CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE"

Transcrição

1 CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE Afinal o que é a Marca Moçambique? Saiba porque foi criada Conheça os seus atributos e benefícios O que reflecte o logotipo? Saiba como ajudar na sua divulgação Saiba como obter os direitos de uso 1. FUNDAMENTAÇÃO Tendo em conta o grande potencial que Moçambique tem na área do turismo e o seu inquestionável contributo para o crescimento económico, o Governo definiu, de forma clara, no seu Programa Quinquenal, na Política e no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo , como visão estratégica deste sector, a Criação de um ambiente institucional que garanta o desenvolvimento sustentável do turismo contribuindo para o desenvolvimento económico e social nas comunidades locais e no País em geral. Foi nesta esfera e como forma de a atingir a meta consagrada na visão acima descrita que o Conselho de Ministros aprovou, a 28 de Agosto de 2008, uma marca nacional designada Marca Moçambique como parte da estratégia do desenvolvimento económico e para o posicionamento de Moçambique como Page 1

2 destino competitivo a nível internacional. A Marca Moçambique torna-se desta forma, o instrumento fundamental para a promoção e marketing do País como um destino fascinante no concernente a investimentos, negócios e turismo. O lançamento da Marca Moçambique teve lugar no dia 26 de Fevereiro do ano em curso, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, e foi concebido de modo a apresentar uma nova visão e imagem de Moçambique: um País destacável e seguro, pronto para partilhar as suas maravilhas e ocupar o espaço a que tem direito a nível mundial. 2. PORQUE FOI CRIADA? Em Moçambique, o impacto do turismo na economia ainda não atingiu os níveis desejados pelo facto de o seu potencial turístico ser pouco expressivo na Região, exceptuando-se o caso de Maputo e praias do sul do país. A fraca promoção e marketing revertem-se em muito pouco conhecimento e, igualmente, num reduzido número de visitas a partir de fontes identificadas do mercado. Consequentemente, Moçambique é pouco conhecido como destino turístico, apesar das suas qualidades atractivas icónicas e únicas. Para fazer face a este desafio, o Ministério do Turismo, em colaboração com os operadores turísticos dos sectores público e privado, decidiu desenvolver um plano e estratégia de marketing, baseado em acções imediatas e práticas que assegurem a divulgação a nível internacional de Moçambique como destino emergente, com qualidades únicas e exótico, bem como o incremento do número de visitantes e posicionar o País como destino competitivo de nível internacional para investimentos, negócios e turismo. 2

3 2.1. Objectivo da Marca Moçambique Ganhar prestígio e investimentos através da preferência e lealdade que for a conquistar nos investidores, viajantes e turistas nacionais e estrangeiros; Apresentar uma nova visão e imagem do País: a visão de Moçambique como um local destacável e seguro para investimento; um país pronto para partilhar as maravilhas e oferecer experiências; Posicionar Moçambique como destino competitivo a nível internacional; Adicionar o valor real ao potencial existente, o que permitirá o aumento da cotação de Moçambique no mundo; Os projectos integrados para Investimento em Turismo (projecto Ancora e Arco Norte hotéis, apartamentos, casas de repouso, centros comerciais, campos desportivos incluído campos de golfe) que resultarão na criação de novos destinos turísticos com características muito particulares e que visam responder a necessidade de requalificação da oferta turística nacional, constituindo modelo de solução para problemas de planificação e reordenamento nas zonas turísticas; A Marca funcionará como indutor dos projectos âncora e alicerce para o desenvolvimento desses novos destinos turísticos que deverão a ela estar associados, tendo assim uma identidade comum, mas contemplando simultaneamente as características únicas de cada um. 3. O QUE É A MARCA MOÇAMBIQUE A Marca Moçambique é o DNA do país, concentrando todos os valores e atributos do país e reflectindo a verdadeira identidade de Moçambique. Page 3

