LPI nível 2: Aula 11
|
|
|
- João Vítor Figueira Cunha
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Décima primeira aula de preparação LPIC-2 TUTORIAL LPI nível 2: Aula 11 Configuração do servidor BIND, criação e manutenção de arquivos de zonas e ferramentas relacionadas. por Luciano Siqueira Irum_Shahid - Tópico 207: DNS Configuração básica de um servidor DNS Um servidor DNS Domain Name System converte remotamente nomes de máquinas para seus respectivos números IP e vice-versa. A correspondência entre o nome e o número IP é chamada mapeamento e organizado de forma hierárquica. Em outras palavras, um domínio como howtos.linux.com será quebrado e resolvido começando por com, depois linux e finalmente howtos itens chamados respectivamente top-level domain, second-level domain e thirdlevel domain. É nessa ordem que o endereço IP para howtos.linux.com será obtido. Os top-level domains mais comuns são.com,.org e.net, mas existem vários outros. O programa servidor responsável pelo mapeamento é o /usr/sbin/ named, que é parte do pacote chamado BIND, cujas especificações são definidas pelo Internet Systems Consortium. Seu arquivo de configuração é named.conf, que pode ser encontrado no diretório /etc/ ou /etc/bind/. Em versões do BIND anteriores à 8, o arquivo de configuração chama-se named.boot e possui sintaxe diferente. Arquivos anteriores à versão 8 não funcionarão nesta ou na 9. Para converter arquivos de configuração de versões anteriores para a 8, pode ser utilizado o comando named-bootconf. Servidor caching-only O DNS caching-only é a mais simples implementação de um servidor DNS. Ele apenas requisita a resolução do nome junto a um servidor externo e armazena a resposta, para agilizar futuras requisições. Exemplo de named.conf para um servidor de DNS caching-only: directory /var/named ; zone. IN { type hint; file root.hints ; Zonas convencionais têm seções definidas de forma semelhante (exemplo: zone localhost IN {..., e é importante que para cada uma delas seja especificada uma zona para DNS reverso (exemplo: zone inaddr.arpa IN {.... O DNS reverso é responsável por converter números IP para seus respectivos nomes. Voltando ao exemplo, na seção options é indicado onde estão os arquivos de zonas (directory / var/named ;. Está definido apenas o mapeamento para., que será consultado se nenhum outro mapeamento for encontrado. É este o caso do exemplo. No arquivo /var/named/root.hints há uma lista com os principais servidores de nomes da Internet. Este arquivo é gerado através do comando 52
2 LPI Nível 2 TUTORIAL ns. Como os endereços de alguns servidores podem mudar, é aconselhável atualizar o arquivo mensalmente. O exemplo 1 mostra um trecho do arquivo /var/ named/root.hints. Após alterar os arquivos de configuração, será necessário reiniciar o daemon named, responsável por responder às requisições de DNS. Para que as configurações tenham efeito sem interromper o named, basta enviar o sinal HUP para o processo, através do comando kill: kill -HUP `pidof named` Criação e manutenção de zonas de DNS A principal diferença entre um servidor DNS tradicional e um servidor DNS caching-only está nos arquivos de zona. Num servidor tradicional, os arquivos de zona contém a correspondência de IPs e nomes para os domínios especificados em named.conf. Criando um domínio Para cada domínio sob responsabilidade do servidor, deve ser criada uma entrada no arquivo named.conf. Essa entrada é muito parecida àquela do exemplo de DNS caching-only: directory /var/named ; zone. IN { type hint; file root.hints ; file gink.go.zone ; A última entrada indica opções e o arquivo de zona para solicitações de nome para o domínio gink.go. Exemplo 1: Trecho de root.hints (... D.ROOT-SERVERS.NET IN A A.ROOT-SERVERS.NET IN A H.ROOT-SERVERS.NET IN A C.ROOT-SERVERS.NET IN A (... Exemplo 2: Arquivo de zona $TTL IN SOA floyd.gink.go. hostmaster.gink.go. ( ; serial ; refresh (8 horas ; expire (4 semanas ; minimum (1 dia NS floyd MX 5 mail floyd A hamilton A www CNAME hamilton felix A mail CNAME felix emily A Este é um domínio fictício, utilizado como exemplo para uma rede interna. A opção type determina a prioridade da zona para o domínio, pode ser master ou slave. O arquivo definido na opção file deve ser criado no mesmo diretório selecionado na opção directory da seção options. Pode ser escolhido qualquer nome para o arquivo de zona, mas geralmente elege-se o nome do domínio leva os prefixos/ sufixos zone ou db. Registros da zona O arquivo de zona contém várias informações dos nomes do domínio em questão pode ser escrito conforme o exemplo 2. Vamos analisar item a item este arquivo de zona, para entender cada uma das suas entradas: $TTL 3D Indica a validade-padrão ou por quanto tempo os dados conseguidos a partir deste servidor devem ser mantidos em um cache de IN SOA floyd. gink.go. hostmaster.gink.go. ( Essa linha corresponde à principal entrada: SOA (Start Of Authority. Ela determina qual o servidor e o do administrador do DNS. O é apenas um atalho para a origem (o domínio da zona, e também pode ser especificado literalmente (neste caso deve ser especificado com um ponto no final: ginko.go.. O IN significa Internet e determina a classe do registro. Na maior parte dos servidores DNS, será a única classe utilizada. O termo SOA indica tratar-se do registro da autoridade para o domínio, seguido do nome do servidor DNS e do do administrador. Perceba que ambos são terminados com um ponto. O também tem um ponto no Linux Magazine #42 Maio de
