinistro de MIP, o FDS considera a dívida quitada ou amortizada, na mesma proporção da participação de renda; As ocorrências de DFI são assumidas pelo FDS, sem exigência de pagamento pelo devedor, limitado ao valor da operação atualizado, decorrentes de: incêndio ou explosão; inundação e alagamento causados por agentes externos; desmoronamento parcial ou total de paredes, vigas ou outra parte estrutural, desde que causados por forças ou agentes externos; e reposição de telhados, em caso de prejuízos causados por ventos fortes ou granizo. 13
14 o que pode ser financiado? Os itens que podem compor o valor de investimento são: Terreno; Projetos; Trabalho técnico social; Legalização do empreendimento (taxas, impostos e custos cartorários); Material de construção; Obras e serviços de edificação; Obras e serviços de infraestrutura interna ao empreendimento. atenção A infraestrutura externa ao empreendimento não é financiável pelo Programa e deve estar pronta antes da contratação do financiamento. Se a infraestrutura externa não estiver concluída antes da contratação, é admitida a sua execução simultânea com o empreendimento, nos casos mencionados a seguir, com cronograma de execução compatível com o de obras e o prazo de entrega do empreendimento. Se houver parceria com o poder público, os recursos para infraestrutura externa deverão estar previstos no orçamento do poder público ou companhias de energia elétrica, água e esgoto. Quando não houver parceria com o poder público, a EO deve depositar o valor correspondente às obras de infraestrutura externa em conta aberta na CAIXA para assegurar a sua execução junto com o empreendimento. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário importante Se ocorrer paralisação das obras de infraestrutura EXTERNA, a liberação das parcelas de obra dos imóveis é suspensa até que as obras de infraestrutura EXTERNA retomem seu andamento normal. 14
15 tipos de intervenção - modalidades O Programa Minha Casa Minha Vida Entidades aceita sete tipos de intervenção modalidades: intervenção registro * garantia Aquisição de terreno e construção RI Alienação Fiduciária do beneficiário RI Alienação Fiduciária TD Responsabilidade Solidária Construção em de terceiros TD Responsabilidade Solidária terreno da EO TD Responsabilidade Solidária do Poder Público TD Responsabilidade Solidária doado RI Alienação Fiduciária Hipoteca ( construção ) + Alienação RI Requalificação Urbana Fiduciária ( Amortizaçãio ) RI Alienação Fiduciária * RI = Registro de Imóvel; TD = Títulos e Documentos. Alienação Fiduciária Garantia em que o beneficiário transfere à CAIXA o domínio do imóvel em garantia de pagamento. A CAIXA conserva o domínio do imóvel alienado - posse indireta - até a liquidação da dívida garantida. Após a quitação, o beneficiário adquire o direito de propriedade definitiva do imóvel. Responsabilidade solidária Tipo de garantia de crédito representada pela responsabilidade conjunta de 2 beneficiários (um é fiador do outro e vice-versa) pelo prazo de 72 meses, com o objetivo de realizar operações de financiamento, nas situações em que não for possível a utilização de garantia real hipoteca ou previamente individualizada por Alienação Fiduciária. Devem ser formados quantos grupos forem necessários para o fechamento da operação objeto da proposta. Quando o número total de beneficiários for ímpar, um único beneficiário se constitui em devedor solidário em 2 contratos diferentes, de forma a manter sempre grupos de 2 devedores solidários. 15
16 Adota-se a Responsabilidade Solidária como garantia de operações de financiamento habitacional quando a proposta destinar-se a: Hipoteca Construção de Unidade Habitacional UH em terreno de propriedade do Poder Público, ocupado há mais de 5 anos, passível de se aplicar a Concessão de Uso Especial para Fins de Moradia - CUEM; Construção de UH em terreno de propriedade do Poder Público, desocupado, passível de se aplicar a Concessão de Direito Real de Uso CDRU; Construção de UH em terreno de propriedade de terceiros, ocupado há mais de 5 anos, e sujeito a usucapião urbano; Construção de UH em terreno de propriedade de terceiros, em processo de desapropriação pelo Poder Público, com Auto de Imissão Provisória na Posse; Construção de UH em terreno de propriedade ou posse de terceiros, mediante autorização de uso expressa do proprietário; Construção de UH em terreno de propriedade da EO, com compromisso futuro de fracionamento; Doação sem a transmissão simultânea da propriedade. Garantia adotada durante a fase de construção se não é possível a individualização das unidades habitacionais na data da contratação. Após o término das obras, é realizada a alteração da garantia para alienação fiduciária, além da instituição do condomínio e individualização das unidades. Impedimentos Não são aceitas propostas que envolvam os seguintes imóveis: Registrado com outro ônus, exceto os casos de servidão e incomunicabilidade; Registrado com cláusula de usufruto, exceto quando o seu detentor renunciar expressamente a esse direito em Cartório; Sede de delegação estrangeira; Igrejas e templos de qualquer natureza; Unidade isolada de edifício em construção; Hospitais; Clínicas; Escolas; Sede de associações e sindicatos; Clubes; Casas de espetáculos ou similares; Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário 16
