RAID RAID RAID. Fig. 5.17, pág. 226 do livro do Tanenbaum
|
|
|
- Maria Dias Borges
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RAID O DESEMPENHO DA CPU TEM DUPLICADO A CADA 18 MESES. NA DÉCADA DE 1970, O TEMPO DE SEEK VARIAVA DE 50 A 100 ms, NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI ESSE TEMPO ATINGE UM POUCO MENOS DE 10 ms => A DIFERENÇA ENTRE O DESEMPENHO DA CPU COM A DO DISCO TEM SE ACENTUADO COM O PASSAR DO TEMPO COMO O PROCESSAMENTO PARALELO TEM SIDO CADA VEZ MAIS USADO, ACREDITOU-SE QUE REALIZAR E/S EM PARALELO TAMBÉM SERIA UMA BOA IDEIA RAID RAID REDUNDANT ARRAY OF INEXPENSIVE DISKS (ARRANJO REDUNDANTE DE DISCOS BARATOS) É UM CONJUNTO DE SEIS ORGANIZAÇÕES PARA DISCOS DESTINADO A MELHORAR O DESEMPENHO, A CONFIABILIDADE DOS DISCOS OU AMBOS RAID CAIXA DE DISCOS USO DE UM CONTROLADOR RAID NO LUGAR DA(S) PLACA(S) CONTROLADORA(S) PARA O S.O. A MATRIZ É APENAS UM DISCO ÚNICO GRANDE E CARO (SEM SER CARO SINGLE LARGE EXPENSIVE DISK, SLED) EM GERAL, USAM-SE DISCOS SCSI NÃO HÁ NECESSIDADE DE ALTERAR O S.O.
2 RAID OS DADOS SÃO DISTRIBUÍDOS PELOS DISCOS DA MATRIZ, O QUE PERMITE OPERAÇÃO EM PARALELO A DISTRIBUIÇÃO É DENOMINADA STRIPING AS SEIS ORGANIZAÇÕES DE DISCOS FORAM DENOMINADAS NÍVEIS DE 0 A 5 EXISTEM OUTRAS ORGANIZAÇÕES DECORRENTES DAS SEIS ORIGINAIS RAID Fig. 5.17, pág. 226 do livro do Tanenbaum RAID CADA FAIXA PODE ENVOVER UM NÚMERO CONSTANTE DE SETORES (MESMO TAMANHO EM TODOS OS DISCOS DE UMA MESMA MATRIZ) A IDEIA É A DO ARMAZENAMENTO DAS FAIXAS DE MANEIRA ROUND ROBIN EXISTEM IMPLEMENTAÇÕES DE CADA ESQUEMA RAID BASEADA EM SW E BASEADA EM HW (TOMAR CUIDADO NA AQUISIÇÃO)
3 RAID 0 SEM REDUNDÂNCIA (SOMENTE FAIXAS), QUAL É O GANHO? SE FAIXAS GRANDES SÃO USADAS, QUAL É O GANHO? SE A APLICAÇÃO REQUER GRANDE QUANTIDADE DE DADOS ARMAZENADOS SEQUENCIALMENTE, COMO DEVEM SER TRATADAS DIFERENTES REQUISIÇÕES DE E/S? O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA? ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR? RAID 0 DISCOS QUE RECEBEM MÚLTIPLAS REQUISIÇÕES VÃO TRATANDO-AS TRANPARENTEMENTE PARA O S.O. DESEMPENHO INFERIOR COM REQUISIÇÕES QUE REQUISITAM UM SETOR POR VEZ COM UM MTBF DE 20 MIL HORAS, A CADA 20 MIL / NÚMERO DE DISCOS PODERÁ OCORRER UM ERRO POR CONTA DE NÃO CONTAR COM REDUNDÂNCIA, NÃO É DE FATO UM RAID RAID 1 É O NÍVEL 0 ESPELHADO (COM REDUNDÂNCIA) COMO DEVE SER PROCESSADA UMA OPERAÇÃO DE ESCRITA SOBRE A MATRIZ? EXISTE ALGUM GANHO COM A REDUNDÂNCIA (ALÉM DA RECUPERAÇÃO DE FALHA)? O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA? ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR?
4 RAID 2 AO INVÉS DE FAIXAS, TRABALHA COM BITS, PALAVRAS OU MESMO BYTES REDUNDÂNCIA ATRAVÉS DE CÓDIGO DE HAMMING QUE É UM ECC DISTRIBUÍDO, QUE PERMITE CORREÇÃO DE BITS INDIVIDUAIS E DETECÇÃO DE ATÉ DOIS BITS DE ERRO. POR EXEMPLO, EM SETE BITS, BITS 1, 2 E 4 SÃO USADOS PARA PARIDADE TODOS OS DISCOS DA MATRIZ PARTICIPAM DE QUALQUER SOLICITAÇÃO DE E/S, POIS AS FAIXAS SÃO PEQUENAS, OU SEJA, ENCONTRAM-SE DIVIDIDAS NOS DIVERSOS DISCOS RAID 2 A MOVIMENTAÇÃO DOS BRAÇOS DOS DIVERSOS DISCOS DEVE SER SINCRONIZADA; PORQUE? SÓ TEM SENTIDO EM AMBIENTES COM SUSCETIBILIDADE DE ERROS NÃO É COMERCIALIZADO O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA? ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR?
