Demonstrações Financeiras
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- Lucca Almada da Mota
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1 Demonstrações Financeiras do Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev CNPJ nº / Alameda Santos, º andar Cerqueira César - CEP São Paulo SP - Tel. (11) Fax
2 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 2 de 61 CONTEÚDO Balanços Patrimoniais Consolidados... 3 Demonstrações Consolidadas das Mutações do Patrimônio Social... 4 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano de Benefícios Básico... 5 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano Sabesprev Mais... 6 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano de Reforço... 7 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano de Benefícios Básico... 8 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano Sabesprev Mais... 9 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano de Reforço Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa Consolidada Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano de Benefícios Básico Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano Sabesprev Mais Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano de Reforço Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios Básico Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano Sabesprev Mais Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano de Reforço Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Parecer Atuarial do Plano de Benefícios Básico Parecer Atuarial do Plano Sabesprev Mais Parecer Atuarial do Plano de Reforço Parecer do Conselho Fiscal nº 01/ Manifestação do Conselho Deliberativo... 60
3 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 3 de 61 Balanços Patrimoniais Consolidados Em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) ATIVO Nota PASSIVO Nota DISPONÍVEL EXIGÍVEL OPERACIONAL REALIZÁVEL Gestão Administrativa Investimentos Gestão Administrativa Investimentos EXIGÍVEL CONTINGENCIAL Títulos Públicos Créditos Privados e Depósitos Gestão Administrativa Fundos de Investimento Investimentos Investimentos Imobiliários Empréstimos PATRIMÔNIO SOCIAL Depósitos Judiciais / Recursais Patrimônio de Cobertura do Plano Provisões Matemáticas PERMANENTE Benefícios Concedidos Imobilizado Benefícios a Conceder Intangível (-) Prov. Matemáticas a Constituir ( ) ( ) Fundos Fundos Previdenciais Fundos Administrativos Fundos dos Investimentos GESTÃO ASSISTENCIAL GESTÃO ASSISTENCIAL TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
4 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 4 de 61 Demonstrações Consolidadas das Mutações do Patrimônio Social Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) PATRIMÔNIO SOCIAL - INÍCIO DO EXERCÍCIO ,2% 1. ADIÇÕES ,8% Contribuições Previdenciais ,8% Resultado Positivo dos Investimentos ,7% Receitas Administrativas ,3% Resultado Positivo dos Investimentos - Gestão Administrativa ,9% Reversão de Contingências - Gestão Administrativa ,0% Constituição de Fundos de Investimentos ,0% Receitas Assistenciais ,1% 2. DESTINAÇÕES ( ) ( ) 1,3% Benefícios (80.698) (77.810) 3,7% Constituição de Contingências - (1.491) - 100,0% Despesas Administrativas (30.261) (27.829) 8,7% Constituição de Fundos - Gestão Administrativas (2.506) (1.988) 26,1% Constituição de Contingências - Gestão Administrativas (319) - 100,0% Reversão de Fundos de Investimentos (294) - 100,0% Despesas Assistenciais ( ) ( ) -1,6% 3. ACRÉSCIMO/DECRESCIMO NO ATIVO LÍQUIDO (1+2) ,2% Provisões Matemáticas ,4% Fundos Previdenciais ,5% Fundos dos Investimentos (308) ,8% Gestão Assistencial ,7% B.) PATRIMÔNIO SOCIAL - FINAL DO EXERCÍCIO ,9% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
5 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 5 de 61 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano de Benefícios Básico Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) ATIVO LÍQUIDO - INÍCIO DO EXERCÍCIO ,5% 1. ADIÇÕES ,1% Contribuições Previdenciais ,8% Resultado Positivo dos Investimentos ,4% 2. DESTINAÇÕES (74.602) (67.190) 11,0% Benefícios (69.262) (62.068) 11,6% Constituição de Contingências - (1.491) - 100,0% Custeio Administrativo (3.849) (5.122) -24,9% 3. ACRÉSCIMO/DECRESCIMO NO ATIVO LÍQUIDO (1+2) ,6% Provisões Matemáticas ,6% B.) ATIVO LÍQUIDO - FINAL DO EXERCÍCIO ,7% C.) FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,5% Fundos Administrativos ,7% Fundos dos Investimentos ,0% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
6 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 6 de 61 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano Sabesprev Mais Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) ATIVO LÍQUIDO - INÍCIO DO EXERCÍCIO ,4% 1. ADIÇÕES ,3% Contribuições Previdenciais ,7% Resultado Positivo dos Investimentos ,5% 2. DESTINAÇÕES (11.452) (15.132) -24,3% Benefícios (10.383) (14.566) -28,7% Custeio Administrativo (1.069) (566) 88,9% 3. ACRÉSCIMO/DECRESCIMO NO ATIVO LÍQUIDO (1+2) ,5% Provisões Matemáticas ,5% Fundos Previdenciais ,5% B.) ATIVO LÍQUIDO - FINAL DO EXERCÍCIO ,2% C.) FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,0% Fundos Administrativos ,4% Fundos dos Investimentos ,1% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
7 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 7 de 61 Demonstrações da Mutação do Ativo Líquido do Plano de Reforço Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) ATIVO LÍQUIDO - INÍCIO DO EXERCÍCIO ,8% 1. ADIÇÕES ,1% Contribuições Previdenciais ,4% Resultado Positivo dos Investimentos ,3% 2. DESTINAÇÕES (1.122) (1.237) -9,3% Benefícios (1.053) (1.176) -10,5% Custeio Administrativo (69) (61) 13,1% 3. ACRÉSCIMO/DECRESCIMO NO ATIVO LÍQUIDO (1+2) ,5% Provisões Matemáticas ,5% B.) ATIVO LÍQUIDO - FINAL DO EXERCÍCIO ,3% C.) FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,5% Fundos Administrativos ,5% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
8 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 8 de 61 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano de Benefícios Básico Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % 1. ATIVOS ,7% Disponível ,2% Recebível ,9% Investimentos ,9% Títulos Públicos ,3% Créditos Privados e Depósitos ,5% Fundos de Investimento ,4% Investimentos Imobiliários ,0% Empréstimos ,1% Depósitos Judiciais / Recursais ,0% 2. OBRIGAÇÕES ,6% Operacionais ,6% Contingencial ,0% 3. FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,1% Fundos Administrativos ,6% Fundos dos Investimentos ,8% 4. ATIVO LÍQUIDO (1-2-3) ,7% Provisões Matemáticas ,7% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
9 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 9 de 61 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano Sabesprev Mais Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % 1. ATIVOS ,0% Disponível ,8% Recebível ,8% Investimentos ,3% Créditos Privados e Depósitos ,7% Fundos de Investimento ,5% Empréstimos ,0% 2. OBRIGAÇÕES ,4% Operacionais ,4% 3. FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,0% Fundos Administrativos ,4% Fundos dos Investimentos ,1% 4. ATIVO LÍQUIDO (1-2-3) ,2% Provisões Matemáticas ,0% Fundos Previdenciais ,5% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
10 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 10 de 61 Demonstrações do Ativo Líquido do Plano de Reforço Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % 1. ATIVOS ,5% Disponível ,1% Recebível ,5% Investimentos ,7% Créditos Privados e Depósitos ,4% Fundos de Investimento ,8% 2. OBRIGAÇÕES ,9% Operacionais ,9% 3. FUNDOS NÃO PREVIDENCIAIS ,5% Fundos Administrativos ,5% 4. ATIVO LÍQUIDO (1-2-3) ,3% Provisões Matemáticas ,3% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
11 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 11 de 61 Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa Consolidada Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Valores expressos em milhares de reais) % A.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,1% 1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA ,9% 1.1. Receitas ,9% Custeio Administrativo da ,3% Custeio Administrativo dos Investimentos ,0% Resultado Positivo dos Investimentos ,9% Reversão de Contingências ,0% Reembolso da Gestão Assistencial ,3% Outras Receitas ,4% 2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS ,8% 2.1. Administração Previdencial ,7% Pessoal e Encargos ,9% Treinamentos/Congressos e Seminários ,6% Viagens e Estadias ,0% Serviços de Terceiros ,4% Despesas Gerais ,3% Depreciações e Amortizações ,5% Contingências 319-0,0% 2.2. Administração dos Investimentos ,8% Pessoal e Encargos ,6% Serviços de Terceiros ,5% Despesas Gerais ,4% 2.3. Administração Assistencial ,3% 3. SOBRA DA GESTÃO ADMINISTRATIVA (1-2) ,1% 4. CONSTITUIÇÃO/(REVERSÃO) DO FUNDO ADMINISTRATIVO ,1% B.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ATUAL (A+4) ,6% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
12 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 12 de 61 Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano de Benefícios Básico Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,4% 1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA ,9% 1.1. Receitas ,9% Custeio Administrativo da ,9% Custeio Administrativo dos Investimentos ,0% Resultado Positivo dos Investimentos ,5% Reversão de Contingências ,0% Outras Receitas ,4% 2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS ,9% 2.1. Administração Previdencial ,1% Despesas Comuns ,5% Despesas Específicas ,2% Despesas Gerais ,9% Depreciações e Amortizações ,7% Contingências ,0% 2.2. Administração dos Investimentos ,9% Despesas Comuns ,7% Despesas Específicas ,0% Despesas Gerais ,0% 3. SOBRA DA GESTÃO ADMINISTRATIVA (1-2) ,5% 4. CONSTITUIÇÃO/(REVERSÃO) DO FUNDO ADMINISTRATIVO ,4% B.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ATUAL (A+4) ,6% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
13 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 13 de 61 Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano Sabesprev Mais Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,3% 1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA ,6% 1.1. Receitas ,6% Custeio Administrativo da ,5% Custeio Administrativo dos Investimentos ,0% Resultado Positivo dos Investimentos ,1% Outras Receitas ,0% 2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS ,3% 2.1. Administração Previdencial ,9% Despesas Comuns ,1% Despesas Específicas ,9% Despesas Gerais ,0% Depreciações e Amortizações ,7% Contingências ,0% 2.2. Administração dos Investimentos ,7% Despesas Comuns ,0% Despesas Específicas ,0% Despesas Gerais ,0% 3. SOBRA DA GESTÃO ADMINISTRATIVA (1-2) 609 (450) 219,6% 4. CONSTITUIÇÃO/(REVERSÃO) DO FUNDO ADMINISTRATIVO 609 (450) 219,6% B.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ATUAL (A+4) ,3% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
14 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 14 de 61 Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa do Plano de Reforço Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % A.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ANTERIOR ,4% 1. CUSTEIO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA ,7% 1.1. Receitas ,7% Custeio Administrativo da ,1% Resultado Positivo dos Investimentos ,9% 2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS ,2% 2.1. Administração Previdencial ,4% Despesas Comuns ,0% Despesas Específicas ,0% Despesas Gerais ,0% Depreciações e Amortizações 4-100,0% Contingências ,0% 2.2. Administração dos Investimentos ,0% Despesas Comuns ,4% Despesas Específicas 2-100,0% Despesas Gerais 2-100,0% 3. SOBRA DA GESTÃO ADMINISTRATIVA (1-2) (10) ,0% 4. CONSTITUIÇÃO/(REVERSÃO) DO FUNDO ADMINISTRATIVO (10) ,4% B.) FUNDO ADMINISTRATIVO DO EXERCÍCIO ATUAL (A+4) ,5% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
15 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 15 de 61 Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano de Benefícios Básico Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE COBERTURA DO PLANO ,7% 1. PROVISÕES MATEMÁTICAS ,7% 1.1. Benefícios Concedidos ,0% Benefício Definido ,0% 1.2. Benefícios a Conceder ,4% Benefício Definido ,4% 1.3. ( - ) Provisões Matemáticas a Constituir ( ) ( ) -6,4% ( - ) Déficit Equacionado ( ) ( ) -6,4% ( - ) Patrocinador ( ) ( ) -6,4% ( - ) Participantes ( ) ( ) -6,4% ( - ) Assistidos (27.129) (28.981) -6,4% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
16 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 16 de 61 Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano Sabesprev Mais Findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE COBERTURA DO PLANO ,0% 1. PROVISÕES MATEMÁTICAS ,0% 1.1. Benefícios Concedidos ,2% Contribuição Definida ,2% 1.2. Benefícios a Conceder ,4% Contribuição Definida ,4% Saldo de Contas - Parcela da Patrocinadora ,4% Saldo de Contas - Parcela dos Participantes ,1% 1.3. ( - ) Provisões Matemáticas a Constituir (12.624) (14.878) -15,1% ( - ) Déficit Equacionado (12.624) (14.878) -15,1% ( - ) Patrocinador (12.624) (14.878) -15,1% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
17 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 17 de 61 Demonstrações das Obrigações Atuariais do Plano de Reforço Findo em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) % PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE COBERTURA DO PLANO ,4% 1. PROVISÕES MATEMÁTICAS ,4% 1.1. Benefícios Concedidos ,1% Contribuição Definida ,1% 1.2. Benefícios a Conceder ,1% Contribuição Definida ,1% Saldo de Contas - Parcela dos Participantes ,1% As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
18 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 18 de 61 Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Findos em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Fundação SABESP de Seguridade Social SABESPREV, CNPJ nº / , é uma entidade fechada de previdência complementar sem fins lucrativos, autorizada a funcionar por prazo indeterminado pela Portaria nº , de 8 de agosto de 1990, do Ministério da Previdência Social - MPS, publicada no Diário Oficial da União de 9 de agosto de 1990, tendo iniciado suas atividades em fevereiro de A Entidade é dotada de autonomia administrativa e financeira, tendo como finalidade a concessão de benefícios de renda suplementares ou assemelhados aos da Previdência Social e a prestação de serviços assistenciais aos seus participantes e beneficiários, cujos recursos são provenientes das patrocinadoras Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP e Fundação SABESP de Seguridade Social - SABESPREV e de seus participantes. As atividades da Entidade são regidas pelas Leis Complementares nº. 108 e nº. 109, ambas de 29 de maio de Com relação às atividades de administração de planos de saúde, são regidas pela Lei nº , de 3 de junho de 1998, e regulamentações complementares. De acordo com a Lei nº , de 29 de dezembro de 2004, a SABESPREV goza de isenção tributária sobre os rendimentos auferidos dos investimentos previdenciais, assistenciais e administrativos. Em conformidade com o artigo 14 do Código Tributário Nacional, a SABESPREV: (a) não distribui parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a título de lucro; (b) não aplica seus recursos diretamente no exterior; e (c) mantém escrituração de suas receitas e despesas em livros formais capazes de assegurar sua exatidão. A SABESPREV administra atualmente 3 (três) planos de benefícios previdenciais, sendo um plano na modalidade Benefício Definido e 2 (dois) planos na modalidade Contribuição Definida. a) Plano de Benefícios Básico O Plano de Benefícios Básico foi implantado em 20 de fevereiro de 1991, com o objetivo de suplementar os benefícios concedidos pela Previdência Social. A modalidade do Plano de Benefícios Básico é denominada Benefício Definido (BD). Nesta modalidade o benefício que o participante receberá é pré-estabelecido, estando atrelado percentualmente ao salário da época da aposentadoria. O Plano de Benefícios Básico visa garantir aos participantes uma renda próxima a 70% do salário de participação (salário base + ATS), incluindo o valor a ser pago pela Previdência Social. Os Benefícios do Plano Básico previstos em Regulamento são:
19 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 19 de 61 Aposentadoria Normal; Aposentadoria Antecipada; Aposentadoria por Invalidez; Benefício Diferido por Desligamento; Benefício Proporcional Diferido; VI - Pensão por Morte; VII - Abono Anual. O custeio do plano é suportado por contribuições dos participantes e patrocinadoras. Nesta modalidade, as contribuições são definidas de acordo com a necessidade de cobertura do plano, onde os participantes e as patrocinadoras (SABESP e SABESPREV) formam um fundo, que é alocado em investimentos, obedecendo rigidamente às normas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O Plano de Benefícios Básico está fechado para novas adesões, desde 10 de junho de b) Plano Sabesprev Mais Implantado em 8 de julho de 2010, na modalidade Contribuição Definida (CD), isto é, o participante define o valor da contribuição, porém, o benefício a receber será definido pela valorização do patrimônio em cotas. Os Benefícios do Plano Sabesprev Mais previstos em Regulamento são: Aposentadoria Normal; Aposentadoria Antecipada; Aposentadoria por Invalidez; Benefício Proporcional Diferido; VI - Pensão por Morte; VII - Abono Anual. O custeio do plano de benefícios Sabesprev Mais é suportado por contribuições dos participantes e patrocinadoras. c) Plano de Reforço Implantado em 1º de julho de 1998, na modalidade Contribuição Definida (CD), caracterizado como uma poupança previdenciária, no qual seu custeio é suportado apenas por contribuições de participantes. O Plano de Reforço assegura, um benefício de renda mensal, constituído em quotas e pagável durante o prazo, em meses, escolhido pelo participante.
20 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 20 de 61 d) Participantes Os participantes são todos funcionários das patrocinadoras (SABESP e SABESPREV) e ex-funcionários (autopatrocinados e vinculados), sendo: Participantes Ativos Participantes Assistidos Pensionistas Participantes em Benefício Proporcional Diferido e) Custeio Administrativo (i) Plano de Benefícios Básico O custeio das despesas administrativas foi efetuado mediante contribuições mensais, definido no orçamento anual, cobrado em separado da contribuição normal, sendo rateado entre patrocinadora, participantes ativos e assistidos, na forma de taxa de carregamento e taxa de administração financeira, observando a paridade contributiva. Taxa de Carregamento para os Participantes Ativos e Autopatrocinados 5% calculado sobre o total da contribuição normal. Taxa de Carregamento para os Participantes Assistidos e em Benefício Proporcional Diferido 0,1% sobre a parcela do benefício até 20 salários unitários e 0,855% sobre a parcela do benefício excedente a 20 salários unitários. Taxa de Administração Financeira para os Participantes O custeio administrativo sob responsabilidade dos participantes (ativos, autopatrocinados, assistidos e em BPD), é complementado pela taxa de administração financeira, que será deduzida do retorno financeiro sobre o patrimônio líquido, cujo valor equivale a 0,49% da folha de salários de participação. Taxa de Carregamento para as Patrocinadoras 0,58% da folha de salários de participação. (ii) Plano Sabesprev Mais Para o exercício de 2012, o custeio administrativo definido no orçamento anual, foi cobrado em separado, observando a paridade da contribuição entre patrocinadoras e participantes, exceto para os assistidos, autopatrocinados e optantes pelo instituto benefício proporcional diferido (BPD), conforme segue:
21 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 21 de 61 Participantes Ativos Percentual aplicado sobre o salário de participação, de forma que o valor resultante seja equivalente a 5% de taxa de carregamento sobre a contribuição básica plena, conforme abaixo: A contribuição foi de 0,0526% sobre a parcela do salário de participação até 20 salários unitários e 0,42% sobre a parcela do salário de participação excedente a 20 salários unitários. Participantes Assistidos 0,28% sobre o salário de participação. Participantes optantes pelo instituto do BPD Para os participantes em BPD, o custeio administrativo incidiu sobre o salário de participação, como se inativo estivesse, conforme segue: 0,2166% até R$ 3.296,00; 0,455% de R$ 3.296,01 a R$ 4.364,00; 0,6066% acima de R$ 4.364,00. Taxa de Administração Financeira para os Participantes O custeio administrativo sob responsabilidade dos participantes (ativos, autopatrocinados, assistidos e em BPD), foi complementado pela taxa de administração financeira, que será deduzido do retorno financeiro sobre o patrimônio líquido, cujo valor equivale a 0,4772% da folha de salários de participação. Taxa de Carregamento para as Patrocinadoras 0,6013% da folha de salários de participação. (iii) Plano de Reforço O custeio administrativo do Plano de Reforço, definido em regulamento, equivale a 5% das contribuições vertidas ao plano, porém, a SABESPREV pratica o percentual de 4% sobre as contribuições. (iv) Limite para Cobertura das Despesas Administrativas de 2013 Com o advento da Resolução CGPC nº 28, de 2009, o limite máximo para custeio administrativo passa a ser 9% da taxa de carregamento ou 1% da taxa de administração, limitado ao valor aprovado no orçamento. Assim como ocorrido em 2012, a SABESPREV optou limitar os gastos administrativos pela taxa de carregamento (9%), conforme descrito no Regulamento do Plano de Gestão Administrativa (PGA) da entidade, aprovado pelo Conselho Deliberativo em 2012, que passa a vigorar a partir de janeiro de 2013.
22 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 22 de 61 Em 2012, foi elaborado estudo visando estabelecer o nível atual e futuro do custeio administrativo dos planos previdenciais. O objetivo do estudo (Valuation) foi estruturar um modelo que permita à SABESPREV identificar a estimativa necessária do custeio administrativo a ser cobrado dos planos previdenciais, de forma a atender as respectivas despesas regulares, bem como avaliar o dimensionamento do Plano de Gestão Administrativa. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1. Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras, a seguir listadas, foram apresentadas segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades fechadas de previdência complementar e em conformidade com a Resolução do Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC nº. 8, de a) Balanço Patrimonial Tem a finalidade, de forma consolidada, evidenciar os saldos das contas de ativo, passivo e patrimônio social dos planos de benefícios previdenciais. b) Demonstração da Mutação do Patrimônio Social Tem a finalidade de evidenciar, de forma consolidada, as modificações sofridas pelo Patrimônio Social dos planos de benefícios ao final do exercício. c) Demonstração do Plano de Gestão Administrativa Tem a finalidade de evidenciar, de forma consolidada e por plano de benefícios, o resultado da atividade administrativa da entidade e as mutações do fundo administrativo ocorridas ao final do exercício. d) Demonstração do Ativo Líquido Tem a finalidade de evidenciar, por plano de benefícios, a composição do ativo líquido disponível para cobertura das obrigações atuariais. e) Demonstração da Mutação do Ativo Líquido Tem a finalidade de demonstrar, por plano de benefícios, as mutações ocorridas no Ativo Líquido ao final do exercício. f) Demonstração das Obrigações Atuariais do Plano Tem a finalidade de evidenciar, por plano de benefícios, a composição e as alterações do Patrimônio Líquido de Cobertura ao final do exercício.
23 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 23 de Segregação das Gestões A SABESPREV mantém a contabilização segregada das Gestões Previdencial, Assistencial, Administrativa e de Investimentos, por planos de benefícios, seguindo a natureza e a finalidade das transações. O fluxo de recursos nas contas de resultado é efetuado por meio de contas de fluxos, eliminando todo o efeito entre planos por intermédio da consolidação do balanço. a) Tem como objetivo administrar planos de benefícios suplementares assemelhados aos da Previdência Oficial. A SABESPREV administra 3 (três) planos de previdência complementar, sendo 2 (dois) planos na modalidade Contribuição Definida e 1 (um) plano na modalidade Benefício Definido. b) Gestão Assistencial Tem como objetivo administrar planos de assistência à saúde, de acordo com os normativos editados pela Agencia Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A atividade de autogestão assistencial segue as práticas contábeis adotadas no Brasil para as operadoras de autogestão em saúde suplementar, subordinada à ANS, em cumprimento à determinação contida no Anexo C Normas Gerais, da Resolução CNPC nº 8, de O detalhamento das contas destinadas a gestão assistencial das demonstrações financeiras da atividade de previdência complementar, apresentadas neste relatório, está contido nas demonstrações financeiras da gestão assistencial elaboradas segundo determinação e padronização definidas pela ANS. c) Gestão Administrativa Tem como objetivo controlar as receitas e despesas inerentes às atividades administrativas da Entidade. O rateio das despesas administrativas entre as gestões previdencial, assistencial e de investimentos leva em consideração o número de participantes de cada plano de benefícios previdencial e assistencial, bem como o patrimônio investido quando envolvido a gestão dos investimentos. d) Gestão dos Investimentos Tem como objetivo registrar o patrimônio dos planos de benefícios. O patrimônio é aplicado visando obter rentabilidades compatíveis com as metas atuariais e gerenciais dos planos. Registra os resultados dos investimentos por emissor e os mesmos são apropriados segregadamente por planos. As demonstrações financeiras foram elaboradas seguindo as práticas, métodos e critérios contábeis uniformes em relação àqueles adotados e divulgados integralmente no encerramento do último exercício social.