3 TUTORIAL LPI Nível 2 Exemplo 3: Arquivo de zona do DNS reverso $TTL IN SOA floyd.gink.go. hostmaster.gink.go. ( ; serial ; refresh (8 horas ; expire (4 semanas ; minimum (1 dia NS floyd.gink.go. 1 PTR floyd.gink.go. 2 PTR hamilton.gink.go. 4 PTR felix.gink.go. 11 PTR emily.gink.go. DNS reverso Além das zonas para resolver nomes para números IP, é praxe criar zonas para resolver números IP para nomes, processo chamado DNS reverso. Para isso, deve ser criada uma zona específica no arquivo named.conf que aponte para outro arquivo de zona. directory /var/named ; lugar O parêntese no final da linha indica o início das propriedades do registro ; serial ; refresh (8 horas ; expire (4 semanas ; minimum (1 dia Essa seção especifica algumas propriedades para a zona. O primeiro número, , determina um número serial de identificação. Pode ser qualquer número, mas, via de regra, segue o formato de data mais um número decimal. Os demais valores determinam respectivamente: intervalo de atualização, intervalo para novas tentativas, prazo de validade das informações, intervalo mínimo de permanência no cachê. Estes valores serão informados aos clientes e outros servidores DNS que utilizam este mapa. O caracter ; especifica um comentário e todo texto em seguida será ignorado pelo programa. O final das propriedades do registro é determinado com o fechamento do parêntese. Continuando o exame: NS floyd MX 5 mail floyd A hamilton A www CNAME hamilton felix A mail CNAME felix emily A Os demais registros correspondem às entradas de nomes da zona. Se não for informado no começo da linha, é assumida a mesma origem (especificada pelo e a classe (IN. Tipos de registro comuns são: NS: especifica qual dos registros é o servidor de nomes do domínio, também citado no registro SOA; MX: o servidor de para o domínio. Pode haver mais de um, sendo suas prioridades determinadas pelo número à esquerda do nome do servidor. Valores menores indicam maior prioridade; A: mapeia o nome especificado à esquerda para o IP especificado à direita. A origem (domínio é automaticamente adicionada ao nome, pois está implícita na entrada (ex. floyd = floyd.gink.go; CNAME: cria um alias, especificado à esquerda, para um nome já definido em outro registro. Não pode haver alias para um registro NS; PTR: mapeia um número IP para um nome. É utilizado para DNS reverso, que veremos a seguir. zone. IN { type hint; file root.hints ; file gink.go.zone ; zone in-addr.arpa IN { file db in- addr.arpa ; allow-update { none; O registro em destaque especifica a zona reversa. O nome da zona reversa começa com o trecho do IP referente à rede, escrito de trás para frente, seguido do termo in-addr.arpa, que determina tratarse de um registro de DNS reverso. Portanto, o registro mostrado converterá em nomes os IPs que comecem por As demais opções, como tipo, nome de arquivo, etc, obedecem às mesmas regras do DNS. O arquivo de zona para o DNS reverso é praticamente idêntico ao do DNS convencional, mostrado no exemplo 3. A única diferença encontra-se nos registros de nomes. Aqui, a origem também está implícita, sendo necessário apenas especificar o trecho do IP específico do host. Por se tratar de uma resolução reversa, é 54
4 LPI Nível 2 TUTORIAL usado um registro do tipo PTR, seguido do nome para o IP especificado. Um detalhe importante é que o nome dos hosts precisa ser completo, incluindo o domínio e o ponto no final. Isso evita que o DNS reverso interprete a origem (que aqui é in-addr.arpa como sendo o domínio. Para que as novas configurações tenham efeito, é necessário reiniciar o servidor de nomes. O procedimento pode ser feito via script de inicialização ou simplesmente enviando o sinal HUP para o processo: killall -HUP named Servidores escravos Para aumentar a disponibilidade do serviço, é recomendável criar um servidor DNS escravo; de preferência numa localização física distante do servidor primário, para evitar que panes elétricas, por exemplo, afetem ambos. A entrada em named.conf para definir um servidor escravo pode ser escrita da seguinte forma: zone gink.go { type slave; file db.gink.go ; masters { ; O servidor escravo armazenará os registros da zona gink.go, através de um processo chamado transferência de zona. O arquivo de zona no servidor escravo possui apenas o registro SOA, como mostra o exemplo 4. A zona só é transferida se o número serial do servidor escravo for menor que o do servidor primário. O valor refresh especifica o intervalo em que o servidor escravo verificará atualizações de registro no servidor primário. Se Exemplo 4: Arquivo de zona com o regsitro IN SOA floyd.gink.go. hostmaster.gink.go. ( ; serial ; refresh (8 horas ; expire (4 semanas ; minimum (1 dia o servidor não pôde ser contactado, serão feitas novas tentativas a cada intervalo especificado no valor retry. A zona deixará de existir no servidor escravo se o primário não puder ser contactado até o final do período-limite especificado no valor expire. O último valor, minimum, determina o período mínimo que a zona deve permanecer no servidor escravo. Por padrão, todos os valores são expressos em segundos. Para alterar a unidade de tempo, basta utilizar um sufixo como H (hora, D (dia ou W (semana. Por exemplo, 2H (duas horas. Redirecionamento de servidor Um redirecionamento simplesmente transfere todas as solicitações feitas ao servidor para outro servidor DNS, armazenando os resultados temporariamente para agilizar futuras solicitações, semelhante a um servidor caching-only. Para redirecionar qualquer solicitação, basta