5 RAID Fig. 5.17, pág. 226 do livro do Tanenbaum RAID 3 RAID 4 PARIDADE BIT-INTERLEAVED, CALCULADA ATRAVÉS DE UM (XOR) DOS BITS REQUER APENAS UM DISCO PARA TRATAR REDUNDÂNCIA TODOS OS DISCOS DA MATRIZ PARTICIPAM DE QUALQUER SOLICITAÇÃO DE E/S, POIS AS FAIXAS SÃO PEQUENAS A MOVIMENTAÇÃO DOS BRAÇOS DOS DIVERSOS DISCOS DEVE SER SINCRONIZADA; PORQUE? O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA? ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR? NÃO NECESSITA QUE OS DISCOS SEJAM SINCRONIZADOS SIMILAR AO RAID 0 COM PARIDADE PERMITE MÚLTIPLAS LEITURAS SIMULTÂNEAS EXISTE OVERHEAD NAS OPERAÇÕES DE ESCRITA; PORQUE? O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA?
6 ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR? RAID 5 RAID 4 COM PARIDADE BLOCK-LEVEL DISTRIBUÍDA, PARIDADE BIT A BIT INDIVIDUAL PARA CADA FAIXA TODO DISCO É USADO PARA ARMAZENAR BITS DE PARIDADE RECONSTRUÇÃO DO CONTEÚDO DE UM DISCO QUE FALHOU É UM PROCESSO COMPLEXO O QUE OCORRE SE UM DOS DISCOS FALHA? ATÉ QUANTOS DISCOS PODEM FALHAR? CD CDs SÃO DISCOS ÓPTICOS COM DENSIDADE DE GRAVAÇÃO MUITO MAIOR DO QUE OS DISCOS MAGNÉTICOS, COM VIDA ÚTIL DE CEM ANOS ESPECIFICAÇÃO ISO (LIVRO VERMELHO) USA LASER INFRAVERMELHO DE ALTA POTÊNCIA PARA QUEIMAR ORIFÍCIOS DE 0,8 MÍCRON DE DIÂMETRO (DEPRESSÕES PITS), EM UM DISCO MESTRE REVESTIDO DE VIDRO AS ÁREAS NÃO QUEIMADAS SÃO AS SUPERFÍCIES (LANDS)
7 CD UMA MATRIZ É CRIADA A PARTIR DO DISCO MESTRE, NO LUGAR DOS PITS APARECEM ELEVAÇÕES RESINA DE POLICARBONATO É DERRAMADA SOBRE A MATRIZ CAMADA FINA DE ALUMÍNIO REFLETOR É DEPOSITADA SOBRE O POLICARBONATO APLICAÇÃO DE UM VERNIZ PROTETOR CD PARA TOCAR, UM DIODO DE LASER DE BAIXA POTÊNCIA DISPARA UMA LUZ INFRAVERMELHA, ENQUANTO O DISCO GIRA (COMPRIMENTO DE ONDA DE 0,78 MÍCRON) COM AS DEPRESSÕES VOLTADAS PARA O LASER, TENDO UMA ALTURA DE ¼ DO COMPRIMENTO DA ONDA, A LUZ REFLETIDA TEM METADE DO COMPRIMENTO DAQUELA REFLETIDA POR UMA SUPERFÍCIE NA FRONTEIRA, PITS E LANDS INTERFEREM DESTRUTIVAMENTE E RETORNAM MENOS LUZ PARA UM FOTODETECTOR CD TRANSIÇÃO PIT/LAND OU LAND/PIT É TRATADO COMO 1, SEM TRANSIÇÃO, 0 A GRAVAÇÃO CONSTITUI UMA ESPIRAL CONTÍNUA, COMEÇANDO DE DENTRO PARA FORA ROTAÇÕES, O QUE EQUIVALE A 5,6 KM
8 VELOCIDADE LINEAR CONSTANTE PARA LEITURA REQUER QUE A ROTAÇÃO SEJA CONTINUAMENTE REDUZIDA (530 RPM ATÉ 200 RPM) DISCOS MAGNÉTICOS OPERAM COM VELOCIDADES ÚNICAS, DE RPM A RPM CD-ROMs O LIVRO AMARELO DEFINE O CD-ROM (DISCO COMPACTO MEMÓRIA APENAS DE LEITURA (COMPACT DISK READ ONLY MEMORY) PARA ARMAZENAMENTO DE DADOS COMPUTACIONAIS FORMATAÇÃO E CORREÇÃO DE ERROS MESMO TAMANHO DO CD, COM COMPATIBILIDADE MECÂNICA E ÓPTICA CD-ROMs Pág. 229 do livro do Tanenbaum
9 CD-ROMs O PREÂMBULO CONTÉM O NÚMERO DO SETOR (3 BYTES) E O MODO (1 BYTE) MODO 1 É USADO PARA APLICAÇÕES QUE REQUEREM VALIDAÇÃO DE LEITURAS ECC DE 288 BYTES (CÓDIGO DE REED-SOLOMON) MODO 2 NÃO TEM ECC (APLICAÇÕES QUE NÃO NECESSITAM DE CORREÇÃO DE ERROS OU NÃO TÊM TEMPO PARA O SEU CÁLCULO TEMPO REAL SOFT) CD-ROMs VELOCIDADE ÚNICA (1 X) 75 SETORES/SEG (TAXA DE BYTES NO MODO 1 E BYTES NO MODO 2) UM CD-ROM DE 32 X ( BYTES/SEG) NÃO É PÁREO PARA UM SCSI-2 DE 10 MBYTES/SEG TEMPO DE POSICIONAMENTO CD-ROMs O LIVRO VERDE PERMITE QUE SE MISTURE MÍDIAS EM UM MESMO SETOR MULTIMÍDIA ISO 9660 (HIGH SIERRA) DEFINE TRÊS NÍVEIS PARA A DEFINIÇÃO DE NOMES DE ARQUIVOS: NÍVEL 1 DE ATÉ OITO CARACTERES COM EXTENSÃO OPCIONAL DE TRÊS (SOMENTE MAIÚSCULAS, DÍGITOS E HÍFEN) E OITO NÍVEIS DE DIRETÓRIO (SEM EXTENSÃO); TODOS OS ARQUIVOS DEVEM ESTAR CONTÍGUOS; NÍVEL 2 DE ATÉ 32 CARACTERES; NÍVEL 3 PERMITE ARQUIVOS NÃO CONTÍGUOS
10 CD-Rs CDs GRAVÁVEIS (CD-RECORDABLES) SÃO CONSTITUÍDOS DO MESMO MATERIAL DOS CD-ROMs, MAS CONTÊM UM CAMINHO LARGO DE 0,6 MM PARA GUIAR O LASER PARA ESCRITA SÃO DOURADOS, DEVIDO AO USO DE OURO NO LUGAR DO ALUMÍNIO AS DIFERENÇAS ENTRE PITS E LANDS NECESSITAM SER SIMULADAS, ADICIONANDO UMA CAMADA DE TINTA ENTRE O POLICARBONATO E A CAMADA REFLETORA DE OURO CD-Rs EM SEU ESTADO INICIAL, A CAMADA DE TINTA É TRANSPARENTE PARA ESCREVER, O LASER É ELEVADO PARA ALTA POTÊNCIA (8-16mW), O QUE FAZ A TINTA AQUECER E ASSIM ROMPER UM LIGAÇÃO QUÍMICA, CRIANDO UM PONTO ESCURO NA LEITURA, COM O LASER A 5mW, O FOTODETECTOR CAPTA AS DIFERENÇAS ENTRE PONTOS ESCUROS E AS ÁREAS TRANSPARENTES; MESMO QUANDO LIDOS POR UM LEITOR CONVENCIONAL DE CD-ROM OU UM TOCADOR DE CD DE ÁUDIO CD-Rs O LIVRO LARANJA (FORMATO CD-ROM X A) PERMITE QUE UM CD-R SEJA GRAVADO DE MODO INCREMENTAL UM GRUPO DE SETORES CONSECUTIVOS GRAVADOS É CHAMADO DE TRILHA DO CD-ROM, COM UMA TABELA
11 DE CONTEÚDO DE VOLUME (VOLUME TABLE OF CONTENTS VTOC) CADA TRILHA TEM SUA PRÓPRIA VTOC, COM AS INFORMAÇÕES DA ÚLTIMA VTOC AO SER INSERIDO, BUSCA-SE A VTOC MAIS ATUAL CD-Rs PARA EVITAR PIRATARIA: O OS TAMANHOS VERDADEIROS SÃO EMBUTIDOS NO SOFTWARE DE INSTALAÇÃO OU ESCONDIDOS (PODENDO USAR CRIPTOGRAFIA) O ECCs INTENCIONALMENTE INCORRETOS EM SETORES SELECIONADOS O INTERVALOS NÃO PADRONIZADOS ENTRE TRILHAS O ENTRE OUTROS DEFEITOS FÍSICOS CD-RW CDs REGRAVÁVEIS (CD-REWRITABLES) USA UMA LIGA METÁLICA DE PRATA, ÍNDIO, ANTIMÔNIO E TELÚRIO PARA A CAMADA DE GRAVAÇÃO, QUE APRESENTA DOIS ESTADOS ESTÁVEIS: CRISTALINO E AMORFO, COM DIFERENTES REFLETIVIDADES SÃO TRÊS POTÊNCIAS DE LASERS: ALTA, DERRETE A LIGA DO ESTADO CRISTALINO PARA O AMORFO (PIT); MÉDIA, DERRETE A LIGA PARA O ESTADO CRISTALINO; BAIXA PARA LEITURA (NÃO ALTERA O ESTADO DA LIGA)
12 DVD DISCO DE VÍDEO DIGITAL (DIGITAL VIDEO DISK OU DIGITAL VERSITILE DISK) SEGUE O MESMO PROJETO DOS CDs, EXCETO POR: O DEPRESSÕES MENORES (0,4 MÍCRON) O ESPIRAL MAIS ESTREITO (0,74 MÍCRON ENTRE TRILHAS ) O LASER VERMELHO (0,65 MÍCRON) DVD AUMENTO DE SETE VEZES NA CAPACIDADE (4,7 GBYTES) DVD 1 X A 1,4 MBYTES/SEG PARA LEITURA DE CDs E CD-ROMs, UM SEGUNDO LASER É NECESSÁRIO USANDO MPEG-2 (ISO 13346) PARA COMPRESSÃO, PODE CONTER 133 MINUTOS DE VÍDEO DE TELA CHEIA E MOVIMENTAÇÃO COMPLETA EM ALTA RESOLUÇÃO (720 X 480), COM TRILHAS SONORAS EM ATÉ OITO LÍNGUAS E LEGENDAS EM ATÉ 32 IDIOMAS DVD LADO SIMPLES, CAMADA SIMPLES (4,7 GBYTES); LADO SIMPLES, CAMADA DUPLA (8,5 GBYTES); LADO DUPLO, CAMADA SIMPLES (9,4 GBYTES), OU LADO DUPLO, CAMADA DUPLA (17 GBYTES)
13 DVD Pág. 232 do livro do Tanenbaum DVD DEPENDENDO DE ONDE O LASER ESTEJA FOCALIZADO, A LEITURA É FEITA NA CAMADA REFLETORA OU NA SEMIREFLETORA O DISCO DUPLO É CONSTITUÍDO DE DOIS DISCOS DE LADO SIMPLES COLADOS (PARA MANTER A MESMA ESPESSURA, UM DISCO DE LADO SIMPLES TEM UM SUBSTRATO VAZIO) DVD INCOMPATIBILIDADE INTENCIONAL ENTRE DISCOS DESTINADOS AOS EUA, À EUROPA E AOS DEMAIS CONTINENTES (SEM INFORMAÇÕES DE COMO É FEITA) BLU-RAY LASER AZUL DE 0,408 MÍCRONS PARA 25 GBYTES EM DISCO DE CAMADA ÚNICA E 50 GBYTES PARA A DUPLA HD DVD, COM MESMO LASER AZUL E CAPACIDADE DE ATÉ 15 GBYTES, CAMADA SIMPLES, E 30 GBYTES, CAMADA DUPLA
14 Exercícios 1. Exercício de 13 a 18 do livro. 2. No esquema RAID 0, se as faixas são grandes em tamanho, qual é o ganho? 3. No esquema RAID 0, há a necessidade de sincronização entre os diversos dispositivos, porque? Considere tanto leituras como escritas. 4. Porque há sobrecarga nas operações de escrita no esquema RAID 4? 