Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier
|
|
|
- Alana Freire Amado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier
2 Capítulo 10 Modelagem de atividades Qualquer um pode escrever código que um computador pode entender. Bons programadores escrevem código que seres humanos podem entender. -- Martin Fowler
3 Tópicos Diagrama de atividade Diagrama de atividade no processo de desenvolvimento iterativo Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 3
4 Diagrama de atividade Há diversos diagramas da UML que descrevem os aspectos dinâmicos de um sistema. diagramas de estados, diagramas de seqüência e de comunicação e diagrama de atividade O diagrama de atividade é um tipo especial de diagrama de estados, onde são representados os estados de uma atividade. Um diagrama de atividade exibe passos de uma computação. Cada atividade é um passo da computação. É orientado a fluxos de controle (ao contrário dos DTEs que são orientados a eventos). São um tipo de fluxograma estendido..., pois permitem representar ações concorrentes e sua sincronização. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 4
5 Diagrama de atividade Elementos podem ser divididos em dois grupos: controle seqüencial e controle paralelo. Elementos utilizados em fluxos seqüenciais: Estado ação Estado atividade Estados inicial e final, e condição de guarda Transição de término Pontos de ramificação e de união Elementos utilizados em fluxos paralelos: Barras de sincronização Barra de bifurcação (fork) Barra de junção (join) Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 5
6 Fluxos de controle seqüenciais Um estado em um diagrama de atividade pode ser: um estado atividade leva um certo tempo para ser finalizado. um estado ação: realizado instantaneamente. Deve haver um estado inicial e pode haver vários estados finais e guardas associadas a transições. pode não ter estado final, o que significa que o processo ou procedimento é cíclico. Uma transição de término significa o término de um passo e o conseqüente início do outro. Em vez de ser disparada pela ocorrência de um evento, é disparada pelo término de um passo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 6
7 Fluxos de controle seqüenciais Um ponto de ramificação possui uma única transição de entrada e várias transições de saída. Para cada transição de saída, há uma condição de guarda associada. Quando o fluxo de controle chega a um ponto de ramificação, uma e somente uma das condições de guarda deve ser verdadeira. Pode haver uma transição com [else]. Um ponto de união reúne diversas transições que, direta ou indiretamente, têm um ponto de ramificação em comum. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 7
8 Diagrama de atividade Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 8
9 Fluxos de controle paralelo Fluxos de controle paralelos: dois ou mais fluxos sendo executados simultaneamente. Uma barra de bifurcação recebe uma transição de entrada, e cria dois ou mais fluxos de controle paralelos. cada fluxo é executado independentemente e em paralelo com os demais. Uma barra de junção recebe duas ou mais transições de entrada e une os fluxos de controle em um único fluxo. Objetivo: sincronizar fluxos paralelos. A transição de saída da barra de junção somente é disparada quando todas as transições de entrada tiverem sido disparadas. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 9
10 Fluxos de controle paralelos Algumas vezes, as atividades de um processo podem ser distribuídas por vários agentes que o executarão. processos de negócio de uma organização. Isso pode ser representado através de raias de natação (swim lanes). As raias de natação dividem o diagrama de atividade em compartimentos. Cada compartimento contém atividades que são realizadas por uma entidade. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 10
11 Exemplo (Raias de Natação) Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 11
12 Diagrama de atividade no processo de desenvolvimento iterativo