17 Sedes de emissoras de rádio e televisão; Intervenção destinada à Aquisição de Gleba Bruta em Condomínio e Construção de UH com intenção de promover, ao final das obras, o loteamento/ desmembramento da área (este tipo de intervenção é específico para Condomínio Edilício); Alteração dos critérios de enquadramento e seleção referentes à proposta/ projeto de intervenção, exceto quando se tratar de quantidade de UH vinculadas ao empreendimento, mas que não altere o valor global autorizado; Caracterização de proposta/projeto de intervenção como modular, mas que contenha UH pulverizadas. Não é admitida a doação de imóvel financiado na CAIXA. Na hipótese de doação decorrente de sentença judicial por ação litigiosa, só será admitido imóvel com aceite conclusivo de advogado da CAIXA ou credenciado. Regimes de construção São permitidos os seguintes regimes de construção: Autoconstrução assistida: acompanhamento por RT na elaboração de projeto construtivo e no acompanhamento da execução da obra em unidade isolada; Mutirão assistido: acompanhamento por RT na elaboração de projeto construtivo e no acompanhamento da execução do empreendimento; Administração direta: contratação de profissionais ou empresas para execução de serviços que demandem especialização; Empreitada global: contratação de empresas especializadas para execução total do empreendimento, sob gestão da EO e dos beneficiários/devedores. 17
18 atenção Para construção verticalizada, é obrigatória a contratação por Empreitada Global, exceto se a EO comprovar, junto à CAIXA, experiência em gestão de obras deste porte. Nos regimes de autoconstrução, mutirão e administração direta, é obrigatória a contratação de arquiteto/engenheiro que se responsabilize tecnicamente pela execução das obras e dê assistência técnica especializada às pessoas envolvidas na construção. Para os casos de autoconstrução e mutirão, é obrigatória a elaboração de regulamento correspondente, conforme modelo de Regulamento de Mutirão no Anexo VII do Caderno de Orientação Técnico Social - COTS no site da CAIXA ( > Downloads > Trabalho Técnico Social. Para empreitada global, é obrigatória a avaliação de risco da construtora e não é permitida a antecipação de parcelas do cronograma de desembolso. Informações importantes para contratação Somente EO habilitada pode apresentar proposta para o PMCMV E. São consideradas habilitadas aquelas que: Já tenham operado ou estejam operando no Programa Crédito Solidário e não apresentem inadimplência do grupo de beneficiários acima de 6%, há mais de 30 dias e/ou pendências na execução das obras; Tenham sido habilitadas no Programa de Habitação de Interesse Social Produção Social da Moradia ou nos programas oriundos do FGTS. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário atenção Outras formas de habilitação estão sendo definidas pelo MCidades e serão divulgadas por meio de uma futura Instrução Normativa, conforme disposto na IN 036/2009.
19 As propostas devem ser apresentadas sob a forma de empreendimento com unidades habitacionais concentradas (próximas entre si) ou pulverizadas (espalhadas) em área urbana. população do município uh por empreendimento proposta proposta concentrada pulverizada Capitais, regiões metropolitanas ou com 200 UH. mais de hab. 50 UH a hab. 150 UH a hab. 100 UH hab ou menos. 50 UH. 25 UH. Impedimentos Valor do Financiamento VF: é o montante que a CAIXA empresta especificamente ao beneficiário, calculado em função da prestação e do prazo de amortização (retorno do financiamento). O VF máximo, no PMCMV - Entidades, é de R$ ,00 e o VF mínimo é de R$ 6.000,00. Valor do Desconto/Subsídio Sub: é o valor repassado ao beneficiário pelo FDS e que não retorna ao fundo. É calculado, individualmente, subtraindo o valor do financiamento do valor da operação máximo. Valor da Operação VO: é definido em função do município da UH financiada, do regime de construção, do tipo de unidade e intervenção adotado, limitado ao valor de avaliação do imóvel. 19
