Reserva probabilistica dinamica.
|
|
|
- Mikaela Camilo
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Reserva probabilistica dinamica
2 Conteúdo Introdução Restrições de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 2
3 Conteúdo Introdução Restrições de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 3
4 Introdução Em termos gerais, o requerimento de reserva de um sistema elétrico é definido por 3 parcelas: Erro na previsão de demanda Erro na previsão de geração renovável Perda do maior gerador térmico O requerimento deve ser cumprido pelo sistema através da Equação de Balanço de Reserva, onde cada um dos geradores elegíveis reservam parte de sua capacidade para atender reserva. 4
5 Introdução A metodologia proposta estima de forma simplificada o requerimento de reserva de um sistema elétrico, considerando a penetração de fontes renovaveis. A reserva deve ser: Probabilistica: considerar o processo estocástico da geração de energia das renovaveis. Dinamica: considerar que o requerimento de reserva varia no tempo. Em termos práticos, a metodologia desenvolvida estima um perfil horário de reserva por mês. 5
6 Conteúdo Introdução Restrições de atendimento a reserva Metodologia Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 6
7 Restrições de atendimento a reserva As restrições de atendimento a reserva são idênticas às restrições de atendimento a demanda. j a s r j,t,h s g j,t,h s g i,t,h + i a s + r j,t,h s + r i,t,h s r i,t,h R a,t,h s ഥG j y j,t,h H i 7
8 Restrições de atendimento a reserva O RHS das restrições, R a,t,h, é o que chamamos de requerimento de reserva. Em sistemas que não possuem alta penetração de energia renovavel, o requerimento pode ser estimado como uma porcentagem da demanda, 5% por exemplo. Porém, a estimativa fica ruim em sistemas com alta penetração renovável, já que a variabilidade de sua geração deve ser considerada 8
9 Restrições de atendimento a reserva A metodologia proposta desenvolve uma estimativa para o RHS da restrição (R a,t,h ) de maneira probabilistica e dinâmica. Essa reserva protege o sistema dos efeitos de variação de geração em rampa Além disso, vamos ver que essa estimativa é linear, logo pode ser escrita na forma de um PL O RHS da restrição de reserva pode virar uma variável de decisão e ser co-otimizada junto com o modelo, num problema de expansão por exemplo. 9
10 Conteúdo Introdução Equações de atendimento a reserva Metodologia Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 10
11 Metodologia Seja d s h e r s h a demanda e a geração renovável na hora h e cenário s. Onde, para cada etapa (mês), h , s 1.. S. Podemos definir a demanda líquida como: e s h = d s s h r h Toda a metodologia será aplicada na variável e s h. Note que, caso não queiramos considerar a demanda ou a renovável no requerimento de reserva, basta zerar d s h ou r s h e seguir com a metodologia a seguir. 11
12 Metodologia A metodologia se divide em 4 partes, e é aplicada mês a mês. Então, para um mês específico: 1. Determine um perfil horário, de 24 horas, com a média da demanda líquida ao longo de todo o mês. Por exemplo, suponha que temos 100 cenários e que para cada um deles temos 30 dias, totalizando 3000 amostras de perfis. O perfil horário será a média dos 3000 perfis diários. Essa seria a previsão da demanda líquida para o mês atual. 12
13 Metodologia A metodologia se divide em 4 partes, e é aplicada mês a mês. Então, para um mês específico: 2. Para toda hora e cenário, calcule o desvio de cada amostra para a média do passo 1. Por exemplo, suponha que para a hora 1 do cenário 1 a demanda líquida seja 1000 MW e que a previsão da hora 1 seja 950 MW, então o desvio será de = 50 MW. Esses desvios serão chamados de erro de previsão, ou demanda líquida imprevista. 13
