PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
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- Simone de Mendonça Paixão
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1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO VEZ DO MESTRE PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Disciplina Pedagógica a ser aplicada em todos os cursos do nível superior Por: Vania Elizabeth Barbutti Ferreira Orientador Prof.º : Ana Cristina Guimarães Rio de Janeiro 2004
2 2 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO VEZ DO MESTRE PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Disciplina Pedagógica a ser aplicada em todos os cursos do nível superior Apresentação de monografia à Universidade Cândido Mendes como condição prévia para a conclusão do curso de Pós- Graduação lato sensu em Docência do Ensino Superior. Por: Vania Elizabeth Barbutti Ferreira.
3 3 AGRADECIMENTOS A Deus por me capacitar para elaboração desta pesquisa, aos meus filhos que me deram o suporte necessário e a todos que direta e indiretamente, contribuíram para a elaboração desse trabalho acadêmico, obtendo um bom desempenho na pesquisa.
4 4 DEDICATÓRIA Dedico esse livro aos meus filhos, que tanto colaboraram compreendendo minha ausência e sempre me incentivaram a trilhar por esse caminho.
5 5 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo geral delinear e apresentar algumas diretrizes para que o sistema acadêmico universitário introduza em seus currículos e programas de ensino a disciplina Princípios da Educação Ambiental. Considerando a vastidão e a complexidade específica dos respectivos cursos, e os estatutos que regimentar a aplicabilidade, os programas deverão está voltados para a área de atuação, pesquisa e estudo, proporcionando um espaço de reflexão crítica e reacionária em torno dos resultados adquiridos. Pretende, sobretudo, contribuir, ampliar e fortalecer ações e reflexões que respondam as dinâmicas naturais e culturais. Represente um compromisso para que a desejada transformação social, converta-se em uma ação curricular, que jamais se despeça de sua condução ontológica, reafirmando sua essência umas bases técnicas e educativas, atingindo a todos os cursos universitárias, legitimando assim seus espaço político-educacional.
6 6 METODOLOGIA A metodologia realizada neste trabalho monográfico foi teórica e de pesquisa de campo com base em estudos de casos, enfocando diretamente as idéias e conceitos científicos, fundamentados por meios de consulta de livros, apostilas, palestras e observações de aulas práticas de Educação Ambiental no Ensino Básico e Fundamental, registros de resultados de modificação de conduta do aluno e encontros com as famílias e professores de todos os níveis, colaboraram para um aprofundamento analítico sobre o tema, na busca de um maior desenvolvimento das habilidades e do pensamento, com reflexos positivos evidentes junto a qualidade de vida de todos.
7 7 Deve-se filosofar, ou não se deve: mas para decidir não filosofar é ainda e sempre necessário filosofar; assim, pois, em qualquer caso, filosofar é necessário. Aristóteles
8 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 09 CAPÍTULO I A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL 10 CAPÍTULO II EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A LEGISLAÇÃO 24 CAPÍTULO III - EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS CURSOS SUPERIORES 37 CONCLUSÃO 41 REFERÊNCIAS 42 INDÍCE 44 FOLHA DE AVALIAÇÃO 45
9 9 INTRODUÇÃO Princípios da Educação Ambiental Disciplina Pedagógica a ser aplicada em todos os cursos do nível superior. A Educação Ambiental visa despertar no educando a sensibilização, o respeito, a valorização e desejo de conservar a natureza, suas relações e conseqüentemente a própria espécie. Tais conhecimentos são fundamentais para a atuação do educando no meio em que vive, por enfatizar a importância da especificidade contempladas nas diversas disciplinas. No capítulo I Educação e Ambiente, descreve a importância que a Educação Ambiental tem como função social, contribuir para ampliar o entendimento que o individuo tem da sua própria organização biológica, do lugar que ocupa na natureza e na sociedade e das possibilidades de interferir na dinâmica dos mesmos através de uma ação mais coletiva visando à melhoria da qualidade de vida. No capítulo II Educação Ambiental e a legislação demonstra através das leis, como existe um início de conscientização, porém coloca-nos a responsabilidade individual nossa com a sociedade de continuar esse belo trabalho. No capítulo III Educação Ambiental nos Cursos Superiores - mostra como educadores devem despertar para a responsabilidade das ações dos seres sobre o meio ambiente e suas respectivas reações futuras de ver e sentir a natureza, tal qual ela é. Por tanto, é necessária uma integração universal acadêmico entre o convívio social e os conhecimentos científicos, a fim de mudar comportamentos e atitudes, valorizando e respeitando a vida; interferindo conseqüentemente na formação histórica de pessoas humanas para o mundo. O educando deverá ter a capacidade de conhecer, perceber, sensibilizar-se e interferir no ambiente em que vive, vendo-se como parte dele. Posteriormente colocar seus conhecimentos biológicos e tecnológicos a serviço do bem comum.
10 10 CAPÍTULO I EDUCAÇÃO E AMBIENTE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A Educação Ambiental é o conjunto de processos pelos quais os indivíduos e a coletividade se apropria dos conhecimentos necessários sobre o espaço em que vivem e sobre os meios para melhorá-lo, desde o presente, preservando-o para as futuras gerações (Cavalcanti, Clóvis. Desenvolvimento e natureza: Estudos para uma Sociedade sustentável, 1998). O objetivo fundamental da Educação Ambiental é suscitar mudanças de comportamento na sociedade: os indivíduos devem construir, enquanto grupo social, valores, novos conhecimentos, atitudes e habilidades indispensáveis para a conservação do meio ambiente, patrimônio coletivo essencial para a vida saudável e para a construção de uma sociedade auto-sustentável (PCN, 1997). A Educação Ambiental é direito de todos. De modo formal como componente permanente da educação em todos os níveis e modalidades. De modo não formal, através de práticas educativas voltadas para a mobilização e participação da sociedade e suas organizações, na defesa da qualidade do meio ambiente. Por ser de responsabilidade de todos a Educação Ambiental se tornou um tema transversal, uma preocupação de toda a escola e de toda a comunidade onde a escola está inserida. Os professores das várias disciplinas e a direção da escola se empenham na construção de um projeto pedagógico que inclua a problemática ambiental. De outro modo, iniciativas no campo da Educação Ambiental, mesmo que importantes e louváveis, serão apenas atividades pontuais. O que se pretende com a legislação atual é tornar a Educação Ambiental parte integrante do currículo, para que haja uma nova postura de toda a comunidade com relação ao meio ambiente que avance fora dos muros de concreto da escola, que alce novos horizontes com a direção de bons profissionais da Educação Ambiental.