24 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 24 de PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS Os registros contábeis respeitam a autonomia dos planos de benefícios previdenciais, sendo possível a identificação em separado do patrimônio líquido de cobertura e do plano de gestão administrativa, conforme determina a Resolução CGPC nº 28, de 26 de janeiro de 2009 e a Resolução CFC nº 1.272, de 22 de janeiro de Todos os ativos e passivos dos planos de benefícios previdenciais são registrados em separado, de forma real, sem utilização de rateios ou qualquer outra metodologia de gestão compartilhada de ativos. As principais práticas contábeis e procedimentos adotados na elaboração das demonstrações financeiras são resumidos a seguir: a) Apuração do resultado As entradas e saídas de recursos são apuradas e escrituradas pelo regime de competência de exercícios, exceto as contribuições de autopatrocinados, que são registradas pelo regime de caixa. b) Provisões matemáticas e fundo previdencial Representam os compromissos acumulados no encerramento do exercício, quanto aos benefícios concedidos e a conceder aos participantes. As provisões matemáticas do Plano de Benefícios Básico são apuradas com base em cálculos atuariais, procedidos por atuário externo independente e as provisões matemáticas dos Planos Sabesprev Mais e Reforço são apuradas com base na variação da cota de benefícios. O Plano Sabesprev Mais possui fundo previdencial para cobertura de riscos de aposentadorias por invalidez e pensões por morte, constituído com base em percentuais de contribuições definidos atuarialmente e atualizados pela variação do valor de cotas do plano. c) Estimativas Atuariais e Contábeis A preparação de demonstrações financeiras requer que a administração se utilize de estimativas para o registro de determinadas transações, que afetam os ativos e passivos, receitas e despesas da Entidade. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subseqüentes, podem divergir dessas estimativas. A SABESPREV revisa as estimativas periodicamente. As principais estimativas referem-se ao cálculo de provisão para crédito de liquidação duvidosa correspondente a carteira de empréstimo a participantes, provisão para contingências avaliadas pelos assessores jurídicos da Entidade e as provisões matemáticas do Plano de Benefícios Básico, calculadas pelo atuário independente, da consultoria Mirador Assessoria Atuarial Ltda. d) Disponível As disponibilidades representam os recursos financeiros em caixa e em bancos conta movimento na data do balanço.
25 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 25 de 61 e) Ativo Realizável (i) Este grupo é destinado à contabilização das contribuições a receber de patrocinadores e participantes. São apresentados pelos valores de realização e incluem, quando aplicável, as variações monetárias e os rendimentos proporcionais auferidos; (ii) Gestão Assistencial Este grupo é destinado à contabilização do ativo da gestão assistencial da Entidade; (iii) Gestão Administrativa Registra-se neste grupo, o custeio administrativo a receber da gestão previdencial e o reembolso das despesas administrativas da gestão assistencial e outros. O custeio administrativo é transferido para o plano de gestão administrativa no mês subsequente à apuração. São apresentados pelos valores de realização e incluem, quando aplicável, as variações monetárias e os rendimentos proporcionais auferidos; e, (iv) Gestão dos Investimentos Destina-se aos registros das aplicações de recursos, segregados por plano de benefícios previdenciais. As aplicações financeiras estão registradas pelo custo, acrescido dos rendimentos auferidos na forma pro-rata temporis até a data de encerramento do Balanço, deduzidos, quando aplicáveis, das provisões para perdas. As receitas e despesas da carteira são apropriadas em contas específicas diretamente vinculadas ao tipo de aplicação. a. Renda Fixa São operações de investimento que possuem uma remuneração paga em intervalos prédefinidos e em condições pré-definidas, lastreadas em títulos públicos e privados emitidos por instituições financeiras ou por empresas. Títulos pré-fixados são aqueles cuja rentabilidade (nominal) o investidor conhece previamente, com taxa de retorno acertada previamente, no momento da aplicação e estão demonstrados, por ocasião de sua aquisição, pelo valor desembolsado, evidenciando-se os juros decorridos, ágio e deságio. As receitas são registradas, pro-rata temporis, em conta de resultado até o vencimento. Títulos pós-fixado são aqueles cujo retorno da aplicação é conhecido na data de vencimento e a rentabilidade varia de acordo com o indexador definido. Estão demonstrados, por ocasião de sua aquisição, pelo valor desembolsado, evidenciando-se o valor nominal de sua emissão, atualização monetária e juros, ágio e deságio, sendo os rendimentos destes títulos apropriados pró-rata temporis. Com o advento da Instrução CVM nº 375, de 2002, foram definidas regras para os Administradores de Fundos de Pensão marcar títulos pré e pós-fixados e com vencimento superior a 365 dias pelo valor de aquisição, acrescidos da rentabilidade acumulada desde a data de aquisição, isto é, marcar pela curva do papel. A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) publicou a Resolução CGPC nº 4, de 2002, permitindo às entidades fechadas de previdência complementar a marcação pela curva do papel em alguns títulos e valores mobiliários integrantes de suas carteiras próprias e dos fundos de
26 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 26 de 61 investimentos exclusivos, desde que tais papéis sejam classificados como títulos mantidos até o vencimento. b. Fundos de Investimentos Fundo de investimento é uma forma de aplicação financeira, organizada sob a forma de pessoa jurídica, tal qual um condomínio, dividindo as receitas e despesas geradas, de acordo com a participação em cotas. A administração e a gestão dos fundos de investimentos são realizadas por especialistas contratados. Estão demonstrados pelo valor nominal da cota, ajustados com os ganhos ou perdas correspondentes ao período, classificados em fundos de renda fixa, ações, referenciado, multimercado, direitos creditórios, participações e imobiliários. Renda Fixa Fundos de investimentos que buscam retorno em ativos de renda fixa e devem possuir, no mínimo, 80% da carteira em ativos relacionados diretamente, sintetizados via derivativos, ao fator de risco. Ações Fundos de ações ou renda variável, buscam retorno em ativos de renda variável e devem possuir, no mínimo, 80% da carteira em ativos relacionados diretamente, sintetizados via derivativos, ao fator de risco. As aplicações em fundos de renda variável estão demonstradas pelos valores de realização, considerando o valor das cotas na data base das demonstrações financeiras. Referenciado - Fundos que objetivam investir, no mínimo, 95% do valor de sua carteira em títulos ou operações que busquem acompanhar as variações do CDI ou Selic, estando também sujeitos às oscilações decorrentes do ágio/deságio dos títulos em relação a estes parâmetros de referência. O montante não aplicado em operações que busquem acompanhar as variações destes parâmetros de referência deve ser aplicado somente em operações permitidas para os Fundos de Curto Prazo. Multimercado Podem ser classificados como Multimercado Referenciado DI ou Multimercado Long & Short, buscam retorno básico do CDI ou arbitragem em ações, respectivamente. Devem possuir políticas de investimentos que envolvam vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial ou em fatores diferente das demais classes previstas. Direitos Creditórios Fundos que buscam retorno por meio de investimento em carteiras de recebíveis pulverizadas (direitos ou títulos), originadas e vendidas por diversos cedentes que antecipam recursos através da venda de duplicatas, notas promissórias, cheques e quaisquer outros títulos passíveis de cessão e transferência de titularidade. Enquadram-se nesta categoria os fundos utilizados como veículo no fornecimento de recursos ou antecipação de receitas para pessoas físicas e jurídicas através de firmas de assessoria financeira, cooperativas de crédito, fomento mercantil e factoring. Participações Constituído em forma de condomínio fechado. Os recursos sob sua administração são destinados à aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição, ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações de emissão de companhias, abertas ou fechadas. Os Fundos de Investimento em Participações são
27 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 27 de 61 caracterizados, principalmente, pela participação ativa nas empresas ou nos negócios em que investe, participando do processo decisório da companhia investida. Imobiliários - Fundos que investem em empreendimentos imobiliários (exemplos: edifícios comerciais, shopping centers, hospitais etc.). O retorno do capital investido se dá por meio da distribuição de resultados do Fundo (o aluguel pago por um shopping center, por exemplo) ou pela venda das suas cotas do Fundo. c. Investimentos Imobiliários Os investimentos imobiliários são registrados ao custo de aquisição, ajustados pelo valor das reavaliações efetuadas e deduzidas da depreciação acumuladas (exceto terrenos), calculadas pelo método linear e com as taxas ajustadas em função do prazo de vida útil remanescente constante do laudo técnico de avaliação, atendendo o disposto no Anexo A, Item II, Subitem 19, letra h da IN SPC nº 34 /2009. d. Operações com Participantes As operações com participantes estão registradas pelo valor atualizado dos débitos dos participantes oriundos de empréstimos concedidos pela SABESPREV. Os empréstimos concedidos aos participantes do Plano de Benefícios Básico e Plano Sabesprev Mais são indexados pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescidos de juros, de acordo com o prazo de pagamento. São oferecidos aos participantes dos referidos planos de benefícios, empréstimo pessoal com taxas pré e pósfixadas. O Plano de Reforço não possui carteira de operações com participantes na composição dos seus investimentos. A provisão para perdas prováveis das parcelas de empréstimo pessoal é constituída com base no valor vencido e vincendo, conforme o número de dias de atraso, de acordo com o disposto no item 11, do Anexo A, da IN/SPC nº 34, de f) Imobilizado Está demonstrado pelo custo de aquisição acrescido de correção monetária, até 31 de dezembro de 1995, ajustados por depreciações ou amortizações acumuladas (exceto direito de uso), calculadas pelo método linear, com as taxas estabelecidas em função do tempo de vida útil e por espécie de bens, às seguintes alíquotas: Descrição Taxa Anual Computadores e Periféricos 20% Instalações 20% Máquinas e Equipamentos 10% Móveis e Utensílios 10% Sistemas de Comunicação 10% Sistemas de Segurança 10% Softwares 20% Veículos 20%
28 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 28 de 61 g) Exigível Operacional Representado por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias incorridas. h) Custeio Administrativo De acordo com a Resolução CGPC nº 29, de 2009, os recursos para cobertura das despesas administrativas, denominado Custeio Administrativo, são repassados dos planos de benefícios previdenciais, mediante contribuições mensais, em conformidade com o plano de custeio anual. Em conformidade com o art. 6º da Resolução CGPC nº 29, de 2009, que estabelece os limites máximos para custeio administrativo dos planos previdenciais submetidos à Lei Complementar nº 108, de 2001, a SABESPREV estabeleceu, para o exercício de 2012, no Regulamento do Plano de Gestão Administrativa, o limite de 9% da taxa de carregamento, limitado ao orçamento anual. O Patrimônio do Plano de Gestão Administrativa (PGA) é constituído pelas receitas, deduzidas as despesas comuns e específicas da administração previdencial e dos investimentos, sendo as sobras ou insuficiências administrativas alocadas ou revertidas ao Fundo Administrativo. O saldo do Fundo Administrativo é segregado por plano de benefício previdencial, não caracterizando obrigações ou direitos dos patrocinadores, participantes e assistidos do plano. As receitas administrativas da Entidade são registradas aos planos previdenciais em conformidade com o plano de custeio vigente. Planos Assistenciais As receitas e despesas administrativas dos planos assistenciais registrados na ANS que trata o Art. 76 da Lei Complementar nº 109, de 2001, são auferidas e custeadas integralmente com recursos oriundos exclusivamente dos planos assistenciais. i) Exigível Contingencial Registra as provisões em decorrência de ações judiciais passivas mantidas contra a SABESPREV, sendo que o curso dessas ações, de acordo com a possibilidade de êxito determinada pelos advogados contratados para defesa dos processos. j) Patrimônio Social Resulta de cálculos atuariais do valor atual dos compromissos futuros relativos aos benefícios decorrentes de aposentadorias e de pensões a serem pagos aos participantes assistidos e beneficiários dos planos, avaliados com base em dados estatísticos e cadastrais da massa de participantes ativos e assistidos, calculados por atuário externo. 4. REALIZÁVEL GESTÃO PREVIDENCIAL O realizável da gestão previdencial é composto por contas a receber das contribuições do mês. Contribuições do Mês Benefícios Básico 42 - Sabesprev Mais - 11 Reforço
29 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 29 de REALIZÁVEL GESTÃO ADMINISTRATIVA O realizável da gestão administrativa está composto por saldos de custeio administrativo a receber dos planos de benefícios e o reembolso das despesas administrativas relativas ao mês de dezembro de 2012 que serão liquidadas em janeiro de Custeio Administrativo a Receber Benefícios Básico Sabesprev Mais Reforço 13 9 Reembolso Assistencial Impostos a Compensar Depósitos Judiciais Processos Trabalhistas Processos Fiscais (PIS e COFINS) GESTÃO DOS INVESTIMENTOS Títulos Públicos Notas do Tesouro Nacional Crédito Privados e Depósitos Certificado de Recebíveis Imobiliários Debêntures não Conversíveis Fundos de Investimentos Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Direitos Creditórios Participações Imobiliário Investimentos Imobiliários Edificação em Construção - Panamby Edificação de Uso Próprio Investimentos em Shopping Center Empréstimos e Financiamentos Empréstimo Pessoal Depósitos Judiciais/Recursais Imposto de Renda sobre Renda Fixa
30 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 30 de 61 a) Títulos Mantidos até o Vencimento Os títulos mantidos até o vencimento estão registrados pelo custo, acrescidos dos rendimentos auferidos pro-rata temporis até a data de encerramento das demonstrações financeiras. A SABESPREV está ciente que, antes do vencimento dos títulos mantidos até o vencimento, somente poderá efetuar sua reclassificação para títulos para negociação por ocasião da elaboração das demonstrações financeiras e caso seja verificado fato superveniente à sua classificação, não usual e não previsto pela Entidade. A SABESPREV, em conformidade com o artigo 9º da Resolução CGPC n.º 4, de 2002, alterada pela Resolução CGPC n.º 8, de 2002, afirma ter capacidade financeira e a intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria mantidos até o vencimento. Esclarecemos que as estratégias de investimentos adotadas pela SABESPREV são baseadas em estudos de ALM Asset Liability Management (gestão integrada de ativos e passivos), que consiste em encontrar a melhor combinação de ativos para maximizar intertemporalmente a probabilidade dos Planos de Benefícios da Entidade de atingirem os seus objetivos, diante das premissas estabelecidas. Todos os títulos públicos da Entidade estão custodiados no Banco Itaú Unibanco S/A, em atendimento à Resolução CMN nº 3.792, de Apenas o Plano de Benefícios Básico possui títulos mantidos até o vencimento, demonstrados abaixo: 2012 Títulos Emissor Indexador Taxa Anual Quant. Vencimento Valor Curva Valor Mercado Diferença (Mercado - Curva) NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,56% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,39% /08/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,32% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,60% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,73% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,50% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,58% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,68% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,84% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,70% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,99% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,40% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,45% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,33% /05/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,35% /08/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,13% /08/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,14% /08/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 10,45% /07/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,30% /01/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,27% /01/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,30% /01/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 10,30% /07/ NTN-F Tesouro Nacional Pré Fixado 13,29% /07/
31 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 31 de Títulos Emissor Indexador Taxa Anual Quant. Vencimento Valor Curva Valor Mercado Diferença (Mercado - Curva) NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,56% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,39% /8/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,32% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,60% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,73% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,50% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,58% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,68% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,84% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,70% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,99% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 7,05% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,40% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,45% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,33% /5/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,35% /8/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,13% /8/ NTN-B Tesouro Nacional IPCA 6,14% /8/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 10,45% /7/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,30% /1/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,27% /1/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 8,30% /1/ NTN-C Tesouro Nacional IGPM 10,30% /7/ NTN-F Tesouro Nacional Pré Fixado 13,29% /7/ b) Investimentos Imobiliários Os imóveis são contabilizados pelo custo de aquisição e depreciados pelo método linear de acordo com o tempo de vida útil remanescente com base em laudos de avaliação. Os investimentos em fundos imobiliários são contabilizados pelo custo de aquisição e atualizados pelo valor da cotação dos fundos até as datas dos balanços. Participação Valor Valor Contabilizado Participação Contabilizado Em Construção - Panamby 36,70% ,70% Alameda Santos (conj. 141) 100,00% ,00% Alameda Santos (conj. 142) 100,00% ,00% Participação Shopping Tatuapé (*) 0,00% ,00% Fundos Imobiliários (**) Total dos Investimentos imobiliários (*) vide nota 6, item e. (**) os fundos de investimentos imobiliários estão classificados no grupo segmento de estruturados, de acordo com a planificação contábil da PREVIC.
32 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 32 de 61 De acordo com o laudo fornecido pela empresa FFB Consultoria de Engenharia Ltda., contratada para fiscalizar o cronograma físico do empreendimento Condomínio Panamby, cerca de 90% da obra encontrase realizada. Como garantia para a finalização da obra encontra-se hipotecado o terreno onde seria construído o complexo hoteleiro Tucuruçutuba, de propriedade do incorporador, não podendo ser negociado antes da conclusão da obra. Não obstante, a SABESPREV está mantendo tratativas com empresas e gestores especializados no segmento imobiliário com o objetivo de viabilizar uma saída estruturada do investimento, aproveitando o bom momento que vive o setor. Em 2012 efetuamos a avaliação dos imóveis, cujo resultado apresentou valorização dos ativos imobiliários, exceto o empreendimento Panamby, conforme demonstrado abaixo: Valor em 31/12/2011 Rendimento Ganho/(Perda) na Reavaliação Depreciação Acumulada Valor em 31/12/2012 Em Construção - Panamby (595) Alameda Santos (conj. 141) (144) Alameda Santos (conj. 142) (144) c) Empréstimos e Financiamentos Registra as operações de empréstimos concedidos a participante de acordo com o regulamento e são avaliadas ao valor da concessão, acrescido dos rendimentos auferidos até a data das demonstrações financeiras Benefícios Básico Contratos Taxa Pré Fixada Contratos Taxa Pós Fixada ( - ) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (919) (910) Sabesprev Mais Contratos Taxa Pré Fixada Contratos Taxa Pós Fixada ( - ) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (107) (86) A provisão para devedores duvidosos é constituída com base nos valores vencidos e vincendos, conforme número de dias de atraso.
33 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 33 de 61 d) Fundos Exclusivos Títulos Natureza Sabesprev VMB FI Multimercado Crédito Privado PPM FI Renda Fixa FICFI Sabesprev Consol. Multimercado FIA Sabesprev BBM Valuation FIA Sabesprev BMA Income FIA Sabesprev FT IBRX 2012 FIA Sabesprev GAP Ações FIA Sabesprev JB Focus FIA Sabesprev M Square Ações Valor FI Sabesprev Sulameric a Inflatie FF FI Sabesprev Advis RF LP Ativa FI Sabesprev Icatu Vanguarda IMA-B RF FI Ações Sabesprev Dividendos Total CDB Privada Fundos Invest. Privada CRI Privada Debêntures Privada DPGE Privada Ações Privada Swaps Privada Opções Privada LTN - Over Pública NTN - Over Pública NTN - B Pública NTN - C Pública NTN - F Pública LFT Pública Provisão CCB Privada Contas Pag/Rec Privada Tesouraria Privada
34 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 34 de Títulos Natureza Sabesprev VMB FI Multimercado Crédito Privado PPM FI Renda Fixa FICFI Sabesprev Consol. Multimercado FIA Sabesprev BBM Valuation FIA Sabesprev BMA Income FIA Sabesprev FT IBX FIA Sabesprev GAP Ações FIA Sabesprev JB Focus FIA Sabesprev M Square Ações Valor Total CDB Privada Fundos Investimentos Privada Debêntures Privada Ações Privada Swaps Privada LTN - Over Pública NTN - Over Pública NTN - B Pública NTN - C Pública NTN - F Pública LFT Pública Ctas Pag/Rec Privada (222) (101) (190) (152) (27) (267) Tesouraria Privada
35 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 35 de 61 e) Composição da Carteira de Investimentos por Planos de Benefícios (i) Plano de Benefícios Básico Vencimento Títulos Públicos Notas do Tesouro Nacional 15/05/ Notas do Tesouro Nacional 01/07/ Notas do Tesouro Nacional 15/08/ Notas do Tesouro Nacional 15/08/ Notas do Tesouro Nacional 01/01/ Notas do Tesouro Nacional 15/05/ Notas do Tesouro Nacional 15/08/ Notas do Tesouro Nacional 15/05/ Notas do Tesouro Nacional 15/08/ Crédito Privados e Depósitos Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/08/ Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/07/ Debêntures não Conversíveis 31/12/ Fundos de Investimentos Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Direitos Creditórios Participações Imobiliário Investimentos Imobiliários Edificação em Construção Edificação de Uso Próprio Investimentos em Shopping Center (*) Empréstimos e Financiamentos Empréstimo Pessoal Depósitos Judiciais/Recursais Imposto de Renda sobre Renda Fixa (*) Em 2011 a SABESPREV recebeu uma oferta de compra de sua participação (5%), no Shopping Center Tatuapé. Com base em estudos realizados pela empresa Aval Consult Engenharia e Avaliação Ltda, contratada pela SABESPREV, foi avaliado o valor de mercado da referida participação, que demonstrou ser a venda vantajosa. Em janeiro de 2012, todos os sócios manifestaram-se pela aceitação da oferta de venda. As condições para venda da participação no Shopping Center Tatuapé foram as seguintes: i. Valor total ofertado: R$ ; ii. Entrada de 20%: R$ 4.895; iii. Comissão de 5% a pagar em janeiro de 2012: R$ 1.224; iv. Restante em 20 parcelas de R$ 973, atualizadas a taxa de 7% a.a., acrescidas de INPC.
36 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 36 de Quant. Parcelas Total Quant. Parcelas Total Terra Roxa Empreendimentos e Participações Taquari Participações S/A Brotas Brasil Empreendimentos Imobiliários Ltda Tribasica Empreendimentos e Participações Ltda PREVI - Caixa de Previdência do Banco do Brasil SPE Classic Participações Ltda Parcitipa Empreendimentos Imobiliários e Partic. Ltda (ii) Plano Sabesprev Mais Vencimento Crédito Privados e Depósitos Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/08/ Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/07/ Fundos de Investimentos Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Direitos Creditórios Participações Imobiliário Empréstimos e Financiamentos Empréstimo Pessoal (iii) Plano de Reforço Vencimento Crédito Privados e Depósitos Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/08/ Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/07/ Fundos de Investimentos Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Direitos Creditórios Participações
37 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 37 de 61 (iv) Programa de Gestão Administrativa (PGA) Vencimento Crédito Privados e Depósitos Crédito de Recebíveis Imobiliários - BRZ 20/08/ Fundos de Investimentos Referenciado Renda Fixa Ações Multimercado Direitos Creditórios PERMANENTE Taxa de Depreciação /Amortização Custo de Aquisição Depreciação /Amortização Acumulada Imobilizado Líquido Imobilizado Instalações 10% 294 (253) Móveis e Utensílios 10% 524 (380) Máquinas e Equipamentos 10% 257 (174) Veículos 20% 35 (12) Computadores e Periféricos 20% (834) Refrigeradores 10% 3 (3) - - Sistemas de Comunicação 10% 74 (65) 9 12 Sistemas de Segurança 10% 49 (31) (1.752) Intangível Softwares 20% (807) (2.559) EXIGÍVEL OPERACIONAL GESTÃO PREVIDENCIAL Compete a este grupo o registro dos compromissos a pagar assumidos pela Entidade, inclusive as provisões para pagamento do abono anual, relativo ao programa previdencial. Os compromissos assumidos nesta rubrica são: Benefícios a Pagar IRRF sobre Benefícios Outras Exigibilidades Retenções sobre Benefícios Custeio Administrativo a Pagar Os benefícios, retenções e custeio administrativo a pagar apropriados em dezembro de 2012 serão quitados em janeiro de 2013.
38 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 38 de EXIGÍVEL OPERACIONAL GESTÃO ADMINISTRATIVA Pessoal e Encargos Serviços de Terceiros Retenções a Recolher Outras Exigibilidades Os valores apropriados, referente à pessoal e encargos, serviços de terceiros, retenções a recolher e outras exigibilidades serão quitados em janeiro de Os valores contabilizados na rubrica outras exigibilidades referente a obrigações com pessoal e encargos relativos à INSS e FGTS provisionados e a apropriação de PIS e COFINS a recolher do mês de dezembro de 2012, serão recolhidos em janeiro de EXIGÍVEL OPERACIONAL GESTÃO DE INVESTIMENTOS São classificados valores a pagar relativos às operações de empréstimos a participantes e o montante relativo ao Parcelamento Especial - REFIS, conforme Lei e outras obrigações da gestão dos investimentos Empréstimos a Participantes 2 14 Corretagem Venda Participação Shopping Tatuapé Administração dos Investimentos Parcelamento Especial - REFIS III Valor Principal Atualização Monetária EXIGÍVEL CONTINGENCIAL As provisões e contingências decorrem de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal das atividades da entidade, movido por terceiros, em ações fiscais, cíveis e trabalhistas. As contingências são avaliadas por escritórios jurídicos, contratados pela SABESPREV, que representam a entidade nas referidas demandas, considerando a classificação das probabilidades de necessidade financeira para liquidação das obrigações.
39 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 39 de 61 Depósitos Judiciais Saldos em Constituição/ Saldos em Saldos em Saldos em Descrição 31/12/2011 (Reversão) 31/12/ /12/ /12/2012 Provisão para riscos fiscais: INSS Adicional 2,5% (a) P.I.S. Depósito Judicial (b) C.O.F.I.N.S. Depósito Judicial (b) IR sobre Renda Fixa Dep. Judicial (1995 à 1997) (c) RET - Regime Especial de Tributação (2002 à 2004) (d) Provisão para riscos: Trabalhistas (e) 239 (52) Processos Cíveis (Possível) Revisão de Benefícios (f) a) INSS Adicional 2,5% A SABESPREV obteve liminar em Mandado de Segurança para afastar o adicional de 2,5% da Contribuição Social prevista no artigo 22, Incisos I e III da Lei nº 8.212/1991 com redação dada pelo artigo 1º da Lei nº 9.876/1999. Os valores provisionados foram recolhidos em conta judicial, totalizam R$ 364 em 2012 e segundo o escritório Rubens Naves Santos Jr. Hesketh a probabilidade de perda do processo é classificada como possível, diante da pendência de julgamento do tema no STF. Apesar da probabilidade de perda ser classificada como possível, o valor foi provisionado devido a necessidade de depósito judicial. b) Contribuição ao PIS e ao COFINS A SABESPREV questiona a constitucionalidade da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins e da Contribuição ao Programa de Integração social - PIS. Por meio de parecer dos consultores jurídicos do escritório Rubens Naves Santos Jr. Hesketh pleiteia apenas a contribuição ao PIS com base na folha de salários da Fundação e a restituição dos valores recolhidos pela base de cálculo atual. A SABESPREV interpôs Agravo de Instrumento ao Tribunal Regional Federal da Terceira Região, no qual foi concedido depósito judicial para o recolhimento dos tributos, totalizando R$ em 2012 (R$ em 2011). Dessa forma, caso haja decisão favorável, a Entidade reverterá os depósitos efetuados. Apesar da probabilidade de perda ser classificada como possível, o valor foi provisionado devido a necessidade de depósito judicial. c) Imposto de Renda sobre Investimentos Mandado de Segurança impetrado pela SABESPREV visando a não retenção do Imposto de Renda na Fonte sobre dividendos, juros e demais rendimentos de capital. Por determinação judicial, a entidade ficou obrigada, no período de 1995 a 1997, a depositar o referido imposto judicialmente, totalizando o montante de R$
40 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 40 de 61 d) RET Regime Especial de Tributação A Medida Provisória nº 2.222, de 2001, editada pelo Governo Federal, instituiu o Regime Especial de Tributação RET, modalidade de apuração de imposto de renda. O RET vigorou entre as anos de 2002 à 2004, substituindo as regras gerais de tributação pelo Imposto de Renda (IR) aplicáveis às entidades fechadas de previdência complementar. A SABESPREV questiona o recolhimento do IR regulamentado pela Instrução Normativa nº 126, de 25 de janeiro de 2002, por meio de liminar obtida pela Associação Brasileira das Entidades de Previdência Privada - ABRAPP às entidades fechadas de previdência complementar. Em 2011, com a cassação da liminar coletiva obtida pela ABRAPP, a RFB emitiu auto de infração contra a SABESPREV, exigindo o recolhimento da diferença contingenciada. A SABESPREV, ciente da tese defendida pelas EFPC, por meio do escritório Rubens Naves, providenciou defesa contra o auto de infração, enquanto o escritório Sacha Calmon, contratado pela ABRAPP, entrou com defesa na tese que originou na concessão da liminar coletiva. Em virtude dos acontecimentos supracitados, a SABESPREV, com base no parecer do escritório Rubens Naves, contabilizou o passivo contingencial, totalizado em R$ em 2012 (R$ em 2011) segundo rege as práticas contábeis adotadas no país. A partir de 2005, com o advento da Lei nº , de 2004, as entidades fechadas de previdência complementar foram dispensadas de retenção na fonte e do pagamento em separado do imposto de renda sobre os investimentos e ganhos auferidos nas aplicações de recursos das provisões, reservas técnicas e fundos dos planos de benefícios. e) Processos Trabalhistas A SABESPREV responde aos processos trabalhistas, que totalizam R$ 187 em 2012 (R$ 239 em 2011), impetrados por ex-empregados que pleiteiam: (a) pagamento de diferenças salariais de equiparação salarial, gratificação de função, horas extras, danos morais, multas convencionais, multa conforme art. 477 da CLT; (b) pagamento de horas extras com adicional de 80% e 50% bem como reflexos, e (c) saldo de salário de março 2006 e reflexos, multas dos artigos 477 e 467 da CLT, horas extras, reflexos e a responsabilidade subsidiária da SABESPREV. f) Revisão de Benefícios Apesar dos escritórios jurídicos classificar essa causa com probabilidade de perda possível, ou seja, não requer o provisionamento do valor da causa e sim apenas divulgação, a administração da SABESPREV entende ser conservador sua provisão. g) Demais Processos Administrativos A SABESPREV questiona a legalidade da cobrança de IPTU, com base na imunidade prevista no artigo 150, IV, "c" da Constituição Federal. Dessa forma, faz-se justo afastar alem da cobrança de IPTU, os juros e multas incidentes sobre o tributo, que somados totalizam o montante de R$ 24 em 2012 (R$ 24 em 2011) e segundo o escritório Rubens Naves, a probabilidade de perda é classificada como possível.
41 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 41 de 61 h) Contribuição ao Programa de Integração Social - PIS A SABESPREV está discutindo na esfera administrativa a contribuição ao PIS referente aos anoscalendário 1995 a 1999 sobre a totalidade das receitas brutas. A Entidade entende que a base de cálculo da contribuição é a folha de salário e não a totalidade das receitas auferidas com as contribuições ao plano previdenciário e assistencial. Assim, o auto de infração, cujo valor atualizado é de R$ em 2012 (R$ em 2011), está sendo objeto de discussão no âmbito administrativo da Secretaria da Receita Federal SRF e aguarda decisão final que, caso seja desfavorável, deverá ser discutida na esfera judicial. Para garantir direito de interposição de recurso voluntário, conforme facultado pelo artigo 33 do Decreto nº , de 1972, alterado pela Lei nº 8.748, de 1993, foi necessário o arrolamento de bens e direitos no valor aproximado a 30% da exigência fiscal, tendo sido arrolados investimentos no Shopping Tatuapé, que devido a venda da participação, será substituído por outro bem, conforme recomendação dos advogados. Esse recurso está sendo conduzido pelo escritório de advocacia Rubens Naves, Santos Jr., Hesketh, que representa a Entidade perante a Receita Federal do Brasil, que classifica sua chance de perda como possível, razão pela qual a Entidade não constituiu provisão para essa contingência. 12. PATRIMÔNIO SOCIAL PATRIMÔNIO DE COBERTURA DO PLANO Registra-se neste grupo, o valor atual das provisões matemáticas, de acordo com a nota técnica atuarial, do Plano de Benefícios Básico, Sabesprev Mais e Reforço. a) Regime financeiro e métodos atuariais As hipóteses e os métodos atuariais empregados nos cálculos atuariais dos compromissos e custos representados pelos planos de benefícios foram estabelecidos pelos atuários da consultoria Mirador Assessoria Atuarial Ltda. e contam com o aval das patrocinadoras. A fixação dessas hipóteses e métodos observa o critério de imparcialidade e tem como objetivo a obtenção da melhor estimativa dos eventos futuros relacionados com os benefícios avaliados, conforme requerido pelos princípios atuariais geralmente aceitos. Os regimes financeiros e métodos atuariais são: (i) Crédito unitário projetado - Esse método é utilizado para os benefícios de aposentadoria normal e antecipada, pensão por morte de assistidos e benefício mínimo. (ii) Repartição de capital de cobertura - Esse método é utilizado para os benefícios de invalidez e de pensão por morte de ativos. b) Provisões matemáticas São determinadas em bases atuariais sob a responsabilidade do atuário independente e representam os compromissos acumulados relativamente aos benefícios concedidos e a conceder aos participantes e seus beneficiários.
42 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 42 de 61 (i) Benefícios concedidos - Correspondem ao valor presente dos compromissos da SABESPREV com as suplementações de benefícios previdenciais já concedidos aos assistidos ou beneficiários em gozo de prestação continuada. (ii) Benefícios a conceder - Correspondem ao valor presente dos compromissos futuros da SABESPREV com os participantes ativos que ainda não adquiriram o direito à percepção de tais benefícios e com aqueles que já adquiriram esse direito, mas não o exerceram Benefício Básico Sabesprev Mais Reforço Total PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE COBERTURA Benefícios Concedidos Benefícios a Conceder ( - ) Provisões Matemáticas a Constituir Patrocinadores ( ) (12.624) - ( ) Participantes ( ) - - ( ) Assistidos (27.129) - - (27.129) Déficit Técnico Equacionado ( ) (12.624) - ( ) Benefício Básico Sabesprev Mais Reforço Total PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE COBERTURA Benefícios Concedidos Benefícios a Conceder ( - ) Provisões Matemáticas a Constituir Patrocinadores ( ) (14.878) - ( ) Participantes ( ) - - ( ) Assistidos (28.981) - - (28.981) Déficit Técnico Equacionado ( ) (14.878) - ( ) Para projeção do passivo previdenciário do Plano de Benefícios Básico foram considerados os mesmos métodos atuariais e as mesmas premissas adotadas no exercício anterior, baseadas em estudo de aderência de hipóteses realizado em 2011, exceto com relação à taxa real de juros, que foi reduzida de 6,0% ao ano para 5,5% ao ano. O efeito da alteração da premissa taxa real de juros, aprovado pelo Conselho Deliberativo, foi de um aumento dos compromissos futuros em R$ 110 milhões, equivalente a 6,1% das Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos e a Conceder do Plano de Benefícios Básico. As contribuições para cobertura do déficit atuarial relativa aos participantes ativos e assistidos migrados do Plano de Benefícios Básico para o Plano Sabesprev Mais serão contabilizadas pelo recebimento.
43 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 43 de 61 c) Premissas utilizadas: Taxa real anual de juros 5,50% 6,00% Projeção de crescimento real de salário 2,00% 2,00% Taxa de rotatividade Plano de Benefícios Básico (tábua prudential) 0,87% 0,94% Taxa de rotatividade Plano de Sabesprev Mais (tábua prudential) 0,00% 0,00% Projeção de crescimento real do maior salário de benefício do INSS 0,00% 0,00% Projeção de crescimento real dos benefícios do plano 0,00% 0,00% Fator de determinação do valor real dos salários ao longo do tempo 98,00% 98,00% Fator de determinação do valor real dos benefícios da entidade ao longo do tempo 98,00% 98,00% Fator de determinação do valor real dos benefícios do INSS ao longo do tempo 98,00% 98,00% Geração futura de novos entrados 0,00% 0,00% Tábua de mortalidade dos inválidos Winklevos Winklevos Composição familiar - casados 80% 80% Composição familiar filhos temporários (x = idade dos participantes) 65-x/2 65-x/2 Tábua de mortalidade geral, segregada por sexo AT-2000 AT-2000 (i) Plano de Benefícios Básico: Com base no Parecer Atuarial o Plano de Benefícios Básico possui participantes ativos, aposentados, grupos familiares recebendo pensão e 586 participantes aguardando deferimento. A idade média dos participantes ativos é igual a 48 anos. Com o objetivo de equacionar o déficit técnico, que em 31 de dezembro de 2012 é R$ , a SABESPREV propôs a migração dos participantes do plano de Benefícios Básico para o plano Sabesprev Mais. Por meio de liminar proferida pelo Juizo da 8ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo no processo movido pelas entidades representativas dos empregados e aposentados da SABESP, a migração dos participantes foi impedida. Por recomendação do seu atuário, consultoria Mirador Assessoria Atuarial Ltda., a equalização do déficit deverá ser feita mediante contribuições extraordinárias de 10,92% sobre o salário de participação, a serem realizadas pelas patrocinadoras e pelos participantes ativos, autopatrocinados, assistidos e os aguardando o benefício proporcional diferido, na proporção existente entre suas contribuições vigentes no exercício de 2012, conforme previsto na legislação. Em função da liminar mencionada anteriormente, no exercício de 2012, não foram feitas contribuições extraordinárias. A consultoria Mirador Assessoria Atuarial Ltda. recomenda que após a definição da questão judicial, supracitada, a entidade substitua o método de financiamento Crédito Unitário Projetado (PUC) por um método mais adequado a planos fechados a novas adesões de participantes. (ii) Plano Sabesprev Mais: Em 31 de dezembro de 2012 o plano Sabesprev Mais possui participantes ativos e 782 aposentados, 89 grupos familiares recebendo pensão e 32 participantes aguardando deferimento. A idade média dos participantes ativos é igual a 43 anos.
44 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 44 de 61 O custeio do plano para 2013 será mantido segundo as regras: Contribuição básica mensal de participantes, correspondendo a soma de (a) aplicação de 0%, 0,5% ou 1%, conforme opção do participante, sobre a parte do salário de participação até 20 vezes o salário unitário e (b) aplicação de 0% a 8%, conforme opção do participante, sobre a parte do salário de participação que exceder 20 vezes o salário unitário; Contribuição suplementar de participantes, correspondente a um percentual inteiro, não inferior a 1%, livremente escolhido pelo participante, aplicável sobre o seu salário participação; Contribuição esporádica de participantes opcional em termos de freqüência e valor; Contribuição de risco, mensal e obrigatória, destinada à cobertura de benefícios de risco (invalidez e pensão por morte). Corresponde a contribuição de 0,1%, definido atuarialmente, sobre o salário de participação do participante, aplicada a paridade contributiva; Contribuição normal de patrocinadores, paritária a contribuição básica do participante. (iii) Plano de Reforço: Em 31 de dezembro de 2012 o Plano de Reforço possui 863 participantes ativos e 42 aposentados. A idade média dos participantes ativos é igual a 47 anos. O custeio do Plano de Reforço corresponde a contribuições, apenas dos participantes, podendo variar de 2% a 10% do salário participação e as contribuições extraordinárias podem ser feitas a qualquer época, não podendo ser inferior a 10% do salário participação. 13. EQUILÍBRIO TÉCNICO O déficit técnico do plano de Benefícios Básico apurado em 31 de dezembro de 2012, registrado na rubrica "Provisões Matemáticas a Constituir", é de R$ em 2012 (R$ em 2011). Com o objetivo de equacionar o déficit técnico do Plano de Benefícios Básico, a SABESPREV em conjunto com a patrocinadora SABESP e a participação de consultorias especializadas, entidades representativas dos empregados e aposentados da SABESP, membros do Conselho Deliberativo e Fiscal, realizaram estudos para a alteração do regulamento do Plano de Benefícios Básico e desenvolveram um novo plano de benefícios denominado Sabesprev Mais, na modalidade Contribuição Definida. Em setembro de 2009, a SABESP e a SABESPREV protocolaram junto à PREVIC a revisão do Plano de Benefícios Básico e a criação do Plano Sabesprev Mais, modelado em Contribuição Definida. O novo regulamento do Plano de Benefícios Básico, bem como sua extinção, foi autorizada pela Portaria MPS/PREVIC/DITEC Nº 423, de A proposta resultou na entrada em extinção do Plano de Benefícios Básico, divulgada em 10 de junho de 2010, sendo vedada a adesão de novos participantes. Para os participantes do Plano de Benefícios Básico, foi oferecida a opção de migração, por um prazo de 120 dias, ao novo plano de benefícios Sabesprev Mais. Em 20 de outubro de 2010, a Associação dos Aposentados e Pensionistas da SABESP (AAPS) e o Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SINTAEMA) obtiveram liminar, concedida pelo Juízo da 8ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, impedindo a migração de participantes e reservas do Plano de Benefícios Básico para o Plano Sabesprev Mais.
45 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 45 de 61 Em 29 de janeiro de 2013 houve a indicação de perito judicial, sendo que em 04 de fevereiro de 2013 as partes envolvidas nomearam os respectivos assistentes técnicos e formularam quesitos a serem respondidos pelos peritos. A SABESPREV deverá implementar ou revisar o plano de custeio do Plano de Benefícios Básico no exercício de 2013, de acordo com a decisão que vier a ser proferida pela justiça. Ressalta-se ainda que apesar da rubrica Deficit Técnico Acumulado não ser utilizada nas demonstrações de 2012, a obrigação para pagamento do déficit, classificado na rubrica Provisões Matemáticas a Constituir, continua e será extinta somente quando da amortização total desta provisão em função das contribuições extraordinárias para cobertura do déficit Benefício Básico Sabesprev Mais Reforço Total Resultado Bruto Recursos Coletados Recursos Utilizados (69.262) (10.383) (1.053) (80.698) Custeio Administrativo (3.849) (1.069) (69) (4.987) Constituição de Contingências (1.485) - - (1.485) Resultado dos Investimentos Previdenciais Constituição de Provisões Técnicas ( ) (29.950) (4.651) ( ) Provisões e Fundos Provisões Matemáticas a Constituir (32.362) (2.254) - (34.616) Constituição de Fundo Previdencial - (270) - (270) (32.362) (2.524) - (34.886) Resultado Líquido em 31 de dezembro de Benefício Básico Sabesprev Mais Reforço Total Resultado Bruto Recursos Coletados Recursos Utilizados (62.068) (14.566) (1.176) (77.810) Custeio Administrativo (5.122) (566) (61) (5.749) Resultado dos Investimentos Previdenciais Constituição/(Reversão) de Provisões Técnicas ( ) (10.747) (1.950) ( ) (68.797) (65.635) Provisões e Fundos Provisões Matemáticas a Constituir (3.104) Constituição de Fundo Previdencial - (58) - (58) (3.162) Resultado Líquido em 31 de dezembro de
46 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 46 de FUNDOS a) Fundo Previdencial Constituído no plano Sabesprev Mais para cobertura de risco (invalidez e pensão por morte). b) Fundo Administrativo É constituído pelo saldo remanescente de recursos do programa administrativo oriundos da taxa de custeio administrativo sobre a contribuição das patrocinadoras e dos participantes, deduzidos das despesas administrativas da gestão previdencial, assistencial e de investimentos. O rendimento das aplicações financeiras das sobras administrativas também contribui para formação do fundo administrativo. c) Fundo dos Investimentos É constituído para dar cobertura as possíveis perdas com inadimplência e morte da carteira de empréstimo a participantes. 15. DESPESAS ADMINISTRATIVAS Despesas administrativas correspondem a gastos realizados pelas entidades fechadas de previdência complementar para administração dos planos de benefícios, incluídas despesas de investimentos, regulamentadas pela Resolução CGPC nº 29, de As despesas com administração de planos assistenciais subordinados à ANS são reembolsadas integralmente ao Plano de Gestão Administrativa Despesas Administrativas da Pessoal e Encargos Salários e Ordenados Encargos Cursos e Treinamentos Demais Despesas Serviços de Terceiros PIS e COFINS Despesas Diversas Depreciação e Amortizações Provisões e Contingências Despesas Administrativas Assistenciais
47 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 47 de GESTÃO ASSISTENCIAL Conforme nota explicativa nº 2, os resultados da gestão assistencial são oriundos das demonstrações financeiras assistenciais, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil para operadoras de autogestão em saúde suplementar, registradas na ANS RECEITA Contra Prestações Efetivas Receitas Financeiras Receitas Patrimoniais ( - ) Reembolso das Desp. Administrativas ao PGA (23.338) (22.815) DESPESAS Eventos Conhecidos ou Avisados ( ) ( ) ( - ) Recuperação de Eventos Indenizáveis Provisão para Eventos Conhecidos e Não Avisados Outras Despesas Operacionais (8.270) (4.389) Despesas Financeiras (21.994) (16.374) Despesas Patrimoniais (339) (264) Despesas Administrativas Contingencial RET e Dep. Judicial Adicional INSS 2,5% (3.067) (13.939) Demais Despesas Administrativas Assistenciais (23.827) (24.012) ( - ) Despesas Pagas pelo PGA (3.556) (15.136) ( ) ( ) GOVERNANÇA E CONTROLES INTERNOS A Resolução CGPC nº. 13, de 2004, estabeleceu princípios, regras e práticas de governança, gestão e controles internos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar, adequados ao porte, complexidade e riscos inerentes aos planos de benefícios por elas operados, a fim de assegurar o pleno cumprimento de seus objetivos. A SABESPREV, em aderência à legislação que regula as Entidades Fechadas de Previdência Complementar e em consonância com as boas práticas de governança corporativa vem, nos últimos anos, aperfeiçoando seu processo de governança, buscando aderência à gestão baseada em risco. Em 2012, a SABESPREV avançou no aperfeiçoamento do processo de governança, com destaque para as seguintes realizações: a) Gestão de Riscos A Gestão de Riscos teve forte incentivo e apoio da Administração da Fundação e dos Conselhos em Foi estruturado um projeto para implantação da gestão de riscos, como uma iniciativa estratégica para atingir o objetivo de ter excelência operacional, com gestão de riscos e controles internos eficazes.
