Programa Fundamental Lei de Justiça, Amor e Caridade.
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- Dalila Carla Back Neto
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1 Programa Fundamental Lei de Justiça, Amor e Caridade. O b j e t i v o g e r a l Possibilitar entendimento da lei de justiça, amor e caridade, destacando a sua supremacia sobre as outras leis naturais Subsídios Os direitos naturais são os instituídos pela lei divina ou natural. Sendo assim, são os mesmos para todos os homens, desde os de condição mais humilde até os de posição mais elevada. Deus não fez uns de limo mais puro do que o de que se serviu para fazer os outros, e todos, aos seus olhos, são iguais. Esses direitos são eternos. Os que o homem estabeleceu perecem com as suas instituições. 7 Dentre os direitos naturais, destacam os Espíritos Superiores, entre outros, o de viver o primeiro de todos e o de legítima propriedade aquela que é adquirida sem prejuízo de ninguém. Estando a lei de Deus escrita na consciência1, possuímos todos o sentimentos dos direitos que esta lei nos dá, o que nos leva a preservá-los a todo custo. Por outro lado, não nos enganaremos a respeito da extensão dos nossos direitos, se considerarmos que eles devem ter os mesmos limites dos direitos que, com relação a nós mesmos, reconhecemos ao nosso semelhante, em circunstâncias idênticas e de forma recíproca. Esse reconhecimento dos direitos naturais é a base do sentimento de justiça, o qual está de tal maneira na natureza que nos revoltamos à simples ideia de uma injustiça. É fora de dúvida que o progresso moral desenvolve esse sentimento, mas não o dá. Deus o pôs no coração do homem. Daí vem que, frequentemente, em homens simples e incultos2 constatam-se noções mais exatas da justiça do que nos que possuem grande cabedal de saber. Pode dizer-se que a justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais.3 Tais direitos são determinados pela lei humana e pela lei natural. Tendo os homens formulado leis apropriadas a seus costumes e caracteres, elas estabeleceram direitos mutáveis com o progresso das luzes. Nem sempre, pois, é acorde com a justiça o direito que os homens prescrevem. Demais, este direito regula apenas algumas relações sociais, quando é certo que, na vida particular, há uma imensidade de atos unicamente da alçada do tribunal da consciência. Direito e Justiça deveriam ser sinônimos perfeitos, ou seja, deveriam expressar a mesma virtude, pois, se aquele significa o que é justo, esta se traduz por conformidade com o direito. Lamentavelmente, porém, aqui na Terra, Direito e Justiça nem sempre se correspondem, porque, ignorando ou desprezando a Lei de Deus, outorgada para a felicidade universal, a justiça humana há feito leis prescrevendo como direitos umas tantas práticas que favorecem apenas os ricos e poderosos, em detrimento dos pobres e dos fracos, o que implica tremenda iniquidade, assim como há concedido a alguns certas prerrogativas que de forma nenhuma poderiam ser generalizadas, constituindo-se, por conseguinte, em privilégios, quando se sabe que todo privilégio é contrário ao direito comum. O sentimento de justiça desenvolve-se, paulatinamente, no ente humano, começando este por aplicar a si, como justo, tudo quanto ache que lhe convenha, e acabando por exprimi-lo da maneira
2 mais elevada e pura. Assim, o conceito da justiça varia nos indivíduos, segundo o desenvolvimento que neles alcançou esse sentimento. Varia, pois, num mesmo indivíduo, conforme ao seu progresso espiritual. Comparados dois períodos da existência de uma criatura, em cada um se deparará com um conceito diferente da justiça. O modo de exprimir-se esse sentimento também guarda relação com a compreensão das coisas, dos indivíduos e dos acontecimentos. Sobre um mesmo caso, o juízo individual pode apresentar diversidades, segundo o conhecimento que do caso tenha a criatura. Se o conhecimento não é completo e exato, à medida que ele se for aprofundando e ampliando, depois de emitido o primeiro juízo, também se irá modificando o conceito formado acerca do aludido caso. Não obstante terem todos a retidão por mira, numa coletividade de indivíduos observamos, assim, que, sobre casos, coisas e pessoas, são diferentes os juízos que se emitem. É que o sentimento de justiça não é do mesmo grau em todos. Crê o indivíduo obrar com justiça, até quando comete as maiores atrocidades. Vem depois a reflexão, melhor conhecimento do fato, e o que lhe pareceu justo se lhe torna abominável. Von Liszt, eminente criminalista dos tempos modernos, observa que o Estado, em sua expressão de organismo superior, e excetuando-se, como é claro, os grupos criminosos que por vezes transitoriamente o arrastam a funestos abusos do poder, não prescinde da pena, a fim de sustentar a ordem jurídica. A necessidade da conservação do próprio Estado justifica a pena. Com essa conclusão, apagam-se, quase que totalmente, as antigas controvérsias entre as teorias de Direito Penal, de vez que, nesse ou naquele clima de arregimentação política, a tendência a punir é congenial ao homem comum, em face da necessidade de manter, tanto quanto possível, a intangibilidade da ordem no plano coletivo.14 Todavia,o Espiritismo revela uma concepção de justiça ainda mais ampla. A criatura não se encontra simplesmente subordinada ao critério dos penólogos do mundo, categorizados à conta de cirurgiões eficientes no tratamento ou na extirpação da gangrena social. Quanto mais esclarecida a criatura, tanto mais responsável, entregue naturalmente aos arestos da própria consciência, na Terra ou fora dela, toda vez que se envolve nos espinheiros da culpa.14 Assim, os princípios codificados por Allan Kardec abrem uma nova era para o espírito humano, compelindo-o à auscultação de si mesmo, no reajuste dos caminhos traçados por Jesus ao verdadeiro progresso da alma, e explicam que o Espiritismo, por isso mesmo, é o disciplinador de nossa liberdade, não apenas para que tenhamos na Terra uma vida social dignificante, mas também para que mantenhamos, no campo do espírito, uma vida individual harmoniosa, devidamente ajustada aos impositivos da Vida Universal Perfeita, consoante as normas de Eterna Justiça, elaboradas pelo supremo equilíbrio das Leis de Deus.14 Insistamos na noção de justiça, que é essencial; porque há precisão, necessidade imperiosa, para todos, de saber que a Justiça não é uma palavra vã, que há uma sanção para todos os deveres e compensações para todas as dores. Nenhum sistema pode satisfazer nossa razão, nossa consciência, se não realizar a noção de justiça em toda a sua plenitude. Esta noção está gravada em nós, é a Lei da alma e do Universo. 13 Com efeito, o fundamento da justiça, segundo a lei natural, está, como disse o Cristo, no querer cada um para os outros o que quereria para si mesmo. No coração do homem imprimiu Deus a regra da verdadeira justiça, fazendo que cada um deseje ver respeitados os seus direitos. Na incerteza de como deva proceder com o seu semelhante, em dada circunstância, trate o homem de saber como quereria que com ele procedessem em circunstância idêntica. Guia mais seguro do que a própria consciência não lhe podia Deus haver dado. 5 Dessa forma, não sendo natural que haja quem deseje o mal para si, desde que cada um tome por modelo o seu desejo pessoal, é evidente que nunca ninguém desejará para o seu semelhante senão o bem. Em todos os tempos e sob o império de todas as crenças, sempre o homem se esforçou para que prevalecesse o seu direito pessoal. A sublimidade da religião cristã está em que ela tomou o direito pessoal por base do direito do próximo.5
3 Assim, o homem, quando praticar a justiça em toda a plenitude, terá o caráter do verdadeiro justo, a exemplo de Jesus, porquanto praticará também o amor do próximo e a caridade, sem os quais não há verdadeira justiça. Anexo: Texto para leitura Caridade e Esperança Lembra-te da esperança para que a tua caridade não se faça incompleta. Darás ao faminto não somente a côdea de pão que lhe mitigue a fome, mas também o carinho da palavra fraterna, com que se lhe restaurem as energias. Não apenas entregarás ao companheiro, abandonado à intempérie, a peça que te sobra ao vestiário opulento, mas agasalhá-lo-ás em teu sorriso espontâneo, a fim de que se reerga e prossiga adiante, revigorado e tranqüilo. Não olvides a paciência divina com que somos tolerados a cada hora. Qual acontece ao campo da natureza, em que o Sol mil vezes injuriado pela treva, mil vezes responde com a bênção da luz, dentro de nossa vida, assinalamos a caridade infinita de Deus, refazendo-nos a oportunidade de servir e aprender, resgatar e sublimar todos os dias. Não te faças palmatória dos próprios irmãos, aos quais deves a compreensão e a bondade de que recebes as mais elevadas quotas do Céu, na forma de auxílio e misericórdia, em todos os instantes da experiência. Não profiras maldição nem espalhes o tóxico da crítica, no obscuro caminho em que jornadeiam amigos menos ditosos, ainda incapazes de libertarem a si mesmos das algemas da ignorância. Recorda que Jesus nos chamou à senda terrestre para auxiliar e salvar, onde muitos já desertaram da confiança no eterno bem. Seja onde for e com quem for, atende à esperança para que o mundo conquiste a vitória a que se destina. Aliviar com azedume é alargar a ferida de quem padece e dar com reprimendas é envolver o socorro em repulsivo vinagre de desânimo ou desespero. À maneira de raio solar que desce à furna cada manhã, restaurando o império da luz, sem reclamação e sem mágoa, sê igualmente para os que te rodeiam a permanente mensagem do amor que tudo compreende e tudo perdoa, amparando e auxiliando sem descansar, porque somente pela força do amor alcançaremos a luz imperecível da vida. XAVIER, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Caridade. Araras, [SP]: IDE, 1978.
