Bactérias: crescimento, métodos
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- Teresa Galindo Bergmann
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1 Bactérias: crescimento, métodos de controle
2 Fatores necessários para o crescimento Fatores físicos: temperatura, ph, pressão osmótica Crescimento microbiano* Fatores químicos: fontes de carbono, nitrogênio, enxofre, fósforo, oligoelementos, oxigênio, fatores orgânicos de crescimento (vitaminas, aminoácidos, purinas, pirimidinas). * Crescimento microbiano: em microbiologia, refere-se ao aumento no número de células.
3 Exigências nutricionais Substâncias nutricionais essenciais para a vida e adequado funcionamento para qualquer organismo vivo. Fonte de energia Carbono: CO 2 (fonte inorgânica), compostos orgânicos (carboidratos, proteínas, lipídeos) macromoléculas biológicas Nitrogênio: * compostos inorgânicos (NH - 3, NO3, N 2 ), fontes orgânicas (aminoácidos e bases nitrogenadas) proteínas, ácidos nucléicos Enxofre e fósforo: enxofre (*compostos orgânicos) aa cisteína e metionina, e vitaminas fósforo (* fosfatos) ácidos nucléicos e fosfolipídeos Elementos minerais: sódio, cálcio, potássio, magnésio, manganês, ferro, zinco cobre, fósforo e cobalto). Necessários para o desenvolvimento normal. Água: para as bactérias todos os nutrientes devem estar dissolvidos em água absorção. Bactérias: grande diversidade
4 Classificação em função do padrão nutricional Fonte de energia: Quimiotróficos reações de oxidação-redução de compostos orgânicos ou inorgânicos Fototróficos luz (energia luminosa fonte primária) Fonte de C: Autotróficos (nutrição própria) CO2 Heterotrófico (nutrição depende de outros) fonte de C orgânica. Também conhecidos como organotróficos
5 Classificação combinada Fotoautotróficos: bactérias verdes (Chlorobium), bactérias púrpuras (Chromatium) e cianobactérias (fotossintéticas) Bacterioclorofilas: presentes em estruturas próximas à parede interna da membrana plasmática (clorossomos, invaginações da membrana). Absorção de luz. Microcystis aeroginosa (cianobactéria) Redução do CO 2 e liberação de O 2 (processo oxigênico)
6 Foto-heterotróficos: bactérias verdes nãosulfurosas (Chloroflexus), bactérias púrpuras não-sulforosas (Rhodopseudomonas) Catabolismo de compostos orgânicos sem produção de O 2 (processo anoxigênico) Quimioautotróficos: Beggiatoa, Thiobacillus thiooxidans, Nitrosomonas, Nitrobacter, Pseudomonas carboxydohydrogena Fonte de energia: elétrons de compostos inorgânicos (sulfeto de H, amônia, monóxido de C...)
7 Quimio-heterotróficos: maioria das bactérias, todos os fungos, protozoários e animais. Geralmente a fonte de energia e de C é a mesma (ex: glicose). Elétrons a partir de átomos de H em compostos orgânicos Melhor classificação em função do composto orgânico: Saprófitos: matéria orgânica morta Parasitas: nutrientes em hospedeiro vivo
8 Efeito da temperatura na taxa de crescimento (Fonte: Madigan et al., 2004). Taxa de crescimento = variação do número de células ou da massa celular por unidade de tempo Temperaturas cardeais: mínima, ótima e máxima (variáveis nos diferentes microrganismos)
9 Temperatura Temperatura de crescimento pode ser mínima, ótima e máxima. Maioria cresce em um intervalo de 30 o C entre mínima e máxima. Psicrófilos: profundezas de oceanos e regiões polares (algas clorofíceas e diatomáceas). Mesófilos: Temperatura ótima entre 25 e 40 o C. Maioria das bactérias. Termófilos Temperatura entre 45 e 80 o C. Fontes termais, camadas superiores de solos que sofrem intensa radiação solar, esterco e silo em fermentação. Hipertermófilos: Temperatura ótima superior à 80 o C. Fontes termais, como as do Parque Yellowstone. Principalmente membros de Archaea. Relação da temperatura com as taxas de crescimento. As temperaturas ótimas de cada organismo estão indicadas. (Fonte: Madigan et al., 2004).
10 ph ph ótimode crescimento refere-se ao ph do meio externo; o ph intracelular deve permanecer próximo à neutralidade. Maior parte das bactérias cresce entre ph 6,5 e 7,5. Acidófilos: muitos fungos (ph ótimo em torno de 5 ou inferior), vários gêneros de Archaea. Alcalifílicos: muitas espécies de Bacillus e algumas arquéias (que também são halofílicas). Adição de sais de fosfato (KH 2 PO 4 ) em meios de cultura funcionam como tampão para neutralizar, por exemplo, ácidos produzidos por bactérias em crescimento. A escala de ph. (Fonte: Madiganet al., 2004).
11 Pressão osmótica Os microrganismos que tem necessidades específicas de NaCl para seu crescimento ótimo podem ser : halófilos discretos: [ ] baixas 1 a 6% halófilos moderados: [ ] moderadas 6 a 15% halófilos extremos: [ ] altas 15 a 30% Efeito da concentração do íon sódio no crescimento de microrganismos com diferentes tolerâncias ou necessidades de sal. (Madigan et al., 2004).
12 Pressão osmótica plasmólise Inibição do crescimento no momento em que a membrana plasmática se separa da parede celular. (Conservação de alimentos) 12
13 Relações dos microrganismos com o oxigênio Aeróbios (Ar contém 21% de O 2 ) Aeróbios estritos ou obrigatórios (necessitam de O 2 para sua sobrevivência) Microaerófilos (necessitam de O 2 mas em concentrações menores do que a encontrada no ar) São sensíveis aos radicais superóxidos ou peróxidos, produzidos em concentrações letais quando em condições de altas concentrações de oxigênio Aeróbios facultativos (podem utilizar o O 2 quando disponível). Ex: E coli. São capazes de continuar seu crescimento através da respiração anaeróbia ou da fermentação. Obrigatórios Anaeróbios (não utilizam o O 2 para reações de produção de energia, para muitos o O 2 é danoso). Ex: Clostridium. Aerotolerantes (toleram a presença do oxigênio, mas não podem utilizá-lo para seu crescimento). Ex: Lactobacillus. Fermentam carboidratos produzindo ácido lático.
14 Oxigênio Relações dos microrganismos com o oxigênio Grupo Relação com o O 2 Tipo de metabolismo Aeróbios Exemplo Habitat típico Obrigatórios Exigido Resp.aeróbia Micrococcus luteus Pele, poeira Facultativos Microaerofilos Aerotolerantes Obrigatórios Não exigido, mas com melhor crescimento em O2 Exigido, mas em níveis inferiores ao atmosférico Não exigido, sem melhor crescimento na presença de O2 Nocivo ou letal Resp. aeróbia, anaeróbia, fermentação Resp. aeróbia Anaeróbios Fermentação Fermentação ou resp. anaeróbia Escherichia coli Intestino grosso de humanos Spirillum volutans Água de lagos Streptococcus pyogenes Methanobacterium formicicum Trato respiratório superior Lodo de digestores de esgoto, sedimentos de lagos anóxicos Adaptado de Madigan et al., 2004.
15 Oxigênio Representação dos tipos de crescimento bacteriano quanto à presença de oxigênio em meio caldo tioglicolato + ágar (+ denso). (a) aeróbios obrigatórios. (b) anaeróbios obrigatórios. (c) aeróbios facultativos. (d) microaerófilos. (e) anaeróbios aerotolerantes. Fonte: Madigan et al., 2004.
16 Cultivo de anaeróbios remoção do oxigênio da jarra: embalagem com bicarbonato de sódio e boroidreto de sódio com alguns ml de água. Reação do CO 2 e H 2 produzidos com o catalisador de paládio formando água.
17 Divisão celular Células natatórias (expansivas) Pedúnculo
18 Fissão Binária Cromossomo, cópias de ribossomos complexos macromoleculares, monômeros e íons inorgânicos Cromossomo, cópias de ribossomos complexos macromoleculares, monômeros e íons inorgânicos Tempo que demora para ocorrer = tempo de geração
19 Crescimento populacional O aumento do número de células também pode ser medido pelo aumento da massa microbiana Taxa de crescimento: variação de número de células ou da massa celular por unidade de tempo; Geração: intervalo em que uma célula origina duas novas; Tempo de geração: tempo necessário para que uma população dobre de número (Tempo de duplicação);
20 Crescimento populacional O padrão de aumento populacional, em que o número de células é duplicado a cada período de tempo, é denominado crescimento exponencial. Escala aritmética: difícil de obter informações sobre a taxa de crescimento Construir Gráficos semilogarítmicos
21 Tempo de geração Tempo de Geração: intervalo de tempo em que uma célula origina duas novas células ou tempo necessário para uma população dobrar de número. Muitas das bactérias estudadas apresentam tg de 1 a 3 h (pode variar de 10 min a >24h). Tg de E. coli = 20 min 20 gerações(~7 horas), 1 célula torna-se em > 1 milhão de células! Tgpode ser influenciado pelas condições de cultivo (tipo de meio, temperatura, etc.). n= 1 (uma geração = tempo para duplicar a população) t = 30 tg = t/n tg = 30/1 = 30 tempo de geração = 30 minutos
22 Contagem direta: n o de colônias
23 Contagem direta: n o de colônias Método de filtração
24 Contagem direta: n o de colônias Método de diluições e semeadura em placas
25 Contagem direta: n o de células Método usando a câmara Petroff- Hausser
26 Contagem indireta: medida da turbidez Correlação com algum método direto
27 Fases do crescimento de uma população Curva de crescimento típica de uma população bacteriana, a partir de uma cultura em batelada* (Madigan et al., 2004). * Cultura que se desenvolve em um volume fixo de meio de cultura.
28 Fases do crescimento LAG Pouca ou ausência de divisão celular. Síntese enzimática e de moléculas variadas. Pode ser curta ou longa, dependendo das condições fisiológicas do inóculo. Aumento na quantidade de proteínas, no peso seco e no tamanho celular
29 Fases do crescimento EXPONENCIAL ou Log Crescimento exponencial das células Tg constante linha reta no gráfico. Fase que as células estão mais saudáveis utilizadas para estudos enzimáticos e de outros componentes celulares. Taxa de crescimento exponencial (número de gerações por unidade de tempo) de uma população pode ser influenciada pelas condições de cultivo, por exemplo.
30 Tg (E.coli) = 20 min
31 Fases do crescimento ESTACIONÁRIA Não há crescimento líquido da população, ou seja, o número de células que se divide é equivalente ao número de células que morrem (crescimento críptico). Síntese de vários metabólitos secundários (antibióticos e algumas enzimas). Também pode ocorrer a esporulação das bactérias. Alterações de fenótipo por quorum sensing (processo de comunicação celular mediado pela densidade populacional). Causas:esgotamento de nutrientes essenciais, acúmulo de produtos de excreção em concentrações inibitórias, alterações no ph.
32 Fases do crescimento MORTE OU DECLÍNIO Número de células mortas excede o de células vivas. Na maioria dos casos, a taxa de morte é inferior à taxa de crescimento exponencial. A contagem total permanece relativamente constante, enquanto a de viáveis cai lentamente. Em alguns casos há a lise celular.
33 Controle do crescimento microbiano
34 Controle do crescimento Esterilização: destruição de todas as formas de vida microbiana (incluindo os vírus) Desinfecção: processo de eliminação das formas vegetativas de praticamente todos os Mos patogênicos de superfícies inertes (não garante a eliminação de todos os Mos, nem endósporos) Descontaminação: tratamento que torna seguro o manuseio de um objeto ou superfície inanimada (remoção de Mos) Agente anti-séptico: agente antimicrobiano, visa a destruição de Mos patogênicos para emprego em tecidos vivos (baixa toxicidade para células eucarióticas)
35 Sanitização: tratamento que reduz a contagem microbiana nos utensílios alimentares até níveis seguros de saúde pública Agentes bactericida, fungicida, viricida: que matam bactérias, fungos e vírus, respectivamente Agentes bacteriostático, fungistático, viriostático: que inibem o crescimento de bactérias, fungos e vírus, respectivamente Sepse: do termo grego para estragado, podre indica contaminação bacteriana Assepsia: ausência de contaminação significativa Esterilização comercial: tratamento de calor suficiente para matar os endósporos de Clostridium botulinum nos alimentos enlatados
36 Termos importantes Agentes bactericida, fungicida, viricida: que matam bactérias, fungos e vírus, respectivamente. Agentes bacteriostático, fungistático, viriostático: que inibem o crescimento de bactérias, fungos e vírus, respectivamente. Log do número de células Contagem de células totais Contagem de células viáveis Tempo Efeito bacteriostático Efeito bactericida Efeito bacteriolítico (Tortora, Funke e Case)
37 Ações dos agentes de controle microbiano alteração da permeabilidade da membrana plasmática danos às proteínas e aos ácidos nucléicos Agentes Físicos Químicos (Tortora, Funke e Case)
38 Fatores que influenciam a efetividade dos tratamentos antimicrobianos O número de microrganismos: quanto maior o número, mais tempo se leva para eliminar toda a população. Influências ambientais: presença de matéria orgânica pode inibir a ação de antimicrobianos químicos. Sangue, vômitos e fezes determinam a escolha do antimicrobiano, por exemplo. Tempo de exposição: antimicrobiano químico requer mais tempo para eliminar endósporos, por exemplo. Características microbianas: se a bactéria é Gram-positivo ou - negativo, micobactérias, vírus, cistos de protozoários. Resistência microbiana a biocidas químicos.
39 (Tortora, Funke e Case)
40 (Tortora, Funke e Case)
41 Agentes físicos de controle Calor Desnaturação de enzimas Úmido Seco Resistência ao calor difere entre os microrganismos Como observar tais diferenças? Ponto de morte térmica (PMT): menor temperatura em que todos os microrganismos em uma suspensão líquida serão mortos em 10 minutos Tempo de morte térmica (TMT): período mínimo de tempo em que todos os microrganismos em uma cultura líquida serão mortos em uma dada temperatura Tempo de redução decimal (TRD): Tempo em minutos em que 90% da população de microrganismos em uma dada temperatura serão mortos Conceitos úteis para a indústria alimentícia, de enlatados por exemplos (Tortora, Funke e Case)
42 Métodos físicos de controle microbiano Fervura (100 C ao nível do mar) mata formas vegetativas dos patógenos bacterianos, quase todos os vírus, e os fungos e seus esporos dentro de 10 minutos Vapor de fluxo livre (não pressurizado) equivalente à água fervente, no entanto, endósporos e alguns vírus não são destruídos tão rapidamente Vírus da hepatite pode sobreviver até 30 minutos de fervura Alguns endósporos bacterianos podem resistir à fervura por mais de 20 horas Fervura nem sempre é um bom procedimento confiável de esterilização, mas a fervura breve matará a maioria dos microrganismos patógenos alimentos e água seguros para ingestão (Tortora, Funke e Case)
43 Métodos físicos de controle microbiano Pasteurização Indústria de laticínios teste da fosfatase presente naturalmente no leite, mas inativada durante o processo Tempos e temperaturas variam dependem dos produtos (viscosidade e gorduras) Antigamente 63 C por 30 minutos Hoje 72 C por 15 segundos (Pasteurização de alta temperatura e curto tempo (HTST) serpentina: mata patógenos e diminui as contagens bacterianas totais, mas o leite deve ser conservado sob refrigeração Atenção!! UHT (tratamento de temperatura ultra-elevada) Diferente da Pasteurização armazenamento sem refrigeração (em menos de 5 s, a temperatura sobe de 74 C para 140 C e retorna para 74 C (tratamentos equivalentes) (Tortora, Funke e Case)
44 Autoclave Maior volume mais tempo Método preferencial para esterilização a menos que o material seja danificado pelo calor ou umidade Vapor de fluxo livre 100 C pressão atmosférica ao nível do mar 1 ATM acima (15 psi) 121 C 15 minutos Mata todos os microrganismos e seus endósporos (Tortora, Funke e Case)
45 Autoclave Controle de qualidade do processo Indicadores de temperatura Controle de esterilização: Temperatura - OK Tempo -??? Controle de esterilização: Temperatura - OK Tempo - OK Indicadores biológicos (Tortora, Funke e Case)
46 Filtração Poros de 0,22 µm (Tortora, Funke e Case)
47 (Tortora, Funke e Case)