criar a seção options em named.conf da seguinte forma: directory /var/named/ ; forwarders { ; ; } Serão utilizados os servidores especificados na opção forwarders. Para que apenas solicitações para uma zona específica sejam redirecionadas, o tipo da zona deve ser especificado como forward: type forward; forwarders { ; ; } Os servidores de destino das solicitações devem ser especificados da mesma forma, na opção forwarders. Diagnóstico do servidor Agora, o servidor DNS já pode ser testado para encontrar possíveis problemas. Para uma checagem simples, pode ser usado o comando host. Mas antes, não se esqueça de alterar os dados do servidor de nomes em /etc/ resolv.conf para o servidor que você acabou de configurar. Feito isso, utilize o comando host para um dos nomes registrados na zona criada: # host felix felix.gink.go has address Testando o DNS reverso: # host in-addr.arpa domain name pointer felix in- addr.arpa. Pôde ser verificado que, tanto o DNS convencional quanto o DNS reverso estão funcionando, ao menos para o nome e IP do host felix. Para evitar alterar o arquivo / etc/resolv.conf e obter informações um pouco mais detalhadas, basta Linux Magazine #42 Maio de
5 TUTORIAL LPI Nível 2 fornecer também o nome do servidor DNS ao comando host: # host www floyd.gink.go Using domain server: Name: floyd.gink.go Aliases: is an alias for hamilton.gink.go. hamilton.gink.go has address Using domain server: Name: floyd.gink.go Aliases: is an alias for hamilton.gink.go. Using domain server: Name: floyd.gink.go Aliases: is an alias for hamilton.gink.go. Pela saída, podemos verificar, entre as informações mostradas, que o host trata-se de um alias para o host hamilton.gink.go. Uma ferramenta específica para diagnóstico de servidores DNS é o comando dig (Domain Information Groper. Apesar de possuir várias opções, que podem ser consultadas na página manual do comando, a forma mais usual de invocá-lo é domínio tipo. O servidor DNS, especificado pelo será consultado pelo domínio e tipo de registro. O exemplo 5 mostra como utilizar o comando dig. A saída é dividida em seções. O campo status da seção HEADER nos permite verificar se foram encontrados erros no servidor DNS. A seção QUESTION mostra que tipo de requisição foi feita ao servidor. A resposta é mostrada na seção ANSWER. A seção ADDITIONAL mostra os endereços dos nomes exibidos em ANSWER. Outra ferramenta é o comando nslookup, que trabalha de duas formas: interativo e não-interativo. Usado sem argumentos, o nslookup entra em modo interativo: # nslookup > Dessa forma, será utilizado o servidor de nomes especificado em /etc/ resolv.conf. Outro servidor pode ser especificado da seguinte forma: # nslookup - floyd > Note que há um espaço entre o traço e o nome do servidor. A maneira mais simples de utilizar o modo interativo é simplesmente fornecer um nome a verificar e pressionar [enter]: > hamilton Server: Name: hamilton.gink.go Address: > Exemplo 5: Utilização do dig # gink.go ANY ; <<>> DiG P1 gink.go ANY ; (1 server found ;; global options: printcmd ;; Got answer: ;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: ;; flags: qr aa rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 3, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 2 ;; QUESTION SECTION: ;gink.go. IN ANY ;; ANSWER SECTION: gink.go IN SOA floyd.gink.go. hostmaster.gink.go gink.go IN NS floyd.gink.go. gink.go IN MX 10 felix.gink.go. ;; ADDITIONAL SECTION: floyd.gink.go IN A felix.gink.go IN A ;; Query time: 0 msec ;; SERVER: #53( ;; WHEN: Mon Jun 4 15:44: ;; MSG SIZE rcvd:
6 LPI Nível 2 TUTORIAL Para pesquisar um nome no modo não-interativo, podem ser fornecidos o nome e o servidor como argumentos para o nslookup: # nslookup felix floyd Server: floyd Name: felix.gink.go Address: Segurança de DNS Para o administrador precavido, a falha em um servidor DNS pode não ser um desastre de grandes proporções. Ele pode conectar-se através do IP do servidor (caso o tenha e recuperar o serviço. Os demais usuários da rede, por sua vez, apenas acessam as máquinas através de seus nomes. Uma interrupção do servidor DNS, mesmo que a comunicação da rede ainda exista, torna inviável sua utilização para quem desconhece os endereços IP das máquinas. Num cenário ainda pior, um invasor pode interceptar as chamadas DNS e conhecer os nomes e endereços das máquinas da rede, facilitando a identificação e ataque. Caso os registros tenham sido alterados, um usuário pode conectar-se a uma máquina-armadilha, acreditando tratar-se de uma máquina conhecida. Neste caso, o invasor poderia facilmente conseguir dados sensíveis de todo usuário enganado. Enjaular o servidor O servidor DNS pode ser executado num ambiente isolado, onde só existam os componentes necessários à sua execução. Esse ambiente é denominado jaula chroot. Este processo ajuda a garantir a segurança do servidor BIND, colocando-o numa gaiola que limitará o estrago, caso o servidor seja comprometido. Junto com a restrição a arquivos e diretórios, o servidor deve ser executado por um usuário sem privilégios de root. Por exemplo, o daemon named pode ser iniciado como processo do usuário não-privilegiado bind, tendo como diretório raiz /var/named: named -u bind -t /var/named Para que a jaula chroot funcione, é necessário adaptar algumas variáveis na configuração do BIND. O diretório raiz enxergado pelo daemon named será /var/named, portanto, é necessário indicar corretamente a localização de arquivos e diretórios, como o diretório dos arquivos de zona e do arquivo de PID.
