DESCRIÇÃO DO PROJETO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESCRIÇÃO DO PROJETO"

Transcrição

1 DESCRIÇÃO DO PROJETO I. NÚMERO DE CADASTRO DO PROPONENTE (login) 02SP Proponente: Associação de Pais e Amigos da Natação de São Carlos CNPJ: / [email protected] Endereço: Rua Antônio Botelho, Bela Vista Telefone(DDD): (16) Nome do Titular ou Responsável Legal do Proponente: Eduardo Giani Tavares II. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Nº SLIE: Título: Equipe de Natação APANASC Manifestação Desportiva: Rendimento Modalidade(s) do projeto: Natação Local (is) de execução do projeto: Associação de Pais e Amigos da Natação de São Carlos Antônio Botelho S/Nº Vila Prado - SP Cep: /Fone: (16) III. PERÍODO DE EXECUÇÃO PREVISTO: DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO Duração: 12 meses IV. BREVE DESCRIÇÃO DO PÚBLICO BENEFICIÁRIO Público Alvo Qtd: 15 - Crianças - (0 a 12 anos). Qtd: 15 - Adolescentes - (10 a 18 anos). Qtd: 0 - Adultos - (18 a 59 anos). Qtd: 0 - Idosos - (a partir de 60 anos). Qtd: 0 - Portadores de necessidades especiais. Beneficiário Direto: 30 Beneficiário Indireto: 0 Total de Beneficiário(s): 30 PEDIDO DE AVALIAÇÃO Solicitamos que o presente projeto seja analisado e aprovado, para efeito dos benefícios de que tratam a Lei nº /06 e o Decreto nº 6.180/07.

2 Local/data:, / /. Assinatura do Titular ou Responsável Legal do Proponente ATENÇÃO: O projeto deverá ser apresentado utilizando obrigatoriamente estes formulários, sem estar em manuscrito, em 1 (uma) via impressa com legibilidade, acompanhado dos documentos mínimos exigidos para a fase de avaliação (artigo 9º, Decreto nº 6.180/07), sem encadernar, apenas grampeado. As páginas destes formulários deverão estar rubricadas pelo titular ou responsável legal do proponente.

3 DESCRIÇÃO DE PROJETO V. OBJETIVOS - Citar o OBJETO do projeto e apresentar de forma clara e objetiva o que se pretende alcançar com o seu desenvolvimento. VI. METODOLOGIA - Descrever e detalhar o desenvolvimento, execução e a metodologia aplicada em todas as atividades do projeto. Apresentar as fases de execução do projeto, constando cronograma de atividades com períodos de cada ação. Grade horária, constando modalidades, nº de turmas, quantitativo de beneficiários por turma, frequência semanal, de acordo com turnos e faixas etárias. Quadro de horário dos profissionais com frequência semanal, detalhando as atribuições de cada um. Apresentar os respectivos calendários dos eventos a participar ou a executar, especificando datas e duração dos mesmos. Apresentar o critério de seleção dos participantes e dos profissionais envolvidos. No caso de apresentação de quadros ou planilhas explicativas, anexar ao projeto impresso a ser enviado ao Ministério do Esporte. OBJETO Condições para funcionamento da Equipe de Natação da Associação de Pais e Amigos da Natação de São Carlos (APANASC), estado de São Paulo, dentro do segmento Esporte de Rendimento. OBJETIVO GERAL O projeto visa dar oportunidades a adolescentes e adultos integrantes e filiados à Associação de Pais e Amigos da Natação de São Carlos ( APANASC) a receberem treinamento especializado de natação, voltado ao rendimento, preparando-os para participar de competições oficiais em ligas,regionais, federações, confederação, em nível regional, estadual, nacional e internacional. B. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Difundir a modalidade olímpica Natação no âmbito da associação de prática esportiva e da cidade sede da entidade, no caso São Carlos, estado de S. Paulo. Contribuir para a integração de pessoas e comunidades, respeitando as regras e normas do esporte como fenômeno sócio cultural de elevada relevância na sociedade brasileira. Contribuir de maneira direta para fomentar o espírito olímpico entre os praticantes e beneficiários do projeto, tendo em vista a realização no País das olímpica em Detectar talentos que possam ser estimulados a desenvolver o potencial na modalidade Natação, contribuindo para o aumento de atletas que possam representar a cidade, estado e País em competições esportivas Dar oportunidades aos praticantes da modalidade na busca do melhor resultado ao alcance de cada um, através de orientação técnica capacitada e devidamente engajada. Contribuir para o exercício da cidadania com a prática do esporte

4 Contribuir para a formação integral dos participantes como cidadãos. Dar oportunidade aos técnicos envolvidos no projeto de melhores condições de crescimento profissional, propiciando aos mesmos tempo e estímulo para dedicação a estudos e pesquisa na modalidade e no Esporte em geral. C. RESULTADOS ESPERADOS Como resultado direto o projeto deverá: 1.Contribuir para a melhoria do rendimento esportivo dos praticantes da modalidade na entidade proponente oferecendo-lhes condições adequadas de treinamento e suporte para competições em diversos locais da região, estado e País. 2.Aumentar o número de praticantes da modalidade contribuindo para a formação de equipe representativa da entidade. 3.Contribuir para a melhoria da condição física, técnica e de saúde em geral dos praticantes submetidos a treinamento regular, constante, apropriado e corretamente orientado. 4. Contribuir para integração e relacionamento social de amizade e companheirismo. 5. Ampliação das condições de desenvolvimento e prática da modalidade no âmbito da associação, contribuindo para o surgimento de novos praticantes estimulados pelo ambiente competitivo gerado pelo projeto na Instituição. A. METODOLOGIA A metodologia do projeto busca a aplicação de novas teorias, tanto na questão social, como também na prescrição do treinamento. NOVAS ABORDAGENS DE TREINAMENTO O treinamento a ser aplicado aos atletas no projeto será orientado pelas bases fisiológicas do exercício, na melhora da habilidade do corpo para gerar potência a partir da musculatura central e focado nas linhas miofasciais, as quais geram a integração entre ser humano e o movimento. Este treinamento, que busca a funcionalidade adequada do movimento e a boa funcionalidade das articulações, visa à prevenção de lesões e otimização do potencial de força de cada indivíduo. Para isso se utiliza como apoio, um programa de treinamento físico integrado, o qual envolve movimentos multiplanares, aceleração, desaceleração, estabilização e equilíbrio, com diferentes velocidades de execução e variados posicionamentos. Todas as capacidades básicas do ser humano estão embutidas em seu cotidiano, e com este treinamento o profissional leva o atleta a percebê-las dia a dia, de forma extremamente

5 descontraída, a qual o leva a encontrar no exercício uma forma de prazer e divertimento. Todas as provas serão consideradas de acordo com a especificidade de cada uma delas Os treinamentos da equipe serão diários com duração mínima de 03 horas, permitindo que os atletas possam realiza-los no contra turno escolar. A grade horária esta anexada ao projeto e encaminhada como ANEXO 02 Dentro do aspecto metodológico o seguinte cronograma esta previsto: Desenvolvimento, execução e metodologia das atividades conforme cronograma a seguir, levando em consideração o ano esportivo de um calendário regular dentro do esporte nacional: Plano de Treinamento de Natação para 2013 (Periodização) Macro e Mesociclos / APANASC JANEIRO 1. Planejamento da Comissão Técnica com atribuição de funções e definição de metas a serem atingidas. 2. Início do recrutamento com testes e peneiras de atletas interessados com nadadores de clubes e escolas. 3. Definição dos componentes da equipe com limite máximo de 25 atletas para cada gênero ( masculino e feminino) na temporada. FEVEREIRO MARÇO 1. Avaliação diagnostica das condições físico- técnicas dos atletas selecionados. 2. Programa de preparação física com ênfase na parte de resistência aeróbia. 3. Prática intensa de nado com ênfase na parte resistência. 4. Preparação física com inclusão de exercícios visando as qualidades de força e flexibilidade, continuando com trabalho de resistência aeróbia 5. Fase de preparação, com treinos de séries longas, nos sistemas de base sub aeróbia, aeróbia e super aeróbia; ABRIL 1.Fase de treinamentos técnicos e específicos, que será continuada por toda a temporada, com trabalhos fisiológicos e técnicos visando as especificidades das provas de cada atleta, e respeitando suas diferenças,de acordo com seus pontos fortes e fracos. Os polimentos serão realizados de acordo com as necessidades de cada atleta, mas também sempre obedecendo as necessidades individuais. 2. Início de participação em competições regionais. MAIO e JUNHO 1. Preparação física com ênfase na qualidade física velocidade 2. Treinamento intervalo 3. Competições regionais promovidos pela Federação Estadual e Ligas Regionais 4. Fase de treinamento específico para competição, de acordo com cada especificidade das provas de cada atleta, por todo o segundo semestre

6 JULHO 1. Trabalho de manutenção do condicionamento técnico. 2. Participação nos Jogos Regionais do Estado como representante do municipio. AGOSTO A NOVEMBRO 1. Manutenção com treinamento intenso e adaptado segundo avaliações periódicas do condicionamento dos nadadores 2. Participação nas competições segundo o calendário DEZEMBRO 1. Participação das ultimas competições previstas no calendário. 2. Encerramento da temporada com treinamento da parte coletiva e avaliação dos resultados. 3. Preparação de relatórios e pré-definição da próxima temporada. Os tecnicos deverão se valer das seguintes referências para planejar e executar as ações da metodologia do projeto: BARBANTI, V. Teoria e Prática do Treinamento Desportivo. São Paulo: Edgard Blucher,1997 BOMPA, T. Periodização: Teoria e Metodologia do Treinamento. São Paulo: Phorte, PLATONOV, V. Treinamento desportivo para nadadores de altonível. São Paulo: Phorte, 2005 STAGER, Joel M.; TANNER, David A. Natação: Manual demedicina e Ciência do Esporte. Editora Manole WEINECK, J. Treinamento Ideal. São Paulo: Manole, 2003 Nas atividades programadas o foco sempre levara em conta os princípios do esporte de rendimento "praticado segundo regras nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados, integrar pessoas e comunidades do País e estas com as de outras nações" (Item I, Art. 4o. Dec. No de 03/08/2007). B. SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR Além da parte específica relacionada ao treinamento corretamente orientado sob o ponto de vista físico e técnico, os atletas deverão receber uma suplementação alimentar sob orientação de Nutricionista contratado para o projeto. C- CALENDARIO A programação das competições na modalidade esta na dependência dos calendários oficiais das respectivas entidades de organização Assim sendo considera-se o Calendario de 2012 como base para o de 2013 com as competições descritas no ANEXO 01. D- HORÁRIO DOS PROFISSIONAIS

7 O quadro horário de participação dos profissionais a serem contratados esta previsto no ANEXO 03 E - SELEÇÃO DOS PARTICIPANTES. Os participantes do projeto serão selecionados através de convite e realização de testes para verificar o potencial de dedicação à modalidade, levando-se em conta, o biótipo, condições genéticas e interesse.. Essa seleção é feita pelos técnicos contratados, especialistas com suficiente experiência para essa incumbência. F. ESCOLHA DOS PROFISSIONAIS Quanto aos profissionais, serão contratados técnicos na modalidade atraves de análise de currículo e entrevistas pela Diretoria da Associação, considerando-se o mínimo de graduação em Educação Física, com respectivo Registro no Conselho Regional da Profissão, desejavel especialização, reconhecida competência, dedicação e experiência na modalidade, disponibilidade para participar de viagens e competições,dentro do horário previsto nos contratos, selecionando-se aqueles que preencherem melhor os requisitos exigidos. O mesmo critério será utilizado para a contratação de Nutricionista em meio período.

8 DESCRIÇÃO DE PROJETO VII. JUSTIFICATIVA (Por que se propõe o projeto, sua importância para o desenvolvimento do esporte no País e/ou na região geográfica de execução e justifique a conveniência de utilização de apoio financeiro com recursos incentivados de que trata a Lei nº /06). A APANASC foi fundada por uma comissão de pais em 18 de agosto de Inicialmente a FADISC (Faculdade de Direito) cedeu a sua piscina para realização dos treinos. (ANEXO 04) No ano de 2003, foi a única entidade do interior de São Paulo a receber o título de Clube Cidadão, homenagem da Secretaria de Esportes e Juventude do Estado de São Paulo, pela oportunidade dada a jovens carentes de participar de sua equipe de competição. Em 2004 foi firmado convênio com a Prefeitura Municipal de São Carlos e criado um Projeto Social que passou a ser realizado na Piscina do Centro Esportivo Luiz Augusto de Oliveira. O convênio é renovado anualmente, permitindo que a entidade utilize a referida piscina para seus atletas treinarem. (ANEXO 05) Desde então, o projeto tem atendido cada vez mais jovens e a equipe de competição tem se beneficiado disso, com um número crescente de atletas formados no projeto e que vêm colhendo resultados cada vez mais expressivos. Em 2007 a APANASC foi declarada de Utilidade Pública Municipal através da lei de 18 de setembro de O local de pratica e treinamento é mantido pela Prefeitura Municipal de São Carlos, graças a esse convenio firmado entre as partes, com estrutura mínima suficiente para abrigar projetos de natação, incluindo condições de acessibilidade a idosos e deficientes. (ANEXO 06) A APANASC esta filiada a Federação Aquática Paulista, pertencendo a 5ª. Região daquela entidade. Tem participado, com recursos próprios e apoio logístico (transporte) da Prefeitura Municipal, da maioria dos eventos do calendário da federação estadual. Como contrapartida à utilização das dependencias do Centro Esportivo e do apoio logístico às suas competições, os seus atletas tem representado a cidade nas tradicionais competições do estado, como Jogos Regionais e Jogos Abertos do Interior. A própria Prefeitura Municipal apoia a APANASC oferecendo transporte rodoviário para viagens do calendario de competições.. Parte das despesas de refeições dos atletas, neste projeto, ficam sob a responsabilidade da Associação através dos seus diretores e associados. Continua realizando projeto social com mais de 200 crianças participando em iniciação da modalidade, o que garante também a sua condição como possuidora de capacidade técnico operativa para executar projetos na área esportiva de rendimento (Art. 6o. da Portaria 120 de 3 de julho de 2009). ( ANEXO 07).

9 A cidade de São Carlos tem uma população estimada em pouco mais de 220 mil habitantes sendo reconhecida como um local de muita convivência com jovens, devido a existência de várias Instituições Universitárias incluindo Campi de Universidades públicas estadual e federal. Possui uma população flutuante de mais de 20 mil jovens atraídos pela oferta de faculdades e de empregos em uma economia bem consolidada, constituindo-se em um pólo desenvolvido e geograficamente favorecido devido a sua localização praticamente no centro do estado, o que facilita deslocamentos e integração com outros municípios. A APANASC tem sido reconhecida na cidade pelo esforço dos seus dirigentes e abnegação de seus atletas em bem representar o município, contribuindo para a melhoria da imagem da cidade. Embora possua considerável tradição como entidade fomentadora de prática da natação, graças ao esforço de Pais e abnegados diretores, atualmente a instituição ressente-se da falta de recursos para desenvolver atividades esportivas competitivas para seus atletas e entre jovens recrutados com potencial atlético para a natação. Por outro lado, sabe-se que o esporte é vital ao desenvolvimento holístico dos jovens, promovendo saúde física e emocional e construindo integração social e cultural das mais valiosas. A pratica de modalidades esportivas propicia a criação de hábitos saudáveis na juventude, perdurando pela vida adulta, tendo como conseqüência cidadãos com melhor qualidade de vida na nossa sociedade. Ao mesmo tempo, a rotina diária de vida de jovens em cidades ainda de porte não muito grande como São Carlos, permite tempo ocioso que, se não for bem utilizado em atividades prazerosas e de lazer, pode facilitar o uso de drogas tão nocivas na nossa juventude. Assim sendo o envolvimento de boa parcela de uma juventude da comunidade local com a responsabilidade de treinamento e competição esportiva, pode evitar o descaminho de jovens para atividades não recomendáveis à sua formação e desenvolvimento. Outro fator atual que justifica o desenvolvimento de um projeto com as metas aqui propostas é a escolha do Brasil como sede olímpica em Clubes e instituições de prática do esporte tem que estar mobilizados para que nova consciência e mentalidade esportiva sejam criadas aproveitando uma motivação natural que se pode prever na expectativa de jovens em todo o País Finalmente os recursos captados em conseqüência dos benefícios fiscais da Lei de Incentivo ao Esporte terão sua destinação priorizada em função dos aspectos técnicos competitivos beneficiando jovens e adultos envolvidos com a salutar prática da natação, podendo contribuir para a melhoria do nível técnico do esporte no País, finalidade precípua da Lei. Com isso, os recursos também serão aplicados no esforço de se assegurar o direito ao esporte que todo cidadão tem garantido na nossa Constituição. Para os serviços de produção na elaboração do projeto e captação de recursos foi designada a empresa JOSE MEDALHA EVENTOS & CONSULTORIA (ANEXO 8)

10 DESCRIÇÃO DE PROJETO VIII. METAS QUALITATIVAS E QUANTITATIVAS - Apresentar as metas de qualidade (quais os resultados e benefícios a serem alcançados, mensuráveis não numericamente) e as metas de quantidade(mensuráveis numericamente), ambas com respectivos indicadores(de que forma as metas serão aferidas) de acordo com os objetivos propostos. Metas Qualitativas: 1. Oportunidade de treinamento e competição para adolescentes e adultos na busca de resultados sob a orientação de técnicos especializados, contribuindo para o surgimento de novos atletas na comunidade na modalidade Natação. 2. Melhora das capacidades físicas inerentes à modalidade e, como resultado, melhores resultados dos atletas nas competições que participarem. 3. Aprimoramento do nível técnico dos atletas e técnicos do projeto com dedicação e recursos suficientes para implementação de um programa de alto rendimento. 4 Oportunidade de ampliação de mercado de trabalho para profissionais do esporte com contratação e responsabilidade técnica do projeto. 5. Envolvimento de familiares, amigos, fornecedores e interessados dos atletas diretamente beneficiados no desenvolvimento do projeto, tomando conhecimento das suas finalidades e propósitos. 6. Divulgação entre os associados e na comunidade, da existência de um projeto com apoio governamental e empresarial, visando o crescimento e desenvolvimento do esporte local e nacional. 8. Dar oportunidade aos jovens praticantes da modalidade de continuarem seus estudos, garantindo uma inserção futura na sociedade, apos o término da pratica esportiva propriamente dita. Essas metas serão aferidas da seguinte maneira: a. Observação e constatação de comportamento dos atletas e tecnicos envolvidos. b. Divulgação na midia local, interna e externa da entidade. c. Verificação dos resultados alcançados nas competições. d. Acompanhamento escolar dos atletas. e. Observação da reação do publico indiretamente envolvido no projeto. Metas Quantitativas: 1.Envolvimento de 02 profissionais de esporte e educação física na direção e orientação de programa de atividades no segmento esporte de rendimento.

11 2. Participação direta de 03 outros profissionais, um na área técnica (nutricionista) e dois na área administrativa ( Analista administrativo e secretaria, sendo estes com recursos proprios). 3. Participação de 50 atletas adolescentes, jovens e adultos integrantes da equipe, utilizando as condições existentes para a prática da modalidade, distribuídos da seguinte maneira ; 20 na categorias infantil ( 13-14anos), 20 na categoria juvenil(16-17 anos) e 10 na junior-senior (17 em diante), em ambos os gêneros. 4. Estimativa de um público envolvido direta e indiretamente no projeto( amigos, fornecedores, familiares e demais interessados) em um total aproximado de 150 pessoas. As metas quantitativas serão aferidas da seguinte maneira: a. Contratação dos profissionais envolvidos tecnicos, nutricionista e pessoal da área administrativa. b. Inscrição e registro dos atletas nas respectivas entidades mantenedoras da modalidade (ligas, federação e confederação). c. Participação e resultados obtidos nas competições em que os mesmos estejam envolvidos, através da mídia especializada e boletins das entidades promotoras. d. Relatórios de participação nas competições elaborados pelos técnicos e Coordenador do Projeto, com dados comparativos nas diversas competições, verificando-se o progresso durante todo o processo de treinamento. e. Possível escolha de atletas para representações estaduais e nacionais em eventos, através de ranqueamento das entidades diretivas da modalidade.

12 DESCRIÇÃO DE PROJETO IX. ESTRATÉGIAS DE AÇÃO: (Divida o projeto em grupos de iniciativas que serão as ações necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s). Denomine-as, enumere-as, descreva-as e explique como pretende desenvolvê-las. As ações de despesas administrativas (art. 11, do Decreto nº 6.180/07) e contratação de serviços destinados à elaboração de projetos desportivos/paradesportivos ou à captação de recursos (art. 12, do Decreto nº 6.180/07 c/c art. 21 da Portaria/ME nº 177 de 11/09/07), caso necessárias à execução do projeto, deverão ser especificadas separadamente, com as respectivas denominações de Despesas Administrativas e Serviços de Produção) Atividade(s) Fim: 1 - RECURSOS HUMANOS - ATIVIDADE FIM - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Contratação de 01 tecnico principal para orientar treinamento e atletas em competição, em regime de CLT. 2. Contratação de 01 auxiliar técnico em meio periodo, em regime de CLT para auxiliar o tecnico em treinamento e competições. 3. Contratação de 01 nutricionista, em regime de CLT, para cumprir as funções inerentes ao cargo no apoio a saúde dos atletas. 2 - SUPLEMENTOS/VITAMINAS - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Aquisição de dextrose como reforço alimentar em forma de vitamina,em pacotes de 1 kg para os atletas com consumo diário prevendo-se o uso de 01 pacote a cada dois dias. 2.Aquisição de Whey Protein como reforço alimentar em forma de vitamina,em vidros de 900 gms para os atletas com consumo diário prevendo-se o uso de 01 vidro a cada dois dias.3. Aquisição de maltodextrina como reforço alimentar em forma de vitamina,em pacotes de 1 kg para os atletas com consumo diário prevendo-se o uso de 01 pacote a cada dois dias.4. Aquisição de multivitaminico em vidros com 100 tablets como reforço alimentar em forma de vitamina para os atletas com consumo diário prevendo-se o uso de 01 pacote a cada dois dias. 3 - MATERIAL DE CONSUMO/ESPORTIVO - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Aquisição de 50 poliboias para utilização individual nos treinamentos. 2. Aquisição de 50 pares de nadadeiras para utilização

13 individual nos treinamentos, perfazendo 100 unidades. 3.Aquisição de 125 pares de palmar para utilização individual nos treinamentos, perfazendo 100 unidades. 4 - ENCARGOS TRABALHISTAS - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Previsão de reserva de % como recolhimento de encargos sociais, incluindo 13o. salarios e férias para os profissionais contratados: Tecnico principal, Tecnico assistente e Nutricionista. 5 - UNIFORMES - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Bermuda tipo sunga: Aquisição de 50 bermudas tipo sunga ( dois para cada atleta) para treinamento e competição.2. Maio tipo macaquinho:aquisição de 50 maios tipo macaquinho ( dois para cada atleta) para treinamento e competição. 6 - HOSPEDAGEM/ALIMENTAÇÃO - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Pagamento de refeições para atletas e comissão tecnica em numero de 23 com tres refeições durante a competição Copa Mercosul em Curitiba. 2. Pagamento de refeições para atletas e comissão tecnica em numero de 23 com tres refeições durante a competição Brasileiro Juvenil Carlos de Campos Sobrinho em Curitiba. 3. Pagamento de refeições para atletas e comissão tecnica em numero de 23 com tres refeições durante a competição Brasileiro Infantil Mauricio Bekenen em Goiania. 4 Pagamento de refeições para atletas e comissão tecnica em numero de 13 com tres refeições durante a competição Open Minas Natação em Belo Horizonte 7 - TRANSPORTE/LOCOMOÇÃO - PLEITO EFEITO DA LEI /06: 1. Pagamento de 23 passagens aereas, ida e volta, para atletas e comissão tecnica participar na Copa Mersosul em Agosto em Curitiba.2. Pagamento de 13 passagens aereas, ida e volta, para atletas e comissão tecnica participar no Open Minas Natação em Outubro em Belo Horizonte.3 Pagamento de 23 passagens aereas, ida e volta, para atletas e comissão tecnica participar no Brasileiro Juvenil Carlos de Campos Sobrinho em Curitiba em Outubro. 4. Pagamento de 23 passagens aereas, ida e volta, para atletas e comissão tecnica participar na Copa Mercosul Infantil Mauricio Bekenen em Goiania em Novembro. Atividade(s) Meio:

14 DESCRIÇÃO DE PROJETO X. RESUMO DAS FONTES DE RECURSOS PARA O FINANCIAMENTO DO PROJETO (Nesse formulário o proponente deverá citar todas as previsões de receitas e apoios, economicamente mensuráveis, envolvidos na execução do projeto - art. 14, Decreto nº 6.180/07). FONTES VALOR (R$) Recursos Próprios (se houver, detalhe no formulário X) ,00 Recursos Públicos (*) (se houver, detalhe no formulário X) ,00 Outros incentivos fiscais (**) (se houver, detalhe no formulário X) 0,00 Outros recursos (***) (se houver, detalhe no formulário X) 0,00 Receitas Previstas (****) (se houver, detalhe no formulário X) 0,00 VALOR PLEITEADO PARA EFEITO DA LEI /06 (*****) ,00 TOTAL GERAL ,00 (*) Recursos da Administração Direta ou Indireta de Prefeituras, Governos Estaduais ou do Distrito Federal, envolvidos na execução do projeto. (**) Outros incentivos fiscais previstos em Leis Federais, Estaduais, Municipais ou Distrito Federal. (***) Outros recursos envolvidos na execução do projeto, cuja fonte não seja nenhuma das citadas anteriormente. (****) Receitas eventualmente geradas com a execução do projeto. (*****) O cronograma de execução física e financeira e o orçamento analítico (formulários XI, XII e XIII), deverão ser elaborados com base no valor pleiteado para efeito dos benefícios que trata a Lei nº /06. Observação: O custeio das ações no valor pleiteado para efeito dos benefícios da Lei nº /06, não poderá estar duplicado nas outras fontes de recursos.

15 DESCRIÇÃO DE PROJETO XI. DETALHE AS INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO IX FONTES ORIGEM DO RECURSO (*) FINALIDADE (**) VALOR (R$) ATIVIDADE(S) FIM 1. Recursos Próprios 1.1 Recurso(s) Próprios 2. Recursos Públicos 2.1 Prefeitura Municipal 3. Outros Incentivos Fiscais 4. Outros recursos 5. Receitas Previstas 1. Recursos Próprios 2. Recursos Públicos 3. Outros Incentivos Fiscais 4. Outros recursos 5. Receitas Previstas (*) Detalhe a origem de cada fonte (se existir) ATIVIDADE(S) MEIO 1.1 Pagamento de refeições para os atletas em viagens para competições 2.1 Despesas com transporte em onibus para os eventos com kilometro rodado com 21 viagens 1.1 Profissional para area administrativa (**) Indique para cada origem, em que, no projeto proposto, será gasto o valor previsto , , ,00

16 DESCRIÇÃO DE PROJETO XII. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA ATIVIDADE(S) FIM AÇÃO Nº DENOMINAÇÃO DA AÇÃO(*) 1 Recursos Humanos - Atividade Fim 2 Suplementos/Vitaminas 3 Material de Consumo/Esportivo 4 Encargos Trabalhistas 5 Uniformes 6 Hospedagem/Alimentação 7 Transporte/Locomoção PERÍODO DE EXECUÇÃO INÍCIO DURAÇÃO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO DATA DA ASSINATURA DO TERMO DE COMPROMISSO VALOR ESTIMADO POR AÇÃO (R$) 12 meses ,00 1 dia ,00 1 dia ,00 12 meses ,60 1 dia 9.805,00 2 dias ,00 2 dias ,00 TOTAL ATIVIDADE FIM ,60

17 AÇÃO Nº DENOMINAÇÃO DA AÇÃO(*) ATIVIDADE(S) MEIO (*) As ações aqui descritas deverão ser as mesmas identificadas no formulário VIII PERÍODO DE EXECUÇÃO INÍCIO DURAÇÃO VALOR ESTIMADO POR AÇÃO (R$) TOTAL ATIVIDADE MEIO 0,00 TOTAL ATIVIDADE MEIO + ATIVIDADE FIM ,60 Valor na Etapa 3: ELABORAÇÃO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS ,40 Porcentagem: 4,918% TOTAL GERAL ,00

18 DESCRIÇÃO DE PROJETO (*) Enumere todas as ações que foram descritas no formulário VIII XIII. Orçamento Analítico - detalhe aqui os itens de despesa, por ação, necessários à execução do projeto, dando as especificações orçamentárias necessárias. 1- Nº 2- Detalhamento ações 3- Quantidade 4- Unidade 5- Duração ATIVIDADE(S) FIM Indique o item ou serviço que será contratado/utilizado Item Detalhamento 1 Recursos Humanos - Atividade Fim 1.1 Assistente Técnico 1.2 Nutricionista 1.3 Tecnico 2 Suplementos/Vitaminas 2.1 Dextrose 2.2 Maltodextrina Contratação de profissional para auxiliar o Tecnico do projeto Contratação de profissional em meio periodo para as funções de nutricionista Contratação de um profissional para exercer as funções de técnico do projeto Aquisição de dextrose (1 kg) vitamina como suplementação alimentar. Aquisição de maltodextrina (1 kg) vitamina como suplementação alimentar Indique a quantidade de cada item da coluna 2 Indique a unidade de medida de cada item da coluna 3 Indique a duração de cada item da coluna 2 6- Valor Unitário Indique o preço de cada unidade de despesa 7- Total col. 3 x col. 5 x col Pessoa (s) 12 meses 2.898, , Pessoa (s) 12 meses 996, , Pessoa (s) 12 meses 5.827, , Unidade - 21, , Unidade - 16, ,00

19 2.3 Multivitaminico 2.4 Whey Protein Aquisição de complexo vitaminico (100 tablets) como suplementação alimentar Aquisição de whey protein (900 gms) vitamina como suplementação alimentar 3 Material de Consumo/Esportivo 3.1 nadadeiras 3.2 Palmar 3.3 poliboias 4 Encargos Trabalhistas 4.1 Assistente Técnico Aquisição de nadadeiras para auxilio nos treinamentos Aquisição de palmares para auxilio nos treinamentos Aquisição de poliboias para auxilio nos treinamentos Previsão de recolhimento de 67.88% para encargos do profissional em questão, incluindo 13o. salário e férias Unidade - 73, , Unidade - 85, , Unidade - 111, , Unidade - 36, , Unidade - 26, , Pessoa (s) 12 meses 1.967, ,40

20 4.2 Nutricionista 4.3 Tecnico 5 Uniformes 5.1 Bermudas 5.2 Maio 6 Hospedagem/Alimentação 6.1 Refeições Previsão de recolhimento de 67.88% para encargos do profissional em questão, incluindo 13o. salário e férias. Previsão de recolhimento de 67.88% para encargos do profissional em questão, incluindo 13o. salário e férias. Aquisição de bermuda tipo sunga para treinamento e competição ( duas para cada atleta) Aquisição de maios tipo macaquinho para treinamento e competição ( dois para cada atleta) Pagamento de refeições a atletas e comissão tecnica para Copa Mercosul em Curitiba com 23 atletas com 3 refeições cada 1.0 Pessoa (s) 12 meses 676, , Pessoa (s) 12 meses 3.955, , Unidade - 87, , Unidade - 108, , Refeição 2 dias 26, ,16

21 6.2 Refeições 6.3 Refeições 6.4 Refeições 7 Transporte/Locomoção 7.1 Viagem aerea 7.2 Viagem aerea Pagamento de refeições a atletas e comissão tecnica para Open Minas Nataçãoem BeloHorizonte com 13 atletas com 3 refeições cada Pagamento de refeições a atletas e comissão tecnica para Campeonato Brasileiro Infantil em Goiania Pagamento de refeições a atletas e comissão tecnica para Campeonato Carlos Campos Sobrinho em Curitiba com 23 atletas com 3 refeições cada Compra de passagem aerea ida e volta para Campeonato Brasileiro Carlos de Campos Sobrinho em Curitiba com 23 atletas e comissão tecnica Compra de passagem aerea ida e volta para Campeonato Open Minas de natação em Belo Horizonte com 13 atletas e comissão tecnica 39.0 Refeição 2 dias 26, , Refeição 2 dias 26, , Refeição 2 dias 26, , Bilhete (s) 2 dias 432, , Bilhete (s) 2 dias 187, ,00

22 7.3 Viagem aerea 7.4 Viagem aérea Compra de passagem aerea ida e volta para Campeonato Copa MercoSul em Curitiba com 23 atletas e comissão tecnica Compra de passagem aerea ida e volta para Campeonato Brasileiro Infantil Mauricio Bekenen em Goiania com 23 atletas mais comissão tecnica ATIVIDADE(S) MEIO Item Detalhamento 23.0 Bilhete (s) 2 dias 432, , Bilhete (s) 2 dias 286, ,80 TOTAL ATIVIDADE(S) FIM ,60 TOTAL ATIVIDADE(S) MEIO 0,00 TOTAL ATIVIDADE MEIO + ATIVIDADE FIM ,60 Valor na Etapa 3: ,40 ELABORAÇÃO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS Porcentagem: 4,918% TOTAL GERAL ,00

DESCRIÇÃO DO PROJETO

DESCRIÇÃO DO PROJETO DESCRIÇÃO DO PROJETO I. NÚMERO DE CADASTRO DO PROPONENTE (login) 02SP036532009 Proponente: INSTITUTO SOCIAL DE EDUCAÇAO ESPORTIVA CNPJ: 08.787.544/0001-57 E-mail: [email protected] Endereço: Av. Antnio

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO

DESCRIÇÃO DO PROJETO DESCRIÇÃO DO PROJETO I. NÚMERO DE CADASTRO DO PROPONENTE (login) 02MG020162008 Proponente: MACKENZIE ESPORTE CLUBE CNPJ: 17.499.252/0001-00 E-mail: [email protected] Endereço: RUA BENVINDA

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 02/2015 PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 02/2015 PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 02/2015 PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL O Instituto Sócio Cultural, Ambiental e Tecnológico Arthur Andrade IAA, organização não governamental, sem fins lucrativos, fundado

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013

SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013 SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013 Prezados Senhores, Brasília, 10 de maio de 2013. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD solicita a apresentação de Proposta para o fornecimento

Leia mais

PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DO ESPORTE E LAZER FINANCIAMENTO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE E LAZER - FIESPORTE

PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DO ESPORTE E LAZER FINANCIAMENTO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE E LAZER - FIESPORTE PREFEITURA DE CAXIAS DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DO ESPORTE E LAZER FINANCIAMENTO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE E LAZER - EDITAL DO CONCURSO Nº 01/2014 SMEL ANEXO II A. IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS PUBLICADO NO DOMP Nº 756 DE: 08/05/2013 PÁG. 1/4 PREFEITURA DE PALMAS LEI N o 1.966, DE 8 DE MAIO DE 2013. (Alterada pela Lei nº 2.198, de 03/12/2015). (Alterada pela Lei nº 2.097 de. A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Introdução Independentemente do nível de experiência da proponente na elaboração de projetos, o Instituto Cooperforte empresta apoio, orientação e subsídios às Instituições

Leia mais

Incentivos Fiscais ao Esporte

Incentivos Fiscais ao Esporte Incentivos Fiscais ao Esporte Lei nº 11.438/06 (Lei Federal de Incentivo ao Esporte) José Ricardo Rezende Advogado e Profissional de Ed. Física Autor do Manual Completo da Lei de Incentivo ao Esporte MECÂNICA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Estabelece os procedimentos necessários à sistematização do Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

Art. 3º. As propostas devem ser apresentadas por professores mensalistas do quadro de docentes, nas seguintes condições:

Art. 3º. As propostas devem ser apresentadas por professores mensalistas do quadro de docentes, nas seguintes condições: EDITAL Nº 049/2015 CHAMADA DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA 2016 A Diretoria de Pós graduação e Extensão, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Geral do Centro Universitário

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO

DESCRIÇÃO DO PROJETO I. CADASTRO DO PROPONENTE 02PR087352011 Proponente: Academia Brasileira de Canoagem CNPJ: 12.502.059/0001-67 E-mail: [email protected] Endereço: R. Monsenhor Celso, 231, 6 andar, Centro Telefone(DDD): (41)3083-2600

Leia mais

PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN

PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento.

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento. PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS FUNDEP REGULAMENTO PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS UFMG A Fundep//Gerência de Articulação de Parcerias convida a comunidade acadêmica da UFMG a cadastrar propostas de acordo

Leia mais

Prazo de execução: xxxx meses, a partir da assinatura do convênio

Prazo de execução: xxxx meses, a partir da assinatura do convênio MODELO PARA APRESENTAÇÃO PLANO DE TRABALHO EDITAL 2013 1 - IDENTIFICAÇÃO 1.1 DO PROJETO Nome do Projeto: Local onde será executado o projeto: (endereço completo) Nº de Beneficiários diretos: xx crianças

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO 1 SUMÁRIO Lista de Anexos... 3 1. APRESENTAÇÃO... 4 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 5 3. DEFINIÇÕES... 5 4. OBJETIVOS... 6 5. PLANEJAMENTO E COMPETÊNCIAS...

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR DECRETO Nº 4.059, DE 1º DE OUTUBRO DE 2008 CRIA OS NÚCLEOS DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Programas e Ações Ministério do Esporte

Programas e Ações Ministério do Esporte Ministro do Esporte Aldo Rebelo Secretário Executivo Luis Fernandes Gabinete do Ministro / Assessor Federativo - João Luiz dos Santos Santos Programas e Ações Ministério do Esporte Contato Assessoria Parlamentar

Leia mais

I Efetivação do compromisso social do IFAL com o Estado de Alagoas;

I Efetivação do compromisso social do IFAL com o Estado de Alagoas; PROGRAMA DE APOIO AO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES INTEGRADAS PROIFAL 1. OBJETIVO Apoiar o Instituto Federal de Alagoas IFAL nas atividades de ensino, pesquisa e extensão

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

EDITAL 002/2015 UNICAFES/SENAES-MTE

EDITAL 002/2015 UNICAFES/SENAES-MTE EDITAL 002/2015 UNICAFES/SENAES-MTE A UNIÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA (Unicafes), inscrita no CNPJ sob o n. 07.738.836/0001-37 torna público a abertura de inscrições

Leia mais

Orientações Estruturantes

Orientações Estruturantes Ministério do Esporte Programa Esporte e Lazer da Cidade PELC & Vida Saudável Orientações Estruturantes 2016 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E PROJETO TÉCNICO PEDAGÓGICO...3 3. RELAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE

POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE POLÍTICA DE PATROCINIO DA CAGECE A Política de Patrocínio da Cagece que compreende o apoio financeiro concedido a projetos institucionais, culturais, sociais, ambientais e esportivos de iniciativa de terceiros,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Administração é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG)

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG) .1. RESOLUÇÃO Nº 332 Estabelece procedimento para a concessão de apoio financeiro e institucional. O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais (CRMV-MG), no uso da atribuição

Leia mais

DESCRITIVO PROCESSO SELETIVO Nº 018/13 Local: SESC Três Lagoas/MS

DESCRITIVO PROCESSO SELETIVO Nº 018/13 Local: SESC Três Lagoas/MS DESCRITIVO PROCESSO SELETIVO Nº 018/13 Local: SESC Três Lagoas/MS O SESC/MS torna público que, nos termos da Resolução SESC nº 1163/2008, está aberto processo seletivo para contratação de pessoal, nos

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO BASQUETE MINEIRO O que é? O Programa de Desenvolvimento do Basquete Mineiro (PDBM) é um projeto focado no atendimento as demandas dos clubes e escolas, em novas metodologias

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO RIBEIRÃO PRETO 2013 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Aluno: RA: Ano/semestre: Período letivo: 2 SUMÁRIO ORIENTAÇÕES

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO 1. Identificação e caracterização Título do Projeto Nome do Prof(s) Coordenador(es) do Projeto Centro Laboratório Período Início Término Término previsto

Leia mais

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 0/04 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE PROPONENTE Nome da Entidade CNPJ Dirigente da Entidade. HISTÓRICO DA PROPONENTE..

Leia mais

EDITAL 001/2016 APRESENTAÇÃO. A Fundação Municipal de Educação (FME), considerando o

EDITAL 001/2016 APRESENTAÇÃO. A Fundação Municipal de Educação (FME), considerando o EDITAL 001/2016 EDITAL PARA APOIO A PROJETOS EDUCACIONAIS FORMULADOS POR UNIDADES E/OU PROFISSIONAIS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, COM O OBJETIVO DE APRIMORAR A QUALIDADE DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Leia mais

Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS DADOS DA ORGANIZAÇÃO PROPONENTE Razão Social CNPJ Endereço Completo Inscrição Telefone Email Representante Legal

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO A Câmara Municipal de Serpa no âmbito da sua politica para as áreas sócio-cultural e desportiva, considera o movimento associativo como parceiro

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Fatec de São Carlos. A Faculdade de Tecnologia de São Carlos será a última parte envolvida a assinar o termo de compromisso e demais documentos.

Fatec de São Carlos. A Faculdade de Tecnologia de São Carlos será a última parte envolvida a assinar o termo de compromisso e demais documentos. Memo 04/15 Coordenação São Carlos, 26 de Fevereiro de 2015. Orientações Gerais aos Discentes Assunto: Estágio obrigatório e não obrigatório O estágio é regulamentado pela legislação através da LEI DO ESTÁGIO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007 BOAS PRÁTICAS EM REDES NA IMPLANTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: SIPIA CONSELHO

Leia mais

EDITAL DE APOIO A PESQUISADORES INTERNACIONAIS VISITANTES UFMT

EDITAL DE APOIO A PESQUISADORES INTERNACIONAIS VISITANTES UFMT EDITAL DE APOIO A PESQUISADORES INTERNACIONAIS VISITANTES UFMT EDITAL PROPeq/UFMT DE APOIO A PESQUISADORES INTERNACIONAIS VISITANTES - Maio de 2015 I) OBJETIVOS: O Edital de Apoio à participação de pesquisadores

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

EVENTOS E CONGRESSOS

EVENTOS E CONGRESSOS EVENTOS E CONGRESSOS O financiamento de eventos de caráter científico-tecnológico obedece à seguinte priorização: a) organização; b) participação coletiva; c) participação individual no país; d) participação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014 Estabelece as normas para o reconhecimento e funcionamento de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULÍNIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULÍNIA DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS: I programa de trabalho proposto pela beneficiária ou exposição das unidades de serviço objeto dos repasses concedidos, avaliado pela Comissão, contendo: a. razões que justifiquem

Leia mais

PROGRAMA CAPES-CONICYT. Cooperação Brasil-Chile

PROGRAMA CAPES-CONICYT. Cooperação Brasil-Chile PROGRAMA Cooperação Brasil-Chile Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Coordenadoria de Cooperação e Intercâmbio Ministério da Educação e do Desporto Anexos I e II 2º andar Caixa

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica: REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO IFRR N A regulamentação geral de estágio tem por objetivo estabelecer normas e diretrizes gerais que definam uma política

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO PARANÁ SENAR-AR/PR PROGRAMA APRENDIZAGEM DE ADOLESCENTES E JOVENS

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO PARANÁ SENAR-AR/PR PROGRAMA APRENDIZAGEM DE ADOLESCENTES E JOVENS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO PARANÁ SENAR-AR/PR PROGRAMA APRENDIZAGEM DE ADOLESCENTES E JOVENS Rua Mal. Deodoro, 450 17º - Centro Curitiba - PR CEP 80.010-910 - Fone

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 02/2016 CBAt

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 02/2016 CBAt EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 02/2016 CBAt A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ATLETISMO CBAt, associação civil de natureza desportiva, sem fins econômicos, com sede na Rua Jorge Chammas, 310, Vila

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3 ANEXO 5 REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1.1 Disposições Preliminares Artigo 1 o - As atividades de Estágio Supervisionado que integram a Matriz Curricular do Curso de Administração, da Faculdade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO

DESCRIÇÃO DO PROJETO DESCRIÇÃO DO PROJETO I. NÚMERO DE CADASTRO DO PROPONENTE (login) 02SP003802007 Proponente: LIGA PIRACICABANA DE FUTEBOL DE SALÃO CNPJ: 56.982.119/0001-61 E-mail: [email protected] Endereço:

Leia mais

LEI Nº. 602/2015, DE 08 DE OUTUBRO DE 2015.

LEI Nº. 602/2015, DE 08 DE OUTUBRO DE 2015. LEI Nº. 602/2015, DE 08 DE OUTUBRO DE 2015. DISPÕE SOBRE FIXAÇÃO DE REGRAS PARA PROMOÇÃO DO ESPORTE NO MUNICÍPIO DE MATADE SÃO JOÃO-BA. O Prefeito Municipal de Mata de São João, Estado da Bahia, faz saber

Leia mais

Política de investimento esportivo 3M

Política de investimento esportivo 3M 1. Objetivo Política de investimento esportivo 3M A presente política tem por finalidade estabelecer os critérios para investimento em projetos e programas esportivos e que sejam passíveis de usufruírem

Leia mais

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE BÁSICA DO CONSELHO

CAPÍTULO I DA FINALIDADE BÁSICA DO CONSELHO LEI N 128/2014. Cria o Conselho Municipal de Esporte e Lazer, o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, faz saber

Leia mais

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 INTRODUÇÃO A Fundação Tide Setubal nasce em 2005 para ressignificar e inovar o trabalho pioneiro

Leia mais

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte

Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.

Leia mais

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES ARTIGO 1º As atividades socioeducativas desenvolvidas pela Associação Projeto Cuidado- APJ,reger-se-ão pelas normas baixadas nesse Regimento e pelas

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

Manual de Recursos Humanos

Manual de Recursos Humanos Manual de Recursos Humanos 1º Edição 01/2016 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I - RECRUTAMENTO E SELEÇÃO CAPÍTULO II - TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO III CARGOS & SALÁRIOS CAPÍTULO IV BENEFÍCIOS CAPÍTULO

Leia mais

Fornecimento de Óculos para Alunos Portadores de Deficiência Visual

Fornecimento de Óculos para Alunos Portadores de Deficiência Visual Programa 1060 Brasil Alfabetizado Objetivo Criar oportunidade de alfabetização a todos os jovens e adultos Justificativa De acordo com o Censo de 2000 do IBGE, 13,6% da população de 15 anos e mais é analfabeta.

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII

CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII A Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII torna público o processo de seleção para habilitar Polos EMBRAPII IF (PEIF). Os

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 119/2010/CONEPE

RESOLUÇÃO Nº 119/2010/CONEPE SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 119/2010/CONEPE Aprova as Normas de Estágio Curricular Obrigatório

Leia mais

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info) Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas

Leia mais

1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I

1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I Das Disposições Gerais 1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO PROFESSOR NOTA 10 REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I Art. 1º - O Prêmio Experiências de Sucesso 2015 Professor Nota 10, é uma promoção da Secretaria

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA MODALIDADE PRODUTO Título do Projeto Função no Projeto Resultado Atividades Antecedentes (breve histórico justificando a contratação) DADOS DA

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO Resolução nº 004, de 25 de março de 2015 Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro ou institucional junto ao CRMV-PE.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 Ementa: Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro e/ou institucional junto ao CRMV-RJ. O - CRMV-RJ, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1047/2012. O Prefeito do Município de Pinhalão, Estado do Paraná. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1047/2012 O Prefeito do Município de Pinhalão,. SÚMULA: Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2013 e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal decreta, e eu,

Leia mais

POLÍTICAS DE SELEÇÃO, AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA COLEÇÃO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CATÓLICA SALESIANA DO ESPÍRITO SANTO

POLÍTICAS DE SELEÇÃO, AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA COLEÇÃO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CATÓLICA SALESIANA DO ESPÍRITO SANTO POLÍTICAS DE SELEÇÃO, AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA COLEÇÃO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CATÓLICA SALESIANA DO ESPÍRITO SANTO ELABORAÇÃO Janine Silva Figueira Vitória 2015 SUMÁRIO 1 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Chamada de Propostas de Pesquisa na área de Mudanças Climáticas Globais Convênio FAPESP-FAPERJ

Chamada de Propostas de Pesquisa na área de Mudanças Climáticas Globais Convênio FAPESP-FAPERJ Chamada de Propostas de Pesquisa na área de Mudanças Climáticas Globais Convênio FAPESP-FAPERJ 1) Introdução A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FAPESP e a Fundação de Amparo à Pesquisa

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS UNESP FRANCA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS UNESP FRANCA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS UNESP FRANCA Dispõe sobre o cumprimento da carga horária das Atividades de Estágio Supervisionado

Leia mais

EDITAL N.º 003/2014 PROEPI/IFPR PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO INOVADOR (PIBIN)

EDITAL N.º 003/2014 PROEPI/IFPR PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO INOVADOR (PIBIN) EDITAL N.º 003/2014 PROEPI/IFPR PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO INOVADOR (PIBIN) A Pró-Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação do Instituto Federal do Paraná (IFPR),

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2015 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 17/CEPE, DE 03 DE MAIO DE 2006 Aprova normas para os cursos de especialização da Universidade Federal do Ceará. O Reitor da UNIVERSIDADE

Leia mais

Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto. (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica)

Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto. (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica) Edital para Contratação de Consultoria Externa para Avaliação Final de Projeto (Pessoa Física ou Pessoa Jurídica) Localização: Em domicílio (com visitas de campo previstas) Prazo para envio de candidatura:

Leia mais

PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR. Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento.

PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR. Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento. PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR 1 TITULO DO PROJETO: Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento. 2 SUMÁRIO: Atualmente muito se tem incentivado

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 Altera a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para definir critérios de mérito no processo de gestão

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA ESPECIFICIDADE NO TREINAMENTO DO FUTEBOL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): RODRIGO

Leia mais

MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS MG. SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS SOCIAIS

MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS MG. SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS SOCIAIS PORTARIA N 035, 10 DE JUNHO DE 2008 DISPÕE SOBRE O EDITAL PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS DA REDE EXECUTORA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS 2.008 O Secretário Municipal de Políticas

Leia mais

EDITAL FACEPE 14/2008 PROGRAMA DE BOLSAS DE INCENTIVO ACADÊMICO - BIA

EDITAL FACEPE 14/2008 PROGRAMA DE BOLSAS DE INCENTIVO ACADÊMICO - BIA EDITAL FACEPE 14/2008 PROGRAMA DE BOLSAS DE INCENTIVO ACADÊMICO - BIA A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Pernambuco FACEPE convida as universidades públicas de Pernambuco, federais ou estaduais,

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* PREVENÇÃO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico [email protected] até o dia 20 de dezembro de 2015. ASSUNTO

Leia mais

Projeto Copa Gothia. Festa de abertura da Copa Gothia Estádio Ullevi Gotemburgo, Suécia.

Projeto Copa Gothia. Festa de abertura da Copa Gothia Estádio Ullevi Gotemburgo, Suécia. Projeto Copa Gothia A Copa Gothia é realizada anualmente em Gotemburgo, Suécia, onde foi criada em 1975. Em mais de três décadas, o evento já recebeu 840 mil jovens de 133 países diferentes. Mesmo não

Leia mais

PLANO INSTITUCIONAL DE CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

PLANO INSTITUCIONAL DE CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PLANO INSTITUCIONAL DE CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. O objetivo primordial do Plano Institucional de Capacitação de Recursos Humanos

Leia mais