Inova Mineral 27/10/2015
|
|
|
- Stéphanie Pinheiro Nobre
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inova Mineral Workshop para estruturação de um Plano Conjunto BNDES-FINEP de apoio à inovação tecnológica no setor de mineração e transformação mineral 27/10/2015
2 Inova Mineral AGENDA Objetivo: Propor a estruturação e execução de um programa de inovação para o setor mineral; Agenda: Programação do Workshop; Contextualização; Objetivo do programa, Elaboração da proposta e Premissas; Linhas Temáticas Pré-Definidas; Orçamento e Cronograma.
3 Workshop Programação Abertura:14:30 às 15:00 FINEP e BNDES 1 Bloco: Proposição de um Plano Central de Apoio e Cenário Atual. Palestrantes: MME e IBRAM (20 min exposição) 2 Bloco: Tecnologias Críticas e Estado da Arte na Cadeua Minero- Metalúrgica. Palestrantes: ABM, UFSC e IPT (25 min exposição + 15 min consolidação do bloco 1 e 2) - Coffe-Break 3 Bloco: Experiências e Oportunidades de Geração de Valor em Serviços, Processo e Produtos. Palestrantes: Gerdau, Vale, Villares Metals e Votorantim ( 1h exposição + 30min consolidação)
4 Inova Mineral Contextualização Geral Perda de competitividade da indústria brasileira As indústrias mineral e metalúrgica são importantes fornecedoras de insumos para as indústrias de máquinas e equipamentos, de transportes, de energia, entre outros; Principal fonte de arrecadação e vetor de desenvolvimento de regiões vocacionadas. Deterioração do saldo da balança comercial brasileira Potencial gerador de divisas do setor de mineração Saldo Comercial de US$ 26 bi em Agenda Setorial Mineral da PDP, Plano Brasil Maior e PPA (o Inova Mineral é uma iniciativa específica do PPA) Agregação de valor ao bem mineral; Aumento da produtividade; Adensamento das cadeias produtivas.
5 Inova Mineral Objetivo Fomento e seleção de Planos de Negócios baseados em PD&I; Apoio a cadeias produtivas da indústria de mineração, complementares e/ou consorciáveis com atores de outras cadeias a montante ou a jusante, com exceçãodossegmentosdeóleoegás. Produção e agregação de valor em minerais estratégicos portadores de futuro no país, de demanda crescente e/ou elevado impacto atual e esperado na balança comercial; Processos mais eficientes e sustentáveis; Bens e serviços ofertados ao setor de mineração e transformação mineral.
6 Inova Mineral Elaboração da Proposta A elaboração da presente proposta tomou como base: Realização de Workshop de Inovação em Mineração (2014); Aprofundamento em uma série estudos setoriais: CGEE -Estudo Prospectivo do Setor Siderúrgico: CGEE -Materiais avançados no Brasil CGEE - Roadmap tecnológico para produção, uso limpo e eficiente do carvão mineral nacional. CGEE Usos e Aplicações de Terras Raras no Brasil: 2012 a CETEM Tendências Tecnológicas Brasil 2015: Geociências e Tecnologia Mineral CETEM Centro de Tecnologia Mineral. Agrominerais para o Brasil.. DNPM Departamento Nacional de Produção Mineral. Sumário Mineral MCTI Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação MME -Plano Nacional de Mineração 2030 (PNM 2030). Reuniões de Trabalho Interministeriais Estruturadas (próx. Slide). Atuação setorial do BNDES e FINEP.
7 Inova Mineral Elaboração da Proposta Realizou-se uma série de reuniões de trabalho com o objetivo de: Articular ações estruturantes em Inovação para a Cadeia Mineral Validar Premissas que a Finep e BNDES tem estudado / proposto; Conhecer propostas e ações que os demais agentes tem em vista. Participantes: FINEP (MCTI) BNDES (MDIC) CETEM (MCTI) ABDI (MDIC) Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (MME) Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação(MCTI) Secretária de Desenvolvimento da Produção (MDIC) Secretária de Planejamento e Investimento Estratégico (MPOG) Com este mesmo intuito, está em curso consultas a potenciais interessados.
8 Inova Mineral Características Gerais Operacionalização conjunta Finep e BNDES, via publicação/lançamento do programa e edital(ais) de chamada pública, que detalharão: 1. Instrumentos de apoio financeiro, respeitando as normas e requisitos específicos de cada instrumento, definidos pelo Finep e BNDES; 2. Disponibilidade dos recursos e critérios de elegibilidade das empresas participantes e dos planos de negócios analisados; e 3. Critérios, prazos e etapas do processo seletivo.
9 Inova Mineral Linhas Temáticas: visão geral e objetivos Linha 1: Pesquisa e Desenvolvimento de tecnologias de processos e produtos com foco em Minerais Estratégicos Portadores de Futuro, restritos ao elementos relacionados; Objetivo: Estimular o avanço na cadeia produtiva destes minerais, incluindo a fabricação dos metais, ligas e compostos. Linha 2: Pesquisa e Desenvolvimento de tecnologias de processos e produtos com foco em Minerais Estratégicos de déficit comercial: Fosfato e Potássio Objetivo: aumentar a disponibilidade, desenvolver fontes alternativas e novas rotas de processo.
10 Inova Mineral Linhas Temáticas: visão geral e objetivos Linha 3: Pesquisa, Desenvolvimento, Aprimoramento e Escalonamento de Tecnologias de Mineração e transformação mineral; Objetivo: fomentar o desenvolvimento de soluções para problemas técnicos relevantes, do ponto de vista das externalidades, da indústria mineral. Linha 4: Desenvolvimento e Produção Pioneira de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas para a Mineração e Transformação Mineral Objetivo: Aumentar o patamar tecnológico da cadeia nacional de fornecedores. Deverão ser priorizadas as propostas que asseguram o desenvolvimento de engenharia no país, ou a absorção de tecnologias de impacto considerável.
11 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 1) Minerais Estratégicos Portadores de Futuro : Aplicação em produtos de alta tecnologia e demanda crescente; Produção de alto valor unitário; Potencial de desenvolvimento de processos e produtos de cadeias produtivas de alto valor a jusante; Foco elegível ao FUNTEC, destinado a: Ligas, compostos e materiais de alto desempenho; e Produtos e aplicações inovadoras baseadas nas propriedades específicas dos minerais;
12 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 1) Minerais Estratégicos Portadores de Futuro : 1.1 Desenvolvimento tecnológico e aprimoramento de métodos de pesquisa mineral e de processos de lavra, beneficiamento e transformação dos minérios selecionados; 1.2 Desenvolvimento tecnológico e aprimoramento de processos e produção de ligas, compostos e materiais de alto desempenho; 1.3 Pesquisa e desenvolvimento tecnológico de produtos e aplicações inovadoras baseadas nas propriedades específicas dos minerais. Restrito aos seguintes elementos: COBALTO GRAFITA LÍTIO METAIS DO GRUPO PLATINA MOLIBIDÊNIO SILÍCIO (GRAU SOLAR) TÁLIO TÂNTALO TERRAS RARAS TITÂNIO VANÁDIO NIÓBIO
13 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 2) Minerais de elevada dependência externa: Fosfato e Potássio: PD&I aplicada principalmente a processos de pesquisa e produção capazes de viabilizar jazidas até então inviáveis; Utilizados na fabricação de fertilizantes; Déficit comercial de concentrados e intermediários destes produtos ficou no patamar de US$ 6,3 bilhões, em 2013; Com reservas em geral de difícil acesso, 90% do potássio consumido no Brasil em fertilizantes é importado.
14 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 2) Minerais de elevada dependência externa: Fosfato e Potássio: 2.1 Desenvolvimento tecnológico e aprimoramento de métodos de pesquisa mineral e processos de lavra, beneficiamento e processamento dos minérios selecionados; 2.2 Pesquisa e Desenvolvimento tecnológico de fontes alternativas e rotas de processamento para produção de nutrientes de origem mineral (P e K) para agricultura; 2.3 Pesquisa e Desenvolvimento tecnológico de Produtos fertilizantes minerais mais eficientes e mais adaptados às culturas brasileiras.
15 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 3) Tecnologias e processos mais eficientes e sustentáveis: 3.1 Técnicas de prospecção e exploração mineral, e tecnologias de processos prédefinidos, para viabilizar novos empreendimentos; 3.2 Rotas mais eficientes de recuperação e concentração mineral; 3.3 Processos hidrometalúrgicos, tecnologias de bioprocessamento, e tecnologias voltadas para utilização do carvão mineral nacional; e 3.4 Tecnologias e processos de aproveitamento de resíduos, de fechamento de mina e recuperação de áreas mineradas. Considera principalmente o declínio dos teores de concentração nas jazidas de diversos minerais, oportunidades de aproveitamento de jazidas brasileiras e de redução de impacto ambiental.
16 Inova Mineral Focos/Linhas de Apoio (Linha 4) Desenvolvimento e Produção Pioneira de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas para a Mineração e Transformação Mineral: 4.1 Pesquisa e Exploração Mineral; 4.2 Lavra: Operações tais como desmonte, escavação, corte e carregamento, perfuração, modelagens e simulações computacionais, e transporte, etc; 4.3 Beneficiamento: Operações tais como cominuição; separação densitária, granulométrica, magnética, eletrostática e pneumática, flotação, pelotização, separação sólido água, preparação e manuseio de polpa, etc; 4.4 Transformação Mineral: metalurgia e transformação de não-metálicos; 4.5 Tecnologias em automação de operações mineiras e de transformação mineral.
17 Inova Mineral Orçamento e Cronograma Vigência de 5 anos, com previsão de lançamento de mais de um edital - maior previsibilidade para prospecção e maturação de novos projetos de PD&I; Previsão de recursos de financiamento da ordem de R$ 1,2 bilhão, das fontes BNDES/FinepedoBNDES,(orçamentodesubvençãoaindaemfasededefinição); Expectativa de lançamento do programa em dezembro de 2015; Expectativa de lançamento do primeiro edital no 2º trimestre de 2016; Previsãode até 6 meses para submissãodos planos de negócio, mais 6 meses para avaliação e contratação das operações(os prazos serão definidos no Edital); Iníciododesembolsoderecursosprevistoparao4ºtri.2016/1 tri.2017.
18 Inova Mineral Obrigado! Rodrigo Secioso Gestor- Departamento de Processos Industriais- DPIN
Política e Prioridades Brasileiras para Recursos Minerais Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
Workshop: Oportunidades de Desenvolvimento e Inovação em Mineração e Metais Política e Prioridades Brasileiras para Recursos Minerais Desenvolvimento Tecnológico e Inovação SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO
O mercado e as perspectivas para a integração da cadeia deterras raras
O mercado e as perspectivas para a integração da cadeia deterras raras Miguel Nery Diretor de Desenvolvimento Produtivo 26/11/2015 Demanda por Aplicação Usos de ETR em 2010 (Lynas, 2011), Citi in Lima,
Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral
Inova Mineral Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral Articulação e participação MME, ABDI, MCTI, CETEM, MDIC, empresas e ICT s Crédito e renda
Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.
Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e
A Mineração e a. Política Nacional de Mudança do Clima
Secretaria de Geologia, A e a Política Nacional de Mudança do Clima Departamento de Desenvolvimento Sustentável na Secretaria de Geologia, Ministério das Minas e Energia Secretaria de Geologia, SUMÁRIO
RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS
RESÍDUOS AGROSILVOPASTORIS Diretriz 01: Desenvolvimento e inovação de tecnologias para o aproveitamento de resíduos orgânicos e inorgânicos das atividades agrosilvopastoris. 1.Estabelecimento de linhas
Plano Brasil Maior Inovar para competir. Competir para crescer. 2011/2014
II Seminário Brasileiro de Terras-Raras Plano Brasil Maior Inovar para competir. Competir para crescer. 2011/2014 Indústria de Terras Raras no Brasil Proposta de articulação empresarial para integração
O Inova Agro é parte do Plano Inova Empresa
O Inova Agro é parte do Plano Inova Empresa Orçamento de contratação 2013-14: R$ 32 bilhões............ Objetivos: Fomentar e apoiar planos de negócios de inovação, através do uso coordenado dos instrumentos
PARÁ Fomento à exploração mineral
PARÁ Fomento à exploração mineral Ouro Preto, Maio de 2016 2 O ESTADO DO PARÁ Brasil Região Amazônica Estado do Pará Regiões de Integração Informações PARÁ Part (%) no Brasil Área (1.000 km 2 ) 1.248 15%
PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA
Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS NANOTECNOLOGIA Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =
SIMEXMIN 2012 - Visão Empresarial Sobre as Diretrizes do Governo para o Setor Mineral e Contribuição à Sua Adequação
SIMEXMIN 2012 - Visão Empresarial Sobre as Diretrizes do Governo para o Setor Mineral e Contribuição à Sua Adequação SIMEXMIN 2012 OURO PRETO, 21 de maio de 2012 IBRAM-Instituto Brasileiro de Mineração
EDITAL CHAMADA DE CASOS PARA PARTICIPAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS INICIATIVAS INOVADORAS PARA SUSTENTABILIDADE EM DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA
EDITAL CHAMADA DE CASOS PARA PARTICIPAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS INICIATIVAS INOVADORAS PARA SUSTENTABILIDADE EM DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio
Projetos acadêmicos Economia verde
Projetos acadêmicos Economia verde Entre os dias 20 e 22 de junho deste ano o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD), chamada de Rio+20, pois vai acontecer
Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral Nacional
Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral Nacional Elyas Medeiros Assessor do CGEE Líder do Estudo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação
POWER FUTURE PROINFA: POLÍTICA PÚBLICA DE ENERGIA RENOVÁVEL LAURA PORTO
POWER FUTURE PROINFA: POLÍTICA PÚBLICA DE ENERGIA RENOVÁVEL LAURA PORTO Diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Fortaleza, 18 de setembro
DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS, PELO BRASIL, PARA VIABILIZAR A EXPLORAÇÃO DE TERRAS-RARAS
Audiência Pública, 25/abril/2012 Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS, PELO BRASIL, PARA VIABILIZAR A EXPLORAÇÃO DE TERRAS-RARAS
Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento da Amazônia PCTI/Amazônia. Apresentação na Reunião do Confap
Desenvolvimento da Amazônia PCTI/Amazônia Apresentação na Reunião do Confap Brasília/DF, 13 de Maio de 2014 Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento da Amazônia Brasileira
Ministério de Minas e Energia Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral
Ministério de Minas e Energia Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral 1 Objetivos do Novo Modelo Fortalecer a ação do Estado no processo regulatório (soberania sobre os recursos minerais);
Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau
Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Fundação Getulio Vargas, Abril de 2011 REGIÃO PODE TER LEGADO COMPATÍVEL COM DESENVOLVIMENTO INOVADOR E SUSTENTÁVEL Deixar um legado
II Seminário Brasileiro de Terras-Raras
II Seminário Brasileiro de Terras-Raras Mineração e materiais: a falta de um planejamento estratégico 29 de novembro de 2013 Paulo César Ribeiro Lima Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados Importância
Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento. Elevar o patamar e o impacto da CT&I no Brasil
Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento Elevar o patamar e o impacto da CT&I no Brasil Políticas de educação, ciência, tecnologia e inovação no Brasil na última década Ampliação e aperfeiçoamento
Inovação e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan
Inovação e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan Introdução Esta apresentação tem como objetivo sinalizar a importância de uma efetiva articulação entre a política de comércio exterior e a política tecnológica,
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 003, de 9 de abril de 2008. Aprova o Regulamento do Sistema Brasileiro de Tecnologia. O Presidente do Comitê
PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ
PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ Onde estamos?? Quem somos?? Número de indústrias de Cal e Calcário: 95. Principais Municípios integrantes do APL: Colombo, Rio Branco
PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA
Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS BIOTECNOLOGIA Legenda: Branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho =
CETEM: 15 anos de apoio aos APLS. Os Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral (APLS-BM) fazem parte da política de
CETEM: 15 anos de apoio aos APLS Os Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral (APLS-BM) fazem parte da política de atuação do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM/MCTI) desde 1998. Neste ano, a Unidade
Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia
Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da
Presidente da FINEP. Diretores da FINEP. Chefe de Gabinete da Presidência. Presidente da República. Vice-Presidente da República
POLÍTICA OPERACIONAL 2012-2014 Presidente da República Dilma Vana Rousseff Vice-Presidente da República Michel Temer Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação Marco Antonio Raupp Secretário
FONTES DE FOMENTO -FINANCIAMENTO PARA EMPRESAS NASCENTES
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DE RIBEIRÃO PRETO FONTES DE FOMENTO -FINANCIAMENTO PARA EMPRESAS NASCENTES PROFª DRª GECIANE PORTO [email protected] FONTES DE
CNH CASE NEW HOLLAND. Compartilhando experiências em busca de novos conhecimentos. Daniel Fernando Maas Controller Desenvolvimento de Produtos
CNH CASE NEW HOLLAND Compartilhando experiências em busca de novos conhecimentos Daniel Fernando Maas Controller Desenvolvimento de Produtos Agenda Visão Geral da Empresa CNH Processo para Inovação na
SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008
SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS
O Programa Produtor de Água
O Programa Produtor de Água Arcabouço Legal e Institucional Lei nº 9.433 de 8.01.97 Titulo I - Da Política Nacional de Recursos Hídricos Capitulo II Dos Objetivos Artigo 2º - São objetivos da Política
Estudo CGEE/MCTI Usos e Aplicações de Terras Raras
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Estudo CGEE/MCTI Usos e Aplicações de Terras Raras Workshop Terras Raras: Cenários Prospectivos no Globais Brasil: e 2012-2030 Escolha do Cenário
Apoio do BNDES para a Cadeia de Fornecedores de P&G -Programa BNDES P&G -
Apoio do BNDES para a Cadeia de Fornecedores de P&G -Programa BNDES P&G - Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás Área de Insumos Básicos Outubro de 2011 1 Agenda 1.OBNDESeaIndústriadeP&G 2.ACadeiadeFornecedoresdeP&G
ALTERNATIVAS PARA DEPOSIÇÃO DE ESTÉRIL PARA A MINA DO BARREIRO
ALTERNATIVAS PARA DEPOSIÇÃO DE ESTÉRIL PARA A MINA DO BARREIRO Marcélio Prado Fontes,Vale Fertilizantes/CEFET [email protected] Rodrigo de Lemos Peroni UFRGS Luciano Nunes Capponi, Vale Fertilizantes
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL O presente documento tem por objetivo
INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO
INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO 1 Sumário OPORTUNIDADE PARA UMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO SÍNTESE DA PROPOSTA NÍVEL SISTÊMICO: PROJETOS E INICIATIVAS NÍVEL ESTRUTURAL: PROJETOS
ESCO COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
ESCO COMO INSTRUMENTO DE FOMENTO A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Ralf Majevski Santos 1 Flávio Tongo da Silva 2 ( 1 [email protected], 2 [email protected]) Fundamentos em Energia Professor Wanderley
Oportunidades para o Fortalecimento da Indústria Brasileira de Fertilizantes
Oportunidades para o Fortalecimento da Indústria Brasileira de Fertilizantes Marcelo Alves Pereira, Bunge Fertilizantes Novembro - 2009 Estimativas da ONU indicam que a população mundial em 2050 será de
Plano de Negócios 2011-2015
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS Companhia Aberta FATO RELEVANTE Plano de Negócios 2011-2015 Rio de Janeiro, 22 de julho de 2011 Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras comunica que seu Conselho de Administração
Ministério das Cidades Planejamento Urbano
Ministério das Cidades Planejamento Urbano Workshop Financiamento de Municípios - ABDE Rio de Janeiro 18 de julho de 2013 Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos Departamento de Políticas
Aspectos Jurídicos 1
Aspectos Jurídicos 1 Planejamento do conteúdo: 1. Direito de energia no Brasil Estrutura e funcionamento do Estado brasileiro Marcos regulatórios (CR, as Políticas, as Leis, as Agências) 2. A contratação
NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)
NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO
FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa
FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil
GT de Economia Criativa
GT de Economia Criativa Santa Maria, 02 de outubro de 2012 Pauta da reunião 1) Ações após a 1ª reunião do GT 2) Apresentação do Projeto de Mapeamento Georreferenciado da Economia Criativa 3) Apresentação
CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII
CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII A Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII torna público o processo de seleção para habilitar Polos EMBRAPII IF (PEIF). Os
O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:
Política de financiamento. da FINEP para empresas
Política de financiamento da FINEP para empresas SMR, 15/09/2003 FINEP Marcos históricos 1967 FINEP substitui o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas (José Pelúcio Ferreira) 1969 Criado
Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO
Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2
Principais obras estruturantes
Principais obras estruturantes sumário Escolha a obra e clique para visualizar 1 2 3 4 5 6 Diretoria de Gestão de Tecnologia de Informação (DGTI) Data Center Ecobicicletários Engenharias Prédio da Geologia
P&D no Setor Elétrico Programa de P&D regulado
P&D no Setor Elétrico Programa de P&D regulado pela ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética - SPE Contexto Legal Origem - Lei #
O PROGRAMA DE EXPLORAÇÃO MINERAL CBPM. SIMEXMIN Ouro Preto - Maio 2012
O PROGRAMA DE EXPLORAÇÃO MINERAL CBPM SIMEXMIN Ouro Preto - Maio 2012 REFERENCIAIS HISTÓRICOS A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) é uma sociedade de economia mista, criada pela Lei Estadual nº
Compras Públicas Sustentáveis
1º Diálogo Finanças e Meio Ambiente: Seminário Internacional Gastos Sustentáveis e Eficiência Energética Compras Públicas Sustentáveis Jhéssica Ribeiro Cardoso Brasília, Outubro/2013 Conteúdo Programático
Patentes de Genes Humanos e a Tutela dos Interesses Difusos
Patentes de Genes Humanos e a Tutela dos Interesses Difusos Profa. Adriana Diaféria Novas Tecnologias da Genética Humana: Avanços e Impatos para a Saúde Rio de Janeiro RJ 23.03.2007 O papel das ciências
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado A oferta da Promon Intelligens considera o desenvolvimento de
Passivos Ambientais Mineração. Marcelo Jorge Medeiros Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano
Passivos Ambientais Mineração Marcelo Jorge Medeiros Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano ATIVIDADE DE MINERAÇÃO A mineração está sempre entre as atividades para as quais, em quase todos os
ANEXO 2 PLANO DE INVESTIMENTO E GESTÃO SOCIOAMBIENTAL - MODELO 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO 1.2 IDENTIFICAÇÃO
PLANO DE INVESTIMENTO E GESTÃO SOCIOAMBIENTAL MODELO Descrição da Proposta 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO Objetivos Resultados Esperados Estratégia de Ação Nome da Entidade 1.2 IDENTIFICAÇÃO Razão Social CGC/CNPJ
POTÁSSIO DO BRASIL CONFIRMA RESERVAS DE POTÁSSIO NO AMAZONAS QUE PODEM GARANTIR SUPRIMENTO AOS AGRICULTORES BRASILEIROS
POTÁSSIO DO BRASIL CONFIRMA RESERVAS DE POTÁSSIO NO AMAZONAS QUE PODEM GARANTIR SUPRIMENTO AOS AGRICULTORES BRASILEIROS PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA As descobertas de minério de potássio na Bacia do Amazonas
PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.
PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente
MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR
A FINEP e a Inovação nas Empresas
A FINEP e a Inovação nas Empresas Avílio Antônio Franco [email protected] A Missão da FINEP Promover e financiar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica em empresas, universidades, centros
APROCAL Associação dos Produtores de Calcário
APL DO CAL E CALCARIO DO ESTADO DO PR SETEMBRO DE 06 APROCAL Associação dos Produtores de Calcário APL do Cal e Calcário - Números Número de indústrias de Cal e Calcário: 90. Pelo porte, no total da indústria
SENAI. Foi dado o sinal verde para o futuro da indústria.
SENAI. Foi dado o sinal verde para o futuro da indústria. Instituto SENAI de Inovação Química Verde e Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental. As soluções inovadoras agora têm endereço certo. O Instituto
MINERAÇÃO NA BAHIA: RANKING NACIONAL E POTENCIAL DA PESQUISA MINERAL
MINERAÇÃO NA BAHIA: RANKING NACIONAL E POTENCIAL DA PESQUISA MINERAL Sessão Técnica: Mina a Céu Aberto Aspectos Econômicos e Sociais AUTORES: Cláudia Maia, Eriberto Leite, Osmar Silva e Rodrigo Lanfranchi
ÁGUA NA INDÚSTRIA MINERAL, IMPACTOS DA SECA, PERSPECTIVAS
ÁGUA NA INDÚSTRIA MINERAL, IMPACTOS DA SECA, PERSPECTIVAS Virginia S. T. Ciminelli Departamento de Engenharia Metalúrgica e Materiais, UFMG INCT em Recursos Minerais, Água e Biodiversidade. Raíssa R. V.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação
CICLO DE PALESTRAS SOBRE CICLO DE PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO São Carlos 03 de junho de 2005 UFSCAR NIT
CICLO DE PALESTRAS SOBRE CICLO DE PALESTRAS SOBRE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO São Carlos 03 de junho de 2005 UFSCAR NIT INFORMAÇÃO PARA A QUALIDADE NO CONTEXTO DA TECNOLOGIA INDUSTRIAL BÁSICA TIB Graça
Plano Nacional de Resíduos Sólidos Resíduos Sólidos
Plano Nacional de Resíduos Sólidos Departamento t de Desenvolvimento Sustentável tá na Mineração Ministério das Minas e Energia LEI Nº 12.305/2010 Art. 1 o Esta Lei institui a Política Nacional de Resíduos
PROJETO AGENDAS TECNOLÓGICAS SETORIAIS ATS Setor de Construção Civil 12/08/2009
PROJETO AGENDAS TECNOLÓGICAS SETORIAIS ATS Setor de Construção Civil 12/08/2009 Realização e Coordenação: Execução: Apresentação O projeto Agendas Tecnológicas Setoriais ATS - tem como objetivo identificar
PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO)
PROJETO DE LEI N., DE 2015 (Do Sr. DOMINGOS NETO) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para gestão e aproveitamento dos resíduos da construção civil e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL
