Contabilidade Financeira II 2008/2009
|
|
|
- Gabriella Ribas das Neves
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Enquadramento Contabilístico Enquadramento contabilístico Enquadramento geral Principais organismos Sites Lista das IAS/IFRS Principais alterações Estrutura conceptual Estrutura das IAS - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 2 1
2 Enquadramento geral Regulamento (CE) nº 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho: Prevê a adopção e utilização na Comunidade das normas internacionais de contabilidade procurando atingir um elevado nível de transparência e comparabilidade para as empresas cotadas e consolidadas Empresas obrigadas: Empresas cotadas que apresentam contas consolidadas, A partir do exercício de 2005 (necessita de comparativo a 2004) Restantes empresas: Cada Estado membro deve definir o critério de abrangência das IFRS - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 3 Enquadramento geral Neste momento: IAS/ IFRS, obrigatório, desde Janeiro de 2005, para empresas cotadas que apresentem contas consolidadas IAS/ IFRS, optativo, para qualquer empresa não cotada que apresente contas consolidadas e respectivas empresas individuais incluídas no âmbito da consolidação (obrigatoriedade de manter simultaneamente a contabilidade organizada de acordo com o POC para as contas individuais por razões fiscais) Plano Oficial de Contabilidade para as restantes empresas IAS: International Accounting Standard IFRS: International Financial Reporting Standard - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 4 2
3 Enquadramento geral No futuro: IAS/ IFRS, obrigatório, para empresas cotadas que apresentem contas consolidadas IAS/ IFRS, optativo, para qualquer empresa não cotada que apresente contas consolidadas Sistema de Normalização Contabilística (SNC), que vem substituir o POC, para as restantes empresas modelo para consulta pública divulgado no site da Comissão de Normalização Contabilística: Estão propostos dois modelos: um mais completo e outro mais simples para as pequenas empresas Inicialmente pretendia-se que entrasse em vigor já em 2008, mas actualmente espera-se que venha a ser aplicado em Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 5 Enquadramento geral Cont. Fin. II Cont. Fin. I Fonte: Revista TOC Outubro 2007 Nº 91 - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 6 3
4 Demonstrações Finaceiras obrigatórias Normas Internacionais SNC SNC-PE Balanço D.R. Natureza Ou por funções D.R. Funções Ou por natureza Opcional Opcional D. Fluxos de Caixa Opcional D. Alterações no C.P. Opcional Anexo - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 7 Vantagens das IAS/IFRS Para a empresa: Recurso a financiamento internacional e confiança dos investidores Facilidade na elaboração e apresentação de contas das empresas multinacionais Estatísticas sectoriais, nacionais e internacionais Para os investidores e analistas financeiros: Permite comparar hipóteses alternativas de investimento além-fronteiras Diminui o risco e a complexidade das análises - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 8 4
5 Principais organismos Entidades de Normalização Contabilística Nacionais: CNC - Comissão de Normalização Contabilística; BP - Banco de Portugal; ISP Instituto de Seguros de Portugal; CNCAP - Comissão de Normalização Contabilística da Administração Pública; CMVM - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 9 Principais organismos Outras Entidades de Normalização Contabilística Relevantes para Portugal: IASB International Accounting Standards Board, (responsável pela emissão das IAS/IFRS) EFRAG - European Financial Reporting Advisory (assessoria a Comissão na apreciação das IAS/IFRS) - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 10 5
6 Sites Comissão de Normalização Contabilística Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Ordem dos ROC IASB- EFRAG - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 11 Lista das IAS / IFRS IAS 1 - Apresentação de Demonstrações Financeiras IAS 2 Inventários IAS 7 Demonstrações de Fluxos de Caixa IAS 8 Políticas Contabilísticas, Alterações nas Estimativas e Erros IAS 10 Acontecimentos Após a Data do Balanço IAS 11 Contratos de Construção IAS 12 Impostos sobre o Rendimento IAS 14 Relato por Segmentos IAS 16 Activos Fixos Tangíveis IAS 17 Locações IAS 18 Rédito IAS 19 Benefícios dos Empregados IAS 20 Contabilização dos Subsídios do Governo IAS 21 Os Efeitos de Alterações em Taxas de Câmbio - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 12 6
