MONITORAMENTO E CONTROLE VETORIAL DE Aedes aegypti
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- Afonso Damásio
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1 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE VIGILÂNCIA DE ROEDORES E VETORES (EVDT/EVRV) MONITORAMENTO E CONTROLE VETORIAL DE Aedes aegypti
2 Monitoramento Vetorial Fonte: MIAedes/ECOVEC 935 armadilhas vistoriadas semanalmente por 21 ACEs; 31 bairros conforme critérios de vulnerabilidade (NT 118/2011 do Ministério da Saúde); Análise viral dos exemplares de Aedes aegypti capturados. Fase de ampliação para 1133 em 3 bairros (Restinga, Sarandi e Itu Sabará) Fonte: MIAedes/ECOVEC
3 Sistema de Monitoramento do Aedes (MIAedes) Monitoramento por armadilhas é destaque no site do Ministério da Saúde IMFA = 0,42 ALERTA NÍVEIS DE RISCO (IMFA): Satisfatório (< 0,15) Moderado (0,15 0,30) Alerta (0,30 0,60) Crítico ( > 0,60) Fonte: MIAedes/ECOVEC
4 Tecnologia de acesso online às informações obtidas do trabalho de campo dos Agentes; O Índice Médio de Infestação de Fêmeas Adultas de Aedes aegypti (IMFA) norteia as ações de planejamento e controle vetorial; As informações são disponibilizadas à população através do site o qual possibilita o incremento dos cuidados nos imóveis, para prevenir a presença do mosquito e, consequentemente, a transmissão das doenças. As armadilhas são instaladas no peridomicílio dos imóveis Fonte: ECOVEC/EVRV
5 Exemplo de monitoramento Fonte: MIAedes/ECOVEC
6 Histórico da transmissão em Porto Alegre ANO AGRAVO Nº CASOS BAIRRO CASO INDICE 2010 DENGUE 5 JARDIM CARVALHO IJUI 2011 DENGUE 12 SANTO ANTONIO MARANHÃO 2013 DENGUE 155 PARTENON MATO GROSSO DO SUL 2014 DENGUE 5 TERESÓPOLIS IGNORADO 2015 DENGUE 17 IPANEMA GOIAS 2016 DENGUE DENGUE *= 123 VILA NOVA NORDESTE * = CHACARA DAS PEDRAS CARIBE ZIKA 14 FARRAPOS NORDESTE *51 CONTRAIDOS NA VILA NOVA E 101 NA CHACARA DAS PEDRAS DE MORADORES DE OUTROS BAIRROS = 162 CASOS
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10 Ações de controle de transmissão CASOS SUSPEITOS/CONFIRMADOS e ARMADILHAS POSITIVAS PARA O VÍRUS: 1 - Aplicação de Inseticida - ação de efeito imediato e de curta duração (EVRV); 2- Eliminação de criadouros e orientação aos munícipes - ação de efeito duradouro (Atenção Primaria); 3- Busca Ativa de casos - procura da ocorrência de casos suspeitos não notificados (EVRV e Atenção Primaria).
11 Breve histórico de integração com a Atenção Básica 2012 Contratação dos Sistemas Dengue Report, MIAedes e MIVírus. Todos os ACEs eram coordenados pela CGVS; 2013 ACEs passam para a gestão das Gerências Distritais de Saúde. Capacitação técnica e auxílio permanente da CGVS para ACEs e novos Gestores (AP); 2015 ACEs no território de abrangência de cada unidade, em substituição aos bairros como unidade de trabalho; 2016 A CGVS disponibiliza acesso aos mapas territoriais, através do site (Mapas Temáticos).
12 Considerando Necessidade da utilização, por parte da rede de atenção à saúde, das tecnologias disponíveis (SINAN online, mapas territoriais, etc) para notificação e acompanhamento dos casos; Importância da integração com a rede básica para a realização da busca ativa de doentes na área e no acompanhamento clínico/diagnóstico dos casos suspeitos; Necessidade de apropriação e de acompanhamento dos casos notificados por outros serviços no território de saúde (64,05% das notificações foram de hospitais); Necessidade de facilitar o acesso do paciente à coleta de exames integrando exames sorológicos específicos e bioquímicos; Foi discutido um novo processo de trabalho objetivando uma maior integração com a rede de Atenção Básica.
13 Linha do tempo da proposta de integração com a ATENÇÃO BÁSICA Maio/2016 Junho/2016 Julho/2016 Agosto/2016 Setembro/2016 Outubro/2016 Novembro/2016 Análise situacional do surto epidêmico ocorrido e dos processos de trabalho Realizações de reuniões de equipe apontando os nós críticos Elaboração de uma proposta de Integração da vigilância em saúde das arboviroses com a Atenção Primaria por meio de projeto de monitoramento dos casos Análise situacional apresentad a na Sala de Situação das arboviroses Reuniã o com coorde nação da Atençã o Prima ria Pauta na reunião semanal de GD s na SMS Participação e apoio ASSEPLA Pauta grupos de monito ramen to GD s (5 das 8 gerência s) Capacitações membros da CGVS dos grupos de monitoramento Início do envio dos casos US s de referência
14 Divulgação de Informações Ferramenta de comunicação com os gestores, serviços de saúde, mídia e população gerando milhares de acessos e o conhecimento prévio das nossas ações
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