Boletim Epidemiológico
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- Adriana Andrade Silva
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2 Boletim Epidemiológico Análise Epidemiológica dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika, Semana Epidemiológica 1 a 5, do ano de Introdução A dengue, zika vírus e febre chikungunya são doenças classificadas como arboviroses, pois compreende todos aqueles transmitidos por artrópodes (aracnídeos e insetos). Essas doenças estão presentes na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública. (BRASIL, 2017) Este Boletim tem como objetivo apresentar a situação epidemiológica da dengue, chikungunya e zika das 26 Unidades Federativas, descrevendo os dados até a Semana Epidemiológica (SE) 5 que abrange o período de 31/12/2017 a 03/02/2018. O Boletim Epidemiológico número 07 (v.49) da Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde (BRASIL, 2018) (SVS/MS) foi usado como referência para a elaboração deste. Serão apresentadas a quantidade de casos registrados, incidência, quantidade de óbitos em investigação, óbitos confirmados de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus zika. É importante informar que esses dados são provisórios, podendo ser alterados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde a partir do sistema de notificação a cada Semana Epidemiológica. Isso pode ocasionar diferenças nos números de uma SE para outra. Casos Prováveis Os casos prováveis são os casos notificados, excluindo-se os descartados, por diagnóstico laboratorial negativo, com coleta oportuna ou diagnosticados para outras doenças. (BRASIL, p.1) Dengue De acordo com o Boletim Epidemiológico do SVS/MS (BRASIL, 2017), entre o dia 31 de dezembro, 2017 até 2 de fevereiro, 2018 (1ª a 5ª SE) foram notificados casos prováveis de dengue no Brasil 28,41% menor em comparação a todo ano anterior (Tabela 1). Nesse mesmo período, a região que apresentou a maior porcentagem de casos prováveis foi Sudeste (42,2% do total) seguido das regiões Centro-Oeste (29,7%), Norte (10,3%), Nordeste (10,2% do total) e Sul (7,6% do total). (Tabela 4). Febre de chikungunya No mesmo intervalo de tempo, foram registrados casos prováveis de febre de chikungunya no país, 54,43% menor em comparação com número de casos prováveis registrados em (Tabela 2). A região Centrooeste apresentou o maior número de casos prováveis deste agravo, 47,3% em relação às outras regiões do país, sendo seguida pela Região Sudeste (27,8%), Região Nordeste (14,9%), Região Norte (8,5%) e a Região Sul (1,5%). (Tabela 4) Febre pelo vírus Zika Em 2018, até a SE 5, foram registrados 330 casos prováveis de febre pelo vírus Zika, 88,2% menor em relação ao ano de 2017 (Tabela 3). A região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis pelo vírus Zika (29,4% do total), seguindo da região Nordeste (28,2%), Norte (23%), Sudeste (12,7%), e a Região Sul apresentou o menor número de casos (6,7) prováveis de Zika (Tabela 4) Incidência de casos A incidência indica o número de casos novos de uma determinada doença durante um período determinado, em uma população sob risco. Sendo assim a forma mais habitualmente utilizada em vigilância, para verificar tendências e impactos. (PORTALSES, 2017) Volume 2 Nº 1
3 Dengue A taxa de incidência de casos prováveis de dengue (número de casos/100 mil hab.), em 2018, até a SE 05, por Unidades da Federação (UF s) demonstrou um destaque dos estados do Acre (101,5 casos/100 mil hab.), seguido por Goiás (76,2 casos/100 mil hab.) e Tocantins (27,4 casos/100 mil hab.) (Mapa 1) Febre de chikungunya A análise da taxa de incidência de casos prováveis de febre de chikungunya (número de casos/100 mil hab.), segundo as Unidades da Federação, demonstra que o Mato Grosso (66,7% casos/100 mil hab.), Tocantins (5,5 casos/100 mil hab.) e Minas Gerais (3,5 casos/100 mil hab.) tiveram um maior destaque até a semana epidemiológica 5. (Mapa 2) Febre pelo vírus Zika Já a taxa de incidência de casos prováveis de Zika (número de casos/100 mil hab.), segundo as Unidades da Federação demonstrou um destaque nos estados de Mato Grosso (1,6 casos/100 mil hab.), Tocantins (2,6 casos/100 mil hab.), Acre (1,0 casos/100 mil hab.) e Alagoas (0,9 casos/100 mil hab.). (Mapa 3) Quantidade de óbitos em investigação. A investigação de óbitos por dengue, chikungunya, Zika e febre amarela é obrigatória. Recomenda-se investigar oportunamente todo óbito de caso suspeito ou confirmado de dengue, chikungunya, Zika, febre amarela visando identificar as causas e propor intervenções que evitem novos óbitos. (BRASIL, p.2) Dengue Até a semana 5 desse ano, não foi confirmado nenhum óbito por dengue e 22 óbitos ainda estão em investigação. Febre de chikungunya No mesmo período foram confirmados 2 óbitos por febre de chikungunya e ainda existe 1 óbito em investigação. Febre pelo vírus Zika Até o momento não foi confirmado nenhum óbito por Zika vírus. Tabela 1- Número de casos prováveis de dengue e variação de porcentagem em relação ao número de casos notificados do ano anterior, até a Semana Epidemiológica 5, Brasil, 2017 e Ano Casos Notificados Variação Ano Anterior (%) , ,41 Fonte: Sinan Online(banco de 2017 atualizado em 15/01/2018; de 2018, em 05/02/2018). Dados sujeitos à alteração. Tabela 2- Número de casos prováveis de febre de chikungunya e variação de porcentagem em relação ao número de casos notificados do ano anterior, até a Semana Epidemiológica 5, Brasil, 2017 e Ano Casos Notificados Variação Ano Anterior (%) , ,43 Fonte: Sinan Online(banco de 2017 atualizado em 15/01/2018; de 2018, em 05/02/2018). Dados sujeitos à alteração. Tabela 3- Número de casos prováveis de febre pelo vírus Zika e variação de porcentagem em relação ao número de casos notificados do ano anterior, até a Semana Epidemiológica 5, Brasil, 2017 e Ano Casos Notificados Variação Ano Anterior (%) , ,29 Fonte: Sinan Online(banco de 2017 atualizado em 15/01/2018; de 2018, em 05/02/2018). Dados sujeitos à alteração.
4 Tabela 4- Número de casos prováveis de Dengue, Febre de Chikungunya e Febre pelo vírus Zika, por Região e Unidade da Federação, até a Semana Epidemiológica 5, Brasil, 2017 e Região/ Unidade da Federação Casos de Dengue (n) Casos de Febre de Chikungunya (n) Casos de Febre pelo vírus Zika (n) Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro- Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Brasil Fonte: Sinan Online(banco de 2017 atualizado em 15/01/2018; de 2018, em 05/02/2018). Dados sujeitos à alteração.
5 Mapa 1- Incidência de Dengue (/100 mil hab.) por Unidade da Federação, até a Semana Epidemiológica 5, 2018.
6 Mapa 2- Incidência de Febre Chikungunya (/100 mil hab.) por Unidade da Federação, até a Semana Epidemiológica 5, 2018.
7 Mapa 3- Incidência de Febre pelo Vírus Zika (/100 mil hab.) por Unidade da Federação, até a Semana Epidemiológica 5, 2018.
8 Referências BRASIL. Boletim Epidemiológico Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. V. 49, n.7, 1ª à 5ª semanas epidemiológicas, jan./fev Disponível em: < Acesso em: 21 fev BRASIL. Procedimentos para investigação dos óbitos por arboviroses urbanas: Dengue, Chikungunya e Zika no Brasil.Ministério da Saúde. p Disponível em: < investiga----o-dos---bitos-por-arboviroses-urbanas.pdf >. Acesso em: 20 jan PORTALSES. Vigilância em saúde pública, incidência. Portalses. Saúde e cidadania Disponível em: 7/03_02_02.html. Acesso em: 20 jan Elaboração Maria Verônica Galeno Dias, Marina Pissurno do Nascimento, Beatriz Amaral Ferreira da Silva. Equipe Editorial Joaquim Bastos Sala de Situação- Faculdade de Ciências da Saúde (UnB) Revisão Patrícia Paiva Pereira, Marcela Lopes Santos. Coordenação Janaína Sallas, Jonas Brant. Contato [email protected]
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Acre Previsão por Coeficiente no Estado
Acre 0,6 121.073,55 262.729,59 0,8 161.431,39 350.306,12 1,0 201.789,24 437.882,66 1,2 242.147,09 525.459,19 1,4 - - 1,6 322.862,79 700.612,25 1,8 363.220,64 788.188,78 2,0 - - 2,2 - - 2,4 - - 2,6 524.652,03
9, R$ , , R$ ,
Rondônia 2005 R$ 601.575,17 2005 10.154 2004 1.027.983 2004 108.139 2004 10,52 2006 R$ 609.834,21 2006 10.757 2005 1.025.249 2005 101.539 2005 9,90 2007 R$ 1.229.490,00 2007 9.100 2006 1.047.004 2006 111.068
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Casos de dengue Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total 2003 20.471 23.612 - - - - - - - - - - 44.083 2002 94.447 188.522 237.906 128.667 60.646 23.350 12.769 10.149 6.682 7.138 9.246 9.052
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