7 Lista das IAS / IFRS IAS 23 Custos de Empréstimos Obtidos IAS 24 Divulgações de Partes Relacionadas IAS 26 Contabilização e Relato dos Planos de Benefícios de Reforma IAS 27 Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas IAS 28 Investimentos em Associadas IAS 29 Relato Financeiro em Economias Hiperinflacionárias IAS 30 Contabilidade de Bancos e entidades similares IAS 31 Interesses em Empreendimentos Conjuntos IAS 32 Instrumentos Financeiros: Apresentação e divulgação IAS 33 Resultados por Acção IAS 34 Relato Financeiro Intercalar IAS 36 Imparidade de Activos IAS 37 Provisões, Passivos Contingentes e Activos Contigentes IAS 38 Activos Intangíveis - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 13 Lista das IAS / IFRS IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração IAS 40 Propriedades de Investimento IAS 41 Agricultura IFRS 1 Adopção pela primeira vez das Normas Internacionais de Relato Financeiro IFRS 2 Pagamento com base em Acções IFRS 3 Concentrações de Actividades Empresariais IFRS 4 Contratos de Seguros IFRS 5 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas IFRS 6 Exploração e avaliação de Recursos Minerais IFRS 7 Instrumentos Financeiros: Divulgação de Informações IFRS 8 Operating segments - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 14 7
8 Principais alterações... de Filosofia Privilegia o conteúdo da informação sobre a sua forma. a responsabilidade de quem prepara a informação contabilística transcende o seguimento estrito de normas, para englobar cada vez mais o conteúdo da informação. informação mais rica, porque as empresas acabam por explicar melhor o conteúdo dos elementos disponibilizados. MAS... Mais liberdade por parte dos apresentadores da informação. Isso pode conduzir a maior ambiguidade e a menor comparabilidade. Pode tornar a informação mais propensa a um menor rigor e a aproveitamentos de assimetrias de informação. - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 15 Principais alterações... de Forma Maior liberdade na apresentação da informação Balanço reduzido, notas mais explicativas Apenas uma Demonstração de Resultados: ou por funções ou por natureza Nova peça contabilística: Demonstração da Variação dos Capitais Próprios Fim de um modelo definido de Anexo às Contas Fim de um Código de Contas obrigatório Nota: vamos usar as Demonstrações Financeiras e o Código de Contas do Sistema de Normalização Contabilística - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 16 8
9 Estrutura conceptual Objectivo das Demonstrações Financeiras Características qualitativas Definição, reconhecimento e valorimetria Conceitos de capital e de manutenção de capital - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 17 Estrutura conceptual Objectivo das D.F.: proporcionar informação verdadeira e apropriada Pressupostos subjacentes: Regime de Acréscimo: os efeitos das operações e de outros acontecimentos devem ser reconhecidos aquando da sua ocorrência e relatados nos períodos com os quais se relacionem Empresa em continuidade: a empresa vai continuar a existir - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 18 9
10 Estrutura conceptual Características qualitativas Compreensibilidade Relevância Materiabilidade Fiabilidade Representação Fidedigna Substância sobre a forma Neutralidade Prudência Plenitude Comparabilidade - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 19 Estrutura IAS Objectivo da norma Âmbito Definições dos principais termos e expressões utilizados no texto Reconhecimento e mensuração reconhecer se um determinado facto se enquadra ou não no âmbito da norma; caso seja enquadrável, medir (quantificar) o valor pelo qual se fará um registo contabilístico ou uma nota anexa. Divulgação O que deve ser escrito, onde e quando Data de entrada em vigor da norma - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 20 10
11 Exercício 2 - Contabilidade Financeira II 2008/ º Semestre 21 11
APRESENTAÇÃO DO PROJECTO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA
APRESENTAÇÃO DO PROJECTO SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA motivos insuficiência do POC, face a maiores exigências de relato necessidade de revisão técnica
Contabilidade Financeira I
Contabilidade Financeira I A Empresa e a Contabilidade A Empresa e a Contabilidade Tópicos: A Noção e Objecto; Contabilidade Financeira vs Contabilidade de Gestão. A Utilizadores; Importância; Características.
