Segurança em Sistemas Pneumáticos
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- Leila Duarte Meneses
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1 Segurança em Sistemas Pneumáticos Celso Tadeu Carciofi
2 LÍDER NA TECNOLOGIA DE VÁLVULAS DE SEGURANÇA PARA PRENSAS DESDE
3 Segurança em Sistemas Pneumáticos Comando do freio/embreagem de prensas mecânicas Prensas pneumáticas e similares Isolamento da energia pneumática para intervenções de manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras.
4 Segurança em Sistemas Pneumáticos Comando do freio/embreagem de prensas mecânicas
5 FREIO E EMBREAGEM CONJUGADOS Com a despressurização o freio interrompe o movimento do martelo da prensa. Esta é uma representação simplificada, no sistema freio/embreagem várias molas asseguram a frenagem. Sem ar comprimido o freio está acoplado e a embreagem liberada. EMBREAGEM POSIÇÃO INICIAL FREIO
6 FREIO E EMBREAGEM CONJUGADOS Quando a pressão de reação das molas é atingida, o martelo inicia o movimento de descida. A pressão máxima é alcançada antes do início prensagem. Quando o sistema freio/embreagem é pressurizado, a embreagem é acoplada e o freio liberado. A pressão para vencer as molas é de aproximadamente 2 bar, a pressão de operação normalmente é de 5,5/6,0 bar, necessária para assegurar o torque máximo da embreagem. EMBREAGEM ATUADO FREIO
7 SISTEMA FREIO/EMBREAGEM COMANDADO POR VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL EMBREAGEM FREIO Prensa parada Com o solenoide desligado, a válvula está em posição inicial. A entrada está fechada e o freio/embreagem conectado, através do escape da válvula, com a atmosfera. SAÍDA ESCAPE VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ENTRADA POSIÇÃO INICIAL
8 SISTEMA FREIO/EMBREAGEM COMANDADO POR VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL EMBREAGEM FREIO Martelo em movimento Solenoide atuado, o escape é fechado e a entrada conectada à saída, pressurizando o freio/embreagem. VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL SAÍDA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ATUADO ESCAPE ENTRADA O travamento da válvula na posição aberta, ou o retardo no retorno do êmbolo principal, resulta na repetição de golpe da prensa. O acionamento inesperado também pode ocorrer.
9 VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Válvula de Comando Solenoide ESCAPE Uma mola mantém a passagem fechada A área de pilotagem está conectada à atmosfera através do escape da válvula de comando ESCAPE Válvula Principal SAÍDA ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. POSIÇÃO INICIAL A entrada da válvula principal está fechada e a saída conectada ao escape
10 VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Solenoide ligado ESCAPE O núcleo é atraído pilotando a válvula principal ESCAPE SAÍDA ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. ATUADA
11 VÁLVULA 3/2 VIAS CONVENCIONAL PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Solenoide desligado Vazamento no assento da válvula de comando pode causar acionamento inesperado, ou retardar a despressurização do piloto Impurezas podem causar a obstrução do escape da válvula de comando, retardando a despressurização do piloto ESCAPE O travamento da válvula na posição aberta, ou o retardo no retorno do êmbolo principal, resulta na repetição de golpe da prensa. O acionamento inesperado também pode ocorrer. ENTRADA Válvulas pneumáticas convencionais nunca devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas. POSIÇÃO INICIAL SAÍDA Materiais estranhos à válvula, ou vedações danificadas, podem impedir a perfeita vedação, causando vazamento e pressão residual (contrapressão), resultando em aumento do tempo de frenagem.
12 NR As prensas mecânicas excêntricas com freio ou embreagem pneumático, as prensas pneumáticas e seus respectivos similares, devem ser comandados por válvula de segurança específica com fluxo cruzado, monitoramento dinâmico e livre de pressão residual.
13 Válvulas de Segurança DM² Monitoração e Memória Dinâmicas Certificada pela BG Alemanha Válvulas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas e outras aplicações categoria 4: Com monitoração dinâmica todos os componentes da monitoração mudam de estado a cada ciclo; Com memória dinâmica o sistema interno de monitoração bloqueia a válvula, e impede acionamentos adicionais, sempre que na atuação ou reposição dos elementos principais ocorrer uma defasagem maior que 0,1 segundo (sistema exclusivo ROSS); Após a despressurização e pressurização da entrada, a válvula mantém a condição anterior de bloqueio ou operação. Não é necessário o rearme no início do período de trabalho; Monitoração dinâmica (categoria 4) entre válvulas em prensas com freio e embreagem separados (sistema exclusivo ROSS); Fluxo cruzado; Solenoide para rearme (reset) incorporado; Patentes nos Estados Unidos , e patentes pendentes em outros países Pressostato opcional para sinalização.
14 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 O comando de acionamento é alimentado pelo fluxo cruzado. Escape Saída Entrada Pequena passagem Retorno final pneumático. POSIÇÃO INICIAL
15 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Saída Entrada Retorno inicial por mola e pneumático. ATUADA
16 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 A alimentação do comando é despressurizada, não é possível nenhum acionamento adicional. Caso um dos êmbolos não retorne, ou retorne com atraso, a válvula assume a posição de bloqueio. A entrada é fechada e o freio/embreagem despressurizado. O êmbolo pode retornar parcialmente pela ação da mola, mas não é mais possível o retorno total. FALHA
17 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 A alimentação do comando é despressurizada, não é possível nenhum acionamento adicional. Permanece aberto. Em caso de falha, o êmbolo pode retornar parcialmente pela ação da mola, mas não é mais possível o retorno total. FALHA - BLOQUEIO
18 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Os pilotos são despressurizados durante a aplicação do reset. A válvula não pode ser atuada. O êmbolo principal é reposicionado. Escape para atmosfera. RESET APLICADO Solenóide do reset atuado.
19 DM² Monitoração e Memória Dinâmicas APLICAÇÕES CATEGORIA 4 Reset removido, a válvula está novamente em condição normal de operação. POSIÇÃO INICIAL
20 Segurança em Sistemas Pneumáticos Prensas pneumáticas e similares
21 CROSSMIRROR VÁLVULAS DE SEGURANÇA 5/2 VIAS As válvulas de segurança 5/2 vias devem ser utilizadas para o comando de prensas pneumáticas, ou aplicações gerais, onde o movimento do cilindro possa representar uma condição de risco. A válvula de segurança impede o acionamento inesperado, e assegura a inversão do movimento quando os solenoides forem desligados. Certificada pela BG Alemanha
22 As válvulas de comando são alimentadas pelo fluxo cruzado. Metal-metal em aço inoxidável. Não utiliza vedações dinâmicas. Longa vida útil. VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Válvula em posição inicial Com os solenoides desligados o cilindro está recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída
23 As válvulas de comando são alimentadas pelo fluxo cruzado. VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Válvula atuada Os solenoides devem ser atuados simultaneamente para o avanço do cilindro. Escape Saída Entrada Escape Saída
24 VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Monitoração Interna A alimentação do comando é despressurizada, não é possível atuar a válvula. Falha no êmbolo da direita Mesmo que o êmbolo da direita não retorne à posição inicial, ou tenha um acionamento inesperado, a válvula assume a posição de segurança e o cilindro permanece recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída
25 VÁLVULA DE SEGURANÇA 5/2 VIAS para o comando de cilindros pneumáticos Monitoração Interna A alimentação do comando é despressurizada, não é possível atuar a válvula. Falha no êmbolo da esquerda Mesmo que o êmbolo da esquerda não retorne à posição inicial, ou tenha um acionamento inesperado, a válvula assume a posição de segurança e o cilindro permanece recuado. Escape Saída Entrada Escape Saída
26 Segurança em Sistemas Pneumáticos Isolamento da energia pneumática para intervenções de manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras.
27 Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Para o fechamento do ar comprimido e rápida despressurização de todo sistema pneumático Fecha Abre Saída Entrada Conexões de 1/4 a 2 Escape
28 Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Bloqueio na posição fechada através de cadeado
29 Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Bloqueio na posição fechada através de dispositivo multi-travas
30 Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Indicador visual Pino retrai indicando que a saída já está despressurizada
31 Válvulas L-O-X para o isolamento da energia pneumática Corpo em aço inoxidável para aplicações nas indústrias: Alimentícia Farmacêutica Química Petroquímica
32 Válvulas de Segurança 3/2 vias DM² C Para o Isolamento da Energia Pneumática Categoria 4 As válvulas de segurança 3/2 vias DM² C são válvulas duplas dinamicamente monitoradas para o isolamento da energia pneumática. Quando os solenóides são desligados asseguram o fechamento da entrada do ar comprimido, e a despressurização do sistema pneumático. Monitoração dinâmica (categoria 4); Fluxo cruzado; Solenoide para rearme (reset) incorporado; Pressostato opcional para sinalização. Certificada pela BG Alemanha Estas válvulas não devem ser utilizadas para o comando do freio/embreagem de prensas mecânicas.
33 NR 12 b) Bloqueio mecânico e elétrico na posição desligado ou fechado de todos os dispositivos de corte de fontes de energia, a fim de impedir a re-energização, e sinalização com cartão e etiqueta de bloqueio contendo o horário e a data do bloqueio, o motivo da manutenção e o nome do responsável A manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras intervenções que se fizerem necessárias devem ser executadas por profissionais capacitados, qualificados ou legalmente habilitados, formalmente autorizados pelo empregador, com as máquinas e equipamentos parados e adoção dos seguintes procedimentos: a) Isolamento e descarga de todas as fontes de energia das máquinas e equipamentos, de modo visível ou facilmente identificável por meio dos dispositivos de comando;
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35 Obrigado pela atenção. ROSS SOUTH AMERICA LTDA. Rua Olavo Gonçalves, 43/47 Centro São Bernardo do Campo São Paulo Brasil CEP Fone: Fax:
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