11 11 O momento histórico atual se caracteriza por uma situação de crise global que se generaliza em todos os âmbitos, nas sociedades contemporâneas. A crise econômica global, paralelamente à fragilidade dos países emergentes, aos processos de esgotamento de recursos naturais renováveis e não renováveis, às crises dos valores éticos, ao reaparecimento dos conflitos étnicos e religiosos, ao terrorismo internacional, aos problemas gerados pela revolução científica tecnológica e ao agravamento da pobreza mundial, indicam a necessidade de redefinição dos modelos e das políticas de desenvolvimento vigentes. Esta situação de crise, que persiste desde a década de 70 e que se agrava com a globalização da economia, avança para o século XXI revelando, em contrapartida, capacidades técnicas, econômicas, sociais e políticas que permitem manter a esperança de um futuro sustentável. O momento revela a flexibilidade do sistema social, político, econômico e tecnológico científico que possibilita o surgimento de soluções práticas que superam os problemas conjunturais e permitem manter a esperança de construir um bem estar global. Para isso, é necessário que se invista na solução dos problemas emergentes disponibilizando recursos financeiros, conhecimentos científicos e técnicos, além de incentivar a participação democrática das organizações políticas e sociais, investindo no cumprimento dos compromissos internacionais assumidos na Rio 92. O grande desafio, que se torna exigência indispensável para a compreensão do binômio local - global e para a preservação e conservação do potencial de biodiversidade natural e sócio - cultural, é o processo de construção de uma sociedade sustentável, democrática, participativa e socialmente justa, capaz de exercer efetivamente a solidariedade com as gerações presentes e futuras. Neste contexto, a Educação Ambiental define-se como o processo que propicia às pessoas uma compreensão crítica e global do meio ambiente. Chave para elucidar valores e desenvolver atitudes, que permitam adotar uma posição crítica e participativa frente às questões relacionadas com a conservação e a adequada utilização dos recursos naturais, com vistas à melhoria da qualidade de vida, a eliminação da pobreza extrema e do consumismo desenfreado. Consolidando a construção de relações sociais,
12 12 econômicas e culturais capazes de respeitar e incorporar as diferenças, (minorias étnicas, populações tradicionais, a perspectiva da mulher), e a liberdade para decidir caminhos alternativos de desenvolvimento (Medina, 1996). A Educação Ambiental se insere em um processo de construção de uma nova forma de pensar e agir no mundo, de uma nova racionalidade ambiental. Ela não é a expressão de uma lógica, mas o efeito de um conjunto de práticas sociais e culturais diversas e heterogêneas, que dão sentido e organizam os processos sociais por intermédio de certas regras, meios e fins socialmente construídos (Trajber, Avaliando a educação Ambiental no Brasil: materiais impressos, p. 48). Os princípios da racionalidade econômica e instrumental vigente deverão ser redefinidos, integrados e normatizados pelas condições ecológicas e políticas do desenvolvimento, pelos princípios da pluralidade cultural, da eqüidade social e do ambientalismo. O saber ambiental se orienta por fins práticos para a resolução de problemas concretos e para a implementação de políticas alternativas de desenvolvimento e emerge como uma consciência crítica e avança com um propósito estratégico, transformando os conceitos e métodos de um conjunto de disciplinas científicas, construindo novos instrumentos teórico-práticos para implementar processos de gestão ambiental. A Educação Ambiental é o elo mediador entre os anseios da sociedade e as políticas governamentais. A sua prática deve contar, necessariamente, com a participação dos segmentos sociais interessados na formulação, execução e avaliação das ações educativas, garantindo a transparência dos atos governamentais e mantendo condições institucionais compatíveis que permitam o acesso da sociedade às informações sobre todas as questões que permeiam e perpassam os temas ambientais. O Brasil, um dos países de maior riqueza ecossistêmica, de biodiversidade e de recursos hídricos, vem enfrentando uma série de problemas ambientais causados pelo desmatamento, contaminação das fontes hídricas e do ar, perda da biodiversidade, desequilíbrios atmosféricos, uso inadequado da energia, além da mudança de hábitos tradicionais de consumo,
13 13 que levam a sociedade a gerar uma quantidade preocupante de lixo, especialmente o urbano, cujo destino correto demanda altos investimentos. Para solucionar estes problemas, pressupõe-se compatibilizar a eficiência econômica com a geração de oportunidades de ocupação e renda, visando à melhoria da qualidade de vida da população e a conservação e preservação dos recursos naturais. Diante da constatação de que o planeta é um sistema finito, devemos considerar que os princípios de preservação, renovação e recuperação dos recursos ambientais com ênfase na biodiversidade, obedecem a ritmos biológicos e geológicos que não podem ser excedidos, e estes devem ser considerados nos processos econômicos e sociais. O debate sobre o desenvolvimento sustentável em nosso país confronta o desafio da sustentabilidade, o como fazer compatíveis as necessidades e as demandas de um desenvolvimento humano com a utilização dos recursos disponíveis e as condições naturais do planeta para sustentar a vida. Para se alcançar um nível de desenvolvimento sustentável, deve-se conciliar o crescimento econômico da sociedade e as modalidades de intervenção, com a proteção ambiental e a justiça social, tanto no nível nacional, como nas relações com os outros países. Por isso, entende-se que o desenvolvimento deva contribuir para reduzir a pobreza e buscar a satisfação das necessidades básicas da população, conforme definições nos Indicadores de Desenvolvimento Humano - IDH, estabelecidos pela ONU. Devem-se ainda criar recursos técnicos e econômicos para a gestão e a conservação do patrimônio natural e cultural da sociedade brasileira. A Educação Ambiental é, portanto, um instrumento relevante para contribuir com o processo de construção de novas alternativas de desenvolvimento, e para a conservação da diversidade biológica e cultural tal como se expressa na Convenção de Diversidade Biológica (CDB). As finalidades da educação ambiental segundo a UNESCO / UNEP:
14 14 Ajudar a fazer compreender, claramente, a existência e a importância da interdependência econômica, social, política e ecológica, nas zonas urbanas e rurais; Proporcionar a todas as pessoas a possibilidade de adquirir os conhecimentos, o sentido dos valores, as habilidades, o interesse ativo e as atitudes necessárias para proteger e melhorar o meio ambiente; Induzir novas formas de conduta a respeito do meio ambiente nos indivíduos, nos grupos sociais e na sociedade em seu conjunto. A educação ambiental é um instrumento que pode e deve ser utilizado como estratégia para o embasamento de discussões acerca de problemas concretos. Deve ser constantemente considerada nas atividades de integração da unidade de conservação com o entorno, nos planos de manejo, desde a sua elaboração até a implantação, na fiscalização enquanto preparação para a ação de fiscalizar, desde que seja bem conhecido o sujeito a quem a ação se destina. São princípios básicos da educação ambiental: Considerar o meio ambiente em sua totalidade, ou seja, em seus aspectos naturais e nos criados pela espécie humana, sejam tecnológicos, sociais, econômicos, políticos, técnicos, histórico-culturais, morais e estéticos; Constituir-se num processo contínuo e permanente, começando pelo ensino pré-escolar e continuando através de todas as fases da aprendizagem formal e não-formal; Aplicar um enfoque interdisciplinar, aproveitando o conteúdo específico de cada disciplina, de modo a se adquirir uma perspectiva global e equilibrada; Examinar as principais questões ambientais do ponto de vista local, regional, nacional e internacional a fim de desenvolver uma percepção global e equilibrada; Concentrar-se nas situações ambientais atuais, tendo em conta também a perspectiva histórica;
15 15 Insistir no valor e na necessidade da cooperação local, nacional e internacional para prevenir e resolver os problemas ambientais; Considerar, de maneira explícita, os aspectos ambientais nos planos de desenvolvimento e de crescimento; Ajudar a descobrir os sintomas e as causas reais dos problemas ambientais; Destacar a complexidade dos problemas ambientais e, em conseqüência, a necessidade de desenvolver o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver os problemas; Utilizar diversos ambientes educativos e uma ampla gama de métodos para comunicar e adquirir conhecimentos sobre o meio ambiente, acentuando devidamente as atividades práticas e as experiências pessoais. Assim como os objetivos, finalidade e práticas ou estratégias, a educação ambiental, vista como um instrumento para a resolução de problemas ambientais, tem ampla aplicação no gerenciamento das unidades de conservação, uma vez que as ações da população do entorno ou do interior da Unidade (especialmente no caso de Áreas de Proteção Ambiental) são essenciais para que a mesma cumpra suas finalidades. Outro ponto a destacar como estratégia para o desenvolvimento de atividades de caráter educativo nas unidades de conservação é o de estar sempre em estreito contato com as áreas de conhecimento da própria Unidade, bem como com organizações não-governamentais e governamentais, universidades, escolas de 1º e 2º graus, sindicatos, cooperativas e demais formas de organização comunitária.
16 DADOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTERNACIONAL - Século XIX 1869 Ernst Haeckel, propõe o vocábulo ecologia para os estudos das relações entre as espécies e seu ambiente Criação do primeiro parque nacional do mundo Yellowstone USA. - Século XX Funda-se na Suíça a UICN- União Internacional para a Conservação da Natureza Acidente de poluição do ar em Londres provoca a morte de 1600 pessoas - anos Publicação da Primavera Silenciosa por Rachel Carlson É utilizada a expressão Educação Ambiental (Enviromental Education) na Conferência de Educação da Universidade de Keele, Grã-Bretanha Pacto Internacional sobre os Direitos Humanos - Assembléia Geral da ONU Fundação do Clube de Roma Manifestações de Maio de 68 na França. - anos Publicação do Relatório Os Limites do Crescimento - Clube de Roma Conferência de Estocolmo - Discussão do Desenvolvimento e Ambiente, Conceito de Ecodesenvolvimento. Recomendação 96 Educação e Meio Ambiente Registro Mundial de Programas em Educação Ambiental USA Seminário de Educação Ambiental em Jammi, Finlândia - Reconhece a Educação Ambiental como educação integral e permanente Congresso de Belgrado - Carta de Belgrado estabelece as metas e princípios da Educação Ambiental Programa Internacional de Educação Ambiental PIEA.
17 Reunião Subregional de EA para o ensino Secundário Chosica Peru. Questões ambientais na América Latina estão ligadas às necessidades de sobrevivência e aos direitos humanos Congresso de Educação Ambiental Brasarville, África, reconhece que a pobreza é o maior problema ambiental Conferência de Tbilisi - Geórgia estabelece os princípios orientadores da EA e remarca seu caráter interdisciplinar, critico, ético e transformador Encontro Regional de Educação Ambiental para América Latina em San José, Costa Rica. - anos Seminário Regional Europeu sobre EA, para Europa e América do Norte. Assinala a importância do intercâmbio de informações e experiências Seminário Regional sobre EA nos Estados Árabes, Manama, Bahrein. UNESCO _ PNUMA Primeira Conferência Asiática sobre EA Nova Delhi, Índia 1987 Divulgação do Relatório da Comissão Brundtland, Nosso Futuro Comum Congresso Internacional da UNESCO - PNUMA sobre Educação e Formação Ambiental - Moscou. Realiza a avaliação dos avanços desde Tbilisi, reafirma os princípios de Educação Ambiental e assinala a importância e necessidade da pesquisa, e da formação em Educação Ambiental Declaração de Caracas. ORPAL - PNUMA, Sobre Gestão Ambiental em América Denuncia a necessidade de mudar o modelo de desenvolvimento Primeiro Seminário sobre materiais para a Educação Ambiental. ORLEAC - UNESCO - PIEA. Santiago, Chile Declaração de HAIA, preparatório da RIO 92, aponta a importância da cooperação internacional nas questões ambientais. - anos Conferência Mundial sobre Ensino para Todos, Satisfação das necessidades básicas de aprendizagem, Jomtien, Tailândia. Destaca o conceito de Analfabetismo Ambiental ONU Declara o ano 1990 Ano Internacional do Meio Ambiente.
18 Reuniões preparatórias da Rio Conferência sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, UNCED, Rio/92 - Criação da Agenda 21 Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis FORUN das ONG s - compromissos da sociedade civil com a Educação Ambiental e o Meio Ambiente. Carta Brasileira de Educação Ambiental. Aponta as necessidades de capacitação na área. MEC Congresso Sul-americano continuidade Eco/92 Argentina Conferência dos Direitos Humanos. Viena Conferência Mundial da População. Cairo I Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental. Guadalajara, México Conferência para o Desenvolvimento Social. Copenhague Criação de um ambiente econômico-político-social-cultural e jurídico que permita o desenvolvimento social Conferência Mundial da Mulher / Pequim Conferência Mundial do Clima. Berlim Conferência Habitat II Istambul II Congresso Ibero-americano de EA. Junho Guadalajara, México Conferência sobre EA em Nova Delhi Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Sociedade: Educação e Conscientização Pública para a Sustentabilidade, Thessaloniki, Grécia. Fonte: DADOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL - Século XIX Criação do Jardim Botânico no Rio de Janeiro Lei 601 de Dom Pedro II proibindo a exploração florestal nas terras descobertas, a lei foi ignorada, continuando o desmatamento para implantação da monocultura de café.