14 Metodologia A metodologia se divide em 4 partes, e é aplicada mês a mês. Então, para um mês específico: 3. Agora para cada erro de previsão, calcule o módulo da sua variação entre horas consecutivas. Por exemplo, suponha que o erro para a hora 1 e cenário 1 seja 50 MW e que para a hora seguinte (hora 2 cenário 1) seja 25 MW. Neste caso, o modulo da variação do erro de previsão seria = 25 MW. Essa variação pode ser entendida como uma amostra da reserva. 14
15 Metodologia A metodologia se divide em 4 partes, e é aplicada mês a mês. Então, para um mês específico: 4. Agora para cada hora do dia temos 30 x 100 amostras de reserva, que seria a distribuição de probabilidade da reserva por hora do dia. A reserva em si seria alguma estatística dessa distribuição, como média, P50, P75, P90, MAX, CVAR, etc, dependendo do seu nível de aversão a risco. 15
16 Metodologia Por exemplo, seja um caso com 3 cenários e um mês de 744 horas: Mês Hora do Mês Hora do Dia e(h,1) e(h,2) e(h,3)
17 Metodologia Calculando a media para cada hora do dia g H : Hora Perfil diario
18 Metodologia Calculando o erro de previsão δ h s = e h s g H : Mês Hora do Mês Hora do Dia e(h,1) e(h,2) e(h,3) Perfil Diario Mês Hora do Mês Hora do Dia δ(h,1) δ(h,2) δ(h,3)
19 Metodologia Calculando o erro de previsão δ h s = e h s g H : Mês Hora do Mês Hora do Dia e(h,1) e(h,2) e(h,3) Perfil Diario Mês Hora do Mês Hora do Dia δ(h,1) δ(h,2) δ(h,3) Erro 842 de previsão 850 e(h,2) 1Previsão
20 Metodologia Calculando o módulo da variação do erro Δ s h = δ s s h δ h 1 : Mês Hora do Mês Hora do Dia Δ(h,1) Δ(h,2) Δ(h,3)
21 Metodologia Calculando o módulo da variação do erro Δ s h = δ s s h δ h 1 : Mês Hora do Mês Hora do Dia Δ(h,1) Δ(h,2) Δ(h,3)
22 Metodologia Calculando o módulo da variação do erro Δ s h = δ s s h δ h 1 : Mês Hora do Mês Hora do Dia Δ(h,1) Δ(h,2) Δ(h,3)
23 Metodologia Calculando o módulo da variação do erro Δ s h = δ s s h δ h 1 : Mês Hora do Mês Hora do Dia Δ(h,1) Δ(h,2) Δ(h,3)
24 Metodologia Para cada hora vamos usar a seguinte estatistica: R a,h = λe Δ h s + 1 λ CVaR α [Δ h s ] Por exemplo, com λ = 70% e α = 10% 24
25 Metodologia Caso queiramos o pior caso (λ = 0 e α = 0) 25
26 Metodologia Neste caso, podemos ver que a reserva é máxima nas horas 18 e 19. Como estamos pegando o máximo da distribuição, podemos descobrir o dia e o cenário correspondente, para analizá-lo. 26
27 Metodologia Previsão Imprevisto (Nuvem) 27
28 Conteúdo Introdução Equações de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais 28
29 Co-otimização da reserva e expansão A co-otimização pode ser feita de duas maneiras: escrevendo as equações do calculo da RPD como restrições, ou métodos de decomposição. A co-otimização é especialmente importante para modelos de expansão, pois o mesmo passará a tentar reduzir o requerimento de reserva: Plantas solares distantes umas das outras (evitando problemas com dias nublados) Plantas eólicas com efeito portfolio, com coeficiente de correlação negativo, por exemplo. 29
30 Co-otimização da reserva e expansão Com as equações como restrições: r j t, d, h, s + r i t, d, h, s R UP a, t, h 0 j a i a δ a, t, d, h, s = σ r a (e r, t, d, h, s g(r,t,h))x r Δ a, t, d, h, s δ a, t, d, h 1, s δ a, t, d, h, s R UP a, t, h Δ a, t, d, h, s g j t, d, h, s + r j t, d, h, s ഥG j γ j t, d, h, s g i t, d, h, s + r i t, d, h, s ഥG i x i a, t, d, h, s a, t, d, h, s a, t, d, h, s a, t, d, h, s a, t, d, h, s 30
31 Co-otimização da reserva e expansão Com métodos de decomposição: 31
32 Conteúdo Introdução Equações de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 32
33 Resultados em casos reais - Chile 33
34 Resultados em casos reais - Chile Reserva probabilística dinamica do sistema chileno, com λ = 80% e α = 10% 34
35 Conteúdo Introdução Equações de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 35
36 Resultados em casos reais - Mexico 36
37 Resultados em casos reais - Mexico Reserva probabilística dinamica do sistema mexicano, com λ = 70% e α = 10% 37
38 Conteúdo Introdução Equações de atendimento a reserva Metodologia do cálculo da reserva probabilistica dinamica Co-otimização da reserva e expansão Resultados em casos reais Chile Mexico Argentina 38