4 Separa a imagem do antes, agora e depois com a forte identidade aliada a imagem moderna, projectada no futuro, mas mantendo sempre um vínculo com a história. 1. Mensagem Chave MOÇAMBIQUE, DESTINO FASCINANTE, que goza de características únicas, onde viver experiências intensas, com um povo apaixonante e integro. Moçambique, país mágico. País caloroso e acolhedor. 2. O que reflecte o Logotipo? O logotipo, denominado Ciclo Feliz e que graficamente é uma concha naútilos com cores de mar, praia, vida selvagem, sol e cultura, representando os atributos do País, da seguinte forma: Amarelo - Sol Verde Natureza Azul Mar/costa/oceano Castanho raízes, cultura e terra (uma areia castanha de fundo dedicada à simbologia). O efeito pincelado inspira autenticidade Tem como pilares o natural, pureza, topo de gama, regeneração, exótico, ciclo, essência, origem, rejuvenescimento, cor prisma, futuro, beleza, vida, mar, promissor, optimismo, delicado, infinito. Reflecte a diversidade, a modernidade e o multiculturalismo. 4

5 O logotipo e o conceito de marca Destino Fascinante trazem consigo o facto de nunca terem sido antes usados. E com este conceito pretende-se transmitir: Ambiente caloroso e acolhedor Humildade, terra-à-terra, magia, partilha Tolerância O inexplorado, experiências inéditas Envolvente química e emocional com os seus habitantes Uma cultura assente na diversidade étnica Uma herança que transporta o mistério e exotismo, a diversidade religiosa, a raiz bantu Uma beleza local subtil, mente aberta e acessível Uma visão moderna para o futuro do turismo de Moçambique Um posicionamento global singular e específico para o Turismo Africano de Negócios como uma oferta única Uma forte promessa de exotismo que vai ancorar o País numa tendência muito positiva e dinâmica Um território extraordinário com uma combinação única na região Um local seguro e genuíno. 4. QUAIS OS BENEFÍCIOS DA MARCA MOÇAMBIQUE A Marca Moçambique vai trazer benefícios para as comunidades locais, da seguinte forma: Vai criar oportunidades, gerar emprego e melhorar a condição de vida das populações, sobretudo da camada mais jovem. Vai ajudar a ter um comportamento acolhedor para com os turistas. Vai ajudar os nacionais a ter orgulho e espírito nacionalista e cultura turística. Page 5

6 Vai informar as comunidades que o turismo nacional tem impacto internacional e tem uma natureza virgem, com praias, locais exóticos, sendo necessário preservá-los. Vai informar as comunidades que o turismo em tendência positiva e dinâmica, pois vai atrair investidores para o país. Vai informar as comunidades que temos que valorizar a nossa herança multi-cultural. Exalta valores e atributos do povo. Esta identidade inclui aspectos como a cultura, a gastronomia, a riqueza natural o que nós somos e como torná-la reconhecida a todos os níveis, de uma forma organizada. Em suma, dir-se-ia o seguinte: A marca invoca um sentimento, uma atitude e uma associação. É imediatamente reconhecível, não só como um produto mas também por todos os atributos que a valorizam. A marca desenvolve uma personalidade, uma única voz que é reconhecida pelo mundo inteiro, onde quer que ela esteja. Neste caso, a marca torna Moçambique memorável, distinguível e principalmente adiciona valor real ao potencial existente. A cotação de Moçambique a nível internacional vai aumentar tanto em termos quantitativos como em qualitativos. Elemento representativo de todos os sectores sociais e económicos do País. É um elemento importante para catalisar os investimentos e criar melhor ambiente de negócios. Estabelece uma ponte entre produtos e serviços a ela associados e os seus habitantes e visitantes. 6

7 5. COMO VOCÊ PODE AJUDAR NA SUA DIVULGAÇÃO? Instituições Públicas: Aplicando o logo em documentos diversos (apresentações, relatórios, boletins informativos, etc.), materiais promocionais (calendários, agendas, canetas, chaveiros, posters, camisetes, bonés, etc.). Organizando palestras para consciencialização de trabalhadores sobre a importância e benefícios da Marca Moçambique e da unidade nacional. Entre outras acções. Operadores Turísticos e Agências de Viagens Inclusão do logo nos catálogos de viagens, brochuras, folhetos; Inclusão do logo em materiais promocionais corporativos: agendas, calendários, brindes. Inclusão do logo em apresentações e documentos de acesso ao cliente final. Inclusão do logo em websites. Entre outras acções. Companhias Aéreas Divulgação de vídeos promocionais do turismo de Moçambique a bordo dos aviões; Divulgação de anúncios da Marca Moçambique em revistas especializadas de bordo. Page 7

8 Inclusão do logo em boletins informativos/newsletters. Inclusão do logo em websites. Utilização do logo em materiais promocionais diversos (panfletos, brochuras, cartazes, posters, banners, roll-ups, vídeos promocionais, brindes, etc.) Hotéis Utilização do logo em materiais promocionais diversos (panfletos, brochuras, cartazes, posters, banners, roll-ups, vídeos promocionais, brindes, etc.). Utilização do logo em estacionário de acesso ao cliente final. Inclusão do logo em websites. Entre outras acções. Restaurantes Inclusão do logo em cartas e menus do restaurante. Utilização do logo em materiais promocionais diversos (panfletos, brochuras, cartazes, posters, banners, roll-ups, vídeos promocionais, brindes, etc). Outras Organizações Incluindo o logo em seus materiais promocionais (brochuras, folhetos, revistas, catálogos, encartes, manuais, posters, mapas, calendários, agendas, canetas, quadros, chaveiros, menus, meios de transportes, folders, etc. Realizando palestras em seus locais de trabalho, sua escola, universidade, seu hotel, agência de viagens, etc. 8

9 6. COMO OBTER OS DIREITOS DE USO? Para obter os direitos de uso da Marca Moçambique deve enviar uma comunicação por escrito ao Instituto Nacional do Turismo, à Direcção de Serviços de Marketing, manifestando o seu interesse e informando sobre o objecto da aplicação. INFORMAÇÕES Para qualquer informação adicional, por favor visite o website do Instituto Nacional do Turismo: Ou contacte os nossos escritórios: Av. 25 de Setembro 1203, 2º andar, Maputo. Telefone: /1 Fax: /3 Page 9

Marketing Pessoal. aumentem de valor.

Marketing Pessoal. aumentem de valor. P U B L I C A Ç Ã O N º 3 2 3 D E Z E M B R O 2 0 0 9 Marketing Pessoal PONTOS DE INTERESSE: Conceito Na Prática Definir Objectivos Marca Pessoal Marketing Pessoal pode ser definido como o processo de

Leia mais

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP

O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP O PAPEL DA GESTÃO DE ÁREA URBANA NO SUCESSO DAS OPERAÇÕES INTEGRADAS DE REABILITAÇÃO J. Braz Pereira UGAU CHP PORTO VIVO, SRU SEMINÁRIO ALFÂNDEGA DO PORTO 4 E 5 DE DEZEMBRO DE 2009 Pressuposto O impacto

Leia mais

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO

MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO República de Angola MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, DR. PAULINO BAPTISTA, SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A HOTELARIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA, DURANTE A VIII REUNIÃO DE MINISTROS

Leia mais

A NOVA ENERGIA CRIATIVA

A NOVA ENERGIA CRIATIVA A NOVA ENERGIA CRIATIVA LIGUE-SE A NÓS! APRESENTAÇÃO CNERGIA é uma marca de comunicação global com uma nova energia criativa resultado do encontro de vários profissionais de diversas áreas criativas, que

Leia mais

Sumário das actividades do IPIM em 2009

Sumário das actividades do IPIM em 2009 Sumário das actividades do IPIM em 2009 Tendo em consideração a situação do mercado internacional e o crescimento económico local, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM)

Leia mais

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE A Organização das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o objetivo de trazer ao debate público

Leia mais

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Vendas Novas 27 de Janeiro de 2012 SUBPROGRAMA 3 - Dinamização das Zonas Rurais 3.1 DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA E CRIAÇÃO DE EMPREGO 3.1.1 Diversificação

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2006 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA

INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

Leia mais

QiDEIA C O M U N I C A Ç Ã O

QiDEIA C O M U N I C A Ç Ã O QiDEIA CREATE WHAT YOU SEE. CREATE WHAT YOU FEEL. CREATE WHAT YOU HAVE NEVER SEEN. JUST CREATE. NATHAN SAWAYA QUEM SOMOS A Qideia é uma agência de comunicação, vocacionada para a estratégia e implementação

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA RESPONSABILIDADE SOCIAL Porquê? Enquadramento 7 Príncipios 3 Expectativas Para quê? Principais benefícios Vantagens O quê? Descrição dos serviços ÍÍNDICE Com quem? Profissionais especializados Porquê?