5. Redundância está relacionada a esquemas em que um dado pode ser perdido, por que é possível reconstitui-lo. Considere as seguintes colocações: a) Os dados que são copiados em um BACKUP constituem um tipo de redundância. b) Nos esquemas RAID os dados nunca têm cópia. c) Os dados, que estão copiados em uma cópia de BACKUP, nem sempre estão atualizados em relação as dados originais. d) A redundância nos esquemas RAID objetivam não deixar o sistema parar, dependendo do número de discos que falham. e) Os dados que foram copiados através de um BACKUP estão sempre disponíveis e não deixam o sistema parar. I. Todas as colocações são verdadeiras. II. Nenhuma das colocações é verdadeira. III. As colocações a, c e d são verdadeiras. IV. As colocações a, b e e são verdadeiras. V. As colocações a, b e c são verdadeiras. 6. Considerando que você tenha uma aplicação altamente sensível à perda de dados, em que o tempo médio para uma falha (MTBF) é de menos de um ano e que está com seu orçamento comprometido, qual seria a sua escolha de arquitetura RAID? Justifique. 7. Compare as características de um DVD com as de um disco magnético. Não se esqueça de usar um quadro. 8. Falso ou verdadeiro: a) DVDs podem ser regravados; b) O tamanho de um disco DVD é o mesmo de um CD (120 mm de diâmetro) c) As trilhas de um DVD têm o mesmo tamanho. d) Há informação para correção de erros em um CD-ROM. e) CD-ROMs utilizam os mesmos materiais que os CDs. 9. Explique a diferença entre uma trilha de um disco magnético e a de um CD- ROM. 10. Porque é mais difícil posicionar o cabeçote de leitura em um CD do que em um disco rígido?
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO [email protected]
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I: MEMÓRIA EXTERNA RAÍ ALVES TAMARINDO [email protected] DISCO MAGNÉTICO O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou de plástico,
Prof. Benito Piropo Da-Rin. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo
Prof. Benito Piropo Da-Rin Discos magnéticos: Flexíveis (em desuso) e Rígidos Discos óticos: CD (Compact Disk): CD ROM; CD -/+ R; CD -/+ RW DVD(Digital Versatile Disk): DVD ROM; DVD -/+ R; DVD -/+ RW Discos
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Memória Externa Slide 1 Sumário Disco Magnético RAID Memória Óptica Slide 2 Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa Material adaptado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Tipos de Memória Externa Disco Magnético
Sistemas Operacionais
Sistemas de Entrada/Saída Sistema de Entrada/Saída - Redundant Array of Independent Disks 0 - Matriz de Discos sem Tolerância a Falhas 1 - Espelhamento 2 - Código de Hamming 3 - Transferência Paralela
Dispositivos de Armazenamento em massa. José Roberto B. Gimenez
Dispositivos de Armazenamento em massa José Roberto B. Gimenez 2 Estrutura da apresentação O meio físico de armazenamento Interfaces de conexão ATA, SCSI, FC RAID array Sistemas de Armazenamento DAS, NAS,
Introdução à Organização de Computadores Memória Secundária
Introdução à Organização de Computadores Memória Secundária Arquitetura e Organização de Computadores Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2008 Tópicos Processadores Memória Principal Memória
Arquitetura de computadores
computadores Aceitam uma densidade de gravação muito superior que aquela dos meios magnéticos. Os discos ópticos são gravados por feixes laser. Exemplo: Para um disco óptico com capacidade para uma hora
RAID. Propõe o aumento da confiabilidade e desempenho do armazenamento em disco. RAID (Redundant Array of Independent Disks )
RAID O que é um RAID? RAID RAID (Redundant Array of Independent Disks ) Matriz Redundante de Discos Independentes Propõe o aumento da confiabilidade e desempenho do armazenamento em disco. RAID Surgiu
Aula 06. Discos e Drives
Aula 06 Discos e Drives Disquetes São discos magnéticos usados para armazenar dados dos computadores. Podem armazenar textos, imagens, programas, etc. São vendidos normalmente em caixas com 10 unidades.