7 TUTORIAL LPI Nível 2 DNSSEC As transferências de informações entre servidores DNS podem ser autenticadas através de uma chave do DNSSEC, um complemento do BIND. A chave é gerada pelo comando dnssec-keygen. Diferentes algorítimos podem ser escolhidos. No exemplo, elas serão geradas no diretório /var/named: # cd /var/named # dnssec-keygen -a DSA -b 768 -r / dev/uramdom -n ZONE gink.go A opção -a especifica a criptografia utilizada, a opção -b o tamanho da chave e -r a fonte de dados aleatórios para gerar a chave (se -r não for fornecido, o teclado será usado como fonte de dados aleatórios. A opção -n especifica qual o tipo do dono da chave (ZONE. Por fim, é especificado o nome (gink.go. Terminada a execução, será emitida uma resposta no formato Knnnn.+aaa+iiiii. Os elementos da resposta significam: nnnn: Nome da chave; aaa: Representação numérica do algorítimo; iiiii: Identificação da chave (ou impressão digital. Neste exemplo, foram gerados dois arquivos: Kgink.go key e Kgink.go private. O arquivo.key deve ser mencionado na respectiva zona, através de um $include ao final do arquivo: $include Kgink.go key Feito isso, a zona deve ser assinada com o comando dnssec-signzone: dnssec-signzone -r /dev/urandom -o gink.go db.gink.go Kgink. go A opção -o define a origem do arquivo de zona. Se não for especificada a chave, serão utilizadas as mencionadas na zona. O arquivo de saída db.gink.go.signed será criado e deverá ser especificado no registro da zona em named.conf: file db.gink.go.signed ; allow-update { none; Também serão criados arquivos dsset e keyset, utilizados para que o administrador da zona superior saiba quais chaves são o ponto de entrada seguro para a zona. Os servidores DNS que buscam dados no servidor em que o DNSSEC foi utilizado poderão agora validar os dados através da chave pública contida no arquivo Kgink.go key. Essa chave deve estar presente na entrada trusted-keys do arquivo named.conf que obedece a seguinte sintaxe: trusted-keys { string number number number string ; string number number number string ;... A entrada trusted-keys pode fazer referência a várias chaves. Cada campo corresponde ao nome do domínio, opções, protocolo, algoritmo utilizado e o código da chave gerada. Todos esses dados estão contidos no arquivo.key. No caso do exemplo, o registro trusted-keys ficaria da seguinte forma: trusted-keys { gink.go BPDC8 hyxf5g8trgnikgbtvrtlpzpo5ldqt0r Ov3viRFBlj7Je2NKIAoJGyEO/hmmG HRw4Ls0uHLeQasRAFqz3IKIFh3/UpH 3b8KYoebkPaDk68zoFph/MknxTAr3a UxPmzMKfkDzfHnfe2izxLhz/Zp52Me fdevbumhusd5bms4rmk5hsqmjpd8ew 3L17RD6WxHxb5KBhr91qVEakLDcPnBG 7fCDKgJ/bG6ynKd8iZKjZHgn5Ve1vQ h4az72scenkohljc6mkvuzmg+63pxte dw9ija/xuleq5imydmzkr/tvztxlqnx ObOOACSHwzO3WQSWvruOz6R9mjGY osyhsabnex3heetwn89gyjmktya sbhstgajykgompx3oyovspcq/thoxdu IoLzYEL3HnUqx5P5PX ; Restringir acesso É possível restringir totalmente o acesso ao servidor de nomes a uma rede ou a um host específico, através da opção allow-query: allow-query { /24; Essa opção pode ser definida tanto na seção options quanto numa entrada de zona. Se definida em ambos, prevalecerá para a zona as regras nela especificadas. Podem ser especificados mais de um endereço de rede ou host. Para restringir transferências de zona entre servidores ou através de comandos como dig e nslookup, pode ser utilizada a opção allow-transfer, na seção options: allow-transfer { ; Como para a opção allow-query, mais de um endereço podem ser especificados, separados por ;. Considerações sobre o tópico Este é outro tópico muito abordado na prova. Sobretudo, conheça muito bem o formato do arquivo named.conf e os arquivos de zona. Comandos relacionados como rndc, dig e host também serão abordados. 58
Configuração de um servidor DNS. Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática
Configuração de um servidor DNS Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Configuração DNS O servidor DNS usado é o BIND versão 9. Para configuração do servidor DNS, deve-se acessar os arquivos de
UM dos protocolos de aplicação mais importantes é o DNS. Para o usuário leigo,
Laboratório de Redes. Domain Name Service - DNS Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução UM dos protocolos de aplicação mais importantes é o DNS. Para o usuário leigo, problemas com o DNS são interpretados
Curso de Pós Graduação em Redes de Computadores. Módulo Laboratório de Linux Apostila 2. Serviço DNS
Curso de Pós Graduação em Redes de Computadores Módulo Laboratório de Linux Apostila 2 Serviço DNS Introdução DNS é o Servidor de Nomes do Domínio. Ele converte os nomes das máquinas para números IP, que
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
Sistema Operacional Linux > Servidor DNS (BIND) www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução O DNS é um dos serviços mais importantes na Internet porque
Universidade Católica de Brasília Pró-reitoria de Graduação Curso de Ciência da Computação
Universidade Católica de Brasília Pró-reitoria de Graduação Curso de Ciência da Computação INTRODUÇÃO 6 LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES Serviços Básicos de Rede DNS Para o correto funcionamento de
DNS Parte 2 - Configuração
DNS Parte 2 - Configuração Adriano César Ribeiro (estagiário docente) [email protected] Adriano Mauro Cansian [email protected] Tópicos em Sistemas de Computação 1 Revisão Prof. Dr.
Configurando servidor de DNS no CentOS O Domain Name System Sistema de Nomes de Domínio é de fundamental importância em uma rede.
Configurando servidor de DNS no CentOS O Domain Name System Sistema de Nomes de Domínio é de fundamental importância em uma rede. O DNS é um sistema hierárquico em árvore invertida. Tem como origem o ponto
Sobre a licença Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para outros os termos da licença desta obra. No caso de criação de obras derivadas, os logotipos do CGI.br, NIC.br, IPv6.br e
GNU/Linux Debian Servidor DNS
GNU/Linux Debian Servidor DNS Neste tutorial, será apresentado a configuração do serviço de rede DNS (Domain Name System) utilizando o sistema operacional GNU/Linux, distribuição Debian 7.5. Antes de começamos
DNS Linux. Rodrigo Gentini [email protected]
Linux Rodrigo Gentini [email protected] Domain Name System (DNS). O DNS é o serviço de resolução de nomes usado em todas as redes TCP/IP, inclusive pela Internet que, sem dúvidas, é a maior rede TCP/IP existente.
DNS Ubuntu Server 14.04
DNS Ubuntu Server 14.04 1. Passo Configuração do servidor (nomes e endereçamentos exemplos) IP: 192.168.0.1 Nome da máquina: professor Nome do domínio: aula.net 2. Passo Instalar pacote DNS #apt-get install
Servidor DNS. João Medeiros ([email protected]) Fatern 2009.1 1 / 15
Servidor João Medeiros ([email protected]) Fatern 2009.1 1 / 15 O que? O que? O que o define Domain Name Server Serviço utilizado para traduzir nomes em endereços IP e vice-versa Baseado em uma hierarquia
DNS - Domain Name System
DNS - Domain Name System Converte nome de máquinas para seu endereço IP. Faz o mapeamento de nome para endereço e de endereço para nome. É mais fácil lembramos dos nomes. Internamente, softwares trabalham
Fernando M. V. Ramos, [email protected], RC (LEI), 2015-2016 TP03. DNS. Redes de Computadores
TP03. DNS Redes de Computadores Objetivos Uma introdução ao protocolo DNS Um olhar com algum detalhe para dentro do protocolo O mundo sem DNS DNS: domain name system Domain Name System Uma base de dados
BIND Um DNS Server Completo
BIND Um DNS Server Completo Parque Tecnológico Itaipu (PTI) Missão ITAIPU: Gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico
Capítulo 5. nome. DNS ( Domain Name System ). O serviço BIND. Um dos serviços mais importantes numa rede TCP/IP é o serviço DNS.
Capítulo 5 DNS ( Domain Name System ). O serviço BIND Um dos serviços mais importantes numa rede TCP/IP é o serviço DNS. Porquê? Porque é muito mais fácil lembrar nomes do que números IP! Exemplo: www.google.pt
Um dos serviços mais importantes numa rede TCP/IP é o serviço DNS. Porquê? Porque é muito mais fácil lembrar nomes do que números IP!
Capítulo 5 DNS ( Domain Name System ) O serviço BIND Um dos serviços mais importantes numa rede TCP/IP é o serviço DNS Porquê? Porque é muito mais fácil lembrar nomes do que números IP! Exemplo: wwwgooglept
Breve introdução ao DNS Uma abordagem prática (aka crash course on DNS :))
Breve introdução ao DNS Uma abordagem prática (aka crash course on DNS :)) Prof. Rossano Pablo Pinto Novembro/2012-v0.3 Abril/2013-v0.5 (em construção) Prof. Rossano Pablo Pinto - http://rossano.pro.br
Artigo adaptado do link: http://www.debianfordummies.org/wiki/index.php/dfd_dns_howto
Introdução ao DNS Artigo adaptado do link: http://www.debianfordummies.org/wiki/index.php/dfd_dns_howto Boa parte da usabilidade da Internet vem da facilidade que temos para localizar um computador conectado.
Rafael Goulart - [email protected] Curso ASLinux v.3
Conceito Serviço que traduz RESOLVE nomes de máquinas para endereços IP e endereços IP para nomes de máquina. É um sistema hierárquico e descentralizado/distribuído. Simplifica a administração do complexo
Aula 3 Servidor DNS BIND
1 Aula 3 Servidor DNS BIND Um servidor DNS é responsável em responder pelos domínios e direcionar tudo que é relacionado a ele, nele por exemplo pode se apontar onde fica www.dominio.com.br, vai apontar
Prática DNS. Edgard Jamhour
Prática DNS Edgard Jamhour Exercícios práticos sobre DNS. Esse roteiro de prática inclui apenas aspectos básicos de configuração desses serviços. Apenas esses aspectos básicos é que serão cobrados em relatório.
Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira
Orientador de Curso: Rodrigo Caetano Filgueira Serviço DNS DNS significa Domain Name System (sistema de nomes de domínio). O DNS converte os nomes de máquinas para endereços IPs que todas as máquinas da
Instalação e Configuração Servidor DNS
Instalação e Configuração Servidor DNS Instalação e Configuração Servidor DNS Passo Nº 1 Conferir o nome da máquina ( já configurado no passo Servidor Configuração DHCP ). # nano /etc/hostname Passo Nº
Endereço de Rede. Comumente conhecido como endereço IP Composto de 32 bits comumente divididos em 4 bytes e exibidos em formato decimal
IP e DNS O protocolo IP Definir um endereço de rede e um formato de pacote Transferir dados entre a camada de rede e a camada de enlace Identificar a rota entre hosts remotos Não garante entrega confiável
Rafael Dantas Justo. Engenheiro de Software
Rafael Dantas Justo Engenheiro de Software DNS Reverso NIC.br DNS? John John Paul John (1) Paul (2) George (3) John (1) Paul (2) George (3) Ringo (4) (8) John (1) Paul (2) (5) (7) (6) George (3) Ringo
Serviço DNS no PoP-SC
Ponto de Presença da RNP em Santa Catarina Rede Metropolitana de Educação e Pesquisa da Região de Florianópolis 04 e 05 Outubro/2012 Serviço DNS no PoP-SC Rodrigo Pescador PoP-SC/RNP Organização: Apoio:
Curso de extensão em Administração de Serviços GNU/Linux
Curso de extensão em Administração de Serviços GNU/Linux Italo Valcy - [email protected] Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia Administração
DNS - Domain Name System
DNS - Domain Name System IFSC UNIDADE DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE DE TELECOMUNICAÇÕES! Prof. Tomás Grimm DNS Pessoas: muitos identificadores: RG, nome, passporte Internet hosts, roteadores: endereços
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios.
edu com org pt ibm sapo cs iscap
TEMA Serviços de nomes no Linux TEÓRICA-PRÁTICA 1. Introdução Necessidade de utilizar nomes em vez de endereços IP: Endereços IP são óptimos para os computadores No entanto, para humanos, são difíceis
Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: [email protected]
Configurando DNS Server. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: [email protected] Entendendo o DNS É o serviço responsável por: Traduzir nomes em endereços IP (e vice-versa), de um determinado
DNS: Domain Name System
DNS: Domain Name System O objetivo desta unidade é apresentar o funcionamento de dois importantes serviços de rede: o DNS e o DHCP. O DNS (Domain Name System) é o serviço de nomes usado na Internet. Esse
Tutorial de TCP/IP Parte 26 Criando Registros
Introdução Tutorial de TCP/IP Parte 26 Criando Registros Prezados leitores, esta é a sexta parte, desta segunda etapa dos tutoriais de TCP/IP. As partes de 01 a 20, constituem o módulo que eu classifiquei
Resolução de nomes. Professor Leonardo Larback
Resolução de nomes Professor Leonardo Larback Resolução de nomes A comunicação entre os computadores e demais equipamentos em uma rede TCP/IP é feita através dos respectivos endereços IP. Entretanto, não
Formação IPv6 Maputo Moçambique 26 Agosto 29 Agosto 08
Formação IPv6 Maputo Moçambique 26 Agosto 29 Agosto 08 DNS Pedro Lorga ([email protected]) Carlos Friaças ([email protected]) Exercício Prático: DNS Objectivos Neste exercício completará as seguintes tarefas:
Neste apêndice mostraremos o que é e como funciona o serviço de nomes de domínio.
APÊNDICE 10 Neste apêndice mostraremos o que é e como funciona o serviço de nomes de domínio. Infelizmente, informações sobre características mais avançadas não serão encontradas aqui. Para mais informações
LAB06 Configuração de um servidor de DNS Aplicação nslookup. Servidor BIND.
LAB06 Configuração de um servidor de DNS Aplicação nslookup Servidor BIND A Configuração de um PC como cliente de um servidor de DNS O ficheiro que define qual o(s) servidor(es) de DNS do domínio local
Configuração de Servidores. 1. Introdução. 1. Introdução. Por Rubens Queiroz de Almeida. Data de Publicação: 14 de Março de 2007
1. Introdução Configuração de Servidores Por Rubens Queiroz de Almeida Data de Publicação: 14 de Março de 2007 1. Introdução Os servidores DNS podem ser divididos em três tipos principais: servidores que
Serviços de Redes. Servidor DNS (Bind) Professor: Alexssandro Cardoso Antunes
Serviços de Redes Servidor DNS (Bind) Professor: Alexssandro Cardoso Antunes Atividades Roteiro Objetivos Instalação (projeto) Definições, Características, Vantagens e Hierarquia Clientes, Processo de
Introdução a DNS & DNSSEC 1
Introdução a DNS & DNSSEC 1 David Robert Camargo de Campos Rafael Dantas Justo Registro.br 1 versão 1.0.0 (Revision: ) 1/28 DNS - Domain Name System O Sistema de Nomes de
Laboratório 3. Configurando o Serviço DNS
Neste laboratório iremos falar sobre o serviço DNS (Domain Name System). O DNS é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distríbuido visando resolver nomes de domínio em endereços de rede IP.
Arquitectura de Redes
Arquitectura de Redes Domain Name System Arq. de Redes - Pedro Brandão - 2004 1 Objectivo / Motivação Resolução de nomes (alfanuméricos) para endereços IPs Será que 66.102.11.99 é mais fácil de decorar
Manual do Visualizador NF e KEY BEST
Manual do Visualizador NF e KEY BEST Versão 1.0 Maio/2011 INDICE SOBRE O VISUALIZADOR...................................................... 02 RISCOS POSSÍVEIS PARA O EMITENTE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA.................
RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DOS APLICATIVOS BIND E POSTFIX
RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DOS APLICATIVOS BIND E POSTFIX EDFRANCIS PEREIRA MARQUES SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO V INTRODUÇÃO NESTE RELATÓRIO VEREMOS A IMPORTÂNCIA DE CONHECER CADA COMANDO EXECUTADO,
Relatório do Trabalho Prático nº 1. DNS e DHCP. Documento elaborado pela equipa: Jorge Miguel Morgado Henriques Ricardo Nuno Mendão da Silva
Relatório do Trabalho Prático nº 1 DNS e DHCP Documento elaborado pela equipa: Jorge Miguel Morgado Henriques Ricardo Nuno Mendão da Silva Data de entrega: 22.10.2006 Indíce Introdução... 2 Configuração
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected]
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected] Procedimento para criar uma árvore O procedimento usado para criar uma árvore com o Assistente para instalação do Active Directory
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...
Instalando e Configurando o DNS Server
Instalando e Configurando o DNS Server Seg, 27 de Outubro de 2008 18:02 Escrito por Daniel Donda A instalação do serviço DNS no Windows Server 2008 é bem simples e de extrema importância para uma rede.
Passos Preliminares: Acessando a máquina virtual via ssh.
CIn/UFPE Sistemas de Informação Redes de Computadores Professor: Kelvin Lopes Dias Monitor: Edson Adriano Maravalho Avelar {kld,eama}@cin.ufpe.br Instalando/Configurando Servidor DNS. Este tutorial irá
4. Qual seria o impacto da escolha de uma chave que possua letras repetidas em uma cifra de transposição?
Prova de 2011-02 1. Descreva duas maneiras de estabelecer uma conexão entre processos na camada de transporte sem o conhecimento da porta (TSAP) ao qual o servidor remoto esteja associado. 2. Estabelecer
DNS. Parte 2 - Configuração. Tópicos em Sistemas de Computação 2014. Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian [email protected]
DNS Parte 2 - Configuração Tópicos em Sistemas de Computação 2014 Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian [email protected] Estagiário Docente: Vinícius Oliveira [email protected] 1 Neste
www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com
SERVIÇOS DE REDES DE COMPUTADORES Prof. Victor Guimarães Pinheiro/[email protected] www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com Modelo TCP/IP É o protocolo mais usado da atualidade
# dnssec-keygen -a HMAC-MD5 -b 128 -n USER chave
Como integrar o serviço de DHCP com o de DNS no CentOS A integração dos serviços de dhcp e dns é um recurso muito útil em uma rede. Pois minimiza o trabalho do administrador de redes e maximiza seu controle
Introdução ao DNS. Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys. Laboratório de Sistemas Integráveis http://www.lsi.usp.
1 Introdução ao DNS Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Laboratório de Sistemas Integráveis http://www.lsi.usp.br/ 2 Agenda O que é DNS? Servidores DNS Requisição DNS Caching
SAD Gestor Gerenciador de Backup
SAD Gestor Gerenciador de Backup [email protected] SAD Gestor Gerenciador de Backup SAD Gerenciador de Backup Esse aplicativo foi desenvolvido para realizar cópias compactadas de bancos de dados
Wireshark Lab: TCP. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2011 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark.
Wireshark Lab: TCP Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2011 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Neste laboratório, investigaremos o comportamento do
Domain Name System. Domain Name System DNS
Domain Name System Você aprenderá: O que é Domain Name System (DNS) e quais os seus componentes. O que é uma zona de autoridade. Como funcionamento do processo de resolução de nomes. DNS - 1 Domain Name
Configuração do Servidor DNS. Mcedit /etc/named.conf. mkdir /var/named/estudolinux cp /var/named/* estudolinux
Configuração do Servidor DNS Mcedit /etc/named.conf mkdir /var/named/estudolinux cp /var/named/* estudolinux Configurando o Bind no Slackware 10 ::: Bind / Named Enviado por: Geyson Rogério L. Silva Data:
Instalando software MÉDICO Online no servidor
Instalando software MÉDICO Online no servidor A máquina denominada Servidora é a que armazenará o banco de dados do software (arquivo responsável pelas informações inseridas), compartilhando com as demais
MicroDNS. Armando Adami Zaro Pablo Augusto Lerina Rodrigues. 3 de outubro de 2007
MicroDNS Armando Adami Zaro Pablo Augusto Lerina Rodrigues 3 de outubro de 2007 Resumo O projeto do MicroDns visa simular localmente o funcionamento de um DNS. Poder-se-á configurar quando da chamada do
Entendendo como funciona o NAT
Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços
Linux Network Servers
DNS Parte 1 Linux Network Servers DNS é a abreviatura de Domain Name System. O DNS é um serviço de resolução de nomes. Toda comunicação entre os computadores e demais equipamentos de uma rede baseada no
Redes de Computadores e a Internet
Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2011 Camada de Aplicação
Tópicos Especiais em Informática
Tópicos Especiais em Informática DNS Prof. Ms.-Eng. Igor Sousa Faculdade Lourenço Filho 10 de novembro de 2014 [email protected] (FLF) Tópicos Especiais em Informática 10 de novembro de 2014 1 / 15 Introdução
DNSSEC Provisionamento e Reassinatura Automática com Bind
DNSSEC Provisionamento e Reassinatura Automática com Bind GTER 30 Wilson Rogério Lopes Nov / 2010 Motivação Zonas com DNSSEC precisam ser reassinadas periodicamente RRSIG's tem um
Edital 012/PROAD/SGP/2012
Edital 012/PROAD/SGP/2012 Nome do Candidato Número de Inscrição - Assinatura do Candidato Secretaria de Articulação e Relações Institucionais Gerência de Exames e Concursos I N S T R U Ç Õ E S LEIA COM
LABORATÓRIO WIRESHARK: DNS
LABORATÓRIO WIRESHARK: DNS Conforme descrito na seção 2.5 do livro, o Domain Name System (DNS) traduz nomes de hosts para endereços IP, cumprindo um papel fundamental na infra-estrutura da Internet. Neste
Manual de Administração
Manual de Administração Produto: n-mf Lexmark Versão: 4.0.3 Versão do Doc.: 1.0 Autor: Bruno Nercolini Ceron Data: 22/11/2010 Aplica-se à: Clientes e Revendas Alterado por: Release Note: Detalhamento de
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet
PRÁTICA DE DNS - LINUX DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM DO DVD 1.A) INSTALAÇÃO DO SERVIDOR DNS INICIALIZAÇÃO DO AMBIENTE DO DVD
PRÁTICA DE DNS - LINUX Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.br ou através da imagem fornecida no DVD. DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM
3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança
3 SERVIÇOS IP 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança Os serviços IP's são suscetíveis a uma variedade de possíveis ataques, desde ataques passivos (como espionagem) até ataques ativos (como a impossibilidade
Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 3 - DNS
Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 3 - DNS Prof.: Roberto Franciscatto Introdução O que é? Domain Name Server Introdução Domain Name Server Base de dados distribuída Root Servers
Instalando e Configurando o DNS Server
Instalando e Configurando o DNS Server Seg, 27 de Outubro de 2008 18:02 Escrito por Daniel Donda Tw eetar 0 Like 0 A instalação do serviço DNS no Windows Server 2008 é bem simples e de extrema importancia
Follow-Up Acompanhamento Eletrônico de Processos (versão 3.0) Manual do Sistema. 1. Como acessar o sistema Requisitos mínimos e compatibilidade
do Sistema Índice Página 1. Como acessar o sistema 1.1 Requisitos mínimos e compatibilidade 03 2. Como configurar o Sistema 2.1 Painel de Controle 2.2 Informando o nome da Comissária 2.3 Escolhendo a Cor
Operações de Caixa. Versão 2.0. Manual destinado à implantadores, técnicos do suporte e usuários finais
Operações de Caixa Versão 2.0 Manual destinado à implantadores, técnicos do suporte e usuários finais Sumário Introdução... 3 Suprimento... 3 Sangria... 4 Abertura de Caixa... 6 Fechamento de Caixa...