48 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 48 de 61 Os principais riscos e controles dos diversos processos foram identificados, discutidos e documentados. Durante o ano de 2012 foram concluídas as etapas do processo de avaliação dos riscos, dos controles que mitigam esses riscos e foram estabelecidos planos de ação quando necessário, estabelecendo um ciclo de gestão. O grupo de riscos com maior impacto e priorizado pela Diretoria para avaliação em 2012, aderente às orientações da PREVIC, tiveram seus controles testados, de forma independente, pela auditoria da Patrocinadora, contribuindo para o aperfeiçoamento dos controles e do processo de gestão de riscos. Outro aspecto de relevância e destaque foi a implantação da Política de Gestão de Riscos, estabelecendo diretrizes, responsabilidades e um processo contínuo de gestão de riscos de diversas naturezas, recomendado pela PREVIC. b) Treinamento de conselheiros e dirigentes Em 2012, em continuidade ao programa de treinamento e capacitação de conselheiros, dirigentes e demais profissionais da SABESPREV, foi priorizado o programa de certificação recomendado pela PREVIC. c) Atuação dos Conselhos Deliberativo e Fiscal Os Conselhos, Deliberativo e Fiscal, aperfeiçoaram seus procedimentos de trabalho, mantendo uma agenda anual de reuniões e buscaram aperfeiçoar a metodologia de trabalho, o que possibilitou uma melhor atuação e interação entre si e com a Diretoria Executiva da SABESPREV. d) Instrumentos organizacionais e procedimentos A SABESPREV, em 2012, desenvolveu trabalho para aperfeiçoamento de seus instrumentos organizacionais e deu continuidade à atualização de suas normas e procedimentos, conforme recomendado pelo guia de boas práticas da PREVIC para as entidades fechadas de previdência complementar. Liège Oliveira Ayub Diretora Presidente Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde Ademir dos Santos Diretor de Gestão Michele Graciano Alcântara Takahashi Contadora CRC 1SP /O-0 Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria Contador CRC 1SP /O-0
49 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 49 de 61 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Aos Administradores, Conselheiros, Participantes e Patrocinadores da Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev ( Entidade ), que compreendem o balanço patrimonial consolidado (representado pelo somatório de todos os planos de benefícios administrados pela Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev, aqui denominado de consolidado, por definição da Resolução CNPC nº 8) em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas da mutação do patrimônio social e do plano de gestão administrativa, e as demonstrações individuais por plano de benefício que compreendem as demonstrações do ativo líquido, da mutação do ativo líquido, do plano de gestão administrativa e das obrigações atuariais por plano para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a entidades reguladas pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Entidade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Entidade. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
50 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 50 de 61 Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev e individual por plano de benefício em 31 de dezembro de 2012 e o desempenho consolidado e por plano de benefício de suas operações para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar CNPC. Ênfase Déficit técnico do Plano de Benefícios Básico Conforme mencionado na nota explicativa nº 12 às demonstrações financeiras, com o objetivo de equacionar o déficit técnico, que em 31 de dezembro de 2012 é de R$ mil, a Fundação Sabesp de Seguridade Social Sabesprev propôs a migração dos participantes do plano de Benefícios Básico para o plano Sabesprev Mais. Por meio de liminar proferida pelo Juízo da 8ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo no processo movido pelas entidades representativas dos empregados da SABESP, a migração dos participantes foi impedida. Por recomendação de seu atuário, a equalização do déficit deveria ser feita mediante contribuições extraordinárias a serem realizadas pelo patrocinador, participantes ativos, autopatrocinados, assistidos e os participantes aguardando o benefício proporcional diferido. Em função da liminar mencionada anteriormente, no exercício de 2012, não foram feitas contribuições extraordinárias. Nossa opinião não contém ressalva em relação a esse assunto. Outros assuntos Examinamos, também, informações suplementares sobre o plano de gestão assistencial, compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações de resultados, de resultados abrangentes, da mutação do patrimônio líquido, do fluxo de caixa e do valor adicionado, assim como as correspondentes principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Essas informações suplementares foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto, preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. São Paulo, 27 de março de 2013 CRC 2SP014428/O-6 Zenko Nakassato Contador CRC 1SP160769/O-0 Carlos Omar Abdo Contador CRC 1SP205629/O-3
51 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 51 de 61 Parecer Atuarial do Plano de Benefícios Básico O Plano de Benefícios Básico possui característica de Benefício Definido (BD), oferecido ao grupo de funcionários das patrocinadoras, vinculados ao regime celetista. Foi iniciado em fevereiro de 1991, estando fechado a novos ingressos de participantes desde o final do ano de Em função de liminar obtida judicialmente pelos participantes durante o processo de migração ao Plano Sabesprev Mais no ano de 2010, o custo extraordinário apurado para equacionamento do Déficit Técnico do plano não vem sendo repassado, fato que deve agravar sistematicamente o resultado deficitário a cada exercício futuro enquanto persistir a indefinição para a questão. 1) ESTATÍSTICAS Este plano previdenciário, estruturado na modalidade de benefício definido, possui participantes ativos, aposentados, grupos familiares recebendo pensão e ainda 586 participantes aguardando diferimento. A idade média dos participantes ativos é igual a 48 anos e o tempo médio de serviço faltante para aposentadoria normal é igual a 12 anos. Com base na tábua de mortalidade geral AT-2000 segregada por sexo, a expectativa média de vida do participante ativo, ao se aposentar, é igual a 24,18 anos. Os participantes aposentados sem ser por invalidez, com idade média de 66 anos, apresentam uma expectativa média de vida de 19,30 anos. Ponderando com a expectativa de vida dos aposentados inválidos (14,55 anos considerando a tábua WINKLEVOSS para a idade média de 61 anos), estabelece uma expectativa de vida para o grupo de aposentados de 18,78 anos. 2) HIPÓTESES E MÉTODOS ATUARIAIS Para projeção do passivo previdenciário do Plano de Benefícios Básico foram considerados os mesmos métodos atuariais e as mesmas premissas adotadas no exercício anterior, baseadas em estudo de aderência de hipóteses realizado em 2011, exceto com relação à taxa real de juros, que foi reduzida de 6,0% ao ano para 5,5% ao ano. O efeito da alteração da premissa taxa real de juros foi de um aumento dos compromissos futuros em R$ 110 milhões, equivalente a 6,1% das Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos e a Conceder do plano. Cabe salientar que os regimes financeiros, métodos de financiamento e premissas atuariais atendem às exigências da Resolução CGPC Nº 18, de 28/03/2006, sendo recomendável, após a definição da questão judicial que impede o reequacionamento do déficit técnico do plano, a substituição do método de financiamento por um mais condizente com a condição de plano fechado a novas adesões. 3) EXIGÍVEL ATUARIAL, RESERVAS E FUNDOS A composição do Exigível Atuarial, das Reservas e dos Fundos em 31 de dezembro de 2012 é a seguinte (valores em reais):
52 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 52 de 61 Exigível Atuarial ,68 - Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos ,59 - Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder ,54 - Provisão Matemática a Constituir *... ( ,45) Reservas e Fundos ,17 - Déficit Técnico... 0,00 - Fundos ,17 - Investimentos ,49 - Administrativo ,68 * O valor registrado como Provisão Matemática a Constituir se refere ao Déficit Técnico apurado no encerramento do exercício, a ser financiado através de contribuição extraordinária entre participantes e Patrocinadores que, em função de liminar obtida pelos participantes, não vem sendo recolhida ao plano. 4) PLANO DE CUSTEIO O Plano de Custeio Normal a ser praticado no exercício de 2013, ajustado ao custo atuarial do plano apurado nesta avaliação atuarial, passou a ter a seguinte abertura: Ativos e Autopatrocinados: 1,16% da parte do Salário de Participação até 20 salários unitários; 9,88% do excesso, se houver, da parte do Salário de Participação sobre 20 salários unitários. Assistidos: Não existem contribuições para o grupo de participantes assistidos e pensionistas. Patrocinadora: Contribuição paritária com os participantes ativos. Custeio Administrativo: Cobrado em separado da contribuição normal, conforme orçamento anual da SABESPREV e previsão de custeio estabelecido através do PGA (Plano de Gestão Administrativa). 5) CONCLUSÕES Para fins da avaliação atuarial do Plano de Benefícios Básico da SABESPREV, foi utilizado o cadastro de dados individuais fornecido pela Entidade, com data-base em 30/09/2012, posicionado para 31/12/2012. Após serem submetidos a testes de consistência, ajustes e validações da Entidade, estes dados foram considerados adequados para o estudo. Para a avaliação atuarial de 2012, foram utilizadas as mesmas premissas adotadas no exercício de 2011, exceto com relação à taxa real de juros, que foi reduzida de 6,0% ao ano para 5,5% ao ano. Com relação aos regimes financeiros e métodos de financiamento, foram utilizados os mesmos da avaliação atuarial do exercício de 2011 e estes atendem às exigências da Resolução CGPC Nº 18, de 28/03/2006, sendo recomendável, após a definição da questão judicial que impede o reequacionamento do déficit técnico do plano, a substituição do método de financiamento por um mais condizente com a condição de plano fechado a novas adesões. O Plano de Benefícios Básico apresenta Déficit Técnico alocado integralmente na Provisão Matemática a Constituir, no valor de R$ ,45, que será financiado através de aporte extraordinário mensal
53 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 53 de 61 equivalente ao total de 10,92% da folha de salários de participação dos ativos, durante 11 anos (132 meses). O valor deve ser financiado entre Patrocinadoras e Participantes (Ativos e Assistidos), na proporção das contribuições normais ao plano. Este custo extraordinário deverá ser reavaliado anualmente, tendo em vista as variações da folha de salários de participação, bem como as variações de ganhos e perdas financeiro-atuariais ocorridas durante o período compreendido entre cada avaliação atuarial anual. Em função de liminar obtida judicialmente pelos participantes, este custo extraordinário não vem sendo repassado ao plano, fato que deve agravar sistematicamente o resultado deficitário a cada exercício futuro enquanto persistir a indefinição para a questão. Porto Alegre, 13 de fevereiro de Giancarlo Giacomini Germany Atuário M.I.B.A. 1020
54 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 54 de 61 Parecer Atuarial do Plano Sabesprev Mais Modelado em Contribuição Definida (CD), o Plano Sabesprev Mais é oferecido a todos os empregados das patrocinadoras, existindo liminar judicial impossibilitando a migração dos ativos e assistidos remanescentes no Plano de Benefícios Básico para este plano. 1) ESTATÍSTICAS A idade média dos participantes ativos é igual a 43,39 anos e o tempo médio de serviço faltante para a concessão do benefício de renda mensal é igual a 16,61 anos. Com base na tábua de mortalidade geral AT segregada por sexo, a expectativa média de vida dos participantes ativos, ao se aposentarem, é igual a 24,29 anos. O Plano possui 782 participantes assistidos (sendo 21 aguardando o benefício), com idade média de 64,43 anos e uma expectativa média de vida de 20,61 anos. Ainda, existem 32 participantes aguardando diferimento e 89 pensionistas (sendo 5 aguardando o início do recebimento da pensão). 2) HIPÓTESES E MÉTODOS ATUARIAIS As Provisões (Reservas) Matemáticas de Benefícios Concedidos e de Benefícios a Conceder correspondem aos saldos de conta gerados pelas contribuições, acrescidas do retorno dos investimentos. Sendo assim, não cabe a utilização de quaisquer hipóteses atuariais para determinação do compromisso correspondente, exceto para a definição do custo dos benefícios de risco. Para a avaliação atuarial de 2012, foram consideradas as premissas do exercício anterior, baseadas em estudo de aderência de hipóteses realizado em 2011, exceto a taxa real de juros, que foi reduzida de 6,0% ao ano para 5,5% ao ano. 3) EXIGÍVEL ATUARIAL, RESERVAS E FUNDOS A composição do Exigível Atuarial, das Reservas e dos Fundos em 31 de dezembro de 2012 é a seguinte (valores em reais): Exigível Atuarial ,81 - Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos ,17 - Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder ,66 - Provisões Matemáticas a Constituir (1)... ( ,02) Reservas e Fundos ,79 - Resultado Técnico...0,00 - Fundos Previdenciais ,19 - Fundos Administrativos ,76 - Fundos Investimentos ,64
55 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 55 de 61 (1) A Provisão Matemática a Constituir refere-se ao montante de compromisso especial assumido pelos patrocinadores, ainda não integralizado na data de 31/12/2012, apurado para os participantes que migraram do Plano de Benefícios Básico para este Plano Sabesprev Mais. 4) PLANO DE CUSTEIO O Plano de Custeio Normal a partir de 01 de abril de 2013 será o seguinte: Ativos e Autopatrocinados: Contribuição Básica Mensal: Somatório das seguintes parcelas: I. Aplicação de um percentual de 0%, 0,5% ou 1%, conforme opção do participante, sobre a parte do Salário de Participação até 20 vezes o Salário Unitário; II. Aplicação de um percentual de 0% a 8%, conforme opção do participante, sobre a parte do Salário de Participação que exceder 20 vezes o Salário Unitário. Contribuição Suplementar: Corresponde a um percentual inteiro, não inferior a 1%, livremente escolhido pelo participante, aplicável sobre o seu Salário de Participação. Contribuição Esporádica: Valor opcional em termos de frequência e valor. Contribuição de Risco: Mensal e obrigatória, destinada à cobertura de Benefícios de Risco (Invalidez e Pensão por Morte). Para o exercício de 2013, a contribuição a ser efetuada pelos participantes foi avaliada atuarialmente em 0,10% do Salário de Participação. Participantes em BPD: Contribuição de Risco: Para o exercício de 2013, a contribuição foi avaliada atuarialmente em 0,20% do Salário de Participação para o participante optante por essa cobertura, observado o regulamento. Assistidos: Não existem contribuições para o grupo de participantes assistidos e pensionistas. Patrocinadora: Paritária à Contribuição Básica e à Contribuição de Risco do Participante Ativo. Custeio Administrativo: Cobrado em separado, conforme definido no Plano de Gestão Administrativo (PGA) da SABESPREV. 5) CONCLUSÕES Para fins da avaliação atuarial do Plano Sabesprev Mais da SABESPREV, foi utilizado o cadastro de dados individuais fornecido pela Entidade, com data-base em 30/09/2012, posicionado para 31/12/2012. Após serem submetidos a testes de consistência, ajustes e validações da Entidade, estes dados foram considerados adequados para o estudo. Os regimes financeiros, métodos de financiamento e premissas atuariais atendem às exigências da Resolução CGPC Nº 18, de 28/03/2006, tendo sido reduzida a taxa real de juros de 6,0% ao ano para 5,5% ao ano.
56 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 56 de 61 As Provisões (Reservas) Matemáticas do Plano Sabesprev Mais correspondem aos saldos de conta gerados pelas contribuições acrescidas do retorno dos investimentos deste plano. Sendo assim, correspondem ao ativo líquido do plano, não existindo Superávit ou Déficit Técnico a ser registrado. A Provisão Matemática a Constituir refere-se ao montante de compromisso especial assumido pelos patrocinadores, ainda não integralizado na data de 31/12/2012, apurado para os participantes que migraram do Plano de Benefícios Básico para este Plano Sabesprev Mais. Face ao exposto neste parecer, na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial anual regular da SABESPREV, informamos que o plano encontra-se equilibrado, em conformidade com os princípios atuariais aceitos internacionalmente. Porto Alegre, 13 de fevereiro de Giancarlo Giacomini Germany Atuário M.I.B.A. 1020
57 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 57 de 61 Parecer Atuarial do Plano de Reforço O Plano de Reforço de Benefícios possui característica de contribuição definida, sendo o valor da renda mensal calculada através da soma dos saldos dos Fundos constituídos, dividido pelo prazo escolhido pelo participante para a concessão do benefício. Este Plano é oferecido a todos os empregados das patrocinadoras, inclusive para os participantes do Plano de Benefícios Básico. 1) ESTATÍSTICAS A idade média dos 863 participantes ativos é igual a 46,63 anos e o tempo médio de serviço faltante para a concessão do benefício de renda mensal é igual a 8,37 anos. Com base na tábua de mortalidade geral AT segregada por sexo, a expectativa média de vida dos participantes ativos, ao se aposentarem, é igual a 28,57 anos. O Plano possui 42 participantes assistidos (sendo 03 aguardando o benefício de invalidez), com idade média de 61,67 anos e uma expectativa média de vida de 23,20 anos. O prazo remanescente médio para a concessão do benefício é de 47,38 meses, ou seja, em torno de 3,95 anos. Ainda, existem 18 participantes aguardando diferimento. 2) HIPÓTESES E MÉTODOS ATUARIAIS As Provisões (Reservas) Matemáticas de Benefícios Concedidos e de Benefícios a Conceder correspondem aos saldos de conta gerados pelas contribuições, acrescidas do retorno dos investimentos. Sendo assim, não cabe a utilização de quaisquer hipóteses atuariais para determinação do compromisso correspondente. 3) EXIGÍVEL ATUARIAL, RESERVAS E FUNDOS A composição do Exigível Atuarial, das Reservas e dos Fundos em 31 de dezembro de 2012 é a seguinte (valores em reais): Exigível Atuarial ,47 - Provisões Matemáticas de Benefícios Concedidos ,30 - Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder ,17 Reservas e Fundos ,44 - Resultado Técnico...0,00 - Fundo Administrativo ,44 4) PLANO DE CUSTEIO O Plano de Custeio Normal a partir de 01 de abril de 2013 será o seguinte: Ativos: Percentual por ele escolhido, sobre seu salário de participação, não podendo ser inferior a 2% (dois por cento); Os participantes poderão fazer contribuições esporádicas, a qualquer época, de valor não inferior a 10% (dez por cento) do seu salário de Participação.
58 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 58 de 61 Assistidos: Não existem contribuições para o grupo de participantes assistidos e pensionistas. Patrocinadora: Poderão fazer contribuições, desde que o total de aporte, em cada exercício, não ultrapasse o total das contribuições feitas por cada um dos participantes, no mesmo período. Custeio Administrativo: conforme definido no Plano de Gestão Administrativa (PGA) e cobrado em separado da Contribuição Normal ao plano. 5) CONCLUSÕES Para fins da avaliação atuarial do Plano de Reforço de Benefícios da SABESPREV, foi utilizado o cadastro de dados individuais fornecido pela Entidade, posicionado para 31/12/2012. Após serem submetidos a testes de consistência, ajustes e validações da Entidade, estes dados foram considerados adequados para o estudo. Os regimes financeiros, métodos de financiamento e premissas atuariais atendem às exigências da Resolução CGPC Nº 18, de 28/03/2006, tendo sido mantidas as premissas utilizadas na avaliação atuarial do exercício anterior. As Provisões (Reservas) Matemáticas do Plano de Reforço de Benefícios correspondem aos saldos de conta gerados pelas contribuições acrescidas do retorno dos investimentos deste plano. Sendo assim, correspondem ao ativo líquido do plano, não existindo Superávit ou Déficit Técnico a ser registrado. Face ao exposto neste parecer, na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial anual regular da SABESPREV, informamos que o plano encontra-se equilibrado, em conformidade com os princípios atuariais aceitos internacionalmente. Porto Alegre, 13 de fevereiro de Giancarlo Giacomini Germany Atuário M.I.B.A. 1020
59 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 59 de 61 Parecer do Conselho Fiscal nº 01/2013 Destinatário: Conselho Deliberativo da Fundação Sabesp de Seguridade Social SABESPREV Assunto: Demonstrações Financeiras da Gestão de Previdência do exercício findo em 31 de dezembro de O Conselho Fiscal da Fundação Sabesp de Seguridade Social SABESPREV, no uso de suas atribuições regulamentares, cumprindo o que determina o artigo 46 do Estatuto Social da SABESPREV, em reunião ordinária realizada em 27 de março de 2013, concluiu o exame das demonstrações financeiras, da gestão de previdência complementar, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstração da Mutação do Patrimônio Líquido Consolidado, Demonstração da Mutação do Ativo Líquido por Planos de Benefícios, Demonstração do Ativo Líquido por Planos de Benefícios, Demonstração do Plano de Gestão Administrativa Consolidada e por Planos de Benefícios, Demonstração das Obrigações Atuariais por Planos de Benefícios e Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras. Com base nos balancetes mensais, documentos e relatórios gerenciais analisados, pareceres atuariais emitidos pela consultoria Mirador Assessoria Atuarial, relatório dos auditores da empresa KPMG Auditores Independentes e recomendação da Diretoria Executiva, o Conselho Fiscal é de opinião unânime que as demonstrações financeiras da gestão de previdência complementar do exercício de 2012 refletem, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada e por planos de benefícios administrados pela SABESPREV, portanto, em condições de serem submetidas à consideração do Conselho Deliberativo. O Conselho Fiscal recomenda que seja explicitado detalhadamente, nas notas explicativas das demonstrações financeiras da SABESPREV, o impacto na redução da contribuição normal aprovada pelo Conselho Deliberativo em 08/02/2012, cuja decisão ocasionou um aumento do déficit do plano de Benefícios Básico no valor de R$ 19 milhões, no exercício de 2012, e que não consta no parecer do atuário e auditoria independente. São Paulo, 27 de março de 2013 Miguel Ângelo Ferreira Teixeira Presidente Maria Aparecida Cordelini Conselheira Alba Valéria Moraes Amaral Rocha Conselheira Iassuo Hagy Conselheiro
60 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 60 de 61 Manifestação do Conselho Deliberativo Ata da Reunião Extraordinária Do Conselho Deliberativo Nº 04/2013 Data: 28/03/2013 Horário: 09h30 Local: Alameda Santos, º andar Cerqueira Cesar São Paulo/SP Sala da Presidência Participantes: Sr. Edison Raul Barretti Presidente, Sr. Agnaldo Pacheco Sampaio Vice-Presidente, Sra. Mara Regina Samensatto Ramos, Sr. Gabriel Satti, Sr. Danilo Grimaldi e Sr. Ademir Andrade de Oliveira Conselheiros Titulares. Convidados: Sr. Nilton João dos Santos e Sr. Hilton Marioni dos Santos Conselheiros Suplentes; Sr. Carlos Omar Abdo, Sócio da empresa ; Sr. Carlos Alberto de Sousa Gerente de Finanças e Controladoria; Sra. Liège Oliveira Ayub Diretora-Presidente da SABESPREV; Sr. Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência da SABESPREV; Sra. Vilma de Seixas Martins Diretora de Saúde da SABESPREV; e Sr. Ademir dos Santos Diretor de Gestão. Abertura dos trabalhos Ao dar início aos trabalhos, o Sr. Edison solicitou a leitura da ata referente à última reunião, realizada no dia 20/02/2013, passando em seguida, a ser assinada pelos conselheiros titulares presentes. Na sequência informou que a pauta seria constituída pelos seguintes assuntos: A. DELIBERAÇÕES 1. Demonstrações Financeiras da do exercício findo em 31/12/2012 e 2011; e 2. Demonstrações Financeiras da Gestão Assistencial do exercício findo em 31/12/2012 e Demonstrações Financeiras da do exercício findo em 31/12/2012 e 2011: O Sr. Carlos Omar informou que as Demonstrações Financeiras da foram auditadas pelos auditores da empresa, e que estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar CNPC e que os números estão íntegros e não foi verificada qualquer situação de insolvência no curto prazo. Adicionalmente, informou que a auditoria não apontou qualquer tipo de ressalva que devesse ser reportado no Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras. Na sequência, o Sr. Carlos Alberto iniciou pela apresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2012 e 2011, relativas à gestão previdencial, elaboradas conforme estabelecido pela Resolução CGPC nº 28/2009 e Resolução CNPC nº 08/2011, contendo: balanços patrimoniais consolidados; demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio social; demonstrações da mutação do ativo líquido por planos de benefícios (Plano de Benefícios Básico, SABESPREV MAIS e Plano de Reforço de Benefícios); demonstrações do ativo líquido por planos de benefícios; demonstrações do Plano de Gestão Administrativa (PGA) consolidada e por planos de benefícios; demonstrações das obrigações atuariais por planos de benefícios; e Notas Explicativas às
61 Rev: 08 Data: 26/03/2013 Página 61 de 61 Demonstrações Financeiras. Após a exposição e esclarecimentos das dúvidas, o Conselho Deliberativo exarou a seguinte decisão: Com base no Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, emitido pelos auditores independentes da empresa e no parecer nº 01/2013 do Conselho Fiscal, o Conselho Deliberativo deliberou, por unanimidade, pela aprovação das Demonstrações Financeiras da do exercício findo em 31/12/2012 e Demonstrações Financeiras da Gestão Assistencial do exercício findo em 31/12/2012 e 2011: O Sr. Carlos Omar informou que as Demonstrações Financeiras, da Gestão Assistencial, foram auditadas pelos auditores da empresa, e que estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades reguladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Adicionalmente, informou que a auditoria não apontou qualquer tipo de ressalva que devesse ser reportado no Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras. Na sequência, o Sr. Carlos Alberto apresentou as demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2012 e 2011, relativas à gestão assistencial, elaboradas conforme estabelecido pela Resolução Normativa RN nº 274/2011, da Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS, contendo: balanços patrimoniais; demonstrações de resultados do exercício; demonstrações das mutações do patrimônio líquido; demonstrações de resultados abrangentes; demonstrações dos fluxos de caixa método direto; demonstrações do valor adicionado; e Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras. Após a exposição e esclarecimentos das dúvidas, o Conselho Deliberativo exarou a seguinte decisão: Com base no Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, emitido pelos auditores independentes da empresa e do parecer nº 02/2013 do Conselho Fiscal, o Conselho Deliberativo deliberou, por unanimidade, pela aprovação das Demonstrações Financeiras da Gestão Assistencial do exercício findo em 31/12/2012 e Encerramento: Franqueada a palavra e não havendo qualquer outro pronunciamento, o Presidente encerrou a reunião, determinando que fosse lavrada a presente ata, que, lida e achada conforme, segue assinada por mim, Marilia Tedim Ferreira, que secretariei a reunião, e pelos participantes. Edison Raul Barretti Presidente Agnaldo Pacheco Sampaio Vice-Presidente Mara Regina Samensatto Ramos Conselheira Gabriel Satti Conselheiro Danilo Grimaldi Conselheiro Ademir Andrade de Oliveira Conselheiro
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