48 Tipos de membranas / filtros: (a) filtro de profundidade. (b) membrana filtrante convencional. (c) filtro Nuclepore.
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50 Filtração: Filtros HEPA Filtros de partículas de ar de alta eficiência (high efficiency particulate air) Removem quase todos os microrganismos maiores que cerca de 0,3 µm de diâmetro (Tortora, Funke e Case)
51 Filtração: Filtros HEPA Filtros de partículas de ar de alta eficiência (high efficiency particulate air) (Tortora, Funke e Case)
52 Radiação esterilizante não-ionizante e ionizante Ionização da água produzindo íons hidroxila altamente reativos que agem no DNA e componentes orgânicos celulares ionizante Ex. Cobalto radioativo > 1nm = não ionizante (Tortora, Funke e Case)
53 Radiação não-ionizante: UV Luz Ultra-violeta danifica o DNA das células expostas produzindo ligações entre timinas adjacentes na cadeia de DNA Inibem a replicação correta do DNA durante a reprodução da célula comprimento de onda mais efetivo: 260 nm Desvantagem Luz não muito penetrante microrganismos devem estar expostos, se estiverem protegidos por uma superfície não serão atingidos Pode lesar os olhos humanos e a exposição prolongada pode causar queimaduras e câncer de pele em seres humanos (Tortora, Funke e Case)
54 Câmara de Biossegurança -Ligue o fluxo laminar (filtração do ar) -Limpe a superfície interna com álcool 70% -Ligue a luz UV por 15 minutos antes de usar Filtros HEPA + Luz Ultra-violeta (Tortora, Funke e Case)
55 Congelamento a baixas temperaturas - 80 C Diminui o metabolismo das bactérias; Devido a temperatura ótima da atividade enzimática e devido ao fato de não ter água no estado líquido disponível para reação; Efeito bacteriostático. (Tortora, Funke e Case)
56 Congelamento a baixas temperaturas Ideal para bactérias: congelamento rápido!! Usar criopreservantes como glicerol ou DMSO Com o crescimento lento há a formação de cristais de gelo que rompem a estrutura celular e molecular das bactérias Uma parte da população morre, mas sempre há sobreviventes! (Tortora, Funke e Case)
57 Métodos químicos de controle microbiano Tecidos vivos Objetos inanimados Poucos atingem a esterilidade, a maioria reduz a população para níveis seguros ou removem as formas vegetativas
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59 Clorexidina
60 CB-30 T.A. tem como principal composto o cloreto de alquil dimetil benzil amônio, que é um agente catiônico de atividade em superfície, com poderosa ação germicida. Usado corretamente nas diluições recomendadas é altamente eficaz contra bactérias, fungos e esporos. Herbalvet T.A. é um produto para desinfecção e desodorização de ambientes à base de amônia quaternária associada a um produto tensoativo (detergente); o que dispensa o uso de qualquer outro produto para limpeza. As amônias quaternárias (cloreto de benzalcônio) são conhecidas por seu excelente poder desinfetante, atuando em bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, fungos, algas e alguns tipos de vírus; e por sua alta segurança em termos de toxicidade.
61 O óxido de etileno é irritante da pele e mucosas, provoca distúrbios genéticos e neurológicos. É um método, portanto, que apresenta riscos ocupacionais.
62 Métodos químicos de controle microbiano Avaliando um desinfetante Método de disco-difusão
63 Métodos químicos de controle microbiano
64 Métodos químicos de controle microbiano Mata as bactérias e fungos, mas não tem ação em endósporo e vírus não-envelopados - Não deixa resíduos!! 70% é a concentração mais usada 60-95% parecem matar com a mesma rapidez Desnaturação das proteínas requer água!!
65 Ação oligodinâmica dos metais pesados Capacidade de quantidades muito pequenas de metais pesados, especialmente a prata e cobre, exercerem atividade antimicrobiana Ação de íons do metal pesado se combinam com grupos sulfidrila nas proteínas celulares desnaturação
66 Agentes antimicrobianos utilizados in vivo
67 Paul Ehrlich Bala mágica Que mate um microrganismo, sem matar seu hospedeiro Idéia de Toxicidade Seletiva!
68 Agentes antimicrobianos utilizados in vivo Agentes quimioterápicos: sintéticos ou naturais (antibióticos). Antibiótico: substância produzida por microrganismos que, em pequenas quantidades, inibe o crescimento de outros microrganismos. 1940: primeiro teste clínico da penicilina por um grupo de cientistas da Universidade de Oxford, liderados por Howard Florey e Ernst Chain. Mais da metade dos antibióticos produzidos são obtidos de espécies de Streptomyces bactéria filamentosa do solo. Alguns de Bacillus e outros dos fungos Penicillium e Cephalosporium. Droga antimicrobiana ideal é a que tem toxicidade seletiva: capacidade do composto de inibir bactérias ou outros agentes patogênicos sem provocar efeitos adversos no hospedeiro.
69 Ação das drogas antimicrobianas
70 Ação das drogas antimicrobianas Inibição da síntese da parede celular: antibióticos beta-lactâmicos inibem síntese completa do peptideoglicano impedem a ligação peptídica cruzada, ligando-se às transpeptidases. Inibição da síntese protéica: inibem a formação de ligações polipeptídicas durante o alongamento da cadeia, por meio da união com a subunidade 50S; reagem com a subunidade 30S, interferindo na fixação do trna, portanto impedindo a adição de aminoácidos no alongamento da cadeia polipetídica; alteração da conformação da subunidade 30S, impedindo a leitura correta do mrna;
71 Ação das drogas antimicrobianas Danos à membrana plasmática polimixina B liga-se ao fosfolipídeo da membrana, rompendo-a (uso tópico). drogas antifúngicas agem sobre o ergosterol (esterol da MP); não tem efeito sobre bactérias. Inibição da síntese de ácidos nucléicos interferência nos processos de replicação e transcrição do DNA dos MO (baixo grau de toxicidade seletiva). Inibição da síntese de metabólitos essenciais Um tipo de sulfa, p.e., compete com o PABA (ácido paraminobenzóico), um substrato para a síntese do ácido fólico (vitamina que atua como co-enzima para a síntese de aminoácidos e bases dos ácidos nucléicos).
72 Espectro de ação do antibiótico amplo espectro: que atua tanto em Gram + como em Gram - pequeno espectro (ou espectro estreito): atua em um único grupo. Espectro de ação antimicrobiano de uma seleção de agentes quimioterápicos.
73 Agentes antimicrobianos utilizados in vivo Drogas sintéticas Análogos de fatores de crescimento: sulfas, isoniazida. Sulfonamidas ou Sulfas: sulfanilamida, análogo ao ácido p-aminobenzóico, um componente do ácido fólico. Isoniazida: análogo da nicotinamida, tem espectro de ação estreito, eficaz apenas contra Mycobacterium tuberculosis, interferindo na síntese do ácido micólico (componente específico da parede das micobactérias). Quinolonas: classe de drogas sintéticas que interage com a DNA girase bacteriana, impedindo o superenovelamento do DNA bacteriano. Amplo espectro. Quinolona protótipo é o ácido nalidíxico. Fluoroquinonas são utilizadas em avícolas, na prevenção de doenças respiratórias.
74 Agentes antimicrobianos utilizados in vivo Drogas naturais antibióticos Antibióticos produzidos por procariotos: aminoglicosídeos, macrolídeos e tetraciclinas. inibidores da síntese protéica. Aminoglicosídeos: contêm aminoaçúcares unidos entre si por ligações glicosídicas. ex.: estreptomicina, kanamicina, gentamicina, neomicina. empregados contra as Gram-negativas, hoje são considerados antibióticos-reserva. correspondem a apenas 3% do total de antibióticos produzidos no mundo. Macrolídeos: o mais conhecido é a eritromicina, útil no tratamento de legionelose (Legionella pneumophila). Tetraciclinas: um dos primeiros antibióticos de amplo espectro, produzidos por Streptomyces spp. em alguns países é empregada como suplemento nutricional para aves domésticas e suínos.
75 Agentes antimicrobianos utilizados in vivo Drogas naturais antibióticos beta-lactâmicos: penicilinas, cefalosporinas e cefamicinas. Modo de ação: inibem síntese completa do peptideoglicano impedem a ligação peptídica cruzada, ligando-se às transpeptidases, tornando a parede fragilizada, além de estimular a liberação de autolisinas, que digerem a parede. Penicilina (Penicillium chrysogenium) e cefalosporina (Cephalosporium sp) correspondem a mais da metade de todos os antibióticos produzidos no mundo. Penicilina G (composto protótipo) é ativa contra bactérias Gram-positivas. Algumas penicilinas semi-sintéticas (com modificações na cadeia lateral) atuam contra algumas Gram-negativas (passam pela membrana externa). Penicilina G é sensível à beta-lactamase enzima produzida por algumas bactérias resistentes à penicilina. Algumas penicilinas semi-sintéticas são resistentes à beta-lactamase. Estrutura comum das penicilinas. Os mais de 50 tipos de penicilina distinguem-se pela cadeia lateral.
76 Antibióticos: ações Inibição da síntese de proteínas Inibição da síntese da parede celular Danos à membrana plasmática Inibição da síntese de ácidos nucléicos Inibição da síntese de metabólitos essenciais
77 Como saber se a bactéria é resistente? Determinação da concentração inibitória mínima de um antimicrobiano método quantitativo
78 Escala de McFarland turbidez do meio Método qualitativo Escala de McFarland
79 Teste de Disco Difusão Kirby Bauer Método qualitativo
80 Como saber se a bactéria é resistente? Etest método de difusão quantitativo
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