Manual de Padronização
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- Natália Flores Cruz
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1 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Manual de Padronização Estrutura dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária OESA Emissão da GTA e atualização dos dados cadastrais relativos à sanidade animal nas unidades veterinárias locais Cadastro de proprietário rural, estabelecimento rural, produtor rural, exploração pecuária, núcleo de produção de aves ou suídeos e aglomeração VERSÃO 18.0 Departamento de Saúde Animal Brasília/DF, abril de 2014.
2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO ESTRUTURA DOS ÓRGÃOS EXECUTORES DE SANIDADE AGROPECUÁRIA-OESA... 2 REGISTRO TIPO 1 Unidade Central... 4 REGISTRO TIPO 2 Unidade Regional... 6 REGISTRO TIPO 3 Unidade Veterinária Local (UVL) PROCEDIMENTOS PARA EMISSÃO DA GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL (GTA) E ATUALIZAÇÃO DOS DADOS CADASTRAIS RELATIVOS À SANIDADE ANIMAL NAS UNIDADES VETERINÁRIAS LOCAIS CADASTRO DE PROPRIETÁRIO RURAL, ESTABELECIMENTO RURAL, PRODUTOR RURAL, EXPLORAÇÃO PECUÁRIA, NÚCLEO DE PRODUÇÃO DE AVES OU SUÍDEOS E AGLOMERAÇÃO REGISTRO TIPO 4 Cadastro de Proprietário Rural REGISTRO TIPO 5 Cadastro de Estabelecimento Rural REGISTRO TIPO 6 Cadastro de Produtor Rural REGISTRO TIPO 7 Cadastro de Exploração Pecuária REGISTRO TIPO 8 Informações adicionais para exploração pecuária de ruminantes REGISTRO TIPO 9 Informações adicionais para o núcleo de produção de suídeos REGISTRO TIPO 10 Informações adicionais para o núcleo de produção de aves REGISTRO TIPO 11 Aglomeração ANEXO I Códigos para tipo de veículos ANEXO II Orientações gerais para preenchimento da Guia de Trânsito Animal ANEXO III Códigos empregados... 30
3 1. INTRODUÇÃO Buscando a padronização de procedimentos e controle do sistema nacional de defesa agropecuária, este documento traz definições e orientações relacionadas à organização e compilação da informação sobre a estrutura dos órgãos executores de sanidade agropecuária, sobre a movimentação de animais (Guia de Trânsito Animal GTA) e sobre o cadastro de estabelecimentos rurais, explorações pecuárias e produtores rurais. Representa o resultado do trabalho do Comitê criado pelas Portarias SDA nº 21, de 17 de janeiro de 2006, e nº 104, de 26 de abril de 2006, envolvendo participações da Coordenação Geral de Combate a Doenças (CGCD), da Coordenação de Trânsito e Quarentena Animal (CTQA) e da Divisão de Epidemiologia (DEP), todas do Departamento de Saúde Animal (DSA), e reuniões com representantes do sistema de defesa agropecuária nas unidades da Federação (órgãos executores e Superintendências Federais de Agricultura), com destaque para os setores que lidam com o sistema de informação. O trabalho visa contribuir para o aperfeiçoamento das atividades executadas no âmbito das unidades da Federação e possibilitar, ou facilitar, o investimento em procedimentos de informatização do sistema de defesa sanitária animal. Como parte desse processo, foram estabelecidas definições que deverão ser consideradas pelos órgãos executores de sanidade agropecuária na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), na constituição, organização e manutenção de cadastros, no envio de relatórios ao DSA e na apresentação da estrutura do serviço veterinário durante auditorias técnicas nacionais e internacionais. Em relação à emissão da GTA, são apresentadas orientações gerais de preenchimento, a maior parte de conhecimento e domínio dos órgãos executores de sanidade agropecuária. Em complemento, são incluídas definições necessárias para o controle da GTA no âmbito das unidades da Federação, com objetivo de estabelecer maior confiabilidade e agilidade ao sistema, tanto para intervenções sanitárias como para manutenção e ampliação de importantes mercados internacionais. No que diz respeito ao cadastro, trata-se de passo inicial, envolvendo a definição de elementos básicos para sua constituição e organização. Com o material apresentado, o DSA reforça a necessidade de o cadastro estar orientado para estabelecimentos rurais, consideradas as unidades epidemiológicas de interesse sanitário. Assim, informações sobre explorações pecuárias e produtores rurais deverão estar, necessariamente, associadas a estabelecimentos rurais. 1
4 Destaca-se que parte dos procedimentos estabelecidos deverá ser regulamentada pelos órgãos executores de sanidade agropecuária, por meio de instrumentos legais de abrangência estadual. A sequência do presente trabalho envolverá a definição de normas complementares e específicas para expedição de GTA, segundo as espécies envolvidas, e a incorporação nos cadastros, de elementos e indicadores que permitam a classificação dos sistemas de produção pecuária predominantes em cada região do País (consultar Manuais de Emissão de GTA específicos por espécie e o Manual de Integração Web Service (WS) da Plataforma de Gestão Agropecuária PGA, disponíveis em: 2. ESTRUTURA DOS ÓRGÃOS EXECUTORES DE SANIDADE AGROPECUÁRIA-OESA As informações sobre recursos físicos e humanos dos órgãos executores de sanidade agropecuária deverão permitir a organização e síntese por município, de acordo com as seguintes instâncias operacionais e de coordenação: UNIDADE CENTRAL: de acordo com o Decreto 5.741, de 30 de março de 2006, os órgãos executores de sanidade agropecuária representam as instâncias intermediárias responsáveis pela execução das atividades de natureza estratégica, normativa, reguladora, coordenadora e operativa de interesse da União, e também as privativas dos Estados ou do Distrito Federal, em seus respectivos âmbitos de atuação e nos termos das regulamentações federal, estadual ou distrital pertinentes. Assim, para o controle e levantamento de informações, a unidade central do órgão executor de sanidade agropecuária representa a estrutura de comando central (física e de recursos humanos) empregada para coordenação e controle das atividades específicas de defesa e inspeção animal; UNIDADE REGIONAL: somente para o caso das unidades da Federação que dispõem de estrutura de coordenação administrativa e operacional, intermediária entre a unidade central e as unidades veterinárias locais UVL. Quando existentes, as Unidades Regionais representam um agrupamento de UVL, respeitando-se a contiguidade geográfica entre os municípios envolvidos; UNIDADES VETERINÁRIAS LOCAIS (UVL): representam espaços geográficos e administrativos determinados, abrangendo um ou mais municípios e escritórios de atendimento à comunidade EAC, sob coordenação e responsabilidade de um médico veterinário do órgão executor de sanidade agropecuária, da correspondente Unidade Federativa e com estrutura suficiente para o desenvolvimento das atividades de defesa agropecuária; ESCRITÓRIOS DE ATENDIMENTO À COMUNIDADE (EAC): base física e estrutural presente nos municípios que compõem determinada unidade veterinária local, incluindo o seu escritório sede, 2
5 sob responsabilidade de um funcionário autorizado do órgão executor de sanidade agropecuária da respectiva Unidade Federativa. Nos quadros abaixo estão definidas as informações necessárias para cada um dos níveis descritos no item anterior, destacando-se que não poderão existir informações repetidas, ou registros duplicados, entre os níveis considerados. Os referidos quadros apresentam as seguintes colunas: denominação do campo: representa o nome a ser dado ao campo; conteúdo: explicação sobre o conteúdo de cada campo; tamanho: refere-se ao número máximo de dígitos que devem ser ocupados no arquivo; formato: caracteriza o formato da informação, empregando-se a letra N para numeral e a letra T para texto. 3