13 Usos de diagramas de atividades Não são freqüentemente utilizados na prática... Importante: na orientação a objetos o sistema é dividido em objetos, e não em módulos funcionais como na Análise Estruturada (Diagrama de Fluxos de Dados). Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 13
14 Modelar o processo do negócio Modelagem também é um processo de entendimento. o desenvolvedor constrói modelos para entender melhor um problema. Neste caso, o enfoque está em entender o comportamento do sistema no decorrer de diversos casos de uso (processos de negócio). como determinados casos de uso do sistema se relacionam no decorrer do tempo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 14
15 Modelar o processo do negócio Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 15
16 Modelar a lógica de um caso de uso A realização de um caso de uso requer que alguma computação seja realizada. Esta computação pode ser dividida em atividades. Passo P ocorre até que a C seja verdadeira Se ocorre C, vai para o passo P. Nessas situações, é interessante complementar a descrição do caso de uso com um diagrama de atividade. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 16
17 Modelar a lógica de um caso de uso Os fluxos principal, alternativos e de exceção podem ser representados em um único diagrama de atividade. complementar e não substituir a descrição. Identificação de atividades através do exame dos fluxos do caso de uso. Casos de uso são descritos na perspectiva dos atores, enquanto diagramas de atividade descrevem atividades internas ao sistema. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 17
18 Modelar a lógica de um caso de uso Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 18
19 Modelar a lógica de uma operação Quando um sistema é adequadamente decomposto em seus objetos, a maioria das operações são bastante simples. Estas não necessitam de modelagem gráfica. No entanto, pode haver a necessidade de descrever a lógica de uma operação mais complexa. Implementação de regras de negócio. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição 19
DIAGRAMA DE ATIVIDADES
DIAGRAMA DE ATIVIDADES Profª Lucélia Oliveira Email: [email protected] DIAGRAMA DE ATIVIDADES É o diagrama com maior ênfase ao nível de algoritmo da UML e provavelmente um dos mais detalhistas. Era
Conteúdo. 1. Introdução. 2. Levantamento de Requisitos. 3. Análise Orientada a Objetos. 4. Projeto Orientado a Objetos 5. UML. 6.
Conteúdo 1. Introdução 2. Levantamento de Requisitos 3. Análise Orientada a Objetos 4. Projeto Orientado a Objetos 5. UML 6. Métodos Ágeis Conteúdo 1. Introdução 2. Levantamento de Requisitos - Requisitos
MODELAGEM DE CASOS DE USO PARA UM SISTEMA DE CLÍNICA VETERINÁRIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO ADAM DREYTON FERREIRA DOS SANTOS CARLOS ROGÉRIO CAMPOS ANSELMO FELIPE BATISTA CABRAL FRANK GOMES DE AZEVEDO NAGIB
CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 4º PERÍODO 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A3 DATA 15/10/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Analise as afirmações
UML: Diagrama de Casos de Uso, Diagrama de Classes
UML: Diagrama de Casos de Uso, Diagrama de Classes Diagrama de Casos de Uso O modelo de casos de uso visa responder a pergunta: Que usos (funcionalidades) o sistema terá? ou Para que aplicações o sistema
Desenvolvimento de uma Etapa
Desenvolvimento de uma Etapa A Fase Evolutiva do desenvolvimento de um sistema compreende uma sucessão de etapas de trabalho. Cada etapa configura-se na forma de um mini-ciclo que abrange as atividades
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 9 Modelagem de estados Todos os adultos um dia foram crianças, mas poucos se lembram disso.
Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Introdução Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre
ANÁLISE DE SISTEMAS. Diagrama de atividades. por. Antônio Maurício Pitangueira
ANÁLISE DE SISTEMAS Diagrama de atividades por Antônio Maurício Pitangueira 1 Diagrama de atividade Há diversos diagramas da UML que descrevem os aspectos dinâmicos de um sistema. diagramas de estados,
Prof. Raul Sidnei Wazlawick UFSC-CTC-INE. Fonte: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos, 2ª Edição, Elsevier, 2010.