39 Resultados em casos reais - Argentina 39
40 Resultados em casos reais - Argentina Reserva probabilística dinamica do sistema argentino, com λ = 70% e α = 10% 40
41 Reserva probabilistica dinamica Obrigado!
3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos
3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos 3.1 Sistemas Hidrotérmicos 3.1.1 Custos de oportunidade À primeira vista, as usinas hidrelétricas seriam sempre acionadas primeiro no despacho econômico,
A Reforma do Setor Elétrico
A Reforma do Setor Elétrico Workshop de Energia da FIESP Novo Modelo do Setor Elétrico Paula Valenzuela [email protected] Rio de Janeiro, 20 de Junho de 2018 PSR Provedora de ferramentas analíticas e consultoria
Séries Temporais e Modelos Dinâmicos. Econometria. Marcelo C. Medeiros. Aula 12
em Econometria Departamento de Economia Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Aula 12 Regressão com Variáveis Não-Estacionárias Considere três processos estocásticos definidos pelas seguintes
5 Decisão Sob Incerteza
5 Decisão Sob Incerteza Os problemas de decisão sob incerteza são caracterizados pela necessidade de se definir valores de variáveis de decisão sem o conhecimento prévio da realização de parâmetros que,
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos A mudança nas dimensões dos corpos, quando sofrem variações de temperatura, é um fenômeno que pode ser facilmente observado em situações do cotidiano. Quando
Econometria. Econometria MQO MQO. Resíduos. Resíduos MQO. 1. Exemplo da técnica MQO. 2. Hipóteses do Modelo de RLM. 3.
3. Ajuste do Modelo 4. Modelo Restrito Resíduos Resíduos 1 M = I- X(X X) -1 X Hipóteses do modelo Linearidade significa ser linear nos parâmetros. Identificação: Só existe um único conjunto de parâmetros
Aula 07: Análise de sensibilidade (2)
Aula 07: Análise de sensibilidade (2) Otimização Linear e Inteira Túlio A. M. Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC464/PCC174 2018/2 Departamento de Computação UFOP Previously Aulas anteriores: Dualidade
Econometria IV Modelos Lineares de Séries Temporais. Fernando Chague
Econometria IV Modelos Lineares de Séries Temporais Fernando Chague 2016 Estacionariedade Estacionariedade Inferência estatística em séries temporais requer alguma forma de estacionariedade dos dados Intuição:
Inferência Estatística:
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Inferência Estatística: Princípios de Bioestatística decidindo na presença de incerteza Aula 8: Intervalos
2 FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO
FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO 19 2 FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO Este capítulo discute o cálculo da produção de energia de cada gerador, hidrelétrico e térmico, ao longo do
Introdução à Bioestatística Turma Nutrição
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Introdução à Bioestatística Turma Nutrição Aula 8: Intervalos de Confiança para Média e Proporção Distribuição
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO. Modelos Probabilísticos para a Computação Professora: Andréa Rocha. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Dezembro, 2011
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Modelos Probabilísticos para a Computação Professora: Andréa Rocha UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Dezembro, 2011 CORRELAÇÃO Introdução Quando consideramos
Despacho Econômico Considerando as Perdas de Transmissão
Capítulo 1 Despacho Econômico Considerando as Perdas de Transmissão 1.1 Introdução Até agora, os métodos de despacho econômico apresentados têm ignorado as perdas de transmissão. Entretanto, as perdas
Análise de Dados em Astronomia. 4. Simulações de Monte Carlo
1 / 22 Análise de Dados em Astronomia 4. Simulações de Monte Carlo Laerte Sodré Jr. AGA0505, 1o. semestre 2019 2 / 22 introdução aula de hoje: o método de Monte Carlo 1 introdução 2 variáveis aleatórias
Pr = 6 = = = 0.8 =
IND 5 Inferência Estatística Semestre 004.0 Teste 05/0/004 GABARITO Problema (5 pontos) Uma gulosa professora de estatística é fissurada por trufas de chocolate. Em busca da trufa ideal, ela vai provando
Segunda Lista de Exercícios Cálculo de Probabilidades II Prof. Michel H. Montoril
Exercício 1. Uma urna contém 4 bolas numeradas: {1, 2, 2, 3}. Retira-se dessa urna duas bolas aleatoriamente e sem reposição. Sejam 1 : O número da primeira bola escolhida; 2 : O número da segunda bola
Capítulo 3: Elementos de Estatística e Probabilidades aplicados à Hidrologia
Departamento de Engenharia Civil Prof. Dr. Doalcey Antunes Ramos Capítulo 3: Elementos de Estatística e Probabilidades aplicados à Hidrologia 3.1 - Objetivos Séries de variáveis hidrológicas como precipitações,
2 FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO
FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO 2 FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO DE CURTO PRAZO Este capítulo discute como é calculado o despacho econômico em sistemas centralizados e como se calcula o preço
Resolução da Prova de Matemática Financeira e Estatística do ISS Teresina, aplicada em 28/08/2016.
de Matemática Financeira e Estatística do ISS Teresina, aplicada em 8/08/016. 11 - (ISS Teresina 016 / FCC) Joana aplicou todo seu capital, durante 6 meses, em bancos ( e Y). No Banco, ela aplicou 37,5%
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos A mudança nas dimensões dos corpos, quando sofrem variações de temperatura, é um fenômeno que pode ser facilmente observado em situações do cotidiano. Quando
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE SETÚBAL DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE SETÚBAL DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA Exame - Época de Recurso SEMESTRE PAR 7/8 Data: 6 de Julho de 8 Duração:
Desenvolvimento do Mercado de Gás Natural no Brasil para Geração de Energia Elétrica
Desenvolvimento do Mercado de Gás Natural no Brasil para Geração de Energia Elétrica 3º Workshop Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento 2 de dezembro de 2014 1 Cronograma Etapas 2.4.1 - Benefício das térmicas
MAE Introdução à Probabilidade e Estatística II Resolução Lista 5
MAE 229 - Introdução à Probabilidade e Estatística II Resolução Lista 5 Professor: Pedro Morettin e Profa. Chang Chian Exercício 1 (a) De uma forma geral, o desvio padrão é usado para medir a dispersão
Caros Alunos, segue a resolução das questões de Estatística aplicadas na prova para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Municipal de Teresina.
Caros Alunos, segue a resolução das questões de Estatística aplicadas na prova para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Municipal de Teresina. De forma geral, a prova manteve o padrão das questões da
Exemplos Equações de Estimação Generalizadas
Exemplos Equações de Estimação Generalizadas Bruno R. dos Santos e Gilberto A. Paula Departamento de Estatística Universidade de São Paulo, Brasil [email protected] Modelos Lineares Generalizados dos
Análise Exploratória e Estimação PARA COMPUTAÇÃO
Análise Exploratória e Estimação MONITORIA DE ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO Médias Média Aritmética (valor médio de uma distribuição) n x = 1 n i=1 x i = 1 n x 1 + + x n Média Aritmética
Estatística Aplicada ao Serviço Social
Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 7: Correlação e Regressão Linear Simples Introdução Coeficientes de Correlação entre duas Variáveis Coeficiente de Correlação Linear Introdução. Regressão
Modelos de Regressão Linear Simples parte I
Modelos de Regressão Linear Simples parte I Erica Castilho Rodrigues 27 de Setembro de 2017 1 2 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Usar modelos de regressão para construir modelos
Coleta e Modelagem dos Dados de Entrada
Slide 1 Módulo 02 Coleta e Modelagem dos Dados de Entrada Prof. Afonso C. Medina Prof. Leonardo Chwif Três Etapas Coleta Tratamento Inferência Coleta dos Dados 1. Escolha adequada da variável de estudo
Modelos Estatísticos para detecção de fraudes e aplicações
Modelos Estatísticos para detecção de fraudes e aplicações Prof. Dr. Heliton Ribeiro Tavares Universidade Federal do Pará - UFPA [email protected] Juiz de Fora, 31/08/2018 Sumário Motivação Inicial Alguns
Cap. 8 - Intervalos Estatísticos para uma Única Amostra
Intervalos Estatísticos para ESQUEMA DO CAPÍTULO 8.1 INTRODUÇÃO 8.2 INTERVALO DE CONFIANÇA PARA A MÉDIA DE UMA DISTRIBUIÇÃO NORMAL, VARIÂNCIA CONHECIDA 8.3 INTERVALO DE CONFIANÇA PARA A MÉDIA DE UMA DISTRIBUIÇÃO
Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade
Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes www.marcelobotelho.com [email protected] Turma: 2º / 2016 1 Agenda
2 AVALIAÇÃO ECONÓMICA
ÍNDICE PREFÁCIO xi PREÂMBULO xv 1 INTRODUÇÃO 1 1.1 Energia 4 1.2 Formas de Energia 5 1.3 Energias Renováveis 8 1.3.1 As Energias Renováveis no Mundo 14 1.3.2 As Energias Renováveis em Portugal 17 1.4 Estatística