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

de Competitividade e Excelência

de Competitividade e Excelência O Ambiente como Factor Estratégico de Competitividade e Excelência Introdução O Turismo é uma ferramenta de crescimento da economia da Região. A economia é apenas um dos três pilares que o Turismo sustenta.

Leia mais

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os

1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder

Leia mais

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE

1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE 1.1. REDE SOCIAL EM PROL DA SOLIDARIEDADE Cidadania: Um Imperativo A cidadania tende a incluir a diferença, para que esta não se transforme em exclusão. Hoje, entender como se dá a construção da cidadania

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gabinete do Ministro INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng.º Mário Lino por ocasião da Sessão REDES DE NOVA GERAÇÃO 2009 Fundação das Comunicações, 7 Janeiro 2009 (Vale

Leia mais

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO Começo por saudar os presentes e agradecer a disponibilidade demonstrada pelos distintos oradores que

Leia mais

URBAN II Em apoio do comércio e do turismo

URBAN II Em apoio do comércio e do turismo [Página 1 capa] Utilizar da melhor forma os fundos estruturais URBAN II Em apoio do comércio e do turismo O que é e sugestões para candidaturas a projectos bem sucedidas Com esta publicação, a DG Empresa

Leia mais

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a Após a II Guerra Mundial alguns países europeus tiveram a ideia de se unirem para melhor resolver os seus problemas. Era necessário garantir a paz, reconstruir cidades e reorganizar o comércio. Só com

Leia mais

INTERVENÇÃO DA PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE (FDC), NO III PARLAMENTO INFANTIL NACIONAL

INTERVENÇÃO DA PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE (FDC), NO III PARLAMENTO INFANTIL NACIONAL INTERVENÇÃO DA PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE (FDC), NO III PARLAMENTO INFANTIL NACIONAL Sra. Presidente da Assembleia da República, Excelência Sra. Ministra da Mulher e da

Leia mais

A Conferência ouviu a exposição dos principios gerais e doutrinas relativas à protecção de monumentos.

A Conferência ouviu a exposição dos principios gerais e doutrinas relativas à protecção de monumentos. Carta de Atenas (1931) Conclusões da Conferência Internacional de Atenas sobre o Restauro dos Monumentos Serviço Internacional de Museus, Atenas, 21 a 30 de Outubro de 1931. I - Doutrinas. Princípios Gerais

Leia mais

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009

Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Introdução Educação e Saúde partilham os mesmos objectivos. Objectivos comuns permitem que as escolas se transformem

Leia mais

As Comunidades Locais e a Delimitação no contexto da Estratégia de Desenvolvimento Rural

As Comunidades Locais e a Delimitação no contexto da Estratégia de Desenvolvimento Rural REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO ESTATAL Direcção Nacional de Promoção do Desenvolvimento Rural As Comunidades Locais e a Delimitação no contexto da Estratégia de Desenvolvimento Rural

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

Marketing Territorial: uma aposta regional?

Marketing Territorial: uma aposta regional? Marketing Territorial: uma aposta regional? Conferência Alentejo Atractivo: nas rotas do Investimento Global Évora, 10 de Março de 2012 Contexto Contexto de competição entre territórios - regiões, cidades,

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando o seu compromisso com a plena realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais proclamadas na Declaração

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO

CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO PREÂMBULO O presente Acordo concretiza os objectivos das conversações

Leia mais

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º

Leia mais

Assessoria de Imprensa. Oficina de Comunicação Apex-Brasil. O papel estratégico da Assessoria de Imprensa

Assessoria de Imprensa. Oficina de Comunicação Apex-Brasil. O papel estratégico da Assessoria de Imprensa Assessoria de Imprensa Oficina de Comunicação Apex-Brasil O papel estratégico da Assessoria de Imprensa Relacionamento com a Mídia - Demonstrar o papel das entidades como fonte; - Cultivar postura de credibilidade;

Leia mais

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa

MANIFESTO VERDE. Açores Sustentáveis. Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores. Eleições para a Assembleia Legislativa Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos AÇORES MANIFESTO VERDE Uma Voz Ecologista na Assembleia Legislativa dos Açores Pela Produção e Consumo de Produtos Locais e Regionais Pela

Leia mais

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro

Leia mais

1. Comunicação de Projectos

1. Comunicação de Projectos PRINCIPAIS ORIENTAÇÕES PARA COMUNICAÇÃO DE PROJECTOS 1. Comunicação de Projectos A comunicação é um elemento crucial para o sucesso da implementação de projectos. Os projectos devem incorporar claramente

