MÓDULO 1 CONTABILIDADE FINANCEIRA
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- Ian Canto Medina
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1 ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS PÓS-GRADUAÇÃO EM FISCALIDADE MÓDULO 1 CONTABILIDADE FINANCEIRA Francisco Carreira MÓDULO 1 CONTABILIDADE FINANCEIRA 1 A FISCALIDADE Evolução Histórica; O NORMATIVO CONTABILÍSTICO A PRESTAÇÃO DE CONTAS A CONTABILIDADE INTERNACIONAL 5 - OS REFLEXOS dos FACTOS PATRIMONIAIS na FISCALIDADE Factores dinamizadores dos intercâmbios internacionais: Melhores meios de transporte; Necessidade das Empresas acederem a Novos Mercados; Novos Investidores; Desenvolvimento das Multinacionais Transnacionais Com uma rede Produtiva, Comercial e Financeira; Interesse / Prédisposição dos Estados em facilitar esses intercâmbios; Há uma relação directa entre a Globalização da Economia e o Desenvolvimento da Contabilidade Internacional: Evolução Histórica da Contabilidade; Surgimento das Multinacionais e a existência de Utentes Internacionais da Informação Financeira; A Dimensão Internacional de alguns Problemas Contabilísticos; A Comparação dos Sistemas Contabilísticos dos Países. 1
2 Sistemas Contabilísticos: Definição - Conjunto de Objectivos, Normas e Práticas; Factores das Diferenças: Ser interpretado como reflexo dos Ambientes Económico, Social e Político, que se manifestam na cultura, história, comercial, etc. 1 Relacionados com os Agentes Externos; Relacionados com os Agentes Internos; Relação Sistema Contabilístico Ambiente; Factores das Diferenças dos Sistemas Contabilísticos 1 Relacionados com os Agentes Externos o Sistemas Legal; o - Fornecedores de Financiamento; o - Nacionalismo; o - Nível de Direcção Empresarial; o - Nível de Desenvolvimento do Mercado Bolsista; o - Factores Culturais; o - Sistema Político. Factores das Diferenças dos Sistemas Contabilísticos Relacionados com os Agentes Internos Influência Fiscal; - Utentes da Informação Contabilística; - Nível de Desenvolvimento da Profissão Contabilística; - Estado da Educação em Contabilidade; - Objectivos da Contabilidade.
3 Factores das Diferenças dos Sistemas Contabilísticos Relação Sistema Contabilístico -Ambiente Aspectos Conceptuais - INTUITIVA : Mueller (191), Belkaoui (1985) e Radebaugh e Gray (199). Objectivo da Definição das Relações INDUTIVA : Choi (19), Amenkhienan (198) e Laínez e Jarne (1999). A - B - Radebaugh (195), Daniel et al. (19), Belkaoui (1985), Amenkhienan (198), Blake (1990), Nobes e Parker (1991), Salter (1991), AlNajjar (199), Choi e Mueller (199), Nobes (199), Laínez (199), Radebaugh e Gray (199). Factores Causantes das Diferenças entre Sist. Contab. A B TOTAIS Sistema Legal 10 Fiscalidade 5 9 Económico 5 8 Fornecedor de Informação Propriedade Empresarial Desenvolvimento Económico Estatuto da Profissão Sistema Político Estrutura Empresarial Factores Culturais Educação A - B - Radebaugh (195), Daniel et al. (19), Belkaoui (1985), Amenkhienan (198), Blake (1990), Nobes e Parker (1991), Salter (1991), AlNajjar (199), Choi e Mueller (199), Nobes (199), Laínez (199), Radebaugh e Gray (199). Factores Causantes das Diferenças entre Sist. Contab. A B TOTAIS Influência Teórica 1 5 Inflação 5 Utentes e Objectivos 5 Influência Internacional 5 Linguístico 1 Clima Social 1 Organização Empresarial Normativo Contabilístico Inovações Empresariais Históricos Demográfico 1 1
4 Causas da Evolução dos Sistemas Contabilísticos: Adopção das Directivas Comunitárias (IVª, VIIª e VIIIª); - Desenvolvimento Económico; - Evolução da Economia de Mercado e Abertura ao Exterior; - Globalização dos Mercados Bolsistas; - Crises Financeiras; - Internacionalização da Actividade Económica; - Intervenção das Empresas Internacionais de Auditoria; - Actividade Profissional dos TOC. Causas da Evolução dos Sistemas Contabilísticos: A incidência destes factores manifestou-se com uma diferente intensidade nos distintos países, o que gerou níveis de evolução heterogéneos no contexto internacional, tendo por base as seguintes linhas fundamentais: * Regulador; * Princípios; * Profissão; * Formação; * Valorimetria; * Informação. LINHAS FUNDAMENTAIS: REGULADOR: Incremento do nível de normalização, incorporação do conceito de imagem fiel, maior controlo governamental do organismo emissor de normas contabilísitcas, preocupação em atender às necessidades dos utentes, recolha de opinião dos interessados, cumprimento das normas tanto pela iniciativa privada como pública, procura da mais informação e progressiva aproximação ao normativo internacional. PRINCÍPIOS CONTABILÍSTICOS: Estabelecimento explícito dos PCGA, da imagem fiel, reconhecimento dos princípios da Especialização dos Exercícios, Uniformidade e Prudência e adopção dos PCGA segundo as tendências internacionais.