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO Norma Regulamentar n.º 05/2005-R Data: 18/03/2005 Assunto: APLICAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE EMPRESAS DE SEGUROS, SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações da análise tradicional e
Capítulo 2 Decisões de investimento e de financiamento e o balanço
Isabel Lourenço Professora Associada ISCTE-IUL 1 Aulas Teóricas nº 3 e 4 Capítulo 2 Decisões de investimento e de financiamento e o balanço Financial Accounting, Cap. 1 Short, Short, Libby, McGraw Hill
Introdução à Contabilidade 2014/2015. Financeira
Introdução à Contabilidade 2014/2015 Financeira 2 Sumário 1. O papel da contabilidade nas organizações. 2. A contabilidade externa vs a contabilidade interna. 3. Os diversos utilizadores da contabilidade.
Sistema de Normalização Contabilística proposto pela CNC enquanto referencial normativo em Cabo Verde
Sistema de Normalização Contabilística proposto pela CNC enquanto referencial normativo em Cabo Verde P o r C r i s t i n a G o n ç a l v e s e J o a q u i m S a n t a n a F e r n a n d e s Cabo Verde
INSTRUTIVO N.º xx/20xx de xx de xxxx
INSTRUTIVO N.º xx/20xx de xx de xxxx ASSUNTO: DIVULGAÇÕES DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS Havendo a necessidade de estabelecer um conjunto de procedimentos na elaboração das divulgações sobre instrumentos
C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
C N C C o m i s s ã o d e N o r m a l i z a ç ã o C o n t a b i l í s t i c a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2 Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa
IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa Esta Norma Internacional de Contabilidade revista substitui a NIC 7, Demonstração de Alterações na
Carlos Rodrigues Domingos Cascais - José Farinha - Maria Cravo - Sérgio Ramos
Carlos Rodrigues Domingos Cascais - José Farinha - Maria Cravo - Sérgio Ramos A CONTABILIDADE EM PORTUGAL, BRASIL, ANGOLA E MOÇAMBIQUE Carlos Rodrigues Domingos Cascais - José Farinha - Maria Cravo - Sérgio
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA (SNC) 5ª Edição
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA (SNC) 5ª Edição Instituto Politécnico do Cávado e do Ave Escola Superior de Gestão Março de 2009 JUSTIFICAÇÃO DO CURSO No âmbito do processo
Normas Internacionales de Contabilidad Financiera y su impacto en la naturaleza democrática de las cooperativas. Palestrante Edimir Oliveira Santos
Normas Internacionales de Contabilidad Financiera y su impacto en la naturaleza democrática de las cooperativas Palestrante Edimir Oliveira Santos Agenda da Apresentação 1. Importância dos Padrões Internacionais
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
Demonstração dos Resultados
Sistemas de Informação bilística e Financeira As demonstrações financeiras CET em Técnicas e Gestão em Turismo 2012/2013 ATIVO Investimentos Inventários e ativos biológicos s a receber Meios financeiros
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS
Impostos Diferidos e o SNC
Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer
Normas Internacionais de Contabilidade Para PME
C I L E A XXIII Seminário Internacional do CILEA Normas Internacionais de Contabilidade Para PME Ezequiel Fernandes / 2011 Enquadramento Sabendo que: a informação é elemento chave para o sucesso a competitividade
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS
24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.