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais RAID Marcelo Diniz http://marcelovcd.wordpress.com/ O que é RAID? RAID RAID (Redundant Array of Independent Disks ) Matriz Redundante de Discos Independentes Recuperar informação
Introdução à Organização de Computadores Memória Secundária
Introdução à Organização de Computadores Memória Secundária Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 Tópicos Processadores Memória Principal Memória Secundária
EA960 Redundância e Confiabilidade: RAID
EA960 Redundância e Confiabilidade: RAID Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Prof. Levy Boccato 1 Motivação Revisitando a lei de Amdahl:
Gravando Dados e Cópias de CD s com o Nero 6.0 Disciplina Operação de Sistemas Aplicativos I
CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Escola Técnica Estadual de Avaré ETE-AVARÉ CURSO DE TÉCNICO EM INFORMÁTICA NÚCLEO DE APOIO Gravando Dados e Cópias de CD s com o Nero 6.0 Disciplina
Conceitos Básicos. Conceitos Básicos Memória
Infra-Estrutura de Hardware Conceitos Básicos Memória Prof. Edilberto Silva www.edilms.eti.br [email protected] Sumário Bits de Memória Ordem de Bytes Conceitos Básicos Memória Secundária Códigos de Correção
Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto [email protected] Introdução A gerência
O DVD. Tecnologia Digital Versatitle Disc. O aparecimento do DVD O DVD O DVD
O DVD Tecnologia Digital Versatitle Disc O DVD O DVD designado por Digital Video Disc, actualmente conhecido por Digital Versatitle Disc. Tal como o CD o DVD é uma tecnologia que possui várias utilizações,
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 6 Memória externa slide 1 Tipos de memória externa Disco magnético: RAID. Removível. Óptica: CD-ROM. CD-Recordable (CD-R).
FUNDAMENTOS DE HARDWARE CD-ROM. Professor Carlos Muniz
FUNDAMENTOS DE HARDWARE CD-Rom Até pouco tempo atrás, as opções mais viáveis para escutar música eram os discos de vinil e as fitas cassete. Porém, a Philips, em associação com outras empresas, desenvolveu
FACENS Engenharia Mecatrônica Sistemas de Computação Professor Machado. Memória Armazenamento Sistema de Arquivos
FACENS Engenharia Mecatrônica Sistemas de Computação Professor Machado Memória Armazenamento Sistema de Arquivos 1 Hierarquia de Memórias 2 Partes físicas associadas à memória Memória RAM Memória ROM Cache
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
ARQUITETURA DE COMPUTADORES Aula 07: Memória Secundária MEMÓRIA SECUNDÁRIA Discos magnéticos: Organização do disco magnético em faces, trilhas e setores; Tipos de discos magnéticos Discos óticos: CD/DVD/BluRay
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO O que é a Informática? A palavra Informática tem origem na junção das palavras: INFORMAÇÃO + AUTOMÁTICA = INFORMÁTICA...e significa, portanto, o tratamento da informação
Hardware Básico. Outros Dispositivos de Armazenamento. Professor: Wanderson Dantas
Hardware Básico Outros Dispositivos de Armazenamento Professor: Wanderson Dantas Unidades Ópticas Unidades ópticas usam um feixe de laser para ler e gravar (no caso das unidades e mídias que permitem
RAID Redundat Arrays of Inexpensive Disks
RAID Redundat Arrays of Inexpensive Disks Criado em alternativa para os discos grandes e caros. Justificativa: Substituindo discos grandes por muitos discos pequenos, o desempenho melhoraria mais cabeças
Admistração de Redes de Computadores (ARC)
Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo [email protected] RAID é a sigla para Redundant
O que é RAID? Tipos de RAID:
O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um
Motivação. Sumário. Hierarquia de Memória. Como registramos nossas histórias (num contexto amplo)?
Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Aplicadas e Educação Departamento de Ciências Exatas Motivação ACII: Armazenamento Secundário Prof. Rafael Marrocos Magalhães [email protected]
Setores Trilhas. Espaço entre setores Espaço entre trilhas
Memória Externa Disco Magnético O disco magnético é constituído de um prato circular de metal ou plástico, coberto com um material que poder magnetizado. Os dados são gravados e posteriormente lidos do
481040 - Programador/a de Informática
481040 - Programador/a de Informática UFCD - 0801 ADMINISTRAÇÃO DE REDES LOCAIS Sessão 9 SUMÁRIO Sistemas redundantes; Modos de Operação RAID Sistemas redundantes 1. Redundância significa ter componentes
Cristiano Sebolão Nº 26748. Pedro Arcão Nº 22408. João Marques Nº 27228
Cristiano Sebolão Nº 26748 Pedro Arcão Nº 22408 João Marques Nº 27228 Para que os dados não se percam, precisam de ser gravados num dispositivo de armazenamento como disquetes, disco rígidos, discos ópticos
AVALIAÇÃO À DISTÂNCIA 1 GABARITO
Fundação CECIERJ - Vice Presidência de Educação Superior a Distância Curso de Tecnologia em Sistemas de Computação UFF Disciplina INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA... AD1 2 semestre de 2008. Data... AVALIAÇÃO À
SOP - TADS Sistemas de Arquivos Cap 4 Tanenmbaum
SOP - TADS Sistemas de Arquivos Cap 4 Tanenmbaum Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Cronograma Introdução
RAID 1. RAID 0 2. RAID 1
EJAV - ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL JOSÉ APRÍGIO BRANDÃO VILELA Curso Técnico de Informática Professor Jonathas José de Magalhães AULA 08 - RAID RAID O desempenho das memórias secundárias
Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos
Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Arquivos Espaço contíguo de armazenamento Armazenado em dispositivo secundário Estrutura Nenhuma: seqüência de bytes Registros, documentos,
Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais.
Olá nobre concurseiro e futuro servidor público! Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e lá costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Essa
Tópicos Especiais em Informática
Tópicos Especiais em Informática RAID Prof. Ms.-Eng. Igor Sousa Faculdade Lourenço Filho 1 de outubro de 2014 [email protected] (FLF) Tópicos Especiais em Informática 1 de outubro de 2014 1 / 14 Introdução
Arquitetura e organização de computadores
Arquitetura e organização de computadores 3º. Sem. Sistemas de informação Prof. Emiliano S. Monteiro Barramentos BUS Modelo de barramento CPU(ALU, UC, Registradores) Memória Entrada e saída (I/O) Barramento
HIERARQUIA DE MEMÓRIAS
MEMÓRIA SECUNDARIA HIERARQUIA DE MEMÓRIAS Memórias Memória Secundaria Memória Terciária Sigla NOME TECNOLOGIA ROM Read Only Memory (memória somente de leitura) Gravada na fábrica uma única vez PROM EPROM
Armazenamento Secundário. SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II
Armazenamento Secundário SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II Discos Qual o principal gargalo? 2 Discos Discos são gargalos Discos são muito mais lentos que as redes ou a CPU Muitos processos são
Organização de Computadores Prof. Alex Vidigal Bastos
Organização de Computadores Prof. Alex Vidigal Bastos Armazenar dados e programas que serão utilizados pelo processador (CPU unidade central de processamento) O subsistema de memória é constituído de
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Memória Secundária Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Gerência
Armazenamento Secundário. SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II
Armazenamento Secundário SCE-183 Algoritmos e Estruturas de Dados II 1 Armazenamento secundário Primeiro tipo de armazenamento secundário: papel! Cartões perfurados HDs, CD-ROM, floppy disks, memórias
Atualização, Backup e Recuperação de Software. Número de Peça: 405533-201
Atualização, Backup e Recuperação de Software Número de Peça: 405533-201 Janeiro de 2006 Sumário 1 Atualizações de Software Recebimento Automático de Atualizações de Software HP...................................
Dispositivos de Armazenamento
Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Dispositivos de Armazenamento A memória do computador
Capítulo 6. Gerenciamento de Arquivos. 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação (6.3.1 a 6.3.6) 6.4 Exemplos
Capítulo 6 Gerenciamento de Arquivos 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação (6.3.1 a 6.3.6) 6.4 Exemplos 1 Armazenamento de longo prazo 1. Deve guardar grandes volumes de dados. 2. Informação armazenada
Figura 1 - Memória 1. OBJETIVO. Conhecer os principais tipos de memórias entendendo suas funcionalidades e características.
MEMÓRIA Memória Principal BIOS Cache BIOS ROOM Cache Externo HD DVD DRIVE DE DISQUETE DE 3 1/2 1/2 DISQUETE DE 3 DISQUETE DE 5 1/4 Figura 1 - Memória MP 1. OBJETIVO Conhecer os principais tipos de memórias
Memória principal; Unidade de Controle U C P. Unidade Lógica e Aritmética
Tecnologia da Administração Computador: origem, funcionamento e componentes básicos Parte II Sumário Introdução Origem Funcionamento Componentes Básicos Referências Sistema Binário O computador identifica
Níveis de RAID - RAID 0
RAID RAID é acrônimo para Redundant Array of Inexpensive Disks. Este arranjo é usado como um meio para criar um subsistema de unidade de disco, rápido e confiável, através de discos individuais. RAID é
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100
1 - SISTEMA DE FICHEIROS NO WINDOWS - - - - - - - - - - - -3
ÍNDICE 1 - SISTEMA DE FICHEIROS NO WINDOWS - - - - - - - - - - - -3 1.1 FAT - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 3 1.1.1 - Organização da FAT - - - - - - -
Dispositivos de Armazenamento. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes
Dispositivos de Armazenamento Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes Conteúdo 1. Discos 2. Fitas magnéticas 3. CD-ROM Capítulo: 2 (APOSTILA). Dispositivos de Armazenamento Armazenamento permanente Custo menor
Introdução à Computação: Armazenamento Secundário. Ricardo de Sousa Bri.o [email protected] DIE- UFPI
Introdução à Computação: Armazenamento Secundário Ricardo de Sousa Bri.o [email protected] DIE- UFPI Objetivos Relacionar os benefícios do armazenamento secundário. Identificar e descrever as mídias de
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO O que é a Informática? A palavra Informática tem origem na junção das palavras: INFORMAÇÃO + AUTOMÁTICA = INFORMÁTICA...e significa, portanto, o tratamento da informação
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Memória Externa II Prof. Sílvio Fernandes Parâmetros
Dispositivos de Memória
Chipset Conjunto de chips que fazem a comunicação entre a e os demais dispositivos do computador. Todas as informações que trafegam pela placa mãe passam necessariamente pelo Chipset, que tem dois chips:
Laboratório de Hardware
Laboratório de Hardware Prof. Marcel Santos Responsável por implementar em software um recurso que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente um grande conjunto de bytes contíguos, e a tarefa
Atualização, backup e recuperação de software
Atualização, backup e recuperação de software Guia do usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada nos Estados Unidos da Microsoft Corporation. As informações
Conceitos e Evolução Capítulos 1 e 2
Aula 2 ARQUITETURA DE COMPUTADORES Conceitos e Evolução Capítulos 1 e 2 Prof. Osvaldo Mesquita E-mail: [email protected] 1/48 CONTEÚDO DA AULA Conceitos Importantes O que é arquitetura de computadores?
Memória primária Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h
Memória primária Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Sumário Bits Endereços de memória Ordenação de bytes Códigos de correção de erro Memória cachê Empacotamento e tipos de memória
Arquitectura dos processadores
Arquitectura dos processadores Outra arquitectura foi desenvolvida pela Motorola para os Apple Macintosh.(incompativel com o PC - IBM). Passaram a existir duas arquitecturas de processadores: CISC (Complex
Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto [email protected]
Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,
HD e Memória Virtual. Qual as vantagens e desvantagens da Memória Virtual?
Principais pontos Como funciona o HD O Hard Disk ou Disco Rígido e também conhecido com HD armazena os dados em discos magnéticos que mantêm a gravação por vários anos. Os discos giram a uma grande velocidade
Portal do Projeto Tempo de Ser
Sumário Portal do Projeto Tempo de Ser O que é um Wiki?...2 Documentos...2 Localizando documentos...3 Links...3 Criando um Documento...4 Criando um link...4 Editando um Documento...5 Sintaxe Básica...5
armazenamento (escrita ou gravação (write)) recuperação (leitura (read))
Memória Em um sistema de computação temos a UCP se comunicando com a memória e os dispositivos de E/S. Podemos fazer um paralelo do acesso à memória com um carteiro entregando cartas ou um acesso à biblioteca.
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais GERÊNCIA DE DISPOSITIVOS MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 12 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional GERÊNCIA DE DISPOSITIVOS - INTRODUÇÃO É uma das principais e mais complexas funções
Se ouço esqueço, se vejo recordo, se faço aprendo
Se ouço o esqueço, se vejo recordo, se faço o aprendo Meios de Armazenamento Secundário Principais Dispositivos de Entrada Principais Dispositivos de Saída Outros Dispositivos de Entrada/Saída Meios de
Prof. Orlando Rocha. Qual o nosso contexto atual?
1 Qual o nosso contexto atual? Atualmente, vivemos em uma sociedade que é movida pela moeda informação! No nosso dia-a-dia, somos bombardeados por inúmeras palavras que na maioria das vezes é do idioma
LASERTECK SOFTECK FC MANUAL DO USUÁRIO
LASERTECK SOFTECK FC MANUAL DO USUÁRIO 2015 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 REQUISITOS DO SISTEMA... 3 3 INSTALAÇÃO... 3 4 O QUE MUDOU... 3 5 COMO COMEÇAR... 4 6 FORMULÁRIOS DE CADASTRO... 5 7 CADASTRO DE
FORMATAÇÃO DE DISCO SETORES
FORMATAÇÃO DE DISCO O DISCO RÍGIDO CONSISTE DE UM ARRANJO DE PRATOS DE ALUMÍNIO, LIGA METÁLICA OU VIDRO, CADA QUAL COBERTO POR UMA FINA CAMADA DE ÓXIDO DE METAL MAGNETIZADO APÓS A FABRICAÇÃO, NÃO HÁ DADO
Disciplina: Introdução à Engenharia da Computação
Colegiado de Engenharia de Computação Disciplina: Introdução à Engenharia da Computação Aula 09 (semestre 2011.2) Prof. Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto, M.Sc. [email protected] 2 Armazenamento
Introdução a Organização de Computadores Aula 4
1 Subsistemas de Memória 4.1 Introdução A memória é o componente de um sistema de computação cuja função é armazenar as informações que são (ou serão) manipuladas por esse sistema, para que as informações
Comunicação Fim-a-Fim a Alta Vede em Redes Gigabit
Outros trabalhos em: www.projetoderedes.com.br Comunicação Fim-a-Fim a Alta Vede em Redes Gigabit DaniloM.Taveira, Igor M. Moraes, Daniel de O.Cunha RafaelP.Laufer, Marco D. D. Bicudo, Miguel E. M. Campista,
Métodos de marcação direta de peças. Identificação legível de máquina para indústrias automotivas e aeroespaciais
Guia técnico Métodos de marcação direta de peças Identificação legível de máquina para indústrias automotivas e aeroespaciais A prática da Marcação Direta de Peças (DPM) é utilizada em muitas indústrias
Sistemas de Arquivos NTFS, FAT16, FAT32, EXT2 e EXT3
Sistemas de Arquivos NTFS, FAT16, FAT32, EXT2 e EXT3 Os sistemas de arquivos é a parte do SO responsável pelo gerenciamento dos arquivos (estrutura, identificação, acesso, utilização, proteção e implementação).
Armazenamento de Informação. André Zúquete, João Paulo Barraca SEGURANÇA INFORMÁTICA E NAS ORGANIZAÇÕES 1
Armazenamento de Informação André Zúquete, João Paulo Barraca SEGURANÇA INFORMÁTICA E NAS ORGANIZAÇÕES 1 Problemas Os discos/ssd avariam E cada vez há mais informação digital vital É preciso minimizar
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES
FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Paralelismo a nível de disco A origem do RAID O
www.leitejunior.com.br 13/03/2012 12:24 Leite Júnior
BACKUP E RESTAURAÇÃO(RECOVERY) BACKUP É a cópia de dados de um dispositivo para o outro e tem como objetivo ter uma maior segurança em caso de problema com os dados originais. Todo backup tem um único
Introdução. Hardware (Parte II) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação. [email protected].
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Introdução à Computação Hardware (Parte II) Prof. a Joseana Macêdo Fechine Régis de Araújo [email protected] Carga
Blu-Ray. Introdução. O que é Blu-ray? Marco Mapa www.marcomapa.xpg.com.br
Blu-Ray Introdução O Blu-ray é o padrão de disco óptico que veio com a proposta de substituir o DVD, tanto em reprodutores de vídeo quanto em computadores. As medidas de um disco Blu-ray (ou BD, de Blu-ray
Memória ROM. Organização Funcional de um. Computador. ROM (Read-Only Memory) Memória Somente Leitura.
Prof. Luiz Antonio do Nascimento Faculdade Nossa Cidade Organização Funcional de um Computador Unidade que realiza as operações lógicas e aritméticas Comanda as outras operações Sistema Central CPU ULA
LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 267/269 - TELEFONE: (11) 2823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250
LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 267/269 - TELEFONE: (11) 2823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 1 SISTEMA HCS 2005 PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO (Baseado no Guarita Vr5.0x Última modificação:
DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO AULA 11 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
DISPOSITIVOS DE ARMAZENAMENTO AULA 11 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores Linda
ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer
ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer FONTES DE LUZ ARTIFICIAL HISTÓRICO Antes da invenção da lâmpada fogo, velas, lampiões a gás; Primeira lâmpada elétrica Thomas Edson, em 1879;
Valor lógico UM (Verdade, 1): 5 Volts. Valor lógico ZERO (FALSO, 0): 0 Volts.
I FUNÇÔES E LOCOS LÓGICOS I.1 - SISTEMS DIGITIS - INTRODUÇÃO Sistemas Digitais Notas de ula 1 O mundo real apresenta duas representações para as medidas. Representação analógica e a representação digital.
Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s)
Memórias O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Essas informações são guardadas eletricamente em células individuais. Chamamos cada elemento
Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari
Profa. Dra. Amanda Liz Pacífico Manfrim Perticarrari http://www.youtube.com/watch?v=slhvnhh9iw0&feature=fvwrel São representações dos números de uma forma consistente. Apresenta uma grande quantidade de
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização
Memória cache. Prof. Francisco Adelton
Memória cache Prof. Francisco Adelton Memória Cache Seu uso visa obter uma velocidade de acesso à memória próxima da velocidade das memórias mais rápidas e, ao mesmo tempo, disponibilizar no sistema uma
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS
7. DIAGRAMAÇÃO DAS PLACAS A diagramação das placas de Sinalização Vertical de Indicação compreende os seguintes passos: Definição da altura das letras, a partir da velocidade regulamentada na via; Dimensionamento
Gerência do Sistema de Arquivos. Adão de Melo Neto
Gerência do Sistema de Arquivos Adão de Melo Neto 1 Gerência do Sistema de Arquivos Organização dos arquivos Estrutura de diretório Gerência de espaço livre Gerência de alocação de espaços em disco Proteção
Fundamentos da Computação Dispositivos de Armazenamento Entrada e Saída
Fundamentos da Computação Dispositivos de Armazenamento Entrada e Saída Dispositivos de Memória Secundária; de Massa ou Armazenamento. Prof. Bruno Guilhen www.concursosdeti.com.br Unidades de armazenamento:
Hit dos Bits. Série Matemática na Escola
Hit dos Bits Série Matemática na Escola Objetivos 1. Apresentar o sistema de numeração binário; 2. Mostrar aplicações de sistemas de numeração diferentes do decimal; Hit dos Bits Série Matemática na Escola
Seu manual do usuário COMPAQ BD 340I http://pt.yourpdfguides.com/dref/3594988
Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual do usuário (informação,
Sumário. Administração de Banco de dados Módulo 12. Ilustração Backup-Recovery. Recuperação (Recovery) - Definição
Sumário Administração de Banco de dados Módulo 12 1. Administração de SGBDs - Continuação 1.1. Recuperação (Recovery) 1.1.1. Recuperação de sistema 1.1.2. Recuperação da mídia M. Sc. Luiz Alberto [email protected]
É a parte física de um computador, formada por peças e circuitos eletrônicos que ficam dentro do Gabinete (Torre). Existem diversos tipos de
É a parte física de um computador, formada por peças e circuitos eletrônicos que ficam dentro do Gabinete (Torre). Existem diversos tipos de HARDWARE, segue abaixo, alguns dos HARDWARES INTERNOS do computador:
INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE
UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação
Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr
Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Conceitos básicos de informática O que é informática? Informática pode ser considerada como significando informação automática, ou seja, a utilização de métodos