5 PROFISSÃO: A profissão de Técnico de Contabilidade está consolidada, participação das Associações de Profissionais na elaboração das normas, a dimensão das empresas é factor discriminante em termos de auditoria, as multinacionais de auditoria passaram a dominar o mercado nacional, as normas de ética ganharam rigidez e a harmonização contabilística internacional é um tema de interesse para os profissionais de contabilidade. LINHAS FUNDAMENTAIS: FORMAÇÃO: Está difundida nas Universidades privadas, em cursos Pós-Graduação, a disciplina de contabilidade internacional faz parte integrante dos Currículos de Estudos Empresariais, a existência de programas de formação, aperfeiçoamento e reciclagem em contabilidade e os anos de experiência na profissão (entre a 5 anos, excepto na que é de 8 anos). LINHAS FUNDAMENTAIS: VALORIMETRIA: Adopção do Justo Valor, não incorporação no custo de aquisição dos investimentos financeiros dos juros, diferenciação entre locação operacional e financeira, consolidação das filiais pelo método de integração global e das associadas pelo método da equivalência, reconhecimento do goodwill como parte do activo e explicitação no Anexo do efeito nos resultados e na posição financeira derivada da alteração de princípios/critérios de valorimetria. INFORMAÇÃO: Níveis de informação implementados que passa por: alteração de critérios, diferenças de câmbio, imposto sobre o rendimento, segmentação das vendas por áreas geográficas, acontecimentos após o encerramento do exercício, resultados por acção, valor acrescentado, informação em mais de uma unidade monetária, ajustamento decorrente da inflação, intermédia, empregados, matérias sociais e relativa ao meio ambiente. Âmbito do Estudo 5 Continentes, abrangendo 5 Países: África -1 País; América Países; Ásia Países; Europa 1 Países; Oceânia - Países; Classificação da Evolução - Em Níveis: Países com Grau de Evolução Elevado; Países com Grau de Evolução Médio; Países com Grau de Evolução Reduzido. 5
6 PAÍSES COM GRAU DE EVOLUÇÃO ELEVADO Regulador Princípios Profissão Formação Valorimetria Informação Fonte: Jarne, J. I. (199): Clasificación y Evolución Internacional de los Sistemas Contables, AECA, Madrid. PAÍSES COM GRAU DE EVOLUÇÃO MÉDIO Regulador R.Unido Princípios N.Zelândia Profissão Formação Valorimetria Informação EUA Fonte: Jarne, J. I. (199): Clasificación y Evolución Internacional de los Sistemas Contables, AECA, Madrid. PAÍSES COM GRAU DE EVOLUÇÃO REDUZIDO Regulador Princípios Profissão Formação Valorimetria F.Rússia Informação Fonte: Jarne, J. I. (199): Clasificación y Evolución Internacional de los Sistemas Contables, AECA, Madrid.
7 CONCLUSÃO: Há uma tendência generalizada em termos: Do Processo de Definição de uma Regulamentação Mais Estricta; Da Adopção de Princípios Contabilíticos Consolidados; De uma Profissão Contabilística Mais Activa e Qualificada; De Formação Contabilística sem uma Clara Tendência, excepto na Exigência para a Obtenção da Qualificação Profissional; Da Adopção de Práticas de Valorimetria Específicas; Do Incremento na Procura de Informação que é satisfeita pelas Empresas;
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