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior. Novembro, 2011

A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior. Novembro, 2011 A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior Novembro, 2011 1 Rota Turística (características) 1. Engloba um leque variado de atividades e atrações sob um tema unificador

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

Uma globalização consciente

Uma globalização consciente Uma globalização consciente O apelo a uma globalização mais ética tornou se uma necessidade. Actores da globalização como as escolas, devem inspirar por estes valores às responsabilidades que lhes são

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

Cursos de Doutoramento

Cursos de Doutoramento PROSPECTO FACULDADE DE ECONOMIA Cursos de Doutoramento CONTACTOS FACULDADE DE ECONOMIA Av. Julius Nyerere, Campus Universitário, 3453 Tel: +258 21 496301 Fax. +258 21 496301 1 MENSAGEM DO DIRECTOR Sejam

Leia mais

6. Participação da comunidade

6. Participação da comunidade O ambiente é actualmente um elemento estruturante do desenvolvimento da sociedade e do território, não sendo possível conceber políticas ou planos sem uma forte componente de ambiente e qualidade ambiental.

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio ACP-EU/101.516/B/13 18.08.2013 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a cooperação Sul-Sul e a cooperação

Leia mais

Projectar o Algarve no Futuro

Projectar o Algarve no Futuro Projectar o Algarve no Futuro Os Novos Desafios do Algarve Região Digital [email protected] 25 Maio 2007 Auditório Portimão Arena Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta hoje um processo

Leia mais

Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais

Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais Exmo. Sr. Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, Dr. Domingues de Azevedo, Exmos. Senhores Presidentes de Câmaras Municipais, Demais Entidades,

Leia mais

Manual de identidade da marca

Manual de identidade da marca Manual de identidade da marca Manual de identidade da marca Projecto - Restaurante do Futuro Introdução A imagem de uma marca é, actualmente, fundamental para o seu reconhecimento. O logótipo funciona

Leia mais

"O valor emocional das marcas."

O valor emocional das marcas. DOMINGO, FEVEREIRO 24, 2008 "O valor emocional das marcas." Por Thales Brandão Atualmente as empresas estão buscando cada vez mais gerir suas marcas com conjunto de valores completamente diferentes dos

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 ADRA PORTUGAL Plano de Atividades 2014 Rua Ilha Terceira, 3 3º 100-171 LISBOA Telefone: 213580535 Fax: 213580536 E-Mail: [email protected] Internet: www.adra.org.pt Introdução A ADRA (Associação Adventista

Leia mais

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia.

AGENDA. Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. PORTUGAL A INOVAR O Desafio do Desenvolvimento Regional AGENDA Da Globalização à formulação de uma estratégia de Crescimento e Emprego para a União Europeia. Objectivos Plano Tecnológico, a resposta portuguesa

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09 INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão

Leia mais

Desafios do Turismo em Portugal 2014

Desafios do Turismo em Portugal 2014 Desafios do Turismo em Portugal 2014 Crescimento Rentabilidade Inovação 46% O Turismo em Portugal contribui com cerca de 46% das exportações de serviços e mais de 14% das exportações totais. www.pwc.pt

Leia mais

ICEP Turismo. sistema de identidade para o turismo

ICEP Turismo. sistema de identidade para o turismo ICEP Turismo sistema de identidade para o turismo Lisboa, 5 de Dezembro de 2003 introdução Portugal tem a imagem mais fragilizada do sul da Europa Entre os vários países do sul, só a Turquia e apenas em

Leia mais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Missão Executa a sua missão através da cooperação próxima e articulada com outros organismos

Leia mais

MINHO INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES

MINHO INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES O QUE É UMA ESTRATÉGIA DE EFICIÊNCIA COLETIVA PROVERE? É uma iniciativa conjunta levada a cabo por uma parceria / consórcio que integra entidades

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade Montepio, Portugal Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade A qualidade e fiabilidade dos recirculadores Vertera foram determinantes na

Leia mais

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa da União Europeia na área de Ciência e Tecnologia Construir o futuro da Ciência e da

Leia mais

Ações de capacitação empresarial

Ações de capacitação empresarial AÇÕES COLETIVAS - ATIVIDADES DE APOIO À EXPORTAÇÃO Acores Export -2016 Introdução Este documento é desenvolvido com base na informação recolhida junto das principais empresas exportadoras que contribuíram

Leia mais

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva

sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva O papel do Ambiente Urbano na sustentabilidade da construção Isabel Santos e Carla Silva SUMÁRIO O PAPEL DO AMBIENTE URBANO NA SUSTENTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO APRESENTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE AMBIENTE URBANO

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta Preâmbulo A CASES, consciente do seu papel no âmbito da economia social, considera importante colocar a questão da ética como prioridade na sua agenda. O presente documento apresenta os princípios gerais

Leia mais

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI

A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Alter do Chão 12 Novembro. Miguel Taborda - SPI A Certificação das atividades de investigação, desenvolvimento e inovação (IDI) Miguel Taborda - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. A NORMA NP 4457:2007 REQUISITOS

Leia mais

Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil

Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil Promover a sensibilização ambiental nos nossos centros comerciais no Brasil Sonae Sierra O nosso compromisso para com o ambiente vai das nossas próprias operações até às ações dos nossos visitantes e lojistas.

Leia mais

O Design. Benefícios:

O Design. Benefícios: Design, Não é um artigo de luxo que só as grandes empresas podem alcançar. É um investimento de ótimo custo benefício, que pode trazer resultados importantes para sua empresa em diversos níveis. Nenhuma

Leia mais

Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia

Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia Por: Luis Todo Bom Professor Associado Convidado do ISCTE Presidente do Conselho de Gerência da Multitel Conferência apresentada no Workshop Tecnológico da

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 671/X Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos Exposição de Motivos O Bloco de Esquerda pretende, com o presente Projecto de Lei, promover medidas

Leia mais

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5

Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Introdução Este trabalho foi-nos proposto na aula de Área de Projecto pela Professora. Pretendemos

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS SUSTENTABILIDADE E M P R E S A R I A L Política de Sustentabilidade Empresarial das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras,

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL. Indice:

CARTA INTERNACIONAL. Indice: CARTA INTERNACIONAL Indice: Introdução. I. Equipas de Jovens de Nossa Senhora II. A equipa III. As funções na equipa IV. A vida em equipa V. Abertura ao mundo, compromisso VI. O Movimento das E.J.N.S.

Leia mais

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2005 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A

Leia mais

Síntese da Conferência

Síntese da Conferência Síntese da Conferência Sob o lema Saneamento para Todos, Responsabilidade de Todos realizou-se de 14 a 16 de Maio de 2014, a Conferência Nacional de Saneamento, no Centro de Conferências Joaquim Chissano,

Leia mais

Valorizar os produtos da terra. Melhorar a vida das nossas aldeias. documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015

Valorizar os produtos da terra. Melhorar a vida das nossas aldeias. documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015 PROGRAMA VISEU RURAL Valorizar os produtos da terra Melhorar a vida das nossas aldeias documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015 CONSELHO ESTRATÉGICO DE VISEU Apresentação. O mundo rural

Leia mais

18 a 20 de Novembro de 2011. Estoril. Organização: Auditório do Centro Escolar - ESHTE. www.cim-estoril.com

18 a 20 de Novembro de 2011. Estoril. Organização: Auditório do Centro Escolar - ESHTE. www.cim-estoril.com 18 a 20 de Novembro de 2011 Organização: Estoril Auditório do Centro Escolar - ESHTE www.cim-estoril.com Apresentação Na sequência das três edições realizadas em anos anteriores, a Associação Desportos

Leia mais

A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter

A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter significações próprias, reconhecidas pelos membros

Leia mais

COMISSÃO DE DIREITO DO TRABALHO

COMISSÃO DE DIREITO DO TRABALHO 48º Congresso UIA 1 / 5 Setembro 2004 COMISSÃO DE DIREITO DO TRABALHO RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS EM PORTUGAL 3 Setembro 2004 Pedro Botelho Gomes (JPAB - José Pedro Aguiar-Branco & Associados)

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO

ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO ELEIÇÃO 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASIL 27 DO BRASIL QUE TEMOS PARA O BRASIL QUE QUEREMOS E PODEMOS DIRETRIZES GERAIS DE GOVERNO CUMPRIR E FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO 1. Cumprir e fazer cumprir a

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais