CRIANÇAS ÓRFÃS E VULNERÁVEIS NO CONTEXTO DO HIV/SIDA EM MOÇAMBIQUE

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3 CRIANÇAS ÓRFÃS E VULNERÁVEIS NO CONTEXTO DO HIV/SIDA EM MOÇAMBIQUE HIV/SIDA em Moçambique O HIV/SIDA é a ameaça mais séria que Moçambique enfrenta e a pandemia está a inverter as conquistas de desenvolvimento dos anos mais recentes. A taxa de prevalência do HIV/SIDA em adultos com idades entre os 15 e os 49 anos, tem vindo a aumentar continuamente nos últimos anos, passando de 12,2 por cento em 2002, para 16,2 por cento em , com as taxas mais altas nas regiões centro e sul do país, chegando aos 26,5 por cento na província de Sofala. Em 2006, estima-se que 1,7 milhões de pessoas estejam a viver com HIV ou SIDA e que a doença está a tirar a vida a mais de pessoas cada ano 2. A crescente prevalência do HIV/SIDA está a aumentar o número de crianças infectadas ou afectadas pelo HIV/SIDA. O SIDA está a tornar-se rapidamente na maior causa de mortalidade infantil. Em 2006, estima-se que existam 99,000 crianças com menos de 15 anos de idade que vivem com HIV/SIDA, e aproximadamente 80 por cento destas têm menos de cinco anos. A pandemia do SIDA continua a contribuir para o aumento de crianças órfãs e vulneráveis (COVs). Estima-se que há para cima de 1,6 milhões de órfãos em Moçambique e que mais de 20 por cento destes são resultado do SIDA. O HIV/SIDA aumenta signifi cativamente a vulnerabilidade das crianças em geral à exploração, violência e abuso, ao minar os alicerces do seu ambiente protector. Na medida em que os pais e outros membros da família passaram a estar demasiado doentes para providenciar cuidados, em que os mecanismos de apoio da família alargada e da comunidade, que são as primeiras redes de segurança para as crianças, começam a ruir, as próprias crianças são forçadas a assumir responsabilidades de adulto, como por exemplo tomar conta dos irmãos e irmãs mais novos. Outra ameaça importante ao ambiente protector das crianças em Moçambique deriva da generalizada pobreza económica. Com um índice de 58 por cento das crianças vivendo em pobreza absoluta, aproximadamente 5 milhões de moçambicanos com menos de 18 anos vivem em grau variável de vulnerabilidade económica 3. A elevada prevalência de pobreza enfraquece inevitavelmente os mecanismos tradicionais para dar conta da situação, em especial relativamente às COVs no contexto do HIV e SIDA Relatório sobre a Actualização dos Dados de Vigilância Epidemiológica do HIV Ronda de 2004, Grupo Técnico Multisectorial para a Luta contra o HIV/Sida em Moçambique, Maputo, Agosto de Impacto Demográfico, INE, MISAU, MPF, CNCS, CEP/UEM, Maio de Relatório Final do Inquérito aos Agregados Familiares sobre Orçamento Familiar, 2002/03, INE,

4 Crianças Órfãs e Vulneráveis em Moçambique Taxa de prevalência do SIDA em 2004 Percentagem estimada de adultos (15 a 49 anos) vivendo com HIV/SIDA Niassa 11.1% O Ministério da Mulher e da Acção Social (MMAS) defi ne um órfão como sendo uma criança que perdeu um ou ambos os pais 4. Em termos da resposta nacional, não é feita nenhuma distinção entre órfãos devidos ao SIDA e os que resultam de outras causas. Crianças vulneráveis são crianças pertencentes a qualquer dos seguintes grupos: Legenda Cidade de Maputo 20.7% Prevalência abaixo dos Below 10% Prevalência entre 10% e 20% Acima de 20% 2004 Taxa de Prevalência Nacional Entre Adultos: 16.2% Crianças afectadas ou infectadas pelo HIV/SIDA; Crianças vivendo em agregados familiares chefi ados por outras crianças, jovens, mulheres, ou pessoas idosas; Crianças vivendo em agregados familiares chefi ados por um adulto com doença crónica; Crianças vivendo na rua Crianças vivendo em instituições (orfanatos, prisões, instituições de saúde mental); Crianças em confl ito com a lei (Crianças a contas com a lei por causa de pequenos crimes); Fonte: MISAU, Ronda Plano de Acção para as Crianças Órfãs e Vulneráveis, MMAS,

5 Crianças portadoras de defi ciências; Crianças vítimas de violência; Crianças que são vítimas de abuso e exploração sexual; Crianças que são vítimas de tráfi co; Crianças casadas antes da idade legal; Crianças que são vítimas das piores formas de trabalho infantil (OIT, 1999); Crianças refugiadas ou crianças que foram deslocadas internamente. Reconhecendo a necessidade de priorizar intervenções, o MMAS vai ao encontro especifi camente das Crianças vivendo abaixo da linha da pobreza absoluta que são também: Órfãos (de mãe, de pai ou dos dois); Crianças infectadas ou afectadas pelo HIV/SIDA, incluindo: - Crianças que vivem em agregados familiares chefi ados por outras crianças, mulheres ou pessoas idosas; - Crianças vivendo em agregados familiares chefi ados por um adulto com doença crónica. 3

6 A Situação A pandemia do SIDA em Moçambique deixou uma geração de órfãos. Em 2006, as estimativas indicam que mais de 1.6 milhões, dos 10 milhões de moçambicanos com menos de 18 anos de idade, são órfãos 5. Isto representa aproximadamente 16 por cento da população total de crianças do país. Destas crianças, 380,000 fi caram órfãs devido à pandemia do SIDA, um número equivalente a mais de 20 por cento da população total de órfãos. Além disso, acredita-se que dos 900,000 órfãos de mãe no país, mais de um terço perdeu a mãe devido ao SIDA. Até agora, Moçambique tem estado melhor do que os países seus vizinhos, que têm algumas das mais altas proporções do continente africano de órfãos em resultado do SIDA (78 por cento no Zimbabwe, 77 por cento no Botswana, 63 por cento na Swazilândia, 60 por cento na Zâmbia, 56 por cento no Lesotho, e 48 por cento no Malawi, Namíbia e África do Sul). Todavia, em Moçambique está a viver-se um aumento crítico do número de crianças que fi caram órfãs devido à pandemia do SIDA. A previsão é que esta tendência continue, baseada no aumento das mortes de adultos em resultado do SIDA. O Instituto Nacional de Estatística (INE) estima que o número total de crianças órfãs pelo SIDA atingirá quase 630,000 em As projecções do INE dizem que: Os órfãos de mãe em resultado do SIDA aumentarão em mais de 900 por cento, de 48,000 em 1998 para 518,000 em 2010; Os órfãos de pai em resultado do SIDA aumentarão em mais de 600 por cento, de 63,000 em 1998 para 460,000 em 2010; Os órfãos de pai e mãe devido ao SIDA aumentarão para mais de 600 por cento, 47,000 em 1998 para 352,000 em Em 2010, as crianças órfãs devido ao SIDA representarão aproximadamente metade da população de órfãos de mãe em Moçambique Impacto Demográfico, INE, MISAU, MPF, CNCS, CEP/UEM, Maio de Este número é significativamente mais alto que os 520,000 órfãos devido ao HIV/SIDA projectados pelo INE em 2003, para 2010 (UNICEF 2004: 7). O número para duplamente órfãos inclui órfãos paternos e maternos. Um estudo de capacidade da Comunidade para Cuidados e Protecção de Órfãos e Crianças Vulneráveis no Contexto do HIV/SIDA, MMAS, Social Impact Assessment and Policy Analysis Corporation (SIAPAC) e Verde Azul Consult Lda, Setembro de

7 É particularmente preocupante o crítico aumento de prevalência do HIV/SIDA entre as mulheres grávidas, que pode conduzir a que mais crianças fi quem órfãs numa tenra idade. O número de órfãos de pai e mãe em resultado do SIDA já ultrapassou o número de órfãos de pai e mãe sem relação com o SIDA e está projectado aumentar continuamente, sugerindo que o número de crianças chefes de agregado familiar também irá aumentar. Está a tornar-se evidente que a combinação de pobreza com o crítico aumento da prevalência do HIV/SIDA, está a arruinar os mecanismos tradicionais de solidariedade, apoio e ajuda mútua, contribuindo para um geral aumento da vulnerabilidade e exacerbando a insegurança alimentar. A pesquisa mostrou que a chegada de órfãos a um agregado familiar não é habitualmente acompanhada de novos recursos, resultando num real aumento de pobreza. Um estudo conduzido em 2004 para avaliar os mecanismos de apoio de famílias e comunidades vivendo em áreas com a mais alta taxa de prevalência de HIV/SIDA, mostrou que um pouco acima de 12 por cento dos agregados familiares com crianças órfãs e vulneráveis, tinham recebido assistência seja do Governo seja da sociedade civil 8. O declínio no rendimento do agregado familiar não é, portanto, em geral compensado pelo Estado ou pela sociedade civil. Além disso, um estudo recente revelou que dentro dos agregados familiares pobres, existe discriminação contra crianças que não são descendentes biológicos directos do chefe de família, quando se trata de distribuir recursos dentro do agregado familiar. Progressão do número de órfãos de mãe devido ao SIDA e de órfãos de mãe não relacionado com SIDA: 2000 a SIDA Não-SIDA 5

8 Os desafi os que habitualmente recaiem sobre crianças órfãs e vulneráveis incluem: Difi culdades de acesso a serviços básicos (como saúde, educação, comida, e serviços legais, fi nanceiros e psicossociais); Uma escolha muito limitada de estratégias de sobrevivência e meios de geração de rendimento; Uma tendência para contrabalançar com estratégias negativas de resolver a situação como casamentos prematuros, prostituição ou formas prejudiciais de trabalho; Uma pesada responsabilidade, particularmente para crianças que são chefes de família, para a sobrevivência e bem-estar de outros membros do agregado familiar. Além destes desafi os, crianças órfãs devido ao SIDA são muitas vezes forçadas a viver com o estigma social e discriminação que acompanham o HIV/SIDA, e potencialmente enfrentam a exclusão das suas comunidades ou unidade familiar alargada. De acordo com as conclusões do Inquérito Demográfi co e de Saúde conduzido em 2003, apenas 8 por cento das mulheres e 16 por cento dos homens manifestavam uma atitude de aceitação em relação a pessoas vivendo com HIV ou SIDA 9. O número crescente de órfãos de mãe é uma causa particular de preocupação pois a perda de uma mãe pode ser devastadora para a saúde e o bem-estar de uma criança. As conclusões de uma Avaliação de Vulnerabilidade levada a cabo em 2003 indicava que os órfãos de mãe eram para cima de duas vezes mais propensos à subnutrição grave do que as crianças da população em geral (36 por cento versus 15 por cento) 10. Os órfãos de mãe são também vítimas de discriminação em termos de acesso à educação, onde só 62 por cento dos órfãos dos 10 aos 14 anos frequentavam a escola comparativamente a 76 por cento dos órfãos de pai e 78 por cento dos não-órfãos vivendo com ambos os pais Inquérito Demográfico e de Saúde 2003, INE, Maputo, Junho de O indicador foi definido como a percentagem de pessoas no grupo etário dos 15 aos 49 anos que reportou uma atitude de aceitação ou apoio em todas as seguintes questões: 1) vontade de cuidar de um membro da família que ficou doente com o vírus do SIDA; 2) comprariam vegetais frescos de um vendedor acerca de quem sabem que é seropositivo; 3) uma professora que é seropositiva mas não está doente, deve ser autorizada a continuar a ensinar na escola; 4) não desejariam guardar segredo sobre o estado de seropositivo dum membro da família. 10 Gabinete de Avaliação de Vulnerabilidade, Análise Adicional, P. Martel, Inquérito Demográfico e de Saúde 2003, INE, Maputo, Junho

9 Prevalência de desnutrição severa entre crianças (6 a 59 meses) em termos de estatuto de orfandade % % 36% % 0 Desnutrição Moderada e Severa Todas as crianças Desnutrição Severa Órfão s de mãe Frequência escolar entre crianças dos 10 a 14 anos % 62% 78% 72% Órfãos de pai Órfãos de mãe Não-Órfãos (vivendo com os pais) Não-Órfãos (não vivendo com os pais) 7

10 A Resposta Moçambique é signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança e da Carta Africana sobre o Bem-estar e os Direitos das Crianças. A ratifi cação destes instrumentos internacionais criou o potencial para compromissos políticos a alto nível, de protecção e cuidados às crianças, particularmente as mais vulneráveis. Além disso, o Governo de Moçambique assinou a Declaração de Compromisso da Sessão Especial das Nações Unidas sobre HIV/ SIDA, a qual inclui o seguinte compromisso relativamente a crianças tornadas órfãs e vulneráveis devido ao HIV/SIDA: Desenvolver em 2003, e implementar em 2005, estratégias e políticas nacionais para edifi car e reforçar as capacidades do governo, da família e da comunidade de modo a providenciar um ambiente de apoio para órfãos e raparigas e rapazes infectados e afectados pelo HIV/SIDA, incluindo provisão de aconselhamento apropriado e apoio psicossocial, garantindo a sua matrícula na escola e o acesso a habitação, alimentação adequada e serviços sociais e de saúde numa base de igualdade com as outras crianças; e proteger as crianças órfãs e vulneráveis de todas as formas de abuso, violência, exploração, discriminação, tráfi co e perda de herança (SENUC 65). Respondendo a estes compromissos, o Governo de Moçambique fez um progresso considerável no reforço do ambiente de políticas para a protecção e cuidados de órfãos e crianças vulneráveis nos últimos anos. 8

11 O Plano Nacional de Acção para o Combate ao HIV/SIDA (CNCS, 2004) O Plano Nacional de Acção para o Combate ao HIV/SIDA (conhecido como o PEN II) atribui ao MMAS a responsabilidade da coordenação dos esforços para mitigar o impacto do HIV/SIDA nos órfãos. A política do Governo teve como objectivo promover apoios aos órfãos e outras crianças vulneráveis com base mais na comunidade do que em instituições. O Programa de Atendimento Baseado na Comunidade ou ABC centra-se nos cuidados baseados em casa e na família, com instituições a serem usadas apenas como último recurso. A nível local, o MMAS trabalha através das suas representações provinciais e distritais, e com as ONGs locais e OBCs, para chegar até às famílias e comunidades. Há porém escassez de recursos, tanto humanos como fi nanceiros e materiais, a nível central, provincial e distrital, e como consequência a efi cácia da resposta ao problema das COVs varia muito de província para província e, dentro de cada província, de distrito para distrito. O Ministério da Saúde tem uma política para prestar serviços de saúde gratuitos a órfãos e outras crianças vulneráveis de menos de cinco anos de idade. Todavia mantêm-se as difi culdades associadas com o acesso aos serviços de saúde em resultado de uma infra-estrutura limitada, longas distâncias até aos serviços de saúde e falta de recursos humanos. O Ministério da Educação e Cultura está a trabalhar na direcção de uma política que remova os obstáculos que impedem o acesso de órfãos e outras crianças vulneráveis às escolas e promover mais a sua retenção na escola. 9

12 O Plano de Acção para Crianças Órfãs e Vulneráveis, (MMAS, 2005) Em 2005, o Ministério da Mulher e Acção Social (MMAS) desenvolveu um Plano de Acção para Crianças Órfãs e Vulneráveis, O plano foi aprovado pelo Conselho Consultivo do MMAS em Está iminente a sua aprovação pelo Conselho de Ministros. Baseado nas recomendações feitas pelas partes interessadas que participaram num processo de Avaliação Rápida, Análise e Plano de Acção (RAAAP COV) em 2004, o MMAS apresenta, no Plano de Acção, intervenções prioritárias em quatro áreas estratégicas para acelerar a resposta multisectorial: 1) Criação de um ambiente protector para reduzir o impacto do HIV e SIDA sobre crianças órfãs e vulneráveis; 2) Fazer capacitação institucional no MMAS e outros parceiros chave a todos os níveis; 3) Reforçar a capacidade de famílias e comunidades para encontrar soluções locais para a protecção e cuidados de órfãos e outras crianças tornadas vulneráveis pelo HIV and SIDA; 4) Estabelecer e reforçar sistemas para recolher, monitorar e avaliar dados. 10

13 O plano pretende dar uma orientação estratégica para a resposta e para planifi car intervenções para responder com efi cácia à situação precária de crianças órfãs e vulneráveis. O Plano Nacional de Acção defi ne o quadro institucional para a sua implementação, bem como os mecanismos criados pelo MMAS e seus parceiros para coordenar a resposta multisectorial a crianças órfãs e vulneráveis. Até agora, o MMAS e seus parceiros conseguiram: (i) Orçamentar as componentes chave do Plano de Acção (ii) Desenvolver um quadro de monitoria e avaliação para avaliar o progresso feito na sua implementação (iii) Especifi car quais as acções que devem ser efectuadas a curto prazo como pré-condição para expandir a resposta a crianças órfãs e vulneráveis (iv) Estabelecer o Grupo Técnico de Trabalho sobre crianças que dê assistência ao Núcleo Multisectorial sobre Crianças Órfãs e Vulneráveis que são ambos presididos pelo MMAS a nível nacional e provincial (v) Providenciar supervisões contínuas e um papel de coordenação às numerosas e variadas organizações não-governamentais nacionais e internacionais, e às organizações baseadas na comunidade, que trabalham na execução dos diferentes elementos do Plano de Acção para Crianças Órfãs e Vulneráveis. 11

14 O Plano de Acção para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA), Em 2005, o Governo de Moçambique desenvolveu a sua segunda estratégia nacional para a redução da pobreza, conhecida como o Plano Nacional para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA), cujo objectivo é reduzir a pobreza aprofundando o desenvolvimento da economia e do capital humano, e ainda melhorando a governação. O PARPA faz referência ao Plano de Acção para Crianças Órfãs e Vulneráveis e, em linha com o Plano, estabelece as seguintes metas a serem alcançadas em 2009: Metas Propostas de Impacto/Mitigação para COV do PARPA 12 O rácio de frequência escolar de crianças órfãs de mãe para crianças não órfãs é equivalente; O rácio de prevalência de desnutrição severa entre crianças órfãs e não órfãs é equivalente; Trinta por cento das crianças órfãs e vulneráveis receberam pelo menos três serviços básicos nos últimos 12 meses Draft PARPA, versão de 15 de Novembro de Pelo menos três dos serviços básicos seguintes: educação, saúde, apoio legal, financeiro, nutricional e psicossocial (o MMAS está presentemente no processo de aperfeiçoar os mecanismos de metas para apoio psicossocial). 12

15 O uso das imagens não implica que qualquer uma das pessoas apresentadas na imagens seja portadora HIV/SIDA Imagens fornecidas pela: UNICEF

16 Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) Av. Zimbabwe, 1440 Maputo, Moçambique Tel: Fax: Website: Parlamentares Europeus para África (AWEPA) Rua Licenciado Coutinho, 77 1º andar - CP Maputo - Moçambique Tel.: /08/26 Fax: Website: Março 2006

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