Contabilidade Normas Internacionais Futura Normalização Contabilística. 1 de Março de 2007
Contabilidade Normas Internacionais 1 de Março de 2007 O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas (William George Ward) 1. Influência do meio envolvente
EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO TRIMESTRE
- 1 - EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO TRIMESTRE No âmbito do processo de reestruturação do Grupo Cofina oportunamente divulgado e que envolveu a cisão da Cofina SGPS, S.A., na modalidade de cisão-simples prevista
Agenda Evolução de mapas legais Obrigado AGENDA Evolução do Normativo Contabilístico Nacional SNC Demonstrações Financeiras A nova terminologia Dificuldades de transição Siglas SNC: Sistema de Normalização
INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 4. DIREITOS DE EMISSÃO DE GASES COM EFEITO DE ESTUFA - Contabilização das licenças de emissão
ASSUNTO: INTERPRETAÇÃO TÉNIA Nº 4 DIREITOS DE EMISSÃO DE GASES OM EFEITO DE ESTUFA - ontabilização das I QUESTÃO Face à legislação publicada sobre o assunto em epígrafe e às dúvidas suscitadas acerca da
IFRS Update Newsletter
www.pwc.pt Newsletter 10ª Edição dezembro 2015 César A. R. Gonçalves Presidente do Comité Técnico da PwC Portugal Quando olhamos em retrospetiva, não é possível definir o ano de 2014 como um ano plácido,
Fundação Denise Lester
Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31
Trabalho de Grupo. Contabilidade Geral 1. Ano lectivo 2007/2008 1º Semestre
Trabalho de Grupo Contabilidade Geral 1 Ano lectivo 2007/2008 1º Semestre 1 1 Objectivo Pretende-se com o presente trabalho que os alunos procedam a uma análise sintética do Novo Sistema de Normalização
OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas
Normas contabilísticas e de relato financeiro Norma contabilística e de relato financeiro 1 - Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Norma contabilística e de relato financeiro 2 - Demonstração
As recentes alterações das normas contabilísticas no âmbito da concentração de actividades empresariais (SNC e IFRS)
As recentes alterações das normas contabilísticas no âmbito da concentração de actividades empresariais (SNC e IFRS) Por Carlos António Rosa Lopes O IASB aprovou em 2008 alterações à IFRS 3 sobre concentração
Programas das Unidades Curriculares Mestrado em Contabilidade
Programas das Unidades Curriculares Mestrado em Contabilidade Contabilidade de Gestão Avançada O papel da Contabilidade de Gestão nas organizações; Introdução aos conceitos e objectivos dos custos; Imputação
PASSAPORTE PARA ANGOLA
PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro CONTABILIDADE E OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS Enquadramento Legal Decreto n.º 82/01, de 16 de Novembro Aprova o Plano Geral de Contabilidade
newsletter Nº 84 JANEIRO / 2014
newsletter Nº 84 JANEIRO / 2014 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Dezembro de 2013 2 O Porquê do Retrocesso na Nova Diretiva de Contabilidade 4 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Ministérios
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O SNC
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O SNC NOTA IMPORTANTE: Com vista a contribuir para a melhor aplicação do Sistema de Normalização Contabilística, a CNC entendeu divulgar um conjunto que questões que lhe têm
Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro NCRF
Sistema de Normalização Contabilística Após leitura e análise das Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF), a entrarem em vigor já em Janeiro próximo, senti me na obrigação de escrever este
IPSAS 18 RELATO POR SEGMENTOS
115f IPSAS 18 RELATO POR SEGMENTOS Cristina Maria Oliveira Veríssimo Mestranda em Auditoria Empresarial e Pública Ramo Instituições Públicas Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra
Abril Educação S.A. Informações Pro Forma em 31 de dezembro de 2011
Informações Pro Forma em 31 de dezembro de 2011 RESULTADOS PRO FORMA NÃO AUDITADOS CONSOLIDADOS DA ABRIL EDUCAÇÃO As informações financeiras consolidadas pro forma não auditadas para 31 de dezembro de
O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico
INTRODUÇÃO 1. Desenvolvimento histórico O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico Alguns marcos de desenvolvimento: Séc. XV introdução das partidas dobradas
Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro
Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,
NCRF 8 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas
NCRF 8 Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 5 -
NCRF 19 Contratos de construção
NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento
A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS)
A CONVERGÊNCIA DOS PADRÕES DE CONTABILIDADE APLICADOS NO BRASIL ÀS INTERNATIONAL FINANCIAL ACCOUNTING STANDARDS (IFRS) PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ OBJETIVO Apresentar
JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR
JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR Mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e Bacharel em Ciências Contábeis. Professor de cursos de MBA da Fundação Getulio Vargas - RJ. Professor das Faculdades Atibaia
ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2013 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2
Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais
(a) Propriedade detida por locatários que seja contabilizada como propriedade de investimento (ver NCRF 11 - Propriedades de Investimento);
NCRF 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 - Locações, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008 da
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadora Capital Social: 169.764.398 Euros sob o número único de matrícula e de pessoa colectiva 503 219 886 COMUNICADO
Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS
Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 10 de Março de 2014 001 Índice Enquadramento 2 Evolução do normativo
BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs. Tópico 3.2 Seção 29 Tributos sobre o Lucro
BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs 1 Tópico 3.2 Seção 29 Tributos sobre o Lucro Seção 29 Introdução 2 A Seção 29 se baseia no Projeto de Exposição de março de 2009 do IASB, Income Tax. O mesmo
Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão
Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a
Norma contabilística e de relato financeiro 9. e divulgações apropriadas a aplicar em relação a locações financeiras e operacionais.
Norma contabilística e de relato financeiro 9 Locações Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 17 Locações, adoptada pelo texto original
Unidade: As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) e européias (IFRSGAAP) Revisor Textual: Profa. Esp.
Unidade: As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) e européias (IFRSGAAP) Revisor Textual: Profa. Esp.Márcia Ota As NORMAS Internacionais de (International Accounting Standard
Adoção e Aplicação da IFRS
IFRS Normas internacionais de contabilidade PARTE I Adoção e Aplicação da IFRS AULA 2 Prof. MSc. Márcio de Souza e Silva Objetivos: Compreender como adotar e implementar pela primeira vez as normas internacionais
Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005
Contabilidade II II. Demonstração dos Fluxos de Caixa Introdução CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 2004 2005 2004 ACTIVO AB AA AL AL CAP. PRÓPRIO E PASSIVO Imobilizado Capital próprio Imob.
FNABA Federação Nacional de Associações de Business Angels. Algarve Business Angels Associação de Business Angels do Algarve
FNABA Federação Nacional de Associações de Business Angels Alenbiz Associação de Investidores do Alentejo Algarve Business Angels Associação de Business Angels do Algarve Business Angels Club Associação
NCRF 25 Impostos sobre o rendimento
NCRF 25 Impostos sobre o rendimento Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento, adoptada pelo texto original
ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2015 - DOMMO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2
Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração
Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial
Relato Financeiro Intercalar 1º trimestre de 2014 = Contas Consolidadas = (Não Auditadas) Elaboradas nos termos do Regulamento da CMVM nº 5/2008 e de acordo com a IAS34 Relatório de Gestão Enquadramento
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União
EXERCÍCIO Nº 1 RESOLUÇÃO
EXERCÍCIO Nº 1 RESOLUÇÃO 1. Ajustamento de Transição Custo de Aquisição = 70.000 Quantia do Capital Próprio em 31/12/N-1 = 140.000 * 40% = 56.000 (demonstrações financeiras mais recentes) Ajustamento de
ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)
Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
4984 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 220/2015 de 24 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO:
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA (SNC) Apresentação A Comissão de Normalização Contabilística aprovou em Julho de 2007 o projecto do novo Sistema de Normalização Contabilística
COMISSÃO DE INSCRIÇÃO
COMISSÃO DE INSCRIÇÃO JURI DE EXAME PROVA DE EXAME Artigo 13.º do Regulamento de Inscrição e Exame ANO 2007 2º Grupo de Matérias DATA PROGRAMAS DETALHADOS DOS MÓDULOS QUE INTEGRAM O EXAME DO 2º GRUPO DE