19 André Rebouças sugere a criação de parques nacionais na Ilha de Bananal e em Sete Quedas Decreto cria reserva florestal em Acre, que não foi implantada ainda Foi criado o primeiro parque estadual em São Pablo. Parque da Cidade. - Século XX O pau brasil é considerado extinto Realiza-se no Museu Nacional a primeira Conferência Brasileira de Proteção à Natureza Decreto transforma em Lei o Anteprojeto de Código Florestal Cria-se o Parque Nacional de Itatiaia Cria-se o Parque Nacional do Iguaçu. - anos Jânio Quadros, declara o pau brasil como árvore símbolo nacional, e o ipê como a flor símbolo nacional. - anos Cria-se em Rio Grande do Sul a associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural. AGAPAN 1972 A Delegação Brasileira na Conferência de Estocolmo declara que o país está aberto a poluição, porque o que se precisa é dólares, desenvolvimento e empregos. Apesar disto, contraditoriamente o Brasil lidera os países do Terceiro Mundo para não aceitar a Teoria do Crescimento Zero proposta pelo Clube de Roma A Universidade Federal de Pernambuco inicia uma campanha de reintrodução do pau brasil considerado extinto em Cria-se a Secretaria Especial do Meio Ambiente, SEMA, no âmbito do Ministério do Interior, que entre outras atividades, começa a fazer Educação Ambiental A SEMA e a Fundação Educacional do Distrito Federal e a Universidade de Brasília realizam o primeiro curso de Extensão para professores do 1 o Grau em Ecologia.
20 Implantação do Projeto de Educação Ambiental em Ceilândia. ( ) SEMA constitui um grupo de trabalho para elaboração de um documento de Educação Ambiental para definir seu papel no contexto brasileiro Seminários Encontros e debates preparatórios à Conferência de Tbilisi são realizados pela FEEMA-RJ 1977 A disciplina Ciências Ambientais passa a ser obrigatória nos cursos de Engenharia A Secretaria de Educação de Rio Grande do Sul desenvolve o Projeto Natureza ( ) 1978 Criação de cursos voltados para as questões ambientais em várias universidades brasileiras Nos cursos de Engenharia Sanitária inserem-se as disciplinas de Saneamento Básico e Saneamento Ambiental 1979 O MEC e a CETESB/ SP, publicam o documento Ecologia uma Proposta para o Ensino de 1 o e 2 o Graus. - anos Lei Nº 6938 do 31 de Agosto dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente (Presidente Figueiredo) Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), apresenta uma resolução estabelecendo diretrizes para a Educação Ambiental, que não é tratada A SEMA, junto com a Universidade Nacional de Brasília organiza o primeiro Curso de Especialização em Educação Ambiental. (1986 a 1988) I Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente, 1986 Seminário Internacional de Desenvolvimento Sustentado e Conservação de Regiões Estuarino Lacunares (Manguezais) São Paulo 1987 O MEC aprova o Parecer 226/87 do conselheiro Arnaldo Niskier, em relação à necessidade de inclusão da Educação Ambiental nos currículos escolares de 1 o e 2 o Graus Paulo Nogueira Neto representa ao Brasil na Comissão Brundtland.
21 II Seminário Universidade e Meio Ambiente, Belém, Pará A Constituição Brasileira, de 1988, em Art. 225, no Capítulo VI - Do Meio Ambiente, Inciso VI, destaca a necessidade de promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. Para cumprimento dos preceitos constitucionais, leis federais, decretos, constituições estaduais, e leis municipais determinam a obrigatoriedade da Educação Ambiental Fundação Getúlio Vargas traduz e publica o Relatório Brundtland, Nosso Futuro Comum A Secretaria de Estado do Meio Ambiente de SP e a CETESB, publicam a edição piloto do livro Educação Ambiental Guia para professores de 1 o e 2 o Graus Criação do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), pela fusão da SEMA, SUDEPE, SUDEHVEA e IBDF. Nele funciona a Divisão de Educação Ambiental Programa de Educação Ambiental em Universidade Aberta da Fundação Demócrito Rocha, por meio de encartes nos jornais de Recife e Fortaleza Primeiro Encontro Nacional sobre Educação Ambiental no Ensino Formal. IBAMA/ UFRPE. Recife 1989 Cria-se o Fundo Nacional de Meio Ambiente FNMA no Ministério do Meio Ambiente MMA III Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente. Cuiabá. MT - anos I Curso Latino-Americano de Especialização em Educação Ambiental. PNUMA/IBAMA/CNPq/CAPES/UFMT. CUIABÁ-MT (1990 a 1994) 1990 IV Seminário Nacional sobre Universidade e Meio Ambiente, Florianópolis, SC MEC resolve que todos os currículos nos diversos níveis de ensino deverão contemplar conteúdos de Educação Ambiental (Portaria 678 (14/05/91) Projeto de Informações sobre Educação Ambiental IBAMA/ MEC 1991 Grupo de Trabalho para Educação Ambiental coordenado pelo MEC, preparatório para a Conferência do Rio 92.
22 Encontro Nacional de Políticas e Metodologias para Educação Ambiental. MEC/ IBAMA/Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República/ UNESCO/ Embaixada do Canadá Criação dos Núcleos Estaduais de Educação Ambiental do IBAMA, NEA s Participação das ONG s do Brasil no Fórum de ONG s e na redação do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis. Destaca-se o papel da Educação Ambiental na construção da Cidadania Ambiental O MEC promove no CIAC do Rio das Pedras em Jacarepaguá Rio de Janeiro o Workshop sobre Educação Ambiental cujo resultado encontra-se na Carta Brasileira de Educação Ambiental, destacando a necessidade de capacitação de recursos humanos para EA Uma Proposta Interdisciplinar de Educação Ambiental para Amazônia. IBAMA, Universidades e SEDUC s da região, publicação de um Documento Metodológico e um de caráter temático com 10 temas ambientais da região.(1992 a 1994) 1993 Criação dos Centros de Educação Ambiental do MEC, com a finalidade de criar e difundir metodologias em Educação Ambiental Aprovação do Programa Nacional de Educação Ambiental, PRONEA, com a participação do MMA/IBAMA/MEC/MCT/MINC Publicação da Agenda 21 feita por crianças e jovens em português. UNICEF Novos Parâmetros Curriculares do MEC, nos quais incluem a Educação Ambiental como tema transversal do currículo Cursos de Capacitação em Educação Ambiental para os técnicos das SEDUC s e DEMEC s nos Estados, para orientar a implantação dos Parâmetros Curriculares. Convênio UNESCO - MEC 1996 Criação da Comissão Interministerial de EA. MMA 1997 I Teleconferência Nacional de Educação Ambiental.Brasília, MEC Publicação dos materiais surgidos da ICNEA Criação da Diretoria de Educação Ambiental do MMA Gabinete do Ministro Aprovação da LEI 9.597/99 que estabelece a Política Nacional de EA Programa Nacional de Educação Ambiental.