4 Referência Bibliográfica 1. KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, Questão 621, p Questão 873, p Questão 875, p Questão 875-a, p Questão 876, p Questão 878, p Questão 878-a, p Questão 879, p Questão 880, p Questão 884. P AGUAROD, Angel. Grandes e pequenos problemas. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 3 (A evolução do sentimento de justiça no ser humano), p CALLIGARIS, Rodolfo. As leis morais. 9. ed. Rio de Janeiro: FEB, (Direito e justiça), p DENIS, Léon. O problema do ser, do destino e da dor. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 18, p XAVIER, Francisco Cândido. Ação e reação. Pelo Espírito André Luiz. 25. ed. Rio de Janeiro: FEB, (Prefácio do Espírito Emmanuel), p. 8. Lei de Justiça, Amor e Caridade Roteiro 2 Caridade e amor ao próximo. Conteúdo básico Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 886. O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos. A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 886 comentário. A lei de justiça, amor e caridade é a mais importante, por ser a que faculta ao homem adiantar-se mais na vida espiritual, visto que resume todas as outras. Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 648.
5 Subsídios Segundo os Espíritos Superiores, Jesus é o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo Assim, para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.4 Entende-se, então, que Jesus é o nosso paradigma e que o Evangelho por ele ensinado contém as diretrizes morais para o aperfeiçoamento da humanidade. À vista disso, Kardec faz a seguinte indagação aos Espíritos Superiores: Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? 6 E os mensageiros divinos respondem: Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.6 Pode dizer-se que o conceito de caridade apresentado pelos Espíritos da Codificação é a síntese do programa de assistência moral-material e espiritual, exposto, de forma clara e objetiva, pelo Cristo, na passagem evangélica O Grande Julgamento. Diz Jesus: Ora, quando o filho do homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos, sentar-se-á no trono de sua glória; reunidas diante dele todas as nações, separará uns dos outros, como o pastor separa dos bodes as ovelhas, e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos foi preparado desde o princípio do mundo; porquanto, tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; careci de teto e me hospedastes; estive nu e me vestistes; achei-me doente e me visitastes; estive preso e me fostes ver. Então, responder-lhe-ão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos sem teto e te hospedamos; ou despido e te vestimos? E quando foi que te soubemos doente ou preso e fomos visitar-te? O Rei lhes responderá: Em verdade vos digo, todas as vezes que isso fizestes a um destes mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes. Dirá em seguida aos que estiverem à sua esquerda: afastai vos de mim, malditos; ide para o fogo eterno, que foi preparado para o diabo e seus anjos; porquanto, tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber; precisei de teto e não me agasalhastes; estive sem roupa e não me vestistes; estive doente e no cárcere e não me visitastes. Também eles replicarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome e não te demos de comer, com sede e não te demos de beber, sem teto ou sem roupa, doente ou preso e não te assistimos? Ele então lhes responderá: Em verdade vos digo: todas as vezes que faltastes com a assistência a um destes mais pequenos, deixastes de tê-la para comigo mesmo. E esses irão para o suplício eterno, e os justos para a vida eterna. (Mateus, cap. XXV, vv. 31 a 46). Ao examinar-se a narrativa evangélica em apreço, uma pergunta vem logo à baila: em que se baseou o veredito do rei? Decerto, não foi em nenhuma questão de ordem material ou religiosa. O julgamento se fundamentou apenas na prestação, ou não, da assistência. É de notar, entretanto, que Jesus não diz, simplesmente: sois benditos porque ajudastes. Seria muito impessoal, não realçaria o envolvimento afetivo que deve existir entre as criaturas. Prefere situar o ensino em torno das necessidades humanas, e, para dar maior força ao ensinamento, coloca-se na situação do carente de assistência, dizendo: tive fome, tive sede, careci de teto, estive nu, achei-me doente, estive preso. Estimula, assim, o sentimento de piedade ou compaixão pelos que sofrem, sentimento esse que é o móvel da prestação da assistência. Ressalte-se, ainda, nessa lição, o que se dá em relação a todos os ensinos de Jesus: a possibilidade de ver através da letra e perceber a amplitude da mensagem aí