6 REGISTRO TIPO 1 Unidade Central Denominação do campo Conteúdo do campo Tamanho Formato Nome da Unidade Central Nome completo da unidade central (sem abreviatura) 4 60 T Sigla Sigla referente ao nome da unidade central 10 T Nome do município Código do município Responsável Titular da Unidade Central Nome completo do município de localização da sede da Unidade Central (sem abreviar) Código do município (IBGE) de localização da sede da Unidade Central 60 T 7 N Nome Nome completo do titular (sem abreviatura) 100 T Denominação do cargo Informar a denominação do cargo (Presidente, Diretor-Geral, entre outros) 15 T Formação profissional Informar a formação profissional do titular 30 T CPF Nº do CPF do responsável 14 T CRMV Responsável Titular pela área de saúde animal* Quando veterinário, digitar o código junto ao CRMV correspondente 10 T Nome Nome completo do titular (sem abreviatura) 100 T Denominação do cargo Informar a denominação do cargo 30 T CPF Nº do CPF do responsável 14 T CRMV Digitar o código junto ao CRMV correspondente Médicos veterinários oficiais da equipe de coordenação da Unidade Central 10 T Nome Nome completo do titular (sem abreviar) 100 T CPF Nº do CPF do responsável 14 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T Programa ou setor de Nome do programa ou do setor dentro da 60 T atuação área de atuação Informar a remuneração inicial paga aos Remuneração inicial 9 N médicos veterinários oficiais Servidores que atuam na Unidade Central em função administrativa relacionada às áreas de saúde animal Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviar) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do responsável 14 T Formação profissional Informar a formação profissional do servidor 30 T Remuneração inicial Informar a remuneração inicial paga aos servidores que atuam em função 9 N administrativa nas áreas de saúde animal Servidores que atuam na Unidade Central em funções técnicas ou de campo relacionadas às áreas de saúde animal
7 Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviar) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do responsável 14 T Formação profissional Informar a formação profissional do servidor 30 T Remuneração inicial Médicos veterinários não oficiais Veterinários cadastrados para vacinação de brucelose Veterinários habilitados para diagnóstico de brucelose e tuberculose Informar a remuneração inicial paga aos servidores que atuam em função técnica ou de campo nas áreas de saúde animal Veículos de uso pelas áreas de saúde animal na Unidade Central 9 N Número de veterinários cadastrados 3 N Número de veterinários habilitados 3 N Tipo Código (conforme tabela Anexo I) 2 N Placa ou nº de identificação Sistemas de identificação do veículo estabelecidos pelos órgãos competentes 10 T Ano de fabricação Ano de fabricação do veículo 4 N Linhas telefônicas de uso das áreas de saúde animal na Unidade Central (fixas) Número Aparelhos de FAX Telefone móvel (celular)** Microcomputadores Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone (com 8 ou 9 dígitos) Quantidade de aparelhos de FAX em funcionamento Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone celular com (8 ou 9 dígitos), de uso das áreas de saúde animal Quantidade de equipamentos em uso pelas áreas de saúde animal na Unidade Central Disponibilidade de fundo de indenização para erradicação de doenças dos animais 11 N 1 N 11 N 2 N Fundo Informar se público (PU), privado (PR) ou misto (MI) 2 T Valor disponível (público) Informar o total de recursos públicos disponibilizados 14 N Valor disponível (privado) Informar o total de recursos privados disponibilizados 14 N *Caso haja separação das áreas de defesa e inspeção, incluir as informações em separado. **Incluir a informação para cada aparelho em uso. 5
8 REGISTRO TIPO 2 Unidade Regional Departamento de Saúde Animal Denominação do campo Conteúdo do campo Tamanho Formato Nome da Unidade Regional Nome completo do município (sem abreviar) onde se encontra a sede da Unidade Regional 60 T Código do município sede Código do município (IBGE) 7 N Responsável pela Unidade Regional Nome Nome completo do responsável (sem abreviar) 100 T Formação profissional Informar a formação profissional do responsável 30 T CPF Nº do CPF do responsável 14 T CRMV Quando veterinário digitar o código junto ao CRMV correspondente Código das UVL pertencentes à Unidade Regional (uma linha para cada UVL)* UVL Código da UVL de acordo com a definição apresentada 10 T 5 N Servidores que atuam na Unidade Regional em função administrativa nas áreas de saúde animal Município de lotação na UVL Nome do município de atuação do servidor 60 T Código do Município Código do município (IBGE) 7 N Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviatura) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do servidor 14 T Formação profissional Informar a formação profissional do servidor 30 T Remuneração inicial Informar a remuneração inicial paga aos servidores que atuam em função 9 N administrativa nas áreas de saúde animal Servidores que atuam na Unidade Regional em funções técnicas ou de campo das áreas de saúde animal Município de lotação na UVL Nome do município de atuação do servidor 60 T Código do Município Código do município (IBGE) 7 N Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviatura) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do servidor 14 T Formação profissional Informar a formação profissional do servidor 30 T CRMV Remuneração inicial Quando veterinário digitar o código junto ao CRMV correspondente Informar a remuneração inicial paga aos servidores que atuam em função técnica ou de campo nas áreas de saúde animal Veículos de uso pelas áreas de saúde animal na Unidade Regional 10 T 9 N Tipo Código (conforme tabela Anexo I) 2 N 6
9 Placa ou nº de identificação Sistemas de identificação do veículo estabelecidos pelos órgãos competentes Departamento de Saúde Animal 10 T Ano de fabricação Ano de fabricação do veículo 4 N Linhas telefônicas de uso das áreas de saúde animal na Unidade Regional (fixas) Código DDD (2 dígitos) mais número do Número telefone (com 8 ou 9 dígitos) Quantidade de aparelhos de FAX em Aparelhos de FAX funcionamento Código DDD (2 dígitos) mais número do Telefone móvel (celular)** telefone celular (8 ou 9 dígitos), de uso pelas áreas de defesa e inspeção sanitária animal Quantidade de equipamentos em uso pelas Microcomputadores áreas de defesa e inspeção sanitária animal *Deve haver contiguidade geográfica. **Incluir a informação para cada aparelho em uso. 11 N 2 N 11 N 3 N 7
10 REGISTRO TIPO 3 Unidade Veterinária Local (UVL) Denominação do Conteúdo do campo Tamanho Formato campo Código da UF junto ao IBGE (2 dígitos) + Número Código da UVL 5 N sequencial (três dígitos) Nome completo do município sede da UVL (sem Nome do município sede 60 T abreviar) Código do município Código do município (IBGE) 7 N sede Médico veterinário responsável pela unidade veterinária local (UVL) Nome Nome do médico veterinário responsável 100 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T CPF Nº do CPF do médico veterinário 14 T Remuneração inicial Escritório de atendimento à comunidade Informar a remuneração inicial paga ao médico veterinário responsável pela UVL Informar a quantidade de escritórios existentes no município sede da unidade veterinária local* 8 9 N 2 N Localização geográfica dos escritórios de atendimento à comunidade no município sede da UVL Latitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS 2000 Orientação Informar se sul (S) ou norte (N) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin LatSeg Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Longitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS N 4 T Orientação Informar se Leste (E) ou Oeste (W) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin LatSeg Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Outros municípios sob jurisdição da unidade veterinária local** 2 N 4 T Nome do município Nome completo do município (sem abreviatura) 60 T Código do município Código do município (IBGE) 7 N Escritório de Informar a quantidade de escritórios existentes no atendimento à município comunidade 2 N Localização geográfica dos escritórios de atendimento à comunidade (EAC) localizados nos municípios sob jurisdição da UVL.
11 Latitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) - SIRGAS 2000 Orientação Informar se sul (S) ou norte (N) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin LatSeg Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Longitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) - SIRGAS N 4 T Orientação Informar se Leste (E) ou Oeste (W) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin LatSeg Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Outros médicos veterinários existentes na unidade veterinária local Município de atuação na UVL Código do Município Nome do médico veterinário Nome do município de atuação do médico veterinário 2 N 4 T 60 T Código do município do (IBGE) 7 N Nome completo do médico veterinário (sem abreviatura) 100 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T CPF Nº do CPF do médico veterinário 14 T Área de atuação Inspeção, defesa ou ambas 8 T Servidores que atuam na UVL em função administrativa Município de lotação na UVL Código do Município Nome do município de atuação do servidor 60 T Código do município (IBGE) 7 N Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviatura) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do servidor 14 T Formação profissional Remuneração inicial Informar a formação profissional do servidor 30 T Informar a remuneração inicial paga aos servidores que atuam em função administrativa nas áreas de saúde animal *Incluir o escritório de atendimento à comunidade da sede da UVL. 9 N **Repetir as informações para cada município pertencente à UVL (deve haver contiguidade geográfica entre os municípios sob jurisdição de cada unidade veterinária local). 9
12 Continuação: REGISTRO TIPO 3 Unidade Veterinária Local (UVL) Denominação do campo Conteúdo do campo Tamanho Formato Servidores que atuam na UVL em funções de campo Município de lotação na UVL Nome do município de atuação do servidor 60 T Código do Município Código do município (IBGE) 7 N Nome do servidor Nome completo do servidor (sem abreviatura) 100 T CPF do servidor Nº do CPF do servidor 14 T Formação profissional Informar a formação profissional do servidor 30 T Informar a remuneração inicial paga aos Remuneração inicial servidores que atuam em função técnica ou de 9 N campo nas áreas de saúde animal Veículos de uso na UVL Tipo Código (conforme tabela Anexo I) 2 N Placa ou nº de Sistemas de identificação do veículo identificação estabelecidos pelos órgãos competentes 10 T Ano de fabricação Ano de fabricação do veículo 4 N Linhas telefônicas de uso da UVL (fixas) Número Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone (8 ou 9 dígitos) 11 N Município da UVL Nome do município de localização da linha telefônica Aparelhos de FAX quantidade por município da UVL Município da UVL Nome do município de localização do aparelho de FAX 60 T Quantidade Quantidade de aparelhos de FAX em funcionamento 1 N Telefone móvel (celular)* Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone celular (8 ou 9 dígitos), de uso pelas áreas de 11 N defesa e inspeção sanitária animal Microcomputadores quantidade por município da UVL Município da UVL Nome do município de localização do microcomputador 60 T Quantidade Total existente de microcomputadores em uso 2 N Escritórios de Atendimento à Comunidade com acesso à Internet Responder sim (S) ou não (N) para cada EAC por município de jurisdição da UVL 10 1 T Abatedouros-frigoríficos Nome fantasia Nome fantasia completo do estabelecimento (sem abreviatura) 60 T Razão social Nome completo da razão social do estabelecimento (sem abreviatura) 60 T CNPJ Informar o CNPJ do estabelecimento 14 T Serviço de Inspeção Federal (F), estadual (E) ou municipal (M) 1 T Código do Serviço de Inspeção Número do SIF, SIE ou SIM 5 N Espécie* Código da Espécie de acordo com Anexo III, Item 10 3 N Município Nome do município de localização 60 T
13 Código do município Código do município de localização (IBGE) 7 N Nome do médico Nome completo do médico veterinário (sem veterinário oficial abreviatura) responsável 100 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T CPF Nº do CPF do médico veterinário do serviço oficial 14 T Veterinários oficiais Nº de outros veterinários oficiais que atuam no abatedouro 2 N Veterinários não Nº de outros veterinários não oficiais que atuam oficiais no abatedouro 2 N Auxiliares de inspeção Nº de auxiliares que atuam na inspeção 3 N Capacidade instalada Informar a capacidade diária de abate de abate (animais/dia) 7 N Maturação sanitária Realiza maturação sanitária sim (S) ou não (N) 1 T Capacidade de maturação Informar quantidade de carcaças/dia 7 N Desossa Realiza desossa sim (S) ou não (N) 1 T Capacidade de desossa Informar quantidade de carcaças/dia 7 N Indústrias de laticínio Nome fantasia Nome fantasia completo do estabelecimento (sem abreviatura) 60 T Razão social Nome completo da razão social do estabelecimento (sem abreviatura) 60 T CNPJ Informar o CNPJ do estabelecimento 14 T Serviço de Inspeção Federal (F), estadual (E) ou municipal (M) 1 T Código do Serviço de Inspeção Número do SIF, SIE ou SIM 5 N Tipo de produto Leite fluido (F) ou outros produtos (O) 1 T Capacidade de produção ou armazenamento Indicar a capacidade e a unidade considerada (litros ou kg) 10 N Município Nome do município de localização 60 T Código do município Código do município de localização (IBGE) 7 N Nome do médico veterinário oficial responsável Nome completo do médico veterinário (sem abreviatura) 100 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T CPF Nº do CPF do médico veterinário do serviço oficial 14 T Veterinários oficiais Nº de outros veterinários oficiais que atuam na indústria 2 N Veterinários não Nº de outros veterinários não oficiais que atuam oficiais na indústria 2 N Auxiliares de inspeção Nº de auxiliares que atuam na inspeção 3 N *No caso de abate de mais de uma espécie, informar códigos referentes às espécies consideradas. **Repetir a informação para cada aparelho disponível. 11
14 Continuação: REGISTRO TIPO 3 Unidade Veterinária Local (UVL) Denominação do campo Conteúdo do campo Tamanho Formato Médicos veterinários habilitados para emissão de GTA Nome Nome completo do médico veterinário responsável 100 T CRMV Código junto ao CRMV correspondente 10 T CPF Nº do CPF do médico veterinário 14 T Espécie* Postos fixos de fiscalização Código da espécie autorizada para emissão da GTA Latitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS N Orientação Informar se sul (S) ou norte (N) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin LatSeg Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Longitude Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS N 4 T Orientação Informar se Leste (E) ou Oeste (W) 1 T LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N LatMin Informar o número que represente os minutos medidos LatSeg Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Nome da estrada de Informar o nome completo da estrada de localização localização (sem abreviatura) Código da estrada Informar o código da estrada de localização do de localização posto fixo de fiscalização Servidores Número de servidores que atuam no posto fixo de fiscalização Número de horas trabalhadas e de descanso Jornada de trabalho (hora trabalhada X hora de descanso) Nº da linha Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone telefônica (com 8 ou 9 dígitos) Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone Telefone celular celular (com 8 ou 9 dígitos), de uso pelo posto fixo de fiscalização 2 N 4 T 60 T 8 T 2 N 5 N 11 N 11 N Aparelho de FAX Informar a existência de FAX, sim (S) ou não (N) 1 T Informar a existência de microcomputador, sim Microcomputador 1 T (S) ou não (N) *Caso o veterinário seja habilitado para mais de uma espécie, incluir o código para cada espécie considerada. 12
15 3. PROCEDIMENTOS PARA EMISSÃO DA GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL (GTA) E ATUALIZAÇÃO DOS DADOS CADASTRAIS RELATIVOS À SANIDADE ANIMAL NAS UNIDADES VETERINÁRIAS LOCAIS 3.1. A Guia de Trânsito Animal (GTA) deverá ser emitida segundo as Instruções Normativas nº 18/2006 e 19/2011, e manuais de emissão específicos para cada espécie, que podem ser consultados no seguinte endereço eletrônico: Deverá ser emitida uma GTA para cada espécie, cada origem e destino, cada finalidade e cada veículo transportador. No caso do trânsito de animais aquáticos, aves silvestres, animais de laboratório e equídeos, a GTA poderá ser emitida para mais de uma espécie, de acordo com as normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que podem ser consultadas em: Diante de alguma ocorrência sanitária na região de procedência que ocasione qualquer tipo de restrição ao trânsito de animais, a GTA só poderá ser emitida por médico veterinário oficial A GTA somente pode ser emitida para caracterizar o deslocamento de animais ou ovos férteis entre distintas localizações geográficas (ex.: entre estabelecimentos rurais; de estabelecimentos rurais para estabelecimentos de abate ou para aglomerações (eventos agropecuários); entre aglomerações; de aglomerações para estabelecimentos rurais ou de abate; de pontos de ingresso no país para quarentenários; etc). Dessa forma, não é permitida a emissão de GTA para regularizar saldos de explorações pecuárias localizadas em um mesmo estabelecimento rural. Sua emissão representa falha grave, produzindo inconsistência na base de dados referente à movimentação animal. Os órgãos executores de sanidade agropecuária deverão implementar procedimentos e documentação específicos para registrar transferências, de animais entre produtores com explorações pecuárias localizadas em um mesmo estabelecimento rural e para ajustes ou outras transações envolvendo saldos de animais A GTA emitida por funcionários autorizados dos órgãos executores de sanidade agropecuária será aceita independentemente de habilitação prévia pelo MAPA. 13
16 O órgão executor de sanidade agropecuária deverá manter cadastro dos funcionários autorizados para emissão de GTA, incluindo banco de assinaturas, e fornecer à Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/MAPA) da respectiva Unidade Federativa, uma lista desses funcionários, indicando nome completo, espécies para as quais estão autorizados a emitir GTA e municípios de atuação. Deverá também possuir fichas que contenham as marcas dos rebanhos e assinaturas dos produtores e seus representantes legais. A emissão da GTA deve levar em conta o tempo estimado para o deslocamento. Caso algum imprevisto torne a movimentação mais demorada e o prazo de validade expire ou esteja por expirar, sem que seja possível a conclusão do trajeto, o transportador deverá solicitar extensão do prazo no local onde estiver. Esse procedimento tem caráter excepcional e deve ser realizado mediante aposição de informação no verso de que a GTA teve sua validade prorrogada para permitir o término do deslocamento dos animais. O responsável pela extensão do prazo deverá assinar e carimbar o verso da guia de modo a que seja possível identificar o indivíduo e o local em que atua A GTA deve ser emitida em no mínimo 3 (três) vias. A primeira via deverá, obrigatoriamente, acompanhar os animais ou ovos férteis. A segunda via, ou notificação eletrônica, deverá, obrigatoriamente, ser enviada pelo emissor à UVL responsável pelo município de origem dos animais ou ovos férteis para análise comparativa com o relatório mensal produzido pelo habilitado e posteriormente transmitido à UVL responsável pelo município de destino dos animais ou ovos férteis. A terceira via, ou autenticação eletrônica, deverá, obrigatoriamente, ser arquivada pelo emissor. É facultada a adoção de mais de 3 (três) vias do documento pelos órgãos executores de sanidade agropecuária para adequação às suas necessidades operacionais. Quando houver transmissão à Base de Dados Única (BDU) da PGA dentro do prazo estabelecido pelo MAPA, após a emissão e autenticação eletrônica (por meio do endereço eletrônico: das informações referentes ao trânsito de animais ou ovos férteis entre UVLs responsáveis pelos municípios de origem e destino, é facultada ao órgão executor de sanidade agropecuária da Unidade Federativa de origem a não expedição da segunda e terceira vias da GTA. No caso de animais com finalidade de abate, a primeira via da GTA deverá ser arquivada no estabelecimento de destino. Nesse tipo de movimentação o código do estabelecimento de destino deverá ser preenchido com o tipo de registro (SIF, SIE ou SIM) e o número do registro. Ex: SIF 123, SIE 1234 ou SIM
17 As vias da GTA devem ser arquivadas por cinco anos O destinatário ou seu representante legal fica obrigado a notificar, em até 30 (trinta) dias após o trânsito, a data de chegada e o número total de animais ou ovos férteis recebidos, ao escritório de atendimento à comunidade (EAC) onde o estabelecimento rural de destino encontra-se cadastrado. Não poderão ser emitidas GTA para animais ou ovos férteis provenientes de rebanhos nos quais não foram realizadas, no prazo estipulado, as notificações de introdução de animais ou ovos férteis. Nesse caso, o trânsito de animais ou ovos férteis só poderá ser reiniciado após atualização das informações pelo produtor ou seu representante legal, no correspondente escritório de atendimento à comunidade. O Médico Veterinário da UVL de destino dos animais ou ovos férteis confrontará as informações de trânsito recebidas de outras UVL, com as notificações de introdução de animais ou ovos férteis realizadas pelos produtores ou seus representantes legais, e notificará todos os responsáveis pela emissão da GTA na UVL, do impedimento de trânsito dos rebanhos irregulares Os produtores deverão realizar, pelo menos a cada seis meses, atualização do quantitativo de animais dos seus rebanhos, considerando faixa etária, sexo e capacidade de produção, quando for o caso. Além de outras atualizações exigidas pelo órgão executor de sanidade agropecuária das unidades federativas. As etapas de vacinação obrigatória dos rebanhos poderão ser empregadas para atualização cadastral referente às espécies envolvidas, desde que atendida a periodicidade estabelecida anteriormente O médico veterinário habilitado para emissão de GTA deverá encaminhar mensalmente à UVL de origem dos animais ou ovos férteis, relatório detalhado das GTA por ele emitidas, correspondentes às cargas originárias dos municípios envolvidos, contemplando no mínimo: série e número da GTA, espécie, quantidade de animais, origem, destino, finalidade e data da emissão. Deverão encaminhar, também, as segundas vias das GTA emitidas, para conferência pelo órgão executor de sanidade agropecuária, que considerará na análise, as informações constantes do relatório mensal. Após análise, a UVL deverá encaminhar o relatório à SFA/MAPA da respectiva Unidade Federativa e as segundas vias à UVL responsável pelo município de destino dos animais. Tal relatório é dispensável onde houver possibilidade de consulta via sistema das GTAs emitidas pelos habilitados. 15
18 3.9. O médico veterinário habilitado só poderá emitir GTA controladas pelo órgão executor de sanidade agropecuária e pela SFA/MAPA nas unidades federativas correspondentes. Normas para habilitação de médicos veterinários para emissão de GTA estão definidas em ato normativo próprio. Para emissão da GTA eletrônica (e-gta) por Médico Veterinário habilitado, compete a cada órgão executor de sanidade agropecuária definir o modo de disponibilização de senhas para acesso ao sistema informatizado utilizado. Para impressão e baixa da e-gta, por indivíduos não habilitados e não pertencentes ao Serviço Oficial, compete a cada órgão executor de sanidade agropecuária definir o modo de disponibilização de senhas para acesso ao sistema informatizado utilizado No Anexo II deste Manual são apresentadas orientações gerais para preenchimento da GTA. O DSA/MAPA atualizará e divulgará normas complementares para emissão da GTA, de acordo com cada espécie, no seguinte endereço eletrônico: 16
19 4. CADASTRO DE PROPRIETÁRIO RURAL, ESTABELECIMENTO RURAL, PRODUTOR RURAL, EXPLORAÇÃO PECUÁRIA, NÚCLEO DE PRODUÇÃO DE AVES OU SUÍDEOS E AGLOMERAÇÃO Nos quadros a seguir são apresentados os campos mínimos e suas formatações, que deverão compor os cadastros de estabelecimento rural, do proprietário rural, da exploração pecuária e do produtor rural, sob responsabilidade dos órgãos executores de sanidade agropecuária nas Unidades da Federação. Essas definições são necessárias para processos de informatização e têm como objetivo uma padronização que possibilite a transferência de dados e informações entre os órgãos executores de sanidade agropecuária e destes para o MAPA. Os referidos quadros apresentam as seguintes colunas: denominação do campo: representa o nome a ser dado ao campo; conteúdo: explicação sobre o conteúdo de cada campo; tamanho: refere-se ao número máximo de dígitos que devem ser ocupados no arquivo; formato: caracteriza o formato da informação, empregando-se a letra N para numeral e a letra T para texto; e obrigatório: S(sim) ou N(não); refere-se à obrigatoriedade da inclusão da informação no cadastro. Considerando o objetivo de padronização das informações e em complemento ao estabelecido nos itens anteriores, a organização do cadastro pelos órgãos executores de sanidade agropecuária deverá empregar as seguintes definições: proprietário rural: corresponde ao detentor da posse do estabelecimento rural; estabelecimento rural: corresponde à área física total do imóvel rural; produtor rural: qualquer pessoa física ou jurídica, que detenha a posse de uma exploração pecuária em um estabelecimento rural; exploração pecuária: é o grupamento de uma ou mais espécies, sob a responsabilidade de um ou mais produtores rurais, dentro de um estabelecimento rural; núcleo de produção de aves ou suídeos: unidade física de produção de aves ou suídeos, composta por um ou mais galpões ou piquetes, que alojam um grupo de animais. Os núcleos devem possuir manejo produtivo comum e devem ser isolados de outras atividades de produção por meio de barreiras físicas naturais ou artificiais. Para efeito deste manual, entende-se como núcleo, a unidade de produção avícola ou o chamado sítio de produção de suídeos; aglomeração: qualquer evento sob responsabilidade de pessoa física ou jurídica, com finalidade comercial ou não, que reúna e mantenha por determinado tempo, animais de diferentes origens. 17
20 Casos específicos de concentração de pequenos estabelecimentos rurais em um mesmo espaço geográfico como, por exemplo, assentamentos rurais, vilas e povoados, onde as explorações pecuárias estão submetidas a um mesmo risco epidemiológico, podem ser cadastradas de forma conjunta em uma mesma unidade geográfica ou em pequenas subunidades geográficas. Dessa forma, os proprietários serão cadastrados como produtores rurais com animais em um único estabelecimento rural, compreendida como a unidade geográfica, ou parte dessa, definida pelo órgão executor de sanidade agropecuária, tendo como proprietário rural um representante legal da referida unidade geográfica (ex.: associação; condomínio; dentre outros). Nesse caso, o estabelecimento rural que representa a unidade ou subunidade geográfica definida deverá receber um único código, de acordo com os padrões apresentados no quadro REGISTRO TIPO 4, Cadastro de Estabelecimento Rural, e os produtores rurais deverão ser identificados conforme os padrões presentes no quadro REGISTRO TIPO 5 Cadastro de Produtor Rural. A emissão da GTA, assim como a atualização do saldo das explorações pecuárias dos produtores rurais, envolvendo as unidades geográficas em questão deve considerar o exposto no item 3.3 deste documento. A adequação dos cadastros aos padrões estabelecidos deverá ser realizada pelos órgãos executores de sanidade agropecuária, de acordo com os seguintes prazos, contados a partir do recebimento do presente documento: a) Unidades da Federação com reconhecimento nacional ou internacional de livre para qualquer epizootia terão o prazo de seis meses para adoção e padronização dos campos estabelecidos. As demais unidades da Federação terão prazo de 12 meses; b) como uma das condições para reconhecimento nacional de qualquer Unidade da Federação, ou parte dela, como livre de qualquer epizootia, deverá ser atendido o exposto no presente documento; e c) especificamente para os campos referentes ao georreferenciamento dos estabelecimentos rurais, o prazo será definido pelo DSA/MAPA, avaliando-se a capacidade operacional de cada Unidade da Federação. Além de manutenção dos padrões estabelecidos, faz parte das responsabilidades dos órgãos executores de sanidade agropecuária, a conferência das informações apresentadas na abertura e nas atualizações de cadastro do estabelecimento rural, do proprietário rural, da exploração pecuária e do produtor rural. No Anexo III estão listados os códigos utilizados para o cadastro de algumas informações. 18
21 REGISTRO TIPO 4 Cadastro de Proprietário Rural Departamento de Saúde Animal Denominação do campo Conteúdo Tamanho Formato Obrigatório Código do Informar o CNPJ ou CPF do proprietário proprietário rural 1 rural 18 T S Nome do Nome completo do proprietário rural (sem proprietário rural abreviatura) 100 T S Logradouro de Nome do logradouro onde o proprietário residência reside 60 T S Bairro residencial Nome do bairro onde o proprietário rural reside 50 T S CEP residencial CEP do endereço de residência do proprietário rural 8 N N Município Código do Município (IBGE) de residência residencial do proprietário rural 7 N S Telefone residencial do proprietário rural. Telefone residencial Código DDD (2 dígitos) mais número do 11 N N telefone (com 8 ou 9 dígitos) Fax residencial do proprietário rural. Código Fax residencial DDD (2 dígitos) mais número do telefone 11 N N (com 8 ou 9 dígitos) Endereço para contato Endereço para contato do proprietário rural 60 T S Município de Código do município para contato com o contato proprietário rural 7 N S Bairro de contato Nome do bairro para contato com o proprietário rural 50 T S CEP CEP do endereço para contato com o proprietário rural 8 N N Telefone de contato do proprietário rural. Telefone para Código DDD (2 dígitos) mais número do contato telefone (com 8 ou 9 dígitos) 11 N N Fax de contato do proprietário rural. Código Fax para contato DDD (2 dígitos) mais número do telefone 11 N N (com 8 ou 9 dígitos) Correio eletrônico Correio eletrônico do proprietário rural 30 T N 1 No caso de proprietários rurais que não apresentem CPF, o órgão executor de sanidade agropecuária deverá criar um código provisório, estabelecendo um prazo para sua substituição por um CPF. O código provisório deverá ser constituído pelo Código da UF junto ao IBGE (2 dígitos), acompanhado de numeração sequencial com até 9 dígitos (tamanho de 11 dígitos e formato numeral). 19
22 Denominação do campo Código do Estabelecimento Rural 1 Nome do Estabelecimento Rural Código do proprietário rural Nome do proprietário 20 Departamento de Saúde Animal REGISTRO TIPO 5 Cadastro de Estabelecimento Rural Conteúdo do campo Código da UF junto ao IBGE (2 dígitos) + Número sequencial do estabelecimento (9 dígitos) Nome completo do estabelecimento rural (sem abreviatura) Informar o CNPJ ou CPF conforme descrito para cadastro de proprietário rural Nome completo do proprietário rural (sem abreviatura) Tamanho Formato Obrigatório 11 N S 60 T N 18 T S 100 T N Código do município Código do município (IBGE) 7 N S Nome do município Nome completo do município (sem abreviar) 60 T S Unidade Federativa Sigla da Unidade Federativa 2 T S Endereço Endereço do estabelecimento rural 60 T N Latitude 2 Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS 2000 Orientação Informar se sul (S) ou norte (N) 1 T S LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N S LatMin Informar o número que represente os minutos medidos 2 N S LatSeg Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma 4 N S casa decimal) Longitude 3 Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) - SIRGAS 2000 Orientação Informar se Leste (E) ou Oeste (W) 1 T S LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N S LatMin Informar o número que represente os minutos medidos 2 N S LatSeg Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma 4 N S casa decimal) Área total Área total do estabelecimento rural em hectare (campo numérico com até duas 8 N S casas decimais) Nome completo do responsável ou Nome do Responsável assistente técnico do estabelecimento ou Assistente Técnico rural 100 T N Informar as confrontações do Confrontação 4 estabelecimento rural (Indicar os 11 N S códigos dos estabelecimentos) Número NIRF Informar o número do NIRF 8 N N Número INCRA Informar o número do INCRA 13 N N
23 Via de acesso Estabelecimento Rural de Risco Informações sobre as principais vias de acesso ao estabelecimento rural Departamento de Saúde Animal 200 T N Sim ou Não (Anexo III, item 16) 1 N N 1 Para evitar repetição de números entre municípios de estados não informatizados, sugere-se empregar o código do município junto ao IBGE (7 dígitos) + número sequencial do estabelecimento (4 dígitos). 2 e 3 O local para medição das coordenadas geográficas é a sede do estabelecimento rural. 4 Cada confrontação representa um campo independente. Denominação do campo Código do produtor rural 1 Nome do produtor rural Logradouro de residência Bairro residencial CEP residencial Município residencial Telefone residencial Fax residencial REGISTRO TIPO 6 Cadastro de Produtor Rural Conteúdo Informar o CNPJ ou CPF do produtor, conforme descrito para cadastro do proprietário rural Nome completo do produtor rural (sem abreviatura) Nome do logradouro onde o produtor reside Nome do bairro onde o produtor rural reside CEP do endereço de residência do produtor rural Código do Município (IBGE) de residência do produtor rural Telefone residencial do produtor rural. Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone (com 8 ou 9 dígitos) Fax residencial do produtor rural. Código DDD (2 dígitos) mais número do telefone (com 8 ou 9 dígitos) 21 Tamanho Formato Obrigatório 18 T S 100 T S 60 T S 50 T S 8 N N 7 N S 11 N N 11 N N Endereço para contato Endereço para contato do produtor rural 60 T S Município de Código do município para contato com o contato produtor rural 7 N S Bairro de contato Nome do bairro para contato com o produtor rural 50 T S CEP CEP do endereço para contato com o produtor rural 8 N N Telefone de contato do produtor rural. Telefone para Código DDD (2 dígitos) mais número do contato telefone (com 8 ou 9 dígitos) 11 N N Fax de contato do produtor rural. Código Fax para contato DDD (2 dígitos) mais número do telefone 11 N N (com 8 ou 9 dígitos) Correio eletrônico Correio eletrônico do produtor rural 30 T N
24 1 No caso de produtores rurais que não possuam CPF, o órgão executor de sanidade agropecuária deverá criar um código provisório, estabelecendo-se um prazo para sua substituição pelo CPF. O código provisório deverá ser constituído pelo Código da UF junto ao IBGE (2 dígitos), acompanhado de numeração sequencial com até 9 dígitos (tamanho de 11 dígitos e formato numeral). Denominação do campo Código da Exploração Pecuária 1,2,3,4 Código do Estabelecimento Rural Código do produtor rural Área total N de Núcleos de Produção de Suínos ou Aves Condição da situação fundiária Códigos das espécies 5 Saldo das espécies 6 REGISTRO TIPO 7 Cadastro de Exploração Pecuária Conteúdo do campo Código do estabelecimento rural onde a exploração rural está localizada, formado como descrito anteriormente + número sequencial por estabelecimento rural (4 dígitos) Código do estabelecimento rural como descrito anteriormente Informar o CNPJ ou CPF do produtor conforme descrito para cadastro de produtor rural Área em hectare destinada à exploração pecuária Tamanho Formato Obrigatório 15 N S 11 N S 18 T S 8 N S N de Núcleos 3 N S Proprietário rural, arrendatário ou posseiro (Anexo III, item 12) Códigos das espécies (Anexo III, item 10) De acordo com cada espécie conforme a estratificação animal (Anexo III, item 11) 1 N S 4 N S 10 N S 1 Uma Exploração Pecuária será identificada pela inserção de quatro dígitos sequenciais a partir do Código do Estabelecimento Rural onde ela está localizada, formando o denominado Código da Exploração Pecuária. 2 Uma Exploração Pecuária, dentro do Estabelecimento Rural que a limita, não precisa ser um espaço delimitado por fronteiras físicas, tampouco geográficas. A área (ha) de cada Exploração Pecuária não pode ser superior a área (ha) física do Estabelecimento Rural, mas o somatório delas pode ultrapassar a área total do Estabelecimento Rural. 3 Uma vez definida e identificada a Exploração Pecuária, os Sistemas de Informação dos OESAs, que farão a gestão dessa Entidade, deverão possibilitar sua busca por qualquer um dos seguintes atributos: UF do Estabelecimento Rural, Município do Estabelecimento Rural, Código do Estabelecimento Rural, CPF/CNPJ dos Produtores Rurais das Explorações Pecuárias ou Código da Exploração Pecuária. 22
25 4 Os Sistemas dos OESAs devem informar, no mínimo, os atributos citados acima na busca e ao retornar as Explorações localizadas, serão ainda listados os seguintes atributos: Nome do Estabelecimento Rural e Nomes dos Produtores Rurais. 5 No cadastro de uma exploração pecuária de aves (Códigos 6, item 10) ou suídeos (Códigos 7, item 10), torna-se obrigatório o registro de pelo menos um respectivo núcleo de produção. 6 A gestão do saldo de aves ou suídeos será realizada ao nível de núcleo de produção e não ao nível de exploração pecuária. REGISTRO TIPO 8 Informações adicionais para exploração pecuária de ruminantes Denominação do Campo Finalidade principal da exploração pecuária Fase predominante da exploração pecuária Sistema de produção predominante Conteúdo do campo Informar se carne (C), leite (L), mista (M) ou lã (P) (Anexo III, item 13) Cria (CR), Recria (RE), Engorda (EN) ou Ciclo Completo (CC) (Anexo III, item 14) Informar se os animais são criados a pasto (P), confinados (C) ou em sistema misto (M) (Anexo III, item 15) TamanhoFormato Obrigatório 1 T S 2 T S 1 T S REGISTRO TIPO 9 Informações adicionais para o núcleo de produção de suídeos Denominação do Campo 1, 2, 3, 4 Código do Núcleo Código da Exploração Nome do Núcleo Conteúdo do campo Código da Exploração Pecuária, onde o núcleo está localizado, formado como descrito anteriormente + número sequencial por exploração pecuária (2 dígitos) Código da Exploração onde está localizado o Núcleo Nome do Núcleo que o identifique na Exploração TamanhoFormato Obrigatório 17 N S 15 N S 150 T S N de Piquetes ou Sítios N de Piquetes ou Sítios 4 N S Capacidade de Alojamento Capacidade de Alojamento 8 N S Número Cadastro SIPE Número Cadastro SIPE 20 N N Existência de Material Genético Importado na Exploração Pecuária ou Núcleo Sim ou Não (Anexo III, item 21) 1 T S 23
26 Tipo de Acesso ao Mercado Produtor Independente, Integrado ou Cooperado (Anexo III, item 23) Departamento de Saúde Animal 1 N S Integração Nome da integração ou cooperativa 60 T S Granja Certificada Sim ou Não 1 T S Sistema Criação Classificação do Núcleo de Suídeos Área de atuação do núcleo Núcleo de Suídeos alimentados com produtos de origem animal Confinado, semiconfinado, extensivo e SISCAL (Anexo III, item 17) Ciclo completo, Terminação, UPL, CCPS, Creche ou GRSC (Anexo III, item 18) Comercial, Reprodução, Subsistência (consumo próprio) ou Pesquisa (Anexo III, item 22) 1 N S 1 N S 1 N S Sim ou Não (Anexo III, item 19) 1 N N Suinocultura vizinha Distância em Km da mais próxima 4 N S 1 Um Núcleo será identificado pela inserção de dois dígitos sequenciais a partir do Código da Exploração Pecuária onde ele está localizado, formando o denominado Código do Núcleo. 2 Um Núcleo, dentro de uma Exploração Pecuária, é um espaço delimitado por fronteiras físicas e/ou geográficas. 3 Uma vez definido e identificado o Núcleo, os Sistemas de Informação dos OESAs, que farão a gestão dessa Entidade, deverão possibilitar sua busca por qualquer um dos seguintes atributos: UF do Estabelecimento Rural, Município do Estabelecimento Rural, Código do Estabelecimento Rural, CPF/CNPJ dos Produtores das Explorações Pecuárias, Código da Exploração Pecuária, Código do Núcleo ou Grupo de Espécie do Núcleo. 4 Os Sistemas de Informação devem informar, no mínimo, os atributos citados acima na busca e, ao retornar os Núcleos localizados, serão ainda listados os seguintes atributos: Nome do Estabelecimento Rural, Nome(s) do(s) Produtor(es) Rural(is) e Grupo de Espécie do Núcleo. 24
27 REGISTRO TIPO 10 Informações adicionais para o núcleo de produção de aves Denominação do Campo 1, 2, 3, 4 Código do Núcleo Código da Exploração Nome do Núcleo Conteúdo Código da Exploração Pecuária, onde o núcleo está localizado, formado como descrito anteriormente + número sequencial por exploração pecuária (2 dígitos) Código da Exploração onde está localizado o Núcleo Nome do Núcleo que o identifique na Exploração TamanhoFormato Obrigatório 17 N S 15 N S 150 T S Número Cadastro SIPE Número Cadastro SIPE 20 N N Existência de Material Genético Importado na Exploração Pecuária ou Núcleo Sim ou Não (Anexo III, item 21) 1 T S N de Galpões N de Galpões 4 N S Capacidade de Alojamento Área de Atuação do Núcleo Capacidade de Alojamento 8 N S Comercial, Reprodução, Subsistência (consumo próprio) ou Pesquisa (Anexo III, item 22) Produtor Independente, Integrado ou Cooperado (Anexo III, item 23) 2 N S Tipo de Acesso ao Mercado 1 2 N S Classificação 1 do Núcleo de Aves 5 Classificação 1 (Anexo III, item 24) 3 N S Característica Adicional 1 Característica Adicional 1 (Anexo III, item 20) 3 N S Tipo de Acesso ao Produtor Independente, Integrado ou Mercado 2 Cooperado (Anexo III, item 23) 2 N S Classificação 2 do Núcleo de Aves 5 Classificação 2 (Anexo III, item 24) 3 N S Característica Adicional 2 Característica Adicional 2 (Anexo III, item 20) 3 N S Tipo de Acesso ao Produtor Independente, Integrado ou Mercado 3 Cooperado (Anexo III, item 23) 2 N S Classificação 3 do Núcleo de Aves 5 Classificação 3 (Anexo III, item 24) 3 N S 1 Um Núcleo será identificado pela inserção de dois dígitos sequenciais a partir do Código da Exploração Pecuária onde ele está localizado, formando o denominado Código do Núcleo. 2 Um Núcleo, dentro de uma Exploração Pecuária de Aves (Granja Avícola), é um espaço delimitado por fronteiras físicas e/ou geográficas. 3 Uma vez definido e identificado o Núcleo, os Sistemas de Informação dos OESAs, que farão a gestão dessa Entidade, deverão possibilitar sua busca por qualquer um dos seguintes atributos: UF 25
28 do Estabelecimento Rural, Município do Estabelecimento Rural, Código do Estabelecimento Rural, CPF/CNPJ dos Produtores das Explorações Pecuárias, Código da Exploração Pecuária, Código do Núcleo ou Grupo de Espécie do Núcleo. 4 Os Sistemas de Informação devem informar, no mínimo, os atributos citados acima na busca e ao retornar os Núcleos localizados, serão ainda listados os seguintes atributos: Nome do Estabelecimento Rural, Nome(s) do(s) Produtor(es) Rural(is) e Grupo de Espécie do Núcleo. 5 A classificação da Exploração Pecuária de Aves (Granja Avícola) será automática a partir da classificação dos núcleos nela existentes (Anexo III, Item 24). Denominação do campo Código do promotor ou responsável pela execução do evento Nome do promotor ou responsável pelo evento REGISTRO TIPO 11 Aglomeração Conteúdo do campo Informar o CNPJ ou CPF conforme descrito para cadastro de proprietário rural ou produtor rural Nome do promotor ou responsável pelo evento vinculado ao respectivo código Tamanho Formato Obrigatório 18 T S 60 T S Tipo de evento Tipo do Evento (Anexo III Item 7) 20 T S Nome do evento Nome fantasia da evento 60 T S Data de início Data de início do evento no formato DDMMAAAA 8 N S Data de finalização Data de finalização do evento no formato DDMMAAAA 8 N S Página na internet para Página na rede mundial de divulgação do evento computadores para divulgação 60 T N para contato Correio eletrônico para contato 250 T N Código do Estabelecimento Rural Nome do Estabelecimento Rural Código do proprietário rural Nome do proprietário Código do município Nome do município Caso a aglomeração esteja sendo realizada em um estabelecimento rural, inserir o código do mesmo, como descrito anteriormente Nome completo do estabelecimento rural (sem abreviatura) Informar o CNPJ ou CPF conforme descrito para cadastro de proprietário rural Nome completo do proprietário rural (sem abreviatura) Código do município (IBGE) onde está localizado o evento Nome completo do município (sem abreviar) 11 N N 60 T N 18 T S 100 T N 7 N S 60 T S Unidade Federativa Sigla da Unidade Federativa 2 T S 26
29 Endereço Endereço da aglomeração (Anexo III, Item 33). Caso a aglomeração esteja sendo realizada em um 60 T N estabelecimento rural, repetir o endereço do mesmo Latitude 2 Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS 2000 Orientação Informar se sul (S) ou norte (N) 1 T S LatGrau Informar o número que represente o grau medido 2 N S LatMin Informar o número que represente os minutos medidos 2 N S LatSeg Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma 4 N S casa decimal) Longitude 3 Sistema geográfico (formato Grau, Min, Seg) SIRGAS 2000 Orientação Informar se Leste (E) ou Oeste (W) 1 T S LatGrau LatMin LatSeg Área total Código do Responsável Técnico Médico Veterinário pelo evento Nome do Responsável Técnico Médico Veterinário CRMV do Responsável Técnico pela aglomeração Confrontação 3 Via de acesso Condição de bloqueio Informar o número que represente o grau medido Informar o número que represente os minutos medidos Informar o número que represente os segundos medidos (número com uma casa decimal) Área total da aglomeração em hectare (campo numérico com até duas casas decimais) Informar o CNPJ ou CPF conforme descrito para cadastro de proprietário rural ou produtor rural Nome completo do responsável técnico Médico Veterinário pela aglomeração Digitar o número de registro do Médico Veterinário Responsável Técnico pela aglomeração no Conselho Regional de Medicina Veterinária Informar as confrontações da aglomeração, caso a mesma não esteja sendo realizada em um estabelecimento rural (Indicar os códigos dos estabelecimentos) Informações sobre as principais vias de acesso ao evento Condição de Bloqueio quanto a receber ou emitir GTA da aglomeração (Anexo III Item 26 2 N S 2 N S 4 N S 8 N S 18 T S 100 T S 10 N S 11 N S 200 T N 20 T S 1 e 2 O local para medição das coordenadas geográficas é a sede da aglomeração. 3 Cada confrontação representa um campo independente. 27
30 ANEXO I Códigos para tipo de veículos Departamento de Saúde Animal Nome Descrição* Código Motocicleta Veículo automotor de duas rodas 1 Veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade Automóvel para até oito pessoas, exclusive o condutor. Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para até vinte Microônibus passageiros Veículo automotor de transporte coletivo com capacidade para mais de vinte Ônibus passageiros Reboque Veículo destinado a ser engatado atrás de um veículo automotor 5 Veículo misto (passageiro e carga) com tração em duas rodas, caracterizado Utilitário 4x2 pela versatilidade do seu uso, inclusive fora da estrada Veículo misto (passageiro e carga) com tração nas quatro rodas caracterizado Utilitário 4x4 pela versatilidade do seu uso, inclusive fora da estrada Caminhão Veículo destinado exclusivamente ao transporte de carga. 8 Inclui quaisquer veículos hidroviários, como, por exemplo: barcos, navios, Embarcações lanchas, entre outros. Aeronaves 10 *Segundo Lei nº 9.503, de 23/9/1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro
31 ANEXO II Orientações gerais para preenchimento da Guia de Trânsito Animal Campo 1: utilizar para movimentação de bovídeos (bovinos ou bubalinos). Marcar faixa etária correspondente e total geral de animais. Campo 2: inserir a marca do rebanho (bovinos e bubalinos) utilizada pelo produtor. Campo 3: utilizar para movimentação de aves. Marcar espécie, faixa etária, finalidade, sexo (não obrigatório) e total geral de animais. Campo 4: utilizar para movimentação de suídeos. Marcar sexo, unidade de medida e total geral de animais. Campo 5: utilizar para movimentação de espécies não definidas na guia. Marcar unidade de medida e total geral de animais. A espécie em questão deverá ser descrita no campo 10 (total por extenso). Campo 6: utilizar para movimentação de caprinos. Marcar faixa etária e total geral de animais. Campo 7: utilizar para movimentação de ovinos. Marcar faixa etária e total geral de animais. Campo 8: utilizar para movimentação de eqüídeos. Marcar espécie, faixa etária e total geral de animais. Campo 9: utilizar para movimentação de animais aquáticos. Marcar espécie, faixa etária, unidade de volume e total geral de animais. Quanto à unidade de volume empregar: peso (Kg) para espécies destinadas ao abate; unidades para espécies ornamentais; e número de volumes a ser transportado para alevinos (Anexo III, Item 28). Campo 10: utilizar para identificar a espécie a ser movimentada informando o total de animais. Campo 11: utilizar para identificação da origem dos animais ou ovos férteis. Campo 12: utilizar para identificação do destino dos animais ou ovos férteis. Campo 13: marcar a finalidade a que se destinam os animais. Campo 14: utilizar para identificação do meio de transporte a ser utilizado para a movimentação dos animais ou ovos férteis. Quando requerido, informar o número do lacre da carga do veículo transportador. Campo 15: utilizar para informar as vacinas aplicadas e a data de sua última aplicação ou única aplicação quando for o caso. Campo 16: informar a que exame os animais foram submetidos conforme a espécie. O correspondente atestado os acompanhará durante a movimentação. O campo certificação refere-se ao número da certificação conferida ao estabelecimento rural. Por exemplo, Granja de Reprodutores Suídeos Certificada, Estabelecimento certificado como livre de brucelose e tuberculose. Campo 17: utilizar para informações relevantes cuja presença na guia seja fundamental para a movimentação animal ou para atender alguma exigência do Órgão Executor de Sanidade Agropecuária nas Unidades Federativas ou do MAPA. Campo 18: identificação da Unidade Expedidora (carimbo ou identificação eletrônica). Campo 19: informar emitente. Campo 20: identificar o local de emissão da guia Campo 21: espaço para o carimbo, conforme modelos definidos pela Instrução Normativa nº 18/2006 que aprova o modelo da GTA, e assinatura do emitente. 29
32 ANEXO III Códigos empregados Departamento de Saúde Animal 1. Sexo M Masculino F Feminino 2. Código IBGE / Sigla da Unidade Federativa 11 RO 12 AC 13 AM 14 RR 15 PA 16 AP 17 TO 21 MA 22 PI 23 CE 24 RN 25 PB 26 PE 27 AL 28 SE 29 BA 31 MG 32 ES 33 RJ 35 SP 41 PR 42 SC 43 RS 50 MS 51 MT 52 GO 53 DF 99 BR 3. Tipo de Inspeção 01 SIF 02 SIE 03 SIM 4. Tipo / Nível OESA 10 Unidade Central 11 Unidade Regional 12 Unidade Veterinária Local (UVL) 13 Escritório de Atendimento à Comunidade (EAC) 14 Posto Fixo de Fiscalização 5. Orientação Latitude N Norte S Sul 6. Orientação Longitude L Leste O Oeste 7. Tipo de Aglomeração 1 Com finalidade comercial 2 Sem finalidade comercial 8. Tipo de Contato 1 Comercial 2 Residencial 3 Móvel 4 Fax 9. Grupos de Espécies 1 Bovídeos 4 Equídeos 5 Animais Aquáticos 6 Aves 7 Suídeos 8 Outras Espécies 9 Taiassuídeos 10 Répteis 11 Grandes Roedores 10. Espécies 1.1 Bovino 1.2 Bubalino 1.3 Caprino 1.4 Ovino 4.1 Equino 4.2 Muar 4.3 Asinino 5.1 Peixe e seus alevinos 5.2 Crustáceo, qualquer estágio 5.3 Molusco, qualquer estágio 6.1 Galinha 6.2 Peru 6.3 Ratitas 6.4 Pato 6.5 Ganso 6.6 Marreco 6.7 Perdiz 6.8 Faisão/Chukar 6.9 Galinha-d angola 6.10 Codorna 6.11 Aves não destinadas à produção de carne ou ovos (ornamentais/silvestres) 7.1 Suíno 7.2 Javali 8.1 Outras Espécies 9.1 Cateto 9.2 Queixada 10.1 Crocodiliano 10.2 Quelônio 11.1 Capivara 30
33 11. Estratificação Animal Bovino, Macho, 0 a 12 meses Bovino, Macho, 13 a 24 meses Bovino, Macho, 25 a 36 meses Bovino, Macho, Acima de 36 meses Bovino, Fêmea, 0 a 12 meses Bovino, Fêmea, 13 a 24 meses Bovino, Fêmea, 25 a 36 meses Bovino, Fêmea, Acima de 36 meses Bubalino, Macho, 0 a 12 meses Bubalino, Macho, 13 a 24 meses Bubalino, Macho, 25 a 36 meses Bubalino, Macho, A cima de 36 meses Bubalino, Fêmea, 0 a 12 meses Bubalino, Fêmea, 13 a 24 meses Bubalino, Fêmea, 25 a 36 meses Bubalino, Fêmea, Acima de 36 meses Caprino, Macho, Até 12 meses Caprino, Macho, Acima de 12 meses Caprino, Fêmea, Até 12 meses Caprino, Fêmea, Acima de 12 meses Ovino, Macho, Até 12 meses Ovino, Macho, Acima de 12 meses Ovino, Fêmea, Até 12 meses Ovino, Fêmea, Acima de 12 meses Equino, Macho, Até 6 meses Equino, Macho, Acima de 6 meses Equino, Fêmea, Até 6 meses Equino, Fêmea, Acima de 6 meses Muar, Macho, Até 6 meses Muar, Macho, Acima de 6 meses Muar, Fêmea, Até 6 meses Muar, Fêmea, Acima de 6 meses Asinino, Macho, Até 6 meses Asinino, Macho, Acima de 6 meses Asinino, Fêmea, Até 6 meses Asinino, Fêmea, Acima de 6 meses Peixe, Adulto Peixe, Alevino Peixe, Larva Peixe, Pós-Larva Peixe, Ovos Embrionários Peixe, Cistos Crustáceo, Adulto Crustáceo, Alevino Crustáceo, Larva Crustáceo, Pós-Larva Crustáceo, Ovos Embrionários Crustáceo, Cistos Molusco, Adulto Molusco, Alevino Molusco, Larva Molusco, Pós-Larva Molusco, Ovos Embrionários Molusco, Cistos 31 Departamento de Saúde Animal Galinha, Ovos Férteis Galinha, Aves de 1 dia Galinha, Adulto Galinha, Recriada Peru, Ovos Férteis Peru, Aves de 1 dia Peru, Adulto Peru, Recriado Peru, Iniciado Ratita, Ovos Férteis Ratita, Aves de 1 dia Ratita, Adulto Ratita, Recriada Ratita, Criada Pato, Ovos Férteis Pato, Aves de 1 dia Pato, Adulto Ganso, Ovos Férteis Ganso, Aves de 1 dia Ganso, Adulto Marreco, Ovos Férteis Marreco, Aves de 1 dia Marreco, Adulto Perdiz, Ovos Férteis Perdiz, Aves de 1 dia Perdiz, Adulto Faisão/Chukar, Ovos Férteis Faisão/Chukar, Aves de 1 dia Faisão/Chukar, Adulto Galinha-d angola, Ovos Férteis Galinha-d angola, Aves de 1 dia Galinha-d angola, Adulto Codorna, Ovos Férteis Codorna, Aves de 1 dia Codorna, Adulto Codorna, Recriada Aves não destinadas à produção de carne ou ovos (ornamentais/silvestres), Ovos Férteis Aves não destinadas à produção de carne ou ovos (ornamentais/silvestres), Adulto Suíno, Macho, Reprodutor (Cachaço) Suíno, Fêmea, Matriz Suíno, Macho, Leitão Suíno, Fêmea, Leitão Suíno, sexo e idade não relevantes Javali, Macho, Até 6 meses Javali, Macho, Acima de 6 meses Javali, Fêmea, Até 6 meses Javali, Fêmea, Acima de 6 meses Outras Espécies Cateto, Macho, Até 6 meses Cateto, Macho, Acima de 6 meses Cateto, Fêmea, Até 6 meses Cateto, Fêmea, Acima de 6 meses Queixada, Macho, Até 6 meses
34 9.2.2 Queixada, Macho, Acima de 6 meses Queixada, Fêmea, Até 6 meses Queixada, Fêmea, Acima de 6 meses Crocodiliano Quelônio Capivara 12. Situação Fundiária 1 Proprietário 2 Arrendatário 3 Posseiro 13. Finalidade Principal da Exploração Pecuária C Carne L Leite M Mista P Lã 14. Fase Predominante CR Cria RE Recria EN Engorda CC Ciclo Completo 15. Sistema de Produção Predominante P Pasto C Confinados M Sistema Misto 16. Estabelecimento Rural de Risco 1 Sim 2 Não 17. Sistema de Criação de Suídeos CON Confinado SCO Semi confinado EXT Extensivo SIS SISCAL (Sistema Intensivo de Criação ao Ar Livre) 18. Classificação do Núcleo de Suídeos 1 Ciclo completo 2 Terminação 3 Unidade Produtora de Leitões (UPL) 4 Centro de Coleta e Processamento de Sêmen (CCPS) 5 Creche 6 Granja de Reprodutores Suídeos Certificada (GRSC) 19. Núcleo de Suídeos alimentados com produtos de origem animal 1 Sim 2 Não 20. Característica do Núcleo de Produção de Aves 1 Corte 2 Postura Existência de Material Genético Importado na Exploração Pecuária ou Núcleo 1 Sim 2 Não 22. Área de Atuação do Núcleo de Produção de Aves ou Suídeos 1 Comercial 2 Material de multiplicação animal (reprodução) 3 Subsistência (consumo próprio) 4 Pesquisa 23. Tipo de Acesso ao Mercado para Aves ou Suídeos 1 Produtor independente 2 Produtor integrado 3 Produtor cooperado 24. Classificação do Núcleo de Produção de Aves 1 Estabelecimento de Linha Pura 2 Estabelecimento Bisavoseiro) 3 Estabelecimento Avoseiro 4 Estabelecimento Matrizeiro 5 Estabelecimento Matrizeiro de Recria 6 Estabelecimento de Recria de Postura 7 Estabelecimento Incubatório de Granjas de Linha Pura 8 Estabelecimento Incubatório de Bisavoseiros 9 Estabelecimento Incubatório de Avoseiros 10 Estabelecimento Incubatório de Matrizeiros 11 Estabelecimento Produtor de Aves e Ovos Livres de Patógenos SPF 12 Estabelecimento Produtor de Ovos Controlados para Produção de Vacinas Inativadas 13 Estabelecimento de Aves Comerciais de Corte 14 Estabelecimento de Postura Comercial 15 Outros 16 Estabelecimento para Classificação, Seleção e Armazenamento de Ovos Férteis 17 Estabelecimento de Ratitas Cria 18 Estabelecimento de Ratitas Recria 19 Estabelecimento de Ratitas Engorda 20 Estabelecimento de Ratitas Ciclo completo 21 Estabelecimento de Ratitas Ciclo Parcial 22 Estabelecimento Incubatório de Ratitas 23 Subsistência 25. Função Inspeção 06 Fiscal Federal Agropecuário (FFA) 07 Agente de Inspeção Industrial (AIISIPOA) 09 Funcionários Cedidos ou Privados 10 Auxiliar de Inspeção 12 Veterinário Oficial 13 Veterinário Não Oficial
35 26. Condição de Bloqueio para Emissão de GTA 0 Não-Bloqueado 1 Bloqueado 27. Código IBGE Municípios Consultar: /area.shtm 28. Unidade de Medida 01 Peso (Kg) 02 Unidade 03 Volumes (n.) 29. Finalidade da GTA 01 Abate 02 Engorda 03 Reprodução 07 Abate Sanitário 08 Atendimento Veterinário 09 Exportação 10 Quarentena 11 Cria 12 Destruição 13 Equoterapia 15 Incubação 16 Industrialização 17 Iniciação 18 Lazer 19 PEAE (Prop. de Espera para Abate de Equídeos) 20 Pesagem 21 Pesquisa 22 Postura 23 Produtos Biológicos 24 Recria 25 Recria ou Terminação 26 Retorno de Aglomeração 27 Retorno de Frigorífico 28 Sacrifício 29 Trabalho 30 Tratamento Veterinário 31 Uso Laboratorial 33 Aglomeração com finalidade comercial 34 Aglomeração sem finalidade comercial 35 Retorno à origem 30. Meio de Transporte GTA 01 A pé 02 Rodoviário 03 Ferroviário 04 Aéreo 05 Marítimo/Fluvial 31. Tipo de Emitente 03 Veterinário Federal 04 Veterinário Habilitado 15 Veterinário Estadual 16 Funcionário Autorizado 18 Emitido Eletronicamente 32. Situação da GTA 01 Gravada 02 Em Trânsito 03 Baixada 04 Cancelada 33. Tipo de Endereço de Aglomeração PR Propriedade (Estabelecimento) Rural AL Outros 34. Profissão da Pessoa Física 01 Médico(a) Veterinário(a) 02 Zootecnista 03 Agrônomo(a) 35. Conselhos de Profissão 01 CRMV 02 CREA 36. Doenças 0001 Febre Aftosa 0003 Brucelose 37. Vacinas 0001 Febre Aftosa 0003 Brucelose 33
36 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS BLOCO D, ANEXO A SALA BRASÍLIA/DF BRASIL TEL.: FAX.: e mail: [email protected] 34
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