23 Criação dos Movimentos dos Protetores da Vida Carta de Princípios Brasília DF A Coordenação de EA do MEC passa a formar parte da Secretária de Ensino Fundamental COEA Seminário de Educação Ambiental organizado pela COEA/ MEC Brasília DF Curso Básico de Educação Ambiental a Distância DEA/ MMA UFSC/ LED/ LEA. Fonte:
24 24 CAPÍTULO II EDUCAÇÃO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO O programa de educação ambiental constante neste documento teve sua origem nos princípios fundamentais expressos na Declaração e nas Recomendações da Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental realizada em Tbilisi, 1977, pela UNESCO e pelo PNUMA. A despeito de ter sido, o catalisador de uma série de ações destinadas à promoção e execução da educação ambiental no Brasil, antes da Conferência do Rio de Janeiro, na qual o Brasil se tornou signatário da Agenda 21 e cujo capítulo 36 versa sobre este tema, diversos eventos e ações apontavam para a sua promoção e a sua incorporação às políticas públicas. Destacam-se, dentre outros, a criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente - SEMA (1973), no âmbito do Ministério do Interior, que contemplou a educação ambiental em sua estrutura; Cursos de Especialização em Educação Ambiental ( ), promovido pela SEMA/Universidade de Brasília, com apoio do PNUMA, CAPES/ SESU/CNPq; I Curso Latino-americano de Especialização em Educação Ambiental, promovido pelo PNUMA, IBAMA, CNPq, CAPES e UFMT; a Constituição Brasileira, de 1988, no Art. 225, Capítulo VI, Inciso VI que destaca a necessidade de promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente e a instauração da Portaria 678 do MEC, de 14/05/91, a partir da qual todos os currículos dos diversos níveis de ensino deveriam passar a contemplar conteúdos de educação ambiental. Em dezembro de 1994, foi lançado o Programa Nacional de Educação Ambiental -PRONEA, conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Ministério da Educação (MEC), com o apoio dos Ministérios da Cultura (MinC) e da Ciência e Tecnologia (MCT). Em junho de 1996 foi instalada a Câmara Técnica Temporária de Educação Ambiental, criada pela Resolução nº 11, de 11 de dezembro de 1995, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, que se torna permanente a partir de 2001, com a reestruturação do CONAMA.Em 1997 acontece a I Conferência Nacional de Educação Ambiental
25 25 e em abril de 1999 foi sancionada a Lei nº 9.795, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental, ao mesmo tempo em que é criada a Diretoria do Programa Nacional de Educação Ambiental no Ministério do Meio Ambiente. A Lei da Política Nacional de Educação Ambiental estabelece que todos têm direito à educação ambiental como parte do processo educativo mais amplo, incumbindo: (I) ao Poder Público (art. 205 e 225 da C.F.) definir políticas públicas que incorporem a dimensão ambiental, promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente; (II) às instituições educativas, promover educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem; (III) aos órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente - Sisnama, promover ações de educação ambiental integradas aos programas de conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente; (IV) aos meios de comunicação de massa, colaborar de maneira ativa e permanente na disseminação de informações e práticas educativas sobre meio ambiente e incorporar a dimensão ambiental em sua programação; (V) às empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas, promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando à melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente; (VI) à sociedade como um todo, manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais. Os princípios básicos da educação ambiental são os enfoques humanistas, holísticos, democráticos e participativos; a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade; o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade; o vínculo entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais; a garantia de continuidade bem como a avaliação permanente e crítica do processo educativo; a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais; o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural.
26 26 Os objetivos fundamentais da educação ambiental são: O desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos; A garantia de democratização das informações ambientais; o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social; O incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania; O estímulo à cooperação entre as diversas regiões do país, em níveis micro e macro-regionais, com vistas à construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundamentada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade; O fomento e o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia; O fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade. Determina-se que as atividades vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental devam ser desenvolvidas na educação em geral e na educação escolar, por meio das seguintes linhas de atuação inter-relacionadas: (I) Capacitação de recursos humanos; (II) Desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações; (III) Produção e divulgação de material educativo; (IV) Acompanhamento e avaliação. A Diretoria do Programa Nacional de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente PNEA/MMA vem envidando esforços no sentido de promover articulações interinstitucionais e no âmbito deste Ministério, com vistas à operacionalização da Política Nacional de Educação Ambiental. Neste sentido,
27 27 apresenta um conjunto de ações como suporte à implementação da Convenção da Diversidade Biológica CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA O Decreto nº 2.519/98 promulga a Convenção sobre Diversidade Biológica. Hoje existe no País uma base legal ampla e adequada para o cumprimento dessa Convenção. Em seu artigo 12 Pesquisa e Treinamento as partes contratantes, levando em conta as necessidades especiais dos países em desenvolvimento devem: a) Estabelecer e manter programas de educação e treinamento científico e técnico sobre medidas para identificação, conservação e utilização sustentável da diversidade biológica e seus componentes, e proporcionar apoio a esses programas de educação e treinamento destinados às necessidades específicas dos países em desenvolvimento; b) Promover e estimular as pesquisas que contribuam para a conservação e a utilização sustentável da diversidade biológica, especialmente nos países em desenvolvimento, conforme, entre outras, as decisões da Conferência das Partes tomadas em conseqüência das recomendações do Órgão Subsidiário de Assessoramento científico, técnico e tecnológico e, c) Em conformidade com as disposições dos art 16,18 e 20 promover e cooperar na utilização de avanços científicos da pesquisa sobre diversidade biológica para elaborar métodos de conservação e utilização sustentável de recursos biológicos. No artigo 13 Educação e Conscientização Pública (Educação Ambiental) a) Promover e estimular a compreensão da importância da conservação da diversidade biológica e das medidas necessárias a esse fim, sua divulgação pelos meios de comunicação, e a inclusão desses temas nos programas educacionais;
28 28 b) Cooperar, conforme o caso, com outros Estados e organizações internacionais na elaboração de programas educacionais de conscientização pública no que concerne à conservação e à utilização sustentável da diversidade biológica. No Artigo 17 Intercâmbio de informações as partes contratantes devem proporcionar o intercâmbio de informações, de todas as fontes disponíveis do público, pertinentes à conservação e à utilização sustentável da diversidade biológica, levando em conta as necessidades especiais dos países em desenvolvimento. Como estratégia nacional para a implementação da Convenção, deve-se reconhecer que a temática é diversa e complexa, e que não existe um público alvo homogêneo a ser sensibilizado e mobilizado. Assim, não se pode definir um único tipo ou conjunto de ações. Uma das características das sociedades complexas é a sua permanente e dinâmica segmentação em diferentes setores e grupos de interesse. A Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) indica os objetivos e os segmentos do público alvo a serem atingidos pelas ações educativas e de informação. Ao analisarmos esses artigos, podemos identificar as informações e conceitos básicos a serem trabalhados, relacionando-os aos públicos prioritários, como mostra o quadro a seguir, onde se procedeu a relação entre os artigos da CDB e as ações previstas de educação ambiental. Pode-se observar que a educação ambiental perpassa o conjunto dos artigos da CDB, e deve, portanto acompanhar todo seu processo de implementação e divulgação.
29 29 QUADRO I - A RELAÇÃO ENTRE OS ARTIGOS DA CDB E AS AÇÕES PRESENTES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ARTIGO CDB Conceitos/Informação Público Alvo Conservação, utilização 1.Objetivos sustentável, repartição dos benefícios. 2. Utilização de termos Conceitos acordados na CDB. Definição dos termos. Soberania e responsabilidade, 3. Princípio derivados da utilização dos recursos genéticos. 4. Âmbito Jurisdicional 5.Cooperação (internacional) 6. Medidas Gerais para a Conservação e a Utilização Sustentável 7. Identificação e Monitoramento 8. Conservação In-Situ Direito ambiental nacional e internacional. Cooperação nacional e internacional Estratégias, políticas e integração do tema em planos setoriais e intersetoriais. Indicadores biológicos, componentes e processos e categorias de atividades, organização de Bancos de Dados. Áreas protegidas, recuperação de áreas degradadas. Público em geral, educação formal e não formal. Público em geral, educação formal e não formal. Público em geral, educação formal e não formal. Governo, operadores jurídicos, promotores do Meio Ambiente. Agências de fomento, governo, instituições de pesquisa. Agências de fomento, educação formal e não formal, governo, instituições de pesquisa, setores específicos como ecoturismo, IBAMA e OEMAS. Educação formal e não formal, instituições de pesquisa, agências de fomento, formuladores de política, IBAMA e estados. Educação formal e não formal, comunidade do
30 30 9. Conservação Ex-Situ 10. Utilização sustentável de componente da Diversidade Biológica 11. Incentivos 12. Pesquisa e Treinamento 13. Ensino e Conscientização Pública 14. Avaliação de Impacto e Minimização de entorno, população local, agricultores, proprietários da terra, industriais, operadores jurídicos, setores específicos como ecoturismo, IBAMA, estados. Regulamentar a coleta e Educação formal e não preservação de espécies, formal agência de fomento, animais, vegetais, coleções (seu papel na microbianos. educação) Educação formal e n ao Conservação e utilização formal, formuladores de sustentável dos recursos política, setor privado biológicos, impactos negativos (ecoturismo, indústria na biodiversidade e práticas extrativista, por ex.), tradicionais. comunidades tradicionais, populações locais. Formuladores de política, Medidas econômicas e setor privado, setor sociais para a utilização agrícola, instituições de sustentável da biodiversidade. ensino superior, ONG s. Formuladores de política, Programas de capacitação e instituições de ensino pesquisa para a conservação superior, instituições de e utilização sustentável. pesquisa. Programas de educação Meios de comunicação de ambiental para a massa, imprensa, compreensão da importância educação formal e não da conservação e utilização formal comunidade em sustentável da biodiversidade. geral. Avaliação de impacto Educação formal e não ambiental e minimização de formal, setor privado,
31 31 Impactos Negativos impactos negativos. governo, comunidade em geral. 15. Acesso a Recursos Genéticos Legislação, repartição justa dos benefícios. Educação formal e não formal, setor privado, governo, instituições de pesquisa. Legislação (propriedade 16. Acesso à Tecnologia e intelectual), compartilhar os Educação formal, setor Transferência de Tecnologia resultados da pesquisa e os benefícios derivados da privado, governo, instituições de pesquisa. utilização. Resultados de pesquisas técnicas, científicas, e sócio - Instituições de pesquisa, econômicas, informações Instituições de ensino 17. Intercâmbio de sobre programas de superior, agências de Informações capacitação e de pesquisa, fomento, comunidades conhecimento especializado, indígenas e tradicionais. conhecimento tradicional, intercambio das informações. Instituições de pesquisa, 18.Cooperação Técnica e Cooperação técnica e governo, agências de Científica científica internacional. fomento. 19.Gestão de Legislação, biossegurança, Educação formal, Biotecnologia e acesso aos benefícios e instituições de pesquisa, Distribuição de seus resultados de biotecnologia. agências de fomento. Benefícios 20. Recursos Financeiros Países desenvolvidos, países em desenvolvimento integração e cooperação. Instituições de pesquisa, agências de fomento e agências governamentais. 21.Mecanismos Governo, instituições de GEF Financeiros pesquisa. 22. Relação com outras Convenções Meio ambiente marinho (nominalmente citado na Educação formal e não formal, governo,
32 32 Internacionais Convenção) instituições de pesquisa, órgãos não governamentais. Demais artigos contemplando o modus operandi da Convenção Instituições governamentais, órgãos não governamentais. Fonte: Brasil. A agenda 21. Edição do Senado Federal, p.45 Nota: educação formal inclui educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação superior, e a educação não formal inclui todas as modalidades de informação e formação da sociedade fora das instituições formais CONSOLIDAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DAS CONSULTAS FEITAS AOS ESTADOS As recomendações foram consolidadas a partir de dados apresentados por documentos relacionados com a temática educação ambiental e biodiversidade. A planilha a seguir apresenta dois grandes grupos de recomendações: o da educação formal e o da educação não formal. As sugestões apresentadas foram consensuais. Consolidação das sugestões dos Estados e das sugestões dos Worshops por Biomas Mata Atlântica e Campos Sulinos / Zona Costeira e Marinha/ Caatinga /Amazônia/Pantanal e Cerrado
33 33 QUADRO II - CONSOLIDAÇÃO DAS SUGESTÕES DO ESTADO Educação Formal Educação Não Formal Inserir no ensino formal, em todos os níveis e modalidades de ensino, os conhecimentos sobre a conservação e uso sustentável dos recursos naturais. Estimular a pesquisa ambiental teórica e prática. Integrar as diretrizes da educação ambiental nas ações desenvolvidas pelos Ministérios do Meio Ambiente, Educação e da Saúde. Disponibilizar informações de modo a tornar as Unidades de Conservação conhecidas do público escolar. Propiciar informações educativas públicas voltadas para a biodiversidade Capacitar agentes multiplicadores entre estudantes do ensino médio, bem como nos diversos segmentos da sociedade, que participam do processo de gestão ambiental. Elaborar material didático voltado para professores dos diferentes níveis de ensino. Promover e divulgar a Política Nacional de Diversidade Biológica Divulgar as experiências de manejo sustentável dos recursos biológicos. Estimular a produção de programas de educação ambiental para as Unidades de Conservação. Promover a sensibilização para a conservação e preservação da biodiversidade em áreas de uso público incentivando a mudança de hábitos de consumo. Incentivar as campanhas educativas sobre a biodiversidade. Incentivar a criação da espécie símbolo para agir como agente sensibilizador da população com vistas à conservação. Promover a educação e conscientização da sociedade para o uso dos recursos naturais através do incentivo à reciclagem e a redução de resíduos sólidos. Elaborar cursos na modalidade à Apoiar processos de educação