6 contida. Dessa forma, aqui, com certeza, a fome, a sede e a carência de teto não são apenas materiais, mas abrangem os reclamos afetivos e as ânsias de progresso do Espírito necessitado. De igual modo, a nudez, a doença e a prisão exprimem também os estados de penúria moral, em que a alma se encontra ignorante, debilitada pelas próprias imperfeições, ou cativa dos sentimentos inferiores que ainda carrega consigo. Todas essas situações constituem apelos ao coração, incentivando a prestação da assistência. Os que estavam à direita do Rei foram tocados interiormente e compreenderam o chamamento que lhes fora endereçado. Daí haverem recebido a recompensa merecida. Os que estavam à sua esquerda, entretanto, não sentiram compaixão pelos necessitados, não os ajudaram em suas carências, passando a sofrer as consequências dos seus atos.9 Como se vê, a caridade segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores.6 São da sua essência os sentimentos de benevolência, de indulgência e de perdão, sentimentos esses que constituem a base da harmonia entre os homens. A exortação à caridade se encontra presente na lição em referência, uma vez que o atendimento às carências humanas tanto materiais, como morais ou espirituais reclama o comprometimento afetivo entre quem ajuda e quem é ajudado, e esse comprometimento apenas se concretiza onde há os sentimentos de benevolência, de indulgência e de perdão.9 Pelo exposto, constata-se que a visão da caridade contida no Evangelho foi transportada, pelos Espíritos Superiores, para o Espiritismo, o que revela não haver diferença, entre o conceito de caridade do ponto de vista espírita e o do Cristo, justamente por ele ser o modelo e guia da humanidade. Sendo assim, da mesma forma que o julgamento da narrativa evangélica acima reproduzida fundamentou-se na prática, ou não, da caridade, o Espiritismo também assevera que fora da caridade não há salvação, uma vez que somente a prática da caridade é capaz de salvar-nos das próprias imperfeições, por libertar-nos do egoísmo, sentimento incompatível com a justiça, o amor e a caridade.7 Nesse sentido, a mensagem do Espírito Paulo, o apóstolo, contida em O Evangelho segundo o Espiritismo: Pelo exposto, constata-se que a visão da caridade contida no Evangelho foi transportada, pelos Espíritos Superiores, para o Espiritismo, o que revela não haver diferença, entre o conceito de caridade do ponto de vista espírita e o do Cristo, justamente por ele ser o modelo e guia da humanidade. Sendo assim, da mesma forma que o julgamento da narrativa evangélica acima reproduzida fundamentou-se na prática, ou não, da caridade, o Espiritismo também assevera que fora da caridade não há salvação, uma vez que somente a prática da caridade é capaz de salvar-nos das próprias imperfeições, por libertar-nos do egoísmo, sentimento incompatível com a justiça, o amor e a caridade.7 Nesse sentido, a mensagem do Espírito Paulo, o apóstolo, contida em O Evangelho segundo o Espiritismo: Todos esses ensinos levam-nos ao entendimento de que a caridade é a própria essência do amor ao próximo, o amor fraternal, uma vez que este sentimento, para expressar-se com todo o seu fulgor, deve conter os mesmos ingredientes da caridade, isto é, a benevolência, a indulgência e o perdão. Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós [palavras de Jesus], é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais
7 benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça.1 De fato, a fraternidade pura, ou amor fraternal, é o mais sublime dos sistemas de relações entre as almas.10 A fraternidade, na rigorosa acepção do termo, resume todos os deveres dos homens, uns para com os outros. Significa: devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência. É, por excelência, a caridade evangélica. Assim, o amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.6 Ressalta-se ainda que a justiça, o amor e a caridade constituem, a rigor, uma só lei, sendo, em verdade, a mais importante de todas as leis naturais, uma vez que faculta ao homem adiantar-se mais na vida espiritual, visto que resume todas as outras.5 Todas essas leis, isto é, as de adoração, do trabalho, da reprodução, da conservação, da destruição, da sociedade, do progresso, da igualdade e da liberdade, têm sua fundamentação na lei de justiça, amor e caridade, norteando-se por esta última em todas as suas manifestações no Universo. Referência Bibliográfica 1. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.Cap. 11, item 4, p Cap. 15, item 1, p Item 10, p O livro dos espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 84. ed. Rio de Janeiro: FEB, Questão 625, p Questão 648, p Questão 886, p Questão 913, p Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 32. ed. Rio de Janeiro: FEB, Primeira parte (Liberdade, igualdade fraternidade), p SILVEIRA, José Carlos da Silva. As características do serviço de assistência e promoção social espírita. Reformador, Rio de Janeiro: FEB, ano 119, nº 2063, fevereiro, 2001, p XAVIER, Francisco Cândido. Pão nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, Item 141, p. 294.
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