20 Os valores máximos da operação, por região, considerando Empreitada Global e modalidade Aquisição de Terreno e Construção, são os seguintes: UF municípios apto 12 casa 12 Todas AL, MA, PB, PI, RN, SE. ES, GO, MT, MS, TO. AC, AP, AM, PA, RO, RR. com até 20 mil habitantes , ,00 maior que 20 mil e até 50 mil hab , ,00 com mais de 50 mil habitantes , , , , , ,00 PR, RS, SC , ,00 CE, PE BA MG RJ SP com mais de 50 mil habitantes , ,00 capital de região metropolitana ( RM ) , ,00 com mais de 50 mil habitantes , ,00 capital e região metropolitana ( RM ) , ,00 com mais de 50 mil habitantes , ,00 capital e regiões metropolitanas ( RM ) , ,00 com mais de 50 mil habitantes , ,00 região metropolitana ( RM ) , ,00 capital , ,00 com mais de 50 mil habitantes , ,00 RM Capital, RM Baixada Santista, RM Campinas, Jacareí, Jundiaí e São José dos Campos , ,00 DF região metropolitana ( RM ) , ,00 12 Para estabelecimento dos valores acima, foram considerados imóveis com áreas construídas de 42m 2 ² (apartamento) e 38m 2 ² (casa). atenção Para as demais formas de regime de construção, os valores serão reduzidos em 8%; Quando não houver aquisição de terreno, os valores também serão reduzidos em 8%; Essas reduções são cumulativas. As reduções podem ser reincorporadas, desde que direcionadas à ampliação da área construída por unidade habitacional e/ou à construção de equipamentos comunitários no empreendimento, não podendo ultrapassar o VO máximo. Contrapartida Cp: quando o VO não é suficiente para executar a obra a ser financiada pelo PMCMV, o valor necessário para fechar a contratação é chamado de contrapartida. A Cp pode ser em dinheiro, bens (materiais) e/ou serviços (mão-de-obra), desde que economicamente mensuráveis, ou seja, que possam ser medidos em termos de comprimento, área, volume, horas de trabalho, entre outros métodos. A Cp não retorna aos beneficiários. 20
21 Valor do Investimento VI: é o valor necessário para construir a obra a ser financiada pelo PMCMV. Na prática, é a soma da VO com a Cp. limitações A proposta deve apresentar a totalidade das unidades componentes do empreendimento, aprovação pela Prefeitura Municipal ou órgão público equivalente de projeto de loteamento ou condomínio (se for intervenção urbana concentrada) e manifestação favorável à construção do empreendimento emitida pelo órgão ambiental responsável. A EO fica limitada a operar simultaneamente, no mesmo município, com no máximo 3 (três) vezes o número de unidades definidas para aquele município e no máximo 6 (seis) projetos em municípios diversos, considerados os projetos em execução neste programa, no Crédito Solidário e no Programa de Habitação de Interesse Social - Produção Social da Moradia. como contratar? Os passos básicos para que se possa contratar financiamento por meio do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades são: A EO procura a GIDUR/REDUR para obter informações sobre o PMCMV-E; A GIDUR/REDUR orienta a EO sobre a análise de engenharia e do trabalho técnico social e entrega a lista de documentos necessários (página 31); A EO entrega a documentação na GIDUR/REDUR ou no PV, se preferir; A GIDUR/REDUR/PV verifica a validade da documentação entregue e, se tudo estiver válido, inclui a proposta no Portal de Empreendimentos da Habitação ( A GIDUR/REDUR faz a análise da proposta de intervenção segundo critérios de arquitetura, engenharia, jurídica e de trabalho social; Se existir dúvida ou incoerência na documentação apresentada, a GIDUR/ REDUR solicita sua complementação ou substituição; Quando há aquisição de terreno, a CAIXA faz a avaliação da área e a análise jurídico/cadastral do terreno e do vendedor; Concluídas e aprovadas as análises, a CAIXA encaminha a proposta para o processo de seleção pelo MCidades; 21
22 O Ministério das Cidades seleciona as propostas e divulga esta seleção, considerando como critérios: - Maior percentual de contrapartida; - Sustentabilidade ambiental do projeto; - Ordem cronológica de recebimento de projetos. Após a seleção da proposta pelo MCidades, o prazo para contratação é de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30 dias, desde que autorizado pela GESEF, área da CAIXA responsável pela operação do FDS; ao fim deste prazo, a proposta deve ser encaminhada para nova seleção e dependerá dos critérios vigentes e do orçamento disponível na época; Aprovada a documentação do empreendimento, a GIDUR/REDUR preenche o Laudo de Engenharia e Trabalho Social e o Espelho da Proposta; A GIDUR/REDUR envia o Espelho da Proposta aprovado para a SR; A EO inclui os dados dos beneficiários/devedores pretendentes aos financiamentos no Portal de Empreendimentos da Habitação ( e apresenta suas documentações para a CAIXA; A SR agenda com a EO as entrevistas com todos os beneficiários, inclusive cônjuges/companheiros(as); O PV efetua a análise de cadastro e renda dos candidatos a beneficiários/ devedores, conforme listagem fornecida pela EO; A SR cobra as taxas devidas pela EO e assina o Termo de Cooperação e Parceria TCP com a Entidade; Agenda a data de assinatura dos contratos com os beneficiários e a EO; O PV abre as contas em nome dos beneficiários; A EO elege a CRE e a CAO em assembléia transcrita em Ata registrada em Cartório e solicita à SR/PV a abertura de conta em nome da Comissão de Representantes dos Beneficiários para gerenciamento de obra e outra, em nome da EO, para crédito da contrapartida complementar (se houver) e dos subsídios destinados a ATEC e TTS; habitação para famílias com renda de 0 até 3 salários mínimos atenção Para abertura da conta, é necessário apresentar cópia da Ata de eleição da CRE. 22