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa
NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto
http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm
DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS Representam um conjunto de informações que devem ser obrigatoriamente divulgadas, anualmente, segundo a lei 6404/76, pela administração de uma sociedade por ações e representa a
CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS
CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS OBJECTIVOS O objetivo principal do Curso é preparar os candidatos ao exame de acesso à profissão de Revisor Oficial de Contas. Para além disso a frequência
FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO
relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
As Novas Demonstrações Financeiras
EDUARDO SÁ SILVA Os dois normalizadores internacionais: IASB (organismo regulador das normas internacionais de contabilidade) e FASB (organismo regulador das normas americanas) irão apresentar brevemente
Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas. O Regime de pequenas entidades no quadro do SNC
Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas O Regime de pequenas entidades no quadro do SNC Domingos José Cravo Setembro/Outubro de 2009 Nota prévia: O presente documento foi preparado para servir de apoio
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro
INVENTÁRIO PERMANENTE - 2016 Alteração em Portugal
INVENTÁRIO PERMANENTE - 2016 Alteração em Portugal W: www.centralgest.com E: [email protected] T: (+351) 231 209 530 Portugal Angola Moçambique Cabo Verde 1987-2015 CentralGest Produção de Software
EM QUATRO DIMENSÕES. companhias que. processo de. Diego Barreto Gerente de RI, Lopes. Nelson Pazikas Eternit. Diretor Presidente da Total RI
A experiência de companhias que estão em processo de implementação Diego Barreto Gerente de RI, Lopes Nelson Pazikas Eternit EM QUATRO DIMENSÕES Mediador: Valter Faria Diretor Presidente da Total RI São
ADERÊNCIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR AO IAS 26
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Contabilidade de Entidades de Previdência Privada e Seguradoras ADERÊNCIA DAS
Efeito do Sistema de Normalização Contabilística
Efeito do Sistema de Normalização Contabilística - Enquadramento do SNC (Novo Sistema de Normalização Contabilística) - O papel do empresário neste processo - Justo valor Quais os efeitos nas empresas.
CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008
Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2008 4ª MINUTA EXERCÍCIO DE 2008 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2008 ÍNDICE PÁGINAS RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 1 2 BALANÇO 3 DEMONSTRAÇÃO
De acordo com a definição dada pela OCDE,
Contabilidade Nacional: território geográfico, unidades residentes e operações económicas De acordo com a definição dada pela OCDE, A Contabilidade Nacional é uma técnica que se propõe apresentar sob uma
IFRS Update Newsletter
www.pwc.pt Newsletter 9ª Edição 2º semestre 2015 César A. R. Gonçalves Presidente do Comité Técnico da PwC Portugal Após três exercícios em que a entrada em vigor de novas normas e alterações às existentes
Auditoria Efeitos da Convergência. FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br
Auditoria Efeitos da Convergência FERNANDO CALDAS Sócio da 100PORCENTO AUDIT, CONSULT, SOLUÇÕES S.A. www.100porcento.srv.br Final do Século XX Início do processo de globalização Diminuição das fronteiras
BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013. Página 1 de 16
BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013 Página 1 de 16 BETAPART PARTICIPAÇÕES S.A. Demonstrações Contábeis Em 31 de Dezembro de 2014 e de 2013 Conteúdo Relatório
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso Esta Norma Interpretativa decorre da NCRF 12 - Imparidade de Activos. Sempre que na presente norma existam remissões
Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A.
Dommo Empreendimentos Imobiliários S.A. Relatório de revisão dos auditores independentes sobre as Informações Trimestrais (ITRs) trimestre findo em 30 de junho de 2015 1. INFORMAÇÕES GERAIS A Dommo Empreendimentos
PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81.
PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada nos termos do artigo 81.º do Regimento pela Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários sobre
Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013
Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2013 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos
