METODOLOGIA INTRODUÇÃO
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1 Levantamento dos registros rupestres da Pedra do Lagarto e avaliação dos problemas de conservação com medidas experimentais in situ Luciana Costa Ferreira (aluna de ICV) Luis Carlos Duarte Cavalcante (Orientador curso de Arqueologia e Conservação de Arte Rupestre-UFPI) INTRODUÇÃO O município de Piripiri, situada a 157 km da capital Teresina, localizado na mesorregião Norte do Estado do Piauí e microrregião do Baixo Parnaíba e banhado pelo rio dos Matos (IBGE, 10). Representa uma área de concentração de sítios arqueológicos do norte do Piauí, em sua grande maioria formados por abrigos sob rocha arenítica. No trabalho em tela foi realizada medidas termo higrométricas in situ no sitio Pedra do lagarto, (04 04,2 S e ,2 O), zona rural de Piripiri, Piauí. O mesmo é constituído por um bloco de arenito isolado, formando um suporte rochoso e um pequeno abrigo, situado atrás do sítio Buriti dos Cavalos VI, o ambiente é composto por gravuras e pinturas rupestres, onde as gravuras se constitue principalmente de cúpules de diversos tamanhos, as mesmas estão pintadas e tiveram como técnicas de confecção picoteadas e raspadas, as cúpules primeiramente foram contornadas por um círculo e posteriormente preenchidas com tinta préhistórica. Existe cerca de 162 grafismos (pinturas rupestres), composto majoritariamente por carimbos de mãos humanas, lagartiformes, geométricos, zig-zag, sequências de bastonetes, dígitos, tri dígitos e círculos concêntricos, elaborados em diferentes tonalidades de vermelho( claro, médio e escuro), alaranjado e amarelo, além de apresentar uma grande quantidade de sobreposições e manchas de tinta. METODOLOGIA A coleta de dados foi realizada in situ, no abrigo Pedra do Lagarto, em duas campanhas de campo, nos meses de junho de 13 e em Março de 14, respectivamente. A avaliação de temperatura fora realizada em três diferentes pontos P1, P2 e P3 aos quais se encontram identificados na figura 1, em áreas do suporte rochoso com pinturas rupestres e, comparativamente, em áreas, imediatamente adjacentes, sem tinta pré-histórica, tanto a temperatura quanto a umidade do ar foram coletadas usando um termohigrômetro digital.
2 Temperatura/ºC P1- Geométrico poligonal vermelho P2- Cúpule gravada e com pintura P3- Geométrico em paralelogramo vermelho Figura 1: Registros rupestres analisados (correspondente aos pontos P1, P2 e P3) no sitio Pedra do Lagarto. RESULTADOS E DISCURSSOES Os resultados do monitoramento da temperatura relativa do ar podem ser observados na Figura 2. Os mesmo assinalaram uma amplitude térmica anual de 13,5 ºC, com temperatura máxima do ambiente de,7 ºC colhida em Junho de 13 e mínima de 17,2 ºC registrada no mês de Março de Tempo/h Figura 2: Temperatura do ambiente durante o período de de junho de 13 e 29 de março de 14. Sitio Pedra do Lagarto.
3 Umidade Relativa/% Na figura 3 pode-se observar a amplitude da umidade relativa do ar de 43%, com máxima de 87% no início da manhã e mínima de 44%, durante o mês de junho de 13. Em março de 14 a amplitude de umidade relativa do ambiente foi de 21%, com mínima de 72% e máxima de 93%nas primeiras horas da manhã Figura 3: Umidade relativa do ar durante o período de de junho de 13 e 29 de março de 14. Sitio Pedra do Lagarto. O comportamento de temperatura atuante nos pontos P1, P2 e P3(áreas com pintura) e temperatura ambiente, realizadas no mês de junho de 13, estão apresentados na Figura 4. A amplitude térmica nessa época do ano foi de 10,6 ºC (no ponto P1), com mínima de 19,8ºC no início da manhã e máxima de,4ºc às 15h15min. Nesse mesmo período a amplitude térmica no ponto P2 foi de 10,3ºC, com máxima de,4ºc às 15h15min e mínima de,1 ºC nas primeiras horas da manhã. E de 10,6 ºC, com máxima de,8ºc às 14h15min e mínima de,2ºc no P3. Em geral, não foram verificadas diferenças significativas de temperatura entre áreas pintadas e sem tinta pré-histórica. O período do dia em que se verificaram as maiores temperaturas nas áreas com pinturas rupestres foi entre as 14 e 15 horas. No mês d Março de 14 a amplitude térmica do ponto 1 (P1) foi de 5,7 C, com mínima de,6 C nas primeiras horas da manhã e com máxima de,3 C às 14h40min. No mesmo período no Ponto 2 (P2) a amplitude foi de 7 C, com mínima de,6 C e máxima de 31,6 C próxima as 14 horas. E de 5,1 C, com mínima de 23,9 no inicio da manhã e de máxima de 29 C às 14h40min, no Ponto 3( P3).
4 Temperatura/ºC Temperatura/ºC 32 29/03/ /06/13 Pintura rupestre P1 Pintura rupestre P2 Pintura rupestre P3 Ambiente Tempo/h Figura 10: Temperaturas nos pontos P1, P2 e P3com tinta pré-histórica e do ar ambiente. Sítio Pedra do Lagarto. Medidas feitas em 25 de Junho de 13 e 29 de Março de 14. As medidas experimentais in situ efetuadas no mês de Março também apontaram genericamente que nesse período nenhuma diferença significativa é observada entre as áreas pintadas e a do ar ambiente. CONSIDERAÇÕES FINAIS O monitoramento in situ, aqui, relatado é de fundamental importância para avaliar os processos causadores da degradação do substrato arenítico do abrigo Pedra do Lagarto. As elevadas amplitudes térmicas verificadas diariamente provocam a dilatação dos minerais da matriz rochosa e da fina película de tinta pré-histórica durante o dia e a contração dos mesmos
5 no período noturno, ocasionando a desagregação mecânica da rocha e das pinturas préhistóricas. A rocha suporte das pinturas rupestre do sitio Pedra do Lagarto, apesar de protegidas por vegetação do entorno, esta sujeito a intempéries de ações antrópicas, causando a degradação da rocha matriz e das pinturas rupestres. Em relação as amplitudes térmicas, pôde-se observar uma variação nos meses de análise que foi Junho de 13 e Março de 14, quais foram de 11,9 C a 13,5 (ar ambiente), de 10,6 C a 5,7 C (no Ponto 1), de 10,3 C a 7 C(no Ponto 2) e de 10,7 C a 5,1 C (no Ponto 3), respectivamente. Observou-se que a temperatura dos registros rupestres é consideravelmente mais elevada no mês de Março com amplitude térmica acima de 10 C. Além das perspectivas supracitadas, o monitoramento constante dos problemas de conservação é necessário e de suma importância para o controle efetivo dos agentes de degradação. REFERENCIAS CAVALCANTE, L. C. D. Caracterização arqueométrica de pinturas rupestres préhistóricas, pigmentos minerais naturais e eflorescências salinas de sítios arqueológicos f. Tese (Doutorado em Ciências Química) Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 12. CAVALCANTE, L. C. D.; SILVA, H. K. S.; LIMA, O. G.; ALVES, Y. R. V. Arqueometria aplicada à conservação do patrimônio arqueológico: o caso do sítio de arte rupestre Letreiro da Pedra Riscada. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA E PATRIMÔNIO, 3, 12., Parnaíba. Anais... Parnaíba: EDUFPI, 12. p Disponível em: < Acesso em: ago. 13.
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