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- Airton Dias Bernardes
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1 Sobre a licença Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para outros os termos da licença desta obra. No caso de criação de obras derivadas, os logotipos do CGI.br, NIC.br, IPv6.br e CEPTRO.br não devem ser utilizados. Na atribuição de autoria, essa obra deve ser citada da seguinte forma: postila Curso IPv6 básico do NIC.br, disponível no sítio ou através do [email protected]. Qualquer uma destas condições podem ser renunciadas, desde que você obtenha permissão do autor. Se necessário, o NIC.br pode ser consultado através do [email protected]. Nada nesta licença prejudica ou restringe os direitos morais do autor. 1
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8 Laboratório DNS Objetivo: Configurar um servidor de DNS, utilizando BD9, responsável por responder a requisições feitas ao domínio de primeiro nível.gx (a letra 'x' representa o número do grupo). Também iremos configurar os servidores e roteadores do S com diretivas e, para que as consultas aos seus domínio possam retornar tanto endereços IPv6 quanto IPv4. Cenário inicial: Nessa fase, cada grupo representa um S distinto com conexão para 2 provedores de transito, além de fornecer trânsito a um S cliente. Cada S possui acesso a um roteador Cisco, um roteador Linux/Quagga, um roteador Juniper e dois servidores Linux. política de roteamento externo e o protocolo de roteamento interno (IGP), neste caso o OSPF, já estão implementados tanto para IPv4 quanto IPv6. O grupo deve testar a comunicação dentro do próprio S e com os demais Ss (use mtr, ping e traceroute IPv4 e IPv6, por exemplo). 8
9 Exercício 1: Configurando o servidores Neste laboratório, cada S será responsável pela administração de um domínio de primeiro nível, de modo que o grupo 1 será o responsável pelo domínio.g1, o grupo 2 pelo.g2 e assim sucessivamente. O servido S01 localizado no S64513 será nosso servidor raiz. É ele quem delegará ao servidor de DNS do nosso S a autoridade sobre o domínio.gx. Nosso servidor de DNS será o Sx2. Ele já possui o BD9 instalado, portanto, podemos iniciar sua configuração editando o arquivo named.conf, onde indicaremos a zona que nosso servidor irá responder e também a zona "." do tipo "hint", a raiz da Internet. - No servidor Sx2: bra o arquivo /etc/named.conf e substitua seu conteúdo por: // Default named.conf generated by install of bind el4_7.2 options { directory "/var/named"; dump-file "/var/named/data/cache_dump.db"; statistics-file "/var/named/data/named_stats.txt"; }; include "/etc/rndc.key"; zone "." { type hint; file "root.zone"; }; zone "gx" { type master; file "gx.zone"; }; Obs. 1: lembre-se de trocar o 'X' pelo número do seu grupo! Obs. 2: faça o download desse script no endereço Nós criaremos um domínio para cada servidor e para cada roteador Linux. Para isso, editaremos o arquivo gx.zone, onde adicionaremos a configuração de cada um. - No servidor Sx2: bra o arquivo /var/named/gx.zone e substitua seu conteúdo por: $TTL 9 SO gx. labnic.a.gx. ( 10 ; serial ; refresh 7200 ; retry
10 ; expire ; ttl ) NS 172.2X :db8:2X:10::2 sx1 sx X :db8:2X:dead::2 sx2 sx X :db8:2X:10:: X :db8:2X:ffff:: X :db8:2X:faca:: X :db8:2X:dad0:: X :db8:2X:dead::1 Obs. 1: lembre-se de trocar o 'X' pelo número do seu grupo! Obs. 2: faça o download desse script no endereço Com essas configurações, cada um desses dispositivos deverá responder pelos seus respectivos domínios: sx1.gx, sx2.gx e Vamos indicar para o nosso servidor de DNS o endereço do servidor raiz adicionando ao arquivo root.zone as seguintes informações: - No servidor Sx2: bra o arquivo /var/named/root.zone e substitua seu conteúdo por:. a.g0. a.g NS a.g :db8:300:13::2 Reinicie o serviço do BD: #/etc/init.d/named restart gora, vamos adicionar em cada um deles o arquivo resolv.conf, onde indicaremos o servidor Sx2 como o servidor de DNS de nosso S. 10
11 - Nos servidores Sx1 e Sx2, e no roteador Rx2: bra o arquivo /etc/resolv.conf e substitua seu conteúdo por: nameserver 172.2X.10.2 Com as configurações realizadas até o momento, já podemos testar se o serviço de DNS está funcionado dentro do nosso S. Utilize comandos como ping, nslookup e dig para verificar se a consulta por nome está sendo traduzida corretamente para o endereço IP correspondente. Faça essas consultas tanto para endereços IPv6 quanto IPv4. [root@sx2 /]# ping sx1.gx PG sx1.gx (172.2X.4.2) 56(84) bytes of data. 64 bytes from 172.2X.4.2: icmp_seq=0 ttl=61 time=4.95 ms 64 bytes from 172.2X.4.2: icmp_seq=1 ttl=61 time=0.412 ms... [root@sx2 /]# ping6 sx1.gx PG sx1.gx(2001:db8:2x:dead::2) 56 data bytes 64 bytes from 2001:db8:2X:dead::2: icmp_seq=0 ttl=61 time=9.85 ms 64 bytes from 2001:db8:2X:dead::2: icmp_seq=1 ttl=61 time=0.396 ms... [root@sx2 /]# dig -t.gx ; <<>> DiG <<>> -t.gx global options: printcmd Got answer: ->>HEDER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 1890 flags: qr aa rd ra; QUERY: 1, NSWER: 4, UTHORITY: 1, DDITIONL: 2 QUESTION SECTION: ; NSWER SECTION: UTHORITY SECTION: gx NS DDITIONL SECTION: X X X X X :db8:2X:10::2 Query time: 0 msec SERVER: 172.2X.10.2#53(172.2X.10.2) WHEN: Tue ug 11 15:25: MSG SIZE rcvd: 149
12 /]# /]# /]# /]# dig -t.gx ; <<>> DiG <<>> -t.gx global options: printcmd Got answer: ->>HEDER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 9724 flags: qr aa rd ra; QUERY: 1, NSWER: 4, UTHORITY: 1,DDITIONL: 2 QUESTION SECTION: ; NSWER SECTION: UTHORITY SECTION: gx NS DDITIONL SECTION: :db8:2X:faca::1 2001:db8:2X:ffff:: :db8:2X:dad0::1 2001:db8:2X:dead:: X :db8:2X:10::2 Query time: 0 msec SERVER: 172.2X.10.2#53(172.2X.10.2) WHEN: Tue ug 11 15:25: MSG SIZE rcvd: 197 Verifique com os outros grupos se eles já concluíram essas tarefas e teste a conectividade aos outros Ss através dos domínios cadastrados. Ex.: ping6 s21.g2 dig -t r42.g4 dig -t r42.g4 nslookup s51.g5 Você pode analisar as consultas DNS realizadas ao servidor Sx2 utilizando o comando tcpdump. - No servidor Sx2: [root@sx2 /]# tcpdump -vv -s 0 Faça consultas aos servidores dos Ss vizinhos a partir do servidor Sx1 tanto para endereços IPv6 quanto IPv4. Observe na saída do comando tcpdump que ambas as 12
13 consultas são realizadas via conexão IPv4. ltere o arquivo resolv.conf do servidor Sx1, adicionando o endereço IPv6 do servidor de DNS e refaça este teste. Há alguma alteração nos dados obtidos nas duas consultas? 13
14 Exercício 2: Resolução de Reverso No servidor de DNS Sx2, adicione ao arquivo /etc/named.conf o seguinte conteúdo: zone "x b.d ip6.arpa" { type master; file "reverso_ipv6.db"; }; Obs.: lembre-se de trocar o 'X' pelo número do seu grupo! Com isso, indicamos ao servidor por qual zona ele deverá responder com autoridade. Em seguida, crie o arquivo /var/named/reverso_ipv6.db. Ele conterá as informações dessa zona. Esse arquivo deve ter o mesmo nome daquele indicado na configuração geral do servidor. O arquivo deverá conter as seguintes informações: ;2001:db8:2x::/48 ; X b.d ip6.arpa ; 24h ; 30m ; 2d ; 3d ; ) X b.d ip6.arpa. ;Subnet #1 $ORIG ( PTR PTR sx1.gx. PTR 0.d.a.d.X b.d ip6.arpa ;Subnet #4 $ORIG NS labnic. a.c.a.f.x b.d ip6.arpa ;Subnet #3 $ORIG ns.gx d.a.e.d.x b.d ip6.arpa ;Subnet #2 $ORIG SO Serial number Refresh time Retry time Expire time Default TTL PTR X b.d ip6.arpa PTR sx2.gx. Obs.: lembre-se de trocar o 'X' pelo número do seu grupo! s linhas acima indicam o nome da zona que se está configurando e seus RR (Resources Records), como por exemplo, o SO (Start of uthority), que indica o servidor autoridade para essa zona. Em seguida, as informações entre parênteses têm o objetivo de organizar a sincronização com servidores secundários (slaves). Em seguida, há informação dos servidores DNS para a 14
15 zona, que podem ser mais do que um. E finalmente, as informações mais interessantes no caso da resolução reversa, que são aquelas indicado o nome associado a cada endereço IP do bloco. O Resource Record PTR indica um ponteiro entre o endereço e respectivo nome. Por exemplo, o endereço 2001:0DB8:002X:0010:0000:0000:0000:0002, que também pode ser representado como 2001:DB8:2X:10::1, tem associado o nome sx2.gx. Com as configurações realizadas até o momento, já podemos testar se a resolução reversa está funcionado dentro do nosso S. Utilize comandos como nslookup e host para verificar se a consulta por endereço IPv6 está sendo traduzida corretamente para o nome correspondente. Ex.: [root@sx1 /]# host 2001:db8:2X:dead:: d.a.e.d.X b.d ip6.arpa domain name pointer Ex.: [root@rx1 /]# nslookup 2001:db8:2X:dead::2 Server: ddress: 172.2X X.10.2# d.a.e.d.X b.d ip6.arpa name = sx1.gx. Referências:
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