34 34 distância, com o uso da internet, voltados para a questão da biodiversidade. Criar mecanismos que estimulem a participação do professor dos diversos níveis de ensino em cursos de extensão e pós-graduação voltados para a biodiversidade. Realizar educação ambiental permanente, embasada em informações cientificamente corretas, apoiadas em abordagens participativas, priorizando ações de médio e longo prazo e o trabalho para formação de agentes multiplicadores. Desenvolver cursos de treinamentos para jornalistas sobre conceitos básicos sobre diversidade biológica e cultural da Amazônia e dos outros biomas. Integrar as ações do MMA/MEC para implementar a educação ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino. Produzir material didático sobre os diferentes biomas para ser utilizado nas escolas do ensino fundamental e médio no Brasil como apoio para professores Ampliar e atualizar as atividades de ensino florestal tecnológico e superior. ambiental concebidos a partir da realidade local, com ênfase no resgate e valorização da identidade cultural das comunidades. Capacitar técnicos para atuarem nas ações de proteção da biodiversidade, bem como disponibilizar informações às populações locais. Fortalecer redes de divulgação e conscientização da Política Nacional de Biodiversidade Disseminar informações sobre a biodiversidade mantendo contato direto entre conhecimento tradicional e científico Exigir que os componentes de educação ambiental estejam presentes nos projetos com financiamento público. Difundir e reproduzir projeto-piloto de caráter experimental e demonstrativo. Realizar workshops de metodologias em educação ambiental, promovendo a troca de experiências e elaboração
35 35 Difundir os resultados de pesquisas, em especial das técnicas para manejo de recursos naturais, além da publicação de inventários biológicos dos biomas e divulgação do monitoramento do estado dos ecossistemas. de propostas. Divulgar a legislação ambiental, ampliando a participação na elaboração e regulamentação das leis, em linguagem acessível para proprietários rurais e técnicos ligados ao crédito rural reforma agrária, fiscalização ambiental, entre outros. Interagir com o Programa de Mentalidade Marítima que visa estimular, por meio de ações planejadas, objetivas e continuadas, o desenvolvimento de uma mentalidade marítima na população brasileira. Inserir o componente educação ambiental em programas voltados para o desenvolvimento do turismo, pesquisa, monitoramento e gerenciamento dos biomas. Realizar intercâmbio de informações e troca de experiências entre os pesquisadores das instituições de ensino e pesquisa com outros setores da sociedade civil e do poder público que têm relação com a área ambiental. Criar Programa de Capacitação de Professores para a temática da Biodiversidade. Avaliar a sustentabilidade e eficácia das ações de educação ambiental implantadas. Buscar formas alternativas de financiamento em diferentes fontes, incluindo a iniciativa privada, para programas e projetos. Desenvolver ações para que a interferência humana nos biomas seja minimizada, favorecendo assim a diminuição da erosão em biomas como o pantanal e o cerrado. Criar um Fórum Temático para a Educação Básica (on line) envolvendo educadores, técnicos e profissionais municipal, estadual e federal e traçar, em 1 ano, diretrizes para ensino básico. Criar Programa de Capacitação de Constituir um Conselho Nacional de
36 36 Técnicos das organizações estaduais de meio ambiente. Desenvolver cursos e material didático básico sobre biodiversidade, em diferentes meios e respeitando as diferenças de base tecnológica nos Estados. Melhorar a infra-estrutura escolar dotando as escolas de instalações e equipamentos adequados para a abordagem do tema biodiversidade. Avaliação e acompanhamento da Implementação da Convenção da Biodiversidade. Criar um Programa de Educação para a Biodiversidade nas Unidades de Conservação em parcerias com as organizações não governamentais locais, para público jovem e infantil. Criar um Fórum Temático para educação/informação dos segmentos prioritários (MMA, MINC, MEC, MCT) que dê apoio ao Comitê. Produzir e avaliar material de apoio sobre a biodiversidade. Elaborar e implementar um Plano induzido de Publicação de Obras de Divulgação sobre biodiversidade e temas correlatos, para o público universitário. Implementar, via PADCT, um programa de criação de cursos nas universidades federais e estaduais. Fonte: Canhos D. Educação, conscientização pública e intercâmbio de informações, 1998.
37 37 CAPÍTULO III EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS CURSOS SUPERIORES A educação ambiental tem sido definida como uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da educação, orientada para a resolução dos problemas concretos do meio ambiente, através de enfoques interdisciplinares e de uma participação ativa e responsável de cada indivíduo e da coletividade. No Brasil, a Constituição de 1988, capítulo VI, art. 255, parágrafo 1º contempla a educação ambiental desta forma: "Cabe ao Poder Público promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente". Na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992 no Rio de Janeiro, a educação ambiental foi assim apresentada: "A educação ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões socioeconômica, política, cultural e histórica, não podendo basearse em pautas rígidas e de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágio de cada país, região e comunidade, sob uma perspectiva histórica. Assim, a educação ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente e interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam o ambiente, com vistas a utilizar racionalmente os recursos do meio na satisfação material e espiritual da sociedade no presente e no futuro". Em função das características especiais da educação ambiental já assinaladas nesse documento, serão definidas Diretrizes Gerais com a finalidade de atingir os objetivos da CDB. As diretrizes estão direcionadas para possibilitar condições que permitam incluir a temática da diversidade biológica e cultural nos programas projetos e atividades de educação ambiental formal e não formal destinado aos diversos segmentos sociais.
38 38 1- Integrar a temática da biodiversidade nos programas estaduais e municipais de Educação ambiental com a finalidade de assegurar a divulgação ampla em todo o país e atingir a todos os setores sociais. 2.- Promover a informação pública e a divulgação da temática da CDB através dos meios de comunicação de massa, visando a sensibilização da sociedade e seu envolvimento com a conservação, preservação e utilização sustentável da biodiversidade. 3.- Estimular a capacitação dos agentes sociais envolvidos com a educação ambiental formal e não formal, (professores, técnicos, ONG s etc) de forma a que compreendam e divulguem a importância da conservação da diversidade biológica e cultural. 4.- Promover a produção de materiais educativos sobre a temática da diversidade biológica e cultural, visando a informação da sociedade, o apoio a cursos de capacitação e a divulgação dos resultados das pesquisas realizadas nesta área. 5.- Promover as condições para que a temática da diversidade biológica e cultural seja incluída em todos os níveis da educação formal. 6.- Apoiar e fomentar ações voltadas para o desenvolvimento de redes de informações sobre diversidade biológica e cultural. 3.1 DIRETRIZES E AÇÕES Diretriz 1 - Integrar a disciplina Princípios de Educação Ambiental nos programas dos cursos universitários Diretriz 2 - Promover a informação pública e a divulgação da temática da CDB através dos diversos cursos universitários. Meta - Destinar pelo menos 1/6 do tempo dedicado às informações ambientais nos programas e currículos a temática da Educação Ambiental. Prazo - 1 ano.
39 39 Diretriz 3 - Estimular a capacitação dos agentes sociais envolvidos com a educação ambiental formal e não formal a nível universitário. Meta - Elaborar um módulo didático específico. Prazo - 1 ano. Ação - Incentivar a incorporação dos objetivos da Convenção da Diversidade Biológica nos cursos presenciais de educação ambiental do IBAMA, do nível superior. Meta - 6 cursos presenciais com a incorporação da temática da biodiversidade. Prazo - 2 anos Diretriz 4 - Promover a produção de materiais educativos sobre a temática da diversidade biológica e cultural. Ação - Produzir trabalhos práticos, projetos e pesquisas ressaltando a importância da participação da sociedade, na conservação e preservação da biodiversidade brasileira, visando a sua utilização sustentável, bem como, a melhoria da qualidade de vida da população. Meta Produzir e divulgar materiais didáticos. Prazo - 2 anos Diretriz 5 - Promover as condições para que a temática da diversidade biológica e cultural seja incluída em todos os níveis da educação superior. Ação 1 - Articular com o MEC e as Secretarias Estaduais de Educação a inclusão de projetos de educação ambiental. Meta - programas e projetos de educação ambiental do MEC e das Secretarias de Educação dos Estados. Prazo - 1 ano Ação 2 - Incentivar nas instituições de ensino superior, pública e privada, a inclusão da C.D.B. nos processos de formação profissional com ênfase nos cursos de formação de professores. Meta - cursos de licenciatura e/ou pedagogia incluindo a temática da Educação Ambiental. Prazo - 3 anos.
40 40 Diretriz 6 - Apoiar e fomentar ações voltadas para o desenvolvimento de redes de informações sobre Educação Ambiental. Ação 1 - Estimular a divulgação de redes informatizadas e banco de dados em Educação Ambiental. Meta: 100 % das redes existentes divulgadas e 100% dos bancos de dados divulgados. Prazo - 1 ano Ação 2 - Estimular Fóruns específicos de discussão e divulgação no âmbito do Sistema Brasileiro de Informação sobre Educação Ambiental e Práticas Sustentáveis. Meta - um grupo de discussão criado e funcionando, dez grupos de pesquisa divulgados e dez resultados de pesquisa sobre Educação Ambiental regional divulgados. Prazo - 2 anos.
41 41 CONCLUSÃO O Ensino Superior assim como outro meio de comunicação é responsável pela formação do indivíduo e sua interferência com o meio. Dentro deste contexto, a implementação da disciplina de Educação Ambiental em todos os cursos do nível superior gera propósitos dinâmicos e abrangentes, que visa atingir todos os campos de atuação, através de um processo pedagógico participativo, permanente, que procura incutir no aluno uma consciência crítica e reacionária sobre a problemática ambiental. A disciplina da Educação Ambiental é, portanto, um instrumento relevante para contribuir com o processo de construção de novas alternativas de desenvolvimento, e para a conservação da diversidade biológica e cultural, tal como foi expressa e homologada pela Convenção da Diversidade Biológica de Educação Ambiental é direito de todo o cidadão. É notório aplicar nos programas de todos os cursos do nível superior a disciplina Educação Ambiental e um programa de Educação Ambiental para ser efetivo deve promover simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias a conservação e melhoria da qualidade ambiental. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada a área de estudo, a vida real da cidade ou do meio em que vivem aluno e professor. Utilizando como laboratório, o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela universidade, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta.
42 42 REFERÊNCIAS BRASIL. Primeiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal BRASIL. A Agenda 21. Edição do Senado Federal. 545 p. Canhos, D.A.L, Biodiversidade: Sistemas de Informação, Capítulo 2 Infraestrutura Científica e Tecnológica, Biodiversidade: Perspectivas e Oportunidades Tecnológicas. Fundação Tropical de Pesquisas e Tecnologia "André Tosello", Canhos, D.A.L., Canhos, V.P. Disseminação de Informação: O Uso da Internet. Capítulo do livro "Conservação da Biodiversidade em Ecossistemas Tropicais: Avanços Conceituais e Revisão de Metodologias de Avaliação e Monitoramento", editora Vozes (no prelo) Canhos D. (Coord.) Educação, conscientização pública e intercâmbio de informações /por MMA/SBF, Cavalcanti, Clóvis (org.). Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma Sociedade Sustentável. Cortez Editora, São Paulo, l995, 429 p. Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria do Ensino Fundamental - SEF, Ministério da Educação e do Desporto Trajber, R e Manzochi, LH (org.). Avaliando a Educação Ambiental no Brasil: materiais impressos. São Paulo, Gaia, 1996.
43 43 Web sites citados/pesquisados: Base de Dados Tropical ( 19/07/04 Lei no de 27 de abril de 1999 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental ( 19/07/04 Ministério da Educação ( 19/07/04 Ministério do Meio Ambiente( 19/07/04 Programa Nacional de Educação Ambiental, PRONEA ( 19/07/04 Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá ( 19/07/04 TV Cultura ( 19/07/04 TV Globo ( 19/07/04
44 44 ÍNDICE FOLHA DE ROSTO 02 AGRADECIMENTO 03 DEDICATÓRIA 04 RESUMO 05 METODOLOGIA 06 SUMÁRIO 07 INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DADOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTERNACIONAL 1.2 DADOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL CAPÍTULO II EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A LEGISLAÇÃO CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA 27 QUADRO I - A RELAÇÃO ENTRE OS ARTIGOS DA CDB E AS AÇÕES PRESENTES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2.2 CONSOLIDAÇÕES DAS RECOMENDAÇÕES DAS CONSULTAS FEITAS AOS ESTADOS QUADRO II - A CONSOLIDAÇÃO DAS SUGESTÕES DO ESTADO CAPÍTULO III - EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS CURSOS SUPERIORES DIRETRIZES E AÇÕES 38 CONCLUSÃO 41 REFERÊNCIAS 42 FOLHA DE AVALIAÇÃO 45
45 45 FOLHA DE AVALIAÇÃO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES TEMA: PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Disciplina Pedagógica a ser aplicada em todos os cursos do nível superior Autor: Vania Elizabeth Barbutti Ferreira Data da entrega: 20/07/2004 Avaliado por: Ana Cristina Guimarães Conceito:
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