MEDIDAS DE DISPERSÃO. Os dados a seguir referem-se ao índice pluviométrico de três cidades no Estado de São Paulo, em 3 diferentes ocasiões
MEDIDAS DE DISPERSÃO Os dados a seguir referem-se ao índice pluviométrico de três cidades no Estado de São Paulo, em 3 diferentes ocasiões Cidade A: 185, 185, 185 x 185mm Cidade B: 18, 184, 189 x 185mm
Programação Linear - Parte 5
Matemática Industrial - RC/UFG Programação Linear - Parte 5 Prof. Thiago Alves de Queiroz 1/2016 Thiago Queiroz (IMTec) Parte 5 1/2016 1 / 29 Dualidade Os parâmetros de entrada são dados de acordo com
Modelos de Regressão Linear Simples - parte I
Modelos de Regressão Linear Simples - parte I Erica Castilho Rodrigues 19 de Agosto de 2014 Introdução 3 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Usar modelos de regressão para construir
AULA 1 - Modelos determinísticos vs Probabiĺısticos
AULA 1 - Modelos determinísticos vs Probabiĺısticos Susan Schommer Econometria I - IE/UFRJ O que é Econometria? Aplicação de métodos estatísticos e matemáticos para analisar os dados econômicos, com o
Estatística aplicada a ensaios clínicos
Estatística aplicada a ensaios clínicos RAL - 5838 Luís Vicente Garcia [email protected] Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Estatística aplicada a ensaios clínicos aula 8 amostragem amostragem
Um modelo estatístico para campeonatos de Futebol
Um modelo estatístico para campeonatos de Futebol Zwinglio Guimarães IFUSP Tratamento Estatístico de dados em Física Experimental - 2016 Sumário Apresentar um modelo para jogos de Futebol Incerteza dos
Métodos Quantitativos
Métodos Quantitativos Unidade 4. Estatística inferencial Parte II 1 Sumário Seção Slides 4.1 Correlação entre variáveis quantitativas 03 11 4.2 Teste de significância 12 19 4.3 Regressão linear 20 27 4.4
5 MEDIDAS DE RISCO 5.1 INTRODUÇÃO
5 MEDIDAS DE RISCO 5.1 INTRODUÇÃO Neste capítulo, são apresentadas as medidas de risco usadas no setor elétrico e em finanças, analisando as propriedades da definição de medida de risco coerente [30].
Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo
1 Modelos Lineares Generalizados - Verificação do Ajuste do Modelo Erica Castilho Rodrigues 9 de Abril de 2015 2 3 Função Deviance Podemos ver o ajuste de um modelo a um conjunto de dados como: uma forma
Contabilometria. Aula 9 Regressão Linear Inferências e Grau de Ajustamento
Contabilometria Aula 9 Regressão Linear Inferências e Grau de Ajustamento Interpretação do Intercepto e da Inclinação b 0 é o valor estimado da média de Y quando o valor de X é zero b 1 é a mudança estimada
Análise do Poder do teste e definição de tamanho de amostra. BIE 5793 Princípios de Planejamento e Análise de Dados em Ecologia
Análise do Poder do teste e definição de tamanho de amostra BIE 5793 Princípios de Planejamento e Análise de Dados em Ecologia Qual o tamanho ideal de uma amostra? - Muitos palpites baseados em eperiência
Nessa situação, a média dessa distribuição Normal (X ) é igual à média populacional, ou seja:
Pessoal, trago a vocês a resolução da prova de Estatística do concurso para Auditor Fiscal aplicada pela FCC. Foram 10 questões de estatística! Não identifiquei possibilidade para recursos. Considero a
AULA 8 - MQO em regressão múltipla:
AULA 8 - MQO em regressão múltipla: Definição, Estimação e Propriedades Algébricas Susan Schommer Econometria I - IE/UFRJ Regressão Múltipla: Definição e Derivação A partir de agora vamos alterar o nosso
Coleta e Modelagem dos Dados de Entrada
Coleta e Modelagem dos Dados de Entrada Capítulo 2 Páginas 24-52 Este material é disponibilizado para uso exclusivo de docentes que adotam o livro Modelagem e Simulação de Eventos Discretos em suas disciplinas.
Prof. Lorí Viali, Dr.
Prof. Lorí Viali, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~viali/ Em muitas situações duas ou mais variáveis estão relacionadas e surge então a necessidade de determinar a natureza deste relacionamento.
Matemática E Extensivo V. 6
Etensivo V. 6 Eercícios ) a) P() é sempre igual à soma dos coeficientes de P(). b) P() é sempre igual ao termo independente de P(). c) P() é a raiz de P(), pois P() =. a) P() = ³ + 7. ² 7. P() = + 7 7
Séries Temporais Tendência e sazonalidade.
Séries Temporais Tendência e sazonalidade. Fernando Lucambio Departamento de Estatística Universidade Federal do Paraná Curitiba/PR, 81531 990, Brasil email: [email protected] Agosto de 2015 DECOMPOSIÇÃO
Esse material foi extraído de Barbetta (2007 cap 13)
Esse material foi extraído de Barbetta (2007 cap 13) - Predizer valores de uma variável dependente (Y) em função de uma variável independente (X). - Conhecer o quanto variações de X podem afetar Y. Exemplos
Demonstração. Ver demonstração em [1]. . Para que i j se tem µ i µ j? Determine a derivada no sentido de Radon-Nikodym em cada caso.
Proposição 2.39 (Propriedades de e.). Sejam µ, λ, λ 1, λ 2 medidas no espaço mensurável (X, F). Então 1. se λ 1 µ e λ 2 µ então (λ 1 + λ 2 ) µ. 2. se λ 1 µ e λ 2 µ então (λ 1 + λ 2 ) µ. 3. se λ 1 µ e λ
Definição. Os valores assumidos pelos estimadores denomina-se estimativas pontuais ou simplesmente estimativas.
1. Inferência Estatística Inferência Estatística é o uso da informção (ou experiência ou história) para a redução da incerteza sobre o objeto em estudo. A informação pode ou não ser proveniente de um experimento
Econometria em Finanças e Atuária
Ralph S. Silva http://www.im.ufrj.br/ralph/especializacao.html Departamento de Métodos Estatísticos Instituto de Matemática Universidade Federal do Rio de Janeiro Maio-Junho/2013 Modelos condicionalmente
Física Geral - Laboratório. Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação
Física Geral - Laboratório Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação 1 Física Geral - Objetivos Ao final do período, o aluno deverá ser capaz de compreender as principais
Análise de Regressão - parte I
16 de Outubro de 2012 Introdução Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Usar modelos de regressão para construir modelos para dados coletados. Entender como método de mínimos é usado
PREVISÃO. Prever o que irá. acontecer. boas decisões com impacto no futuro. Informação disponível. -quantitativa: dados.
PREVISÃO O problema: usar a informação disponível para tomar boas decisões com impacto no futuro Informação disponível -qualitativa Prever o que irá acontecer -quantitativa: dados t DEI/FCTUC/PGP/00 1
Intervalos Estatísticos para uma única Amostra - parte I
Intervalos Estatísticos para uma única Amostra - parte I Intervalo de confiança para média 14 de Janeiro Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Construir intervalos de confiança para
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica. Regressão. David Menotti.
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica Regressão David Menotti www.inf.ufpr.br/menotti/ci171-182 Hoje Regressão Linear ( e Múltipla ) Não-Linear ( Exponencial / Logística
Processamento de erros grosseiros - Identiمحcaچcﷺao
Processamento de erros grosseiros - Identiمحcaچcﷺao Método ˆb Base: variável ˆβ interpretada como uma estimativa do erro associado à medida; verificação da magnitude do erro com relação a faixa esperada
Modelos para Séries Temporais Aula 1. Morettin e Toloi, 2006, Capítulo 2 Morettin, 2011, Capítulo 2 Bueno, 2011, Capítulo 2
Modelos para Séries Temporais Aula 1 Morettin e Toloi, 2006, Capítulo 2 Morettin, 2011, Capítulo 2 Bueno, 2011, Capítulo 2 Modelos para Séries Temporais Os modelos utilizados para descrever séries temporais
Módulo IV: Processos Aleatórios Estacionários, Cicloestaionaridade e Análise de Continuidade de Processos Aleatórios
Módulo IV: Processos Aleatórios Estacionários, Cicloestaionaridade e Análise de Continuidade de Processos Aleatórios Wamberto J. L. Queiroz Universidade Federal de Campina Grande-UFCG Departamento de Engenharia