Visão Geral do Sistema Prof. Raul Sidnei Wazlawick UFSC-CTC-INE 2010 Fonte: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos, 2ª Edição, Elsevier, 2010. A fase de concepção do UP consiste
UML & Padrões Aula 3. UML e Padrões - Profª Kelly Christine C. Silva
UML & Padrões Aula 3 UML e Padrões - Profª Kelly Christine C. Silva 1 UML & Padrões Aula 3 Diagrama de Casos de Uso Profª Kelly Christine C. Silva O que vamos tratar: Modelos de Caso de Uso Diagrama de
Resolução da lista de exercícios de casos de uso
Resolução da lista de exercícios de casos de uso 1. Explique quando são criados e utilizados os diagramas de casos de uso no processo de desenvolvimento incremental e iterativo. Na fase de concepção se
ESTENDENDO A UML PARA REPRESENTAR RESTRIÇÕES DE INTEGRIDADE
ESTENDENDO A UML PARA REPRESENTAR RESTRIÇÕES DE INTEGRIDADE Fabiana Gomes Marinho Faculdade Lourenço Filho Resumo: Na UML, a modelagem conceitual dos dados é descrita pelo diagrama de classes, que através
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
Casos de Uso. Professor MSc Wylliams Barbosa Santos [email protected] wylliams.wordpress.com Laboratório de Programação
Casos de Uso Professor MSc Wylliams Barbosa Santos [email protected] wylliams.wordpress.com Laboratório de Programação Agenda Caso de Uso Conceitos Iniciais Cenário Principal Cenários Alternativos Atores
ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS
ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS Prof. André Backes INTRODUÇÃO Computadores = cérebros eletrônicos? Computadores são máquinas e, por si sós, não podem ser inteligentes. Alguém as projetou e deu a ela todas as
4- PROJETO DE BANCO DE DADOS
4- PROJETO DE BANCO DE DADOS OBJETIVOS DE ENSINO: 4 - Empregar a técnica da modelagem de dados no projeto de banco de dados. OBJETIVOS OPERACIONAIS Ao final desta unidade o aluno será capaz de: 4.1 - Definir
Modelagem com UML. Fabio Perez Marzullo. IEEE Body of Knowledge on Services Computing Committee on Services Computing, IEEE Computer Society
Modelagem com UML Fabio Perez Marzullo IEEE Body of Knowledge on Services Computing Sponsored by Technical Committee on Services Computing, IEEE Computer Society Modelagem Estática (Visão Lógica) Casos
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais
Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Banco de Dados 1 Agenda Modelo Entidade-Relacionamento UML
3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto.
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Classes Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:
Atendimento de Demandas CTIC
Fluxo de Atendimento de Demandas - CTIC Atendimento de Demandas CTIC Coordenação de Sistemas Fluxo de Atendimento de Demandas - CTIC Público Alvo: Áreas Usuárias dos Sistemas da UFOPA e Equipe de Coordenação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 16 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 16 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 12 de Novembro de 2013. Revisão aula anterior Modelagem orientada a objetos com UML Software: Astah Community
Modelagem de Software Prof. Flávio de Oliveira Silva, Ph.D.
UML Diagramas Um diagrama é a apresentação gráfica de um conjunto de elementos, onde os vértices são ITENS e os arcos RELACIONAMENTOS UML 2.0 possui os seguintes diagramas: Diagrama de Classes (Class Diagram)
PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA
1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna
MODELAGEM DE SISTEMAS
MODELAGEM DE SISTEMAS Diagramas de Casos de Uso Profa. Rosemary Melo Diagrama de Casos de Uso Modelagem de Sistemas Apresenta uma visão externa geral das funções ou serviços que o sistema deverá oferecer
Manual Rápido de Registro e Configuração do DJPDV
Página 1 Manual Rápido de Registro e Configuração do DJPDV Juliana Rodrigues Prado Tamizou www.djsystem.com.br (15) 3324-3333 Rua Coronel Aureliano de Camargo,973 Centro - Tatuí SP - 18270-170 Revisado
Utilizando os Diagramas da UML (Linguagem Unificada de Modelagem) para desenvolver aplicação em JSF
Utilizando os Diagramas da UML (Linguagem Unificada de Modelagem) para desenvolver aplicação em JSF Ben-Hur de Sousa Lopes¹, Jaime William Dias¹ ¹Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí Paraná Brasil
DESENVOLVENDO O SISTEMA
DESENVOLVENDO O SISTEMA Declaração da Necessidade O primeiro passo do processo de análise de sistema envolve a identificação da necessidade [Pressman-95]. Normalmente o analista reúne-se com o usuário
4.4. UML Diagramas de interacção
Engenharia de Software 4.4. UML Diagramas de interacção Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] Um diagrama de interacção mostra um padrão de interacção entre vários objectos, com objectos e
Política Gestão de Configuração e Mudança
Política Gestão de Configuração Histórico de Alteração Data Versão Descrição Autor 20/08/2011 1 Versão Inicial Danilo Costa Versão 1 Pág. 2 de 7 Índice 1. POLÍTICA 4 1.1 Aplicabilidade 4 2. CONCEITUAÇÃO
Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML - 2ª edição
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier 1 Capítulo 2 Processo de Desenvolvimento de Software Quanto mais livros você leu (ou escreveu), mais
Diagrama de transição de Estados (DTE)
Diagrama de transição de Estados (DTE) O DTE é uma ferramenta de modelação poderosa para descrever o comportamento do sistema dependente do tempo. A necessidade de uma ferramenta deste tipo surgiu das
Diagrama de Casos de Uso. Diagrama de Casos de Uso. Diagrama de Casos de Uso. Diagrama de Casos de Uso. Componentes do Diagrama
DCC / ICEx / UFMG Diagrama de Diagrama de Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Adota uma linguagem simples Acessível ao cliente Objetivo é a compreensão do comportamento externo do sistema
Modelagem Dinâmica com UML
Modelagem Dinâmica com UML Prof. Márcio Barros [email protected] Diagramas de Sequência Protocolos de Interação Cenários Definição Um cenário é um caminho entre os fluxos de um use case Um use case é
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 20 PROFª BRUNO CALEGARO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 20 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Dezembro de 2013. Revisão aula anterior Modelo de classes Modelo de estado Modelo de iteração Modelo
Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização
Prof. Ricardo José Pfitscher Material elaborado com base em: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagemann Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento
Simulado Banco de Dados I Bimestre 1 Capítulo 1 Projeto Lógico de Banco de Dados
Simulado Banco de Dados I Bimestre 1 Capítulo 1 Projeto Lógico de Banco de Dados 01) Defina com suas próprias palavras: a) Banco de Dados b) Sistema Gerenciador de Banco de Dados c) Sistema de Banco de
UML Itens Estruturais - Interface
Itens Estruturais - Interface Coleção de operações que especificam serviços de uma classe ou componente Descreve o comportamento visível externamente Raramente aparece sozinha. Em geral vem anexada à classe
Análise e Projeto de Sistemas. O que é modelagem. O que é modelagem. Tripé de apoio ao desenvolvimento. Notação: UML. Ferramenta: Rational Rose.
Análise e Projeto de Sistemas Unified Modeling Language Benno Eduardo Albert [email protected] O que é modelagem Tripé de apoio ao desenvolvimento. Notação: UML Ferramenta: Rational Rose. 2 O que é modelagem
2 Diagrama de Caso de Uso
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa
Análise e Projeto Orientado a Objetos
Análise e Projeto Orientado a Objetos Linguagem UML Modelagem Estrutural Modelagem Estrutural Anderson Belgamo Classes Definição: uma classe é uma descrição de um conjunto de objetos que compartilham os
Franklin Ramalho Universidade Federal de Campina Grande - UFCG
Agenda - Motivação e Introdução Diagrama de - - Atores - Fluxo de eventos - Relacionamentos Franklin Ramalho Universidade Federal de Campina Grande - UFCG - Diagramas de - Exemplos - Meta-modelo MOF -
Descrição do Produto. Altus S. A. 1
Descrição do Produto O software MasterTool IEC é um ambiente completo de desenvolvimento de aplicações para os controladores programáveis da Série Duo. Esta ferramenta permite a programação e a configuração
Programação Orientada a Objetos. Introdução à Análise Orientada a Objetos (AOO)
Programação Orientada a Objetos Introdução à Análise Orientada a Objetos (AOO) Cristiano Lehrer, M.Sc. Processo de Desenvolvimento de Software Um processo de software mostra os vários estágios do desenvolvimento
Prof. Me. Marcos Echevarria
Prof. Me. Marcos Echevarria Já vimos que existem vários tipos de testes de software que podemos usar para que nossos sistemas tenham uma qualidade maior. Além disso, esses testes podem ser executados em
UML. Máquina de Estados
UML Máquina de Estados Máquina de Estados Máquinas de estado: definição Diagrama de Estados Superestados Estados concorrentes Quando usar um diagrama de estados Máquina de Estados Faz a modelagem do comportamento
4.1. UML Diagramas de casos de uso
Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema
CAPÍTULO 3. Sistemas com Vários Componentes (Multicomponentes) em Modelos Markovianos de Decisão
CAPÍTULO 3 Sistemas com Vários Componentes (Multicomponentes) em Modelos Markovianos de Decisão 3.1 - Multicomponentes Conceitos Básicos: O conceito de multicomponente é utilizado em diversas áreas de
3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software
3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de
O modelo Entidade-Relacionamento. Agenda: -Modelagem de dados utilizando O Modelo Entidade-Relacionamento
O modelo Entidade-Relacionamento Agenda: -Modelagem de dados utilizando O Modelo Entidade-Relacionamento 1 Antes de começarmos: A modelagem conceitual é uma fase muito importante no plamejamento de um
ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie
1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância
Aula 5 UML: Casos de Uso
Aula 5 UML: Casos de Uso UML Casos de Uso Introdução Casos de uso Elementos do diagrama de casos de uso Descrição de casos de uso Exemplo: Blog Ferramentas de modelagem Bibliografia 2 Introdução Casos
Diagramas de Casos de Uso
UML Unified Modeling Language Diagramas de Casos de Uso José Correia, Março 2006 (http://paginas.ispgaya.pt/~jcorreia/) Objectivos O objectivo de um diagrama de casos de uso de um sistema é mostrar para
UML Unified Modeling Language. Professor: André Gustavo Bastos Lima
UML Unified Modeling Language Professor: André Gustavo Bastos Lima Diagramas de Casos de Uso Professor: André Gustavo Bastos Lima DEFINIÇÃO DE CASO DE USO Segundo o RUP: Um Caso de Uso é a relação de uma
QUESTÕES PARA ESTUDO DIAGRAMA DE CLASSE
TURMA: / CÓDIGO: CCT0071 PERGUNTAS PARA ESTUDO MODELAGEM DE SISTEMAS DATA: NÃO ENTREGAR CAMPUS: SANTO ANDRÉ PERÍODO: NOTURNO VALOR = 0,0 PROFESSOR: CELSO CANDIDO QUESTÕES PARA ESTUDO DIAGRAMA DE CLASSE
Densímetro de posto de gasolina
Densímetro de posto de gasolina Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia Tema Materiais: propriedades Conteúdos Densidade, misturas homogêneas e empuxo Usos / objetivos Introdução ou aprofundamento do
UML 01. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan
Faculdade INED UML 01 Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Referências BARBIERI, Carlos. Análise e Programação
Edital N.º 11/PROAD/SGP/2015 e complementares
Edital N.º 11/PROAD/SGP/2015 e complementares Nome do Candidato Número de Inscrição - Assinatura do Candidato Secretaria de Articulação e Relações Institucionais Gerência de Exames e Concursos I N S T
Programação Orientada a Objetos. Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br
Programação Orientada a Objetos Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Programação Orientada a Objetos Na aula passada, vimos: Encapsulamento Programação Orientada
Diagramas de Interação da UML (Diagrama de Sequência e Diagrama de
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sistemas de Informação - CPCX Diagramas de Interação da UML (Diagrama de Sequência e Diagrama de Comunicação) - Aula 10 Prof. Fernando Maia da Mota Slides gentilmente
Modelagem de Sistemas
Capítulo 5 Modelagem de Sistemas slide 1 2011 Pearson Pren0ce Hall. Todos os direitos reservados. 1 Tópicos Apresentados Modelos de contexto Modelos de interação Modelos estruturais Modelos comportamentais
3 Qualidade de Software
3 Qualidade de Software Este capítulo tem como objetivo esclarecer conceitos relacionados à qualidade de software; conceitos estes muito importantes para o entendimento do presente trabalho, cujo objetivo
Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW
Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto
GABARITO COMENTADO SISTEMAS OPERACIONAIS. PROF. Cláudio de C. Monteiro, Evanderson S. de Almeida, Vinícius de M. Rios
CURSO - TADS TURMA 2008.1 2 PERÍODO 3 MÓDULO AVALIAÇÃO MP2 DATA 02/10/2008 SISTEMAS OPERACIONAIS 2008/2 GABARITO COMENTADO SISTEMAS OPERACIONAIS PROF. Cláudio de C. Monteiro, Evanderson S. de Almeida,
Cotagem de dimensões básicas
Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar
O que representam? Diagrama de Estados. Como construir. Estado: Identificação dos Estados. Notação para estados
O que representam? Diagrama de Estados O comportamento interno das classes, ou seja, permitem a especificação da sua dinamica. Correspondem a uma especificação de como as classes devem ser implementadas.
Mapa Mental de Engenharia de Software - Diagramas UML
Mapa Mental Engenharia Software - Diagramas UML Mapa Mental Engenharia Software Diagramas UML Mapa Mental Engenharia Software Diagramas UML Mapa Mental UML - Diagramas, Fases e Detalhes Resolvi juntar
Áreas de Conhecimento de Gerenciamento de Projetos
Áreas de Conhecimento de Gerenciamento de s O guia de melhores práticas em gerenciamento de projetos, PMBOK, é organizado em áreas de conhecimento e, por sua vez, cada área de conhecimento é descrita através
DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO FERRAMENTA BIZAGI
DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO FERRAMENTA BIZAGI Harley Caixeta Seixas Márcia Lúcia Borges de Melo Gomes Roberta A. de Mello Bezerra Silvana Dias Soares FERRAMENTA BIZAGI BPMN Business Process Modeling Notation
Modem e rede local. Guia do usuário
Modem e rede local Guia do usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações sem aviso. As únicas garantias para produtos
c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico
1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo
1. Modelagem de Sistemas 1.1. Os Desenvolvedores de Sistemas podem Escolher entre Quatro Caminhos
Sumário Modelagem de Processos Módulo 4 1. Modelagem de Sistemas 1.1. Os Desenvolvedores de Sistemas podem Escolher entre Quatro Caminhos M. Sc. Luiz Alberto [email protected] Modelagem de Sistemas MP
Unidade III MODELAGEM DE PROCESSOS. Profa. Gislaine Stachissini
Unidade III MODELAGEM DE PROCESSOS Profa. Gislaine Stachissini Diagrama UML Visões do Sistema Diagrama UML Objetivo: fornecer múltiplas visões do sistema a ser modelado, analisando e modelando sobre diversos
Chaves. Chaves. O modelo relacional implementa dois conhecidos conceitos de chaves, como veremos a seguir:
Chaves 1 Chaves CONCEITO DE CHAVE: determina o conceito de item de busca, ou seja, um dado que será empregado nas consultas à base de dados. É um conceito lógico da aplicação (chave primária e chave estrangeira).
Capítulo 6. Criando um Diagrama de Caso de Uso Inicial
Capítulo 6 Criando um Diagrama de Caso de Uso Inicial Mapa do Processo Por que Necessitamos de Um Diagrama de Casos de Uso? Eis algumas razões da necessidade de um Diagrama de Casos de Uso: O SRS é preenchido
1. Explicando Roteamento um exemplo prático. Através da análise de uns exemplos simples será possível compreender como o roteamento funciona.
Aula 14 Redes de Computadores 24/10/07 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber ROTEAMENTO EM UMA REDE DE COMPUTADORES A máscara de sub-rede é utilizada para determinar
Obrigatoriedade de participação de uma entidade numa associação. Uma entidade pode participar numa associação de duas formas:
4. Modelo Entidade Associação 4.. Introdução 4.2. Propriedades das associações Grau de uma associação Obrigatoriedade de participação de uma entidade numa associação Uma entidade pode participar numa associação
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
5 Considerações finais
5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,
Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.
Os dados e resultados abaixo se referem ao preenchimento do questionário Das Práticas de Ensino na percepção de estudantes de Licenciaturas da UFSJ por dez estudantes do curso de Licenciatura Plena em
Controle da produção baseado em códigos de barras
Controle da produção baseado em códigos de barras Fábio Favaretto (PUCPR) [email protected] Alfredo Iarozinski Neto (PUCPR) [email protected] Resumo O controle da produção é um processo que tem
O Processo Unificado
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA O Processo Unificado 879SCC Projeto e Desenvolvimento de Sistemas
Atua no acompanhamento das atividades, através da implementação de políticas e normas; Busca a satisfação do cliente.
Aula 17 1 2 Inclui os processos e atividades necessários para determinação das políticas de qualidade, objetivos e responsabilidades, de maneira que o projeto satisfaça suas necessidades; Atua no acompanhamento
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO)
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 1 Prof. Cristóvão Cunha Objetivos de aprendizagem
Capítulo 2. Processos de Software. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. slide 1
Capítulo 2 Processos de Software slide 1 Tópicos apresentados Modelos de processo de software. Atividades de processo. Lidando com mudanças. Rational Unified Process (RUP). Um exemplo de um processo de
Aula II Introdução ao Modelo de Entidade-Relacionamento
Aula II Introdução ao Modelo de Entidade-Relacionamento Referência bibliográfica ANGELOTTI, E S. Banco de Dados. Ed. Livro Técnico Introdução É um modelo conceitual e deve estar o mais próximo possível
Processos de gerenciamento de projetos em um projeto
Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.
UML: Casos de Uso. Projeto de Sistemas de Software
UML: Casos de Uso Projeto de Sistemas de Software UML Casos de Uso Introdução Casos de uso Elementos do diagrama de casos de uso Descrição de casos de uso Exemplo: Blog Ferramentas de modelagem Bibliografia
PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE APLICATIVOS
PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE APLICATIVOS Joaldo de Carvalho Wesley Oliveira Irlei Rodrigo Ferraciolli da Silva Rodrigo Clemente Thom de Souza INTRODUÇÃO O mundo está dominado pelos dispositivos móveis. A cada
Modelagem de uma Vending Machine utilizando um Autômato Finito com Saída
Modelagem de uma Vending Machine utilizando um Autômato Finito com Saída Ailton Sérgio Bonifácio Yandre Maldonado e Gomes da Costa Mestrado em Ciência da Computação - FACCAR/UFRGS [email protected], [email protected]
Organização em Enfermagem
Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Enfermagem Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem I Organização em Enfermagem Prof. Thiago C. Nascimento Objetivos: Discorrer
DIRETORIA COMERCIAL PLANO DE OCUPAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DA COELCE
DIRETORIA COMERCIAL PLANO DE OCUPAÇÃO DIRETORIA COMERCIAL JUN/21 S U M Á R I O 1 OBJETIVO...1 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS, DE CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA...1 3 CLASSES DE INFRAESTRUTURAS DISPONIBILIZADAS...2
Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab
Projeto de inovação do processo de monitoramento de safra da Conab Projeto elaborado por Lorenzo Seguini [email protected] Projeto Diálogos Setoriais União Europeia - Brasil 1 Sumário 1. Introdução...3
04/07/2015 UML. Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] DEFINIÇÃO DE REQUSIITOS
UML Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] DEFINIÇÃO DE REQUSIITOS 1 REQUISITOS São os serviços fornecidos para um sistema. São classificados em requisitos