23 O PV assina os contratos com os beneficiários e a EO; O PV comprova, quando for o caso, o depósito da contrapartida complementar pela EO, e libera a primeira parcela para aplicação em obra. importante A CAIXA orientará a EO em todas as etapas do processo de contratação dos financiamentos. obra andando... o que fazer? Uma boa obra é o resultado de um bom planejamento - canteiro limpo e organizado, cumprimento do cronograma físico-financeiro, pessoas trabalhando de acordo com as normas técnicas da construção civil. É importante prever todas as fases e necessidades específicas da obra e seguir realmente o planejado. Para o bom andamento das obras, com a liberação de recursos ocorrendo à medida em que os serviços são executados, é necessário que a EO apresente regularmente o documento de medição, chamado Planilha de Levantamento de Serviços PLS. Durante determinado período, este documento é preenchido conforme os serviços são realizados e é utilizado pelo engenheiro/arquiteto responsável pelo acompanhamento do empreendimento. A cada período, a EO informa os serviços previstos, o profissional da CAIXA verifica sua efetiva realização na obra e autoriza a liberação do valor referente ao aprovado. Somente serão considerados os serviços realmente realizados e os materiais aplicados no local definitivo, desprezando o estoque em canteiro de materiais, equipamentos, elementos pré-fabricados ou prémoldados. Para garantir a construção do que foi planejado para a obra e a sua conclusão, é importante que a CRE e a CAO sejam atuantes, representando realmente os interesses do grupo de beneficiários. 23
24 comissão de representantes - cre O grupo de beneficiários vinculados ao empreendimento contratado elege a CRE em assembleia de maioria absoluta registrada em Ata, que é levada para registro no Cartório de Títulos e Documentos. A CRE é composta por, no mínimo, três pessoas: duas participantes do empreendimento (tomadoras dos financiamentos) e a outra representante vinculada a EO. As principais atribuições da CRE são: Abertura de conta poupança, não-solidária, na agência da CAIXA responsável pelos financiamentos; Administrar os recursos financeiros liberados pela CAIXA para produção das unidades habitacionais; Prestação de contas, em conjunto com a EO, aos demais beneficiários participantes do empreendimento, sobre a aplicação dos recursos liberados pela CAIXA. importante É proibida a transferência, por meio de procuração pública ou particular, dos poderes para movimentar a conta do empreendimento a apenas um componente da CRE ou à EO ou a terceiros. A movimentação da conta é exercida solidariamente por todos os componentes da CRE. 24
25 comissão de acompanhamento de obra - cao A Comissão de Acompanhamento de Obra e seus suplentes devem ser eleitos em Assembleia de maioria absoluta, devidamente registrada em Ata e esta registrada no Cartório de Títulos e Documentos. O número de componentes da CAO deve ser de, no mínimo, três pessoas, duas participantes do empreendimento (tomadoras dos financiamentos) e a outra representante vinculada a EO. Competem à CAO as seguintes atribuições: Acompanhar a execução da obra por meio do Cronograma Físico-Financeiro, observando as especificações do Memorial Descritivo; Comunicar à Construtora, a Entidade Organizadora e a CAIXA sobre irregularidades, para verificação; Repassar informações sobre o andamento da obra aos demais Adquirentes; Registrar as visitas realizadas. As visitas da CAO ao canteiro de obras não podem coincidir com aquelas programadas para os adquirentes, nem substituir as definidas no Projeto de Trabalho Técnico Social para os adquirentes. A formação e atuação da CAO não desobriga a EO de suas atribuições e responsabilidades quanto à execução da obra da maneira como foi aprovada. A EO deve garantir o acesso da CAO à documentação, projetos e especificações do empreendimento, sempre que solicitado. A CAO deve ter livre acesso ao canteiro de obras. andamento da obra - unidades concentradas A obra deve ser concluída entre o mínimo de 06 meses e o máximo de 24 meses, a partir da data de assinatura do contrato. Na mesma data, a primeira parcela é liberada antecipadamente, de acordo com o percentual previsto no cronograma físico/financeiro, exceto se adotado o regime de empreitada global. O valor liberado permanece bloqueado até a apresentação do contrato registrado. Este cronograma é o documento-base para o acompanhamento das obras. Estão previstas vistorias mensais nas UH. As vistorias são efetuadas em todas as UH do empreendimento, sempre acompanhada da Planilha de Liberação de Serviços - PLS. andamento da obra - unidades PULVERIZADAS A obra deve ser concluída entre o mínimo de 6 meses e o máximo de 24 meses, a partir da data da contratação. Na mesma data, a primeira parcela é liberada antecipadamente, de acordo com o percentual previsto no cronograma físico/ financeiro. O valor liberado permanece bloqueado até a apresentação do contrato registrado. Este cronograma é o documentobase para o acompanhamento das obras. Estão previstas vistorias em intervalo máximo de 2 meses nas UH. As vistorias são efetuadas por amostragem em 10% das UH do empreendimento ou, no mínimo, em unidades. Sempre que a Planilha de Liberação de Serviços- PLS apresentar percentual de obras executado igual ou superior 50% e 100% respectivamente é necessário que a EO apresente fotografias. No processo de acompanhamento das obras, a EO deverá apresentar Planilha de Levantamento de Serviço - PLS e o Mapa de Evolução Empreendimento sempre que solicitar medição. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário 25
26 casa pronta! o que se deve saber? Quando acaba o processo de construção e a unidade habitacional, casa ou apartamento, foi concluída, não quer dizer que ela já pode ser ocupada: existem algumas etapas que ainda precisam ser vencidas. A primeira documentação, após o fim da obra, fundamental para utilização da UH é a obtenção, junto à prefeitura local, do Habite-se. O Habite-se é o documento oficial que atesta que a Prefeitura Municipal reconhece que aquela unidade habitacional obedece todas as leis e normas municipais, e que pode ser utilizada como habitação. Outro documento indispensável é a matrícula individualizada da UH no nome específico de cada beneficiário. Conseguida junto ao Cartório de Registro de Imóveis local, a matrícula individualizada, quando fizer parte de um grande empreendimento (normalmente, acima de 50 UH), pode demorar um tempo para ser feita, dependendo do tamanho e do número de funcionários do Cartório local. Quando há necessidade de construção de infraestrutura externa ao empreendimento, como extensão de redes de água e/ou esgoto ou estações de tratamento de esgoto ETE, a habitação só pode ser ocupada após a respectiva concessionária de serviços emitir ofício aceitando a doação da infraestrutura. O mesmo procedimento é fundamental se existir construção exigida pela prefeitura local. E, além destes tópicos, é de máxima importância implementar o Projeto de Trabalho Técnico Social, pois as atividades sócio-educativas previstas no PTTS promovem a participação, mobilização e organização comunitária. Tais atividades preparam os beneficiários a manter e valorizar a nova residência e conviver na nova comunidade, proporcionam a compreensão sobre a intervenção, ações de educação sanitária e ambiental e para geração de trabalho e renda. Essas atividades ajudam a afirmar a cidadania dos beneficiários, a adequar a intervenção às necessidades da população e a utilizar corretamente o imóvel adquirido. Após esses trâmites finais, a unidade habitacional torna-se, finalmente, minha casa, minha vida! 26
27 glossário de siglas ART CADIN CAO CDRU Cp CRE CREA CTPS CUEM DFI EO ETE FAR FDS FGTS FNHIS fre his in inss itbi ldo loa mcidades mip ogu pls pmcmc pmcmc - e ptts qci rae snh Sub tcp TTS uh vf VI vo Anotação de Responsabilidade Técnica Cadastro Informativo de Créditos Não-Quitados do Setor Público Federal Comissão de Acompanhamento de Obras Concessão de Direito Real de Uso Contrapartida Comissão de Representantes Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Carteira de Trabalho e Previdência Social Concessão de Uso Especial para Fins de Moradia Danos Físicos no Imóvel Entidade Organizadora Estação de Tratamento de Esgoto Fundo de Arrendamento Residencial Fundo de Desenvolvimento Social Fundo de Garantia do Tempo de Serviço Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social Ficha Resumo do Empreendimento Habitação de Interesse Social Instrução Normativa Instituto Nacional do Seguro Social Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis Lei de Diretrizes orçamentárias Lei Orçamentária Anual Ministério das Cidades Morte e Invalidez Permanente Orçamento Geral da União Planilha de Levantamento de Serviços Programa Minha Casa Minha Vida Programa Minha Casa Minha Vida - Entidades Projeto de Trabalho Técnico Social Quadro de Composição do Investimento Relatório de Acompanhamento de Empreendimento Secretaria Nacional de Habitação Desconto/Subsídio Termo de Cooperação e Parceria Trabalho Técnico Social Unidade Habitacional Valor do Financiamento Valor do Investimento Valor da Operação Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário 27
28 quadro - síntese RAE atestando o percentual físico de obra executada e informando a Finalidade existência, em local visível e privilegiado, da placa padronizada; Certidão de Quitação de Tributos e Contribuições Federais; Público Alvo Certidão quanto à Dívida Ativa da União; Certificado de matrícula da obra no INSS; Pré-requisitos do Beneficiário Cópia da GPS quitada e recolhida na matrícula CEI da obra, grafada em nome da construtora, no mínimo, ao percentual de 4,4% incidente sobre o valor total da Nota Fiscal/fatura apresentada; proposta tenha sido selecionada pelo MCidades. Formas CRF de Intervenção comprovante de regularidade do FGTS; Tipos Comprovante de Intervenção de recolhimento em dia da contribuição mensal ao FGTS - terceiros passível de regularização fundiária nos termos da Lei. GFIP; FGTS Nota fiscal, fatura ou outro documento hábil, no valor da parcela liberada, imóvel. emitida após aferição e aceite, pela CAIXA, dos serviços indicados na PLS; Limite de Financiamento Documentação Valor Venal complementar Até R$72.000,00. para análise de Engenharia; Documentação comprobatória do pagamento do de ISSQN, UH por Projeto nos municípios onde a CAIXA não é contribuinte Até substituto, habitantes ou comprovante 50 de retenção do 25 ISSQN, Limite de quando Unidades a CAIXA figurar De como A contribuinte hab. substituto; Atendimento das pendências apontadas no RAE; Concessão de financiamento destinado à construção de unidade residencial urbana, no âmbito do SFH, diretamente ao beneficiário indicado pela EO, organizados coletivamente por Cooperativas, Associações ou entidades da sociedade civil, sem fins lucrativos. Pessoas físicas com renda familiar de até R$1.395,00. Ser maior de 18 anos ou menor de 16 emancipado, ser brasileiro nato ou naturalizado ou, se estrangeiro, deter visto permanente no País; Não ser proprietário ou promitente comprador de imóvel residencial situado em qualquer localidade do país; Não ser detentor, em qualquer parte do País, de outro financiamento imobiliário ativo; Não ter recebido a qualquer tempo subsídios/desconto destinados à habitação, do Tesouro Nacional ou de fundos como o FGTS ou FDS. Ser indicado pela EO, cuja Pulverizada - unidades isoladas e dispersas; Concentrada - unidades contíguas e mesma área. Aquisição de terreno e construção; Construção em terreno próprio ou de Pode ser utilizado como recursos próprios, observadas as condições específicas para utilização FGTS e a regularidade da propriedade do Valor mínimo de R$ 6.000,00 e valor máximo de R$16.740,00. População do município Número máximo Número máximo de UH dispersas De a hab Acima de hab..ou Comprovante de recolhimento capitais unificado ou cidades em dos RM. tributos federais à alíquota de 1% (um por cento) da receita mensal auferida pelo contrato de construção quando Garantia optante pelo Regime Tributário Previsto pelo Art. 2º da MP Nº 460, de aquisição de prédio para reforma e adaptação de UH. Comprometimento Renda Sistema de Amortização Prazos Taxa de Juros Plano de Reajuste Encargos à Vista até a Contratação Encargos Mensais na Fase de Carência Encargos Mensais na Fase de Amortização Alienação fiduciária do imóvel; Responsabilidade Solidária, pelo prazo de 72 meses; Hipoteca na fase de construção e alienação fiduciária na fase de amortização no caso de gleba bruta não pertencente à EO e 10% da renda familiar bruta. SAC ou PRICE. Da Operação: Até 144 meses, compreendendo o somatório dos prazos de construção e de amortização, observada a capacidade de pagamento do beneficiário. De Construção: De 6 a 24 meses, contados da data de assinatura do contrato. De Amortização: De 120 meses a partir do término do prazo de construção. Não há incidência de juros na operação. Do encargo mensal: A prestação de amortização (a) é atualizada anualmente pelo mesmo índice de remuneração básica aplicado aos depósitos em caderneta de poupança com aniversário no dia 1º (primeiro) do mês. Do Saldo Devedor: O saldo devedor é atualizado mensalmente, no dia correspondente ao da assinatura do contrato, pelo mesmo índice de remuneração básica aplicado aos depósitos em caderneta de poupança com aniversário no dia 1º (primeiro) do mês. Taxa de Analise Técnica do Empreendimento - obtida pela fórmula a seguir, limitada a R$20,00 por unidade habitacional: R = R$200, (n - 1); sendo: R = custo da análise da proposta e n = número de UH. Não há. Prestação de amortização (a) 28
29 anexos documentos para análise jurídica/cadastral da entidade organizadora Formulário para Apresentação de Proposta, devidamente preenchido; Ficha de Encaminhamento de Proposta para Seleção; Modelo de Ofício para encaminhamento da Consulta Prévia; CNPJ/MF; Certidão de regularidade junto à Previdência Social; CRF - Certificado de Regularidade do FGTS; Documento de Identidade e CPF dos representantes legais; Estatuto Social e Alterações; Ata da nomeação da última diretoria; Autorização para alienação de imóvel, se for o caso; Pesquisa Cadastral - SERASA, SINAD e CADIN. SE A ENTIDADE ORGANIZADORA FOR A VENDEDORA DO IMÓVEL (documentação complementar, se houver exigência para análise jurídica da CAIXA.) Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais à Dívida Ativa da União ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa Relativos a Tributos Federais à Dívida Ativa da União, extraída da INTERNET no site da Receita Federal - SRF ou Certidão Negativa de Dívida junto a Fazenda Estadual; Certidão Negativa de Dívida junto a Fazenda Municipal, se for o caso; Certidão Cartório de Protestos; Certidão Falências e Concordatas, se for o caso; Certidão da Justiça Federal; Certidão Distribuição de Ações e Execuções Fiscais; Certidão dos Distribuidores Cíveis: do foro do local do imóvel e do foro do domicílio. do responsável técnico - rt CPF CREA 29
30 DO(S) VENDEDOR(ES) DO TERRENO/IMÓVEL Pessoa Física/Cônjuge Documento de Identidade; CPF - Cadastro de Pessoa Física, original, ou documento oficial original que contenha referido cadastro; Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e a Divida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, extraída do Prova de estado civil; Procuração por Instrumento Público, vendedor ou cedente, se for o caso; Declaração de Homonímia, se for o caso; Pessoa Jurídica CNPJ Contrato Social e Alterações, registrados se Ltda. Estatuto Social e Alterações, publicados no DOU e registrados na Junta Comercial. Documentos relativos à cisão, incorporação ou fusão envolvendo a empresa analisada. Ata nomeação última diretoria Autorização para alienação (se for o caso) Certidão simplificada da junta comercial Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Divida Ativa ou Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, extraída da INTERNET no site da Receita Federal - SRF CND-SRP_Certidão Negativa de Débitos Secretaria da Receita Previdenciária- INSS, consulta à Previdência Social na INTERNET Pesquisa Cadastral - de cada sócio Pesquisa Cadastral - de cada sócio Documento de Identidade CPF/MF Certidão de Estado Civil Procuração por Instrumento Público, vendedor ou cedente, se for o caso; OBSERVAÇÃO: A Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e a Divida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União são dispensadas, no caso de transmissão de imóveis não integrantes do ativo permanente de empresa que exerce a atividade de compra e venda de imóvel, desmembramento ou loteamento de terrenos, incorporação imobiliária ou no Desligamento da Construção Civil, condicionada à inserção, no instrumento contratual, da cláusula específica. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário
31 do terreno/imóvel Quando há transferência de propriedade (Compra e Venda ou Doação) Opção de Venda e Compra (vendedor Pessoa Jurídica OU Pessoa Física); Certidão atualizada de inteiro teor da Matrícula contendo registro atual, negativa de existência de ações reais e pessoais reipersecutórias e quaisquer outros ônus incidentes sobre o imóvel; Incorporação imobiliária ou Loteamento, conforme o caso, registrada/o no RI; Certidão Negativa de Tributos incidentes sobre o imóvel Prefeitura; Recolhimento do Foro e do Laudêmio, se o imóvel sob regime de enfiteuse; Decreto Expropriatório, se for o caso; Auto de Imissão na Posse, registrado no RI, para imóvel de propriedade de terceiros em processo de desapropriação pelo Poder Público, se for o caso; Lei Autorizativa para alienação de imóvel ou transferência de direitos, se for o caso; Certificado de Regularidade Previdenciária_- CRP (quando se tratar de imóvel de propriedade do Poder Público, extraída da INTERNET no site mpas.gov.br clicando em previdência do servidor, na opção de serviços e informações. Quando surgir a opção para a impressão do CRP informar o nome do ente federado); Minuta do memorial de incorporação ou da instituição de condomínio e Minuta da convenção de condomínio, exigível para todo empreendimento em condomínio; Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU; Certidões do anterior proprietário, quando o imóvel tiver sido transacionado num prazo de até 360 dias. Quando não há transferência de propriedade (Cessão de Direitos) Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU; Declaração do proprietário autorizando a construção - para construção em terreno de terceiros; Comprovante de regularidade fundiária do imóvel, dentre eles: - Certidão atualizada de inteiro teor da matrícula; - Escritura pública de doação, de compra e venda ou de promessa compra e venda; - Contrato de promessa de compra e venda, com direito do promitente comprador, desde logo, residir no imóvel registrado em cartório ou com firmas reconhecidas e juntamente com a matrícula atualizada em nome do proprietário/vendedor - Instrumento Público ou sentença judicial de CUEM, - Instrumento público ou Termo administrativo de CDRU; - Contrato de cessão para moradia, emitido por órgãos do poder público e/ou por companhias de habitação, registrado em cartório ou com firmas reconhecidas em cartório; - Escritura pública de concessão de direito de superfície, termo de posse e/ou cessão emitido pelo Poder Público, ou Declaração de anuência da Prefeitura, quando se tratar de imóvel em processo de regularização, conforme o caso. Certificado de Regularidade Previdenciária - CRP - Quando se tratar de imóvel de propriedade do Poder Público, extraída da INTERNET no site clique em previdência do servidor, na opção de serviços e informações. Quando surgir a opção para a impressão do CRP informar o nome do ente federado. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Em ano eleitoral para novo mandato do poder que participa da operação, quando houver contrapartida gratuita do poder público, cópia da página do documento oficial que comprove a previsão, no orçamento do exercício anterior, do desembolso dos recursos, bens ou serviços. 31
32 documentos para análise de engenheria fase item documento Enquadramento Ofício e Formulário de consulta prévia Carta proposta Documentação inicial FRE Ficha Resumo do Empreendimento QCI Quadro de Composição de Investimentos Mapa da cidade região do empreendimento Matrícula do imóvel Terreno Termo de opção de Compra e Venda OU Manifestação quanto à doação/cessão de uso Serviço Técnico Levantamento planialtimétrico Loteamento (Não é necessário para condomínios) Projeto Arquitetônico/implantação-estudo preliminar (plantas, cortes,...) Planta com mobiliário para cada tipo de unidade (layout) Manifestação de entrada nos órgãos do meio ambiente Análise Contratação Órgãos Públicos Viabilidade de atendimento da concessionária de energia Viabilidade de atendimento da concessionária de água/esgoto Infra-estrutura (Água, esgoto, drenagem, pavimentação) Complementares (Fundação, estrutura, cortes, instalações...) Projeto Terraplenagem e patamarização Detalhes construtivos Habitação Memorial descritivo Equipamento comunitário Infra-estrutura Habitação Orçamento resumo e orçamento Equipamento comunitário discriminativo Infra-estrutura Habitação Equipamento comunitário Cronograma físico-financeiro Infra-estrutura Global Minuta do memorial de incorporação de condomínio Incorporação imobiliária Minuta da convenção de condomínio Quadros de I a VIII da NBR Resp. Técnico: obras Currículo do Profissional/Equipe Técnica responsável pela execução da Obra Documentação do(s) vendedor(es) do terreno ou do imóvel Projetos aprovados (arquitetura e infra-estrutura) Aprovação dos órgãos do meio ambiente Alvará de construção ou documento equivalente Registro de loteamento ou da incorporação/instituição de condomínio ART do responsável técnico pela construção ART do(s) projetista(s) (arquitetura e infra-estrutura) ART do(s) projetista(s) (projetos complementares) PLS Planilha de Levantamentos de Serviços Final de 1º Db obra ART de fiscalização pelo proponente Detalhes construtivos dos Projetos Executivos (contenções, escadaria, acessos, alvenaria, estrutura...) Habite-se Termo de recebimento da infra-estrutura pelas concessionárias e/ou prefeitura Manual do proprietário 1º Db = Primeiro Desembolso 32
33 documentos para contratação da entidade organizadora Termo de cooperação e parceria - TCP CNPJ/MF; Contrato Social e Alterações registrados; Estatuto Social e Alterações; Ata da nomeação da última diretoria; Autorização para alienação, se for o caso; Ata de Assembleia (eleição das comissões e/ou outros atos de acordo com a operação a exemplo da forma de aquisição); Comprovante de situação cadastral regular ( SERASA, SINAD e CADIN); Certidão de regularidade junto à Previdência Social, em nome da EO; CRF - Certificado de Regularidade do FGTS, em nome da EO. Programa minha casa minha vida - manual do beneficiário 33
34 do beneficiário Documento de Identidade; CPF - Cadastro de Pessoa Física, ou documento oficial que contenha referido cadastro; Comprovantes de rendimentos; Certidão Conjunta Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e a Dívida Ativa ou Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, extraída do site: Ficha Cadastro Pessoa Física; Dados Cadastrais e Apuração de Renda, Declaração de que não possui outro imóvel; Declaração do empregador, se for o caso; Procuração por Instrumento Público, comprador ou fiduciante, se for o caso; Declaração de Homonímia, se for o caso. Para utilização do FGTS Cópia da última declaração do Imposto de Renda e recibo de entrega à Receita Federal, ou Declaração de Isenção na forma definida pela Receita Federal; Formal de partilha, registrado, se for o caso; Comprovante do tempo de trabalho sob o regime do FGTS, por um dos seguintes documentos: Extratos atualizados da conta vinculada; CTPS, original e cópia das folhas: identificação - frente e verso; contrato(s) de trabalho; opção pelo FGTS; Declaração do órgão de gestão de mão-de-obra ou do respectivo sindicato, no caso de trabalhador avulso; Comprovante de localização da ocupação principal, por um dos seguintes documentos: Cópia de comprovante dos rendimentos, anotação na carteira profissional ou declaração do empregador; Comprovante de residência há pelo menos um ano, no caso de aquisição de imóvel em município diverso da ocupação principal do beneficiário, mediante a apresentação de um dos documentos a seguir: Contrato de aluguel registrado; contas de água, luz, telefone ou gás, recibos de condomínio; declaração do empregador, declaração de instituição bancária ou extrato de conta bancária; Solicitação de Resgate em FMP - Fundo Mútuo de Privatização, se for o caso; Autorização para movimentação de CV-FGTS, emitida pelo CIWEB; Declaração de união estável, se for o caso. OBSERVAÇÃO: Aos desempregados e aos trabalhadores que prestam serviços de transporte marítimos, aéreos, rodoviários, ferroviários e petroleiros que prestam serviços em plataforma marítima, é dispensada a comprovação da localização de ocupação principal e permitida a comprovação de residência em período inferior a um ano. 34
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