DarkStat para BrazilFW
DarkStat para BrazilFW ÍNDICE Índice Página 1 O que é o DarkStat Página 2 DarkStat e a inicialização do sistema Página 2 DarkStat e a finalização do sistema Página 2 Tela Principal do DarkStat Página 3
Configuração de DNS em Windows Servidor 2008
Reflexão Turma S-12-ano lectivo-2010-1011 Formador-João Afonso Formando-Pedro Gonçalves 14 Unidade: 14 Configuração de DNS em Windows Servidor 2008 Instalar o DNS 1. Abra o Servidor Manager Start\Administrative
Configuração de DNS Reverso
Configuração de DNS Reverso Nos casos em que os serviços fornecidos pela Brasil Telecom exigirem configurações de DNS Reverso, estas serão executadas de forma centralizada pelo CNRS em Brasília. As solicitações
CSAU 10.0. Guia: Manual do CSAU 10.0 como implementar e utilizar.
CSAU 10.0 Guia: Manual do CSAU 10.0 como implementar e utilizar. Data do Documento: Janeiro de 2012 Sumário 1. Sobre o manual do CSAU... 3 2. Interface do CSAU 10.0... 4 2.1. Início... 4 2.2. Update...
Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01)
Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01) Submissão de Relatórios Científicos Sumário Introdução... 2 Elaboração do Relatório Científico... 3 Submissão do Relatório Científico... 14 Operação
Procedimentos para Instalação do Sisloc
Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação
Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:
Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na
Configurando um servidor DHCP
Configurando um servidor DHCP OBS.: Esse documento retrata uma configuração em uma rede do tipo rede local (192.168.xx.xx), onde existe um servidor contendo duas interfaces de rede, eth0 e eth1. Hoje em
Wireshark Lab: DNS. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark.
Wireshark Lab: DNS Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Como descrito na seção 2.5 do livro, o Domain Name
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP
USO GERAL DOS PROTOCOLOS SMTP, FTP, TCP, UDP E IP SMTP "Protocolo de transferência de correio simples (ou em inglês Simple Mail Transfer Protocol ) é o protocolo padrão para envio de e- mails através da
Manual de operação. BS Ponto Versão 5.1
Manual de operação BS Ponto Versão 5.1 conteúdo 1. Instalação do sistema Instalando o BS Ponto Configurando o BS Ponto 2. Cadastrando usuários Cadastro do usuário Master Alterando a senha Master Cadastro
Arquitectura de Redes
Arquitectura de Redes Domain Name System DNS 1 Objectivo / Motivação 2 'What's the use of their having names the Gnat said, 'if they won't answer to them?' Alice no País das Maravilhas Resolução de nomes
http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho
vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS
3º Exercício Prático: DNS
Universidade Estadual da Paraíba Departamento de Matemática, Estatística e Computação Disciplina: Redes de Computadores Professor: Edmar José do Nascimento 3º Exercício Prático: DNS Introdução O Sistema
Portal Sindical. Manual Operacional Empresas/Escritórios
Portal Sindical Manual Operacional Empresas/Escritórios Acesso ao Portal Inicialmente, para conseguir acesso ao Portal Sindical, nos controles administrativos, é necessário acessar a página principal da
Instalando e configurando servidor de DNS no Windows 2008R2
Instalando e configurando servidor de DNS no Windows 2008R2 1- Configure um IP estático no servidor, conforme a ilustração: 2- Clique em Ferramentas Administrativas > Gerenciamento de Servidores > Funções
MANUAL DE CONFIGURAÇÃO
MANUAL DE CONFIGURAÇÃO Índice Conteúdo Página Legendas 3 1.0 Primeiro acesso 5 2.0 Cadastro de login e senha 6 3.0 Configuração do Blocker 7 3.1 Senha de acesso 8 3.2 Grade de Horário 9 3.2.1 Configurando
DNS: Domain Name System DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol. Edgard Jamhour
DNS: Domain Name System DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol Serviço DNS: Domain Name System nome - ip nome - ip Nome? IP nome - ip nome - ip Árvore de nomes br RAIZ br pucpr ufpr Pucpr Ufpr ppgia
Instalação: permite baixar o pacote de instalação do agente de coleta do sistema.
O que é o projeto O PROINFODATA - programa de coleta de dados do projeto ProInfo/MEC de inclusão digital nas escolas públicas brasileiras tem como objetivo acompanhar o estado de funcionamento dos laboratórios
Tutorial - Monitorando a Temperatura de Servidores Windows
Tutorial - Monitorando a Temperatura de Servidores Windows Resolvi fazer um tutorial melhorado em português sobre o assunto depois de achar um tópico a respeito no fórum oficial do Zabbix - Agradecimentos
www.nddigital.com.br Manual de Administração DPS Printer 2.1 NDDigital S/A - Software
www.nddigital.com.br Manual de Administração DPS Printer 2.1 NDDigital S/A - Software 2 Introdução Este manual foi elaborado para administradores, para entendimento do funcionamento do produto e administração
INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...
1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER
